A Sabedoria do humilde Barqueiro.



Versão de um texto de Paulo Freire intitulado “A Canoa” que exalta a valorização de todas as profissões humanas independentemente de seu valor econômico ou cultural se estendendo também ao valor da fé e da Vida humana em relação aos contra-valores sociais adquiridos pelos desvios do Pecado.

O texto centraliza-se na educação, porém mostra que os contra-valores não são adquiridos na educação e contrasta com a humildade de um homem que não teve a oportunidade de estudar, porém este detalhe não lhe impede de ser uma pessoa educada e de grande valor para a sociedade humana.

“Quanto devo pagar para atravessar este rio?”


Barqueiro em São Romão_MG

Barqueiro em São Romão_MG


Um homem rico de família nobre, culto e muito elegante, havia se formado nas melhores universidades Europeias, fez também diversos cursos de especialização e gostava muito de se gabar com arrogância de sua cultura e educação.    

Certa vez foi enviado à região norte do Brasil para colher algumas amostras de plantas para estudos farmacêuticos.  Na região onde foi enviado não existia transporte terrestre e para chegar no local onde deveria ir precisava atravessar um rio muito largo e a unica maneira de realizar essa travessia era alugar uma pequena canoa na margem do rio.

O Homem então se dirigiu a um barqueiro dentro de uma canoa e para se gabar um pouco resolveu usar palavras rebuscadas para dialogar com o caboclo.


VARANASI (29)


Perguntou ele ao barqueiro:

– O senhor por obséquio, quanto seria o ônus para que fossemos arrebatados de uma ponta a outro desse estreito porém corrupituoso lago de líquidos Barroso. 

Ele respondeu:

Ahnnnn!!? O que você disse, não entendi nadinha de nada!

O homem inteligente e “Culto” disse meio sem paciência,
– Bom, já percebi que o senhor não possui nenhuma instrução, por isso vou falar consigo um palavrear mais chulo visto que és alguém sem cultura.

– Quanto o senhor me cobra para me atravessar este rio?

– ah! é isso moço?  É só dois Real!  sobe aí na canoa, que eu vou remando…

  • E assim começaram a travessia…   O Homem Chic começou a tagarelar:

  • Homem simples posso te fazer algumas perguntas?

  • Sim responde o outro.

    – Estudastes filosofia?
    – Não senhor …
    – Então perdestes 15% de sua vida…

    – Estudastes psicologia?
    – Não senhor
    – Perdeste mais 15%

    – Estudastes poesia?
    – Não senhor …
    – Perdestes 10% de sua vida…

    – Pelo menos deve ter estudado um pouco de matemática, para aprender quanto é dois mais dois?
    – Não senhor, também não estudei nadinha de matemática.
    – Creio que assim então:

     já tenha perdido tudo na vida!

 – Nessa de ficar prestando a atenção nas perguntas do passageiro o barqueiro acabou por se descuidar e veio um tronco boiando na correnteza do rio e bateu na lateral da canoa fazendo-lhe um furo comprometedor, a canoa começou a se encher de água e se afundaria rapidamente.

– O Barqueiro então fez uma pergunta ao moço bem vestido e inteligentíssimo:

Enquanto o Senhor estudava, poesia, psicologia, filosofia e matemática, por acauso lhe sobrou um tempinho para aprender a nadar?

Não! nunca quis perder meu tempo com esportes inúteis à cultura, mas por que me perguntas isso?

– Veja aí seu moço?  A canoa quebrou, está vazando e vai afundar rapidinho, eu acho que tudo que o Senhor estudou na escola não irá ajudar nem um pouquinho e com certeza vai perder 100% de sua vida a menos que comece a rezar agora mesmo ou não lhe ensinaram isso também?

***


“Não há saber mais ou saber menos:

Há sim saberes diferentes”.

