Comemoração dos 20 anos Da Comunidade Católica Nova Aliança de Anápolis.

Reconstruindo Historias


Restaurando Vidas!



“SÃO 20 ANOS DE AMOR AO SENHOR JESUS EVANGELIZANDO E RESTAURANDO UMA NOVA ALIANÇA DE AMOR COMPROMISSO E FIDELIDADE COM O PAI”



É com júbilo que nós – COMUNIDADE CATÓLICA NOVA ALIANÇA – partilhamos com você a graça que estamos vivenciando, pois já estamos próximo de completarmos 20 Anos de fundação. Ao longo desta caminhada enfrentamos desafios, que não nos desanimaram. Derramamos lágrimas que nos impulsionaram e nos deram força e alegria para anunciarmos o Amor de Deus e fazer com que Jesus Cristo, Nosso Senhor seja conhecido e amado.

O Carisma Nova Aliança nasceu do Coração de Deus. Muitos são os que tem experimentado a Reconstrução de suas histórias e a  Restauração de suas vidas e é nesta graça que, para comemorarmos o nosso aniversário de 20 Anos estaremos realizando um grande evento, do dia 31/01 à 06/02/2011. Teremos a Santa Missa Presidida por Pe. Robson, Reitor  do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno em Trindade –GO e um encontro tendo como pregadores: Prado Flores, Fundador da Escola de Evangelização Santo André na Cidade do México e alguns bispos do Brasil, contando também com a presença de bispos e convidados de outros países.

Estaremos também acolhendo irmãos(ãs) que vivem esta experiência em nossas casas de missão espalhadas em todo o território brasileiro e franceses que estarão vindo partilhar desta alegria conosco, mas para realizarmos tal evento estendemos nossas mãos até você, pois somos uma Comunidade de leigos Consagrados sem fins lucrativos.

Com este intuito lançamos a campanha para arrecadarmos fundos para a realização do nosso evento.

Esta campanha se dará da seguinte forma:

20 pessoas que possam contribuir com a quantia de R$ 1.000,00,

20 pessoas que possam contribuir com R$ 500,00

20 pessoas que possam contribuir com R$ 200,00

30 pessoas que possam contribuir com R 100,00

50 pessoas que possam contribuir com R$ 50,00

Sua colaboração poderá ser feita pessoalmente em nosso Escritório:

·         Av. Miguel João 463 – Centro – Anápolis/GO

Ou por meio de nossa conta bancária:

·         Caixa Ag.2289-c/c-031600-0

Pedimos que ao realizar o seu depósito, entre em contato conosco pelo telefone:    (62) 3943-5555   (62) 3943-5555 / 3099-6067 / 3943-0005 ou nos mande um e-mail para este endereço: 20anos@comnovaalianca.com.br confirmando o seu depósito.

Cremos que o seu possível é o nosso necessário. Desde já, desejamos sobre você graças e bênçãos do céu.

 

Comunidade Cotólica Nova Aliança


Mapa do Local – guia no Google

CCNA – Comunidade Católica Nova Aliança

Anápolis – Goiás


Ficha de inscrição do Encontro em comemoração aos 20 anos

procure na sede da Comunidade ou click abaixo


 


Mapa do Local – guia no Google

CCNA – Comunidade Católica Nova Aliança

Anápolis – Goiás



Ordenação Sacerdotal.

O Exmo. Sr. Dom João Wilk Bispo de Anápolis e a Comunidade Católica Nova Aliança, tem o prazer de convidar toda a comunidade Anapolina, cidades que fazem parte desta diocese e outros que desejam participar da Ordenção Sacerdotal do Diácono Rafael Xavier Ligeiro e Diácono Samuel Alves de Almeida a ser realizada no Rincão da Comunidade no dia 12/12/2009 pela imposição das mãos de Dom Alberto Taveira Corrêa Arcebispo de Palmas – Tocantins e Conselheiro da RCC no Brasil.

[Entrar no site Nova Aliança]


Cantando e Celebrando

 

Ser Nova Aliança

é Graça de

DEUS

 



Semeando a cultura de Pentecostes


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Ministério Nova Aliança Lança mais um CD.

Cantando e Celebrando:


Cantando e Celebrando

Lançamento dia 05 de novembro

Rincão Nova Aliança

(Abertura do Cerco de Jericó)

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Cantando e Celebrando, é um CD que foi gravado ao vivo, na missa do Cerco de Jericó, na intenção de levar para sua casa toda a graça que o senhor faz através da música, na vida daqueles que todo mês vem fazer o Cerco, e levando esse CD você estará divulgando o Cerco, e testemunhando a sua fé.

 



Semeando a cultura de Pentecostes


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Os caminhos do diálogo, dentro e na própria Igreja.

É evidente que o caminho da unidade, depende de um dialogo franco e aberto, primeiramente dentro da própria casa, depois com os vizinhos e aí então com o mundo. Jesus disse que nos ultimos tempos antes de sua volta, haveria um só rebanho e um só Pastor.

Mas como chegar à esta realidade se dentro de sua própria casa não existe dialogo, quanto mais unidade ?

