Semana Nacional da Família – 2017.



Hora da Família 21 – 2017

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Família, uma luz para a vida em sociedade” 


De 13 a 19 de Agosto de 2017

NA SUA PARÓQUIA



 - Pastoral Familiar CNBB


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

  • Neste ano, a reflexão está em sintonia com o impulso da Igreja no Brasil para que seja percebida a importância das ações dos cristãos leigos e leigas na sociedade. O material, preparado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, por meio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), propõe os sete encontros da Semana Nacional da Família, Leitura Orante da Palavra e celebrações em família. “Desejamos que, ao refletir sobre os sete temas propostos, nossas famílias cresçam na harmonia e na disposição de Servir melhor a Deus sendo realmente uma luz para a sociedade”, espera o assessor nacional da Comissão para a Vida e Família da CNBB e secretário executivo da CNPF, padre Jorge Alves Filho.
  • Os encontros para a Semana Nacional da Família, que neste ano será de 13 a 19 de agosto, são compostos de orações, cantos, momentos de escuta da Palavra de Deus e de partilha. Em cada um destes, a reflexão da temática é direcionada a partir de textos bíblicos, de trechos de documentos do Magistério da Igreja e de pequenas histórias.

    “Família, uma luz para vida em sociedade” – Hora da Família 2017

    Entre os documentos da Igreja dos quais os trechos foram extraídos, estão as exortações apostólicas Amoris Laetitia – sobre o amor na família, do papa Francisco, e Familiaris Consortio, de São João Paulo II; o Documento de Aparecida; o Catecismo; e o Documento 105 da CNBB “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – sal da terra e luz do mundo”.

    A intenção, de acordo com padre Jorge, é que as famílias tornem-se promotoras da transformação da sociedade em lugar de justiça, fraternidade e paz.
    Este ano, como compromisso de fé, amor e missão, as famílias poderão consagrar sua casa à Sagrada Família de Nazaré.

    Novidades

    Neste ano, além dos tradicionais encontros celebrativos para o Dia das Mães e o Dia dos Pais, o Hora da Família apresenta uma sugestão de Leitura Orante com o tema “Valor e virtude do amor”, a partir do texto bíblico contido em I Coríntios, capítulo 13. Outra novidade é a Consagração à Sagrada Família, ao final da celebração da Sagrada Família, que deve ser feita no dia 31 de dezembro. Para este momento, as famílias poderão utilizar o encarte com a imagem da Sagrada Família para consagração da casa como compromisso de fé, amor e missão.

    Encontros

    Obs: Para mais detalhes sobre o tema Click nos Link’s:

    1º Encontro: O perfil mariano da Igreja; (Link)
    2º Encontro: A família;
    3º Encontro: A necessária mudança de mentalidade e de estrutura;
    4º Encontro: Igreja, comunhão na diversidade;
    5º Encontro: O perdão na Família – Fonte de reconciliação e libertação;
    6º Encontro: Serviço cristão no mundo;
    7º Encontro: A família promotora da misericórdia na sociedade.

    Como adquirir

    O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar (Secren). Encomendas podem ser feitas pela Loja virtual, pelo telefone (61) 3443-2900 ou ainda pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

    CD Hora da Família 2017

    Download do material de divulgação:

    Fonte: https://portalkairos.org/hora-da-familia-2017/#ixzz4mLzfsWrK



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Co-responsabilidade.



Palestra preparada para encontro de Casais:

“CO-responsabilidade”




Objetivo:

Frases de Padre Alfonso Pastore sobre o ECC

  • “O ECC em sua primeira etapa tem a missão de procurar os casais abandonados, amá-los, posicioná-los, dar-lhes uma visão de sua razão de ser como célula vital da humanidade, abrir-lhes um caminho de comunhão fraterna na comunidade paroquial e possibilitar-lhes a corresponsabilidade no serviço e nas estruturas de trabalho.”


REFLEXÃO:


A nossa função como pregadores do evangelho é exatamente a mesma de Jesus Cristo.

Devemos pregar a palavra de Deus e não julgar que esta função seja reservada apenas aos nossos pastores, digo melhor, “Função reservada somente ao clero” – Sacerdotes, Bispos e religiosos.

Disse certa vez Nosso Saudoso Bispo D. Manuel Pestana:

“É sim a nossa função de Pastores de ovelhas alimentá-las com a grama mais fresquinha e conduzi-las às fontes de águas cristalinas como se refere no Salmo 23, Salvá-las quando estão enfermas e machucadas como Jesus contou na Parábola das 99 ovelhas (S. Lucas 15, 1 a 6), porém os Pastores não devem e nem podem gerar outras ovelhas, não pode engravidar-se de outras ovelhas, esta função cabe a cada ovelha, se o rebanho é infértil, não adianta que o Pastor seja o melhor de todos, pois, um dia por mais saudáveis que estejam suas ovelhas elas acabarão morrendo sem deixar nenhum descendente e o rebanho se acabará, por isso é urgente que as ovelhas aprendam esta sua responsabilidade básica para com o rebanho, elas precisam reproduzir-se, gerando filhos e filhas para que assim o Pastor tenha a quem ensinar, conduzir e alimentar…”

O Corpo de Cristo:  (I Coríntios, 12,12)

“12. Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo. 13. Em um só Espírito fomos batizados todos nós, para formar um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou livres; e todos fomos impregnados do mesmo Espírito. 14. Assim o corpo não consiste em um só membro, mas em muitos. 15. Se o pé dissesse: Eu não sou a mão; por isso, não sou do corpo, acaso deixaria ele de ser do corpo? 16. E se a orelha dissesse: Eu não sou o olho; por isso, não sou do corpo, deixaria ela de ser do corpo? 17. Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde estaria o olfato? 18. Mas Deus dispôs no corpo cada um dos membros como lhe aprouve. 19. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? 20. Há, pois, muitos membros, mas um só corpo.”

Leia mais em:  Biblia-ave-maria

São Paulo esclarece a necessidade da hierarquia na Igreja, porém, esclarece também que todos os membros da Igreja são tão importantes como o principal, porque acima de tudo somos parte do mesmo Corpo de Cristo e todos por mais insignificantes que sejam também fazem parte deste Corpo que é UNO e indivisível.

Com esta explicação é mostrado que cada um destes membros tem a sua função bem definida no corpo e se um membro falha ou adoece, todo o corpo sofre juntamente com ele e o bem comum do corpo todo depende do funcionamento perfeito de cada um de seus membros em particular.   Em outras palavras, São Paulo mostra que cada um de nós é co-responsável pelo bem estar deste corpo, este corpo que pode ser compreendido como a comunidade e a Igreja de Deus neste mundo.

Sizenando

Segue um texto bem explicativo.



«A catolicidade da Igreja manifesta-se também na co-responsabilidade ativa e na colaboração generosa de todos em favor do bem comum.» 1

A palavra “co-responsabilidade” é fundamental para compreender nossa participação na tarefa e missão comum encomendada pelo  Senhor Jesus e, no tempo presente, por quem é seu Vigário, o Papa João Paulo II, a todos os filhos  da Igreja: «remar mar adentro!» Neste esforço apostólico, nesta empresa de colaborar na transformação de todo o mundo desde seus alicerces com a força que brota do Evangelho, se requer a criativa e ativa participação de todos.  Ninguém —por mais humilde que sua contribuição possa parecer— pode sentir-se excluído de colaborar nesta missão, segundo o máximo de suas próprias possibilidades e capacidades.

“Co-responsabilidade” 

A palavra “co-responsabilidade”, que usamos na linguagem coloquial, combina a preposição “co” com o adjetivo “responsável”.

Em primeiro lugar, vejamos o que significa “responsável”. Este termo se aplica a uma pessoa que está obrigada a responder por uma coisa ou tarefa que lhe foi confiada, ou por outra pessoa. Dizemos que uma pessoa  é responsável quando cumpre com diligência e eficácia com aquilo que lhe foi confiado: um trabalho, uma tarefa, uma missão. São responsáveis, por exemplo,  aqueles servos da parábola 2 que recebendo, um, cinco, e o outro, dois talentos, imediatamente os negociam. Irresponsável, ao contrário, é aquele servo que recebendo somente um talento, por medo, o enterrou. Como ele, todo aquele que sabe o que tem que fazer e, podendo, não o faz, é um irresponsável. E por mais desculpas que dê, torna-se culpável  de sua falta de ação 3. Responsável é , sim, quem sabe o que tem que fazer e com prontidão e diligência o realiza 4.

Assim como aqueles servos, cada um de nós tem uma grande responsabilidade frente aos dons e talentos que recebeu de Deus. Os talentos recebidos têm uma “função social”. Certamente são dados a cada um para o próprio desdobramento pessoal em obediência ao Plano de Deus, porém este desdobramento somente se dá na medida em que, como um “bom administrador”, cada um ponha os próprios talentos a serviço dos demais. O dom recebido obriga sua comunicação, e o homem se realiza mediante o dom de si mesmo aos demais5. Como ensina o Concílio, da recepção dos dons que o Espírito «distribui a cada um conforme lhe apraz»6, «mesmo dos mais simples, nasce em favor de cada um dos fiéis o direito e o dever de exercê-los para o bem dos homens e edificação da Igreja, dentro da Igreja e do mundo»7. É responsabilidade de cada um colocar «a serviço dos demais a graça que recebeu, como bons administradores da multiforme graça de Deus.» 8

2 – Uma responsabilidade compartilhada:

A preposição “co”, que antecede a palavra “responsável”, indica participação em uma responsabilidade comum a todos. A responsabilidade frente à missão apostólica que Deus nos confia é compartilhada por todos.

Muitas vezes comparamos a missão a uma carroça que todos temos de empurrar para que avance. Não se trata de que outros empurrem enquanto eu observo sem envolver-me, ou, pior ainda, enquanto eu nada mais faça senão sentar-me comodamente sobre ela. Empurrar a carroça não é algo que compete somente a alguns: aos “mais hábeis”, ou aos “mais fortes”, ou aos “mais talentosos”, ou aos mais comprometidos, de tal modo que eu possa  sentir-me excluído, ou desculpando-me com diversas razões.  Não! Todos temos algum talento, ou mais de um, e todos estamos obrigados a multiplicar esses talentos recebidos para benefício dos demais, para o bem comum! Todos —como costumamos dizer— temos que “colocar as mãos na massa”, “somar” e empurrar segundo o máximo de nossas forças e capacidades para que a carroça avance o mais rápido possível, pelos caminhos que, em seu amoroso desígnio,  Deus nos indica!

Nunca esqueçamos que nossa primeira co-responsabilidade é para com o Espírito Santo e sua ação em nós. Se formos co-responsáveis com Ele, levando uma vida espiritual intensa, Ele irá transformando-nos interiormente — contando com nossa colaboração — até que alcancemos a total configuração com o  Senhor Jesus, o Filho do Pai e Filho de Santa Maria Virgem. Assim, sendo santos, sendo o que temos que ser, inflamaremos os corações humanos e o mundo inteiro com essas línguas de fogo que o Espírito divino concede aos seus apóstolos. Assim seremos co-responsáveis também com Quem realmente é o protagonista da evangelização.

3 – Modelos de “co-responsabilidade”

Sobre tudo devemos olhar sempre o Senhor Jesus, máximo modelo de “co-responsabilidade”.

Sua ativa colaboração com o desígnio do Pai se manifesta a cada passo de sua vida entre nós: «Jesus lhes disse: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra”.»9 Ele assume como seu o grande “projeto” reconciliador do Pai, faz-se co-responsável, oferecendo-se com total generosidade para servir à missão encomendada pelo Pai: «Por isso, ao entrar no mundo, ele afirmou: (…) Eis-me aqui, (…) eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade!»10 Com plena obediência, leva esse desígnio divino ao seu pleno cumprimento: «Eu te glorifiquei na terra, concluí a obra que me encarregaste  de realizar.»11 Com todos os seus talentos e dons, com todo o seu ser, humano e divino, põe-se a serviço do Plano do Pai para obter-nos o dom da reconciliação e da vida.

Do Senhor Jesus aprendemos a viver essa maravilhosa “co-responsabilidade” com Deus e seus amorosos desígnios. Considerar seu exemplo nos impulsiona a querer, em nossas próprias vidas, dar também uma resposta de plena co-responsabilidade à missão que o Pai, por seu Filho, hoje nos confia.

Como sempre, a luz radiante do Sol de Justiça se reflete na bela Lua, a Virgem Maria. Ela também assume o dinamismo da “co-responsabilidade”, e o faz de maneira exemplar, paradigmática. Assim a vemos, por exemplo, ao receber a visita angélica: também Ela, que qualifica a si mesma como a Serva de Deus e dos seus Planos, vive plenamente a “co-responsabilidade” ao proclamar esse “faça-se” fecundo, esse «faça-se em mim segundo a tua palavra»12, segundo teus desígnios. Com um “Sim” consistente, maduro, renovado ao longo de cada um dos dias de sua vida e especialmente ao pé da Cruz, proclama seu firme propósito, que se converte em uma ativa e co-responsável cooperação com o desígnio divino. Sua exemplar e fecunda co-responsabilidade com o Plano divino é uma chave e estímulo contínuo para aqueles que em Cristo somos seus filhos.



