Muitos Cristãos nunca leram a Bíblia.


Disse Bento XVI durante a catequese de quarta-feira 03/08/2011 na praça da Liberdade em frente sua residência de verão em Castel Gandolfo para 4.500 fieis Católicos, lamentou o fato de que “muitos cristãos deixaram de ler a Bíblia e têm uma consciência muito limitada e superficial a seu respeito”.




CATEQUESE DO PAPA BENTO XVI.

“NÃO EXISTE SÓ O TRABALHO.

TOMEM TEMPO PARA LER A BÍBLIA”


Queridos peregrinos de língua portuguesa sede bem-vindos! Saúdo de modo especial os portugueses vindos de Vidigueira e do Porto, bem como os brasileiros vindos de Fortaleza. Não deixeis de aproveitar os momentos de descanso para redescobrir na leitura da Bíblia um enriquecimento cultural e, sobretudo, um alimento para os vossos espíritos. Que Deus vos abençoe!

Depois de três semanas de pausa no mês de julho, Bento XVI retomou esta manhã as audiências de quarta-feira com um encontro aberto a fiéis e peregrinos na Praça da Liberdade, diante de sua residência de verão, em Castel Gandolfo. 4.500 pessoas lotaram a praça para ouvir a catequese do papa.

Queridos irmãos e irmãs!

Estou muito contente de ver vocês aqui na praça de Castel Gandolfo e de retomar as audiências interrompidas no mês de julho.

Eu gostaria de continuar com o tema que iniciamos, isto é, uma “escola de oração”, e que, hoje, de modo um pouco diferente, sem nos distanciarmos do tema, assinalar alguns aspectos de caráter espiritual e concreto, que me parecem úteis não só para quem vive em certas partes do mundo um período de férias de verão como nós [na Europa], mas também para todos aqueles que estão empenhados no trabalho cotidiano.

Quando temos um momento de pausa em nossas atividades, de modo especial durante as férias, normalmente pegamos nas mãos um livros que desejamos ler. E é justamente sobre este aspecto que gostaria hoje de destacar.

Cada um de nós tem necessidade de um tempo e um espaço para se recolher, meditar, se acalmar… Graças a Deus é assim!

De fato, esta experiência nos mostra que não somos feitos só para trabalhar, mas também para pensar, refletir, ou simplesmente para seguir com a mente e com o coração uma história que nos coloca de um certo modo “perdidos” para depois nos re-encontrarmos enriquecidos.

Naturalmente, muitos desses livros de leitura que pegamos durante as férias são, na sua maioria, para “fugir” [da realidade] e isso é normal. Entretanto, várias pessoas, particularmente aquelas que podem ter um espaço de pausa e de relaxamento prolongado, se dedicam a ler algo mais empenhativo.

Gostaria agora de fazer uma proposta: por que não descobrir alguns livros da Bíblia que normalmente não são conhecidos? Ou aqueles que talvez escutamos qualquer pedaço durante a Liturgia, mas que jamais lemos por inteiro?

Na realidade, muitos cristãos nunca leram a Bíblia e tem um conhecimento muito limitado e superficial. A Bíblia – como diz o nome – é uma coleção de livros, um pequena “biblioteca”, nascida com o passar de um milênio.



Alguns desses livrinhos que a compõe permanecem quase que desconhecidos para a maior parte das pessoas, também para bons cristãos. Alguns são bem breves, como o “Livro de Tobias”, um livro que contem um sentido muito alto de família e de matrimônio; o Livro de Ester, no qual a rainha judia, com a fé e a oração, salva seu povo do extermínio. Ou ainda um mais brevre: o Livro de Rute,  uma estrangeira que conhece Deus e experimenta sua providência. Estes pequenos livros podem ser lidos por inteiro em uma hora.

Mais desafiadores, e verdadeiras obras primas, são: o Livro de Jó, que aborda a grande problemática da dor do inocente; o Eclesiastes que debate a desconcertante modernidade na qual coloca em discussão o sentido da vida e do mundo; e o Cântico dos Cânticos, estupendo poema simbólico do amor humano.

