Nossa Senhora na Vida da Família.


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Palestra:


  MARIA   NOSSA FAMÍLIA MISSÃO:
Vocação E A Nossa Vocação?  Ter fé
Espiritualidade E A nossa Vivência da fé? Viver a fé
Solidariedade  Como exercemos o amor? Expandir a fé
Discipulado  Somos discípulos? Profética
Família Sagrada   Em que nos espelhamos? Sacerdotal
Ma.–Rainha da Família  Devoção: amar Real-Pastoral

ABERTURA


Falar em Maria e seu envolvimento com a família é algo muito especial.Cada ação que conhecemos da nossa querida Mãe é um ensinamento. São exemplos perfeitos sobre os quais devemos refletir mais para podermos conduzir melhor nossas famílias.

A nossa devoção a Ela se baseia no amor. E amar a Maria é fazer o que Ela deseja e evitar o que lhe desagrada. Quem ama se volta para a pessoa amada, alegra-se e está disposto a tudo por quem ama. E amar Maria faz com que cresçamos na humildade e na confiança em Deus.


ANUNCIACION DE MARIA


  1. O MISTÉRIO DA ANUNCIAÇÃO

Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”(Lc.1,38). Partindo do “SIM” confiante de Maria, relativamente à encarnação de Jesus Cristo, contemplamos o mistério da Anunciação, um dos mais importantes da nossa fé.

“Não temas Maria, pois encontrastes graças diante de Deus!” Juntamente com a anunciação, queremos lembrar, também, o mistério divino e humano, que é a nossa vocação. Eis o elemento essencial da vocação, não temer, seja para o sacerdócio, para a vida, para uma missão, para uma profissão, para o matrimônio, ou para a maternidade, porque o temor que sempre acompanha o ser humano precisa ser superado, e nisto seremos ajudados como aconteceu com Maria.


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  1.  FÉ E ESPIRITUALIDADE 

Seguindo os passos de Maria na visita a sua prima Isabel, percebemos o modo de sua espiritualidade rica e prática. É sentimento puro e verdadeiro. É algo que vem de Deus.

Com essa espiritualidade, a pessoa se torna sensível, positiva, otimista, encantadora, hospitaleira e ama incondicionalmente. Sai de si, vai ao encontro, provoca o encontro.

 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. E com grande grito exclamou:

Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar. Bem aventurada aquela que acreditou, porque vai acontecer o que o Senhor lhe prometeu”.

Assim falou Isabel, respondendo a saudação de Maria. São palavras inspiradas pelo Espírito Santo (Lc 1,41) e focalizam a virtude principal de Maria: A FÉ, vivida numa profunda espiritualidade.

 A situação de mãe não beneficiaria em nada se não tivesse gerado Cristo no coração mais que no corpo. Não era fácil acreditar que Deus pudesse assumir a forma humana e morar entre nós(Jo.1,14). Maria acreditou neste projeto de Deus, que parecia impossível.

Nós, casais cristãos, também somos chamados para a mesma atitude de fé que leve a olhar, corajosamente, além das possibilidades e limites humanos. E que a exemplo de Maria, tenhamos sempre uma fé forte e solidificada.

Naquela visita, da parte de Maria, ocorre a exaltação do belo cântico conhecido como Magnificat. (Lc. 1,39-56). “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador; porque atentou na humildade de sua serva; pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão Bem – aventurada, porque me fez grandes coisas o Poderoso; E Santo é o Seu Nome. E a sua misericórdia é de geração em geração sobre os que o temem. Com o seu braço agiu valorosamente. Dissipou os soberbos no pensamento dos seus corações. Depôs do trono os poderosos, e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu vazio os ricos. Auxiliou a Israel, seu servo, recordando-se de sua misericórdia, como falou a nossos pais, para com Abraão e sua posteridade, para sempre.”

 Com o Magnificat Maria mostra que tinha uma verdadeira e bela espiritualidade. A consciência social de Maria é impressionante. Ela sabia que “Deus ouve os gemidos dos humilhados e os temores dos angustiados”. Para ela, tais pessoas serão exaltadas em tempo oportuno, enquanto os poderosos serão derrubados do seu trono.

 Os que pisam e oprimem perderão seu domínio. Não se sustentarão.Maria é consciente das injustiças humanas, mas não instiga a violência, não encoraja o ser humano a fazer justiça com as próprias mãos. Ela entrega essa tarefa a Deus.

A mulher que iria educar o filho que se tornaria uma fonte de luz para os povos não podia ter uma espiritualidade dogmática, radical, rígida. Era uma religiosidade diferente da religiosidade de sua época, inclusive de espiritualidades de gerações futuras.

Na grande experiência de Maria vale a sensação de doação, da compreensão, da oração, até do martírio. Não tem espaço para o egoísmo, para ao individualismo, para o relativismo, para os interesses pessoais, que são chagas destruidoras da harmonia familiar nos tempos atuais.

 Maria nos mostra os alicerces de uma autêntica espiritualidade libertadora, dentro dos valores do evangelho. Numa vida conjugal que respeita, que é sensível, que é fiel, que perdoa, onde existe o diálogo, a oração, a meditação,  a reflexão sobre a palavra de Deus, a comunhão de vida totalmente tomada pelo amor  incondicional.

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3. MARIA – MODELO DE AMOR E SOLIDARIEDADE

O comportamento de Maria na festa de casamento de Caná da Galiléia, quando ela se preocupou com a família dos noivos com a falta de vinho, e, ao procurar seu filho Jesus, provoca a ocorrência do primeiro milagre, a transformação de água em vinho, quando determina: ”Fazei tudo o que Ele vos mandar”, nos diz muito.

Bem como já vimos na visita a Isabel, porque ela estava grávida de seis meses e precisava de ajuda, vem nos mostrar que da fé e da esperança nasce o amor para com o próximo. Toda a existência humana tem seu valor pela qualidade deste amor.

