Postado no Maio 14, 2008 de presentepravoce

Pe Adair diz: Prezados jovens Católicos, sejam vocês o alicerce da construção da “civilização do amor” (Paulo VI) e da concretização de uma vida feliz a partir da santidade e do respeito à pessoa do outro.
Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade. (I Timóteo 4,12)

Mara Rosa, 2004
Creio que outros vão escrever mais diretamente sobre o “namoro cristão”; quero fazer uma rápida abordagem do tema no plano humano, decorrente de uma visão positiva da filosofia cristã, cujo centro da atenção é a pessoa humana e seu caminho para a felicidade.
Faz parte da lógica consumista do capitalismo moderno apresentar a vitrine fetichista do comércio formal e informal, de maneira mais ousada nos shopping’s centers, como espaço do descartável. Os produtos, embora bonitos e requintados, em grande parte são descartáveis. Fabricados para serem consumidos rapidamente, devem ser substituídos por novos exemplares que a cada momento são inseridos nas prateleiras reais e virtuais do mercado, obedecendo à lógica do muito consumir. A cada ano surge uma infinidade de modelos novos de celulares e outros bens na área da eletrônica que povoam o imaginário dos humanos consumistas.
Essa perversidade que engalfinha milhões de dólares a cada dia está impregnando cada vez mais o inconsciente coletivo da humanidade, sobretudo no Ocidente: berço esplendido do consumismo. Trata-se da lógica do descartável: usa-se enquanto lhe agrada e faz bem, depois joga-se fora e busca-se outra opção que lhe satisfaça melhor aos instintos.
Tal realidade se materializa em mentalidade, em pensamento. Isso passa a reger o mundo humano e interfere drástica e profundamente na concepção de pessoa, de Deus, da natureza e da sociedade. Lamentavelmente a pessoa humana também está sendo colocada na vitrine, como objeto de consumo.
A mentalidade de prevalência do prático, acredito, tem favorecido uma mentalidade utilitarista e hedonista das coisas e passado dessas para as pessoas. Estamos vendo saltar aos nossos olhos as conseqüências desta mentalidade. Da mesma maneira que as pessoas trocam de aparelho celular a cada modelo novo que chega às lojas, muitos(as) estão trocando de relacionamentos afetivos a cada impulso dos sentidos em direção às possibilidades de novas aventuras e novas expectativas de prazer.
Tanto no namoro quanto no casamento percebe-se tal desastre humano. A raiz do problema não está basicamente na perda dos valores morais. É mais profundo. É uma questão de mentalidade. A concepção de pessoa humana está se nivelando com a concepção que temos das coisas e do seu conseqüente uso.
O namoro que brota entre dois jovens de sexos opostos é sempre acompanhado da mentalidade que ambos trazem consigo. Quando estes possuem uma concepção humana frágil, inegavelmente o relacionamento será igualmente frágil e possibilitará o aprofundamento das negatividades de alguns aspectos já decadentes.
A fase do namoro, ideal e moralmente objetivo, é um período excepcional para o conhecimento de duas pessoas, geralmente jovens, de sexo oposto. O namoro é um período na vida dos namorados que lhes permite se conhecerem melhor. Isso é fundamental para o alicerce de uma nova família que se quer sólida.
A prática do namoro evoluiu muito nas últimas quatro décadas. Não foi uma evolução ruim. Afinal, não dá para pensar o namoro nos moldes das primeiras décadas do século passado. Com a abertura dos últimos tempos e a igualdade de direitos estabelecida entre o homem e a mulher, bem como a quebra do tabu que circundava a questão sexual, abriu-se as portas para uma nova prática do romance amoroso entre os namorados. O erro não está na abertura, mas no mau uso da liberdade, face à mentalidade do descartável que está tomando conta da sociedade.
