A Imagem de Cristo.



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1. Esta é a estória de um jovem que se parecia muito com Cristo e foi o modelo para a famosa obra de Leonardo Da Vinci. Ele tinha tudo de bom na vida e cantava em um coral, mas por uma ironia do destino perdeu tudo que possuía semelhante aos muitos jovens que se jogam nas drogas e perdem sua dignidade e vão parar nas ruas mendigando e cometendo pequenos crimes assim como o filho pródigo e se encontram em situação lastimável, mas por uma simples intervenção Divina tudo pode ser recuperado novamente.

Veja a história:


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2. Deus Disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.”  Criou pois o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher   (Genesis 1,26-27)

3. Conta-se que: Quando o grande Leonardo da Vinci quis pintar a sua famosa obra “A Ultima Ceia”, procurou um jovem modelo e belo que representasse a pessoa de Jesus.

4. Procurou alguém em vários ambientes, até que encontrou um jovem belo, sensível, firme e viril, quando assistia a um coral numa Igreja; viu em um dos cantores a imagem perfeita de Cristo.

5. Convidou-o para ir ao seu ateliê, e reproduziu seus traços em estudos e esboços.

6. O Jovem ficou muito entusiasmado e feliz ao ver seu rosto estampado no rosto de Cristo.

7. A partir de então ele foi pintando um a um dos apóstolos … Tomé, Felipe, Mateus, Simão, Tiago, Judas Tadeu; 8. Bartolomeu, João, Simão Pedro e Tiago menor.   Passaram-se quatro anos, e Leonardo já tinha pintado quase todos os Apóstolos, e 9. A “Última Ceia” estava quase pronta, mas, Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal para pintar o traidor de Jesus.

10. Faltava ainda “Judas Iscariotes, que ele deixou de propósito para o final…

11. Queria alguém que representasse a traição e a degeneração. 12. Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta.

13. O seu olhar tinha algo de duro, de falso, de ambíguo… 

14. Ofereceu-lhe 30 moedas, uma boa importância para posar como modelo na sua obra prima.


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15. Da Vinci copiava as linhas da impiedade, Do pecado, do egoísmo,  tão bem delineadas  na face do mendigo  Que mal conseguia parar em pé.

16. Quando terminou a pintura, viu que o jovem mendigo derramava algumas lágrimas e o pintor lhe perguntou por que se emocionara de tal maneira!

17. Ele então respondeu: “O senhor não me reconhece?”.

– Não!  – Por que, Deveria?

Diante da negativa de Leonardo, o jovem disse, para assombro do Pintor:

18. Pois fui eu mesmo que lhe servi de modelo a quatro anos atrás … 19. Quando o Senhor Pintava a figura que está no centro do quadro, Jesus Cristo, O Senhor!

20. Nesses quatro anos que se passaram este jovem perdeu tudo que possuía. Perdeu suas posses, sua posição social, seu trabalho, sua família, sua dignidade e praticamente sua vida.

(*) – Obs. :   Hoje em dia muitos jovens se perdem assim pelo usos de drogas!

21. Sua imagem se deformou de tal maneira que já não mais refletia a semelhança de Cristo e sim refletia mais a aparência de Judas seu traidor, exatamente o oposto do que era antes…

22. A Figura de Cristo na cruz ficou totalmente desfigurada pelo efeito do pecado do Homem.  Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; como aqueles, diante dos quais se cobre o rosto, era amaldiçoado e não fazíamos caso dele. (Isaias 53,3)

23. Este personagem é real e a história guardou o seu nome. Chamava-se Pietro BondinelliMas há quem o considere apenas como uma lenda…

Lenda, ou não a verdade é que essa história não só é Real como totalmente atual, pois este jovem pode ser visualizado em todo e qualquer rosto que se olha no espelho, uma vez que todos nós fomos criados à imagem de Cristo, porém nos deixamos levar pelo mundo e deformamos esta imagem a ponto de sermos confundidos com a pior das criaturas humanas.


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24. Todos nós fomos criados segundo a semelhança de Cristo, não só a imagem exterior, mas também o homem interior. 25. Um mesmo homem pode ser bom ou mal, pode ser semelhante a Cristo ou ao seu inimigo… Tudo isso dependerá de suas escolhas e atitudes, pois o caminho que escolher trilhar definirá o seu destino final. 

26. Cabe a você não deixar que o mundo lhe engane a ponto de destruir esta semelhança de Deus que existe em  você, mesmo que a dor e tristeza invada  seu coração… Resista firme com fé, pois nada neste mundo pode nos afastar do amor de Cristo. (Rom 8) 

27. A semelhança de Cristo e os Dons de Deus são os bens mais preciosos que possuímos, por isso precisam ser preservados como um verdadeiro tesouro.

28. São Paulo dizia: “Vivo, mas já não sou eu; é CRISTO que vive em mim. “(Galátas 2,20), ou seja, ele considerava que sua vida era um completo testemunho de Cristo a ponto de ser identificado como Ele mesmo.

29. “Visamos o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo, até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. (Efésios 4,12-13)

31. A Igreja recebeu a missão de conduzir o homem na sua restauração integral e levando- o à plenitude da santidade que é a recuperação da imagem e semelhança de Deus conforme a criação original para que possamos enfim receber a herança das promessas Divinas habitando eternamente nas moradas celestiais.

32. Aliás, sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são os eleitos, segundo os seus desígnios. Link’s para outras Mensagens segunda-feira, 22 de agosto de 20165:30:24 Os que ele distinguiu de antemão, também os predestinou para serem conformes à a fim de que este seja o primogênito entre uma multidão de irmãos.

30. CRÉDITOS do Texto: Dom Rafael Cifuente livro “Sacerdotes para o terceiro milênio” Musica: Noites Traiçoeiras Formatação: Presentepravoce


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Um jovem que se parecia com Cristo

Reflexão post anterior



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Amigo Fiel Quem sou faz a diferença Tende_Misericordia_Senhor

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Um jovem que se parecia com Jesus Cristo.



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Uma curiosidade sobre a execução da pintura da magnífica obra de Leonardo Da Vinci ” A Última ceia”.

A estória que se segue é muito utilizada em encontros e reuniões para jovens, pois leva o Jovem a meditar na formação de seu caráter pessoal no presente visando não distorcer a imagem criada por Deus e seus próprios ideais quando o mundo lhe oferecer outros caminhos mais fáceis, mas que porém o levarão ao precipício e ao mal.

Acompanhe uma pequena meditação após a leitura do texto.



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Dom Rafael Cifuente conta em seu livro “Sacerdotes para o terceiro milênio”, que quando Leonardo da Vinci quis pintar a famosa “Última Ceia”, procurou um modelo vivo e belo que representasse Jesus. Procurou alguém em vários ambientes, até que encontrou um jovem belo, sensível, firme e viril, quando assistia um coral; viu em um dos cantores a imagem perfeita de Cristo. Convidou-o para ir ao seu ateliê, e reproduziu seus traços em estudos e esboços. O jovem ficou entusiasmado ao ver seu rosto estampado no rosto de Cristo.

Passaram-se quatro anos, e Leonardo já tinha pintado todos os Apóstolos, mas faltava ainda um, “Judas Iscariotes”. A “Última Ceia” estava quase pronta, mas, Da Vinci ainda não havia encontrado o modelo ideal de Judas.

Queria alguém que representasse a traição e a degeneração. Depois de muitos dias procurando, o pintor finalmente encontrou um jovem prematuramente envelhecido, bêbado, esfarrapado, atirado na sarjeta. O seu olhar tinha algo de duro, de falso, de ambíguo… Ofereceu-lhe uma boa importância para pousar como modelo. Da Vinci copiava as linhas da impiedade, do pecado, do egoísmo, tão bem delineadas na face do mendigo que mal conseguia parar em pé.

Quando terminou a pintura, viu que o jovem mendigo derramava algumas lágrimas e o pintor lhe perguntou por que se emocionara desta forma.

Ele então respondeu: “O senhor não me conhece?”. Diante da negativa de Leonardo, o jovem disse, para assombro de Leonardo: “Pois eu mesmo servi de modelo para a figura de Jesus a quatro anos atras”.

