Valorize os tesouros de sua Família.



Pais, vocês precisam ter postura, assumir o lugar de vocês na família, pois nela você tem de ser como São José.


03e29ac6[1]



Quem não olha nos olhos não sabe os sinais, porque, muitas vezes, os olhares são semáforos. Às vezes, são sinais que sua esposa está lhe emitindo para você ficar mais em casa, sair da internet; às vezes, é o seu filho que está lhe mostrando um sinal amarelo, pedindo atenção. Cuidado com os sinais que sua família está passando para você! 

Em uma viagem, o pai precisa ser o motorista para guiar a família, mas quando o pai erra esse caminho, leva a família inteira para o lugar errado. Então, saiba para onde você está indo.

É preciso ter direção defensiva. Às vezes, você está certo, mas vem um carro na contramão. Um bom motorista defende seu veículo do mal que pode acontecer. Por isso, livre sua família do mal, não a coloque em risco. Tenha paciência.

A família deve exaltar um ao outro e não humilhar-se. Não exponha quem você ama na frente dos outros, mas corrija-os na intimidade.

A mulher de Deus torce a favor do marido, porque estão no mesmo carro. Filhos, não queiram estar no lugar do seu pai. Mulher, ocupe seu lugar ao lado do seu marido, porque há muitas querendo ocupar o seu lugar. Faça uma avaliação: como você tem sido esposa, esposo e filho? A família, muitas vezes, precisa deixar Jesus conduzir o carro dela.

Buscai, em primeiro lugar, o reino do céu e sua justiça.

Confira um trecho desta pregação:



OUTRAS INDICAÇÕES:


Familia_tesouro Qual o Melhor presente de Natal
UM GRANDE TESOURO! perola[1]

PRESENTEPRAVOCE – MENU DE ENTRADA PARA OS PRINCIPAIS ASSUNTOS.


Nossa Apresentação
Molduras diversas
Temas_para_Encontro_de_casais
Semana_da_família
Hit_mais visitados
Temas_sobre_Maria
Pentecostes_Banner
escritura_0077_banner[1]
Oracoes_ao_espirito
Presenntepravoce_8000000_2
Parabolas e reflexoes
Dinamicas_de_grupo
Wallpaper's_papel_de_parede_Cristãos
Mensagens_em_Power_Point

A missão do amor – SNF – 2015.


– II tema da Semana Nacional da Família – 2015.



Família Reunida

Família Reunida



Deus opera por meio de nós. Temos uma missão. Há um propósito neste mundo para nós: receber o amor de Deus e manifestá-lo aos outros. Deus busca curar um universo ferido. Convida-nos a sermos suas testemunhas e operários nesta obra.

A Sagrada Escritura oferece a substância e a forma do significado do amor

21. A história começa com o fato de termos sido criados à imagem de Deus. Na história, Deus convoca e forma um povo. Ele faz uma aliança connosco: primeiro por meio de Israel, depois por Cristo e pela sua Igreja. Nesta relação, Deus nos ensina a amar como Ele ama.

22. Com outras palavras, uma vez que fomos criados para a comunhão, aprendemos que o amor é a nossa missão. O dom de nossa existência precede e modela o que fazemos e como vivemos. Em suma: “o modo de Deus amar torna-se a medida do amor humano”.

23. A humildade é o requisito para se viver desta forma. Isso requer que conformemos os nossos corações a Deus e vejamos o mundo por meio de Seus olhos. O melhor caminho é Deus, embora nem sempre o mais fácil.