O estilo do namoro antigo tem muito em comum com o namoro dos nossos tempos: a falta de conhecimento um do outro. O namoro antigo não permitia nenhuma espécie de contato físico; a conversa entre os dois não existia, o estar só era impossível, etc – não se conheciam. O namoro moderno e avançado permite tudo: o sexo livre, o aborto, a depravação, etc – também não se conhecem como pessoas.
O final do filme todos nós conhecemos: corações machucados, magoados e infernizados com a síndrome da dependência sexual e outros males. A sociedade ainda é machista; por isso o Pe. Zezinho tem razão quando compôs a música “Laranja Lima” e nos diz que no namoro errado é a mulher quem sofre mais. Deve ser muito triste a ressaca do pós-namoro pagão, quando a consciência advertir que a jovem foi usada ou que usou o outro simplesmente por prazer, tendo se acobertado, para tanto, na falsidade e na mentira.
Estamos vivendo um mundo carente de valores. Além da mentalidade do descartável que favorece o hedonismo utilitarista no namoro (para muitos o trivial “ficar”), temos a elaboração de um ambiente cultural de morte que se expressa na música mundana, no teatro e no cinema também mundanos que apregoam os contravalores como sendo determinantes para a felicidade. Aí está o engano, pois se trata de uma mentalidade distorcida da pessoa humana. É a crise antropológica (a pessoa humana não se interroga sobre o seu fim). É a evidente falta de consciência do que é a realidade da pessoa humana e o que é realmente a felicidade para a qual a pessoa humana foi criada.
O que fazer para viver o namoro coerente e de maneira cristã? Olhar para Jesus Cristo, o modelo antropológico perfeito. Olhar para o testemunho de tantos casais que vivem o namoro correto e santamente. Não tenho dúvidas, os casais de namorados que viveram santamente o seu namoro viverão santamente o seu casamento. Afinal, a conquista da felicidade não se dá sem sacrifício, renúncia e entrega consciente. Onde há o amor não há a dor. “Felizes os puros de coração porque verão a Deus” (Mt. 5, 8).
Prezados jovens cristãos, sejam vocês o alicerce da construção da “civilização do amor” (Paulo VI) e da concretização de uma vida feliz a partir da santidade e do respeito à pessoa do outro. Deus os abençoe.
Mosenhor Adair José Guimarães Texto da Homilia da Missa de Encerramento no XI Encontro de Servos em Goiânia 23/04/08
Não existiria outra forma mais sublime, mais santa de encerrarmos esse belíssimo encontro, que não fosse com na Eucaristia. O altar passa a ser o centro de toda nossa atenção!
O décimo primeiro encontro encerra-se com a homilia do Monsenhor Adair, que nos atenta para a temática do encontro: “Retorna as tuas primeiras obras”, lembrando-nos do quanto é necessário recolhermos para ouvirmos que o Deus nos fala, ressaltanto ainda que a Renovação Carismática Católica (RCC) no início do seu trabalho possuia a prática maior de ouvir a voz de Deus.
Devemos escutar a palavra de Deus com a sua vontade e as suas exigências. E como dizia Exupérry: “só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos”.
Sendo assim, diz Monsenhor Adair, devemos ouvir, pois só se ouve bem com o coração. E a condição indispensável para ouvirmos a palavra de Deus é o silêncio, pois no silêncio Deus nos fala ao coração.
Vivemos hoje em um mundo tão barulhento, com tantos sons das mais diversas procedências, e esses sons misturados e alternados com pancadas, nos causam insônia, desânimo, depressões. E fugir de vez enquanto é questão de sobrevivência física e muito além, de sobrevivência espiritual, pois só no silêncio conseguimos ouvir a palavra de Deus. O silêncio é a porta do céu. Busquemos o silêncio para orar, pois a raiz de toda espiritualidade da RCC se encontra no silêncio.
E por muitas vezes que somos seduzidos pelo mundo, vemos que a maldade parece dominar, quantos velhos sendo mal tratados, quantas crianças com deficiência sendo discriminadas, quantas pessoas sendo humilhadas. Mas diante de tudo isso, nossa resposta deve ser o amor, o amor sempre e em qualquer condição.