Nestes quatro anos aquele jovem sofreu essa terrível mudança de vida. Essa personagem é real. A história recolheu seu nome. Chamava-se Pietro Bondinelli. Há quatro, antes de perder tudo o que tinha, quando cantava num coral, tinha uma vida cheia de sonhos e o artista o convidou para posar como modelo para a face de Jesus.


Há em todos nós um Judas e um Jesus escondidos no fundo de nossa alma. Estamos destinados a ser outros Cristos, mas trazemos em nós os germes do velho Adão, diz Dom Rafael. É preciso tomar muito cuidado, “o espírito é forte, mas a carne é fraca”. Trazemos “o tesouro de Deus em vasos de argila” (2 Cor 4,7).


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Meditação:

Como bem nos lembrou Dom Rafael em seu livro, existe em cada um de nós a Imagem e semelhança de Cristo, pois assim fomos criados conforme a vontade de Deus.  Quando preservamos essa imagem é como o jovem que foi reconhecido como um bom modelo para representar a imagem de Jesus, já que ele refletia aquela imagem criada por Deus com todos os seus traços originais, no entanto a vida nos lembra que somos descendentes de Adão e Eva e como eles pecaram se afastando do plano original de Deus repassou esta semente de erro a nós que somos seus descendentes que por obra do pecado acaba por distorcer a Imagem de Deus em nós, não só a imagem como também corrompe o nosso interior por completo se não lutarmos contra este pecado certamente encontraremos a morte eterna.

A verdade é que cada um de nós recebe grandes riquezas de Deus e recebemos também a influência do mal que está no mundo, cabe a cada um percorrer o bom caminho e se afastar do mal o que nem sempre acontece e o ser humano que no princípio era puro e Santo acaba por ficar parecido com o inimigo de Deus, o traidor e passa a refletir esta imagem negativa e corrompida.

Por isso o jovem que era bom foi usado como modelo para representar a Face de Cristo e o mesmo jovem depois de cair no pecado e se entregar ao mal acabou sendo ele mesmo o modelo para aquilo que de pior existe no mundo.

Na Verdade é bem isso que acontece em nossas vidas, temos um objetivo a ser alcançado e recebemos do Pai todas as riquezas necessárias para atingirmos este objetivo, no entanto a distração do mal, a desorientação do orgulho e ganância acaba levando o homem para o caminho errado que não o levará ao objetivo proposto pelo Pai que seria estar no céu eternamente com Ele, mas o levará ao inferno junto daquele que engana e trapaceia, que ao invés de nos dar amor e felicidade, nos dará apenas ódio e infelicidade, por isso é bom analisarmos os nossos planos e os nossos caminhos de hoje para analisar o seu futuro agora antes que seja tarde demais e sejamos confundidos com o inimigo traidor de Cristo.

Obs:

Ouvi esta mensagem em um encontro de jovens quando eu tinha 20 anos de idade, confesso que naquele dia fiquei muito tocado e foram muitos aqueles que choravam copiosamente dentro daquela capela, porém quando procurarmos verificar a veracidade dos fatos históricos na web relacionados à obra de Leonardo Da Vinci, descobriremos que tal fato pode não ter ocorrido como foi descrito, porém não deixa de ser uma grande VERDADE e mesmo que seja uma estória não verídica podemos usá-la como fonte de meditação e transformação de muitos corações.   Escrevo este detalhe aqui, para que todos saibam que esta estória não é um fato histórico comprovado, mas como meditação este detalhe não tem a menor importância desde que todos tenham ciência da verdade.

Esta é uma estória que já é contada a muitos anos e em várias línguas, por este motivo existem variações desta estória que diferem muito em sua forma, porém mantém o principal fato que nos interessa.

O fato de um mesmo “JOVEM”, uma pessoa em formação hoje,  pode se tornar  no futuro um bom homem a ponto de ser identificado como o filho de Deus ou como uma má pessoa a ponto de ser confundida com o próprio inimigo de Deus, cabe ao “JOVEM” tomar decisões em sua vida a partir de AGORA para que sua vida não seja totalmente desperdiçada como a do filho pródigo ou a de Judas que traiu Jesus e perdeu não só a sua vida como também a sua alma.


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Sendo assim, deixo com vocês outra versão desta mesma estória:


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Leonardo Da Vinci levou sete anos para completar sua famosa obra entitulada “A Último Ceia”. As figuras que representam os 12 apóstolos e Jesus foram tomadas de pessoas reais e a pessoa que seria o modelo para ser Cristo foi a primeira em ser selecionada.

Quando souberam que Da Vinci pintaria esta obra, centenas de jovens se apresentaram ante o artista para serem selecionados. Ele buscava um rosto que mostrasse uma personalidade inocente, pacífica e ao mesmo tempo bela. Buscava um rosto livre das cicatrizes e os duros traços deixados pela vida intranqüila do pecado. Finalmente, após alguns meses de busca selecionou um jovem de 19 anos de idade como seu modelo para pintar a imagem de Jesus. Por 6 meses Leonardo trabalhou para pintar somente o personagem principal da magnânima obra.

Durante os 6 anos seguintes, Da Vinci continuou sua obra buscando às pessoas que representariam os 11 apóstolos; deixando para o final àquele que representaria Judas, o apóstolo “entregão” que traiu Cristo por 30 moedas de prata. Por semanas ele procurou um homem com uma expressão dura e fria. Um rosto marcado por cicatrizes de avareza, decepção, traição, hipocrisia e crime. Um rosto que pudesse identificar uma pessoa que sem dúvida alguma trairia seu melhor amigo. Após muitas frustradas tentativas na busca deste modelo chegou aos ouvidos de Leonardo que existia um homem com estas características no calabouço de Roma.

Este homem estava sentenciado a morte por ter levado uma vida de roubo e assassinatos. Leonardo viajou a Roma assim que soube isto e pediu para ver aquele homem sob a luz do sol. Ele se deparou com um homem sem vida, todo maltratado com os cabelos longo caindo sobre seu rosto e escondendo dois olhos cheios de rancor, ódio e ruína. Enfim Leonardo encontrara a face para modelar Judas em sua obra.

Por meio de uma permissão do rei, este prisioneiro foi transladado ao estúdio do artista em Milão e por vários meses o homem sentou-se silenciosamente em frente a Da Vinci enquanto ele continuava dando vida ao personagem na obra de arte.

Quando Leonardo deu a última pincelada de seu quadro, voltou-se aos guardas do prisioneiro e solicitou que levassem-no dali. Mas quando saíam do recinto o prisioneiro soltou-se e correu para Leonardo gritando:

– “Da Vinci! Olha para mim! Não reconheces quem sou?” Leonardo Dá Vinci estudou-o cuidadosamente e respondeu:

– “Nunca te vi em toda minha vida, até aquela tarde no calabouço de Roma.” O prisioneiro levantou seus olhos ao céu, caiu de joelhos ao solo e gritou desesperadamente:

– “Será que caí tão baixo assim!”, depois voltou novamente seu rosto ao artista e disse:

– “Leonardo! Olhe-me novamente, pois, eu sou aquele jovem cujo rosto escolheste para representar a Cristo há sete anos…”

Canções ao Espírito Santo


Orações e Músicas mais belas dedicadas ao Espírito Santo


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Oração ao Espírito Santo

composta por S. Jose maria em abril de 1934:

Vem ó Espírito Santo!
Ilumina o meu entendimento, para conhecer os teus preceitos
Fortalece o meu coração contra as insídias do inimigo
Inflama a minha vontade…
Ouvi a tua voz e não quero endurecer-me e resistir, dizendo: depois…, amanhã.
Nunc coepi! Agora! Não suceda que o amanhã me venha a faltar.

Ó Espírito de verdade e sabedoria, Espírito de entendimento e de conselho, Espírito de alegria e de paz!: quero o que quiseres, quero porque queres, quero como quiseres, quero quando quiseres.

Sequência da Missa de Pentecostes
(O hino mais antigo ao Espírito Santo)

Vinde, ó Santo Espírito,
vinde, Amor ardente,
acendei na terra
vossa luz fulgente.

