O Que Dizem os Cientistas sobre Deus?


As opiniões são diversas e variadas, porém não existe consenso nestas opiniões e nem uma permanência fiel na mesma opinião, pois muitos cientistas que antes se confessam ateus mudaram de opinião ao conhecer um pouco mais profundamente a sua própria ciência confirmando assim a frase proferida pelo Prof. Dr. Louis Pasteur:


 “Um pouco de ciência nos afasta de Deus,

muita ciência nos aproxima.”



Fé e Ciência são os dois lados de uma mesma moeda.


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Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências .

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices.   É a Palavra de Deus.

– Estou errado ?

Respondeu o jovem:

– Mas é claro que está !  Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo?

– Disse o senhor.

– E o que pensam e Dizem os nossos Cientistas sobre A Bíblia  ?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:


Cartão_Ciência


“Um pouco de ciências nos afasta de Deus. Muito…, nos aproxima ! “.

Fato verdadeiro, integrante de sua biografia ocorrido em 1892.

A questão de fé e ciência:

“Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”.

Com esse conceito, o Papa Bento XVI reafirma o princípio já enunciado pelo Concílio Vaticano I (1869-1870):

As verdades da fé e as verdades da ciência não podem nunca se contradizer .

Ou, explicitando melhor, podemos dizer:

“As verdades verdadeiras da fé e as verdades verdadeiras da ciência Nunca se contradizem”.




O Livro da capa Preta . PPT

Jesus é a verdade Fé & Ciência-Post



Leia a Bíblia NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Papa Francisco Abre o 37º Congresso da RCC em Roma.



DISCURSO
Papa Francisco fala aos participantes do
37ª Convocação Nacional da Renovação Carismática Católica
Domingo, 1º de junho de 2014

Boletim da Santa Sé
Tradução: Liliane Borges



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Papa Francisco Fala no 37º Congresso RCC em Roma.


Queridos irmãos e irmãs !

Eu os agradeço pela acolhida. Certamente alguém falou para os organizadores que eu gosto muito dessa música, “Vive Jesus, o Senhor”. Quando eu celebrava na catedral de Buenos Aires a Missa com a Renovação Carismática, após a consagração, e depois de alguns segundos de adoração em línguas, cantávamos esta canção com tanta alegria e com força, como vocês cantaram hoje. Obrigado! Senti-me em casa!

Agradeço a Renovação no Espírito, o I’CCRS e a Fraternidade Católica,  por este encontro com vocês, que me dá tanta alegria. Agradeço também a presença dos primeiros que tiveram uma forte experiência do poder do Espírito Santo, creio que a Paty esteja aqui… Vocês, Renovação Carismática, receberam um grande presente do Senhor. Vocês nasceram de um desejo do Espírito Santo como “uma corrente de graça” na Igreja e para a Igreja. É isto que os define: “uma corrente de graça”.

O primeiro dom do Espírito Santo, qual é? O dom de si mesmo, que é amor e te faz apaixonar-se por Jesus.  E este amor muda a  vida. Por esta razão, se diz “nascer de novo para a vida no Espírito”. Como Jesus disse a Nicodemos. Vocês  receberam  o grande dom da diversidade dos carismas, a diversidade que leva à harmonia do Espírito Santo, ao serviço da Igreja.

Quando penso em vocês carismáticos, me vem a mesma imagem da Igreja, mas de um modo particular: penso em uma grande orquestra, na qual, cada instrumento é diferente do outro, e também as vozes são diferentes, mas todos são necessários para a harmonia da música. São Paulo nos diz, no capítulo 12 da Primeira Carta aos Coríntios.

Portanto, como é uma orquestra, ninguém na Renovação pode pensar em ser mais importante ou maior que o outro, por favor ! Porque, quando alguém de vocês pensa que é mais importante que o outro, maior que o outro, começa a peste! Ninguém pode dizer: “Eu sou o chefe”. Vocês, como toda a Igreja, tem um só chefe, um só Senhor: o Senhor Jesus. Repitam comigo: Quem é o chefe da Renovação? O Senhor Jesus! Quem é o chefe da Renovação? (Os participantes repetem) O Senhor Jesus! E podemos dizer isso com a potência que nos dá o Espírito Santo, porque ninguém pode dizer: “Jesus é o Senhor”, sem o Espírito Santo.

Como vocês devem saber – porque as notícias correm – nos primeiros anos da Renovação Carismática, em Buenos Aires, eu não amava muito esses carismáticos. E eu dizia a eles: “Parecem uma escola de samba!”.  Eu não partilhava da maneira deles rezarem  e  tantas coisas novas que estavam acontecendo na Igreja. Depois disso, eu comecei a conhecê-los e eu finalmente entendi o bem que a Renovação Carismática faz a Igreja. E essa história, que vai desde “escola de samba” para a frente, termina de uma forma especial: alguns meses antes de participar no Conclave, fui nomeado pela Conferência Episcopal,  o assistente espiritual da Renovação Carismática na Argentina.

