A Loucura da Cruz.



Existem coisas que nos parecem totalmente sem sentido ou então são totalmente absurdas, poderíamos dizer que este é o caso da cruz de Cristo, pois uma condenação de morte da pior maneira possível usada pelo ser humano para humilhar o condenado e mais ainda aqueles que o poderiam seguir seus ensinamentos provoca uma reação totalmente oposta ao esperado e ainda mais, este já era os planos daquele que fora condenado.

Para nós que hoje conhecemos esta história, resta nos compreender o significado deste imenso amor pessoal para conosco.



Réplica da Serpente de Bronze de Moisés – Perto do Monte Nebo, na Jordânia

foto © Joe Walker 2005


“E assim como Moisés levantou a Serpente  no deserto, assim importa que o filho do homem seja levantado, que todo aquele que n’Ele crê tenha a vida eterna.”
(S. João 3,15)

A história da serpente de bronze é encontrada em Números 21: 4-9

O povo murmurou contra Deus e contra Moisés: “Por que você nos tirou do Egito para morrermos no deserto? Porque não há comida e nem água, e nós detestamos este alimento miserável. “Então o Senhor enviou serpentes venenosas entre as pessoas, e elas morderam as pessoas, de modo que muitos israelitas morreram. O povo veio a Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti;. Interceda por nós ao Senhor para que tire de as serpentes de nosso meio “Então, Moisés orou pelo povo. E o Senhor disse a Moisés: “Faça uma serpente de Bronze e a coloque num poste, e todo aquele que for mordido deverá olhar para ela e então não morrerá.” “Então Moisés fez uma serpente de bronze, e pô-la sobre uma haste; e sempre que alguém era mordido por uma serpente, se dirigia à serpente no poste e a olhava para ela não morria.

A serpente de bronze aparece novamente em (2 Reis 18): [Ezequias] tirou os altos, quebrou as colunas, e cortou o poste sagrado. Ele quebrou em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até aqueles dias em que o povo de Israel tinham feito ofertas a ele, que era chamado de Neustã.

É um evento fascinante. É uma daquelas histórias bíblicas que deixa a consciência moderna embaraçada para encontrar uma explicação para o episódio todo. A serpente é um agente da destruição e morte, mas ao olhar para a serpente de bronze ela se tornava em um agente de cura. A mesma coisa que traz a morte, também, em outro contexto, traz a vida. Mas a passagem de 2 Reis dá algumas pistas de reflexão: há uma tendência no homem de recorrer em adoração aos meios de salvação, em vez de recorrer ao Deus da salvação!

De qualquer forma, parece uma inversão de valores, um completo absurdo da parte de Deus em usar esse sinal particular como um meio pelo qual os israelitas pecadores e murmuradores contra Deus estavam sendo curados. É aqui que se revela o significado “a tipologia” da cruz. Se era absurdo pensar em olhar para uma serpente de bronze para ser curado, então também é outro absurdo pensar o mesmo sobre olhar para Jesus crucificado. Este é, um dos motivos, uma primeira instância por que São Paulo chamará mais tarde de “A loucura da cruz.” Deus é completamente capaz de organizar as coisas de tal maneira que atinja o seu objetivo maior, bem, pode ser até muito estranho. Mas isso é o chamado e a forma de Deus agir, não a minha.

Jesus entra na história e revela que este evento é um precedente “a tipologia” , ou seja, um evento que tem um significado muito além de si mesmo. Isso é diferente de tratá-lo como apenas uma alegoria histórica.

Esta tipologia pode trabalhar de algumas maneiras.   Nós vemos a relação evidente entre a serpente que foi “levantada na vara” e Jesus “levantado na cruz”. A serpente é uma coisa tanto que provoca a morte ou de acordo com a decisão tomada pelos pecadores no deserto, ela se tornaria fonte de vida. Acontece o mesmo com Jesus: na passagem de (São João 3, 16), Ele pretende claramente que haja um resgate de todo homem,  mas já se fala do mal, daqueles que rejeitam olhar para a luz e preferem as trevas, estes terão como recompensa a morte eterna, resultado de sua própria escolha.

Pensando na Jordânia moderna, onde o memorial da serpente de bronze esta localizado atualmente, em um dia claro você pode visualizar a famosa “terra prometida”.

Para quem teve a oportunidade de visitar o local. É uma visão maravilhosa, olhar para a serpente de bronze vendo ao fundo a terra que mana leite e mel, aquela terra que Deus prometeu à descendência de Abraão e os conduziu pelo deserto naqueles quarenta anos para enfim tomar posse da promessa. É uma outra espécie de “tipologia geográfica”.

Quando olhamos para Jesus na cruz, como um desprezado assim como a serpente, podemos olhar para o passado vislumbrando o futuro da nova e eterna aliança, este é o caminho da cruz para a ressurreição, o verdadeiro lugar do Sacrifício que garante a nossa salvação eterna. 


Placa que indica a direção das cidades em Israel.


E assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas a fim de que o mundo seja salvo por ele.

Aqueles que acreditam nele não são condenados, mas quem não crer já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E este é o julgamento, que a luz veio ao mundo, e as pessoas preferiram as trevas à luz, porque suas obras eram más. Para todos os que fazem o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que seus atos não possam ser expostos. Mas aqueles que fazem o que é verdade vem para a luz, para que ele possa ser visto claramente que as suas obras têm sido feitas em Deus. “Como uma passagem da Quaresma, este texto fala da redenção fora do juízo. Observe que a fonte do julgamento aqui não é Jesus, mas nós mesmos. O “poder se expor” na luz é usado para mostrar o contraste entre o bem e o mal. Enquanto muitos poderiam ser tentados a viver conforme o final da mensagem, depois vem as palavras reconfortantes no v 16, o texto que temos continua.

