Jubileu das Famílias – Anápolis – Go.



Finalizando a 

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

2017

A Diocese de Anápolis estará promovendo o:


“Jubileu das Famílias”



Que se realizará no rincão da Comunidade Naiot na Fazenda Poções Próximo a Ouro Verde de Goiás segundo o mapa no final deste Post.

DOMINGO DIA  20/08/2017




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Semana Nacional da Família – 2016.




Hora da Família 20 – 2016

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Misericórdia na Família: Dom e Missão”,


De 14 a 21 de Agosto de 2016

NA SUA PARÓQUIA



Hora da Família 2016


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio oferece sete encontros, além de celebrações como Via-Sacra em família, celebração para o Dia dos Pais, Dia dos Avós e Dia das Mães.

Com uma proposta moderna e explicativa, o material é organizado de forma interativa, propondo encontros participativos e celebrativos, buscando envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos.

“O ‘Hora da Família’, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, sugere o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa.

O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, orienta que as equipes da Pastoral Familiar e agentes repassagem o “Hora da Família” 2016, com o valor de venda indicado de R$ 3,00. Desta forma, o material chegará a muitas famílias por um preço acessível, gerando assim um amplo processo de evangelização neste Ano da Misericórdia.

Para padre Moacir, o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica o sacerdote.

Confira os encontros:  

Obs: Click no título para ver o texto base do livrinho em PDF fornecido pela Arquidiocese de Campinas.

1º Encontro – Criados por um Pai Misericordioso

2º Encontro – Criados na Misericórdia e para Misericórdia

3º Encontro – Procurados pela Misericórdia

4º Encontro –

Família e Igreja, lugares da Misericórdia

5º Encontro –

O perdão na Família– Fonte de reconciliação e libertação

6º Encontro – As obras de misericórdia na família e da família

7º Encontro – A família promotora da misericórdia na sociedade

Semana Nacional

O “Hora da Família” 2016 está em sintonia com a Semana Nacional da Família, que acontece de 14 a 21 de agosto, em todas as comunidades do Brasil. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares, oferecendo roteiros de orações e cantos para motivar a atividade.

Como adquirir

O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN. Encomendas podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900, ou pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

Material de apoio.

Confira os detalhes no site: www.cnpf.org.br

Temas para pesquisa Link’s neste site:

Família – primeira escola de misericórdia.


 Baixe a capa e o cartaz da campanha de 2016:

Semana_familia_2015


Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Dinâmica: Sal da Terra




〈 SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO 〉




colher-de-sal-sem-sabor


Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.” (S. Mateus 5, 13″





Objetivo: Promover reflexão sobre o comportamento do cristão como “sal da terra”.

Material: 03 copos transparentes com água, 02 saquinhos com sal, 01 colher de chá, 01 colher de sopa de sal.




Metodologia: Explique que o sal representa o cristão e o copo com água está representando o mundo.

– Solicite atenção dos participantes para o que você vai realizar.



– Arrume os 03 copos com água sobre uma mesa.
– Coloque:
01 saquinho de sal dentro de 01 copo – não retire a embalagem(situação 01);
01 saquinho de sal ao lado de outro copo( situação 02);
01 colher de sal no último copo e misture( situação 03).
– Pergunte: Qual situação melhor representa a conduta do cristão no mundo?
– Aguarde as respostas. É comum haver votação para as três situações, com maioria para a situação 01. Mas, como você já deve ter percebido, a situação correta é a representada na situação 03.
– Questione:
Para as situações 01 e 02: Como o cristão pode estar influenciado o meio, como sal da terra, se estar isolado do mundo?
Para a situação 03: Está correto o crente está misturado com o mundo? Nós somos deste mundo?
– Após os questionamentos, leia:

“Vois sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens”. (S. Mt 5,13)

“Bom é o sal; mas se o sal degenerar, com que se adubará?” (S. Lc 14,34)

“E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós deste mundo, eu não sou deste mundo”. (S. Jo 8,23)

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há”.(I Jo 2,1)

Espera-se que, após os questionamentos e a leitura das citações bíblicas, os alunos tenham compreendido que a situação 03 representa a conduta do cristão como sal da terra.