Paulo Freire


Moral da estória:

O saber, a ciência e a cultura são sim muito importantes na vida, mas quando nos vemos em situações difíceis de nada adianta a arrogância, a prepotência e a crença de que somos melhores do que os outros, pois perante Deus somos todos iguais, eu, você, o pobre, o rico, o mendigo, o teólogo, o psicólogo, o filósofo ou o matemático…

Não serão as nossas memórias ou as nossas forças físicas que irão nos salvar do infortúnio, pois em certas situações da vida nos deparamos com a impotência e as limitações do ser humano e percebemos que podemos e devemos fazer muitas coisas, mas diante de nossas limitações aprendemos que nem sempre as nossas impossibilidades nos levam ao fim, pois ainda podemos contar com a fé em Deus e n’Ele podemos confiar, pois Ele é capaz de fazer o impossível para salvar nossas vidas.

Fonte: Encontrei muitas versões desta mesma estória, porém todas enfocam a mesma verdade.

* * *
O mesmo que aconteceu com esse pobre sábio acontecerá também com todos quantos se vangloriam da sua real ou pretendida ciência, mas vivem como se Deus não existisse. A ciência, a cultura, a filosofia são dons preciosos e necessários valores humanos, desde que repousem sobre a verdadeira fé.

Com razão afirma Santo Agostinho:

“Desditoso o homem que tudo sabe, mas não Vos conhece, Senhor!”

(Revista Arautos do Evangelho, Março/2006, n. 51, p. 48)



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Presépio criança



Teologia versus Ateísmo.


Uma Resposta Sábia da Teologia para a astúcia do ateísmo.


BENTO XVI e a sua grande sabedoria e impressionante lucidez em carta que escreveu como resposta ao matemático e ateu italiano Piergiorgio Odifreddi, que lhe dirigiu o livro “Caro Papa, escrevo-te”, no qual fala sobre a Igreja, Cristo, Bento XVI, ciência e o mal. 

É magistral como o Papa emérito o responde! Com palavras acertadas, mas sem nunca abandonar o bom trato. Bento XVI é daqueles que sabem revidar graves argumentos sem, contudo, perder a boa classe. Confiram:


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REUTERS/Osservatore Romano


Ilustríssimo Senhor Professor Odifreddi, (…) gostaria de lhe agradecer por ter tentado até o último detalhe se confrontar com o meu livro e, assim, com a minha fé; é exatamente isso, em grande parte, que eu havia intencionado com o meu discurso à Cúria Romana por ocasião do Natal de 2009. Devo agradecer também pelo modo leal como tratou o meu texto, buscando sinceramente prestar-lhe justiça.

O meu julgamento acerca do seu livro, no seu conjunto, porém, é em si mesmo bastante contrastante. Eu li algumas partes dele com prazer e proveito. Em outras partes, ao invés, me admirei com uma certa agressividade e com a imprudência da argumentação. (…)

Várias vezes, o senhor me aponta que a teologia seria ficção científica. A esse respeito, eu me admiro que o senhor, no entanto, considere o meu livro digno de uma discussão tão detalhada. Permita-me propor quatro pontos a respeito de tal questão:

1. É correto afirmar que “ciência”, no sentido mais estrito da palavra, só a matemática o é, enquanto eu aprendi com o senhor que, mesmo aqui, seria preciso distinguir ainda entre a aritmética e a geometria. Em todas as matérias específicas, a cientificidade, a cada vez, tem a sua própria forma, segundo a particularidade do seu objeto. O essencial é que ela aplique um método verificável, exclua a arbitrariedade e garanta a racionalidade nas respectivas modalidades diferentes.

2. O senhor deveria ao menos reconhecer que, no âmbito histórico e no do pensamento filosófico, a teologia produziu resultados duradouros.

3. Uma função importante da teologia é a de manter a religião ligada à razão, e a razão, à religião. Ambas as funções são de essencial importância para a humanidade. No meu diálogo com Habermas, mostrei que existem patologias da religião e – não menos perigosas – patologias da razão. Ambas precisam uma da outra, e mantê-las continuamente conectadas é uma importante tarefa da teologia.

