O Poder da Palavra.



As Palavras têm PODER.

Isto é algo que não se pode contestar ou que não depende de se aceitar ou não, pois é uma Lei Espiritual que funciona a nosso favor, ou contra nós, quer acreditemos ou não. O fato de não conhecermos a lei, não significa que ela não seja real.

Leia o texto: “20. É do fruto de sua boca que um homem se nutre; com o produto de seus lábios ele se farta. 21. Morte e vida estão à mercê da língua: os que a amam comerão dos seus frutos.” Provérbios, 18,20

Só uma perguntinha para meditação baseada no texto acima ao pé da letra:

Se você pudesse comer suas próprias palavras, elas te nutririam ou te envenenariam?”



Veja o susto deste gatinho quando foi lhe oferecido comer suas próprias palavras, uma coisa é falar e outra é ouvi-las …


Quando falamos do Poder da Palavra, falamos do seu Poder de Influência, falamos da capacidade de penetrar no mais profundo dos homens e influenciá-los. Esta influência provocada pela Palavra, possibilita mudanças, milagres, transformações. Tudo é possível pelo Poder da Palavra.

Vejamos o exemplo em: “Fomos à terra aonde nos enviaste. É verdadeiramente uma terra onde corre leite e mel, como se pode ver por esses frutos.”  PORÉM … Números, 13.25-28 Este é o poder de influência que tiveram as palavras dos espias. O que você fala, as palavras que verbaliza podem influenciar todo o seu ambiente. Palavras automaticamente estimulam o imaginário e a projeção futura do ser humano. Por isso, têm o poder de incentivar, motivar e transformar comportamentos, mas também podem desanimar toda uma nação, pois podem modificar a vontade humana.

Uma das táticas de satanás é “inflamar” nossa mente com idéias negativas, com mentiras que não existem. Ele lança chamas de pensamentos à nossa mente e esta fica como que inflamada Se dissermos com nossa boca esses pensamentos, atrairemos esse tipo de situação.

Uma palavra pode levantar ou levar ao fracasso. Uma palavra pode trazer refrigério ou culpa. Uma palavra pode curar, mas também, pode causar enfermidades. Se tivéssemos noção do quanto existe poder em nossas palavras, seríamos mais cautelosos ao falar, mais precavidos, mais prudentes, mas oportunos.

É interessante, mas o exercício de uma fé genuína passa necessariamente pela maneira como falamos. O nosso falar revela como exercitamos a nossa fé. Mais uma vez, somos convidados para refletir sobre a importância de nossas palavras e o peso que as mesmas têm. Isto influencia nossas amizades e relacionamentos em geral.

Alguém tem duvida do poder da língua? Quantas vezes já ficamos envergonhados de falar aquilo que não deveríamos ter falado, na hora em que não deveríamos ter falado, com a  pessoa que não deveríamos ter falado, com intensidade e o volume da voz que não deveríamos ter usado.

Uma palavra quando lançada não tem mais volta, nos tornamos refém delas, por isso as vezes o “Silêncio” leva vantagem nesta situação já que é apenas uma pausa na decisão efetiva.

Uma palavra pode fazer grande diferença. A língua, apesar de pequena, pode trazer paz ou guerra, concordância ou discordância. Por isso, precisamos aprender como utilizar nosso falar para que outras vidas sejam abençoadas. Como?


  • Outros exemplos da Palavra de Deus:

    1. “Também a língua é um fogo” São Tiago, 3,6 
    2. “Se te ligaste com as palavras de teus lábios, se ficaste cativo com a tua própria linguagem” Provérbios, 6,2

  • 3. “Nenhuma palavra má saia da vossa boca, mas só a que for útil para a edificação,”Efé, 4,29

  • 4. “A boca do tolo é a sua ruína; seus lábios são uma armadilha para a sua própria vida.”
    Provérbios, 18,7

    5. “Eu vos digo: no dia do juízo os homens prestarão contas de toda palavra vã que tiverem proferido. É por tuas palavras que serás justificado ou condenado”.  São Mateus, 12,36-37
    6. “Dizei somente: ‘Sim’, se é sim; ‘não’, se é não. Tudo o que passa além disso vem do Maligno.*”  São Mateus, 5,37

    7. “Com efeito, quem quiser amar a vida e ver dias felizes, refreie sua língua do mal e seus lábios de palavras enganadoras;”
    I São Pedro, 3,10

  • 8. “Quem vigia sua boca e sua língua preserva sua vida da angústia.” Prov, 21,10

  • 9. O que guarda a boca guarda a sua alma: Provérbios 13,3

  • 10. ““Velarei sobre os meus atos, para não mais pecar com a língua. Porei um freio em meus lábios, enquanto o ímpio estiver diante de mim”.”   Salmos, 38,1

  • 11. “Seis coisas há que o Senhor odeia e uma sétima que lhe é uma abominação:* olhos altivos, língua mentirosa,”   Provérbios, 6,16-19

  • 12. “Os lábios do insensato promovem contendas: sua boca atrai açoites.”
    Provérbios, 18,6-8

  • 13. O que ocupa os “ocupar vossos pensamentos.” é refletido nos lábios: 
    Filipenses, 4,8-15 

  • 14. “Raça de víboras, maus como sois, como podeis dizer coisas boas? Porque a boca fala do que lhe transborda do coração.”
    São Mateus, 12,34

    15. “Minha boca não pecou, como costumam os homens; conforme as palavras dos vossos lábios, segui os caminhos da lei.”   Salmos, 16,3

  • 16. Só Deus pode nos ajudar a controlarmos nossos lábios: “Ponde, Senhor, uma guarda em minha boca, uma sentinela à porta de meus lábios.”   Salmos, 140,3

  • 17. A boca deve falar do Evangelho com intrepidez: “E orai também por mim, para que me seja dado anunciar corajosamente o mistério do Evangelho,”   Efésios, 6,19

Deus espera que sempre levemos uma palavra boa, animadora e restauradora para um coração aflito, amargurado, incrédulo. Uma das características de Jesus era que sempre que  uma pessoa chegava aflita perto dele saía animada, restaurada, com novo entusiasmo pela vida. Quando as pessoas chegam perto de nós, elas saem mais animadas e revigoradas, com ânimo de lutar pela vida? Saem cheias de entusiasmo? Saem fortalecidas, cheias de fé e amor?

Podemos alimentar as pessoas com uma palavra vinda do coração de Deus, uma palavra de consolo. Portanto, através delas, podemos dar sabor à vida das pessoas pela maneira como nos comunicamos.

O Senhor nos colocou por abençoadores!

Ide e pregai o evangelho a toda criatura, somos esses mensageiros de Deus que entregam a boa notícia, que falam e que proclamam a verdade que muitos ainda precisam conhecer.



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O Poder das palavras

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Lançai a palavra

O maior tesouro que existe!





Já se perguntou alguma vez qual é o mais incrível e incalculável tesouro pessoal de Deus? Será que nas Escrituras Sagradas encontramos a resposta?

Pasmem, sim, está escrito!

Quando falamos em tesouro já visualizamos a caverna secreta de Ali Babá e os 40 ladrões que tinha uma enorme pedra que servia de porta e deixava o lugar impenetrável, a enorme pedra só se movia quando se dizia a frase mágica “Abre-te Sésamo” um lugar cheio de ouro, prata, pedras preciosas e muitos objetos valiosos, algo que expresse um valor imensurável e que deve ser guardado e bem protegido e até escondido.

Está disponível na web uma lista das pedras preciosas mais caras e cobiçadas do planeta, está em primeiro lugar um diamante rosa de quase 60 quilates descoberto a apenas 21 anos (1999) e que foi vendido por 71,2 milhões de dólares em Hong Kong.  Quem comprou o “Pink Star” ou “Estrela Rosa” tem agora um tesouro inestimável.

Sei que possuir este tesouro é um privilegio que poucos poderiam ter, mas a verdade é que cada pessoa em particular possui um grande tesouro que não trocaria jamais por coisa alguma, nem mesmo por esse enorme diamante tão caro.   Toda pessoa, por mais pobre que seja tem ago de muito valor bem guardado a sete chaves, salientamos aqui que “Muito valor” não significa “Alto preço”, já falamos sobre isso em outro post. Em Isaías 39,2 o rei Ezequias mostra aos representantes do rei da Babilônia a casa do seu tesouro, com prata, ouro, especiarias e os melhores unguentos, um tesouro fantástico que gera muita cobiça, causa de guerras e muitas mortes – infelizmente.

Então qual seria o seu maior tesouro?

E quanto ao nosso Criador? Dono de toda a prata e ouro que existem? O que poderia ser, para Ele o bem mais valioso, mais raro do que tudo no mundo?

Em Êxodo 19,5 e 6 temos uma resposta: “Se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.” 

Deus escolheu o povo de Israel como seu tesouro pessoal e essa escolha teve características diferenciadas, as quais devemos trazer para nossa vida pessoal hoje: obedecer e guardar a aliança. A maior parte das vezes desejamos a aliança, o amor e a misericórdia divina, mas ignoramos a obediência.

Em João 14,21 Jesus diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” Aquele que guarda os mandamentos e obedece fielmente torna-se nação santa aos olhos do Pai.

Em (Isaías, 49,16) está escrito Eis que estás gravado na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.*”, estas promessas e essas palavras dirigidas ao povo de Israel na “antiga aliança”, agora na nova aliança foram transferidas para cada um de nós em particular que aceitamos Jesus como nosso Senhor e Salvador como o profeta Isaías se refere no primeiro versículo deste mesmo capítulo “O Senhor chamou-me desde meu nascimento; ainda no seio de minha mãe, ele pronunciou o meu nome.*”
(Isaías, 49,1)   A
gora ficou muito claro que este tesouro é você, sim é você mesmo a coisa mais preciosa que Deus possui, por isso Ele dispensou tanto amor a ponto de enviar Jesus seu único filho para lhe resgatar das trevas para a sua maravilhosa luz. (S. João 3,16)



Afinal, você tem sido este tesouro pessoal de Deus?  Pare um momento e reflita nesta mensagem viva e eficaz contida em Êxodo 19,5 e 6, ela com certeza serve para nós. O profeta Malaquias afirma que Deus tem compaixão do filho que lhe obedece, quando se torna Seu tesouro pessoal (Mal. 3,17).

Que possamos estar cada vez mais no centro da vontade de Deus, preciosos, mantendo-nos num processo de santificação e adoração, até a volta de Jesus, com a convicção de que seremos por Ele chamados como lemos em S. Mateus 25,34 – Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuir por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.



Amém.




 


Palavras ao vento.



As palavras pronunciadas são como plumas levadas ao beo prazer dos ventos.

Meditação sobre como ter cuidado com as palavras que proferimos, principalmente quando se trata de inverdades e fofocas, pois elas causam um mal terrível e irreparável na vida de outras pessoas mesmo que você se arrependa e seja perdoado(a).  Também é uma analogia entre palavras e sementes como Jesus nos mostra na Parábola do Semeador.

Leia o texto:


Palavras_ao_vento

“PALAVRAS AO VENTO”


1. Certa vez, uma jovem foi ter com São Filipe Neri, para confessar seus pecados. Ele já a conhecia muito bem e as suas maiores falhas:

2. Não que ela fosse uma má pessoa, mas costumava falar mal dos vizinhos, fazendo fofocas sobre eles. Essas fofocas passavam de boca em boca e acabavam fazendo muito mal… sem nenhum proveito para ninguém.

3. São Felipe então disse: Você tem agido muito mal fazendo fofoca das outras pessoas. Com seu arrependimento Deus lhe perdoará, mas devo lhe dar uma penitência um pouco diferente desta vez:

4. Você deverá trazer até aqui um travesseiro de penas…    Depois nós subiremos até a torre da Igreja para que você solte as penas ao vento que passa.