“Porque cada um deve carregar a sua Cruz?

Proteção e Provação.


Citações para oração:

  • Todos recebemos de Deus certos dons e talentos: Mt 25,15; Somos responsáveis perante Deus pelos talentos recebidos: Mt 25,16ss; Lc 12,48; Rm 14,12; Tg 4,17; Os dons recebidos são para benefício de todos, e nos conduzem ao serviço: 1Pe 4,10.
  • Somos responsáveis pelo destino de nossos irmãos: Gn 4, 9; Lc 10, 29-37; Mt 25, 31-46; Somos um corpo: 1Cor 12,21-22, a necessidade que experimentamos uns dos outros conduz à co-responsabilidade: Gl 6,2.
  • Ser co-responsável com a graça recebida implica trabalhar arduamente para fazê-la frutificar: 1Cor 15,10.
  • O Senhor Jesus é modelo de co-responsabilidade: Hb 10,5-7; Jo 4,34; 9,4; 17,4; 19,30; Maria também é exemplar por sua co-responsabilidade: Lc 1,38; Atua com diligência conforme o que Deus lhe ensina e pede: Lc 8, 21; 11,28; Ensina-nos a ser co-responsáveis: Jo 2,5.
  • Para conquistar a todos : 1Cor 9,19.

Perguntas para o diálogo

  1. Segundo o que foi lido: o que é a co-responsabilidade e no que implica?
  2. Cada homem, cada nação, cada cultura e civilização tem uma função própria a desenvolver e um lugar próprio no misterioso Plano de Deus e na história universal da salvação. Enumere as ações concretas de co-responsabilidade que você realiza com:
  3. a) O Espírito Santo e sua ação em você.
    b) Sua comunidade mais próxima e com sua associação.
    c) A missão.
  4. Que medidas concretas você poderia tomar para viver melhor a co-responsabilidade nestes âmbitos? Que talentos e dons você tem para colocar a serviço do Plano de Deus?
  5. Aquilo que você está chamado a realizar, por mais simples e pequeno que lhe pareça, ninguém mais pode fazê-lo. Faça o firme compromisso de esforçar-se ao máximo por viver a co-responsabilidade.

Notas

1 S.S. João Paulo II, Slavorum apostoli, 19a.

2 Parábola dos Talentos – S. Mt 25,15-30.

3 Devemos sempre fazer o Bem. – Tiago 4,17.

4 Seguir a palavra de Deus. – Ver Jo 2,5; Lc 8, 21; Lc 11,28;

5 Ver Gaudium et spes, 24.

6 O Corpo de Cristo:  (I Coríntios, 12,12)

7 Apostolicam actuositatem, 3.

8 1 Pe 4,10.

9 Jo 4,34.

10 Hb 10,5-7.

11 Jo 17,4; ver Jo 9,4; 19,30.

12 Lc 1,38.

http://vidacrista.org.br/caminho-para-deus-102-a-co-responsabilidade/


“Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.” 
Gálatas, 2 – Bíblia Católica Online


Ouvindo a voz do 

BOM PASTOR


Encontro de Casais com Cristo_ECC


Jubileu das Famílias – Anápolis – Go.



Finalizando a 

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

2017

A Diocese de Anápolis estará promovendo o:


“Jubileu das Famílias”



Que se realizará no rincão da Comunidade Naiot na Fazenda Poções Próximo a Ouro Verde de Goiás segundo o mapa no final deste Post.

DOMINGO DIA  20/08/2017




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Semana Nacional da Família – 2016.




Hora da Família 20 – 2016

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Misericórdia na Família: Dom e Missão”,


De 14 a 21 de Agosto de 2016

NA SUA PARÓQUIA



Hora da Família 2016


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio oferece sete encontros, além de celebrações como Via-Sacra em família, celebração para o Dia dos Pais, Dia dos Avós e Dia das Mães.

Com uma proposta moderna e explicativa, o material é organizado de forma interativa, propondo encontros participativos e celebrativos, buscando envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos.

“O ‘Hora da Família’, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, sugere o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa.

O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, orienta que as equipes da Pastoral Familiar e agentes repassagem o “Hora da Família” 2016, com o valor de venda indicado de R$ 3,00. Desta forma, o material chegará a muitas famílias por um preço acessível, gerando assim um amplo processo de evangelização neste Ano da Misericórdia.

Para padre Moacir, o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica o sacerdote.

Confira os encontros:  

Obs: Click no título para ver o texto base do livrinho em PDF fornecido pela Arquidiocese de Campinas.

1º Encontro – Criados por um Pai Misericordioso

2º Encontro – Criados na Misericórdia e para Misericórdia

3º Encontro – Procurados pela Misericórdia

4º Encontro –

Família e Igreja, lugares da Misericórdia

5º Encontro –

O perdão na Família– Fonte de reconciliação e libertação

6º Encontro – As obras de misericórdia na família e da família

7º Encontro – A família promotora da misericórdia na sociedade

Semana Nacional

O “Hora da Família” 2016 está em sintonia com a Semana Nacional da Família, que acontece de 14 a 21 de agosto, em todas as comunidades do Brasil. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares, oferecendo roteiros de orações e cantos para motivar a atividade.

Como adquirir

O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN. Encomendas podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900, ou pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

Material de apoio.

Confira os detalhes no site: www.cnpf.org.br

Temas para pesquisa Link’s neste site:

Família – primeira escola de misericórdia.


 Baixe a capa e o cartaz da campanha de 2016:

Semana_familia_2015


Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Dinâmica: Sal da Terra




〈 SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO 〉




colher-de-sal-sem-sabor


Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.” (S. Mateus 5, 13″





Objetivo: Promover reflexão sobre o comportamento do cristão como “sal da terra”.

Material: 03 copos transparentes com água, 02 saquinhos com sal, 01 colher de chá, 01 colher de sopa de sal.




Metodologia: Explique que o sal representa o cristão e o copo com água está representando o mundo.

– Solicite atenção dos participantes para o que você vai realizar.



– Arrume os 03 copos com água sobre uma mesa.
– Coloque:
01 saquinho de sal dentro de 01 copo – não retire a embalagem(situação 01);
01 saquinho de sal ao lado de outro copo( situação 02);
01 colher de sal no último copo e misture( situação 03).
– Pergunte: Qual situação melhor representa a conduta do cristão no mundo?
– Aguarde as respostas. É comum haver votação para as três situações, com maioria para a situação 01. Mas, como você já deve ter percebido, a situação correta é a representada na situação 03.
– Questione:
Para as situações 01 e 02: Como o cristão pode estar influenciado o meio, como sal da terra, se estar isolado do mundo?
Para a situação 03: Está correto o crente está misturado com o mundo? Nós somos deste mundo?
– Após os questionamentos, leia:

“Vois sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora e ser pisado pelos homens”. (S. Mt 5,13)

“Bom é o sal; mas se o sal degenerar, com que se adubará?” (S. Lc 14,34)

“E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós deste mundo, eu não sou deste mundo”. (S. Jo 8,23)

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há”.(I Jo 2,1)

Espera-se que, após os questionamentos e a leitura das citações bíblicas, os alunos tenham compreendido que a situação 03 representa a conduta do cristão como sal da terra.



1 – Dinâmicas Equivalente com Sonrisal:


Dinâmica do Sonrisal

“A Fé sem obras é Morta.”

Se misturar na comunidade



experiencia_dinamica_copo_agua_pecado_purificacao Tres_garrafas_2
Pecado_involuntario Sal_da_terra Pipoca_sem_sal



Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


Recebendo_o_Espirito_Santo


Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


Repouso_no_espirito_santo


As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




Batismo_Espírito_1 Fruto_do_Espirito


Efusão_no_Espirito_1

Queira Receber a Efusão do Espírito!



Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Somos a Igreja Católica e Universal.



CATÓLICA É UNIVERSAL PORQUE É DE TODOS E PARA TODOS.



“Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.”             (S. Mateus 24,14)



 Exatamente isso, somos da Igreja Universal. E será fácil entendermos o porque somos da verdadeira Igreja Universal. E sim, está foi a fundada por Jesus Cristo. A Igreja vem a mais de 2000 (dois mil anos) diante do ocidente e do oriente evangelizando e construindo história e colaborando com o desenvolvimento da humanidade.

IGREJA UNIVERSAL

Para entendermos o porque que a Igreja é a Igreja Universal, necessitamos entender antes de mais nada que a IGREJA DE JESUS CRISTO NÃO TEM NOME. Isso mesmo, a Igreja não tem nome, o nome da Igreja não é Católica. E vou buscar explicar para você meu caro amigo(a).

Mas primeiro vamos entender o porque que a IGREJA CATÓLICA é de fato a IGREJA UNIVERSAL. O termo CATÓLICA vem do GREGO e significa nada mais e nada menos que UNIVERSAL. Deste modo, todos nós batizados nesta Igreja pertencemos a Igreja Universal.

A igreja tem por missão, evangelizar e nesta missão EVANGELIZAR o MUNDO INTEIRO. Sendo assim, a Igreja só pode ter a qualidade ou atributo de ser universal.

Para entender melhor, o que seria estes atributos, suponha que você queira ver sobre os atributos do Papa Francisco, quais seriam? Exemplo: sua idade, sua altura, a cor dos olhos e etc.

A mesma coisa é a Igreja, em se tratando de seu nome, como disse antes, a Igreja não tem nome, mas sim ATRIBUTOS. Quais seriam os atributos da Igreja? A Igreja portanto tem o atributo de ser CATÓLICA, APOSTÓLICA e ROMANA.

Portanto a Igreja Universal pois faz parte de sua missão, o atributo de ser missionária, evangelizadora e anunciar Cristo aos povos. É Apostólica, por ser a Igreja dos Apóstolos e por eles continuada e guardar os ensinamentos dos mesmos Apóstolos.  E é Romana por ter a tradição ocidental, e por ser Roma a sede da Igreja, além de que, como ensina a TRADIÇÃO, o Apóstolo Pedro morreu em Roma.


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A Igreja Católica abraça todo o mundo com sua missão evangelizadora. E a esta Igreja está unida todos aqueles que receberam dos Apóstolos a missão do Cristo em continuar a Igreja. E unidos universalmente, todos os Bispos ao Bispo de Roma, o Papa.

No Catecismo da Igreja Católica encontramos:



A exemplo dos doze Apóstolos escolhidos e enviados por Cristo, a união dos membros da hierarquia eclesiástica está ao serviço da comunhão dos fiéis. Cada Bispo exerce o ministério, como membro do colégio episcopal, em comunhão com o Papa, participando com ele na solicitude pela Igreja universal. Os sacerdotes exercem o seu ministério no presbitério da Igreja particular, em comunhão com o próprio Bispo e sob a sua condução. (CIC §878)



E esta mesma união, faz da Igreja universal, no sentido de que todos estão incluídos e unidos a ela e com os Bispos.



Fonte. http://www.catequesedoleigo.com.br/


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O casal Cristão no Mundo de Hoje – Testemunho.


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Por ironia do destino ou não (é o poder de Deus mesmo) me deparo com aquelas recordações do Facebook em que exatamente no dia 30 de setembro de 2013 eu contava como foi trabalhar no Encontro de Casais com Cristo pela primeira vez:

“Ainda estamos anestesiados com as “doses cavalares” que recebemos do Senhor em três dias maravilhosos.

Não há cansaço ou enjoo (estava grávida de três meses) que atrapalhe tamanha benção recebida.

E sinceramente, faria tudo de novo! 

Agora mais do que nunca, temos a obrigação de deixar rastros de Deus por onde passarmos, por isso quero deixar o meu testemunho de como foi essa experiência na minha vida.

Um casal jovem, com pouco tempo de casados dando uma palestra para 20 casais de até 50 anos de união.


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Tema : Palestra

O Casal Cristão no Mundo de Hoje.



Que responsabilidade! que nervosismo! que tremedeira….. a primeira vez a gente nunca esquece!

Pessoas desconhecidas, depositando toda expectativa em nós. Com sede de serem tocados de alguma forma.

Do meu digníssimo marido a maior surpresa. Arrancou gargalhadas de todos na primeira frase dita. Estou encantada (embora tenha o atrapalhado falar mais). Mas ele foi incrível, não parecia em nada o cara tímido que sempre conheci…. Me apaixonei ainda mais por este novo jeito Diego de ser.

Teve tremenda facilidade em interagir com os outros maridos presentes, que faziam perguntas e queriam ouvir mais. Se alegraram ao ouvirem do papai de primeira viagem que o herdeiro (a) está a caminho. E como foi aplaudido!

Estou boquiaberta até agora… meu marido disse tudo isso! Quem diria não? Ficarei nas nuvens o resto da semana…. se bobear para sempre com o gostinho de quero mais.

Os SINCEROS votos de felicidade, agradecimento e bênçãos valem mais do que qualquer moeda deste mundo.

E o principal: Deus fez de nós verdadeiros porta vozes. Tudo que dissemos, com certeza veio do “Cara lá de cima”….ELE ia soprando em nossos ouvidos cada palavra a ser dita, cada brincadeira a ser feita. E em um tom descontraído conseguimos passar a SUA MENSAGEM.