1 – Dinâmicas Equivalente com Sonrisal:


Dinâmica do Sonrisal

“A Fé sem obras é Morta.”

Se misturar na comunidade



experiencia_dinamica_copo_agua_pecado_purificacao Tres_garrafas_2
Pecado_involuntario Sal_da_terra Pipoca_sem_sal



Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


Recebendo_o_Espirito_Santo


Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


Repouso_no_espirito_santo


As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




Batismo_Espírito_1 Fruto_do_Espirito


Efusão_no_Espirito_1

Queira Receber a Efusão do Espírito!



Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Somos a Igreja Católica e Universal.



CATÓLICA É UNIVERSAL PORQUE É DE TODOS E PARA TODOS.



“Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.”             (S. Mateus 24,14)



 Exatamente isso, somos da Igreja Universal. E será fácil entendermos o porque somos da verdadeira Igreja Universal. E sim, está foi a fundada por Jesus Cristo. A Igreja vem a mais de 2000 (dois mil anos) diante do ocidente e do oriente evangelizando e construindo história e colaborando com o desenvolvimento da humanidade.

IGREJA UNIVERSAL

Para entendermos o porque que a Igreja é a Igreja Universal, necessitamos entender antes de mais nada que a IGREJA DE JESUS CRISTO NÃO TEM NOME. Isso mesmo, a Igreja não tem nome, o nome da Igreja não é Católica. E vou buscar explicar para você meu caro amigo(a).

Mas primeiro vamos entender o porque que a IGREJA CATÓLICA é de fato a IGREJA UNIVERSAL. O termo CATÓLICA vem do GREGO e significa nada mais e nada menos que UNIVERSAL. Deste modo, todos nós batizados nesta Igreja pertencemos a Igreja Universal.

A igreja tem por missão, evangelizar e nesta missão EVANGELIZAR o MUNDO INTEIRO. Sendo assim, a Igreja só pode ter a qualidade ou atributo de ser universal.

Para entender melhor, o que seria estes atributos, suponha que você queira ver sobre os atributos do Papa Francisco, quais seriam? Exemplo: sua idade, sua altura, a cor dos olhos e etc.

A mesma coisa é a Igreja, em se tratando de seu nome, como disse antes, a Igreja não tem nome, mas sim ATRIBUTOS. Quais seriam os atributos da Igreja? A Igreja portanto tem o atributo de ser CATÓLICA, APOSTÓLICA e ROMANA.

Portanto a Igreja Universal pois faz parte de sua missão, o atributo de ser missionária, evangelizadora e anunciar Cristo aos povos. É Apostólica, por ser a Igreja dos Apóstolos e por eles continuada e guardar os ensinamentos dos mesmos Apóstolos.  E é Romana por ter a tradição ocidental, e por ser Roma a sede da Igreja, além de que, como ensina a TRADIÇÃO, o Apóstolo Pedro morreu em Roma.


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A Igreja Católica abraça todo o mundo com sua missão evangelizadora. E a esta Igreja está unida todos aqueles que receberam dos Apóstolos a missão do Cristo em continuar a Igreja. E unidos universalmente, todos os Bispos ao Bispo de Roma, o Papa.

No Catecismo da Igreja Católica encontramos:



A exemplo dos doze Apóstolos escolhidos e enviados por Cristo, a união dos membros da hierarquia eclesiástica está ao serviço da comunhão dos fiéis. Cada Bispo exerce o ministério, como membro do colégio episcopal, em comunhão com o Papa, participando com ele na solicitude pela Igreja universal. Os sacerdotes exercem o seu ministério no presbitério da Igreja particular, em comunhão com o próprio Bispo e sob a sua condução. (CIC §878)



E esta mesma união, faz da Igreja universal, no sentido de que todos estão incluídos e unidos a ela e com os Bispos.



Fonte. http://www.catequesedoleigo.com.br/


A heresia do evangelho da prosperidade Ide e evangelizai a todo mundo o-maior-tesouro-do-mundo
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O casal Cristão no Mundo de Hoje – Testemunho.


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Por ironia do destino ou não (é o poder de Deus mesmo) me deparo com aquelas recordações do Facebook em que exatamente no dia 30 de setembro de 2013 eu contava como foi trabalhar no Encontro de Casais com Cristo pela primeira vez:

“Ainda estamos anestesiados com as “doses cavalares” que recebemos do Senhor em três dias maravilhosos.