Parece um acórdo de juizes baseando-se exclusivamente a este respeito: o que (ou quem) você ama? A Luz ou as Trevas ?  A escuridão impede a visão, impede de “olhar” aquele que foi levantado na Cruz. As trevas termina na opção de não ver o crucificado ou usando outra famosa expressão de Jesus “O Pior cego é aquele que prefere não ver”, porque mesmo tendo olhos sadios, preferem mantê-los fechados para não verem a verdade.

Há sempre (pelo menos para mim) uma disputa na forma de abordar os elementos de julgamento em tais textos. É certamente uma boa notícia que o propósito de Jesus não é condenar, mas para salvar (a partir de nossa propria decisão?). E ainda assim eu sinto que não é o caso de que Jesus não possa condenar alguém (ele disse muitas palavras duras no evangelho), mas sim que não há necessidade de outras provas que os nossos próprios atos, a fim de fazê-lo.  Primeiro caminho com poucas irregularidades: manter uma alegoria harmoniosa das duas histórias… olhar para Deus … olhe para Jesus na cruz, não importa quão absurdo que possa parecer. Olhe para cima. Deus ama todos os seus filhos que estão no mundo.

Segundo caminho com colisões: o agente que pela decisão do homem provoca a morte / é também o agente da salvação. É por isso que Jesus traz a referência. Os meios de salvação podem aparecer duros, mas é o único meio. Isso significava, para Jesus, tornando-se a serpente figurada na vara de Moisés (“Ele se tornou o pecado que não conheceu pecado”), a fim de trazer a cura definitiva aos que n’Ele creem. 

Fonte: http://joewalker.blogs.com/felixhominum/2009/03/sermon-notes-lent-4-year-b-john-31421.html

Outras fotos do local – Canção nova



Semeando a cultura de Pentecostes



Campanha da Fraternidade – 2011 – CNBB.


Fraternidade e a Vida no Planeta.


Em 2011

A C.F. é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica no Brasil, coordenada pela CNBB, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação.

A Campanha da Fraternidade 2011 terá como tema “Fraternidade e a vida no planeta” e lema “A criação geme em dores de parto”..


Cartaz da Campanha - 2011.


O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) escolheu, nesta terça-feira, 22, o cartaz da Campanha da Fraternidade de 2011, que tem como tema “Fraternidade e a vida no planeta” e lema “A criação geme em dores de parto”. Um dos carros-chefes na divulgação da Campanha da Fraternidade, o cartaz é escolhido mediante concurso divulgado pelo Setor Comunicação Social da CNBB. Para a Campanha deste ano, foram publicados 180 mil cartazes.

O cartaz escolhido para 2011 concorreu com outros 56 e foi idealizado por um grupo de seis estudantes do 5º período de publicidade da PUC de Campinas. Segundo Valdir Gomes Gameleira Júnior, um dos membros do grupo, a escolha de sua peça é importante devido a importância social que tem a Campanha da Fraternidade. “Do ponto de vista profissional, [a escolha de nosso cartaz] é importante porque acrescenta ao nosso portfolio”, disse Junior.

Esta não é a primeira vez que alunos da PUC-Campinas vencem o concurso. “A Campanha da Fraternidade gera bastante expectativa nos alunos de publicidade da PUC-Campinas, que já entram na faculdade sabendo que, no 5º período, a gente participa do concurso”, explica o estudante. A PUC mantém a Agência de publicidade IGLOO Comunicação Criativa, que funciona como um laboratório para os alunos.

Participam do grupo vencedor os alunos Fernando Henrique Novais, João Gabriel Godoy G. Pinheiro, Fábio Pellicer Siqueira, Ana Carolina Angelotti, Luís Guilherme Valim e Valdir Gomes Gameleira Júnior.

Hino da Campanha

A letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 já havia sido escolhida através de concurso realizado, de setembro a dezembro de 2009. Agora foi escolhida a música. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu mais de 80 músicas e a escolha foi feita por uma equipe formada por profissionais da área liturgico-musical e homologada pelos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep).

O hino passará agora pelo processo de gravação para no segundo semestre estar à disposição das comunidades.


Hino da Campanha da

Fraternidade 2011



Oração da Campanha da Fraternidade 2011 CNBB  

Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tendes por todos nós.

Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.

Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.

E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.

Amém.

MUSICAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE – 2011

PORTAL KAIRÓS

Download de todas as músicas

01 – Hino da CF 2011 < CLICK E OUÇA
02 – Converter ao evangelho
03 – Fala assim meu coração
04 – Lembra, Senhor, o teu amor
05 – Senhor, servo de Deus
06 – Piedade, ó Senhor
07 – Glória e louvor a vós, ó Cristo
08 – Volta o teu olhar, Senhor
09 – Nós vivemos de toda palavra
10 – Este é meu filho muito amado
11 – Reconciliai-vos com Deus
12 – Se conhecesses o dom de Deus
13 – Dizei aos cativos: Saí!
14 – Eu vim para que todos tenham vida
15 – Hosana ao Filho de Davi
16 – Música opcional
17 – Hino da CF 2011 (Playback)

 

.Mensagem do Pastor CF-2011

cfarquidiocesesorocaba.com

“Pois sabemos que a criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente” (Rm 8,22). O contexto dessa afirmação de São Paulo é a descrição da condição humana, marcada pelo pecado e, entretanto, salva pela graça de Cristo que introduz na experiência humana a força restauradora do Espírito Santo. A CF deste ano traz para nossa reflexão a preocupante situação de nosso planeta, nossa casa, que sofre os efeitos de uma exploração predatória de seus recursos naturais. A afirmação de Paulo ganha força nova diante do quadro que vivemos. São Paulo afirma que “a criação foi submetida à vaidade – não por seu querer, mas por vontade daquele que a submeteu – na esperança de ela também ser liberta da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus” (8,21-21).

O gemido da criação aparece hoje na deterioração do meio ambiente, conseqüência de uma exploração descuidada e, muitas vezes, gananciosa dos recursos do planeta, conforme haveremos de refletir nesta campanha da fraternidade. A quaresma é tempo de enfrentar com Jesus as grandes tentações que estão na raiz de todos os males nascidos das decisões humanas. O evangelho exige conversão da consciência individual e coletiva da humanidade, como nos lembrava Paulo VI na Exortação Apostólica “Evangelii nuntiandi”. Sem esta conversão que penetre a cultura e se traduza em medidas globais de organização mais justa da atividade humana, em sua relação com a natureza, não será possível reverter o quadro dramático de destruição das condições de vida saudável em nosso planeta que se desenha no horizonte de nossa história. É tempo de conversão, conversão profunda que mude os costumes e gere políticas globais de defesa da vida em todas suas dimensões. É tempo de oração e de tomada de posição diante de uma cultura em que o consumismo desenfreado sustenta a ganância de um lucro que, em longo prazo, se transformará em irreparável prejuízo para toda humanidade. Dessa forma, convido a todos, cristãos e pessoas de boa vontade, a se empenharem na oração e na reflexão para que esta CF produza os efeitos de conversão que dela esperamos.



MENSAGEM COM A MUSICA

TEMA DA CF 2011

EM POWER POINT

Reflexões em Power Point sobre a campanha da Fraternidade 2011



Não Sou Descartável …

Hoje é o Dia da Terra …

Alerta à Falta de Água Potável.


Canticos Litúrgicos para a Quaresma e a Semana Santa?



Como Cantar Liturgicamente Durante a Quaresma e a Semana Santa?



Liturgia na Quaresma.


Cada ano, a Igreja se une ao mistério de Jesus no deserto, durante quarenta dias – quaresma, vivendo um tempo de penitência e austeridade, de conversão pessoal e social, especialmente pelo jejum, a esmola e a oração, conforme o Evangelho de Mateus (Mt 6, 1-6.16-18), proclamado na Quarta-feira de Cinzas, em preparação às festas pascais.

São cinco domingos mais o Domingo de Ramos na Paixão do Senhor, que inicia a Semana Santa, também chamada Semana Maior. É este um tempo forte e privilegiado, em que fazemos nosso caminho para a Páscoa, renovando nossa fé e nossos compromissos batismais, cultivando a oração, o amor a Deus e a solidariedade com os irmãos. Tal austeridade deve se manifestar no espaço celebrativo, nos gestos e símbolos, como também no canto, para depois salientar a alegria da ressurreição, que transborda na Páscoa do Senhor:

– A cor roxa, as cinzas e a cruz lembram o caráter penitencial, de conversão;

– O espaço celebrativo deve ser sóbrio, sem ornamentação nem flores no altar;

– Não se recita nem se canta o “Glória”, assim como o “Aleluia”, que são aclamações jubilosas, marcadas pela festa e alegria, o que não combina com a Quaresma;

– É tempo de favorecer o silêncio musical. Por isso, os instrumentos devem acompanhar os cantos de forma discreta, somente para sustentar o canto… um teclado ou um violão apenas, silenciando os demais, para manifestar o caráter penitencial desse tempo. Sua função é apenas “prática”, na medida do necessário, para apoiar o canto;

Cada tempo litúrgico tem seus cantos próprios; assim também a Quaresma. Cantos que expressem o conteúdo, os temas, a Palavra de Deus, enfim o aspecto do mistério pascal que celebramos. É preciso saber escolher bem os cantos, que acentuem a conversão, o perdão, a fraternidade e solidariedade, a vida, a luz, inspirados no Evangelho do dia. Mas sempre com os horizontes voltados para a Páscoa de Jesus, mistério central que celebramos em nossas liturgias.

– Neste tempo acontece no Brasil, já há mais de 40 anos, a Campanha da Fraternidade, que propôs, durante muito tempo, também cantos apropriados ao tema de cada ano, o que foi uma riqueza, mas também limitou o repertório dos cantos quaresmais. A partir de 2006 está havendo um esforço para se cantar o espírito e a liturgia da Quaresma, compondo-se apenas um Hino, que pode ser cantado no início ou no final da Celebração. A CNBB, em parceria com a Paulus, tem gravado uma série de CDs do chamado “Hinário Litúrgico”, apropriados para o Ano A, B e C.