Missão cumprida! 

Com muito orgulho e sem nenhuma vergonha, somos um Casal em Cristo!

Agradeço a Deus, pelo privilegio da oportunidade. Se fomos escolhidos, não foi por acaso, e queremos continuar sempre nesta jornada…..Amém!”

Nossa!

Hoje, 30 de setembro de 2015 aqui estou escrevendo sobre o mesmo assunto novamente. A diferença, é que em 2013 compartilhei esta experiência apenas com os meus amigos da rede social. Hoje, tenho um blog e meu testemunho vai para quase 600 famílias que não conheço pessoalmente.

O que mudou de lá para cá?

Continuamos anestesiados com a mesma emoção de ter trabalhado para o Senhor e em prol de outras famílias mais uma vez.

Fomos convidados a dar a mesma palestra: “O Casal Cristão no Mundo de Hoje”.

Fora isso, ainda tínhamos a missão de convidar outros casais a participarem do encontro.

Que responsabilidade!

Como disse, não posso entrar em detalhes. Afinal, se eu contar tudo não despertaremos a curiosidade de outras famílias para participarem do encontro.

Mas a moral da história se resume em:

“O mundo não lê a Bíblia, eles leem a nossa vida. Se você quiser mostrar a Bíblia para eles, mostre através da sua vida”.

Não somos um casal perfeito e uma coisa posso contar: não sei se vocês perceberam mas há um gap referente ao ano de 2014. Não participamos? Pelo contrário, trabalhamos da mesma forma mas recusamos a palestra.

Explico tal como expliquei para os 23 casais que nos ouviram na tarde deste último domingo:

Não estávamos bem ao ponto de dar uma palestra. Sim! Enfrentávamos a nossa primeira grande crise no relacionamento. Iasmin estava com apenas cinco meses, eu tinha acabado de voltar da licença maternidade, o estresse em “deixar” a minha filha ainda tão pequena me consumia. Trata-se de um momento muito difícil na vida de uma mulher e muitas vezes com motivo ou sem motivo (foram várias tentações na época), acabava descontando a minha fúria em meu companheiro.

Superamos, graças a Deus! O que nos possibilitou dar este relato na palestra deste ano.

O casal cristão é aquele que justamente consegue enfrentar as tentações pregadas pelo mundo lá fora, que ora junto e sabe o poder do perdão. Enquanto houver amor e fé, haverá o perdão. Ensinamos mais uma vez aos casais que nos ouvia, uma forma simples de se perdoarem (risos).



E foi bom a gente ter passado por esta crise no ano passado para conseguirmos dar a mesma palestra com um olhar muito mais maduro desta vez.

Iasmin, trabalha desde quando estava dentro da minha barriga e ficamos felizes com isso. Sentimos que estamos fazendo a nossa parte para que a nossa filha cresça e aprenda aquilo que julgamos certo.

Não estou aqui para falar de religião, estou aqui para falar de fé. Da importância de crermos em algo para dar um norte em nossas vidas.

A recompensa disso?

Não é dinheiro nem nenhum outro tipo de moeda de troca. E sim o simples fato de poder fazer bem ao próximo. Famílias desconhecidas que agora se tornaram nossas amigas depois de três dias de convivência.

Há um pós encontro, e foi de arrepiar ver os seus testemunhos ontem. Dizendo o quanto aprenderam conosco. Maridos e pais de família encantados, afirmando que mudarão suas posturas daqui para frente. Que valorizarão muito mais suas esposas e filhos.

Que seus amigos questionavam onde eles estavam escondidos no último final de semana e eles respondiam que estavam fazendo uma viagem para um outro planeta.

Lagrimas de emoção!

E nos questionaram: a alegria deste grupo é sempre assim?

Respondemos sem sombra de dúvidas: Sempre!

Pois, vivemos em Cristo! Com todos os nossos defeitos e pecados, mas, o simples fato de termos Deus como alicerce de nossas famílias faz com que tenhamos forças de superar qualquer obstáculo.

Valeu a pena?

Ver a Iasmin batendo palma ontem ao final de cada testemunho mesmo sem entender ao certo o que estava acontecendo, nos prova que sim.

Prova que nossa família pelo menos busca o caminho certo.

Não sabemos o dia de amanhã e pode ser sim que alguma hora fraquejamos. Afinal, quantas familiais não se desfazem hoje em dia?

Mas, não quero pensar nisso agora e enquanto tivermos Deus em nossos corações, teremos forças para defender a nossa família.

Encerro com o trecho de uma música que foi cantada no evento de ontem, que por coincidência foi uma das músicas do meu casamento e que mexeu muito comigo:


Celina Borges – Nas Asas do Senhor

“Eu posso ir muito além de onde estou 

Vou nas asas do Senhor 

O Teu amor é o que me conduz

Posso voar e subir sem me cansar

Ir pra frente sem me fatigar

Vou com asas, como águia

Pois confio no Senhor!”


(Nas asas do Senhor – Celina Borges)




Nossa participação no ECC

Há todo um  sigilo que devo manter porém, ao mesmo tempo é uma experiência tão única que me sinto na obrigação de repassar.


Família e misericórdia.



O que permite a Sua Santidade o Papa Francisco dizer algo de tão liminar e diamantinamente importante como «A arquitrave que suporta a vida da Igreja é a misericórdia» (Misericordiae vultus (MV), 10) é saber-se que este ato – divino por excelência – é isso «que revela o mistério da Santíssima Trindade» (MV, 2). Mudemos um pouco a ordem dos termos da citação para podermos entender melhor o que aqui está em causa: é a misericórdia – qualquer seja, pois toda ela é Deus em ato – que nos permite penetrar o que é penetrável no Mistério da Santíssima Trindade, único mistério que existe verdadeiramente.

Por Américo Pereira
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Ciências Humanas – Publicado em 06.11.2015
 

Leia o texto:


Familia_e_misericordia

“As obras de misericórdia como atos criadores da família” 


Ora, de esse mistério, o que está ao nosso alcance é precisamente a misericórdia que se nos revela através quer da Revelação tradicionalmente entendida quer através dessa outra revelação divina que é a exata presença da misericórdia na ação humana. Em que consiste pormenorizadamente todo o restante infinito da Santíssima Trindade nunca se saberá. Mas que é um infinito e sempre atual ato de misericórdia, isso sabe-se. Mas isso só se pode perceber o que seja, para além do mero enunciado verbal, se se souber por experiência própria o que é a misericórdia, isto é, apenas os que em ato experimentaram a misericórdia, os misericordiosos, podem saber o que se pode entender por misericórdia divina no seio da Santíssima Trindade.

E o que é isso da misericórdia?

É, antes de mais, um ato. Um ato que põe algo em ser. O primeiro ato de misericórdia é o ato de absoluta inauguração do mundo, ao ser este criado por Deus. Assim, a misericórdia é o ato que absolutamente põe a possibilidade de algo, neste caso, do próprio mundo. É o ato de amor, de caridade por excelência. Pode mesmo dizer-se que a misericórdia é o amor e a caridade enquanto puros atos: são a própria atualidade da caridade. Se da caridade pode haver uma concessão puramente teórica, da misericórdia, apenas uma concessão atualista faz sentido. Na misericórdia, o conceito e o ato imediatamente recobrem-se.

Nenhum cristão, se o é mesmo, pode duvidar do amor caritativo de Cristo antes do momento do cálice. Mas, sem o momento do cálice, tudo seria puramente teórico: é com a assunção do cálice, como ato de beber o seu conteúdo, que o amor se transforma num verdadeiro ato de misericórdia.

O mesmo se diga do sim de Maria ao pedido de Deus para ser Mãe do possível Emmanuel: Maria amava Deus, mas o ato de misericórdia para com a humanidade, mas também para com Deus – tal a força deste ato – dá-se com e apenas com o sim dito e assumido.

Semelhantemente, José, ao assumir constituir família com Maria e o Emmanuel em adveniência, opera misericordiosamente.

A mesma misericórdia se faz sentir quando, poupando ilógicas mediações, Deus chama a si a mesma Maria que usou de tão bela misericórdia para com ele: cumprindo, deste modo, a promessa de Cristo ao dizer que o ato nosso de cada dia é, já, a nossa recompensa. Maria teve como recompensa a misericórdia que pôs na relação com Deus; Deus teve apenas de deixar que a misericórdia posta por Maria atingisse a sua plenitude. Assim com toda a misericórdia.

Assim com a misericórdia divina, sempre perfeita, infinitamente perfeita em ato no seio da Santíssima Trindade.

É esta misericórdia que permite, então, dizer ao Papa Francisco que a trave mestra da vida da Igreja é a misericórdia. Como não o ser?

Deste modo, a Igreja não é uma coisa histórica, ou física, ou institucional, mas é, antes, vida e vida que é misericórdia. Só no seio desta e como liturgia a esta vida de misericórdia faz sentido a sua natureza de coisa também física, também histórica, também institucional. Apenas esta vida de e em ato de misericórdia é capaz de fazer da Igreja algo de credível (MV, 10) não apenas junto de crentes em seu interior, de crentes em seu exterior, e de não crentes, mas, sobretudo, junto do próprio Deus, que, sendo a plenitude da misericórdia, não tolera a falta desta, como podemos ver em Job, com os falsos amigos, ou na triste narrativa de Sodoma e Gomorra, cujo suicídio se deveu à sua absoluta falta de misericórdia, contemplada e selada por Deus, que não salva através do uso da violência.

Ora, como diz o Papa em MV, 9, «o amor nunca poderia ser uma palavra abstrata.». Tal implica que, para que a misericórdia exista, tenha de haver atos de misericórdia em nós e connosco como na Santíssima Trindade, sendo que esta é paradigma, mas, como tal, fim a que tender em aproximação infinita.



É, então, a realidade concreta da misericórdia o lugar permanente das obras de misericórdia, corporal e espiritual, isto é, viva, dado que, na vida humana, em ato, não há distinção senão formal entre os dois âmbitos (sem o espírito, há um cadáver; sem o corpo, nada, pois nós não somos anjos com corpo). São tais obras:

1. Dar de comer aos famintos;
2. Dar de beber aos sedentos;
3. Vestir os nus;
4. Acolher os peregrinos;
5. Dar assistência aos enfermos;
6. Visitar os presos;
7. Enterrar os mortos;
8. Aconselhar os indecisos,
9. Ensinar os ignorantes;
10. Admoestar os pecadores;
11. Consolar os aflitos;
12. Perdoar as ofensas;
13. Suportar com paciência as pessoas molestas;
14. Rezar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.


O modelo destas obras é o próprio Cristo, em cuja vida encontramos atos modelares correspondentes a todos estes paradigmas, alguns deles de forma literal. Assim, ser misericordioso é agir segundo a plena realização das ações que estas catorze padronizações indicam. Se bem entendidas, cobrem todos os tipos possíveis de atuação possível na e da nossa vida, não apenas como Igreja, mas estendendo-se a toda a humanidade e definindo, deste modo, o caminho perfeito para o Reino de Deus ou a Cidade de Deus, cidade da plenitude do bem possível, designação que cobre não apenas a referência religiosa cristã, mas a humanidade de sempre.

Podemos entender, assim, como a misericórdia é não apenas uma «coisa» cristã ou religiosa, na religião ou no cristianismo se esgotando, mas algo que está no centro mais profundo da possibilidade da própria humanidade, algo sem o qual a humanidade não tem futuro possível. A misericórdia, ainda que humanamente entendida é (como a caridade ou o amor) o único ato que aguenta na perfeição o crivo laico do famoso imperativo categórico de Kant.

Onde podemos encontrar em termos cristãos esta misericórdia numa dimensão humana? Há um modelo humano para tal? Este modelo é universalizável, sem o que a humanidade está condenada a uma vã efemeridade mais ou menos longa no tempo, mas sempre demasiado breve?

Pensamos que sim.

O modelo perfeito é a Sagrada Família; é um modelo universalizável precisamente em sua essência e substância de ato de misericórdia; a sua universalização como ato de misericórdia é o único modo de tornar a humanidade em algo mais do que um vão sonho de Deus, sonho autodesprezado, autoaniquilado.

Maria, José e Emmanuel são o paradigma quer da humana família quer da humana misericórdia porque consubstanciam perfeitamente em sua relação o ato de pleno e indefetível amor criador de possibilidade de bem em que consiste a misericórdia. Não há família se não houver obras de misericórdia em ato. A plenitude da família corresponde à plenitude da realização das obras de misericórdia, quando necessárias. Não se trata de inventar obras desnecessárias, mas de as cumprir todas quando necessárias; todas concomitantemente se todas forem necessárias num mesmo momento.

A perfeita mãe é quem as cumpre a todas segundo o modo necessário exposto; o mesmo acontece quer com o perfeito pai quer com o perfeito filho.

É esta perfeição atual que constitui a família: sem ela não há família; com ela há sempre família. A naturalidade na e da família reside no ato de misericórdia, não em qualquer estrutura física ou biológica: não há relação biológica entre Emmanuel e José, nem por isso José deixa de ser o perfeito pai de Emmanuel e este o perfeito filho de José.