4. A ficção científica existe, por outro lado, no âmbito de muitas ciências. Eu designaria o que o senhor expõe sobre as teorias acerca do início e do fim do mundo em Heisenberg, Schrödinger, etc., como ficção científica no bom sentido: são visões e antecipações para chegar a um verdadeiro conhecimento, mas são, justamente, apenas imaginações com as quais tentamos nos aproximar da realidade. Além disso, existe a ficção científica em grande estilo, exatamente dentro da teoria da evolução também. O gene egoísta de Richard Dawkins é um exemplo clássico de ficção científica. O grande Jacques Monod escreveu frases que ele mesmo deve ter inserido na sua obra seguramente apenas como ficção científica. Cito: “O surgimento dos vertebrados tetrápodes (…) justamente tem sua origem do fato de que um peixe primitivo ‘escolheu’ ir a explorar a terra, sobre a qual, porém, ele era incapaz de se deslocar, exceto saltitando desajeitadamente e criando, assim, como consequência de uma modificação do comportamento, a pressão seletiva graças à qual se desenvolveriam os membros robustos dos tetrápodes. Entre os descendentes desse audaz explorador, desse Magellan da evolução, alguns podem correr a uma velocidade de 70 quilômetros por hora…” (citado segundo a edição italiana de Il caso e la necessità, Milão, 2001, p. 117ss.).

Em todas as temáticas discutidas até agora, trata-se de um diálogo sério, para o qual eu – como já disse repetidamente – sou grato. As coisas são diferentes no capítulo sobre o sacerdote e a moral católica, e ainda diferentes nos capítulos sobre Jesus. Quanto ao que o senhor diz sobre o abuso moral de menores por parte de sacerdotes, eu só posso reconhecer – como o senhor sabe – com profunda consternação. Eu nunca tentei mascarar essas coisas. O fato de que o poder do mal penetra a tal ponto no mundo interior da fé é para nós um sofrimento que, por um lado, devemos suportar, enquanto, por outro, devemos, ao mesmo tempo, fazer todo o possível para que casos desse tipo não se repitam. Também não é motivo de conforto saber que, segundo as pesquisas dos sociólogos, a porcentagem dos sacerdotes réus desses crimes não é mais alta do que a presente em outras categorias profissionais semelhantes. Em todo caso, não se deveria apresentar ostensivamente esse desvio como se se tratasse de uma imundície específica do catolicismo.

Se não é lícito calar sobre o mal na Igreja, também não se deve silenciar, porém, sobre o grande rastro luminoso de bondade e de pureza, que a fé cristã traçou ao longo dos séculos. É preciso lembrar as figuras grandes e puras que a fé produziu – de Bento de Núrsia e a sua irmã Escolástica, Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, aos grandes santos da caridade como Vicente de Paulo e Camilo de Lellis, até a Madre Teresa de Calcutá e as grandes e nobres figuras da Turim do século XIX. Também é verdade hoje que a fé leva muitas pessoas ao amor desinteressado, ao serviço pelos outros, à sinceridade e à justiça. (…)

O que o senhor diz sobre a figura de Jesus não é digno do seu nível científico. Se o senhor põe a questão como se, no fundo, não soubesse nada de Jesus e como se d’Ele, como figura histórica, nada fosse verificável, então eu só posso convidá-lo de modo decidido a tornar-se um pouco mais competente do ponto de vista histórico. Recomendo-lhe, para isso, sobretudo os quatro volumes que Martin Hengel (exegeta da Faculdade de Teologia Protestante de Tübingen) publicou juntamente com Maria Schwemer: é um exemplo excelente de precisão histórica e de amplíssima informação histórica. Diante disso, o que o senhor diz sobre Jesus é um falar imprudente que não deveria repetir. O fato de que na exegese também foram escritas muitas coisas de escassa seriedade é, infelizmente, um fato indiscutível. O seminário norte-americano sobre Jesus que o senhor cita nas páginas 105ss. só confirma mais uma vez o que Albert Schweitzer havia notado a respeito da Leben-Jesu-Forschung (Pesquisa sobre a vida de Jesus), isto é, que o chamado “Jesus histórico” é, em grande parte, o espelho das ideias dos autores. Tais formas mal sucedidas de trabalho histórico, porém, não comprometem, de fato, a importância da pesquisa histórica séria, que nos levou a conhecimentos verdadeiros e seguros sobre o anúncio e a figura de Jesus.