“ Somos perseguidos e suportamos. Somos caluniados e nos doamos.”
Precisamos entender que devemos ouvir o clamor de todo povo que é mal tratado, devemos ir ao encontro de tantas almas que por aí estão perdidas. Não podemos permitir que a nossa língua nos atrapalhe de ouvirmos a Deus. Que tenhamos o Espírito profundamente católico para que possamos ser católicos no grupo de oração, mas principalmente em todos os outros momentos de nossas vidas, no convívio com tantas pessoas que ainda não sentiram o profundo amor de Deus. Permita-nos Senhor, descobrir no silêncio, um profundo momento de louvor e adoração.
Carla Rodrigues– Ministério de Comunicação Social - GO
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Postado no Maio 14, 2008 de presentepravoce
Dia 17 de Maio de 2008, data que ficará na história de Pe Adair José Guimarães, hoje Monsenhor Adair, a partir de Sabado já será um Bispo que assumirá a diocese de Rubiataba-Go.


Pe Adair José Guimarães é novo
Bispo da Diocese de Rubiataba
03/12/07 Diocese de Uruaçu - Go
A nomeação foi anunciada na Catedral da Diocese de Uruaçu, dia 27/11/07 às 08:00 hs da manhã, durante uma celebração, presidida por Dom Messias dos Reis Silveira.


“Fiat Voluntas Tua”
Esse é o lema de Monsenhor Adair José Guimarães para sua sagração episcopal no dia 17 de maio, deste ano.
ZP08022701 - 27-02-2008
Permalink: http://www.zenit.org/article-17705?l=portuguese
Diocese de Rubiataba-Mozarlândia (Brasil) tem novo bispo
Padre Adair José Guimarães, atualmente pároco em Minuaçu
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Segundo informou a Santa Sé esta quarta-feira, Bento XVI aceitou o pedido de renúncia do governo pastoral da diocese de Rubiataba-Mozarlândia (Goiás, centro-oeste do Brasil), apresentado por Dom José Carlos de Oliveira por razões de idade.
Em conseqüência, o Papa nomeou bispo de Rubiataba-Mozarlândia o padre Adair José Guimarães, atualmente pároco da paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Minuaçu (Goiás).
Segundo informa biografia difundida pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), padre Adair nasceu na cidade de Mara Rosa (Goiás) em 1960.
Aos 20 anos, ingressou no Seminário de Brasília onde cursou o Ensino Médio e os primeiros anos de filosofia. Em 1982 concluiu a filosofia no Instituto João Paulo II, no Rio de Janeiro, onde também fez seus estudos de teologia.
Ordenado padre em 21 de dezembro de 1986, padre Adair foi pároco na Catedral de Uruaçu (1987 a 1998), na paróquia Santo Antônio, em Maria Rosa (1999 a 2005) e na paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Minaçu, desde 2006.
Padre Adair foi, também, reitor do Seminário de Uruaçu, responsável pela pastoral vocacional e da juventude na diocese, coordenador diocesano de pastoral, presidente da Organização dos Seminários e Institutos Filosófico-teológicos do Brasil (OSIB).
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Tomei contato com a RCC (Renovação Carismática Católica) no ano de 1987.
Naquele tempo, recém ordenado, tinha muitas barreiras em relação ao movimento, mas por falta de sacerdotes na Diocese e tomando contato com o grupo de oração existente, senti que os preconceitos foram sendo quebrados e logo percebi que a RCC era realmente uma das manifestações concretas do Espírito Santo no pós Concílio Vaticano II.
Tomei a iniciativa de acompanhar o grupo e atender as confissões durante a realização da reunião semanal de oração. Logo de início percebi que aquelas pessoas eram simples, abertas a Deus, com um senso bonito da importância da confissão e dos demais sacramentos e amavam a Igreja, com um carinho imenso pelos sacerdotes, pelo bispo e pelo Santo Padre. No final de 1987 o então Bispo Dom José Chaves me nomeou dirigente eclesiástico da RCC na Diocese que, até então tinha quatro grupos atuantes (Goianésia, Rialma, Uruaçu e Itapaci).