24. A Bíblia é plena de imagens do amor de Deus. Ele se apresenta como um pai acolhedor de seu filho retornando à casa, e para quem realiza um banquete (cf. Lc 15, 1132). Ele é o pastor em busca de sua ovelha perdida (cf. Lc 15, 37). Deus é uma mãe que conforta seus filhos (cf. Is 66, 13). Deus é um amigo que doa sua vida em favor dos outros, e chora quando seus amigos sofrem (cf. Jo 11, 35). Ele é um pedagogo que nos conduz a amar e servir aos outros como nossos irmãos (cf. Mt 22, 39). Deus é o jardineiro que de nós cuida até produzirmos bons frutos (cf. Jo 15,1). Ele é o Rei que nos convida para o banquete de núpcias de seu filho (cf. Mt 22, 114). Deus ouve o clamor do homem cego e para a fim de perguntar: O que você quer que eu faça por você? (cf. Mc 10, 4652). Deus é acolhedor, pleno de compaixão para com seu povo, quando este está faminto oferece-lhe comida e doa-se a si mesmo (cf. Mt 26,26).

O matrimónio é uma essencial imagem bíblica do amor de Deus

25. Todas essas imagens e muitas outras nos ajudam a perceber a profundidade do amor de Deus. Elas enfatizam o tipo de amor a que somos chamados a testemunhar em nossas próprias vidas. O Papa Bento XVI observou que uma imagem fundamental nos oferece um contexto para todas as outras: “Deus ama o seu povo”. A revelação bíblica, com efeito, antes de tudo é expressão de uma história de amor, a história da aliança de Deus com os homens. Eis porque a história do amor e da união entre um homem e uma mulher na aliança do matrimônio foi assumida por Deus como símbolo da história da salvação.

26. A imagem do matrimônio é central para a descrição da aliança de Deus com Israel, e mais adiante, com a Igreja. Assim ensina o Papa Bento XVI: “O matrimônio baseado num amor exclusivo e definitivo torna-se o ícone do relacionamento de Deus com o seu povo e, vice-versa”. Tema central na Sagrada Escritura é aliança com Deus, e o matrimônio é uma metáfora privilegiada para descrever o relacionamento d’Ele com a humanidade. Nesta perspetiva, quando ainda era arcebispo de Munique, Bento XVI havia explicado: Podemos afirmar que Deus criou o universo para que pudesse entrar em uma história de amor com a humanidade. Ele o criou de modo que o amor pudesse existir. Por trás disso estão palavras de Israel que nos conduzem diretamente ao Novo Testamento… Deus criou o universo e desta forma é capaz de tornar-se um ser humano, derramar seu amor em nós e nos convidar a retribuir esse amor.

27. Esta imagem nupcial inicia-se no Antigo Testamento. Aprendemos ali que Deus nos ama de forma íntima, com ternura e anseio. “Sobretudo os profetas Oseias e Ezequiel descreveram esta paixão de Deus pelo seu povo, com arrojadas imagens eróticas.” Em Oseias, Deus promete “seduzir” Israel “falando-lhe de forma carinhosa”, até que ela “responda como nos dias de sua juventude” e me chame de “seu esposo” (cf. Os 2, 1416). Em Ezequiel, Deus fala a Israel em imagens sensoriais: “Estendi o manto sobre ti para cobrir a nudez. Eu te fiz um juramento, estabelecendo uma aliança contigo – oráculo do Senhor Deus – e passaste a ser minha. Banhei-te na água […] e te ungi com óleo. […] Ficaste extremamente bela e chegaste à realeza.” (Ez 16,713) Encontramos linguagem semelhante em Isaías, Jeremias e nos Salmos. O livro do Cântico dos Cânticos também impulsionou pregações ao longo dos séculos utilizando o matrimônio para explanar a intensidade do amor de Deus para com o seu povo.

A Bíblia não é sentimentalista em relação ao amor conjugal

28. O casamento entre Deus e o seu povo não pode ser empedernido. “O relacionamento de Deus com Israel é descrito com as metáforas do noivado e do matrimônio”, desta forma quando o povo de Deus peca, essa queda torna-se um tipo de ‘adultério e prostituição’. Em Oseias, o amor de Deus por Israel o coloca na posição do esposo traído por uma esposa infiel. Assim Ele fala a Oseias: “Vai amar de novo aquela mulher adúltera, amada por um amante. É dessa forma que o Senhor ama os filhos de Israel, apesar de o terem trocado por outros deuses.” (Os 3,1).

