O Milagre da Mula, Santo Antônio.



O MILAGRE  DA  MULA


Santo Antônio pregava sobre o Santíssimo Sacramento em Toulouse, sul da França, ano 1227.

– No meio da pregação um senhor se levantou e o desafiou, dizendo que a presença de Cristo na Hóstia Consagrada era uma mentira.

Santo Antônio lhe respondeu:

– Que problema há, no corpo de Cristo estar velado pelas aparências do pão e do vinho, conforme suas próprias palavras.

E o senhor incrédulo fez um desafio:

– Se Cristo está presente nesta Hóstia, sua presença deveria ser sentida por todas as criaturas viventes. Então pegarei minha mula e na próxima missa estaremos aqui, se a mula conseguir ver Cristo na Hóstia, acreditarei no senhor e na sua fé.

Santo Antônio resolveu concordar com o desafio.  Passou-se três dias e uma multidão se aglomerou na praça, muitos pela missa e outros tantos para conferir o resultado do desafio do homem infiel. Enquanto Santo Antônio caminhava com o Santíssimo Sacramento e todos os católicos se colocavam de joelhos rezando. O senhor infiel chega conduzindo sua mula, a qual maliciosamente foi privada de alimento durante os últimos dias. Faminto, o animal estava tão violento que nem o próprio dono conseguia controlar. Contudo, ao se aproximar do Santíssimo, a mula se acalmou, e diante de todos ali presentes, milagrosamente a mula se ajoelhou perante a Hóstia Consagrada ostentada por Santo Antônio. O Milagre gerou gritos e admiração por todos, os católicos entoaram cânticos emocionados. Muitos hereges que ali estavam por curiosidade se converteram ao catolicismo, assim como o senhor dono da mula que reconheceu imediatamente a presença de Cristo e também se ajoelhou.




Outras indicações Semelhantes.







Co-responsabilidade.



Palestra preparada para encontro de Casais:

“CO-responsabilidade”




Objetivo:

Frases de Padre Alfonso Pastore sobre o ECC

  • “O ECC em sua primeira etapa tem a missão de procurar os casais abandonados, amá-los, posicioná-los, dar-lhes uma visão de sua razão de ser como célula vital da humanidade, abrir-lhes um caminho de comunhão fraterna na comunidade paroquial e possibilitar-lhes a corresponsabilidade no serviço e nas estruturas de trabalho.”


REFLEXÃO:


A nossa função como pregadores do evangelho é exatamente a mesma de Jesus Cristo.

Devemos pregar a palavra de Deus e não julgar que esta função seja reservada apenas aos nossos pastores, digo melhor, “Função reservada somente ao clero” – Sacerdotes, Bispos e religiosos.

Disse certa vez Nosso Saudoso Bispo D. Manuel Pestana:

“É sim a nossa função de Pastores de ovelhas alimentá-las com a grama mais fresquinha e conduzi-las às fontes de águas cristalinas como se refere no Salmo 23, Salvá-las quando estão enfermas e machucadas como Jesus contou na Parábola das 99 ovelhas (S. Lucas 15, 1 a 6), porém os Pastores não devem e nem podem gerar outras ovelhas, não pode engravidar-se de outras ovelhas, esta função cabe a cada ovelha, se o rebanho é infértil, não adianta que o Pastor seja o melhor de todos, pois, um dia por mais saudáveis que estejam suas ovelhas elas acabarão morrendo sem deixar nenhum descendente e o rebanho se acabará, por isso é urgente que as ovelhas aprendam esta sua responsabilidade básica para com o rebanho, elas precisam reproduzir-se, gerando filhos e filhas para que assim o Pastor tenha a quem ensinar, conduzir e alimentar…”

O Corpo de Cristo:  (I Coríntios, 12,12)

“12. Porque, como o corpo é um todo tendo muitos membros, e todos os membros do corpo, embora muitos, formam um só corpo, assim também é Cristo. 13. Em um só Espírito fomos batizados todos nós, para formar um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou livres; e todos fomos impregnados do mesmo Espírito. 14. Assim o corpo não consiste em um só membro, mas em muitos. 15. Se o pé dissesse: Eu não sou a mão; por isso, não sou do corpo, acaso deixaria ele de ser do corpo? 16. E se a orelha dissesse: Eu não sou o olho; por isso, não sou do corpo, deixaria ela de ser do corpo? 17. Se o corpo todo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se fosse todo ouvido, onde estaria o olfato? 18. Mas Deus dispôs no corpo cada um dos membros como lhe aprouve. 19. Se todos fossem um só membro, onde estaria o corpo? 20. Há, pois, muitos membros, mas um só corpo.”

