Santa Missa Diária – OnLine – SantaCarona.





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Arcebispo pede que os fiéis não batam palmas na missa!


Isto é verdade?

O arcebispo proibiu mesmo que se batesse palmas na Santa Missa?


Vejamos o texto original:


(AsiaNews) O prelado pede aos católicos que se abstenham de “aplausos inapropriados durante a missa”, lembrando que a Eucaristia é “um memorial do Calvário”. Se isso não for cortado o mais rápido possível, declara o bispo Villegas, o aplauso “pode ​​nos roubar o verdadeiro significado da liturgia e adoração cristã” .



E ele pergunta: “Alguém teria aplaudido enquanto Cristo subisse ao Calvário? Será que a Mãe Santíssima ou João, o favorito dela, teriam feito isso?


Claro!

Não existe novidade neste texto, é o mesmo que já foi divulgado anteriormente usando o nome do Papa Bento XVI.

O motivo também se trata do mesmo.

Ele se refere a APLAUSOS DURANTE a Santa Missa ou após apresentações ou pregações, isto porque, “TALVEZ” o povo esteja abusando deste dispositivo e atrapalhando a concentração no objetivo maior que é a Celebração em si, como não conhecemos o verdadeiro motivo LOCAL pelo qual o Arcebispo se motivou a fazer tal advertência, podemos dizer que, na verdade não se trata de “PALMAS” E SIM DE APLAUSOS que são duas coisas bem diferentes, mas os tradicionalistas usam a tradução errada propositalmente como “PALMAS” NO SENTIDO GENÉRICO para que fique subentendido que se trata de qualquer tipo de Palmas e não somente aplausos como o que teria sido a motivação do texto original.


A VERDADE É QUE SE TRATA DE UMA

MENTIRA DESLAVADA.


A Santa Igreja ou a Santa Sé, nem mesmo o Papa Francisco ou nenhum outro Papa anterior emitiu um documento que proibisse ou impedisse que se usasse palmas ou até mesmo aplausos durante uma celebração litúrgica, apenas se instrui que a usem de maneira moderada e em seu devido lugar.

Já que estamos iniciando mais uma quaresma, que fique bem claro que é de comum acordo que durante a quaresma não se usa nenhum tipo de APLAUSO e nem mesmo PALMAS durante uma celebração Litúrgica, porque é um tempo de PENITÊNCIA.

Gostaria de salientar que:  Se os tradicionalistas de plantão que emitem opiniões e ordens papais e as divulgam pela internet com o intuito de abafar o avanço do movimento de Renovação Carismática na Igreja, digo-lhes que estão perdendo o seu tempo.   Porque não são as palmas que motivam o movimento Carismático e sim é o próprio ESPÍRITO SANTO DE DEUS QUE NOS MOVE E QUER UMA RENOVAÇÃO PLENA NA SUA IGREJA antes que venham os dias do fim “Atos, 2,20”. e as palmas são apenas uma mera demonstração de nossa alegria de viver uma vida nova em Cristo.


As opiniões entre o clero se divergem a este respeito, há quem aceite as palmas e há quem as deteste.    Os leigos ficam cada vez mais confusos a este respeito, eu porém digo o seguinte, repetindo as palavras de “GAMALIEL”.

“38. Agora, pois, eu vos aconselho: não vos metais com estes homens. Deixai-os! Se o seu projeto ou a sua obra provém de homens, por si mesma se destruirá; 39. mas se provier de Deus, não podereis desfazê-la. Vós vos arriscaríeis a entrar em luta contra o próprio Deus”. Aceitaram o seu conselho.”  Atos dos Apóstolos, 5, 38-39

Ou ainda usando as palavras de Jesus quando a população de Jerusalém o aclamou na descida do monte das Oliveiras:

“37. Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto. 38. E dizia: “Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!”. 39. Nesse momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: “Mestre, repreende os teus discípulos”. 40. Ele respondeu:

“Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!”.”          São Lucas, 19,37-40

Para evitar discórdias e discussões eu digo a cada um que siga as instruções de seu Bispo Diocesano e o Sacerdote de sua Paróquia e não daqueles que se declaram doutores de Liturgia na internet.   Mesmo que as opiniões sejam diferentes tanto contra ou a favor das palmas e na medida do possível lute sempre para que a verdade prevaleça, já que o demônio usa das artimanhas da MENTIRA e do engano para iludir os fiéis até mesmo nas coisas mais simples e sem importância COMO ESTA QUESTÃO sobre o uso de palmas.

A Igreja não MENTE e faz parte de toda celebração Litúrgica Católica uma profunda meditação sobre os momentos do CALVÁRIO onde ninguém entre os seguidores de Cristo manifestou qualquer tipo de alegria, porém logo após o Rito da consagração se finaliza com a seguinte frase:


Pres.: Eis o mistério da Fé
Todos.: Anunciamos, Senhor a vossa morte
E proclamamos a vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus! Vinde, Senhor Jesus!


PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO:


Eu perguntaria o seguinte:

Qual a diferença que existe entre anunciar e PROCLAMAR?

Por que não PROCLAMAR a MORTE e anunciar a Ressurreição?

Quem dentre os filhos de Deus não estaria alegre com a Ressurreição de Cristo?

Qual destes dois fatos deixa o inimigo mais feliz?

Qual destes dois fatos deixam os Cristão mais alegres?

Quem não bateria PALMAS e APLAUDIRIA a chegada de Jesus como o povo simples de Jerusalém?

Quem não abriria a porta de sua casa para que Jesus entrasse como o pecador Zaqueu fez?

Quem não se alegraria com a notícia de que aquele Jesus que morreu na Cruz e que era a nossa esperança de Salvação na verdade não permaneceu morto mas está vivo ao nosso lado assim como os Discípulos de Emaus?

Jesus Disse:

“20. Em verdade, em verdade vos digo: haveis de lamentar e chorar, mas o mundo se há de alegrar. E haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza se há de transformar em alegria. 21. Quando a mulher está para dar à luz, sofre porque veio a sua hora. Mas, depois que deu à luz a criança, já não se lembra da aflição, por causa da alegria que sente de haver nascido um homem no mundo. 22. Assim também vós: sem dúvida, agora estais tristes, mas hei de ver-vos outra vez, e o vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a vossa alegria.”
São João, 16,20-22 – Bíblia Católica Online

Jesus quer. Sempre quis a nossa alegria, portanto não se deve jamais coibir as manifestações de alegria impondo apenas atitudes de tristeza, uma vez que a condição de morte foi transitória e já passou enquanto que a condição de vida de Jesus é PERMANENTE e todo aquele que sente esta presença de Jesus em seu coração será perfeitamente normal que manifeste esta alegria publicamente, pois esta é a vontade de Deus para todos nós seus filhos amados.

Não se esqueça que os verdadeiros responsáveis pela morte de Jesus não foram os pecadores do mundo e nem os Romanos que o pregaram na cruz e sim os traidores do evangelho como Judas e aqueles que o pagaram por esta traição pregando que assim estariam defendendo a tradição judaica e a verdade Divina quando na verdade defendiam sim as suas posições políticas na sociedade e na hierarquia da religião judaica.

A Bíblia não faz menção a nenhum aplauso ou palmas no CALVÁRIO e nem qualquer outro tipo de manifestação de alegria por parte dos fariseus e nem dos soldados Romanos a não ser insultos e injurias contra Jesus na Cruz, logo é incorreto dizer que os Algozes aplaudiram ou bateram palmas durante a crucificação de Cristo, pois apesar de matarem Jesus por interesse próprio e se beneficiarem com isso não trouxe alegria a ninguém nesta terra, nem mesmo ao pior dos pecadores.

A Morte de Jesus foi um fato transitório que durou apenas 39 horas enquanto a Ressurreição de Jesus é um fato permanente e eterno, seu corpo humano morreu sim naquela cruz, porém não se esqueça que o Verdadeiro filho de Deus “JESUS” que é Deus desde o princípio não morre, não morreu e não morrerá eternamente porque Ele é “DEUS” e Deus é eterno.  Hoje celebramos sim não a derrota de Jesus na cruz morto pelo pecado de todos nós, mas a vitória de Cristo sobre a morte e a sua Ressurreição que nos garante a VIDA eterna junto com Ele para sempre ao lado do Pai.   Este sim é o verdadeiro motivo de nossa CELEBRAÇÃO, já que sem a Ressurreição e sem o Pentecostes não existiria Igreja e nem mesmo Santa Missa nesta terra.


Aqui temos divulgado no Youtube uma opinião genérica e simplificada já que os documentos do Vaticano II abrem margem para a Inculturação local do Rito Litúrgico sem especificar para cada país ou língua o que se pode ou não fazer, já que para isso existe o Episcopado local que é dotado de autoridade na Igreja para definir tais procedimentos.



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Não Temas!



NO MEIO DA TEMPESTADE


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NADA TEMAS


“Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar.* Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: “É um fantasma!” – disseram eles –, soltando gritos de terror. Mas Jesus logo lhes disse: “Tranquilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!”. Pedro tomou a palavra e falou: “Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti!”. Ele disse-lhe: “Vem!”. Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus. Mas, redobrando a violência do vento, TEVE MEDO e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”. No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”. Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou. Então, aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: “Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.”      São Mateus, 14,24a33 – Bíblia Católica Online

Esta passagem Já é bem conhecida por todos nós, mas gostaríamos de evidenciar o motivo pelo qual São Pedro não foi feliz em completar a sua missão de chegar até Jesus, Jesus mesmo o reprova por sua falta de Fé, mas o texto nos evidencia o fato de que ele “TEVE MEDO“, mas teve medo de que?

Teve medo do mar, das ondas e do vento…  Bem sabemos que Pedro era um pescador profissional e sair ao mar era uma coisa que fazia todas as noites, bem sabemos que deve ter enfrentado diversas tempestades sozinho e sempre voltou inteiro para casa, se era o fato de correr o risco de estar caminhando no mar, mesmo que se fosse preciso nadar para voltar ao barco, isto não seria nada difícil de se realizar, no entanto, o que está em cheque não eram as habilidades humanas de Pedro e nem sua capacidade de lidar com situações semelhantes e sim a sua coragem de abdicar de toda sua capacidade e habilidades humanas se jogando inteiramente nas mãos de Jesus, foi neste ponto que Pedro TEVE MEDO, exatamente o ponto onde o seu lado Espiritual desafia seu lado físico a ponto de fazer aquilo que era impossível fisicamente e caminhar por cima de todas as dificuldades como se elas não existissem, assim como Jesus fazia.  Foi neste ponto que a Fé de Pedro vacilou e sua força espiritual cedeu ao poder da força das tribulações matérias que o cercavam o que acaba acontecendo com qualquer um de nós, é exatamente isto que JESUS quis mostrar, pois “Quando tudo nos falhou, foi mesmo a mão de Cristo que nos Resgatou.”



NÃO TEMAS


Foram essas as palavras de Jesus Cristo a Jairo no momento em que ele recebeu a trágica notícia da morte de sua filha. O Senhor sabia que aquela hora era decisiva e que a insegurança ou a dúvida poderiam abrir as portas para que o espírito de medo possuísse a alma daquele homem.

Jesus foi claro: “Não temas. A menina não morreu, mas dorme” (Mc 5.39).    Sabemos que são muitas as vozes que querem ser ouvidas, por isso temos que provar os espíritos para sabermos de onde eles procedem.

O medo é o principal inimigo da por isso temos que aprender um princípio importante de vida vitoriosa. Depois de ouvir o que diz a situação, ouça o que Deus tem a dizer a respeito do assunto. Nada termina até que Ele diga que acabou. O que vai definir a vitória ou o fracasso é o que você vai dizer segundo a sua fé. Em quem, de fato, você acredita: na circunstância ou em Deus?

Diante do que você está vivendo e do que Deus lhe prometeu, qual é a sua confissão. “Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos” (Rm 10.8).

Sabendo que a fé vem pelo ouvir, a quem você tem ouvido? Com quem você tem concordado? Com a situação, o diabo, o mundo, os incrédulos ou com Deus? Faça da sua confissão de fé uma oportunidade para Deus operar milagres em sua vida.


Crê somente!



OUTRAS INDICAÇÕES SEMELHANTES



O verdadeiro amor – Padre Fábio Melo.


Antes de permitir que alguém entre na sua vida, tire sua máscara e sua maquiagem, para que ele ou ela veja bem quem você é, para que não venha a amar uma ilusão ou uma expectativa…

Eu só quero entrar na sua vida, se for para lhe ajudar a ser melhor do que você é.


Texto retirado da mensagem de Padre Fábio de Melo;





Quem ama de verdade nunca aponta o passado, aponta sempre o futuro.


Na vida não tem nada mais cansativo do que ser aquilo que você não é. É muito bom ser olhado nos olhos por alguém que nos permita ser somente aquilo que estamos conseguindo ser naquela hora. Alguém que nos acolha do jeito que a gente é ou do jeito que a gente está. Por isso eu creio que o verdadeiro amor chega na nossa vida, não no dia que o outro diz que nos ama. O verdadeiro amor chega na nossa vida no dia que o outro sem dizer uma palavra, nos olha nos olhos e nos convence que nos ama, sem precisar dizer, sem precisar usar o recurso da palavra, nos olha nos olhos e nos deixa a vontade. Porque quem ama verdadeiramente, nos deixa a vontade para sermos aquilo que somos, não fica exigindo aquilo que não podemos, sabe por quê? O outro não ama as expectativas mas ama a realidade. Quem ama a expectativa corre o risco de nunca amar ninguém, agora quem descobre que o amor e a fraternidade, consiste em você acolher aquele que tem qualidades e defeitos, ai vira realidade. Eu sou amada não é quando mostro apenas minhas qualidades, eu me sinto amada é no dia em que o outro me descobre no meu maior defeito e mesmo assim me olha, sorri e diz:

“Eu te amo mesmo assim!”

