O Estatuto da Destruição da Família.



Até poderia parecer um exagero por parte dos defensores da Família tradicional, mas resta nos saber por que existem pessoas interessadas em mudar os conceitos básicos de família?

Por que mudar o conceito de sexo CONCEBIDO ANTES DO nascimento e colocar como algo que se poderia escolher e alterar num determinado momento de sua vida?

O registro civil pode escrever uma mentira a seu respeito e fazer com que os outros sejam enganados sobre isso, a medicina pode até mudar a aparência externa de uma pessoa, mas isso não mudará a sua identidade genética, não lhe dará fertilidade nem futuro e ainda não deixará de ser uma mentira.   O que seria mais fácil e mais barato não seria aceitar a verdade e o natural?   Por que pessoas mentem que seria possível enganar a si mesmo e aos outros e mesmo assim conseguir ser feliz?  

A resposta para essas perguntas é muito simples…    Alguém ganha muito dinheiro com tudo isso e financia essa baboseira toda e os outros simplesmente acham que são obrigados a aceitar tudo isso silenciosamente.

Depois ainda tem gente que critica a sena da serpente mentindo para Eva no paraíso lhe oferecendo veneno dizendo que era sabedoria, a prova da verdade está nos acontecimentos que ocorreram apos o fato.  Há quem diga que a famosa serpente falante na verdade inventou o moderno “MARKETING” e fez uma propaganda tão bem feita de seu produto que vendeu gato por lebre sem muita dificuldade, mas foi por isso que Moisés nos contou esta estória sórdida, para abrismos os olhos frente essas falsidades que nos apresentam por aí neste mundo de hoje.


“FICA ESPERTO, NÃO COMA QUALQUER FRUTO PODRE QUE LHE OFEREÇAM POR AÍ…”



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PARA NÃO SER ENGANADO NOVAMENTE…

LEIA O TEXTO ABAIXO:



Lamentavelmente querem mesmo o fim da família:


O Estatuto da Destruição da Família.


Existem algumas situações com as quais nos deparamos na sociedade atual que, a bem da verdade, enchem-nos de uma profunda e justificada indignação. Para nós, que assumimos publicamente e defendemos sem medo que aos homens não é possível nenhuma auto-afirmação legítima, sólida e saudável que seja divorciada da ordem moral, testemunhar as barbaridades perpetradas por aqueles que se encontram a diuturno serviço do espírito revolucionário é ultrajante. A multiplicidade de aspectos da nossa realidade, que tem sido minuciosamente seviciada há muito tempo, provocam em nós os mais díspares efeitos, da raiva mais inflamada ao pessimismo mais melancólico. Recorrer às letras, às imagens e ao som é sempre uma forma produtiva não apenas de extravasar esses sentimentos, mas de reagir ao que se passa, de alertar os circundantes sobre a gravidade dos acontecimentos.

Óbvio que nem todos são positivamente obrigados a indignar-se dessa forma. Aralé ralante – para usar uma expressão de Baltasar Gracián – a serviço da Revolução é matreira e sabe como fazer seu trabalho de um modo sutil, à surdina – o que torna nosso trabalho muito necessário. Entretanto, há algumas coisas que ultrapassam em tão larga medida o limite do meramente intolerável que, a bem da verdade, parecem ter a proeza de roubar-nos até mesmo a capacidade de articulação para o alerta e a denúncia. Essas coisas são tão absurdamente explícitas, tão ululantemente óbvias, que o que mais nos indigna não é tanto a sua natureza brutal, mas a pusilanimidade e a pasmaceira gerais diante delas.

Confesso que escrever essas linhas está sendo como tirar leite de pedra, pois estou justamente num desses momentos de estupefação – e, para quem combate o espírito revolucionário e seus sicários, impressionar-se com alguma coisa é algo cada vez mais difícil com o passar do tempo. A Comissão Especial da Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em conjunto com a Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, entregaram ao presidente do senado, José Sarney, em 23 de agosto, o anteprojeto do Estatuto da Diversidade Sexual (EDS). Composto de 111 artigos, o EDS é uma das peças mais grotescas e aviltantes já concebidas na história brasileira.

Maria Berenice Dias (E), da OAB, entrega a Sarney o anteprojeto do EDS com Marta Suplicy.

Este artigo tratará dos pontos mais absurdos do texto feito pela OAB. Os trechos em negrito são grifos nossos.

Art. 13 – Todas as pessoas têm direito à constituição da família esão livres para escolher o modelo de entidade familiar que lhes aprouver, independente de sua orientação sexual ou identidade de gênero.