Vinde, Pai dos pobres: na dor e aflições,
vinde encher de gozo nossos corações.

Benfeitor supremo em todo o momento,
habitando em nós sois o nosso alento.

Descanso na luta e na paz encanto,
no calor sois brisa, conforto no pranto.

Luz de santidade, que no Céu ardeis,
abrasai as almas dos vossos fiéis.

Sem a vossa força e favor clemente,
nada há no homem que seja inocente.

Lavai nossas manchas, a aridez regai,
sarai os enfermos e a todos salvai.

Abrandai durezas para os caminhantes,
animai os tristes, guiai os errantes.

Vossos sete dons concedei à alma do que em Vós confia:

Virtude na vida, amparo na morte, no Céu alegria.

Amem.


VEM, ESPÍRITO CRIADOR


Hino de Vésperas na festa de Pentecostes
(Oração que João Paulo II rezava diariamente)

Vinde, Espírito Criador, Visitai as almas dos Vossos fiéis;
E enchei da graça divina os corações que criastes!

Vós sois o nosso Consolador, Dom do Deus Altíssimo,
Fonte viva, fogo, caridade, E unção espiritual.

Vós derramais sobre nós os sete dons;

Vós o dedo da mão de Deus; Vós o prometido do Pai;

Vós que pondes nos nossos lábios o tesouro da vossa palavra.

Acendei com a vossa luz a nossa inteligência;
Infundi o vosso amor nos nossos corações,
E com o vosso perpétuo auxílio
fortalecei a nossa débil carne.

Afastai de nós o inimigo; Dai-nos prontamente a paz,
Sede vós próprio o guia. Evitaremos todo o mal.

Por Vós conheçamos o Pai, e também o Filho;
dai-nos crer sempre em Vós, Espírito do Pai e do Filho.

Glória ao Pai, Senhor, e ao Filho que ressuscitou,
E ao Espírito Consolador. Por todos os séculos.

Amem.


Enviai, Senhor, o Vosso Espírito e renovareis a face da terra.

Oremos.

Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas e gozemos sempre da sua consolação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo.
Ámen.

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos Vossos fiéis, e acendei neles o fogo do Vosso amor. Enviai o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra.

Oremos

Ó Deus, que instruístes os corações dos Vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo este mesmo Espírito e gozemos sempre de Sua consolação.

Por Cristo, Senhor Nosso,

Amém.


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Vem Espírito Santo

(Ministério Jovem)


Vem espírito santo, Com teu poder renovar
Eu quero ter a vitória, Vem me purificar
Vem guiar o teu povo E convencer corações
Pra consolar os cansados E libertar das prisões
Vem espírito santo Faz morada em mim
Traz mais vida pra vida E me batiza, enfim

Para eu testemunhar, Para usar os teus dons
E teus frutos fruírem de mim Plenitude de ti
É o que eu busco ter Outra vez vou rogar para ti
Vem espírito – Vem espírito

Vem espírito santo Com teu poder renovar
Eu quero ter a vitória, Vem me purificar
Vem guiar o teu povo E convencer corações
Pra consolar os cansados E libertar das prisões
Vem espírito santo Faz morada em mim
Traz mais vida pra vida E me batiza, enfim

Para eu testemunhar, Para usar os teus dons
E teus frutos fruírem de mim Plenitude de ti
É o que eu busco ter Outra vez vou rogar para ti
Vem espírito
Vem espírito
Vem espírito
Vem espírito


.


Jesus Jesus

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Creio em um só Deus, Uno e Trino.



A doutrina da Trindade
As três Pessoas distintas
O Pai, Filho e o Espírito Santo
compartilham a mesma natureza de Deus: Trindade


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Sempre tenhais em mente que esta é a regra de fé que eu professo; por isto testemunho que o Pai, o Filho e o Espírito são inseparáveis um do outro, e assim sabereis em que sentido isto é dito. Agora, observeis: minha afirmação é que o Pai é um, o Filho um e o Espírito um, e que Eles são distintos de um ao outro”
(Tertuliano, Contra Praxéias)


Não é de se surpreender que virtualmente todas as seitas não-cristãs e todas as religiões de mundo rejeitam e negam a doutrina da Trindade. Isto é principalmente devido a uma incompreensão junto com uma invenção de enganos da própria doutrina. Conseqüentemente, as objeções afirmadas pelas Testemunhas de Jeová não são baseadas em sólidos pontos bíblicos mas em suas próprias criações teológicas – que Jesus não é Deus. Os cristãos acreditam que Jesus é completamente Deus e que Deus é Tri-pessoal, somente em base das Escrituras.

Quando conversamos sobre a Trindade com as Testemunha de Jeová, o problema principal que impede a maioria dos cristãos de discutir dentro da Bíblia é comumente conhecido como “barreira da linguagem”. Em outras palavras, certos termos cristãos usados pelos cristãos também são usados pelas Testemunhas de Jeová mas de uma forma completamente diferente.

Então, temos que definir primeiro os termos. Se os termos não forem colocados dentro de seu contexto, então haverá equívocos que impedirão uma apresentação do evangelho. Você estará falando as mesmas palavras mas aplicando significados diferentes.

Assim, quando conversar sobre a doutrina da Trindade, lembre-se: DEFINA PRIMEIRO OS TERMOS. Em outras palavras, antes de começar a usar passagens das Escriturassua primeira pergunta para as Testemunha de Jeová deveria ser: “como você entende a doutrina da Trindade”? Então, dependendo em como eles respondem, comece a explicar biblicamente a definição correta.



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A DOUTRINA DA TRINDADE EXPLICADA


São três as premissas que demonstram os dados bíblicos para a Trindade:

Premissa um:

há um Deus eterno

Premissa dois:

há três Pessoas que são DEUS

Premissa três:

há três Pessoas distintas uma das outra.

Conclusão:

As três Pessoas distintas – o Pai, Filho e o Espírito Santo – compartilham a natureza de Deus: Trindade.

As três Pessoas distintas são coiguais, coeternas e coexistentes.

PREMISSA UM:


pai+eterno+amo-vos[1]


Existe um Deus eterno (ontologicamente: i.e., em natureza. Cf. Gal. 4:8).

“Ouça, ó Israel! O SENHOR é nosso Deus, o SENHOR é um só” (Dt. 6:4)*

“Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus. Não vos assombreis, nem temais; acaso, desde aquele tempo não vo-lo fiz ouvir, não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça“.(Is. 44:6, 8; grifo nosso)

“Assim diz o SENHOR, que te redime, o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o SENHOR, que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra” (Is. 44:24)

* Shema Yisraêl, Yehowah, Elohainoo, Yehowah aichod: “ouvi, Israel: Jeová, nosso Deus, é um Jeová”. Nesta passagem os judeus colocaram grande atenção e é uma das quatro passagens que eles escrevem em seus filactérios: sobre a palavra Elohim, Simeon Ben Joachi disse: “Venha e veja o mistério da palavra Elohim: há três graus e cada grau é por si mesmo único e mesmo assim são todos um, unidos em um e não divididos”.

PREMISSA DOIS:

As Escrituras apresentam três Pessoas DISTINTAS ou Egos (não “pessoas”

três Pessoas DISTINTAS ou Egos (não “pessoas”1), o Pai, o Filho e o Espírito Santo são Deus ontologicamente (por natureza) e são chamados de “Deus” ou Jeová.

O PAI É DEUS

Veja as saudações nas epístolas paulinas: “graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (Rm.1:7; Gl. 1:11). As TJ não irão contra este versículo, embora elas digam que Deus o Pai é o “Todo-poderoso” e Jesus é só “poderoso” ou “um deus”. Porém, ao dizer que Jesus é só “um deus” ou “poderoso” mas não “Todo-poderoso”, elas ignoram o fato que os judeus eram monoteístas: tinham a crença num verdadeiro Deus. Eles não aceitaram a idéia de dois deuses verdadeiros: um grande Todo-poderoso e um outro “deus”. Este era um conceito pagão, não cristão 2.

