O Mundo terá o Futuro que você plantar hoje.



Deixaremos aqui algumas fotografias que nos fazem pensar sobre o nosso futuro no planeta Terra e que o mesmo começa hoje, se nada fizermos agora para evitar o pior certamente ele virá muito mais rápido que imaginamos, pois ele já se faz presente entre nós.


Canal de Meio Ambiente

Saiba porque a crise econômica do mundo só tem uma solução:

A mudança de pensamento, comportamento e hábitos de consumo de cada um de nós.



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Nossos antepassados consideravam que Todo produto era um patrimônio e iria durar para sempre.


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Quando consideramos tudo como lixo e jogamos fora, na verdade não estamos jogando fora e sim acumulando na lata de lixo que é o nosso planeta até que irá transbordar.


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Estamos alimentando um monstro que já nasceu e já está causando grandes transtornos nos países de menor área geográfica disponível para ocupação.   Você pode não vê-lo, mas ele não é tão invisível assim, basta observar um pouco mais…


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O Maior problema é que temos a tendência de acostumar com a situação e achar que está tudo muito bonito.


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 O Maior problema é que temos a tendência de acostumar com a situação e achar que o mal de uns é benefício para outros.


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Que tipo de mundo deixaremos para nossos filhos e netos ?


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O que será de nossas crianças ?


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O que será de nossas crianças ?


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O que será de nossos Idosos ?


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O que será de nós MESMOS ?


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EIS O FUTURO QUE NOS ESPERA …!


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PRESERVE O SEU PLANETA

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ELE É A

SUA CASA



Programação da Beatificação de João Paulo II .

A beatificação do Papa Papa João Paulo II será um grande evento eclesial. Para tal, o Vaticano organiza uma programação especial para o evento do dia 1º de maio, que foi divulgado nesta sexta-feira, 18, através do Boletim da Santa Sé.

O roteiro será divido em cinco etapas, incluindo vigília de preparação, Missa da beatificação e veneração dos restos mortais do futuro beato.

Confira o cronograma:

Dia 30/04

– 20h às 22h30 (1h às 3h30 de 1° de maio, horário de Brasília): Vigília de preparação, no Circo Máximo de Roma, organizada pela Diocese de Roma. A vigília será conduzida pelo Vigário Geral para a Diocese de Roma, Cardeal Agostino Vallini. Na ocasião,o Papa  Bento XVI participará através de uma videoconferência.

Dia 01/05

– 10h (15h, horário de Brasília): Missa da beatificação, na Praça de São Pedro, presidida pelo Santo Padre. Não há a necessidade de bilhetes para o ingresso, mas o acesso à Praça e áreas adjacentes estará sob a protecção da segurança pública.

– Após a Missa: Veneração dos restos mortais do novo beato será. Todos os fiéis poderão fazer sua veneração, que se estenderá até finalizar o fluxo de pessoas. Os restos mortais serão expostos na Basílica de São Pedro, em frente ao Altar da Confissão.

Dia 02/05

– 10h30 (15h30, horário de Brasília): Missa de Ação de Graças, na Praça de São Pedro. que será presidida pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone. No mesmo dia, acontecerá o enterro dos restos mortais de João Paulo II, na Capela de São Sebastião, numa cerimônia privada.

Fonte: Comunidade Coração Fiel

 

A questão de fé e ciência !


Bento XVI e a teoria da evolução


Evolução.


Augusto Pasquoto

Em abril deste ano de 2007, o Papa Bento XVI lançou na Alemanha o livro Schöpfung und Evolution (Criação e Evolução), onde expõe as suas idéias e as orientações da Igreja sobre a teoria da evolução. O livro causou grande repercussão na imprensa do mundo inteiro, talvez por conta da discussão acalorada que existe atualmente sobre as teorias da  evolução darwinista cega e da evolução planejada (teoria do projeto inteligente).

Durante anos, o cardeal Joseph Ratzinger manifestou-se a respeito da evolução em livros, artigos, conferências e entrevistas. Pesquisando esse acervo de documentos, conseguimos fazer um apanhado das idéias do Papa sobre o assunto, que podem ser assim esquematizadas:


Jesus_é_a_Verdade


1 – A questão de fé e ciência


“Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”.

Com esse conceito, o Papa reafirma o princípio já enunciado pelo Concílio Vaticano I (1869-1870): “As verdades da fé e as verdades da ciência não podem nunca se contradizer. Ou, explicitando melhor, podemos dizer: “As verdades verdadeiras da fé e as verdades verdadeiras da ciência nunca se contradizem”.

Por que “verdades verdadeiras”? Porque houve “verdades” que não eram verdadeiras. Da parte da ciência temos como exemplo a “verdade” – que durou séculos – segundo a qual a terra era o centro do universo e o sol girava em redor dela e não o contrário. Da parte da fé, acreditou-se – por muitos séculos – que o mundo fora criado em 6 dias e que a terra tinha apenas 6 mil anos, com base em cálculos derivados de uma interpretação ao pé da letra do livro do Gênesis.

O fundamento desse princípio é simples: tanto as verdades da fé como as verdades da ciência têm um único autor – Deus – que nunca se contradiz. Daí resulta uma conclusão importante tanto para o cientista como para o teólogo: ninguém deve ter medo da verdade, porque a verdade é de Deus, ou melhor dizendo, Deus é a verdade. Então, tanto o cientista como o teólogo podem prosseguir tranqüilos nas suas pesquisas, um respeitando o campo do outro, sem nunca ter medo de se “trombarem”.


2 – As competências da ciência e da fé


“Compete às ciências naturais explicar como a árvore da vida em particular continua crescendo, e como novos ramos brotam dela. Esta não é uma questão para a fé”.

Este conceito o Papa expressou-o  no seu livro “No princípio: Uma Compreensão Católica da História da Criação e da Queda”, de 1990, quando ainda era o cardeal Ratzinger. E fez uma distinção importante ao afirmar que não se deve dizer “criação ou evolução” – como se os dois conceitos se excluíssem mutuamente – mas, sim, “criação e evolução”, porque são duas realidades distintas e complementares que não se excluem. A evolução busca entender e descrever os desenvolvimentos biológicos, ao passo que a criação tenta explicar de onde vem o “projeto” do ser humano, a origem e a natureza particular dele. A evolução situa-se no campo da ciência experimental ou empírica; a criação, no campo da filosofia ou da metafísica e da religião.

O papa defende em seu último livro que Deus criou a vida por meio da evolução, e que religião e ciência não devem se enfrentar por esse motivo. A criação de um mundo em evolução não tira nada da causalidade divina, antes pode até manifestar a sua riqueza e força.