29. Quando o povo de Deus se esquece de seus mandamentos, negligencia em seu meio o pobre, procura a segurança proveniente de forças estrangeiras ou se volta para falsos deuses – as palavras adultério e prostituição são os termos apropriados para descrever sua infidelidade.

30. Ainda assim, Deus permanece inabalável. O Papa Francisco, em uma recente reflexão sobre o texto de Ezequiel 16, percebe como Deus fala palavras de amor mesmo quando Israel lhe é infiel. Israel peca, esquece-se do único Deus, prostitui-se ao buscar falsos deuses. Porém Deus não abandona o povo da aliança. O arrependimento e o perdão sempre são possíveis. Sua misericórdia significa que Ele busca o bem de Israel enquanto este foge d’Ele. “Mulher abandonada e aflita, o Senhor te chama. Esposa da juventude um dia abandonada, contigo fala o teu Deus. Por um breve instante eu te abandonei, com imenso amor de novo te recolho […] com amor eterno voltei a me apaixonar por ti” (Is 54, 68). Deus persevera em seu amor pelo seu povo, mesmo que caíamos, mesmo quando insistimos em tentar viver sem Ele.

31. Nos mesmos moldes, o amor cristão envolve muito mais do que emoção. Este inclui o erótico e o afetivo, mas também a escolha. O amor é uma missão que recebemos, uma disposição para acolher; uma convocação à qual aderimos. Este tipo de amor possui dimensões que descobrimos à medida que nos rendemos a ele. Este tipo de amor procura e segue o Deus cuja aliança de fidelidade nos ensina o que é o amor. Deus nunca troca Israel por uma parceira mais atraente. E Ele também não se torna desencorajado pela rejeição. Ele nunca é temperamental. Deus deseja somente o melhor, o verdadeiro, e o supremo bem para o seu povo. Como o seu amor por Israel é uma paixão ardente – ninguém ao ler os profetas pode negar isso – este aspeto ‘erótico’ do amor divino é sempre fermentado com Sua fidelidade sacrificial. O eros de Deus sempre está integrado à Sua compaixão e paciência.

Matrimônio, amor e o sacrifício de Cristo na cruz

32. O amor de Deus é retratado de forma muito vivaz na Carta aos Efésios, capítulo 5. Neste trecho, São Paulo emprega a analogia do matrimônio em relação a Cristo e à Igreja. Paulo incita tanto os maridos quanto as mulheres a “serem submissos uns aos outros no temor de Cristo” (Ef 5,21). O matrimônio cristão não é, portanto, uma negociação de direitos e responsabilidades, mas antes uma manifestação de uma mútua doação. É muito mais radical do que qualquer igualitarismo. De fato, Paulo escreve que “o marido é a cabeça da mulher, como Cristo também é a cabeça da Igreja” (Ef 5,23). Mas o que isso significa no contexto e na prática? Paulo conclama os maridos a um amor abnegado que espelha o sacrifício de Cristo na cruz. Paulo, em profunda contraposição a outros códigos conjugais do mundo antigo, destrói o machismo e a exploração, quando ensina uma dinâmica à imagem de Deus: “Maridos, amai vossas mulheres como Cristo também amou a Igreja e se entregou por ela” (Ef 5,25). A partir da leitura de Efésios 5, a Igreja fala do matrimônio enquanto sacramento e convoca os casais a esse tipo de comunhão cruciforme e de sacrifício pelo outro.

33. Jesus capacita os cristãos a falar confiantemente sobre o amor de Deus. Ele concede a aliança de Deus, em sua plenitude, a todos os povos, e assim, realiza-se a história de Israel como uma narrativa universal da redenção. Jesus incorpora o amor-doação pois Ele é, literalmente, a Palavra de Deus feita carne. Ele ama a Igreja como sua esposa, e isso é amor altruísta – provado pelo sangue derramado na cruz – que se propõe como modelo para o tipo de amor e serviço necessários em cada casamento e família cristã.