Maria é nosso modelo na solidariedade que deve nos comprometer no engajamento em favor do próximo, seja envolvendo familiares, vizinhos, amigos e todos os que passam necessidades, pois a caridade não tem limites


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  1.  MARIA – PRIMEIRA DISCÍPULA DE JESUS

Na vida de Maria em plena obediência ao plano de Deus, conforme ela mesma falou: “Faça-se  em mim conforme a tua palavra”, Maria apresenta-se como a primeira discípula, a primeira seguidora de Cristo.

O próprio Jesus confirma isto quando é informado da presença de sua mãe e outros parentes que estão a sua procura. Ele exclama: Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos, e Ele mesmo responde: Todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.(Mt.12, 46-50). Quem mais do que Maria fez a vontade do Pai?

Outra passagem contida em Lucas cap. 11, 27-28, apresenta uma mulher que diz em alta voz: “Feliz o ventre que te carregou, e os seios que te amamentaram”. Ao que Jesus responde: “Mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”. Quem mais do que Maria ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática?

Certamente não foi fácil para Maria ser Discípula de Jesus. Basta pensar que este caminho passa pela morte do Calvário. E Maria acompanhou seu Filho no caminho do Gólgota, e esteve como Mãe dolorosa, junto a Ele ao pé de sua cruz.

Estava certo Simeão quando afirmou a Maria no Templo quando da consagração de Jesus no Templo em Jerusalém: “Eis que este menino vai ser causa de queda e elevação de muitos em Israel. Ele será sinal de contradição. Quanto a você, Maria, uma espada há de atravessar-lhe a alma (Lc.2,34-35).


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  1.  A SAGRADA FAMÍLIA E A NOSSA FAMÍLIA

A sagrada família é proposta pela Igreja como modelo de toda família cristã. Primeiramente, pela supremacia de Deus profundamente reconhecida na casa de Nazaré.

Deus está sempre em primeiro lugar, tudo lhe é subordinado! O sofrimento é abraçado com profundo espírito de fé. Vêem em cada circunstância a manifestação de um plano divino, embora muitas vezes envolto em mistério.

Quando a vida de uma família é inspirada em semelhantes princípios, tudo corre em perfeita ordem. A obediência a Deus e às suas leis leva os filhos a honrarem os pais, estes a amarem-se e compreenderem-se mutuamente e a quererem bem aos filhos, educando-os em um clima de amor e confiança.

 O Evangelho põe em relevo a inconfundível fisionomia espiritual da Sagrada Família. Maria e José ao apresentarem Jesus no Templo, mais do que cumprir uma formalidade segundo a lei judaica, renovaram a Deus a oferta de sua submissão.

Em nossos dias são muitos os fatores que condicionam a vida familiar, podendo eventualmente distorcer a educação e formação dos filhos.Vemos o materialismo que tenta afogar a fé, tornando ídolos o poder, o dinheiro e o prazer. Corrompendo as pessoas e destruindo progressivamente a fortaleza das famílias.

As famílias católicas são chamadas assim, a transmitir aos seus membros mais novos uma fé eclesial que os diferencie como cristãos católicos. Os casais têm, por isso, uma particular responsabilidade perante a Igreja.

 Responsabilidade cada vez mais difícil de levar a diante, num contexto social e cultural que promove a indiferença religiosa ou apresenta o ateísmo como atitudes “sensatas” e “esclarecidas”


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  1.  MARIA – RAINHA DA FAMÍLIA

Deus quis entrar na história por meio de uma família. Maria só pode ser considerada Rainha por que deu à luz o Rei dos reis. E a Virgem Maria, sendo a Mãe da Igreja, seja também a Mãe da “Igreja doméstica”.

 Ser Igreja-Família significa viver no lar as três grandes características do todo batizado: ser profeta, sacerdote e pastor.

Ser profeta no lar significa cultivar a Palavra de Deus. A Igreja-família lê, medita, partilha e pratica a palavra. Não basta ter devoção à Palavra, deixando a bíblia aberta em um Salmo qualquer. É preciso ler.

Ser Profeta no Lar é educar os filhos na fé. Os esposos prometem isso no dia do seu casamento. Não basta mandar os filhos para a catequese. É preciso, desde pequenos, ensinar-lhes as primeiras orações, levar o filho à Igreja, rezar em casa.

Ser Sacerdote no lar é torná-lo um lugar de orações.  Há momentos mais fortes de oração em família. A noite de Natal é um deles. Não basta trocar presentes. É preciso sentir Deus presente. Se a família é cristã, como o Natal pode ser pagão? Em algumas famílias a ceia de Natal em peru e árvore… Tem até Papai Noel. Nem sempre tem presépio e, pior, às vezes falta uma breve oração.

Em nossas casas se reza antes das refeições? E quando morre um familiar, o que se faz no velório? Famílias que são Igreja tiram um tempo para rezar algumas dezenas do Rosário.

Ser Pastor – Servidor no lar é tornar a Igreja Família num espaço da Pratica do Amor. Um espaço da prática do serviço entre seus membros. Pai e mãe são pastores deste pequeno rebanho. A primeira e principal Pastoral de todo marido e mulher é em sua própria casa.    

Ser profeta – significa cultivar a palavra de Deus no Lar – Educar os filhos na fé;

Ser sacerdote –  torna o lar local de orações – diariamente e momentos fortes;

Ser pastor –  torna o lar local de amor e serviço – primeira pastoral

Fonte: Severino Alves

http://severinoalves.blogspot.com.br/

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OUTRAS INDICAÇÕES:


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O Amor é o Bem Maior.