5.Ela estranhou um pouco a Penitência, mas parecia bem fácil de se cumprir …

6. ficou até Muito aliviada enquanto espalhava as penas pelo ar…

7. Enquanto as plumas ainda flutuavam em direção à cidade disse o Padre:

– Minha filha, você completou perfeitamente a primeira parte da sua penitência:

Agora  vou  lhe  passar  a segunda  parte  …

8. – Vá agora até a cidade e  recolha todas as plumas que foram soltas e me traga de volta até aqui…

9. – MAS … PADRE …  ISSO  SERÁ  IMPOSSÍVEL ! ! ! Porque O vento espalhou as plumas prá todo lado… como saber onde procurá-las ????

10. (*) As Palavras tais como Penas jogadas ao vento. São irrecuperáveis, irrecolhíveis. Desaparecem ao controle do homem. As Palavras ecoam, são audíveis. Elas enlaçam, envolvem e consolam. Ora agridem, machucam, ferindo corações. Alçam voo e podem construir ou destruir.

11. Palavras & Penas são análogas e cruzam-se ao perderem-se no espaço. Palavras depois de proferidas não retornam.

12. Tocam os ouvidos daqueles que as querem ouvir. “Quem tem ouvidos, que as ouçam…” Os distraídos ou indiferentes perdem-nas ao comum, deixando de absorvê-las para o bem. (*) Palavras & Penas – Inês Vieira

13. Palavras também são como sementes que levadas pelo vento não se prevê onde  descansarão. Quando  enfim encontram seu descanso germinam gerando a essência de vida que guardam em seu interior .Palavras ruins gerarão ódio, dor, rancor, tristeza… Pois são sementes do mal…


Fruto_Espírito


14Ao contrário, boas palavras trazem consigo a semente do BEM…  Que geram Amor, Paz, Alegria, Felicidade, etc.  Melhor será sempre espalhar palavras que geram coisas boas do que palavras que geram o mal …

15. Jesus comparou suas PALAVRAS e seus ensinamentos como sementes semeadas ao campo onde cada uma de acordo com sua condição morreram ou frutificaram.

16. O Campo é o mundo e as condições são as mais adversas possíveis, mas cabe a cada um de nós vencer nossas batalhas e desafios com o apoio do Espírito Santo que é esse vento que nos guia.

17. Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá. Quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no Espírito, do colherá a vida eterna. (Gal. 6,7-8)


 

Sizenando – 06 de julho de 2016

Com_o_Tempo_2

Com o tempo você aprende

Teatro: texto



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Dom da Interpretação das Línguas


Interpretação


Não é uma tradução. Quando uma profecia é proclamada em línguas, ou seja, com gemidos inefáveis, ininteligíveis, faz-se necessária a utilização do dom da Interpretação das Línguas, em que uma ou mais pessoas, respeitando-se a ordem, irá proclamar aquela mesma profecia em vernáculo, isto é, em linguagem inteligível, no idioma do grupo. É imprescindível que haja quem interprete uma profecia proclamada em línguas, sob pena de o povo não entender a mensagem divina a ele dirigida. Veja o que Paulo nos ensina acerca da Interpretação das Línguas em I Cor. 14, 13. 27-28.

O que é a interpretação de Línguas?

Se a oração em línguas edifica a pessoa, a fala em línguas deve receber interpretação, que é dom do Espírito Santo. A expressão falar em línguas sugere, então, uma mensagem que chega para a comunidade ou para uma pessoa no dom de línguas, e para que os ouvintes compreendam a mensagem, esta precisa ser interpretada. Se na assembléia não tiver ninguém que a interprete, então, o transmissor da mensagem deve silenciar-se.

O dom da interpretação de línguas não é um dom de tradução. Trata-se de uma moção, uma unção do Espírito Santo para se tornar compreensível aos membros da comunidade aquela mensagem do Senhor que chega pelo dom de Línguas.

A interpretação como um dom permanente

Assim, orar em línguas é um dom permanente, podendo-se dispor dele a qualquer momento para a edificação pessoal; e o falar, emitir uma mensagem do Senhor em línguas pode ser considerado uma carisma transitório (temporário), usado em determinados momentos; contudo, são sempre dons de Deus e carismas diferentes. Estes carismas podem se manifestar em qualquer membro da comunidade, segundo a vontade de Deus com a unção do Espírito Santo para que suas mensagens sejam passadas ao seu povo.

Na fala em Línguas, Deus pode nos dar uma Revelação, Profecia ou Palavra de Ciência, Doutrina, ou discurso em línguas. E nesses casos deverá ter interpretação. Quando se FALA em línguas, se pressupõe dom de línguas e o da interpretação, para que assim, se torne conhecido o pensamento do Senhor. Paulo diz: “Se não houver intérprete, fiquem calados na reunião” (v.28), por isso se indica que esse dom pode ser considerado permanente.

Como a interpretação se manifesta

A interpretação consiste “numa inspiração especial do Espírito Santo pela qual o agraciado é capacitado a dar sentido a uma mensagem vaga; este dom diz respeito ao conteúdo espiritual de uma mensagem; e quando uma mensagem em línguas recebe uma interpretação”.

Este dom se manifesta na mente da pessoa que recebe o significado da mensagem, e esta é movida a repassar com palavras inteligíveis a todos os presentes a mensagem que vem do Senhor. A mensagem em línguas pode ser curta ou longa, porém a interpretação dever ser concisa e clara, para que todos entendam. O Senhor não envia uma mensagem em partes, portanto, a interpretação deve trazer a mensagem em sua totalidade e não dividida em partes. Mais de uma pessoa pode receber a mesma interpretação de uma mensagem, nesse caso o comportamento deve ser o mesmo do utilizado nas profecias e dizer: Eu confirmo!

Há unção para a interpretação?

Sim, assim como há unção nas profecias e nas mensagens em línguas, vemos também, que há na interpretação. Podemos dizer que esta unção é uma espécie de um impulso para a interpretação, e quanto mais o intérprete se habitua a essa unção, mais fácil ficará de identificar o modo como o Senhor dita as palavras.

A interpretação deve ser correta e não contradizer as Escrituras, o magistério da Igreja ou o sesus fidei do povo de Deus. Caso contrário, a interpretação deve ser interrompida. O intérprete, ao proclamar uma mensagem, deve iniciar da seguinte forma: Eis o que o Senhor diz! Pois é em nome do Senhor que ele proclama a mensagem e não por si próprio.

Todo carisma, como o da interpretação, visa a edificação da Igreja; para isso deve ser pedido com humildade, abrindo-se sempre mais a ação do Senhor.  

Fonte: Os carismas do Espírito Santo

Autor: Pe Isac Isaías Valle – 2ª Edição





O Monge e o escorpião.



Amar o seu inimigo é uma

questão de natureza !

Veja o Texto:




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Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

– Mestre deve estar muito doente!

– Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso?

– Que se afogasse!

– Seria um a menos!

– Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara!

– Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

– Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.


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Amai os vossos Inimigos…

(São Mateus 5,44)

Esta historinha tão simples nos diz exatamente o que está dizendo, não importa quantos problemas enfrentarmos no mundo ou quantos inimigos encontrarmos pela frente, a nossa atitude deverá sempre refletir o nosso eu interior, ou seja, aquilo que somos de verdade.

Por isso muitas vezes em situações extremas acabamos revelando em nós uma pessoa que não conhecíamos e depois não conseguimos o perdão daqueles que possam ter sido ofendidos pela nossa explosão.

Precisamos controlar nossas atitudes e principalmente nosso temperamento explosivo, para isso acontecer precisamos aceitar em primeiro lugar está hipótese acima, “É meu dever salvar meu inimigo quando ele estiver em dificuldades, não por ele, mas por mim mesmo, que salvaria a qualquer um, por ser a minha natureza.” Quando aceitarmos realmente esta condição e provarmos para nós mesmos que esta é a maneira mais correta de agir, mesmo que você não fale ou comente com ninguém, quando a situação ocorrer, você a executará automaticamente sem perceber, e aquela opinião, “Se meu Inimigo estiver se afogando, devo afundá-lo ainda mais…” deverá ser apagada completamente de seu Coração definitivamente.

Esta atitude, é o que Cristo nos ensina com a História do filho pródigo, Jesus quis falar para os Judeus que eles deveriam receber seus irmãos que haviam se afastado, ficando de fora da promessa do Pai, porque, como cremos, Jesus estava prometendo seu Espírito Santo não somente para os Judeus, que eram, até aquele dia, o povo de propriedade exclusiva de Deus e únicos herdeiros da promessa. Em varias outras passagens Jesus demonstra que seu reino é para todos “Também os não Judeus e não Circuncidados” isto significa que este presente do Pai: é para mim e também para você.

Aquele Irmão mais velho demonstrou uma atitude de ódio e não queria perdoar seu irmão “pródigo”, a parábola termina sem uma definição da história, não mostra se o filho mais velho entrou ou não em casa para festejar com seu irmão, isto porque esta atitude deverá ser tomada por mim e por você no dia de hoje.

Vemos nas cartas de São Paulo, que muitos discípulos queriam ensinar as palavras de Jesus somente para os Judeus “Os Santos”, outros queriam Circuncidar os convertidos os transformando primeiro em Judeus, para depois os Batizar tornando-os herdeiros das promessas Divinas, uma atitude clara de que não haviam entendido ainda a parábola do filho pródigo, e apesar de serem convertidos e cheios do Espírito Santo, continuavam agindo com ódio e rancor em seus corações, evitando evangelizar os escorpiões, que também mereciam ser salvos.


porcoespinho

A historia dos porcos espinhos.


Uma grande novidade do evangelho de Jesus é justamente esta, o bem é para ser dado também para os maus, os doentes, os rejeitados, os bandidos, os esquecidos, os moribundos, os inimigos, enfim todos aqueles de quem as vezes queremos fugir e não nos aproximar, ainda diz Jesus, mesmo que seja apenas um copo d’água a ser oferecido e entregue a qualquer um destes pequeninos, serão dados a mim mesmo.Como perdoar e aceitar aquele que nos ofende ? O Pai perdoou seu filho, nos mostrando claramente o que é o verdadeiro perdão. Perdoar e esperar e receber com alegria e com festa aquele que me ofendeu, é lhe restituir a dignidade e devolver o lugar que lhe pertence dentro do seu coração.

Estava vendo um clip de uma Santa Missa no Vaticano, com milhares de pessoas, selecionaram alguns privilegiados, e estes iriam comungar diretamente com o Próprio Papa, é uma honra tamanha e digna de se guardar na memória, tanto é assim que foi fotografado, um a um, e três câmeras em ângulos diferentes registravam aquelas cenas que jamais se repetiriam.

Quem não gostaria de estar naquela fila ? Quem não gostaria de receber o Papa em sua casa ? Quem não lhe daria um copo d’água se ele lhe pedisse? Quem não lhe hospedaria e moveria mundos e fundos, mesmo que não tivesse dinheiro, para lhe fazer um grande banquete digno de uma personalidade tão ilustre?

Diríamos, “Estou recebendo o próprio Cristo na Pessoa do Papa”, seria a mais pura verdade, mas devemos relembrar o fato de que Jesus no ventre de sua Mãe não foi recebido em nenhuma casa no dia que chegou a este mundo.

Porque não foi reconhecido ?

Porque não sabiam que era Ele ?

Porque então o mataram se sabiam que era Ele ?

É melhor não saber quem é Jesus e fazer o que for preciso para qualquer um o que pretenderíamos fazer para o próprio Jesus, ele é muito modesto e lhe pede apenas um copo d’água, não pede um grande banquete, nasce numa manjedoura e prefere duas moedinhas do que um saco cheio de dinheiro, nem vou dizer que a recompensa por estes simples gestos, será um grande banquete celestial e uma vida eterna ao lado do Pai de Amor.


Escorpião na mao



O Alpinista


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O segredo das Línguas estranhas.


Como a limitação humana pode conhecer toda linguagem que já exixtiu neste mundo ?


São Marcos

        15. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. 16. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. 17. Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, 18. manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.  19. Depois que o Senhor Jesus lhes falou, foi levado ao céu e está sentado à direita de Deus. 20. Os discípulos partiram e pregaram por toda parte. O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam.

(São Marcos, 16, 15 a 20)


E Jesus se elevando para o céu

à vista de todos disse:


7…..