Leia mais em:  Biblia-ave-maria

São Paulo esclarece a necessidade da hierarquia na Igreja, porém, esclarece também que todos os membros da Igreja são tão importantes como o principal, porque acima de tudo somos parte do mesmo Corpo de Cristo e todos por mais insignificantes que sejam também fazem parte deste Corpo que é UNO e indivisível.

Com esta explicação é mostrado que cada um destes membros tem a sua função bem definida no corpo e se um membro falha ou adoece, todo o corpo sofre juntamente com ele e o bem comum do corpo todo depende do funcionamento perfeito de cada um de seus membros em particular.   Em outras palavras, São Paulo mostra que cada um de nós é co-responsável pelo bem estar deste corpo, este corpo que pode ser compreendido como a comunidade e a Igreja de Deus neste mundo.

Sizenando

Segue um texto bem explicativo.



«A catolicidade da Igreja manifesta-se também na co-responsabilidade ativa e na colaboração generosa de todos em favor do bem comum.» 1

A palavra “co-responsabilidade” é fundamental para compreender nossa participação na tarefa e missão comum encomendada pelo  Senhor Jesus e, no tempo presente, por quem é seu Vigário, o Papa João Paulo II, a todos os filhos  da Igreja: «remar mar adentro!» Neste esforço apostólico, nesta empresa de colaborar na transformação de todo o mundo desde seus alicerces com a força que brota do Evangelho, se requer a criativa e ativa participação de todos.  Ninguém —por mais humilde que sua contribuição possa parecer— pode sentir-se excluído de colaborar nesta missão, segundo o máximo de suas próprias possibilidades e capacidades.

“Co-responsabilidade” 

A palavra “co-responsabilidade”, que usamos na linguagem coloquial, combina a preposição “co” com o adjetivo “responsável”.

Em primeiro lugar, vejamos o que significa “responsável”. Este termo se aplica a uma pessoa que está obrigada a responder por uma coisa ou tarefa que lhe foi confiada, ou por outra pessoa. Dizemos que uma pessoa  é responsável quando cumpre com diligência e eficácia com aquilo que lhe foi confiado: um trabalho, uma tarefa, uma missão. São responsáveis, por exemplo,  aqueles servos da parábola 2 que recebendo, um, cinco, e o outro, dois talentos, imediatamente os negociam. Irresponsável, ao contrário, é aquele servo que recebendo somente um talento, por medo, o enterrou. Como ele, todo aquele que sabe o que tem que fazer e, podendo, não o faz, é um irresponsável. E por mais desculpas que dê, torna-se culpável  de sua falta de ação 3. Responsável é , sim, quem sabe o que tem que fazer e com prontidão e diligência o realiza 4.

Assim como aqueles servos, cada um de nós tem uma grande responsabilidade frente aos dons e talentos que recebeu de Deus. Os talentos recebidos têm uma “função social”. Certamente são dados a cada um para o próprio desdobramento pessoal em obediência ao Plano de Deus, porém este desdobramento somente se dá na medida em que, como um “bom administrador”, cada um ponha os próprios talentos a serviço dos demais. O dom recebido obriga sua comunicação, e o homem se realiza mediante o dom de si mesmo aos demais5. Como ensina o Concílio, da recepção dos dons que o Espírito «distribui a cada um conforme lhe apraz»6, «mesmo dos mais simples, nasce em favor de cada um dos fiéis o direito e o dever de exercê-los para o bem dos homens e edificação da Igreja, dentro da Igreja e do mundo»7. É responsabilidade de cada um colocar «a serviço dos demais a graça que recebeu, como bons administradores da multiforme graça de Deus.» 8

2 – Uma responsabilidade compartilhada:

A preposição “co”, que antecede a palavra “responsável”, indica participação em uma responsabilidade comum a todos. A responsabilidade frente à missão apostólica que Deus nos confia é compartilhada por todos.