3 – Micro-evolução e Macro-evolução


O Papa concorda com os cientistas que admitem que a micro-evolução é uma realidade inquestionável. Mas, tem dúvidas a respeito da macro-evolução.

A micro-evolução refere-se a mudanças desenvolvidas dentro de uma espécie, enquanto que a macro-evolução é a transição de uma espécie para outra, na base de mutação e de seleção natural. Os comentários do Papa a esse respeito datam de 1999, num trabalho entregue à Sorbonne com o título “A Verdade do Cristianismo”. O intelectual católico alemão Alma von Stockhausen, que é o fundador da academia alemã de ciências “Gustav Siewarth” e grande amigo de Ratzinger, afirmou que a opinião do então cardeal era de que a macro-evolução é impossível.

A ciência não consegue explicar exatamente como se dá a transição de uma espécie ou de uma classe de seres vivos para outra. Os elos de ligação que provariam a transição não foram encontrados. Existem, por exemplo, milhões de fósseis de peixes e milhões de fosseis de répteis. Deveria existir também milhões de fósseis de intermediários entre peixes e répteis, mas não existem.

Há dois mil anos atrás Cícero já dizia que era impossível formar um só verso de Ênio pescando ao acaso as letras do alfabeto. No entanto, vinte séculos depois Darwin diria que a evolução faz coisas muito mais espantosas. Hoje em dia nós sabemos – o que Darwin não sabia nem poderia saber na sua época – que as mutações são variações do DNA e das 30 milhões de maneiras pelas quais ele se propaga. As mutações acontecem quando as letras que representam os blocos de armar dos cromossomos – os nucleotídeos – são trocadas acidentalmente, ao acaso. Dizer que as trocas ao acaso dessas letras em um réptil, por exemplo, conseguiram mudar o réptil em um mamífero, seria tão incrível como dizer que as trocas ao acaso das letras na Divina Comédia, de Dante, poderiam transformar a Divina Comédia em Os Lusíadas, de Camões.

No seu último livro Criação e Evolução, o Papa afirma que a teoria de Darwin não é completamente comprovada porque “nós não podemos reproduzir 10 mil gerações em laboratório”. Há muitas vozes de cientistas em uníssono com as idéias do Papa. Algumas dessas opiniões já vimos no estudo sobre o evolucionismo darwinista e a teoria do projeto inteligente. Na Internet encontra-se um endereço (www.dissentfromdarwin.org) no qual mais de 700 cientistas – pertencentes às mais afamadas academias de ciências dos EEUU e da Rússia –  assinam uma petição onde exprimem publicamente seu ceticismo com respeito à teoria da evolução de Darwin. Eles depõem:

Não cremos de modo nenhum na hipótese segundo a qual as mutações ao acaso e a seleção natural são capazes de realizar a complexidade da vida biológica. A teoria darwiniana precisa passar por um cuidadoso exame.

Um dos primeiros a assinar a lista, o Dr.David Berlinski, matemático e filósofo da ciência, afirma que “a teoria da evolução de Darwin é o grande elefante branco do pensamento contemporâneo… É massuda, quase completamente inútil e objeto de supersticioso temor reverencial”.

Esse “supersticioso temor reverencial” tem sua origem nos programas de ensino das escolas, nos livros de ciência, nas revistas e nos programas de TV que insistentemente ficam “martelando” que a teoria da evolução de Darwin explica toda a complexidade dos seres vivos, e que todos os cientistas estão de acordo com ela, e que os que não estão de acordo são retrógrados.

Mas, isso não é verdade. Hoje em dia muitos cientistas se dão conta que, depois que foi aberta a “caixa preta de Darwin” – a célula – e descoberta a tremenda complexidade que ela contem, a teoria darwinista que tentava explicar as grandes transformações dos seres vivos através de “numerosas, sucessivas e ligeiras modificações” foi posta em séria dúvida e não é mais assim tão digna de temor reverencial.

O leitor pode encontrar mais sobre micro e macro-evolução no endereço Discovery


4 – Evolução sim, evolucionismo não


“Nós não somos o produto casual e sem sentido da evolução. Cada um de nós é um fruto de um pensamento de Deus. Cada um de nós é querido, cada um é amado, cada um é necessário”.

Esta afirmação o Papa fez na homilia do início do seu pontificado, em 24 de abril de 2005. É uma crítica aos cientistas que tentam baralhar as coisas, saltando do campo científico para o campo da filosofia e da religião. É necessário fazer distinção entre evolução e evolucionismo, que não são a mesma coisa. A evolução pode ser considerada uma teoria científica, baseada em fatos. O evolucionismo, ao contrário, é baseado em conjecturas e invade o campo da filosofia ou da ideologia quando nega o finalismo e admite que tudo é produto do acaso. Os adeptos do evolucionismo afirmam isto sem ter apoio científico, sem nenhuma prova com base em fatos concretos. Por isso é que se diz que é filosofia e não ciência. Tal evolucionismo não é sustentável nem como verdade científica nem como conseqüência necessária da teoria da evolução.

Bento XVI mostra uma grande preocupação com essa filosofia e afirma que o evolucionismo darwinista (como ideologia) promove o positivismo científico, que ensina que só a experiência e o método científico podem produzir certeza e, conseqüentemente, que a religião, se sobreviver, só servirá para uma consolação subjetiva e emocional diante da indiferença fria do universo. Em resposta, o Papa argumenta que o Cristianismo confia em verdades mais profundas, que estão além da simples observação empírica. A principal dessas verdades é que a vida não acontece ao acaso, mas tem propósito. Neste sentido, ele acredita num “projeto inteligente” do Criador.

O Papa disse: “Nós não somos o produto casual e sem sentido da evolução”. Esta afirmação não agrada aos cientistas materialistas e ateus, os quais afirmam com veemência que “nós somos”. No livro Evolution after Darwin, Julian Huxley mostra como o darwinismo se impõe e deve tornar-se o fundamento do relativismo moderno:

No pensamento evolucionista não há lugar para seres sobrenaturais (espirituais) capazes de afetar o curso dos acontecimentos humanos, nem há necessidades deles. A terra não foi criada, formou-se por evolução. O corpo humano, a mente, a alma e tudo o que se produziu, incluindo as leis, a moral, as religiões, os deuses, etc., é inteiramente resultado da evolução, mediante a seleção natural.

Afirmações desse tipo mostram que o evolucionismo pretende ser o dogma fundamental do relativismo moderno. Os que depositam fé nesse dogma podem ser levados a dar declarações despudoradas como esta de Richard Lewontin, um eminente geneticista da Universidade de Harvard e ardoroso defensor do evolucionismo:

Somos forçados, por nossa prévia adesão à concepção materialista do universo, a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos que produzam explicações materialistas, não importa quão contraditórias, quão enganosas e quão mitificadas para os não iniciados. Além disso, para nós o materialismo é absoluto, não podemos permitir que o “Pé Divino” entre por nossa porta.

