Deus é um Deus de Amor – São Francisco.



DEUS É UM DEUS DE AMOR





“Deus é Deus de amor que transforma a semente em árvore, em fruto que alimenta a vida, e, por vezes, o luto!…

Deus é Deus de amor que muda o ninho dos pensamentos em ninho de luz; que muda as idéias em ação que nos conduz, ou deixa que nós caiamos, para compreender Jesus.

Deus é Deus de amor que nos deu os pés, para que haja caminhada, nos ofertou as mãos, para dar trabalho à enxada; mas, se ferirmos o companheiro, erramos a estrada.

Deus é deus de amor que nos deu a cabeça para pensar, que nos premiou com o coração para amar; quem aceita o ódio, não pode cantar.

Deus é Deus de Amor que tudo fez, sem usar o alarde, que tudo faz, mesmo que achemos tarde; que nunca diz: Sois covardes.

Deus é Deus de amor que nos deu o verbo e nos ensina a falar, que nos deu a boca e nos ensina a cantar: que nos deu o coração e nos ensina a amar.”                           


  ( São Francisco de Assis )


“Quem ler e entender o Evangelho em Espírito e Verdade, encontrará nele Deus e o céu, os Anjos e o próprio paraíso, tudo a nos esperar, aguardando que façamos a nossa parte, para recebermos o prêmio da felicidade.” S. Francisco







Quando não há nada mais

a ser dito, silencia.



Quando não há nada mais a ser dito, silencia. Quando não há mais nada a ser feito, permitas apenas ser, apenas estar e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires. Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós da intranquilidade, descansa e refaz tua energia. Não há pressa.

A prioridade é que tu encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar. Quando o vazio instalar-se em teu peito, dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e encontra em ti mesmo a compreensão para este estado.

É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável. Tudo pode ser mudado, existe sempre uma nova escolha para qualquer opção errada que tenhas feito.

Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocupares com a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza. Não te preocupes. Se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente necessitas viver.

Confia e vai em teu caminho de paz. Nada é mais gratificante que ver alguém submergindo da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz. Ela sempre esteve presente… Era só abrir os olhos…


(Mensagem de São Francisco de Assis)


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Novo texto


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“.”                           


  ( São Francisco de Assis )



Frases e Ensinamentos de Francisco de Assis.



Os mais Conhecidos e Melhores Ensinamentos e Frases de Francisco de Assis.




Os 12 ensinamentos de São Francisco de Assis


São Francisco de Assis ensinou muito. Falou sobre fé, humildade, amor ao próximo, compaixão. Conheça alguns de seus  ensinamentos mais divulgados, um verdadeiro legado para a humanidade.

Quem foi São Francisco de Assis

Batizado com o nome de Francisco Bernardone e nascido na Itália em 1182, Francisco de Assis foi canonizado pela Igreja Católica em 16 de julho de 1228 devido ao seu estilo de vida, baseado nos ensinamentos da Bíblia: viver humildemente.

Além de ser conhecido pela vida de pobreza e humildade, São Francisco de Assis também é muito conhecido como padroeiro dos animais.

As maiores bençãos de São Francisco de Assis foram os ensinamentos deixados para nós, para que sejamos cada vez mais pessoas melhores para com o próximo e desta forma estar cada vez mais perto dos ensinamentos de Deus.


Francisco de Assis

“Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado… Resignação para aceitar o que não pode ser mudado… E sabedoria para distinguir uma coisa da outra.”

― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Onde há amor e sabedoria, não tem temor e nem ignorância.”



Francisco de Assis

“Apenas um raio de sol é suficiente para afastar várias sombras.”


Francisco de Assis

“O que temer? Nada. A quem temer? Ninguém. Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida sem morte.”



Francisco de Assis

“Não te envergonhes se, às vezes, animais estejam mais próximos de ti do que pessoas. Eles também são teus irmãos.”


Francisco de Assis

“Devemos aceitar com serenidade as coisas que não podemos modificar, ter coragem para modificar as que podemos e sabedoria para perceber a diferença.”



Francisco de Assis

“Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras.”
― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida.”



Francisco de Assis

Enche-se de felicidade aquele que vê, sem inveja, a felicidade dos outros.”
― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Um ser humano vale o que ele é aos olhos de Deus e nada mais.”



Francisco de Assis

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”


Francisco de Assis

“O homem deveria tremer, o mundo deveria vibrar, o Céu inteiro deveria comover-se profundamente quando o Filho de Deus aparece sobre o altar nas mãos do sacerdote.”



Francisco de Assis

“Já foi o tempo em que acreditei em palavras.”


Francisco de Assis

“Todos os seres são iguais, pela sua origem, seus direitos naturais e divinos e seu objetivo final.”



Francisco de Assis

“Irmãos comecemos, pois até agora pouco ou nada fizemos.”


Francisco de Assis

“Para pregar a Paz, primeiro você deve ter a Paz dentro de você. Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz.”


Francisco de Assis

“Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único evangelho que as pessoas leiam.”


Francisco de Assis

“Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.”

― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Porque os anjos têm asas como as aves. Porque os homens têm pêlos como os bichos. E todos nós temos alma como Deus!”


Francisco de Assis

“Não vos esforceis pelas honras do mundo, mas honrai o SENHOR.”


Francisco de Assis

“A cortesia é irmã da caridade, que apaga o ódio e fomenta o amor.”


Francisco de Assis

“Meu Deus é meu tudo.”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“É, pois uma grande vergonha para nós outros servos de Deus, terem os santos praticados tais obras, e nós querermos receber honra e glória somente por contar e pregar os que eles fizeram.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Irmão lobo, você prejudica a muitos nestas paragens e faz um grande mal. Todas estas pessoas o acusam e o amaldiçoam. Mas, irmão lobo, eu gostaria de fazer a paz entre você e essas pessoas.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O que era amargo tornou-se doce.”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Que a paz de Deus esteja com você.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Quem a tudo renuncia, tudo receberá.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Irmão Antônio, tu tens muito estudo. Mas jamais te esqueças da oração…”

― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Aprendamos com as pedras…”

― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O céu é que sustenta a Terra.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“… doravante não direi mais pai Bernardone, mas Pai nosso que estás no céu…”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Se algo rouba a paz no meu coração é porque ocupou o lugar de Deus.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O bem que espero é tão grande que todo sofrimento é prazer para mim.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Choro as dores e humilhações do meu Senhor. O que mais me faz chorar é que os homens, por quem Ele sofreu tanto, vivem esquecidos d’Ele.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

Quando digo Ave Maria, os céus sorriem os anjos se rejubilam, o mundo se alegra, treme o inferno e fogem os demônios. Vos sois ó Maria, a filha do Altíssimo Pai Celestial, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e a esposa do Divino Espírito Santo.

Francisco de Assis


Francisco de Assis

(…) O Amor não é amado! Como é que os homens podem amar uns aos outros se não amam o Amor?

Francisco de Assis


Francisco de Assis

Ler a Sagrada Escritura significa pedir o conselho de Cristo

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“”

Francisco de Assis




Um conselho de S. Francisco de Assis.



MORRER NÃO É O FIM




Texto mais abrangente:

Não percas de vista o final da vida. Não esqueças o teu propósito e destino como criatura de Deus. O que tu és à vista Dele é o que tu és, e nada mais.

Não permitas que as preocupações e ansiedades do mundo ou as pressões do ofício varram a vida divina dentro de ti ou calem a voz do Espírito de Deus que guia a tua grande missão de conduzir a humanidade à completude.

Se abrires o coração a Deus e gravares o Seu plano profundamente no coração, Deus abrir-se-á a ti.

Lembra-te de que quando deixares esta terra não poderás levar contigo nada que recebeste – sinais efémeros de honra, paramentos do poder -, mas apenas o que soubeste dar: um coração pleno enriquecido por trabalho honesto, amor, sacrifício e coragem.



“Quem ler e entender o Evangelho em Espírito e Verdade, encontrará nele Deus e o céu, os Anjos e o próprio paraíso, tudo a nos esperar, aguardando que façamos a nossa parte, para recebermos o prêmio da felicidade.” S. Francisco


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São Patrício.



17 de Março    –    São Patrício





São Patrício, o “Apóstolo da Irlanda”, nasceu na Inglaterra, numa rica família romanizada, provavelmente entre os anos 385 e 390. Com a idade de 16 anos foi capturado por um grupo de piratas irlandeses, levado para a Irlanda e vendido como escravo a um chefe de clã irlandês.

Nesse país ele viveu seis anos, sofrendo fome e nudez e trabalhando como guardador de porcos. Durante esse período aprendeu a língua e assimilou os costumes dos habitantes do lugar, mas sobretudo aprendeu a amar, como seu, aquele povo. Certo dia, animado por um sonho que teve, mas sem dinheiro para a passagem, procurou alguns marinheiros de um navio, contou-lhes sua história, e eles, embora pagãos, se comoveram e o transportaram para sua terra.

Atendendo à inspiração de uma voz interior que lhe dizia que ele devia levar a fé cristã aos irlandeses, São Patrício atravessou novamente o mar e foi para a França a fim de estudar teologia sob a orientação de São Germano. Foi ordenado diácono, e depois o próprio São Germano lhe conferiu a sagração episcopal. Durante algum tempo trabalhou em seu país, mas depois, a pedido seu, foi enviado pelo próprio Papa de volta à Irlanda. Tinha então 50 anos de idade.

A história da conversão da Irlanda gira inicialmente em torno das conversões operadas entre os familiares e chefes dos clãs, que exerciam o poder de modo absoluto sobre seus grupos. São Patrício fundou mosteiros que se tornaram verdadeiros centros de evangelização e cultura, incentivou e formou um clero local, criou pequenas comunidades e organizou um tipo de pastoral adaptada aos costumes e tradições populares do país. Os irlandeses, tocados pelo carinho e dedicação de São Patrício, converteram-se em grande número. Ao morrer, 30 anos mais tarde, por volta do ano 461, quase toda a Irlanda já se havia convertido.

Embora de São Patrício até nossos dias mais de 15 séculos se tenham passado, sua experiência missionária chega até nós com a mesma força e vigor. Com ele aprendemos que o missionário autêntico é transparente, paciente, simples, humilde, compartilha dos sentimentos e emoções do povo, não se considera representante de uma cultura superior, mas valoriza e se identifica com a cultura do povo que adota. O verdadeiro missionário não procura mudar o povo, mas apenas amá-los em nome de Deus, porque ele sabe que só o amor muda, só o amor converte.

Fonte: Zélia Vianna. Santidade Ontem e Hoje (2005). Salvador: Paróquia de São Pedro


Oração de

São Patrício





Molduras para montagem de convites para festas juninas.



Ocê tá convidado prá nossa grande festança de São João.


Crie seus próprios convites personalizados e caracterizados para festas juninas, barraquinhas, quermesses ou festinha em sua casa. Utilize suas fotos pessoais ou outras que deseje para montagens.


Para ampliar é só clicar na foto.


OBS. As amostras de imagens não estão posicionadas de acordo com a miniatura proporcional à foto original, mas ao clicar e abrir a imagem original ela abrirá nas suas dimensões originais.


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TURMA DA MÔNICA


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Outras indicações:


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CRIANÇAS CARACTERIZADAS DE CAIPIRAS DANÇANDO


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Semeando a cultura de Pentecostes


Qual o Melhor presente de Natal

OUTROS TEMAS RELACIONADOS



Nossa Senhora na Vida da Família.


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Palestra:


  MARIA   NOSSA FAMÍLIA MISSÃO:
Vocação E A Nossa Vocação?  Ter fé
Espiritualidade E A nossa Vivência da fé? Viver a fé
Solidariedade  Como exercemos o amor? Expandir a fé
Discipulado  Somos discípulos? Profética
Família Sagrada   Em que nos espelhamos? Sacerdotal
Ma.–Rainha da Família  Devoção: amar Real-Pastoral

ABERTURA


Falar em Maria e seu envolvimento com a família é algo muito especial.Cada ação que conhecemos da nossa querida Mãe é um ensinamento. São exemplos perfeitos sobre os quais devemos refletir mais para podermos conduzir melhor nossas famílias.

A nossa devoção a Ela se baseia no amor. E amar a Maria é fazer o que Ela deseja e evitar o que lhe desagrada. Quem ama se volta para a pessoa amada, alegra-se e está disposto a tudo por quem ama. E amar Maria faz com que cresçamos na humildade e na confiança em Deus.


ANUNCIACION DE MARIA


  1. O MISTÉRIO DA ANUNCIAÇÃO

Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”(Lc.1,38). Partindo do “SIM” confiante de Maria, relativamente à encarnação de Jesus Cristo, contemplamos o mistério da Anunciação, um dos mais importantes da nossa fé.

“Não temas Maria, pois encontrastes graças diante de Deus!” Juntamente com a anunciação, queremos lembrar, também, o mistério divino e humano, que é a nossa vocação. Eis o elemento essencial da vocação, não temer, seja para o sacerdócio, para a vida, para uma missão, para uma profissão, para o matrimônio, ou para a maternidade, porque o temor que sempre acompanha o ser humano precisa ser superado, e nisto seremos ajudados como aconteceu com Maria.


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  1.  FÉ E ESPIRITUALIDADE 

Seguindo os passos de Maria na visita a sua prima Isabel, percebemos o modo de sua espiritualidade rica e prática. É sentimento puro e verdadeiro. É algo que vem de Deus.

Com essa espiritualidade, a pessoa se torna sensível, positiva, otimista, encantadora, hospitaleira e ama incondicionalmente. Sai de si, vai ao encontro, provoca o encontro.

 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. E com grande grito exclamou:

Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar. Bem aventurada aquela que acreditou, porque vai acontecer o que o Senhor lhe prometeu”.

Assim falou Isabel, respondendo a saudação de Maria. São palavras inspiradas pelo Espírito Santo (Lc 1,41) e focalizam a virtude principal de Maria: A FÉ, vivida numa profunda espiritualidade.

 A situação de mãe não beneficiaria em nada se não tivesse gerado Cristo no coração mais que no corpo. Não era fácil acreditar que Deus pudesse assumir a forma humana e morar entre nós(Jo.1,14). Maria acreditou neste projeto de Deus, que parecia impossível.

Nós, casais cristãos, também somos chamados para a mesma atitude de fé que leve a olhar, corajosamente, além das possibilidades e limites humanos. E que a exemplo de Maria, tenhamos sempre uma fé forte e solidificada.

Naquela visita, da parte de Maria, ocorre a exaltação do belo cântico conhecido como Magnificat. (Lc. 1,39-56). “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador; porque atentou na humildade de sua serva; pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão Bem – aventurada, porque me fez grandes coisas o Poderoso; E Santo é o Seu Nome. E a sua misericórdia é de geração em geração sobre os que o temem. Com o seu braço agiu valorosamente. Dissipou os soberbos no pensamento dos seus corações. Depôs do trono os poderosos, e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu vazio os ricos. Auxiliou a Israel, seu servo, recordando-se de sua misericórdia, como falou a nossos pais, para com Abraão e sua posteridade, para sempre.”