– Cantos tradicionais e que já estão na memória do povo, devem fazer parte do repertório: Pecador, agora é tempo… O vosso coração de pedra… Prova de amor maior não há…
– Não se cante o Abraço da Paz, que aliás nem faz parte do rito, mas valorize-se o canto que acompanha a fração do pão, o “Cordeiro de Deus”, pois Jesus é o Cordeiro que tira o pecado do mundo. O “Senhor, tende piedade de nós” também seja valorizado, além das aclamações e pequenos refrãos orantes. O chamado canto final poderia ser omitido, deixando o povo sair em silêncio. Poderia ser outra também a resposta à Oração dos fiéis, que em geral é “Senhor, escutai a nossa prece”, como por exemplo: “Jesus, Filho de Deus, tem compaixão de nós!” além de outras, sugeridas pelo Missal Dominical.

– É importante intensificar o silêncio, criando um clima orante já antes do início da Celebração e ao longo da mesma. Sobretudo no Ato penitencial, na Oração da Coleta, entre as leituras, durante a Narrativa da Última Ceia, após a Comunhão…

A Quaresma desemboca na Semana Santa assim chamada, porque nela celebramos os momentos mais importantes da nossa salvação: “Deus amou de tal forma o mundo, que entregou o seu Filho único… Tendo amado os seus, amou-os até o fim.” (Jo 3,16;13,1). Diz-nos Evair H. Michels, em seu livro “Pastoral da Música Litúrgica – Dicas Práticas”:

“Os ritos da Semana Santa devem ser realizados com particular solenidade, pois este tempo é o coração do ano litúrgico.”


Autora: Ir. Miria T. Kolling

Fonte: Site Oficial da Ir. Miria

“Hinário Litúrgico – CNBB”

Míria Kolling, a mais importante compositora litúrgica do Brasil, com quase 50 discos gravados.


Veja Também:


Sugestões de músicas para Quaresma da Matriz de Fátima em Campina Grande – Pr

Ministério de Música Canção Nova faz um pequeno comentário sobre o assunto – mp3


PRESENTEPRAVOCE Família - Caná - Vinho muito vinho

Fonte: Matriz de Fátima Campina Grande – Pr


LAMENTAMOS, Mas as referências de redirecionamento anteriores foram tiradas da net juntamente com a pagina hospedeira.

PROVIDENCIAMOS OUTRAS FONTES.


CÂNTICOS DE ENTRADA

Nome da Musica

Cifra

Vídeo

PECADOR AGORA É TEMPO

Cifra_Violao Cifra_Violao

VOSSO CORAÇÃO DE PEDRA SE CONVERTERÁ

Cifra_Violao Cifra_Violao

RECONCILIAI-VOS COM DEUS

Cifra_Violao Cifra_Violao

QUANDO INVOCAR EU ATENDEREI

Cifra_Violao Cifra_Violao

PAI SE ESTE CÁLICE

Cifra_Violao Cifra_Violao

ENTÃO DUMA NUVEM LUMINOSA

Cifra_Violao Cifra_Violao

SE CONHECESSES O DOM DE DEUS

Cifra_Violao Cifra_Violao

Alegres Vamos à Casa do Pai

Cifra_Violao Cifra_Violao

9º CAMINHEMOS PARA A FONTE

Cifra_Violao Cifra_Violao

10º NO SENHOR É QUE SE ENCONTRA O PERDÃO

Cifra_Violao Cifra_Violao

11º EU VIM PARA QUE TODOS TENHAM VIDA

Cifra_Violao Cifra_Violao

12º HOSANA AO FILHO DE DAVI

Cifra_Violao Cifra_Violao

Perdoai-nos, Ó Pai – Jaime Vitalino Dos Santos

Cifra_Violao Cifra_Violao

13º HOSANA, HOSANA É VIVAS

Cifra_Violao Cifra_Violao

14º OS FILHOS DOS HEBREUS

Cifra_Violao Cifra_Violao

CÂNTICOS DE OFERTÓRIO

Cifra_Violao Cifra_Violao

15º SALVE Ô CRISTO OBEDIENTE

Cifra_Violao Cifra_Violao

16º Ô MORTE ESTAS VENCIDAS

Cifra_Violao Cifra_Violao

Senhor eis aqui o teu povo

Cifra_Violao Cifra_Violao

Eis o tempo de conversão

Cifra_Violao Cifra_Violao

Sugestões Folhetos de Canto

ENTRADA

01- Senhor quem entrara    

Distribuição das Cinzas(4ªFeira)

01- O vosso coração de pedra
02- Pecador agora é tempo
03- Volta teu olhar Senhor
04- Renova-me senhor Jesus
Cantos de Perdão

01- Senhor, Servo de Deus 
02- Misericórdia, Senhor 
03- Tende compaixão de nós
04- Eu confesso a Deus


Cantos de Aclamação  


01- Louvor e glória a ti Senhor
02- Louvor a vós o Cristo Rei
03- Escuta Israel

Cantos de Ofertório


       01- Teu sou
02- Volte teu olhar Senhor 
03- Suba a Ti ó Deus Pai 
04- Sê Bendito
05- Recebe Deus Amigo 
06- Mãos Abertas  
07- Este pranto em minhas mãos
08- Sabes Senhor


Cantos de Comunhão


01- O pão da vida 
02- O meu corpo e o meu sangue
03- Por esta paz que a juventude 
04- Prova de amor maior não há 
05- Eu vim para que todos tenham
06- Desamarrem as sandálias   

OUTRAS SUGESTÕES

MUSICA E MISSA

http://musicaemissa.blogspot.com.br/

A Serpente de Bronze e a Cruz de Cristo.