A Renovação Carismática é uma grande força no serviço do Evangelho, na alegria do Espírito Santo.Vocês receberam o Espírito Santo que os fez descobrir o amor de Deus por todos os seus filhos e o amor pela Palavra.

Nos primeiros tempos diziam que vocês carismáticos estavam sempre com uma Bíblia, o Novo Testamento … Vocês ainda  fazem isso? [A multidão] Sim! Eu não tenho tanta certeza! Se não, voltem a este primeiro amor, sempre levar no bolso, na bolsa, a Palavra de Deus! E ler um trecho. Sempre com a Palavra de Deus.

Vocês, o povo de Deus, o povo da Renovação Carismática, tenham cuidado para não perder a liberdade que o Espírito Santo vos deu!

O perigo para a Renovação, como costuma dizer sempre, o nosso querido padre Raniero Cantalamessa, é a organização excessiva: o perigo de organização excessiva.

Sim, vocês precisam de organização, mas não percam  a graça de deixar Deus ser Deus! “No entanto, não há maior liberdade do que deixar-se guiar pelo Espírito, renunciando a calcular e controlar tudo, e permitir que Ele nos ilumine, nos guie, nos oriente, nos impulsione para onde Ele quer. Ele sabe o que é necessário em todas as épocas e em todos os momentos. Isso significa ser misteriosamente fecundo!” (Exortação Evangelii Gaudium, 280).

Um outro perigo é o de tornarem-se “controladores” da graça de Deus. Muitas vezes, os responsáveis (eu gosto mais do nome de “servos”) de algum grupo ou algumas comunidades tornam-se, talvez inconscientemente, os administradores da graça, decidindo quem pode receber o oração da efusão no Espírito e quem não pode. Se alguém faz assim, por favor, não façam mais isso, não faça mais isso! Vocês são dispensadores da graça de Deus, e não controladores! Não imponham uma alfândega ao Espírito Santo!

Nos Documentos de Malines, vocês têm um guia, um percurso seguro para não errar o caminho. O primeiro documento é: Orientação teológica e pastoral (1). O segundo é: Renovação Carismática e Ecumenismo, escrito pelo Cardeal Suenes, grande protagonista do Concílio Vaticano II. O terceiro é: Renovação Carismática e serviço ao homem, escrito pelo Cardeal Suenes e por Dom Helder Câmara.

Este é o percurso de vocês: evangelização, ecumenismo espiritual, cuidado com os pobres e necessitados e acolhida dos marginalizados. E tudo isso tendo como base a adoração! O fundamento da Renovação é adorar a Deus!


Me pediram para dizer o que o Papa espera da Renovação.


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A primeira coisa é a conversão ao amor de Jesus que muda a vida e faz do cristão uma testemunha do Amor de Deus. A Igreja espera esse testemunho de vida cristã e o Espírito nos ajuda a viver a coerência do Evangelho para a nossa santidade.

Espero de vocês que partilhem com todos, na Igreja, a graça do Batismo no Espírito Santo (expressão que se lê nos Atos dos Apóstolos).

Espero de vocês uma evangelização com a Palavra de Deus que anuncia que Jesus é vivo e ama a todos os homens.

Que vocês deem um testemunho de ecumenismo espiritual com todos os irmãos e irmãs de outras Igrejas e comunidades cristãs que creem em Jesus como Senhor e Salvador.

Que vocês permaneçam  unidos no amor que o Senhor Jesus  pede a nós e a todos os homens, na oração ao Espírito Santo para chegar a esta unidade, que é necessária para a evangelização, em nome de Jesus. Lembrem-se que a “Renovação Carismática é por sua própria natureza ecumênica … a Renovação Católica se alegra com aquilo que o Espírito Santo realiza em outras Igrejas” (1 Malines 5,3 ).

Aproximem-se dos pobres, dos necessitados, para tocar neles, nas feridas de Jesus. Aproximem-se, por favor! Procurem a unidade na Renovação, porque a unidade vem do Espírito Santo e nasce  da  unidade da Trindade. A divisão,  vem de quem? Do demônio! A divisão vem do demônio. Fujam das lutas internas, por favor! Entre vocês, elas não devem existir!