Como vocês podem ver, estes são todos livros do Antigo Testamento. E o Novo? Certo, o Novo Testamento é mais conhecido e são gêneros menos diversificados. Porém, a beleza de ler um Evangelho completo é a descoberta, bem como recomendo os Atos dos Apóstolos ou uma das Cartas.

Em conclusão, queridos amigos, hoje, quero sugerir de ter em mãos, durante às férias ou nos momentos de pausa, a santa Bíblia, para apreciá-la de modo novo, lendo subsequentemente alguns de seus Livros, aqueles menos conhecidos e também aqueles mais notáveis, como o Evangelho, mas uma leitura contínua.

Fazendo assim, os momentos de descanso podem-se tornar, além de um enriquecimento cultural, também um nutrimento do espírito, capaz de alimentar o conhecimento de Deus e o diálogo com Ele, na oração.


Esta parece ser uma boa ocupação para as férias:

Pegar um livro da Bíblia tendo um momento de descontração e, ao mesmo tempo, entrar no grande espaço da Palavra de Deus e aprofundar nosso contato com o Eterno, justamente como propósito do tempo livre que o Senhor nos dá.


03.08.2011 – Cidade do Vaticano:

Fonte: Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé.

Extraído do site: http://www.derradeirasgracas.com


Bento XVI Recomenda Ler a Bíblia




Celebrando o Natal – 2015



Fernanda Brum canta o Magnicat de Maria em seu lançamento Celebrando o Natal.   Usando as palavras de Padre Joãozinho […] Faz tempo que a grande maioria dos evangélicos mantém um estranho pudor para falar sobre Maria. É estranho porque sendo “evangélicos” deveriam cantar todo o Evangelho. […], Padre Joãozinho tem razão em suas palavras e evidentemente podemos notar que apesar de algumas acusações sem fundamento a nós Católicos, a pessoa de Maria e seu mérito perante Deus não teria nada a ver com o nosso pressuposto pecado, portanto deixar de proclamar partes do evangelho só porque esta parte se refere a uma pessoa muito amada por nós Católicos não faria sentido já que esta pessoa foi escolhida por Deus para ser a Mãe de Jesus e não por nós meras criaturas humanas.

Quero parabenizar Fernanda Brum por seu lançamento e espero que não seja mal compreendida por seus irmãos evangélicos e nem por nós Católicos, vejo nesta atitude uma forte motivação Divina em busca da união dos filhos de Deus e espero que seu Cd seja muito abençoado.


Ouça a canção:


FERNANDA BRUM – MARIA


Gostaria de transcrever aqui uma observação da pessoa que postou o clip no Youtube que foi retirado, este que aí esta é um outro clip com a mesma música sem o comentário abaixo:

[…]QUERO DEIXAR CLARO QUE MARIA FOI A MULHER MAIS DIGNA QUE DEUS ENCONTROU NA TERRA PARA GERAR JESUS EM SEU VENTRE, E ELA COM ESMERO CUMPRIU SEU PAPEL, PORÉM O FATO DE ADORAR A MESMA, NÃO É O CORRETO,…[…]

Copiei este texto para esclarecer mais uma vez e deichar nosso amigo tranquilo com sua conciência, porque nós Católicos jamais adoramos Maria.

Quando homenageamos nossa mãe terrena ou quando homenageamos nossa mãe no céu que é Maria, simplesmente manifestamos nosso reconhecimento por tudo que ela foi capaz de fazer por amor a nós e a seu Filho Jesus nosso Salvador.

Estas homenagens e festividades jamais foram consideradas culto de adoração por nós e jamais foram executadas com este objetivo.

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Outras Fotos

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Desenvolvimento não é sinônimo de Evolução !!!

