Chapolim Colorado contra o Aborto.



Um dos maiores e o mais poderoso inimigo da humanidade e da Vida no Planeta Terra, faz milhões de vítimas todos os dias.

Já matou muito mais que os furacões e a Tissuname do Japão, mais que o trânsito brasileiro, supera as vítimas do fumo, do álcool e das drogas, deixa na lanterna a Aid’s e o Ebola e ainda não encontrou ninguém que fosse capaz de aniquilá-lo definitivamente.

Mas, eis que surge uma esperança, não é um pássaro, não é um avião e nem um míssil sub-atômico para pulverizar nosso grande e terrível inimigo de uma só vez.

Entra em sena o grande Chapolim Colorado na pessoa de seu criador Roberto Bolaños com seu depoimento de vida contra o Aborto:

“Não Contaram com a minha astúcia”

Chapolim


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Roberto Bolano Chaves_personagem_Roberto_Bolanos

DEPOIMENTO


Chaves em defesa da vida

O ator Roberto Bolaños que deu vida ao personagem Chasperito “Chaves aqui no Brasil”, que conquistou gerações, gravou há alguns anos uma bonita mensagem em Defesa da Vida. No vídeo de breves 35 segundos, o ator fala de uma situação difícil durante sua gestação e a opção de sua mãe pela vida.

Leia também: Movimento contra o aborto ganha força

Veja o Texto:

“Quando eu estava no ventre da minha mãe, ela sofreu um acidente que a deixou à beira da morte. O médico lhe disse: ‘Terás que abortar!’; e ela respondeu: ‘Abortar, eu?! Jamais!’. Ou seja, defendeu a vida, a minha vida. E graças a ela estou aqui.” – Roberto Gómez Bolaños (Chaves)

Emocionante o depoimento do artista, uma pessoa querida em vários países e que se tornou “o que é” graças ao sim de sua mãe pela vida.

Assista ao vídeo:



(GRAÇAS A DECISÃO DE MINHA MÃE, EU ESTOU AQUI)



      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


Encontro da Bíblia.


XXVI ENCONTRO DA BÍBLIA

 Setembro Mês da Bíblia

Dia 25/09/2016

ANÁPOLIS – GOIÁS


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BÍBLIA SAGRADA


A Diocese de Anápolis se prepara para mais uma grandiosa festa, é a 26ª Edição do Encontro da Bíblia que neste ano traz o tema

“Ele te dirá todas as palavras pelas quais serás salvo tu e toda a tua casa” (At 11,14).

Será um encontro voltado para o aprofundamento da Palavra de Deus e também de condução à oração com muito avivamento, cura e libertação. As crianças de 04 a 10 anos de idade poderão participar do Encontro da Bíblia Kids. A RCC Anápolis está preparando um espaço com  brincadeiras, atividades manuais, evangelização e oração para os pequenos.

Os jovens também terão uma acolhida especial com músicas e orações voltadas especialmente para eles.  E para todas as pessoas que desejarem atendimento individual de oração, haverá uma equipe de servos especialmente formados para atendê-las.


Encontro da Bíblia Em Anápolis

Dia 25/09/2016

No Centro de Evangelização João Paulo II

Sede do Escritório da RCC Em Anápolis

Rua, N Bairro São Joaquim

Próximo ao condomínio Porto Rico

Das 7:30 Hs às 18:00 Hs

Haverá fornecimento de almoço no local

Finalizando com a Santa Missa



XXIV ENCONTRO DA BÍBLIA

 Setembro Mês da Bíblia

Dia 28/09/2014


Biblia_2014



BÍBLIA SAGRADA


Este ano o encontro está programado para o mesmo local dos anos anteriores:


Encontro da Bíblia Em Anápolis

Dia 28/09/2014

No Centro de Evangelização João Paulo II

Sede do Escritório da RCC Em Anápolis

Rua, N Bairro São Joaquim

Próximo ao condomínio Porto Rico

Das 7:30 Hs às 18:00 Hs

Haverá fornecimento de almoço no local

Finalizando com a Santa Missa


ENCONTRO DA BÍBLIA – ANÁPOLIS.



Leia você também

A Bíblia é uma Mensagem

de Deus pra você.


Semeando a cultura de Pentecostes




Comemoração dos 20 anos Da Comunidade Católica Nova Aliança de Anápolis.

Reconstruindo Historias


Restaurando Vidas!



“SÃO 20 ANOS DE AMOR AO SENHOR JESUS EVANGELIZANDO E RESTAURANDO UMA NOVA ALIANÇA DE AMOR COMPROMISSO E FIDELIDADE COM O PAI”



É com júbilo que nós – COMUNIDADE CATÓLICA NOVA ALIANÇA – partilhamos com você a graça que estamos vivenciando, pois já estamos próximo de completarmos 20 Anos de fundação. Ao longo desta caminhada enfrentamos desafios, que não nos desanimaram. Derramamos lágrimas que nos impulsionaram e nos deram força e alegria para anunciarmos o Amor de Deus e fazer com que Jesus Cristo, Nosso Senhor seja conhecido e amado.

O Carisma Nova Aliança nasceu do Coração de Deus. Muitos são os que tem experimentado a Reconstrução de suas histórias e a  Restauração de suas vidas e é nesta graça que, para comemorarmos o nosso aniversário de 20 Anos estaremos realizando um grande evento, do dia 31/01 à 06/02/2011. Teremos a Santa Missa Presidida por Pe. Robson, Reitor  do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno em Trindade –GO e um encontro tendo como pregadores: Prado Flores, Fundador da Escola de Evangelização Santo André na Cidade do México e alguns bispos do Brasil, contando também com a presença de bispos e convidados de outros países.

Estaremos também acolhendo irmãos(ãs) que vivem esta experiência em nossas casas de missão espalhadas em todo o território brasileiro e franceses que estarão vindo partilhar desta alegria conosco, mas para realizarmos tal evento estendemos nossas mãos até você, pois somos uma Comunidade de leigos Consagrados sem fins lucrativos.

Com este intuito lançamos a campanha para arrecadarmos fundos para a realização do nosso evento.

Esta campanha se dará da seguinte forma:

20 pessoas que possam contribuir com a quantia de R$ 1.000,00,

20 pessoas que possam contribuir com R$ 500,00

20 pessoas que possam contribuir com R$ 200,00

30 pessoas que possam contribuir com R 100,00

50 pessoas que possam contribuir com R$ 50,00

Sua colaboração poderá ser feita pessoalmente em nosso Escritório:

·         Av. Miguel João 463 – Centro – Anápolis/GO

Ou por meio de nossa conta bancária:

·         Caixa Ag.2289-c/c-031600-0

Pedimos que ao realizar o seu depósito, entre em contato conosco pelo telefone:    (62) 3943-5555   (62) 3943-5555 / 3099-6067 / 3943-0005 ou nos mande um e-mail para este endereço: 20anos@comnovaalianca.com.br confirmando o seu depósito.

Cremos que o seu possível é o nosso necessário. Desde já, desejamos sobre você graças e bênçãos do céu.

 

Comunidade Cotólica Nova Aliança


Mapa do Local – guia no Google

CCNA – Comunidade Católica Nova Aliança

Anápolis – Goiás


Ficha de inscrição do Encontro em comemoração aos 20 anos

procure na sede da Comunidade ou click abaixo


 


Mapa do Local – guia no Google

CCNA – Comunidade Católica Nova Aliança

Anápolis – Goiás



Anápolis em Luto.


É com muito pesar que recebemos a notícia de falecimento de Dom Manuel Pestana Filho hoje pela manhã dia 08/01/2011 na cidade de Santos.

Segundo informações prévias de Dom João Wilk atual Bispo de Anápolis, Dom Manuel será velado em Santos hoje e amanhã finalizando com uma missa no final da tarde e só depois será encaminhado para a Diocese de Anápolis que provavelmente deverá chegar aqui por volta da manhã de Segunda-feira e será velado na Catedral do Bom Jesus, finalizando com uma missa de corpo presente às 19:00 Hs e depois será o sepultamento na própria Catedral do Bom Jesus.


Programa dos funerais de

Dom Manuel Pestana Filho

Dia 10 de janeiro 2011, na Catedral de Anápolis.

9h – cortejo conduzido pelo corpo de Bombeiros

saindo da Paróquia S. Joaquim: Av. Pedro Ludovico

10h – Missa com os Padres do setor 01

11h – Missa com os Padres do setor 02

12h – Missa com os Padres do setor 03

13h – Missa com os Padres do setor 04

14h – Missa com o Seminário

15h – Missa com os Religiosos

16h – Missa com o Vigário Geral

17h – Rosário com as Religiosas

18h – Vésperas solenes do Oficio dos Defuntos.

19h – Santa MIssa das Exéquias.

Em seguida, a procissão em volta da Praça Bom Jesus e sepultamento na cripta da Catedral.

Haverá tendas e telões ao lado da Catedral, para facilitar a participação dos fieis.

Durante o cortejo, na chegada do corpo à Catedral, pelas 10h, e no ato do sepultamento, pelas 20:30h, tocarão os sinos de todas as igrejas de Anápolis.

Fonte: Dite Oficial da Diocese de Anapolis – Go


Em Março de 2010 Dom Manuel Pestana Filho esteve presente na comemoração de aniversário dos 10 anos do Seminário Maria Mater Ecclesiae do Brasil onde estão muitos Seminaristas da Diocese de Anápolis.


Na saudação final, Dom Manoel Pestana disse: “Salvar uma alma na marca do pênalti, na hora da morte, é uma graça indizível para nós sacerdotes. Batizar uma criança e santificá-la tornando-a filha de Deus, igualmente é maravilhoso, assim como unir um casal à Deus… Mas formar sacerdotes, meus caros irmãos legionários, é a maior obra de salvação que podeis fazer! Muito obrigado!” Seminário Maria Mater Ecclesiae do Brasil .


Uma das imagens mais recentes de Dom Manuel Pestana Filho.


Dom Manuel Pestana foi  um grande lutador em prol da Vida, criou o Pró-Vida na Diocese de Anápolis e incasavelmente manifestou à sociedade, não só Anapolina mas de todo o Brasil que a vida é o maior Dom que Deus nos deu e que portanto devemos lutar a favor dela mesmo que sejamos perseguidos e caluniados.   Empunhar esta bandeira em defesa da Vida lhe custou muitas perseguições e processos, mas mesmo com seus 82 anos de idade jamais desistiu de lutar contra o Aborto e em favor da Vida.

Parabens Dom Manuel por todos os seus ensinamentos e por todos os seus exemplos, nós anapolinos jamais nos esqueceremos de suas palavras cheias de sabedoria Divina.

Foto em frente a Catedral do Bom Jesus em Anápolis.

Uma de suas ultimas manifestações públicas direcionada a todos os Católicos do Brasil:

Preocupação de Pastor



Semana Da Bíblia – Anápolis.


A Faculdade Católica de Anápolis e a Renovação Carismática Catolica de Anápolis estarão promovendo este ano a Semana da Bíblia com a Presença de nosso Bispo diocesano Dom João Wilk e o Pregador Roberto Tannus de Goiânia.

Venha aprender muito mais e tirar suas dúvidas sobre diversos temas na Doutrina Católica:

Taxa: R$. 3,00

Progranação:

27/09 – Segunda – Feira

Reforço dos principais pontos doutrinários da fé Católica.

28/09 – Terça – Feira

Aprofundamento Doutrinário sobre o Purgatório, céu e Ressurreição X  Espiritismo e Protestantismo.

29/09 – Quarta – Feira

Eucaristia, Matrimônio e a diferença entre a Santa Missa e a Ceia Protestante.

30/09 – Quinta – Feira

Palestra com o Bispo diocesano Dom João Wilk com o tema da Unidade, Obediência e amor à Igreja.

Mesa redonda com Plenário e esclarecimento de dúvidas dos Fiéis.

01/10 – Sexta – Feira – Encerramento

Santa Missa com Oração de Cura e Libertação.


Patrocinadores:


Local:

Centro de Evangelização João Paulo II

Escritório da RCC na Diocese de Anápolis.

Clik No Mapa Abaixo e Veja a

LOCALIZAÇÃO NO WILKMAPIA

..

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PRESENTEPRAVOCE

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Fotos do Show PHN – Anápolis – Go.


CCNA – Diocese de Anápolis-Go PHN

VEJA AS FOTOS DO SHOW

CCNA

Jesus Cura 002“Jovens de todos os continentes, não tenhais medo de serem

os santos do novo milênio!” (Papa João Paulo II)


Promovido pela Comunidade Católica Nova Aliança, O Congresso PHN com Dunga da Canção Nova que se realizou nos dias 28 e 29 de junho, aqui em Anápolis no Ginásio Carlos de Pina. No sábado a noite foi realizado um show com Dunga.

Mais de 1000 Jovens desta diocese e visitantes, participaram do evento, o qual nos ajudará bastante a vencer o pecado no nosso dia a dia, que é nosso maior inimigo na caminhada com Deus neste mundo.


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FOTOS DO SHOW

28 / 06 / 08 PHN Em Anápolis

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Jesus Cura 002

MAIS FOTOS DO SHOW NO FLICKR’S

CLIC NA FOTO



PHN Av. Miguel João, 463 – Centro

Anápolis – GO / Cep: 75020-360

Telefax: (062) 3943-5555

Email: comunidade@comnovaalianca.com.br


Comunidade Católica

Nova Aliança




Ordenação Sacerdotal.