 Com o Magnificat Maria mostra que tinha uma verdadeira e bela espiritualidade. A consciência social de Maria é impressionante. Ela sabia que “Deus ouve os gemidos dos humilhados e os temores dos angustiados”. Para ela, tais pessoas serão exaltadas em tempo oportuno, enquanto os poderosos serão derrubados do seu trono.

 Os que pisam e oprimem perderão seu domínio. Não se sustentarão.Maria é consciente das injustiças humanas, mas não instiga a violência, não encoraja o ser humano a fazer justiça com as próprias mãos. Ela entrega essa tarefa a Deus.

A mulher que iria educar o filho que se tornaria uma fonte de luz para os povos não podia ter uma espiritualidade dogmática, radical, rígida. Era uma religiosidade diferente da religiosidade de sua época, inclusive de espiritualidades de gerações futuras.

Na grande experiência de Maria vale a sensação de doação, da compreensão, da oração, até do martírio. Não tem espaço para o egoísmo, para ao individualismo, para o relativismo, para os interesses pessoais, que são chagas destruidoras da harmonia familiar nos tempos atuais.

 Maria nos mostra os alicerces de uma autêntica espiritualidade libertadora, dentro dos valores do evangelho. Numa vida conjugal que respeita, que é sensível, que é fiel, que perdoa, onde existe o diálogo, a oração, a meditação,  a reflexão sobre a palavra de Deus, a comunhão de vida totalmente tomada pelo amor  incondicional.

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3. MARIA – MODELO DE AMOR E SOLIDARIEDADE

O comportamento de Maria na festa de casamento de Caná da Galiléia, quando ela se preocupou com a família dos noivos com a falta de vinho, e, ao procurar seu filho Jesus, provoca a ocorrência do primeiro milagre, a transformação de água em vinho, quando determina: ”Fazei tudo o que Ele vos mandar”, nos diz muito.

Bem como já vimos na visita a Isabel, porque ela estava grávida de seis meses e precisava de ajuda, vem nos mostrar que da fé e da esperança nasce o amor para com o próximo. Toda a existência humana tem seu valor pela qualidade deste amor.

Maria é nosso modelo na solidariedade que deve nos comprometer no engajamento em favor do próximo, seja envolvendo familiares, vizinhos, amigos e todos os que passam necessidades, pois a caridade não tem limites


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  1.  MARIA – PRIMEIRA DISCÍPULA DE JESUS

Na vida de Maria em plena obediência ao plano de Deus, conforme ela mesma falou: “Faça-se  em mim conforme a tua palavra”, Maria apresenta-se como a primeira discípula, a primeira seguidora de Cristo.

O próprio Jesus confirma isto quando é informado da presença de sua mãe e outros parentes que estão a sua procura. Ele exclama: Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos, e Ele mesmo responde: Todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.(Mt.12, 46-50). Quem mais do que Maria fez a vontade do Pai?

Outra passagem contida em Lucas cap. 11, 27-28, apresenta uma mulher que diz em alta voz: “Feliz o ventre que te carregou, e os seios que te amamentaram”. Ao que Jesus responde: “Mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”. Quem mais do que Maria ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática?

Certamente não foi fácil para Maria ser Discípula de Jesus. Basta pensar que este caminho passa pela morte do Calvário. E Maria acompanhou seu Filho no caminho do Gólgota, e esteve como Mãe dolorosa, junto a Ele ao pé de sua cruz.

Estava certo Simeão quando afirmou a Maria no Templo quando da consagração de Jesus no Templo em Jerusalém: “Eis que este menino vai ser causa de queda e elevação de muitos em Israel. Ele será sinal de contradição. Quanto a você, Maria, uma espada há de atravessar-lhe a alma (Lc.2,34-35).


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  1.  A SAGRADA FAMÍLIA E A NOSSA FAMÍLIA

A sagrada família é proposta pela Igreja como modelo de toda família cristã. Primeiramente, pela supremacia de Deus profundamente reconhecida na casa de Nazaré.

Deus está sempre em primeiro lugar, tudo lhe é subordinado! O sofrimento é abraçado com profundo espírito de fé. Vêem em cada circunstância a manifestação de um plano divino, embora muitas vezes envolto em mistério.

Quando a vida de uma família é inspirada em semelhantes princípios, tudo corre em perfeita ordem. A obediência a Deus e às suas leis leva os filhos a honrarem os pais, estes a amarem-se e compreenderem-se mutuamente e a quererem bem aos filhos, educando-os em um clima de amor e confiança.

 O Evangelho põe em relevo a inconfundível fisionomia espiritual da Sagrada Família. Maria e José ao apresentarem Jesus no Templo, mais do que cumprir uma formalidade segundo a lei judaica, renovaram a Deus a oferta de sua submissão.

Em nossos dias são muitos os fatores que condicionam a vida familiar, podendo eventualmente distorcer a educação e formação dos filhos.Vemos o materialismo que tenta afogar a fé, tornando ídolos o poder, o dinheiro e o prazer. Corrompendo as pessoas e destruindo progressivamente a fortaleza das famílias.

As famílias católicas são chamadas assim, a transmitir aos seus membros mais novos uma fé eclesial que os diferencie como cristãos católicos. Os casais têm, por isso, uma particular responsabilidade perante a Igreja.

 Responsabilidade cada vez mais difícil de levar a diante, num contexto social e cultural que promove a indiferença religiosa ou apresenta o ateísmo como atitudes “sensatas” e “esclarecidas”


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  1.  MARIA – RAINHA DA FAMÍLIA

Deus quis entrar na história por meio de uma família. Maria só pode ser considerada Rainha por que deu à luz o Rei dos reis. E a Virgem Maria, sendo a Mãe da Igreja, seja também a Mãe da “Igreja doméstica”.

 Ser Igreja-Família significa viver no lar as três grandes características do todo batizado: ser profeta, sacerdote e pastor.

Ser profeta no lar significa cultivar a Palavra de Deus. A Igreja-família lê, medita, partilha e pratica a palavra. Não basta ter devoção à Palavra, deixando a bíblia aberta em um Salmo qualquer. É preciso ler.

Ser Profeta no Lar é educar os filhos na fé. Os esposos prometem isso no dia do seu casamento. Não basta mandar os filhos para a catequese. É preciso, desde pequenos, ensinar-lhes as primeiras orações, levar o filho à Igreja, rezar em casa.

Ser Sacerdote no lar é torná-lo um lugar de orações.  Há momentos mais fortes de oração em família. A noite de Natal é um deles. Não basta trocar presentes. É preciso sentir Deus presente. Se a família é cristã, como o Natal pode ser pagão? Em algumas famílias a ceia de Natal em peru e árvore… Tem até Papai Noel. Nem sempre tem presépio e, pior, às vezes falta uma breve oração.

Em nossas casas se reza antes das refeições? E quando morre um familiar, o que se faz no velório? Famílias que são Igreja tiram um tempo para rezar algumas dezenas do Rosário.

Ser Pastor – Servidor no lar é tornar a Igreja Família num espaço da Pratica do Amor. Um espaço da prática do serviço entre seus membros. Pai e mãe são pastores deste pequeno rebanho. A primeira e principal Pastoral de todo marido e mulher é em sua própria casa.    

Ser profeta – significa cultivar a palavra de Deus no Lar – Educar os filhos na fé;

Ser sacerdote –  torna o lar local de orações – diariamente e momentos fortes;

Ser pastor –  torna o lar local de amor e serviço – primeira pastoral

Fonte: Severino Alves

http://severinoalves.blogspot.com.br/

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OUTRAS INDICAÇÕES:


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Francisco, Reconstrói a Minha Casa!



São Francisco de Assis Ouve a Voz de Cristo no Crucifixo.



Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: “Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma”. Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: “Francisco, restaura a minha casa, que desmorona”.

Iluminado por essa ordem precisa, correu à loja do pai, que se encontrava ausente, carregou o cavalo com várias peças de tecido e galopou em direção ao mercado de Foligno. Ali vendeu o tecido e a montaria. De volta a São Damião, encontrou o velho sacerdote que administrava o santuário e ofereceu-lhe o dinheiro para pagar as despesas de restauração; que desconfiado recusou. Francisco, então, atirou com desdém o dinheiro no canto de uma janela e suplicou ao velho sacerdote que lhe permitisse viver com ele. O outro aceitou.

Entrementes, voltou o pai a Assis e, informando-se dos acontecimentos, teve um acesso de violenta cólera. Reunindo parentes e amigos, desceu a São Damião, a fim de capturar o filho indigno; este, porém, refugiado numa caverna, passou um mês em oração, jejum e lágrimas.

Enfim, confiando no auxilio de Deus, foi ao encontro de seus perseguidores.

Assis acolheu o seu herói de ontem com vaias e pedradas; Pedro de Bernardone (seu pai) lançou-o numa enxovia (prisão subterrânea), exortando-o a renuncia de seus projetos.

Seguiu depois em viagem de negócios e a mãe libertou o seu Francisco, que regressou a São Damião.

Voltando de novo o pai, nova cena; desta vez, quis encerrar o caso e apresentou queixa aos cônsules.

Citado, Francisco compareceu e declarou-se a serviço de Deus; enviaram o queixoso ao tribunal do Bispo, perante o qual aceitou apresentar-se o filho insubmisso.

Intimado a restituir o dinheiro que tirara, Francisco respondeu com um gesto sublime: para nada conservar da herança paterna, despojou-se das próprias vestes, atirando-as aos pés do pai. Na eloquência de sua nudez, dirigiu-se aos presentes em solene linguagem: “Escutai-me todos e compreendei. Até agora chamei Pedro Bernardone meu pai. Agora, posso dizer: Pai Nosso, que estais nos Céus”

E o Bispo, em sinal de adoção, cobriu Francisco com seu manto.

Essa nova fase separava Francisco do mundo, consagrando-o ao serviço da igreja; doravante, achava-se livre para dedicar-se à tarefa que lhe indicara o próprio Cristo.

Ganhou novamente São Damião e, vestido com o hábito de eremita, iniciou, jubiloso, a restauração do santuário, pedindo materiais e alimento, chegando mesmo a reunir, não obstante as zombarias, companheiros que o auxiliassem no trabalho. Terminada a igrejinha de São Damião, e não tendo recebido outra ordem de Cristo, Francisco restaurou a de São Pedro. Depois a de Santa Maria dos Anjos, depois uma capela abandonada que ficava a uma légua da cidade e que se chamava, por causa das exíguas dimensões, “a Porciúncula”. Fascinado com a solidão do lugar, ali estabeleceu o seu domicilio. E foi ali, na humilde casa de Deus que em 24 de fevereiro de 1209, festa de São Matias, ouviu Francisco o apelo que rematou sua conversão, esclarecendo-lhe o sentido das palavras percebidas havia dois anos em São Damião.

O Evangelho do dia recordava as palavras pronunciadas por Jesus quando enviou os apóstolos a anunciarem a boa nova: “Ide e pregai, dizendo: Está próximo o Reino dos Céus… Não leveis à cintura ouro, nem prata, dinheiro, alforje para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão: porque o operário é digno do seu sustento”…

Não era a igreja de pedra que o Senhor lhe ordenava reconstruir, mas o Corpo Místico de Cristo, retalhado pelo ódio, vício e indiferença.

(do livro de Ivan Gobry, São Francisco de Assis e o espírito franciscano).

“Numa analise dos nossos tempos, rogamos a São Francisco de Assis uma nova restauração da Igreja de Cristo.”


FRANCISCO, RECONSTRÓI A MINHA IGREJA.


FRANCISCO, RECONSTRÓI A MINHA CASA!


O ENCONTRO DE FRANCISCO DE ASSIS

COM O CRISTO CRUCIFICADO

NA CRUZ DE SÃO DAMIÃO


A VIDA DE

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

A VIDA DE

SÃO FRANCISCO DE ASSIS




Maria Descobre que está Grávida.


MAIS UMA POLÊMICA

ENVOLVENDO O NOME DE MARIA

A MÃE DE JESUS…


Uma Igreja Anglicana Progressista da Nova Zelândia “Auckland’s St. Matthew-in-the-City church” na campanha de preparação para o Natal deste ano resolveu divulgar um cartaz para demonstrar as dificuldades que a Mãe de Jesus teve que aceitar e superar quando decidiu se submeter como uma verdadeira serva à vontade de Deus.

Para atingir este objetivo resolveram retratar a situação de uma forma chocante e moderna colocando a Jovem Maria antes do casamento fazendo um teste de gravidez sozinha em secreto e descobrindo o que mais temia, estava realmente grávida.


Assim esta escrito no título da

pagina na Internet:

“Mary is in the Pink”

“MARIA ESTÁ NO ROSA”



ou seja:

“O TESTE DEU POSITIVO”


Mas a polêmica não está na realização de um teste de gravidez e sim na expressão de susto que a jovem da imagem demonstra ao descobrir que esta gravida, pode até ser que no mundo de hoje uma jovem adolescente na idade de Maria leve um grande susto depois de ter praticado sexo antes do casamento e descobesto de repente que seu futuro foi para o ralo.

Hoje a jovem é amparada pela lei dos homens com direito a pré natal e parto como qualquer mãe, não corre mais o risco de ser apedrejada além de muitas delas com o apoio dos próprios Pais recorrerem a métodos criminosos e anticristãos para resolverem o problema, mas o fato é que Maria mesmo sabendo da possibilidade de perder seu futuro, sua dignidade, ser abandonada pelo noivo, pelos Pais e até mesmo de ser apedrejada em praça pública ela assumiu tudo isso por submissão à vontade de Deus e à revelação de seu plano de Amor para a Humanidade, sendo assim, a gravidez de Maria foi assumida conscientemente por antecedência e não descoberta por acaso como resultado de um deslize e conseqüência de um pecado grave cometido.

De qualquer forma o Outdoor com a imagem polêmica trás à luz um assunto para se debater neste tempo de Advento, tanto no cuidado que os jovens de hoje precisam ter em suas manifestações de sexualidade praticando um namoro sério e dentro das normas Cristãs como também na meditação sobre a verdadeira vocação e aceitação da missão de Mãe do Salvador que a Virgem Maria assumiu na mais tenra flor de sua juventude.

Era o que pretendia o Cartaz que foi exposto em frente à Igreja, mas que provocou indignação e a revolta dos Católicos da cidade com toda razão, pois consideramos o cartaz uma afronta à dignidade da Mãe de Jesus e nossa Mãe.


Veja O Texto da Matéria Original.

Que não é assim tão polêmico e até bom por sinal.


Glynn Cardy & Clay Nelson
14 de dezembro de 2011 00:00:00

É real. O Natal é real. É sobre uma gravidez real, uma verdadeira mãe e uma criança real. Trata-se de verdadeira ansiedade, coragem e esperança.