Nos ultimos anos a Espanha tem experimentado um desenvolvimento surpreendente, mas a evolução dos relacionamentos humanos nem sempre acompanham a arte externa e visível de uma civilização.

O texto abaixo foi escrito por um Brasileiro em terras Espanholas.

Saudades do Brasil ?

Quem não as teria ?

Mas o texto vai um pouco mais além. Expressa a opinião sinsera de quase todos aqueles que saem de nossa pátria buscando uma vida melhor mas perdem em amor, amizade e muito calor humano.

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desenvolvidos

Desenvolvidos y desarrollados…?

Pe. Françoá Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
27/11/2008

Estou na Espanha desde o ano passado. Ao ver o nível de vida dos “espanhóis” (entre aspas porque há muito nacionalismo e alguns não gostam de ser chamados espanhóis), o inverno gélido e o verão ensolarado, a seriedade dos “espanhóis”. Ao observar também a serena alegria de alguns, a defesa – às vezes exagerada – de direitos (cada um quer ter o seu), o governo da Espanha, seus hospitais, os costumes “modernos” dos seus jovens, a discordância em quase todos os temas, etc. Como não pensar no meu país, o Brasil, que parece estar constantemente com os olhos postos nos chamados países “desenvolvidos” e procurando imitá-los?

Há muita coisa boa na Espanha: terra de grandes heróis, indomáveis conquistadores, um patrimônio artístico mais que considerável, uma plêiade de homens e mulheres no catálogo dos santos, gente de valor, entre outras coisas.

Há algum problema em imitar os países “desenvolvidos”? Nenhum. Em princípio, nenhum. O leitor deve ter observando que até agora não dispensei as aspas da palavra “desenvolvido” (desarrollado, em espanhol ou castelhano). A partir de agora peço dispensa delas. O que se entende  quando dizemos que tal o qual país é desenvolvido? Talvez à primeira vista pensaríamos na técnica e nas várias possibilidades no campo da saúde e da educação. Pensando um pouco mais, não tardaríamos em dizer que um país desenvolvido também é aquele que deixa de lado determinados tabus “medievais”, pelo menos tendo como modelo de desenvolvidos países como Estados Unidos, França, Espanha etc.

catedral madrid por hilaris.

Talvez alguém já ouviu falar que na Espanha já é possível que um homem se “case” com outro ou que uma mulher se case com outra, de que uma pessoa pode trocar de sexo se não gosta de ser homem (ou mulher). O governo socialista espanhol está com um plano para aumentar as possibilidades de uma mulher “interromper a gravidez” (= abortar). Talvez eu perderia tempo em dizer que os métodos anticoncepcionais, as experiências com células tronco (donde se matam vidas humanas!), e a blasfêmia, entre outras coisas, têm carta de liberdade neste ambiente.

O que é um país desenvolvido, então? O Brasil, através do seu governo quer desenvolver-se também. É justo! No entanto, gostaria de perguntar se queremos desenvolver-nos para cima, aumentando nossa capacidade de raciocínio, ou para baixo,  aumentando a nossa cauda. Explico-me sem querer fazer nenhuma crítica à teoria da evolução, que me parece bastante razoável: dizem por aí que o homem veio do macaco, ou melhor, que entre o homem e os macacos há um elo comum. Será que queremos desenvolver-nos rumo ao homem de neanderthal? É preciso ter cuidado! Não aconteça que desenvolvamos novamente todas as forças “macacais” que levamos dentro, todos os instintos animais expostos e, ao mesmo tempo, cobertos apenas com os nossos próprios pêlos, “felizes”… como os macacos. Que pena seria se terminássemos num zoológico,  mas… quem nos veria? Quem nos admiraria? Pelo menos um Deus ofendido vendo como conseguimos rebaixar a sua imagem em nós.