(…) Além disso, devo rejeitar com força a sua afirmação (p. 126) segundo a qual eu teria apresentado a exegese histórico-crítica como um instrumento do anticristo. Tratando o relato das tentações de Jesus, apenas retomei a tese de Soloviev, segundo a qual a exegese histórico-crítica também pode ser usada pelo anticristo – o que é um fato incontestável. Ao mesmo tempo, porém, sempre – e em particular no prefácio ao primeiro volume do meu livro sobre Jesus de Nazaré – eu esclareci de modo evidente que a exegese histórico-crítica é necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reivindica uma historicidade verdadeira e, por isso, deve apresentar a realidade histórica das suas afirmações de modo científico também. Por isso, também não é correto que o senhor diga que eu estaria interessado somente na meta-história: muito pelo contrário, todos os meus esforços têm o objetivo de mostrar que o Jesus descrito nos Evangelhos também é o Jesus histórico real; que se trata de história realmente ocorrida. (…)

Com o 19º capítulo do seu livro, voltamos aos aspectos positivos do seu diálogo com o meu pensamento. (…) Mesmo que a sua interpretação de João 1, 1 seja muito distante da que o evangelista pretendia dizer, existe, no entanto, uma convergência que é importante. Se o senhor, porém, quer substituir Deus por “A Natureza”, resta a questão: quem ou o que é essa natureza. Em nenhum lugar, o senhor a define e, assim, ela parece ser uma divindade irracional que não explica nada. Mas eu gostaria, acima de tudo, de fazer notar ainda que, na sua religião da matemática, três temas fundamentais da existência humana continuam não considerados: a liberdade, o amor e o mal. Admiro-me que o senhor, com uma única referência, liquide a liberdade que, contudo, foi e é o valor fundamental da época moderna. O amor, no seu livro, não aparece, e também não há nenhuma informação sobre o mal. Independentemente do que a neurobiologia diga ou não diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história ela está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração. Mas a sua religião matemática não conhece nenhuma informação sobre o mal. Uma religião que ignore essas questões fundamentais permanece vazia.

Ilustríssimo Senhor Professor, a minha crítica ao seu livro, em parte, é dura. Mas a franqueza faz parte do diálogo; só assim o conhecimento pode crescer. O senhor foi muito franco e, assim, aceitará que eu também o seja. Em todo caso, porém, avalio muito positivamente o fato de que o senhor, através do seu contínuo confronto com a minha Introdução ao cristianismo, tenha buscado um diálogo tão aberto com a fé da Igreja Católica e que, apesar de todos os contrastes, no âmbito central, não faltem totalmente as convergências.

Com cordiais saudações e com todos os melhores votos para o seu trabalho.


Texto publicado em italiano na edição de 24 setembro 2013 do jornal la Repubblica, com tradução portuguesa de Moisés Sbardelotto.

Na imagem, Bento XVI, ainda Papa de fato, lendo o L’Osservatore Romano durante suas férias em julho de 2010, em Castel Gandolfo.

Créditos da imagem: Reuters/L’Osservatore Romano.


MILAGRE DE LANCIANO

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O Delírio de Richard Dawkins.

O ateísmo agora quer se tornar também uma religião e competir em pé de igualdade com a Divindade suprema.

Para isso começam a investir pesado contra o Cristianismo em todas as partes do mundo, já estão ofertando livros gratuitos para disseminar teorias que nada mais são que uma oposição sistemática ao Cristianismo.

Tudo o que ensinam clamam são baseados em apenas suposições da mesma forma que acusam a religião de ser histórias inventadas e fruto de alucinações coletivas.

Tudo que o Cristianismo ensina é fruto de fatos presenciados e testemunhados por muitas pessoas de classes, credos e raças diferentes, muitas das quais nem sequer acreditavam em Deus.

Richard Dawkins prega apenas uma antítese do Cristianismo, porque tudo que ele faz  é desdizer e justificar milagres que aconteceram no passado, simplesmente dizendo que nada daquilo aconteceu na verdade, se por acaso eu me decidir em dar crédito às suas afirmações que não estava lá na época dos fatos, por que eu não poderia dar crédito às palavras daqueles que lá estavam ?