Por dez anos acompanhei a expansão da RCC na Diocese de Uruaçu, de 1988 a 1998.
Foram anos de muitas bênçãos. Quando terminei minha missão de diretor eclesiástico da RCC na Diocese de Uruaçu estávamos com cinqüenta e seis grupos de oração funcionando em toda a diocese. Durante aqueles dez anos, instituímos os acampamentos de jovens, encontros de homens e mulheres, encontro de casais Ágape, homens do terço, ministramos seminários de vida no espírito em todas as paróquias. Promovemos a partir de 1989 o Rebanhão de Jesus em Uruaçu, efetivamos a vigília de oração na Romaria do Muquém a partir também do ano de 1989, criamos a casa diocesana da RCC em Uruaçu.
Procuramos acompanhar a dinâmica do Escritório Nacional e muitas lideranças foram enviadas para capacitação em vários cursos de treinamentos em Brasília, Goiânia e São Paulo.
No apelo do Papa João Paulo II para que fosse preparada a década de evangelização em vista do ano 2000, acolhemos os cursos da Escola Nova Evangelização e implantamos os seguintes cursos na Diocese: Acampamento Manaim, Escolas de Formação para Evangelizadores e o Discipulado.
Todos ainda funcionam. Ademais, do trabalho da RCC nasceram vários sacerdotes que como jovens tomaram parte nos maravilhosos acampamentos de jovens que a RCC promoveu em toda a Diocese e lá descobriram o chamado de Deus. Parabéns a RCC pelos seus quarenta anos e parabéns a todos que coordenaram e coordenam esses trabalhos na nossa Diocese.
Pe. Adair José Guimarães

27/07/2007 - Testemunho de Pe. Wemerson de
uruaçu-Go - Neste Blog
Nomeado novo bispo para a diocese de
Rubiataba-Mozarlândia
quarta: 27 de fevereiro de 2008
http://diocesedeuruacu.com.br/blogparoquiasaosebastiaorianapolis/?p=1 |
O pároc da paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Minuaçu (GO), diocese de Uruaçu (GO), padre Adair José Guimarães, é o novo bispo da diocese de Rubiataba-Mozarlândia, no Estado de Goiás. A nomeação foi anunciada pela Santa Sé nesta quarta-feira, 27, quando o Santo Padre Bento XVI acolheu o pedido de renúncia do atual bispo diocesano, dom Jose Carlos de Oliveira, após ter completado 75 anos conforme prevê o Código de Direito Canônico.
Padre Adair nasceu na cidade de Mara Rosa (GO) em 1960. Aos 20 anos, ingressou no Seminário de Brasília onde cursou o Ensino Médio e os primeiros anos de filosofia. Em 1982 concluiu a filosofia no Instituto João Paulo II, no Rio de Janeiro, onde também fez seus estudos de teologia.
Ordenado padre em 21 de dezembro de 1986, padre Adair foi pároco na Catedral de Uruaçu (1987 a 1998), na paróquia Santo Antônio, em Maria Rosa (1999 a 2005) e na paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Minaçu, desde 2006.
Padre Adair foi, também, reitor do Seminário de Uruaçu, responsável pela pastoral vocacional e da juventude na diocese, coordenador diocesano de pastoral, presidente da Organização dos Seminários e Institutos Filosófico-teológicos do Brasil (OSIB).