O Exmo. Sr. Dom João Wilk Bispo de Anápolis e a Comunidade Católica Nova Aliança, tem o prazer de convidar toda a comunidade Anapolina, cidades que fazem parte desta diocese e outros que desejam participar da Ordenção Sacerdotal do Diácono Rafael Xavier Ligeiro e Diácono Samuel Alves de Almeida a ser realizada no Rincão da Comunidade no dia 12/12/2009 pela imposição das mãos de Dom Alberto Taveira Corrêa Arcebispo de Palmas – Tocantins e Conselheiro da RCC no Brasil.

[Entrar no site Nova Aliança]


Cantando e Celebrando

 

Ser Nova Aliança

é Graça de

DEUS

 



Semeando a cultura de Pentecostes


.

 

Ministério Nova Aliança Lança mais um CD.

Cantando e Celebrando:


Cantando e Celebrando

Lançamento dia 05 de novembro

Rincão Nova Aliança

(Abertura do Cerco de Jericó)

.


Cantando e Celebrando, é um CD que foi gravado ao vivo, na missa do Cerco de Jericó, na intenção de levar para sua casa toda a graça que o senhor faz através da música, na vida daqueles que todo mês vem fazer o Cerco, e levando esse CD você estará divulgando o Cerco, e testemunhando a sua fé.

 



Semeando a cultura de Pentecostes


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Parabens Professor Orlando Fedeli.

Os Bons e Maus Frutos da Montfort ?

Recebi um exelente comentário narrando o testemunho pessoal de um professor no rio de Janeiro a respeito das verdades que ele conheceu em compania do Professor Orlando Fedeli, eu prefiro não dar a minha opinião sobre o assunto, já que aquele que participou de dentro da Montfort pode testemunhar fatos que eu não participei pessoalmente, portanto este texto abaixo é de  total responsabilidade de seu autor que assina abaixo do texto.

Visita ao Papa João Paulo II

Visita ao Papa João Paulo II

Comentário Enviado em 24/04/2008 _às_ 8:00

É uma lástima ver que muitos caem nas garras fedelianas.

Estive junto a este grupo por 5 anos, mas sempre com lucidez, nunca me resvalando em damasia para este conciliábulo, pois, desde o início vi certos cacoetes peculiares ao grupo e por isso tinha minhas reticências.

Porém, sempre pensei que poderia salvar as coisas boas aí ensinadas, reter o que é natural e perfectivo para a inteligência humana, pois muitos dos componentes deste conciliábulo possuem boa formação e erudição.

Engano meu. Com o tempo fui vendo que o bem existente entre eles é apenas o suporte necessário, mínimo, para o mal, e que este, portanto, era a tônica destes senhores.

O que fazem e ensinam junto aos mais íntimos, e eu cheguei a ser um deles, é simplesmente destoante de qualquer ser humano que tenha o mais tênue pundonor.

Papas são achincalhados, como por exemplo São Pio X, reprovado por Fedeli por ter fundado o Sodalitium Pianum, que, segundo Fedeli, era uma sociedade secreta para vigilância dos modernistas. Leão XIII é visto como péssimo papa, devido a interpretação sadia que deu da democracia, na questão francesa. (Parece que Orlando não estudou a fundo Dr. Plínio Corrêa de Oliveira, pois este, no seu livro ‘Elites…’ , explica magistralmente esta questão leonina). Outro papa recorrentes nos deboches fedelianos é Pio XII, que Fedeli afirma ter tido uma freira como amante, a Madre Pascoalina.

Enfim, este senhor, de que si mesmo faz uma alta imagem, pois certa vez me disse que seu e-mail é FEDELIORLAND@…, porque traduz-se por TERRA (land) MAIS FIEL (do latim fidelior), este senhor, patrocinado pelo Sr. Alberto Zucchi, um de seus fiéis, anda pelo Brasil a disseminar suas ideologias próprias, à semelhança de um guru, distorcendo e destoando as inteligências, que de muitos já estão distorcidas devido aos vícios da modernidade, corropendo as vontades, que, em vez de aderirem ao Bem, muitas vezes, aliciadas, aderem às figurações de bens propostas por estes sectários.

Rezemos à Nossa Senhora, Aquela que um dia esmagou a cabeça de Satanás, que esmague no presente todos aqueles que visam, mediante uma gnose barata, um conhecimento infundado, mas tido como libertador, destruir a Verdade, a Bondade e a Beleza das almas.

Prof. Paulo Babosa

Rio de Janeiro, 05 de junho de 2009 – 17:12

Salve Maria!

Paulo Barbosa disse

Junho 5, 2009 às 7:43 pm

Amanhã, sábado, 05 de junho de 2009, Orlando Fedeli estará mais uma vez no Rio, no bairro do Méier, e desta vez o tema de sua aula será caluniar aos que saíram de sua companhia. Como é farta a multidão dos imbecis… Ainda este tipo encontra elementos que o ouve e aplaude, mas por pouco tempo, pois, como os antigos dizem, o tempo é o senhor da história e um dia este contador de estórias ficará só…

Dom Orani deve providenciar aqui no Rio de Janeiro também a retirada deste senhor que mimeticamente, quando surpreendido pelas autoridades eclesiásticas, diz que apenas ensina história, e junto aos seus acrescenta: história da missa, do vaticano, etc etc… Veja a baixeza do baixinho e alopécico senhor…

Paulo Barbosa

Rio de Janeiro, 04 de junho de 2009.

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VEJA OS FRUTOS DE ORLANDO FEDELI

QUEM É PAULO BARBOSA ?

VEJA SUAS PROPRIAS DECLARAÇÕES

COHLIDAS EM UM BLOG SEDEVACANTISTA

DE SANDRO DE PONTES

Declaração Oficial

do ex-coordenador da Montfort, RJ

Prezados amigos, salve Maria.

O blog Parusia publicou declaração do ex coordenador da Montfort no Rio de Janeiro, o senhor Paulo Barbosa. Nela, este nosso irmão fala sobre dois assuntos: a relação com o prefessor Orlando Fedeli e a sua posição sobre a crise na Igreja. Eis o link:

Este Link citado foi retirado do ar:

http://parusiavr.blogspot.com/2009/02/declaracao-oficial-do-ex-coordenador-da.html

Um abraço a todos e rezemos pela unidade fundamentada na verdade de todos aqueles que amam e Igreja e rejeitam o Vaticano II e a missa nova, ou seja, os tradicionalistas e os sedevacantistas. (frutos de Fedeli)

Sandro de Pontes

Declaração Oficial do ex-coordenador da Montfort, RJ

O Sr. Orlando Fedeli, a quem muito estimo, meu compadre, padrinho de meu filho Gustavo Maria Mota Barbosa, a quem devo uma parcela considerável do meu conhecimento, vem a tempo enviando-me e-mails onde, numa atitude que ultrapassa sua estatura de leigo e professor de História erige-se em perscrutador do interior humano indagando qual ou quais proposições de fé fazem parte de minha adesão intelectual. Responderei-lhe sim, mas antes deixarei consignado que sempre o tive como mero professor, profundo em alguns tópicos de história, superficial em outros que não sejam da área histórica, como por exemplo filosofia e teologia, mas que mesmo assim dispunha-se a ensinar. Nunca passou por minha cabeça, durante os cinco anos em que me relacionei tanto com Orlando Fedeli, quanto com outros robustos membros da Associação Cultural Montfort, considerá-lo como superior de minha consciência a ponto de ter que lhe dar satisfação de minhas disposições interiores, em qualquer área que seja, mormente na de Fé. Diz o adágio: internis nec Ecclesia se nec Ecclesia. Quanto mais Orlando Fedeli. Porém fazendo uso de minha liberdade de arbítrio, sem coação de quem quer que seja, mas espontaneamente, faço a seguinte declaração:Declaro publicamente a todos que adiro firmemente ao Magistério universal da Igreja Católica, a Fé universal comum a clérigos e leigos, transcendente a todos os tempos e cabeças humanas. Pelo que não sigo o “critério próprio livre” do Concílio Vaticano II e de seus papas e bispos da “nova igreja católica” conciliar, mas sim a vacância da Sé Apostólica de São Pedro.

Paulo Barbosa (assinatura)

Ex- coordenador do “Grupo Amigos da Montfort”, do Rio de Janeiro, Brasil

O Prof. Paulo Barbosa é latinista e atualmente reside no Rio de Janeiro. Teve seu nome por muito tempo na página principal da Montfort como professor de Latim.

Meu próprio comentário:

Lamentávelmente postei este comentário que recebi do Professor Paulo Barbosa, primeiramente falando sobre seu afastamento da Montfort, que na verdade seria muito bom, mas evidentemente se tornar um sedevacantista possa ser ainda algo muito pior para ele como Católico, se bem que para nós é bem melhor, porque assume sua condição verdadeira que é não ser um verdadeiro Católico já que não aceita Bento XVI como seu Papa.

Como ele mesmo declarou, uma boa parcela de seus conhecimentos são oriundos dos ensinamentos de Orlando Fedeli, ensinamentos estes que culminaram em sua decisão de se tornar um Sedevacantista, somando-se a varios outros ex. Monfortinos como Sandro de Pontes, Rodrigo Antonio Maria Silva e Felipe Coelho e outros que não conheço.

Como o Sr. Fedeli ensina a divisão e a insubimissão aos verdadeiros pilares da Igreja Católica, acaba levando as pessoas a não crerem em mais nada e a não se submeterem a mais ninguém alem de si mesmas dando um grito de liberdade inclusive de seu próprio guru Orlando Fedeli.

Lamento lhe dizer isto professor Paulo, mas a sua decisão é um efeito dos conhecimentos que o Sr. absorveu do guru Orlando Fedeli, do qual acabou de se divorciar, abandone também os seus ensinamentos e volte para a Igreja verdadeira que é conduzida por Bento XVI, nosso verdadeiro Papa.

Caso contrário só posso lamentar que sua condição atual seja ainda pior que a anterior.

Deus te ama.

Mensagem de Fátima.

Na Cova da Iria Em Fátima Portugal…

A 13 de Maio de 1917, Três crianças

Veio Nossa Senhora do Céu Trazendo uma mensagem para a Humanidade, três crianças tiveram a Honra de a receberem.

O principal ponto desta história foi que os homens não acreditaram nas Crianças, como poderia A Mãe de nosso Senhor Confiar palavras tão importantes a crianças tão pequenas? Hoje é um dos principais ícones da Igreja Católica no mundo. Em Portugal são milhares de fieis que visitam Fátima todos os anos mantendo Portugal na vanguarda Europeia na participação do catolicismo, com fé participativa e uma tradição viva.

Foi revelado o III Segredo de Fátima?

Disse Maria:

Sou do céu… vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos. Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.

História das Aparições

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma “Senhora mais brilhante que o sol”, de cujas mãos pendia um terço branco.

Os Pastorinhos de Fátima

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a “Senhora do Rosário” e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado “Segredo de Fátima”.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões de visitantes.

Veja Também no site Oficial de Fátima.

Cronologia de Fátima – Datas principais

Os videntes de Fátima

Imagens de Nossa Senhora de Fátima

Vista geral do Santuário


Revelação do III Segredo de Fátima Pelo Papa João Paulo II.Todas as informações referentes a este assunto, incluindo o segredo estão neste power point.veja o Post.


Leia Mais:

APARECIDA
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120 https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120

ROSA DE SARON EM ANÁPOLIS e GOIÂNIA.

https://i1.wp.com/i653.photobucket.com/albums/uu255/rosadesaron_album/myspace_02.png

A BANDA ROSA DE SARON ESTARÁ

MAIS UMA VEZ EM ANÁPOLIS –

GOIÁS NO DIA 21/05/2010.

às 19:00 hs

.

.

SERÁ O LANÇAMENTO DE SEU

NOVO CD

HORIZONTE DISTANTE

.

O SHOW SERÁ REALIZADO

NO COLÉGIO

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

NO BAIRRO JUNDIAI

.

INGRESSOS JÁ A VENDA

LIVRARIA ÁGAPE

Praça bom Jesus

SUPER X

Av Goiás

Academia Imagem Fitness

Av Goiás, 1132 centro

Satiros Joias e Relógios

Av Fernando Costa, 285 – Jaiara

.

Meia: R$ 20,00 Inteira: R$ 40,00

Até dia 19/05/2010.

.

Depois deste dia será

Meia: R$ 25,00 Inteira: R$ 50,00

.

Meia será para todos os menores

de 21 anos de idade e para qualquer

Estudaante de qualquer idade,

Desde que comprove.

.

Organização:

Ricardo Telles

Renato Souza

Danilo Alves

Christiane Ribeiro

https://i1.wp.com/i653.photobucket.com/albums/uu255/rosadesaron_album/myspace_02.png

EM – 2009

A BANDA ROSA DE SARON ESTARÁ

ESTE FINAL DE SEMANA FAZENDO

UMA TURNÊ NO CENTRO OESTE

.Dia 15/05 em Valparízo – Go.

.Dia 16/05 em Goiânia – Go.

.Dia 17/05 em Anápolis – Go.

.Dia 24/05 em Ceilândia – Df.

.

veja os cartazes de divulgação abaixo

e um mapa do local em goiânia

.

Pessoal de Goiânia, segundo informações Confirmadas o show está marcado para :

LOCAL:

IGREJA CATÓLICA PROFETA JEREMIAS

Recanto das Minas Gerais atrás da Agetop

Próximo à Br – 153 – saída para Anápolis

Início: 20:00 HS

Informações: Contato e vendas Ingressos.

(62) 8122-1446 / 3281-5020

Padre Fábio de Melo estará de volta a Goiânia dia 24/05/2009, aguardem confirmação.