É difícil ficar indiferente a esta passagem do evangelho se confrontarmos com a sinceridade de nosso coração. (São Marcos, 10, 17 a 27)


17. Tendo ele saído para se pôr a caminho, veio alguém correndo e, dobrando os joelhos diante dele, suplicou-lhe: “Bom Mestre, que farei para alcançar a vida eterna?” 18. Jesus disse-lhe: “Por que me chamas bom? Só Deus é bom. 19. Conheces os mandamentos: não mates; não cometas adultério; não furtes; não digas falso testemunho; não cometas fraudes; honra pai e mãe.” 20. Ele respondeu-lhe: “Mestre, tudo isto tenho observado desde a minha mocidade.” 21. Jesus fixou nele o olhar, amou-o e disse-lhe: “Uma só coisa te falta; vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me. 22. Ele entristeceu-se com estas palavras e foi-se todo abatido, porque possuía muitos bens. 23. E, olhando Jesus em derredor, disse a seus discípulos: “Quão dificilmente entrarão no Reino de Deus os ricos!” 24. Os discípulos ficaram assombrados com suas palavras. Mas Jesus replicou: “Filhinhos, quão difícil é entrarem no Reino de Deus os que põem a sua confiança nas riquezas! 25. É mais fácil passar o camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar o rico no Reino de Deus.” 26. Eles ainda mais se admiravam, dizendo a si próprios: “Quem pode então salvar-se?” 27. Olhando Jesus para eles, disse: “Aos homens isto é impossível, mas não a Deus; pois a Deus tudo é possível.


Gravuras do evangelho o novo testamento 244 Cristo e o Jovem Rico

Gravuras do evangelho o novo testamento 244 Cristo e o Jovem Rico


LIBERTE-SE AGORA MESMO !



Ninguém pode duvidar das boas intenções deste jovem que se aproximou de Jesus para fazer uma pergunta: “Bom Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?” (Marcos 10.17). Como Marcos nos escreve, é claro que o coração tinha necessidade de alguma outra coisa a mais em sua vida, é fácil supor que, como um bom israelita sabia muito bem o que a lei diz sobre isso, mas por dentro havia uma preocupação, um preciso ir mais além e, portanto, desafia Jesus.

Em nossa vida cristã diária, devemos aprender a superar essa visão que reduz a fé a uma mera questão de cumprimento de obrigações relacionadas à lei. A nossa fé é muito mais do que isso. É um compromisso de coração a alguém, que é Deus. Quando colocamos o nosso coração em alguma coisa, vai também a nossa vida e, no caso da fé, precisamos superar muita coisa para, em seguida, mantermos um compromisso mais sério com Deus, mas parece que hoje em dia aos crentes preferem mesmo é afrouxar as amarras deste compromisso lenda uma vida cristã no meio termo. Quem ama não se conforma com qualquer coisa. Quem ama procura um relacionamento pessoal sério, íntimo, se compromete com os detalhes e leva todos a oportunidade de crescer no amor. Aqueles que amam a Deus de verdade é dado a plenitude do seu amor.

Na verdade, a resposta de Jesus à pergunta do jovem é uma porta de entrada para o dom total do AMOR: “Vai, vende tudo o que tens e dá aos pobres (…), depois vem e segue-me” (Mc 10, 21) . Não é um aniquilar-se só porque é doado o que se tem, mas é uma descoberta do que seja uma expressão genuína de amor. Abramos, então, os nossos corações para o amor presente. Vamos viver o nosso relacionamento com Deus em que a chave da Salvação. Oração, serviço, trabalho, louvor, sacrifício… Tudo isso são formas de dar e se doar, portanto, formas de amor.   O Senhor busca em nós não somente um coração justo e sincero, mas também um coração amoroso e generoso, aberto às exigências do amor exemplo Maximo do sacrifício de Cristo por nós na cruz. Porque, nas palavras de João Paulo II “o amor que vem de Deus, amor terno e esponsal é uma fonte de exigências profundas e radicais.”

(Joaquim P. PETIT Llimona L.C. – Evangeli.net)



Maria Descobre que está Grávida.


MAIS UMA POLÊMICA

ENVOLVENDO O NOME DE MARIA

A MÃE DE JESUS…


Uma Igreja Anglicana Progressista da Nova Zelândia “Auckland’s St. Matthew-in-the-City church” na campanha de preparação para o Natal deste ano resolveu divulgar um cartaz para demonstrar as dificuldades que a Mãe de Jesus teve que aceitar e superar quando decidiu se submeter como uma verdadeira serva à vontade de Deus.

Para atingir este objetivo resolveram retratar a situação de uma forma chocante e moderna colocando a Jovem Maria antes do casamento fazendo um teste de gravidez sozinha em secreto e descobrindo o que mais temia, estava realmente grávida.


Assim esta escrito no título da

pagina na Internet:

“Mary is in the Pink”

“MARIA ESTÁ NO ROSA”



ou seja:

“O TESTE DEU POSITIVO”


Mas a polêmica não está na realização de um teste de gravidez e sim na expressão de susto que a jovem da imagem demonstra ao descobrir que esta gravida, pode até ser que no mundo de hoje uma jovem adolescente na idade de Maria leve um grande susto depois de ter praticado sexo antes do casamento e descobesto de repente que seu futuro foi para o ralo.

Hoje a jovem é amparada pela lei dos homens com direito a pré natal e parto como qualquer mãe, não corre mais o risco de ser apedrejada além de muitas delas com o apoio dos próprios Pais recorrerem a métodos criminosos e anticristãos para resolverem o problema, mas o fato é que Maria mesmo sabendo da possibilidade de perder seu futuro, sua dignidade, ser abandonada pelo noivo, pelos Pais e até mesmo de ser apedrejada em praça pública ela assumiu tudo isso por submissão à vontade de Deus e à revelação de seu plano de Amor para a Humanidade, sendo assim, a gravidez de Maria foi assumida conscientemente por antecedência e não descoberta por acaso como resultado de um deslize e conseqüência de um pecado grave cometido.