Não há cansaço ou enjoo (estava grávida de três meses) que atrapalhe tamanha benção recebida.

E sinceramente, faria tudo de novo! 

Agora mais do que nunca, temos a obrigação de deixar rastros de Deus por onde passarmos, por isso quero deixar o meu testemunho de como foi essa experiência na minha vida.

Um casal jovem, com pouco tempo de casados dando uma palestra para 20 casais de até 50 anos de união.


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Tema : Palestra

O Casal Cristão no Mundo de Hoje.



Que responsabilidade! que nervosismo! que tremedeira….. a primeira vez a gente nunca esquece!

Pessoas desconhecidas, depositando toda expectativa em nós. Com sede de serem tocados de alguma forma.

Do meu digníssimo marido a maior surpresa. Arrancou gargalhadas de todos na primeira frase dita. Estou encantada (embora tenha o atrapalhado falar mais). Mas ele foi incrível, não parecia em nada o cara tímido que sempre conheci…. Me apaixonei ainda mais por este novo jeito Diego de ser.

Teve tremenda facilidade em interagir com os outros maridos presentes, que faziam perguntas e queriam ouvir mais. Se alegraram ao ouvirem do papai de primeira viagem que o herdeiro (a) está a caminho. E como foi aplaudido!

Estou boquiaberta até agora… meu marido disse tudo isso! Quem diria não? Ficarei nas nuvens o resto da semana…. se bobear para sempre com o gostinho de quero mais.

Os SINCEROS votos de felicidade, agradecimento e bênçãos valem mais do que qualquer moeda deste mundo.

E o principal: Deus fez de nós verdadeiros porta vozes. Tudo que dissemos, com certeza veio do “Cara lá de cima”….ELE ia soprando em nossos ouvidos cada palavra a ser dita, cada brincadeira a ser feita. E em um tom descontraído conseguimos passar a SUA MENSAGEM.



Missão cumprida! 

Com muito orgulho e sem nenhuma vergonha, somos um Casal em Cristo!

Agradeço a Deus, pelo privilegio da oportunidade. Se fomos escolhidos, não foi por acaso, e queremos continuar sempre nesta jornada…..Amém!”

Nossa!

Hoje, 30 de setembro de 2015 aqui estou escrevendo sobre o mesmo assunto novamente. A diferença, é que em 2013 compartilhei esta experiência apenas com os meus amigos da rede social. Hoje, tenho um blog e meu testemunho vai para quase 600 famílias que não conheço pessoalmente.

O que mudou de lá para cá?

Continuamos anestesiados com a mesma emoção de ter trabalhado para o Senhor e em prol de outras famílias mais uma vez.

Fomos convidados a dar a mesma palestra: “O Casal Cristão no Mundo de Hoje”.

Fora isso, ainda tínhamos a missão de convidar outros casais a participarem do encontro.

Que responsabilidade!

Como disse, não posso entrar em detalhes. Afinal, se eu contar tudo não despertaremos a curiosidade de outras famílias para participarem do encontro.

Mas a moral da história se resume em:

“O mundo não lê a Bíblia, eles leem a nossa vida. Se você quiser mostrar a Bíblia para eles, mostre através da sua vida”.

Não somos um casal perfeito e uma coisa posso contar: não sei se vocês perceberam mas há um gap referente ao ano de 2014. Não participamos? Pelo contrário, trabalhamos da mesma forma mas recusamos a palestra.

Explico tal como expliquei para os 23 casais que nos ouviram na tarde deste último domingo:

Não estávamos bem ao ponto de dar uma palestra. Sim! Enfrentávamos a nossa primeira grande crise no relacionamento. Iasmin estava com apenas cinco meses, eu tinha acabado de voltar da licença maternidade, o estresse em “deixar” a minha filha ainda tão pequena me consumia. Trata-se de um momento muito difícil na vida de uma mulher e muitas vezes com motivo ou sem motivo (foram várias tentações na época), acabava descontando a minha fúria em meu companheiro.

Superamos, graças a Deus! O que nos possibilitou dar este relato na palestra deste ano.