A família replica, assim, o ato criador de Deus, que não é um ato físico, embora instaure a física, mas um ato espiritual, precisamente o ato do dom de misericórdia mais grandioso que existe e que realiza a transformação do nada de nós no tudo da nossa possibilidade através do amor criador. A família prolonga esta capacidade criadora, prolongando também essa outra forma de misericórdia que é a providência divina, na forma da humana dedicação amorosa, previdente e providente, possibilitadora da manutenção terrena do ser humano na existência. É um bem-agir que corresponde à operação ativa de um bem-querer, que é um querer que o outro seja e seja bem. Ora esta é a ação criadora e providencial de Deus, dada como possibilidade à criatura humana, isto é, a misericórdia divina dada como possibilidade de misericórdia humana.

Misericórdia é, assim, um ato de providência, divina ou humana, que permite que o absoluto do que é seja. É a mesma definição do amor.

A misericórdia divina é o sustentáculo de todo o ser criado e a porta aberta para a salvação de toda a criatura, mormente da humana, que tem apenas de aceitar beber o doce cálice da misericórdia humana. Uma universal libação com tal cálice corresponderia à Cidade de Deus, universal família espiritual.


Américo Pereira
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Ciências Humanas
Publicado em 06.11.2015
 


“Misericordiae vultus”: Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia (papa Francisco)


 



OBRAS+DE+MISERICORDIA[1]

Os Frutos da

MISERICÓRDIA

de Deus


Tende_Misericordia_Senhor Jesus_Misericordioso_101 Fonte de misericordia
terco-da-misericordia-11[1] Novena_misericórdia

Família – primeira escola de misericórdia.



Vocacionada a ser reflexo do amor da Trindade para os homens, a família só pode existir e chegar à sua plenitude se estiver continuamente ligada à fonte do amor de Deus. “As relações intra e extrafamiliares precisam ser marcadas pela misericórdia”.

Por  Moysés – Comunidade Shalom Fotaleza   Tema congresso para as familias

Leia o texto:


moyses congresso familias

Fotos: Marciano Rodrigues


“A família é fecunda e feliz quando se torna escola de  Misericórdia”


É a família, como primeira escola de misericórdia, que poderá mostrar ao mundo a verdadeira face de Deus, bom pastor que deixa as 99 ovelhas e, com amor misericordioso, busca a que se perdeu.  Ela é um espelho do amor da Trindade que Deus deseja manifestar ao mundo. “A família é fecunda e feliz quando se torna a primeira escola de misericórdia para a sociedade. Não existe verdadeira felicidade fora disso. Este amor misericordioso de Deus precisa ser derramado sobre a Igreja e humanidade.

É necessário viver a misericórdia sob dois aspectos que representam bem o amor de Deus: Hesed e Rahamim. O amor Hesed é aplicado a Deus e representa a fidelidade de sua aliança com seu povo. “Deus perdoa sempre e para sempre. Deus apaga os nossos pecados e nos transforma”, explicou. O Senhor nunca se cansa de perdoar e sempre dá uma chance para o homem recomeçar.

Rahamim evoca de um modo especial o amor materno, um amor de entranhas. “Significa criar dentro de si um espaço para o outro. A mãe começa a sentir com esse outro, sofrer com o outro, se alegrar com o outro”.   Deus nos ama mais do que uma mãe ama um filho. “Deus se fez homem, revestiu-se com a sua carne e nos trouxe para dentro dele, dentro da Trindade. Em sua humanidade, Cristo tomou sobre si as nossas dores. Nenhuma dor humana está fora de Deus”.  Assim, o Senhor nos chama a também assumirmos as dores da humanidade.

O verdadeiro remédio para as dores do mundo é a misericórdia de Deus. São João Paulo II evocava os escritos de Santa Faustina Kowalska, a apóstola da misericórdia, e confiava no amor de Deus que transforma a humanidade. O Papa Francisco também recordou que a última palavra no mundo não é do mal, das guerras, da ideologia. A última palavra na história dos homens é a misericórdia de Deus. “São João Paulo II dizia que o homem do século XXI só seria evangelizado pela misericórdia”.

A misericórdia também é uma marca do Pontificado do Papa Francisco, que fala sobre a graça que Deus deseja derramar sobre o mundo e de forma abundante sobre as famílias. A Exortação “Amoris laetitia”: a alegria do amor na família é reflexo disso. “O Papa Francisco repete na sua exortação que o homem em seu mistério mais íntimo não é sozinho, mas está em família cuja essência é o amor. Esse amor é o Espírito Santo” e a família é reflexo do amor da Trindade que se derrama pela humanidade.


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Julgamentos

Um obstáculo para vivermos a misericórdia de Deus para com os outros são os julgamentos. Pensamos ser superiores aos outros e não damos nosso perdão, mas sempre achamos que os outros são culpados e nós, inocentes. No entanto, é preciso reconhecer que “sem um segundo da graça de Deus, somos capazes de cometer os pecados mais abomináveis que vemos em uma pessoa”. Essa experiência com a misericórdia de Deus que nos possibilita levar o amor aos outros só é possível por meio da oração. “Deus vai nos visitando. Uma família que reza tem esta grande e decisiva fonte de salvação. Ela se conhece mais e se torna capaz de amar, de perdoar, de recomeçar, de ser feliz. A oração é uma fonte inesgotável de misericórdia”.

A misericórdia precisa ser vivida concretamente dentro de casa. “Esta capacidade de perdoar é inerente à vida da família porque se aprende a perdoar dentro de casa. Os filhos vão entender o que é misericórdia de Deus lendo isso na vida dos pais.” Também é necessário aprender a dar e pedir perdão. “Deus é tão misericordioso que nos constrange e nos transforma de dentro para fora”. Assim nossas famílias precisam viver: distribuindo amor e não castigos, julgamentos.

Existem três figuras na Bíblia que ressaltam o julgamento: Suzana que foi acusada injustamente de adultério por dois juízes no livro de Daniel e, nos evangelhos, a história da mulher adúltera e da viúva julgada pelo juiz injusto. “Deus tem misericórdia até quando estamos errados. A mulher foi chamada de adúltera não por Jesus, mas pelos fariseus.” Ele nos ensinou que não podemos ter julgamentos tão rígidos com os outros.

No caso da viúva necessitada e do juiz, ele se tornou indiferente e centralizado em si mesmo. Esse erro também pode acontecer conosco quando julgamos, rotulamos e queremos que o mundo gire em torno dos nossos problemas. “Temos julgamentos injustos, rígidos ou indiferentes. Falta o olhar misericordioso de Deus”, disse. Quando temos misericórdia, vivemos a paciência, que é o padecer ao lado do outro.

Outra parábola conhecida é a do rico e do pobre Lázaro. O rico faz festa, enquanto o pobre morre de fome e os cachorros lambem suas feridas. “A parábola não condena a riqueza, mas a indiferença. O rico é incapaz de ver o que o cachorro vê, as feridas purulentas do outro”, este fato acontece em nossa própria casa, às vezes nossos maridos, esposas e filhos estão com feridas purulentas e não vemos o que está acontecendo.

É necessário experimentar a misericórdia dentro de casa, estando atento aos pobres, com sensibilidade para a missão e a evangelização. “A família não pode ficar centralizada em si mesma.” O Papa Francisco diz que se permitirmos dar lugar ao ressentimento, a tendência é imaginar cada vez mais maldade e o ressentimento vai criando raiz.  “A comunhão familiar só pode ser conservada e aperfeiçoada com compreensão, tolerância, perdão e reconciliação”. É necessário ainda ver o outro com um olhar de céu, assim como Deus nos vê.


Fonte: comshalom.org

Teresa Fernandes



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Selados pelo Espírito Santo de Deus.


selo de Deus apocalipse


“Nele também vós, depois de terdes ouvido a palavra da verdade, o Evangelho de vossa salvação no qual tendes crido, fostes SELADOS com o Espírito Santo que fora prometido, 

(Efésios 1,13)


Podemos destacar no versículo acima duas palavras que por si só fazem uma grande diferença.


PROMETIDO


Não seria um grande esforço para perceber que tal palavra se trata de um VERBO e um verbo no tempo “PASSADO”, significando que seja lá do que se trate seria algo que já aconteceu e não algo que ainda DEVERÁ ser esperado no FUTURO.

“O Espírito Santo da Promessa”.

É assim que São Paulo se refere ao Grande Presente que o Pai nos DEU e não ao Presente que ainda está para ser entregue a todo aquele que ama a Deus!

“É como está escrito: Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam.”

(I Coríntios 2, 9)

O céu e a vida eterna com Deus é o prêmio e objetivo final de nossa caminhada aqui na terra, porém “O Espírito Santo que fora prometido” não é para o futuro como se fosse um prêmio merecido por nossa vitória aqui na terra e sim Ele se trata do “Paráclito”, o nosso advogado e ajudador, ou seja, Ele é o nosso guia, aquele que nos anima e dá força na caminhada, sem Ele certamente seria impossível alcançarmos a Vitória.

Sendo assim, precisamos d’Ele, precisamos tê-Lo em nossas vidas e em nossos corações, para que isso aconteça é necessário primeiro que deixemos de esperar algo que já aconteceu e que deixemos de pensar que aquilo que aconteceu em Pentecostes só aconteceu na vida daquelas pessoas que lá estavam presentes no Cenáculo.


O Selo do Espirito santo


SELADO


“Vós mesmos sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens.

Não há dúvida de que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações.”                              (II Cor. 3,2-3)

Hoje conhecemos diversos meios de comunicação; temos o rádio, a TV, o jornal, revistas e agora mais recentemente apareceram também a internet com seus e_mail’s que se desdobraram em redes sociais e por ultimo apareceu também um tal de “What’s Up” que praticamente roubou a cena, tanto dos meios de comunicação mais robustos e conhecidos que tiveram seu auge na história como até mesmo roubou o diálogo entre as pessoas, pois chegam ao cúmulo de duas pessoas sentadas em uma mesma mesa de bar se comunicarem com a pessoa do seu lado através do famoso aplicativo ao invés de lhe dirigir a palavra verbalmente.

Isso nos leva a pensar o seguinte;

“O que estaria acontecendo com a nossa comunicação hoje?”

Este foi o mesmo questionamento levantado por São Paulo quando escreveu esta carta aos Coríntios. Naquela época o único meio de comunicação conhecido à distância era tão somente uma carta, mas pelo jeito todos sabiam claramente como se deveria conhecer o conteúdo de uma carta que alguém lhe houvesse enviado, sendo assim, Paulo censura aqueles que ainda permanecem com suas cartas lacradas e não abertas revelando o seu conteúdo.

Um detalhe comum numa carta enviada no passado e nas cartas de hoje ainda é o lacre e o selo, antes porém nem toda carta era selada e nem lacrada, somente as mais importantes que traziam mensagens importantes, o selo também não apenas servia de lacre para fechar uma carta como também era a marca daquele que havia lhe enviado, ou seja, um tipo de autenticação e comprovação de originalidade e autoria, hoje estes dois sentidos se perderam completamente já que o selo se tornou apenas uma figurinha na lateral que comprova apenas o pagamento do envio postal, o que antes era marca de autenticidade se tornou apenas prova de pagamento de tarifa e se desvalorizou a tal ponto de agora ser apenas uma chancela realizada numa maquina.

No Caso anterior citado por São Paulo “Selado” se tornaria como a comprovação e a autenticação daquela carta que foi enviada por Deus ao mundo com uma mensagem muito importante que deveria ser conhecida por todos, mas que por um descuido nosso esta carta tão importante ainda continua lacrada e muitas vezes perdida no fundo da gaveta.

“O que estaria acontecendo com a nossa comunicação ?”

No passado a mensagem contida em nosso coração foi comparada à uma “CARTA LACRADA E FECHADA” que equivaleria ao silêncio de um Cristão omisso, mas como bem nos exortou o Apóstolo Paulo, a nossa missão é evangelizar e fazer com que a mensagem Divina seja espalhada e conhecida em toda terra, mas hoje podemos dizer que DEUS também evoluiu e que Ele já não envia apenas uma cartinha ao mundo, mas envia ao mundo muitas mensagens na rede social e principalmente através do What’s Up, se por acaso os seus amigos e companheiros de mesa de bar ainda não conhecem a força e o poder da mensagem do evangelho é porque o INIGUO JUIZ BLOQUEOU O SEU WHAT’S UP.

Nossa! que transtorno causou apenas 24 horas de bloqueio no tal aplicativo aqui no Brasil, mas imagine só a falta que faz para ao mundo e principalmente para aqueles que perdem a Salvação a falta do conhecimento da mensagem de Deus que foi escrita em seu coração para que você transmita aos seus, curta  e compartilhe com todos os seus amigos, irmãos e conhecidos.

Se naquela época de cartas lacradas a mensagem do evangelho fazia tanta falta ao mundo, imagine hoje com todos os meios de comunicação disponíveis totalmente bloqueados por causa do nosso pecado, nosso orgulho e nossa inadimplência?