Como é que eu deixei sua vida no momento que passei por ela? Como é que você deixou a vida daquele outro no momento que você passou pela vida dele? Você deixou alguma coisa que vale a pena, ou você deixou apenas marca e destruição?

É por isso que devemos ser na medida certa, que tenhamos essa responsabilidade. Olha, se for para eu entrar na sua vida, eu só quero te fazer o bem, porque gente que lhe faz o mal você já está cheio, eu acredito.



Por isso quando for encontrar um namorado, antes de permitir que ele entre na sua vida, tire sua maquiagem, para ele ver bem quem você é, para ele não amar uma ilusão mas para ele amar uma mulher de verdade. É assim que nos sentimos amado na vida, no momento que a gente pode se mostrar de fato, no momento que podemos se mostrar de verdade. Eu sou só isso, e aí o outro olha para você e diz: “Eu não consigo ser nem metade do que sou longe de você!”

Aí a gente começa a ficar bem, e não é só namoro não, relacionamento de amizade também. Se for para ser seu amigo, eu só quero ser se for para tornar melhor o que você é, se não eu não faço falta. Se não eu não faço a menor diferença, eu quero entrar na sua vida se for para lhe ajudar a ser melhor do que você é, se não posso ficar de fora dessa história, posso ficar absolutamente dispensável. Agora se eu puder trazer um dedinho de diferença na sua história, eu gostaria, se você me permitir.

É isso que faz diferença, gente que nos dê sempre uma segunda oportunidade. Porque a gente ser amado no momento que a gente merece ser amado é fácil. Quando fazemos tudo certinho , o outro nos olha e sorri. E agora quando fazemos tudo errado? É aí que você descobre se o outro te ama ou não. Porque na vida só temos o direito de dizer eu amo você depois de termos dito infinitas vezes eu perdôo você.

Se não tem perdão nunca existiu amor. Por isso que esses namorinhos que acabam na primeira vez que você pisou na bola, nunca te amou. Se não é capaz de perdoar o seu erro, se não é capaz de olhar nos seus olhos e recomeçar, nunca te amou. Porque na vida, o ser humano é assim, cheio de defeitos e falhas, ninguém é perfeito e amar consiste em encontrar essas imperfeições e descobrir que somos o casal perfeito de tão imperfeito que somos quando juntos, nós juntamos nossas forças e imperfeições. Eu te dou minhas qualidades, você me da as suas e vamos costurando nossos defeitos juntos, vamos nos tornando melhor. Sozinho eu não consigo ser nem metade do que sou quando estou do seu lado porque você me ajuda a esquecer os defeitos que tenho. Agora tem outros que você precisa dizer: olha quando você está do meu lado fico muito pior porque você me lembra todos os defeitos que tenho toda hora.

Jesus olha nos olho e só vê o que temos de bom. Ele nos olha nos olhos e diz: se quiser pode ser diferente.

Porque quem ama de verdade nunca aponta o passado , aponta sempre o futuro. Se há tantos que ficam sentados dizendo: olha o que você fez, olha o que você deixou de fazer, há muitos que nos dizem: não preciso olhar o que você fez ou o que você deixou de fazer, olho apenas aquilo que ainda pode ser feito, é isso que faz a diferença na nossa vida.

É por isso que na vida podemos nos ajudar e o amor cristão passa pelo amor humano o tempo todo porque há muitas pessoas que precisam disso. Se eu pudesse deixar em você, qualquer coisa, mínima que fosse, que pudesse lhe dar a sensação melhor do que estava,eu ficaria feliz, porque isso é bom e é a coisa mais importante do mundo.


Autor: Padre Fabio Melo





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O Amor na Família.


A alegria do amor sincero e verdadeiro


Celebramos o segundo aniversário da Amoris Laetitia destacando trechos da Exortação Apostólica que servem para refletir e reagir ao desafio alegre da virtude mais importante.


Opus Dei - A alegria do amor sincero e verdadeiro


No dia 19 de março, se completou dois anos da publicação da Exortação Apostólica Amoris Laetitia do Papa Francisco. Os seus 325 pontos são uma profunda homenagem ao amor humano, em perfeita sintonia com o Amor de Deus. Todo o texto magisterial é uma joia que revitaliza o amor sincero e verdadeiro que serve para refletir sobre a virtude mais importante: a caridade.

Queremos lhe oferecer um resumo, na forma de pontos breves, de textos destacados da Exortação Apostólica. Não se trata de uma seleção dos mais importantes, porque importante é o documento completo. É uma apresentação didática ordenada por temas (Amor, Matrimônio, Filhos, Família, Deus, Igreja e família; e Família e sociedade) que pode servir para difundir o conteúdo do documento papal que golpeia o coração dos homens, o coração das famílias e o coração da sociedade.

O ideal é que este aperitivo extenso de citações abra o interesse em rever, repensar, meditar, ou ler pela primeira vez a Amoris Laetitia.




Amor

● No horizonte do amor, essencial na experiência cristã do matrimónio e da família, destaca-se ainda outra virtude, um pouco ignorada nestes tempos de relações frenéticas e superficiais: a ternura.

● O amor vivido nas famílias é uma força permanente para a vida da Igreja.

● O amor possui sempre um sentido de profunda compaixão, que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, mesmo quando age de modo diferente do que eu desejaria.

● O amor leva-nos a uma apreciação sincera de cada ser humano, reconhecendo o seu direito à felicidade. Amo aquela pessoa, vejo-a com o olhar de Deus Pai, que nos dá tudo «para nosso usufruto».

● Quem ama, não só evita falar muito de si mesmo, mas, porque está centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro.

● Amar é também tornar-se amável.

● O amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato. Os seus modos, as suas palavras, os seus gestos são agradáveis; não são ríspidos, nem rígidos. Detesta fazer sofrer os outros.

● O amor amável gera vínculos, cultiva laços, cria novas redes de integração, constrói um tecido social firme.

● A pessoa que ama é capaz de dizer palavras de incentivo, que reconfortam, fortalecem, consolam, estimulam.

● Quando uma pessoa que ama pode fazer algo de bom pelo outro, ou quando vê que a vida está a correr bem ao outro, vive isso com alegria e, assim, dá glória a Deus, porque «Deus ama quem dá com alegria».

● Ama-me como é e como pode, com os seus limites, mas o facto de o seu amor ser imperfeito não significa que seja falso ou que não seja real. É real, mas limitado e terreno.

● O amor confia, deixa em liberdade, renuncia a controlar tudo, a possuir, a dominar. Esta liberdade, que possibilita espaços de autonomia, abertura ao mundo e novas experiências, consente que a relação se enriqueça e não se transforme numa endogamia sem horizontes.

● O amor não se deixa dominar pelo ressentimento, o desprezo das pessoas, o desejo de se lamentar ou vingar de alguma coisa. O ideal cristão, nomeadamente na família, é amor que apesar de tudo não desiste.

● Depois do amor que nos une a Deus, o amor conjugal é a «amizade maior».

● Sejamos sinceros na leitura dos sinais da realidade: quem está enamorado não projeta que essa relação possa ser apenas por um certo tempo.

● Um amor frágil ou doente, incapaz de aceitar o matrimônio como um desafio que exige lutar, renascer, reinventar-se e recomeçar sempre de novo até à morte, não pode sustentar um nível alto de compromisso. Cede à cultura do provisório, que impede um processo constante de crescimento.

● No matrimônio, convém cuidar a alegria do amor. Quando a busca do prazer é obsessiva, encerra-nos numa coisa só e não permite encontrar outros tipos de satisfações. Pelo contrário, a alegria expande a capacidade de desfrutar e permite-nos encontrar prazer em realidades variadas, mesmo nas fases da vida em que o prazer se apaga.

● Na sociedade de consumo, o sentido estético empobrece-se e, assim, se apaga a alegria. Tudo se destina a ser comprado, possuído ou consumido, incluindo as pessoas. Ao contrário, a ternura é uma manifestação desse amor que se liberta do desejo da posse egoísta. Leva-nos a vibrar à vista duma pessoa, com imenso respeito e um certo receio de lhe causar dano ou tirar a sua liberdade.

● O amor pelo outro implica este gosto de contemplar e apreciar o que é belo e sagrado do seu ser pessoal, que existe para além das minhas necessidades.

● A experiência estética do amor exprime-se naquele olhar que contempla o outro como fim em si mesmo, ainda que esteja doente, velho ou privado de atrativos sensíveis.

● Este sim significa dizer ao outro que poderá sempre confiar, não será abandonado, se perder atrativos, se tiver dificuldades ou se se apresentarem novas possibilidades de prazer ou de interesses egoístas.

● Os gestos que exprimem este amor devem ser constantemente cultivados, sem mesquinhez, cheios de palavras generosas. Na família, «é necessário usar três palavras: com licença, obrigado, desculpa. Três palavras-chave».

● As palavras adequadas, ditas no momento certo, protegem e alimentam o amor dia após dia.

● Não fazem bem certas fantasias sobre um amor idílico e perfeito, privando-o assim de todo o estímulo para crescer. Uma ideia celestial do amor terreno esquece que o melhor ainda não foi alcançado, o vinho melhorado com o tempo.

● O amor supera as piores barreiras.

● A virgindade e o matrimônio são – e devem ser – modalidades diferentes de amar, porque «o homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor».

● O celibato corre o risco de ser uma cômoda solidão, que dá liberdade para se mover autonomamente, mudar de local, tarefa e opção, dispor do seu próprio dinheiro, conviver com as mais variadas pessoas segundo a atração do momento. Neste caso, sobressai o testemunho das pessoas casadas. Aqueles que foram chamados à virgindade podem encontrar, nalguns casais de esposos, um sinal claro da fidelidade generosa e indestrutível de Deus à sua Aliança, que pode estimular os seus corações a uma disponibilidade mais concreta e oblativa.

● O alongamento da vida provocou algo que não era comum noutros tempos: a relação íntima e a mútua pertença devem ser mantidas durante quatro, cinco ou seis décadas, e isto gera a necessidade de renovar repetidas vezes a escolha recíproca.

● Não é possível prometer que teremos os mesmos sentimentos durante a vida inteira; mas podemos ter um projeto comum estável, comprometermo-nos a amar-nos e a viver unidos até que a morte nos separe, e viver sempre uma intimidade rica.

● O amor que nos prometemos, supera toda a emoção, sentimento ou estado de ânimo, embora possa incluí-los. É um amar-se bem mais profundo, com uma decisão do coração que envolve toda a existência.

● Na história dum casal, a aparência física muda, mas isso não é motivo para que a atração amorosa diminua. Um cônjuge enamora-se pela pessoa inteira do outro, com uma identidade própria e não apenas pelo corpo, embora esse corpo, independentemente do desgaste do tempo, nunca deixe de expressar, de alguma forma, aquela identidade pessoal que cativou o coração.

● Quando os outros já não podem reconhecer a beleza desta identidade, o cônjuge enamorado continua a ser capaz de a individualizar com o instinto do amor, e o carinho não desaparece.

● O amor dá sempre vida. Por isso, o amor conjugal «não se esgota no interior do próprio casal (…). Os cônjuges, enquanto se doam entre si, doam para além de si mesmos a realidade do filho, reflexo vivo do seu amor, sinal permanente da unidade conjugal e síntese viva e indissociável do ser pai e mãe».

● O amor precisa de tempo disponível e gratuito, colocando outras coisas em segundo lugar. Faz falta tempo para dialogar, abraçar-se sem pressa, partilhar projetos, escutar-se, olhar-se nos olhos, apreciar-se, fortalecer a relação.

● Cada crise esconde uma boa notícia, que é preciso saber escutar, afinando os ouvidos do coração.

● Às vezes ama-se com um amor egocêntrico próprio da criança, fixado numa etapa onde a realidade é distorcida e se vive o capricho de que tudo deva girar à volta do próprio eu. É um amor insaciável, que grita e chora quando não obtém aquilo que deseja.

● O amor possui uma intuição que lhe permite escutar sem sons e ver no invisível.



Matrimónio

● Como cristãos, não podemos renunciar a propor o matrimónio, para não contradizer a sensibilidade atual, para estar na moda, ou por sentimentos de inferioridade face ao descalabro moral e humano; estaríamos a privar o mundo dos valores que podemos e devemos oferecer. […] Ao mesmo tempo, devemos ser humildes e realistas, para reconhecer que, às vezes, a nossa maneira de apresentar as convicções cristãs e a forma como tratamos as pessoas ajudaram a provocar aquilo de que hoje nos lamentamos, pelo que nos convém uma salutar reação de autocrítica.

● Precisamos de encontrar as palavras, as motivações e os testemunhos que nos ajudem a tocar as cordas mais íntimas dos jovens, onde são mais capazes de generosidade, de compromisso, de amor e, até mesmo, de heroísmo, para os convidar a aceitar, com entusiasmo e coragem, o desafio de matrimônio.

● O nosso ensinamento sobre o matrimônio e a família não pode deixar de se inspirar e transfigurar à luz deste anúncio de amor e ternura, se não quiser tornar-se mera defesa duma doutrina fria e sem vida.

● O sacramento do matrimônio não é uma convenção social, um rito vazio ou o mero sinal externo dum compromisso. O sacramento é um dom para a santificação e a salvação dos esposos, porque «a sua pertença recíproca é a representação real, através do sinal sacramental, da mesma relação de Cristo com a Igreja. Os esposos são, portanto, para a Igreja a lembrança permanente daquilo que aconteceu na cruz; são um para o outro, e para os filhos, testemunhas da salvação, da qual o sacramento os faz participar».