Muitas vezes comparamos a missão a uma carroça que todos temos de empurrar para que avance. Não se trata de que outros empurrem enquanto eu observo sem envolver-me, ou, pior ainda, enquanto eu nada mais faça senão sentar-me comodamente sobre ela. Empurrar a carroça não é algo que compete somente a alguns: aos “mais hábeis”, ou aos “mais fortes”, ou aos “mais talentosos”, ou aos mais comprometidos, de tal modo que eu possa  sentir-me excluído, ou desculpando-me com diversas razões.  Não! Todos temos algum talento, ou mais de um, e todos estamos obrigados a multiplicar esses talentos recebidos para benefício dos demais, para o bem comum! Todos —como costumamos dizer— temos que “colocar as mãos na massa”, “somar” e empurrar segundo o máximo de nossas forças e capacidades para que a carroça avance o mais rápido possível, pelos caminhos que, em seu amoroso desígnio,  Deus nos indica!

Nunca esqueçamos que nossa primeira co-responsabilidade é para com o Espírito Santo e sua ação em nós. Se formos co-responsáveis com Ele, levando uma vida espiritual intensa, Ele irá transformando-nos interiormente — contando com nossa colaboração — até que alcancemos a total configuração com o  Senhor Jesus, o Filho do Pai e Filho de Santa Maria Virgem. Assim, sendo santos, sendo o que temos que ser, inflamaremos os corações humanos e o mundo inteiro com essas línguas de fogo que o Espírito divino concede aos seus apóstolos. Assim seremos co-responsáveis também com Quem realmente é o protagonista da evangelização.

3 – Modelos de “co-responsabilidade”

Sobre tudo devemos olhar sempre o Senhor Jesus, máximo modelo de “co-responsabilidade”.

Sua ativa colaboração com o desígnio do Pai se manifesta a cada passo de sua vida entre nós: «Jesus lhes disse: “Meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra”.»9 Ele assume como seu o grande “projeto” reconciliador do Pai, faz-se co-responsável, oferecendo-se com total generosidade para servir à missão encomendada pelo Pai: «Por isso, ao entrar no mundo, ele afirmou: (…) Eis-me aqui, (…) eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade!»10 Com plena obediência, leva esse desígnio divino ao seu pleno cumprimento: «Eu te glorifiquei na terra, concluí a obra que me encarregaste  de realizar.»11 Com todos os seus talentos e dons, com todo o seu ser, humano e divino, põe-se a serviço do Plano do Pai para obter-nos o dom da reconciliação e da vida.

Do Senhor Jesus aprendemos a viver essa maravilhosa “co-responsabilidade” com Deus e seus amorosos desígnios. Considerar seu exemplo nos impulsiona a querer, em nossas próprias vidas, dar também uma resposta de plena co-responsabilidade à missão que o Pai, por seu Filho, hoje nos confia.

Como sempre, a luz radiante do Sol de Justiça se reflete na bela Lua, a Virgem Maria. Ela também assume o dinamismo da “co-responsabilidade”, e o faz de maneira exemplar, paradigmática. Assim a vemos, por exemplo, ao receber a visita angélica: também Ela, que qualifica a si mesma como a Serva de Deus e dos seus Planos, vive plenamente a “co-responsabilidade” ao proclamar esse “faça-se” fecundo, esse «faça-se em mim segundo a tua palavra»12, segundo teus desígnios. Com um “Sim” consistente, maduro, renovado ao longo de cada um dos dias de sua vida e especialmente ao pé da Cruz, proclama seu firme propósito, que se converte em uma ativa e co-responsável cooperação com o desígnio divino. Sua exemplar e fecunda co-responsabilidade com o Plano divino é uma chave e estímulo contínuo para aqueles que em Cristo somos seus filhos.



“Porque cada um deve carregar a sua Cruz?

Proteção e Provação.


Citações para oração:

  • Todos recebemos de Deus certos dons e talentos: Mt 25,15; Somos responsáveis perante Deus pelos talentos recebidos: Mt 25,16ss; Lc 12,48; Rm 14,12; Tg 4,17; Os dons recebidos são para benefício de todos, e nos conduzem ao serviço: 1Pe 4,10.
  • Somos responsáveis pelo destino de nossos irmãos: Gn 4, 9; Lc 10, 29-37; Mt 25, 31-46; Somos um corpo: 1Cor 12,21-22, a necessidade que experimentamos uns dos outros conduz à co-responsabilidade: Gl 6,2.
  • Ser co-responsável com a graça recebida implica trabalhar arduamente para fazê-la frutificar: 1Cor 15,10.
  • O Senhor Jesus é modelo de co-responsabilidade: Hb 10,5-7; Jo 4,34; 9,4; 17,4; 19,30; Maria também é exemplar por sua co-responsabilidade: Lc 1,38; Atua com diligência conforme o que Deus lhe ensina e pede: Lc 8, 21; 11,28; Ensina-nos a ser co-responsáveis: Jo 2,5.
  • Para conquistar a todos : 1Cor 9,19.