Os meios de comunicação evoluíram, se multiplicaram e aumentaram seu alcance, mas se o nosso coração permanecer fechado, o mundo jamais conhecerá o verdadeiro AMOR DE DEUS.



ÉFATA  –  ABRA-TE!



     Agora que você conhece  a verdade, sabe quem é o Espírito Santo e que você é esta carta Divina para o mundo, O que você esta esperando para contar esta novidade ao seu próximo ?


   Desejo a todos um feliz DIA de Pentecostes e que Deus multiplique as graças derramadas em cada coração e em cada Família daqueles que permanecem conosco e daqueles que hoje nos visitam pela primeira vez, espero que continuemos juntos nesta caminhada e compartilhar a vida eterna ao lado de Cristo Jesus.


Fruto_Espírito Efusão_no_Espirito_2 Batismo_Espírito
Chamados_Comunicar Sete_dons

Evangelizar incomoda muita gente.



Lembra daquela musiquinha do elefante que incomoda muita gente (*) e que depois vem mais um elefante e vai aumentando a manada até que alguém perde a paciência e amordaça o maluco que está cantando? 


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É!!! Já passei por esta situação algumas vezes e deu vontade de enforcar o cantor, mas hoje queremos falar exatamente deste mesmo efeito perturbador nas pessoas quando nos referimos ao evangelho de Jesus Cristo, porque lamentavelmente muitas pessoas não querem ser evangelizadas e se sentem muito incomodadas! 


Além das pessoas se somam ideologias humanas e políticas que não suportam o Cristianismo e até proíbem a evangelização.



Lembra-se da ordem de Deus ao Profeta Ezequiel?

Dir-lhes-ás tu: Esta é a Palavra do Senhor – quer te escutem ou não. (Ezequiel 3,11)

“Quer ouçam ou deixem de ouvir”.

Deus enviou o Profeta Ezequiel para anunciar a sua palavra no meio de seu povo escolhido, porém a situação era tão grave naqueles dias que a observação do Senhor era exatamente que: aqueles que eram pagãos e que nunca tinham ouvido falar de Deus provavelmente ouviriam esta palavra.  Os filhos de Deus, porém, estavam fechando os ouvidos para não ouvir as palavras de seu Deus, perseguiam os Profetas e os matavam.  Hoje, acontece algo muito semelhante e é por isso que Deus nos chama a evangelizar os Batizados, não somente aqueles que nunca ouviram a palavra de Deus, mas sim e principalmente aqueles que se dizem Cristãos, que foram batizados e um dia se tornaram “FILHOS DE DEUS”, mas vivem como se fossem pagãos, evangelizar aqueles que estão com o convite para as Bodas do Cordeiro nas mãos e o cheque da Salvação no bolso, porém seguem em direção oposta rumo ao inferno e de agem assim conscientemente e ainda se incomodam, reclamam e perseguem aqueles que pregam a verdade do evangelho.

Neste ponto, entendemos que Deus nos chama para incomodar mesmo esta geração perversa, esta geração de cristãos inúteis, para ascender uma chama que incendeie toda palha seca e o joio maduro, para queimar todo ramo ressequido a fim de se limpe o caminho para que brote folhas novas e cresça novos ramos verdes nesta videira para produzir muitos frutos para o Senhor.

Jesus disse certa vez quando observava as multidões:

“Que elas se assemelhavam a um rebanho sem Pastor” (São Marcos 6, 34)

Sua intenção é clara quando demonstra claramente sua intenção de conduzir este rebanho perdido ao seu aprisco, porém Ele não esperava que essas ovelhas fossem rebeldes e desobedientes e que preferissem não ser conduzidas ao aprisco.

Este é o nosso chamado hoje, devemos atuar neste rebanho como aqueles cães que são instruídos para conduzir as ovelhas ao redil, não existe outra maneira de efetuar este trabalho, por isso dizemos que esta ação de conduzir o rebanho, de latir e latir, avançar e recuar, fazer barulho e mais barulho é a maneira que as ovelhas entendem e são coagidas a seguir na direção correta.

Imagine o quanto um cão pode latir nas ovelhas e incomodá-las a ponto de induzi-las na direção correta, imagine agora se fossem dois cães a latir nestas ovelhas surdas, multipliquemos os cães que cercam as ovelhas e iremos observar que o trabalho será executado mais rapidamente e facilmente. Desta mesma forma, podemos dizer que: se um evangelizador incomoda tanta gente, imagine se fossem dois evangelizadores?  E se fossem três, quatro, cinco ou mais, como não poderiam incomodar ainda mais os Cristãos acomodados para que eles percebam que um Cristão acomodado que não evangeliza ninguém não entrará no reino de Deus.

Talvez seja esta a verdade que mais incomoda os acomodados e que nenhum deles queira admitir, mas se o “cristão” não for Cristão de verdade e se não contagiar o mundo que o cerca com seu testemunho de vida, não somente muitas pessoas perderão a Salvação como também ele mesmo perderá a sua Vida Eterna com Deus, pois todos aqueles acomodados que se identificam como “cristãos” e não o são de verdade não entrarão no Reino de Deus.

Por isso São Paulo dizia:

“Ai de mim se não evangelizar!”

Porque esta é a nossa Missão hoje!


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Mas por que o evangelho incomoda tanto as pessoas?


O evangelho não parece ser algo que as pessoas gostem tanto de ouvir.

Você já se sentiu um chato por compartilhar a palavra de Deus com alguém?

Já foi “cortado” ou desprezado quando estava falando de Jesus?

Já foi excluído por falar a verdade contida na Bíblia?

Já teve suas atitudes ridicularizadas por seguir à risca a orientação do evangelho de Jesus?

Já teve portas fechadas em sua vida só porque acredita e segue os ensinos de Jesus Cristo?

Essas são situações bem comuns que acontecem diariamente.

Paulo diz ao jovem Cristão Timóteo algo que parece desanimador, mas que mostra na realidade que o evangelho de Jesus Cristo incomoda demais o mundo:

“Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2 Timóteo 3.12). 

Por que os que querem viver de acordo com a vontade de Jesus Cristo serão perseguidos? Porque o mundo se incomoda demais com o evangelho sendo pregado e, claro, principalmente sendo vivido.

Mas nós que vivemos e pregamos o evangelho devemos ter em mente uma verdade: Se o evangelho está incomodando [o evangelho genuíno, é claro, o bíblico] é porque as coisas estão indo bem e não mal. O evangelho foi feito para incomodar e impactar as pessoas e não para passar despercebido. O evangelho não é para “passar a mão na cabeça das pessoas”, para deixá-las da mesma forma que estão. Os relatos bíblicos mostram que onde o evangelho entra as coisas não permanecem as mesmas. Ou ele muda vidas ou provoca reações de rejeição das mais diversas. Em alguns lugares do mundo a pregação do evangelho pode gerar a morte do pregador! Aliás, milhares de pessoas já morreram por causa do evangelho.

Mas porque a mensagem do evangelho incomoda tanto?

A mensagem do evangelho incomoda tanto porque ela é diferente das outras mensagens. É uma mensagem exigente, poderosa, mexe com o coração do homem, abala, coloca “a pulga atrás da orelha” do ser humano, é verdadeira, destrói a obra do diabo, transforma vidas, mostra o caminho da salvação, purifica, traz perdão, etc. É a Palavra de Deus que não volta vazia. Não são meras palavras ao vento, mas são palavras agregadas com o poder do Todo-Poderoso. Como algo com todas essas características não incomodariam?

Vários pregadores do passado e do presente também incomodaram por pregar o Evangelho. Muitos deles sofreram na pele o impacto da rejeição da mensagem de Jesus Cristo, mas também colheram frutos pelo seu empenho, afinal, em muitas vidas o incomodo que o evangelho provoca redunda em mudanças de vida e conversão, em reconciliação com Deus. Muitos que viveram e vivem o evangelho colhem dificuldades do incomodo provocado pelo evangelho, mas colhem também os frutos saborosos vindos dele.

O grande risco que nós cristão corremos é o de desistir de anunciar o evangelho por causa da rejeição e do incomodo visível das pessoas por causa dele. Quanto a isso veja o que aprendemos com Paulo:

“Agora eu vou para Jerusalém, obedecendo ao Espírito Santo, sem saber o que vai me acontecer lá. Sei somente que em todas as cidades o Espírito Santo tem me avisado que prisões e sofrimentos estão me esperando. Mas eu não dou valor à minha própria vida. O importante é que eu complete a minha missão e termine o trabalho que o Senhor Jesus me deu para fazer. E a missão é esta: anunciar a boa notícia da graça de Deus.” (Atos 20. 22-24)

Se o evangelho não incomodar não é o evangelho. Acostume-se com isso e cumpra sua missão assim como o apóstolo Paulo, que não se preocupou com o incomodo que o evangelho iria provocar nas pessoas e na sociedade, antes, se incomodava em não cumprir a vontade de Deus em sua vida e em não impactar positivamente o seu tempo com a grande boa notícia, o evangelho de Jesus Cristo!


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Queira receber a Efusão do Espírito Santo.


“Aspirai aos dons espirituais”

monsenhor Jonas Abib


Aspirais_aos_Dons_Espirituais


Ser instrumento do Espírito Santo não é resultado da nossa perfeição nem da nossa santidade. Pelo contrário! Nosso caminho de santificação, de perfeição, passa, necessariamente, pela efusão do Espírito Santo, pois não é possível apenas com nosso esforço. Certamente, podemos colaborar, cooperar, deixar-nos trabalhar pelo Senhor, mas é Ele quem faz tudo.

Nossa conversão verdadeira acontece quando somos recriados no Espírito Santo. A partir daí, tomamos gosto pela oração, pela escuta da Palavra de Deus, e começamos a participar realmente da Missa e dos sacramentos, a trabalhar na Igreja, cooperando com o Senhor.

Desse modo, não podemos, por nós mesmos, conceder nem privar os outros da graça que recebemos gratuitamente. “Quem crê em mim, do seu seio, do seu interior, jorrarão rios de água viva.” Basta isso.

Quando recebi a efusão do Espírito Santo, tudo durou um dia só. Padre Haroldo J. Rahm, SJ, passou pelo nosso seminário e concedeu um dia de retiro aos seminaristas. Ele falou sobre os dons, os carismas do Espírito Santo, sobre a Renovação Carismática. Na época, não entendi o que significava efusão do Espírito, dons nem carismas na perspectiva da Renovação Carismática. Sabia o que eram os carismas, os dons, mas não da maneira como estava acontecendo: as pessoas sendo curadas, orando em línguas. A confusão tomou conta de minha cabeça. Não entendi nada.

“Tudo começa pela efusão do Espírito”, disse monsenhor Jonas Abib


Efusão_no_Espirito_2


No entanto, o Senhor semeou, no meu coração, um desejo muito grande. Nem sabia que graça era aquela que receberia, mas a queria muito. Quando o padre Haroldo impôs as mãos sobre mim e fez uma oração breve, não senti nada, pareceu-me que nada havia acontecido. Mas, à noite, sozinho no pátio do seminário, comecei a orar como nunca havia orado na minha vida.

Tudo começou a mudar, foi o surgimento do olho-d’água. Era aquela a efusão no Espírito Santo, do jeito que Jesus falou: “Do seu interior correrão rios de água viva”. Sabemos que um rio de água viva nasce de um olho-d’água, não há outra forma. Foi assim na minha vida; será assim na sua.

Depois de três meses, fui fazer uma experiência de oração com padre Haroldo e levei três jovens comigo; foi então que, ouvindo as palestras sobre efusão do Espírito e os dons, comecei a entender o que estava acontecendo comigo. Nos três meses anteriores, Deus me deu a graça de experimentar muitas coisas novas. Meu sacramento e minha vida mudaram e tornou-se mais verdadeiro o arrependimento dos meus pecados.

Ali, na experiência de oração, fui encontrar a explicação daquilo que, pela graça de Deus, estava vivendo.

Você quer ou não ser transformado pelo Espírito Santo? Não sei o grau de sua aridez, de suas dificuldades espirituais, só sei que chegou a hora: o Senhor quer que você mergulhe na graça da efusão do Espírito Santo.

Vamos dizer ao Senhor: Senhor Jesus, quero receber a efusão do Espírito Santo, como diz a Tua Palavra: “Sereis batizados”. Quero ver-me banhado no Teu Espírito, possuído, até as últimas fibras do meu ser, pelo Espírito Santo de Deus. Vem, Espírito!

“Sim, Jesus, dá-me Teu Espírito. Plenifica-me, Senhor. Derrama sobre mim o Teu Consolador. Senhor, concede-me a graça. Peço que manem de mim rios de água viva, que se realize em mim a promessa: ‘Vós sereis batizados no Espírito Santo’. Realiza a Palavra, Senhor Jesus:

‘Do seu interior correrão rios de água viva’. Realiza a Palavra: ‘Descerá sobre vós o Espírito Santo. Recebereis força, poder e sereis minhas testemunhas até os confins da terra.’”

Vem, Espírito Santo, porque eu preciso de Ti agora. Cobre cada um dos meus (nomeie cada pessoa que você deseje abençoar) e o conduz a Tua Igreja. Vem, Espírito Santo, derrama-Te sobre nós. Jesus, Tu és o batizador; batiza-nos no Espírito Santo. Precisamos desta graça. Cumpra-se, Senhor, a Tua Palavra. Amém!