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shalon[1]

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click no mapa e amplie

ou se você está on Line

veja no Google Maps <= Click

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Minha fotoEste mapa é uma cortesia de:

Abigail Trindade de Goiânia

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haverá um show em

Valparaíso de Goiás

Dia 15/05/2009 no Clube Tropical.

Agenda= http://www.myspace.com/bandabeatrix

CARTAZ DE DIVULGAÇÃO DO SHOW EM ANÁPOLIS

CARTAZ DE DIVULGAÇÃO DO SHOW EM ANÁPOLIS

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II Balada Santa

Rosa de Saron – Acústico e ao Vivo

“Ele nos marcou com o seu selo
e deu aos nossos corações o penhor
do Espírito Santo”  (I Cor 1,22)

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No dia 17/05, a partir das 17 horas, venha participar da II Balada Santa no Colégio Auxilium em Anápolis Goiás.

Um show de evangelização promovido pela comunidade Cojosma da Paróquia São Francisco, em sua segunda edição.

Contaremos com a participação das bandas Rosa de Saron lançando seu novo CD/DVD Acústico e Ao vivo, com a Banda Beatrix e com o DJ.

Jovem, Não se esqueça:

Quando:  17 de Maio de 2009

Horário: a partir das 17 horas
Local: Patio do Colégio Auxilium.

Valor do ingresso: R$ 15,00

Pontos de Vendas: Secretaria da Paróquia São Francisco, Livraria Ágape.

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Para quem não é de Anápolis, > click aqui < e veja o Colégio Auxilium no Google maps, no centro da cidade próximo à praça Bom Jesus.

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Fotos da I Balada Santa

Realização: Cojosma

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Padre Delton Filho estará

Conosco novamente Celebrando a

Santa Missa de abertura.

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click no Banner

para ver os clips do Cd Acústico.

http://www.rosadesaron.com.br/

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Foto Codimuc

Foto Codimuc

Trailer – Rosa de Saron

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Dia 24 de Maio de 2009

Rosa de Saron em Ceilândia -DF

O Espírito Repousará Sobre Te

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Estamos esperando por Você

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Rosa de Saron em Resende - Teatro da AMAN por rosadesaron..https://i1.wp.com/i653.photobucket.com/albums/uu255/rosadesaron_album/myspace_02.png

Minha foto

A Soberania da Vida.

A liberdade humana deve estar sempre e inteiramente a serviço da vida.

“Eis que hoje estou colocando diante de ti a vida e a felicidade, a morte e a infelicidade. Se ouves os mandamentos de Javé, teu Deus, que hoje te ordeno, viverás e te multiplicarás (…) Contudo, se teu coração se desviar e não ouvirdes e se deixardes seduzir e te prostrardes diante de outros deuses e os servires, eu hoje vos declaro: ´é certo que perecereis” (Dt 30,15-18).

Artigo do Arcebispo de Goiânia em defesa da vida.     Em Apoio ao Arcebispo de Olinda/Recife – Pe.

No caso de Alagoinha Pe.

PDF Imprimir E-mail

Quinta, 12 de Março de 2009 17:27

Arquediocese de Goiânia – Goiás.

Texto original arquivado em

http://www.arquidiocesedegoiania.org.br/site/ultimas-noticias/519-artigo-do-arcebispo-de-goiania-em-defesa-da-vida.html

Dom Washington Cruz ressalta o compromisso cristão de defender a vida em todos os seus estágios. “Além de ser um mandamento contido na lei de Deus, espera-se que qualquer pessoa, movida por quaisquer convicções éticas, filosóficas ou religiosas, também não mate outro ser humano”, destaca o arcebispo. Leia o artigo na íntegra.

 A SOBERANIA DO DOM DA VIDA
Dom Washington Cruz, CP

Muitas foram as manifestações, movidas pelas razões ou pelas paixões, relativas ao caso do aborto sofrido pela garota de Alagoinha-PE, no alto de seus meigos 9 anos de idade.

Entidades, pessoas individualmente, organizações sociais diversas manifestaram-se acerca daquele caso a partir dos diversos elementos apresentados pela imprensa. Poucos, é verdade, tiveram contato direto com o padrasto, com a mãe e com as garotas, de 9 e de 13 anos, que sofreram por três anos consecutivos os abusos sexuais dentro da própria casa.

A Arquidiocese de Olinda e Recife, Igreja à qual está vinculada a Paróquia de Alagoinha, manifestou-se a respeito deste fato e estimulou a CNBB a pronunciar-se oficialmente acerca do caso. Amparada não pelas leis do Estado, mas pela norma canônica, a excomunhão foi aplicada. E muitos se detiveram tão-somente no fato da excomunhão, em si. Porém, alguns elementos precisam ser apresentados e aprofundados.

Logo que o caso veio a público, o Conselho Tutelar de Caruaru, acompanhado pelo Pároco de Alagoinha, da mãe, do padrasto das garotas e de um grupo de pessoas, fez toda a avaliação sobre o caso e manifestou-se formalmente contrário à interrupção da gravidez, não obstante a pressão exercida por uma assistente social do Instituto Materno Infantil de Pernambuco (IMIP), em Recife, conforme o relato oficial do Pároco que acompanhou pessoalmente o caso. O IMIP foi ao local para onde a criança fora levada a fim de ser submetida aos exames físicos e psicológicos. Ali, o Conselho Tutelar foi instado a assinar documento aprovando o aborto. Recusando-se a assinar tal documento, por razões cristãs, uma das Conselheiras preferiu levar o caso de volta para a cidade de Alagoinha e discuti-lo com o Conselho Tutelar. Novamente, unanimemente, o Conselho manifestou-se contrário à recomendação abortiva. No entanto, o comportamento da assistente social do IMIP frente ao caso, induzindo à realização do aborto, chamou a atenção dos pais, do pároco e dos conselhos tutelares. É de se notar que, segundo o pároco de Alagoinha, em momento algum os pais, a menina e a comissão que os acompanhavam foram recebidos por algum médico ou pelo diretor do hospital.

Após reunião havida entre o Arcebispo de Olinda-Recife, o Bispo da Diocese de Pesqueiras (onde está a Paróquia de Alagoinha), uma equipe de médicos, juristas e psicólogos, houve também posição unânime pelo desaconselhamento do aborto ante a existência de inúmeros casos de crianças gestantes que tiveram seus filhos de modo normal, sem terem vivenciado riscos de morte. Há pareceres médicos e legais, de séria competência, que fundamentaram os posicionamentos daquele grupo. O Diretor do IMIP, chamado para uma reunião, após saber da análise feita pela equipe ligada à Igreja, imediatamente telefonou para o hospital desautorizando qualquer procedimento abortivo. Até mesmo o Desembargador Presidente do Tribunal e outros Juízes do Tribunal de Justiça de Pernambuco, após encontro com algumas pessoas e com os pais da menina, pediram pela preservação da vida das crianças que aquela pequena gestante trazia consigo.

Mesmo ante essas recomendações de não se fazer o aborto, os pais da menina gestante foram pressionados por uma entidade chamada “Curumins”, de mentalidade feminista pró-aborto, juntamente com técnicos da Secretaria da Saúde de Pernambuco, a assinar “alguns papéis”, como de forma ansiosa a mãe da criança relatou. Estes papéis autorizavam a transferência da criança do IMIP para outro hospital especializado em gravidez de risco. Naquele hospital, porém, o aborto foi realizado. Certamente, em momentos tensos, de forma rápida, pessoas interessadas em cultivar o espírito de “liberdade” frente ao chamado “livre arbítrio” de manter a vida ou de matá-la, coletaram assinaturas da mãe naqueles papéis, sem que a mesma, talvez, tivesse plena consciência do seu conteúdo.

O Pároco de Alagoinha, que acompanhou dia a dia a via crucis daquela família, relatou pormenorizadamente todo o ocorrido. Em conversa com o pai e com a mãe da menina, o Pároco atestou que ambos manifestaram-se claramente desfavoráveis ao aborto, posição esta que consolidou e confirmou ainda mais aqueles pareceres do Conselho Tutelar da comissão constituída pela Igreja.

Em Nota Oficial, a CNBB afirma que a Igreja, “em fidelidade ao Evangelho, se coloca sempre a favor da vida, numa condenação inequívoca de toda violência que fere a dignidade da pessoa humana”. O ato violento sofrido pelas crianças, mãe e filhos, o qual deve ser devidamente apurado pelo Judiciário, não é motivo para se tirar do ventre de uma menina-gestante aquelas indefesas crianças, cujas vidas não corriam riscos, segundo os pareceres dos médicos que acompanharam o caso juntamente com a Igreja.

Até mesmo em caso de legítima defesa, a própria lei civil trata o ato de se tirar a vida com ressalvas, apurando a existência de possíveis indícios criminais. Qual legítima defesa poderia ser argumentada no caso do aborto feito em uma gestante de 9 anos, cujo risco de morte era inexistente? Imaginemos a possibilidade inversa, de a mãe e as crianças serem saudavelmente acompanhadas pela família, por instituição social idônea ou por alguma instituição religiosa. Imaginemos a possibilidade de que os filhos daquela pequena mamãe, não obstante terem sido gerados de modo impróprio, pudessem ter sido para ela, passadas todas as tormentas, pequeninos responsáveis por um novo sentido para a vida dela e dos seus. A esperança sempre existe. Matar pessoas humanas indefesas dentro do ventre de uma mãe, não lhes dando a chance de viver com a dignidade inerente aos filhos de Deus, é um ato extremamente desumano. Somente uma sociedade onde a vida equivale a um bem de consumo, o qual pode ser descartado a qualquer tempo, poderia defender a morte de uma criança e, mais grotesco ainda, a morte de uma pessoa em estado embrionário.

“Não matarás”. O mandamento divino é aplicável à vida humana em toda a sua extensão. Não matarás a pessoa concebida ou ainda em estado embrionário, não matarás as crianças já nascidas, não matarás os jovens, os adultos e os idosos.  Além de ser um mandamento contido na lei de Deus, espera-se que qualquer pessoa, movida por quaisquer convicções éticas, filosóficas ou religiosas, também não mate outro ser humano.

Quando a vida está em jogo, quando matar o outro apresenta-se como a única possibilidade de expressão de uma determinada “liberdade de escolha”, havemos de concordar que não há, aí, o exercício de nenhuma autêntica liberdade. Escolher matar um ser vivo, moralmente, não expressa o livre-arbítrio que é próprio da condição humana. “Eis que hoje estou colocando diante de ti a vida e a felicidade, a morte e a infelicidade. Se ouves os mandamentos de Javé, teu Deus, que hoje te ordeno, viverás e te multiplicarás (…) Contudo, se teu coração se desviar e não ouvirdes e se deixardes seduzir e te prostrardes diante de outros deuses e os servires, eu hoje vos declaro: ´é certo que perecereis” (Dt 30,15-18).

A liberdade humana deve estar sempre e inteiramente a serviço da vida.

Embrião humano é coisa?

(ADI 3510)

Embrião humano

é coisa?


Este foi o resultado da votação do STF sobre Células Tronco !

(STF não reconhece a dignidade de pessoa a embriões humanos fertilizados “in vitro”)

O julgamento da ADI 3510

No dia 5 de março de 2008, o Supremo Tribunal Federal iniciou o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 3510 (ADI 3510) proposta pelo então Procurador Geral da República Cláudio Fonteles contra o artigo 5º da Lei 11.105/05 (Lei de Biossegurança), que permite a utilização de células-tronco extraídas de embriões humanos fertilizados in vitro para fins de pesquisa e terapia.

O relator Ministro Carlos Ayres Britto, votou pela improcedência do pedido formulado na ação. Segundo ele, os embriões humanos congelados não são sujeitos de direitos, protegidos pela Constituição Federal. O próximo a votar, Ministro Carlos Alberto Menezes Direito, pediu vista dos autos. Como conseqüência, a votação foi suspensa. A então presidente do Tribunal Ministra Ellen Gracie, resolveu antecipar seu voto acompanhando o relator, ou seja, manifestando-se pela improcedência do pedido. Placar: 2 X 0 em favor da destruição de embriões humanos.

No dia 28 de maio de 2008, a votação foi retomada com o voto-vista do Ministro Menezes Direito, cuja leitura durou quase três horas. A conclusão do voto, porém, foi surpreendente. O Ministro não declarou, como se esperava, que o artigo 5º da Lei de Biossegurança é inconstitucional. Em vez disso, considerou parcialmente procedente o pedido formulado na ação, ou seja, declarou que o referido artigo poderia ser constitucional se fosse dada a ele uma interpretação conforme a Constituição. O texto legal permaneceria o mesmo, sem redução, mas seria interpretado com várias restrições. Em síntese:

1. As células-tronco poderiam ser extraídas, mas mediante uma técnica que não implicasse a destruição do embrião.

2. Os embriões chamados pela lei de “inviáveis” seriam interpretados como aqueles que tivessem o seu desenvolvimento interrompido (ausência espontânea de clivagem) por 24 horas. Neste último caso, qualquer técnica poderia ser utilizada para extração de suas células.

3. O consentimento dos genitores, de que fala a lei, deveria ser interpretado como “consentimento informado, prévio e expresso dos genitores, por escrito”.

4. As pesquisas deveriam ser aprovadas e fiscalizadas por um órgão federal, com a participação de especialistas em diversas áreas do conhecimento.

Ao que parece, o Ministro Direito buscou, de todos os modos, conciliar a pesquisa com células-tronco embrionárias com o respeito à vida do embrião humano. Mas a tentativa não foi feliz.