Réplica da Serpente de Bronze de Moisés – Perto do Monte Nebo, na Jordânia

foto © Joe Walker 2005



E assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna.



A história da serpente de bronze é encontrada em: Números 21: 4-9

O povo murmurou contra Deus e contra Moisés: “Por que você nos tirou do Egito para morrermos no deserto? Porque não há comida e nem água, e nós detestamos este alimento miserável. “Então o Senhor enviou serpentes venenosas entre as pessoas, e elas morderam as pessoas, de modo que muitos israelitas morreram. O povo veio a Moisés e disse: “Pecamos, falando contra o Senhor e contra ti;. Interceda por nós ao Senhor para que tire as serpentes de nosso meio “Então, Moisés orou pelo povo. E o Senhor disse a Moisés: “Faça uma serpente de Bronze e a coloque num poste, e todo aquele que for mordido deverá olhar para ela e então não morrerá.” “Então Moisés fez uma serpente de bronze, e pô-la sobre uma haste; e sempre que alguém era mordido por uma serpente, se dirigia à serpente no poste e a olhava para ela não morria.

A serpente de bronze aparece novamente em 2 Reis 18: [Ezequias] tirou os altos, quebrou as colunas, e cortou o poste sagrado. Ele quebrou em pedaços a serpente de bronze que Moisés fizera, porque até aqueles dias em que o povo de Israel tinham feito ofertas a ele, que era chamado de Neustã.


JESUS+OU+NEUSTÃ[1]


Este é um evento fascinante. É uma daquelas histórias bíblicas que deixa a consciência moderna embaraçada para encontrar uma explicação para o episódio todo. A serpente é um agente da destruição e morte, mas ao olhar para a serpente de bronze ela se transformava em um agente de cura. A mesma figura que traz a morte, ao olhando por outro ângulo e outra esperança traz a vida.   A passagem de 2 Reis nos dá algumas pistas para reflexão: há uma tendência no homem carnal de recorrer em adoração aos objetos visíveis buscando salvação, em vez de recorrer ao Deus da salvação!

De qualquer forma, parece uma inversão de valores, um completo absurdo usar este sinal em particular como um meio pelo qual os israelitas pecadores e murmuradores contra Deus poderiam ser curados. É aqui que se revela o significado “a tipologia” da cruz. Se era absurdo pensar em olhar para uma serpente de bronze para ser curado, então também seria outro absurdo pensar o mesmo sobre olhar para Jesus crucificado. Este é, um dos motivos, uma primeira instância por que São Paulo chamará mais tarde de “A loucura da cruz.” Deus é completamente capaz de organizar as coisas de tal maneira que atinja o seu objetivo maior, bem, pode ser até muito estranho. Mas isso é o chamado e a forma de Deus agir, não a minha.

Jesus entra na história e revela que este evento é um precedente “a tipologia” , ou seja, um evento que tem um significado muito além de si mesmo. Isso é diferente de tratá-lo como apenas uma alegoria histórica.

Esta tipologia pode trabalhar de algumas maneiras.   Nós vemos a relação evidente entre a serpente que foi “levantada na vara” e Jesus “levantado na cruz”. A serpente é uma coisa tanto que provoca a morte ou de acordo com a decisão tomada pelos pecadores no deserto, ela se tornaria fonte de vida. Acontece o mesmo com Jesus: na passagem de São João 3, 16, ele pretende claramente que haja um resgate de todo homem,  mas já se fala do mal, daqueles que rejeitam olhar para a luz e preferem as trevas, estes terão como recompensa a morte eterna, resultado de sua própria escolha.

Pensando na Jordânia moderna, onde o memorial da serpente de bronze esta localizado atualmente, em um dia claro você pode visualizar a famosa “terra prometida”.

Para quem teve a oportunidade de visitar o local. É uma visão maravilhosa, olhar para a serpente de bronze vendo ao fundo a terra que mana leite e mel, aquela terra que Deus prometera à descendência de Abraão e os conduziu pelo deserto naqueles quarenta anos para enfim tomar posse da promessa. É uma outra espécie de “tipologia geográfica”.

Quando se olha para Jesus na cruz, como um desprezado assim como a serpente, podemos olhar para o passado vislumbrando o futuro da nova e eterna aliança, este é o caminho da cruz para a ressurreição, o verdadeiro lugar do Sacrifício que garante a nossa salvação eterna. 


Placa que indica a direção das cidades em Israel.


E assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, para que todo aquele que nele crê tenha a vida eterna. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas a fim de que o mundo seja salvo por ele.

Aqueles que acreditam nele não são condenados, mas quem não crer já está condenado, porque não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E este é o julgamento, que a luz veio ao mundo, e as pessoas preferiram as trevas à luz, porque suas obras eram más. Para todos os que fazem o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que seus atos não possam ser expostos. Mas aqueles que fazem o que é verdade vem para a luz, para que ele possa ser visto claramente que as suas obras têm sido feitas em Deus “.

Como uma passagem da Quaresma, este texto fala da redenção fora do juízo. Observe que a fonte do julgamento aqui não é Jesus, mas nós mesmos. O “poder se expor” na luz é usado para mostrar o contraste entre o bem e o mal. Enquanto muitos poderiam ser tentados a viver conforme o final da mensagem, depois vem as palavras reconfortantes no v 16, o texto que temos continua.