Lewontin diz também que o evolucionismo não é propriamente uma ciência, mas uma ideologia, um conjunto de idéias às quais a realidade deve se adaptar. Em outras palavras, a realidade em si não importa, o que importa é a ideologia. O Papa e o magistério da Igreja, pelo contrário, querem que a ciência seja “científica” (empírica) e não ideológica nem filosófica.

O paleontólogo jesuíta Teilhard de Chardin parece também ter se contaminado com o evolucionismo, quando diz que tudo deve girar em torno dele. No seu livro “O Fenômeno Humano” ele faz a pergunta: “A evolução é uma teoria, um sistema, ou uma hipótese?”. E responde:

É muito mais do que isso. É uma condição geral à qual se devem dobrar todas as teorias, todas as hipóteses, todos os sistemas; uma condição à qual (tudo isso) deve prestar satisfação, doravante, para que possa ser tomado em consideração e para que possa ser considerado certo.

Por isso, muitos vêem no evolucionismo (como ideologia) uma das causas do relativismo triunfante dos tempos modernos, segundo o qual não existe nem verdade, nem moral, nem religião, tudo é relativo, tudo em evolução. Tudo gira em redor do evolucionismo que seria, então, o dogma básico. E aí está uma contradição: tudo é relativo, exceto o evolucionismo que é absoluto.


5 – Uma evolução teísta


O católico pode admitir uma “evolução teísta”, isto é, aquela que afirma que a fé e a explicação evolucionista da origem do corpo do homem não estão em conflito, mas que é exigida a intervenção de Deus para explicar a origem do componente espiritual do homem.

A ciência pode investigar legitimamente a origem do corpo do homem como proveniente da evolução de algum animal preexistente. Os católicos são livres para formar as suas próprias opiniões a esse respeito; mas devem ser prudentes e cautelosos, sem confundir fato com conjectura, e devem respeitar o direito da Igreja de definir os assuntos referentes à Revelação. Porém, devem acreditar que a alma humana foi criada imediatamente por Deus, considerando que a alma é uma substância espiritual que não pode provir da matéria por evolução.

Os católicos podem também admitir a idéia do “ancestral comum”, que afirma que todos os seres descendem de um único ser vivo primordial. Bento XVI, quando ainda era o cardeal Ratzinger, presidiu a Comissão Teológica Internacional, que estabeleceu o seguinte: “Uma vez que se demonstrou que todos os organismos na terra são relacionados entre si geneticamente, é virtualmente certo que todos os organismos vivos descendem de um único primeiro organismo”. A origem comum de todos os seres não é problema. O que a Igreja não aceita é a idéia de que todos os seres são produtos de uma criação cega, ao acaso e sem sentido. A Igreja não aceita isto, porque seria o mesmo que admitir o ateísmo.


6 – A predominância do mais forte


Uma ética evolutiva que inevitavelmente toma como seu conceito fundamental o modelo de seletividade, quer dizer, a luta pela sobrevivência, a vitória do mais forte, a adaptação bem sucedida, tem pouco conforto para oferecer

A afirmação acima foi feita pelo Papa em “Verdade e Tolerância”. Como vimos em evolucionismo darwinista, o darwinismo está baseado na lei da seleção natural: quando aparece em algum indivíduo uma mutação vantajosa, os seus descendentes que nascem com essa vantagem são mais fortes e sobrepõem-se aos demais, que tendem a desaparecer do mapa da vida. Sobre essa idéia da predominância do mais forte o Papa faz uma ressalva:

Mesmo quando as pessoas tentam de vários modos tornar essa idéia (do darwinismo) mais atraente, permanece no final das contas uma ética sanguinária… Isso não traz nenhuma ajuda no sentido de se ter uma ética de paz universal, de amor prático ao próximo e da superação necessária de si mesmo, que é o de que nós precisamos.

Alguns historiadores acham que a idéia da predominância do mais forte sugerida pelo darwinismo foi o que influenciou Adolph Hitler na sua demente aventura de tornar o povo alemão o mais forte e o dominador de todos os outros povos (Deutchland über Alles), aventura que culminou na sanguinária segunda guerra mundial.

A teoria do mais forte também levou ao racismo que dominou e ainda domina o modo de pensar e de agir de povos e de muitas pessoas. No livro “Darwin e a evolução”, Gilles Lepouge afirma: “Na verdade, Darwin traz em si boa parte das teorias racistas, se bem que ele tenha sido completamente avesso a qualquer espécie de racismo… O darwinismo, há um século, serve de justificativa teórica a muitos pensamentos racistas e elitistas”.

O próprio primo de Darwin, Galton, que era biólogo, propôs que a sociedade, através da aplicação de métodos científicos, fizesse “com previdência, rapidez e benevolência, aquilo que a natureza faz cega, lenta e impiedosamente”. Ele pretendia, justamente graças ao darwinismo, estender ao homem as leis do reino animal, o que faria da biologia a única verdadeira ciência do homem.

Outra conseqüência do princípio da dominância do mais forte é a teoria da eugenia, que foi bastante difundida no início do século XX. Principalmente na Europa e nos Estados Unidos, a eugenia foi praticada para esterilizar milhares de pessoas loucas, doentes ou indigentes. Ao todo foram 375.000 esterilizações na Alemanha nazista, e – pasmem – 30.000 nos Estados Unidos, entre 1927 e 1972, segundo pesquisa da Fundação F. Engels.

O prêmio Nobel de medicina de 1960, MacFarlane, chegou mesmo a defender a tese de que os progressos da medicina impedem que a natureza selecione as espécies, permitindo a sobrevivência dos fracos. E acusa o espírito democrático de dificultar a eliminação dos inferiores. E conclui que “esta repressão da função de triagem própria da seleção natural deve levar a um acúmulo de indivíduos que podemos chamar inferiores, de acordo com as normas correntes relativas à saúde, inteligência e agressividade”.

A história do século XX mostra que as filosofias baseadas no evolucionismo ideológico, tais como o nazismo, a eugenia, o comunismo, o darwinismo social, causaram os piores e mais desastrados comportamentos humanos em toda a história da humanidade.


7 – Concluindo


A teoria da evolução parece ser um dos temas preferidos de Joseph Ratzinger, desde o tempo em que era cardeal, como também agora como Papa. Ele não vê dificuldade em admitir que a diversidade de vida na terra possa ser explicada pela teoria da evolução darwiniana, ao menos no que se refere à micro-evolução. Mas, a teoria não explica tudo sobre a vida. O espírito humano não pode se originar da matéria por evolução. Por isso, é necessário admitir a intervenção divina.