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Artigo do livro:

“Aspirai aos dons espirituais”,

monsenhor Jonas Abib.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Efusão_no_Espirito_2 Batismo_Espírito
Sete_dons

Efusão significa um novo Derramamento do Espírito.


EXPLICANDO O ACONTECIMENTO DE UMA FORMA MAIS DINÂMICA.


Derrama_Espirito


A palavra Batizar significa mergulhar.

A palavra Efusão significa Derramar.

Em ambos os casos configura-se a ação do Espírito Santo na pessoa como se fosse uma água viva que molha todo o corpo conforme a simbologia usada por Jesus em (São João 7,38).

“Quem crê em mim, como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva. (Zc 14,8; Is 58,11).

O Batismo recebido por Jesus das mãos de São João Batista era um mergulho nas águas do Rio Jordão que molhava todo o corpo, a pessoa deveria ficar totalmente submersa por alguns instantes representando assim uma morte e um reviver imediato ao sair da água. Uma morte para o pecado do homem velho e o renascimento de um novo homem comprometido com a santidade.

A Igreja Católica hoje usa o método da “EFUSÃO” para o Sacramento do Batismo.   Ou seja, usa um derramamento de água sobre a fronte da pessoa, principalmente pelo fato de estarmos Batizando crianças que correriam riscos desnecessários ao serem mergulhadas em um rio como Jesus foi.  Também foi desta forma que Deus cumpriu a sua promessa em Pentecostes.  Ele derramou chamas de fogo que repousaram sobre cada um dos apóstolos que estavam presentes no Cenáculo, assim também usamos apenas um derramamento para efetuar o Batismo e para se referir ao Batismo no Espírito que foi na verdade um derramamento e não um mergulho propriamente dito.

De uma forma ou de outra o que importa mesmo é receber a água viva do Batismo como algo que nos molhando ou nos encharcando provoca um mesmo efeito espiritual tirando de nós toda sujeira da alma e do espírito como a equivalência de um banho e uma limpeza de tudo que poderia impedir a ação de Deus em nossas vidas, inclusive e principalmente o pecado que não é uma sujeira que está grudada na pele exterior do corpo e sim uma sujeira que gruda na nossa alma, sendo que o lavar desta água externa é apenas um reflexo da verdadeira “ÁGUA VIVA” que jorra internamente no ser humano dentro de seu coração lavando-o de toda sujeira do pecado.


Efusão_no_Espirito_1


A Efusão externa é visivelmente apenas um derramamento de água sobre a pessoa, mas a efusão interna é um derramamento espiritual que impregna toda sua alma de uma forma equivalente ao molhar do corpo externo.

A Palavra de Deus vai muito além de uma ação visível e exterior no corpo humano, pois Deus declara na profecia que vai penetrar e introduzir seu Espírito dentro de nossos corações.   Ele diz que “TODOS” o conhecerão porque este Espírito que nos penetra irá nos revelar a pessoa de CRISTO nos levando ao conhecimento do Deus verdadeiro.   Este “CONHECIMENTO DO SENHOR”, não se trata de “SABEDORIA humana”, história ou conteúdo de memórias e dados de aprendizado, mas se trata de uma “INTIMIDADE PESSOAL”,   Você tem muitos amigos e sempre terá um amigo que é mais chegado no qual você confia de forma a ser capaz de partilhar os seus segredos mais íntimos.   Se perguntamos o “POR QUE?” que somos capazes de partilhar segredos  com nosso melhor amigo e não somos capazes de contar nada sobre nós à uma pessoa desconhecida a resposta será simplesmente porque “CONFIAMOS NELE” e confiamos porque conhecemos.    Assim também acontece com o conhecimento do Senhor expresso na profecia de (Jeremias 31) “Porque todos me conhecerão…”, nada mais é que uma apresentação de Jesus à pessoa que recebe o Espírito Santo, assim, aquele Jesus que parecia tão distante de nós de repente num piscar de olhos se torna o nosso melhor amigo ao qual seremos capazes de “CONFIAR” ao ponto de lhe contar os nossos maiores segredos e depositar até mesmo as nossas vidas em suas mãos como São Pedro foi capaz de se lançar-se ao mar e caminhar em direção a Cristo.    Quando “CONHECEMOS” E “CONFIAMOS” em alguém a este ponto somos capazes de abrir as portas de nossa casa para que Ele entre, não só a porta da sala de visitas, mas também aquela porta que vive trancada do porão onde você esconde todas as suas coisas velhas e tranqueiras inúteis e os segredos que você esconde de todas as visitas “DESCONHECIDAS”.

Muitas vezes chamamos este acontecimento de uma “EXPERIÊNCIA PESSOAL COM JESUS”, ou seja, você “CONHECEU JESUS PESSOALMENTE” a ponto de lhe confiar todos os seus segredos e abrir-lhe todas as portas de sua casa, quem não “CONHECEU E NÃO CONFIA EM JESUS A ESTE PONTO” não sabe o que é verdadeiramente uma “EFUSÃO NO ESPÍRITO” e por isso dizemos que todos precisam ter esta experiência pessoal com Jesus, PORQUE ELA É PESSOAL E INTRANSFERÍVEL.

Em uma outra Profecia Deus nos diz que:

“A Terra se encherá do conhecimento do Senhor assim como as águas cobrem o fundo do mar…”   (Isaías 11,9) e (Habacuc, 2,14)

O Sentido e tradução desta Profecia é que o Pai declara que seu Amor é tão imenso que será capaz de abraçar a todos os homens de uma só vez e fazer com que eles permaneçam sobre suas asas como a galinha acolhe todos os seus pintinhos para protegê-los do mal.  Este amor é o Espírito Santo Derramado sobre nós “a Igreja viva”, “INFUNDIDO” sobre nós o que abrange todo nosso ser como se estivéssemos totalmente mergulhados neste “MAR” DE água viva e não apenas um rio ou um copo d’água que nos molha, pois as águas vivas que o Pai derrama sobre nós são comparadas ao oceano que ocupa todo o planeta (Como o dilúvio de Noé) e o mais importante disso é que no fundo do mar permaneceremos sempre cheios deste Espírito. Eternamente e não apenas nos molhando agora e nos secando logo em seguida com uma toalha.


Saindo_na_chuva_para_se_molhar_3


Existe um ditado popular que diz:

“Quem sai na chuva é porque quer se molhar…”

Também é correto afirmar o contrário:

“Quem não quer se molhar não deve sair na chuva e nem mergulhar em uma piscina…”

Queremos dizer que em comparação com a chuva que cai do céu, a GRAÇA do ESPÍRITO SANTO também está caindo como jamais caiu antes nesta terra.    Assim como o Espírito Santo foi derramado sobre os Apóstolos em Pentecostes assim também Ele está sendo derramado sobre todos nós hoje, a unica diferença é que os Apóstolos foram para a chuva para se molhar e não levaram nenhum guarda chuva porque queriam ficar totalmente encharcados do Espírito Santo, olharam para o céu e pediram com o peito aberto:

“Senhor Envia tua chuva agora, tua chuva de graças e a chuva da água viva do Teu Espírito…”

“Eu quero saciar a minha sede de Ti Senhor…”

“Senhor, Envia teu Espírito agora…”

“Senhor, cumpra tua promessa em meu coração…”

“Senhor, eu quero estar cheio do teu Espírito…”

“Senhor, eu quero te conhecer, crer e confiar em ti de todo meu coração…”

“Senhor, eu abro as portas da minha casa e do meu coração para que você possa entrar e fazer a tua morada em meu ser…”

Nós estamos acostumados a sair de casa e olhar para o céu, se estiver nublado já é o suficiente para levarmos o guarda chuva para não correr o risco de nos molharmos.   Conheço muitas pessoas que fazem o mesmo quando vão ao encontro de Jesus assim como Nicodemos, sim muitas pessoas resistem a participar de um encontro fechado e quando vão chegam lá bem protegidas com medo de se molhar e o nosso trabalho mais difícil é mesmo quebrar esta proteção para que eles molhem pelo menos um pouquinho.

“Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto.  Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á.”   (S. Mateus, 7,8)

Não pedimos e por isso não recebemos, não aguardamos e por isso não experimentamos, não cremos e por isso não vemos a glória de Deus brilhar como Moisés viu.


Nao_cai_no_pecado


É correto dizer que para não cair em pecado, basta se afastar das tentações e também é correto dizer que se nos afastarmos de Deus e não tivermos a coragem de rasgar os nossos corações e entrar nesta chuva de peito aberto certamente iremos permanecer bem enxutos, porém totalmente vazios da graça de Deus.

É preciso que tenhamos a coragem de fazer o mesmo que os Apóstolos fizeram:

Permaneceram em Jerusalém até que Jesus cumpriu a Promessa de enviar seu Espírito Santo, caso contrário jamais receberemos esta água viva em nossos corações e jamais conheceremos o Senhor como Ele realmente É.


Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Os Sete Dons do Espírito Santo.



Os Dons do Espírito Santo:


Os Sete Dons Ordinários

E os Dons Extraordinários


Sete_dons



(Para acessar os outros Dons click aqui)



O Dom do Espírito Santo.

Oração Pedindo os Dons do Espírito Santo.

Vem Espírito Santo, Vem !!!

Dons Ordinários

1 – Dom da Sabedoria.

2- O Dom do Entendimento.

3 – Dom da Ciência.

4 – Dom da Conselho.

5 – Dom da Fortaleza.

6 – Dom da Piedade.

7 -Dom do Temor de Deus.


Sete_dons Dom_da_Sabedoria
Dom_da_Ciencia Dom_do_conselho Dom Fortaleza
Dom_da_Piedade Dom_do_temor_do_senhor

Dons Extraordinários:

O Dom do Espírito Santo.

Glossolalia, Xenoglossia ou Dom de Línguas estranhas.

O Dom da Profecia.

O Dom de Ciência e Sabedoria.

Dom de Cura e Libertação.


Recebendo_o_Espirito_Santo Dom_Linguas_estranhas Interpretação_LÍNGUAS
Dom_profecia Dom_da_Ciencia
Dom_Cura_libertação
Repouso_no_Espírito_2 Dom_Fé_Milagres Dom_Discernimento

Frutos_do_Espírito


esprito_santo-mcsc[1]

TÍTULO AUTOR
Catequese com o Papa: o dom da Sabedoria Vera Lúcia
Catequese com o Papa: o dom do Entendimento Vera Lúcia
Catequese com o Papa: o dom do Conselho Vera Lúcia
Catequese com o Papa: o dom da Fortaleza Vera Lúcia
Catequese com o Papa: o dom da Ciência Vera Lúcia
Catequese com o Papa: o dom da Piedade Vera Lúcia


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120&h=120
Sete_dons
Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito


O Dom do Espírito Santo.


Recebendo_o_Espirito_Santo



O Espírito Santo, sendo único, com uma única maneira de ser e indivisível, distribui a graça a cada um conforme lhe apraz. E assim como a árvore ressequida, ao receber água, produz novos rebentos, assim também a alma pecadora, ao receber do Espírito Santo o dom do arrependimento, produz frutos de justiça. O Espírito tem um só e o mesmo modo de ser; mas, por vontade de Deus e pelos méritos de Cristo, produz efeitos diversos. Serve-se da língua de uns para comunicar o dom da sabedoria; ilumina a inteligência de outros com o dom da profecia. A este dá o poder de expulsar os demônios; àquele concede o dom de interpretar as Sagradas Escrituras.

A uns fortalece na temperança, a outros ensina a misericórdia; a estes inspira a prática do jejum e como suportar as austeridades da vida ascética; e àqueles o domínio das tendências carnais; a outros ainda prepara para o martírio. Enfim, manifesta-se de modo diferente em cada um, mas permanece sempre igual a si mesmo, como está escrito: A cada um é dada a manifestação do Espírito em vista do bem comum”(I Cor 12,5).O ensinamento de São Cirilo de Jerusalém abre nosso coração para acolher o dom do Espírito Santo na Solenidade de Pentecostes, com a qual se celebra o grande dom do Cristo Ressuscitado.

A Igreja de Cristo nasceu do Seu mistério de Morte e Ressurreição e foi ungida com o dom do alto, Espírito da Verdade, que a conduz pelos caminhos da história. Em todas as épocas da história, o mesmo Espírito Santo a faz descobrir o modo adequado para evangelizar, levando a Boa Nova até os confins da terra. E Ele a sustenta por meio da grande diversidade de dons e ministérios, concedidos em abundância segundo a medida do próprio amor de Deus. Na Solenidade de Pentecostes, somos todos convidados a reconhecer em todas as pessoas, como fruto dos sacramentos da iniciação cristã, Batismo, Crisma e Eucaristia, a beleza do jardim de Deus, que são as Comunidades Cristãs. Há muita santidade, há muito bem plantado bem perto de nós e é urgente abrir os olhos. Olhar com benevolência a própria história, a Igreja e o Mundo, dá muito mais trabalho do que apontar os erros. O Espírito nos revele o bem! Mas nada existe de bom e de puro, de inspirado ou verdadeiro que não proceda da ação do Espírito Santo. Olhando ao nosso redor, descobriremos o bem que é feito, inclusive por pessoas de quem humanamente pouco se poderia esperar. É Ele que espalha o bem, suscita o perdão, incentiva a busca da verdade, mesmo quando nos sentimos esmagados pelo mal.