Perguntas para o diálogo

  1. Segundo o que foi lido: o que é a co-responsabilidade e no que implica?
  2. Cada homem, cada nação, cada cultura e civilização tem uma função própria a desenvolver e um lugar próprio no misterioso Plano de Deus e na história universal da salvação. Enumere as ações concretas de co-responsabilidade que você realiza com:
  3. a) O Espírito Santo e sua ação em você.
    b) Sua comunidade mais próxima e com sua associação.
    c) A missão.
  4. Que medidas concretas você poderia tomar para viver melhor a co-responsabilidade nestes âmbitos? Que talentos e dons você tem para colocar a serviço do Plano de Deus?
  5. Aquilo que você está chamado a realizar, por mais simples e pequeno que lhe pareça, ninguém mais pode fazê-lo. Faça o firme compromisso de esforçar-se ao máximo por viver a co-responsabilidade.

Notas

1 S.S. João Paulo II, Slavorum apostoli, 19a.

2 Parábola dos Talentos – S. Mt 25,15-30.

3 Devemos sempre fazer o Bem. – Tiago 4,17.

4 Seguir a palavra de Deus. – Ver Jo 2,5; Lc 8, 21; Lc 11,28;

5 Ver Gaudium et spes, 24.

6 O Corpo de Cristo:  (I Coríntios, 12,12)

7 Apostolicam actuositatem, 3.

8 1 Pe 4,10.

9 Jo 4,34.

10 Hb 10,5-7.

11 Jo 17,4; ver Jo 9,4; 19,30.

12 Lc 1,38.

http://vidacrista.org.br/caminho-para-deus-102-a-co-responsabilidade/


“Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim. A minha vida presente, na carne, eu a vivo na fé no Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim.” 
Gálatas, 2 – Bíblia Católica Online


Ouvindo a voz do 

BOM PASTOR


Encontro de Casais com Cristo_ECC


Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias ?



Uma pergunta interessante feita pelo meu professor de Antigo Testamento GABRIEL VILA VERDE © Antoine Mekary / ALETEIA Certo dia, em sala de aula, meu professor de Antigo Testamento perguntou:

“ESTAMOS COMUNGANDO JESUS OU COMENDO HÓSTIAS ? ”

Parece uma brincadeira, mas o questionamento é sério. Eu fiquei pensando… meu Deus! Já comunguei tantas vezes, já participei de MILHARES de Missas, mas… o que mudou? Em que mudei?

Comungar é estar unido, intimamente ligado ao Cristo. É viver como Ele viveu, pensar como Ele pensa, agir como Ele age! Da sua primeira comunhão pra cá, em que você melhorou? Quais foram os passos significativos no processo de conversão? Em suma: quais os frutos de santidade que a Eucaristia realizou em nós?

Santa Teresa de Ávila dizia que bastava uma comunhão em estado de graça para se santificar. A Beata Imelda morreu no dia da sua Primeira Comunhão. Morreu de amor. Tantos santos que entravam em êxtase na hora da Missa, como Luís de Monfort, Inácio de Loyola e José de Cupertino…

Irmã Dulce e Madre Teresa que saíam da Missa para dar socorro aos necessitados, Santa Gema Galgani que tinha o seio queimado por causa de um fogo misterioso que lhe incendiava, Santo Antônio de Lisboa que fez um jumento se ajoelhar diante da Hóstia para converter um ateu, Maria Milza que nunca aceitou ser ministra da comunhão por se sentir indigna de tocar o Corpo de Deus, a Beata Alexandrina que viveu 13 anos apenas com uma Eucaristia diária, etc… etc… etc…

Santo Agostinho dizia que nós metabolizamos os alimentos que comemos, mas quanto a Eucaristia, é ela que nos metaboliza.

E eu? E você? E nós? Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias? Aquela partícula branca transforma o nosso interior ou é como uma vela acesa mergulhada na água? Pense… repense… medite…

(Seminarista Gabriel Vila Verde)


Fonte: Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias ?