Essa doutrina é geralmente conhecida como “evolução teísta”. Pode-se dizer que é a teoria seguida por Bento XVI, pois ele admite que a mão de Deus opera através da evolução e, ocasionalmente, em paralelo com a evolução. Por isso, o conceito de criação não se opõe ao de evolução. Ele não se diz diretamente adepto da teoria do Projeto Inteligente – que afirma que algum projetista inteligente age em lugar da evolução – embora mostre simpatia por essa teoria.

Mas, a grande preocupação do Papa está na tentativa de certos cientistas de querer explicar tudo pela evolução, inclusive as questões filosóficas, sociais e religiosas, fazendo da evolução o centro de tudo. Ele vê nisto um grande perigo para a fé e a moral, e insiste na convicção fundamental da fé cristã: “In principio erat Verbum – no começo de todas as coisas está o poder criativo da razão”.

O Papa não deseja repetir o caso de Galileu. Ele quer que tanto o cientista como o teólogo sigam tranqüilamente nas pesquisas, cada um em seu campo específico, sem ter medo um ao outro, pois as verdades (verdadeiras) da ciência e as verdades (verdadeiras) da fé nunca se contradizem. Por outro lado, não quer se render a Auguste Comte, que no século XIX anunciava a chegada de uma “física do homem” que tornaria a religião obsoleta.

Augusto Pasquoto: josemary@terra.com.br

Fonte:  Bendo 16 não é defensor do projeto inteligente, mas tem simpatia …


O Livro da capa Preta . PPT

Confissões de Fé de grandes Cientistas.PPT


Leia a Bíblia NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120&h=120 Miguél Arcanjo


Surto de Gripe Suína.

Saiba como evitá-la –

Está ficando cada dia pior.

Mas a vacina também já está chegando!

Contágio, Sintomas e precauções.

lupinha1 Saiba Mais => click no homen

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image5cprosaude5cpcd1A prevenção é o melhor

remédio para se evitar uma

Pandemia generalizada

click e amplie

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PREVENÇÃO NÃO É PÂNICO !

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GRIPE SUÍNA

Quais os sintomas em humanos?
Os sintomas geralmente são similares ao da gripe comum. Eles surgem subitamente e incluem febre alta (acima de 39º), tosse, letargia, falta de apetite, irritação nos olhos, coriza (nem sempre pronunciada), dor de garganta (nem sempre pronunciada), dor de cabeça intensa, dor nos músculos e nas articulações. Podem ocorrer, também, náusea, vômitos e diarreia.

Qual a diferença em relação aos sintomas da dengue?
Na dengue não há sintomas respiratórios, como coriza e tosse, e as dores no corpo podem ser mais pronunciadas.

Qual a diferença entre a gripe suína e a gripe comum?
A gripe suína é caracterizada pelos sintomas da gripe comum, mas pode causar vômitos e diarreia mais graves. A epidemiologia é fundamental. Se o suspeito esteve no México, Canadá ou EUA nas últimas semanas e apresentar os sintomas, deve ser investigado

Como ocorre a transmissão?
A doença foi contraída inicialmente por pessoas que tiveram contatos com criações de porcos. O problema é que essa variante do vírus permite o contágio entre humanos, razão que explica o atual temor. A transmissão ocorre da mesma forma que na gripe comum: por via aérea, por meio de espirros e tosse. Ela pode ser direta (a pessoa inala as partículas que estão no ar) ou indireta (a pessoa toca em objetos que foram contaminados por tosse ou espirro e leva a mão à boca ou aos olhos, trazendo o vírus para dentro do corpo).

É possível contrair a doença comendo carne de porco?

Não. A gripe suína não é transmitida por alimentos. O cozimento da carne a 71º C destrói o vírus (para se ter uma ideia, o fogão comum atinge facilmente temperaturas superiores a essa).

Como é feito o diagnóstico?
Uma amostra respiratória precisa ser coletada nos quatro ou cinco primeiros dias da doença, quando a pessoa infectada espalha vírus, e enviada ao laboratório.

Como evitar a doença?
Caso você viaje para regiões em que há casos registrados, como EUA, México ou Canadá, é recomendável usar máscaras cirúrgicas descartáveis em locais de grande circulação de pessoas, evitar aglomerações, evitar o contato direto com pessoas doentes, lavar as mãos frequentemente com sabão e água, especialmente após tossir ou espirrar, e evitar levar as mãos à boca e aos olhos.

O que fazer se estiver com suspeita da doença?
Em caso de suspeita, é preciso procurar um médico e informá-lo da suspeita, como por exemplo uma recente viagem a um país onde há casos registrados. A OMS recomenda que as pessoas com sintomas não saiam de casa e evitem aglomerações. É necessário repouso e ingestão de líquidos. É recomendado também que a pessoa cubra sua mão e o nariz quando for espirrar e lave as mãos com frequência.

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Quer saber tudo bem mais detalhado ?

O que você precisa saber

Sobre a gripe suína.

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Rosa de Saron em Ceilândia.

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XIII Louvor a Pentecostes

Rosa de Saron – Acústico e ao Vivo

“Ele nos marcou com o seu selo
e deu aos nossos corações o penhor
do Espírito Santo”  (II Cor 1,22)

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No dia 24/05, a partir das 18 horas, venha participar do XIII Louvor a Pentecoste.

Um show de evangelização promovido há mais de 12 anos pela equipe de retiro da Paróquia São Marcos e São Lucas.

Nesta edição, contaremos com a participação das bandas Rosa de Saron lançando seu novo CD/DVD Acústico e Aovivo.

Comunidade Shalom, Paulinho Sá! E para ninguém ficar parado, no intervalo dos shows, DJ Jean vai engrandecer ainda mais esta festa! Não dá pra perder, hein!!

Quando:  24 de Maio de 2009

Horário: a partir das 18 horas
Local: Paróquia São Marcos e São Lucas

EQNP 13/09 (Aréa Especial), Setor P Norte, Ceilândia (ao lado do Supermercado Tradição).

Valor do ingresso: R$ 12,00

Pontos de Vendas: Secretaria da Paróquia Marcos e São Lucas, Livraria Virgem do Silêncio, Livraria Ave Maria, Livraria Paulinas, Arte Sacra(taguatinga Shopping) e Livraria Paulus.

Participe e traga sua família!
Informações: 3379-1100 (secretaria da paróquia) / 92748749 ou 9154-4697

Realização Equipe de Retiro

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click no Banner

para ver os clips do Cd Acústico.

