Co-responsabilidade.



Palestra preparada para encontro de Casais:

“CO-responsabilidade”




Objetivo:

Frases de Padre Alfonso Pastore sobre o ECC

  • “O ECC em sua primeira etapa tem a missão de procurar os casais abandonados, amá-los, posicioná-los, dar-lhes uma visão de sua razão de ser como célula vital da humanidade, abrir-lhes um caminho de comunhão fraterna na comunidade paroquial e possibilitar-lhes a corresponsabilidade no serviço e nas estruturas de trabalho.”


REFLEXÃO:


A nossa função como pregadores do evangelho é exatamente a mesma de Jesus Cristo.

Devemos pregar a palavra de Deus e não julgar que esta função seja reservada apenas aos nossos pastores, digo melhor, “Função reservada somente ao clero” – Sacerdotes, Bispos e religiosos.

Disse certa vez Nosso Saudoso Bispo D. Manuel Pestana:

“É sim a nossa função de Pastores de ovelhas alimentá-las com a grama mais fresquinha e conduzi-las às fontes de águas cristalinas como se refere no Salmo 23, Salvá-las quando estão enfermas e machucadas como Jesus contou na Parábola das 99 ovelhas (S. Lucas 15, 1 a 6), porém os Pastores não devem e nem podem gerar outras ovelhas, não pode engravidar-se de outras ovelhas, esta função cabe a cada ovelha, se o rebanho é infértil, não adianta que o Pastor seja o melhor de todos, pois, um dia por mais saudáveis que estejam suas ovelhas elas acabarão morrendo sem deixar nenhum descendente e o rebanho se acabará, por isso é urgente que as ovelhas aprendam esta sua responsabilidade básica para com o rebanho, elas precisam reproduzir-se, gerando filhos e filhas para que assim o Pastor tenha a quem ensinar, conduzir e alimentar…”

O Corpo de Cristo:  (I Coríntios, 12,12)

“12. Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo. 13. Em um só Espírito fomos batizados todos nós, para formar um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou livres; e todos fomos impregnados do mesmo Espírito. 14. Assim o corpo não consiste em um só membro, mas em muitos. 15. Se o pé dissesse: Eu não sou a mão; por isso, não sou do corpo, acaso deixaria ele de ser do corpo? 16. E se a orelha dissesse: Eu não sou o olho; por isso, não sou do corpo, deixaria ela de ser do corpo? 17. Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde estaria o olfato? 18. Mas Deus dispôs no corpo cada um dos membros como lhe aprouve. 19. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? 20. Há, pois, muitos membros, mas um só corpo.”

Leia mais em:  Biblia-ave-maria

São Paulo esclarece a necessidade da hierarquia na Igreja, porém, esclarece também que todos os membros da Igreja são tão importantes como o principal, porque acima de tudo somos parte do mesmo Corpo de Cristo e todos por mais insignificantes que sejam também fazem parte deste Corpo que é UNO e indivisível.

Com esta explicação é mostrado que cada um destes membros tem a sua função bem definida no corpo e se um membro falha ou adoece, todo o corpo sofre juntamente com ele e o bem comum do corpo todo depende do funcionamento perfeito de cada um de seus membros em particular.   Em outras palavras, São Paulo mostra que cada um de nós é co-responsável pelo bem estar deste corpo, este corpo que pode ser compreendido como a comunidade e a Igreja de Deus neste mundo.

Sizenando

Segue um texto bem explicativo.



«A catolicidade da Igreja manifesta-se também na co-responsabilidade ativa e na colaboração generosa de todos em favor do bem comum.» 1

A palavra “co-responsabilidade” é fundamental para compreender nossa participação na tarefa e missão comum encomendada pelo  Senhor Jesus e, no tempo presente, por quem é seu Vigário, o Papa João Paulo II, a todos os filhos  da Igreja: «remar mar adentro!» Neste esforço apostólico, nesta empresa de colaborar na transformação de todo o mundo desde seus alicerces com a força que brota do Evangelho, se requer a criativa e ativa participação de todos.  Ninguém —por mais humilde que sua contribuição possa parecer— pode sentir-se excluído de colaborar nesta missão, segundo o máximo de suas próprias possibilidades e capacidades.

“Co-responsabilidade” 

A palavra “co-responsabilidade”, que usamos na linguagem coloquial, combina a preposição “co” com o adjetivo “responsável”.