Este cartaz retrata Maria, mãe de Jesus, olhando para um kit de teste de gravidez em casa, revelando que ela está grávida. Independentemente de qualquer premonição, que teria sido uma descoberta chocante. Maria era solteira, jovem e pobre. Esta gravidez iria moldar o seu futuro. Ela certamente não foi a primeira mulher nesta situação e nem será a última.

Tal como no passado é a nossa intenção de evitar o sentimental, banal e esperada para provocar o pensamento e conversação na comunidade. Este ano, esperamos fazê-lo com uma imagem e não palavras. Nós convidamos você a saber o que a legenda poderia ser.

Embora o faz de conta do Natal é agradável – com enfeites, Papai Noel, renas, e canções – também existem algumas realidades. Muitos em nossa sociedade estão sofrendo: alguns pela falta de dinheiro, alguns através de problemas de saúde, alguns por meio da violência, e alguns por outras dificuldades. A alegria do Natal é silenciada pela ansiedade.

Nesta temporada, vamos encorajar uns aos outros para serem generosos com aqueles que sofrem, para doar a estranhos, e para cuidar de todos – especialmente aqueles que menos têm. Como o primeiro “Papai Noel” “Santa Claus”, São Nicolau fez.

Convidamos todos os que celebram a temporada para manter estas diferentes vertentes de um verdadeiro Natal juntos: a ansiedade e alegria, sofrimento e da compaixão, Santa e Jesus.

www.stmatthews.org.nz


A intenção na verdade era acordar os jovens para a REALIDADE  e a gravidade da situação que Maria teve que assumir ao aceitar a sua missão, mas a expressão de susto posterior à descoberta da gravidez anularia completamente a opção de aceitação voluntária e consciente desta gravidez, gerando assim esta polêmica com toda a razão porque a imagem demonstra uma atitude totalmente inversa à verdadeira reação de Maria ao receber o anúncio do anjo Gabriel.

Católicos fazem manifestação na porta da Igreja contra o Outdoor

Reverendo acusa Católicos de vandalismo e destruição de seu cartaz.


A Silenciosa Mãe do Redentor

Anunciação



Na sua humildade, Maria nunca revelou o segredo de seu Filho e da maternidade divina. Mesmo suportando a humilhação sua e de seu Filho, nunca anunciou o mistério que dela brotou e nela se formou. Não tomou como afirmação pessoal proclamar que Deus a fizera Mãe do Altíssimo, do Filho de Deus.

Mãe silenciosa: ela guardava tudo em seu coração. Tanto por não querer revelar seu segredo, quanto por querer compreender melhor o segredo que de Deus recebera. Era humildade e também sabedoria, sabia de sua pequenez e de sua grandeza. Ninguém mais precisaria saber, pois o único importante era fazer tudo o que o Filho dissesse (cf. Jo 2,5).

A maternidade divina é por ela tão ocultada que os Evangelhos têm pudor em citá-la. Paulo apenas fala de “mulher” (Gl 4,4) que completou em si a plenitude dos tempos trazendo-nos o Filho eterno que ingressou no tempo pelo ventre de Maria, a todos dando-nos a dignidade de filhos de Deus.

No encontro com a prima Isabel, que lhe fala que João pulara no ventre ao sentir a presença do Filho nela, e por revelação agradece a visita da “Mãe do meu Senhor”, Maria esconde seu mistério proclamando a bondade de Deus que olhou para sua humilhação. E serve sua prima aquela que carrega o Senhor de todos.

Maria recebera um segredo de Deus Pai. Deus Pai reservou um segredo a Maria: sua carne não conheceria a corrupção de pecado que não cometera. O Filho reservara para sua Mãe o segredo da vida eterna, da qual participaria como primeira entre os mortais.

A carne que formara a Carne do Redentor foi transfigurada e assunta aos céus.

Fonte:  ASSUNÇÃO DA SILENCIOSA MÃE DO REDENTOR

Pe. José Artulino Besen 

Leia Também a sequencia do texto:

Nós não guardamos esse segredo

“Todas as gerações me proclamarão Bem aventurada”



https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
MILAGRE DE LANCIANO

MARIA PASSA NA FRENTE.


MARIA É MÃE, MAS TAMBÉM PORTEIRA



Chegou em minhas mãos, há algum tempo, um jornal da Associação Maria Porta do Céu, onde Denis Bourgerie narra sua última estadia na França e como ele viveu a experiência de ter de passar pela alfândega com um excesso de peso muito superior ao que podia carregar.

O que ele trazia era material de evangelização. Humanamente seria impossível embarcar com tanta bagagem. Foi quando ele contou a sua preocupação ao capelão da Basílica do Sagrado Coração em Montmaitre e ele lhe disse: “Denis, chegando ao aeroporto diga: “Maria, passe na frente” Ela cuidará de tudo. Ela cuidará de todo o material que você leva para o seu filho, Jesus, como mãe. Ela cuidará de todos os detalhes, muito mais que você.

Ela é a Mãe, mas também porteira. Por isso, abrirá os corações das pessoas e as portas pelo caminho. É só pedir para ela passar na frente “Eu faço isso dezenas de vezes por dia”, disse-me ele. Antes de tomar uma decisão ao telefone, no ônibus, quando eu estou em dificuldades. E a Mãe indo na frente, os filhos estão protegidos, não?

Não é preciso contar o resto. Você já deve ter concluído. O nosso amigo Denis imediatamente pôs em prática o que o Padre lhe aconselhou e começou a rezar: Maria passe na frente! Foi fácil? Não. Mas a confiança no Senhor, através da Mãe, deixou cair todas as preocupações. A providência pode acontecer. O amigo que o acompanhava não acreditava no que tinha visto.

Cento e quatro quilos de excesso de bagagem haviam sido perdoados pelo diretor da alfândega. Vendo o que acontecera, o amigo exclamou: “ Que sorte você tem !” Não foi questão de sorte, mas uma questão de família. Eu tenho o privilégio de ter Maria como Mãe e poder lhe dizer: Maria, passe na frente, para que eu possa resolver o que sou incapaz de resolver sozinho. Cuida do que não está no meu alcance. Tu tens o poder para isso. Quem pode dizer que já foi decepcionado por Ti, depois de ter te chamado.

Por isso fiz questão de passar para você essa receita. Desde que li a mensagem, comecei, como Denis, a colocá-la em prática. Tenho exclamado muitas vezes ao dia e em diferentes situações: Maria, passe na frente, para resolver o que sou incapaz de resolver sozinho. Posso lhe garantir o quanto tem sido eficaz, consolador e imediato o socorro da mãe.

Estou convidando-o a assumirmos juntos o compromisso de colocar tudo nas mãos de Nossa Senhora, pedindo sempre: Maria, passe na frente ! Serão situações as mais variadas, como o próprio capelão expressou. Hoje, por exemplo, já comecei a fazer esse exercício de fé. Tome as situações concretas e diga: Maria, passe na frente! Vamos entregar à Mãe de Deus nossas necessidades. Ela cuidará de todos os detalhes, muito mais do que nós. Ela é a Mãe, mas também a porteira.

Por isso, abrirá os corações das pessoas  e as portas pelo caminho. É só pedir para ela passar na frente. É isso que vamos dizer: Maria, passe na frente, para resolver o que sou incapaz de resolver sozinho.

Deus lhe abençoe!  Viveremos muitas maravilhas, na graça do Senhor, com a intercessão da Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.

Com toda a minha gratidão pela sua amizade.

Ass. Padre Jonas



Oração:MARIA PASSA NA FRENTE




Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos. Abrindo portas e portões. Abrindo casas e corações.

 A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem Seus passos.

Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que não podemos resolver.

Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance. Tu tens poder para isso!

Mãe, vai acalmando, serenando e tranqüilizando os corações.

Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições.

Tira Teus filhos da perdição! Maria,

Tu és Mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho.

Maria, eu Te peço: Passa na frente! Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de Ti.

Ninguém foi decepcionado por Ti depois de haver-te Te invocado e pedido a Tua proteção.

Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis. Amém!


Crícia Martins


FORTALEZA INFINITA





Fortaleza Infinita (Maria passa na frente)
Composição: Crícia Martins

ÓTIMA CANTORA CATÓLICA.

CANTA TODAS AS QUINTAS FEIRAS NA PARÓQUIA SÃO PEDRO TAGUATINGA, DISTRITO FEDERAL, LANÇOU UM LINDO CD, QUE PODE SER ADQUIRIDO NA PARÓQUIA, VALE A PENA COMPRAR !!! MUITO BOM MESMO !!!

Deus te escolheu…
Para o mal vencer…
Marcha na nossa frente…
Pisa na serpente…
Reveste-nos da tua vitória…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…
Teu escudo da paz,…
Mãe da justiça…
Fortaleza infinita…
Armadura de Deus…
Cuida dos filhos teus…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…
Abre as portas…

Liberta teu povo…
Das mãos do inimigo…
Esmaga o dragão…
Trás a salvação, Maria…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria !!!


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Livro Maria Passa na Frente – Denis e Suzel Bourgerie (93ª Edição)

Cod. do Produto: 20563

PADRE MARLON MÚCIO
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A Adoração de Imagens.

“Oh Deus! Quem olha para o crucifixo e vê Deus morto em um mar de dores e de desprezos, como é possível, se O ama, não suportar de boa vontade, ou antes não desejar sofrer todos os males por Seu amor?”

(Sto. Afonso Maria de Ligório, Doutor da Igreja).

Em março de 1961, Pelé marcou um “gol de placa” (gol que merece uma placa), contra o time do Fluminense, no estádio do Maracanã.

Após o gol, Pelé dirigiu-se à torcida e beijou sua camiseta, como sinal de amor e respeito pelo Santos Futebol Clube. O gol foi considerado tão espetacular que uma placa metálica foi produzida, como “uma homenagem pelo mais belo gol da história do Maracanã”.



Será que o Rei Pelé, ao beijar a camiseta de seu clube, pretendeu fazer uma homenagem a uma peça de roupa ou ao time por ela representado?

É evidente que ninguém homenagearia a camiseta em si! Do mesmo modo que, ao olharmos para uma fotografia de nossos pais ou avós não estamos venerando uma figura impressa em um papel fotográfico, mas os entes queridos cujas imagens ali aparecem.


veja a sequencia destas imagens:





[…] – Em 1969 aconteceram fatos ainda mais intrigantes, podemos ver nesta sequencia de fotos que o mesmo Rei Pelé beija varias vezes a bola que foi usada no seu miléssimo Gol, a qual é quardada como relíquea até o dia de hoje, os eventos que se sucederam também demonstram um excesso de atenção ao homem que é considerado até hoje como o melhor atleta de todos os tempos. 

Seriam essas ações atos de idolatria ao Rei Pelé ?

Seriam essas ações atos de idolatria ao Futebol ?   

Seriam essas ações atos de idolatria à Bola?

O que significa uma multidão frenética gritando em unisono o nome de uma só pessoa?

Seria isto um ato de adoração a alguém?

Neste País em que se abre o precedente de que no seu proprio Hino Nacional traz como parte integrante a palavra “IDOLATRADA”, é como uma confisão de “pecado grave” perante Deus que nos pede exatamente o contrario.

Mas será que este povo Brasileiro trata a sua Pátria com todo o amor que deveria?   Ou melhor ainda, será que este povo sabe o que significa esta palavra “IDOLATRADA”?  Duvido mesmo é que alguém idolatre este País como está escrito na letra da Canção e mesmo que encontrassemos muitos heroís capazes de doar o seu sangue pela libertação deste País, mesmo assim não poderíamos considerar este sangue derramado em favor da pátria como um ato de idolatria, quando no máximo apenas uma demonstração de amor extremo e sentido de preservação de si proprio.

Obs. deste Blog […]

Total absurdo, portanto, é o que alguns protestantes mal informados (e talvez mal intencionados) têm dito a respeito do que seria a “adoração de imagens” por parte dos Católicos!

Além disso, venerar não é adorar, nem, muito menos, idolatrar. Cada uma dessas palavras tem sentidos distintos, embora nem todos os dicionários brasileiros de língua portuguesa identifiquem essas diferenças com o rigor merecido. Se consultarmos dicionários estrangeiros, entretanto, veremos claramente a enorme distância que existe entre esses termos:

Adorar significa “reconhecer Deus como criador de todas as coisas”. Idolatrar significa, em certo sentido, exatamente o oposto disso, pois designa “a ação de adorar uma criatura”, ao invés de adorar o Criador.

Materialmente, a ação de adorar e a ação de idolatrar são idênticas. Formalmente, elas são opostas. E para melhor compreendermos a diferença entre matéria e forma na consideração de uma ação, filósofos oferecem o seguinte exemplo ilustrativo, baseado nas reflexões de Aristóteles e São Tomás de Aquino:

Se observarmos dois indivíduos, um que é médico e opera o coração de um doente, e outro que é um assassino, veremos que, materialmente, eles agem da mesma forma: abrem o peito de um ser humano com um instrumento perfurador e cortante (bisturi ou punhal). Entretanto, formalmente, suas ações são opostas, pois um tem por fim salvar uma vida, enquanto o outro visa tirar uma vida.

Assim, quem adora a Deus e quem adora o ídolo fazem, materialmente, as mesmas coisas, que formalmente são opostas. E é por isso que existem as palavras “adorar” e “idolatrar”.

Infelizmente há dicionários em nossa língua que dizem que “adorar”, “venerar”, “idolatrar” e “amar extremamente” são sinônimos. E quem os seguisse concluiria que, quando alguém por exemplo dissesse: – “Eu adoro chocolate”, estaria considerando que chocolate é o Criador do céu e da terra! Ou quando alguém dissesse: – “Amo extremamente meus filhos”, estaria, pela definição desses dicionários, cometendo ato de idolatria, já que amar extremamente seria o mesmo que adorar. Mas isso seria um enorme absurdo!

Nenhum Católico de verdade olha para uma imagem de Nossa Senhora e dos santos julgando que eles sejam “Deus” e adorando essas imagens. Nós as veneramos tal qual uma pessoa venera o retrato de seus pais ou avós!

Nem na Bíblia e nem na Tradição há qualquer base para a adoração de imagens, pois adorar é reconhecer a Deus soberano e criador de todas as coisas. As imagens nos lembram de Deus e das coisas do céu, e não são “deuses”. É por isso que nós, Católicos, NÃO ADORAMOS NENHUMA IMAGEM.

Além disso, está na Bíblia que Deus manda Moisés fazer dois QUERUBINS de ouro e colocá-los por cima da Arca da Aliança (Ex 25,18-20). Manda-lhe, também, fazer uma SERPENTE DE BRONZE e posicioná-la por cima de uma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Num 21,8-9). Manda ainda, a Salmão, colocar dois QUERUBINS no Oráculo (I Rs 6,23-35); doze BOIS na bacia de bronze (I Rs 7,25); BOIS, LEÕES e QUERUBINS (I Rs 7,28-29); e ainda, “como que figuras de HOMENS EM PÉ”; e há mais citações bíblicas falando de QUERUBINS, LEÕES e PALMAS (ver I Rs 7,36).