Conta-se de um filósofo que andava pelo mundo buscando um homem. Penso que o nosso filósofo encontraria vários na sociedade atual: na Espanha, no Brasil e em todas as partes. Não deixa de ser verdade que tais homens em alguns momentos não querem identificar-se, já que poderia dar a impressão de que mostrar os verdadeiros valores humanos seria antiquado nos tempos atuais, tratar-se-iam de costumes “medievais”. Deixando a parte o fato de que muitos nem conhecem os grandes valores dos medievais – seu sentido de honra, de lealdade, de justiça e de amor ao próximo -, é preciso dizer que esses valores tipicamente humanos não podem ser privilégios apenas do homo sapiens medieval.

Escrevi há algum tempo um artigo sobre a santa rebeldia no qual convocava os jovens para formarmos um “clube de rebeldes”, de pessoas que pensam livremente, que não sejam “Maria vai com as outras”, jovens de convicção: fortes, alegres e otimistas. A novidade do texto que o leitor tem diante dos olhos é que eu acho que agora necessitamos não só de jovens santamente rebeldes – que vivam a pureza, a cordura, o pudor, bem educados e cheios do amor de Deus -, mas necessitamos também de velhinhos e velhinhas santamente rebeldes. Necessitamos de senhoras e senhores que formem também seu clube de santa rebeldia, de deputados no Congresso Nacional que mande os pró-aborto “fritar batatinhas” (porque estamos com o saco cheio – desculpem! – desses senhores de terno e gravata empenhados em defender a morte do ser humano e, conseqüentemente, a desvalorização da imagem de Deus na pessoa humana), de políticos honrados e santamente rebeldes dispostos a defender o bem comum, os direitos do ser humano – sem esquecer seus deveres -, e os direitos de Deus. O Brasil é terra de Santa Cruz, do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora Aparecida, de pessoas agradáveis, que sabem sorrir, que sabem levar os problemas com simplicidade e, diria também, com elegância. Há alguns, no entanto, empenhados a que voltemos a comer seres humanos e a que façamos sacrifícios sanguinários à nossa covardia e ao nosso capricho. Chega!

Não terminei ainda! É necessário também sacerdotes que sejam santamente rebeldes, homens cheios de fé e do Espírito Santo, que não se envergonhem de “dar a cara” por Jesus Cristo e por sua Igreja Santa, que não tenham medo de ser “impopulares” porque anunciam sem tirar uma vírgula a doutrina santa de Jesus Cristo (na fé e na moral, também naqueles temas mais polêmicos),  ainda que… custe a própria vida. Dizia um homem muito santo que devemos ser pessoas que não nos façamos chamar católicos quando ser católico está de moda (com palavras de Cristo: “fazer as boas obras em segredo”) e “dar a cara”, sair do anonimato, quando ser católico é difícil (com palavras de Cristo: “que vendo as vossas boas obras glorifiquem o Pai celeste”).

Nos tempos atuais a moda não é chamar-se católico, vale para o Brasil também; não está de moda ser fiel leigo, fiel religioso, fielfiéis a Deus no Congresso Nacional, outros fiéis na política dos partidos, outros fiéis nas empresas, outros fiéis na agricultura, outros fiéis no comércio, outros fiéis…  a lista não acaba facilmente: que os cristãos estejam em todas as partes e que saiam de seu anonimato quando necessário. sacerdote. FIEL! É isso que o mundo precisa: uns quantos

Parece-me que o Brasil poderia ser desenvolvido marcando uma nova etapa no panorama internacional. Que pena que não queremos destacar-nos em nada! Que pena que sejamos uns meros imitadores de outros países! Que pena que há pessoas tão empenhadas, “religiosamente” empenhadas, em ir contra Deus, contra a Igreja, contra o ser humano! Você quer um Brasil desenvolvido? Eu também. A fé e a razão, a religião e a ciência, a oração e a ação, não precisam entrar em luta no cenário da nossa vida. Podem ir juntas, cada uma respeitando seu campo próprio e dando-se as mãos, sem exclusões. Não! Não estou defendendo a união política da Cruz e da espada, do Altar e do trono. No entanto, um desenvolvimento que pretenda colocar a Deus dentro das nossas igrejas e encarcerá-lo, sem permitir que ele “incomode” nas ruas e na vida pública, seria simplesmente inumano e uma ofensa ao Criador. Deus tem a primazia sobre o homem, a ética sobre a técnica e a estética, e a fé é mais preciosa que a vida. Finalmente, seremos verdadeiramente desenvolvidos, em todos os sentidos.