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Foto Codimuc

Foto Codimuc

Trailer – Rosa de Saron

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ROSA DE SARON EM

GOIÂNIA

Dia 16 de Maio de 2009

ANÁPOLIS

Dia 17 de Maio de 2009

O Espírito Repousará Sobre Ti

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Para onde vai o Lixo que eu jogo fora ?



Você sabe a resposta para esta pergunta?


Saiba porque o mundo está sempre em crise econômica!



Nossos antepassados consideravam que a Terra era quadrada ou plana,


E enquanto assim pensavam, poderíamos imaginar que o nosso lixo caia em um imenso buraco sem fundo e que jamais voltaria para nós, mas comprovando irrefutavelmente que o nosso planeta é redondo, podemos dizer que, se fugirmos pela direita acabaremos chegando no mesmo lugar pela esquerda.


Bom, isto não é novidade para ninguém, mas as nossas grandes multinacionais e nossos governantes fazem questão de continuarem cegos preferindo viver no mundo quadrado, ou simplesmente fingem que não estão vendo a situação que o mundo esta passando.

Estamos num circulo vicioso, ou seja, tudo que vai, um dia voltará, o melhor exemplo seria aquele famoso instrumento Australiano “O Bumerangue”, por mais longe que seja jogado, ele acabará sempre voltando ao mesmo lugar.

O que quero dizer com isso que; ?  É uma  grande ilusão pensarmos que estamos jogando as coisas fora, e ficando livre delas, porque na verdade elas não sumirão ou desaparecerão jamais, simplesmente ficarão acumuladas em algum lugar, até que um dia acabarão voltando, porque não haverá mais espaço para acumular tanto lixo, sem dizer que esse lixo polui, envenena e mata os seres humanos que os produziu.

O pensamento dos consumidores deve mudar o quanto antes, o Fantástico da Tv Globo fez uma grandiosa campanha a favor dos produtos descartáveis que hoje estão por toda parte.

A Campanha do Fantástico se resumia no fato de maldizer os trabalhadores autónomos prestadores de serviço de manutenção, ou seja, aqueles homens que reciclavam o seu aparelho de Tv, Geladeira, Microondas, Carro e Etc…



SAIBA A VERDADE SOBRE A

INDUSTRIALIZAÇÃO DO DESCARTÁVEL.

No youtube em Português.




Este serviço de manutenção elevava a vida útil de um aparelho usado na faixa de no minimo 25 anos, economizando para o dono uma grande quantia em dinheiro e diminuindo drásticamente a quantidade de lixo no mundo.

Hoje, porque as pessoas não confiam mais nos profissionais, preferem jogar seu aparelho velho no lixo do que consertá-lo prolongando a vida útil de um aparelho tão caro. O que os consumidores não sabiam é que tudo isso foi orquestrado, programado e aprovado pelo governo atendendo ao pedido dos grandes complexos multinacionais que patrocinam suas campanhas políticas.

Por outro lado as grandes multinacionais, já fabricam um aparelho de baixo custo e baixa qualidade para durar no máximo o tempo de garantia legal, que não chega a um ano, isto equivale a dizer que:  No passado se usaria um aparelho de Tv mais ou menos 25 anos, com a nova maneira de pensar querem induzir o cliente a ser obrigado a comprar em 25 anos no minimo uns dez aparelhos descartáveis.

A pergunta é a seguinte:

Aonde jogaremos tanto lixo, uma vez que as empresas que fabricam os aparelhos descartáveis não reciclam os seus aparelhos e nem o governo se interessa por este problema.

O que Você pode fazer ?

Talvez você não possa FAZER nada mesmo !

Mas o mundo continuará sendo redondinho, e todo mal que se faz ao mundo agora, você estará fazendo a si mesmo amanhã, seria a mesma coisa dizer que:  Enquanto você despeja o seu lixo e seus problemas no quintal  do vizinho do lado esquerdo, o vizinho do seu lado direito despejará outro lixo cheio de problemas não resolvidos dentro do seu quintal, e o lixo simplesmente ficará circulando e jamais deixará de existir.

Fato também conhecido como:

Vai Empurrando com a Barriga !

Até que um dia alguém terá que resolver este problema, só espero que não seja tarde demais !

Isto é o que acontece na realidade.

A Terra precisa da sua ajuda para sobreviver à fúria do poder econômico. Produtos mais baratos e descartáveis hoje, implicará em um mundo deserto e poluído amanhã, onde não haverá espaço para plantar comida e nem água potável para beber.

Podem pensar que isso é um exagero, de minha parte, mas se continuarmos andando por este caminho, certamente é onde iremos chegar dentro de muito pouco tempo.

DIGA NÃO AO DESCARTÁVEL E SIM AO RECICLÁVEL.

Veja um e_mail que recebi, e que está circulando pelo mundo na internet, é uma verdade irrefutável que os pesquisadores ainda nem sabem medir as consequências desta situação, o plástico que você pensava estar no lixo, na verdade está flutuando e se acumulando em um certo redemoinho no meio do Oceano Pacífico.    Praticamente já se formou uma ilha flutuante como um Iceberg que não se derrete nunca, ao contrário da Calota polar, absorve calor e aumenta a temperatura da água provocando todo tipo de fenômenos até hoje totalmente desconhecidos.   Quem assistiu o Desenho dos Pinguins que cantavam e sapateavam, deve ter rido muito do personagem que tinha preso ao pescoço uma tira de plástico de embalagem de meia dúzia de latas de cerveja, mais comumente usadas nos EUA.    Aquele fato não era ficção e nem uma piada, era uma crítica e um alerta ao mundo a respeito deste problema do Continente Plástico que se forma no Centro do Oceano Pacífico alterando todo o clima e a vida do nosso Planeta.


Copiei o e_mail neste pos’t, veja.

Um Oceano de plástico

Click na foto





Canal de Meio Ambiente


Colégio São Francisco

Tudo sobre ecologia


PRESENVE O SEU PLANETA



ELE É A SUA CASA



Receba agora a Força do Alto !

Receba o poder do Espírito Santo

MISSA DE ABERTURA DO JMJ 2008 - SIDINEY AUSTRÁLIA

Clip – da Musica Da

XXIII Jornada Mundial da

Juventude 2008 em Sydiney

na Autrália com

O Papa Bento XVI


RECEIVE THE POWER




( Sydney 2008 )

Every nation, every tribe, 

come together to worship You.

In Your presence we delight,

we will follow to the ends of the earth.

 

Alleluia! Alleluia! 

Receive the Power, from the Holy Spirit!

Alleluia! Alleluia!

Receive the Power to be a light unto the world!

 

As Your Spirit calls to rise 

we will answer and do Your Will.

We’ll forever testify

of Your mercy and unfailing love.

 

Alleluia! Alleluia! 