Em primeiro lugar, vejamos o que significa “responsável”. Este termo se aplica a uma pessoa que está obrigada a responder por uma coisa ou tarefa que lhe foi confiada, ou por outra pessoa. Dizemos que uma pessoa  é responsável quando cumpre com diligência e eficácia com aquilo que lhe foi confiado: um trabalho, uma tarefa, uma missão. São responsáveis, por exemplo,  aqueles servos da parábola 2 que recebendo, um, cinco, e o outro, dois talentos, imediatamente os negociam. Irresponsável, ao contrário, é aquele servo que recebendo somente um talento, por medo, o enterrou. Como ele, todo aquele que sabe o que tem que fazer e, podendo, não o faz, é um irresponsável. E por mais desculpas que dê, torna-se culpável  de sua falta de ação 3. Responsável é , sim, quem sabe o que tem que fazer e com prontidão e diligência o realiza 4.

Assim como aqueles servos, cada um de nós tem uma grande responsabilidade frente aos dons e talentos que recebeu de Deus. Os talentos recebidos têm uma “função social”. Certamente são dados a cada um para o próprio desdobramento pessoal em obediência ao Plano de Deus, porém este desdobramento somente se dá na medida em que, como um “bom administrador”, cada um ponha os próprios talentos a serviço dos demais. O dom recebido obriga sua comunicação, e o homem se realiza mediante o dom de si mesmo aos demais5. Como ensina o Concílio, da recepção dos dons que o Espírito «distribui a cada um conforme lhe apraz»6, «mesmo dos mais simples, nasce em favor de cada um dos fiéis o direito e o dever de exercê-los para o bem dos homens e edificação da Igreja, dentro da Igreja e do mundo»7. É responsabilidade de cada um colocar «a serviço dos demais a graça que recebeu, como bons administradores da multiforme graça de Deus.» 8

2 – Uma responsabilidade compartilhada:

A preposição “co”, que antecede a palavra “responsável”, indica participação em uma responsabilidade comum a todos. A responsabilidade frente à missão apostólica que Deus nos confia é compartilhada por todos.

Muitas vezes comparamos a missão a uma carroça que todos temos de empurrar para que avance. Não se trata de que outros empurrem enquanto eu observo sem envolver-me, ou, pior ainda, enquanto eu nada mais faça senão sentar-me comodamente sobre ela. Empurrar a carroça não é algo que compete somente a alguns: aos “mais hábeis”, ou aos “mais fortes”, ou aos “mais talentosos”, ou aos mais comprometidos, de tal modo que eu possa  sentir-me excluído, ou desculpando-me com diversas razões.  Não! Todos temos algum talento, ou mais de um, e todos estamos obrigados a multiplicar esses talentos recebidos para benefício dos demais, para o bem comum! Todos —como costumamos dizer— temos que “colocar as mãos na massa”, “somar” e empurrar segundo o máximo de nossas forças e capacidades para que a carroça avance o mais rápido possível, pelos caminhos que, em seu amoroso desígnio,  Deus nos indica!

Nunca esqueçamos que nossa primeira co-responsabilidade é para com o Espírito Santo e sua ação em nós. Se formos co-responsáveis com Ele, levando uma vida espiritual intensa, Ele irá transformando-nos interiormente — contando com nossa colaboração — até que alcancemos a total configuração com o  Senhor Jesus, o Filho do Pai e Filho de Santa Maria Virgem. Assim, sendo santos, sendo o que temos que ser, inflamaremos os corações humanos e o mundo inteiro com essas línguas de fogo que o Espírito divino concede aos seus apóstolos. Assim seremos co-responsáveis também com Quem realmente é o protagonista da evangelização.

3 – Modelos de “co-responsabilidade”

Sobre tudo devemos olhar sempre o Senhor Jesus, máximo modelo de “co-responsabilidade”.

Sua ativa colaboração com o desígnio do Pai se manifesta a cada passo de sua vida entre nós: «Jesus lhes disse: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra”.»9 Ele assume como seu o grande “projeto” reconciliador do Pai, faz-se co-responsável, oferecendo-se com total generosidade para servir à missão encomendada pelo Pai: «Por isso, ao entrar no mundo, ele afirmou: (…) Eis-me aqui, (…) eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade!»10 Com plena obediência, leva esse desígnio divino ao seu pleno cumprimento: «Eu te glorifiquei na terra, concluí a obra que me encarregaste  de realizar.»11 Com todos os seus talentos e dons, com todo o seu ser, humano e divino, põe-se a serviço do Plano do Pai para obter-nos o dom da reconciliação e da vida.