De fato, artigo 5º da Lei de Biossegurança é um corpo estranho inserido às pressas em uma lei feita para tratar dos organismos geneticamente modificados (OGM). Misturar embriões humanos com soja transgênica é um péssimo enxerto. Desse enxerto nada se aproveita, a não ser as “boas intenções” do legislador (das quais, segundo o provérbio, o inferno está cheio). Examinemos o assunto com calma.

O Ministro se referiu à técnica de Robert Lanza de extrair uma ou no máximo duas células (blastômeros) de um embrião no estágio de oito células. Por mais que o cientista afirme que tal procedimento é inofensivo para o embrião, não há como negar o perigo de dano ou de morte. Além disso, tal intervenção não é orientada para o bem do embrião (que só tem a perder e nada tem a ganhar), mas para um suposto benefício de terceiros. Intervenções como essa (não terapêuticas para o próprio embrião) não são moralmente aceitáveis. E o consentimento informado dos pais – que não podem dispor nem da integridade física nem da vida do embrião – não é suficiente para tornar lícito esse procedimento. [1]

Quanto à não ocorrência de divisão celular por vinte e quatro horas, tal fato pode, no máximo ser um prognóstico de que a implantação no útero não será bem sucedida, mas não um diagnóstico seguro de morte embrionária. Ou seja, não se pode assegurar que em tal caso, o embrião esteja morto. A extração de suas células não equivale à remoção de órgãos em um cadáver.[2]

O voto divergente de Menezes Direito foi seguido por Ricardo Lewandowski e Eros Grau, que chegaram a conclusões praticamente idênticas. O Ministro Cezar Peluso surpreendeu ao dizer não via qualquer inconstitucionalidade no uso de embriões congelados, apontando apenas a necessidade de fiscalização. Segundo ele, tais embriões não têm vida atual (!) até que sejam implantados no útero.

Naquele dia a Ministra Carmen Lúcia e o Ministro Joaquim Barbosa acompanharam o relator Ayres Britto, votando pela constitucionalidade da lei.

A votação continuou no dia seguinte, 29 de maio, com os votos de Marco Aurélio e Celso de Mello, que também acompanharam o relator Ayres Britto. Último a votar, o ministro-presidente Gilmar Mendes declarou a lei constitucional com a ressalva da necessidade de controle das pesquisas por um Comitê Central de Ética e Pesquisa vinculado ao Ministério da Saúde. Eis o resultado oficial:

Decisão: Prosseguindo no julgamento, o Tribunal, por maioria e nos termos do voto do relator, julgou improcedente a ação direta, vencidos, parcialmente, em diferentes extensões, os Senhores Ministros Menezes Direito, Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluso e o Presidente, Ministro Gilmar Mendes. Plenário, 29.05.2008

Em outras palavras: por maioria, o Supremo Tribunal Federal decidiu que o embrião humano fertilizado in vitro é coisa, e não pessoa. Essa “coisa” ou “material biológico” ainda requer alguma proteção legal (como a proibição de sua comercialização), mas, segundo o tribunal, tal proteção já está presente no artigo 5º da Lei de Biossegurança. Ainda segundo a maioria, não é necessário um órgão federal para fiscalizar as “pesquisas”. Seria suficiente uma “autofiscalização” exercida pelos comitês de ética das próprias instituições, já prevista no parágrafo segundo do referido artigo.

Resultado do julgamento da ADI 3510 pelo STF

A favor da destruição de embriões humanos para pesquisas

A favor da destruição de embriões humanos para pesquisas, mas com a ressalva de um órgão fiscalizador

Contra a destruição de embriões humanos para pesquisas

Carlos Ayres Britto (relator)

Ellen Gracie

Cármen Lúcia

Joaquim Barbosa

Marco Aurélio

Celso de Mello

Cezar Peluso

Gilmar Mendes

Menezes Direito

Ricardo Lewandowski

Eros Grau

A maioria dos ministros ignorou a possibilidade de adoção dos embriões rejeitados[3] e expôs a questão segundo o dilema simplista de descartá-los ou utilizá-los para o fim “nobre” de pesquisas que poderão “salvar vidas”.

Essa decisão histórica é para o Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade). No entanto, no caso brasileiro, o julgamento não teve como efeito imediato a liberação do aborto. Por enquanto, a decisão se limita a “coisificar” o embrião humano fertilizado in vitro e ainda não implantado. Mas foi criado um perigoso precedente para a coisificação do embrião intra-uterino.


Pacto de São José da Costa Rica: o argumento que não foi usado

Uma poderosíssima arma em defesa dos embriões humanos, que não suficientemente bem foi usada neste julgamento, é a Convenção Americana sobre Direitos Humanos, subscrita em 22 de novembro de 1969, conhecida como Pacto de São José da Costa Rica. Tal Convenção foi aprovada pelo Congresso Nacional do Brasil em 26 de maio de 1992 (Decreto Legislativo n. 27), tendo o Governo brasileiro determinado sua integral observância em 6 de novembro seguinte (Decreto n. 678). Segundo recentíssimo entendimento do Supremo Tribunal Federal,[4] o conteúdo desse pacto tem status de norma constitucional. Uma lei federal que o violasse seria fulminada de inconstitucionalidade. Vejamos o que dizem alguns artigos dessa preciosa Convenção:

Art. 1º, n. 2. Para os efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano.

Art. 3º. Toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua personalidade jurídica.

Art. 4º, n. 1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.

O Procurador Cláudio Fonteles não mencionou esses dispositivos na petição inicial da ADI 3510. O Ministro Menezes Direito, em seu voto divergente, fez apenas uma breve menção ao artigo 4º, n.1. O Ministro Ricardo Lewandowski, em seu voto, também se referiu somente ao artigo 4º, n.1, salientando que se trata de norma constitucional. Mas nenhum dos defensores da vida aludiu ao artigo 1º, n. 2, nem ao artigo 3º.

Os abortistas, com efeito, costumam sublinhar no artigo 4º, n. 1 a expressão “em geral”. Segundo eles, a Convenção parece admitir uma exceção para o aborto, uma vez que a proteção legal à vida da pessoa somente “em geral” remonta ao momento da concepção. Tal interpretação, que é sujeita também a críticas,[5] não vem ao caso. O que importa é saber se essa Convenção determinou ou não o direito ao reconhecimento da personalidade de todo ser humano. A resposta é afirmativa, e é dada pelo artigo 3º: “Toda pessoa tem direito ao reconhecimento de sua personalidade jurídica”. Note-se que o dispositivo não faz exceção alguma a esse direito. Não está escrito “em geral” ou qualquer outra expressão que possa significar excepcionalidade. O reconhecimento da personalidade jurídica é, portanto, um direito (de nível constitucional, como foi visto) de toda pessoa, sem exceção. Mas, o que é pessoa? A essa pergunta, a Convenção dá uma resposta cristalina em seu artigo 1º, n. 2: “Para os efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano”. A expressão “todo ser humano” engloba o ser humano já nascido, o ser humano em gestação no útero materno, mas também o ser humano originado por fertilização extracorpórea e congelado em nitrogênio líquido. Portanto, se o embrião fertilizado in vitro é pessoa (e a Convenção proíbe que se negue sua personalidade), segue-se que sua vida é inviolável. Lamentavelmente esse argumento (irrespondível para os abortistas) não foi usado na ADI 3510.


O Supremo Tribunal Federal como atalho fácil

O método usado pelo Ministro Menezes Direito (e acompanhado por Ricardo Lewandowski e Eros Grau) de interpretar o texto conforme a Constituição, com tantas condições e com tantos detalhes, faz com que o papel do Tribunal se assemelhe ao de um legislador. Isso foi assumido pelo Ministro Lewandowski: “Esta Corte tem estabelecido condicionantes quase que adentrando no campo do legislador, por exemplo, no caso da Lei de Greve no serviço público e da fidelidade partidária. Nós estamos em uma nova fase histórica no STF, em que essa Casa assume um novo protagonismo” (29/05/2008).

Presenciamos um aumento cada vez maior de poderes do STF, que já está dando interpretações à lei “com eficácia aditiva”. Essa hipertrofia do Judiciário é perigosa. Nos EUA não foi o Parlamento, mas a Suprema Corte que instituiu o direito ao aborto em 1973, com uma sentença tão cheia de pormenores, que se assemelha a uma lei.

Os abortistas estão cientes de que o Judiciário é um caminho alternativo à vontade popular (que tem grande influência sobre o Legislativo) e já iniciaram essa estrada quando solicitaram ao STF a liberação do aborto de bebês anencéfalos (ADPF 54). Em 27/04/2005 a Ministra Ellen Gracie, ao votar pelo não conhecimento dessa ação, denunciou: Não há o tribunal que servir de atalho fácil. No entanto, a ADPF 54 foi conhecida e aguarda o julgamento de mérito. De fato, diante de uma opinião pública maciçamente contrária ao aborto e depois da derrota por 33 votos contra zero do Projeto de Lei 1135/91 na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, em 07/05/2008, só resta aos abortistas apelar para esse atalho.

Roma, 11 de junho de 2008.
Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida

de Anápolis


PRONUNCIAMENTO DA CNBB

SOBRE A RESOLUÇÃO DA

VOTAÇÃO FINAL DO STF


[1]Cf. CONGREGAÇÃO para a Doutrina da Fé. Instrução sobre o respeito à vida humana nascente e a dignidade da procriação (“Donum vitae”). Roma, 22 fev. 1987. n. I,3 e I,4.

[2] Em seu intervento no Congresso Internacional sobre “Células estaminais: qual futuro terapêutico?” (Roma, 14 a 16 de setembro de 2006), a Prof.ª Maria Luisa Di Pietro esclareceu que não se pode confundir viabilidade com vitalidade. Segundo ela, dizer que um embrião não pode prosseguir seu desenvolvimento não significa dizer ipso facto que ele não é mais vivo.

[3] A adoção de embriões já é praticada nos EUA. No Brasil não faltariam casais interessados em adotar.

[4] Cf. voto do Ministro Celso de Mello em 12 de março de 2008, no Habeas Corpus 87.585-8 Tocantins.

[5] Entre os que não aceitam tal interpretação estão Ricardo Henry Marques Dip e Ives Gandra da Silva Martins.


CHÁCARA JEUS CURA


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Padre Fabio de Melo em Anápolis.


ILUMINAR

NOVIDADES

Fábio

Música Católica

 

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“Show Vida”


Pe. Fábio de Melo estará lançando o seu novo CD “Vida” em Anápolis-Go no dia 08/11/2008 em um grandioso Show no pátio da Pecuária, nas vendas de ingressos antecipadamente estarão sendo efetuados descontos promocionais..


 



FILHO DO CÉU.


DOMINGO, dia 06 de Julho de 2008, Fábio de Melo, jovem padre de 36 anos, teólogo, escritor, compositor e, claro, cantor, fez show no Rincão da Paróquia Nossa Senhora de Fátima na Vila Jaiara em Anápolis – Goiás, empregando todo seu talento artístico em nome de Deus. Compareceram ao show mais de 2300 pessoas sem considerar crianças e organizadores do evento,

Quem participou gostou muito do Show e espera  uma próxima oportunidade.


PHN-Anápolis 080628 (48)

Cantora

Adriana

em Anápolis – Go.


Cantora Adriana em Anápolis.


Show Adriana participação Pe. Fábio de Melo por Canção Nova.


divulgação


Filho do Céu
Padre Fábio de Melo

“Filho do Céu”, é 9º CD gravado pelo Pe. Fábio de Melo e o primeiro lançado pela Canção Nova.O CD possui 12 músicas em estilo poético, trabalhadas em valores cristãos numa perspectiva antropológica. O álbum conta com a participação de membros da Comunidade Canção Nova como, Padre Cleidimar e participações também de grandes nomes da música Católica como Adriana, Eugênio Jorge, Maninho e Robson.

“Filho do Céu”, “Chegada” e “Confissões de um traidor” são músicas que se destacam, refletindo vida e poesia na voz do cantor. Um CD que lhe recordará quem é você!

“O céu começa nas pedras… No duro desafio de tornar-se humano. De ser transparência da eternidade… E ter os olhos firmes na vitória que lhe espera!”

Pe. Fábio de Melo

FAIXAS
1- Chegada
2- O céu é tua casa
3- Vitória de Deus
4- Ao meu amigo
5- Confissão de um traidor
6- Espera
7- Não desista do amor
8- Cenários
9- Não é tarde
10- Coração acorrentado
11- Voltar
12- Filho do Céu

Eu não sei dizer o meu nome

Sem recordar-me do nome de Jesus.

Tudo o que creio,

Tudo o que Canto,

Escrevo, falo e vivo

Tem Nele a Raíz,

O Fundamento.

Isso me Alegra.

Pe. Fabio de Melo

FILHO DO CÉU COMO VOCÊ !

Filho do céu, filho do céu

Teu amor me faz vencer

Teu amor me faz dizer:

Sou filho do Céu!


Revestido de Tua glória

Consagrado a Ti Senhor

Território Santo eu sei que sou

Viverei pra proclamar: do céu eu sou!

Participações: Pe. Cleidimar, Adriana, Eugênio Jorge, Maninho e Coral Canção Nova.