Receive the Power, from the Holy Spirit!

Alleluia! Alleluia!

Receive the Power to be a light unto the world!

 

Lamb of God, we worship You, 

Holy One, we worship You,

Bread of Life, we worship You,

Emmanuel, we worship You.

Lamb of God, we worship You,

Holy One, we worship You,

Bread of Life, we worship You,

Emmanuel, we will sing forever.

 

Chorus 

Alleluia! Alleluia!

Receive the Power, from the Holy Spirit!

Alleluia! Alleluia!

Receive the Power to be a light unto the world!

 


JMJ - 2008 - Austrália

Receber o poder

( Sydney 2008 )

Cada povo, cada tribo, 

Vocês se reúnem para adorar.

Sua presença em nós deleite,

vamos seguir até os confins da terra.

 

Alleluia! Alleluia! 

Recebe o poder, a partir do Espírito Santo!

Alleluia! Alleluia!

Recebe o poder de ser uma luz para o mundo!

 

Como Seu Espírito convida a subir 

vamos responder e fazer sua vontade.

Iremos para sempre depor

de Sua misericórdia e amor infalível.

 

Alleluia! Alleluia! 

Recebe o poder, a partir do Espírito Santo!

Alleluia! Alleluia!

Recebe o poder de ser uma luz para o mundo!

 

Cordeiro de Deus, nós Te Adoramos, 

Um Santo, nós Te Adoramos,

Pão da Vida, nós Te Adoramos,

Emmanuel, nós Te Adoramos,

Cordeiro de Deus, nós Te Adoramos,

Um Santo, nós Te Adoramos,

Pão da Vida, nós Te Adoramos,

Emmanuel, vamos cantar para sempre.

 

Coro 

Alleluia! Alleluia!

Recebe o poder, a partir do Espírito Santo!

Alleluia! Alleluia!

Recebe o poder de ser uma luz para o mundo!


 

Links:

http://www.wyd2008.org/

http://sidney2008.blog.com/

http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/messages/youth/documents/hf_ben-xvi_mes_20070720_youth_po.html

http://www.cantodapaz.com.br/blog/2007/07/07/jornada-mundial-da-juventude-julho-2008/

http://www.cantodapaz.com.br/blog/jornada-juventude-2008/

http://blog.cancaonova.com/dunga/2007/07/02/jornada-mundial-da-juventude-sidney-australia/

http://charitaschristi.blogspot.com/2008/03/hino-da-jornada-mundial-da-juventude.html

http://www.wyd2008.org/index.php/it/content/download/66791/586589/file/WYD08_Song_Receive_the_Power_lyrics.pdf

http://vagalume.uol.com.br/guy/receive-the-power-sydney-2008.html

salve:


FRANCISCO E CLARA

NAMORO

 



 

VIAGEM APOSTÓLICA 

DO PAPA BENTO XVI

A SIDNEY (AUSTRÁLIA) POR OCASIÃO

DA XXIII JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

(13 – 21 DE JULHO DE 2008)

 

FESTA DE ACOLHIMENTO DOS JOVENS

DISCURSO DO SANTO PADRE BENTO XVI

Cais de Barangaroo de Sidney 

Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

Queridos jovens,

Que grande alegria é para mim poder saudar-vos aqui em Barangaroo, nas margens desta magnífica baía de Sidney, com a sua famosa ponte e a Opera House! Muitos de vós são deste país, do seu interior ou das dinâmicas comunidades multiculturais das cidades australianas. Outros chegaram das ilhas disseminadas pela Oceânia, outros ainda vieram da Ásia, do Médio Oriente, da África e das Américas. Entretanto um certo número chegou de tão longe como eu, ou seja, da Europa! Seja qual for o país donde vindes, finalmente estamos aqui, em Sidney! E juntos estamos presentes neste nosso mundo como família de Deus, como discípulos de Cristo, confirmados pelo seu Espírito para sermos testemunhas do seu amor e da sua verdade diante de todos.

Desejo em primeiro lugar agradecer aos Anciãos dos Aborígenes que me deram as boas-vindas antes de eu subir para o barco na Rose Bay. Sinto-me profundamente emocionado por me encontrar na vossa terra, sabendo dos sofrimentos e injustiças que esta suportou, mas ciente também da beneficiação e esperança agora em acto, de que justamente todos os cidadãos australianos podem ser orgulhosos. Aos jovens indígenas – aborígenes e habitantes das Ilhas do Estreito de Torres – e Tokelauanos, exprimo o meu obrigado pela tocantes boas-vindas. E, através de vós, envio cordiais saudações aos vossos povos.

Senhor Cardeal Pell e Senhor Arcebispo D. Wilson: agradeço as vossas calorosas expressões de boas-vindas. Sei que os vossos sentimentos são o eco de quanto vai no coração dos jovens reunidos aqui nesta tarde e, por isso, a todos vos agradeço. Vejo diante de mim uma imagem vibrante da Igreja universal. A variedade de nações e culturas donde provindes demonstra que a Boa Nova de Cristo é verdadeiramente para todos e cada um; ela chegou aos confins da terra. E, no entanto, sei também que um bom número de vós ainda anda à procura duma pátria espiritual. Alguns dentre vós, sem dúvida alguma bem-vindos entre nós, não são católicos nem cristãos. Talvez outros de vós se movam na periferia da vida da paróquia e da Igreja. A vós desejo oferecer o meu encorajamento: aproximai-vos do abraço amoroso de Cristo; reconhecei a Igreja como vossa casa. Ninguém é obrigado a ficar de fora, porque desde o dia do Pentecostes a Igreja é una e universal.

Nesta tarde, desejo abarcar também quantos não estão aqui presentes entre nós. Penso de modo especial nos doentes ou nos deficientes psíquicos, nos jovens encarcerados, em quantos penam à margem das nossas sociedades e naqueles que por qualquer razão se sentem alienados da Igreja. A eles digo: Jesus está perto de ti! Experimenta o seu abraço que cura, a sua compaixão, a sua misericórdia!