De qualquer forma o Outdoor com a imagem polêmica trás à luz um assunto para se debater neste tempo de Advento, tanto no cuidado que os jovens de hoje precisam ter em suas manifestações de sexualidade praticando um namoro sério e dentro das normas Cristãs como também na meditação sobre a verdadeira vocação e aceitação da missão de Mãe do Salvador que a Virgem Maria assumiu na mais tenra flor de sua juventude.

Era o que pretendia o Cartaz que foi exposto em frente à Igreja, mas que provocou indignação e a revolta dos Católicos da cidade com toda razão, pois consideramos o cartaz uma afronta à dignidade da Mãe de Jesus e nossa Mãe.


Veja O Texto da Matéria Original.

Que não é assim tão polêmico e até bom por sinal.


Glynn Cardy & Clay Nelson
14 de dezembro de 2011 00:00:00

É real. O Natal é real. É sobre uma gravidez real, uma verdadeira mãe e uma criança real. Trata-se de verdadeira ansiedade, coragem e esperança.

Este cartaz retrata Maria, mãe de Jesus, olhando para um kit de teste de gravidez em casa, revelando que ela está grávida. Independentemente de qualquer premonição, que teria sido uma descoberta chocante. Maria era solteira, jovem e pobre. Esta gravidez iria moldar o seu futuro. Ela certamente não foi a primeira mulher nesta situação e nem será a última.

Tal como no passado é a nossa intenção de evitar o sentimental, banal e esperada para provocar o pensamento e conversação na comunidade. Este ano, esperamos fazê-lo com uma imagem e não palavras. Nós convidamos você a saber o que a legenda poderia ser.

Embora o faz de conta do Natal é agradável – com enfeites, Papai Noel, renas, e canções – também existem algumas realidades. Muitos em nossa sociedade estão sofrendo: alguns pela falta de dinheiro, alguns através de problemas de saúde, alguns por meio da violência, e alguns por outras dificuldades. A alegria do Natal é silenciada pela ansiedade.

Nesta temporada, vamos encorajar uns aos outros para serem generosos com aqueles que sofrem, para doar a estranhos, e para cuidar de todos – especialmente aqueles que menos têm. Como o primeiro “Papai Noel” “Santa Claus”, São Nicolau fez.

Convidamos todos os que celebram a temporada para manter estas diferentes vertentes de um verdadeiro Natal juntos: a ansiedade e alegria, sofrimento e da compaixão, Santa e Jesus.

www.stmatthews.org.nz


A intenção na verdade era acordar os jovens para a REALIDADE  e a gravidade da situação que Maria teve que assumir ao aceitar a sua missão, mas a expressão de susto posterior à descoberta da gravidez anularia completamente a opção de aceitação voluntária e consciente desta gravidez, gerando assim esta polêmica com toda a razão porque a imagem demonstra uma atitude totalmente inversa à verdadeira reação de Maria ao receber o anúncio do anjo Gabriel.

Católicos fazem manifestação na porta da Igreja contra o Outdoor

Reverendo acusa Católicos de vandalismo e destruição de seu cartaz.


A Silenciosa Mãe do Redentor

Anunciação



Na sua humildade, Maria nunca revelou o segredo de seu Filho e da maternidade divina. Mesmo suportando a humilhação sua e de seu Filho, nunca anunciou o mistério que dela brotou e nela se formou. Não tomou como afirmação pessoal proclamar que Deus a fizera Mãe do Altíssimo, do Filho de Deus.

Mãe silenciosa: ela guardava tudo em seu coração. Tanto por não querer revelar seu segredo, quanto por querer compreender melhor o segredo que de Deus recebera. Era humildade e também sabedoria, sabia de sua pequenez e de sua grandeza. Ninguém mais precisaria saber, pois o único importante era fazer tudo o que o Filho dissesse (cf. Jo 2,5).

A maternidade divina é por ela tão ocultada que os Evangelhos têm pudor em citá-la. Paulo apenas fala de “mulher” (Gl 4,4) que completou em si a plenitude dos tempos trazendo-nos o Filho eterno que ingressou no tempo pelo ventre de Maria, a todos dando-nos a dignidade de filhos de Deus.

No encontro com a prima Isabel, que lhe fala que João pulara no ventre ao sentir a presença do Filho nela, e por revelação agradece a visita da “Mãe do meu Senhor”, Maria esconde seu mistério proclamando a bondade de Deus que olhou para sua humilhação. E serve sua prima aquela que carrega o Senhor de todos.

Maria recebera um segredo de Deus Pai. Deus Pai reservou um segredo a Maria: sua carne não conheceria a corrupção de pecado que não cometera. O Filho reservara para sua Mãe o segredo da vida eterna, da qual participaria como primeira entre os mortais.

A carne que formara a Carne do Redentor foi transfigurada e assunta aos céus.

Fonte:  ASSUNÇÃO DA SILENCIOSA MÃE DO REDENTOR

Pe. José Artulino Besen 

Leia Também a sequencia do texto:

Nós não guardamos esse segredo

“Todas as gerações me proclamarão Bem aventurada”



https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
MILAGRE DE LANCIANO

Jesus verdadeiramente é a luz do mundo.


Um Testemunho pessoal:




No primeiro encontro que eu participei na RCC, fui com minha possível namorada, na verdade fui para acompanha-la porque ela arrumou esta desculpa para ficarmos juntos.   Naquele dia aconteceu algo interessante comigo, algo que fui entender somente depois de muito tempo, isto demonstra que minhas atitudes e decisões não foram tomadas graças ao que aconteceu e sim, entendi o que aconteceu graças ao que aprendi e presenciei depois daquele dia.