34. Como ensinou o Papa Bento XVI: “O olhar fixo no lado trespassado de Cristo de que fala João (cf. 19, 37), compreende […] ‘Deus é amor’ (1Jo 4, 8). É lá que esta verdade pode ser contemplada. E começando de lá, pretende-se agora definir em que consiste o amor. A partir daquele olhar, o cristão encontra o caminho do seu viver e amar”.

35. Hoje, para muitos, ‘amor’ é um pouco mais que um calorzinho no coração ou uma atração física. Estas coisas até têm o seu lugar, contudo, o verdadeiro amor – um amor que se aprofunda, suporta e satisfaz o coração humano ao longo de toda uma vida – cresce a partir do que ofertamos aos outros, e não do que tiramos para nós mesmos. O Senhor Jesus morreu na cruz para a nossa salvação. Aquela capacidade radical e libertadora de abandonar nossas prerrogativas e nos ofertarmos aos outros é o elemento que torna coeso todo o ensinamento católico sobre o matrimônio e a família. O ensinamento católico autêntico sobre o matrimônio e a família faz a separação entre amor verdadeiro e todas as outras falsas formas.

36. A Sagrada Escritura possui muitas outras formas complementares e sobrepostas de descrever o amor de Deus, mas a do matrimónio é a que se sobressai. A aliança entre Deus e seu povo – primeiro Israel e depois a Igreja – é como um casamento. Este casamento nem sempre é fácil, mas o pecado nunca possui a última palavra. A fidelidade de Deus revela como o amor verdadeiro e a fidelidade realmente são. Jesus Cristo, que nos acolhe a todos como membros da família de Deus, dá-nos uma definição nova e inaudita do amor, oferece-nos novas possibilidades para vivenciá-lo.

Questões para partilha

  • Por que o amor de Deus assemelha-se ao matrimônio?
  • De que forma o amor de Deus se distingue do nosso modo de amar?
  • O que é o verdadeiro amor e como fazer para reconhecê-lo? Quais são as semelhanças e as diferenças entre a noção cultural de amor romântico e o amor da Aliança de Deus?
  • Pode pensar em algum momento de sua vida no qual o amor de Deus lhe ajudou a amar de uma forma mais intensa e honesta?

Encontro de Casais com Cristo_ECC Semana_da_Familia
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Não invoque Charlie e nem repita duas vezes este nome.


CHARLIE, CHARLIE…

CUIDADO CRIANÇAS, PERIGO NA REDE DA WEB!



Cuidado_perigo_brincadeira_de_criança



A internet hoje virou um campo fértil onde se disseminam muitas mentiras, vírus, Cavalos de Troia, fake’s, hoax, boatos etc.  Isto porque as pessoas compartilham coisas sem saber o que estão compartilhando sem a menor responsabilidade nas consequências futuras deste compartilhamento.   O problema maior reside agora que estão sendo compartilhadas coisas referentes a magia negra e a invocação de demônios, lamentavelmente as pessoas não sabem nada a este respeito assim como Eva no paraíso não conhecia a serpente quando a mesma a enganou, pois se soubesse com quem estava falando certamente não lhe daria crédito.


wallpaper-cristao-hd-serpente-me-enganou-bra%C3%A7o-ma%C3%A7%C3%A3_1366x768[1]


Palavras da serpente Pecado_involuntario Pecado_maça_Serpente_Rom_3_23

Surgiu como um viral no twitter e no facebook uma brincadeira onde se ensina a invocar um demônio, só que as pessoas não conhecem a consequência desta brincadeira e mesmo pensando se tratar apenas de uma brincadeira o pânico, o medo e o terror é tão grande que jovens adolescentes estão indo até para o hospital, fora os acidentes que ocorrem devido o pânico e as ações de desespero logo após a confirmação da resposta na tal brincadeira.