Parece um acordo de juízes baseando-se exclusivamente a este respeito: o que (ou quem) você ama? A Luz ou as Trevas ?  A escuridão impede a visão, impede de “olhar” aquele que foi levantado na Cruz. As trevas termina na opção de não ver o crucificado ou usando outra famosa expressão de Jesus “O Pior cego é aquele que prefere não ver”, porque mesmo tendo olhos sadios, preferem mantê-los fechados para não verem a verdade.   Há sempre (pelo menos para mim) uma disputa na forma de abordar os elementos de julgamento em tais textos. É certamente uma boa notícia que o propósito de Jesus não é condenar, mas para salvar (a partir de nossa própria decisão?). E ainda assim eu sinto que não é o caso de que Jesus não possa condenar alguém (ele disse muitas palavras duras no evangelho), mas sim que não há necessidade de outras provas que os nossos próprios atos, a fim de fazê-lo.   Primeiro caminho com poucas irregularidades: manter uma alegoria harmoniosa das duas histórias… olhar para Deus … olhe para Jesus na cruz, não importa quão absurdo que possa parecer. Olhe para cima. Deus ama todos os seus filhos que estão no mundo.

Segundo caminho com colisões: o agente que pela decide do homem provoca a morte / é também o agente da salvação. É por isso que Jesus traz a referência. Os meios de salvação podem aparecer duros, mas é o único meio. Isso significava, para Jesus, tornando-se a serpente figurada na vara de Moisés (“Ele se tornou o pecado que não conheceu pecado”), a fim de trazer a cura definitiva aos que n’Ele creem. 


Fonte: http://joewalker.blogs.com/felixhominum/2009/03/sermon-notes-lent-4-year-b-john-31421.html


Outras fotos do local – Canção nova



Semeando a cultura de Pentecostes


Nova_aliança_lk

O Significado da Quaresma.


Quaresma – Jesus no deserto


INCENSO


Papa Bento XVI


O incenso vem de “incendere”, “incender”, é uma das resinas que produz um agradável aroma ao arder. Esta palavra latina dá também origem ao termo “incensário” (instrumento metálico para incensar), enquanto a raíz grega “tus”, que também significa incenso, explica a palavra “turíbulo” (incensário) e “turiferário”(o que carrega o turíbulo).

Desde antigamente no Egito, antes de os israelitas chegarem, o incenso era usado em cerimônias religiosas, por seu fácil simbolismo de perfume e festa, de sinal de honra e respeito ou de sacrifício a Deus. Já antes, em torno da Arca da Aliança, mas sobretudo no templo de Jerusalém, era clássico o rito do incenso. A rainha de Sabá trouxe entre outros presentes grande quantidade de aromas a Salomão. Os cristãos no século IV introduziram o incenso na linguagem simbólica de suas celebrações, quando se considerou superado o perigo anterior de confusão com os ritos idolátricos do culto romano. E não podemos esquecer que um dos presentes que os reis magos trouxeram a Jesus-menino foi o incenso.

Atualmente, o incenso é usado na missa, quando se quer ressaltar a festividade do dia, o altar, as imagens da Cruz ou da Virgem, o livro do evangelho, as oferendas sobre o altar, os ministros e o povo cristão no ofertório, o Santíssimo depois da consagração ou nas celebrações de culto eucarístico. Com isso quer significar às vezes um gesto de honra (ao Santíssimo, ao corpo do defunto nas exéquias), ou símbolo de oferenda sacrificial (no ofertório, tanto o pão e o vinho como as pessoas).


JEJUM


“Este é o Meu copo que será entregue por vós, o verdadeiro Alimento”


Chamamos “jejum” (latim “ieunium”) à privação voluntária de comida durante algum tempo por motivo religioso, como ato de culto perante Deus.

Na Bíblia no jejum pode ser sinal de penitênica, expiação dos pecados, oração intensa ou vontade firme de conseguir algo.

Outras vezes, como nos quarenta dias de Moisés no monte ou de Elias no deserto ou de Jesus antes de começar sua missão, marca a preparação intensa para um acontecimento importante.

O jejum Eucarístico tem uma tradição milenar; como preparação para este sacramento, o cristão se abstém antes de outros alimentos. E é na Quaresma que sempre teve mais sentido aos cristãos o jejum como privação voluntária

O jejum junto com a oração e a caridade, tem sido desde muito tempo uma “prática quaresmal” como sinal de conversão interior aos valores fundamentais do evangelho de Cristo. Atualmente é costume abster-se de carne todas as sextas-feiras de Quaresma que não coincidem com alguma solenidade; fazer abstinência e jejum (uma só refeição ao dia) na quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa.


CÍRIO PASCAL


Acendendo o Círio Pascal


A palavra “círio” vem do latim “cereus”, de cera, o produto das abelhas. Ao falar das “candeias” , aludíamos ao uso humano e ao sentido simbólico da luz que os círios produzem.

O círio mais importante é o que se acende na Vigília Pascal como símbolo de Cristo – Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro adornado.

O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília. Em meio à escuridão (toda a celebração é feita à noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada se acende o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras alfa e Ômega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, para indicar que a posição de Cristo, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos.

O Círio estará aceso em todas as celebrações durante cinqüenta dias, ao lado do ambão da Palavra, até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o Tempo Pascal, convém que o Círio seja conservado dignamente no batistério, e não no presbitério.