Usar fora de contexto e de forma isolada a passagem bíblica que diz “não farás para ti escultura alguma do que está em cima nos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra” (Ex 20,4) como uma proibição ao uso de imagens, é mal interpretar as Escrituras, que deixam claro que Deus proíbe apenas fazer imagens de deuses FALSOS e ADORÁ-LOS. Além disso, essa má utilização das Escrituras seria uma grave blasfêmia, pois consideraria Deus como incoerente, já que em vários lugares da Bíblia Ele manda fazer imagens, e em outro lugar as “teria proibido”!

Eis o verdadeiro sentido dessa proibição bíblica, no seu contexto: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da servidão. NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MINHA FACE. Não farás para ti escultura alguma do que [daqueles falsos deuses, que na errada imaginação dos pagãos] está em cima dos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra. NÃO TE PROSTRARÁS DIANTE DELES E NÃO LHES PRESTARÁS CULTO, [à imitação dos pagãos]” (Ex 20,2-5). Esta proibição, intencionada por Deus, repete-se em vários lugares da Bíblia, como nos trechos acima citados.

O fato é que as muitas passagens citadas confirmam a adoção e a VENERAÇÃO das imagens, como sempre ensinou a Igreja, e nunca a adoração.

Todos entendemos que o Rei Pelé, ao beijar a camiseta, não venerou um pedaço de roupa, mas o clube por ela representado. Não há quem ache, também, que ao beijar a camiseta, Pelé a estaria “divinizando”, ou ao seu clube! E, por outro lado, toda a torcida aplaude o jogador que, em um ato assim, mostra respeito e amor pelo clube a que pertence.

Analogamente, agrada a Deus a religião que, fazendo imagens para lembrar do céu e venerar, não as adora. É isto que está na Bíblia. É isto o que faz a Igreja Católica, para agradar a Deus!

Informações adicionais sobre o presente tema podem ser obtidas no livreto “Respostas da Bíblia”, escrito pelo Pe. Vicente Wrosz (SVERDI – Curitiba),

o qual recebeu o “Imprimatur” de Dom Pedro Fedalto.

Adicionalmente, há várias informações bastante úteis sobre esse mesmo assunto no

website Veritatis Splendor e outros.

Texto escrito por Marcos de Lacerda Pessoa

E publicado no jornal ´O CAPUCHINHO´

em Outubro de 2006.

Curitiba – PR.



Dia de São José.


São José, Pai adotivo de Jesus e Patrono da Igreja.



A respeito de São José, encontramos poucos dados nos Evangelhos, como também “os sagrados evangelistas nos dizem poucas coisas da Virgem, mas compendiaram todas suas glórias em um só título ao chamá-la Mãe de Deus — de quem nasceu Jesus. Do mesmo modo, pouco nos contam da vida e virtudes de São José, mas disseram muito ao chamar-lhe Esposo da Virgem. Como se dissessem: ‘Quereis que vos diga em uma palavra quem era José? Ei-la aqui: Era o esposo de Maria, a Mãe de Deus’. Nesta afirmação se encerram louvores quase infinitos”.

Para avaliarmos essa grandeza, consideremos que Deus, ao escolher alguém para uma missão, dá-lhe graças proporcionais para realizá-la. Além do que, quanto mais alguém se aproxima da fonte da graça, tanto mais dela participa. Ora, São José esteve intimamente ligado à própria fonte, Jesus Cristo, e à Medianeira de todas as graças, Maria Santíssima. Daí sua grandeza. Por outro lado, a missão e predestinação de São José, como a da Virgem Maria, requeriam uma santidade singular desde seus primeiros anos: “Considerada a missão totalmente divina de José, o Deus providente lhe concedeu todas as graças, desde sua infância: piedade, virgindade, prudência, perfeita fidelidade”.

Santo Tomás de Aquino diz que é teologicamente certo que o matrimônio entre São José e a Virgem Maria foi verdadeiro e perfeito quanto à essência ou primeira perfeição, mas não quanto ao uso do mesmo, pois não coabitaram. E que São José guardou perfeita virgindade durante toda sua vida, pois tanto ele quanto a Virgem Imaculada mantiveram o voto de virgindade, condicionado antes do matrimônio, e absoluto depois.

O Doutor Angélico afirma assim que São José fez voto de virgindade. Acrescenta ele que a Bem-aventurada Virgem, antes de unir-se a José, deveria ter sido cientificada por divina revelação de que José tinha o mesmo propósito.


São José, confirmado em graça.



Pode-se ir mais longe: Como diz o Apóstolo: “A cada um de nós foi dada a graça na medida do dom de Cristo” (Ef 4, 7). Só Cristo Nosso Senhor teve a plenitude absoluta da graça, quanto à sua essência e quanto a todos os seus efeitos, que são as virtudes e dons, pela união estreitíssima de sua alma com a divindade, e por recebê-la também para comunicá-la como cabeça dos demais. A Virgem Maria teve a plenitude relativa, que correspondia à sua excelsa missão de Mãe de Deus, plenitude essa que é incomparavelmente superior à que podem obter todos os demais santos, e também mais excelente do que aquela a que pode chegar uma pura criatura, porque tal é a excelência da maternidade divina.

Santo Tomás afirma que a Santíssima Virgem foi confirmada no bem em todo o decurso de sua vida, sem haver incorrido em contaminação alguma. E isso lhe competia por ser mãe da Sabedoria divina. Pelo que se pode afirmar que era também de todo conveniente que São José, pela sua íntima relação com a mesma Sabedoria divina e com a Mãe do Verbo Encarnado, fosse confirmado em graça, pelo menos a partir do momento de suas bodas com a Virgem Santíssima.

O que leva um teólogo a acrescentar que “a Virgem Maria, como ‘cheia de graça’, esteve adornada de todas as virtudes, possuindo-as no grau mais perfeito de que seja capaz uma criatura. Como dizem muitos autores, até as virtudes naturais, que se adquirem pelo exercício, devia tê-las infundidas por Deus, como perfeições apropriadas à sua natureza imaculada […]. São José não se pode comparar exatamente com a Virgem, mas sempre é ele que está mais intimamente unido a ela, e por ela a Jesus. Por isso também está acorde com as exigências de sua santidade, e de sua divina preparação para tão alto ministério, a infusão das mesmas virtudes naturais, que sem dúvida obteve em muito alto grau”.

São Mateus afirma em seu Evangelho que São José “era um varão justo”. Isto, na linguagem bíblica, significa um varão adornado de todas as virtudes. Por outro lado, tanto São Mateus quanto São Lucas afirmam que São José é descendente do rei David, o que revela sua dignidade mesmo do ponto de vista natural. São José exerceu o ofício de pai dentro da Sagrada Família. A ele coube dar nome ao seu filho legal, como lhe foi dito pelo anjo. A ele coube também zelar pela segurança de Jesus Menino e de sua Mãe. E, em todo momento, Jesus obedece a São José como a verdadeiro pai. (Lc 2, 51)

No Evangelho consta que São José era carpinteiro: “Não é este o filho do carpinteiro?” (Mt 13, 55). Mas a expressão é mais genérica, pois diz filius fabri, quer dizer, filho de artesão. A tradição traduziu o artesanato por carpinteiro, mas sem excluir o fato, sem dúvida certo, de que São José, em muitas ocasiões, prestou outros serviços comuns de um trabalhador manual, para ganhar o sustento diário de sua família.

Patrono da Igreja, modelo das famílias cristãs

Na Encíclica Quamquam pluries, Leão XIII expõe de maneira densa e profunda a doutrina sobre São José, desde os fundamentos de sua excelsa dignidade e glória até a razão própria e singular de ser proclamado patrono de toda a Igreja, bem como modelo e advogado de todas as famílias e lares cristãos.

Bento XV, ao cumprir-se meio século da proclamação de São José como patrono da Igreja universal, em seu motu proprio Bonum sane, recordando a necessidade e eficácia da devoção ao santo Patriarca, propõe suas virtudes de modo especial às famílias pobres e aos trabalhadores humildes, tão descristianizados em nossa época.

Por fim, é crença comum que o santo Patriarca dormiu no Senhor antes de Cristo começar seu ministério público, com toda certeza antes das bodas de Caná, e, pôr conseguinte, antes da Paixão do Senhor. E diversos teólogos, entre eles São Francisco de Sales e Santo Afonso Maria de Ligório, afirmam que ele morreu de amor de Deus.

Sendo impossível nos limites de um artigo abarcar toda a rica teologia de São José, terminemos com São Bernardino de Siena: “Piedosamente se há de crer que, em sua morte, teve presentes a Jesus e a Maria Santíssima. Quantas exortações, consolos, promessas, iluminações, inflamações e revelações dos bens eternos receberia em seu trânsito da parte de sua santíssima Esposa e do dulcíssimo Filho de Deus, Jesus”.

Recebi este texto por e_mail.

Mas o texto já está em vários portais Católicos citando como origem o site Catolicismo:

O Professor Felipe de Aquilo disponibiliza um texto em PDF bem  mais completo no endereço abaixo:

Click no Link:


“O GLORIOSO SÃO JOSÉ”




 



Semana_da_Familia
Familia_projeto_de_Deus nicodemos-e-jesus abencoa-minha-familia

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São Jorge.

São Jorge


Dia 23 de abril.


” Oração a São Jorge “

Ó São Jorge, meu guerreiro, invencível na fé em Deus, que trazeis em vosso rosto a esperança e confiança, abra os meus caminhos! Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer algum mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar. Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de Sua santa e divina graça. a Virgem de Nazaré, me cubra com o Seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições.

E Deus, com Sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a Sua força e com a Sua grandeza. E e que debaixo das patas de seu fiel cavalo meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós.

Ajudai-me a superar todo o desânimo e alcançar a graça que tanto preciso:

(faça o seu pedido).

Dai-me coragem e esperança! Fortalecei minha fé e auxiliai-me nesta necessidade. Com o poder de Deus, de Jesus Cristo e do Divino Espírito Santo, amém!

São Jorge rogai por nós!



Mensagem de Fátima.

Na Cova da Iria Em Fátima Portugal…

A 13 de Maio de 1917, Três crianças

Veio Nossa Senhora do Céu Trazendo uma mensagem para a Humanidade, três crianças tiveram a Honra de a receberem.

O principal ponto desta história foi que os homens não acreditaram nas Crianças, como poderia A Mãe de nosso Senhor Confiar palavras tão importantes a crianças tão pequenas? Hoje é um dos principais ícones da Igreja Católica no mundo. Em Portugal são milhares de fieis que visitam Fátima todos os anos mantendo Portugal na vanguarda Europeia na participação do catolicismo, com fé participativa e uma tradição viva.

Foi revelado o III Segredo de Fátima?

Disse Maria:

Sou do céu… vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos. Rezem o terço todos os dias para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra.

História das Aparições

A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.

Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma “Senhora mais brilhante que o sol”, de cujas mãos pendia um terço branco.

Os Pastorinhos de Fátima

A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a “Senhora do Rosário” e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917, na parte já revelada do chamado “Segredo de Fátima”.

Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.

Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões de visitantes.

Veja Também no site Oficial de Fátima.

Cronologia de Fátima – Datas principais

Os videntes de Fátima

Imagens de Nossa Senhora de Fátima

Vista geral do Santuário


Revelação do III Segredo de Fátima Pelo Papa João Paulo II.Todas as informações referentes a este assunto, incluindo o segredo estão neste power point.veja o Post.


Leia Mais:

APARECIDA
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Joana D’arc a virgem guerreira.

Esta sendo rodado mais um filme sobre a vida e morte da Virgem de Orlean’s, são varios projetos para se fazer um filme de época mais fiel em honra daquela que doou sua vida pela libertação do povo Frances.

Veja Gloria e Martírio de Santa Joana d’Arc.

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MUITAS FOTOS DE EPOCA

Cauchon O Bispo Traidor.

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Nossa Senhora de Guadalupe.

Nossa Senhora Aparecida.

O segredo que habita em cada um de nós.

Por um Fio.

Dons do Espírito Santo.

São José.


19 de março Dia de São José.


sao-jose


São raros os dados sobre as origens, a infância e a juventude de José, o humilde carpinteiro de Nazaré, pai terrestre e adotivo de Jesus Cristo, e esposo da Virgem de todas as virgens, Maria.

Sabemos apenas que era descendente da casa de David. Mas, a parte de sua vida da qual temos todo o conhecimento basta para que sua canonização seja justificada. José é, praticamente, o último elo de ligação entre o Velho e o Novo Testamento, o derradeiro patriarca que recebeu a comunicação de Deus vivo, através do caminho simples dos sonhos. Sobretudo escutou a palavra de Deus vivo.

Escutando no silêncio.Nas Sagradas Escrituras não há uma palavra sequer pronunciada por José. Mas, sua missão na História da Salvação Humana é das mais importantes: dar um nome a Jesus e fazê-lo descendente de David, necessário para que as profecias se cumprissem. Por isso, na Igreja, José recebeu o título de “homem justo”. A palavra “justo” recorda a sua retidão moral, a sua sincera adesão ao exercício da lei e a sua atitude de abertura total à vontade do Pai celestial.

Também nos momentos difíceis e às vezes dramáticos, o humilde carpinteiro de Nazaré nunca arrogou para si mesmo o direito de pôr em discussão o projeto de Deus. Esperou a chamada do Senhor e em silêncio respeitou o mistério, deixando-se orientar pelo Altíssimo.

Quando recebeu a tarefa, cumpriu-a com dócil responsabilidade: escutou solícito o anjo, quando se tratou de tomar como esposa a Virgem de Nazaré, na fuga para o Egito e no regresso para Israel (Mt 1 e 2, 18-25 e 13-23).

Com poucos mas significativos traços, os evangelistas o descreveram como cuidadoso guardião de Jesus, esposo atento e fiel, que exerceu a autoridade familiar numa constante atitude de serviço. As Sagradas Escrituras nada mais nos dizem sobre ele, mas neste silêncio está encerrado o próprio estilo da sua missão: uma existência vivida no anonimato de todos os dias, mas com uma fé segura na Providência.

Somente uma fé profunda poderia fazer com que alguém se mostrasse tão disponível à vontade de Deus. José amou, acreditou, confiou em Deus e no Messias, com toda sua esperança. Apesar da grande importância de José na vida de Jesus Cristo não há referências da data de sua morte. Os teólogos acreditam que José tenha morrido três anos antes da crucificação de Jesus, ou seja quanto Ele tinha trinta anos.

Por isso, hoje é dia de festa para a Fé. O culto a São José começou no Egito, passando mais tarde para o Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o Papa Pio IX o proclamou São José, padroeiro universal da Igreja e, a partir de então, passou a ser venerado no dia 19 de março. Porém, em 1955, o Papa Pio XII fixou também, o dia primeiro de maio para celebrar São José, o trabalhador.