Pergunte e não responderemos – padre Fábio de Melo “Origem”


pe. Fábio de MeloDemore na dúvida e descubra a sabedoria que insiste em esconder na ausência de palavras. Nem sempre a resposta está pronta. Há uma beleza na dúvida que vale a pena ser apreciada. Forjar a resposta antes do tempo é a mesma coisa que colher frutos verdes.
Responder perguntas é fácil. Difícil é ensinar a conviver com as dúvidas.
Viver para responder cansa. Sentimo-nos na obrigação de dar resposta para tudo. Não sabemos dizer que não sabemos, insistimos em falar de coisas que não acreditamos, só para não termos que enfrentar o desconcerto do silêncio. Falamos porque não suportamos a ausência de respostas.
Talvez seja daí, que muitas pessoas vêm buscando respostas como; “Por que sofremos? Por que as pessoas boas sofrem tanto?”.
A dor em nossa vida gera muitas perguntas, principalmente quando a morte bate em nossa porta. Existem dúvidas que nem mesmo a religião consegue responder. Jesus ensinou aos seus discípulos a conviver com a dúvida criativa, nem sempre Jesus dava resposta pronta. Maria também guardava tudo em seu coração, mesmo sem entender.
Conviver com a dúvida é uma forma interessante de construir respostas. O sofrimento de agora, geram ensinamentos que só poderão ser recolhidos amanhã.
Nisso consiste a beleza da religião; ajudar a conviver com a dúvida, nutrir a esperança que não nos deixa esmorecer, preparar o coração para os tempos reservados para o silêncio da existência. O silêncio faz parte da existência do homem.
A vida não é feita de só de dúvidas, pois o cristianismo tem respostas belíssimas, mas há dúvidas que só serão respondida ao longo da vida, e ainda outras dúvidas, que nem a vida responde, só o Céu poderá responder.

Respostas não caem do Céu, mas são geradas no processo histórico que o ser humano realiza. Viver é maturar, é amadurecer, é superar horizontes, acolher novas possibilidades e descobrir respostas onde não imaginamos encontrar.
A dúvida de hoje pode ser a certeza do amanhã.

(Texto do padre Fábio de Melo, adaptação de Marcelo Pereira).

Site Oficial do Pe. Fábio de Melo:

http://www.fabiodemelo.com.br/


 


HISTÓRIAS DO PADRE LEO
Outros titulos com Fabio de Melo
PRESENTEPRAVOCE
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/12/sag-fam-lk.jpg?w=130&h=120&h=120

Casa do Apostolado Nova Aliança – Anápolis – Go.

CCNA – Diocese de Anápolis-Go

VEJA AS FOTOS DO LOCAL

CCNA

Jesus Cura 002“Jovens de todos os continentes, não tenhais medo de serem

os santos do novo milênio!” (Papa João Paulo II)


Promovido pela Comunidade Católica Nova Aliança, O Congresso PHN com Dunga da Canção Nova que se realizou nos dias 28 e 29 de junho, aqui em Anápolis no Ginásio Carlos de Pina. No sábado a noite foi realizado um show com Dunga.

Mais de 1000 Jovens desta diocese e visitantes, participaram do evento, o qual nos ajudará bastante a vencer o pecado no nosso dia a dia, que é nosso maior inimigo na caminhada com Deus neste mundo.


PHN-Anápolis 080628 (48)
PHN-Anápolis 080628 (8)
PHN-Anápolis 080628 (33)

PHN-Anápolis 080628 (39)
PHN-Anápolis 080628 (57)
PHN-Anápolis 080628 (441)
PHN-Anápolis 080628 (35)
PHN-Anápolis 080628 (27)

FOTOS DO SHOW

28 / 06 / 08  PHN Em Anápolis

PHN-Anápolis 080628 (48)
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PHN-Anápolis 080628 (13)
PHN-Anápolis 080628 (27)
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PHN-Anápolis 080628 (35)
PHN-Anápolis 080628 (33)
PHN-Anápolis 080628 (60)
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TRADIÇÃO E “TRADICIONALISTAS”.

Dom João Wilk, Bispo da Diocese de Anápolis esclarece a seus fiéis sobre modernismo, tradição e Radicais-Tradicionalistas, publicando o texto de Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa no site oficial da Diocese de Anápolis, texto esse de grande aceitação e publicado também em diversos outros sites de cunho “apologético” que defendem a verdadeira fé e doutrina Católica aprovada pelo Magistério oficial da Igreja em Comunhão com o Papa Bento XVI e todo o clero brasileiro,


Tradição e “tradicionalistas”

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
15/12/2007


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Qualquer católico que se dedique a estudar essa questão através do Magistério da Igreja e a ação dos Romanos Pontífices, perceberá que o que se deseja é a unidade e a paz na Igreja. O católico sempre tem uma visão ampla das coisas; de fato a palavra “católico” significa “universal”. A Igreja sabe ser “santamente intransigente” no que é de fé e de moral, mas também sabe ser “santamente transigente” em tudo aquilo que pode ser ocasião de um diálogo aberto com o mundo sem abandonar o que Cristo lhe deixou para levar as pessoas ao céu.

É verdadeiramente doloroso ver o Papa e os bispos em comunhão com ele serem combatidos por “fiéis” que em nome da “fidelidade” ao que chamam “tradição” lutam contra os guardiães e autênticos intérpretes da própria Tradição.

Esse artigo, no seu título leva a palavra “tradicionalistas” entre aspas, porque sabemos que sob essa palavra há uma realidade concreta, muito ampla e complexa. Mormente nos referimos nesse artigo àqueles tradicionalistas que se afastaram da comunhão Católica e a ela não voltaram ou àqueles que, ainda que se dizem em comunhão com a Igreja, combatem-na.


1 – Movimento modernista

Uma ocasião de reflexão dentro da Igreja do que significa a Tradição foi sem dúvida, entre outros, o movimento chamado “modernismo”, que designa um movimento intelectual no âmbito eclesiástico e que influenciou bastante durante os séculos XIX e XX. Dois autores que representam esse movimento: os franceses Paul Sabatier e Alfred Loisy.

Contra o modernismo foram dirigidos os famosos documentos: o Decreto Lamentabili sane exitu, (03/07/1907) do Santo Oficio, e a Encíclica Pascendi Dominici Gregis (08/12/1907) do Papa São Pio X.

O Decreto Lamentabili condena e proscreve 65 proposições modernistas. Segundo o decreto, o modernismo defende que a leitura que a Igreja faz da Bíblia não é correta, conseqüentemente defendem esses autores uma oposição entre dogma e história. O Cristo da história seria um homem com simples ciência humana, que não teve a intenção de fundar uma Igreja. Dessa maneira, a Igreja não teria origem divina nem uma autoridade sobre-humana. A Moral e os Sacramentos nesse contexto também não teriam um grande valor já que seriam adaptações de fenômenos históricos com pretensão de ser imutáveis.

Com relação à Pascendi, é grande obra intelectual que pressupõe muita leitura por detrás. A primeira parte da encíclica expõe as doutrinas modernistas; a segunda, as reprova como inaceitáveis (são erros sobre Jesus Cristo, a Igreja e os Sacramentos, principalmente). A tradição, segundo os modernistas, protegida pela Igreja, é a comunicação de uma experiência religiosa original que, mais cedo ou mais tarde, acaba enfrentando-se com o progresso.

O decreto e a encíclica, ao entrar em luta contra o modernismo, queriam dar resposta a uma situação pontual, que responde a uma determinada época histórica. Logicamente, esses documentos continuam válidos. No entanto, não seria razoavelmente válido julgar a nossa época da mesma maneira que se fez no principio do século XX e usar a linguagem do documento para atacar e combater o Concílio Vaticano II, a bispos que estão em perfeita comunhão com o Papa e com o seu Magistério.


2 – O cisma de um bispo francês

Marcel Lefebvre (1905-1991) se opôs, durante o mesmo Concílio Vaticano II, à colegialidade episcopal, à relação da Igreja com o mundo, à liberdade religiosa. Não assinou a Constituição Dogmática Gaudium et Spes nem a Dignitatis Humanae. Em 1970 fundou em Friburgo, na Suíça, a “Fraternidade Sacerdotal S. Pio X”, que chegou até a ser aprovada pelo bispo do lugar como “pia união”.

Defendia vigorosamente que a tradição católica estava em perigo de perder-se a partir do Concílio Vaticano II. Esse Concílio representava para ele uma autêntica ruptura com a Tradição. O movimento tradicionalista devia opor-se a isso, inclusive frente à autoridade suprema do Romano Pontífice. O seminário de Êcone atuava como se não houvesse existido um Concilio e nesse seminário de Lefebvre se criticava duramente o Concílio Vaticano II e o Papa Paulo VI.

Numa declaração do dia 21 de novembro de 1974, Lefebvre fez pública uma declaração sua na qual atacava diretamente Roma e o Concilio Vaticano II. Insistiu em apelar ao “Magistério de sempre”, à “Igreja de sempre”, à “Liturgia de sempre”, à “Tradição”, que seriam a vida da Igreja anterior ao Concílio Vaticano II. Curiosamente, “adesão sem reserva à Santa Sé e ao Vigário de Cristo” não significa para Lefebvre submissão às medidas da Santa Sede e do Vigário de Cristo!

No dia 29 de junho de 1976, Lefebvre ordenou – apesar da proibição do Papa – 13 diáconos e 13 presbíteros. No dia 1º de junho do mesmo ano foi suspenso a divinis. Paulo VI escreveu-lhe novamente no dia 15 de agosto de 1976 convidando-o a retificar. Recebeu-o em audiência privada no dia 11 de setembro. Com todo esse esforço do Papa, nenhum sinal de submissão por parte do arcebispo, tão somente respostas vazias. O Papa Paulo VI morreu em 1978 e João Paulo II, no mesmo ano, recebeu o arcebispo Lefebvre em audiência.

Ainda que os gestos de bondade da Santa Sé tenham sido tantos, Lefebvre não depôs a sua atitude, não se submeteu. O mesmo cardeal Ratzinger, atual Papa Bento XVI, se aproximou tentando a reconciliação. Nada! Dia dramático: 30 de junho de 1988, Lefebvre ordenou bispos a quatro sacerdotes sem o mandato apostólico. Um ato verdadeiramente cismático!

Como se pode perceber, Lefebvre tem um conceito de tradição muito próprio. Para ele, a liturgia eucarística segundo o rito latino promulgado por S. Pio V, a liberdade religiosa tal como se compreendia até o Decreto Dignitatis Humanae, a formação sacerdotal, etc., têm validez tradicional única em quanto que são anteriores ao Concílio Vaticano II. A argumentação de Lefebvre é esta: já que o Concílio Vaticano II rompeu com a tradição, basta saber se uma coisa é anterior a esse Concílio para ter validez.

O conceito de tradição que manejou Lefebvre e seus seguidores fiéis não é católico e de fato os conduziu para fora da Igreja Católica. Esta, em resposta ao movimento integrista, se viu levada a refletir amplamente sobre o sentido verdadeiro da Tradição.



3 – O que é Tradição?

É preciso distinguir entre a Tradição Apostólica, ou “grande tradição”, das tradições teológicas, disciplinares, litúrgicas ou devocionais. A Tradição Apostólica está afetada pela temporalidade que dura, já que não pode existir interrupção entre o momento original da entrega (traditio) do Evangelho e o hoje da Igreja. Em quanto às tradições disciplinares, teológicas, litúrgicas etc., leva em si o critério da duração que lhe afeta apenas relativamente, não de uma maneira absoluta. Lefebvre insiste em conteúdos materiais e fixa, ele mesmo, um limite temporal: o anterior ao Concílio Vaticano II. Mas, perguntamos, com que autoridade?

Curiosamente, Lefebvre assinou a Constituição Dogmática Dei Verbum, do Concílio Vaticano II, que explica o sentido da Tradição. Nesse documento se ensina que a revelação divina tem lugar não só na Palavra, mas também na história. Afirmar constantemente a imutabilidade de Deus é ficar em apenas um dos aspectos. É preciso também ressaltar que Deus falou com os homens na história. Essa locução de Deus na história faz com que esteja irremediavelmente afetada pelo elemento histórico. É preciso que tenhamos bastante presente que o Verbo de Deus se fez carne na nossa história e que se dirigiu ao ser humano com linguagem humana, com toda a limitação que essa linguagem leva consigo.

O movimento “tradicionalista” tem uma visão de tradição que se confunde com o “tradicional”, de tal maneira que o tradicional acaba sendo o critério para julgar a própria verdade de fé, tem um sentido de tradição que reclama ser um critério absoluto, e, com esse critério, muitos membros desse movimento têm a ousadia de enfrentar até mesmo a autoridade do Papa e dos Bispos em comunhão com ele. Ora, tal visão distorcida do verdadeiro sentido da tradição da Igreja se transforma em destruidora da mesma Igreja indestrutível.

O conceito de tradição que Lefebvre tem é muito perigoso, já que desde um ponto de vista eclesiológico não reconhece a presença do Espírito Santo na Igreja do Concílio Vaticano II, dando a entender que a Igreja falhou na sua missão de guardar a doutrina verdadeira e de guiar os fiéis na verdade de Cristo. Há uma ruptura no tempo. A impressão que temos é que, segundo alguns setores tradicionalistas, a Igreja parou em Pio XII, e que vale apenas deste Papa para trás e que todo o posterior a João XXIII e o Concílio Vaticano II, como estaria, segundo essa visão, contaminada de modernismo, não seria válido, já que não é tradicional. Que absurdo!


Ecclesia reformanda.

A Igreja necessita de continua reforma, de dois tipos:
1 – necessita de reforma porque tem em seu seio os pecadores; sendo santa deve buscar sem parar a santidade que só terá em plenitude na escatologia;
2 – necessita de reforma porque é um organismo vivo afetado pela história. Quanto a este segundo tipo, é lógico que não se pode estar sempre e em contínuas reformas, já que ininterruptas reformas levariam a uma perda de identidade, mas – também é lógico – a Igreja não pode fechar-se a toda mudança em nome de uma “identidade” falsamente entendida; se assim fosse, a Igreja seria mero objeto de museu.