Quero agradecer ao I’CCRS e a Fraternidade Católica, os dois organismos de Direito Pontifício do Pontifício Conselho para os Leigos, a serviço da Renovação mundial, empenhados em  preparar a reunião mundial de padres e bispos, a ser realizada em junho do próximo ano. Eu sei que decidiram compartilhar também  o mesmo escritório e trabalhar em conjunto, como um sinal de unidade e para gerenciar melhor os seus recursos. Estou muito satisfeito. Eu também quero agradecer-lhes, porque já estão organizando o Grande Jubileu do 2017.

Irmãos e irmãs, recordem: adorar a Deus, o Senhor! Este é o fundamento! Adorar a Deus. Busquem a santidade na nova vida do Espírito Santo. Sejam dispensadores da graça de Deus. Evitem o perigo da excessiva organização.

Saiam pelas ruas para evangelizar, anunciando o Evangelho. Recordem que a Igreja nasceu “em saída”, naquela manhã de Pentecostes. Aproximem-se dos pobres e toquem neles, nas feridas de Jesus. Deixai-vos guiar pelo Espírito Santo, com  liberdade; e por favor, não engaiolem o Espírito Santo! Com liberdade!

Busquem a unidade da Renovação, unidade que vem da Trindade!
E espero todos vocês, carismáticos de todo o  mundo, para celebrar, junto com o Papa, o vosso grande jubileu, em Pentecostes de 2017, na Praça São Pedro! Obrigado!

 

(1) SUENENS, Cardeal e outros – “Orientações teológicas e Pastorais da Renovação Carismática Católica”, Edições Loyola, 1975 (documento de Malines)

Fonte: Blog Canção Nova

http://papa.cancaonova.com/discurso-do-papa-a-renovacao-carismatica-catolica/



DISCURSO ORIGINAL NO YOUTUBE



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FRASES EM DESTAQUE NO TEXTO DO PAPA FRANCISCO

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Jesus Jesus

Os Papas Falam à Renovação Carismática Católica.



Papa Francisco Canoniza os Papas João XXIII e João Paulo II.



Quatro Papas reunidos num só dia unidos num só objetivo, proporcionar para a Igreja mais Amor, Bondade, e Fraternidade, sobretudo mostrar ao mundo que Santidade não é coisa do passado e sim que pode ser alcançada ainda hoje por todo aquele que se entregar a Deus de todo coração.




De acordo com informações da agência de notícias do Vaticano, VIS, aproximadamente 500 mil pessoas assistiram hoje, 27, na Praça de São Pedro, à cerimônia de canonização dos papas João XXIII e João Paulo II, e cerca de 300 mil acompanharam o evento pela telas gigantes distribuídas na cidade de Roma.

Estiveram presentes na cerimônia delegações oficiais de mais de cem países, mais de vinte chefes de Estado e personalidades do mundo da política e da cultura.

O papa emérito Bento XVI concelebrou com o papa Francisco, que antes de proceder ao rito da proclamação dos novos santos, dirigiu-se a Bento XVI para abraçá-lo.

Logo após, acompanhado do prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato, e dos postuladores das causas, o papa Francisco pronunciou a fórmula de canonização: “Em honra à Santíssima Trindade para exaltação da fé católica e crescimento da vida cristã, com a autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e a nossa, Depois de haver refletido profundamente, invocando muitas vezes a ajuda divina e ouvido o parecer de numerosos irmãos no episcopado, declaramos e definimos santos os beatos João XXIII e João Paulo II e os inscrevemos no Catálogo dos Santos, e estabelecemos que em toda a Igreja sejam devotamente honrados entre os Santos. Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo”.

Após a leitura do Evangelho, Francisco proferiu a homilia, que segue abaixo, na íntegra:

HOMILIA DO PAPA FRANCISCO

II Domingo de Páscoa (ou da Divina Misericórdia), 27 de abril de 2014
No centro deste domingo, que encerra a Oitava de Páscoa e que São João Paulo II quis dedicar à Misericórdia Divina, encontramos as chagas gloriosas de Jesus ressuscitado.

Já as mostrara quando apareceu pela primeira vez aos Apóstolos, ao anoitecer do dia depois do sábado, o dia da Ressurreição. Mas, naquela noite – como ouvimos –, Tomé não estava; e quando os outros lhe disseram que tinham visto o Senhor, respondeu que, se não visse e tocasse aquelas feridas, não acreditaria. Oito dias depois, Jesus apareceu de novo no meio dos discípulos, no Cenáculo, encontrando-se presente também Tomé; dirigindo-Se a ele, convidou-o a tocar as suas chagas. E então aquele homem sincero, aquele homem habituado a verificar tudo pessoalmente, ajoelhou-se diante de Jesus e disse: «Meu Senhor e meu Deus!» (Jo 20, 28).