Que o termo “Deus poderoso” (Hb. El gibbor) como em Is. 9:6, era um título recorrente para Jeová no Velho Testamento não é considerado pelas Testemunha de Jeová (por exemplo, Dt. 10:17; Sl. 24:8; Jr. 32:18; cf. o texto hebraico). De fato, até mesmo sua própria Bíblia (i.e., a Tradução do Novo Mundo) chama Jeová de “Deus poderoso” (Is.. 10:21; Jr. 32:18).

Quando citam Is. 9:6: “seu [Messias] será chamado Deus poderoso…” as TJ dizem: “Jesus é poderoso mas não o Todo-poderoso”. Só que elas se esquecem totalmente que o termo “poderoso” (como em Deus poderoso) é um adjetivo, como com El “shaddai”, que só pode se referir ao verdadeiro “Deus” (El). Conseqüentemente, o termo hebraico El (em contraste com Elohim, no plural) era um termo reservado SÓ para Jeová. Nenhum homem poderoso ou anjo foi chamado de El no Velho Testamento. Os judeus eram monoteístas e não tinham este conceito pagão de dois deuseus: um Deus maior e um deus, como as Testemunha de Jeová ensinam e isto é politeísmo, não monoteísmo.

JESUS É CHAMADO DE “O DEUS” (O THEOS)

Mateus 1:23:

“e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus [ho theos “o Deus”]conosco).”

Jo. 1:1:

o Jesus é o Deus Eterno distinto do Deus Pai:

No princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus e a Palavra era Deus (theos en ho logos (“Deus era a Palavra”).

Jo. 20:28

Tomé disse a Jesus (falando direto a Ele): ho kurios mou kai ho theos mou, lit., “o Senhor de mim e o Deus de mim” (veja a própria interlinear do grego da Torre chamado:The Kingdom Interlinear Translation 3.

Fp. 2:6:

pois ele [sempre], subsistindo [huparchon] em forma [“natureza”, NIV] [morphe] de Deus 4 não julgou como usurpação o ser igual a Deus, mas se esvaziou e tomou a forma[morphe] de um servo, tornando-se em semelhança de homens. e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz…para que ao nome de Jesus SE DOBRE TODO JOELHO, nos céus, na terra e debaixo da terra,e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (grifo nosso).

Cl. 2:9:

porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade [theotetos].

Tt. 2:13:

“O grande Deus e Salvador”: tou megalou theou kai soteros hemon Christou Iesou, lit., “o grande Deus e Salvador de nós Cristo Jesus”. Nota: em 2 Pedro 1:1 temos a mesma construção gramatical (i.e., artigo-substantivo-kai-substantivo): tou theou hemon kai soteros Iesou Christou, lit., “o Deus de nós e Salvador Jesus Cristo (cf. 2 Ts 1:12; 2 Pd. 1:11; 2:20; 3:2, 18,; veja o grego.).

Hb. 1:8:

“Mas do Filho Ele [o Pai] diz, “SEU TRONO, Ó DEUS É PARA SEMPRE E SEMPRE…” (ho thronos sou ho theos, lit., “o trono de ti o Deus…”). Clique aqui para um estudo mais profundo.

JESUS CRISTO: O ETERNO EGO EIMI (“EU SOU”)

Estes seriam Mc. 6:50; Jo. 8:24; 8:28; 8:58; 13:19 (cf. Is. 43:10; LXX); 18:5; 18:6; e 18:8.

*Por que é importante saber e ensinar que Jesus É Deus? Além do que Jesus declara em Jo. 4:24; 17:3 e 1 Jo. 2:23, Jesus declara em Jo. 8:24:

“Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU [ego eimi], morrereis nos vossos pecados

*Veja: Jo. 1:18; Rm. 9:5; Fl. 2:6-11; Cl. 2:9 (theotētos); Heb. 1:3; 1 Jo. 5:20; Ap. 5:13-14.[A Trindade: um Deus revelado em três pessoas distintas e coiguais].

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA E É CHAMADO DE “DEUS”

As TJ ensinam que o Espírito Santo é a “força ativa” de Jeová e não uma pessoa. Eles comparam o espírito santo com a “eletricidade”. Porém, o Espírito Santo não pode ser qualquer coisa senão uma pessoa ciente, que tem personalidade. O Espírito Santo tem uma relação pessoal com o Pai e Jesus, como também todos os crentes.

O ESPÍRITO SANTO É DEUS

At. 5.3,4, Ananias e Safira:

“Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?
Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (grifo nosso)

Mentir ao Espírito Santo é o mesmo que mentir a Deus porque Ele é Deus. Você não pode mentir para uma eletricidade ou uma força. Somente uma pessoa ou ser (ego) pode ser enganada. Também compare At. 28:25-26 com Is. 6:ss. Em Is. 6:1ss. lemos que Jeová está no trono falando por Isaías (vv. 9-10), mas Paulo (em At. 28:25-26) atribui as palavras de Jeová ao Espírito Santo.

O ESPÍRITO SANTO COMUNICA

NOTA: este é um grande ponto para testemunhar às Testemunhas de Jeová (uma força?)

At. 8:29
Hb. 3:7-11, 18,; cf. Sl. 95:7-11
Hb. 10:15-17; cf. Jr. 31:33, 34.

O ESPÍRITO SANTO SE IDENTIFICA COMO “EU” (EGO)

At. 13:2:

O Espírito Santo não pensa em Si mesmo como uma “atividade de Deus”, mas o Espírito Santo se identifica como “eu” quer dizer, um Ser (ego).

“Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito: Estão aí dois homens que te procuram; levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu (ego) os enviei” (At. 10:19-20; grifo nosso).

Enquanto ministravam publicamente a Jeová e jejuavam, o espírito santo disse: “Dentre todas as pessoas, separai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os chamei[proskeklēmai]. Concordemente, estes homens, enviados pelo espírito santo, desceram a Selêucia, e dali navegaram para Chipre.(At. 13:2, 4,; TNM; grifo nosso).

Na passagem acima (da própria tradução da Bíblia TJ: TNM) lemos que o Espírito Santo:Comunica. A eletricidade pode fazer isso?

Às vezes as Testemunhas de Jeová dirão que o “Espírito Santo” (hagion pneuma) está no gênero neutro. E isto é verdade, mas em substantivos gregos necessariamente não indica o gênero natural (por exemplo, “amor” é feminino; “crianças” e “meninas” são neutros)

PRONOMES PESSOAIS SÃO APLICADOS AO ESPÍRITO SANTO

Em João capítulos 14 e 16 Jesus usa pronomes pessoais para se referir ao Espírito Santo:

“Mas quando o Espírito [ekeinos] da verdade vier, ele os guiará em toda a verdade. Porque ele não falará de Si mesmo; mas tudo que ele ouvir vai falar: e ele lhes fará conhecido as coisas por vir. Ele me glorificará; porque ele receberá do que é meu, e lhes mostrará. (Jo. 16:13-14 – Pesito siríaca; grifo nosso).

O ESPÍRITO SANTO TEM ATRIBUTOS PESSOAIS


Vontade:
1 Coríntios 12:9-11.

Emoções: Efésios 4:30.

Mente: 1 Coríntios 2:10, 11,; Romanos 8:27.

Intercede (ora): Romanos 8:26.

Pode-se mentir a Ele: Atos 5:3.

Pode ser blasfemado: Marcos 3:29, 30.

Comanda: Atos 13:4; At. 16:6.

O ESPÍRITO SANTO AMA: ROMANOS 15:30

“Agora eu vos peço, irmãos, por causa de nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor que o Espírito inspira, para lutar comigo em orações a Deus em meu nome” (Rm. 15:30 –Williams; grifo nosso).

O ESPÍRITO SANTO É IGUAL AO PAI E AO FILHO

Mt. 28:19:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo…” (também veja At. 28:25-27; 2 Cor. 13:14; Ef.. 2:18)

PREMISSA TRÊS

O Pai, e o Filho, e o Espírito Santo são DISTINTOS.

Considerações gramaticais

Jo. 1:1: ” e a Palavra estava com Deus…”

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com [pros] Deus, e o Verbo era Deus. (en arche en ho logos, kai ho logos en pros ton theon, kai theos en ho logos).