O Espírito é dado, mas a recepção da graça depende da abertura de quem a acolhe. Por isso pedimos a abertura do coração e da mente. “Vem, Espírito Santo! Visita a alma dos teus!” Ele é o doce hóspede da alma, discreto e silencioso, que só entra quando Lhe são dadas as boas-vindas! Nenhuma casa e nenhum coração rejeitem Sua visita! A Ele suplicamos: “Enche o coração dos vossos fiéis!” Só o Espírito Santo pode preencher o vazio dos corações e fazer transbordar o amor, para com este amor comunicarmos o Evangelho aos outros.

A Solenidade de Pentecostes é, com frequência, chamada de “inauguração da Igreja”. Com o mesmo ardor dos Apóstolos, nossa Igreja de Belém pede hoje a renovação das disposições missionárias. Estamos em tempo de “Igreja de Belém em missão” e os sucessivos retiros paroquiais serão o envio de homens e mulheres aos quais se confia a nova Evangelização, especialmente nas visitas às casas. Cada homem e cada mulher, ao professarem a fé em Cristo, sintam a certeza da presença d’Aquele que prometeu estar conosco até o fim dos tempos. Sintam-se enviados pelo Pastor visível da Igreja de Belém. A todas as pessoas e famílias que forem visitadas, o convite é que abram, mais ainda: escancarem as portas para Cristo. Não tenham medo d’Ele!

Das comunidades cristãs se espalhe o fermento de uma sociedade diferente, num período em que muitas pessoas estão sofrendo na pele e inclusive pagando com a vida um novo relacionamento com a terra. Foram cinco as mortes recentes por questões fundiárias. O Espírito Santo suscite perdão no coração das pessoas que sofrem pela morte de seus familiares e amigos. Ele mesmo mude pela raiz a cabeça e o coração dos que cometeram tais crimes. É ainda ao Espírito Santo que suplicamos as luzes para que as autoridades encarregadas de apurar e punir tais crimes estejam mais atentas aos fatos. O Espírito dê de novo entranhas de misericórdia a todos, para a cura do tecido social.

Que cada cristão e cada presbítero, revestido do amor decidido e irreversível, deixe que este mesmo Espírito abra portas dos corações. Aos criminosos de todos os lados chegue o convite à reconciliação. “Vem, Espírito Santo”!

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA


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Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém – PA

Apóstolos da Efusão do espírito Santo



Jesus Jesus

Oração ao Espírito Santo


Jesus Jesus

A Graça da Família.


O Casal Cristão no Mundo de Hoje.


(Dinâmica Opcional 1) *


Quem sai na chuva tem duas opções…


“Pela fé, embora Sara fosse estéril e ele mesmo já tivesse passado da idade, Abraão tornou-se capaz de ter descendência, porque considerou fidedigno o autor da promessa. E assim, de um só homem, já marcado pela morte, nasceu a multidão comparável às estrelas do céu e inumerável como os grãos de areia na praia do mar” (Hb 11, 11-12).

Abraão é considerado o “Pai da Fé” pelas três grandes religiões monoteístas, o Cristianismo, o Judaísmo e o Islamismo. Para elas, a experiência da presença de Deus tem sua fonte no alto, é revelação, cuja iniciativa é do próprio Senhor. A fé, certeza a respeito daquilo que não se vê (Hb 11, 1), introduz nas realidades humanas um horizonte aberto de proporções inimagináveis. Abraão se encontra presente, quando apostou tudo em Deus, na multidão dos homens e mulheres que, nas sucessivas gerações, volta seus olhos para o alto e para frente.

         A graça da paternidade e da maternidade, experimentada por Abraão e Sara, há de ser posta em relevo em nosso tempo, pois, de fato, “os filhos são herança do Senhor, é graça sua o fruto do ventre” (Sl 127, 3). Queremos oferecer, como profecia de um futuro digno para a humanidade, o presente de famílias cristãs consistentes. A contribuição genuína dos cristãos, neste campo, é a família una, fiel e fecunda. Graça e desafio! Aceitar formar famílias segundo esta proposta é antes de tudo uma vocação a ser descoberta e alimentada. Homem e mulher, pois assim foi criado o ser humano (Gn 1,27), são tocados pelo amor de Deus para serem seus sinais. A resposta, desafio a ser assumido, é construída durante a vida toda.

         O coração humano não foi feito para ser dividido em vários amores. Corpo e alma, com todas as suas potencialidades, doados como sinal do amor de Cristo e da Igreja. Chama-se “sacramento” do Matrimônio! Descobrir a pessoa à qual será entregue a própria vida, não como um título de propriedade a ser adquirido, é a grandeza do casamento cristão. Trata-se de uma forma de consagração a Deus! Acreditar que os dois, unidos diante do Senhor, mostram o próprio Deus às outras pessoas e ao mundo. Nosso mundo clama por testemunhas consistentes de tais valores. Os casais cristãos descubram de novo a beleza do que receberam do Senhor e assumiram como vocação.

         Com certa frequência aparecem estatísticas sobre a fidelidade e a infidelidade entre os casais. Parece uma propaganda das aventuras infelizmente existentes, que podem suscitar justamente uma banalização de uma das graças do matrimônio cristão. Desejo homenagear os casais que não submetem sua própria intimidade a perguntas que os expõem na praça pública. Sintam-se reconhecidos todos os casais fiéis, e são muito mais do que se divulga! Saibam que a Igreja faz festa com eles por conservarem, no verdadeiro tabernáculo que é sua vida conjugal, o tesouro da fidelidade, prometido com plena liberdade quando seu amor se tornou Sacramento. Não fica esquecido pelo Senhor o dom de suas vidas!

         Por falar em exposição, sim, os casais cristãos têm algo a mostrar! Trata-se dos filhos, testemunhas da fecundidade do amor verdadeiro. Já se disse que o amor conjugal não é olhar um para outro a vida inteira, mas olharem os dois numa mesma direção! Olhar para o alto, participar da graça criadora de Deus, gerar filhos para a Igreja e para o mundo! É dignidade a ser sonhada e construída pelo homem e a mulher que se unem no Sacramento do Matrimônio. É graça a ser pedida pelos que se preparam ao Casamento.

         Tudo isso encontra seu sentido na fé, fundamento de realidades humanas assumidas nesta terra, como pessoas que veem o invisível. Há muita gente pronta para descrever os problemas das famílias. A nós, na Igreja, cabe a tarefa de proclamar um verdadeiro evangelho da família, reconhecida como boa nova para o nosso tempo.

         Daí nasce o convite aos jovens vocacionados ao matrimônio, para que empreendam um caminho de discernimento e preparação correspondentes à grandeza do sacramento que desejam abraçar. Entrem na escola do amor verdadeiro, treinem a capacidade de escuta e acolhimento, exercitem a saída de si mesmos para dar espaço à outra pessoa. Peçam a Deus a graça de descobrirem a quem deverão entregar totalmente suas vidas. Sejam anunciadores de novas famílias, renovadas no Espírito Santo.

         Aos casais cristãos, chegue o convite da Igreja a edificarem cada dia seus lares sobre o fundamento da fé, de modo a transmitirem valores consistentes aos filhos e os testemunharem à sociedade. Deus lhes confiou muito! A Evangelização de seus filhos começou quando estes foram gerados no amor, deixando neles uma marca indelével. Continuou quando vocês lhes ensinaram os rudimentos da fé cristã. Benditas foram as orações que lhes foram ensinadas! Deem graças ao Senhor porque vocês os apresentaram à Igreja para os Sacramentos, quando os encaminharam à Catequese. Aliás, vocês foram os primeiros catequistas! Deus lhes pague e confirme sua vocação na transmissão e educação da Fé Cristã na Família, como quer celebrar a Semana Nacional da Família. Deus seja louvado pelos valores cristãos que existem em nossas famílias, santuários da fé e da vida!

         Com as famílias e pelas famílias, rezamos confiantes no dia dos pais: “Deus eterno e todo-poderoso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos, para alcançarmos um dia a herança que prometestes. Amém!”


Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém do Pará
Assessor Eclesiástico da

RCC – BRASIL



Dinâmica do Sonrisal

“A Fé sem obras é Morta.”

Se misturar na comunidade


Dinâmica da Pipoca

Pipoca sem Sal não tem Sabor

SAL DA TERRA



 Atualizado em 10/05/2012




Vós Sois a luz do Mundo !



Eu sou a luz do mundo




1.

Levanta-te, sê radiosa, eis a tua luz! A glória do Senhor se levanta sobre ti. 2 – Vê, a noite cobre a terra e a escuridão, os povos, mas sobre ti levanta-se o Senhor, e sua glória te ilumina.   (Is 60.1-2).



As Escrituras, entretanto, não dizem que apenas as pessoas que cometem muitos crimes horrendos é que vivem nas trevas, pois lemos: “… a escuridão [cobre] os povos”. Isso significa que todos os povos do mundo vivem em trevas.

A escuridão é algo terrível, porque ela impede que vejamos qualquer coisa. Por exemplo, se você entrar no porão de uma casa ou em outro lugar escuro durante a noite, sem dispor de uma luz, correrá sério perigo de se machucar. É isso que a Bíblia nos comunica: todas as pessoas na terra estão em sério perigo, não apenas em sua vida presente, mas também quanto à eternidade. Portanto, é extremamente importante que você se chegue à luz.

Quando Jesus, a luz do mundo, o Verbo (a Palavra) de Deus, fez-se carne e habitou entre nós, Ele ofereceu a luz a todos, dizendo: “Eu sou a luz do mundo” (Jo 8.12). João, porém, declarou: “A luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.” (João 1.5 ).

Por que as trevas não a compreendem?

– Encontramos a resposta para essa importante questão em

(João 3.19-20): “Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. “.

Eu vim como luz para o mundo, a fim de que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. (João 12:46)

Ele é a luz do mundo, assim como o sol é para todo o sistema solar, o centro da luz, do calor, da vida e da fertilidade. Jesus é, moralmente, para o mundo. N’Ele estava a vida, e a vida era a luz dos homens, (João 1: 8,9) Ele não era a luz, mais veio para testificar da luz. Ali estava a luz verdadeira de Deus, que ilumina a todo homem que vem ao mundo…

15. A fim de serdes irrepreensíveis e inocentes, filhos de Deus íntegros no meio de uma sociedade depravada e maliciosa, onde brilhais como luzeiros no mundo, a ostentar a palavra da vida. (Filipenses 2,15)

O cristão também deve ser Luz do Mundo, pois ele tem que iluminar o caminho da verdade para os que estão em trevas. Do que adiantaria uma luz acesa sob a luz do dia? O significado de ser Luz do Mundo é justamente porque o mundo está em trevas! E o cristão tem que brilhar.

“Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. (Mateus 5:16).

Então essa luz não pode, estar apenas por aparências! Repare bem no que Jesus disse: “Assim brilhe a vossa luz diante dos homens…” Ora, uma luz por si só já brilha! Porque Ele ordenaria ainda que brilhasse diante dos homens? A resposta vem logo adiante: “Para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus”. É para que os homens vejam suas boas obras. Suas pregações e palavras, são uma boa obra! Se a LUZ fosse apenas por aparência, beleza exterior, falar bonito o português, estatura, comportamento, é então o sino que tine, não teria valor!

O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz.

Quebra-gelo: Lance estas perguntas para a participação de todo o grupo: Para que serve a luz? (idéias a serem ventiladas pelo líder, caso não sejam colocadas pelos discípulos – para iluminar, aquecer, esclarecer, dar segurança, trazer vida, saúde, direcionar, alegrar o ambiente…). Podemos viver sem luz? De todos os seres vivos do planeta, pouquíssimos são os que podem viver sem a luz. Para o ser humano a luz é crucial.

Transição: Espiritualmente, milhões de pessoas vivem imersas em verdadeira escuridão espiritual. Por isso Jesus disse as palavras de João 8:12 (leia junto com os discípulos) Eu sou a luz do mundo. Quem me segue, nunca andará em trevas, mas terá a luz da vida.

a) Uma vida é tomada por trevas enquanto dominada pelo pecado. Infelizmente há muitos que preferem continuar nas trevas porque não querem abandonar o pecado! Isto é claro em Jo 3:19-21: Este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram as trevas, e não a luz, porque as suas obras eram más. Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam manifestas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas por intermédio de Deus.




A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela. (João 1:4-5)

O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz. (Mateus 4:16)

Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo. (2 Coríntios 4:6)

I Leitura: Isaías (Is 8, 23b—9,3)

Na Galiléia, o povo viu brilhar uma grande luz

23bNo tempo passado o Senhor humilhou a terra de Zabulon e a terra de Neftali; mas recentemente cobriu de glória o caminho do mar, do além-Jordão e da Galiléia das nações. 9,1O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. 2Fizeste crescer a alegria, e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. 3Pois o jugo que oprimia o povo, – a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais – tu os abateste como na jornada de Madiã. Palavra do Senhor!