Estávamos na Capela do Convento “Mãe Admirável” das Irmãs Franciscanas em Anápolis, era um encontro de domingo com toda a RCC “que naquela época não eram muitos e naquele dia não passavam de 50 pessoas ali no local”, de manhã estávamos rezando um terço ao redor do altar com exposição do Santíssimo, Ele era bem afastado do fundo da capela e havia muito espaço entre o Altar e o Sacrário que ficava bem no centro logo atrás.

Em certo momento todos se ajoelharam, eu estava no círculo do lado direito do altar e enquanto estava ajoelhado o terço passou rapidamente para mim e em um determinado momento me vi em total escuridão e”prostrado” ajoelhado com o rosto em terra.

Percebi que a escuridão foi se dissipando, aparecendo uma luz do meu lado direito que vinha se aproximando e aumentando a luminosidade até que vi Jesus caminhando em minha direção e era Ele a luz (na época eu nem havia lido ainda a bíblia, nada sabia sobre Jesus ser a luz do mundo), Jesus tendo luz própria vinha caminhando e por onde ele andava iluminava tudo como um foco de teatro na escuridão, ao chegar bem à minha frente, parou, se voltou para mim e vi que eu estava em plena luz, senti-me alegre e feliz, porque agora estava totalmente na luz e não nas trevas. Jesus olhou para mim e disse: VEM… (somente uma vez), (se deteve um intantezinho só) e da mesma forma que chegou iluminando tudo foi se afastando na direção oposta, indo para o lado esquerdo, a luz foi se enfraquecendo e a escuridão aumentando, em breve eu estaria de novo em plena escuridão como antes, neste momento então percebi que Ele não pararia e não esperaria por mim enquanto eu o via se afastando, deveria então me mover e seguir Jesus, mas por mais que eu quisesse, não me movia, não conseguia me levantar e andar em direção a Jesus, (como em um sonho que você corre e não sai do lugar ou move o braço e ele continua imóvel), não sei se estava pregado no chão ou se não me movia propositalmente. Parecia que apesar de querer me mover, permanecia mesmo imóvel por indecisão preferindo ficar mesmo onde eu estava, na comodidade !!!

Sei que foi um momento de angústia, porque não me movia, mesmo que quisesse e via a escuridão aumentando a cada passo de Jesus, fato é que não me movi e fiquei onde estava.

Enquanto me decidia o que fazer e como fazer, me levantaram do chão, porque o terço havia terminado, me lembro de ter rezado apenas um mistério, os outros quatro decorreram enquanto via os acontecimentos comigo em particular.

Esta visualização só veio a fazer sentido para mim muitos anos depois, apesar de ter guardado cada detalhe que aconteceu e até hoje estar lembrando de detalhes que não havia observado antes, como por exemplo: Me lembrei agora que, da direita para a esquerda no local onde eu estava significava de fora para dentro da Capela indo em direção ao Sacrário e me lembrei também que aquele dia foi o mesmo dia que eu estava de moto acompanhado com uma jovem, após o encontro ainda ficamos visitando pessoas, passeando e quando estávamos a caminho de sua casa em uma baixada, a moto atingiu 120 km por hora, quando, de repente vi varias pedras de cascalho em minha frente colocadas em fila atravessando toda a rua, não havia como desviar, passei por cima de uma pedra do tamanho de uma bola de futebol, não sei como, mas vândalos ou garotos “santinhos” colocaram aquelas pedras ali, talvez para obrigar os carros a parar, mas a 120 Km por hora, não dá para parar e nem desviar, esperei pela queda, mas aquela pedra se despedaçou por completo e não desestabilizou a moto a ponto de nos derrubar, se eu houvesse tentado me desviar não estaria aqui hoje contando este detalhe incrível.

Entendi que Jesus me chamou de uma forma particular naquele dia e que apesar de tanta evidência eu não entendi e fiquei mesmo no mesmo lugar em que eu estava, o detalhe do acidente que não aconteceu só me lembrei agora que coincidentemente aconteceu naquele mesmo dia.

O Chamado de Mateus.

Muito tempo depois, assumi a coordenação de um grupo de jovens e no final de meu mandato tive que preparar um ensino que diferentemente de todos os outros anteriores não havia sido me fornecido como um tema escrito em um livro para meditação, deveria eu, falar de mim mesmo, e quando fui preparar o tema, me deparei com a leitura do chamado de Mateus, e ali estava escrito assim: “Jesus chegando em frente a Mateus na banca de impostos, lhe disse… VEM … e Mateus largando tudo ali mesmo imediatamente o seguiu.”

Liguei então este detalhe com a minha visualização anterior e entendi que eu não havia tido a mesma atitude de Mateus, percebi que Jesus havia me chamado de uma forma particular, mesmo que não fosse Ele visível e palpável como aquele mesmo Jesus que Mateus encontrou naquele dia.

E hoje percebi que muito mais que um chamado, também escapei ileso de um possível acidente fatal, que analisando agora, diria que foi um milagre, porque após ter passado por cima de uma enorme pedra de cascalho não me espatifei no chão, retornei para ver o que havia acontecido e até retirei algumas pedras que estavam bem no meio da rua na total escuridão.

Eu havia escapado ileso, mas outra pessoa poderia não ter a mesma sorte que eu tive, e vi que as pedras eram bem sólidas e fiquei sem entender porque ela havia se desintegrado sem derrubar a moto no chão !

Incrível dizer isto agora, mas eu não havia atinado para este detalhe até este exato momento, mostrando que de acordo com a visão eu estava em completa escuridão e não percebia nada em minha frente e aquelas pedras também estavam bem escondidas na escuridão da noite, eu só as vi quando o farol da moto as iluminou a poucos metros à minha frente, quando já não havia como tomar nenhuma atitude para evitar a tragédia.

Precisamos nos mover e tomar uma atitude definitiva que seria aceitar o plano de Deus para nossas vidas, e é agora mesmo e não amanhã, é agora que ele nos chama, é agora que ele espera a nossa resposta.