Se as chagas de Jesus podem servir de escândalo para a fé, são também a verificação da fé. Por isso, no corpo de Cristo ressuscitado, as chagas não desapareceram, continuam presentes, porque aquelas chagas são o sinal permanente do amor de Deus por nós, sendo indispensáveis para crer em Deus: não para crer que Deus existe, mas sim que Deus é amor, misericórdia e fidelidade. Citando Isaías, São Pedro escreve aos cristãos: «pelas suas chagas, fostes curados» (1 Ped 2, 24; cf. Is 53, 5).

São João XXIII e São João Paulo II tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus, tocar as suas mãos chagadas e o seu lado trespassado. Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo.

Foram sacerdotes, bispos e papas do século XX. Conheceram as suas tragédias, mas não foram vencidos por elas. Mais forte, neles, era Deus; mais forte era a fé em Jesus Cristo, Redentor do homem e Senhor da história; mais forte, neles, era a misericórdia de Deus que se manifesta nestas cinco chagas; mais forte era a proximidade materna de Maria.

Nestes dois homens contemplativos das chagas de Cristo e testemunhas da sua misericórdia, habitava «uma esperança viva», juntamente com «uma alegria indescritível e irradiante» (1 Ped 1, 3.8). A esperança e a alegria que Cristo ressuscitado dá aos seus discípulos, e de que nada e ninguém os pode privar. A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao Povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão.

Esta esperança e esta alegria respiravam-se na primeira comunidade dos crentes, em Jerusalém, de que falam os Atos dos Apóstolos (cf. 2, 42-47), que ouvimos na segunda Leitura. É uma comunidade onde se vive o essencial do Evangelho, isto é, o amor, a misericórdia, com simplicidade e fraternidade.

E esta é a imagem de Igreja que o Concílio Vaticano II teve diante de si. João XXIII e João Paulo II colaboraram com o Espírito Santo para restabelecer e atualizar a Igreja segundo a sua fisionomia originária, a fisionomia que lhe deram os santos ao longo dos séculos. Não esqueçamos que são precisamente os santos que levam avante e fazem crescer a Igreja. Na convocação do Concílio, São João XXIII demonstrou uma delicada docilidade ao Espírito Santo, deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado, guiado pelo Espírito. Este foi o seu grande serviço à Igreja; por isso gosto de pensar nele como o Papa da docilidade ao Espírito Santo.

Neste serviço ao Povo de Deus, São João Paulo II foi o Papa da família. Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu.

Que estes dois novos santos Pastores do Povo de Deus intercedam pela Igreja para que, durante estes dois anos de caminho sinodal, seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama.



A Bondade e Misericórdia de Deus

Para a Igreja e todos nós.






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O Bom Fruto

Do Espírito Santo.


CHÁCARA JEUS CURA

Bem aventurado

sois vós…


O Livro da Capa Preta.


Fé e Ciência são os dois lados de uma mesma moeda.


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Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências .

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices.   É a Palavra de Deus.

– Estou errado ?

Respondeu o jovem:

– Mas é claro que está !  Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo?

– Disse o senhor.

– E o que pensam e Dizem os nossos Cientistas sobre A Bíblia  ?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:


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“Um pouco de ciências nos afasta de Deus. Muito…, nos aproxima ! “.

Fato verdadeiro, integrante de sua biografia ocorrido em 1892.

A questão de fé e ciência:

“Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”.

Com esse conceito, o Papa Bento XVI reafirma o princípio já enunciado pelo Concílio Vaticano I (1869-1870):

As verdades da fé e as verdades da ciência não podem nunca se contradizer .

Ou, explicitando melhor, podemos dizer:

“As verdades verdadeiras da fé e as verdades verdadeiras da ciência Nunca se contradizem”.




O Livro da capa Preta . PPT

Jesus é a verdade Fé; Ciência-Post




Leia a Bíblia NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Teologia versus Ateísmo.


Uma Resposta Sábia da Teologia para a astúcia do ateísmo.


BENTO XVI e a sua grande sabedoria e impressionante lucidez em carta que escreveu como resposta ao matemático e ateu italiano Piergiorgio Odifreddi, que lhe dirigiu o livro “Caro Papa, escrevo-te”, no qual fala sobre a Igreja, Cristo, Bento XVI, ciência e o mal. 

É magistral como o Papa emérito o responde! Com palavras acertadas, mas sem nunca abandonar o bom trato. Bento XVI é daqueles que sabem revidar graves argumentos sem, contudo, perder a boa classe. Confiram:


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REUTERS/Osservatore Romano


Ilustríssimo Senhor Professor Odifreddi, (…) gostaria de lhe agradecer por ter tentado até o último detalhe se confrontar com o meu livro e, assim, com a minha fé; é exatamente isso, em grande parte, que eu havia intencionado com o meu discurso à Cúria Romana por ocasião do Natal de 2009. Devo agradecer também pelo modo leal como tratou o meu texto, buscando sinceramente prestar-lhe justiça.