A Constituição Brasileira estabelece no § 3º do art. 266 que “é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Se o STF, cujos ministros certamente foram vítimas de profunda crise coletiva de diverticulite encefálica, atropelou a Carta Magna ao estabelecer que, de acordo com o “espírito Constituinte”, a união homoafetiva é equivalente ao casamento entre homem e mulher, esse artigo do EDS esmigalha a letra constitucional sem piedade. Notem que o “modelo de entidade familiar que lhes aprouver” pode ser qualquer coisa: dois homens, duas mulheres, três homens, três mulheres, um homem e duas mulheres, uma mulher e dois homens… Não há limites – mesmo porque o EDS deixa implícito que a própria existência de limites seria um empecilho a esse suposto direito. Assim sendo, qualquer coisa poderá ser considerada união estável. Emblemática e ironicamente, no mesmo dia em que o anteprojeto do EDS foi apresentado a Sarney, um cartório de Tupã, interior paulista, lavrou uma escritura pública de união poliafetiva (sic) entre um homem e duas mulheres.

Art. 14 – A união homoafetiva deve ser respeitada em sua dignidade e merece a especial proteção do Estado como entidade familiar.

O anteprojeto não defende que a família, seja de que tipo for, mereça especial proteção do Estado, mas apenas a união homoafetiva. Não é fornecido nenhum argumento que justifique esse posicionamento, o que deixa margem a muitas especulações. A mais óbvia é de que o modelo tradicional de família – um homem e uma mulher unidos em matrimônio – não é digno da mesma proteção que a união homoafetiva merece. De duas, uma: ou a família tradicional é mais forte e demanda menos tutela do Estado, ou a ela é menos desejável para a sociedade em que vivemos.

Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

Esse é, certamente, um dos artigos mais estapafúrdios do EDS. A OAB parece demonstrar, nesse trecho, que qualquer menção à existência da família tradicional em documentos identificatórios deve ser suprimida por representar um símbolo anacrônico, lembrança de um modelo ultrapassado de organização humana que deve ser superada.

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FAMÍLIA TRADICIONAL CRISTÃ.

Art. 39 – É reconhecido aos transexuais, travestis e intersexuais odireito à retificação do nome e da identidade sexual, para adequá-los à sua identidade psíquica e social, independentemente de realização da cirurgia de transgenitalização.

Art. 40 – A sentença de alteração do nome e sexo dos transexuais, travestis e intersexuais será averbada no Livro de Registro Civil de Pessoas Naturais.

Parágrafo único – Nas certidões não podem constar quaisquer referências à mudança levada a efeito, a não ser a requerimento da parte ou por determinação judicial.

A vedação de toda e qualquer referência à mudança de nome da pessoa, considerada pelo EDS uma “retificação” – ou seja, a correção de um erro –, apenas reforça a ideia de que a identidade sexual da pessoa é algo construído socialmente. A OAB, autora do anteprojeto, demonstra considerar o ser humano uma tabula rasa, um objeto que pode ser modificado de qualquer maneira a depender das circunstâncias. Não deixa de ser uma ideia que, no fundo, remete à engenharia social.

Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

O que isso significa na prática? As escolas terão de evitar a comemoração de efemérides como Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia dos Avôs e das Avós, ou fazê-las de modo que a família tradicional não receba o relevo e a atenção que merece – afinal, isso seria considerado preconceito indireto contra as uniões homoafetivas ou poliafetivas.

Art. 67 – É vedado inibir o ingresso, proibir a admissão ou a promoção no serviço privado ou público, em função da orientação sexual ou identidade de gênero do profissional.

Art. 68 – Quando da seleção de candidatos, não pode ser feita qualquer distinção ou exclusão com base na sua orientação sexual ou identidade de gênero.

Esses dois artigos lembram analogamente uma situação que está ocorrendo nos Estados Unidos. O governo de Barack Hussein Obama sancionou uma lei que obriga todos os empregadores americanos – empresas públicas e privadas, com fins lucrativos ou não – a fornecerem medicamentos contraceptivos e abortivos a quaisquer funcionárias que os requisitem. Diversas organizações católicas que atuam na área educacional e no terceiro setor acionaram judicialmente a administração Obama, uma vez que isso fere a filosofia das entidades mantenedoras dessas organizações e representa uma afronta à liberdade religiosa nos Estados Unidos.

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«A família americana “tradicional”: mãe, filha, pai, filho e o Grande Irmão (governo).»

Com base nos dois artigos acima, organizações religiosas ficariam impedidas de escolher seus funcionários com base em critérios éticos congruentes com suas convicções religiosas, sendo virtualmente obrigadas a contar com um quadro de funcionários que não seja integralmente montado de acordo com seus próprios critérios.