Enquanto, o Papa João XXIII, inseriu o nome de São José no Cânone romano, durante o seu pontificado.



Fonte

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SANTO DO DIA


Temas da Canção nova PRESENTEPRAVOCE https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120

Outros Temas Sobre Maria.



Diversos Temas abordando os Títulos de Nossa Senhora a Mãe de Jesus e outros assuntos refentes ao mesmo tema.


maria-temas



Maria Mãe de Deus.

(Martinho Lutero, ”Comentário do Magnificat”, cf. escritora evangélica […]  O grande idealizador das Reformas Jamais abandonou Maria como Mãe da Igreja, Jamais deixou de honra-la como deveria.   …   Laia Mais →


Cubra-me com o teu

manto de amor.

”Nossa Senhora”’ . Cubra-me com o teu manto de amor […] … Leia Mais →

Letra da música de Roberto Carlos Interpretada por Padre Antonio Maria.


Nossa Senhora do Bom Conselho.

Nossa Senhora do Bom Conselho Santa Padroeira da Albânia. Nossa Senhora do Bom Conselho – Pasquale_Sarullo – Genazzano – Itália Festa em:  26 Abril : Notre-Dame du Bon Conseil (Mater Boni Consilii) A … Leia Mais →


MARIA PASSA NA FRENTE.

MARIA É MÃE, MAS TAMBÉM PORTEIRA Chegou em minhas mãos, há algum tempo, um jornal da Associação Maria Porta do Céu, onde Denis Bourgerie narra sua última estadia na França  […]  …   Laia Mais →


Nossa Senhora do 

Perpétuo Socorro.

A devoção a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser propagada a partir de 1870 e espalhou-se por todo o mundo. Trata-se de uma pintura do século XIII, de estilo bizantino. Segundo a tradição,

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O Sonho de Dom Bosco.

Vitral onde mostra-se o sonho profético de Dom Bosco. Uma grande Barca em alto mar, onde o Papa […] Maria como um dos piláres de sustenção da Igreja … Leia Mais →


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“MAIOR AMOR TEM AQUELE QUE: DÁ A VIDA PELO SEU IRMÃO.” MARIA DOOU SE COMO UMA SERVA … Veja Mais  ou ==>

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Maio, Mês das Mães e Mês de Maria Santíssima.

Maria é a minha Mãe…

Terceiro Dia Oração Preparatória Abri, Senhor, os nossos lábios, para que dignamente louvem … Leia Mais →


Milagre de Sant’Ana

Em Anápolis – Goiás.

Imagem Original de Sant’Ana – Foto Sizenando – 17/08/08 História de Anápolis Cidade de Ana Cid … Leia Mais →


Vinho, muito vinho, O primeiro Milágre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio.

Para nosso Matrimônio e nossas famílias. Jesus Relembra as Promessas que o Pai fez a cada um de n … Leia Mais →


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Neste Ultimo Milagre, a Virgem de Guadalupe dirige seu doce e penetrante olhar em direção a Você … Leia Mais→


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Padre Fábio de Melo se defende sobre críticas a respeito de Maria e crendices populares. 2.113
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
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Nossa Senhora do Bom Conselho. 1.000
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OUTROS RESUMOS DE TEMAS: 


Natal_do_Senhor Natal_do_Senhor COMO UMA BOMBA
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Todos os Santos.



Se seu nome ou o nome do seu Santo não constarem no calendário dos Santos da Igreja, não se preocupe, pois, em 1º de novembro é Dia de Todos os Santos.




Este dia é um feriado cristão, quando iniciou a expansão do cristianismo pelos países Europeus, a Igreja de deparou com milhares de crendices e costumes pagãos que em muitos casos se contrapunham ao evangelho de Cristo, veio então  a necessidade de criar métodos que não entrassem em choque direto com os recém convertidos, buscando uma maneira de conduzi-los nos caminhos do Senhor sem uma quebra abrupta com o passado, por outro lado era necessário abolir as práticas e rituais pagãos que já eram acostumados a realizar e que não condiziam com o Cristianismo.

Mas como e quando esse dia foi dedicado a todos os Santos ?

No ano 313, o Imperador Constantino legalizou o cristianismo, haviam muitos “pagãos”, que acreditavam em ídolos e  praticavam rituais de bruxaria que Igreja desaprovava completamente, entre os quais havia ainda muitas pessoas que adoravam “amhain”, o cavalheiro da morte dos Celtas ou “pomona”, a deusa dos frutos, dos romanos, estes que inspiraram o dia de Halloween Americano de hoje.

Como os cristãos acreditavam em um só Deus e Jesus Cristo mandou anunciar o evangelho a todos os povos, querendo que todos se tornassem filhos de Deus, era preciso porém, abandonar todo e qualquer tipo de idolatria o que gerava muitos conflitos com os costumes seculares dos povos Europeus, para evitar estes conflitos, procurou-se uma forma de implantar um feriado Cristão com um motivo semelhante para transformar uma tradição secular pagã em uma festa com motivos Cristãos, ao mesmo tempo, preservando a tradição do culto dos mortos de maneira diferente do que fizeram os “druidas” e surgiu então a ideia de se recordar todos os Santos que tinham morrido como mártires pelo evangelho e que permaneciam no anonimato.

Assim, no ano 615 D.C. O Papa Bonifácio IV transformou um panteão romano, em um templo dedicado aos cristãos e a “Todos os Santos” e  criou a festa em honra de todos os Santos que foi comemorada inicialmente no dia 13 de maio.     Mais tarde, o Papa Gregório III no ano 741 D.C. alterou a data e instituiu o dia 1º de Novembro como “Dia de Todos os Santos”, se aproximando da data já comemorada no passado se ligando ao “Halloween de hoje” e ao Dia dos Mortos Santos, também conhecido como o dia de Todas as Almas.

Ao longo do tempo, em países como Inglaterra que  falam Inglês, o dia recebeu o nome de “all Hallow Day”, que significa “Dia de Todos os Santos” e, portanto, a noite anterior ao dia de todos os Santos, isto antes de ter sido chamado de “Dia das Bruxas ” , “Ou” “Hallows-noite”, que ao longo do tempo e pelas contrações que são utilizados no idioma Inglês, a palavra se tornou “Halloween”, que significa” a véspera de Todos os Santos.” ou “Dia das Bruxas”, que significa “a noite anterior de todos os santos”.     Então, no ano 998, Santo Odilon, abade do mosteiro de Cluny, no sul da França, instituiu a comemoração do 2 de novembro como a Festa do “Dia dos mortos Fiéis da Igreja Católica.” Isto, obviamente, para satisfazer as pessoas que não queriam abandonar os seus costumes “dead.Day” e festas baseado no culto dos mortos.

Bertha Sola – Fonte EsMas.comTexto original em Espanhol e ou Inglês.

Tradução: Sizenando

http://www.pvmirror.com/artculture/162-allsaintsday-ing.html



Hoje a Igreja continua sua tradição, mas as festas pagãs não ligadas à Igreja continuaram através dos séculos se modificando muito de como eram realizadas no passado, o dia de “Halloween”, por exemplo é uma união de diversas crendices e festas pagãs que acabaram se transformando na maior festividade Americana, satisfazendo muito mais a propaganda de Marketing e comércio capitalista do que qualquer outro motivo ou significado religioso, mas por suas ligações com raízes duvidosas no passado com rituais de bruxaria, que muitos juram que nunca existiram, é uma comemoração não muito bem aceita nos países que não tenham raízes com os antepassados de Língua Inglesa. Muitos elementos que foram introduzidos na famosa festa americana, principalmente as fantasias de monstros e bruxas estão sendo reavaliadas pelas famílias americanas porque acreditam que acabam prejudicando a formação psicológica de suas crianças, fato esse que podemos observar neste ano que a fantasia mais vendida, esta sendo mesmo a da candidata a vice-presidência Sarah Palin.


https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/presente-verm.jpg http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg CORPO DE DEUS

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Qual é o Santo de Hoje ?


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Santo de Ontem,

De Hoje

E de Sempre…

.

Pe. Zezinho Scj em Portugal.


Que a nossa época é uma era voltada para o “eu”, percebe-se logo. Basta ligar a rádio e a televisão, onde há mais eu do que nós. Que essa era do individualismo afetou as igrejas, isso também é fácil perceber.

Basta ver os testemunhos pessoais dos programas evangélicos, pentecostais e de católicos. Fala-se muito mais dos santos deste mundo e dos convertidos e agraciados deste mundo, a maioria na primeira pessoa, do que sobre os santos do céu. Fala-se pouco do que Deus fez pelos outros e muito, mas muito mesmo do que Deus fez “em mim, por mim e comigo”.

Nada contra, exceto pelo excesso. Todo mundo pode e deve testemunhar o que Deus fez na sua vida e proclamar isso, para que outros também o experimentem. “Se fez comigo, pode fazer consigo”… Essa é a tonica dos testemunhos de vida dados pelo próprio sujeito. Forçosamente haverá referências ao eu de cada um.

Mas quando isso é sistemático e entre os católicos quase já não se ouve falar do que Deus fez em Francisco, Clara, Benedito, Domingos, Maria Madalena,.. então a conclusão é óbvia: Testemunho de santo da terra está valendo mais do que vida de santo que já chegou lá.

Que os evangélicos não façam isso, porque encaram morte, salvação  e santidade de outra forma, entende-se. É o jeito deles. Mas que os católicos gastem mais tempo falando de si do que dos grandes santos que a Igreja deu ao mundo é uma pena. Vai-se perdendo a memória dos santos que tanto fizeram pelo mundo e entra no seu lugar a história de algum convertido vivo, que certamente é menos santo do que o santo que foi esquecido.

Quando um grupo de igreja gasta mais tempo falando dos seus membros convertidos de agora e esquece os santos que a Igreja canonizou alguma coisa errada está acontecendo nesse grupo. Está se propondo como modelo e esquecendo os modelos que a Igreja propôs.

Eu proponho que a cada testemunho pessoal dado por algum fiel católico nas assembléias alguém se levante e conte a vida do santo daquele dia… equilibraria. Como está, acabamos sabendo mais a respeito dos membros deste ou daquele grupo de fé do que de uma Teresa de Ávila, Teresa de Calcutá ou Vicente de Paulo. Que os testemunhos pessoais não sufoquem o belo testemunho dos santos de ontem ou dos mais recentes. Entre as histórias desses irmãos convertidos de agora e as dos santos que a Igreja canonizou eu fico com os canonizados.

Não é que não admire os santos vivos. É que os do céu são muito mais interessantes…

Texto de Pe. Zezinho Scj

José fernandes de Oliveira.

Disponível em um site de Portugal.


Outras Maneiras de

Encontrar o Santo do Dia.



FREI GALVÃO – O PRIMEIRO SANTO BRASILEIRO


Estas Palavras servem de alerta ao que ouvimos pela Tv, principalmente aqueles testemunhos que até parecem decorados e que por incrível que pareça sempre dizem a mesma coisa, só mudam o nome e a fotografia de quem está falando, até parece que a graça de Deus é uniforme e sempre inclui uma bandeira do flamengo como brinde ao recém agraciado.

Por outro lado faz parte de nosso ministério Cristão o ato de testemunhar aquilo que Deus tem realizado em nossas vidas, jamais poderíamos deixar de evangelizar e principalmente de contar um testemunho verdadeiro que tenha acontecido conosco como prova de que tenhamos experimentado a vida nova em Cristo Jesus, como assim disse São Paulo “Ai de Mim se não Evangelizar” e também disse “Já não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em Mim…”, não que sejamos os melhores exemplos do mundo, mas por ser um exemplo que o espectador que esteja ouvindo, possa ver e comprovar, realizando o famoso teste “SÃO TOMÉ”, “tem que ver pra crer”, neste caso principalmetne também serviria de uma segurança para evitarmos pessoas falsas que não pretendam viver aquilo que ensinam, porque saberão que seus ouvintes estarão de olho em suas verdadeiras atitudes e não aceitarão falsos testemunhos, filtrando assim um pouco daquele joio no meio do Trigo.

Concordo com Pe. Zezinho em seu texto, que devemos estudar a vida de nossos Santos que foram canonizados pela Igreja, principalmente para conhecer os grandes milagres que Deus realizou em suas vidas através de sua vivência na fé, sabendo que tudo quanto realizou na vida dos Santos, poderá realizar também em minha vida e na vida de qualquer pessoa que acredite fielmente em Deus de todo coração.

O nosso chamado é a Santidade:

Sede Santos Porque Eu Sou Santo…

Existiram milhares de mulheres e homens Santos no passado, muitos morreram mártires por defenderem a fé em Jesus, Santos que foram reconhecidos e que estão nos livros e altares das Igrejas, vidas que testemunharam que realmente valia a pena morrer e ou viver unicamente por Cristo nosso Senhor, mas que apesar de tantos testemunhos de vida ou morte o século XXI se distância cada vez mais da fé e preferem ser guiados e conduzidos por mentiras e promessas falsas de grandes lideres políticos que logo desaparecem ou um grande conglomerado de empresas e propaganda que buscam apenas o nosso dinheiro e que desaparecem com um simples “Crash” na bolsa de valores a serem guiados por Jesus que apesar de assassinado numa cruz, ressucitou e permanece vivo até hoje, realizando milagres e coisas impossíveis ainda no mundo sem fé em que vivemos hoje.

Acaso quando Eu Voltar encontrarei fé sobre a terra…

Esta é uma verdade que podemos apalpar nos dias de hoje e principalmente nos paises onde o Cristianismo floresceu no passado gerando a grande maioria dos Santos com os testemunhos e exemplos de fé que conhecemos hoje divulgados pela Igreja, podemos lamentar esta grande verdade, apesar de tudo isso muitos caíram na apostasia e abandonaram a fé.

II Timóteo, 4, 3 e 4

Porque virá tempo em que os homens já não suportarão a sã doutrina da salvação. Levados pelas próprias paixões e pelo prurido de escutar novidades, ajustarão mestres para si.  4 – Apartarão os ouvidos da verdade e se atirarão às fábulas.

Faremos então as seguintes perguntas:

Foi por falta de testemunhos de fé no passado ?

Não !

Foi por falta de exemplos de Santos no passado ?

Não !

Foi por falta de vivência desta fé nos dias de Hoje ?

Sim !

Foi por falta de Santos também nos dias de Hoje ?

Sim !


QUEM SÃO OS SANTOS DE HOJE ?



Nosso testemunho não pode e não deve ser apenas uma réplica de algo que foi escrito como padrão, mas deve ser uma resposta ao chamado que nosso Senhor Jesus Cristo fez em minha vida e em sua vida, mesmo que seja o mesmo chamado feito a São Francisco de Assis ou a Frei Galvão, não seria realizado da mesma forma e nem no mesmo lugar, porém Deus precisa de nós onde estamos e como estamos para que o nosso testemunho de santidade aqui e agora, possa salvar até mesmo quem more do outro lado do planeta e que eu nunca tenha visto ou jamais o verei, mas será salvo graças ao meu SIM em resposta a Deus neste exato instante.