Com iniciativa do Papa um encontro foi realizado em Roma e outros se seguiram em todo o mundo, promovendo a unidade entre os diversos movimentos existentes dentro da Igreja Católica, com o objetivo de manter um corpo coeso, unido e forte para enfrentar os momentos mais difíceis que virão.

Comunhão entre movimentos eclesiais e novas comunidades.

Por que no momento que antecedeu o Concílio Vaticano II e, sobretudo, após o Concílio, surgiram na Igreja tantos Movimentos eclesiais e novas comunidades?

Porque enquanto na Igreja pós-conciliar havia quem falava de ‘inverno’ e não da anunciada ‘primavera’, o Espírito Santo quis, por assim dizer, tomar novamente a palavra. Em jovens homens e em jovens mulheres brotava novamente a fé, vivida como um dom, na sua integralidade, como um presente precioso que doa a vida.”

Foi o que afirmou o cardeal Joseph Ratzinger no início da sua explanação teológica, durante o Congresso de fundadores ou responsáveis de Movimentos eclesiais, poucos dias antes de Pentecostes 1998.

Mas não era possível prever o desenvolvimento que aconteceria, quando entre eles começou a se realizar a “comunhão” como resposta ao Papa João Paulo II que, no grande encontro da vigília de Pentecostes de 1998, indicou aos Movimentos eclesiais e novas comunidades uma nova etapa: dar à Igreja “frutos maduros de comunhão”.

Com alegria, o amor recíproco começou a ser vivido entre os Movimentos: “ame o outro Movimento como o seu”, permanecendo sempre fiel ao próprio carisma. Mesmo na diversidade de carismas e finalidades, esta comunhão faz com que se sintam irmãos e, conseqüentemente, que sejam reconhecidos como discípulos de Cristo.

Começaram a rezar uns pelos outros e a descobrir a beleza e a peculiaridade dos diversos carismas. Teve início uma colaboração efetiva, acompanhada por um recíproco enriquecimento espiritual, seja compartilhando alegrias e dificuldades no testemunho do Evangelho, seja ao oferecer juntos a própria contribuição à vida e às estruturas da Igreja local. Cada um dilatou o próprio coração sobre toda a Igreja, destinatária de cada um dos carismas.
Aumentou o amor para com o Papa, que distribuiu copiosamente sobre todos sua benção e seus benefícios. A amizade que se estabeleceu provocou nos Movimentos uma renovada juventude.

A comunhão entre Movimentos, que teve início em Roma, difunde-se no mundo.

Esta comunhão, que desabrochou em Roma com grande maravilha, difunde-se em todas as partes do mundo. Para dar uma idéia da dimensão geográfica da comunhão entre Movimentos, podemos dizer que a partir de 1998 realizaram-se, no mundo inteiro, seguindo o exemplo do encontro entre Movimentos na Praça de São Pedro com João Paulo II, 306 “Jornadas Pentecostes” com a participação de mais de meio milhão de pessoas, membros de 331 Movimentos e comunidades eclesiais.

O encorajamento do Papa e dos bispos

Esta iniciativa foi encorajada pelo Papa João Paulo II em uma carta autógrafa dirigida à fundadora do Movimento dos Focolares:

O trabalho comum com outros Movimentos eclesiais a fim de encontrar um ponto de unidade, mesmo na diversidade dos carismas (…) é uma notícia muito confortante (…), porque a indispensável colaboração entre as diferentes realidades eclesiais certamente produzirá muitos frutos”.

Comentário de um bispo após uma Jornada transcorrida em uma reunião dos movimentos: “É tempo de unidade dos carismas na Igreja, é a hora da eclesiologia de comunhão, como se vivia nas origens. É uma novidade que tem futuro. É o futuro da Igreja!”.

Um grande número de bispos diocesanos percebeu e favoreceu esta comunhão que, como afirmaram, traz ao povo um novo ardor evangélico. Para citar um dos muitos exemplos de colaboração recíproca, o cardeal Daneels, na Bélgica, convidou todos os Movimentos da diocese de Bruxelas para a preparação do encontro “Bruxelas 2006”, um projeto para a evangelização das grandes metrópoles.

Contatos

Secretaria para o diálogo entre Movimentos e novas comunidades
Via di Frascati, 306
00040 – Rocca di Papa (Roma) – Itália
Fone: 39/06/947989 Fax: 39/06/94749320
e-mail: info.primodialogo@focolare.org

Frei Raniero Cantalamessa em “A túnica era sem costura”.

Pregação de Sexta-Feira Santa

Na Basílica de São Pedro.

2008-03-21

Frei Raniero fala sobre a verdadeira unidade dos Cristãos em torno do unico Salvador e Verdadeiro Senhor de todos aqueles que anunciam o nome de Jesus. Salomão já dizia com sua sabedoria incomesurável, “Como podemos dividir o corpo de uma criança e repartir uma parte para cada mãe…”, assim também nos diz São Paulo, como poderemos dividir um corpo? mesmo sendo muitos membros todos nós fazemos parte do único corpo de Cristo, aquele que é Pastor de um único rebanho. Leia o discurso.

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“A túnica era sem costura”

Depois de os soldados crucificarem Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, uma para cada soldado. A túnica, porém, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas deitemos sorte sobre ela, para ver de quem será. Assim se cumpria a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e deitaram sorte sobre a minha túnica (Sl 21,19). Isso fizeram os soldados” (Jo 19, 23-24).