        7. Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, 8.  mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judeia e Samaria e até os confins do mundo.

(Atos 2, 7-8)



ESTUDOS CIENTÍFICOS

Estas foram as últimas palavras pronunciadas por Jesus ao se despedir de seus Discípulos deixando em suas mãos estas recomendações para continuar a sua obra neste mundo.

Jesus já não estaria mais presente entre nós, mas enviaria o Espírito Santo dentro de poucos dias, para lhes dar poder e ousadia em tudo que deveriam realizar.

Jesus já não poderia mais realizar tudo aquilo que realizava, indo às multidões, curando, ressuscitando mortos, perdoando os pecados e levando o evangelho do Reino de Deus aos pequeninos, mas como antes, os discípulos sozinhos nem sempre alcançavam o objetivo proposto por Jesus e acabavam dormindo, barrados pela tempestade ou até mesmo fracassando, Jesus então usa da palavra para lhes confirmar que além daquelas coisas que Ele costumava fazer, outras coisas bem maiores do que aquelas eles deveriam realizar desde que realmente acreditassem n’Ele de todo coração. Claramente podemos entender que estas palavras foram ditas antes do dia de Pentecostes como uma previsão do que viria após o cumprimento da Promessa do Pai.

Gostaria de falar hoje apenas de uma destas coisas que aconteceriam e que não faziam o menor sentido para aqueles que estavam ouvindo Jesus naquele exato momento.

Falareis novas Línguas…

Você bem sabe o quanto é difícil estudar uma outra língua no mundo de hoje, imagine o quanto era mais difícil ainda falar uma outra língua diferente naquela época, já que não existiam escolas e nem profesores, poucos eram os mestres e muito tempo deveria ser dedicado para que alguém aprendesse falar outra língua com fluência. Se nos referissemos àqueles homens “rudes” que seguiam Jesus então, que na sua grande maioria eram apenas pescadores e não homens cultos e de boa formação acadêmica, se bem que Jesus também chamou pessoas deste nível, mas que não ouviram o seu chamado, logo, quem deveria falar aos estrangeiros seria mesmo os pescadores que mal sabiam falar sua própria língua.

A proposta do Pai era levar o evangelho a todo ser vivo, sair das fronteiras de Israel, já que a promessa da “NOVA ALIANÇA” se estenderia não somente aos Judeus, mas englobava como um enxerto à videira as outras nações que antes eram consideradas como “Excluídas” e como filhos pródigos sem direito aos Dons Divinos.

Para executar este plano, os discípulos de Jesus deveriam sair de Jerusalém e testemunhar às nações que não lhes entenderiam, já que falavam aramaico e não a linguagem natural de outros povos, isto seria uma grande barreira, pior do que a tempestade que Jesus acalmou, mas para este problema Jesus já tinha a solução e já comunicava aos Discípulos que eles iriam FALAR NOVAS LÍNGUAS.

Como ? e Por que ?

O Porque deve ter ficado claro nesta abertura acima, uma vez que era a vontade de Deus que a mensagem de Jesus se espalhasse pela Terra e a todas as nações e línguas sem acepção de nenhuma delas até alcançar a todo ser humano que vive sobre a Terra, certamente para se chegar a esse objetivo, deveríamos falar a língua daquelas nações para onde iríamos pregar e ensinar a palavra de Deus.

Nenhum deles, porém, poderia imaginar como isto iria acontecer, no entanto ninguém ousou interpelar Jesus com a pergunta duvidosa semelhante aquela de Nicodemos, “como pode um homem velho entrar no seio de sua mãe e nascer de novo?”, também ninguém ousou dizer o que São Tomé disse a São Pedro “Eu só acredito Vendo!”, ou talvés com uma nova indagação, “só quero saber como !”. Se eu nunca fui a uma escola, não sei ler, nem escrever, muito menos falarei uma língua diferente da minha! Até mesmo para este texto Deus já tinha dado uma resposta no passado, quando o Profeta Jeremias se justificou dizendo ser apenas uma criança que nem sabia falar, Deus lhe respondeu prontamente dizendo: “Não digas isto, porquanto irás procurar todos aqueles aos quais te enviar, e a eles dirás o que eu te ordenar.”.

Podemos também incluir o Profeta Ezequiel como um bom exemplo, pois o mesmo ficou totalmente mudo logo após ouvir o chamado do Senhor, se você hoje conhece a mensagem de Ezequiel, foi porque contornando a sua mudez ele escrevia tudo que via e toda a vontade de Deus para o povo de Israel.

Em obediência a Jesus todos ficaram no Cenáculo em Jerusalém esperando o cumprimento das promessas Divinas, promessas que foram feitas mais de 500 anos antes, e sabe-se lá por quanto tempo ainda teriam que esperar ?

Lá estavam todos reunidos no Cenáculo, esperando algo que nem imaginavam, enquanto a cidade se enchia de Judeus provenientes de varias regiões proximas a Israel que vinham cumprir seus preceitos religiosos perante Deus no lugar onde se deveria adorar e fazer as suas ofertas como convinha a todos aqueles que amavam o Senhor.

Portanto eram pessoas fiéis e dispostas a observar a vontade de Deus que se achegavam das extremidades da terra para o centro onde estava o Senhor todo Poderoso.

Quando chegou o dia exato da principal festa dos Judeus, momento em que todos já estavam reunidos em torno do “CENTRO” veio o vento impetuoso e as chamas que repousaram sobre aqueles que estavam em oração esperando o cumprimento das promessas, o resultado foi um despertar e o aparecimento deste falar em Línguas diferentes e que todos movidos por um impulso interior começaram a pregar e anunciar o evangelho em diversas línguas diferentes que foram enumeradas por São Pedro nos Atos dos Apóstolos 2, 8 a 12.



Este foi o primeiro passo da Igreja após o retorno de Jesus para o céu, claramente um primeiro passo dado na direção de se alcançar pessoas que não estavam ali onde Jesus viveu, alcançar pessoas que Jesus não havia alcançado com seus milagres e levar enfim a palavra de Deus a todos os cantos da terra, já que o principal impecilho “a linguagem” não existia mais, porque Deus lhes deu um Dom que economizou anos de escola e em um só momento conquistou mais de cinco mil pessoas de diversas nações e lugares diferentes que já se tornaram uma “espécie” de semente lançada ao vento que iriam produzir fruto bem distante daquele lugar que até aquele dia era o centro do universo.

Passado aquele primeiro momento, porém, podemos perceber que estes mesmos discípulos não se afastaram muito deste centro e permaneciam ali mesmo pregando e ensinado os próprios Judeus, muitos dos quais haviam conhecido Jesus enquanto estava vivo. Alguns até achavam que só deveriam levar a salvação somente a seu próprio povo, mas mesmo assim a Igreja crescia e se desenvolvia se espalhando entre o povo, era uma nova maneira de se viver na presença de Deus.

Mas, e o Dom de Línguas ?

Me perdoem, mas eu não me esqueci deste detalhe, afinal é o tema que estamos falando, muitas pessoas defendem que este Dom só teria se manifestado no dia de Pentecostes, outros dizem que Deus usou este Dom somente nos primeiros dias e nunca mais Ele teria ocorrido na Igreja, mas a verdade é que de tão normal que ele se tornou no princípio, que não precisava ficar se referindo a algo que acontecia rotineiramente no meio do povo Cristão, podemos comprovar isto quando São Pedro visita Cornélio em Atos 10, 46 e lá acontece o mesmo que aconteceu em Pentecostes com um homem que não era Judeu, tanto é, que isto foi motivo de espanto entre os “CIRCUNCISOS” vendo que o Espírito Santo “TAMBÉM” havia se manifestado em não Judeus ou pagãos como se dizia, já que não faziam parte do povo escolhido de Deus como aquela mulher Samaritana.

Quando São Paulo chegou a Éfeso pela primeira véz, encontrou doze homens já batizados com o batismo de São João e indagou deles sobre o Espírito Santo, do qual responderam que nada sabiam, ao serem batizados por São Paulo começaram a falar em Línguas e profetizar como os outros anteriormente, e estes homens nunca tinham ouvido falar sobre este assunto antes.

São Paulo dedicou três capitulos de sua primeira carta aos Corítios 12, 13 e 14 esclarecendo diversos assuntos sobre o uso de um Dom chamado Línguas e claramente durante todos estes anos era mais do que normal pessoas serem batizadas e receberem imediatamente o Dom de Línguas.

No entanto, São Paulo deixa bem claro que falar em Línguas não significa nada se nós não amarmos o nosso irmão como Jesus nos amou, porque Dom é um instrumento de uso imediato e passageiro e que na verdade não passa de algo terreno para uso terreno em edificação de uma comunidade, fora desse objetivo não teria nenhum valor ou função para o ser humano ou para Deus.

Nossos irmãos em Corítios cometiam diversos erros em relação ao uso do Dom de Línguas, por isso São Paulo lhes escreveu para corrigir os desvios e abusos que lá aconteciam.

Hoje podemos dizer que estamos sujeitos aos mesmos problemas que os Coríntios estavam; duvidar da veracidade do Dom, desenvolver falsos dons imitando o Dom verdadeiro, deixar o inimigo nos enganar com falsos Dons de Línguas, valorizar um Dom acima de outro Dom, expor o Dom de Línguas em locais impróprios, usar o Dom de Línguas sem nenhum objetivo e etc.

São Paulo começa nos revelando que os Dons são reais e verdadeiros e que somente o Espírito Santo pode nos dar, não nos pertence e nem servirá para nossa glória pessoal a não ser para a edificação da Igreja que não nos pertence e ainda deixa bem claro que quando a Igreja já estiver edificada de nada mais servirão, logo, enquanto a Igreja estiver na sua caminhada neste mundo os Dons continuam mais que necessários até que venha o grande Dia do Senhor e Ele arrebate a sua Imaculada Esposa “A Santa Igreja” para os Céus.

Na teoria é isto, na prática as coisas mudam de figura, porque precisamos aperfeiçoar a nossa maneira de agir e usar os Dons do Espírito Santo, para isso é que existe o Magistério e nossos pastores para auxiliar a Igreja a vivenciar estas maravilhas de Deus.

Li a poucos dias alguém dizendo que; enquanto o Papa não proibir o uso do Dom de Línguas, a RCC pode achar que esta certo fazer o que faz, mas ele não é obrigado a aceitar este Dom em sua vida e nem manifestar algo que não acredita, sendo assim ele não poderia contestar algo que o Magistério não contesta oficialmente mas se reserva o direito de ter a sua opinião particular sobre o assunto.

Esclarecendo o que ele disse na verdade, apesar da Igreja não ter se manifestado oficialmente contra o uso dos Dons Espírituais ele se reserva no direito de não aceitar estes Dons em sua vida, mas por respeito à autoridade do Papa se limitará em dizer que esta é uma opinião particular.

Eu vejo que a resistência e a insistência de varias alas da Igreja contra os Dons Espírituais diminue a cada dia, pois como poderemos combater algo que esteja escrito nas escrituras sagradas e aprovadas pelo Magistério da Igreja no passado como verdadeiramente inspiradas pelo Espírito Santo, nos resta apenas corrigir os erros e atitudes improprias daqueles que abusam por falta de conhecimento e ou por orgulho próprio mesmo, cometendo um grande pecado contra o Espírito Santo.

Como poderia eu dizer que a RCC é perfeita, primeiro seria uma grande mentira, depois a RCC só tem 42 anos de existência em que se redescobriu estes Dons que sempre estiveram presentes na Igreja e sempre à nossa disposição, mas que, por ignorância foram ficando desconhecidos e quase esquecidos, salvo que O Magistério Santo, preservou este conhecimento bem guardado nas escrituras sagradas e hoje podemos voltar a ser como os primeiros Cristãos foram, quando estavam totalmente apaixonados por Jesus e cheios do Espírito de Deus.

Dom de Línguas é apenas um detalhe desta história, um detalhe muito evidente que desafia o nosso orgulho intelectual, nosso conhecimento e a nossa sabedoria humana, no entanto, revela a sabedoria Divina, o pensamento íntimo do Pai na sua simplicidade de estar falando com um filho totalmente dependente de sua vontade.