No Novo Testamento a palavra “com” (pros), quando se refere a pessoas, indica uma relação entre pessoas distintas. Além disso, o Verbo estava, pros ton theon, “com o Deus”, que expressa a relação íntima e amorosa relação que o Verbo tinha com Deus Pai.

Primeiro e terceira pessoa pronomes pessoais:

Ao longo do capítulo 14, Jesus se diferencia claramente do Pai usando o primeiro pronome pessoal (“eu,” “eu,” “Meu”) para se referir a Ele e o pronome de terceira pessoa(“Ele,” “Ele,” “Seu”) para se referir ao Pai (por exemplo, Jo. 14:7, 10, 16). Este caso de distinção marcada também é evidente quando Jesus se diferencia de Deus o Espírito Santo:

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro [allon, Veja nº 42 abaixo] Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco,” (Jo. 14:16; também veja 14:7, 10, 26,; grifo nosso).

Preposições diferentes:

Também no NT, particularmente em João capítulos 14-16, Jesus se distingue do Pai usando preposições diferentes. Este uso de preposições diferentes “mostra uma relação entre eles” e denota claramente uma distinção essencial, por exemplo, “ninguém vem ao[pros] Pai senão por [dia] mim” (Jo. 14:6); “quem crê em [eis] mim…. eu vou ao [pros] o Pai” (v. 12; cf. também Jo. 15:26; 16:28). Paulo usa preposições diferentes para diferenciar o Pai do Filho. Em Ef. 2:18, Paulo ensina que pela agência do Filho, os cristãos têm acessoao Pai por meio do Espírito:

“Pois, por Ele [di’autou: o Filho] ambos temos acesso, em [en] um Espírito, ao Pai [pros ton patera]” (Ef. 2:18).

O Pai e o Filho e o Espírito Santo são claramente diferenciados em Mateus 28:19; e 2 coríntios 13:14 (5)

Distinção de sujeito-objeto

Se Jesus e o Pai não fossem Pessoas cientes distintas, não esperaríamos ver uma relação de sujeito-objeto entre eles:

“Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele.
E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu [sujeito] Filho amado [objeto], em quemme [sujeito] comprazo.” (Mt. 3:16-17; grifo nosso; também veja, Mt.17:5).

“Eu [sujeito] te [objeto] glorifiquei na terra, consumando a obra que me [sujeito] confiaste [objeto] para fazer;” (Jo. 17:4; também veja Lc. 23:34, 46).

O Pai e o Filho são referidos como “Eu”–”Tu” em relação um ao outro; o Filho se refere ao Pai como “Tu” e Ele como “eu”. O Pai se refere a Jesus como “tu” e Ele como “eu”. O Filho se relaciona pessoalmente ao Pai e o Espírito Santo, e o contrário é completamente verdade do Pai e o Espírito Santo relativo a um ao outro.

A repetição do artigo:

Em Mateus 28:19, a frase: eis to onoma tou patros kai tou huiou kai tou hagiou pneumatos, “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,” gramaticalemente fala por si mesmo. Note a repetição do artigo tou, “o” antes de cada substantivo: tou patros “do Pai”,tou huiou “do Filho”, tou hagiou pneumatos “do Espírito Santo”. E cada substantivo é ligado pela conjunção conetivo kai, “e”. Assim, este tipo de construção (ver Sharp #6) claramente mostra a distinção entre todas as três Pessoas.

Em Apocalipse 5:13 o Cordeiro e o Pai são apresentados como dois objetos distintos de adoração divina pois são diferenciados pela repetição do artigo :

“Àquele
[] que está sentado no trono e ao Cordeiro [kai tō arniō], seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos”

Portanto, Paulo apresenta as três Pessoas não como unipessonal, mas como três Pessoas distintas:

“A graça do Senhor Jesus Cristo [tou kuriou Iēsou Christou], e [kai] o amor do [o] Deus [tou theou], e [kai] a comunhão do Espírito Santo [tou hagiou pneumatos] estejam convosco” (2 Cor. 13:14).

Há muitas outras passagens onde regra 6 se Sharp se aplica e denota distinção entre as três Pessoas na Trindade (por exemplo, Mt. 28:19; 1 Tessalonicenses 3:1; 2 Tessalonicenses 2:16-17; 1 Jo. 2:22-23). Mais adiante, ve com O Pai e o Filho, mas o Pai e Filho são claramente mostrados como duas Pessoas pela repetição do artigo tou “o” e apreposição repetida meta, “com”.

“E o que vimos e ouvimos, também vos fazemos conhecidos, para que possam ter comunhão conosco [meta]; e nossa comunhão é com [meta] o Pai [tou patros], e com [meta] Seu Filho Jesus [tou huiou] o Messias” (1. Jo. 1.3 – Pesito siríaca -grifo nosso)

Assim, há numerosas passagens onde são usadas preposições diferentes para diferenciar as Pessoas da Trindade (por exemplo, Jo. 14:6, 12,; 15:26; 16:28; Ef.. 2:18).

Jo. 17:5

“E agora, meu Pai, glorifica-me, com essa glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (Pesito siríaca – grifo nosso).

As saudações paulinas

gramaticamente distinguem entre o Pai e o Filho. Na consciência de Paulo, a “graça” e “paz” fluem igualmente do (apo) Pai e do Filho.

*NOTA: Para saber mais sobre as distinções ontológicas entre as Pessoas da Trindade veja sobre unicismo.

CONCLUSÃO: Então, todas as três Pessoas COMPARTILHAM a natureza de UM SER: Deus Pai, Deus Filho, e Deus Espírito Santo. A Trindade não são três deuses (i.e., triteísmo) nem Jesus é o Pai (i.e., modalismo) eles são DISTINTOS (“a Palavra estava COM Deus” Jo. 1:1).

RESUMO

PREMISSA UM:
Existe UM DEUS verdadeiro por natureza.

PREMISSA DOIS:

As Escrituras apresentam o Pai, o Filho e o Espírito Santo como Deus.

PREMISSA TRÊS:

O Pai, o Filho e o Espírito Santo são Pessoas distintas ou Egos, cientes um ao outro. Como também existindo entre si em uma amorosa comunhão – mesmo antes do tempo existir (cf. Jo. 17:5).

CONCLUSÃO:

O dados bíblicos estão claros: as três Pessoas compartilham a mesma natureza de UM DEUS ETERNO.

Rejeitando o Deus da Bíblia, as Testemunha de Jeová acreditam em um Deus que não existe. Só o verdadeiro Deus das Escrituras existe. O deus da Torre de Vigia não pode salvar ninguém, não existe. Elas crêem em um Deus unitário (uma Pessoa) e rejeitam o Deus triúno bíblico.

Precisamos pedir a Deus para abrir seus corações e mentes assim para poderem entender quem é Deus e Jesus Cristo. Só Ele pode dar a salvação.

A doutrina da Trindade não se originou num concílio do quarto século nem surgiu da Igreja católica. Deus revela Sua natureza (que Ele é um Ser tri-pessoal) nas próprias Escrituras. Usamos a palavra “Trindade” para comunicar os dados bíblicos que são revelados nas Escrituras. Se simplesmente deixarmos o texto falar por si mesmo, então, não chegaremos a conclusões antibíblicas. Temos a Palavra de Deus, nossa responsável para conferir a verdade do verdadeiro Deus; não há desculpa:

“E agora, não sabes? não ouviste? o Deus eterno, o Deus que formou os confins da terra” (Is. 40:28).

Jesus estava claro:

“Eu vos digo, que morrereis em vossos pecados; porque se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados” (Jo. 8:24).

As Testemunha de Jeová tentam desesperadamente refutar a doutrina. Porém, como irá perceber, assim como os unicistas pentecostais, as TJ usam os piores métodos possíveis de interpretação por meio de textos distorcidos, afirmações filosóficas e falácias lógicas. E, assim como todos os anti-trinitários, falsificam citações e citam errados os Pais da Igreja e os teólogos cristãos.