● A união sexual, vivida de modo humano e santificada pelo sacramento é, por sua vez, caminho de crescimento na vida da graça para os esposos.

● Os esposos, que se amam e se pertencem, falam bem um do outro, procuram mostrar mais o lado bom do cônjuge do que as suas fraquezas e erros. Em todo o caso, guardam silêncio para não danificar a sua imagem. Mas não é apenas um gesto externo, brota duma atitude interior.

● A alegria matrimonial, que se pode viver mesmo no meio do sofrimento, implica aceitar que o matrimônio é uma combinação necessária de alegrias e fadigas, de tensões e repouso, de sofrimentos e libertações, de satisfações e procuras, de aborrecimentos e prazeres, sempre no caminho da amizade que impele os esposos a cuidarem um do outro.

● Depois de ter sofrido e lutado unidos, os cônjuges podem experimentar que valeu a pena, porque conseguiram algo de bom, aprenderam alguma coisa juntos ou podem apreciar melhor o que têm. Poucas alegrias humanas são tão profundas e festivas como quando duas pessoas que se amam conquistaram, conjuntamente, algo que lhes custou um grande esforço compartilhado.

● É verdade que o amor é muito mais do que um consentimento externo ou uma forma de contrato matrimonial, mas é igualmente certo que a decisão de dar ao matrimônio uma configuração visível na sociedade com certos compromissos manifesta a sua relevância: mostra a seriedade da identificação com o outro, indica uma superação do individualismo de adolescente e expressa a firme opção de se pertencerem um ao outro.

● Casar-se é uma maneira de exprimir que realmente se abandonou o ninho materno, para tecer outros laços fortes e assumir uma nova responsabilidade perante outra pessoa. Isto vale muito mais do que uma mera associação espontânea para mútua compensação, que seria a privatização do matrimônio.

● O matrimônio como instituição social, é proteção e instrumento para o compromisso mútuo, para o amadurecimento do amor, para que a opção pelo outro cresça em solidez, concretização e profundidade, e possa, por sua vez, cumprir a sua missão na sociedade. Por isso, o matrimônio supera qualquer moda passageira e persiste. A sua essência está radicada na própria natureza da pessoa humana e do seu caráter social.

● O amor matrimonial não se estimula falando, antes de mais nada, da indissolubilidade como uma obrigação, nem repetindo uma doutrina, mas robustecendo-o por meio dum crescimento constante sob o impulso da graça. O amor que não cresce, começa a correr perigo; e só podemos crescer correspondendo à graça divina com mais atos de amor, com atos de carinho mais frequentes, mais intensos, mais generosos, mais ternos, mais alegres.

● O diálogo é uma modalidade privilegiada e indispensável para viver, exprimir e amadurecer o amor na vida matrimonial e familiar. Mas requer uma longa e diligente aprendizagem.

● A unidade, a que temos de aspirar, não é uniformidade, mas uma «unidade na diversidade» ou uma «diversidade reconciliada». Neste estilo enriquecedor de comunhão fraterna, seres diferentes encontram-se, respeitam-se e apreciam-se, mas mantendo distintos matizes e acentos que enriquecem o bem comum.

● É importante a capacidade de expressar aquilo que se sente, sem ferir; utilizar uma linguagem e um modo de falar que possam ser mais facilmente aceites ou tolerados pelo outro, embora o conteúdo seja exigente; expor as próprias críticas, mas sem descarregar a ira como uma forma de vingança, e evitar uma linguagem moralizante que procure apenas agredir, ironizar, culpabilizar, ferir. Há tantas discussões no casal que não são por questões muito graves; às vezes trata-se de pequenas coisas, pouco relevantes, mas o que altera os ânimos é o modo de as dizer ou a atitude que se assume no diálogo.

● Para que o diálogo valha a pena, é preciso ter algo para se dizer; e isto requer uma riqueza interior que se alimenta com a leitura, a reflexão pessoal, a oração e a abertura à sociedade. Caso contrário, a conversa torna-se aborrecida e inconsistente. Quando cada um dos cônjuges não cultiva o próprio espírito e não há uma variedade de relações com outras pessoas, a vida familiar torna-se endogâmica e o diálogo fica empobrecido.

● O amor matrimonial leva a procurar que toda a vida emotiva se torne um bem para a família e esteja ao serviço da vida em comum.

● A sexualidade não é um recurso para compensar ou entreter, mas trata-se de uma linguagem interpessoal onde o outro é tomado a sério, com o seu valor sagrado e inviolável.

● O ideal do matrimônio não pode configurar-se apenas como uma doação generosa e sacrificada, onde cada um renuncia a qualquer necessidade pessoal e se preocupa apenas por fazer o bem ao outro, sem satisfação alguma. Lembremo-nos de que um amor verdadeiro também sabe receber do outro, é capaz de se aceitar como vulnerável e necessitado, não renuncia a receber, com gratidão sincera e feliz, as expressões corporais do amor na carícia, no abraço, no beijo e na união sexual.

● Quando o amor se converte em mera atração ou a uma vaga afetividade, isto faz com que os cônjuges sofram duma extraordinária fragilidade quando a afetividade entra em crise ou a atração física diminui.

● Quando o olhar sobre o cônjuge é constantemente crítico, isso indica que o matrimônio não foi assumido também como um projeto a construir juntos, com paciência, compreensão, tolerância e generosidade. Isto faz com que o amor seja substituído, pouco a pouco, por um olhar inquisidor e implacável, pelo controle dos méritos e direitos de cada um, pelas reclamações, a competição e a autodefesa.

● Lembro-me dum refrão que dizia que a água estagnada se corrompe, se estraga. O mesmo acontece com a vida do amor nos primeiros anos do matrimônio quando fica estagnada, deixa de se mover, perde aquela inquietação sadia que a faz avançar.

● Uma das causas que leva a ruturas matrimoniais é ter expetativas demasiado altas sobre a vida conjugal. Quando se descobre a realidade mais limitada e problemática do que se sonhara, a solução não é pensar imediata e irresponsavelmente na separação, mas assumir o matrimônio como um caminho de amadurecimento, onde cada um dos cônjuges é um instrumento de Deus para fazer crescer o outro.

● Cada crise implica uma aprendizagem, que permite incrementar a intensidade da vida comum ou, pelo menos, encontrar um novo sentido para a experiência matrimonial. É preciso não se resignar de modo algum a uma curva descendente, a uma inevitável deterioração, a uma mediocridade que se tem de suportar. Pelo contrário, quando se assume o matrimônio como uma tarefa que implica também superar obstáculos, cada crise é sentida como uma ocasião para chegar a beber, juntos, o vinho melhor.

● Numa crise não assumida, o que mais se prejudica é a comunicação. Assim, pouco a pouco, aquela que era «a pessoa que amo» passa a ser «quem me acompanha sempre na vida», a seguir, apenas «o pai ou a mãe dos meus filhos», e por fim um estranho.

● Nestes momentos, é necessário criar espaços para comunicar de coração a coração. O problema é que se torna ainda mais difícil comunicar num momento de crise, se nunca se aprendeu a fazê-lo. É uma verdadeira arte que se aprende em tempos calmos, para se pôr em prática nos tempos difíceis.

● Tornou-se frequente que, quando um cônjuge sente que não recebe o que deseja, ou não se realiza o que sonhava, isso lhe pareça ser suficiente para pôr termo ao matrimônio. Mas, assim, não haverá matrimônio que dure.

● Tem de se acolher e valorizar sobretudo a angústia daqueles que sofreram injustamente a separação, o divórcio ou o abandono, ou então foram obrigados, pelos maus-tratos do cônjuge, a romper a convivência. Não é fácil o perdão pela injustiça sofrida, mas constitui um caminho que a graça torna possível.

● Peço aos pais separados: «Nunca, nunca e nunca tomeis o filho como refém! Separastes-vos devido a muitas dificuldades e motivos, a vida deu-vos essa provação, mas os filhos não devem carregar o fardo dessa separação; que eles não sejam usados como reféns contra o outro cônjuge, mas cresçam ouvindo a mãe falar bem do pai, embora já não estejam juntos, e o pai falar bem da mãe».



Filhos

● O Evangelho lembra-nos também que os filhos não são uma propriedade da família, mas espera-os o seu caminho pessoal de vida.

● A Igreja é chamada a colaborar, com uma ação pastoral adequada, para que os próprios pais possam cumprir a sua missão educativa; e sempre o deve fazer, ajudando-os a valorizar a sua função específica e a reconhecer que aqueles que recebem o sacramento do matrimônio são transformados em verdadeiros ministros educativos, pois, quando formam os seus filhos, edificam a Igreja.

● Os filhos não querem só que os seus pais se amem, mas também que sejam fiéis e permaneçam sempre juntos.

● A adoção é um caminho para realizar a maternidade e a paternidade de uma forma muito generosa, e desejo encorajar aqueles que não podem ter filhos a alargar e abrir o seu amor conjugal para receber quem está privado de um ambiente familiar adequado.

● Crescer entre irmãos proporciona a bela experiência de cuidarem uns dos outros, de ajudar e ser ajudado.

● É inevitável que cada filho nos surpreenda com os projetos que brotam dessa liberdade, que quebre os nossos esquemas; e é bom que isso aconteça. A educação envolve a tarefa de promover liberdades responsáveis que, nas encruzilhadas, saibam optar com sensatez e inteligência; pessoas que compreendam, sem reservas, que a sua vida e a vida da sua comunidade estão nas suas mãos e que esta liberdade é um dom imenso.

● Quando um filho deixa de sentir que é precioso para os seus pais, embora imperfeito, ou deixa de notar que nutrem uma sincera preocupação por ele, isto cria feridas profundas que causam muitas dificuldades no seu amadurecimento. Esta ausência, este abandono afetivo provoca um sofrimento mais profundo do que a eventual correção recebida por uma má ação.

● A correção é um estímulo quando, ao mesmo tempo, se apreciam e reconhecem os esforços e quando o filho descobre que os seus pais conservam viva uma paciente confiança. Uma criança corrigida com amor sente-se tida em consideração, percebe que é alguém, dá-se conta de que os pais reconhecem as suas potencialidades.

● Um testemunho de que os filhos precisam da parte dos pais, é que estes não se deixem levar pela ira.

● A família é a primeira escola dos valores humanos, onde se aprende o bom uso da liberdade.

● Quando as crianças ou os adolescentes não são educados para aceitar que algumas coisas devem esperar, tornam-se prepotentes, submetem tudo à satisfação das suas necessidades imediatas e crescem com o vício do «tudo e depressa». Este é um grande engano que não favorece a liberdade; antes a intoxica.

● A família é o âmbito da socialização primária, porque é o primeiro lugar onde se aprende a relacionar-se com o outro, a escutar, partilhar, suportar, respeitar, ajudar, conviver.

● É difícil pensar na educação sexual num tempo em que se tende a banalizar e empobrecer a sexualidade. Só se poderia entender no contexto duma educação para o amor, para a doação mútua; assim, a linguagem da sexualidade não acabaria tristemente empobrecida, mas esclarecida.

● Tem um valor imenso uma educação sexual que cuide um são pudor, embora hoje alguns considerem que é questão doutros tempos. É uma defesa natural da pessoa que resguarda a sua interioridade e evita ser transformada em mero objeto. Sem o pudor, podemos reduzir o afeto e a sexualidade a obsessões que nos concentram apenas nos órgãos genitais, em morbosidades que deformam a nossa capacidade de amar e em várias formas de violência sexual que nos levam a ser tratados de forma desumana ou a prejudicar os outros.

● A família deve continuar a ser lugar onde se ensina a perceber as razões e a beleza da fé, a rezar e a servir o próximo.

● A educação na fé sabe adaptar-se a cada filho, porque os recursos aprendidos ou as receitas às vezes não funcionam.

● É fundamental que os filhos vejam, de maneira concreta que, para os seus pais, a oração é realmente importante.

● Quero exprimir a minha gratidão de forma especial a todas as mães que rezam incessantemente, como fazia Santa Monica, pelos filhos que se afastaram de Cristo.

● O exercício de transmitir aos filhos a fé, no sentido de facilitar a sua expressão e crescimento, permite que a família se torne evangelizadora e, espontaneamente, comece a transmiti-la a todos os que se aproximam dela e mesmo fora do próprio ambiente familiar.



Família

● Uma família e uma casa são duas realidades que se reclamam mutuamente. Este exemplo mostra que devemos insistir nos direitos da família, e não apenas nos direitos individuais. A família é um bem de que a sociedade não pode prescindir, mas precisa de ser protegida.

● Ninguém pode pensar que o enfraquecimento da família como sociedade natural fundada no matrimónio seja algo que beneficia a sociedade. Antes pelo contrário, prejudica o amadurecimento das pessoas, a cultura dos valores comunitários e o desenvolvimento ético das cidades e das aldeias.

● Muitos homens têm consciência da importância do seu papel na família e vivem-no com as qualidades peculiares da índole masculina. A ausência do pai penaliza gravemente a vida familiar, a educação dos filhos e a sua integração na sociedade. Tal ausência pode ser física, afetiva, cognitiva e espiritual. Esta carência priva os filhos dum modelo adequado do comportamento paterno.