QUINTA-FEIRA SANTA


A quinta-feira santa é o último dia da Quaresma e por sua vez, a partir da missa vespertina, a inauguração do Tríduo Pascal. Em latim seu nome clássico é “feria V in Coena Domini”. É um dia íntimo para o povo cristão, certamente a quinta – feira mais importante do ano, principamente desde que a da Ascensão e do Corpus Christi são celebrados no domingo.

É o dia em que Cristo, em sua ceia de despedida antes da morte, instituiu a Eucaristia, deu a grande lição de humilde serviço lavando os pés dos seus apóstolos, e os constituiu sacerdotes mediadores de sua Palavra, de seus sacramentos e de sua salvação.


CEIA DO SENHOR


Jesus Cristo Oferece a Santa Ceia a todos nós.


O nome que, junto ao de “fração do pão”, o dá por exemplo São Paulo em 1Cor 11,20 ao que logo se chamou “Eucaristia” ou “Missa”: “Kyriakon deipnon”, ceia senhoril, do Senhor Jesus. É também o nome que se dá a Missa atual: “Missa ou Ceia do Senhor”.

Na Quinta-feira Santa, a Eucaristia com que se dá início ao Tríduo Pascal é a “Missa in Coena Domini”, porque é a que mais intimamente recorda a instituição desde sacramento por Jesus em sua última ceia, adiantando assim sacramentalmente sua entrega na Cruz.




Meditações para a Quaresma e Semana Santa.


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Semeando a cultura de Pentecostes



Campanha da Fraternidade.




Em 2011

A C.F. é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica no Brasil, coordenada pela CNBB, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação.

A Campanha da Fraternidade 2011 terá como tema “Fraternidade e a vida no planeta” e lema “A criação geme em dores de parto”..


Cartaz da Campanha - 2011.


O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) escolheu, nesta terça-feira, 22, o cartaz da Campanha da Fraternidade de 2011, que tem como tema “Fraternidade e a vida no planeta” e lema “A criação geme em dores de parto”. Um dos carros-chefes na divulgação da Campanha da Fraternidade, o cartaz é escolhido mediante concurso divulgado pelo Setor Comunicação Social da CNBB. Para a Campanha deste ano, foram publicados 180 mil cartazes.

O cartaz escolhido para 2011 concorreu com outros 56 e foi idealizado por um grupo de seis estudantes do 5º período de publicidade da PUC de Campinas. Segundo Valdir Gomes Gameleira Júnior, um dos membros do grupo, a escolha de sua peça é importante devido a importância social que tem a Campanha da Fraternidade. “Do ponto de vista profissional, [a escolha de nosso cartaz] é importante porque acrescenta ao nosso portfolio”, disse Junior.

Esta não é a primeira vez que alunos da PUC-Campinas vencem o concurso. “A Campanha da Fraternidade gera bastante expectativa nos alunos de publicidade da PUC-Campinas, que já entram na faculdade sabendo que, no 5º período, a gente participa do concurso”, explica o estudante. A PUC mantém a Agência de publicidade IGLOO Comunicação Criativa, que funciona como um laboratório para os alunos.

Participam do grupo vencedor os alunos Fernando Henrique Novais, João Gabriel Godoy G. Pinheiro, Fábio Pellicer Siqueira, Ana Carolina Angelotti, Luís Guilherme Valim e Valdir Gomes Gameleira Júnior.

Hino da Campanha

A letra do hino da Campanha da Fraternidade de 2011 já havia sido escolhida através de concurso realizado, de setembro a dezembro de 2009. Agora foi escolhida a música. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu mais de 80 músicas e a escolha foi feita por uma equipe formada por profissionais da área liturgico-musical e homologada pelos bispos do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep).

O hino passará agora pelo processo de gravação para no segundo semestre estar à disposição das comunidades.


Hino da Campanha da

Fraternidade 2011



Oração da Campanha da Fraternidade 2011 CNBB 

Senhor Deus, nosso Pai e Criador.
A beleza do universo revela a vossa grandeza,
A sabedoria e o amor com que fizestes todas as coisas,
E o eterno amor que tendes por todos nós.

Pecadores que somos, não respeitamos a vossa obra,
E o que era para ser garantia da vida está se tornando ameaça.
A beleza está sendo mudada em devastação,
E a morte mostra a sua presença no nosso planeta.

Que nesta quaresma nos convertamos
E vejamos que a criação geme em dores de parto,
Para que possa renascer segundo o vosso plano de amor,
Por meio da nossa mudança de mentalidade e de atitudes.

E, assim, como Maria, que meditava a vossa Palavra e a fazia vida,
Também nós, movidos pelos princípios do Evangelho,
Possamos celebrar na Páscoa do vosso Filho, nosso Senhor,
O ressurgimento do vosso projeto para todo o mundo.

Amém.