Se cada pessoa que entre nesta brincadeira não sabe a sua reação caso seu pedido seja aceito, nem deveriam entrar na brincadeira e que neste caso não é apenas uma brincadeira e é por isso que o pânico é tão grande.

Não vamos aqui dizer como a tal invocação é realizada, somente queremos informar que ninguém se meta a besta em invocar demônios, pois mesmo que você não acredite em Deus e nem em seres espirituais, a verdade é que eles estão ai espalhados pelo mundo, muitas vezes eles nada fazem, mas quando são invocados é como se você abrisse a porta de sua “CASA” e os convidasse para entrar.

Neste caso o espírito não seria apenas um estranho, mais um convidado ilustre o que vale é o que está escrito na Bíblia, “Síndrome da casa vazia”, pois se o espírito Santo não ocupar a casa “quem a ocupará?”, não podemos deixar nosso corpo, “nossa casa” totalmente desprotegidos, já corremos muitos riscos neste mundo, convém sempre estarmos do lado de quem nos protege contra o mal.

A Bíblia diz que nosso coração é o templo onde O espírito Santo de Deus habita, mas nem sempre as pessoas permitem que este fato seja realmente concretizado, pois não possuem fé e vivem em pecado deixando assim uma porta aberta para que o mal venha agir em sua vida, neste caso a melhor proteção é mesmo invocar o “ESPÍRITO SANTO DE DEUS” e deixar que Ele encha todo o seu coração e faça de você uma fortaleza incapaz de ser penetrada pelo mal.

Não brinque com o mal e nem se descuide, pois o maior engano de Eva no paraíso foi ter subestimado a astúcia do inimigo e ter lhe dado ouvidos, portanto não dê ouvidos a nenhum tipo de brincadeira que envolva o inimigo de Deus, pois certamente coisa boa ele jamais trará para você e se não queres experimentar coisas ruins se afaste o mais longe possível deste tipo de coisa.

Há quem defenda que isto é apenas uma brincadeira de adolescentes, mas na duvida é melhor não arriscar, pois só ganha na loteria aquele que joga, se não jogar certamente jamais ganhará, porém neste caso não é uma loteria onde se arrisca a sorte e sim uma invocação individual que equivale a tocar a campainha de uma porta qualquer sem saber o que está atrás dela, a brincadeira de tocar a campainha de alguém e sair correndo pode não te livrar das consequências da brincadeira já que o dono da casa sabe quem foi e onde mora a pessoa que bateu em sua porta, se você conhece o vizinho e sabe que ele não é boa pessoa, jamais bateria em sua porta e sairia correndo, sendo assim neste caso se aplica este discernimento, não chame e nem bata na porta de alguém que possa lhe fazer mal.


“PARA QUE ARRISCAR?  NÃO É ?”


Pe._Antonio_Fortea[1]


Veja textos sobre este assunto:


Exorcista alerta sobre aparição de espíritos em desafio “Charlie Charlie”

Padre do Vaticano declarou que demônios podem causar ‘piores consequências’ para as pessoas durante brincadeira.

Um exorcista do Vaticano resolveu alertar jovens e adolescentes que têm entrado na nova onda de “invocar espíritos” conhecida como “Desafio Charlie Charlie (Charlie Charlie Challenge, em inglês). Segundo o padre espanhol José Antonio Fortea, espíritos podem realmente aparecer e ninguém vai gostar do que vier em seguida, contou ao tabloide britânico Mirror.

“Alguns espíritos que estão na origem dessa prática vão perturbar participantes desse jogo”, afirmou o padre.

“As pessoas realmente podem sofrer as piores consequências por causa desses demônios”, alertou.

Ele acrescentou que não é provável que pessoas sejam possuídas por demônios durante a brincadeira Charlie Charlie, mas disse que não é impossível.

A nova mania nas redes sociais consiste em um ritual de invocação de um espírito que atende por “Charlie”.

Diversos vídeos são publicados nas mídias sociais mostrando a brincadeira na qual se cruzam dois lápis sobre um papel com as palavras “sim” e “não” escritas.