Semeando a cultura de Pentecostes





O Casal Cristão no Mundo de Hoje.


O CASAL CRISTÃO

NO MUNDO DE HOJE.

Tema preparado para apresentação em encontro de Casais.


(Dinâmicas Opcionais abaixo 1) *


– Sal da terra e luz do mundo.

13. Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. 14. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha 15. Nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. 16. Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.    (S. Mateus 5, 13 – 16) 

(Dinâmicas Opcionais abaixo 1) *

1.   A missão do casal cristão no mundo de hoje.

“A ação apostólica dos fieis leigos consiste; antes de qualquer coisa, em tornar a família consciente da sua identidade de primeiro núcleo fundamental da sociedade”

“A família cristã é a primeira e mais básica comunidade eclesial. Nela se vivem e se transmitem os valores fundamentais da vida cristã. Ela se chama ”Igreja Doméstica”. Aí, os pais desempenham o papel de primeiros transmissores da fé a seus filhos, ensinando-lhes através do exemplo e da palavra, a serem verdadeiros discípulos missionários.”

(Documento de Aparecida 204)

Chamados ao matrimônio o casal cristão abraça livremente a vocação de seguir a Cristo e de se por ao serviço do reino de Deus todos os dons decorrentes da graça matrimonial. O matrimônio é para os cônjuges uma profissão de  feita dentro da Igreja e com a Igreja, comunidade dos crentes.  Esta profissão de fé exige o seu prolongamento no decurso da vida dos esposos e da família.  No matrimônio Deus continua a chamá-los dentro dos fatos e através dos fatos, dos problemas, das dificuldades, dos acontecimentos da existência de todos os dias. A família cristã, sobretudo hoje, tem uma especial vocação para ser testemunha da aliança pascal de Cristo, mediante a irradiação da alegria do amor e da certeza da esperança; da qual deve tornar-se um reflexo.

A Igreja doméstica é chamada a ser um sinal luminoso da presença de Cristo e do seu amor neste mundo, mesmo para os “afastados”, para as famílias que ainda não creem e para aquelas que já não vivem em coerência com a fé recebida: é chamada com o exemplo e com o testemunho a iluminar aqueles que procuram a verdade.

Escutemos o que disse Paulo VI: “ A família, como a igreja, deve ser um lugar onde se transmite o Evangelho e donde o Evangelho irradia.

“O ministério de evangelização e de catequese da Igreja doméstica deve permanecer em comunhão íntima e deve harmonizar-se responsavelmente com todos os serviços de evangelização e de catequese presentes e operantes na comunidade eclesial, quer diocesana quer paroquial.”

A Igreja por sua parte sabe que o futuro da humanidade e da própria Igreja passa através da família.  

Situação e missão da família

“A salvação da pessoa humana está estreitamente ligada ao bem estar da comunidade conjugal e familiar. Este bem estar por vezes está ameaçado pelo egoísmo, pelo hedonismo (tudo está condicionado ao prazer próprio) e por práticas ilícitas contra a geração. De resto, as condições econômicas, sócio – psicológicas e civis de hoje em dia acarretam não leves perturbações na família”

As mudanças de conceitos, preconceitos; a globalização interfere cada vez mais na educação dos filhos. Muitas vezes com idéias alheias ao senso cristão.

A situação de degradação que se encontram varias famílias de hoje coloca em risco não só a saúde da igreja.(POR DEIXAR DE CUMPRIR SEU PAPEL PROFÉTICO), Mas também de toda a sociedade humana.

CITAR exemplos atuais de desajustes sociais provocados por causa da falência de varias famílias.

O caso Izabela. (A garotinha jogada da janela pelo próprio pai em um casamento de segunda união totalmente conturbado e sem princípios, “Casal Nardoni”)

Tentativa de aprovação do Casamentos gay.

O caso de Goiânia = a Promotora de Justiça que mantinha uma menina sob tortura, amarrada e tratada como escrava.

O caso do austríaco que manteve sua filha com seus filhos presos por 18 anos…

A Igreja olha com preocupação e procura meios para sanar as adversidades que se levantam contra a família nos tempos atuais.

V Conferência do Episcopado Latino Americano e Caribe ,

Traz como tema: “Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que Nele nossos povos tenham vida”

 “Eu sou o caminho, a verdade e a vida “. Jo 14,6

Vejamos o  que diz:    Um pequeno fragmento do Documento de Aparecida.

Ser cristão não é uma carga, mas um dom.”

A alegria do discípulo não é um sentimento de bem-estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do amor de Deus. Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra é nossa alegria. (Documento de Aparecida 28 e 29).



2.    A Pastoral Familiar no Brasil.

As atividades exercidas na Igreja (Corpo de Cristo) em proveito da igreja doméstica e pela igreja doméstica recebe o nome de Pastoral FamiliarPastoral familiar não é só os trabalhos e atividades feita em prol das famílias; mas sobretudo as atividades exercidas pelas famílias cristãs na Igreja para o bem de toda a sociedade.   A Pastoral familiar insere-se admiravelmente na pastoral de toda a Igreja: é evangelizadora, profética e libertadora. Anuncia o Evangelho do amor conjugal e familiar, como experiência pascal vivida na Eucaristia.   Denuncia as falácias e corruptelas que embargam ou ensombram a verdade do Evangelho; do amor conjugal e familiar. Procura caminhos para que os casais e as famílias possam progredir na sua vocação ao amor e em sua missão de formar pessoas, educar na fé e contribuir para o desenvolvimento da humanidade.


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3.    O CASAL CRISTÃO NO MUNDO.

 A realidade do leigo é estar no meio do mundo. A vocação a santidade das famílias cristãs não está dissociada (separada) das atividades do mundo. Mas é chamada a ser santa no mundo em que vive. Isto é: no lar; no trabalho; no estudo; no lazer; na política em fim em  todas relações  sócio – econômicas – culturais que a envolve.

O casal deve estar comprometido com a realidade do mundo, na transformação das estruturas do mundo. “o que se entende por estrutura?” Onde seu filho estuda é uma estrutura educacional (um colégio). Onde o pai trabalha é outra estrutura trabalhista (uma empresa) a política também é uma estrutura. O leigo não pode fugir disso, do sindicato, dos amigos do bairro, tem que entrar dentro desses campos e cooperar fazendo com que essas estruturas sejam mais humanas pra não dizer que devam ser mais Cristãs.

“Não se deve deixar por menos; o leigo tem que assumir ainda que tenha que morrer” , mas tem que dar a vida para mudar as estruturas de injustiça e de pecado e persistem no mundo de hoje.

Levantar a voz e se colocar contra os erros da sociedade, como por exemplo a aprovação de leis pelo congresso federal: aborto ,eutanásia, casamento gay. Leis que querem decidir sobre ética e moral e sobre quando é que o feto é indivíduo protegido por lei.

Compromisso com o meio em que vive.

Se for um empresário deve fazer com que sua empresa tenha um ambiente cristão. Seja honesta com os clientes e com os funcionários. Seja transparente. Que trate os funcionários com dignidade.

Seja justa. Que pague em dia seus compromissos com funcionários e deveres tributários. Se for médico; seja mais compreensivo e prestativo  com seus pacientes. Seja mais humano; exerça sua profissão com responsabilidade. Se for advogado; deve estar para defender o que é certo e não para fazer tramoias, barganhas, enganar e usurpar de seus clientes e da sociedade. Se for político; seja honesto. Deve procurar defender os interesses de toda a sociedade e não de um grupo privilegiado. Defender a vida mesmo que tenha que dar sua própria vida.

4. Testemunho do casal:

(pessoal do casal palestrante que escreveu este texto substitua pelo seu testemunho pessoal)

O nosso testemunho é um testemunho de perseverança na certeza que procuramos em tudo; nas nossas atividades, no cotidiano da nossa vida conjugal e familiar mostrar a nossa fé. Não é nada de extraordinário ou sobrenatural.   Não somos aquele casal que está presente em todas as pastorais; mas trabalhamos numa pastoral (curso de pais e padrinhos para o batismo).    No início do nosso casamento tínhamos empregos distintos. Minha esposa trabalhava na Riachuelo e eu na Eletrônica Mundial. Que tomava muito tempo de nós. Contornamos da melhor forma possível os contratempos profissionais.       Em 2004 minha esposa faz uma sociedade numa loja de realizar festas infantis e o tempo ficou mais reduzido, pois trabalhávamos também aos sábados e domingos.   Os nossos filhos estavam ficando muito carentes. Principalmente porque minha esposa estava sempre ausente nos fins de semana.  Aliás, este foi um dos motivos que minha esposa teve que desfazer da sociedade da loja de festas. Temos 14 anos de casados; três filhos, uma menina de 12 anos, um menino com 10 anos e  outro com  um 6 anos e meio; que também exigem muito tempo nosso; por vezes até altas horas da noite. Mesmo assim; continuamos perseverantes: Participamos da Santa Missa, com toda a família; na pastoral do batismo; nas reuniões do ECC (estamos coordenado um circulo de ECC desde o ano passado) e sempre que possível em eventos nos quais somos chamados para ajudar e colaborar com o nosso trabalho.

DINÂMICAS final.  (opcional)

2. Dinâmica do fruto ou um mini presente de chocolate com mensagem. Distribua Bombons com mensagens referentes à palestra.

Destacar também a degustação e comparar o gosto anterior, exaltar qual seria a preferência !

O encontro de ECC é um presente para sua família (um dom) e para a comunidade.

Que nossa família possa fazer a diferença no meio em que vive, transmitindo o verdadeiro SABOR do Cristianismo no mundo.

Como diz São Paulo em (II Coríntios 3,3):

Não há dúvida de que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações.


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Testemunho : Palestra

O Casal Cristão no Mundo de Hoje.


Opção 2: de Power point não de acordo com o texto acima.



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Baixe o texto em Documento – Wold.Doc

06 – O Casal Cristão no mundo de hoje.doc

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Click e Baixe o Texto em arquivo PDF

06 – O Casal Cristão no mundo de hoje.pdf


*1 – Dinâmicas Opcionais de abertura:


Dinâmica do Sonrisal

“A Fé sem obras é Morta.”

Se misturar na comunidade



Pipoca_sem_sal

Dinâmica da Pipoca

Pipoca sem Sal não tem Sabor

SAL DA TERRA



UM EXEMPLO DE PALESTRA EM UM ENCONTRO – SÓ AUDIO



      Atualizado em 10/05/2012



Encontro de Casais com Cristo_ECC


Apóstolos da Efusão do Espírito Santo.


Pregação de Dom Alberto Taveira Correa


Pela efusão do Espírito, a Igreja é manifestada ao mundo e impulsionada por Ele. O Espírito a inaugurou ao mundo. Ele [Espírito Santo] é dado em Pentecostes na grande efusão; por essa razão, o projeto de Deus é colocá-Lo em público.

Às vezes, acontece certa confusão na cabeça das pessoas com relação a esta expressão: “efusão do Espírito Santo”. Essa efusão é o acontecimento por meio do qual Deus nos dá uma nova graça de viver uma nova vida.

O Espírito Santo derrama muitos dons sobre a Igreja, mas nem o bispo nem o padre são proprietários d’Ele, muito menos a Renovação Carismática Católica (RCC)! O Espírito Santo não quer fechar as coisas, mas sim, abri-las. Por exemplo: é próprio dos bispos terem o dom do discernimento, ou seja, identificar o que o Espírito Santo fala à Igreja, mas isso não significa que só eles o tenham. Eles precisam estar abertos a novas moções.

O Espírito Santo de Deus é para todos. Deus dá graça própria para você exercer as suas funções. Ele nos dá os dons necessários. Muitos homens e mulheres descobriam que Pentecostes é um fato que se atualiza em suas vidas.

O perfil do apostolado da efusão do Espírito Santo é o de se abrir com docilidade aos dons do Espírito, acolhendo os carismas e não esquecendo que estes [os carismas] são dados para todos. Ser apóstolos da efusão, preparar as pessoas, é clamar o batismo do Espírito Santo, rezar pelas pessoas, impor as mãos. O carisma não é para atrair as pessoas para nós, para nos fazermos de “estrelas”, mas é para levar as pessoas a Deus.

Em 1974, participei de um grupo de oração e ali recebi a efusão do Santo Espírito (eram os primeiros da RCC). Era uma graça para tantas e tantas pessoas, as quais hoje são pessoas maduras e treinadas na oração, porque tiveram suas vidas renovadas pelo Pentecostes.

É preciso haver grupos de oração e momentos de oração carismática, porque corremos o risco de transformar a Renovação Carismática em promoção de encontros de massa. Isso é bom, mas é preciso ter a experiência de grupo de oração.

Somos chamados a voltar ao Cenáculo, para ter um novo Pentecostes, pois é o Espírito que nos faz experimentar o fogo do amor. O Pentecostes nos impulsiona a levar para o mundo este vigor do Espírito e Ele dá vida à nossa Igreja. Quando nos abrimos à efusão do Espírito Santo, Ele reforça o nosso encontro.


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