MUSICAS DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE – 2011

PORTAL KAIRÓS

Download de todas as músicas

01 – Hino da CF 2011 < CLICK E OUÇA
02 – Converter ao evangelho
03 – Fala assim meu coração
04 – Lembra, Senhor, o teu amor
05 – Senhor, servo de Deus
06 – Piedade, ó Senhor
07 – Glória e louvor a vós, ó Cristo
08 – Volta o teu olhar, Senhor
09 – Nós vivemos de toda palavra
10 – Este é meu filho muito amado
11 – Reconciliai-vos com Deus
12 – Se conhecesses o dom de Deus
13 – Dizei aos cativos: Saí!
14 – Eu vim para que todos tenham vida
15 – Hosana ao Filho de Davi
16 – Música opcional
17 – Hino da CF 2011 (Playback)

.Mensagem do Pastor CF-2011

cfarquidiocesesorocaba.com

“Pois sabemos que a criação inteira geme e sofre as dores de parto até o presente” (Rm 8,22). O contexto dessa afirmação de São Paulo é a descrição da condição humana, marcada pelo pecado e, entretanto, salva pela graça de Cristo que introduz na experiência humana a força restauradora do Espírito Santo. A CF deste ano traz para nossa reflexão a preocupante situação de nosso planeta, nossa casa, que sofre os efeitos de uma exploração predatória de seus recursos naturais. A afirmação de Paulo ganha força nova diante do quadro que vivemos. São Paulo afirma que “a criação foi submetida à vaidade – não por seu querer, mas por vontade daquele que a submeteu – na esperança de ela também ser liberta da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus” (8,21-21).

O gemido da criação aparece hoje na deterioração do meio ambiente, conseqüência de uma exploração descuidada e, muitas vezes, gananciosa dos recursos do planeta, conforme haveremos de refletir nesta campanha da fraternidade. A quaresma é tempo de enfrentar com Jesus as grandes tentações que estão na raiz de todos os males nascidos das decisões humanas. O evangelho exige conversão da consciência individual e coletiva da humanidade, como nos lembrava Paulo VI na Exortação Apostólica “Evangelii nuntiandi”. Sem esta conversão que penetre a cultura e se traduza em medidas globais de organização mais justa da atividade humana, em sua relação com a natureza, não será possível reverter o quadro dramático de destruição das condições de vida saudável em nosso planeta que se desenha no horizonte de nossa história. É tempo de conversão, conversão profunda que mude os costumes e gere políticas globais de defesa da vida em todas suas dimensões. É tempo de oração e de tomada de posição diante de uma cultura em que o consumismo desenfreado sustenta a ganância de um lucro que, em longo prazo, se transformará em irreparável prejuízo para toda humanidade. Dessa forma, convido a todos, cristãos e pessoas de boa vontade, a se empenharem na oração e na reflexão para que esta CF produza os efeitos de conversão que dela esperamos.


Campanha da Fraternidade

2010.

“Vocês não podem

Servir a Deus

e ao Dinheiro.”

(MT 6,24)


Campanha da Fraternidade - 2010 - CNBB


“Economia e vida”

Este é o tema escolhido para nortear as reflexões e atividades propostas pela Campanha deste ano em todo o Brasil.

Todo o material para a Campanha da Fraternidade 2010 já foi lançado e está disponível no site da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).



O tema da Campanha da Fraternidade 2010 Ecumênica – “Economia e Vida” – foi escolhido a partir de sugestões nascidas da consciência cristã das Igrejas-membro do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs no Brasil).Na Bíblia, os pobres e todos os necessitados estão no centro da justiça que Deus exige das relações humanas e econômicas. A pobreza é produto de decisões e de políticas humanas. Reverter a situações de extrema necessidade de um elevado número de cidadãos e cidadãs brasileiros é obrigação inadiável de uma sociedade como a nossa que aspira a ocupar lugar entre os países mais desenvolvidos do mundo.A Campanha quer contribuir a equacionar a relação entre economia, vida humana e conservação do meio ambiente vital. Reconhecendo a natureza social e política da economia, a Campanha da Fraternidade Ecumênica deve avaliar criticamente o sistema econômico hegemônico e as opções políticas dos governos a partir das condições de vida das pessoas que sofrem pelo perpetuar-se do estado de pobreza e de miséria. A Campanha da Fraternidade 2010 deve considerar os fundamentos da Dignidade Humana e a Solidariedade, pois a transformação de estruturas sociais e econômicas começa e é acompanhada por mudança profunda de mentalidade e hierarquia de valores nos indivíduos, na sociedade e na política.Educar para uma economia de justiça e solidariedade é um dos objetivos da nossa campanha. Além de denunciar que a competição e o lucro não resolvem os problemas da qualidade de vida e da conservação do meio ambiente, a Campanha deve propor alternativas econômicas e sistemas integrados de reformas estruturais.

Fonte editada por PE. ADEMIR FARIAS

CAMPANHA DA FRATERNIDADE -2010 – ECUMÊNICA..


ENCONTROS SEMANAIS.


1º – Senhor, ensinai-nos a viver o amor Fraterno

Reflexão =>Link

2º – Senhor ensinai-nos a praticar a justiça.

Reflexão =>Pratica da Justiça.

3º – Senhor ensinai-nos a defender os oprimidos.

4º – Senhor ensinai-nos  a perseverar na fé.

4ª Reflexão. => Orai & Vigiai.

Perseverar na Fé.

A Brasa se Apaga fora do braseiro.

5º – Senhor converei os  nossos Corações.

5ª Reflexão. =>

Cristo gera em nós uma inquietação Sadia.

6º – Senhor ensinai-nos a buscar a reconciliação.

7º – Celebração – Unidos como irmãos e irmãs, serviremos o Senhor.

8º – Via Sacra – Senhor, ensinai-nos a seguir os vossos passos.


Meditação sobre o tema da Campanha no Programa de Rádio com o Padre Paulo Ricardo veiculado em Campo Grande no Mato Grosso do Sul – Brasil.

O Pecado da Avareza

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A caridade de São Francisco

para com os pobres.

Textos Padre Léo