Quem gostaria de perder um jogo de xadrês, ou uma partida de futebol? ninguém, não é mesmo? Mas, é o que acontece quando deixamos o Dom de línguas agir em nossos lábios e nossos corações, já que nosso intelecto não dirigi as palavras apesar de poder controla-las quando quiser, porém só farão efeito na Igreja as palavras não controladas que fluem de nossos lábios com o nosso consentimento e sem a nossa interferência. É complicado dizer isto e não ter uma fórmula para dizer como isso acontece, já que cada pessoa deverá aprender que somente ela pode abrir ou fechar a porta do seu coração e da mesma forma deixar fluir de seus lâbios uma mensagem Divina sem incluir as suas próprias palavras misturadas com as do Pai.

Somente a prática pode purificar nossos erros e nos dar o discernimento daquilo que realmente vem do Pai e não do homem, se impedirmos os Dons de Deus de se manifestarem em nosso meio, porque não os entendemos bem ou porque é melhor ficar com o que é sólido do que com é suspeito, jamais iremos aperfeiçoar o nosso discernimento e jamais poderemos dizer que sabemos com certeza que o mal não esteja nos vendendo gato por lebre ou nos oferecendo a morte em nome da sabedoria.

Vou terminar este texto com um conselho de São Paulo:

Aspirai aos dons superiores. E agora, ainda vou indicar-vos o caminho mais excelente de todos.

(I Coríntios 12,31)

Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.

(I Coríntios 13,1)

Assim, pois, irmãos, aspirai ao dom de profetizar; porém, não impeçais falar em línguas.

(I Coríntios 14,39)

http://www.katolik.pl/index1.php?st=artykuly&id=1502 – POLONES – PADRE PIO

Atos 1, 5 a 9



http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120&h=120
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Reflexões para a Semana Nacional da Família.




Semana Nacional da Família

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Escrito por Maria Helena Carvalho

Diocese de Novo Hamburgo

Textos para reflexão e aprofundamento

A família, primeira educadora da fé

Leitura bíblica: At 16, 22-34

1. Deus quer que todos os homens conheçam e aceitem o seu plano de salvação, revelado e realizado em Cristo (cf. 1 Tim 1, 15-16). Deus falou de muitas formas aos nossos pais (cf. Heb 1, 1; todo o AT). Ao chegar a plenitude dos tempos (cf Gl 4, 4) nos falou de modo pleno e definitivo em e por Cristo (cf Heb 1, 2-4): o Pai não tem “outra” Palavra para nos dar, porque nos deu a “única e a última” em Cristo (cf Jo 1, 1ss).

2. A Igreja recebeu o mandato de anunciar a todos os homens esta grande notícia: «Ide, portanto, e fazei que todas as nações se tornem discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28, 19). Os Apóstolos assim o entenderam e realizaram desde o dia de Pentecostes, enchendo Jerusalém (At cap. 1-5) e todo o mundo então conhecido (Livro dos Atos e Epístolas) com o anúncio de Cristo Morto e Ressuscitado para a nossa salvação.

3. A família cristã, Igreja doméstica, participa desta missão. Além disso, a família tem como primeiros e principais destinatários deste anúncio missionário os seus filhos e familiares, como o atestam as Cartas Pastorais paulinas e a praxe posterior. Os esposos santos e os pais cristãos de todos os tempos assim o viveram (pai de santa Teresa de Jesus, pai de santa Teresinha; tantos pais de hoje). À luz da feliz experiência da Igreja nas sociedades cristãs da Europa (quando a família realizou esta missão educadora com seus filhos) e à luz também das gravíssimas repercussões negativas que hoje se constatam (pelo abandono ou descuido desta missão), é preciso que a família volte a ser a primeira educadora da fé nestas nações – hoje já não cristãs de fato – nas quais se está afiançando a fé e nas quais se está implantando a Igreja. O principal apostolado missionário dos pais deve realizar-se em sua própria família, pois seria uma desordem e um anti-testemunho pretender evangelizar a outros, descuidando a evangelização dos nossos. Os pais transmitem a fé aos seus filhos com o testemunho de sua vida cristã e com sua palavra.

4. O núcleo central desta educação na fé é “o anúncio gozoso e vibrante de Cristo, Morto e Ressuscitado por nossos pecados”. Em íntima conexão com este núcleo se encontram as outras verdades contidas no Credo dos Apóstolos, nos sacramentos e nos mandamentos do decálogo. As virtudes humanas e cristãs fazem parte da educação integral da fé. (Hoje em dia não se pode quase nunca pressupor esta bagagem fundamental, nem sequer nos países chamados “cristãos” e nos casos em que os pais pedem os sacramentos de iniciação para os seus filhos, dada a grande ignorância religiosa e a escassa prática religiosa dos pais).

A família, educadora da verdade

do homem: o matrimônio e a família

Leitura bíblica: Gn 1, 26-28

1. A principal questão que a família de hoje deve encarar na educação cristã dos seus filhos não é religiosa mas principalmente antropológica: o relativismo radical ético-filosófico, segundo o qual não existe uma verdade objetiva sobre o homem e, por conseguinte, tampouco sobre o matrimônio e sobre a família. A mesma diferença sexual, manifestada na biologia do homem e da mulher, não se fundamenta na natureza, mas é um simples produto cultural, que cada um pode mudar. Com isso se nega e destrói a mesma possibilidade do matrimônio e da família.

2. O relativismo afirma também que Deus não existe e que nem é possível conhecê-lo (ateísmo e agnosticismo religioso), e tampouco existem normas éticas e valores permanentes. As únicas verdades são as que dimanam das maiorias parlamentarias.

3. Diante desta realidade tão radical e condicionante, a família tem hoje a inevitável tarefa de transmitir aos seus filhos a verdade sobre o homem. Como já ocorreu nos primeiros séculos, hoje é de capital importância conhecer e compreender a primeira página do Gênesis: existe um Deus pessoal e bom, que criou o homem e a mulher com igual dignidade, mas diferentes e complementares entre si, e deu-lhes a missão de gerar filhos, mediante a união indissolúvel de ambos em una caro, ou seja uma só carne (matrimônio). Os textos narram a criação do homem, evidenciando que o casal homem-mulher são – segundo o desígnio de Deus – a primeira expressão da comunhão de pessoas, pois Eva é criada semelhante a Adão como aquela que, em sua alteridade, o completa (cf. Gn 2, 18) para formar com ele uma só carne (cf. Gn 2, 24). Ao mesmo tempo, ambos têm a missão procriadora que os faz colaboradores do Criador (cf. Gn 1, 28).

4. Esta verdade sobre o homem e sobre o matrimônio tem sido conhecida também pela reta razão humana. De fato, todas as culturas reconheceram em seus costumes e leis que o matrimônio consiste só na comunhão de homem e mulher, apesar de que às vezes conheceram e admitiram a poligamia ou a poliginia. As uniões de pessoas do mesmo gênero foram consideradas sempre alheias ao que é o matrimônio.

5. São Paulo descreveu tudo isso com traços muito vigorosos em sua carta aos Romanos, ao escrever a situação do paganismo da sua época e a desordem moral em que havia caído por não querer reconhecer com a vida o Deus que havia conhecido com a razão (cf. Rm 1, 18-32). Esta página do Novo Testamento deve ser bem conhecida hoje pela família, para não edificar sua ação educadora sobre areia movediça. O desconhecimento de Deus leva também ao ofuscamento da verdade sobre o homem.

6. Os Padres da Igreja oferecem doutrina abundante e são um bom exemplo no modo de proceder, pois tiveram que explicar detalhadamente a existência de um Deus Criador e Providente, que criou o mundo, o homem e o matrimônio, como realidades boas; e combater as desordens morais do paganismo que causavam dano ao matrimônio e à família.

A família, educadora da dignidade e respeito de toda pessoa

Leitura bíblica: Jo 9, 1-11

1. A Igreja vê no homem, em cada homem, a imagem viva de Deus mesmo; imagem que encontra – e está chamada a descobrir cada vez mais profundamente – sua plena razão de ser no mistério de Cristo. Cristo nos revela a Deus em sua verdade; mas, às vezes, manifesta também o homem aos homens. Este homem recebeu de Deus uma incomparável e inalienável dignidade, pois foi criado à sua imagem e semelhança e destinado a ser filho adotivo. Cristo, com sua encarnação uniu-se, de alguma maneira, com todo homem.

2. Por ter sido feito à imagem de Deus, o ser humano tem a dignidade de pessoa: não é só alguma coisa, mas alguém. É capaz de conhecer-se, de dar-se livremente e de entrar em comunhão com outras pessoas. Esta relação com Deus pode ser ignorada, esquecida ou removida, mas jamais pode ser eliminada, porque a pessoa humana é um ser pessoal criado por Deus para relacionar-se e viver com Ele.

3. O homem e a mulher têm a mesma dignidade porque ambos são imagem de Deus e porque, além disso, se realizam profundamente reencontrando-se como pessoas através do dom sincero de si mesmos. A mulher é complemento do homem assim como o homem o é da mulher. Mulher e homem se complementam mutuamente, não só desde o ponto de vista físico e psíquico, mas também ontológico, pois só graças à dualidade do “masculino” e “feminino” se realiza plenamente “o humano”. É a “unidade dos dois” a que permite a cada um experimentar a relação inter-pessoal e recíproca. Alem disso, é só a esta “unidade dos dois” que Deus confia a obra da procriação e a vida humana.

4. Toda a criação foi feita para o homem. Em troca, o homem foi criado e amado por si mesmo. O homem existe como um ser único. É um ser inteligente e consciente, capaz de refletir sobre si mesmo e, por tanto, de ter consciência de si e dos seus atos.

5. A dignidade da pessoa humana – de toda pessoa humana – não depende de nenhuma instância humana, mas de seu mesmo ser, criado à imagem e semelhança de Deus. Ninguém, portanto, pode maltratar essa dignidade sem cometer uma gravíssima violação da ordem querida pelo Criador. Portanto, uma sociedade justa só pode realizar-se no respeito da dignidade transcendente da pessoa humana.

6. As pessoas com deficiências, apesar das suas limitações e dos sofrimentos gravados em seus corpos e faculdades, continuam sendo sujeitos plenamente humanos, titulares de direitos e deveres, que ninguém pode transgredir nem discriminar.

7. Os não nascidos são também pessoas desde o mesmo momento da sua concepção; e sua vida não pode ser destruída pelo aborto ou pela experimentação científica. Destruir a vida de um não-nascido, que é completamente inocente, é um ato de suprema violência e de gravíssima responsabilidade diante de Deus

A família, transmissora dos valores e virtudes humana

Leitura bíblica; Jo 1, 43-51

1. A família, nascida da íntima comunhão de vida e de amor conjugal fundada sobre o matrimônio entre um homem e uma mulher, é o lugar primário das relações interpessoais, o fundamento da vida das pessoas e o protótipo de toda organização social. Este berço de vida e de amor é o lugar apropriado no qual o homem nasce e cresce, recebe as primeiras noções da verdade e do bem onde aprende o que quer dizer amar e ser amado e, por conseguinte, o que quer dizer ser pessoa. A família é a comunidade natural onde se tem a primeira experiência e a primeira aprendizagem da sociabilidade humana, pois nela não só se descobre a relação pessoal entre o “eu” e o “você”, mas também se dá o passo ao “nós”. A entrega recíproca do homem e da mulher unidos em matrimônio, cria um ambiente de vida no qual a criança pode desenvolver as suas potencialidades, tomar consciência da sua dignidade e preparar-se para afrontar o seu destino único. Neste clima de afeto natural que une os membros da comunidade familiar, cada pessoa é reconhecida e responsabilizada na sua singularidade.