Não faça como eu, não dê uma de desentendido, meus olhos estavam fechados naquele dia e eu permaneci na escuridão, só percebi o que realmente havia acontecido quando aceitei a proposta de Deus e lembrei-me do fato quando sugeri que eu nunca havia presenciado algo extraordinário na minha vida, quando na verdade as coisas extraordinárias acontecem todos os dias e nossos olhos teimam em não reconhece-las como uma verdadeira ação Divina em nossas vidas.

E Seus olhos se abriram ao Partir do Pão.

Jesus partindo o Pão com os Discípolos de Emaús.

Quando conheci A história dos discípolos a Caminho de Emaús também identifiquei com este fato, enquanto Jesus se aproximou deles, eles sentiam alegria, paz, amor e o coração ardendo, no entanto, não reconheceram Jesus como o Mestre e nem se tocaram no que estava acontecendo naquele momento, coincidentemente quando Jesus partiu o pão seus olhos se abriram e perceberam que Era o próprio Jesus que esteve ali caminhando ao lado deles, mas neste instante não o viram mais como se tivesse desaparecido.

Sinto que Jesus sempre tem se manifestado em nossas vidas, de varias formas, mas nem sempre percebemos a sua presença ou lhe damos o devido crédito pelos milagres que acontecem em nossas vidas, Ele muitas vezes nos chama e fala conosco, mas não o ouvimos e depois reclamamos que Deus não se preocupa conosco e não se manifesta de forma perceptível em nossas vidas.

Chegou a hora de reconhecermos a verdade, chegou a hora de reconhecermos que o Amor de Deus sempre esteve nos apoiando e nos livrando de diversos perigos, chegou a hora de sairmos da escuridão e caminharmos em direção à luz de Cristo, chegou a hora de dizer SIM ao chamado de Jesus .

Muitos já aceitaram esta proposta e disseram seu SIM, eu já disse o meu SIM e agora Jesus espera que você também responda positivamente a este chamado e diga também o seu “SIM”.

Que Deus vos abençoe:

Sizenando

Zaqueu, Um Clássico do Evangelho.

São Lucas, 19

1.

Jesus entrou em Jericó e ia atravessando a cidade.
2. Havia aí um homem muito rico chamado Zaqueu, chefe dos recebedores de impostos.
3. Ele procurava ver quem era Jesus, mas não o conseguia por causa da multidão, porque era de baixa estatura.
4. Ele correu adiante, subiu a um sicômoro para o ver, quando ele passasse por ali.
5. Chegando Jesus àquele lugar e levantando os olhos, viu-o e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa, porque é preciso que eu fique hoje em tua casa.
6. Ele desceu a toda a pressa e recebeu-o alegremente.
7. Vendo isto, todos murmuravam e diziam: Ele vai hospedar-se em casa de um pecador…
8. Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo.
9. Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto também este é filho de Abraão.
10. Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar o que estava perdido.

A poucos dias fomos convidados a participar do programa  Alo meu Deus na Rádio São Francisco de Anápolis-Go para dar um testemunho, mas como houve incerteza na programação devido o resultado das eleições, o responsável pelo programa acabou me passando de ultima hora a meditação sobre o evangelho do dia que era sobre Zaqueu, o fato é que esta história é muito rica em mensagens e se pode falar muito sobre o assunto e ainda ter muito que meditar.

Naquele dia eu comecei a falamdo assim:

“Esta é uma das histórias mais Clássicas do evangelho” e o Locutor responsável ficou rindo desta frase, de como ela foi colocada naquele instante, mas é uma grande verdade, a história de Zaqueu é muito conhecida, muito repetida e citada, é sempre uma referência de conversão, de mudança de vida, exemplo de uma pessoa que realmente acolhe Jesus com o coração aberto e não apenas por obrigação, serve de paralelo em relação ao nascimento de Jesus numa manjedoura porque não foi acolhido por ninguém naquela noite, é também o mais perfeito exemplo de que um RICO pode SIM” entrar no Reino do céu e que sua vida não estaria perdida somente pelo fato de ser rico, político ou ter outra profissão de má fama.

“Porque o homem julga pelo que vê com seus olhos carnais, mas Deus conhece o profundo de nossos corações.”

Hoje podemos dizer que qualquer Cristão já ouviu falar da história de Zaqueu e pode até narrar em resumo o que aconteceu enquanto que outras histórias são assim tão conhecidas. A história de Zaqueu hoje até se tornou música de sucesso que passa na televisão todo dia e muitas vezes continuamos tendo as mesmas atitudes daqueles que criticaram Jesus por ter-se convidado para ir a casa de um pecador, enquanto que todos os que criticam esta atitude, são exatamente aqueles que não têm a coragem de abrir o coração como Zaqueu abriu para Jesus.

O Final de ano vem aí, Natal está chegando e sempre encontramos um grupo de jovens fazendo apresentação da história do nascimento de Jesus e muitas vezes sempre tem alguém que faz a seguinte pergunta ao publico, “Você teria coragem de acolher uma jovem mulher grávida prestes a dar a luz em sua casa na noite de Natal ?” Tem grupos que até já fizeram a experiência de campo batendo de porta em porta pedindo pouso e abrigo e por mais incrível que pareça descobrimos que existem muitas pessoas boas que acolhem o necessitado e que teriam amor suficiente para não deixar Jesus nascer em uma manjedoura novamente, mas hoje as pessoas já conhecem bem esta história e por já terem meditado na possibilidade de deixar Jesus ao relento acabam estando preparadas de antemão para acolher o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores nesta hora sagrada, mesmo que seja um simples representante anônimo e não o próprio Jesus em pessoa, pois bem sabemos que o bem que fazemos a qualquer um destes pequeninos é ao próprio Jesus que fazemos e ainda existe aquela possibilidade de ser Ele mesmo disfarçado tendo escolhido o nosso humilde lar para bater e abençoar com sua presença.