● Ter paciência não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos. O problema surge quando exigimos que as relações sejam idílicas, ou que as pessoas sejam perfeitas, ou quando nos colocamos no centro esperando que se cumpra unicamente a nossa vontade. Então tudo nos impacienta, tudo nos leva a reagir com agressividade. Se não cultivarmos a paciência, sempre encontraremos desculpas para responder com ira, acabando por nos tornarmos pessoas que não sabem conviver, antissociais incapazes de dominar os impulsos e a família tornar-se-á num campo de batalha.

● Na vida familiar, não pode reinar a lógica do domínio de uns sobre os outros, nem a competição para ver quem é mais inteligente ou poderoso, porque esta lógica acaba com o amor.

● Quando estivermos ofendidos ou desiludidos, é possível e desejável o perdão; mas ninguém diz que seja fácil. A verdade é que «a comunhão familiar só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, de facto, de todos e de cada um, uma pronta e generosa disponibilidade para a compreensão, a tolerância, o perdão, a reconciliação. Nenhuma família ignora como o egoísmo, o desacordo, as tensões, os conflitos agridem, de forma violenta e, às vezes mortal, a comunhão».

● Para se poder perdoar, precisamos de passar pela experiência libertadora de nos compreendermos e perdoarmos a nós mesmos. Quantas vezes os nossos erros ou o olhar crítico das pessoas que amamos nos fizeram perder o amor a nós próprios; isto acaba por nos levar a acautelarmo-nos dos outros, esquivando-nos do seu afeto, enchendo-nos de suspeitas nas relações interpessoais.

● Alguém que sabe que sempre suspeitam dele, julgam-no sem compaixão e não o amam incondicionalmente, preferirá guardar os seus segredos, esconder as suas quedas e fraquezas, fingir o que não é. Concluindo, uma família, onde reina uma confiança sólida, carinhosa e, suceda o que suceder, sempre se volta a confiar, permite o florescimento da verdadeira identidade dos seus membros, fazendo com que se rejeite espontaneamente o engano, a falsidade e a mentira.

● Não é possível uma família sem o sonho. Numa família, quando se perde a capacidade de sonhar, os filhos não crescem, o amor não cresce; a vida debilita-se e apaga-se.

● O pequeno núcleo familiar não deveria isolar-se da família alargada, onde estão os pais, os tios, os primos e até os vizinhos. Nesta família ampla, pode haver pessoas necessitadas de ajuda ou, pelo menos, de companhia e de gestos de carinho, ou pode haver grandes sofrimentos que precisam de conforto.

● É bom quebrar a rotina com a festa, não perder a capacidade de celebrar em família, alegrar-se e festejar as experiências belas. É preciso compartilhar a surpresa pelos dons de Deus e alimentar, juntos, o entusiasmo pela vida. Quando se sabe celebrar, esta capacidade renova a energia do amor, liberta-o da monotonia e enche de cor e esperança os hábitos diários.

● A história de uma família está marcada por crises de todo o gênero, que são parte também da sua dramática beleza. É preciso ajudar a descobrir que uma crise superada não leva a uma relação menos intensa, mas a melhorar, sedimentar e maturar o vinho da união. Não se vive juntos para ser cada vez menos feliz, mas para aprender a ser feliz de maneira nova, a partir das possibilidades que abre uma nova etapa.

● Saber perdoar e sentir-se perdoado é uma experiência fundamental na vida familiar.

● A família tem de inventar, todos os dias, novas formas de promover o reconhecimento mútuo.

● Nenhuma família é uma realidade perfeita e confeccionada duma vez para sempre, mas requer um progressivo amadurecimento da sua capacidade de amar



Deus, Igreja e família

● O espaço vital duma família podia transformar-se em igreja doméstica, em local da Eucaristia, da presença de Cristo sentado à mesma mesa.

● A família é chamada a compartilhar a oração diária, a leitura da Palavra de Deus e a comunhão eucarística, para fazer crescer o amor e se tornar, cada vez mais, um templo onde habita o Espírito.

● No mundo atual, aprecia-se também o testemunho dos cônjuges que não se limitam a perdurar no tempo, mas continuam a sustentar um projeto comum e conservam o afeto. Isto abre a porta a uma pastoral positiva, acolhedora, que torna possível um aprofundamento gradual das exigências do Evangelho. No entanto, muitas vezes agimos na defensiva e gastamos as energias pastorais multiplicando os ataques ao mundo decadente, com pouca capacidade de propor e indicar caminhos de felicidade. Muitos não sentem a mensagem da Igreja sobre o matrimônio e a família como um reflexo claro da pregação e das atitudes de Jesus, o qual, ao mesmo tempo que propunha um ideal exigente, nunca perdia a proximidade compassiva junto das pessoas frágeis, como a samaritana ou a mulher adúltera.

● Uma coisa é compreender a fragilidade humana ou a complexidade da vida, e outra é aceitar ideologias que pretendem dividir em dois, os aspetos inseparáveis da realidade. Não caiamos no pecado de pretender substituir-nos ao Criador. Somos criaturas, não somos onipotentes. A criação precede-nos e deve ser recebida como um dom. Ao mesmo tempo somos chamados a guardar a nossa humanidade, e isto significa, antes de mais, aceitá-la e respeitá-la como ela foi criada.

● Se aceitamos que o amor de Deus é incondicional, que o carinho do Pai não se deve comprar nem pagar, então poderemos amar sem limites, perdoar aos outros, ainda que tenham sido injustos connosco.

● O matrimônio é um sinal precioso, porque, «quando um homem e uma mulher celebram o sacramento do matrimônio, Deus, por assim dizer, “espelha-Se” neles, imprime neles as suas características e o carácter indelével do seu amor. O matrimônio é o ícone do amor de Deus por nós».

● As famílias numerosas são uma alegria para a Igreja. Nelas, o amor manifesta a sua fecundidade generosa.

● A gravidez é um período difícil, mas também um tempo maravilhoso. A mãe colabora com Deus, para que se verifique o milagre duma nova vida.

● O amor dos pais é instrumento do amor de Deus Pai, que espera com ternura o nascimento de cada criança, aceita-a incondicionalmente e acolhe-a gratuitamente.

● A cada mulher grávida, quero pedir-lhe afetuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Aquela criança merece a tua alegria. Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo.

● Um casal de esposos, que experimenta a força do amor, sabe que este amor é chamado a sarar as feridas dos abandonados, a estabelecer a cultura do encontro, a lutar pela justiça. Deus confiou à família o projeto de tornar o mundo «doméstico».

● Com o testemunho e também com a palavra, as famílias falam de Jesus aos outros, transmitem a fé, despertam o desejo de Deus e mostram a beleza do Evangelho e do estilo de vida que nos propõe. Assim os esposos cristãos pintam o cinzento do espaço público, colorindo-o de fraternidade, sensibilidade social, defesa das pessoas frágeis, fé luminosa, esperança ativa. A sua fecundidade alarga-se, traduzindo-se em mil e uma maneiras de tornar o amor de Deus presente na sociedade.

● Muitas vezes são os avós que asseguram a transmissão dos grandes valores aos seus netos, e muitas pessoas podem constatar que devem a sua iniciação na vida cristã precisamente aos avós.

● Cada matrimônio é uma «história de salvação», o que supõe partir duma fragilidade que, graças ao dom de Deus e a uma resposta criativa e generosa, pouco a pouco vai dando lugar a uma realidade cada vez mais sólida e preciosa.

● A transmissão da fé pressupõe que os pais vivam a experiência real de confiar em Deus, de O procurar, de precisar d’Ele, porque só assim «cada geração contará à seguinte o louvor das obras [de Deus] e todos proclamarão as [Suas] proezas»

● A presença do Senhor habita na família real e concreta, com todos os seus sofrimentos, lutas, alegrias e propósitos diários. Quando se vive em família, é difícil fingir e mentir, não podemos mostrar uma máscara. Se o amor anima esta autenticidade, o Senhor reina nela com a sua alegria e a sua paz. A espiritualidade do amor familiar é feita de milhares de gestos reais e concretos.

● Se a família consegue concentrar-se em Cristo, Ele unifica e ilumina toda a vida familiar. Os sofrimentos e os problemas são vividos em comunhão com a Cruz do Senhor e, abraçados a Ele, podem suportar-se os piores momentos.

● Há um ponto em que o amor do casal alcança a máxima libertação e se torna um espaço de sã autonomia: quando cada um descobre que o outro não é seu, mas tem um proprietário muito mais importante, o seu único Senhor.

● É uma experiência espiritual profunda contemplar cada ente querido com os olhos de Deus e reconhecer Cristo nele. Isto exige uma disponibilidade gratuita que permita apreciar a sua dignidade.



Família e sociedade


● O enfraquecimento da presença materna, com as suas qualidades femininas, é um risco grave para a nossa terra. Aprecio o feminismo, quando não pretende a uniformidade nem a negação da maternidade. Com efeito, a grandeza das mulheres implica todos os direitos decorrentes da sua dignidade humana inalienável, mas também do seu gênio feminino, indispensável para a sociedade.

● Deus coloca o pai na família, para que, com as características preciosas da sua masculinidade, «esteja próximo da esposa, para compartilhar tudo, alegrias e dores, dificuldades e esperanças. E esteja próximo dos filhos no seu crescimento: quando brincam e quando se aplicam, quando estão descontraídos e quando se sentem angustiados, quando se exprimem e quando permanecem calados, quando ousam e quando têm medo, quando dão um passo errado e quando voltam a encontrar o caminho; pai presente, sempre. Estar presente não significa ser controlador, porque os pais demasiado controladores aniquilam os filhos».

● Às vezes o individualismo destes tempos leva a fechar-se na segurança dum pequeno ninho e a sentir os outros como um incômodo. Todavia este isolamento não proporciona mais paz e felicidade, antes fecha o coração da família e priva-a do horizonte amplo da existência.

● O vínculo virtuoso entre as gerações é garantia de futuro e de uma história verdadeiramente humana. Uma sociedade de filhos que não honram os pais é uma sociedade sem honra.

● O fenômeno contemporâneo de sentir-se órfão, em termos de descontinuidade, desenraizamento e perda das certezas que dão forma à vida, desafia-nos a fazer das nossas famílias um lugar onde as crianças possam lançar raízes no terreno duma história coletiva.


SEMANA NACIONAL

DA FAMÍLIA


 

A importância de ir à Missa aos domingos!



Este tema é o teor da catequese semanal com o Papa Francisco.


“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro”





Cerca de 7 mil pessoas participaram da catequese semanal com o Papa, hoje. Retomando o caminho de reflexões sobre a Missa, o Papa Francisco falou sobre a importância de ir à missa aos domingos.Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam ‘o primeiro da semana’ e os romanos ‘o dia do sol’.

Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.

E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo.

“A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, disse o Papa.

“Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é  para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.

“Infelizmente há comunidades cristãs que não podem ter Missa todos os domingos; mas também elas são chamadas a recolher-se em oração, nesse dia, ouvindo a Palavra de Deus e mantendo vivo o desejo da Eucaristia”.

“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro. O encontro dominical com Jesus dá-nos a força de que necessitamos para viver com coragem e esperança os nossos dias”.

Concluindo, por que ir à missa aos domingos?

“Não é suficiente responder que isto é um preceito da Igreja. Nós cristãos precisamos participar da missa dominical porque somente com a graça de Jesus, com a sua presença viva em nós e entre nós, podemos colocar em prática o seu mandamento e sermos testemunhas críveis”.

Mais ainda, a comunhão eucarística com Jesus ressuscitado antecipa aquele domingo sem ocaso em que toda a humanidade entrará no repouso de Deus.

 

Antoine Mekary | ALETEIA | I.MEDIA

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Vatican News | Dez 13, 2017 (Rádio Vaticano)



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“10 Boas Razões e muitas outras”





10 Boas Razões para ir à Missa aos Domingos.


A maioria das pessoas não têm o costume de frequentar a Santa Missa aos Domingos, talvez porque não são Católicas ou não possuem fé.  Podem achar entediante e preferem um futebol que é mais divertido ou talvez porque ignoram o verdadeiro valor e importância da participação na Santa Missa, portanto oferecemos aqui essas Dez boas razões para não deixar de ir à Missa todos os Domingos e nas festas de guarda “Feriados”, espero que principalmente os Católicos conheçam essas razões.  

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

Consertar_o_mundo

“10 Boas Razões e muitas outras”

1. É um Mandamento da lei de Deus

  • “Lembra-te de santificar o dia de sábado. *” Ex. 20,8

“Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. 10.Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o estrangeiro que está dentro de teus muros.“ Êxodo, 20,9,10

2. É um Mandamento de Jesus

  • “ Isto é o meu CORPO, que é dado por vós;
  • fazei isto em memória de mim”.
  • São Lucas, 22,b19

3. É um Mandamento da Igreja

1 – Participar da missa inteira aos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho.

4. Por que a Igreja fala com tanta autoridade?

  • Jesus Disse a Pedro

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha ; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.* Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.*     “ São Mateus, 16,18-19”

5. É uma atualização do Sacrifício de Jesus na Cruz

Antes de mais nada a missa é o Sacrifício Perfeito criado por Jesus.

Através do Sacerdote oferecemos Jesus em corpo, sangue, alma e Divindade a DEUS Pai assim como Jesus ofereceu a si mesmo ao Pai por amor a nós naquela cruz.

6. Não é apenas um Símbolo!

1 – Quando recebemos a Santa comunhão, recebemos o próprio Cristo em nós.

2 – A Transubstanciação Tornam pão e vinho verdadeira carne e verdadeiro Sangue de CRISTO.