Comunhão pessoal entre as Pessoas da Trindade

“Se eu testifico a respeito de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Outro(allos) é o que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele dá de mim.” (Jo. 5:31-32; cf. 3:35; 10:17; 14:31).

NOTAS

1 – Freqüentemente, a objeção mais feita, principalmente por aqueles que rejeitam a Trindade, é sobre a palavra “Pessoa”. Ao definir a Trindade, os Pais de Igreja usariam “as Pessoas” de um modo menos individualista, como usaríamos o termo hoje. As igrejas no Ocidente utilizaram persona (latim) e as igrejas do Oriente – hupostasis (grego). O líder da Reforma, João Calvino, disse: “Então, por Pessoa eu quero dizer uma subsistência no ser Divino….”

Porém, a analogia habitual empregada pela igreja antiga para ilustrar a Trindade era o“modelo psicológico – dentro de um corpo existe um intelecto, um coração e uma vontade” (por exemplo, S. Agostinho). A palavra “Pessoa” é usada porque o Pai, Filho, e Espírito Santo possuem atributos pessoais. Além disso, aplicam-se pronomes pessoais a eles nas Escrituras. O Pai, Filho, e Espírito Santo são assuntos intelectuais, emocionais, conscientes que tem uma íntima relação um com (Gr. pros; como em Jo. 1:1) o outro.

2 – As Escrituras são claras: só há UM VERDADEIRO DEUS, e assim todas as outras coisas chamadas de “deus” são falsos deuses ou por natureza não são Deus (Gal. 4:8) como os anjos (cf. Sl. 8:5 com Hb. 2:7). Jesus é chamado “um deus” (na TNM, Jo. 1:1) e Ele é chamado “o Deus” em Jo. 20:28; Ti. 2:13; 2 Pedro 1:1 (veja a Interlinear da Torre de Vigia: KIT). Levando em conta este fato, devemos perguntar para as Testemunhas de Jeová: “Jesus é um Deus verdadeiro ou um deus falso”? Qualquer resposta será desastrosa para seus ensinos.

3, um ponto que é perdido freqüentemente pelos Testemunha de Jeová é que Tomé enviou o Jesus como, ” o Deus ” (theos de ho). a Maioria do misguidedly de Testemunha de Jeová diz que só Jeová é chamado ” o Deus “. Mas como visto acima, junto com Jo. 20:28, theos ” de ” ho também é aplicado ao Jesus a Mateus 1:23; Ti. 2:13; 2 Pedro 1:1; 2 Tessalonicenses 1:12 e Hb.. 1:8 vêem os Testemunha de Jeová possuir texto grego: Tradução Interlinear do Reino onde eles traduziram estas passagens corretamente.

4, em Fp. 2:6 (NASB) a palavra traduziu ” existido ” (huparchon) é um particípio tenso presente que leva o significado de existência continuada. Jesus sempre estava existindo na ” forma ” (morphe) de Deus ou como o NIV traduz: ” Quem, sendo em muito natureza Deus “. é dito que Jesus Cristo é o CRIADOR de TODAS as COISAS e não só uma parte de criação como os Testemunha de Jeová afirma confiantemente (cf. Jo. 1:3; Col. 1:15-17; Hb.. 1:2, 10).

5, porém os Testemunha de Jeová acreditam que o Pai, Filho e Espírito Santo são distintos que eles rejeitam entretanto, que eles são da mesma substância: DEUS (veja Hb.. 1:3, onde é dito que o Jesus é a ” representação ” exata da substância de Deus ou natureza: hypostaseos de tes de charakter).

Abraços amados(as)

Blog Teologia Pastoral SJRP


Trindade Vitral Divino Pai Eterno

Trindade Vitral Divino Pai Eterno


Fonte: Teologia Pastoral SJRP – 

Diocese de São José do Rio Preto


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slaid: Elaborado por “Buscando novas águas” Liturgia Dominical.



JESUS, Verdadeiramente homem.


E Verdadeiramente Deus.



Padre Zezinho

O HOMEM JESUS

Se houve no mundo um homem que sabia tudo sobre Deus, este homem foi Jesus. Se algum homem chegou à intimidade absoluta com Deus, este homem foi Jesus. Foi ele mesmo quem o disse. E era plenamente homem.

Se um homem é capaz de tamanha intimidade, ele não é um sujeito qualquer. É especial. Especialíssimo. Foi ele quem o disse.

Se Deus é este ser que pensamos que é, o homem que afirma ter intimidade absoluta com ele corre o risco de ser o doido mais varrido, o maior dos mentirosos, o maior dos megalomaníacos.

Mas, se for verdade, então ele é o mais especial, o mais homem entre os homens. E Jesus disse que sabia quem era e quem o havia mandado, ninguém menos que Deus, a quem ele chamava de Papai (Abbá, em aramaico).

Homem algum será capaz de conhecer Deus. Mas, Jesus disse que o conhecia. E somente ele. Ninguém antes, nem depois dele foi capaz disso. Se Deus existe, se criou o mundo e se criou o homem, somos todos filhos de Deus. Mas Jesus garante que é o Filho único.

Há uma coisa nesse homem Jesus que homem nenhum relativamente inteligente é capaz de decifrar: fala como alguém igual, absolutamente identificado com Deus.

Ou sua mentira é mentira demais para nós, ou sua verdade é verdadeira demais. O fato é que nenhum homem jamais falou como Jesus falava.

Os homens que escreveram a seu respeito não teriam capacidade de criar um personagem assim tão forte, capaz de desafiar a mente de tantos pensadores e cientistas durante 20 séculos. Se Jesus foi invenção, então os quatro evangelistas que como insistem alguns teriam construído o personagem Jesus seriam mais espertos que ele.

Para crer em Jesus, precisamos acreditar nos seus biógrafos: Mateus, Marcos, Lucas e João. O que deu neles? O que foi que viram e ouviram, para falar dele como falaram, e morrer por ele do jeito que morreram?

E os apóstolos? Que experiências tiveram para dar a vida por ele. Morreram por um personagem de novela ou por uma pessoa real? Como foi? O que é que viram em Jesus para viver por ele e morrer do jeito que morreram? Era Jesus, filho de Maria, filho de José, filho especialíssimo de Deus ou era uma invenção da cabeça deles? Jesus os fanatizou? Mas como, se Jesus nunca impôs nada em nenhuma cabeça? Não foi ele que os deixou livres para irem embora ,se quisessem?

Nunca usou de armas nem de violência. Falou claro que quem o seguisse teria felicidade, mas teria muito sofrimento. Nunca fez marketing mentiroso do caminho que propunha. Não era desesperado para fazer discípulos.

Que palavra forte tinha esse Jesus que ultrapassa e sobrevive aos homens, às ideologias, às seitas, e até mesmo aos erros colossais dos que transmitiram sua mensagem através dos séculos? Que foi que ele disse para ter se tornado a personalidade mais carregada de humanidade que se conhece?

A soma de todos os grandes homens, com as suas mensagens, não chega nem perto do mistério que é Jesus. Nenhum dos doze que o conheceram e viveram com ele tinha a mesma idéia sobre ele. Cada qual o viu de seu ângulo e da sua experiência. Mas, da sua pregação emerge um homem totalmente identificado com Deus, totalmente filho – Filho especialíssimo de Deus. E se era tão filho, por que não Deus?

Era difícil crer. E ainda é difícil. O mistério de Jesus leva ao mistério de Deus e desafia tudo aquilo que se conhece de ciência e de religião. Porque esse homem Jesus é, antes de tudo, filho. Sem essa palavra é impossível continuar crendo nele.

O criador do homem tem um filho, que é Jesus. E é através desse filho especial que o Criador nos adota também como filhos seus, como disse o apóstolo Paulo.

Será nossa fé suficientemente forte para nos fazer sentir que, através de Jesus, somos filhos e herdeiros do Pai maior (Abbá), que nos ama e nos ampara nesta vida e na eternidade? Ou nossa casa é hermética demais para que nela entre ao menos uma réstia da luz do sol?

Pe. Zezinho, scj



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FRANCISCO E CLARA NAMORO

Solenidade da Santíssima Trindade.