O meu julgamento acerca do seu livro, no seu conjunto, porém, é em si mesmo bastante contrastante. Eu li algumas partes dele com prazer e proveito. Em outras partes, ao invés, me admirei com uma certa agressividade e com a imprudência da argumentação. (…)

Várias vezes, o senhor me aponta que a teologia seria ficção científica. A esse respeito, eu me admiro que o senhor, no entanto, considere o meu livro digno de uma discussão tão detalhada. Permita-me propor quatro pontos a respeito de tal questão:

1. É correto afirmar que “ciência”, no sentido mais estrito da palavra, só a matemática o é, enquanto eu aprendi com o senhor que, mesmo aqui, seria preciso distinguir ainda entre a aritmética e a geometria. Em todas as matérias específicas, a cientificidade, a cada vez, tem a sua própria forma, segundo a particularidade do seu objeto. O essencial é que ela aplique um método verificável, exclua a arbitrariedade e garanta a racionalidade nas respectivas modalidades diferentes.

2. O senhor deveria ao menos reconhecer que, no âmbito histórico e no do pensamento filosófico, a teologia produziu resultados duradouros.

3. Uma função importante da teologia é a de manter a religião ligada à razão, e a razão, à religião. Ambas as funções são de essencial importância para a humanidade. No meu diálogo com Habermas, mostrei que existem patologias da religião e – não menos perigosas – patologias da razão. Ambas precisam uma da outra, e mantê-las continuamente conectadas é uma importante tarefa da teologia.

4. A ficção científica existe, por outro lado, no âmbito de muitas ciências. Eu designaria o que o senhor expõe sobre as teorias acerca do início e do fim do mundo em Heisenberg, Schrödinger, etc., como ficção científica no bom sentido: são visões e antecipações para chegar a um verdadeiro conhecimento, mas são, justamente, apenas imaginações com as quais tentamos nos aproximar da realidade. Além disso, existe a ficção científica em grande estilo, exatamente dentro da teoria da evolução também. O gene egoísta de Richard Dawkins é um exemplo clássico de ficção científica. O grande Jacques Monod escreveu frases que ele mesmo deve ter inserido na sua obra seguramente apenas como ficção científica. Cito: “O surgimento dos vertebrados tetrápodes (…) justamente tem sua origem do fato de que um peixe primitivo ‘escolheu’ ir a explorar a terra, sobre a qual, porém, ele era incapaz de se deslocar, exceto saltitando desajeitadamente e criando, assim, como consequência de uma modificação do comportamento, a pressão seletiva graças à qual se desenvolveriam os membros robustos dos tetrápodes. Entre os descendentes desse audaz explorador, desse Magellan da evolução, alguns podem correr a uma velocidade de 70 quilômetros por hora…” (citado segundo a edição italiana de Il caso e la necessità, Milão, 2001, p. 117ss.).

Em todas as temáticas discutidas até agora, trata-se de um diálogo sério, para o qual eu – como já disse repetidamente – sou grato. As coisas são diferentes no capítulo sobre o sacerdote e a moral católica, e ainda diferentes nos capítulos sobre Jesus. Quanto ao que o senhor diz sobre o abuso moral de menores por parte de sacerdotes, eu só posso reconhecer – como o senhor sabe – com profunda consternação. Eu nunca tentei mascarar essas coisas. O fato de que o poder do mal penetra a tal ponto no mundo interior da fé é para nós um sofrimento que, por um lado, devemos suportar, enquanto, por outro, devemos, ao mesmo tempo, fazer todo o possível para que casos desse tipo não se repitam. Também não é motivo de conforto saber que, segundo as pesquisas dos sociólogos, a porcentagem dos sacerdotes réus desses crimes não é mais alta do que a presente em outras categorias profissionais semelhantes. Em todo caso, não se deveria apresentar ostensivamente esse desvio como se se tratasse de uma imundície específica do catolicismo.