2. A família educa o homem segundo todas as suas dimensões rumo à plenitude da sua dignidade. É o âmbito mais apropriado para o ensinamento e transmissão dos valores culturais, éticos, sociais, espirituais e religiosos, que são essenciais para o desenvolvimento e bem-estar tanto dos seus próprios membros como da sociedade. De fato, é a primeira escola das virtudes sociais, que todos os povos necessitam. A família ajuda a que as pessoas desenvolvam alguns valores fundamentais que são imprescindíveis para formar cidadãos livres, honestos e responsáveis, por exemplo, a verdade, a justiça, a solidariedade, a ajuda ao débil, o amor aos outros por si mesmos, a tolerância, etc.

3. A família é a melhor escola para criar relações comunitárias e fraternas, frente às atuais tendências individualistas. De fato, o amor – que é a alma da família em todas as suas dimensões – só é possível se houver entrega sincera de si mesmo aos outros. Amar significa dar e receber o que não se pode comprar nem vender mas só presentear livre e reciprocamente. Graças ao amor, cada membro da família é reconhecido, aceitado e respeitado em sua dignidade. Do amor nascem relações vividas como entrega gratuita, e surgem relações desinteressadas e de solidariedade profunda. Como a experiência o demonstra, a família constrói cada dia uma rede de relações interpessoais e prepara para viver em sociedade em um clima de respeito, justiça e verdadeiro diálogo.

4. A família ajuda a descobrir o valor social dos bens que se possuem. Uma mesa, na que todos compartilham os mesmos alimentos, adaptados à saúde e à idade dos membros é um exemplo, simples mas muito eficaz, para descobrir o sentido social dos bens criados. A criança vai incorporando assim critérios e atitudes que o ajudarão mais adiante nesta outra família mais ampla que é a sociedade.

A família,

Aberta a Deus e ao próximo

Leitura bíblica: Ef 5, 25-33

1. O homem está feito à imagem e semelhança de Deus, para viver e conviver com Ele. Nem o ateísmo, nem o agnosticismo, nem a indiferença religiosa são situações naturais do homem e tampouco podem ser situações definitivas para uma sociedade. Os homens estamos ligados essencialmente a Deus, como uma casa o está com relação ao arquiteto que a construiu. As dolorosas conseqüências dos nossos pecados podem obscurecer este horizonte, mas cedo ou tarde sentimos a falta da casa e do amor do Pai do Céu. Acontece conosco o que aconteceu com o filho pródigo da parábola: não deixou de ser filho quando foi embora da casa do seu pai e, por isso, apesar de todos os seus extravios, terminou sentindo um desejo irresistível de voltar. De fato, todos os homens sentem sempre a nostalgia de Deus e têm a mesma experiência que santo Agostinho, mesmo que não sejam capazes de expressá-la com a mesma força e beleza com que ele o fez: “Fizeste-nos, Senhor, para Vós, e o nosso coração não descansará enquanto não descansar em Vós”.

2. Consciente desta realidade, a família cristã situa a Deus no horizonte da vida dos seus filhos desde os primeiros momentos da sua existência consciente. É um ambiente que eles respiram e assimilam. Isto os ajuda a descobrir e acolher a Deus, a Jesus Cristo, ao Espírito Santo e à Igreja. Com plena coerência, já desde o primeiro momento do seu nascimento, os pais pedem à Igreja o Batismo para eles e os levam com entusiasmo para receber as águas batismais. Depois os acompanham na preparação para a Primeira Comunhão e para a Confirmação e os inscrevem na catequese paroquial e buscam para eles o Colégio que melhor os educará na religião católica.

3. No entanto, a verdadeira educação cristã dos filhos não se limita a incluir a Deus entre as coisas importantes da vida dos filhos, mas também situa Deus no centro dessa vida, de forma que todas as outras atividades e realidades (a inteligência, o sentimento, a liberdade, o trabalho, o descanso, a dor, a doença, as alegrias, os bens materiais, a cultura, em uma palavra: tudo) estejam modeladas e regidas pelo amor a Deus. Os filhos têm que habituar-se a pensar antes de cada ação ou omissão: “o que Deus quer que eu faça ou deixe de fazer agora?” Jesus Cristo confirmou a fé e a convicção dos fiéis da Antiga Aliança, sobre o que eles consideravam “o grande mandamento”, quando respondeu ao doutor da lei que “o primeiro mandamento é este: amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, e com todas as tuas forças”.

4. Esta educação na centralidade do amor a Deus é realizada pelos pais sobretudo através das realidades da vida diária: rezando em família nas refeições, estimulando nos filhos a gratidão a Deus pelos dons recebidos, recorrendo a Ele nos momentos de dor em qualquer uma das suas formas, participando na missa dominical com eles, acompanhando-os para receber o sacramento da Reconciliação, etc.

5. A pergunta do doutor da Lei só incluía “qual é o primeiro mandamento”. Mas Jesus, ao responder-lhe, acrescentou: o segundo, semelhante a este é: “amarás o próximo como a ti mesmo”. O amor ao próximo, portanto, é “o seu mandamento” e “o distintivo” dos seus discípulos. Como concluía são João com fina psicologia: “Se não amamos o próximo a quem vemos, como vamos amar a Deus, a quem não vemos?”

6. Os pais devem ajudar os filhos a descobrir o próximo, especialmente o necessitado, e a realizar pequenos mas constantes serviços: compartilhar com os seus irmãos os brinquedos e presentes, ajudar os que são mais novos, dar esmola ao pobre na rua, visitar os familiares enfermos, acompanhar os avós e prestar-lhes pequenos serviços, aceitar as pessoas fazendo-os deixar de lado e perdoar as pequenas limitações e ofensas de cada dia, etc. Estas coisas, repetidas uma e outra vez, configuram a mentalidade e criam hábitos bons; para enfrentar a vida com a predisposição adquirida do amor aos outros, e fazê-los assim capazes de criar uma sociedade nova.

 

A família, formadora da reta consciência moral

Leitura bíblica: Ef 6, 1-17

1. O homem atual está cada vez mais persuadido de que a dignidade e vocação da pessoa humana requer que, guiado pela luz da sua inteligência, descubra os valores inscritos em sua natureza, os desenvolva sem cessar e os realize em sua vida, conseguindo assim um progresso cada vez maior. No entanto, em seus juízos sobre os valores morais, quer dizer, sobre o que é bom ou mau e, por isso, sobre o que deve fazer ou omitir, não pode proceder segundo o seu arbítrio pessoal. O homem, no mais profundo da sua consciência, descobre a presença de uma lei que ele não dita a si mesmo e à qual deve obedecer. Esta lei foi escrita por Deus no seu coração, de modo que, além de aperfeiçoar-se com ela como pessoa, será de acordo com esta lei que Deus o julgará pessoalmente.

2. Por conseguinte, não existe verdadeira promoção da dignidade do homem a não ser no respeito da ordem essencial da sua natureza. Certamente, mudaram e continuarão mudando muitas condições concretas e muitas necessidades da vida humana. No entanto, toda evolução dos costumes e todo gênero de vida devem manter-se dentro dos limites impostos pelos princípios imutáveis fundados sobre os elementos constitutivos e sobre as relações essenciais da vida humana; elementos e relações que encontram-se além das contingências históricas.

3. Estes princípios fundamentais, compreensíveis pela razão, estão contidos na lei divina, eterna, objetiva e universal, pela que Deus ordena, dirige e governa o mundo e os caminhos da comunidade humana segundo o desígnio de sua sabedoria e amor. Deus faz o homem partícipe desta sua lei, de modo que o homem possa conhecer mais e mais a verdade imutável. Além disso, Cristo instituiu a sua Igreja como coluna e fundamento da verdade e lhe deu a assistência permanente do Espírito Santo para que conserve sem erro as verdades de ordem moral e interprete autenticamente não só a lei positiva revelada mas também os princípios morais que brotam da mesma natureza humana e que dizem respeito ao desenvolvimento e perfeição do homem.

4. Muitos são hoje os que sustentam que a norma das ações humanas particulares não se encontra nem na natureza humana, nem na lei revelada, mas que a única lei absoluta e imutável é o respeito à dignidade humana. Ainda mais, o relativismo filosófico e moral nega que exista alguma verdade objetiva, tanto no plano do ser como no do atuar ético. Cada um teria a sua verdade, dado que cada um interpreta as coisas e as condutas segundo sua pessoal inteligência e consciência. A convivência obrigaria a uma verdade admitida por todos, em virtude de um consenso que nos faça possível viver em paz. Este é o fundamento das leis que saem dos Parlamentos democráticos. A Igreja não teria nada que dizer e se o faz irrompe em um terreno que não lhe corresponde e torna-se perigosa do ponto de vista democrático.

5. As conseqüências são funestas para a pessoa, a família e a sociedade. Assim se explica a justificação do aborto como um direito da mulher, as tentativas de legalizar a eutanásia, o controle artificial dos nascimentos, as leis cada vez mais permissivas do divórcio, as relações extraconjugais, etc.etc.

6. A família cristã tem o grandíssimo desafio de formar na verdade e na retidão a consciência moral dos seus filhos, respeitando escrupulosamente sua dignidade e liberdade, de modo que lhes ajude a formar uma consciência reta sobre as grandes questões da vida humana: a adoração e respeito a Deus Criador e Salvador, o amor aos pais, o respeito à vida, ao próprio corpo e ao dos outros, o respeito aos bens materiais e a honra do próximo, a fraternidade entre todos os homens, o destino universal dos bens da criação, a não discriminação por motivos religiosos, sociais ou econômicos, etc. Pontos firmes deste ensino são os preceitos do Decálogo e as Bem-aventuranças.

7. Os pais devem educar hoje a seus filhos com confiança e valentia nestes valores essenciais, começando pelo mais radical de todos: a existência da verdade e a necessidade de procurá-la e segui-la para realizar-se como homens. Outros valores chave hoje são o amor à justiça e a educação sexual clara e delicada que leve a uma valorização pessoal do corpo e a superar a mentalidade e a praxe que o reduz a objeto de prazer egoísta.

8. Condição fundamental desta educação é criar nos filhos amor e sintonia com a Igreja e, mais em particular, com o Papa, os bispos e os sacerdotes; para que vejam neles a preocupação de uma boa mãe que os ama e só deseja ajudar-lhes a viver de modo reto e digno neste mundo e gozar da contemplação de Deus na Glória.

A família, primeira experiência de Igreja

Leitura da Bíblia: Atos 2, 36-47

1. A Igreja, Povo de Deus, Corpo Místico de Cristo e Templo do Espírito é sinal e instrumento universal de salvação pelo tríplice ministério da evangelização, a celebração e a vivência da caridade. Graças ao ministério evangelizador, a Igreja proclama a grande Boa Nova de que «Deus quer que todos os homens se salvem» e que para isso enviou o seu Filho Único ao mundo. Pelo ministério dos sacramentos da iniciação, incorpora novos membros, os robustece e os alimenta; detrás dos sacramentos de cura, os cura de seus pecados e os alivia na enfermidade; pelos sacramentos da Ordem e do Matrimônio assegura cuidado eficaz de si mesma e da sociedade. Pela vivência da caridade, constrói a fraternidade dos filhos de Deus e faz-se fermento da sociedade humana.

2. A família é a primeira experiência de Igreja que recebe uma pessoa, pois nela a pessoa recebe uma primeira e elementar iniciação à fé, recebe os sacramentos mais importantes e tem a primeira experiência da caridade.

3. De fato, nascendo, os pais levam seus filhos para serem batizados e se comprometem a educar-lhes para que possam receber a Primeira Comunhão e a Confirmação, iniciando-lhes assim no mistério de Cristo e da Igreja. Quando já têm a capacidade de entender algo, ensinam-lhes as primeiras orações, abençoam os alimentos com eles, usam sinais religiosos, e iniciam-lhes nos primeiros passos do amor à Virgem Santíssima. Quando já são capazes de compreender algo, lêem com eles a Palavra de Deus e a explicam de uma maneira singela e acessível. No momento de assumir as responsabilidades de sua vocação pessoal: matrimonial, sacerdotal, religiosa, ou celibatária no meio do mundo, estão com eles. Desde o mesmo momento do seu nascimento, mostram-lhes um imenso carinho e uma constante dedicação, sobretudo, quando estão doentes ou têm alguma má formação ou deficiência física e/ou psíquica.