Do Senhor Jesus aprendemos a viver essa maravilhosa “co-responsabilidade” com Deus e seus amorosos desígnios. Considerar seu exemplo nos impulsiona a querer, em nossas próprias vidas, dar também uma resposta de plena co-responsabilidade à missão que o Pai, por seu Filho, hoje nos confia.

Como sempre, a luz radiante do Sol de Justiça se reflete na bela Lua, a Virgem Maria. Ela também assume o dinamismo da “co-responsabilidade”, e o faz de maneira exemplar, paradigmática. Assim a vemos, por exemplo, ao receber a visita angélica: também Ela, que qualifica a si mesma como a Serva de Deus e dos seus Planos, vive plenamente a “co-responsabilidade” ao proclamar esse “faça-se” fecundo, esse «faça-se em mim segundo a tua palavra»12, segundo teus desígnios. Com um “Sim” consistente, maduro, renovado ao longo de cada um dos dias de sua vida e especialmente ao pé da Cruz, proclama seu firme propósito, que se converte em uma ativa e co-responsável cooperação com o desígnio divino. Sua exemplar e fecunda co-responsabilidade com o Plano divino é uma chave e estímulo contínuo para aqueles que em Cristo somos seus filhos.



“Porque cada um deve carregar a sua Cruz?

Proteção e Provação.


Citações para oração:

  • Todos recebemos de Deus certos dons e talentos: Mt 25,15; Somos responsáveis perante Deus pelos talentos recebidos: Mt 25,16ss; Lc 12,48; Rm 14,12; Tg 4,17; Os dons recebidos são para benefício de todos, e nos conduzem ao serviço: 1Pe 4,10.
  • Somos responsáveis pelo destino de nossos irmãos: Gn 4, 9; Lc 10, 29-37; Mt 25, 31-46; Somos um corpo: 1Cor 12,21-22, a necessidade que experimentamos uns dos outros conduz à co-responsabilidade: Gl 6,2.
  • Ser co-responsável com a graça recebida implica trabalhar arduamente para fazê-la frutificar: 1Cor 15,10.
  • O Senhor Jesus é modelo de co-responsabilidade: Hb 10,5-7; Jo 4,34; 9,4; 17,4; 19,30; Maria também é exemplar por sua co-responsabilidade: Lc 1,38; Atua com diligência conforme o que Deus lhe ensina e pede: Lc 8, 21; 11,28; Ensina-nos a ser co-responsáveis: Jo 2,5.
  • Para conquistar a todos : 1Cor 9,19.

Perguntas para o diálogo

  1. Segundo o que foi lido: o que é a co-responsabilidade e no que implica?
  2. Cada homem, cada nação, cada cultura e civilização tem uma função própria a desenvolver e um lugar próprio no misterioso Plano de Deus e na história universal da salvação. Enumere as ações concretas de co-responsabilidade que você realiza com:
  3. a) O Espírito Santo e sua ação em você.
    b) Sua comunidade mais próxima e com sua associação.
    c) A missão.
  4. Que medidas concretas você poderia tomar para viver melhor a co-responsabilidade nestes âmbitos? Que talentos e dons você tem para colocar a serviço do Plano de Deus?
  5. Aquilo que você está chamado a realizar, por mais simples e pequeno que lhe pareça, ninguém mais pode fazê-lo. Faça o firme compromisso de esforçar-se ao máximo por viver a co-responsabilidade.

Notas

1 S.S. João Paulo II, Slavorum apostoli, 19a.

2 Parábola dos Talentos – S. Mt 25,15-30.

3 Devemos sempre fazer o Bem. – Tiago 4,17.

4 Seguir a palavra de Deus. – Ver Jo 2,5; Lc 8, 21; Lc 11,28;

5 Ver Gaudium et spes, 24.

6 O Corpo de Cristo:  (I Coríntios, 12,12)

7 Apostolicam actuositatem, 3.

8 1 Pe 4,10.