Se não é lícito calar sobre o mal na Igreja, também não se deve silenciar, porém, sobre o grande rastro luminoso de bondade e de pureza, que a fé cristã traçou ao longo dos séculos. É preciso lembrar as figuras grandes e puras que a fé produziu – de Bento de Núrsia e a sua irmã Escolástica, Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, aos grandes santos da caridade como Vicente de Paulo e Camilo de Lellis, até a Madre Teresa de Calcutá e as grandes e nobres figuras da Turim do século XIX. Também é verdade hoje que a fé leva muitas pessoas ao amor desinteressado, ao serviço pelos outros, à sinceridade e à justiça. (…)

O que o senhor diz sobre a figura de Jesus não é digno do seu nível científico. Se o senhor põe a questão como se, no fundo, não soubesse nada de Jesus e como se d’Ele, como figura histórica, nada fosse verificável, então eu só posso convidá-lo de modo decidido a tornar-se um pouco mais competente do ponto de vista histórico. Recomendo-lhe, para isso, sobretudo os quatro volumes que Martin Hengel (exegeta da Faculdade de Teologia Protestante de Tübingen) publicou juntamente com Maria Schwemer: é um exemplo excelente de precisão histórica e de amplíssima informação histórica. Diante disso, o que o senhor diz sobre Jesus é um falar imprudente que não deveria repetir. O fato de que na exegese também foram escritas muitas coisas de escassa seriedade é, infelizmente, um fato indiscutível. O seminário norte-americano sobre Jesus que o senhor cita nas páginas 105ss. só confirma mais uma vez o que Albert Schweitzer havia notado a respeito da Leben-Jesu-Forschung (Pesquisa sobre a vida de Jesus), isto é, que o chamado “Jesus histórico” é, em grande parte, o espelho das ideias dos autores. Tais formas mal sucedidas de trabalho histórico, porém, não comprometem, de fato, a importância da pesquisa histórica séria, que nos levou a conhecimentos verdadeiros e seguros sobre o anúncio e a figura de Jesus.

(…) Além disso, devo rejeitar com força a sua afirmação (p. 126) segundo a qual eu teria apresentado a exegese histórico-crítica como um instrumento do anticristo. Tratando o relato das tentações de Jesus, apenas retomei a tese de Soloviev, segundo a qual a exegese histórico-crítica também pode ser usada pelo anticristo – o que é um fato incontestável. Ao mesmo tempo, porém, sempre – e em particular no prefácio ao primeiro volume do meu livro sobre Jesus de Nazaré – eu esclareci de modo evidente que a exegese histórico-crítica é necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reivindica uma historicidade verdadeira e, por isso, deve apresentar a realidade histórica das suas afirmações de modo científico também. Por isso, também não é correto que o senhor diga que eu estaria interessado somente na meta-história: muito pelo contrário, todos os meus esforços têm o objetivo de mostrar que o Jesus descrito nos Evangelhos também é o Jesus histórico real; que se trata de história realmente ocorrida. (…)

Com o 19º capítulo do seu livro, voltamos aos aspectos positivos do seu diálogo com o meu pensamento. (…) Mesmo que a sua interpretação de João 1, 1 seja muito distante da que o evangelista pretendia dizer, existe, no entanto, uma convergência que é importante. Se o senhor, porém, quer substituir Deus por “A Natureza”, resta a questão: quem ou o que é essa natureza. Em nenhum lugar, o senhor a define e, assim, ela parece ser uma divindade irracional que não explica nada. Mas eu gostaria, acima de tudo, de fazer notar ainda que, na sua religião da matemática, três temas fundamentais da existência humana continuam não considerados: a liberdade, o amor e o mal. Admiro-me que o senhor, com uma única referência, liquide a liberdade que, contudo, foi e é o valor fundamental da época moderna. O amor, no seu livro, não aparece, e também não há nenhuma informação sobre o mal. Independentemente do que a neurobiologia diga ou não diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história ela está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração. Mas a sua religião matemática não conhece nenhuma informação sobre o mal. Uma religião que ignore essas questões fundamentais permanece vazia.

Ilustríssimo Senhor Professor, a minha crítica ao seu livro, em parte, é dura. Mas a franqueza faz parte do diálogo; só assim o conhecimento pode crescer. O senhor foi muito franco e, assim, aceitará que eu também o seja. Em todo caso, porém, avalio muito positivamente o fato de que o senhor, através do seu contínuo confronto com a minha Introdução ao cristianismo, tenha buscado um diálogo tão aberto com a fé da Igreja Católica e que, apesar de todos os contrastes, no âmbito central, não faltem totalmente as convergências.

Com cordiais saudações e com todos os melhores votos para o seu trabalho.


Texto publicado em italiano na edição de 24 setembro 2013 do jornal la Repubblica, com tradução portuguesa de Moisés Sbardelotto.

Na imagem, Bento XVI, ainda Papa de fato, lendo o L’Osservatore Romano durante suas férias em julho de 2010, em Castel Gandolfo.

Créditos da imagem: Reuters/L’Osservatore Romano.


MILAGRE DE LANCIANO

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Papa Francisco Responde sobre a RCC.