7. Buscar as Bênçãos de Deus.

“E Eu vos digo: pedi, e vos será dado; buscai, e achareis; batei, e vos será aberta. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá.“ São Lucas, 11,9

“Buscar-me eis e me achareis quando me buscardes de todo coração” Jer 29,13

Porém, como alcançar as graças de Deus?  se na prática as pessoas se afastam da fonte de todas as graças que é a Santa Missa onde o dispensador de todas as graças se faz presente de coração aberto e ouvidos atentos à todos aqueles que o buscam.

7 ct.   “Durante a noite, o Senhor lhe apareceu: “Ouvi – disse ele – tua oração e escolhi este lugar para que seja o templo no qual me oferecerão sacrifícios. Quando eu cerrar o céu e não houver mais chuva, quando ordenar aos gafanhotos que devorem a terra, ou quando enviar a peste contra meu povo, se meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto do céu e sanarei sua terra. Doravante, meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos às preces feitas neste lugar, 16.pois, para o futuro, escolho e consagro este templo para que meu nome nele resida para sempre; meus olhos e meu coração estarão nele para sempre.”
II Crônicas, 7,12 a 16 – Bíblia Católica Online

8. É uma Tradição

Desde o princípio o Cristianismo foi perseguido tanto em Jerusalém e em Roma, por assim dizer não existia um local apropriado onde pudessem se reunir com segurança para louvar a Deus, porém a Igreja não é o Templo de pedra em si e sim as pessoas que se reúnem em COMUNIDADE.

“Como os Cristãos estavam condenados à morte na situação política social da época, em varias ocasiões o único refugio era a Comunidade que se reunia às escondidas para rezar e Celebrar a Santa Missa.

Esta foto representa uma situação nas Catacumbas Romanas onde os Cristãos se escondiam para Louvar e Adorar a Deus através das Celebrações Litúrgicas.

9. É um ato de União

“Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste.” São João, 17

“A Celebração da Santa Missa é um ato comunitário onde todos se unem em um só corpo, uma só alma e um só Espírito em louvor a Deus.

Jesus Disse: Onde dois ou mais se reunirem em meu nome Eu estarei presente no meio deles.

A Igreja é o CORPO DE CRISTO, O templo VIVO de Cristo.

 “Achegai-vos a ele, pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus; e quais outras pedras vivas, vós também vos tornais os materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo, para oferecer vítimas espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.” I São Pedro, 2,4

”Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros.”   I Coríntios, 12,27 

10.  DAR GRAÇAS A DEUS

“Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo.”  I Tessalonicenses, 5,18

A oração eucarística se inicia assim: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.

Não somos filhos mal agradecidos, por isso é sempre de bom tom ir à casa do Pai agradecer por tudo que nos tem feito de bom.

12. “Dai graças ao Senhor porque ele é bom, e eterna é sua misericórdia.” Salmos, 117

13. “Os que receberam a sua palavra foram batizados. … Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações.* De todos eles se apoderou o temor, pois pelos apóstolos foram feitos também muitos prodígios e milagres em Jerusalém, … Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. … Unidos de coração, frequentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, que estavam a caminho da salvação.*“

Atos dos Apóstolos, 2,41ss 



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Seu Voto não tem Preço!


TEM CONSEQUÊNCIA!


Um pequeno folder com os principais ensinos da Igreja Católica mostrando como um bom e fiel Católico deve proceder na hora de dar o seu voto nas urnas.



Veja em PDF – para imprimir duas paginas


Folder-Eleições-2018-compressed


Diga não ao Comunismo!


5 razões para um católico não ser comunista.



Wikipedia


É comum vermos pessoas dizerem que são católicos e comunistas. Mas é possível ser cristão e comungar de uma ideologia que já causou milhões de mortes no mundo?!
Confira 5 razões para um católico não ser comunista.


1- As consequências do comunismo


Ao estudarmos a história das revoluções comunistas, é impossível não ficarmos estarrecidos com os horrores que os revolucionários praticaram buscando modificar o sistema econômico de seus países. O “Livro Negro do Comunismo” estima que em meio século 100 MILHÕES de pessoas tenham sido assassinadas pelas ditaduras totalitárias, muitos, entre eles, cristãos de várias denominações. O Museum on Communism (Museu Global do Comunismo) estimou as mortes e nós sintetizamos nesta tabela:


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Ainda a guerra civil espanhola assassinou 12 bispos, 4.184 padres, 300 freiras, 2.363 monges, números estes estimados pelo historiador Hugh Thomas.


2- O comunismo se alimenta do ódio e promete um “paraíso” na Terra


O comunismo de Karl Marx (1818-1883) e Friedrich Engels (1820-1895) tem como base de sua doutrina a luta de classes, a luta entre dois grupos antagônicos: os “oprimidos” e os “opressores” (ricos x pobres, negros x brancos, gays x héteros, homens x mulheres, etc.) e é essa luta de classes que move a história. O fim da opressão e então um mundo sem desigualdades, só virá quando os oprimidos destruírem subjugarem o opressor, destruindo toda cultura opressora. Independentemente de quantos precisem morrer para isso. “Para fazer uma omelete é preciso quebrar os ovos” – Decálogo de Lenin (1913)


3- O comunismo nega Deus e a religião


Marx propõe que os oprimidos façam uma revolução que acabaria com a luta de classes e criaria um paraíso terreno, sem Deus, para promover a igualdade, pois o mal do mundo é a desigualdade. Segundo Marx, a religião “é o ópio do povo”, ou seja, é um entorpecente, um meio de manter as massas sob o domínio dos poderosos, que deve ser destruída.

O papa Pio XI, na Encíclica Quadragesimo Anno, escreveu: “Socialismo e Catolicismo são termos contraditórios. Ninguém pode ser socialista e católico ao mesmo tempo”


4– A desigualdade é natural e fruto da sabedoria de Deus


Ao analisarmos o universo percebemos que ele é hierárquico e desigual, indo desde um mineral, passando pelos vegetais animais, homens e os anjos, há uma hierarquia que promove harmonia, cosmos. Se todo universo é regido pela ordem que atravessa a desigualdade dos seres, tal lei natural passa também pelos homens. Nos seres humanos também há desigualdades naturais dos quais não decorrem direitos (baixos, altos, gordos, magros, negros, brancos, carecas, cabeludos, fortes e fracos) e desigualdades dos quais decorrem direitos (virtuosos, pecadores, ladrões, honestos, professores, alunos, trabalhadores, vagabundos, pais e filhos). Isto quer dizer que um homem não tem direito sobre o outro por ser alto ou baixo, entretanto possui se é pai e o outro filho, ambos possuem direitos equivalente às suas prerrogativas.

O magistério da Santa Igreja já se manifestou diversas vezes sobre tal assunto, mas encontramos em Leão XIII (Quod Apostolici Muneris e Humanum Genus) algo mais direto, ele diz que no homem também há desigualdades naturais e acidentais, desta forma os homens são semelhantes e não iguais. Estes possuem a mesma natureza, logo os mesmos direitos naturais. Quando os homens se aperfeiçoam, isso gera desigualdade e querer impor a maior igualdade possível entre os homens é querer que eles não se aperfeiçoem, mas decaiam. A igualdade só se pode realizar pelo nível mais baixo.  Com relação a isso, Deus criou tal desigualdade exatamente para fomentar a cooperação mutua entre os homens, lembremos: a lei de Deus é o amor.


5– A propriedade privada é um bem natural.


A propriedade privada, garante aos homens a liberdade e o direito ao seu trabalho para sobrevivência e o bem da família. Ela não pode ser retirada pelo Estado, pois é um bem natural dos homens. Quanto à isso o magistério diz através do Papa Pio IX: “para aqui (tende) essa doutrina nefanda do chamado comunismo, sumamente contrária ao próprio direito natural, a qual, uma vez admitida, levaria à subversão radical dos direitos, das coisas, das propriedades de todos e da própria sociedade humana” (Encíclica Qui pluribus, 1846).


Fonte: ChurchPOP? – Bruno Loura

 https://pt.churchpop.com/

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MILAGRE DE LANCIANO

Deus acima de tudo e de todos.



Os fariseus concordaram em pôr Jesus à prova. Um deles, um doutor da lei, dirige-lhe a seguinte pergunta:

«Mestre, qual é o maior mandamento da lei?»

“S Mateus 22,34”


 




PAPA FRANCISCO

ANGELUS

Praça de São Pedro
Domingo, 26 de Outubro de 2014

Vídeo

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho de hoje recorda-nos que toda a Lei divina se resume no amor a Deus e ao próximo. O Evangelista Mateus narra que alguns fariseus concordaram em pôr Jesus à prova (cf. 22, 34-35). Um deles, um doutor da lei, dirige-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, qual é o maior mandamento da lei?» (v. 36). Citando o Livro do Deuteronómio, Jesus responde: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, toda a tua alma e todo o teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento» (vv. 37-38). E teria podido parar aqui. Ao contrário, Jesus acrescenta algo que não tinha sido questionado pelo doutor da lei. Com efeito, diz: «E o segundo, semelhante a este, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo» (v. 39). Também Jesus não inventa este segundo mandamento, mas tira-o do Livro do Levítico. A sua novidade consiste precisamente em unir estes dois mandamentos — o amor a Deus e o amor ao próximo — revelando que eles são inseparáveis e complementares, constituem os dois lados de uma mesma medalha. Não se pode amar a Deus sem amar o próximo, e não se pode amar o próximo sem amar a Deus. A este propósito, o Papa Bento XVI deixou-nos um comentário muito bonito na sua primeira Encíclica, Deus caritas est (nn. 16-18).

Com efeito, o sinal visível que o cristão pode manifestar para testemunhar o amor de Deus ao mundo, aos outros e à sua família é o amor pelos irmãos. O mandamento do amor a Deus e ao próximo é o primeiro, mas não porque está no início do elenco dos mandamentos. Jesus não o coloca no vértice, mas no centro, porque é o coração do qual tudo deve começar, para o qual tudo deve voltar e ao qual tudo deve fazer referência.

Já no Antigo Testamento a exigência de ser santo, à imagem de Deus que é Santo, incluía também o dever de cuidar das pessoas mais frágeis, como o estrangeiro, o órfão e a viúva (cf. Êx 22, 20-26). Jesus cumpre esta lei de aliança, Ele que resume em Si mesmo, na sua carne, a divindade e a humanidade, num único mistério de amor.

À luz desta palavra de Jesus, o amor já é a medida da fé, e a fé constitui a alma do amor. Não podemos mais separar a vida religiosa, a existência de piedade do serviço aos irmãos, àqueles irmãos concretos com os quais nos encontramos. Já não podemos dividir a oração, o encontro com Deus nos Sacramentos, da escuta do outro e da proximidade à sua vida, de forma especial às suas feridas. Recordai-vos disto: o amor é a medida da fé! E tu, quanto amas? Cada um responda pessoalmente. Como é a tua fé? A minha fé é como eu amo. E a fé é a alma do amor.

No meio da densa selva de preceitos e prescrições — dos legalismos de ontem e de hoje — Jesus faz uma abertura que permite vislumbrar dois semblantes: o rosto do Pai e a face do irmão. Não nos confia duas fórmulas ou preceitos: não se trata de preceitos e fórmulas; Ele confia-nos dois semblantes, aliás, um único rosto, o rosto de Deus que se reflete em numerosos outros rostos, porque na face de cada irmão, especialmente do mais pequenino, frágil, indefeso e necessitado está presente a imagem do próprio Deus. E deveríamos interrogar-nos, quando encontramos um destes irmãos, se somos capazes de reconhecer nele o rosto de Deus: somos capazes disto?

Deste modo, Jesus oferece a cada homem o critério fundamental sobre o qual devemos delinear a nossa própria vida. Mas, sobretudo, Ele concedeu-nos o Espírito Santo, que nos permite amar a Deus e o próximo como Ele, com o coração livre e generoso. Por intercessão de Maria, nossa Mãe, abramo-nos ao acolhimento desta dádiva do amor, para caminhar sempre nesta lei dos dois semblantes, que constituem um só: a lei do amor.


Palavras do Papa para a Igreja.


https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/angelus/2014/documents/papa-francesco_angelus_20141026.html




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Os Papas Falam à Renovação Carismática Católica.



São Jerônimo – Santo do Dia – 30/09.



“Ignorar a Escritura é Ignorar Cristo”


São Jerônimo, Tradutor da Palavra de Deus.


“Ama a Sagrada Escritura e a sabedoria amar-te-á; ama-a ternamente e ela guardar-te-á; honra-a e receberás as suas carícias”. Assim costumava a dizer São Jerônimo, tradutor da Bíblia ao latim, cuja festa se celebra neste dia 30 de setembro. Ao recordar este santo, a Igreja celebra também o dia da Bíblia.

O nome Jerônimo significa “que tem um nome sagrado”. Este santo consagrou toda sua vida ao estudo das Sagradas Escrituras e é considerado um dos melhores, se não o melhor, neste ofício.

Nasceu na Dalmácia (Iugoslávia) por volta do ano 340. Em Roma, estudou latim sob a direção do mais famoso professor de seu tempo, Donato, que era pagão. Chegou a ser um grande latinista e muito bom conhecedor do grego e de outros idiomas, mas muito pouco conhecedor dos livros espirituais e religiosos. Passava horas e dias lendo e aprendendo de cor os grandes autores latinos, Cicero, Virgílio, Horácio e Tácito, e aos autores gregos, Homero e Platão, mas quase nunca dedicava tempo à leitura espiritual.

Jerônimo se dispôs ir ao deserto a fazer penitência por seus pecados (especialmente por sua sensualidade que era muito forte, por seu mau gênio e seu grande orgulho). Mas lá embora rezasse muito, jejuasse, e passasse noites sem dormir, não conseguiu a paz, descobrindo que sua missão não era viver na solidão.