Ainda que a eleição dos meios determinados de uma reforma por parte da autoridade da Igreja não seja objeto de fé, pede dos fiéis a obediência que exige a comunhão eclesial. Essa obediência não impede que determinado fiel bem formado possa ter um juízo pessoal sobre se é adequado ou não determinadas medidas para conseguir a reforma que se pretende. Esse juízo, no entanto, não pode estabelecer-se de modo absoluto, nem ser comunicado indiscriminadamente; se ficasse dessa maneira afetada a comunhão na Igreja.


4 – João Paulo II e Bento XVI

Como já dissemos, a trajetória de Lefebvre tem um dia bastante dramático, 30 de junho de 1988, por causa da ordenação episcopal de quatro sacerdotes que aconteceu naquele dia. Foi um ato cismático já que para consagrar um bispo é necessário o mandato pontifício, que Lefebvre não tinha. Eles ficaram, portanto, fora da comunhão da Igreja Católica.

Esse acontecimento deu lugar à Carta Apostólica de João Paulo II em forma de “Motu Proprio”, Ecclesia Dei adflicta, de 02 de julho de 1988.


Nesta Carta o Papa fala da aflição da Igreja ao tomar conhecimento da ordenação episcopal do dia 30 de junho, feita pelo arcebispo Marcel Lefebvre. A ordenação “foi uma desobediência ao Romano Pontífice em matéria gravíssima e de importância capital para a unidade da Igreja”. Foi um ato cismático. Lefebvre e os quatro ordenados incorreram em excomunhão.


O Papa diz, ademais, que se maneja nesse ambiente tradicionalista uma noção incompleta e contraditória de Tradição. “Incompleta, porque não tem em suficiente consideração o caráter vivo da Tradição”. Depois, o Papa dá uma ênfase especial ao falar da contradição que tal noção implica: “Mas é sobretudo contraditória uma noção de Tradição que se opõe ao Magistério universal da Igreja, do qual é detentor o Bispo de Roma e o Colégio dos Bispos. Não se pode permanecer fiel à Tradição rompendo o vinculo eclesial com aquele a quem o próprio Cristo, na pessoa do Apóstolo Pedro, confiou o ministério da unidade na sua Igreja”.


O Papa fala também do grave dever que têm todos os fiéis de permanecer unidos ao Vigário de Cristo na unidade Católica e que não podem apoiar o movimento de Lefebvre. Além do mais, “a adesão formal ao cisma constitui grave ofensa a Deus e comporta a excomunhão estabelecida pelo Direito da Igreja”.


A bondade dos Papas nessa questão, tanto de Paulo VI em seu tempo, quanto de João Paulo II e de Bento XVI se faz notar. João Paulo II constituiu a Comissão Ecclesia Dei para que os fiéis ligados a essas tradições litúrgicas e espirituais possam continuar unidos ao Sucessor de Pedro conservando ao mesmo tempo tais tradições. Bento XVI foi também generosíssimo: concedeu o recente “Motu Proprio” Summorum Pontificum, no qual diz que a forma de celebrar os Sacramentos segundo o Missal de 1962 (Missa de Pio V retocada por João XXIII) é a forma extraordinária do único Rito Romano, enquanto permanece como forma ordinária a liturgia querida por Concílio Vaticano II e promovida pelo Papa Paulo VI.

O que o Papa João Paulo II já tinha previsto no “Motu Próprio” Ecclesia Dei sobre o uso da edição típica do Missal Romano de 1962, Bento XVI aplica generosamente para toda a Igreja. Será que ainda assim há pessoas descontentes? A resposta parece ser afirmativa!

Também não se pode dizer que Summorum Pontificum é simplesmente um “voltar atrás”. O cardeal Dario Castrillón Hoyos, presidente da Comissão Ecclesia Dei, fez uma intervenção na V CELAM em Aparecida no dia 16/05/2007, apresentando a situação atual da Comissão. Dizia o cardeal que o intuito do Papa ao conservar e manter o valor da liturgia dita de São Pio V não é voltar aos tempos anteriores à reforma de 1970, mas de “uma oferta generosa do Vigário de Cristo que, como expressão de sua vontade pastoral, quer pôr à disposição da Igreja todos os tesouros da liturgia latina que durante séculos nutriu a vida espiritual de tantas gerações de fiéis católicos.” Trata-se, como diz o Papa, da forma extraordinária do Rito Romano sendo que a forma ordinária é a liturgia celebrada conforme o Missal de 1970 ou de Paulo VI. Penso sinceramente que o Papa Paulo VI não foi compreendido e espero vê-lo um dia elevado à glória dos altares. Foi um homem que sofreu muito e muito lutou pela Santa Igreja!


Extraímos, a partir de agora, e comentamos alguns trechos do discurso que o Papa Bento XVI fez no dia 22 de dezembro de 2005 à Cúria Romana no qual reconhece o drama da recepção e da situação do pós-concilio Vaticano II, mas “por que – pergunta o Papa – a recepção do Concílio, em grandes partes da Igreja, até agora teve lugar de modo tão difícil?” O Papa fala de dois tipos de interpretação, uma que seria a hermenêutica da descontinuidade e da ruptura, que “corre o risco de terminar numa ruptura entre a Igreja pré-conciliar e a Igreja pós-conciliar”, e a outra seria a hermenêutica da reforma, que seria “renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos concedeu; é um sujeito que cresce no tempo e se desenvolve, permanecendo, porém, sempre o mesmo, único sujeito do Povo de Deus a caminho”.


A hermenêutica da descontinuidade e da ruptura seria a maneira de pensar tanto no chamado “progressismo” quanto no chamado “tradicionalismo” dentro da Igreja. O argumento é igual nas duas tendências: ambas não aceitam o Concílio Vaticano II. O “progressismo”, porque ao apoiar-se num falso “espírito do Concílio”, realiza o que o Concílio não disse nem teve intenção de dizer. O “tradicionalismo”, ainda que queira ser fiel à Tradição, o que faz é “inventar” um conceito de tradição, que não é o da Igreja.
O Papa Bento XVI, ao contrário dessas duas tendências, fala da importância da “dinâmica da fidelidade”, e continua: “num Concílio, dinâmica e fidelidade devem tornar-se uma só coisa.” O Papa, aceitando que é preciso continuar progredindo, sempre em fidelidade, diz: “É claro que este cuidado de exprimir no modo novo uma determinada verdade exige uma nova reflexão sobre ela e uma nova relação vital com a mesma; é claro também que a nova palavra pode maturar somente se nasce de uma compreensão consciente da verdade expressa e que, por outro lado, a reflexão sobre a fé exige igualmente que se viva esta fé. Neste sentido o programa proposto pelo Papa João XXIII era extremamente exigente, como também é exigente e dinâmica a síntese de fidelidade.”


O programa proposto pelo Bem-aventurado João XXIII é um programa exigente. Alguns não querendo seguir esse programa preferem ficar ancorados num passado cômodo, sem exigência. Ainda é a voz do Papa: “Quarenta anos depois do Concílio podemos realçar que o positivo é muito maior e mais vivo do que não podia parecer na agitação por volta do ano de 1968. Hoje vemos que a boa semente, mesmo desenvolvendo-se lentamente, cresce todavia, e cresce também assim a nossa profunda gratidão pela obra realizada pelo Concílio.”


Em concreto, “O Concílio Vaticano II – continua Bento XVI –, com o Decreto sobre a liberdade religiosa, reconhecendo e fazendo seu um princípio essencial do Estado moderno, recuperou novamente o patrimônio mais profundo da Igreja. Ela pode ser consciente de encontrar-se assim em plena sintonia com o ensinamento do próprio Jesus (cf. Mt 22, 21) como também com a Igreja dos mártires, com os mártires de todos os tempos.”


“ Assim podemos hoje, com gratidão, dirigir o nosso olhar ao Concílio Vaticano II: se o lemos e recebemos guiados por uma justa hermenêutica, ele pode ser e tornar-se cada vez mais uma grande força para a sempre necessária renovação da Igreja” – a avaliação ainda é de Bento XVI.


5 – Ainda sobre o verdadeiro sentido da Tradição


No dia 26 de abril de 2006, numa audiência geral, o Santo Padre Bento XVI continuava explicando o verdadeiro sentido da Tradição: “A Tradição apostólica da Igreja consiste nesta transmissão dos bens da salvação, que faz da comunidade cristã a atualização permanente, na força do Espírito, da comunhão originária. Ela é chamada assim porque surgiu do testemunho dos Apóstolos e da comunidade dos discípulos no tempo das origens, foi entregue sob a guia do Espírito Santo nos textos do Novo Testamento e na vida sacramental, na vida da fé, e a ela, a esta tradição, que é toda a realidade sempre atual do dom de Jesus, a Igreja refere-se continuamente como ao seu fundamento e à sua norma através da sucessão ininterrupta do mistério apostólico.”


Como se pode observar, a Tradição é “transmissão dos bens da salvação”. Não se trata de elementos históricos mutáveis; esses seriam “tradições”, que a Igreja pode mudar se assim vê oportuno e mais adequado às circunstâncias históricas. O mesmo Concílio de Trento, na sua XXI Sessão (16/07/1562), capítulo II, deixava bem claro este principio: a Igreja sempre tem poder de estabelecer ou mudar aquilo que segundo as circunstâncias, tempos e lugares, julgue conveniente à utilidade dos fiéis ou à veneração dos mesmos sacramentos, contanto que fique salvo o essencial deles (salva illorum substantia). Acaso não foi isso que o Concílio Vaticano II fez com relação a reforma litúrgica?!


Além do mais, os que pretendem colocar a chamada Missa tridentina como única possibilidade, não estão, por acaso, excluindo todos os demais ritos católicos?


A Tradição – continua Bento XVI – “não é a simples transmissão material de quanto foi doado no início aos Apóstolos, mas a presença eficaz do Senhor Jesus, crucificado e ressuscitado, que acompanha e guia no Espírito a comunidade por ele reunida.” Relaciona, portanto, Tradição e historicidade da Igreja. Tradição é também comunhão: “A Tradição é a comunhão dos fiéis à volta dos legítimos Pastores no decorrer da história, uma comunhão que o Espírito Santo alimenta garantindo a ligação entre a experiência da fé apostólica, vivida na originária comunidade dos discípulos, e a experiência atual de Cristo na sua Igreja.”


E finalmente, apreciamos a beleza dessa comparação do Santo Padre “Tradição não é transmissão de coisas ou palavras, uma coleção de coisas mortas. A Tradição é o rio vivo que nos liga às origens, o rio vivo no qual as origens estão sempre presentes. O grande rio que nos conduz ao porto da eternidade.”


Queremos citar ainda um trecho da Constituição Dogmática do Concílio Vaticano II sobre a Palavra de Deus, Dei Verbum. Tradição – segundo DV 8 – é o que foi “transmitido pelos Apóstolos, abrange tudo quanto contribui para a vida santa do Povo de Deus e para o aumento da sua fé; e assim a Igreja, na sua doutrina, vida e culto, perpetua e transmite a todas as gerações tudo aquilo que ela é e tudo quanto acredita.” Essa Tradição é susceptível de progresso na Igreja, isso sob a assistência do Espírito Santo: progride a percepção das realidades transmitidas.

Concluímos com aquelas palavras de Dom João Wilk, que penso que todo fiel deve tomá-las para si consciente ou inconscientemente e que resumem de uma maneira admirável o que queríamos dizer até agora. Estão tiradas de sua homilia de posse da nossa Diocese anapolina, no dia 15 de agosto de 2004:

“Permitam-me, irmãos e irmãs, um momento de sinceridade e franqueza. Há pessoas que perguntam se sou conservador ou progressista… Pessoalmente, acho inadequada tal distinção, porque a realidade da Igreja é muito mais ampla do que essas duas palavras. Se por conservadorismo se entende o amor e a salvaguarda dos valores humanos e religiosos, eu sou conservador. Se pelo mesmo se entende apego às coisas secundárias e já superadas, eu não o sou. Se por ser progressista se entende o compromisso de fé e de verdade com novas realidades e desafios, eu sou progressista. Mas se consiste em ter atitudes discordantes ou de simples contestação, eu não o sou.
“É -me muito cara a parábola do pedreiro. Para exercer bem a sua profissão, usa a linha e o prumo. Simples e eficaz. Linha e prumo levam o profissional à perfeição.
“ Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.”


OBSERVAÇÃO BIBLIOGRÁFICA:

Parte considerável dessa pequena investigação se deve ao professor César Izquierdo, doutor em Teología pela Univesidade de Navarra e professor na mesma, ao qual agradecemos o material cedido. Há dois textos desse autor nos quais me apóio bastante: um livro publicado em 2006, Parádosis – estúdios sobre la Tradición (EUSA – Pamplona); o capítulo IV estuda diretamente o caso Lefebvre; um artigo que está publicado na página web da Universidade de Navarra pelo “Anuário de Historia de la Iglesia” (Año 2007, nº16), Como se há entendido el “modernismo teológico”: discusión historiográfica ( http://www.unav.es ). Muitas expressões usadas são simples traduções do espanhol ao português.


Outra boa parte desse trabalho tem sua fonte na Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” Ecclesia Dei, de 02-VII-1988, de João Paulo II, de um discurso de Bento XVI à Cúria Romana do dia 22/12/2005 e de uma audiência geral do mesmo Papa (26/04/2006).


Além do mais, foram consultados o Denzinger, a página web do CELAM (http://www.br.celam.info) e a página web da Diocese de Anápolis (http://www.diocesedeanapolis.org.br).