O casal cristão é aquele que justamente consegue enfrentar as tentações pregadas pelo mundo lá fora, que ora junto e sabe o poder do perdão. Enquanto houver amor e fé, haverá o perdão. Ensinamos mais uma vez aos casais que nos ouvia, uma forma simples de se perdoarem (risos).



E foi bom a gente ter passado por esta crise no ano passado para conseguirmos dar a mesma palestra com um olhar muito mais maduro desta vez.

Iasmin, trabalha desde quando estava dentro da minha barriga e ficamos felizes com isso. Sentimos que estamos fazendo a nossa parte para que a nossa filha cresça e aprenda aquilo que julgamos certo.

Não estou aqui para falar de religião, estou aqui para falar de fé. Da importância de crermos em algo para dar um norte em nossas vidas.

A recompensa disso?

Não é dinheiro nem nenhum outro tipo de moeda de troca. E sim o simples fato de poder fazer bem ao próximo. Famílias desconhecidas que agora se tornaram nossas amigas depois de três dias de convivência.

Há um pós encontro, e foi de arrepiar ver os seus testemunhos ontem. Dizendo o quanto aprenderam conosco. Maridos e pais de família encantados, afirmando que mudarão suas posturas daqui para frente. Que valorizarão muito mais suas esposas e filhos.

Que seus amigos questionavam onde eles estavam escondidos no último final de semana e eles respondiam que estavam fazendo uma viagem para um outro planeta.

Lagrimas de emoção!

E nos questionaram: a alegria deste grupo é sempre assim?

Respondemos sem sombra de dúvidas: Sempre!

Pois, vivemos em Cristo! Com todos os nossos defeitos e pecados, mas, o simples fato de termos Deus como alicerce de nossas famílias faz com que tenhamos forças de superar qualquer obstáculo.

Valeu a pena?

Ver a Iasmin batendo palma ontem ao final de cada testemunho mesmo sem entender ao certo o que estava acontecendo, nos prova que sim.

Prova que nossa família pelo menos busca o caminho certo.

Não sabemos o dia de amanhã e pode ser sim que alguma hora fraquejamos. Afinal, quantas familiais não se desfazem hoje em dia?

Mas, não quero pensar nisso agora e enquanto tivermos Deus em nossos corações, teremos forças para defender a nossa família.

Encerro com o trecho de uma música que foi cantada no evento de ontem, que por coincidência foi uma das músicas do meu casamento e que mexeu muito comigo:


Celina Borges – Nas Asas do Senhor

“Eu posso ir muito além de onde estou 

Vou nas asas do Senhor 

O Teu amor é o que me conduz

Posso voar e subir sem me cansar

Ir pra frente sem me fatigar

Vou com asas, como águia

Pois confio no Senhor!”


(Nas asas do Senhor – Celina Borges)




Nossa participação no ECC

Há todo um  sigilo que devo manter porém, ao mesmo tempo é uma experiência tão única que me sinto na obrigação de repassar.


Família e misericórdia.



O que permite a Sua Santidade o Papa Francisco dizer algo de tão liminar e diamantinamente importante como «A arquitrave que suporta a vida da Igreja é a misericórdia» (Misericordiae vultus (MV), 10) é saber-se que este ato – divino por excelência – é isso «que revela o mistério da Santíssima Trindade» (MV, 2). Mudemos um pouco a ordem dos termos da citação para podermos entender melhor o que aqui está em causa: é a misericórdia – qualquer seja, pois toda ela é Deus em ato – que nos permite penetrar o que é penetrável no Mistério da Santíssima Trindade, único mistério que existe verdadeiramente.

Por Américo Pereira
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Ciências Humanas – Publicado em 06.11.2015
 

Leia o texto:


Familia_e_misericordia

“As obras de misericórdia como atos criadores da família” 


Ora, de esse mistério, o que está ao nosso alcance é precisamente a misericórdia que se nos revela através quer da Revelação tradicionalmente entendida quer através dessa outra revelação divina que é a exata presença da misericórdia na ação humana. Em que consiste pormenorizadamente todo o restante infinito da Santíssima Trindade nunca se saberá. Mas que é um infinito e sempre atual ato de misericórdia, isso sabe-se. Mas isso só se pode perceber o que seja, para além do mero enunciado verbal, se se souber por experiência própria o que é a misericórdia, isto é, apenas os que em ato experimentaram a misericórdia, os misericordiosos, podem saber o que se pode entender por misericórdia divina no seio da Santíssima Trindade.