Este Senhor não seria capaz de identificar um átomo no microscópio, ele também não analisou cientificamente as fotos dos olhos de Nossa Senhora de Guadalupe, não presenciou o estudo que analisou o Corpo e Sangue de Jesus no Milagre de Lânciano e nem sequer leu as análises do resultado das pesquisas no Santo Sudário, mas também por que ele faria isto já que Ateísmo é uma ausência completa de Deus na vida de alguém? Se bem que: o que eles pregam não é o ateísmo “AUSÊNCIA DE DEUS” e sim um anti-Cristianismo, porque falam e combatem a Deus de todas as formas possíveis.

O pior de tudo é que ele distorce e tenta diminuir o brilho de cientistas com muito maior renome do que ele próprio, só porque estes declararam que Deus Existe verdadeiramente.

A Autor Francis S. CollinsLINGUAGEM DE DEUS –

O grande cientista Francis Collins que coordenou o estudo do Genoma Humano e desvendou seu código, antes mesmo do final de sua pesquisa, analisando todos os seus dados concluiu por si mesmo, “ESTE CÓDIGO GENÉTICO HUMANO NÃO PODE SER UMA OBRA SIMPLESMENTE DO ACASO”, Sabem por que ?

Porque o Gén humano nada mais é do que um programa semelhantemente a um programa de computador, preparado para realizar funções e ações com tempo predeterminado.

Pegue seu computador novo com o disco rígido vazio e ligue-o…

O que acontecerá ?

Nada !!!

Por que ?

Porque não existe nenhum programa operacional !!!

Responda então…

Por quantos bilhões de anos seu computador permanecerá ligado neste ambiente propício para aparecer um programa ali que ative seu computador espontaneamente por acaso ?

Eu respondo… assim como qualquer um dos programadores da Microsoft sem medo de errar, jamais aparecerá nenhum programa ali se não houver uma iniciativa externa, é exatamente o que o homem faz, pega um disco rígido vazio e coloca nele seus programas para que ele execute a sua vontade e alcance o seu objetivo.

Eu diria, é exatamente isto que Deus fez, e nós somos o seu programa em atividade, vivemos em um ambiente programado e totalmente dependente de uma iniciativa externa invisível a nós.

Alguns cientistas fizeram uma experiência com Macacos (… leia mais) para provar que nossas tradições atuais nada mais eram que fruto de um aprendizado anterior que se conformou com situações da época passada e mesmo que a situação anterior fosse alterada o nosso aprendizado hoje continuaria se defendendo de perigos que não mais existiriam de fato.

O grande equivoco dos tais cientistas é que: o perigo apresentado como inexistente na experiência não era inexistente, estava apenas desligado momentaneamente por vontade do cientista observador.

Quando os Macacos evitavam comer a banana por medo da água fria eles estavam agindo corretamente, porque o ser externo chamado cientista poderia a qualquer momento religar o dispositivo e encharcar as pobres criaturas.

Declararam então que os animais agiam em defesa dos jatos de água fria sem motivo já que não estavam mais sendo molhados no momento e declararam também que o homem não precisa mais se refugiar em um ser protetor imaginário chamado Deus porque agora temos nosso próprio conhecimento que nos revela o que não conhecíamos no passado e temos resposta para todas as perguntas inclusive a de que Deus nunca existiu.

Em todos os momentos da experiência sempre estavam presentes os cientistas externos ao ambiente dos animais aprisionados, que ficavam escondidos interferindo no meio ambiente dos animais quando eles instintivamente tentavam se alimentar com o alimento que lhes é mais peculiar.

Estes mesmos cientistas esqueceram de analisar a sua própria presença dentro da experiência em questão deduzindo que o que aconteceu com os animais era fruto de um possível acaso, quando na verdade foi fruto de uma ação externa, que era a mão do cientista na torneira que espirrava água fria nos bichinhos indefesos.

Está aí, o que aconteceu na experiência na verdade foi o resultado do êxito do cumprimento da vontade dos cientistas que observavam a cena.

Conclusão:

O cientista fazia um papel de deus ou diabo na experiência.