Pe. Françoá Costa



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PHN – Dunga em Anápolis – Go.


Dom João Wilk bisbo da diocese de Anápolis.

A Comunidade Católica Nova Aliança apresenta: Dunga e sua Equipe da Canção Nova, que estarão realizando no Próximo dia 28 e 29 de Junho, Grandioso Show PHN em Anápolis – Go, no Ginásio Carlos de Pina, Não será apenas um Show, mas um congresso realizado em dois dias, para toda a Juventude da Região. Veja detalhes abaixo.


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FOTOS DO SHOW PHN

em Anápolis – Go.


CONHEÇA A MISSÃO PHN

http://blog.cancaonova.com/dunga/missao-phn/

PHN – Por Hoje Não vou Mais Pecar.

Um lema para a juventude de nossa época que convive com um mundo cada vez mais liberal e pecador, onde o pecado se torna praticamente um vício com tendência de se tornar totalmente normal, enquanto que ser Santo se torna esquisito e sinônimo de anormal.

O “AA” combate o vício do álcool com uma simples frase, “Evite o primeiro gole”, e certamente um copo não será tomado, muito menos uma garrafa, evitando assim a embriaguez e suas consequências.

Não precisamos nos preocupar com o futuro e sim apenas com o presente, o hoje aqui e agora. Jesus quando nos fala sobre os Lírios no Campo e os Pássaros do Céu, mostrando que mesmo eles sendo meras criaturas Divinas, o Pai ama e cuida com carinho de todos eles, quanto mais não cuidaria de nós que somos seus filhos amados. Nesta comparação Ele nos diz que não precisamos nos preocupar com o dia de Amanhã, porque o Pai suprirá todas as nossas necessidades para com o dia de hoje. Um exemplo clássico era o suprimento diário de maná que os Israelitas colhiam a cada dia durante a sua caminhada no deserto rumo à terra prometida, suprimento esse, que não servia para o dia seguinte. Outro exemplo bíblico, é a famosa “cumbuca da viúva”, em uma época de seca e penúria na região de Israel, o Profeta Elias foi se hospedar na casa da Viúva de Sarepta, que lhe recebeu com muito carinho, mas foi logo lhe avisando, ” só tenho em minha casa um punhado de farinha e um pouco de azeite na cumbuca…” vou cozê-los fazendo um Pão, comeremos e aguardaremos a morte, pois não há mais de onde tirar alimento. Para nossa surpresa, este pouco azeite e este punhado de farinha, alimentou A Viúva, seu filho e Elias por quase dois anos, até que veio a chuva novamente sobre a terra sêca. Tudo isso para nos mostrar que, podemos confiar em Deus esperando em sua graça.

Da Mesma forma atua o PHN na vida dos jovens, evitando o pecado apenas no dia de hoje, certamente amanhã estaremos mais fortes para enfrentá-lo novamente, mas se já o encaramos, com temor, achando que não seremos capazes de vencê-lo, dizendo aquela famosa frase “há … a Carne é Fraca Mesmo!”, realmente estaremos embarcando numa canoa furada que certamente afundará, mas se realmente concentrarmos todas as nossas forças no “agora não vou pecar”, estaremos alcançando muitas vitórias contra este inimigo que não é mais forte que nosso Deus, e muito menos, mais forte que um Cristão que confia no poder da presença do Espírito Santo em seu Coração.

Não que nós, sejamos capazes de fazer ou pensar alguma coisa, mas tendo a consciência que, é Ele que opera tudo em nós, nos dando a vitória sobre o inimigo.

Por outro lado, o mundo nos oferece caminhos demais, chegando ao ponto de ficarmos totalmente atordoados sem saber qual direção seguir, muitas vezes acabamos permanecendo no erro, pois é exatamente o que pretende o inimigo, confundir para se fazer perder.


encruzilhada+2[1]

Quem já não experimentou o dissabor de pegar um caminho errado e de repente admitir que estivesse realmente perdido e totalmente fora da direção, pior ainda, é o tempo perdido para retornar ao ponto do erro para retomar à direção correta.

Jesus nos oferece um único caminho, que seria Ele mesmo.

” Eu Sou o Caminho, a Verdade e a Vida, ninguém vem ao Pai, senão por Mim… ” Se confundir e se perder nos caminhos do mundo é muito fácil, mas se encontrar com o único caminho que é Jesus é muito mais fácil ainda, basta segui-lo e encontrarás a vida eterna com o Pai de Amor.

São João Batista, assim que viu a Pomba Branca descendo sobre Jesus, teve a certeza absoluta que Ele era o Caminho, tanto foi assim que mandou que seus próprios discípulos o seguissem imediatamente dizendo: ” Este é o Caminho, Siga-o…”, e eles o seguiram se tornando seus discípulos.

E agora, que caminho deveria tomar? Tome qualquer um, qualquer direção, desde que seja na direção de Jesus.



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Sinta-se convidado e venha participar deste evento “PHN”, que é a sua cara, jovem e alegre como Jesus, não deixe para a próxima oportunidade, siga agora este caminho antes que se perca nas encruzilhadas deste mundo. Encontrarás muitos que, como você, também já experimentaram os momentos confusos e duvidosos de se estar perdido sem saber para onde ir, mas que agora podem afirmar com toda certeza que; com Jesus realmente encontramos o caminho certo e era justamente aquilo que procurávamos.




Comunidade Nova Aliança – França.

CCNA – Comunidade Catolica

Nova Aliança Anápolis – Goias

Agora também em missão fora das

fronteiras Brasileiras.

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MISSÃO FRANÇA

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Visite o Blog em Francês <=click

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Communauté Catholique Nouvelle Alliance.

o restante deste post está editado em Francês, click e leia.

Magno Fernando e Padre Júlio

visitam a Missão de Belgèntier-FR e

pregam Retiro para brasileiros em Paris.
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CHÁCARA JEUS CURA

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O Milagre de um Embrião.



Texto Pró-vida Diocese de Anápolis Go 11/2007


Teologia e Aborto=> acompanhe as fotos.

Fostes vós que plasmastes as entranhas de meu corpo, vós me tecestes no seio de minha mãe.

Sede bendito por me haverdes feito de modo tão maravilhoso. Pelas vossas obras tão extraordinárias, conheceis até o fundo a minha alma.

Nada de minha substância vos é oculto, quando fui formado ocultamente, quando fui tecido nas entranhas subterrâneas.

“Teus olhos viram o meu embrião. No teu livro estão todos inscritos os dias que foram prefixados e cada um deles nele figura” (Sl 138,16).



VEJA SLAID – DIGA SIM A VIDA – SLAID PPSS

Quando se fala no primeiro milagre de Jesus, logo se pensa nas bodas de Caná da Galiléia, onde ele converteu a água em vinho a pedido de sua Mãe (Jo 2). Muito antes desse momento, porém, a Bíblia nos relata outro milagre operado por Jesus quando ainda estava no ventre de Maria Santíssima. Tal milagre foi a santificação de João, o Batista, que estava no ventre de sua mãe Isabel. Vejamos como a Escritura narra esse fato.

Maria soube pelo anjo Gabriel que sua parenta Isabel, uma anciã estéril, tinha-se tornado grávida, e já estava no sexto mês de gestação, pois “para Deus nada é impossível” (Lc 1,36-37). Depois de aceitar com amor a sua própria gravidez, com as palavras “Eis a serva do Senhor…” (Lc 1,38), Maria foi “apressadamente” (Lc 1,39) ao encontro da outra gestante que morava em uma cidade de Judá. Acredita-se que essa cidade seja Ain-Karim, situada seis quilômetros a oeste de Jerusalém.

Ora, a distância entre Nazaré, onde estava Maria, e Jerusalém, é de aproximadamente 140 quilômetros . Como ela viajou “às pressas”, talvez tenha demorado uns seis dias para chegar a Ain-Karim.


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Ao entrar na casa de Zacarias e ao saudar Isabel, o menino Jesus tinha, então, alguns dias de vida. Era tão pequeno que nem sequer havia-se formado o coração (que só começa a pulsar entre o 18º e o 21º dia). Nem estava ainda presente o tubo neural, que daria origem ao sistema nervoso. Estava com a idade de um embrião que ainda não se fixou no útero, um embrião “pré-implantatório”. Tinha o tamanho e a aparência daqueles embriões humanos que estão congelados em alguma clínica porque “sobraram” no processo de fertilização “in vitro”. Era semelhante àqueles que hoje a Lei de Biossegurança (Lei 11.105/2005) permite que sejam destruídos, a fim de que suas células sejam usadas em pesquisa ou terapia. Minúsculo e ainda sem uma aparência atraente.


Sim foi neste momento que:

Jesus operou Seu primeiro Milagre.


Isabel “com um grande grito, exclamou: ‘Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite?’” (Lc 1,42-43). Note-se que o menino Jesus ainda não nasceu, mas Isabel, “repleta do Espírito Santo” (Lc 1,41) chama Maria “a mãe do meu Senhor” e não “a futura mãe do meu Senhor”. De fato, a maternidade começa com a concepção, e não com o parto.

“Pois quando a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu em meu ventre” (Lc 1,44). Cumpriu-se aquilo que o anjo Gabriel havia anunciado a Zacarias: o menino “Ficará Cheio do Espírito Santo ainda no seio de sua mãe” (Lc 1,15).


Esse milagre foi operado por Jesus com a mediação de Maria, assim como ocorreria anos depois com o milagre de Caná. Mas o milagre da visitação supera em muito o milagre das bodas. Por quê? Porque o primeiro ocorreu na ordem da graça, ao passo que o segundo ocorreu na ordem da natureza. E a graça — que é a vida de Deus em nós — é imensamente superior à natureza.

Comparemos agora o Autor do milagre (Jesus) com o seu beneficiário (João Batista). Jesus é um pequeno embrião de alguns dias. João já é um bebê grande, com seis meses de vida. Seus órgãos já estão todos formados. Encolhido no ventre de Isabel, ele já faz sentir sua presença quando se move.

Muitas das pessoas que não teriam escrúpulos em destruir bebês com a idade de Jesus (alguns dias) ficariam confusas diante de um bebê com a idade de João (seis meses). No entanto, o pequeno santificou o grande. Toda a alegria que inunda a casa de Isabel, e que culmina com o cântico de Nossa Senhora (o “Magnificat”), tem como causa aquele minúsculo ente humano, que também é Deus, oculto no ventre de Maria.

A esse episódio aplicam-se as palavras de São Paulo: “o que é loucura no mundo, Deus escolheu para confundir os sábios; e, o que é fraqueza no mundo, Deus escolheu para confundir o que é forte; e o que no mundo é vil e desprezado, o que não é, Deus escolheu para reduzir a nada o que é, a fim de que nenhuma criatura se possa vangloriar diante de Deus” (1Cor 1,27-29).


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Quando começa um indivíduo humano?


Tu me formaste no seio materno


Note-se que a pergunta “quando começa a vida humana?” não está bem formulada. Antes da concepção, os gametas (óvulo e espermatozóide) tinham vida, e vida humana. No entanto, eles não eram indivíduos humanos. O espermatozoide era simplesmente uma parte do corpo do pai e o óvulo, uma parte do corpo da mãe. Se perguntarmos, porém, quando começa a vida de um indivíduo humano, aí sim a resposta só pode ser uma: o indivíduo humano começa com a concepção ou fertilização, que é a união dos dois gametas: o óvulo (gameta feminino) e o espermatozóide (gameta masculino). Assim explica Elio Sgreccia em seu Manual de Bioética:



“O primeiro dado incontestável, esclarecido pela genética, é o seguinte: no momento da fertilização, ou seja, da penetração do espermatozóide no óvulo, os dois gametas dos genitores formam uma nova entidade biológica, o zigoto, que carrega em si um novo projeto-programa individualizado, uma nova vida individual. […]

As duas respectivas células gaméticas têm em si um patrimônio bem definido, o programa genético, reunido em torno dos 23 pares de cromossomos: cada uma das células gaméticas tem a metade do patrimônio genético em relação às células somáticas do organismo dos pais e com uma informação genética qualitativamente diferente das células somáticas dos organismos paterno e materno. Esses dois gametas diferentes entre si, diferentes das células somáticas dos pais, mas complementares entre si, uma vez unidos ativam um novo projeto-programa, pelo qual o recém-concebido fica determinado e individuado.

Sobre essa novidade do projeto-programa resultante da fusão dos 23 pares de cromossomos não existe a menor dúvida, e negá-lo significaria rejeitar os resultados certos da ciência.”

Afirmar que um ovulo fertilizado nem sempre se torna efetivamente um Bebe é a mesma coisa que afirmar que ao retirar o pino de uma granada, existe uma possibílidade de que ela realmente não explôda. Quem arriscaria segurar uma delas confiando nesta possibilidade? Creio que ninguem, nem mesmo os partidários da manipulação Genética, que defendem este pensamento absurdo.



ADI 3510 – o pavor dos abortistas

No dia 30 de maio de 2005, o então Procurador Geral da República Dr. Cláudio Fonteles ajuizou a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.º 3510 (ADI 3510) contra o art. 5° da Lei de Biossegurança (Lei n.º 11.105/05) que permite a destruição de embriões humanos.

No dia 20 de abril de 2007, o Supremo Tribunal Federal, pela primeira vez na história, abriu suas portas para uma audiência pública. O objetivo era instruir os Ministros sobre “quando começa a vida humana”. A discussão se dividiu entre os que afirmaram o óbvio e aqueles que tentaram negar o óbvio.