Aqui sempre se questiona o que o evangelista João queria dizer com a importância que dá a esse detalhe da Paixão. Uma explicação, relativamente recente, é que a túnica recorda o paramento do sumo sacerdote, e que João, então, queria afirmar que Jesus morreu não apenas como rei, mas também como sacerdote.

Da túnica do sumo sacerdote não se diz, na Bíblia, que deveria ser sem costura (Cf. Ex 28, 4; Lev 16, 4). Por isso, importantes exegetas preferem se ater à explicação tradicional, segundo a qual a túnica intacta simboliza a unidade dos discípulos [1]. Esta é a interpretação que São Cipriano já dava: “O mistério da unidade da Igreja, escreve, é expresso no Evangelho quando se diz que a túnica de Cristo não foi dividida nem rasgada” [2].

Qualquer que seja a explicação que se dá ao texto, uma coisa é certa: a unidade dos discípulos é, para João, o propósito pelo qual Cristo morre: “Jesus havia de morrer pela nação, e não somente pela nação, mas também para que fossem reconduzidos à unidade os filhos de Deus dispersos” (Jo 11, 51-52). Na última ceia, ele próprio disse: “Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17, 20-21).

A feliz notícia a proclamar na Sexta-Feira Santa é que a unidade, antes que um objetivo a atingir, é um dom recebido. Que a túnica fosse tecida “de alto a baixo”, explica São Cipriano, significa que “a unidade trazida por Cristo provém do alto, do Pai celeste, e não pode, então, ser rasgada por quem a recebe, mas deve ser acolhida integralmente”.

Os soldados fizeram em quatro parte “as vestes”, ou “o manto” (ta imatia), isto é, a indumentária exterior de Jesus, não a túnica, o chiton, que era o indumento íntimo, usado em contato direto com o corpo. Um símbolo também isso. Nós, homens, podemos dividir a Igreja no seu elemento humano e visível, mas não a sua unidade profunda que se identifica com o Espírito Santo. A túnica de Cristo não foi e não poderá ser dividida. “Pode-se, acaso, dividir Cristo?”, dizia Paulo (cf. 1 Cor 1, 13). É a fé que professamos no Credo: “Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica”.

* * *

Mas se a unidade deve servir de sinal “para que o mundo creia”, essa deve ser uma unidade também visível, comunitária. É esta unidade que foi perdida e que devemos recuperar. Ela é bem mais que relações de boa vizinhança, é a própria unidade mística interior – “sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos” (Ef 4, 4-6) –, o quanto esta unidade objetiva é acolhida, visualizada e manifestada, de fato, pelos crentes.

“Senhor, é este o tempo em que ides instaurar o reino de Israel?”, questionam os apóstolos a Jesus depois da Páscoa. Hoje voltamos a fazer esta pergunta a Jesus: É este o tempo em que se instaurará a unidade visível da tua Igreja? A resposta também é a mesma de então: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas” (At 1, 6-8).

Recordava-o o Santo Padre na homilia de 25 de janeiro passado, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: «A unidade com Deus e com os nossos irmãos e irmãs é um dom que provém do Alto, que brota da comunhão do amor entre Pai, Filho e Espírito Santo e que nela se aumenta e se aperfeiçoa. Não está em nosso poder decidir quando ou como esta unidade se realizará plenamente. Só Deus o poderá fazer! Como São Paulo, também nós colocamos a nossa esperança e confiança “na graça de Deus que está conosco”».

Também hoje virá o Espírito Santo, se nos deixarmos guiar, para conduzir à unidade. Como fez o Espírito Santo para realizar a primeira fundamental unidade da Igreja: aquela entre judeus e pagãos? Vem sobre Cornélio e a sua casa do mesmo modo com que em Pentecostes veio aos apóstolos. Pedro tira a conclusão: “Pois, se Deus lhes deu a mesma graça que a nós, que cremos no Senhor Jesus Cristo, com que direito me oporia eu a Deus?” (At 11, 17).

Ora, de um século para cá, nós observamos repetir-se sob nossos olhos este mesmo prodígio, em escala mundial. Deus infundiu seu Espírito Santo, de modo novo e raro, sobre milhões de fiéis, aparentemente em quase todas as denominações cristãs e, a fim de que não houvesse dúvidas sobre suas intenções, o infundiu com as mesmas idênticas manifestações. Não é este um sinal de que o Espírito que impele a reconhecer o episódio como discípulos de Cristo e a tendermos juntos para a unidade?

Apenas esta unidade espiritual e carismática, é verdade, não basta. Observamos já ao início da Igreja. A unidade entre judeus e gentios é nova e já ameaçada pelo cisma. Ali houve uma “longa discussão”, no chamado concílio de Jerusalém, e, ao final, houve um acordo, anunciando para a Igreja com uma fórmula: “pareceu bem ao Espírito Santo e a nós” (At 15, 28). O Espírito Santo opera, então, também através de uma via diferente, que é o confronto paciente, o diálogo e o compromisso entre as partes, quando não está em jogo o essencial da fé. Opera através das “estruturas” humanas e dos “ministérios” estabelecidos por Jesus, sobretudo o ministério apostólico e petrino. É o que chamamos hoje de ecumenismo doutrinal e institucional.