Art. 106 – A participação em condição de igualdade de oportunidade, na vida econômica, social, política e cultural do País será promovida, prioritariamente, por meio de:

I – inclusão nas políticas públicas de desenvolvimento econômico e social;

II – modificação das estruturas institucionais do Estado para o adequado enfrentamento e a superação das desigualdades decorrentes do preconceito e da discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero;

III – promoção de ajustes normativos para aperfeiçoar o combate à discriminação e às desigualdades em todas as manifestações individuais, institucionais e estruturais;

IV – eliminação dos obstáculos históricos, socioculturais e institucionais que impedem a representação da diversidade sexual nas esferas pública e privada;

V – estímulo, apoio e fortalecimento de iniciativas oriundas da sociedade civil direcionadas à promoção da igualdade de oportunidades e ao combate às desigualdades, inclusive mediante a implementação de incentivos e critérios de condicionamento e prioridade no acesso aos recursos públicos;

VII – implementação de programas de ação afirmativa destinados ao enfrentamento das desigualdades no tocante à educação, cultura, esporte e lazer, saúde, segurança, trabalho, moradia, meios de comunicação de massa, financiamentos públicos, acesso à terra, à Justiça, e outros.

Se existem sistemas de cotas raciais para acesso ao ensino superior público e concursos públicos, por que não estabelecer cotas sexuais? É justamente isso que esse artigo do EDS propõe. Não apenas isso: também estabelece acesso privilegiado a recursos públicos tendo como único critério a identidade sexual.

Isto, caríssimos leitores, é o que a Ordem dos Advogados do Brasil e uma boa porção de nossos parlamentares, bem como a totalidade das organizações paragovernamentais LGBT, desejam para nosso País: a desconstrução da família, o alicerce da sociedade. Caso o Estatuto da Diversidade Sexual, esse folhetim de natureza inegavelmente inconstitucional e imoral, chegar a ser aprovado, o potencial efeito desagregador que isso terá no Brasil será algo inimaginável. Se a situação está crítica agora, ela será um sonho idílico comparado com o que está por vir.

Fonte: http://unbconservadora.blogspot.com.br/2012/11/o-estatuto-da-destruicao-da-familia.html


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O Dia de quem cuida de Mim!



Querem acabar com a família: Escolas de São Paulo acabam com “O Dia das Mães” e instituem o “Dia dos Cuidadores” segue matéria abaixo:


Usando como pano de fundo a defesa dos Direitos humanos em favor das Minorias iremos desconstruir o correto e tradicional institucionalizando o paliativo, incompleto, genérico, substitutivo diminuindo a dignidade de uma criança que sente orgulho de fazer parte de uma Família bem construída e feliz.   Não que todos sejam assim tão felizes, mas que todos tenham o direito de sonhar e desejar aquilo que realmente é bom e faz bem para si mesmo.

A solução de problemas na sociedade não consiste em se acomodar com o problema e acochambrar novos valores e sim de recuperar os verdadeiros valores que deveriam ser preservados a qualquer custo, mas bem se vê que o desejo dos inimigos da FAMÍLIA não é a sua preservação e sim a sua destruição total até que a pessoa humana perca totalmente a sua dignidade e se torne apenas um robô programável e descartável segundo a vontade de seu dono, que neste caso seria o governo e não os Pais que já foram descartados da vida de seus filhos.



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Lamentavelmente querem mesmo o fim da família:


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Família Tradicional


Segundo a revista Veja, de 16.5.2014, este ano algumas escolas municipais da cidade de São Paulo deixaram de comemorar o tradicional “Dia das Mães”. No seu lugar celebraram o que denominaram de “Dia de quem cuida de mim”.

Em nota, afirma a Secretaria de Educação:A razão apresentada por uma coordenadora pedagógica foi que “a família tradicional não existe mais”. Isto quer dizer que, para ela, família com pai, mãe e filhos acabou. É coisa do passado.

Hoje em dia, a família é composta por diferentes núcleos de convívio e, por isso, algumas escolas da Rede Municipal de Ensino decidiram transformar o tradicional Dia dos Pais e das Mães no Dia de quem cuida de mim.”

A alegação é de que o fato de se criar “o dia de quem cuida de mim” permite que as crianças criadas por parentes ou por “casais” homossexuais não se sintam excluídas em datas como o “Dia das Mães” ou o “Dia dos Pais”.

É uma falsa alegação pois é evidente que não se deve transformar excessão em regra geral. O normal é as crianças terem e conviverem com os pais e com as mães. Para as situações de exceção criam-se soluções e não extinguindo os costumes habituais.