Deus abençoe a todos aqueles políticos que lutam pela vida. No entanto, é preciso trabalhar muito para que, como diz o meu irmão de presbitério, Pe. Luis Carlos Lodi, a maldição do aborto não entre no Brasil. Coragem!

Desenvolvidos y desarrollados ¡muy bien!

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
27/11/2008


Plaza De Las Ventas (26) por DiogoCataPreta.com.br.

A Pascoa Continua. Jesus Desapareceu!


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Causou espanto e admiração a constatação de que o sepulcro estava vazio. Dois dias antes haviam depositado ali um homem totalmente desfigurado e massacrado pela dor e pelo sofrimento anterior à sua morte. No entanto, agora o túmulo está vazio.


O que teria acontecido?!


O Evangelista Mateus descreve o acontecimento como um grande terremoto com o aparecimento de um anjo que tinha o aspecto de relâmpago, que removeu a pedra que fechava o sepulcro e que dizia: “Ele ressuscitou de entre os mortos, e eis que vos precede na Galiléia; lá o vereis”.

Nesta narrativa Mateus diz que os guardas ficaram com tanto medo que caíram como mortos, enquanto que as mulheres que haviam ido ao sepulcro, Maria Madalena e Maria, mãe de Tiago, tiveram uma reação de comoção e alegria tamanha que as impulsionou para ir contar aos discípulos este fato.

No texto de Lucas as mulheres ficaram perplexas e se prostraram por terra cheias de medo, enquanto dois anjos lhes recordavam o que Jesus havia dito a respeito de tudo aquilo, ou seja, de como o Filho do Homem deveria ser entregue, crucificado e depois no terceiro dia ressuscitar.

Novamente a reação das mulheres, agora segundo Marcos, Maria de Magdala, Maria Mãe de Tiago e Salomé, foi, antes de tudo, de grande espanto, e depois fogem do túmulo, cheias de temor. Viram-se tomadas de tamanho estupor que as deixou caladas, e por medo, não disseram nada a ninguém.

Maria Madalena, na madrugada do primeiro dia da semana judaica, quando vê a pedra retirada do sepulcro imediatamente corre para contar o ocorrido a Simão, e “ao discípulo que Jesus amava”: “Retiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o colocaram”. Assim João narra o acontecimento daquele dia.
O fato é único em todos os evangelistas: O túmulo está vazio.
Cristo não está lá onde o depositaram depois de sua morte ignominiosa.


Cristo Ressuscitou!


Este é o fato mais extraordinário que poderia acontecer após os últimos dias vividos no sofrimento e na angústia, no medo e na humilhação daquele julgamento iníquo, cheio de mentiras e contradições, que mais parecia um pesadelo do que realidade para os discípulos, seguido da barbárie do caminho do calvário e da crucifixão: Sinais da desilusão e do desmoronamento das expectativas criadas pelo anúncio de um novo tempo, do Reino de Deus que havia chegado.

A morte de Jesus havia sepultado todas as esperanças e expectativas e trazido o medo de tudo o que viria após a sua morte. O espanto, a perplexidade, o medo e o estupor são o primeiro momento da ressurreição. Afinal, era um morto que voltava a viver. Um homem sepultado que não estava mais no sepulcro.