9 Jo 4,34.

10 Hb 10,5-7.

11 Jo 17,4; ver Jo 9,4; 19,30.

12 Lc 1,38.

http://vidacrista.org.br/caminho-para-deus-102-a-co-responsabilidade/


“Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.” 
Gálatas, 2 – Bíblia Católica Online


Ouvindo a voz do 

BOM PASTOR


Encontro de Casais com Cristo_ECC


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AGRADECIMENTO.



OBRIGADO


Quero Agradecer a todos pela amizade e pelo carinho que me dedicaram neste dia tornando esta data muito feliz especial e inesquecível.




Jesus


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                    Atingimos a marca de Doze Milhões de acessos hoje 04/06/2017 às 9:00 hs coincidentemente no dia de “PENTECOSTES EXATAMENTE” e 2 milhões de acessos por ano nos últimos dois anos.  Nada disso seria possível sem a sua audiência e a sua presença conosco, por isso o mérito é todo seu e de nossos leitores.

Muito obrigado a todos.



Outra vez completamos esta marca numérica expressiva em uma data importante para Igreja Cristã e coincidentemente tendo sido o tema principal tratado neste Blog.

“PENTECOSTES”

Na verdade este é o tema principal deste blog, o assunto que estamos sempre falando e esclarecendo, mesmo que possam parecer assuntos repetitivos notamos que estamos apenas no começo da travessia deste imenso oceano de graças Divinas.

Já falamos sobre Batismo no Espírito Santo, Efusão no Espírito Santo, a Vida no Espírito, Dons & Frutos do Espírito e Etc.  Mas nada disso é o  fim de nosso objetivo a não ser mesmo o começo de tudo, por isso precisamos avançar sempre neste mar como sempre nos Lembra Padre Jonas Abbib um dos precursores da RCC no Brasil.

“PENTECOSTES”

Foi sim o início de tudo: O início da Igreja, o início da evangelização e o início do Cristianismo.   Muito mais do que apenas isso foi também neste dia que o Espírito Santo veio habitar nesta terra para ficar conosco até a consumação dos tempos, no entanto ainda parece ser novidade para muitas pessoas quando falamos a respeito d’Ele, a respeito de seus Dons e de sua presença em nosso coração.

É por este motivo que aqui estamos para junto com todos os nossos leitores compartilharmos as maravilhas que Deus tem nos revelado.


Que Deus nos abençoe sempre




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20 Molduras para montagens de Cartões e Fotos. 116.795
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22 Dinâmica para Meditação. 110.015
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29 Semana Nacional da Família. 76.636
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31 Esclarecimento sobre a Polêmica ocorrida na Missa de Paulo Goulart. 72.865
32 Poema a Nossa Senhora Aparecida. 72.659
33 O que é Repouso no Espírito ? 71.500
34 Terceira Idade, Ser Idoso ou ser apenas um Velho ? 65.717
35 Jesus é o mesmo ontem hoje e sempre, inconfudível e Imutável. 65.320
36 Com Deus não se Brinca. 63.470
37 O Sentido da Vida. 63.410
38 Um Milagre Eucarístico que ficou oculto 12 anos! 62.430
39 Dinâmica – O Espírito Santo sopra onde quer. 60.998
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41 Deus Criou uma Mãe Com Coração de Mãe. 55.750
42 Jesus Te Ama – Presentepravoce 55.020
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44 A Paixão de Cristo, o filme mais polêmico de Mel Gibson. 53.890
45 Padre Léo estava totalmente curado, afirma Padre Joãozinho. 53.445
46 Diálogo Com os Filhos. 53.200
47 Vinho, muito vinho, O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio. 52.870
48 Aqueles que Confiam no Senhor… 51.585
49 MARIA PASSA NA FRENTE. 50.510
50 Ultimos Milagres de Santos da Igreja Católica. 48.910
51 Camisetas Ágape e livraria. 47.995
52 Semana Santa. 47.410
53 Harmonia Conjugal. 47.280
54 Temas relacionados à Família 47.690
55 RCC. 46.420
56 Pentecostes a Festa do Espírito Santo. 46.291
57 Canticos Litúrgicos para a Quaresma e a Semana Santa? 44.643
58 O que é Grupo de Oração Carismático? 44.720
59 Nossa Senhora Aparecida. 43.230
60 Carta a Nicodemos. 42.750

Deus consola nossas lágrimas.


Jesus nos consolou e nos deixou o Espírito Santo como um consolador eterno.


“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco.” (S. João 14,16)



São Paulo nos diz em :

Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia! 