4. Uma experiência particularmente intensa de Igreja em família acontece quando pais e filhos participam na Missa do domingo. Nela, ao reunir-se com outras famílias e outros irmãos na fé, escutam a Palavra de Deus, rezam pelas necessidades de todos os necessitados e se alimentam de Cristo imolado por nós. A fé cresce e se desenvolve com estas experiências tão bonitas que dão sentido à vida ordinária, infundem paz no coração.

5. Em família também se vivem experiências especiais da Igreja na sua dimensão apostólica em alguns momentos particulares, p.e.: o Dia da Santa Infância, o Domund, a Campanha da Fome, a ajuda à países subdesenvolvidos ou afetados por terremotos, ciclones, grandes acidentes, etc.

Colaboradores da família: a paróquia e a escola

Leitura da Bíblia: Lc 6, 6-11

1. A educação cristã procura, certamente, a maturidade da pessoa humana, mas busca, sobretudo, que os batizados façam-se cada dia mais conscientes do dom recebido da fé; aprendam a adorar a Deus Pai em espírito e em verdade (cf. Jo 4, 23), sobretudo, na ação litúrgica; formem-se para viver segundo o homem novo na verdadeira justiça e santidade (cf. Ef 4, 22-23) e assim cheguem ao homem perfeito na idade da plenitude de Cristo (cf. Ef 4, 13) e contribuam ao crescimento do Corpo Místico; acostumem-se a dar testemunho da esperança que há neles (cf. 1Pe 3, 15) e contribuam eficazmente à configuração cristã do mundo (cf. Gravissimum educationis, 2).

2. Os pais, ao dar a vida a seus filhos, assumem a grave obrigação de educar-lhes e, ao mesmo tempo, recebem o direito de ser seus primeiros e principais educadores. A eles corresponde, portanto, formar um ambiente familiar animado pelo amor e pela piedade com Deus e com os homens, que favoreça a educação integral dos filhos. Por isso, a família é, como já se disse nas catequeses anteriores, a primeira escola das virtudes sociais que todas as sociedades necessitam, o espaço onde os filhos aprendem desde os primeiros anos a conhecer e adorar a Deus e amar ao próximo, o âmbito onde tem-se a primeira experiência da sociedade humana e da Igreja, e o meio mais eficaz para introduzir os filhos na sociedade civil e no Povo de Deus. A transcendência da família cristã é, pois, realmente extraordinária para a vida e o progresso da Igreja; tanto que, quando falta, é muito difícil supri-la.

3. Mas a família não dá conta de si mesma para realizar sua missão. Necessita a ajuda do Estado. É obrigação da sociedade civil tutelar os direitos e deveres dos pais e dos que intervêm na educação, colaborar com eles, completar –quando não é suficiente o esforço dos pais e de outras sociedades – a obra da educação segundo o princípio de subsidiariedade, atendendo aos desejos dos pais, e criar escolas e institutos próprios conforme o exija o bem comum. O Estado, portanto, antes que ser antagonista ou entrar em conflito com os pais, deve ser seu melhor aliado e colaborador, contribuindo em tudo, e só no que os pais não podem contribuir, e fazê-lo na direção que indiquem os pais. Esta colaboração leal e eficaz tem que dar-se também nos professores de todos os centros de educação, sejam privados ou públicos. Desta colaboração sairão beneficiados os filhos, em primeiro lugar; mas também a mesma sociedade e a escola, porque esses filhos serão amanhã melhores cidadãos e muitos deles farão verdadeiras contribuições ao progresso da escola.

4. A família também necessita da paróquia. Os pais, de fato, realizam a educação na fé, sobretudo, pelo testemunho da sua vida cristã, especialmente pela experiência de amor incondicional com que amam os filhos e pelo amor profundo que estes têm entre si; o qual é um sinal vivo do amor de Deus Pai. Além disso, segundo a sua capacidade, estão chamados a dar uma instrução religiosa, geralmente de caráter ocasional e não sistemático, à qual levam a bom termo descobrindo a presença do mistério de Cristo Salvador do mundo nos acontecimentos da vida familiar, nas festas do ano litúrgico, nas atividades que os meninos realizam na escola, na paróquia e nos agrupamentos, etc. Entretanto, necessita a ajuda da paróquia, porque a vida de fé vai madurando nos filhos na medida em que se vai incorporando, de uma maneira consciente, na vida concreta do Povo de Deus, o que acontece sobretudo na paróquia. É aí onde o menino e o adolescente, primeiro, e depois o adulto, celebra e se alimenta com os sacramentos, participa da Liturgia e se integra em uma comunidade dinâmica de caridade e apostolado. Por isso, a paróquia tem que ficar sempre ao serviço dos pais – não ao contrário -, especialmente nos sacramentos de Iniciação cristã.

5. Família, escola e paróquia são três realidades que ficam integradas e unidas pela educação que devem receber os filhos. Quanto maior seja a mútua colaboração e intercâmbio, e mais afetuosas sejam as relações, mais eficaz será a educação dos filhos.

A família e o modelo de Nazaré

Leitura da Bíblia: Lc 2, 41-52

1. As notícias que nos transmitiram os Evangelhos sobre a família de Nazaré são escassas, mas muito ilustrativas.

2. É uma família constituída sobre a base do matrimônio entre José e Maria. Eles estiveram realmente casados, como assinalam São Mateus e São Lucas; e viveram assim até o falecimento de José. Jesus foi filho verdadeiro de Maria. São José não foi o pai natural –porque não o gerou- nem adotivo, mas suposto, quer dizer: considerado pelos vizinhos de Nazaré como pai de Jesus, devido a que as pessoas ignoravam o mistério da Encarnação e a que são José estava casado com Maria. Esta realidade tem hoje grande importância, devido às legislações civis e à cultura ambiental, tão favoráveis à uniões de fato, à uniões meramente civis, a outras formas de uniões, ao divórcio, etc. A família de Nazaré apresenta-se hoje como exemplo de casal formado por um homem e uma mulher, unidos por amor de uma forma permanente e com uma dimensão pública.

3. A família de Nazaré viveu como uma família a mais desse povo. Quer dizer, de uma maneira singela, humilde, pobre, trabalhadora, amante das tradições culturais e religiosas da sua nação, profundamente religiosa e afastada dos centros de poder religioso e civil. Um viajante que visitasse Nazaré e desconhecesse os fatos que nós conhecemos, não encontraria nenhum detalhe que distinguisse a Sagrada Família do resto das famílias: nem na casa que usavam, nem no modo de vestir, nem na comida, nem na participação dos atos religiosos que se celebravam na sinagoga, nem em nada. Deus nos quis revelar que a vida cotidiana é o lugar onde Ele nos espera para que lhe amemos e realizemos seu projeto sobre nós. O segredo é viver «essa» vida com o mesmo amor e perseverança que a sagrada Família.

4. Os Evangelhos não elucidam a profissão que exerceu são José: ferreiro, carpinteiro, artesão, … Por outro lado, assinalam claramente que era um trabalhador manual e que ganhava a vida trabalhando. Maria se dedicava, como todas as mulheres casadas, a moer e cozer o pão de cada dia, atender os trabalhos domésticos do lar e fazer pequenos serviços aos outros. De Jesus não dizem nada, mas deixam entender que ajudava à Maria e, mais tarde, a são José nos seus trabalhos manuais. A família de Nazaré viveu o que hoje chamamos «o evangelho do trabalho»; quer dizer: o trabalho como realidade maravilhosa que dá uma participação na obra criadora de Deus, que serve para tocar o barco da própria família e ajudar a outros, e para santificar-se e santificar por meio dele. Também nisto é um modelo perfeito para a família atual. Muitas continuam vivendo igual a ela e outras, apesar do trabalho da mulher fora do lar e da tecnificação das tarefas domésticas continua sendo fundamentalmente igual.

5. A família de Nazaré era uma família israelita profundamente crente e praticante. Como faziam o resto das famílias piedosas, rezavam sempre em cada comida, iam cada semana a escutar a leitura e a explicação do Antigo Testamento na sinagoga, subiam a Jerusalém para celebrar as festas de peregrinação, como a da Páscoa e a de Pentecostes, rezavam três vezes por dia o famoso «Escuta, ó Israel». A bênção da mesa na hora das comidas, a participação semanal na missa do domingo e a leitura da Sagrada Escritura continuam sendo fundamentais para que a família cristã realize sua missão educadora.

6. A família de Nazaré vivia tudo centrada em Deus: Deus era tudo para ela. Quando noivos ainda, José confiou em Deus, quando lhe revelou por meio do anjo que a gravidez de Maria era por obra do Espírito Santo. Casados, Maria e José tiveram que ouvir do filho, que acabavam de encontrar, depois de dias de angustiosa busca, estas palavras: «por que me buscavam? Não sabiam que devo ocupar-me das coisas de meu Pai?» Eles não o entenderam, mas o aceitaram e tentaram encontrar o seu sentido. Maria, por outro lado, não tropeçou na fé quando viu seu filho cravado na cruz como um criminoso e derrotado pelos chefes do povo. A família cristã, cuja vida é sempre um quadro de luzes e sombras, encontra a paz e a alegria quando sabe ver a Deus nisso também, ainda que não consiga compreendê-lo.

A família, destinatária e agente da nova evangelização

Leitura da Bíblia: Atos 18, 23-28

1. «A futura evangelização depende em grande medida da Igreja doméstica» (Discurso de João Paulo II à III Assembléia geral dos bispos da América Latina, 1979). Mais ainda, «a família é o coração da Nova Evangelização» (Evangelium Vitae, 92). A história da Igreja o confirma desde as suas origens. Um caso típico é o de santo Agostinho, convertido pela graça de Deus implorada com as lágrimas abundantes de sua mãe, Santa Mônica. A família realiza «sua missão de anunciar o evangelho, principalmente por meio da educação dos filhos» (EV 92).

2. A missão evangelizadora da família está enraizada no Batismo e recebe uma nova forma com a graça sacramental do matrimônio.

3. A tarefa evangelizadora da família cristã se faz especialmente necessária e urgente nos lugares onde uma legislação anti-religiosa pretende inclusive impedir a educação na fé, ou onde cresceu a incredulidade ou penetrou o secularismo até o ponto de fazer virtualmente impossível uma verdadeira crença religiosa. Essa geografia se encontra principalmente nos países comunistas e ex-comunistas e nos países do assim chamado primeiro mundo. A Igreja doméstica é o único âmbito onde os meninos e os jovens podem receber uma autêntica catequese sobre as verdades mais fundamentais.

4. A família tem um modo específico de evangelizar, feito não de grandes discursos ou lições teóricas, mas mediante o amor cotidiano, a simplicidade, a concreção e o testemunho diário. Com esta pedagogia transmite os valores mais importantes do Evangelho. Mediante este método, a fé penetra como por osmose, de uma maneira tão imperceptível mas tão real, que inclusive converte a família no primeiro e melhor seminário de vocações ao sacerdócio, à vida consagrada e ao celibato no meio do mundo.

5. O serviço dos cônjuges e pais cristãos a favor do Evangelho é essencialmente um serviço eclesiástico. Quer dizer, está enraizado e derivado da única missão da Igreja e está orientado à edificação do Corpo de Cristo. Por isso, o ministério de evangelização da família tem que estar em comunhão e harmonizar-se responsavelmente com os serviços de evangelização e catequese da diocese e da paróquia.

6. Este caráter eclesiástico requer que a missão evangelizadora da família cristã possua uma dimensão missionária e católica, em plena conformidade com o mandato universal de Cristo: «Ide pelo mundo inteiro e pregai o Evangelho a toda criatura» (Mc 16, 15) Por isso, até mesmo é possível que alguns pais sintam a urgência de levar o Evangelho de Cristo «até os limites da terra», como ocorreu nas primeiras comunidades cristãs. De qualquer modo, dentro do mesmo âmbito familiar deve se realizar uma atividade missionária, anunciando o Evangelho aos familiares não crentes e afastados ou em relação às famílias que não vivem com coerência o matrimônio.