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fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?op=noticia&subop=17344
Postado por Pe. David Pereira de Jesus em 27/02/08 às 8:54.
http://diocesedeuruacu.com.br/blogseminariomaiorsaojoseuruacu/?p=63
http://www.guiadosmunicipios.com.br/go/Rubiataba/
Caro Mons. Adair:

Nós do Seminário Maior São José gostaríamos de lhe agradecer por tudo o que significou na nossa história. O senhor trabalhou conosco de 2000 a 2005. Foi professor de Introdução à Filosofia e Ética Geral. E ainda, Diretor Espiritual. Ao longo deste tempo demonstrou seu ardor pelo Reino de Deus. Foi uma pessoa que edificou os seminaristas com seu testemunho de santidade. Sempre mostrou amor e zelo pelas vocações sacerdotais. Suas aulas magistrais e conselhos vindos de Deus não serão cancelados de nossos corações. O Senhor, Mons. Adair, edificou o Seminário. Receba nosso carinho, gratidão e certeza de nossa presença espiritual nesta nova missão: Bispo de Rubiataba-Mozarlândia.
Fraternalmente.
Seminário Maior São José.
Postado por Seminário Maior São José em 29/02/08 às 23:03.

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Postado no Maio 12, 2008 de presentepravoce
Não há o que temer, por isso Monsenhor Jonas Abib nos dá o seu próprio testemunho exemplificando que até mesmo ele passou por essas dificuldades antes de vencer completamente seu medo.
Em 2008, 1975 anos aproximadamente se passaram desde que se deu o primeiro pentecostes no dia em que nasceu a Igreja Católica, Sendo que o Espírito Santo é a alma da Igreja e ela não existiria sem a presença Dele, hoje Comemorando mais um Pentecostes, sentimos que muitos ainda não experimentaram em seus corações o calor daquela chama que repousou sobre os discípulos de Jesus e Maria sua mãe no Tabernáculo em Jerusalém. A Promessa é para vós e vossos Filhos, para todos aqueles que vierem a crer e invocar meu nome, Eu Concederei que recebam a graça e os Dons do Espírito Santo em seus corações. Se esta é a promessa de Jesus, que daria de presente o seu Espírito a todos aqueles que lho pedissem, como ainda hoje presenciamos tantos filhos de Deus que ainda ignoram estas palavras, sem dizer aqueles que as evitam ou aqueles que delas teen medo.
Ignorar e ter medo são duas palavras que teen uma solução muito simples, basta saber e conhecer a verdade da palavra de Deus que está escrita na Bíblia, onde está muito claro o que Deus, os Profetas e o próprio Jesus nos fala a respeito do Batismo no Espírito Santo.
Ele Vem para ser o nosso advogado defensor e professor, nos auxiliando em nossas fraquezas e nos dando poder quando for necessário, ajudando-nos a relembrar as palavras de Jesus e os mandamentos do Pai, guiando-nos nas trevas deste mundo quando somente a fé é capaz de nos dar a esperança que impulsiona o Cristão a ir em frente mesmo quando não avista a luz no fim do túnel.
Portanto, como temer aquele que nos defende do inimigo ? Como ignorar aquele que nos dá a mão na longa jornada ?Como evitar aquele que é o único capaz de nos retirar das trevas e nos trazer para a luz de Cristo ?
Quem não nascer da água e do Espírito não poderá entrar no reino de Deus… Nascer do Espírito é o que aconteceu em Pentecostes com cada um daqueles que recebeu a chama que desceu do céu, símbolo do Batismo no Espírito Santo.
Todos puderam testemunhar que aqueles homens foram transformados em novas criaturas e não havia quem duvidasse que naquele momento pareciam mais crianças do que homens Barbados e velhos, porque a promessa de Deus se realizara por completo na vida de cada um deles. Quem viu e presenciou aquela cena naquele momento, tinha somente um desejo em seus corações, era também de experimentar aquele gozo que vinha de Deus.
Sem Medo e sem discrição pediram a Pedro que lhes ensinasse o que deveriam fazer para receber também aquela promessa de Deus. A resposta foi simples, Este é um presente do Pai para você, é seu e de mais ninguém, basta recebe-lo abrindo seu coração.