Deixamos que Ele entre e coma conosco em nossa mesa, porque todos também conhecem bem aquela frase do Apocalipse que diz “Eis que estou a porta e bato, quem abrir a porta eu entrarei e cearei com ele e ele comigo (Apocalipse 3,20). Existe um trocadilho interessante nesta frase, afinal de contas quem está oferecendo a ceia mesmo? Na verdade não somos nós que oferecemos os nossos Dons a Jesus e sim é Ele quem oferece tudo a nós, até mesmo se deu por inteiro na cruz por amor a todos nós, tanto o texto de Apocalipse como a história de Zaqueu é Jesus quem toma a iniciativa de nos buscar e nos convidar para esta ceia que mesmo sendo em nossa própria casa, o privilegiado somos nós mesmos e não Ele, afinal, quem não gostaria de receber o Papa Bento XVI em seu lar, muito melhor seria receber o próprio filho de Deus para um jantar em família.

É realmente um convite, um convite que Jesus nos faz, um convite para recebermos a sua presença em nossa casa, em nossa vida e em nosso coração, ninguém é capaz de abrir a porta de sua casa para alguém que seu coração não esteja aberto para receber, ninguém recebe alguém em sua casa com receio de que ele seja um bandido ou um ladrão, desta forma então o primeiro passo seria mesmo conhecer aquele que nos convida para que assim o nosso coração destranque, destrave e se abra com toda alegria.

“EIS QUE ESTOU À PORTA E BATO…” (Apocalipse 3,20)

É comum encontrarmos uma versão da obra de arte que foi pintada para exemplificar este texto do livro do Apocalipse e num destes dias um crítico resolveu criticar o artista dizendo que sua pintura tinha um defeito gravíssimo e que um grande artista não poderia se permitir cometer um erro como aquele, no que o artista indagou:

Qual seria o defeito assim tão grave?

E ele respondeu se tratar de que a porta não possuía uma fechadura pelo lado de fora!

Mas a resposta era tão clara que percebemos que o tal defeito tão criticado era na verdade o segredo desvendado daquela obra de arte, a mensagem e o detalhe que o artista queria transmitir a todos os seus admiradores, pois a falta de uma fechadura na porta do lado de fora representava que somente nós podemos abrir a porta de nosso coração por dentro e que Jesus jamais invadiria o nosso coração sem a nossa permissão.

O convite de Jesus é pessoal e intransferível, Ele bate na porta de nosso Coração e espera de nós uma resposta positiva, se Ele não for acolhido, na verdade o maior prejudicado é aquele que não o acolheu.   Comparando com Zaqueu concluímos que ele queria conhecer Jesus, só que Jesus já o conhecia desde a sua concepção e havia marcado aquele dia e àquela hora ali debaixo do sicômoro para se encontrar com ele.

Apesar de todas as críticas que Jesus recebeu, era exatamente este o seu plano para aquele dia, pois a sua mensagem e o seu ensinamento para todos foi reafirmar, que Ele veio a este mundo para dar oportunidade a todos os pecadores de se arrependerem e se converterem para receberem a vida eterna, e a melhor resposta era tão simples como apenas aceitar um convite para jantar em sua casa.

Jesus nos apresenta seu Reino, suas Graças, a Salvação e a vida eterna como presentes do Pai para nós, assim como um convite que não é obrigatório ser aceito por ninguém, é uma oferta gratuita, azar daquele que não aceitar de coração aberto.

Hoje eu percebo que esta atitude de inércia está sempre constante em nossa vida e muitas vezes apesar de nosso coração palpitar, sentirmos como um ima nos puxando em direção ao Mestre, as nossas atitudes são como se estivéssemos pregados ao chão, amarrados a uma estaca e apesar de nosso desejo ser de ir em direção a Deus, nossos pés não se mexem, talvez seja esta a pior das atitudes que poderíamos ter tomado, já que a grande maioria prefere mesmo se afastar ou criticar arrumando uma desculpa para não se comprometer com Jesus, a nossa atiude de “PARALISIA ESTÁTICA” seria a de perder a melhor e única oportunidade que surgiu em nossas vidas, eu perdi o bonde porque hesitei e não subi a bordo.

O momento da graça é agora, este momento passa, não podemos deixar passar a oportunidade de aceitar que Jesus venha se hospedar em minha casa.

Minha atitude deve ser como a de Zaqueu que desceu da árvore o mais rápido possível e aceitou o convite de Jesus.

Quantas vezes você já sentiu este chamado de Jesus?

Quantas vezes você já ouviu este “Toc, Toc, Toc…” batendo em sua porta?

Portanto, só existe uma resposta que nos satisfaça plenamente…

Diga Sim a Jesus e deixe que do resto Ele toma conta.



TESTEMUNHO PESSOAL

JESUS É A LUZ  !

Vocação !

Você Também Pode ser um de Nós !

Ao desembarcar, Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela, porque era como ovelhas que não têm pastor. E começou a ensinar-lhes muitas coisas.

(São Marcos 6,34) [Leia mais…]

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Já falamos um pouquinho sobre

Vocação

ou

Eu Não disse Sim a Jesus !

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Hoje só mostrarei alguns vídeos …

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Seminário Diosesano Anápolis-Go

Seminário Diosesano Anápolis-Go

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Pátio interno do Seminário Maior Diocesano “Imaculado Coração de Maria”

Anápolis – Goiás

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Quer ser padre?

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Padre Zezinho – Música

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Padre ?  Eu ?  Porque Não ?

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Vocação do Profeta – Nelsinho – Canção Nova.

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CLIP – Pe. Jonas

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O Profeta – Clip

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Vem e Segue-me

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DECLARAÇÕES DE UM EX-SEMINARISTA DO IBP SOBRE A MONTFORT.