De volta à cidade, foi nomeado secretário do Papa Dâmaso, encarregado de redigir as cartas que o Pontífice enviava. Logo foi designado para fazer a tradução da Bíblia.

As traduções que existiam naquela época tinham muitas imperfeições de linguagem e várias imprecisões ou traduções não muito exatas. Jerônimo, que escrevia com grande elegância o latim, traduziu a este idioma toda a Bíblia, e essa tradução chamada “Vulgata” (tradução feita para o povo ou vulgo) foi a Bíblia oficial para a Igreja Católica durante 15 séculos.

Por volta dos 40 anos, Jerônimo foi ordenado sacerdote. Mas seus altos cargos em Roma e a dureza com a qual corrigia certos defeitos da alta classe social lhe trouxeram invejas. Sentindo-se incompreendido e até caluniado em Roma, onde não aceitavam seu modo enérgico de correção, dispôs afastar-se daí para sempre e se foi a Terra Santa.

Passou seus últimos 35 anos em uma gruta, junto à Gruta de Belém. Várias das ricas matronas romanas que ele tinha convertido com seus pregações e conselhos, venderam seus bens e  foram também a Belém a seguir sob sua direção espiritual. Com o dinheiro dessas senhoras, construiu naquela cidade um convento para homens, três para mulheres, e uma casa para atender os que chegavam de todas partes do mundo para visitar o lugar onde nasceu Jesus.

Com tremenda energia, escrevia contra os hereges que se atreviam a negar as verdades da Santa religião.

A Santa Igreja Católica reconheceu sempre São Jerônimo como um homem eleito por Deus para explicar e fazer entender melhor a Bíblia. Por isso, foi nomeado patrono de todos os que no mundo se dedicam a fazer entender e amar mais as Sagradas Escrituras.

Morreu em 30 de setembro do ano 420, aos 80 anos.

O Papa Bento XVI, em sua audiência geral de 7 de novembro do 2007 disse: “Concluo com uma palavra de São Jerônimo a São Paulino de Nola. Nela o grande exegeta expressa precisamente esta realidade, isto é, que na Palavra de Deus recebemos a eternidade, a vida eterna. Diz São Jerônimo: ‘Procuremos aprender na terra aquelas verdades cuja consistência persistirá também no céu’”.


Fonte: acidigital.com


São Jerônimo, grande santo padroeiro do todos os que se dedicam aos estudos da Bíblia

Hoje nós vamos falar sobre São Jerônimo. Um grande santo padroeiro do todos os que se dedicam aos estudos da Bíblia. Vem comigo!


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Neste último dia do mês da Bíblia, celebramos a memória do grande “tradutor e exegeta das Sagradas Escrituras”: São Jerônimo, presbítero e doutor da Igreja. Ele nasceu na Dalmácia em 340, e ficou conhecido como escritor, filósofo, teólogo, retórico, gramático, dialético, historiador, exegeta e doutor da Igreja. É de São Jerônimo a célebre frase:

“Ignorar as Escrituras é ignorar a Cristo”.

Com posse da herança dos pais, foi realizar sua vocação de ardoroso estudioso em Roma. Estando na “Cidade Eterna”, Jerônimo aproveitou para visitar as Catacumbas, onde contemplava as capelas e se esforçava para decifrar os escritos nos túmulos dos mártires. Nessa cidade, ele teve um sonho que foi determinante para sua conversão: neste sonho, ele se apresentava como cristão e era repreendido pelo próprio Cristo por estar faltando com a verdade (pois ainda não havia abraçado as Sagradas Escrituras, mas somente escritos pagãos). No fim da permanência em Roma, ele foi batizado.

Após isso, iniciou os estudos teológicos e decidiu lançar-se numa peregrinação à Terra Santa, mas uma prolongada doença obrigou-o a permanecer em Antioquia. Enfastiado do mundo e desejoso de quietude e penitência, retirou-se para o deserto de Cálcida, com o propósito de seguir na vida eremítica. Ordenado sacerdote em 379, retirou-se para estudar, a fim de responder com a ajuda da literatura às necessidades da época. Tendo estudado as línguas originais para melhor compreender as Escrituras, Jerônimo pôde, a pedido do Papa Dâmaso, traduzir com precisão a Bíblia para o latim (língua oficial da Igreja na época). Esta tradução recebeu o nome de Vulgata. Assim, com alegria, dedicação sem igual e prazer se empenhou para enriquecer a Igreja universal.

Saiu de Roma e foi viver definitivamente em Belém no ano de 386, onde permaneceu como monge penitente e estudioso, continuando as traduções bíblicas, até falecer em 420, aos 30 de setembro com, praticamente, 80 anos de idade. A Igreja declarou-o padroeiro de todos os que se dedicam ao estudo da Bíblia e fixou o “Dia da Bíblia” no mês do seu aniversário de morte, ou ainda, dia da posse da grande promessa bíblica: a Vida Eterna.

Fonte: Canção Nova


 São Jerônimo, rogai por nós!

Santos_de_calça_jeans Revesti-vos da Armadura de Deus
Luz_do_espirito_santo


Oração do Papa Francisco à Sagrada Família.



“Jesus, Maria e José a vós com confiança rezamos, a vós com alegria nos confiamos”

Papa Francisco


 




“Jesus, Maria e José a vós com confiança rezamos, a vós com alegria nos confiamos”

Jesus, Maria e José
a vós, Sagrada Família de Nazaré,
hoje, dirigimos o olhar
com admiração e confiança;
em vós contemplamos

a beleza da comunhão no amor verdadeiro;
a vós confiamos todas as nossas famílias;
para que se renovem nessas maravilhas da graça.

Sagrada Família de Nazaré,
escola atraente do santo Evangelho:
ensina-nos a imitar as tuas virtudes
com uma sábia disciplina espiritual,
doa-nos o olhar claro
que sabe reconhecer a obra da providência
nas realidades cotidianas da vida.

Sagrada Família de Nazaré,
guardiã fiel do mistério da salvação:
faz renascer em nós a estima pelo silêncio,
torna as nossas famílias cenáculo de oração
e transforma-as em pequenas Igrejas domésticas,
renova o desejo de santidade,
sustenta o nobre cansaço do trabalho, da educação,
da escuta, da recíproca compreensão e do perdão.

Sagrada Família de Nazaré,
desperta na nossa sociedade a consciência
do caráter sagrado e inviolável da família,
bem inestimável e insubstituível.
Cada família seja morada acolhedora de bondade e de paz
para as crianças e para os idosos,
para quem está doente e sozinho,
para quem é pobre e necessitado.

Jesus, Maria e José
a vós com confiança rezamos, a vós com alegria nos confiamos.

(Tradução Canção Nova / Jéssica Marçal)


Palavras do Papa para a Igreja.




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Jesus Jesus

Os Papas Falam à Renovação Carismática Católica.



O Perfil Mariano na Igreja.


Tema do primeiro encontro da Semana da Família em 2017.




A Igreja

Quais são as dimensões fundamentais da Igreja? Ou, ainda, qual é o seu perfil e a sua natureza? Para responder a essas perguntas, o filósofo e teólogo suíço Hans Urs von Balthazar (1905-1988) estudou a vida das primeiras comunidades cristãs e nelas identificou quatro princípios que constituem a estrutura fundamental da Igreja: petrino, paulino, joanino e jacobita. Von Balthazar concluiu que a Igreja tem ainda um outro princípio, que abraça esses quatro: o princípio mariano. Segundo ele, este diz respeito à dimensão da Igreja que continua e faz ressoar o “Sim” de Maria, por ocasião da Anunciação: Eis a serva do Senhor!



Foto de: Arquivo Pessoal

Dom Murilo Krieger, sjc, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da CNBB


O princípio petrino é o mais conhecido; lembra a figura de Pedro. Referir-se a Pedro é direcionar o pensamento para a proclamação do “querigma” – isto é, o anúncio das verdades fundamentais da fé, como ele fez em Pentecostes (cf. At 2,14-36). Pedro nos lembra também o papel da autoridade e da hierarquia na vida da Igreja, e sua necessidade para o bem de todos.

paulino faz referência ao ardor missionário do apóstolo Paulo. Chamado por Cristo para pregar a Boa Nova aos pagãos, ele foi um evangelizador incansável. Sentindo-se profundamente amado pelo Senhor, Paulo proclamou: Ele me amou e se entregou a Deus por mim! (Gl 2,20). Como resposta a esse amor, o apóstolo percorreu países e fundou comunidades, enfrentou adversidades e foi preso. Esse apóstolo chama nossa atenção para a riqueza dos carismas na Igreja.

O princípio joanino refere-se a João, o discípulo predileto de Jesus, o evangelista que nos transmitiu o mandamento novo do Senhor: Amai-vos como eu vos amei! (Jo 15,12). Presente no Calvário e testemunha da crucifixão, João entendeu o que significa amar “como” Jesus ama. Tendo concluído que Deus é amor (1Jo 4,16), esse apóstolo tornou-se modelo dos que valorizam a vida consagrada.

jacobita refere-se ao apóstolo Tiago, que buscou a reconciliação entre os cristãos, os judeus e os pagãos (cf. At 15,13-21). Esse princípio representa a continuidade entre a Antiga e a Nova Aliança.

Cada um desses princípios permanece na Igreja.

O princípio mariano

O princípio mariano, por sua vez, direciona o nosso olhar para a Igreja da qual Maria é Mãe. Foi ela quem gerou aquele que é a Cabeça da Igreja; é ela quem une e articula os outros princípios; nela, os quatro princípios anteriores encontram a unidade.

Se cada um dos quatro primeiros princípios fosse absoluto ou abafasse os outros, seria uma perda para a Igreja. Dominando o elemento jacobita, baseado na importância da lei, acabaríamos nos tornando fundamentalistas, apegando-nos a determinada época da Igreja. Se o mesmo acontecesse com a dimensão petrina, a Igreja passaria a ser vista como uma mera organização. Caso prevalecesse o princípio paulino, seria considerado importante aquele que tivesse recebido carismas especiais. O domínio do princípio joanino faria com que valorizássemos a busca do amor como experiência mais importante.

Existe uma tensão permanente na vida da Igreja, pois esses quatro princípios precisam coexistir sem que um prevaleça sobre o outro. A missão de Maria é justamente ser o elo entre eles, garantindo-lhes permanente coexistência. É em torno de Maria que se articulam e se unem os diversos princípios da vida da Igreja, pois ela destaca a importância de cada um deles, na sua estrutura fundamental.

Aprender de Maria

Se o princípio mariano é aquele que une os demais, o que podemos aprender com Maria? Cada momento de sua vida nos dá uma lição: (1º momento) A Anunciação nos mostra o quanto a sua vida estava centrada no SENHOR: Eis aqui a serva do Senhor (Lc 1,38); (2º) Sua gravidez nos testemunha o quanto ela era disponível à vontade de Deus: Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1,38); (3º) A visita a Isabel e o canto do Magnificat destacam sua prontidão diante dos sinais de Deus: ela foi às pressas às montanhas; (4º) O nascimento de Jesus revela sua capacidade de repartir o dom recebido: deu seu Filho aos pastores e aos magos; (5º) A apresentação de Jesus no Templo faz sobressair a fidelidade de Maria às determinações da Palavra do Senhor; (6º) Na fuga para o Egito ela nos ensina o papel do sofrimento na obra da Salvação; (7º) O reencontro de Jesus no Templo prova o senso de responsabilidade de Maria: Teu pai e eu te procurávamos, ansiosos! (Lc 3,48); (8º) As bodas de Caná destacam sua atenção ao outro; (9º) A participação de Maria na vida de Jesus nos ensina seu amor pelo Reino; (10º) A bênção que Maria recebeu por estar entre aqueles que “ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11,28) nos recorda as bênçãos que o Senhor quer nos dar; (11º) A presença de Maria aos pés da cruz, onde esteve de pé, é um lembrete sobre a necessidade de completarmos em nossa carne o que falta à paixão de Cristo; (12º) A oração de Maria no Cenáculo, na novena de Pentecostes, faz sobressair sua abertura ao novo.

A espiritualidade das espiritualidades

Entende-se por espiritualidade uma vida conduzida pelo Espírito Santo. Para Von Balthasar, a espiritualidade das espiritualidades é a mariana. Cada cristão é chamado a “viver Maria”– isto é, a deixar Cristo transparecer em sua vida, a ponto de poder afirmar: Eu vivo, mas já não sou eu que vivo: é Cristo que vive em mim (Gl 2,20). Como a espiritualidade mariana consiste em deixar que Cristo se forme em nós, por obra do Espírito Santo, fica a pergunta: Poderia haver, na vida da Igreja, uma espiritualidade mais bela e importante?

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)



Perfil Mariano na Igreja

Jesus funda a Igreja sobre três pilares:
1. A Palavra nos faz homens novos, porque a Palavra nos converte;

2. Os Sacramentos, realizam em nós a unidade com Cristo Jesus;

3. O Ministério: Jesus nos guia com seus carismas.

Esses pilares constituem a rocha, o PRINCIPIO PETRINO.

A Igreja se realiza plenamente somente se encontra em nós uma acolhida e uma resposta: este é o PRINCIPIO MARIANO.  Sem o “sim” de Maria não haveria Igreja.

Em que consiste a acolhida e a resposta de Maria?