“Charlie, Charlie, você está aqui?” perguntam em seguida os curiosos.

Segundo um texto que circula na Internet, a brincadeira é tradicional no México. Nem todos acreditam, no entanto, alguns se assustam com as respostas de Charlie, gritam e correm.


Invocação_charlie


OUTRAS INDICAÇÕES

Pagando o Pato Dom_Cura_libertação

Papa Francisco na Solenidade de Corpus Christi.


“O Senhor, vosso Deus, vos nutriu com o maná, que vós não conhecíeis” (Dt 8,2)


corpus-christi-01[1]


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120 http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/eucaristia.jpg?w=130&h=120

Homilia do Papa na Solenidade de Corpus Christi

Brasão do Papa
HOMILIA
Solenidade de 
Corpus Christi
Basílica São João de Latrão

Quinta-feira, 19 de junho de 2014

Tradução: Liliane Borges


“O Senhor, vosso Deus, vos nutriu com o maná, que vós não conhecíeis” (Dt 8,2)


Estas palavras de Moisés referem-se a história de Israel, que Deus tirou do Egito, da condição de escravidão, e por quarenta anos guiou no deserto em direção à  terra prometida. Uma vez estabelecido na terra, o povo eleito chega a uma certa autonomia, um certo bem-estar, e corre o risco de esquecer os tristes acontecimentos do passado, superados pela intervenção de Deus e Sua infinita bondade. Por isso,  as Escrituras os exortam a recordar, fazer memória de todo o caminho feito no deserto, no tempo de fome e desconforto. O convite de Moisés é o do retorno ao essencial, à experiência da total dependência de Deus, quando a sobrevivência foi confiada em suas mãos, para que o homem compreendesse que “ele não vive somente de pão, mas de toda palavra que sai da boca do Senhor “(Dt 8, 3).

Além da fome física que homem traz dentro de si, há uma outra fome, uma fome que não pode ser satisfeita com alimentação normal. É a fome de vida, fome de amor, fome de eternidade. E o sinal do maná – como toda a experiência do Êxodo – continha em si também esta dimensão: era a figura de um alimento que satisfaz esta fome profunda que há no homem. Jesus nos dá esse alimento, mais do que isso, é Ele mesmo o pão vivo que dá vida ao mundo (cf. Jo 6,51). Seu corpo é verdadeira comida sob as espécies do pão; o Seu sangue é verdadeiramente bebida sob as espécies do vinho. Não se trata apenas de um alimento com o qual saciar os nossos corpos, como o maná; o Corpo de Cristo é o pão dos últimos tempos, capaz de dar vida, e vida eterna, porque a substância deste pão é o Amor.

Na Eucaristia se comunica o amor de Deus por nós: um amor tão grande que nos alimenta com o Seu próprio ser; amor gratuito, sempre disponível a cada pessoa com fome e necessitada de revigorar suas forças. Viver a experiência da fé significa deixar-se nutrir pelo Senhor e construir a própria existência não sobre bens materiais, mas sobre a realidade que não perece: os dons de Deus, a Sua Palavra e Seu Corpo.

Se olharmos à nossa volta, percebemos que há tantas ofertas de alimentos que não são do Senhor e que, aparentemente, satisfazem mais. Alguns são nutridos pelo dinheiro, outros com sucesso e a vaidade, outros com poder e orgulho. Mas a comida que nos alimenta e que realmente nos satisfaz é apenas aquela que o Senhor nos dá! O alimento que o Senhor nos oferece é diferente dos outros, e talvez ele não pareça tão saboroso como os alimentos que nos oferece o mundo. Por isso, sonhamos com outras refeições, como os judeus no deserto, que lamentavam pela  carne e as cebolas que comiam no Egito, mas eles esqueceram que as refeições eram feitas na mesa da escravidão. Eles, nos momentos de tentação,  tinham memória, mas uma memória doente, uma memória seletiva.