Não quero tocar em feridas antigas, e muito menos perturbar os mortos, mas como estive entre aqueles que participaram do êxodo da Montfort, este testemunho do Padre Renato Leite merece alguns esclarecimentos.

Desde que a casa de formação do “IBP” foi inaugurada em São Paulo (novembro de 2006, e o IBP foi erigido em setembro de 2006), a influência do senhor Orlando Fedeli era evidente, tanto que os candidatos só eram aprovados depois que passassem por uma entrevista com ele (tanto que em março de 2007 já eram quatro os moradores da casa, e o Pe. Renato só mudou-se para lá em maio).

Depois de algum tempo de convivência, algumas “cartas” foram postas à mesa, e ficou claro que o verdadeiro objetivo da Montfort (entenda como “OF”, “Orlando Fedeli e CIA”, sua esposa e alguns militantes conhecidos como ‘os mais velhos’) era ter os seus padres para formar um instituto próprio, que se chamaria Instituto Santa Catarina de Sena (para quem conhece a correspondência ou a história desta santa, já sabe porque foi escolhida como padroeira de um instituto NADA SANTO).

Este instituto teria como superior eclesiástico o Pe. Renato (outros padres foram cogitados, mas ou não aceitaram ou não aceitariam), e seria formado por ele e os padres da Montfort “formados” no IBP (por isso, antes de viajar à França e se entender com o Pe. Laguerie, o prof. dr. OF fez uma pequena paradinha em Roma. Até permitiu-se fotografar com o Mons. Ranjith, mesmo ele sendo UM MODERNISTA BANDIDO, assim como todos os Bispos da Igreja [sic!]).

Mons. Ranjith, E Orlando Fedeli - Fonte: Montfort

Depois de visitar a casa no Brasil em jun/jul de 2007, o Pe Laguerie enviou naquele mesmo ano duas pessoas de sua confiança para levantar alguns esclarecimentos, e suas suspeitas foram confirmadas: quando estas pessoas chegaram à casa não estava presente nenhum responsável pelos candidatos (o Pe Renato estava viajando, e ainda não havia outro padre residente); não havia um regulamento, a convivência era muito difícil (partidários da Montfort x candidatos da Igreja COMUM); não havia horário (estava sujeito ao humor do superior da casa); enfim, tudo ao contrário do que foi apresentado ao Pe Laguerie quando esteve aqui.

Os “missi dominici” ficaram alguns dias em São Paulo, mas depois foram para o Chile e colocaram os problemas encontrados para o Pe Navas, que estava alheio a tudo. Desta reunião com o Pe Navas surgiu um horário e regulamento para a casa (ago/2007), que nunca foi cumprido, e que só se tornou conhecido em out/2007 quando em visita à casa de São Paulo para conversar com três candidatos que foram expulsos pelo OF, questionou sobre o cumprimento do horário e regulamento que ele tinha escrito. Não sei o que se deu com estes rapazes, mas eles sempre foram honestos em não aderir à Montfort, mesmo morando na casa, e sempre questionaram ao Pe Renato o porquê dele não fazer nada para mudar a situação. As respostas mais comuns eram: “Meu filho, são eles que pagam nossas contas!”, ou em um de seus chiliques ordinários quando ficava revoltado por algum motivo com a Montfort: “Essa gente não sabe quanto custa um padre. Estou aqui fazendo um favor! Qualquer outro padre iria pedir salário, plano de saúde, carro…”.

A grande confusão começou quando o Pe Perrel viria para o Brasil: nervos a flor da pele, reuniões e cochichos para todos os lados, ataques e chiliques. Quando o Pe Perrel chegou, Pe Renato não era mais um dos habitantes da casa, pois tinha se transferido para o Colégio São Mauro, junto com o seu protegido.


O desfecho da história os senhores já conhecem, exceto o que aconteceu com alguns candidatos: os que tem maior aptidão (submissão à Montfort e aptidão intelectual) foram encaminhados para o seminário do IBP ou dos Oratorianos na Holanda (com a colaboração de um padre oratoriano que já foi monge no Mosteiro da Santa Cruz, em Nova Friburgo-RJ), e aqueles que não tem tanta aptidão, ficaram nos oratorianos de São Paulo (sob “tutela” deste mesmo padre, que aliás permite ao prof. dr OF lecionar aos seus vocacionados), ou ficaram perdidos, sem saber se tinham ou não vocação, e há um caso de ex-seminarista que não foi readmitido no seu antigo seminário.


Desculpem-me por ter feito este comentário tão longo, e principalmente por tê-lo tornado em um desabafo, mas a verdade precisava ser dita, e o Pe Renato não é uma vítima inocente que “se deu conta da encrenca na qual havia se metido”. Desde o princípio ele soube e foi conivente com o verdadeiro objetivo da associação IBP-Montfort, associação esta que ainda hoje está em vigor, pois há alunos do OF no IBP, e a Montfort contribui financeiramente com o IBP (só em 2006 na ereção doaram 30mil euros, além de pagarem a hospedagem de cinco seminaristas brasileiros), mas a matemágica financeira da Montfort e de suas outras associações não é assunto deste comentário.

Não queria torná-lo demasiado pessoal, mas esta revolta e desequilíbrio são alguns dos efeitos que a Montfort causa naqueles que fazem parte ou já estiveram, de alguma forma, envolvidos com eles.

Ao Pe Renato, para sua questão “quanto custa um padre”, tenho a resposta: para os homens não sei, mas para Deus custa muitas almas.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

horsemansp@—–.com

Comentário 1752 Anônimo em  20/01/2010 at 2:38

Enfim os Olhos se Abriram.


Em Honra de Dom Marcel

François Lefebvre

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MINHA JORNADA DE SAÍDA DO CISMA DE LEFEBVRE.

Por Pete Vere