Em entrevista dentro do avião no retorno para Roma, Papa Francisco respondeu e esclareceu diversas questões pendentes aos repórteres, uma delas foi sobre a aceitação da Renovação Carismática Católica e neste caso ele mesmo esclareceu que sua primeira opinião antes de conhecer o movimento não foi nada boa, mas ao observar seu crescimento e amadurecimento hoje ele não só aceita como reconhece que é um instrumento essencial na renovação de toda a Igreja.


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Papa Francisco Fala sobre a RCC.


Texto Parcial da Entrevista:

A Igreja no Brasil está perdendo fiéis. A Renovação Carismática é uma possibilidade para evitar que eles sigam para as igrejas pentecostais?

Papa Francisco – É verdade, as estatísticas mostram. Falamos sobre isso ontem com os bispos brasileiros. E isso é um problema que incomoda os bispos brasileiros. Eu vou dizer uma coisa: nos anos 1970, início dos 1980, eu não podia nem vê-los. Uma vez, falando sobre eles, disse a seguinte frase: eles confundem uma celebração musical com uma escola de samba. Eu me arrependi. Vi que os movimentos bem assessorados trilharam um bom caminho. Agora, vejo que esse movimento faz muito bem à Igreja em geral. Em Buenos Aires, eu fazia uma missa com eles uma vez por ano, na catedral. Vi o bem que eles faziam. Neste momento da Igreja, creio que os movimentos são necessários. Esses movimentos são uma graça para a Igreja. A Renovação Carismática não serve apenas para evitar que alguns sigam os pentecostais. Eles são importantes para a própria Igreja, a Igreja que se renova.

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jamil-chade/2013/07/29/entrevista-com-o-papa-francisco-quem-sou-eu-para-julgar-os-gays/


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A Loucura da Cruz.



Existem coisas que nos parecem totalmente sem sentido ou então são totalmente absurdas, poderíamos dizer que este é o caso da cruz de Cristo, pois uma condenação de morte da pior maneira possível usada pelo ser humano para humilhar o condenado e mais ainda aqueles que o poderiam seguir seus ensinamentos provoca uma reação totalmente oposta ao esperado e ainda mais, este já era os planos daquele que fora condenado.

Para nós que hoje conhecemos esta história, resta nos compreender o significado deste imenso amor pessoal para conosco.



Réplica da Serpente de Bronze de Moisés – Perto do Monte Nebo, na Jordânia

foto © Joe Walker 2005


“E assim como Moisés levantou a Serpente  no deserto, assim importa que o filho do homem seja levantado, que todo aquele que n’Ele crê tenha a vida eterna.”
(S. João 3,15)

A história da serpente de bronze é encontrada em Números 21: 4-9

O povo murmurou contra Deus e contra Moisés: “Por que você nos tirou do Egito para morrermos no deserto? Porque não há comida e nem água, e nós detestamos este alimento miserável. “Então o Senhor enviou serpentes venenosas entre as pessoas, e elas morderam as pessoas, de modo que muitos israelitas morreram. O povo veio a Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti;. Interceda por nós ao Senhor para que tire de as serpentes de nosso meio “Então, Moisés orou pelo povo. E o Senhor disse a Moisés: “Faça uma serpente de Bronze e a coloque num poste, e todo aquele que for mordido deverá olhar para ela e então não morrerá.” “Então Moisés fez uma serpente de bronze, e pô-la sobre uma haste; e sempre que alguém era mordido por uma serpente, se dirigia à serpente no poste e a olhava para ela não morria.

A serpente de bronze aparece novamente em (2 Reis 18): [Ezequias] tirou os altos, quebrou as colunas, e cortou o poste sagrado. Ele quebrou em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até aqueles dias em que o povo de Israel tinham feito ofertas a ele, que era chamado de Neustã.

É um evento fascinante. É uma daquelas histórias bíblicas que deixa a consciência moderna embaraçada para encontrar uma explicação para o episódio todo. A serpente é um agente da destruição e morte, mas ao olhar para a serpente de bronze ela se tornava em um agente de cura. A mesma coisa que traz a morte, também, em outro contexto, traz a vida. Mas a passagem de 2 Reis dá algumas pistas de reflexão: há uma tendência no homem de recorrer em adoração aos meios de salvação, em vez de recorrer ao Deus da salvação!

De qualquer forma, parece uma inversão de valores, um completo absurdo da parte de Deus em usar esse sinal particular como um meio pelo qual os israelitas pecadores e murmuradores contra Deus estavam sendo curados. É aqui que se revela o significado “a tipologia” da cruz. Se era absurdo pensar em olhar para uma serpente de bronze para ser curado, então também é outro absurdo pensar o mesmo sobre olhar para Jesus crucificado. Este é, um dos motivos, uma primeira instância por que São Paulo chamará mais tarde de “A loucura da cruz.” Deus é completamente capaz de organizar as coisas de tal maneira que atinja o seu objetivo maior, bem, pode ser até muito estranho. Mas isso é o chamado e a forma de Deus agir, não a minha.