P. Raniero Cantalamessa, OFMCap

A experiência nos está convencendo porém que também este ecumenismo doutrinal, ou de vértice, não é suficiente e não avança, se não for acompanhado por um ecumenismo espiritual, de base. Isto é repetido sempre com maior insistência justamente pelos máximos promotores do ecumenismo institucional. Aos pés da cruz, queremos meditar sobre este ecumenismo espiritual: em que consiste e como podemos avançar nisto.

O ecumenismo espiritual nasce do arrependimento e do perdão e se alimenta com a oração. Em 1977, participei de um congresso ecumênico carismático em Kansas City, Missouri. Estavam lá quarenta mil presentes, metade católicos (entre os quais o cardeal Suenens) e metade de outras denominações cristãs. Uma tarde, ao microfone, um dos animadores começou a falar de um modo, para mim, naquela época, estranho: «Vós, sacerdotes e pastores, chorai e lamentai, porque o corpo de meu Filho está em pedaços… Vós, leigos, homens e mulheres, chorai e lamentai porque o corpo de meu Filho está em pedaços».

Comecei a ver as pessoas caírem uma após outra de joelhos em torno a mim e muitos desses soluçavam de arrependimento pelas divisões no corpo de Cristo. E tudo isso enquanto uma frase ecoava de um lado a outro do estádio: «Jesus is Lord, Jesus é o Senhor». Eu era como um observador ainda assaz crítico e destacado, mas lembro que pensei comigo: Se um dia todos os crentes estivessem reunidos a formar uma só Igreja, seria assim: enquanto estivermos todos de joelhos, com o coração contrito e humilhado, sob o grande senhorio de Cristo.

Se a unidade dos discípulos deve ser reflexo da unidade entre o Pai e o Filho, essa deve ser, antes de tudo, uma unidade de amor, porque tal é a unidade que reina na Trindade. A Escritura nos exorta a «fazer a verdade na caridade» (veritatem facientes in caritate) (Ef 4, 15). E Santo Agostinho afirma que «não se entra na verdade senão através da caridade»: non intratur in veritatem nisi per caritatem [3].

A coisa extraordinária a respeito desse caminho à unidade baseado no amor é que esse já está agora escancarado diante de nós. Não podemos «queimar etapas» em relação à doutrina, porque as diferenças existem e serão resolvidas com paciência nas sedes apropriadas. Podemos, ao contrário, queimar etapas na caridade, e estar unidos, a partir de agora. A verdade, seguro sinal da vinda do Espírito, não é, escreve Santo Agostinho, o falar em línguas, mas é o amor pela unidade: «Sabeis que tendes o Espírito Santo quando permitis que vosso coração adira à unidade através de uma sincera caridade» 4].

Repensemos no hino da caridade de São Paulo. Cada frase sua adquire um significado atual e novo, se aplicada ao amor entre membros das diversas Igrejas cristãs, nas relações ecumênicas:

Raniero Cantalamessa, ofmcap

«A caridade é paciente…

A caridade não é invejosa…

Não busca só seu interesse…

Não leva em conta o mal recebido

(no caso do mal feito aos outros!)

Não se alegra com a injustiça, mas se compraz da verdade (não se alegra das dificuldades das outras Igrejas, mas se compraz de seus sucessos)
Tudo crê, tudo espera, tudo suporta» (1 Cor 13, 4 ss.).

Esta semana acompanhamos à sua morada eterna uma mulher – Chiara Lubich – fundadora do Movimento dos Focolares – que foi uma pioneira e um modelo deste ecumenismo espiritual de amor. Ela demonstrou que a busca da unidade entre os cristãos não leva ao fechamento para o resto do mundo; é, ao contrário, o primeiro passo e a condição para um diálogo mais vasto com os crentes de outras religiões e com todos os homens que têm no coração os destinos da humanidade e da paz

* * *

«Amar-se, já foi dito, não significa olhar um para o outro, mas olharem juntos na mesma direção». Também entre cristãos, amar-se significa olharem juntos na mesma direção que é Cristo. «Ele é nossa paz» (Ef 2, 14). Acontece como para os raios de uma roda. Vejamos o que acontece aos raios quando do centro vão para o exterior: a medida que se distanciam do centro se distanciam também entre si, até terminar em pontos distantes da circunferência. Vejamos, ao contrário, o que acontece quando da circunferência movem-se até o centro: pouco a pouco aproximam-se do centro, se aproximam entre si, até formar um ponto só. Na medida na qual andemos juntos para Cristo, nos aproximaremos também entre nós, até ser verdadeiramente, como ele pediu, «uma só coisa com Ele e com o Pai».

O que poderá reunir os cristãos divididos será só a difusão entre eles de uma onda nova de amor por Cristo. É isto que está acontecendo por obra do Espírito Santo e que nos enche de estupor e de esperança. «O amor de Cristo nos constrange, ao pensamento que um morreu por todos» (2 Cor 5, 14). O irmão de outra Igreja – também cada ser humano – é «alguém pelo qual Cristo morreu» (Rom 14, 16), como morreu por mim.