(2 Coríntios 1,3-4)



jesus_consolador


Muitas vezes, num momento de dor, dificuldade, por uma enfermidade, perda, sofrimento, nós acabamos chorando. Alguns choram de alegria, outros de tristeza ou num momento de fraqueza. São muitas as situações em que lágrimas brotam de nossos olhos.

Jesus também chorou (João 11-35). E é Ele quem vem nos consolar diante de nossas lágrimas. As vezes, choramos escondidos, nos sentindo arrependidos, culpados por alguma coisa. Quando o mundo nos abandona, nosso Pai fica conosco, para enxugar nossas lágrimas e nos dar a alegria do Seu amor. Bem aventurados os que choram, pois serão consolados (Mateus 5,4).

Choramos de dores físicas, de depressão, por carência, por medo, por insegurança, dificuldades, saudade, tristeza, arrependimento e por muitos outros motivos. Mas seja qual for a razão dessas lágrimas, o Senhor está ao nosso lado. Chore e entregue suas lágrimas e sua vida a Deus. Ele é nossa força na tribulação.

Lágrimas de Curam.

Quando choramos colocamos para fora as angústias, os medos e tudo que está nos afligindo. O choro é uma forma de dizer o que estamos sentindo e revelar nossa fraqueza. Porem em Cristo não paramos na fraqueza. Como nos ensina Paulo, “quando sou fraco é que sou forte”.

No romper da nossa fraqueza, Deus cura nosso coração. As lagrimas muitas vezes são reflexo da cura que está acontecendo dentro de nós. Quando contemplamos a ação de Deus e só as lágrimas podem explicar o alívio de ser curado. Quando choramos lágrimas de cura, não choramos de dor, mas de alívio. A dor ja foi vencida, mas precisa sair para fora. Libertar o que está dentro de nós e permitir que o vazio seja preenchido por Deus.

Pela ação do Espírito Santo, o consolador, o Senhor vem nos curar interiormente. Quantas vezes diante de Deus, sentimos o arrependimento de nossos erros, de nosso passado e pedimos ao Senhor que nos cure de nossas fraquezas, nos ajude em nossas dificuldades e nos liberte.

A perda de alguém que amamos também nos faz chorar.

É inevitável as lagrimas diante da morte de uma pessoa especial para nossa vida. Choramos diante da perplexidade da perda e de saudade de quem partiu assim como Jesus chorou por Lázaro. Nos momentos em que o mundo parece desabar, o Senhor esta ao nosso lado. Quem partiu vai ao encontro de Deus e Deus vem nos dar forças para superar esses momentos.

Nós cremos na vida eterna. Por isso, certos de que quem partiu foi para junto de Deus, só cabe a saudade pois sabemos que ao final da caminhada de quem morre, este está na eternidade, contemplando a face de Deus. Com o coração apertado pela ausência, precisamos ser fiéis e seguir caminhando para também irmos para junto de Deus.

O Pai sabe a razão de cada lágrimas de seus filhos.

Deus vem nos acalmar, trazer a paz e o amor, a cura e o perdão. Deus quer nos ver felizes, sorrindo. Mas por muitas vezes o mundo nos faz sofrer. Precisamos segurar firmes na mão de Deus. O Senhor vai nos consolar, Ele não nos abandona em nenhum momento.

Sempre que chorarmos, devemos louvar o Senhor. Jesus é o consolo dos aflitos. Quem chora e espera em Deus, logo verá suas lagrimas de tristeza serem transformadas em lágrimas  de alegria. É o Amor de Deus que vem trazer a felicidade e a paz ao nosso coração.


“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
(Salmo 30,5) ou (Salmo 29,6).


Num momento muito difícil da minha vida, o salmo acima foi a voz de Deus me acalmando. Este belíssimo versículo da Bíblia mostra a certeza e a confiança de que o sofrimento vai passar. É uma oração de confiança, onde não se pede para sair do sofrimento, todavia, já temos a certeza que Deus nos faz vencedor. É uma questão de tempo – no caso o tempo é ilustrado pela noite e manhã – mas na prática, significa que precisamos esperar em Deus, fortes e fiéis. Não se trata de tempo cronológico, mas a esperança de que vai chegar a vitória ! Que assim como o salmista tenhamos a graça de num momento de lagrimas de ir alem da súplica e com serenidade ter a  convicção de logo a alegria será plena, por pior que seja a situação.