Jesus entra na história e revela que este evento é um precedente “a tipologia” , ou seja, um evento que tem um significado muito além de si mesmo. Isso é diferente de tratá-lo como apenas uma alegoria histórica.

Esta tipologia pode trabalhar de algumas maneiras.   Nós vemos a relação evidente entre a serpente que foi “levantada na vara” e Jesus “levantado na cruz”. A serpente é uma coisa tanto que provoca a morte ou de acordo com a decisão tomada pelos pecadores no deserto, ela se tornaria fonte de vida. Acontece o mesmo com Jesus: na passagem de (São João 3, 16), Ele pretende claramente que haja um resgate de todo homem,  mas já se fala do mal, daqueles que rejeitam olhar para a luz e preferem as trevas, estes terão como recompensa a morte eterna, resultado de sua própria escolha.

Pensando na Jordânia moderna, onde o memorial da serpente de bronze esta localizado atualmente, em um dia claro você pode visualizar a famosa “terra prometida”.

Para quem teve a oportunidade de visitar o local. É uma visão maravilhosa, olhar para a serpente de bronze vendo ao fundo a terra que mana leite e mel, aquela terra que Deus prometeu à descendência de Abraão e os conduziu pelo deserto naqueles quarenta anos para enfim tomar posse da promessa. É uma outra espécie de “tipologia geográfica”.

Quando olhamos para Jesus na cruz, como um desprezado assim como a serpente, podemos olhar para o passado vislumbrando o futuro da nova e eterna aliança, este é o caminho da cruz para a ressurreição, o verdadeiro lugar do Sacrifício que garante a nossa salvação eterna. 


Placa que indica a direção das cidades em Israel.


E assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas a fim de que o mundo seja salvo por ele.

Aqueles que acreditam nele não são condenados, mas quem não crer já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E este é o julgamento, que a luz veio ao mundo, e as pessoas preferiram as trevas à luz, porque suas obras eram más. Para todos os que fazem o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que seus atos não possam ser expostos. Mas aqueles que fazem o que é verdade vem para a luz, para que ele possa ser visto claramente que as suas obras têm sido feitas em Deus. “Como uma passagem da Quaresma, este texto fala da redenção fora do juízo. Observe que a fonte do julgamento aqui não é Jesus, mas nós mesmos. O “poder se expor” na luz é usado para mostrar o contraste entre o bem e o mal. Enquanto muitos poderiam ser tentados a viver conforme o final da mensagem, depois vem as palavras reconfortantes no v 16, o texto que temos continua.

Parece um acórdo de juizes baseando-se exclusivamente a este respeito: o que (ou quem) você ama? A Luz ou as Trevas ?  A escuridão impede a visão, impede de “olhar” aquele que foi levantado na Cruz. As trevas termina na opção de não ver o crucificado ou usando outra famosa expressão de Jesus “O Pior cego é aquele que prefere não ver”, porque mesmo tendo olhos sadios, preferem mantê-los fechados para não verem a verdade.

Há sempre (pelo menos para mim) uma disputa na forma de abordar os elementos de julgamento em tais textos. É certamente uma boa notícia que o propósito de Jesus não é condenar, mas para salvar (a partir de nossa propria decisão?). E ainda assim eu sinto que não é o caso de que Jesus não possa condenar alguém (ele disse muitas palavras duras no evangelho), mas sim que não há necessidade de outras provas que os nossos próprios atos, a fim de fazê-lo.  Primeiro caminho com poucas irregularidades: manter uma alegoria harmoniosa das duas histórias… olhar para Deus … olhe para Jesus na cruz, não importa quão absurdo que possa parecer. Olhe para cima. Deus ama todos os seus filhos que estão no mundo.

Segundo caminho com colisões: o agente que pela decisão do homem provoca a morte / é também o agente da salvação. É por isso que Jesus traz a referência. Os meios de salvação podem aparecer duros, mas é o único meio. Isso significava, para Jesus, tornando-se a serpente figurada na vara de Moisés (“Ele se tornou o pecado que não conheceu pecado”), a fim de trazer a cura definitiva aos que n’Ele creem. 

Fonte: http://joewalker.blogs.com/felixhominum/2009/03/sermon-notes-lent-4-year-b-john-31421.html

Outras fotos do local – Canção nova



Semeando a cultura de Pentecostes