Raniero Cantalamessa, ofmcap

Um motivo deve, sobretudo, impulsionar-nos adiante neste caminho. O que estava em jogo no início do terceiro milênio não é o mesmo que estava no início do segundo milênio, quando se produziu a separação entre oriente e ocidente, e nem mesmo é a mesma coisa que na metade do mesmo milênio, quando se produz a separação entre católicos e protestantes. Podemos dizer que a maneira exata de proceder do Espírito Santo do Pai e o problema da relação entre fé e obras são os problemas que apaixonam os homens de hoje e com o qual permanece ou cai a fé cristã?

Raniero Cantalamessa, ofmcap

O mundo caminhou adiante e nós estamos permanecemos presos a problemas e fórmulas que o mundo não conhece mais nem o significado. Discutamos ainda sobre como ocorre a justificação do pecador, em uma forma que perdeu o próprio sentido do pecado e o vê, cito, como «uma nefasta invenção judaica que o cristianismo propagou ao povo».

Nas batalhas medievais havia um momento no qual, superadas as infantarias, os arqueiros, a cavalaria e todo o resto, a multidão se concentrava em torno do rei. Ali se decidia o êxito final da batalha. Também para nós a batalha hoje está em torno do rei. Existem edifícios ou estruturas metálicas assim feitas que se se toca um certo ponto nevrálgico, ou se se tira uma certa pedra, tudo desaba. No edifício da fé cristã esta pedra angular é a divindade de Cristo. Removida esta, tudo se evapora e, antes de qualquer coisa, a fé da Trindade.

Daí se vê como existem hoje dois ecumenismos possíveis: um ecumenismo da fé e um ecumenismo da incredulidade; um que reúne todos aqueles que crêem que Jesus é o Filho de Deus, que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, e que Cristo morreu para salvar a todos os homens, e um que reúne todos aqueles que, em reverência ao símbolo de Nicéia, continuam a proclamar esta fórmula, mas esvaziando-a de seu verdadeiro conteúdo. Um ecumenismo no qual, no limite, todos crêem nas mesmas coisas, porque ninguém crê mais em nada, no sentido que a palavra «crer» tem no Novo Testamento.

«Quem é que vence o mundo, escreve João na Primeira Carta, se não quem crê que Jesus é o Filho de Deus?» (1 Jo 5, 5). Permanecendo neste critério, a fundamental distinção entre os cristãos não é entre católicos, ortodoxos e protestantes, mas entre aqueles que crêem que Cristo é o Filho de Deus e aqueles que não crêem.

Raniero Cantalamessa, ofmcap

«No segundo ano do rei Dario, no primeiro dia do sexto mês, esta palavra do Senhor foi revelada por meio do profeta Ageu a Zorobabel, filho de Salatiel, governador da Judéia, e a Josué, filho de Josedec, sumo sacerdote…: Parece-vos este o tempo de habitar tranqüilos em vossas casas bem cobertas, enquanto minha casa é ainda uma tenda?» (Ag 1, 1-4).

Esta palavra do profeta Ageu é voltada hoje a nós. É este o tempo de continuar a preocupar-nos só do que diz respeito a nossa ordem religiosa, nosso movimento, ou nossa Igreja? Não será justamente esta a razão pela qual também nós «semeamos muito, mas colhemos pouco» (Ag 1, 6)? Pregamos e agimos de todos os modos, mas convertemos poucas pessoas e o mundo se distancia, ao invés de aproximar-se de Cristo.

O povo de Israel escutou o apelo do profeta; cessou de ornamentar cada um a própria casa para reconstruírem juntos o templo de Deus. Deus então enviou de novo seu profeta com uma mensagem de consolação e de encorajamento: «Agora, coragem, Zorobabel – oráculo do Senhor – coragem, Josué, filho de Josedec, sumo sacerdote; coragem, povo todo do país, diz o Senhor, e ao trabalho, porque eu estou convosco» (Ag 2, 4). Coragem, vós todos que tendes no coração a causa da unidade dos cristãos, e ao trabalho, porque eu estou convosco, diz o Senhor!

[1] Cf. R. E. Brown, The Death of the Messiah, vol. 2, Doubleday, New York 1994, pp. 955-958.

Fr. Raniero Cantalamessa, ofmcap

[2] S. Cipriano, De unitate Ecclesiae, 7 (CSEL 3, p. 215).

[3] S. Agostino, Contra Faustum, 32,18 (CCL 321, p. 779).

[4] S. Agostino, Discorsi 269,3-4 (PL38, 1236 s.).

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E VISITE O SITE OFICIAL.

COM OUTRAS PREGAÇÕES DE FREI RANIERO CANTALAMESSA.

Comunidade Católica Nova Aliança Anápolis Goiás.