O segundo momento vivido é o reconhecimento de que aquele que não estava mais nas garras da morte, não estava mais no sepulcro, era o Senhor, era o Cristo, o Nazareno, o Crucificado que havia vencido a humilhação, o sofrimento e a morte, e que agora estava presente novamente e definitivamente no sofrimento e nas angústias, enfim na vida do seu povo. Este é o momento da comoção e da alegria que fez com que as mulheres fossem correndo contar aos discípulos o que havia acontecido e que impulsionou a todos eles a testemunhar com destemor a ressurreição, pois a partir deste fato entenderam as palavras de Jesus antes de sua morte e qual era a missão do discípulo. O fato da ressurreição continua hoje provocando reações de desconcerto e de alegria que nos chamam a uma reflexão profunda e a uma tomada de consciência cada vez maior sobre a nossa vida de fé, chamados a ser discípulos e testemunhas.


Tumulo_vazio


Diante da ressurreição, a descrença e a dúvida aparecem como uma verdade no coração do homem contemporâneo que procura para si uma garantia de vida no que é pobre, vil e passageiro, incapaz, portanto, de dar-lhe a imortalidade, tanto almejada. Busca desta forma o imortal, mas rejeita a ressurreição e o Ressuscitado tentando criar para si uma resposta que provenha da razão ou que lhe dê um consolo mais plausível e humano para a morte não compreendida e não aceita.

O cristão contempla na ressurreição de Jesus Cristo um mistério profundo do amor de Deus que recria o homem, que o salva, que o resgata da morte para restaurar a sua imagem divina e eterna perdida pelo pecado. Não teria tanta importância para o homem de hoje a ressurreição de um homem morto há mais de dois milênios, e ficaria apenas como uma narrativa fantástica, como tantas outras já conhecidas e que se tornaram apenas lendas do passado, se este Ressuscitado não fosse hoje reconhecido, proclamado e acolhido como o Senhor, o Cristo vivo que se faz presente na sua e na nossa vida a cada dia.

O fato da ressurreição é o acontecimento mais importante de nossa fé porque nele proclamamos que Cristo vive, está vivo e está entre nós. Tornou-se alimento no pão e no vinho “eucaristizados”. Sua Palavra tornou-se viva entre nós porque realizou plenamente nele o mistério do amor de Deus que criou o homem para que pudesse participar da plenitude da vida. È isto que faz com que o homem de fé possa também ressuscitar com Cristo, vencer as barreiras da morte e do sepulcro.

A ressurreição é a certeza de que hoje a morte é vencida e que podemos ter a garantia de que em Cristo a vida vale a pena e de que o amor realmente vence a morte.

Pe. Sebastião Fábio Girolamola.


Veja fotos e mais detalhes na – acidigital – semana santa.

Veja Também –Testemunho de um Milágre Eucarístico.

Homens da Galiléia, por que ficais aí a olhar para o céu? Esse Jesus que acaba de vos ser arrebatado para o céu voltará do mesmo modo que o vistes subir para o céu.
(Atos dos Apóstolos 1,11)




Semana Santa, meditando uma nova vida.

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Começa mais uma semana Santa para os Cristãos de todo o mundo, O Papa Bento XVI convoca toda a Igreja Católica a meditar nestes dias, os últimos Momentos de Jesus ao passar por este mundo, saibam que foram momentos difíceis e de muita dor porque Ele carregou sobre si as nossas dores e nossas enfermidades, aliviando os nossos sofrimentos e nos dando uma vida nova.

Cabe a cada um de nós também meditar todo este sofrimento, para que todo esse sacrifício não seja infrutífero em nossas vidas de modo particular.As programações em cada Paróquia e em cada igreja são extensas, para nos dar oportunidade de nos aproximarmos do Cristo que se entregou por nós naquela Cruz, recebendo as graças por Ele conquistadas para todo Homem.

Não perca esta oportunidade de se aproximar de Jesus, uma boa Confisão receber o sacramento da Eucaristia pelo menos no dia da Páscoa que é o ponto mais alto do cristianismo, onde comemoramos a Ressurreição de Jesus o nosso Senhor.

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O ALPINISTA EXTRAORDINÁRIO. COMO UMA BOMBA

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