Alimento_Espiritual_Autêntico

Tema Apresentado no Grupo de Oração

Emanuel em 02/03/2015


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Vazio_interior

Cinco_paes http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120

Certificado mais um Milagre Eucarístico na Polônia.


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Legnica – Polônia (Quarta-feira, 20-04-2016, Gaudium Press) O Bispo de Legnica, Polônia, Dom Zbigniew Kiernikowski, certificou no dia 17 de abril que um fato registrado no Santuário de San Jacek em Legnica “tem as características distintivas de um milagre eucarístico”. Depois de uma rigorosa investigação, o prelado afirma o caráter sobrenatural do fato que comunica novamente a doutrina da Presença Real de Jesus Cristo na Hóstia consagrada no Sacramento da Eucaristia.

Tecido de coração humano

O sucesso ocorreu no Natal de 2013, quando uma das Hóstias que se distribuía na comunhão caiu no chão e foi depositada em um recipiente com água para que se desfizesse naturalmente (um dos procedimentos habituais recomendados para esses casos). A Hóstia, ao invés de diluir-se, exibiu uma mancha vermelha com uma textura estranha, o que motivou a investigação do Bispo, que estabeleceu uma comissão para determinar a natureza do fato.


Bispo da Polônia certifica milagre eucarístico Hóstia contêm tecido humano.jpg

Em fevereiro de 2014 se permitiu levar um fragmentado da Hóstia a várias avaliações forenses, chegando-se à conclusão de que “na imagem histopatológica se encontrou que os fragmentos contêm partes fragmentadas do músculo estriado transversal, similar ao músculo do coração”, segundo informou Religión en Libertad. Os especialistas determinaram que o tecido analisado era humano e correspondia a uma pessoa submetida a um alto grau de tensão e sofrimento.

O caso ainda foi submetido a uma consulta realizada pelo Bispo à Congregação para a Doutrina da Fé na Santa Sé, instituição que estabeleceu a idoneidade da veneração pública do milagre com a exposição dos fatos ligados ao acontecimento. Após receber este parecer, o pároco do Santuário foi autorizado a expôr a Hóstia em uma Capela, junto à descrição do fato sobrenatural.

O Bispo pediu que se ofereça aos assistentes ao lugar “informação pertinente” e uma “catequese sistemática que forme adequadamente a consciência dos fiéis no culto eucarístico”. O Santo Padroeiro do Santuário, São Jacek, justamente foi um notável pregador da Eucaristia, pelo qual se representa com o Sacramento em suas mãos. “Espero que tudo isto sirva para aprofundar no culto da Eucaristia e tenha um inconfundível impacto na vida das pessoas que se aproximam da relíquia. O vemos como uma maravilhosa mostra, uma expressão particular da bondade e do amor de Deus”, afirmou o prelado. (GPE/EPC)



Conteúdo publicado em gaudiumpress.org, no link http://www.gaudiumpress.org/content/78413-Bispo-da-Polonia-certifica-milagre-eucaristico–Hostia-contem-tecido-humano#ixzz4AFtPBXXs
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.




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Corpus Christi em Power Point.


Uma pequena apresentação sobre a história e o significado do dia de Corpus Christi.



2. Mistério que muito mais do que para ser entendido, é para ser vivido e celebrado como uma festa especial ao Sacramento da Eucaristia, Sacrifício e Refeição

3. “Isto é o meu corpo (apontando para o pão), e isto é o meu sangue (apontando para o vinho), fazei isto em memória de mim”.

4. Segundo Santo Agostinho, é um memorial de imenso benefício para os fiéis, deixado nas formas visíveis do pão e do vinho.

5. Como na Semana Santa não vivemos grandes manifestações de alegria, – é tempo de silêncio e recolhimento – para prestar um ato público e solene de fé e adoração a Jesus na Eucaristia, a Igreja instituiu esta solenidade para se comemorar a Instituição da Eucaristia que foi na quinta-feira santa, a 60 dias após a Páscoa.

6. É um dia santo de guarda, isto é, para os católicos, é obrigatório participar da Santa Missa neste dia, pois é dia de preceito como são os Domingos…

7. A origem desta Solenidade remonta ao século XIII, destacando e/ou fortalecendo a devoção ao Santíssimo Sacramento, diante da necessidade de levar os fiéis a sentirem melhor a presença de Cristo.

8. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a bula Transiturus de hoc mundo de 11 de agosto de 1264,

9. para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes, sendo decretada em 1269 e aderida plenamente ao longo do tempo…

10. Observe que depois de é o tempo mais propício para estarmos abastecidos das graças e do júbilo do Espírito Santo, e assim podermos celebrar melhor e com mais alegria a Festa do Esposo divino que habita entre nós!

11. Conta a história, que existia um sacerdote chamado Pedro de Praga, que vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia.

12. Decidiu então ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o dom da fé.

13. Ao passar por Bolsena, na Itália, enquanto celebrava a Santa Missa, foi novamente acometido da dúvida.

14. Na hora da Consagração veio-lhe a resposta em forma de milagre: a hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando seu corpo, os sanguíneos e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois, a parte da hóstia que estava entre seus dedos, conservou as mesmas características.

15. O Papa Urbano IV, pediu que os objetos fossem levado para Orviedo em uma grande procissão, e foi nesse momento que a festa de Corpus Christi foi decretada.

16. A instituição desta festa tem também fundamento no segredo das visões da freira belga agostiniana Juliana de Mont Cornillon, que teve revelações do céu, demonstrando desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com mais destaque.

17. Sendo desta forma, entre heresias e também uma certa devoção popular, somado com revelações, acabou sendo celebrado pela primeira vez em Liége, na Bélgica, como resposta de fé e de culto às doutrinas heréticas e também como coroação de um movimento de grande devoção ao augusto sacramento do altar… Escultura Anjo Dourado em Liège – Bélgica

18. Os tapetes de rua são uma tradição e manifestação artística popular realizada por fiéis da Igreja Católica, confeccionados para a passagem da procissão de Corpus Christi.

19. A tradição da confecção do tapete surgiu em Portugal e veio para o Brasil com os colonizadores, começando pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais.

20. Os desenhos utilizados são variados, mas enfocam principalmente o tema Eucaristia.

21. No Brasil essa tradição está sendo ampliada, atingindo inclusive comunidades, bairros e até colégios, e são utilizados diversos tipos de materiais, tais como papel, serragem colorida, isopor, pó de café, farinha, areia, flores, folhas, tampinhas de garrafas, e outros acessórios.

22. Algumas cidades são famosas, como por exemplo Ouro Preto-MG, onde teve seu início, também Matão-SP, São José do Rio Preto-SP, ainda Castelo-ES, Rodeio-SC, Cabo Frio-RJ, entre outras.

23. De qualquer forma, podemos dizer que é um espetáculo que reúne fé, tradição, arte e beleza, mas não podemos perder de vista que ao participar da Eucaristia neste dia, enfeitar ruas e praças, e ao acompanhar a procissão,

24. estamos mostrando com este gesto que cremos de fato que JESUS ESTÁ PARA SEMPRE PRESENTE NO NOSSO MEIO, E SENDO ASSIM, SOMOS MISSIONÁRIOS, POIS DAMOS UM GRANDE TESTEMUNHO PÚBLICO DE FÉ…

25. Daí, nunca criticar, muito menos é para se avaliar os enfeites, porque para Deus o que interessa é o amor que se coloca em cada gesto, por isso, se puder seria bom ajudar, e ainda, lembrar que Jesus vai passar pelas ruas da nossa cidade, pelas nossas casas, pela nossa vida, pelo nosso serviço, e quer abençoar a todos(as)…

26. Com a Instituição da Eucaristia o povo é alimentado com o próprio Corpo de Cristo!

27. Eucaristia é o alimento que sacia toda a nossa fome e sede de amor, felicidade, segurança, esperança e vida eterna, e principalmente é o alívio, ou melhor, o repouso para todos os nossos cansaços, durezas e sofrimentos da vida…

28. Quem comer deste pão viverá eternamente – Jo 6, 51. Receber Jesus na Eucaristia não se resume em “apenas” comungar… Mas em uma manifestação e demonstração concreta de Fé e Amor a Deus.

29. Sendo assim, não esquecer de sempre agradecer, e muito mais neste dia, pelo infinito amor de Jesus pelo dom inefável da Eucaristia!

30. OBRIGADO, SENHOR Autor: jose antonio http://www.powermensagens.com/power-point-religiosas/corpus_christi

Resumo e reformatação: Presentepravoce 06/2015

Musica = Tema JMJ – Jesus Cristo – Tu és a minha vida

– Jesus Christi – You are my life .

31. quarta-feira, 27 de maio de 2015 9:32:11

Link’s para outras Mensagens


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Papa Francisco na Solenidade de Corpus Christi.