“SÃO 20 ANOS DE AMOR AO SENHOR JESUS EVANGELIZANDO E RESTAURANDO UMA NOVA ALIANÇA DE AMOR COMPROMISSO E FIDELIDADE COM O PAI”



PRÓXIMO EVENTO EM Anápolis


Evento:

Dia da Misericórdia

Data:

01/ 05 / 2011

Cidade:

Anápolis / Goias / Brasil

Local:

RINCÃO DA COMUNIDADE

E-mail:

Caso haja interesse em iniciar este Caminho Vocacional conosco, basta nos enviar uma carta, para o endereço abaixo, falando sobre você e com sentiu brotar o chamado de Deus em sua vida:

Assessoria Vocacional Nova Aliança

Caixa Postal 97 – Centro

Anápolis/GO     CEP: 75001-970

(62) 3943 5555/ 3099 6067

Ou então por email:

vocacionalccna@hotmail.com;

vocacional@comnovaalianca.com.br

Info. Gerais:

Outros Contatos

Qualquer dúvida, abra o site da comunidade no Link abaixo:

http://www.comnovaalianca.com.br/site/

contatos disponíveis no site:

http://www.comnovaalianca.com.br/site//index.php?id_pagi=48&sub=208

Contato

CASA MÃE

Rua H18, Quadra 25, Lote 5/6

Cidade Jardim

Anápolis-GO

CEP 75000-000

FONE: (62) 3099-6067

comunidade@comnovaalianca.com.br

ESCRITÓRIO

Av. Miguel João, 463, Centro

Anápolis-GO

CEP 75020-360

FONE: (62) 3943-5555

ou

Caixa Postal 97, Centro

Anápolis-GO

CEP 75001-970

Contato com o Discipulado:

 

http://www.comnovaalianca.com.br/site//index.php?id_pagi=40

 

Saída para Corumbá Br 416 Km 425 s/nº

Email: discipulado@comnovaalianca.com.br e/ou
discipuladonovaalianca@hotmail.com

Cartas poderão ser enviadas para o endereço da Casa Mãe que serão devidamente encaminhadas. As correspondências poderão ser endereçadas para:Caixa Postal 97 – CEP.: 75.001-970 e/ou Av. Miguel João, 463 – Centro – CEP.: 75.020-360 – Anápolis-GO.


Fundação:

Como Iniciou este Ministério de Amor.

Padre Júlio Antônio Peixoto é co-fundador e diretor Espiritual da Comunidade que se iniciou há dezoito anos em Anápolis, no estado de Goiás, a Comunidade Nova Aliança é fruto da Renovação Carismática Católica, mas nasceu com carisma próprio por ser uma comunidade consagrada, que professa os votos de pobreza, castidade e obediência. Diferentemente dos institutos e ordens de vida religiosa, vivem em comunidades mistas, homens e mulheres, e têm como modelo espiritual Santa Terezinha e São Francisco de Assis. Os casados também podem viver em comunidade, a exemplo da Ordem Terceira franciscana.

O fundador e Moderador Geral, Magno Fernando José Ferreira, explica como é o carisma deste novo modo de vida. “Deus sempre fez aliança com seu povo, e ainda hoje, continua a fazer com toda humanidade, uma Nova Aliança, fundamentada no seu amor e sacrifício único de seu filho, Jesus Cristo. Para nós, essa Nova Aliança, tornou-se estatura de Carisma próprio. Sinto que fomos chamados por Deus para um carisma de ‘sermos colaboradores da instauração e restauração da Aliança de Amor; Compromisso e Fidelidade entre a Humanidade e Deus Pai”. Magno Fernando nasceu em Anápolis em 5 de abril de 1970. É o caçula dos quatro filhos de Lindinalva e Sebastião José.

Atualmente, a Comunidade tem sede em Anápolis, mas já começa a se expandir pelo Brasil. A Missão Minas Novas, na Diocese de Araçuaí é a primeira casa da Comunidade Nova Aliança e completou seis anos de sua fundação. Dom Severino Clasen diz que assim que tem um tempo, não deixa de visitar a comunidade, que é muito especial para ele. “Fazem um trabalho belíssimo de catequese nas comunidades. São dedicados e muito religiosos. São jovens e refletem este rosto alegre da Igreja de Jesus Cristo”, diz Dom Severino. “A missão na zona rural é uma de nossas prioridades, pois a Paróquia possui 182 comunidades rurais, entre elas 85 ativas”, diz Patrícia Macedo, desta comunidade mineira.

A Comunidade tem outras missões: Uruaçu (GO), Lizarda (TO), Palmas (TO), Soure (PA), Natal (RN) e Pindorama (TO). Além da aprovação das Dioceses, a Comunidade Nova Aliança foi admitida na Fraternidade Católica das Comunidades Novas do Brasil e Internacional, órgão reconhecido e interligado oficialmente ao Pontifício Conselho Para os Leigos, da Santa Sé.

Por Moacir Beggo – Araçuaí (MG)

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Comunidade Católica Nova Aliança
Comunidade Católica Nova Aliança

No ano de 1990, ao passarmos pela Escola de Evangelização juntamente com outros membros da Renovação Carismática Católica da Diocese de Anápolis, pudemos ver a realidade em que se encontravam os filhos e filhas de Deus. Refletimos fortemente sobre o nosso papel diante deste triste quadro – um mundo quase ateu. Sentimos então, que para dar a nossa parcela de ajuda na mudança de tal situação, era necessário um compromisso com Deus e com os irmãos e irmãs, compromisso este fundamentado, antes de tudo, na entrega total de nossas vidas. Na Evangelização encontramos a imensa graça de viver o amor fraterno e a riqueza do Evangelho, consagrando a Deus não somente o tempo que nos resta, mas toda a nossa vida, experimentando o viver juntos, o partilhar o amor, a vida, os bens e os dons, vivendo da Providência Divina.