O mundo precisa de Santos hoje !

Os Santos do Céu intercedem por nós, mas não poderão mais fazer aquilo que faziam quando estavam vivos aqui na terra, não poderão mais pregar e ensinar a palavra, não poderão mais acolher e curar os pobres e necessitados, doentes e enfermos, não poderão mais consagrar o Pão e o Vinho, não poderão mais fazer tudo o que fizeram porque agora chegou a nossa vez de seguirmos estes grandes exemplos que não foram dados simplesmente para ficar escritos em um livro de história ou expostos em um pedestal de uma Igreja, mas para que cada um de nós pudesse também seguir seus exemplos de vida e santidade nos tornando os verdadeiros Santos de Hoje que reavivam a fé da Igreja que permanece para sempre.

Sizenando.

.

Beatificação dos Pais de Santa Terezinha.

Mais um casal será Beatificado pela Igreja Católica neste dia 19/10/2008, Domingo Mundial das Missões.

Um milagre comprovado ocorrido em uma criança desenganada pelos médicos, com um grave problema de formação congênita nos pulmões, após seus Pais terem rezado duas novenas aos Pais de Santa Terezinha do Menino Jesus, ele recuperou à saúde plena de forma milagrosa e inexplicável.    Uma enfermeira havia indicado esta novena para a mãe da criança dizendo, Já que os Pais de Santa Terezinha haviam perdido quatro filhos por motivos de saúde frágil, e mesmo assim uma de suas crianças se tornara uma grande Santa da Igreja, que eles lhes concedessem a aceitação desta enfermidade incurável,    A Mãe aceitou o desafio, mas pediu para que seu filho fosse curado apesar de saber que os homens nada poderiam fazer, crendo que em Deus tudo é possível e para a honra e glória de Deus ela alcançou esta graça.

Esta é a prova que a Igreja aceitou como verdadeira interceção e o suficiente para demonstrar que este casal era verdadeiramente Santo.

Conheça mais desta história na Canção Nova <= Leia

Santa Terezinha do Menino Jesus

é a Padroeira Mundial das Missões.

Veja esta Notícia em ZENIT.

ZP08071404 – 14-07-2008

Permalink: http://www.zenit.org/article-19023?l=portuguese

F A M Í L I A

A grande maioria dos Santos da Igreja são Homens ou Mulheres que doaram inteiramente suas vidas a Jesus. Muitos fizeram votos de entrega e aceitação do Sacerdócio outros simplesmente se entregaram nas mãos do Pai fazendo sua vontade mesmo sem um compromisso formal de entrega à Igreja.

Como suas vidas foram totalmente entregues a Jesus e dentro da própria Igreja se tornaram muito mais evidentes e faceis de serem comprovadas as ações de santidade.    Porém este chamado à Santidade não seria apenas para aqueles que são sacerdotes ou levam uma vida inteiramente dedicada a Deus, este chamado também é para nossas Famílias e nossos filhos, a maior prova de que Deus chama as Famílias para a Santidade é a escolha que Ele fez quando chamou José e Maria, uma Família recém formada para serem os Pais de seu Filho Jesus.

Esta aceitação lhes deu o Titulo de Sagrada Família e até tão pouco tempo atrás era a única Família considerada verdadeiramente Santa pela Igreja.

Mas uma pergunta precisaria de resposta, uma vez que o próprio Deus confiou a vida de seu Filho a uma Família para que Ele viesse a este mundo e muitos dos Homens considerados Santos também tiveram Mães que sofreram anos a fio pela conversão de seus filhos, resta nos perguntar também, será que não existiriam outras Famílias Santas neste mundo ? ou será que apenas a Igreja não viu a humildade de Pais e Mães que realmente sofreram e oraram ao Pai para que seus filhos se tornassem verdadeiros homens e mulheres de Deus ?

Nos tempos de hoje é urgente a valorização da Família e o resgate também desta Santificação, uma vez que o inimigo de Deus já ataca a Família por mil e um modos diferentes, as quais acabam se desintegrando e formando verdadeiros homens bomba que irão cada vez mais deformar a estrutura deste mundo em quevivemos.

Percebe-se então, que homens Santos geralmente nascem em Famílias Santas é o que prova esta comprovação humana e consequente escolha da Igreja para conceder o título de Santidade a mais uma Família que por incrível coincidência também já são Pais de Filhos Santos.   Neste caso, fica bem claro, que quem nasceu primeiro e já estava vivendo um vida de Santidade eram os Pais que acabaram comunicando a seus filhos esta Santidade que foi reconhecida pela Igreja.   Se fizermos uma boa investigação no passado acabaremos por encontrar muitas outras Famílias que geraram filhos que foram reconhecidos como verdadeiramente Santos.

Família, Pai e Mãe, já não sereis dois indivíduos separados, mas uma só carne e a fidelidade aos sagrados laços do Matrimônio já é uma grande demonstração de Santidade que gerará filhos comprometidos com os valores prescritos na Palavra de Deus.    Se compararmos o testemunho da Dra Glória Polo, “Uma dentista Colombiana, que foi atingida por um Raio”(leia Mais), ela diz claramente que: apesar de amar muito seu Pai e de tê-lo como um bom exemplo de honestidade e de empenho na vida, por outro lado ele era um péssimo exemplo de marido, ou esposo para sua mãe, fazendo-a sofrer e mesmo assim ela o amava, este mal exemplo gerou filhos ressentidos e que acabaram realizando o mesmo que seu Pai.

Não que homens Santos não nasçam em famílias totalmente desestruturadas, sim, podem e temos muitos exemplos disso, porém o mundo nos mostra que a grande maioria dos bandidos, ladrões e pessoas que não acreditam em Deus nasceram de Famílias que se desintegraram ou não são fieis ao modelo de Família proposto no Sacramento do Matrimônio.

O chamado já foi feito, no dia em que você conheceu aquele ou aquela que ficaria ao seu lado para o resto de sua vida, este chamado foi aceito no dia em que você decidiu formar uma Família ao lado desta pessoa.

Esta Beatificação é a voz da Igreja nos dizendo:

Se você ouviu este chamado e o aceitou se casando com alguém, então:

.

Famílias, este é o Caminho, Siga-o…

.

.




São TOMÁS DE AQUINO.

Isto é apenas uma gota do Oceano de Sabedoria de um dos maiores Santos da Igreja Católica, em que se baseia quase tudo que conhecemos e vivemos hoje em nossos dias.

TOMÁS DE AQUINO:

UM FILÓSOFO ADMIRÁVEL

São Tomás de Aquino

Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho*

Primeiros anos

Tomás de Aquino que foi chamado o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios. Nasceu em março de 1225 no castelo de Roca-Sica, perto da cidade de Aquino, no reino de Nápoles, na Itália. Com apenas cinco anos seu pai, conde de Landulfo d’Aquino, o internou no mosteiro de Monte Cassino. Aí iria ser educado pelos sábios monges beneditinos, ordem religiosa fundada por Bento de Núrsia exatamente naquele local.

Tomás fez com raro brilhantismo os primeiros estudos. Mais tarde freqüentou a Universidade de Nápoles. Conheceu então os frades dominicanos, seguidores de Domingos de Gusmão, fundador da ordem dita dos pregadores. Tinha dezoito anos e resolveu fazer-se dominicano. Seus pais e irmãos ficaram decepcionados, pois Tomás era genial e tinha uma carreira fulgurante pela frente. Não queriam que ele fosse um frade de uma ordem mendicante.

Como a família o importunasse no Convento de Nápoles, Tomás foi transferido para Paris. À força foi de lá retirado e trazido de volta ao castelo paterno. Tudo fizeram para lhe tirar da cabeça a idéia de ser padre. Nada o convencia: nem rogos, nem promessas de uma existência com tudo que uma família rica pode oferecer.

A tentação e a vitória

Seus irmãos imaginaram armar-lhe uma cilada. Foi um plano realmente diabólico. Introduziram no seu quarto uma mulher bonita, charmosa, jovem, mas sem moral.

Pensaram eles que Tomás não resistiria. Entregar-se-ia a ela. Desistiria de sua vocação eclesiástica. A provocação era de baixo nível. Grande a tentação. Ao entrar a moça no quarto, Tomás compreendeu que deveria agir sem demora. O perigo era iminente. Então ele que estava entregue a uma piedosa leitura, imediatamente se levantou. Arrancou um tição da lareira. Com ele na mão, como uma espada de fogo, pôs a mulher em fuga.

A moça gritou e sumiu. Deve ter pensado que estava a lidar com um louco furioso agitando chamas, ameaçando, na aparência, deitar fogo à casa. Tomás, logo que ela saiu foi correndo até à porta, a fechou e a trancou. Num impulso natural esmurrou o tição incandescente na porta e traçou nela com o carvão um grande sinal da cruz. Jogou o que sobrou do carvão no fogo. Sentou-se de novo na sua cadeira e voltou a estudar.

Após dois anos, sua mãe Teodora concordou em libertá-lo. Deixou-se seguir para o convento de Nápoles em 1245. Acompanhado pelo Superior Geral, João o Teotônico, Tomás partiu para Paris. Dali foi para Colônia na Alemanha. Foi discípulo de Santo Alberto Magno com o qual logo se afinou culturalmente. Os estudantes de Colônia eram ávidos de discussões filosóficas. Nelas Tomás tomava parte ativamente.

Grande o proveito que tirou das sábias preleções de filosofia e teologia de Alberto Magno, cujos conhecimentos eram enciclopédicos. Com ele Tomás aprendeu que a verdadeira vida de um ser racional é fazer de sua inteligência uma ascensão contínua até chegar aos mais altos conhecimentos inteligíveis, atingindo a ciência da alma e a ciência de Deus. Ótimo discípulo, Tomás se distinguiu entre os colegas, obtendo fama pelo seu talento indiscutível.

O boi mudo

Tomás fora dos momentos de debates acadêmicos e das conversações atinentes a assuntos sérios, era calado, reservado. Além disto não apreciava perder tempo com conversas inúteis. Por isto um de seus colegas o chamou de “o boi mudo”.

Este companheiro, certo dia, levou a Alberto Magno uns apontamentos de Tomás. Foi nesta ocasião que Alberto proferiu a frase que se tornou célebre, pois era uma profecia que se realizou: “Chamais Tomás de “o boi mudo”, mas vos asseguro que seus mugidos ouvir-se-ão por toda a terra”. De fato, até hoje são inúmeros os seguidores de Tomás de Aquino, chamados tomistas.

Muito provavelmente foi porque deram a ele o apelido de “o boi mudo” que um dia os frades resolveram brincar com Tomás. Este estava, como sempre, andando no claustro, ou seja, no pátio interior do convento, meditando sobre profundos assuntos referentes a Deus.

Alguém o chamou, dizendo: “Vem ver um boi voando”! Tomás, imediatamente, o acompanhou e se pôs a olhar para o alto ao som das gostosas gargalhadas de seus confrades. Estes então lhe perguntaram como, sendo tão inteligente, ele podia pensar que um boi estivesse voando. A resposta de Tomás foi uma lição maravilhosa: “Olhei porque deve ser mais fácil um boi voar do que um frade mentir”. Nunca mais brincaram com ele, respeitando seus instantes de funda reflexão.

Seus famosos escritos

Em 1252 Tomás em Paris ensinava como bacharel. Segundo o método da época, deste modo poderia alcançar o título de mestre e doutor. Escreveu neste período comentários ao livro de Sentenças de Pedro Lombardo, obra composta entre 1150 e 1152. Comentou também o Profeta Isaías e o Evangelho de São Mateus.

Passados quatro anos era doutor e escrevia a Suma contra os Gentios, na qual faz uma exposição da crença cristã para uso dos missionários. São quatro livros dos quais os três primeiros tratam de verdades acessíveis à razão e o quarto livro das verdades de fé propriamente ditas.

Em 1268 iniciou a Suma Teológica, sua principal produção. Consta ela de três partes, subdivididas em questões e artigos. As duas primeiras partes datam dos anos de 1266 a 1272. A terceira, iniciada em 1272, ficou incompleta. Foi complementada pelo companheiro e amigo fiel de Tomás, Reginaldo de Piperno. Esta parte se chama

Suplemento.

Além destes trabalhos citados, Tomás escreveu inúmeras Questões como sobre a Verdade, a Alma, o Mal, a Beatitude e vários Opúsculos Filosóficos sobre assuntos diversos como O Ente a Essência, Sobre as Falácias. Deixou ainda comentários a respeito das obras de Aristóteles e outros escritos filosófico-sociais.

Morte imprevista

Quando Tomás de Aquino tinha cinqüenta e três anos, a 7 de março de 1274, foi surpreendido pela morte no mosteiro cisterciense de Fossanova. Estava a caminho de Lião onde, por ordem do Papa Gregório X, iria participar do Concílio de Lião. Ainda no leito de morte encontrou forças para falar aos monges sobre o livro da Bíblia denominado Cântico dos Cânticos.

Após seu falecimento ele entrou para a História com o título de Doutor Angélico, dada a culminância espiritual que atingiu e a perfeição de sua existência.

Conta-se que certa ocasião, diante de um Crucifixo, Tomás ouviu de Jesus estas palavras: “Bem escrevestes sobre mim, Tomás, que prêmio quereis”? Respondeu ele: “Nada senão a Ti mesmo, Senhor”. Prestes a morrer pronunciou estas palavras, após receber a Eucaristia: “De ti, Senhor, me veio o preço da redenção da minha alma! Todos os meus estudos, vigílias e trabalhos foram por teu amor”.

Conta-se que naquele dia 7 de março de 1274 Alberto Magno que se achava em Colônia, na Alemanha, com lágrimas nos olhos comunicou aos frades: “O irmão Tomás de Aquino, meu filho em Cristo, luz da Igreja, morreu. Deus acaba de me revelar isto”. Teve, portanto, a longa distância a percepção do falecimento de seu discípulo exemplar.

O corpo de Tomás de Aquino repousa na Catedral de Tolosa, na França. Foi declarado Santo pelo Papa João XXII que o canonizou em 1323. Paulo V em 1567 o declarou Doutor da Igreja e Leão XIII o proclamou em 1879 padroeiro de todas as escolas católicas. Venera-se sua memória a 28 de janeiro, dia em que seu corpo foi transladado para Tolosa, em 1369.

Ensinamentos de Tomás de Aquino

Tomás de Aquino acentuou a diferença entre a Filosofia, que estuda todas as coisas pelas últimas causas através da luz da razão, e a Teologia, ciência de Deus à luz da revelação.

Mostrou que o homem é o ponto de convergência de toda a criação e que nele se encerram, de certo modo, todas as coisas.

