Os bêbados e a canoa.



A Embriaguez deixa a pessoa fora de si e a confunde sobre a realidade, não seria apenas uma questão de PECADO ou não PECADO e sim de um facilitador ao PECADO, mas o pior de tudo não é que provoca a morte daquele que se embriaga, mas coloca em risco a vida dos inocentes que estão próximos ou que possam cruzar o caminho desta pessoa, por isso esta estorinha nos mostra claramente a situação ridícula que os ébrios enfrentam cotidianamente, mas que podem se livrar delas quando reconhecem seu erro e o entregam nas mãos de JESUS.

Estoria: Conteúdo do Livro “Ide e evangelizai os Batizados – Prado Flores” como exemplo da cegueira espiritual que o Pecado causa no homem.



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Dois compadres muito amigos e companheiros de noitada, certa vez, foram a um bar, como de costume. O bar ficava do outro lado da margem do rio. Como o rio era largo, foram de canoa.

No bar, os dois tomaram todas e encheram a cara. Já tarde da noite, resolveram voltar para casa.

Foram para a beira do rio, entraram na canoa e um disse ao outro: “Você dorme um pouco e eu fico remando; depois a gente troca e você rema o restante”.

E assim fizeram: Um remava um pouco, depois trocava com outro e remaram a canoa a noite toda até ficarem exaustos e acabaram dormindo os dois.

Quando o dia amanheceu e já havia passado um pouco o efeito da cachaça, eles perceberam que estavam no mesmo lugar, começaram então a discutir entre eles acusando um ao outro de não ter remado o barco na sua vez, mas ambos se defendiam dizendo que haviam remado até se cansar.

Então por que motivo não conseguiram atingir o objetivo que era o outro lado do rio?

Quando resolveram retomar a empreitada da travessia perceberam que o barco não se movia mesmo com os dois amigos remando o barco ao mesmo tempo.

Foram ver o motivo: A canoa estava amarrada na beira do cais, haviam se esquecido de desamarrar a canoa!

É por isso que se diz:

” Se for dirigir, não beba e se for beber não dirija.”

… o mesmo vale para quem vai remar a canoa na travessia do rio.

Reflexão:

O Pecado é como uma corda que nos amarra e nos impede de ser verdadeiramente livres, quem vive no pecado é como se estivesse embriagado, pensa que é livre e não percebe que é escravo do pecado, pensa que faz a sua vontade quando quer, mas na verdade faz a vontade do pecado quando não quer. O pecado é como as trevas que nos cegam e nos impedem de ver o caminho a seguir com clareza, por isso é imprescindível desamarrar a corda do pecado antes de começar a remar o seu barco rumo a Deus. 

Quem vive no pecado faz exatamente como os bêbados:

“Cuidado para que vossos corações não fiquem pesados por causa dos excessos, da embriaguez e das preocupações da vida. E assim o Dia do Senhor vos pegará de surpresa” (S. Lucas 21,34).

Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus. Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. (Efésios 5, 17-19)



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Presépio criança



Vale a Pena Pregar a Palavra de Deus.


Veja Por que:



“VIVER A PALAVRA DE DEUS”


Testemunho de Roberto Tannus

Pregador de Goiãnia-Go

Era o ano de 1979 e fazia um ano que participava da Renovação Carismática Católica. Tinha sido convidado para pregar em um Seminário de Vida no Espírito Santo na Penitenciária Estadual. O tema: “Viver a Palavra de Deus”. Preparei-me o melhor que pude com jejum e oração. Além de estar principiando na pregação ainda tinha o desafio de falar a um grupo de detentos, que se reuniam para receber a Palavra de Deus.

Ao adentrarmos no presídio, logo após termos sido revistados, nos dirigimos à sala de reuniões aonde aconteceria o Seminário. Para surpresa nossa, no mesmo local estavam já reunidos um grupo de estudo composto de alguns carcereiros. Um deles nos falou: “Os detentos estão agora reunidos na quadra de esportes. Se quiserem, um dos guardas poderá acompanhá-los até lá e pedir que eles parem um pouco o futebol para ouvirem vocês”. Quando chegamos ao local as intercessoras disseram: “Vai você, Roberto, e pega a bola deles, senão não param para nos ouvir”. Pensei comigo mesmo: (Que fria…!) Para a minha sorte a bola foi mal chutada indo parar bem nos meus pés e só tive o trabalho para me abaixar e colocar a pelota debaixo do braço. Com a outra mão eu carregava a Bíblia. Falei em voz forte, esperando que o guarda ficasse perto de mim, mas ele se afastou, deixando-me falando sozinho no meio da turma, que reclamava e resmungava. Por mais que eu tentasse me fazer ser ouvido, dizendo que estava lá para pregar a Palavra de Deus, meus argumentos não eram suficientes para acalmar os ânimos exaltados ““.

Foi aí que veio do meio deles um homem de pele escura, alto, forte, que levantou a mão (que parecia ser maior que meu rosto!) e veio em minha direção dizendo: “Silencio! Silencio! Eu tenho algo a dizer”. Como ele viesse em minha direção sem mudar de rumo e sem abaixar a mão, fiquei ali firme!!! Sim!!! ou quase!!! Ele arrancou a Bíblia de minha mão e bradou em alta voz (agora todos o escutavam em silêncio): “Vocês estão vendo este Livro? Fechado ele é um livro qualquer. Mas, aberto, é a boca de Deus que fala!” Enfim, minhas pernas pararam de tremer. Ele continuou: “Vocês sabem que eu fui um dos piores bandidos que atormentou o Estado do Mato Grosso e Goiás. Fiz muita maldade. Mas, um dia, um grupo de católicos duma tal da “carismática” entraram em minha cela impuseram as mãos sobre mim e rezaram pedindo o Espírito Santo e me deram uma Bíblia de presente. Como aconteceu também com Saulo de Tarso, que depois de conhecer a Jesus passou a ser chamado Paulo, a partir daquele dia escamas caíram dos meus olhos. Eu era cego. Mas descobri que aos pés de Jesus eu sou um homem livre. Foi preciso eu vir aqui para a prisão para conhecer Jesus. O Espírito Santo abriu os meus olhos e curou toda a minha cegueira quando eu lia este Livro Sagrado”.

A partir daquele momento passei a amar mais ainda a Palavra de Deus. Sei que já contei várias vezes esse testemunho, porém, é uma história que não dá para mudar. Testemunho é testemunho e pronto!

Nunca mais vi aquele grande homem negro, nem tive mais notícias dele “ em alguns encontros nossos da Renovação Carismática de Goiânia ele chegou a dar seu testemunho, isso ainda nos anos de 1979 e 1980; mas, depois disso, ninguém mais soube do seu paradeiro. Sumiu sem deixar notícias. Entretanto, as palavras dele marcaram toda a minha vida e ficaram para sempre gravadas no meu coração: a Bíblia é a boca de Deus que fala!”

Roberto Tannus



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