Nossa missão é viver um novo ardor missionário, segundo a espiritualidade da RCC, tendo compromissos de pobreza, castidade e obediência, segundo o estado de vida de cada pessoa, pois acreditamos que os conselhos evangélicos são a imitação perfeita de Jesus Cristo. Contamos com a graça de Deus e o auxílio de Nossa Senhora, pois colocamos todos os dias as nossas vidas sob o manto sagrado de Maria, que nos acolhe e a quem acolhemos como Mãe da nossa vocação comunitária.

 

Fête de la Musique 2008

O apostolado que exercemos:

A Comunidade Católica Nova Aliança é uma Associação Privada de Fiéis de Direito Diocesano, aprovada nos termos do Cânon 322 § 1 do Código de Direito Canônico, aprovada na Diocese de Anápolis – GO, composta por fiéis Leigos, celibatários ou casados, Sacerdotes e Diáconos permanentes, vivendo como uma só família de irmãos e irmãs, uma célula da Igreja, todos em iguais condições, consagrando suas vidas e seus estados de vida a Jesus Cristo. De acordo com o estado de vida de cada membro, todos assumem compromissos de pobreza, castidade e obediência e se dispõem à vida de oração profunda, ao exercício do amor fraterno e ao serviço na Obra confiada à Comunidade para a edificação da Igreja e transformação do mundo.
Para cumprir nossa missão evangelizadora dedicamo-nos à formação dos membros da comunidade através dos estudos, cursos e atividades afins à evangelização. Estamos dispostos para atender ao chamado missionário da Igreja, realizando-o com novo ardor, zelo apostólico e originalidade. Esforçamo-nos para alcançar as crianças, jovens, adultos e as famílias, através dos meios de comunicação, das obras de assistência aos mais necessitados, dos cursos, encontros e retiros de Evangelização, formação e espiritualidade. Todavia, temos como primazia de nossa vocação a Evangelização domiciliar, oferecendo a cada pessoa a oportunidade de um encontro pessoal com Jesus Morto, Ressuscitado, Glorificado, Senhor, Salvador e Messias. Desse modo, procuramos trazer as pessoas à Igreja, Casa do Pai, onde recobrarão a identidade de filhos e filhas de Deus.
A Comunidade Católica Nova Aliança, na sua mesma vocação, se expressa em duas formas de consagração, que se complementam: a Comunidade de Vida e a Comunidade de Aliança.
A Comunidade Católica Nova Aliança vive a graça do derramamento do Espírito Santo num novo Pentecostes, que é dada à Igreja, cultivando a espiritualidade da Renovação Carismática Católica. Somos chamados a realizar nossa missão evangelizadora no poder do Espírito. Assim, comprometidos com a renovação da Igreja, levamos a todos os cristãos sem acepção de pessoas a graça do “sereis batizados no Espírito Santo”, deixando-nos livremente usar por Deus em todos os seus dons, pois é Ele quem os distribui repartindo como lhe apraz.

Carisma Somos “colaboradores” da Instauração e Restauração da Aliança de Amor entre a humanidade e Deus Pai. Este é o nosso Carisma.
Nosso Carisma tem como referência fundamental o texto da carta aos Filipenses 2,1-4, no qual compreendemos a vontade do Senhor nesta vocação Nova Aliança. Todas as pessoas que abraçaram esta vocação desejam vivê-lo de forma que seja testemunhado até as últimas conseqüências. Sentimos no coração que o Senhor Jesus deseja fazer uma obra nova conosco. Mais uma vez Ele quer selar uma aliança de amor. Que prevaleça a sua vontade e zelo por nós e que o seu amor seja a nossa motivação.
O anseio pela vida em comunidade foi plantado em nossos corações pelo Senhor Jesus, que constituiu seus discípulos como um só corpo reunido na caridade, compartilhando uma única fé e a plena comunhão. Também em nossos corações existe o desejo de que se realize a mesma vida comunitária testemunhada em Atos 2. Por isso queremos consagrar-nos ao Senhor na vida comunitária, fazendo dela um meio de Evangelização, para construirmos juntos o reino de Deus. Que a Comunidade Católica Nova Aliança desperte em muitos corações um forte desejo de viver juntos com a mesma fé, o mesmo amor e a busca da santidade, a serviço da Igreja e dos irmãos e irmãs. Este amor nos é oferecido sobretudo na Eucaristia (At 2,42) para que assim possa ser transmitido de uns para os outros na vida comunitária e testemunhado na obra de Evangelização. Para o trabalho de Evangelização, desejamos buscar todos os meios possíveis, procurando responder aos apelos da Igreja, no contato pessoal, nas visitas domiciliares, Encontros e Retiros de Formação e outras atividades indicadas pelos Bispos das Dioceses em que nos encontramos.