Provaram o contrário do que queriam provar, porque a experiência não aconteceu ao acaso e sim foi programada e executada por um ser externo ao ambiente selecionado.

Esta experiência é comumente mencionada em escolas e faculdades para provar que nossos Pais estão enganados quando nos mandam ir para a Igreja buscar a Deus para nos tornarmos boas pessoas na vida, ou seja, existe um complô contra o ensinamento da Religião nas escolas e faculdades, mas isto é entendido da seguinte forma, querem que nos tornemos totalmente escravos do dinheiro, do ser, do poder, da concorrência com os outros alunos, das trapaças e assim os cursinhos e as faculdades ficarão cada vez mais ricas sugando o dinheiro dos concorrentes em busca das poucas vagas disponíveis nos cursos que nos tornarão ricos e milionários e certamente todo esse dinheiro não nos trará a felicidade muito menos nos tornará boas pessoas neste mundo.

Rezando na cartilha do Sr. Richard Dawkis, aprendemos que devemos aproveitar a vida despreocupadamente porque Deus não existe e certamente não nos punirá por nada de errado que fizermos aqui na terra, o que ele não diz é que o egoísmo do homem sem Deus está destruindo o mundo em que ele vive e certamente isto é algo não só preocupante como desesperador, porque os homens materialistas são incapazes de apresentar uma solução plausível para este problema Real e imediato, porque estes homens só pensam em não levar prejuízo no bolso.


MILAGRE DE LANCIANO


Vinde e Vêde !



Eu só acredito naquilo que vejo, não adianta explicar e nem insistir, quero ver para crer !

“No dia seguinte, estava lá João outra vez com dois dos seus discípulos. E, avistando Jesus que ia passando, disse: Eis o Cordeiro de Deus. Os dois discípulos ouviram-no falar e seguiram Jesus. Voltando-se Jesus e vendo que o seguiam, perguntou-lhes: Que procurais? Disseram-lhe: Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras? Vinde e vede, respondeu-lhes Ele.”

Evangelho de Jesus narrado por São João – 1, 35-39.


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Tem que ver pra crer.


Neste mundo materialista em que vivemos hoje poderíamos dizer que esta seria a atitude mais sensata a se tomar.   Uma vez que João Batista havia afirmado que aquele homem era o Filho de Deus, seria preciso comprovar  se realmente isto seria verdade ou não.

Jesus sentiu que curiosos o seguiam, não com o interesse de buscarem alguma coisa mais séria, mas queriam apenas aplacar sua curiosidade, será que seria Ele mesmo este Cordeiro de Deus? Afinal já era uma promessa tão antiga que poucos ainda se lembravam dela e de repente aparece o Cristo  “Messias” assim em nossa frente.

Mas se Ele era realmente o Filho de Deus, Como parecia um homem tão comum?  Com uma aparência tão humilde, por acaso este Filho de Deus não deveria ter nascido em um grande e majestoso Palácio?

Sendo assim, Jesus aceita o desafio e Ele mesmo os convida para experimentarem a verdade, não de longe, mas bem perto, o mais perto possível, em sua própria casa, em seu próprio coração.

Afinal de contas já era hora de se revelar ao mundo anunciando a boa nova do Reino de Deus.    Já era hora de formar o seu grupo de discípulos e prepará-los para formarem a Igreja que levaria este Reino a todos os homens.

Este mesmo convite Jesus fez a outras pessoas, muitos o seguiram, mas também teve alguns que não se interessaram em conhecê-lo de perto, nem por isso Jesus os obrigou ou ameaçou de condenação eterna caso não o seguissem, isto porque a nossa opção deve ser livre, caso contrário não seria a nossa vontade e como se diz, só se entra no céu com seu próprio esforço pessoal.

“Eis que estou a porta e bato, quem abrir a porta entrarei em sua casa e cearei com ele e ele comigo…”

Eu faria uma simples pergunta, se o Papa estivesse em minha cidade e de repente aparecesse batendo em minha porta pedindo para entrar:

O que faria eu ?

Fosse Católico, Evangélico, Cético, Ateu, Muçulmano ou de uma outra religião qualquer:

Sera que eu não o convidaria para entrar ?