Quem Me Segurou Foi Deus


Diacono Nelsinho Correia – Comunidade Canção Nova.







Extase_cume_da_oracao Alimento_Espiritual_Autêntico Repouso_no_Espírito_2
Experiência_com_Deus Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito

Dinâmica – Armadura de Deus.




〈 A ARMADURA DE DEUS 〉





TEXTO BIBLICO EFÉSIOS 6.10 A 17 




ALFINETES DE SATANÁS – ARMADURA DE DEUS


“…Fortalecei-vos no Senhor … tomando … o escudo da fé”

(Efésios 6:10, 16).

Textos adicionais:

(Efésios 6,10-17); (Hebreus 13,5); (Romanos 12,12, 21).

Material Necessário:

Bíblia de capa dura
6 balões infláveis ou mais
3 alfinetes com cabeça colorida e almofada de alfinetes – Barbante


Modo de Preparar


Encha os balões, amarre o barbante de um lado a outro da sala ou entre duas cadeiras e pendure nele os balões inflados (outra opção é pedir a voluntários para segurá-los durante a demonstração).

Espete os alfinetes na almofada.

Mensagem: (Leia Efésios 6:10-17 e fale sobre a armadura cristã.)

Os balões representam a vida dos jovens cristãos. Alguns estão equipados com a armadura de Deus e alguns não. Iremos falar especialmente a respeito da armadura da fé (verso 16).


Modo de execução:

Satanás tem muitos alfinetes inflamados (mostre a almofada com os alfinetes).

Este é um alfinete que ele sempre usa.

Você pode entregar os balões para as pessoas e convidar uma de cada vez para efetuar a dinâmica em destaque.


Primeiro Balão: Desânimo

“Você não pode viver a vida cristã”, ele diz. Quando uma pessoa insiste nesse pensamento, está se esquecendo de (Hebreus 13,5): “Não te deixarei, nem te desampararei.” Ela se esquece de usar a armadura da fé (mostre o alfinete e, em seguida, ESPETE o primeiro balão).


Segundo Balão: Desânimo

(Utilize o mesmo alfinete. Mostre-o para o grupo e use a mesma tática.) Mas este cristão, embora desanimado, lembrou-se de (Hebreus 13,5).

Ele usou a armadura da fé (mova o alfinete na direção do balão, mas coloque a Bíblia entre ele e o balão, como uma armadura.)


bulling_desanimo_tristeza


Terceiro Balão: Palavras rudes

(Pegue outro alfinete.) Embora alguém fale palavras rudes para essa pessoa, ela se lembra de “vencer o mal com o bem” (Romanos 12,21). Ela usou a armadura da fé (mova o alfinete na direção do balão, mas use a Bíblia como escudo).


Quarto Balão: Palavras Rudes

(O mesmo alfinete). Essa pessoa não ora e não lê a Bíblia com freqüência, portanto, está sem a armadura (fure o balão com o alfinete). Quando ouve palavras rudes, fica irado e retribui no mesmo nível. Os alfinetes de Satanás encontram outra vítima.


Quinto Balão: Segundo lugar

Algumas vezes, na escola, na igreja ou em alguma outra atividade, alguém é escolhido em vez de você. Você fica em segundo lugar, porém, acredita que poderia fazer melhor do que a pessoa que foi escolhida (escolha outro alfinete). Satanás tem um alfinete para você nesse momento, mas se você estiver usando a armadura da fé (Romanos 12,12), o alfinete não poderá feri-lo (repita a mesma ação usando a Bíblia como escudo).


Sexto Balão:  Segundo Lugar 

(O mesmo alfinete.) Talvez outra pessoa seja escolhida para cantar, quando você sabe cantar melhor, mas o alfinete de Satanás não pode feri-lo (faça o movimento de furar o balão, mas atinja a “armadura”, a Bíblia), pois você está forte no Senhor, vestido com a “armadura de Deus” e permanece firme “contra as ciladas (enganos) de Satanás” (Efésios 6,10-11).


Outros balões:

Você pode acrescentar outros balões e outras setas inflamadas que poderiam nos atingir e repetir a sequencia da dinâmica.


REFLEXÃO:


A Bíblia é a nossa única proteção contra os ataques de Satanás.