É interessante notar que nenhum dos oradores favoráveis à destruição de embriões ousou dizer que eles não eram indivíduos humanos. Quando muito, disseram que “não sabiam”. De um modo geral, tentaram dizer que essa questão não tem importância, diante da perspectiva de cura de doenças degenerativas mediante o uso de células-tronco embrionárias.

Como, porém, estavam debatendo com cientistas pró-vida de alto gabarito, não puderam fazer no Supremo a propaganda enganosa que fizeram na Câmara e no Senado. Foram constrangidos a admitir que até hoje ninguém foi curado com transplante de células-tronco embrionárias, ao passo que a pesquisa com células-tronco adultas (que não requerem a destruição de embriões) tem tido grande sucesso terapêutico.

O que ficou patente, porém, em toda a discussão, foi o medo de que o pedido da ação seja julgado procedente e o artigo 5º da Lei de Biossegurança seja declarado inconstitucional. Os defensores da destruição de embriões humanos deixaram claro que tal decisão seria um golpe fatal na causa abortista. Confessaram que tratar os embriões humanos como pessoas tornaria inviável a fertilização in vitro, uma vez que a perda de tais embriões está no cerne de sua manipulação em laboratório.

Eles têm razão de ter medo. Mas também é de se temer que, se o Tribunal decidir de outro modo, ocorra no Brasil uma tragédia semelhante à ocorrida nos Estados Unidos em 1857, quando a Suprema Corte decidiu que os negros não eram pessoas (caso Dred Scott versus Sandford) ou em 1973, quando a mesma Corte decidiu que os nascituros não são pessoas (caso Roe versus Wade).


Roma, 4 de novembro de 2007

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-vida Anápolis Go


[1] – Também chamado pejorativamente de “pré-embrião”, como se ele não fosse humano até sua fixação (nidação) na parede uterina.

[2] – SGRECCIA, Elio, Manual de Bioética: I – Fundamentos e Ética Biomédica, São Paulo: Loyola, 1996, p.342.

[3] – Melhor seria “quando começa a vida de um indivíduo humano”.

“O direito de viver com dignidade é o exercício concreto de um direito básico e inalienável, de que ninguém pode ser privado”.


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Discurso de Pose de Dom João Wilk.


Diocese de Anápolis, 14.08.2004

“Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.” “destaque do texto”

Amados irmãos e irmãs em Cristo,

1. As minhas primeiras palavras dirijo, como palavras de saudação, ao Excelentíssimo e Reverendíssimo Dom Lourenço Baldisseri, digníssimo Núncio Apostólico no Brasil. Agradeço de coração a sua presença neste ato do meu ingresso canônico na Diocese de Anápolis. A sua presença me alegra, conforta e faz jus ao seu lema episcopal: “Itinere laete servire Domino” – “Indo, alegremente, servir ao Senhor”.

Temos diante de nós, na sua estimada pessoa, a imagem do nosso querido Santo Padre o Papa João Paulo II. No mundo atual, marcado pela profunda e devastadora crise de valores, temos na pessoa do Papa um guia certo e seguro, ponto de referência e fonte de esperança. Quero caminhar em sintonia com o Santo Padre. Reafirmo a minha obediência à Santa Mãe Igreja e o meu profundo respeito pelo Magistério do Papa.

2. Saúdo o Excelentíssimo Sr. Governador do Estado de Goiás, Marconi Perillo, e todas as autoridades presentes neste ato de fé e de cidadania (citar os nomes). Sr. Governador, mais uma vez tenho a oportunidade de manifestar a minha amizade pessoal e destacar o que mais admiro na sua pessoa: o irmão na fé, um homem íntegro, de profunda personalidade, talentoso estadista, administrador de rara competência, hábil político e digno cidadão. Seja bem-vindo!

3. Saúdo os Excelentíssimos Senhores Arcebispos e Bispos presentes (citar os nomes).

4. O meu carinhoso abraço aos já amados padres desta Diocese de Anápolis. Chamar os sacerdotes de primeiros colaboradores não é para mim apenas um slogan ou uma verdade teórica. Desejo ver em cada um de vocês, caros presbíteros, na diversidade de temperamentos e de sensibilidades, um irmão e precioso instrumento, escolhido e chamado por Deus para a construção do Reino.

5. Quero saudar os diáconos, bem como as religiosas e religiosos, cada uma e cada um na sua realidade de vocação e de carisma.

6. A presente cerimônia do início canônico do meu pastoreio em Anápolis coincide com a festa de São Maximiliano Maria Kolbe, mártir da caridade, da Ordem dos Frades Franciscanos Conventuais. Nessa Ordem, tive a oportunidade de iniciar o meu caminho vocacional. Foi em Niepokalanów, convento-cidade, que descobri a beleza da vida franciscana, da vida consagrada e sacerdotal. Percorro hoje, como num filme, as diversas etapas daquele convívio e, refletindo mais uma vez sobre o seu heróico testemunho, procuro na sua herança espiritual a inspiração para o meu ministério, para melhor servir a Deus, à Igreja e aos irmãos.

7. São Maximiliano, ainda jovem seminarista, escreveu no seu diário: “Quero ser santo, e um grande santo!”

Hoje, a Igreja no Brasil, propõe o novo Projeto Nacional de Evangelização e coloca como principal meta da ação evangelizadora a SANTIDADE. Ser santos, eis o nosso ideal! O projeto “Queremos ver Jesus” nos fala da evangelização da pessoa. A vocação à santidade coincide com o encontro pessoal com Cristo. Evangelizar não é outra coisa a não ser ir ao centro do coração humano e lá colocar o nome de Jesus. Este Jesus, então, torna-se o único centro de interesse e a mais profunda motivação do nosso ser e agir. E isso é a santidade!

8. Entre os caminhos para a santidade, e um forte sinal dos tempos, está a vivência da COMUNHÃO e a construção da comunidade. Ser comunidade está no próprio conceito de povo de Deus. Jesus, na sua oração após a instituição da Eucaristia, pede ao Pai que conserve na união os que Lhe deu, “para que o mundo creia”. Esse pedido é, para nós, uma orientação e um forte apelo.

Se a santidade é a carteira de identidade do cristão, a comunhão é a sua idoneidade. Ninguém é cristão sozinho. Não se é cristão sem ser comunhão. Para ser Igreja, é preciso conhecê-la e amá-la. É preciso se identificar com ela. É preciso sentir, pensar e agir com ela e como ela.

Percebo na realidade eclesial de Anápolis uma Igreja multifacial. São muitas espiritualidades, muitas formas de viver a fé e de pertencer à Igreja. Na legítima diversidade, há de transparecer o testemunho de unidade, a ser construída em todos os níveis: na obediência ao Papa e ao seu ministério, com a CNBB, no nosso Regional e na diocese, entre os bispos, padres, religiosas e religiosos, entre as pastorais e movimentos. Precisamos sobrepor o sentido comum da Igreja às nossas preferências pessoais.

Entre essas formas de comunhão, quero destacar a comunidade presbiteral. A exemplo da comunidade apostólica, o presbitério diocesano deve ser o modelo de todas as outras formas de comunidade na diocese. A responsabilidade pessoal pelas diversas frentes de apostolado leva, muitas vezes, ao individualismo e a um conceito deturpado de autonomia. Precisamos assumir juntos a única missão, trabalhar na mesma direção, formar uma fraternidade presbiteral efetiva e afetiva.

Quero acentuar ainda que, para a eficácia da evangelização, é necessário construir pequenas comunidades de fiéis, sejam elas em forma de pastorais e movimentos, sejam grupos de interesse ou de vizinhança. Na própria organização das paróquias, há de se programar até a presença de templos (igrejas e capelas) que sejam sinais visíveis da presença da Igreja nos bairros e pontos de assistência religiosa próximos dos moradores.

9. O santo de hoje, São Maximiliano Kolbe, recebeu o atributo de “mártir da caridade”, por ter doado sua vida para salvar a vida de um pai de família, no campo de concentração nazista de Auschwitz, na Segunda Guerra Mundial. Questionado sobre o motivo da sua entrega, disse: “Porque sou sacerdote católico”. Não foi esse gesto isolado que o levou às honras dos altares. Tal ato apenas coroou a longa trajetória rumo à santidade. Não haveria o gesto heróico se não houvesse um esforço constante para alimentar em si o desejo de se assemelhar em tudo a Cristo.

De Cristo, que veio para servir e não para ser servido, e de Maximiliano, com o seu “quero morrer no lugar deste homem”, aprendemos que o caminho da santidade passa pelos gestos concretos de solidariedade e de SERVIÇO. A fé precisa ser autêntica. Para ser autêntica, precisa ser concreta e visível nos gestos de amor, na atitude de inclinar-se sobre o irmão em necessidade. Penso no que seria a atitude de serviço no momento presente, aqui e agora…

Em primeiro lugar, é um movimento de amor de dentro para fora, motivado pela fé. É ir de si para o outro. É o amor que se expande e devolve a dignidade de pessoa humana e de filho de Deus aos indigentes e aos excluídos.

É serviço proclamar e defender, oportunamente, a verdade acerca do homem e dos valores, a partir dos pressupostos da fé, da razão e do direito natural.

Penso, antes de tudo, no direito à vida. A propaganda frenética, colocada a serviço de interesses financeiros de alguns grupos, por meio dos discursos sentimentais e superficiais, consegue convencer os desavisados, em prejuízo das verdades mais sólidas e mais profundas. Mesmo incompreendida e perseguida, a Igreja presta serviço à humanidade lembrando e defendendo os valores que jamais podem ser esquecidos. No “inferno de ódio”, como foram chamados os campos nazistas, muitos se resignaram e desistiram de viver como seres humanos. São Maximiliano não se dobrou diante dessa pressão que tornava o ódio e o medo algo comum e normal. Morreu, mas não esqueceu o amor! Morreu, mas não esquecer a verdade!

Por serviço entendo ainda o diálogo com a sociedade organizada: autoridades, diversos segmentos da sociedade, classe empresarial e classe trabalhadora que, nesta cidade de Anápolis, diante do forte crescimento econômico, adquirem traços marcantes.

Por serviço entendo também o diálogo ecumênico e inter-religioso. A busca da unidade é o selo de uma religião verdadeira. Significa levar a sério a vontade de Jesus, o seu testamento: que todos sejam um. Precisamos refletir sobre isso, precisamos depor as armas de agressão, de proselitismo, de ódio, de instrumentalização dos sentimentos religiosos para fins pessoais e até políticos, sempre no respeito mútuo e na verdade.

10. A Igreja é também MISSIONÁRIA. Anunciar Jesus é a nossa principal tarefa. A comunidade evangelizada torna-se evangelizadora. “Ide e evangelizai” – é o que Jesus pede a nós. Não é uma tarefa exclusiva de alguns. É o dever de cada batizado.

Há muitas pessoas que ainda não conhecem Jesus. Há muitos que ainda não são Igreja. Há novas realidades, onde Deus ainda não é conhecido, nem aceito.

Há irmãos, próximos e distantes, que esperam por nossa ajuda concreta, por nossa solidariedade para organizar a sua vida religiosa. Penso e pergunto se a Diocese de Anápolis não se poderia tornar uma Igreja-irmã, adotando uma diocese na Amazônia ou em outra região de maior necessidade.

11. Permitam-me, irmãos e irmãs, um momento de sinceridade e franqueza. Há pessoas que perguntam se sou conservador ou progressista… Pessoalmente, acho inadequada tal distinção, porque a realidade da Igreja é muito mais ampla do que essas duas palavras. Se por conservadorismo se entende o amor e a salvaguarda dos valores humanos e religiosos, eu sou conservador. Se pelo mesmo se entende apego às coisas secundárias e já superadas, eu não o sou. Se por ser progressista se entende o compromisso de fé e de verdade com novas realidades e desafios, eu sou progressista. Mas se consiste em ter atitudes discordantes ou de simples contestação, eu não o sou.

É-me muito cara a parábola do pedreiro. Para exercer bem a sua profissão, usa a linha e o prumo. Simples e eficaz. Linha e prumo levam o profissional à perfeição.

Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.

12. Quero, neste momento, externar a minha admiração e a minha gratidão a Dom Manoel Pestana Filho, de quem me tornei sucessor pela determinação da Santa Igreja. Foram 25 anos de pastoreio dedicado, marcado pelo testemunho de coerência e autenticidade. Agora está recebendo a merecida coroa de reconhecimento (não ainda de glória…). A rica contribuição que deu à Igreja anapolina será uma boa semente que perdurará e produzirá os frutos que Deus quiser. Peço para Dom Manoel, em sinal de reconhecimento e de gratidão, uma calorosa salva de palmas.

13. Para concluir, permitam-me uma palavra de agradecimento à Diocese de Formosa, que deixei para abraçar Anápolis. Formosa foi a minha escola de bispo. Agradeço ao povo e aos sacerdotes pela bondade, amizade, carinho e pela formosa caminhada na fé. Terei saudade das lindas tradições, das vastidões e amplos horizontes, das grutas do Parque de Terra Ronca, dos ventos da Chapada dos Veadeiros, dos bosques de pequi… Muito obrigado, amigos! Muito obrigado, Formosa!

14. Convido, neste momento, todos os presentes a consagrar, junto comigo, a Diocese de Anápolis a Maria Imaculada, Mãe nossa e ideal de São Maximiliano Kolbe: (segue a consagração).

Praça Bom Jesus, s/n – Caixa Postal 178

75001-970 ANÁPOLIS – GO

http://www.diocesedeanapolis.org.br

VIDE TEXTO ORIGINAL NA PAGINA OFICIAL DA DIOCESE DE ANÁPOLIS – GOIAS