Homilia do Santo Padre Papa Bento XVI



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Tradução: Nicole Melhado
Boletim da Santa Sé


É grande a minha alegria em poder dividir com vocês o pão da Palavra de Deus e da Eucaristia e poder dirigir-vos, caros Irmãos, a minha cordial saudação.

Celebramos hoje a festa da Santíssima Trindade: Deus Pai e Filho e Espírito Santo, Festa de Deus, do centro da nossa fé. Quando se pensa na Trindade, vem em mente o aspecto do mistério: são Três e são Um, um só Deus em três Pessoas. Na realidade, Deus não pode ser outro que um mistério para nós na sua grandeza e, todavia, Ele se revelou. Podemos conhecê-Lo no Seu Filho e, assim também, conhecer o Pai e o Espírito Santo.


Detalhe central da Santíssima Trindade – Amplie a imagem inteira 2300 k


A Liturgia de hoje, no entanto, leva nossa atenção não tanto sobre o mistério, mas sobre a realidade de amor que é contida neste primeiro e supremo mistério da nossa fé. O Pai, o Filho e o Espírito Santo como um, porque é amor e o amor é a força vivificante absoluta, a unidade criada do amor é reconhecimento; e o Espírito Santo é como o fruto deste amor recíproco entre o Pai e o Filho.

Os textos da Santa Missa de hoje falam de Deus e por isso falam de amor; não se fixa tanto sobre o mistério das três Pessoas, mas sobre o amor que neles constitui o sustento, a unidade e a trindade ao mesmo tempo.

O primeiro texto que escutamos é do Livro do Êxodo – sobre ele falei numa recente Catequese de quarta-feira – e é surpreendente que a revelação do amor de Deus venha depois de um grandíssimo pecado do povo. Apenas foi concluído o pacto de aliança feito no monte Sinai e o povo já deixa faltar a fé.

A ausência de Moisés se prolonga e logo o povo diz: “Mas onde está este Moisés, onde está o seu Deus?” e pede a Aarão para fazer a eles um deus que seja visível, acessível, manobrável, ao alcance do homem, em vez daques misterioso Deus invisível, longe. Aarão concorda e faz um beserro de ouro.

Descendo do Sinai, Moisés vê o que aconteceu e quebra as tábuas da aliança, que é já rompida, quebrada, duas pedras nas quais estavam escritos os Dez Mandamento, o conteúdo concreto do pacto com Deus. Tudo parece perdido, toda a amizade, desde o ínicio, já está estraçalhada.

No entanto, no momento deste grandíssimo pecado do povo, Deus, por intercessão de Moisés, decide perdoar e convida Moisés a subir novamente ao monte para receber de novo a Sua lei, os Dez Mandamento e renovar o pacto.

Moisés pede então a Deus para se revelar, fazer visível o seu rosto. Mas Deus não mostra Sua face, revela por sua vez o seu ser pleno de bondade com estas palabras: “Javé, javé, Deus compassivo e misericordioso, lento para a cólera, rico em bondade e em fidelidade” (Ex 34, 6).

Está é a Face de Deus. Esta autodefinição de Deus manisfesta o seu amor misericordioso: um amor que vence o pecado, cobre-o, apaga-o. E podemos ser sempre seguros desta bondade que não nos deixa. Não pode haver revelação mais clara. Nós temos um Deus que renuncia destruir o pecador e que quer manisfestar o seu amor de maneira ainda mais profunda e surpreendente, justamente diante do pecador para oferecer a possibilidade da conversão e do perdão.

O Evangelho completa esta revelação, que escutamos na primeira leitura, porque indica até que ponto Deus mostrou sua misericórdia. O evangelista João reflete esta expressão de Jesus: “De tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo que nele crer não pereça, mas tenha vida eterna” (3, 16)

No momento existe o mal, o egoísmo, a maldade e Deus poder vir para julgar este mundo, para destruir o mal, para castigar aqueles que operam nas trevas. Em vez, Ele mostra o amor ao mundo, amor pelo homem, no momento do seu pecado, e envia aquilo que há de mais precioso: O Seu Filho unigênito. E não só envia, mas faz dom ao mundo. Jesus é o Filho de Deus que nasceu por nós, que viveu por nós, que venceu o mal perdoando os pecados, acolhendo todos. Respondendo o amor que vem do Pai, o Filho deu sua própria vida por nós: sobre a cruz, o amor misterioso de Deus chega ao cume. E é sobre a cruz que o Filho de Deus nos concede a participação à vida eterna, que vem comunicada com o dom do Espírito Santo.

Assim, no mistério da cruz, estão presentes as três Pessoas divinas: o Pai, que doa seu Filho unigênito para a salvação do mundo; o Filho, que cumpre até o fim o designo do Pai; o Espírito Santo – efuso de Jesus no momento da morte – que vem nos tornar participantes da vida divina., para transformar a nossa existência, porque é animado do amor divino.


O Papa Bento XVI visita San Marino neste domingo (19) (Foto: AP/Marco Vasini)


Caros irmãos e irmãs! A fé no Deus Trinitário caracterizou também esta Igreja de San Marino-Montefeltro no curso de sua história antiga e gloriosa. A evangelização desta terra é santos escultores Marino e Leão, aos quais, na metade do século III depois de Cristo, teriam chegado em Rimini da Dalmácia.

Por suas santidades de vida seriam consagrados, um sacerdote e o outro diácono, pelo bispo Gaudenzio e por ele enviados ao interior, um ao monte Feretro, que depois recebeu o nome de San Leo, e outro ao monte Titano, que depois recebeu o nome de San Marino.

Deixando de lado as questões histórias – que não cabem a nós aprofundar – interessa afirmar como Marino e Leão levaram no contexto desta realidade local, com a fé no Deus revelado em Jesus Cristo, perspectivas e valores novos, determinando o nascimento de uma cultura e uma civilização centrada na pessoa humana, imagem de deus e por isso portadora de direitos presentes em cada legislação humana.

A variedade de diversas etnias – romanos, godos e lombardos – que entravam em contato entre eles, às vezes de maneira muito conflituiso, encontram no comum referimento à fé, um fator potente e edificação ética, cultural, social e, de qualquer modo, política. Era evidente aos olhos deles que não poderia se comprir um projeto de civilização até que todos os componentes do povo não fizessem parte de um comunidade cristã vivente e bem estruturada e edificada sobre a fé no Deus Trinitário.

Portanto, pode se dizer que a riqueza deste povo, a vossa riqueza, caros samarineses, foi e é a fé, e esta fé criou uma civilização realmente única. Junto à fé, ocorre depois recordar a absoluta fidelidade aos Bispo de Roma, a quela esta Igreja sempre olhou com devoção e afeto; como também a atenção demonstrada a grande tradição da Igreja oriental e a profunda devoção a Virgem Maria.

Vocês são justamente orgulhosos e gratos pelo quanto o Espírito Santo operou pelos séculos na vossa Igreja. Mas vocês sabem também que o melhor modo de apreciar um hereditariedade é cultivar e redeclarar. Na realidade, vocês são chamados a desenvolver este precioso depósito num dos momentos mais decisivos da história.

Hoje, a nossa missão é dever confrontar as profundas e rápidas transformações culturais, sociais, econômicas e políticas, que determinaram novas orientações e modificaram mentalidades, costumes e sensibilidade. Também aqui, de fato, como em outros lugares, não faltam dificuldades e obstáculos, devidos, sobretudo, aos modelos hedônicos que obscurecem a mente e ameaçam desfazer toda a moralidade.

Há a tentação de acreditar que a riqueza do homem não é a fé, mas o seu poder pessoal e social, sua inteligência, sua cultura e sua capacidade de manipulação científica, tecnológica e social da realidade.

Assim, também nesta terra, começou-se a substituir a fé e os valore cristão pelas riquezas, que, no fim, se revelam inconsistentes e incapazes de assegurar a grande promessa verdadeira, do bem, do belo e do justo que pelos séculos vossos antepassados indentificaram com a experiência da fé. Não esqueçam a crise que se agrava em não poucas famílias da difusa fragilidade psicológica e espiritual dos casais, como também a cansativa experiência de muitps educadores oferecer contínua formação aos jovens condicionados a muitas precariedades, primeiro entre todos aqueles do meio social e depois da possibilidade de trabalho.