E o que é isso da misericórdia?

É, antes de mais, um ato. Um ato que põe algo em ser. O primeiro ato de misericórdia é o ato de absoluta inauguração do mundo, ao ser este criado por Deus. Assim, a misericórdia é o ato que absolutamente põe a possibilidade de algo, neste caso, do próprio mundo. É o ato de amor, de caridade por excelência. Pode mesmo dizer-se que a misericórdia é o amor e a caridade enquanto puros atos: são a própria atualidade da caridade. Se da caridade pode haver uma concessão puramente teórica, da misericórdia, apenas uma concessão atualista faz sentido. Na misericórdia, o conceito e o ato imediatamente recobrem-se.

Nenhum cristão, se o é mesmo, pode duvidar do amor caritativo de Cristo antes do momento do cálice. Mas, sem o momento do cálice, tudo seria puramente teórico: é com a assunção do cálice, como ato de beber o seu conteúdo, que o amor se transforma num verdadeiro ato de misericórdia.

O mesmo se diga do sim de Maria ao pedido de Deus para ser Mãe do possível Emmanuel: Maria amava Deus, mas o ato de misericórdia para com a humanidade, mas também para com Deus – tal a força deste ato – dá-se com e apenas com o sim dito e assumido.

Semelhantemente, José, ao assumir constituir família com Maria e o Emmanuel em adveniência, opera misericordiosamente.

A mesma misericórdia se faz sentir quando, poupando ilógicas mediações, Deus chama a si a mesma Maria que usou de tão bela misericórdia para com ele: cumprindo, deste modo, a promessa de Cristo ao dizer que o ato nosso de cada dia é, já, a nossa recompensa. Maria teve como recompensa a misericórdia que pôs na relação com Deus; Deus teve apenas de deixar que a misericórdia posta por Maria atingisse a sua plenitude. Assim com toda a misericórdia.

Assim com a misericórdia divina, sempre perfeita, infinitamente perfeita em ato no seio da Santíssima Trindade.

É esta misericórdia que permite, então, dizer ao Papa Francisco que a trave mestra da vida da Igreja é a misericórdia. Como não o ser?

Deste modo, a Igreja não é uma coisa histórica, ou física, ou institucional, mas é, antes, vida e vida que é misericórdia. Só no seio desta e como liturgia a esta vida de misericórdia faz sentido a sua natureza de coisa também física, também histórica, também institucional. Apenas esta vida de e em ato de misericórdia é capaz de fazer da Igreja algo de credível (MV, 10) não apenas junto de crentes em seu interior, de crentes em seu exterior, e de não crentes, mas, sobretudo, junto do próprio Deus, que, sendo a plenitude da misericórdia, não tolera a falta desta, como podemos ver em Job, com os falsos amigos, ou na triste narrativa de Sodoma e Gomorra, cujo suicídio se deveu à sua absoluta falta de misericórdia, contemplada e selada por Deus, que não salva através do uso da violência.

Ora, como diz o Papa em MV, 9, «o amor nunca poderia ser uma palavra abstrata.». Tal implica que, para que a misericórdia exista, tenha de haver atos de misericórdia em nós e connosco como na Santíssima Trindade, sendo que esta é paradigma, mas, como tal, fim a que tender em aproximação infinita.



É, então, a realidade concreta da misericórdia o lugar permanente das obras de misericórdia, corporal e espiritual, isto é, viva, dado que, na vida humana, em ato, não há distinção senão formal entre os dois âmbitos (sem o espírito, há um cadáver; sem o corpo, nada, pois nós não somos anjos com corpo). São tais obras:

1. Dar de comer aos famintos;
2. Dar de beber aos sedentos;
3. Vestir os nus;
4. Acolher os peregrinos;
5. Dar assistência aos enfermos;
6. Visitar os presos;
7. Enterrar os mortos;
8. Aconselhar os indecisos,
9. Ensinar os ignorantes;
10. Admoestar os pecadores;
11. Consolar os aflitos;
12. Perdoar as ofensas;
13. Suportar com paciência as pessoas molestas;
14. Rezar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.