Na realidade trata-se de mais uma etapa nas ações que visam destruir a instituição da família.

Nesse caso servindo-se do falacioso argumento do “direito” das minorias. Ora, o critério do direito não é se se trata de “maioria” ou de “minoria”, mas sim se aquilo é correto (“direito”) ou não.

O erro não tem direito, seja ele de “minoria” ou de “maioria”. Sendo um erro, aquilo deve sofrer a devida “exclusão”. Do contrário, passa-se a praticar a mais abominável das situações de amoralidade, como aquela descrita pelo Profeta Sofonias, que anuncia terríveis castigos de Deus para aqueles que dizem consigo mesmos: “O senhor não faz bem nem o mal”.

A destruição da família terá, como uma de suas consequências, o terrível prognóstico do Profeta Sofonias, da parte de Deus Nosso Senhor: “Mergulharei os homens na aflição, e eles andarão como cegos, porque pecaram contra o Senhor”.

É o que já se começa a observar em todo o mundo: as pessoas estão aflitas e não vêem solução no horizonte tanto religioso quanto político.

Entretanto, para os que verdadeiramente têm Fé há a esperança nas promessas de Nossa Senhora de Fátima:

“Por fim Meu Imaculado Coração Triunfará”.


Eu amo a minha família





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Família, trabalho e a festa.


VII Encontro mundial das Famílias

Milão – Itália



Nesse domingo (03) terminou o sétimo Encontro Mundial das Famílias em Milão, Itália. “Família, trabalho e a festa” foi o tema norteador de todas as reflexões. A presença do Papa Bento XVI durante três dias do encontro deu a todas as famílias um novo entusiasmo na missão.

Ao analisar este tema entendi que a família não vive do vento; ela precisa trabalhar. Ao mesmo tempo precisa fazer festa; festa no sentido de encontro, de descanso, de ter tempo para promover relacionamentos verdadeiros e reavivar os laços de família.

O perigo de que o trabalho se torne um ídolo é válido também para as famílias. Isso acontece quando a atividade do trabalho detém o primado absoluto perante as relações familiares, quando os cônjuges se sentem obcecados pelo lucro econômico e depositam a felicidade unicamente no bem-estar material.

O risco dos trabalhadores, em todas as épocas, é de se esquecerem de Deus, deixando-se absorver completamente pelas ocupações mundanas, na convicção de que nelas se encontra a satisfação de todos os seus desejos.

Infelizmente, a necessidade de sustentar a família, muitas vezes não proporciona aos cônjuges a possibilidade de escolher com sabedoria e harmonia.

“No sétimo dia, Deus concluiu toda obra que tinha feito; e no sétimo dia descansou de toda obra que fizera. Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, pois nesse dia Deus repousou de toda a obra da criação” (Gn 2,2-3). O sétimo dia é, para os cristãos, o “dia do Senhor”, porque celebra o Ressuscitado presente e vivo no seio da comunidade cristã, na família e na vida pessoal.

O ser humano moderno perdeu o sentido verdadeiro da festa. É necessário recuperar o sentido da festa, e de modo particular do domingo, como um “tempo para ser humano”. Aliás, um tempo para a família. Não somos máquinas para produzir e ganhar dinheiro; somos gente que precisa ser gente, ser humano em relações com os outros e com Deus.

Mais do que nunca, hoje, as famílias necessitam descobrir a festa como lugar do encontro com Deus e da aproximação entre os membros da família, criando um ambiente de pessoas que se querem bem. A mesa dominical deve ser diferente dos outros dias, não só pela comida, e sim pelo encontro familiar.

O dia do Senhor deve ser vivido como um tempo para Deus, espaço de comunhão e fraternidade na família e na comunidade, sem esquecer-se do amor aos pobres. Para experimentar a presença do Senhor ressuscitado, a família é exortada, aos domingos em especial, a deixar-se iluminar pela Eucaristia.

No domingo, a família encontra o sentido e a razão da semana que se inicia. Hoje, mais do que nunca, as famílias necessitam resgatar o justo valor do trabalho, sem esquecer-se da festa dominical com o Senhor, e com os irmãos. “Nada adianta ganhar o mundo inteiro se vier perder a sua alma” (Mc 8,36).

Que Deus abençoe as nossas famílias!

Dom Anuar Battisti,  Arcebispo de Maringá (PR)

fonte: CNBB

http://www.cnbb.org.br/site/articulistas/dom-anuar-battisti/9505-familia-trabalho-e-a-festa



O Cristo Disfarçado