7. A família cristã se faz comunidade evangelizadora na medida em que acolhe o Evangelho e o amadurece na fé. «Como a Igreja, a família deve ser um espaço onde o Evangelho é transmitido e onde este se irradia. Dentro, pois, de uma família consciente desta missão, todos os membros que evangelizam são evangelizados. Os pais não só comunicam aos filhos o Evangelho, mas ao mesmo tempo, recebem deles este Evangelho profundamente vivido…Uma família assim se faz evangelizadora de outras famílias e do ambiente no qual vive» (EM 71).

Fontes:

– Vaticano II: Constituições Lumen gentium e Gaudium et Spes; declaração Gravissimum educationis
– Paulo VI: Humanae vitae
– João Paulo II: Familiaris consortio; Gratissimam sane; Evangelium Vitae
– Bento XVI: Vários discursos alusivos à família
Catecismo da Igreja Católica
Compêndio da Doutrina Social da Igreja



As relações

e os valores Familiares 

Segundo a Bíblia.





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A Família Segundo a Bíblia.


As relações e os valores

Familiares Segundo a Bíblia.


1º tema: Reflexão da Palavra.



Efésios 5, 21 a 33


21. Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo. 33. Em resumo, o que importa é que cada um de vós ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher respeite o seu marido. 32. Este mistério é grande, quero dizer, com referência a Cristo e à Igreja. 22. As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, 23. pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador. 24. Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos. 25. Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, 26. para santificá-la, purificando-a pela água do batismo com a palavra, 27. para apresentá-la a si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível. 28. Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. 29. Certamente, ninguém jamais aborreceu a sua própria carne; ao contrário, cada qual a alimenta e a trata, como Cristo faz à sua Igreja – 30. porque somos membros de seu corpo. 31. Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois constituirão uma só carne (Gn 2,24).



A Palavra de Deus que é a Bíblia Sagrada nos mostra no princípio de tudo a formação da Família, este versículo (Gn 2, 24) é exatamente a constituição da Família que na verdade sem ela não existiria humanidade porque não existiria a procriação da espécie que depende 100% de uma Família bem constituída.

Desde o princípio até o final da Bíblia Deus se refere à Família e a põe como exemplo e modelo até mesmo de sua Igreja que será eterna.

Os versículos acima citam uma noiva que será buscada pelo Noivo, uma Noiva pura, sem ruga e sem mácula que será desposada pelo Filho de Deus que é Jesus, esta Noiva é identificada como a Igreja, mas ao mesmo tempo ela prefigura um Matrimônio perfeito, onde não há infidelidade, engano, mentira ou dissolução.

Deus cita a união da Igreja como um exemplo de Matrimônio perfeito ou será que cita um Matrimônio para que entendamos o que realmente ele espera de nós como filhos e Fieis em sua Igreja ?

Qualquer que seja a resposta, a verdade é que para Deus o Matrimônio é a menina dos olhos de Deus e para Ele não existe nada mais importante na face da terra.

Muitos dizem apenas que Deus escolheu uma mulher chamada Maria para ser Mãe de Jesus, mas a Bíblia é bem clara referente a este chamado, Deus não escolheu Maria apenas, Ele escolheu o Casal (Maria e José) ou será que nos esquecemos que eles já eram casados e para Deus existe apenas uma só carne após o Matrimônio, tanto é que ele mando o anjo à casa de uma jovem (DESPOSADA) chamada Maria, ou seja o fato dela ser casada era uma das qualidades que Deus precisava para que ela fosse Mãe de seu Filho Jesus nesta terra.

Deus poderia ter enviado Jesus assim como Ele enviou vários Anjos para nos dar uma mensagem, poderia ter escolhido Maria para ser mãe solteira, mas não, porque o Matrimônio de Maria com José era uma prerrogativa essencial deste chamado e desta missão Divina.

O Casamento em Caná da Galileia é mais uma prova deste amor de Deus pelo Matrimônio, foi em um casamento que Deus escolheu para que Jesus se manifestasse pela primeira vez neste mundo e foi lá que Ele declarou evidentemente que sua prioridade antes de mais nada é a vida familiar cheia de paz e alegria, fato demonstrado pela quantidade excessiva de água transformada em VINHO.

Portanto não há como negar que através do Sacramento do Matrimônio Deus realiza maravilhas na vida do casal e nos dá a capacidade de vencer todas as dificuldades de uma vida a dois, mas muitas vezes muitos casais que não se abriram completamente ao Matrimônio não entendem como um homem e uma mulher tão diferentes entre si conseguem se amar e viver uma vida inteira juntos.

Este é o segredo da Unidade que Deus realiza através deste Sacramento e como todo Sacramento Ele também é um presente, um presente prá você que precisa ser aceito de todo coração, não apenas aceito e guardado na gaveta do armário da cozinha ou do guarda-roupa, mas colocado em prática no seu dia a dia da vida Familiar.





O Monge e o Escorpião.



Amar seu ofensor é uma questão de natureza !


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Um monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então à margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.

– Mestre deve estar muito doente!

– Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso?

– Que se afogasse!

– Seria um a menos!

– Veja como ele respondeu à sua ajuda, picou a mão que o salvara!

– Não merecia sua compaixão!

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu:

– Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha.


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Amai os vossos Inimigos…

(São Mateus 5,44)

Esta historinha tão simples nos diz exatamente o que está dizendo, não importa quantos problemas enfrentarmos no mundo ou quantos inimigos encontrarmos pela frente, a nossa atitude deverá sempre refletir o nosso eu interior, ou seja, aquilo que somos de verdade.

Por isso muitas vezes em situações extremas acabamos revelando em nós uma pessoa que não conhecíamos e depois não conseguimos o perdão daqueles que possam ter sido ofendidos pela nossa explosão.

Precisamos controlar nossas atitudes e principalmente nosso temperamento explosivo, para isso acontecer precisamos aceitar em primeiro lugar está hipótese acima, “É meu dever salvar meu inimigo quando ele estiver em dificuldades, não por ele, mas por mim mesmo, que salvaria a qualquer um, por ser a minha natureza.” Quando aceitarmos realmente esta condição e provarmos para nós mesmos que esta é a maneira mais correta de agir, mesmo que você não fale ou comente com ninguém, quando a situação ocorrer, você a executará automaticamente sem perceber, e aquela opinião, “Se meu Inimigo estiver se afogando, devo afundá-lo ainda mais…” deverá ser apagada completamente de seu Coração definitivamente.

Esta atitude, é o que Cristo nos ensina com a História do filho pródigo, Jesus quis falar para os Judeus que eles deveriam receber seus irmãos que haviam se afastado, ficando de fora da promessa do Pai, porque, como cremos, Jesus estava prometendo seu Espírito Santo não somente para os Judeus, que eram, até aquele dia, o povo de propriedade exclusiva de Deus e únicos herdeiros da promessa. Em varias outras passagens Jesus demonstra que seu reino é para todos “Também os não Judeus e não Circuncidados” isto significa que este presente do Pai: é para mim e também para você.

Aquele Irmão mais velho demonstrou uma atitude de ódio e não queria perdoar seu irmão “pródigo”, a parábola termina sem uma definição da história, não mostra se o filho mais velho entrou ou não em casa para festejar com seu irmão, isto porque esta atitude deverá ser tomada por mim e por você no dia de hoje.

Vemos nas cartas de São Paulo, que muitos discípulos queriam ensinar as palavras de Jesus somente para os Judeus “Os Santos”, outros queriam Circuncidar os convertidos os transformando primeiro em Judeus, para depois os Batizar tornando-os herdeiros das promessas Divinas, uma atitude clara de que não haviam entendido ainda a parábola do filho pródigo, e apesar de serem convertidos e cheios do Espírito Santo, continuavam agindo com ódio e rancor em seus corações, evitando evangelizar os escorpiões, que também mereciam ser salvos.


 porcoespinhoComo perdoar e aceitar aquele que nos ofende ? O Pai perdoou seu filho, nos mostrando claramente o que é o verdadeiro perdão. Perdoar e esperar e receber com alegria e com festa aquele que me ofendeu, é lhe restituir a dignidade e devolver o lugar que lhe pertence dentro do seu coração.

Uma grande novidade do evangelho de Jesus é justamente esta, o bem é para ser dado também para os maus, os doentes, os rejeitados, os bandidos, os esquecidos, os moribundos, os inimigos, enfim todos aqueles de quem as vezes queremos fugir e não nos aproximar, ainda diz Jesus, mesmo que seja apenas um copo d’água a ser oferecido e entregue a qualquer um destes pequeninos, serão dados a mim mesmo.

Estava vendo um clip de uma Santa Missa no Vaticano, com milhares de pessoas, selecionaram alguns privilegiados, e estes iriam comungar diretamente com o Próprio Papa, é uma honra tamanha e digna de se guardar na memória, tanto é assim que foi fotografado, um a um, e três câmeras em ângulos diferentes registravam aquelas cenas que jamais se repetiriam.

Quem não gostaria de estar naquela fila ? Quem não gostaria de receber o Papa em sua casa ? Quem não lhe daria um copo d’água se ele lhe pedisse? Quem não lhe hospedaria e moveria mundos e fundos, mesmo que não tivesse dinheiro, para lhe fazer um grande banquete digno de uma personalidade tão ilustre?

Diríamos, “Estou recebendo o próprio Cristo na Pessoa do Papa”, seria a mais pura verdade, mas devemos relembrar o fato de que Jesus no ventre de sua Mãe não foi recebido em nenhuma casa no dia que chegou a este mundo.

Porque não foi reconhecido ?

Porque não sabiam que era Ele ?

Porque então o mataram se sabiam que era Ele ?

É melhor não saber quem é Jesus e fazer o que for preciso para qualquer um o que pretenderíamos fazer para o próprio Jesus, ele é muito modesto e lhe pede apenas um copo d’água, não pede um grande banquete, nasce numa manjedoura e prefere duas moedinhas do que um saco cheio de dinheiro, nem vou dizer que a recompensa por estes simples gestos, será um grande banquete celestial e uma vida eterna ao lado do Pai de Amor.





buda-barrouro o-maior-tesouro-do-mundo Amigo Fiel
MILAGRE DE LANCIANO JESUS FALA COM NICODEMOS.

MENSAGEM NO SLAIDSHARE – BAIXE PARA VER OS EFEITOS.



AS 7 VERDADES DO BAMBU.


Pe. Leo escreve em

“Buscai as coisas do alto”

As sete verdades do bambu – Slaid.PPT


Padre_Bambu


bambu Homenagem a Padre Leo em PPS.

As sete Verdades

Do Bambú

Homenagem

a Padre Léo


Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:

_ Vovô, corre aqui! me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, caiu com vento e com a chuva, e este bambu tão fraco continua de pé?

_ Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.


Bambu


A primeira verdade que o bambu nos ensina e a mais importante: humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus e na oração.

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sozinho? Apenas quando é novo, mas, antes de crescer, ele permite que nasçam outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. E estão sempre grudados uns nos outros, tanto que, de longe, parecem uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós` ( e não de eu`s). Como ele é oco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a DEUS que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

A sexta verdade é que o bambu é oco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preencha, que roube nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser oco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.

Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o titulo do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.



Créditos: Retirado do livro

(Padre Léo)

Buscai as coisas do alto”

As sete verdades do bambu ppt

Padre Leo Conta a estória do Papagaio Marrom.


bambu Homenagem a Padre Leo em PPS.

A Samambaia e o Baubú – PPS

Homenagem

a Padre Léo



http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg

Verdades & Segredos ocultos !



Um segredo nem sempre é uma verdade, mas quando uma verdade se torna um segredo, ela corre o grave risco de se tornar apenas uma lenda, se não for totalmente esquecida.

A unica maneira de reencontrar esta verdade seria revelando o que estava oculto atrás deste tão bem guardado segredo que muitas vezes pode até estar escondendo um enorme tesouro.



Siga a História.


Estava em fase de projeto a construção de uma rodovia muito importante na Tailândia e em seu trajeto mais viável existia um pequeno templo sem muita importância a não ser pelo seu valor histórico.  Haviam varias opções de trajeto e desvios para a estrada, mas a melhor alternativa e mais econômica seria a retirada do templo do caminho só que em seu interior existia uma relíquia histórica.