1) O seu “FIAT” na Anunciação:
Maria deixa que o Verbo se encarne nela.
Também nós somos chamados a dizer o nosso “sim” pessoal a Maria. Isto, é para todos os batizados; todos são chamados à santidade. Como? Vivendo a Palavra; a palavra nos é dada como dom, mas cabe a mim viver a Palavra na vida; este é o principio mariano. Cabe a mim ser Maria.
Também os sacramentos (principio petrino) são dados como dons; mas, por exemplo, eu devo ser Eucaristia para os outros. Maria é o primeiro sacrário, mas Jesus não quer ficar fechado, deve ser doado.
Maria deu seu “sim” inteligente: aderiu à vontade de Deus.
A resposta de Maria se prolonga na história no nosso “sim” !

2) O seu “Fiat” aos pés da cruz: Não basta abrir-se ao agir de Deus, precisa abrir-se também aos outros.
O primeiro “sim” é o sim da ; o segundo “sim” é o sim da caridade na sua dilatação eclesial, que abraça a todos. Aos pés da cruz  Jesus é substituído por João. Maria se abre sem reservas aos outros, à nós, à inteira humanidade. Isto, é para ser vivido pela Igreja toda; é abertura radical aos outros. Entrar na lógica de dar a vida; Maria é o exemplo como discípula: fazer a experiência de gerar Jesus nos outros, através do amor mútuo: “amai-vos uns aos outros…”Amando, geramos Jesus! Jesus em nosso meio! Maria morre a Jesus na cruz e gera Jesus nos outros (João).

Tendo Maria como modelo, fazer nascer  a Igreja no amor recíproco, isto é dar a vida para os outros, suscitar a experiência de Deus nos outros.

A Igreja é Cristo existente como comunidade: Maria teve que perder Jesus para reencontrá-lo como comunidade.
A vida consagrada é ser Maria na caridade; dar a vida na comunidade; a Igreja é amor recíproco.

Maria e João, debaixo da cruz, formam a primeira célula da Igreja.
Vale mais quem ama mais!

ETAPAS DO PERFIL MARIANO:

O CAMINHO DE MARIA

Cada um de nós tem seu caminho pessoal com Deus, mas tem a “Via Mariae”!
Este é a atualização do evangelho:

1) A Anunciação: cada um de nós teve em sua vida uma anunciação; é importante percorrer novamente estes momentos de vocação. Tem também uma anunciação para uma chamada a viver a comunhão, viver a via do amor, da unidade; viver o amor recíproco 24 horas. Na vida temos muitosmomentos de anunciação. (Lc 1,26-38)

2) A  Visitação: Maria no Magnificat, canta a sua experiência de Deus. O magnificat é a obra de Deus em sua vida; entende o sentido, o fio de ouro com o qual Deus conduz a sua vida. Reler a vida e ver como nós somos construtores de comunhão. Aprendemos de Maria a agradecer  e a contar as maravilhas que Deus opera em nossa vida. (Lc 1,39-56)

3) O Nascimento de Jesus: vivendo o amor percebemos a graça de estabelecer a presença de Jesus em nosso meio. Amando tornamos presente Jesus em nosso meio! (Lc 2,1-7)

4) A fuga no Egito: precisa proteger o Menino Jesus. Sempre haverá obstáculos, pessoas que não nos compreendem, que gozam de nós… reforçar a presença de Jesus em nós e preservar a liberdade dentro de nós. (Mt 2,13-18)

5) Maria apresenta Jesus ao velho Simeão: este é também um anúncio para Maria: uma espada transpassará a tua alma! Depois do encontro com Cristo, quase sempre chega a cruz: Jesus crucificado, abandonado e ressuscitado é o caminho da comunhão. Com Maria, nos consagremos a Jesus como pessoa viva a ser seguida. Em cada divisão, dificuldade… está Ele! Ele é o esposo da alma!  (Lc 2,22-35)

6) Maria perde Jesus que permanece no templo entre os doutores: no começo sentimos ardor, entusiasmo… mas depois de um tempo Deus retira suas graças, parece ter perdido a DeusPorque fizeste isso? Tudo o que Deus nos dá som dons; agora é dada a você a possibilidade que sempre pode amar, sem ajudas, sem apoios… é para cavar em ti o amor genuíno, sincero, para não confundir os dons de Deus com o próprio Deus. Ele depois volta novamente! Todos podemos nos ajudar a reencontrar a Jesus! (Lc 2,41-50)

7) A Vida escondida em Nazareth: depois da Trindade, a unidade entre Maria e Jesus é a mais perfeita: é o espelho para a nossa unidade, para a nossa intimidade com Jesus. (Lc 2,51-52)

8) Maria segue Jesus na vida pública: Jesus cura, anuncia, opera. Estar com Jesus na construção da Igreja. Jesus está presente e forma em nós pequenas igrejas, curando os doentes. Construir células trinitárias: a comunhão me ajuda e perceber melhor o que Jesus me diz.

9) Maria aos pés da cruz: Maria perde Jesus sendo substituído por nós. Perde Jesus para cumprir a vontade de Deus e construir nós como filhos; perde Jesus que é substituído por cada um de nós; cumpre uma nova vontade de Deus: tomar João como filho. Juntamente com João Maria tornou-se a primeira célula da Igreja onde Jesus é presente. Jesus vive o abandono do Pai; Maria vive o abandono do Filho. Caminhemos tendo uma mão em Jesus crucificado e outra em Maria. (Jo 19, 25-27)

10) Maria no Cenáculo: Maria é a Rainha dos Apóstolos: é a nova maternidade universal! (At 2,1-12)

Fonte: www.santoeusebio.org.br/







12.000.000 de acessos em Presentepravoce.



Atingimos 12.000.000 de Acessos.

2.000.000 por ano

+ 36.000 curtidas no Facebook

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                    Atingimos a marca de Doze Milhões de acessos hoje 04/06/2017 às 9:00 hs coincidentemente no dia de “PENTECOSTES EXATAMENTE” e 2 milhões de acessos por ano nos últimos dois anos.  Nada disso seria possível sem a sua audiência e a sua presença conosco, por isso o mérito é todo seu e de nossos leitores.

Muito obrigado a todos.



Outra vez completamos esta marca numérica expressiva em uma data importante para Igreja Cristã e coincidentemente tendo sido o tema principal tratado neste Blog.

“PENTECOSTES”

Na verdade este é o tema principal deste blog, o assunto que estamos sempre falando e esclarecendo, mesmo que possam parecer assuntos repetitivos notamos que estamos apenas no começo da travessia deste imenso oceano de graças Divinas.

Já falamos sobre Batismo no Espírito Santo, Efusão no Espírito Santo, a Vida no Espírito, Dons & Frutos do Espírito e Etc.  Mas nada disso é o  fim de nosso objetivo a não ser mesmo o começo de tudo, por isso precisamos avançar sempre neste mar como sempre nos Lembra Padre Jonas Abbib um dos precursores da RCC no Brasil.

“PENTECOSTES”

Foi sim o início de tudo: O início da Igreja, o início da evangelização e o início do Cristianismo.   Muito mais do que apenas isso foi também neste dia que o Espírito Santo veio habitar nesta terra para ficar conosco até a consumação dos tempos, no entanto ainda parece ser novidade para muitas pessoas quando falamos a respeito d’Ele, a respeito de seus Dons e de sua presença em nosso coração.

É por este motivo que aqui estamos para junto com todos os nossos leitores compartilharmos as maravilhas que Deus tem nos revelado.


Que Deus nos abençoe sempre




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37 O Sentido da Vida. 63.410
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39 Dinâmica – O Espírito Santo sopra onde quer. 60.998
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45 Padre Léo estava totalmente curado, afirma Padre Joãozinho. 53.445
46 Diálogo Com os Filhos. 53.200
47 Vinho, muito vinho, O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio. 52.870
48 Aqueles que Confiam no Senhor… 51.585
49 MARIA PASSA NA FRENTE. 50.510
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53 Harmonia Conjugal. 47.280
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57 Canticos Litúrgicos para a Quaresma e a Semana Santa? 44.643
58 O que é Grupo de Oração Carismático? 44.720
59 Nossa Senhora Aparecida. 43.230
60 Carta a Nicodemos. 42.750

Novena de Natal – CNBB 2016.


Natal em Família – 2016


Aumentaste a nossa alegria


REUNIDOS EM FAMÍLIA PREPARANDO A VINDA DO SENHOR NO NATAL


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Novenas Anteriores

(CNBB)



Aumentaste a nossa alegria


A Novena de Natal deste ano traz novamente os áudios do Papa Francisco. Ele tem falado constantemente de misericórdia e paz. Dois de seus principais textos falam de alegria: A Alegria do Evangelho e a Alegria do Amor na família. Quem tem Deus no coração traz a alegria em seu rosto de forma espontânea. O mesmo acontece quando fazemos o bem ao próximo: sentimos alegria. Às vezes, basta lembrar uma pessoa de bem para sentir um pulsar feliz no coração. O profeta Isaías, voltando-se para o futuro, para o Menino Jesus que devia vir, antecipava a exultação de todo o povo, dizendo: Tu aumentaste a nossa alegria (Is 9,2). Nós, contemplando o passado, olhamos para o Menino Deus e exclamamos: Jesus, tu és a causa da nossa alegria! És tu quem faz as crianças se empolgarem; és tu quem faz os adolescentes e os jovens vibrarem, os adultos se comoverem e os idosos se rejuvenescerem. Jesus Cristo é a alegria de Deus que se espalha pelo universo inteiro. Os anjos anunciam aos pastores uma grande alegria, que é também a de todo o povo (Lc 2,10). Na expressão todo o povo estão incluídos todos os moradores da Casa Comum, Planeta Terra, de ontem, de hoje e de sempre. Convidamos você a levar a alegria de Jesus às famílias de sua comunidade por meio da Novena de Natal, de modo especial para aquelas que vivem envolvidas na dor, nas dificuldades e na tristeza. Sobre a Novena do ano passado, Neyse, de Caraguatatuba (SP), que é dirigente da Novena, escreveu: Tive o cuidado de selecionar quatro casas de famílias como vocês sugeriram: enfermos, pessoas afastadas da Igreja ou que estavam passando por alguma dificuldade. E acrescentou: A Novena foi maravilhosa! Esse é o nosso desejo para todos vocês: tenham uma Novena e um Natal maravilhoso!


Dom Mauro Aparecido dos Santos Arcebispo Metropolitano de Cascavel e Presidente da CNBB – Regional Sul



Jesus Qual o Melhor presente de Natal


Jesus

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Por que as pessoas choram ?


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Pergunta:

Por que algumas pessoas choram e outras não quando recebem o Espírito Santo ?

Chorar ! Por que ?



Chorar é uma emoção humana muito comum!


Veja detalhes em:

Sentindo a Presença de Deus!


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Mas por que as pessoas choram?


Um bebê recém nascido chora quando está com fome, com dor ou com alguma necessidade e não sabe expressar o que seria, logo a sua única saída é chorar e chorando ganha a atenção de sua mãe que certamente resolverá o seu problema seja ele qual for.    Com o tempo, o aprendizado da linguagem e a maturação de sua capacidade de se expressar este choro será substituído pela COMUNICAÇÃO verbal, porém os motivos que provocavam o choro ainda persistirá.

A pessoa adulta não chora por qualquer motivo, nem mesmo quando está com uma dor muito forte, porém muitos destes motivos que não são expressos fisicamente serão armazenados no subconsciente e são conhecidos como “TRAUMAS”, ou seja “Uma dor que não foi curada e permanece oculta”.

As coisas que nos machucam causam dor física ou psicológica, medo e apreensão.  Quando somos crianças ou mesmo quando adultos elas podem causar choro (Lágrimas) e ao mesmo tempo geram também uma marca na memória como uma cicatriz que é um trauma de maior ou menor intensidade que ficará gravado em nosso ser para sempre.

Como por exemplo: A minha lembrança mais antiga, não sei nem quantos anos eu teria, foi quando saindo de um carro segurei na barra que estava a dobradiça da porta e antes que retirasse a mão a porta foi fechada e fiquei com a mão prensada e esta dor foi tão forte que se tornou uma marca inesquecível sendo que muitas outras coisas que aconteceram não ficaram gravadas na memória de minha infância e assim acontece com todas as pessoas, geralmente os momentos de dor e tristeza ficam gravados e não se apagam.

Esses traumas muitas vezes são conscientes e sempre nos lembramos deles, mas muitas vezes o trauma é tão forte que a pessoa não consegue se lembrar do fato, mas continua sempre sofrendo os efeitos daquele trauma mesmo sem o seu conhecimento.

Os psiquiatras já bateram o martelo confirmando que 90% dos males que o corpo humano sofre fisicamente como “Doenças e dores crônicas” tem sua origem em traumas remanescentes do passado, com lembrança ou não da pessoa e muitas doenças podem ser curadas com uma simples cura desses traumas interiores.

Esta ação de cura sempre será acompanhada de uma manifestação externa da pessoa, pois o corpo humano sempre manifestará as suas reações em tempo real através de uma emoção, seja ela de alegria ou de tristeza que no caso serão as lágrimas.

Quando uma pessoa chora podemos dizer que ela está sentindo uma dor naquele momento, porém é correto também dizer que quando recordamos de um fato triste que nos causou muita dor no passado também iremos chorar como da primeira vez, isto é até uma técnica que os atores de TV se utilizam para externar emoções enquanto representam seus personagens, neste caso todas as vezes que passarmos por um processo de cura interior em que seja necessário relembrar fatos tristes, traumas e dores do passado, esta cura sempre será acompanhado de lágrimas que serão mais ou menos abundantes de acordo com a capacidade de expressão de cada um, pois existem pessoas que se abrem de forma escandalosa e gritam (*), enquanto que outras sentem a mesma dor de forma mais comedida e sem expressões escandalosas.  O fato é que mais ou menos visíveis aquela dor que ficou armazenada em nós no passado para ser curada precisa ser exposta na lembrança e quando isso acontece as lágrimas são inevitáveis.