Há quase dois mil anos, os Apóstolos, reunidos na sala superior da casa juntamente com Maria (cf. Act 1, 14) e algumas mulheres fiéis, ficaram cheios de Espírito Santo (cf. Act 2, 4). Naquele momento extraordinário que marcou o nascimento da Igreja, a confusão e o medo, que se tinham apoderado dos discípulos de Cristo, transformaram-se numa convicção vigorosa e na certeza de um objectivo. Sentiram-se impelidos a falar do seu encontro com Jesus ressuscitado, que afectuosamente já tratavam por Senhor. Na sua diversidade, os Apóstolos eram pessoas comuns. Nenhum podia afirmar que fosse o discípulo perfeito. Não tinham conseguido reconhecer Cristo (cf. Lc 24, 13-32), deveriam envergonhar-se da sua ambição (cf. Lc 22, 24-27), tinham-No até negado (cf. Lc 22, 54-62). E todavia, quando ficaram cheios de Espírito Santo, sentiram-se trespassados pela verdade do Evangelho de Cristo e inspirados a proclamá-lo sem medo. Revigorados, gritaram: Arrependei-vos, fazei-vos baptizar, recebei o Espírito Santo (cf. Act 2, 37-38)! Fundada sobre o ensino dos Apóstolos, a união fraterna, a fracção do pão e a oração (cf. Act 2, 42), a jovem comunidade cristã saiu a terreiro para se opor à perversidade da cultura que a rodeava (cf. Act 2, 40), para cuidar dos seus próprios membros (cf. Act 2, 44-47), para defender a sua fé em Jesus que era hostilizada (cf. Act 4, 33) e para curar os doentes (cf. Act 5, 12-16). E, dando cumprimento ao mandato recebido do próprio Cristo, partiram testemunhando a maior história de todos os tempos: que Deus Se fez um de nós, que o divino entrou na história humana para poder transformá-la e que somos chamados a mergulhar no amor salvífico de Cristo que triunfa do mal e da morte. No famoso discurso feito no areópago, São Paulo introduziu a mensagem assim: Deus a todos dá a vida, a respiração e tudo o mais, para que todas as Nações procurem a Deus e se esforcem por encontrá-Lo, mesmo tacteando, embora não Se encontre longe de cada um de nós, porque é n’Ele que vivemos, nos movemos e existimos (cf. Act 17, 25-28).

A partir de então, homens e mulheres partiram para contar a mesma história, testemunhando o amor e a verdade de Cristo e contribuindo para a missão da Igreja. Ao nosso pensamento vêm hoje os pioneiros – sacerdotes, freiras e frades – que chegaram a estas praias e a outras partes do Pacífico, vindos da Irlanda, da França, da Grã Bretanha e doutros lados da Europa. A maior parte deles eram jovens – alguns não tinham sequer vinte anos – e, quando se despediram para sempre dos pais, dos irmãos, das irmãs, dos amigos, bem sabiam que seria improvável o seu regresso a casa. As suas vidas foram um testemunho cristão livre de interesses egoístas. Tornaram-se construtores humildes mas tenazes duma herança social e espiritual tão grande que ainda hoje proporciona bondade, compaixão e orientação a estas nações. E foram capazes de inspirar uma geração nova. Vem à mente imediatamente a fé que sustentou a Beata Mary MacKillop na sua resoluta determinação de educar especialmente os pobres, e o Beato Peter To Rot na sua firme convicção de que o chefe duma comunidade deve pautar-se sempre pelo Evangelho. Pensai ainda nos vossos avós e nos vossos pais, os vossos primeiros mestres na fé. Também eles sacrificaram muito do seu tempo e das suas forças, movidos pelo amor que vos têm. Com o apoio dos sacerdotes e catequistas da vossa paróquia, eles têm o dever, nem sempre fácil mas altamente gratificante, de vos guiar para tudo o que é bom e verdadeiro, através do seu exemplo pessoal, do seu modo de ensinar e viver a fé cristã.

Hoje é a minha vez. A alguns de nós, pode parecer que chegamos ao fim do mundo! Para as pessoas da vossa idade, qualquer voo reveste-se sempre de uma perspectiva excitante. Mas, para mim, este voo foi em certa medida causa de apreensão. E todavia a vista do alto sobre o nosso planeta foi verdadeiramente magnífica. As águas tremeluzentes do Mediterrâneo, a magnificência do deserto norte-africano, a floresta luxuriante da Ásia, a vastidão do Oceano Pacífico, o horizonte onde o sol se levanta e desce, o majestoso esplendor da beleza natural da Austrália de que pude gozar nos últimos dias; tudo isto gera um profundo sentido de reverente temor. É como se se captassem rápidas imagens da história da criação narrada no Génesis: a luz e as trevas, o sol e a lua, as águas, a terra e as criaturas vivas. Tudo isto é «bom» aos olhos de Deus (cf. Gen 1, 1 – 2, 4). Imersos em tal beleza, era impossível não dar voz às palavras do Salmista que assim louva o Criador: «Como é grande o vosso nome em toda a terra!» (Sal 8, 2).

Mas há mais; algo cuja percepção é difícil quando visto do alto dos céus: homens e mulheres criados nada menos que à imagem e semelhança de Deus (cf. Gen 1, 26). No coração desta criação maravilhosa, estamos nós: vós e eu, a família humana «coroada de glória e honra» (cf. Sal 8, 6). Que maravilha! Com o Salmista, sussurramos para Deus: «Que é o homem para Vos lembrardes dele?» (cf. Sal 8, 5). Imersos no silêncio, num espírito de gratidão, na força da santidade, pomo-nos a reflectir.

E que descobrimos? Com relutância talvez, mas chegamos a admitir que existem também feridas que desfiguram a superfície da terra: a erosão, o desflorestamento, o esbanjamento dos recursos minerais e marítimos para alimentar um consumismo insaciável. Alguns de vós chegam das ilhas-Estado, que se vêem ameaçadas na sua própria existência pelo aumento do nível das águas; outros de nações que sofrem os efeitos de secas devastadoras. Às vezes a criação maravilhosa de Deus é sentida quase como uma realidade hostil aos seus guardiões, senão mesmo como algo perigoso. Como pode o que é «bom» aparecer assim tão ameaçador?

E mais… Que dizer do homem, do vértice da criação de Deus? Todos os dias deparamos com o génio das conquistas humanas. Devido aos avanços nas ciências médicas e à sábia aplicação da tecnologia até à criatividade que se espelha nas artes, cresce de muitos modos e constantemente a qualidade de vida para satisfação das pessoas. Em vós mesmos, há uma pronta disponibilidade para acolher as abundantes oportunidades que vos são oferecidas. Alguns sobressaem nos estudos, no desporto, na música, ou na dança e no teatro; outros têm um sentido agudo da justiça social e da ética, sendo muitos os que assumem compromissos de serviço e de voluntariado. Todos nós, jovens e idosos, temos momentos em que a bondade inata da pessoa humana – perceptível talvez no gesto de uma criança ou na disponibilidade de um adulto a perdoar – nos enche de profunda alegria e gratidão.