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A Comunidade Católica Nova Aliança com sede em Anápolis-GO, nasceu no seio do grande dom que é a RCC. O nosso Carisma é de “Instaurar e Restaurar o amor de Deus no coração de cada filho e filha amada”.Temos como primazia a evangelização domiciliar e aqui na Prelazia de Marajó, terra de Missão, vivenciamos a dimensão social e espiritual da Evangelização, pois sem a mesma o Evangelho é “mutilado”.

Precisamente em Soure-PA,somos oito missionários realizando diversos trabalhos de Evangelização, tais como:Catequese, Grupos de Oração, Celebrações da Palavra, Programa de Rádio, Ação Social, Assistência à famílias carentes, retiros, cursos e formações. Assim buscamos responder ao chamado de Deus neste “pedaço da Amazônia”, onde se faz nescessário um testemunho de vida centrado em Cristo e Cristo Crucificado.

Missionário Valdiçon
Comunidade Católica Nova Aliança
Soure-PA.

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Padre Júlio Antônio Peixoto, co-fundador

e diretor Espiritual da Comunidade Nova Aliança de Anápolis.

É o sexto filho, dentre oito, do casal Jerônimo Rodrigues Peixoto e Conceição Moreira Peixoto. Nasceu no município de Goianésia – GO, aos 07 de julho de 1967. Recebeu o batismo no dia 30 do mesmo mês, na Paróquia de São Sebastião em Uruana-GO, pelo Pe. José Antônio Lanuza.

Com apenas 04 anos de idade foi morar na cidade de Anápolis – GO, onde recebeu toda a sua formação intelectual e espiritual. Aos 09 anos de idade fez sua Primeira Comunhão e foi Crismado em 1980, na Paróquia Nossa Senhora D’Abadia, por D. Manoel Pestana Filho. Durante a adolescência até a maior idade trabalhou com os Vicentinos da Conferência Dom Bosco.

Em 1990 ingressou no trabalho de evangelização, onde no ano seguinte começava os primeiros passos da Comunidade Católica Nova Aliança, realizando atividade missionária em várias regiões do Brasil.

Sua formação Filosófico-Teológica foi realizada no Institutum Sapientae, em Anápolis-GO. Na solenidade da Assunção de Nossa Senhora (19 de agosto de 2001), na Catedral do Senhor Bom Jesus, foi Ordenado Diácono por D. Manoel Pestana Filho.

Sua vocação sacerdotal nasceu no período de Fundação da Comunidade Católica Nova Aliança, após ter participado do acampamento Maanain, na cidade de Franca, no ano de 1992.

No dia 02 de fevereiro de 2002, recebeu o Ministério Sacerdotal, incardinado na Diocese de Anápolis, como sacerdote da Comunidade Católica Nova Aliança. E neste final de semana (29 e 30) estará na cidade de Acari – RN sendo o pregador do IV Congresso Diocesano da Renovação Carismática Católica do Seridó.

Escrito por SÍLVIO DANTAS em 2002 quando do acontecimento deste evento em sua cidade de Acarí.


:: Comunidade Nova Aliança

Em constante atividade, entre obras e orações, a comunidade trabalha de forma ininterrupta, mas gratificante

Confrontados com o mundo atual cada vez mais descristianizado; movidos por uma experiência de uma Escola de Evangelização, surgiu em 1990, em Anápolis/GO, a Comunidade Nova Aliança, tendo como fundador Magno Fernando “1º da direita“.


Para cumprirem o propósito de evangelizar doaram por completo as suas vidas encontrando a graça da vida fraterna e a riqueza do evangelho, consagrando-se a Deus, vivendo da Providência Divina.


Comunidade de Aliança e vida consagrada comprometida com Deus e com os irmãos, a Comunidade Nova Aliança é chamada a ser colaboradora da Instauração e Restauração da Aliança de Amor, compromisso e fidelidade entre a humanidade e Deus Pai, anunciando Jesus através do testemunho de vida.


Cada membro é chamado a viver um novo ardor missionário segundo os conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência, confiando as suas vocações à intercessão de Santa Terezinha do Menino Jesus e de São Francisco de Assis. A Comunidade constitui-se assim de celibatários, não celibatários, seminaristas, padres e casais.


Para além destes missionários que dispõem a sua vida, existem também jovens, adultos e casais que, em aliança, exercendo suas atividades profissionais no mundo, propagam a fé cristã, moram em suas residências e doam o seu tempo livre à obra da evangelização.


Em constante atividade, entre obras e orações, a comunidade trabalha de forma ininterrupta, mas gratificante. Desenvolve encontros e retiros de jovens, casais e crianças; participa de grupos de oração para adultos e crianças e visita hospitais de acordo com a Pastoral da Saúde.


Da vida de oração da comunidade Nova Aliança fazem parte a Eucaristia, a Adoração ao Santíssimo e o Cerco de Jericó.


As Missões populares, as Jornadas e as Semanas Missionárias nas zonas rurais e urbanas têm merecido atenção no trabalho missionário desta Comunidade. Esta Comunidade vive a certeza da promessa de Deus: Farei convosco uma Nova Aliança.


Papa Bento XVI concede indulgência plenária a todos que participarem religiosamente da XII Conferência Internacional da Fraternidade Católica de Comunidades de Aliança Carismática.


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