Cada um de nós, hoje em dia, pode perguntar-se: e eu? Onde gostaria de comer? Em qual mesa eu quero me alimentar? Na  mesa do Senhor? Ou sonho em comer alimentos saborosos, mas na escravidão? Qual é a minha memória? Aquela que o Senhor me salva, ou aquela do o alho e das cebolas da escravidão? Com qual  memória  sacio a minha alma?

O Pai nos diz: “Eu te alimentei com o maná que você não conhecia”.  Recuperamos a memória e aprendamos a reconhecer o pão falso que ilude e corrompe, porque é fruto do egoísmo, da autossuficiência e do pecado.

Daqui a pouco, na procissão, nós seguiremos Jesus realmente presente na Eucaristia. A  Hóstia é o nosso maná, mediante a qual o Senhor no dá a Si mesmo. A Ele nos dirijamos com confiança: Jesus, defenda-nos das tentações do alimento mundano que nos torna escravos; purifica a nossa memória, para que não permaneça prisioneira na seletividade egoísta e mundana, mas seja memória viva de tua presença na história de seu povo, memória que se faz “memorial” do teu gesto de amor redentor. Amém.



Pentecostes_2015
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg
Alimento_Espiritual_Autêntico

Orasao_Dedos_Papa_Francisco


Um Amigo muito Estranho.


O_estranho



O ESTRANHO

(Autor desconhecido)

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família. O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.

Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial. Meus pais eram instrutores complementares: minha mãe ensinou-me o que era bom e o que era mau e meu pai ensinou-me a obedecer. Mas o estranho era nosso narrador. Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias, mostrando imagens de suas narrativas.

Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência. Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol. Fazia-me rir, e me fazia chorar.

O estranho nunca parava de falar e mostrar figuras, mas o meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que ele falava, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que o estranho fosse embora.) Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos, fazia meu pai retorcer-se e minha mãe ruborizar-se. Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente. Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos. Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.

Agora sei que meus conceitos sobre relações sociais e também sobre o mundo foram fortemente influenciados durante minha infância e adolescência pelo estranho. Repetidas vezes ele foi criticado, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais; mesmo assim, permaneceu em nosso lar. Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio. Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia…

Seu nome?

Nós o chamamos Televisor…

Foto: Por Museu da Pessoa: www.museudapessoa.net

Foto: Por Museu da Pessoa: http://www.museudapessoa.net


Film_superior Film_superior Film_superior Film_superior
can-stock-photo_csp2734453[1] televiso-antiga-tv-retro-vintage-telefunken-170t-21698-MLB20214385088_122014-F[1] hqdefault[1] LED-TV[1]
Film_Inferior Film_Inferior Film_Inferior Film_Inferior




COMENTÁRIOS


Agora, nosso estranho amigo tem dois filhos que também vieram morar conosco:

Um se chama Computador e o outro se chama Celular!

Nada de mal, aliás, tudo de bom, porém tudo é muito bom desde que seja usado na medida da necessidade, todo excesso é prejudicial principalmente quando se desvia a atenção das pessoas do aprendizado e do trabalho.   A TV também não pode ser a “babá eletrônica” dos nossos filhos… Muitas mães deixam as crianças sozinhas com a Tv sem nem ao menos prestar a atenção no tipo de programas que elas assistem.    O tempo que a maioria das famílias dedica à TV é surpreendente e isso contribui para a falta de comunicação familiar e consequentemente a sua desagregação.

 Nota-se que atualmente a constituição tradicional  familiar que é a base de uma sociedade sólida e pacifica está sendo atacada pela TV, aliás, não pela TV em si e sim por aqueles que a manipulam.   è por este e por muitos outros motivos que as nossas Famílias precisam aprender a dizer “NÃO” para a TV e os meios de comunicação modernos, precisamos aprender a falar reivindicando nossos direitos e não apenas ouvir em silêncio e aceitar tudo como uma receita de vida correta e sadia.



Semeando a cultura de Pentecostes



Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 68.132 outros seguidores