Ensinou que há uma união substancial entre a alma e o corpo. Isto é o fundamento maior da dignidade da pessoa humana. Esta é um corpo que está enformado por uma alma ou uma alma a enformar um corpo.

Defendeu o livre arbítrio, ou seja, a liberdade da vontade humana para aderir ao bem ou ao mal, donde a responsabilidade moral do homem. Daí a sanção da lei: prêmio para as boas ações e punição para os atos maus.

Para ele a morte determina para sempre a alma humana quer na desordem e na infelicidade, quer na ordem e na felicidade, como está na Bíblia.

O conhecimento, ensinava Tomás, tem a primazia sobre a ação, pois nada pode ser amado se não for conhecido primeiro.

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São Tomás de Aquino vencendo os herejes

Os cinco caminhos

Por cinco vias Tomás prova magistralmente a existência de Deus.

Com notável clareza expôs ele a prova tirada do movimento, partindo do pressuposto de que “tudo o que se move é movido por outro”.

Raciocina então: “se aquilo pelo qual é movido por sua vez se move, é preciso que também ele seja movido por outra coisa e esta por outra. Mas não é possível continuar ao infinito; do contrário, não haveria primeiro motor e nem mesmo os outros motores moveriam como, por exemplo, o bastão não move se não é movido pela mão.

Portanto, é preciso chegar a um primeiro motor que não seja movido por nenhum outro, e por este todos entendem Deus”1.

A segunda via é a da causa primeira universal. Eis o texto de Tomás de Aquino na Suma Teológica: “Constatamos no mundo sensível a existência de causas eficientes. É, entretanto, impossível que uma coisa seja sua própria causa eficiente, porque, se assim fosse, esta coisa existiria antes de existir, o que não tem nenhum sentido.

Ora, não é possível proceder até o infinito na série de causas eficientes, porque, em qualquer série de causas ordenadas, a primeira é causa intermediária e esta é causa da última, quer haja uma ou várias causas intermediárias.

Com efeito, se suprimirdes a causa, fareis desaparecer o efeito: portanto, se não há causa primeira, não haverá nem última, nem intermediária. Ora, se fosse regredir até o infinito dentro da série de causas eficientes, não haveria causa primeira, e, assim, não haveria também nem efeito, nem causas intermediárias, o que é evidentemente falso. Portanto, é preciso, por necessidade, colocar uma causa primeira que todo o mundo chama Deus”2.

Por este texto se percebe a clareza com que Tomás de Aquino expõe o seu raciocínio. Com rara habilidade intelectual ele procura o motivo da existência da causalidade no mundo. Assim se chega infalivelmente a uma causa que produz e não é produzida, ou seja, a causa eficiente primeira que é Deus.

Em terceiro lugar vem a prova da contingência. Em sentido amplo, contingência significa a possibilidade de um objeto qualquer de não ser, de não existir.

É tudo aquilo que pode ser como não ser. É contingente o fato de cada um de nós existirmos. Poderíamos não ter existido. A contingência metafísica significa que contingente é todo ente ao qual a existência não é essencialmente necessária.

Eis como Josef de Vries resume esta prova da existência de Deus proposta por Tomás de Aquino: “a prova cosmológica, baseando-se no nascimento e desaparecimento das coisas, conclui a contingência das mesmas, e partindo da mutabilidade própria também dos elementos constitutivos fundamentais cuja origem não pode ser mostrada experimentalmente, infere sua natureza também contingente, provando dessa maneira que o mundo todo é causado por um Ser Supramundano”3.

Este é o Ser Necessário que existe por sua própria natureza e não pode nunca deixar de existir. As criaturas nascem, crescem e morrem, são possíveis, não necessárias, ou seja, existem, mas não necessariamente. Se em algum tempo não tivesse havido nada de existente, teria sido impossível para qualquer coisa começar a existir, e, deste modo, também neste caso nada existiria o que seria um absurdo. Existe, portanto, um Ser Necessário que é Deus.

A quarta via para provar a existência do Ser Supremo é tirada dos graus dos seres. Na Suma Teológica assim se expressa Tomás de Aquino:

“Verificamos que alguns seres são mais ou menos verdadeiros, mais ou menos bons, etc. ora, diz-se o mais e o menos de coisas diversas segundo a sua aproximação diferente de um máximo. Existe, pois, alguma coisa que é o mais verdadeiro, o melhor, por conseguinte, o mais ser. Ora, o que é o máximo num gênero é a causa de tudo que pertence a este gênero. Existe, portanto, um ser que é para todos os outros causa de ser, de bondade, de perfeição total, e este ser é Deus:”4.

Deus possui o ser de modo absoluto, ao passo que as criaturas têm um grau diverso de ser. Isso significa que tal fato não lhes deriva em virtude de suas respectivas essências, caso em que seriam sumamente perfeitos e não em determinados graus. Ora, se não deriva de suas respectivas essências, isso, é lógico, significa que o receberam de um ser que concede tudo sem receber, que permite a participação sem ser ao mesmo tempo partícipe.

Este ser é a fonte de tudo aquilo que existe de algum modo. Ele é a perfeição infinita, absoluta. É um ser perfeito sob todos os aspectos que se possam imaginar. Nele se realizam com perfeição suprema todas as possibilidades do ser.

O quinto caminho apontado por Tomás de Aquino como prova da existência de Deus é o do finalismo, ou seja, do governo do mundo.

Jolivet resume esta quinta via deste modo: “No conjunto das coisas naturais verificamos uma ordem regular e estável. Ora, toda ordem exige uma causa inteligente, que adapta os meios aos fins e os elementos ao bem do todo. Portanto, a ordem do mundo é obra de uma Inteligência ordenadora, transcendente a todo o universo”5. Esse Ordenador é Deus.

De fato, quando se analisa o que ocorre no mundo se verifica que tudo age e opera como se tendesse a um fim. Não se trata de uma idéia mecanicista do universo, como se Deus interviesse juntando partes como acontece com o relojoeiro para constituir um relógio. Trata-se de se perceber a finalidade inata em algumas coisas, coisas que mostram em si mesmas um princípio de finalidade e total unidade. As exceções que se podem atribuir ao acaso não invalidam este raciocínio.

O que se busca é a causa da regularidade, da ordem e da finalidade visíveis em alguns seres. Esta causa não pode ser identificada com os próprios seres em si. É preciso, pois, remontar a um Ordenador que esteja em condições de dar ser aos seres e, na verdade, daquele modo específico no qual de fato eles operam.

As leis segundo Tomás

Segundo Tomás de Aquino, por ser racional, o homem conhece a lei natural, ou seja, está plenamente capacitado para saber que “se deve fazer o bem e evitar o mal”. Trata-se da participação da lei eterna pelo homem dotado de inteligência. A lei eterna outra coisa não é senão o plano racional de Deus, isto é, a ordem existente no universo todo. Por esta lei dirige tudo para o seu fim específico.

Além desta lei eterna e da lei natural, Tomás fala da lei humana, ou seja, jurídica. São normas feitas pelos homens para impedir que se pratique o mal. É a ordem promulgada por quem tem a responsabilidade pela comunidade.

Seguindo Aristóteles, Tomás de Aquino considera o Estado como uma necessidade natural. É que o homem é um ser social e precisa de orientações para viver em sociedade. Entretanto, Tomás de Aquino deixa claro que as leis humanas não podem contradizer a lei natural.

Aliás, no pensamento dele as normas do direito positivo existem para que os que são propensos aos vícios e neles se obstinam sejam persuadidos, a bem da ordem pública, a evitar tais desvios. Insiste Tomás na função pedagógica das leis humanas e nas sanções que podem e devem incluir. O objetivo é a convivência pacífica entre os homens.

Tomás de Aquino e a Filosofia Grega

Tomás de Aquino repensou Aristóteles, o grande filósofo grego do século V antes de Cristo. Deu diretrizes novas ao pensamento de Platão, outro grande filósofo daquele século. Deus é para Tomás o Criador de tudo, noção não atingida pela filosofia grega. O dualismo inexplicável entre o mundo ideal e o mundo fenomenal, entre Deus e a matéria foi inteiramente superado por Tomás de Aquino.

A ética de Aristóteles é sem obrigação e sem sanção, mas não assim a moral exposta pelo Aquinate.

Na lógica, parte da filosofia que trata da lei do raciocínio correto, Tomás de Aquino expôs e comentou os ensinamentos de Aristóteles, dado que a lógica aristotélica é perfeita. O filósofo grego foi o pioneiro que investigou cientificamente as leis do pensamento e as formulou com exatidão. Kant, filósofo alemão, afirmou que os filósofos posteriores nada acrescentaram ao que Aristóteles ensinou neste aspecto da filosofia6.

Entretanto, a teodicéia de Aristóteles, ou seja, a parte que trata de Deus, é incomparavelmente inferior à de Tomás de Aquino.

Como Aristóteles, porém, Tomás de Aquino na política, acertadamente, ensina que a bondade de um governo, sua eficiência, não dependem de sua forma, mas da honestidade, da competência com que se dedica ao bem comum, ao bem estar dos cidadãos.

Seja monarquia, república ou outra forma qualquer, melhor será, concretamente, a que mais se ajustar às necessidades do povo.

Leão XIII e Tomás de Aquino

Leão XIII que foi considerado o papa dos operários escreveu uma encíclica7, isto é, uma carta circular, solene, sobre a filosofia, em 1879. Neste documento a figura de Tomás de Aquino é objeto de especiais considerações.

Diz o texto que Tomás de Aquino foi quem com maior perfeição uniu a inteligência, a razão, à fé. Fala na excelência e perfeição da doutrina tomista. A confirmação desta importância é atestada pelo valor em si do que ele ensinou, pelos aplausos das Academias e Escolas e até pelos que não são católicos.

Odilon Moura deste modo resumiu o plano da referida encíclica: “Há necessidade de se instaurar uma Filosofia que harmonize a razão com a fé, para implantação da ordem na sociedade (números 1-20); ora, a Filosofia de Tomás é a que melhor atende aos requisitos para a harmonia entre a razão e a fé (números 21-27); logo, deve ser instaurada a Filosofia de Santo Tomás (números 28-37)”8.

Um dos trechos mais expressivos da referida encíclica é este: “Entre todos os doutores escolásticos, brilha como astro fulgurante, e como príncipe e mestre de todos Tomás de Aquino, o qual, como observa o Cardeal Caetano, “por ter venerado profundamente os santos doutores que o precederam, herdou, de certo modo, a inteligência de todos”. O termo escolástica empregado acima significa filosofia ensinada nas escolas medievais do Ocidente Europeu.

Diz ainda Leão XIII: “Tomás reuniu suas doutrinas, como membros dispersos de um mesmo corpo; reuniu-as, classificou-as com admirável ordem, e de tal modo as enriqueceu, que tem sido considerado, com razão, como o próprio defensor e a honra da Igreja”.

Este trecho a seguir retrata admiravelmente quem foi Tomás de Aquino: “De espírito dócil e penetrante, de fácil e segura memória, de perfeita pureza de costumes, levado unicamente pelo amor da verdade, cheio de ciência divina e humana, justamente comparado com o sol, aqueceu a terra com a irradiação de suas virtudes e encheu-a com o resplendor de sua doutrina”.

Sobre seu espírito filosófico Leão XIII atesta: “Não há ponto da filosofia que não tratasse com tanta penetração como solidez. As leis do raciocínio, Deus e as substâncias incorpóreas, o homem e as outras criaturas sensíveis, os atos humanos e seus princípios, são objeto das teses que defende, nas quais nada falta, nem a abundante colheita de investigações nem a harmoniosa coordenação das partes, nem o excelente método de proceder, nem a solidez dos princípios”.

Quem se interessa por obter outras análises de Leão XIII sobre Tomás de Aquino encontra nesta encíclica inúmeras outras considerações que mostram o valor deste filósofo extraordinário.

Tomás de Aquino hoje

Os discípulos, os seguidores de Tomás de Aquino neste final do século XX são incontáveis.

Filósofos talentosos das mais diversas nações encontram em Tomás de Aquino elementos valiosos para suas pesquisas. Sertillanges, Maritain, Gilson, Garrigou-Lagrange, De Finance, Caturelli são alguns entre muitos que manifestam a presença vigorosa do tomismo em nossos dias.

No Brasil Fernando Arruda Câmara, notável filósofo brasileiro, lançou o livro “Tomismo Hoje”, no qual mostra o grande número de tomistas em nossa pátria, entre os quais, se destaquem Maurílio Teixeira Leite Penido, Leonardo Van Acker, Henrique Cláudio de Lima Vaz, Alexandre Correia.

A reelaboração do tomismo efetuada pelos filósofos de nossos dias tem como característica um estudo direto dos textos de Tomás de Aquino. Além disto se nota uma fidelidade absoluta às teses fundamentais estabelecidas por ele. Percebe-se diálogo aberto com as outras correntes filosóficas atuais. Há ainda uma preocupação dos tomistas de hoje de investigar em profundidade a cultura moderna, contemporânea.

Tais discípulos de Tomás de Aquino são chamados neotomistas que tentam responder às profundas perguntas que se colocam ao homem de hoje, cristãos ou não-cristãos. Há sobretudo um apelo à Verdade e ao Amor Criador que precisam penetrar no íntimo da realidade humana.

À cultura moderna e contemporânea influenciada pela técnica e pela ciência, endeusadas erroneamente, o tomismo traz uma contribuição admirável. Leva o ser racional ao encontro de Deus e dos valores perenes, sem os quais é impossível a verdadeira felicidade. Trata-se de libertar o homem da escravidão do materialismo com todas as suas terríveis conseqüências.

Chesterton, pensador inglês afirmou: “Neste momento atual, tão pouco esperançoso, não há homens tão esperançosos como aqueles que consideram agora Santo Tomás como guia em uma centena de perguntas angustiosas respeitante às artes, à propriedade e à ética econômica. Há inegavelmente um tomismo esperançoso e criador em nossa época”9.

É também deste autor esta frase luminosa: “Que o tomismo seja a filosofia do bom senso, o mesmo bom senso o proclama”10. O erro seria considerar o tomista como quem entende Tomás de Aquino de modo estático, medieval. Nada disto. Através de um estudo maduro, de uma reflexão atenta, o tomista procura pinçar o que está latente nos escritos de Tomás de Aquino.

Como observou Dino Staffa: “Nenhuma das maravilhosas conquistas da ciência física são inconciliáveis com a doutrina tomista, senão que a integram e iluminam”11.

Há, de fato, uma perfeita harmonia entre os ensinamentos de Tomás de Aquino e as descobertas científicas de hoje.

Jean Ladrière recentemente declarou: “A atualidade do pensamento de Santo Tomás de Aquino é a presença contínua de uma força inspiradora capaz de assumir, em suas figuras cambiantes, o destino da razão, a consciência que ela tomou de suas conquistas como de seus limites, o pressentimento que ela traz consigo daquilo que lhe pode dar absolutamente seu sentido”12.