Resta lembrar que este presente foi dado, mas ninguém será obrigado a recebê-lo, só o receberá quem quiser. Já nos acostumamos a dar um presente durante o ensino da Promessa do Pai no encontro fechado de SVE I, o interessante é que sempre acontece a mesma reação, o participante que recebe o presente, o recebe apenas como um exemplo ou parte de um teatro e não como de fato e de verdade. Além de não abrir o presente no instante que o recebe, ao final da palestra ele o devolve como se fosse apenas uma encenação. No principio era mesmo apenas uma encenação, mas ficou evidente o fato de que, o ensino também seria recebido da mesma forma, não como algo de fato e verdade, mas, “apenas Palavras” que fariam parte de um teatro ou encenação, mas não fariam parte de minha vida a partir daquele momento em diante, que realmente seriam um presente para mim, que eu poderia recebê-lo e abri-lo de imediato, já o colocando em uso ali mesmo naquele exato momento.
Compreender bem estas palavras acima seria não mais ignorar a verdade sobre os Dons do Espírito Santo que recebemos no nosso Pentecostes particular, que será único e diferente na vida de cada pessoa em particular. Isto significa que eu jamais poderia ser um procurador ou tutor de alguém para receber por ele esta graça de Deus e da mesma forma ninguém poderia receber aquele presente que pertence a mim e a mais ninguém.
Resta então vencermos o medo do desconhecido, a dúvida da descoberta dos nossos próprios sentimentos. Esta atitude é normal à todos nós, mesmo quando vemos outras pessoas sorrindo e glorificando a Deus ao nosso lado, derramando lágrimas de tanta alegria e gozo no Espírito Santo, ainda assim a nossa atitude é de olhar pela fresta da porta e não abri-la de uma vez para a entrada deste vento impetuoso. (Sizenando)
Não há o que temer, por isso Monsenhor Jonas Abib nos dá o seu próprio testemunho exemplificando que até mesmo ele passou por essas dificuldades antes de vencer completamente seu medo.
Foto: Willieny Isaias
No pior momento da minha vida, quando estava prostrado, porque tinha guardado muitas mágoas dos meus superiores, me sentia injustiçado e tinha apenas sete anos de sacerdócio, e já não rezava. Estava para perder o meu ministério, mas fui batizado no Espírito Santo, e daí o meu ministério foi renovado, e o fruto desse batismo é a Canção Nova. Se eu não tivesse recebido o batismo no Espírito Santo, hoje não existiria o Sistema de Comunicação da Canção Nova, não existiria nem mesmo a Comunidade Canção Nova. Nós não estaríamos aqui.
Deseje este batismo no Espírito Santo. Os apóstolos não imaginavam que quando Jesus os mandou para o cenáculo era para receber o Espírito Santo. Ao recebê-Lo passaram a orar em línguas, e os que estavam presentes de coração aberto receberam o dom do discernimento interpretando o dom de língua, mas infelizmente outras pessoas zombaram dos apóstolos dizendo que eles estavam bêbados.
Não tenha medo da graça do batismo o Espírito Santo! Peça a Deus que derrube seus preconceitos, você que tem dúvida, leia a Palavra de Deus que está no livro dos Atos dos Apóstolos. Você que tem sede desta graça não tenha medo do batismo do Espírito Santo.
Que se renovem os prodígios de Pentecostes, que começou no início da Igreja! Que sejam derramados os dons do Espírito Santo. A Igreja reza pedindo os dons porque ela crê. A Igreja os pede para que nos abramos aos dons, e ela os pede para todos, tanto para as autoridades eclesiais como para aqueles que estão em uma vida errada.

“Não tenha medo dos dons do Espírito Santo”
Foto: Willieny Isaias
Eu sabia o que era Pentecostes, sabia dos dons, depois do batismo tive graça de exercer esses dons. Muito mais que saber deles, eu os experimentei. Hoje eu sou um sacerdote diferente, um novo sacerdote porque tive a graça de ser batizado no Espírito Santo.