Mesmo não sendo de sua Religião, seria uma pessoa conhecida e uma boa visita para se contar aos amigos, ou apenas para se trocar algumas palavras sobre coisas que gostaríamos de saber sobre ele.

E Jesus, não seria uma pessoa muito mais interessante e conhecida hoje?  Eu lhe digo, talvez não, talvez seria da mesma forma de quando Ele andava pelas ruas deste mundo, talvez seja tal como quando Maria e José procuraram um refúgio para passar a noite no dia que Ele nasceu, isto porque, posso dizer com certeza, não o conhecemos como achamos que deveríamos conhecê-lo e por isso este seu convite é sempre atual e aguarda a nossa atitude de resposta.


Vinde e vede !


Vinde e vede



VINDE E VEDE!


           Este post nasceu do exercício prático desta sugestão ou convite de Jesus, nesta ultima quinta feira visitei um grupo de oração para compartilhar com eles a palavra de Deus, mas antes da reunião havia uma celebração da palavra que sempre é efetuada por um dos ministros da Capela, porém lá chegando estava um Frei Franciscano da Paróquia executando a celebração, durante a homilia o Frei se referiu a esta frase “Vinde e Vede” e citou que hoje se fizermos uma busca na internet sobre este tema, não encontraríamos Católicos falando sobre isso, mas encontraríamos vários sites evangélicos pregando em nome de Jesus, enquanto que os Católicos não têm muito costume de pregar a palavra e nem de buscá-la como deveriam.

No fundo eu aceitei o que ele disse, porque eu mesmo já procurei temas para aprofundar ou buscar outras experiências e não encontrei, este foi um dos motivos pelos quais aqui estou, porque encontrei tanta coisa errada e opiniões divergentes à nossa verdade que justificaria realmente uma dedicação maior ao estudo da Palavra e compartilhar as experiências vividas com as pessoas que como eu, estão à procura do conhecimento da palavra de Deus, principalmente no meio Católico que a cada dia cresce mais o interesse por este tipo de busca, tanto é que alguns evangélicos mais exaltados aproveitam da situação e fazem verdadeiras armadilhas com temas como:

“Por amor aos Católicos Romanos”

“O Batismo da Igreja Católica”

“Por amor a Maria Mãe de Jesus”

E outros temas sugestivamente Católicos, usam destes temas de nosso interesse, mas falam diretamente contra a nossa doutrina e muitas vezes até de forma provocativa.

Por outro lado, sei também que existem hoje muitos sites e Blog’s Católicos que buscam compartilhar, debater e aprender as verdades da nossa Igreja, muitos dos quais já conheço e compartilho as experiências vividas a cada dia.   Estes blogs também podem ser encontrados lado a lado com os evangélicos e muitas vezes até mesmo antes dos evangélicos que são muito mais numerosos.

Fiz a pesquisa citada pelo Frei e realmente constatei que ele citou a frase, mas não havia feito uma pesquisa real, que para minha alegria, na primeira página da pesquisa havia somente um site que não era Católico e sei que este texto será o primeiro assim que for publicado, isto porque nós Católicos  começamos a ocupar nosso próprio espaço que já deveríamos ter ocupado a muito tempo, já que somos o maior País Católico do mundo.   Realmente deveríamos estar bem na frente daqueles que dividem o segundo lugar.

Temos mesmo que tomar esta iniciativa dos primeiros discípulos de Jesus, se Jesus passar por nós, temos que segui-lo imediatamente, não tem essa de ficar espreguiçando, enrolando e deixando pra depois.

Temos que ir ao encontro do Mestre e comprovar que Ele é realmente o Filho de Deus, este “vinde e vede” é uma experiência pessoal com Jesus, não basta aceitarmos o que João Batista nos diz, precisamos ver realmente de perto e comprovar que Jesus é o Filho de Deus que foi enviado para nos salvar.

É POR ESTE MOTIVO QUE EU REPITO O MESMO CONVITE FEITO POR JESUS, PARA QUE VOCÊ MESMO POSSA VER COM SEUS OLHOS E COMPROVAR A VERDADE.


VINDE E VEDE !!!


PRESENTEPRAVOCE