PESSOAS QUE NÃO CHORAM:


Muitas vezes, porém podemos notar que muitas pessoas não choram de maneira nenhuma.


Existem três motivos para esta atitude:


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– As pessoas não sintonizaram com o momento de cura e não foram tocadas por Deus em seu coração, explicamos isto com a Dinâmica do Sonrisal embalado dentro do copo com água.

– Elas não sentem dor nenhuma, não possuem traumas no passado ou já foram libertas e curadas em outra ação anteriormente. A Pessoa saudável, não precisa de médico.

– Elas são duronas e não expressam exteriormente as suas emoções em publico, porém as pessoas mais duronas são aquelas que armazenam muitos traumas não curados, ou seja, nem sempre são curadas plenamente e um dia acaba explodindo em lágrimas sem se preocupar com o vexame que provocará.

Constatamos que quando esta pessoa não chora isto não significa que ela não possua problemas e nem que não sentiu o toque de Deus em seu coração e sim que na verdade jogou a sujeira debaixo do tapete e adiou a sua cura mais uma vez.


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 A Abertura do coração é muito importante! 2525


Temos que nos abrir para evitar acumular motivos para uma explosão descontrolada que é como uma bomba que explode no final da queima do pavio.

Nós que realizamos diversos encontros em diversos lugares tanto para jovens, homens, mulheres ou casais testemunhamos diversos tipos de explosão emocional ou contenção de emoções, mas podemos dizer que aqueles que mais se abrem e expressam suas emoções sem medo dos outros ao seu redor mesmo que não seja em gritos e prantos (*) são aqueles que mais se libertam de seus traumas e suas dores e podem testemunhar depois que sentiram muita paz e alegria, pois é o caso de entregar o peso de sua cruz a Jesus.  As dores, enfermidades e traumas se equivalem ao peso da cruz e sem elas sentimos um grande alívio já que a nossa cruz ficou bem mais leve.


“Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei” (S. Mateus 5)


“Tomai sobre vós o meu jugo, […] Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
(S. Mateus 11,3o)


“Fomos curados graças às suas chagas”   (Isaías 53,5)

“Carregando a sua cruz”  –  (Post power point)


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“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” ( Salmos 30:5)  “Pela tarde, vem o pranto, mas, de manhã, volta a alegria. (Salmo 29,6)


… Geralmente o choro ocorre quando as pessoas são libertas de seus males e em um encontro fechado criamos momentos para que esta libertação seja facilitada e aconteça, chamamos de momento de cura “Interior” e costumamos realizar este momento na presença de Jesus Sacramentado, pois Se é Jesus quem nos cura, na sua presença então será muito mais fácil que isto aconteça realmente.

Jesus na verdade sempre poderá nos tocar e nos curar a qualquer tempo e em qualquer lugar, desde que o nosso coração esteja aberto para que isso aconteça, porém nos momentos em que exaltamos o Espírito Santo e invocamos a sua presença em nós, momento este em que somos Batizados no Espírito, mergulhados na sua presença e nos abrimos para que Ele penetre em nós ocorre o cumprimento daquela profecia de Ezequiel:



“Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne.”

(Ezequiel 36,26)



Coração de pedra 3


Este é o exato momento que as lágrimas correm, pois é o exato momento da transformação onde morre o homem velho cheio de traumas e pecados que foram lavados e perdoados nascendo o novo homem segundo a imagem de Cristo ressuscitado como um novo ser pronto para viver uma nova vida.


Observações:

(*) Escândalos, gritos e prantos:


Como dissemos antes, derramar lágrimas e chorar são emoções normais e fazem parte do ser humano, essas emoções não devem ser contidas, interrompidas e nem desprezadas e sim devem ser expostas sem ressentimentos e constrangimento, no entanto existem aqueles que exageram e fazem um verdadeiro espetáculo de vexame publicamente sem a menor necessidade.

Deus derrama suas graças em medidas sobre cada um de nós e não justifica que alguns explodam e outros não, mas ocorre que algumas pessoas não conseguem controlar suas emoções e outras porque gostam de fazer um teatro e aparecer em publico mesmo.

As equipes do Ministério de cura estão preparadas para enfrentar essas diversas atitudes e reconhecer as suas diferenças e atender essas pessoas imediatamente quando elas explodem em publico exatamente para evitar que as outras pessoas se escandalizem e interrompam o seu processo de cura.   Para que isso aconteça, caso a pessoa não se contenha com o atendimento in loco é recomendado que a mesma seja retirada do recinto publico para um local onde ela possa ser atendida em particular, é uma recomendação que não pode ser desprezada sendo até indicado que não se promova momentos de cura e repouso quando não se tenha uma equipe de atendimento preparada no local, porém esses fatos podem ocorrer em outros momentos não previstos e muitas vezes não há pessoas preparadas para o atendimento particular.


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Finalizando:


Lágrimas são sinônimos de cura & libertação é um ato de entrega e arrependimento que leva à transformação plena da pessoa, portanto devem ser bem recebidas e não reprimidas para incentivar a abertura do coração das pessoas para que elas encontrem essa experiência pessoal com Jesus que podem até trazer lágrimas em um primeiro momento, mas que finalizam com muita paz e alegria.


Outros temas a serem ponderados:


ARREPENDIMENTO: 

CONFISSÃO e PENITÊNCIA:

CONVERSÃO:



Extase_cume_da_oracao Alimento_Espiritual_Autêntico Repouso_no_Espírito_2
Experiência_com_Deus Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito

Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


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Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


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As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




Batismo_Espírito_1 Fruto_do_Espirito


Efusão_no_Espirito_1

Queira Receber a Efusão do Espírito!



Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Dinâmica: Quanto você vale?



Estabelecer diferença entre VALOR e Preço.


libertos_gracas_as_suas_chagas


Indicações:

Catequese de crianças, grupos de jovens, outros grupos de casais e escolas dominicais.

Aplicação:

Pode ser aplicado em sala de aula, durante reuniões de grupos ou como dinâmica de abertura de palestras em encontros fechados.

Observação:

Uma coisa terá sempre o mesmo preço independentemente de quem compre ou use, mas esta mesma coisa poderá ter diferentes valores para pessoas diferentes dependendo do conhecimento, utilidade ou necessidade da mesma!


cem+reais+ligado+na+biblia+valor[1]


Objetivos:

Refletir sobre valorização pessoal.

QUAL O MEU VALOR?

Geralmente as pessoas que se vendem por um baixo ou alto preço é porque não se auto-valorizam ou não fazem a mínima ideia da diferença entre Valor e preço.

É comum se dizer entre os corruptos e corruptores que toda e qualquer pessoa por mais incorruptível que possa parecer terá o seu preço determinado, porém esse preço nem sempre se traduz em moeda corrente, por isso para que o Cristão se proteja  e se vacine contra este mal pensamento que está presente na sociedade é necessário que ele compreenda qual é o valor que ele possui e que esse valor é impagável. 

Reconhecer que temos muito valor e que Deus nos comprou por um alto preço.

Material:

01 figura de carro, casa e objetos de uma casa.

Obs: procure trabalhar com no máximo 5 opções diferentes não se esquecendo de deixar coisas de valores bem diferenciados.

Papel – Pincel atômico – Fita adesiva.

Procedimento:

– Comecem perguntando qual o valor dos objetos que os alunos estão usando neste momento da aula.

Anotem as respostas num papel e coloquem ao lado de cada objeto, sobre uma mesa.

– Agora, apresentem as figuras de um carro, uma casa e objetos de uma casa e perguntem:

Quanto pode valer este carro?

E a casa?

E outros objetos da casa?

Anotem as respostas, num papel e coloquem ao lado das figuras do carro, casa e utensílios domésticos.

– Perguntem:

E você, quanto vale? (valor monetário “Em Dinheiro”)

– Entreguem para os alunos ¼ da folha de papel ofício.

Peçam para que eles escrevam este valor no papel, que deve ser colocado na roupa do aluno. Peçam para que cada aluno fale quanto ele vale.

– Depois, façam uma comparação dos preços dos objetos com o valor de uma pessoa, no caso o valor indicado por eles para si mesmos.


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Reflexão:


– Vocês sabem que vocês têm muito valor para Deus?

Quando o homem pecou, ele passou a ter uma dívida muito grande para com Deus. Mas, Deus com seu grande amor, providenciou o resgate do homem, enviando seu filho Jesus, para pagar esta dívida, reconciliando o homem com Ele.

– Sabem qual o preço desta dívida que foi paga por Jesus?

Então leiam:

(Romanos 5,8)  “Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.”.

(I Cor 7, 23a) “Por alto preço fostes comprados, não vos torneis escravos de homens.”

– Agora, trabalhem o conteúdo da lição, refletindo com os alunos sobre a autoestima, a forma como cada pessoa se valoriza.




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Vaso_de_Barro

Temos Um Tesouro em Vasos de Barro!



Anel_Valor ostra-9[1] o-maior-tesouro-do-mundo
Amigo Fiel Quem sou faz a diferença Sem_Preço

Tema Preparado para Pregação em Grupo de Oração.



Muitos de nossos leitores buscam temas de pregação para serem apresentados em grupos de oração.    

Esses temas são diversos e poderiam ser apresentados de diversas formas diferentes atendendo a cada vez um detalhe em particular significando que os temas aqui oferecidos atenderão apenas uma destas possibilidades podendo ser alterados, suprimindo ou acrescentado algum outro detalhe que colabore com a sua apresentação particular.  

Apresentaremos temas curtos para serem desenvolvidos no tempo disponível nos grupos de oração que seriam no mínimo 00:15 mim e no máximo 00:30 mim, pois temas superiores a este tempo não seriam aconselháveis apesar de muitos pregadores ultrapassarem o tempo determinado, por isso fica também uma boa margem para acrescentar mais alguma coisa.

Paz de Cristo



ESTAREMOS ACRESCENTANDO OUTROS TEMAS À MEDIDA QUE EVOLUIR ESTE POST, SE BEM QUE JÁ TEMOS MUITOS TEMAS DISPONÍVEIS NO BLOG E ESTAREMOS APENAS PREPARANDO LINK’S INDICATIVOS.


PORÉM SE VOCÊ GOSTARIA DE UM TEMA DIFERENTE, DEIXE AQUI UMA SUGESTÃO COMO COMENTÁRIO.


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ESPÍRITO SANTO


Somos a Igreja Católica e Universal.



CATÓLICA É UNIVERSAL PORQUE É DE TODOS E PARA TODOS.



“Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.”             (S. Mateus 24,14)



 Exatamente isso, somos da Igreja Universal. E será fácil entendermos o porque somos da verdadeira Igreja Universal. E sim, está foi a fundada por Jesus Cristo. A Igreja vem a mais de 2000 (dois mil anos) diante do ocidente e do oriente evangelizando e construindo história e colaborando com o desenvolvimento da humanidade.

IGREJA UNIVERSAL

Para entendermos o porque que a Igreja é a Igreja Universal, necessitamos entender antes de mais nada que a IGREJA DE JESUS CRISTO NÃO TEM NOME. Isso mesmo, a Igreja não tem nome, o nome da Igreja não é Católica. E vou buscar explicar para você meu caro amigo(a).

Mas primeiro vamos entender o porque que a IGREJA CATÓLICA é de fato a IGREJA UNIVERSAL. O termo CATÓLICA vem do GREGO e significa nada mais e nada menos que UNIVERSAL. Deste modo, todos nós batizados nesta Igreja pertencemos a Igreja Universal.

A igreja tem por missão, evangelizar e nesta missão EVANGELIZAR o MUNDO INTEIRO. Sendo assim, a Igreja só pode ter a qualidade ou atributo de ser universal.

Para entender melhor, o que seria estes atributos, suponha que você queira ver sobre os atributos do Papa Francisco, quais seriam? Exemplo: sua idade, sua altura, a cor dos olhos e etc.

A mesma coisa é a Igreja, em se tratando de seu nome, como disse antes, a Igreja não tem nome, mas sim ATRIBUTOS. Quais seriam os atributos da Igreja? A Igreja portanto tem o atributo de ser CATÓLICA, APOSTÓLICA e ROMANA.

Portanto a Igreja Universal pois faz parte de sua missão, o atributo de ser missionária, evangelizadora e anunciar Cristo aos povos. É Apostólica, por ser a Igreja dos Apóstolos e por eles continuada e guardar os ensinamentos dos mesmos Apóstolos.  E é Romana por ter a tradição ocidental, e por ser Roma a sede da Igreja, além de que, como ensina a TRADIÇÃO, o Apóstolo Pedro morreu em Roma.


catedral_sao_pedro_vaticano_roma_entardecer


A Igreja Católica abraça todo o mundo com sua missão evangelizadora. E a esta Igreja está unida todos aqueles que receberam dos Apóstolos a missão do Cristo em continuar a Igreja. E unidos universalmente, todos os Bispos ao Bispo de Roma, o Papa.

No Catecismo da Igreja Católica encontramos:



A exemplo dos doze Apóstolos escolhidos e enviados por Cristo, a união dos membros da hierarquia eclesiástica está ao serviço da comunhão dos fiéis. Cada Bispo exerce o ministério, como membro do colégio episcopal, em comunhão com o Papa, participando com ele na solicitude pela Igreja universal. Os sacerdotes exercem o seu ministério no presbitério da Igreja particular, em comunhão com o próprio Bispo e sob a sua condução. (CIC §878)



E esta mesma união, faz da Igreja universal, no sentido de que todos estão incluídos e unidos a ela e com os Bispos.



Fonte. http://www.catequesedoleigo.com.br/


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