Wolfgang Kluxen situou, com rara felicidade, a posição do tomismo ao escrever que este “não é a última palavra da razão e isto segundo seus próprios princípios. Basta, porém, que seja uma palavra real, séria, verdadeira; e, como tal, ele permanecerá sempre atual, contemporâneo a todas as épocas”13.

O reencontro da juventude de hoje com Tomás de Aquino significa libertação e renovação cultural forte. Tomás de Aquino é um convite ao afastamento de tudo que degrada o ser humano. Ele inspira segurança para que se ande nos caminhos do bem e dos verdadeiros valores. Enche de esperança o coração juvenil.

João Paulo II e Tomás de Aquino

Realizou-se em Roma em 1990 o nono Congresso Tomista Internacional. João Paulo II, o atual papa, recebeu em audiência os participantes deste Congresso promovido pela Pontifícia Academia de Santo Tomás. Na oportunidade falando aos tomistas ali reunidos o papa recordou que em 1880 havia chamado Tomás de Aquino de “Doutor da Humanidade”. Tal título era baseado no muito que Tomás de Aquino escreveu dignificando a natureza humana com suas colocações filosóficas e teológicas.

Lembrou o papa os ensinamentos do Aquinate nas obras “Sobre Homem” e “Sobre Deus Criador” nas quais ele ensina que “enquanto o homem é obra das mãos de Deus, traz em si a imagem de Deus e tende, por natureza, a uma semelhança com Deus cada vez mais plena”14.

Depois de outras profundas considerações João Paulo II assim se expressou: “Deve-se, portanto, desejar e favorecer de todos os modos o estudo constante e aprofundado da doutrina filosófica, ética e política que Santo Tomás deixou em herança às escolas católicas e que a Igreja não hesitou em fazer própria, de modo especial no que diz respeito à capacidade, à perfectibilidade, à vocação, à responsabilidade do homem quer na esfera pessoal quer na social…”

Quanto à atualidade da doutrina tomista assim se expressou o papa: “Santo Tomás não podia certamente prever um mundo cultural e religioso tão vasto e complexo e articulado como nós hoje conhecemos. Nem podia, portanto, ditar soluções concretas para a grande quantidade de problemas específicos que nós hoje devemos enfrentar”.

Prossegue, porém, o papa: “Mas dado que seu maior cuidado foi colocar-se e manter-se da parte da verdade universal, objetiva e transcendente […] traçou um método de trabalho missionário que é hoje substancialmente válido também no plano das relações ecumênicas e inter-religiosas, assim como no confronto com todas as culturas antigas e novas”.

Portanto, a doutrina de Tomás de Aquino é apta para a aproximação dos cristãos entre si e para o entendimento das culturas passadas e recentes.

De fato, o amor à verdade que fulgiu, brilhou, em Tomás de Aquino conduz à sociabilidade é à solidariedade, à liberdade que, segundo João Paulo II, firmado no Aquinate, não pode ser real se não está fundamentada nesta verdade. A crise moral do mundo de hoje lembra no seu discurso o papa “depende do enfraquecimento do sentido da verdade nas inteligências e nas consciências, que perderam a referência à fundação última da verdade mesma”.

É aí, precisamente, que se deve ver a importância capital do contacto com a doutrina de Tomás de Aquino.

Tomás de Aquino e Francisco de Assis

Dada a popularidade de Francisco de Assis, melhor se pode ter uma idéia de Tomás de Aquino, fazendo-se uma comparação entre ambos.

Francisco de Assis era magro, de baixa estatura, vibrante, um corisco. Vivia atrás de seus pobres. Era um andarilho de Deus. Caminhava pelas estradas para ajudar os necessitados. Andava modestamente pelas ruas edificando a todos. Tomás de Aquino era corpulento, pesado como um touro. Gordo, vagaroso. Tranqüilo e quieto. Nada sociável, era tímido. Vivia meditando, refletindo.

Francisco de Assis era irrequieto e para muitos um tanto quanto maluco em suas privações. Tomás de Aquino era o homem da pontualidade, da regra, do método.

Francisco de Assis desprezou os estudos e nem queria que seus seguidores freqüentassem as universidades. Tomás de Aquino era o intelectual debruçado sobre os livros e sempre a escrever.

Francisco de Assis era um poeta ambulante, imerso na beleza das flores, do murmúrio dos rios, do cântico dos pássaros. Tomás de Aquino era um poeta-teólogo, acadêmico, compondo hinos litúrgicos profundos.

Francisco de Assis queria persuadir pela simplicidade das ações vistas pelos homens para arrastá-los a Deus. Tomás de Aquino desejava persuadir pelas palavras para levar milhares até o Criador.

Francisco de Assis pode ser comparado com um manso cordeirinho imerso na natureza. Tomás de Aquino, como foi relatado, foi comparado a um boi, cujos mugidos ecoaram pelos séculos afora.

Francisco de Assis era filho de um comerciante da classe média e não estava de acordo com a vida mercantil do pai, pois não amava a agitação do comércio. Seu desapego total às coisas do mundo não se adequava à busca de um lucro material. Tomás de Aquino era de família nobre e poderia ter todo o conforto que o mundo oferece, mas desprezou as glórias mundanas para se entregar inteiramente a seu mundo interior sem o apego a tudo que o luxo pode oferecer.

Ambos por caminhos diferentes e numa ótica diversa optaram pela pobreza evangélica.

Francisco de Assis o homem menos mundano que andou pelo mundo viveu neste mundo como um pobre caminhante. Tomás de Aquino procurava a solidão como alguém que não fosse deste mundo para andar pelos caminhos do espírito nas regiões de profundas questões intelectuais.

Francisco de Assis pode ser chamado o trovador de Deus, mas, por certo, não admitiria o Deus dos trovadores. Tomás de Aquino não reconciliou Cristo com Aristóteles, mas sim reconciliou Aristóteles com Cristo.

Francisco de Assis é o santo da ecologia. Tomás de Aquino é o santo da filosofia.

Francisco de Assis mortificava tanto o seu corpo que mereceu ter em si os estigmas, ou seja, as chagas de Cristo. Tomás de Aquino preferia filosofar sobre o corpo, ensinando que o homem não é um homem sem o corpo, tal como o não é sem a alma.

Francisco de Assis tornou-se um santo eminentemente popular. Tomás de Aquino um santo mais venerado pelos intelectuais.

Quer Francisco de Assis, quer Tomás de Aquino deixam ambos uma mensagem vibrante para este final de milênio: a felicidade não se encontra fora de cada um, mas lá no íntimo do ser racional. Ambos convidam para esta viagem que muitos não gostam de fazer: entrar no âmago da própria consciência. Lá se descobre Deus, para, em seguida, como fizeram os citados personagens, se abrir para o próximo, para a natureza, para as conquistas da inteligência.

Ambos mostram que há caminhos diversos para se atingir o objetivo último do homem nesta busca, nem sempre bem direcionada, da tranqüilidade, da ordem e da paz.

Este reencontro com tão ilustres e sábias figuras por certo move a um repensar frutuoso no sentido daquele auto-controle tão necessário seja a quem for.

Como mostra Francisco de Assis não é preciso se apartar do mundo e das maravilhas que Deus espalhou por toda parte. Cumpre curtir a vida.

Como ensina a vida de Tomás de Aquino não se pode afastar das conquistas do espírito, da inteligência. Tomás, certamente, se vivesse hoje, estaria enfronhado nos progressos humanos. Nas suas reflexões procuraria o sentido, o significado da ciência e da técnica tão avançadas de hoje. Deixou, porém, ele princípios valiosos para que os homens do século atual façam tal análise com pertinência e sabedoria.

Uma aventura divina

A existência de Tomás de Aquino foi, sem dúvida, uma aventura divina.

Quando olhamos para o firmamento à noite, imenso veludo cravado de estrelas, percebemos que umas brilham mais do que outras. Tomás de Aquino no firmamento dos grandes homens é estrela de primeira grandeza. Entre os santos que o cristianismo apresenta, nenhum foi mais sábio.

Ao lado de uma cultura invejável e de uma inteligência admirável Tomás de Aquino deixou o exemplo de uma grande humildade. Honras e dignidades eclesiásticas lhe foram oferecidas, mas ele as recusou. Quis sempre viver na solidão de seu convento onde se refugiava quando não estava a dar aulas ou a pregar.

Tomás de Aquino revela que não basta um saber enciclopédico, mas este deve ser sólido, profundo, alimentado na reflexão contínua.

Na doutrina de Tomás de Aquino encanta não apenas a universalidade dos temas que abordou, dos quais tratou, mas a clareza de sua explanação é também digna de nota.

A obra monumental de Tomás de Aquino foi, sem dúvida, a Suma Teológica, a qual se pode comparar às majestosas catedrais do estilo gótico de seu tempo, elevando-se acima de todos os escritos deste gênero.

Tomás de Aquino ensina como uma vontade determinada, férrea, pode atingir os mais nobres objetivos. A concentração da inteligência nos estudos leva a resultados maravilhosos.

Num mundo no qual tudo arrasta o homem para fora de si mesmo, deixando-o entre as ondas revoltas da angústia e da agitação interior, Tomás de Aquino é um convite vivo a instantes de uma salutar entrega ao silêncio em busca daquela serenidade que felicita e engrandece.

Tudo que foi relatado dizendo respeito ao tomismo, mostra que se trata de um tomismo atual, perdurável e não um tomismo medieval. Isto mostra que há, de fato, em tudo que Tomás de Aquino escreveu uma tendência universalista.

Oferece, realmente, o conjunto de ensinamentos do grande filósofo de Aquino elementos valiosíssimos para pensar o mundo e o momento atual à luz das verdades perenes. Surgem, realmente, novos pensadores que sob a conduta do Doutor Angélico se consagram a estabelecer a ordem segundo a verdade.

É a verdade que sempre salva e liberta o ser racional, hoje, sobretudo necessitando de um senso crítico apurado. A juventude precisa deste amor à verdade para não se deixar levar pelas armadilhas do erro e da mentira.

O tomismo não quer em absoluto retornar à Idade Média. Trata-se, contudo, de salvar e de assimilar todas as riquezas oferecidas por Tomás de Aquino para valorizar tudo que há de positivo nos tempos modernos. É que o tomismo pretende usar da razão para separar o verdadeiro do falso. Pode purificar certas tendências modernas e integrar tudo que a verdadeira conquista do espírito humano conseguiu após Tomás de Aquino. De fato, o tomismo é uma filosofia essencialmente sintética e assimiladora.

O tomismo é uma sabedoria que nasce de um sistema magnificamente arquitetado por Tomás de Aquino, apta, portanto, para orientar as mentes, libertando-se do erro.

No momento em que se nota no mundo de hoje um surto religioso inegável, a presença de Tomás de Aquino é de fundamental importância. Os cristãos, sobretudo, se empenham em viver o que Jesus ensinou e procuram, sem falso moralismo, uma vida longe de lances desonestos que maculam e escravizam. O exemplo magnífico de Tomás de Aquino que, em plena juventude, venceu espetacularmente a tentação sexual, realmente, arrasta e inspira gestos semelhantes.

Com justiça ele foi denominado o Doutor Angélico. Tal elevação de uma existência singular se deveu à sua íntima união com Deus. Hoje grupos juvenis se formam e sem nenhum respeito humano se põem a cantar os louvores divinos e buscam uma perfeição de vida, motivo de fagueiras esperanças. Tudo que Tomás de Aquino realizou ele o consegui indo à fonte suprema do Bem. Neste aspecto há uma sintonia muito grande entre a mentalidade do Aquinate e esta onda religiosa hodierna.

A piedade de Tomás de Aquino era algo viril, pois o conduzia a ações verdadeiramente heróicas. É este o ideal que toma conta de centenas de jovens que não desejam se deixar levar pelas vagas dos vícios, mormente das drogas que matam e rematam tantas vezes a crueldade de espíritos perversos que se enriquecem com as desgraças alheias.

Tomás de Aquino constitui-se deste modo num apelo vibrante a que prossigam todos nesta caminhada vibrante da afirmação pessoal.

Pode-se, portanto, dizer que Tomás de Aquino se torna assim um notável concidadão dos tempos modernos.

Aos males da inteligência ele propõe o remédio do exercício da razão, capaz de desmascarar as insídias das manipulações dos donos do poder.

Aos desastres éticos e morais ele aponta a retidão da vontade firmada na proteção de Deus a levar para longe das servidões dos falsos prazeres.

Ao desânimo que, por vezes, se instaura em tantos corações ele propõe a experiência de Deus, fonte de toda paz e energia interior.

A uma ciência e a uma tecnologia materialistas ele contrapõe o retorno incondicional a Deus, cuja existência ele soube tão bem provar.

A este herói da ordem intelectual se deve acorrer para se buscar nas conquistas do espírito a força capaz de erguer um mundo que se deixou levar pelo endeusamento de falsos ídolos.

Em nossos dias quando a filosofia voltou a ser novamente prestigiada nos currículos até do segundo grau, o reencontro com Tomás de Aquino só poderá resultar numa maior pujança intelectual e cultural.

Por tudo que aqui foi escrito sobre Tomás de Aquino se pode concluir que ele é, de fato, o mais sábio dos santos e o mais santo dos sábios!

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NOTAS

1 Santo Tomás, Suma Teológica I, q.2, a. 3.
2 Idem, ibidem.
3 Joseph de Vries, Deus (Provas da existência de) in: W. Brugger, Dicionário de Filosofia. São Paulo, Herder, 1969, p. 131.
4 Santo Tomás, idem, ibidem.
5 Regis Jolivet, Tratado de Filosofia, vol. III, Metafísica, Rio de Janeiro, Agir, 1972, p. 387.
6 Apud Leonel Franca, Noções de História da Filosofia, Rio de Janeiro, Agir, 1967, p. 55.
7 Leão XIII, Aeterni Patris, Rio de Janeiro, Presença (Tema Atual no 43).
8 Odilão Moura in: Leão XIII, op. cit., p. 14.
9 G.K. Chesterton, S. Tomás de Aquino, Braga, Livraria Cruz, 1957, p. 255.
10    Idem, ibidem, p. 195.
11    Dino Staffa, Vitalidad del Tomismo, Salamanca, Imprensa Calatrava, 1963, p. 27.
12    Jean Ladrière, La situation actuelle de la philosophie et la pensée de Saint Thomas in: Benedetto d’Amore, Tommaso d’Aquino e il Centenario dell’enciclica “Aeterni Patris”, Roma, Società Internazionale Tommaso d’Aquino, 1979, p. 100.
13    Wolfgang Kluxen, L’originalité de Saint Thomas d’Aquin et le problème d’um thomisme contemporain in: Benedetto d’Amore, op.cit., p. 209.
14    João Paulo II in: L’Osservatore Romano, Vaticano, Ano XXI, no 43 (1091) 28.10.1990, p. 9.

* Professor no Seminário de Mariana – MG

BIBLIOGRAFIA

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