Contaram-me que há menos de um mês, uma atriz da Itália que fazia papéis horríveis em filmes e em novelas foi batizada no Espírito Santo, e agora ela é uma nova criatura e está indo a todo mundo testemunhar.
Não tenha medo dos dons do Espírito Santo. Ontem me perguntaram por que o batismo no Espírito Santo traz em primeiro lugar a manifestação da oração em línguas e respondi: Porque o dom de que mais temos a necessidade é o da oração, como diz em Romanos ‘Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis’. Veja a beleza desse dom, quando deixamos o Espírito Santo rezar em nós Ele intercede a Deus por aquilo que não sabemos que necessitamos. Quando você sede a sua razão e seus lábios para o Espírito Santo, Ele intercede em você, Ele ora de acordo com os planos de Deus.
O dom que recebemos não é para nós, é para os outros, é para a Igreja. E quem opera milagres, quem cura, quem nos dá sabedoria é o Espírito Santo.
Contaram-me que há menos de um mês, uma atriz da Itália que fazia papéis horríveis em filmes e em novelas foi batizada no Espírito Santo, e agora ela é uma nova criatura e está indo a todo mundo testemunhar.
Não tenha medo dos dons do Espírito Santo. Ontem me perguntaram por que o batismo no Espírito Santo traz em primeiro lugar a manifestação da oração em línguas e respondi: Porque o dom de que mais temos a necessidade é o da oração, como diz em Romanos ‘Outrossim, o Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos o que devemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis’. Veja a beleza desse dom, quando deixamos o Espírito Santo rezar em nós Ele intercede a Deus por aquilo que não sabemos que necessitamos. Quando você sede a sua razão e seus lábios para o Espírito Santo, Ele intercede em você, Ele ora de acordo com os planos de Deus.
O dom que recebemos não é para nós, é para os outros, é para a Igreja. E quem opera milagres, quem cura, quem nos dá sabedoria é o Espírito Santo.
Transcrição: Elcka Tores

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(12) 3186-2600
Monsenhor Jonas Abib
pejonas@cancaonova.com
Fundador da Comunidade Canção Nova e Presidente da Fundação João Paulo II. É autor de diversos livros.
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Postado no Maio 12, 2008 de presentepravoce
”’Nossa Senhora”’

Cubra-me com o teu manto de amor
Guarda-me na paz desse olhar
Cura-me as feridas, e a dor
Me faz suportarQue as pedras do meu caminho
Meus pés suportem pisar
Mesmo ferido de espinhos
Me ajude a passar
Se ficaram mágoas de mim
Mãe, tira do meu coração
E aqueles que eu fiz sofrer
Peço perdão
Se eu curvar meu corpo na dor
Me alivia o peso da cruz
Interceda por mim, minha Mãe
Junto a Jesus
Nossa Senhora me dê a mão, cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão, cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino, do meu caminho
Cuida de mim
Sempre que o meu pranto rolar
Ponha sobre mim suas mãos
Aumenta minha fé e acalma
O meu coração
Grande é a procissão a pedir
A misericórdia, o perdão
A cura do corpo, e pra alma
A salvação
Pobres pecadores, oh Mãe
Tão necessitados de vós
Santa Mãe de Deus
Tem piedade de nós
De joelhos aos vossos pés
Estendei a nós vossas mãos
Rogai por todos nós, vossos filhos
Meus irmãos
Nossa Senhora me dê a mão, cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino
Nossa Senhora me dê a mão, cuida do meu coração
Da minha vida, do meu destino, do meu caminho
Cuida de mim
Roberto Carlos
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Postado no Maio 12, 2008 de presentepravoce

Primeiro Encontro Feminino realizado no Rincão RCC
02, 03 e 04 de Maio de 2008.
Arquivado em: Renovação Carismática Católica - Anápolis | Tagged: Encontro, Encontro Feminino | Nenhum comentário »
Postado no Maio 11, 2008 de presentepravoce