Mas tais momentos não duram muito. Por isso, levando por diante a nossa reflexão, descobrimos que não é só o ambiente natural que tem as suas cicatrizes, mas também o ambiente social, o habitat que nós mesmos criamos; feridas essas que indicam que alguma coisa não está certa. Também aqui, nas nossas vidas pessoais e nas nossas comunidades, podemos encontrar inimizades por vezes perigosas; um veneno que ameaça corroer o que é bom, plasmar de modo diferente o que somos e alterar a finalidade para a qual fomos criados. Os exemplos não faltam, como bem sabeis. Entre os mais salientes, contam-se o abuso de álcool e de drogas, a exaltação da violência e a degradação sexual, frequentemente apresentados na televisão e na internet como divertimento. Pergunto-me como alguém, colocado face a face com pessoas que estão realmente sofrendo violência e exploração sexual, poderá explicar que tais tragédias, reproduzidas de forma virtual, devem considerar-se simplesmente como «divertimento».

Além disso, há algo de sinistro que nasce do facto de liberdade e tolerância serem tantas vezes separadas da verdade. Isto é alimentado pela ideia, hoje largamente espalhada, de que não há uma verdade absoluta para guiar as nossas vidas. Na prática dando indiscriminadamente valor a tudo, o relativismo fez da «experiência» a coisa mais importante. Na realidade, as experiências, desligadas de qualquer consideração do que é bom ou verdadeiro, podem conduzir, não a uma liberdade genuína, mas a uma confusão moral ou intelectual, a uma atenuação dos princípios, à perda da auto-estima e mesmo ao desespero.

Queridos amigos, a vida não é governada pela sorte, nem é casual. A vossa existência pessoal foi querida por Deus, abençoada por Ele, tendo-lhe dado uma finalidade (cf. Gen 1, 28). A vida não é uma mera sucessão de factos e experiências, por mais úteis que muitos deles se possam revelar. Mas é uma busca da verdade, do bem e da beleza. É precisamente para tal fim que fazemos as nossas opções, exercemos a nossa liberdade e nisso mesmo, isto é, na verdade, no bem e na beleza, encontramos felicidade e alegria. Não vos deixeis enganar por quantos vos olham como meros consumidores num mercado de possibilidades indiferenciadas, onde a escolha em si mesma se torna o bem, a novidade se contrabanda como beleza, e a experiência subjectiva suplanta a verdade.

Cristo oferece mais… antes, oferece tudo! Só Ele, que é a Verdade, pode ser o Caminho e, consequentemente, também a Vida. Assim, o «caminho» que os Apóstolos estenderam até aos confins da terra é a vida em Cristo. É a vida da Igreja. E a entrada nesta vida, na vida cristã, é o Baptismo.

Por isso, nesta tarde, desejo recordar-vos brevemente algo da nossa noção do Baptismo, antes de considerar amanhã o Espírito Santo. No dia do Baptismo, Deus introduziu-vos na sua santidade (cf. 2 Ped 1, 4). Adoptados como filhos e filhas do Pai, fostes incorporados em Cristo. Tornastes-vos morada do seu Espírito (cf. 1 Cor 6, 19). Por isso, na parte final do rito do Baptismo, o sacerdote, dirigindo-se aos vossos pais e demais participantes e chamando-vos pelo nome, disse: «És nova criatura» (Rito do Baptismo, 99).

Queridos amigos, em casa, na escola, na universidade, nos lugares de trabalho e de diversão, recordai-vos que sois criaturas novas. Como cristãos, encontrais-vos neste mundo sabendo que Deus tem um rosto humano: Jesus Cristo, o «caminho» que satisfaz todo o anseio humano e a «vida» da qual somos chamados a dar testemunho, caminhando sempre na sua luz (cf. ibid., 100). A tarefa de testemunha não é fácil. Hoje, há muitos que pretendem que Deus deva ficar de fora e que a religião e a fé, embora aceitáveis no plano individual, devam ser excluídas da vida pública ou então utilizadas somente para alcançar determinados objectivos pragmáticos. Esta perspectiva secularizada procura explicar a vida humana e plasmar a sociedade com pouco ou nenhum referimento ao Criador. Apresenta-se como uma força neutral, imparcial e respeitadora de todos e cada um. Na realidade, porém, como qualquer ideologia, o secularismo impõe um visão global. Se Deus é irrelevante na vida pública, então a sociedade poderá ser plasmada segundo uma imagem alheada de Deus. Mas quando Deus fica eclipsado, começa a esmorecer a nossa capacidade de reconhecer a ordem natural, o fim e o «bem». Aquilo que fora pomposamente exaltado como engenho humano, bem depressa se manifestou como loucura, avidez e exploração egoísta. E assim fomo-nos consciencializando cada vez mais da necessidade de humildade perante a delicada complexidade do mundo de Deus.

E que dizer do nosso ambiente social? Permanecemos igualmente alerta quanto aos sinais do nosso voltar as costas à estrutura moral de que Deus dotou a humanidade (cf. Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2007, 8)? Sabemos reconhecer que a dignidade inata de cada indivíduo assenta na sua dignidade mais profunda de imagem do Criador e que, por isso mesmo, os direitos humanos são universais, baseados sobre a lei natural, e não algo dependente de negociações ou de condescendência, e menos ainda de compromissos? Deste modo somos levados a reflectir sobre o lugar que têm nas nossas sociedades os pobres, os idosos, os imigrantes, os sem voz. Como é possível que a violência doméstica atormente tantas mães e crianças? Como é possível que o espaço humano mais admirável e sagrado, o ventre materno, se tenha tornado lugar de violência indizível?

Queridos amigos, a criação de Deus é única e é boa. As preocupações com a não violência, o progresso sustentável, a justiça e paz, o cuidado do nosso ambiente são de importância vital para a humanidade. Tudo isto, porém, não pode ser compreendido prescindindo duma reflexão profunda sobre a dignidade congénita de cada vida humana desde a sua concepção até à morte natural, uma dignidade que lhe é conferida pelo próprio Deus e, por conseguinte, inviolável. O nosso mundo está cansado da ambição, da exploração e da divisão, do tédio de falsos ídolos e de respostas parciais, e da mágoa de falsas promessas. O nosso coração e a nossa mente anelam por uma visão da vida onde reine o amor, onde os dons sejam partilhados, onde se construa a unidade, onde a liberdade encontre o seu próprio significado na verdade, e onde a identidade seja encontrada numa comunhão respeitosa. Esta é obra do Espírito Santo. Esta é a esperança oferecida pelo Evangelho de Jesus Cristo. Foi para dar testemunho desta realidade que fostes regenerados no Baptismo e fortalecidos com os dons do Espírito no Crisma. Seja esta a mensagem que de Sidney levareis pelo mundo!

© Copyright 2008 – Libreria Editrice Vaticana


O ALPINISTA EXTRAORDINÁRIO. COMO UMA BOMBA

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PROXIMO JMJ - MADRID - ESPANHA - EM 2011