É a maneira que Deus nos mostra como devemos nos proteger dos perigos, tristezas, brigas, desobediências, inveja e muitas outras tentações. Quando a tentação nos assalta, devemos sempre buscar na Palavra de Deus os conselhos Divinos. Confiando no poder de Jesus e na promessa que Ele fez de sempre estar ao nosso lado e nos fortalecer, estaremos usando a “armadura da fé” e seremos vitoriosos.

Quantos gostariam de estar “vestidos” com a armadura da fé?



plaquinha_jesus_te_ama exemplo_plaquinha_de_mao placa+Jesus+te+ama+na+estrada[1]

Variação de dinâmica semelhante:


plaquinha_pecado_maldade





“Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.”  

(Efésios 6,16)

Distribua vários balões entre os participantes.

Peça para que encham os seus balões e segurem.

Distribua também para outros participantes previamente escolhidos algumas plaquinhas com palavras escritas identificando alguns dos dardos inflamadas do maligno mais comuns, como:


[DESÂNIMO]   [PECADO]   [ÓDIO]   [DERROTA]

[MENTIRA]   [FALSIDADE]   [DESPREZO]   [RANCOR]

[FOFOCA]   [MALDADE]   [ E OUTRAS ]


Juntamente com as plaquinhas entregue também palitos de dente para que tentem estourar os balões de seus companheiros mas não avise os participantes que eles farão isso.

Apresente os escolhidos com as plaquinhas na mão na frente de todos, leia as plaquinhas e fale sobre o perigo que elas representam para nossa vida Cristã e alerte as pessoas que devem estar preparadas para enfrentar as investidas do demônio, porém não deixe transparecer que tentarão atacar os balões, deixe os participantes distraídos com seus balões na mão.

Depois de apresentar os perigos que enfrentamos e os cuidados que se deve tomar para nossa proteção mande que as plaquinhas caminhem no meio das pessoas, mas dê um tempinho para se misturarem bem e passarem por trás dos participantes distraídos, enquanto isso você pode continuar falando alguma coisa ou cantar um cântico que se refira ao tema, dentro de um ou dois minutos comece a atacar os balões discretamente, um … “espere o suspense que chame a atenção dos demais” e depois estoure outro … e depois vários ao mesmo tempo.

Lembrando que não seria necessário eliminar todos os balões para que sobre pelo menos tres balões sem estourar.

Não se esqueça que tudo isso deve ser combinado com os atacantes antes da ação propriamente dita, você pode convocar outras duas ou três pessoas sem comunicar nem com o primeiro grupo [DISTRAÍDOS] e nem com o segundo grupo [ATACANTES], para que essas pessoas protejam seus balões a qualquer custo para que sirvam de exemplo e deem testemunho no final de como conseguiram manter seus balões seguros.

Fale sobre as ferramentas disponíveis em Efésios 6 aproveitando o impulso da dinâmica.




Revesti-vos da Armadura de Deus
O Alpinista Como_Orar


Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


Recebendo_o_Espirito_Santo


Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


Repouso_no_espirito_santo


As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




Batismo_Espírito_1 Fruto_do_Espirito


Efusão_no_Espirito_1

Queira Receber a Efusão do Espírito!



Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Tema Preparado para Pregação em Grupo de Oração.



Muitos de nossos leitores buscam temas de pregação para serem apresentados em grupos de oração.    

Esses temas são diversos e poderiam ser apresentados de diversas formas diferentes atendendo a cada vez um detalhe em particular significando que os temas aqui oferecidos atenderão apenas uma destas possibilidades podendo ser alterados, suprimindo ou acrescentado algum outro detalhe que colabore com a sua apresentação particular.  

Apresentaremos temas curtos para serem desenvolvidos no tempo disponível nos grupos de oração que seriam no mínimo 00:15 mim e no máximo 00:30 mim, pois temas superiores a este tempo não seriam aconselháveis apesar de muitos pregadores ultrapassarem o tempo determinado, por isso fica também uma boa margem para acrescentar mais alguma coisa.

Paz de Cristo



ESTAREMOS ACRESCENTANDO OUTROS TEMAS À MEDIDA QUE EVOLUIR ESTE POST, SE BEM QUE JÁ TEMOS MUITOS TEMAS DISPONÍVEIS NO BLOG E ESTAREMOS APENAS PREPARANDO LINK’S INDICATIVOS.


PORÉM SE VOCÊ GOSTARIA DE UM TEMA DIFERENTE, DEIXE AQUI UMA SUGESTÃO COMO COMENTÁRIO.


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