O modelo destas obras é o próprio Cristo, em cuja vida encontramos atos modelares correspondentes a todos estes paradigmas, alguns deles de forma literal. Assim, ser misericordioso é agir segundo a plena realização das ações que estas catorze padronizações indicam. Se bem entendidas, cobrem todos os tipos possíveis de atuação possível na e da nossa vida, não apenas como Igreja, mas estendendo-se a toda a humanidade e definindo, deste modo, o caminho perfeito para o Reino de Deus ou a Cidade de Deus, cidade da plenitude do bem possível, designação que cobre não apenas a referência religiosa cristã, mas a humanidade de sempre.

Podemos entender, assim, como a misericórdia é não apenas uma «coisa» cristã ou religiosa, na religião ou no cristianismo se esgotando, mas algo que está no centro mais profundo da possibilidade da própria humanidade, algo sem o qual a humanidade não tem futuro possível. A misericórdia, ainda que humanamente entendida é (como a caridade ou o amor) o único ato que aguenta na perfeição o crivo laico do famoso imperativo categórico de Kant.

Onde podemos encontrar em termos cristãos esta misericórdia numa dimensão humana? Há um modelo humano para tal? Este modelo é universalizável, sem o que a humanidade está condenada a uma vã efemeridade mais ou menos longa no tempo, mas sempre demasiado breve?

Pensamos que sim.

O modelo perfeito é a Sagrada Família; é um modelo universalizável precisamente em sua essência e substância de ato de misericórdia; a sua universalização como ato de misericórdia é o único modo de tornar a humanidade em algo mais do que um vão sonho de Deus, sonho autodesprezado, autoaniquilado.

Maria, José e Emmanuel são o paradigma quer da humana família quer da humana misericórdia porque consubstanciam perfeitamente em sua relação o ato de pleno e indefetível amor criador de possibilidade de bem em que consiste a misericórdia. Não há família se não houver obras de misericórdia em ato. A plenitude da família corresponde à plenitude da realização das obras de misericórdia, quando necessárias. Não se trata de inventar obras desnecessárias, mas de as cumprir todas quando necessárias; todas concomitantemente se todas forem necessárias num mesmo momento.

A perfeita mãe é quem as cumpre a todas segundo o modo necessário exposto; o mesmo acontece quer com o perfeito pai quer com o perfeito filho.

É esta perfeição atual que constitui a família: sem ela não há família; com ela há sempre família. A naturalidade na e da família reside no ato de misericórdia, não em qualquer estrutura física ou biológica: não há relação biológica entre Emmanuel e José, nem por isso José deixa de ser o perfeito pai de Emmanuel e este o perfeito filho de José.

A família replica, assim, o ato criador de Deus, que não é um ato físico, embora instaure a física, mas um ato espiritual, precisamente o ato do dom de misericórdia mais grandioso que existe e que realiza a transformação do nada de nós no tudo da nossa possibilidade através do amor criador. A família prolonga esta capacidade criadora, prolongando também essa outra forma de misericórdia que é a providência divina, na forma da humana dedicação amorosa, previdente e providente, possibilitadora da manutenção terrena do ser humano na existência. É um bem-agir que corresponde à operação ativa de um bem-querer, que é um querer que o outro seja e seja bem. Ora esta é a ação criadora e providencial de Deus, dada como possibilidade à criatura humana, isto é, a misericórdia divina dada como possibilidade de misericórdia humana.

Misericórdia é, assim, um ato de providência, divina ou humana, que permite que o absoluto do que é seja. É a mesma definição do amor.

A misericórdia divina é o sustentáculo de todo o ser criado e a porta aberta para a salvação de toda a criatura, mormente da humana, que tem apenas de aceitar beber o doce cálice da misericórdia humana. Uma universal libação com tal cálice corresponderia à Cidade de Deus, universal família espiritual.


Américo Pereira
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Ciências Humanas
Publicado em 06.11.2015
 


“Misericordiae vultus”: Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia (papa Francisco)


 



OBRAS+DE+MISERICORDIA[1]

Os Frutos da

MISERICÓRDIA

de Deus


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terco-da-misericordia-11[1] Novena_misericórdia