Queridos amigos! Conheço bem o empenho de cada componente desta Igreja na promoção da vida cristã nos seus vários aspectos. Exorto a todos os fiéis que sejam como fermento no mundo, mostrem, seja em Montefeltro ou em San Marino, que os cristão estão presentes, pró-ativos e coerentes. Que os sacerdote, os religiosos e religiosas vivam sempre na mais cordial e afetiva comunhão eclesial ajudando e escutando o pastor diocesano. Também peço a vocês com urgência uma revitalização das vocações sacerdotais, em especial a consagração: faço um apelo às família e aos jovens para que abram a alma para um resposta pronta ao chamado de Deus.


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Nunca se arrependerão de ser generosos com Deus! A vocês leigos, recomento o empenho ativo na comunidade, de modo que, além de seus deveres civis, políticos, sociais e culturais, possam encontrar tempo e disponibilidade para a vida da fé, a vida pastoral.

Caros Fieis! Permaneçam firmes fiéis ao patrimônio construído nos séculos pelo impulso dos vossos grandes padroeiros, Marino e Leão. Invoco a benção de Deus sobre o vosso caminho de hoje e de amanhã e recomento a todos “à graça do Senhor Jesus Cristo, ao amor de Deus e à comunhão do Espírito Santo”(2Cor 13,11). Amém!


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slaid: Elaborado por “Buscando novas águas” Liturgia Dominical.



És Precioso a Meus Olhos.



“E agora, eis o que diz o Senhor, aquele que te criou Jacó, e te formou, Israel: nada temas, pois eu te resgato, eu te chamo pelo nome, és meu… És precioso aos meus olhos, porque eu te aprecio e te amo, permuto reinos por ti, entrego nações em troca de ti”

(Is 43, 1 – 4).



O QUE É O AMOR ?




A palavra amor é um vocábulo que, por diversas vezes, é mal empregado, uma vez que, muitas pessoas não sabem, ao certo, o que ela significa. Quando tomamos a Palavra de Deus, encontramos definições e características, tanto para a palavra amor quanto para o ato de amar.

O amor é algo divino, pois cremos que o amor, em sua essência, vem de Deus, sendo que, na Bíblia, o amor verdadeiro e Deus constituem as mesmas coisas, como bem expressa São João: “Deus é amor!” (I Jo 4, 16b). Partindo desta definição, podemos fazer um paralelo entre esta belíssima citação bíblica e o conhecido trecho da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, onde o Apóstolo procura dar atributos do verdadeiro amor, considerando-o a razão de toda e qualquer boa ação (I Cor 13, 1 – 7). A partir deste trecho da Sagrada Escritura, poderemos fazer um exercício: fazer uso das palavras direcionadas ao amor, atribuindo-as ao próprio Deus.

São Paulo vai ainda mais longe e declara: “A caridade é o vínculo da perfeição” (Cl 3, 14). Quer dizer: só no amor, só em Deus a perfeição é real. Neste paralelo entre Deus e o amor, não podemos ainda nos esquecer que o Deus Verdadeiro é uma comunidade de amor: o Pai ama o Filho e o Filho ama o Pai, sendo que, deste amor partilhado procede o Espírito Santo.


DEUS, POR SER O PRÓPRIO AMOR, AMA


Mesmo diante de toda a beleza sobre Deus e sobre o amor, ainda não nos aprofundamos sobre aquilo que este estudo quer transmitir: Deus, por ser o próprio amor, ama. Deus me ama: esta é uma expressão que o meu ser precisa ouvir. Deus ama você: esta é uma verdade que cada ser humano precisa tomar posse.

Deus, sendo amor, não se fechou em si mesmo, mas transbordou este amor ao criar todas as coisas (Gn 1). Ele não tem outra razão para criar, a não ser o Seu amor e a Sua bondade. O mundo procede da vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas participarem do Seu ser, da Sua sabedoria e da Sua bondade. Portanto, Deus não nos criou por uma necessidade, mas por amor.


CARACTERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS


No decorrer de toda a história do povo de Deus, o Senhor vai revelando as características do seu amor. O amor de Deus, portanto, é:

– Pessoal – estamos acostumados a ser uma multidão. Isto, muitas vezes, nos leva a crer que Deus nos vê e considera assim: uma multidão. Porém, isto não é verdade: DEUS AMA A CADA UM COMO FILHO ÚNICO. Deus conhece você, suas necessidades, seus anseios, suas qualidades e dificuldades. O amor de Deus por você é tão pessoal, único e tão apaixonado, que o Senhor “tem o seu nome gravado na palma de Suas mãos e tem você sempre diante de Seus olhos” (Is 49, 16);

– Misericordioso – ao ler as diversas passagens bíblicas sobre a misericórdia de Deus, constatamos que ela é sempre um socorro ao pecador. Quando o homem peca, a misericórdia de Deus é infinita para derramar-se sobre ele, fazendo com que venha em seu auxílio todo o mistério da ternura divina que o socorre e reconduz. A Palavra de Deus nos mostra que DEUS NÃO LEVA EM CONSIDERAÇÃO OS PECADOS DOS QUAIS JÁ NOS ARREPENDEMOS E CONFESSAMOS (Is 43, 25). Deus espera ansiosamente nosso arrependimento, nossa volta para os seus braços (Lc 7, 36 – 47);

– Eterno – o amor de Deus nunca teve começo e nunca terá fim. DEUS SEMPRE AMOU VOCÊ E SEMPRE O AMARÁ (Jr 31, 3);

– Gratuito – Deus não nos ama em troca do que fazemos ou do que somos. DEUS ACEITA E AMA VOCÊ DA MANEIRA COMO VOCÊ É (Jo 8, 1 – 11). Você não precisa fazer esforço ou ser bom para merecer o amor de Deus, porque Deus não ama “em troca de”, mas “apesar de”. Deus ama gratuitamente. O meu esforço para ser santo deve ser uma prova do meu amor e da minha gratidão ao amor com Deus me amou primeiro (I Jo 4, 19);

– Fiel e constante – a Palavra de Deus nos mostra que o amor de Deus para conosco não muda, não oscila. MESMO QUE FOSSE POSSÍVEL UMA MÃE ESQUECER O SEU FILHO, DEUS NÃO NOS ESQUECERIA (cf Is 49, 15). Deus não abandona a sua criação (Is 54, 10) e está sempre voltado para as necessidades de Seu povo (Is 58, 9; Is 65, 24).


A GRANDE PROVA DO AMOR DE DEUS


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Deus manifesta seu amor na criação e em toda a história de Israel, agindo com misericórdia na vida daquele povo que, muitas vezes, era infiel ao Seu projeto. Mesmo diante de infidelidades, Deus continuava a dar provas de amor. Chegada a plenitude dos tempos, Deus dá à humanidade uma prova definitiva do Seu amor: envia seu Filho Unigênito ao mundo. DEUS PAI PROVA SEU AMOR POR NÓS EM JESUS (cf Rm 8). O Pai entregou Jesus, na alegria de, por sua entrega, nos conquistar a todos para Ele.

O Salmo 138 canta o amor de Deus, apresentando o ser humano como a maravilhosa obra saída das mãos do Criador. O Verdadeiro Deus é onisciente (tudo sabe e tudo vê), Onipotente (tudo pode) e Onipresente (está em todo lugar).

Portanto, Deus é amor, e cria todas as coisas por amor, sendo que homem e mulher são criados à imagem e semelhança de Deus, isto é, à imagem e semelhança do Amor. É sabendo desta realidade que o Senhor Jesus coloca o amor ao próximo como o segundo maior mandamento (Mt 22, 37 – 40). Os discípulos e todos aqueles que quiserem seguir o Senhor e dar testemunho de Sua Palavra, deverão, além de viver o amor de Deus, amar o próximo como a si mesmo (Jo 13, 34s; Rm 13, 8 – 10).


Autores: Grupo de Formadores da RCC Camocim Postado por Helton Silva


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