Para preservar o templo, a relíquia e a história, decidiram desmanchá-lo e reconstruir em outro local próximo.   Para mudá-lo de lugar deveriam transportar também uma enorme Estátua de Barro a fim de preservar a arte e a religiosidade histórica dos monges Thailândeses.

Jack Canfield – Canja de galinha para a alma pg. 81.

No outono de 1988, minha esposa Georgia e eu fomos convidados a fazer uma palestra sobre auto-estima e desempenho máximo numa conferência em Hong Kong. Como nunca havíamos estado no Extremo Oriente, decidimos estender nossa viagem e visitar a Tailândia. Em Bangkok, fizemos uma visita aos mais famosos templos budistas da cidade.



Wat Traimit     Logotipo do Flickr. Se clicar nele, você vai para a página inicial     Galeria de Heaven`s Gate (John)


Um deles deixou uma indelével impressão em nossos corações e mentes. Chama-se o “Templo do Buda de Ouro”. O templo em si é muito pequeno, provavelmente não mais do que 10 x 10 metros. Mas, ao entrarmos, ficamos atordoados com a presença de um Buda de ouro maciço. de 3,5 metros de altura. Ele pesa mais de duas toneladas e meia, e está avaliado em aproximadamente cento e noventa e seis milhões de dólares! Foi uma visão extremamente impressionante – o Buda de ouro maciço, gentil e bondoso, embora imponente, sorrindo para nós. Enquanto estávamos envolvidos com as atividades normais dos turistas (tirar fotografias e fazer exclamações de admiração diante da estátua), caminhei até uma vitrine que continha um pedaço de barro com cerca de oito polegadas de espessura por doze polegadas de largura. Ao lado da vitrine havia uma página datilografada descrevendo a história desta magnífica peça de arte. Nos idos de 1957, um grupo de monges de um monastério precisava transferir um Buda de barro de seu templo para um novo local. O monastério teria que ser transferido para ceder espaço à construção de uma auto-estrada que atravessaria Bangkok. Quando o guindaste começou a suspender o ídolo gigantesco, seu peso era tamanho que ele começou a rachar. E, como se isso não bastasse, começou a chover. O monge superior, que estava preocupado com os danos que pudessem ocorrer ao Buda sagrado, resolveu devolver a estátua ao chão e cobri-la com um grande encerado de lona para protegê-la da chuva.


Bankok golden buddhaBankok golden buddha

Mais tarde, naquela noite, o monge foi verificar como estava o Buda. Acendeu sua lanterna sob o encerado para ver se o Buda continuava seco. Conforme a luz incidiu sobre a rachadura, o monge notou um pequeno brilho e achou estranho. Ao olhar mais de perto o reflexo da luz, perguntou-se se poderia haver algo sob o barro. Foi buscar um cinzel e um martelo no monastério e começou a retirar o barro. À medida que derrubava fragmentos do barro, o pequeno brilho se tornava maior e mais forte. Muitas horas de trabalho se passaram até que o monge se deparou com o extraordinário Buda de ouro maciço.

Os historiadores acreditam que algumas centenas de anos antes da descoberta do monge, o exército dos birmaneses estava prestes a invadir a Tailândia (chamada então de Sião). Os monges siameses, percebendo que seu país seria logo atacado, cobriram seu precioso Buda de ouro com uma camada externa de barro, a fim de evitar que seu tesouro fosse roubado pelos birmaneses. Infelizmente, parece que os birmaneses massacraram todos o monges siameses, e o bem-guardado segredo do Buda de ouro permaneceu intacto até aquele fatídico dia em 1957.

Voltando para casa no avião da Cathay Pacifica Airlines, pensei comigo mesmo: “Somos todos como o Buda de barro, recobertos por uma concha de resistência criada pelo medo e ainda assim, dentro de cada um de nós, há um ‘Buda de ouro’ ou uma ‘essência de ouro’, que é o nosso eu verdadeiro. Em algum lugar ao longo do caminho, entre as idades de dois e nove anos, começamos a encobrir nossa ‘essência de ouro’, nosso eu natural. E, assim como o monge, com o martelo e o cinzel, nossa tarefa agora é descobrir mais uma vez a nossa verdadeira essência.”



Na Sequencia vemos:

Uma reflexão sobre o segredo

que habita em cada um de nós.


PRESENTEPRAVOCE
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg?w=130&h=120

Jesus Te Ama – Presentepravoce



Jesus te ama


O Pai lhe oferece um presente que somente você poderá receber, nem procurador, nem tutor, nem qualquer outra pessoa poderá receber aquilo que o Pai tem reservado para aquele que o Ama de todo coração. (I Cor. 2,9). Portanto a sua parte da herança estará reservada e seu lugarzinho no céu estará preparado. (João 14,3) Digo vos: O Pai amou tanto o mundo que doou seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3,16) … Se creres, verás a Glória de Deus !… (João 11,40).

Abaixo estarão selecionados Link’s com os principais temas hospedados neste blog, caso você prefira há nas laterais a lista dos Post’s mais acessados e a relação dos assuntos abordados neste Blog.



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Jesus é o Mesmo
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Jesus é Misericordioso

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INDICAÇÕES ALEATÓRIAS DIVERSAS 


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grupo de oração


COMO UMA BOMBA



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TEMAS SOBRE A ÉPOCA DO ADVENTO, NATAL E FIM DE ANO.



Natal
Papel_de_carta_mensagem Imagens_arvores_de_Natal


Natal

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NAMORO FRANCISCO E CLARA

grupo de oração

APARECIDA

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

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MILAGRE DE LANCIANO

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OLHA O URSO http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dengue.jpg http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/cristo-maravilha.jpg

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CHÁCARA JEUS CURA



 





Temas da Canção nova FOI DEUS


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PRESENTEPRAVOCE


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PADRE LEO HISTÓRIAS DO PADRE LEO


Repouso_no_espirito_santo

Leilão de obras de arte, O Filho !


Quando se fala de Obras de arte, logo imaginamos uma imensa mansão chique e requintada, porém nem sempre uma obra de arte muito famosa que hoje valeria milhões, foi capaz de deixar seu autor rico e famoso antes de morrer.

Por isso como podemos julgar qual seria a obra mais valiosa ?

Somente um leilão para avaliarmos o valor de algo tão maravilhoso.


O Filho!

… dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três.

Vendido!


Um Milionário e seu filho tinham grande paixão pelas artes.


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Tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso até Rafael.

Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte.

Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra. Foi muito valente, mas morreu na batalha, quando resgatava outro soldado.

O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho. 

Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta. Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao pai: “O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida; ele salvou muitas vidas naquele dia e estava me levando a um lugar seguro quando uma bala lhe atravessou o peito, morrendo instantaneamente.


Pintura_soldado


Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes.”O rapaz estendeu os braços para entregar a tela: “Eu sei que não é muito, e eu também não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto.”O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado.


O FILHO

O Filho.


Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura.O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura.

Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente.”

O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria.   O homem morreu alguns meses mais tarde e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte. Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte.

Em exposição estava o retrato do filho.

O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão: “Começaremos o leilão com o retrato “O FILHO”.

Quem oferece o primeiro lance?

Quanto oferecem por este quadro?

Um grande silêncio… Então um grito do fundo da sala:

Queremos ver as pinturas famosas!!!

Esqueça-se desta!!!!

O leiloeiro insistiu:

Alguém oferece algo por essa pintura??

R$100? R$200?…”Mais uma vez outra voz:

– Não viemos por esta pintura, viemos por Van Gogh, Picasso…



VG[1]


Vamos às ofertas de verdade.

Mesmo assim o leiloeiro continuou…  – Quem leva O FILHO?”

Finalmente, uma voz: “Eu dou R$10,00 pela pintura.

– Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer.

– Temos R$10,00! Quem dá R$20,00?” gritou o leiloeiro.

As pessoas já estavam irritadas, não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para sua coleção. Então o leiloeiro bateu o martelo:

– Dou-lhe uma, dou-lhe duas, vendido por R$10,00 !!!”

– Agora, vamos começar com a coleção!” Gritou um.

O leiloeiro soltou seu martelo e disse:

– Sinto muito damas e cavalheiros, mas o leilão chegou ao eu final”.

– Mas, e as pinturas? ”Perguntaram os interessados.

“Eu sinto muito”, disse o leiloeiro, “quando me chamaram para fazer o leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono.” “Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento.

Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as suas posses, inclusive as famosas pinturas.

– O homem que comprou O FILHO fica com tudo!.”

Veja alguns slaid’s individuais: 

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Autor desconhecido


 


MENSAGENS CRISTÃS EM PPS. POWER POINT


PEGADAS NA AREIA

Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu seu filho único para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. (S. João 3,16)


Jesus completa todas as graças do Pai, nele se encontra a verdadeira vida, é Ele a nossa Salvação e a fonte de água viva que saciará a nossa sede definitivamente, tudo que o Pai nos deu é bom e agradável a nossos olhos, serve de alimento e mantém a nossa vida material, porém sem o Filho nada do que foi feito se fez, Ele veio para o que era seu, e os seus o rejeitaram, mas a todos que o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus.

Parabéns, você é um filho do Pai de Amor.


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È_O_Senhor_2 Tende_Misericordia_Senhor Ultima_seia_leonardo_da_vinci_original

Cuidado com as Palavras.


As Palavras são Como

Plumas Soltas ao Vento.



Recuperar o erro causado pelas Fofocas

é como correr atrás das Plumas

Que flutuam ao vento

Jamais se consegue alcançar.



Palavras_ao_vento


Certa vez, uma jovem foi ter com São Filipe Neri, para confessar seus pecados. Ele já conhecia muito bem uma de suas maiores falhas: não que ela fosse má, mas costumava falar mal dos vizinhos, deduzindo histórias sobre eles. Essas histórias passavam de boca em boca e acabavam fazendo muito mal – sem nenhum proveito para ninguém.

São Filipe lhe disse:

Minha filha, você age mal falando dos outros;

Tenho que lhe passar uma penitência um pouco diferente:

Você deverá comprar uma galinha no mercado e depois caminhar para fora da cidade. Enquanto for andando, deverá arrancar as penas e ir espalhando-as. Não pare até ter depenado completamente a ave. Quando tiver feito isso, volte e me conte.

Ela pensou com seus botões que era mesmo uma penitência muito singular! Mas não objetou. Comprou a galinha, saiu caminhando e arrancando as penas, como ele lhe dissera. Depois, voltou e reportou a São Filipe.

– Minha filha – disse o Santo –, você completou a primeira parte da penitência. Agora vem o resto.

– Sim, o que é, padre?

– Você deverá voltar pelo mesmo caminho e catar todas as penas.

– Mas, padre, é impossível! A esta hora, o vento já as espalhou em todas as direções. Posso até conseguir algumas, mas não todas!

– É verdade, minha filha. E não é isso mesmo que acontece com as palavras tolas que você deixa sair pela boca? Não é verdade que você inventa histórias que vão sendo espalhadas por aí, de boca em boca, até ficarem fora do seu alcance? Será que você conseguiria segui-las e cancelá-las, se desejasse?

– Não, padre.

– Então, minha filha, quando você sentir vontade de dizer coisas indelicadas sobre seus vizinhos, feche os lábios. Não espalhe essas plumas, pequenas e maldosas, pelo seu caminho.

Do livro: O Livro das Virtudes II

O Compasso Moral

William J. Bennet – Ed.Nova Fronteira


POWER POINT DISPONÍVEL NO SLAIDSHARE



Uma variação desta mesma História.


Anunciar a palavra de Deus à toda Criatura.

E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura.

Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.

A história da fofoca é antiga, até parece quanto mais tentamos impedi-la mais ela se espalha, já que é impossível segurar nossas palavras, que pelo menos a usemos para anunciar coisas boas que ajudam no crescimento do próximo.


FOFOCA MODERNA

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NAMORO

FRANCISCO E CLARA A_palavra_tem_poder O Cristo Disfarçado