“O Senhor, vosso Deus, vos nutriu com o maná, que vós não conhecíeis” (Dt 8,2)


corpus-christi-01[1]


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120 http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/eucaristia.jpg?w=130&h=120

Homilia do Papa na Solenidade de Corpus Christi

Brasão do Papa
HOMILIA
Solenidade de 
Corpus Christi
Basílica São João de Latrão

Quinta-feira, 19 de junho de 2014

Tradução: Liliane Borges


“O Senhor, vosso Deus, vos nutriu com o maná, que vós não conhecíeis” (Dt 8,2)


Estas palavras de Moisés referem-se a história de Israel, que Deus tirou do Egito, da condição de escravidão, e por quarenta anos guiou no deserto em direção à  terra prometida. Uma vez estabelecido na terra, o povo eleito chega a uma certa autonomia, um certo bem-estar, e corre o risco de esquecer os tristes acontecimentos do passado, superados pela intervenção de Deus e Sua infinita bondade. Por isso,  as Escrituras os exortam a recordar, fazer memória de todo o caminho feito no deserto, no tempo de fome e desconforto. O convite de Moisés é o do retorno ao essencial, à experiência da total dependência de Deus, quando a sobrevivência foi confiada em suas mãos, para que o homem compreendesse que “ele não vive somente de pão, mas de toda palavra que sai da boca do Senhor “(Dt 8, 3).

Além da fome física que homem traz dentro de si, há uma outra fome, uma fome que não pode ser satisfeita com alimentação normal. É a fome de vida, fome de amor, fome de eternidade. E o sinal do maná – como toda a experiência do Êxodo – continha em si também esta dimensão: era a figura de um alimento que satisfaz esta fome profunda que há no homem. Jesus nos dá esse alimento, mais do que isso, é Ele mesmo o pão vivo que dá vida ao mundo (cf. Jo 6,51). Seu corpo é verdadeira comida sob as espécies do pão; o Seu sangue é verdadeiramente bebida sob as espécies do vinho. Não se trata apenas de um alimento com o qual saciar os nossos corpos, como o maná; o Corpo de Cristo é o pão dos últimos tempos, capaz de dar vida, e vida eterna, porque a substância deste pão é o Amor.

Na Eucaristia se comunica o amor de Deus por nós: um amor tão grande que nos alimenta com o Seu próprio ser; amor gratuito, sempre disponível a cada pessoa com fome e necessitada de revigorar suas forças. Viver a experiência da fé significa deixar-se nutrir pelo Senhor e construir a própria existência não sobre bens materiais, mas sobre a realidade que não perece: os dons de Deus, a Sua Palavra e Seu Corpo.

Se olharmos à nossa volta, percebemos que há tantas ofertas de alimentos que não são do Senhor e que, aparentemente, satisfazem mais. Alguns são nutridos pelo dinheiro, outros com sucesso e a vaidade, outros com poder e orgulho. Mas a comida que nos alimenta e que realmente nos satisfaz é apenas aquela que o Senhor nos dá! O alimento que o Senhor nos oferece é diferente dos outros, e talvez ele não pareça tão saboroso como os alimentos que nos oferece o mundo. Por isso, sonhamos com outras refeições, como os judeus no deserto, que lamentavam pela  carne e as cebolas que comiam no Egito, mas eles esqueceram que as refeições eram feitas na mesa da escravidão. Eles, nos momentos de tentação,  tinham memória, mas uma memória doente, uma memória seletiva.

Cada um de nós, hoje em dia, pode perguntar-se: e eu? Onde gostaria de comer? Em qual mesa eu quero me alimentar? Na  mesa do Senhor? Ou sonho em comer alimentos saborosos, mas na escravidão? Qual é a minha memória? Aquela que o Senhor me salva, ou aquela do o alho e das cebolas da escravidão? Com qual  memória  sacio a minha alma?

O Pai nos diz: “Eu te alimentei com o maná que você não conhecia”.  Recuperamos a memória e aprendamos a reconhecer o pão falso que ilude e corrompe, porque é fruto do egoísmo, da autossuficiência e do pecado.

Daqui a pouco, na procissão, nós seguiremos Jesus realmente presente na Eucaristia. A  Hóstia é o nosso maná, mediante a qual o Senhor no dá a Si mesmo. A Ele nos dirijamos com confiança: Jesus, defenda-nos das tentações do alimento mundano que nos torna escravos; purifica a nossa memória, para que não permaneça prisioneira na seletividade egoísta e mundana, mas seja memória viva de tua presença na história de seu povo, memória que se faz “memorial” do teu gesto de amor redentor. Amém.



Pentecostes_2015
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Alimento_Espiritual_Autêntico

Orasao_Dedos_Papa_Francisco


Eu sou a Videira Verdadeira.


Vos sois os Ramos


Eu_sou_a_Videira_Verdadeira


Jesus se identifica aos apóstolos de várias maneiras. Como para os humanos nem sempre é fácil entender as coisas sobrenaturais, usa de parábolas, comparações e alegorias. Depois de se apresentar como o Caminho, Verdade e Vida, de revelar-se como Bom Pastor das ovelhas e porta do redil, se compara à videira da qual fazem parte os ramos e os frutos. Tal comparação é uma consolação para os que nele creem e o amam de verdade, pois ele os inclui na sua própria identidade. “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira, assim também vós não podeis dar fruto se não permanecerdes em mim” (Jo 15, 4).

São Paulo compara o corpo de Cristo à Igreja (cf I Cor. 12, 12-14). Ela, na verdade, é o corpo místico do Senhor. Somente pertence a ela, quem pertence a Cristo.

A comparação da videira já havia sido utilizada pelos profetas Isaías, Jeremias e Ezequiel referindo-se ao povo de Israel. Porém, o povo de Israel na história se revelou infiel e não produziu os frutos esperados. Eis a razão pela qual o Senhor se apresenta como a Verdadeira Videira. Quem está nele, unido a ele que é o tronco, este necessariamente produz frutos de caridade, de bondade, de justiça, de fraternidade, de humildade, de serviço ao próximo, sobretudo aos sofredores. Inúmeros são os frutos que resultam de uma verdadeira e íntima união com Cristo. A produção de frutos que são as boas obras oriundas do mandamento novo, Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo. 13,34), são indispensáveis para se pertencer a Cristo Jesus, de tal forma que em não produzindo-as, o Pai, que é o agricultor, corta os ramos e os separa definitivamente do tronco. Porém, também o ramo que produz fruto deve ser, de vez em quando, limpo, podado. São os sofrimentos, os problemas que cada um que se decide a ser inteiramente de Cristo tem que enfrentar. Não duvidemos: não há Cristo sem cruz, não há cristianismo sem sacrifícios. O livro dos Atos dos Apóstolos, bem como a história da Igreja, estão cheios de exemplos de provações, tribulações, martírios físicos ou morais que acompanham a todos os que estão legitimamente são inseridos como ramos no tronco da videira que é Cristo.

Lembremo-nos ainda que toda árvore é constituída de tronco, ramos, frutos, mas também de raízes e de seiva. As raízes podem ser comparadas à parte da Igreja que vive no escondimento dos mosteiros ou no silêncio das terras longínquas da missão. Também podem se assemelhar à parte silenciosa em nós mesmos que devemos renunciar a qualquer honraria humana para viver nossa fé e praticar as boas obras. Não foi Jesus que afirmou: “que sua mão esquerda não saiba o que faz a direita”? (cf. Mt 6, 1-4). Na árvore de Cristo não cabem exibições, como na Igreja não se pode suportar o carreirismo e a sede de poder. Certamente os ciúmes são definitivamente artimanhas do inimigo que deseja ver secos os ramos da videira do Senhor.

A seiva, contudo é a vida da árvore. Sem ela os ramos secam e acabam por desaparecer. Permanecer unido a Cristo significa receber de sua seiva continuamente. A seiva é o Espírito Santo, é a força do ressuscitado, é a vida da Igreja e de cada pessoa. Assim como a seiva é praticamente invisível, a maneira de recebê-la em continuidade é a oração que também é algo imaterial e intangível. Quem perdeu a capacidade de rezar, começou a secar e pode se tornar lenha para a fogueira. Sem mim, nada podeis fazer! (Jo.15, 5) afirma Jesus. Contudo, se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado (Jo.15,7). Ó, como isso é consolador! Na união com Cristo está a solução para todas as situações, ainda que pareçam humanamente impossíveis. O segredo está em permanecer vivamente enxertados em Cristo, dele recebendo a benfazeja seiva, para produzir abundantes frutos para a glória do Pai.

Por Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora (MG)


Perseverança


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