Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias ?



Uma pergunta interessante feita pelo meu professor de Antigo Testamento GABRIEL VILA VERDE © Antoine Mekary / ALETEIA Certo dia, em sala de aula, meu professor de Antigo Testamento perguntou:

“ESTAMOS COMUNGANDO JESUS OU COMENDO HÓSTIAS ? ”

Parece uma brincadeira, mas o questionamento é sério. Eu fiquei pensando… meu Deus! Já comunguei tantas vezes, já participei de MILHARES de Missas, mas… o que mudou? Em que mudei?

Comungar é estar unido, intimamente ligado ao Cristo. É viver como Ele viveu, pensar como Ele pensa, agir como Ele age! Da sua primeira comunhão pra cá, em que você melhorou? Quais foram os passos significativos no processo de conversão? Em suma: quais os frutos de santidade que a Eucaristia realizou em nós?

Santa Teresa de Ávila dizia que bastava uma comunhão em estado de graça para se santificar. A Beata Imelda morreu no dia da sua Primeira Comunhão. Morreu de amor. Tantos santos que entravam em êxtase na hora da Missa, como Luís de Monfort, Inácio de Loyola e José de Cupertino…

Irmã Dulce e Madre Teresa que saíam da Missa para dar socorro aos necessitados, Santa Gema Galgani que tinha o seio queimado por causa de um fogo misterioso que lhe incendiava, Santo Antônio de Lisboa que fez um jumento se ajoelhar diante da Hóstia para converter um ateu, Maria Milza que nunca aceitou ser ministra da comunhão por se sentir indigna de tocar o Corpo de Deus, a Beata Alexandrina que viveu 13 anos apenas com uma Eucaristia diária, etc… etc… etc…

Santo Agostinho dizia que nós metabolizamos os alimentos que comemos, mas quanto a Eucaristia, é ela que nos metaboliza.

E eu? E você? E nós? Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias? Aquela partícula branca transforma o nosso interior ou é como uma vela acesa mergulhada na água? Pense… repense… medite…

(Seminarista Gabriel Vila Verde)


Fonte: Estamos comungando Jesus ou comendo hóstias ?


Alimento_Espiritual_Autêntico

Tema Apresentado no Grupo de Oração

Emanuel em 02/03/2015


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Vazio_interior

Cinco_paes http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120

O Alimento Espiritual.



O Que é Alimento?


Alimentos_basicos


Alimento é tudo aquilo que usamos para fortalecer o nosso corpo, na verdade o nosso corpo processa os alimentos que comemos e os transforma em combustível que move o nossos músculos, tudo aquilo que ingerimos irá passar pelo processo de digestão e será transformado para ser utilizado como energia e outra parte dele  será incorporado em células que farão parte do nosso corpo para o resto da vida. 

Nós não podemos sobreviver sem nos alimentar, faz parte do processo biológico natural do animal que é o ser humano, se você ficar 4 dias sem comer nada pode até morrer, há quem sobreviva mais tempo (limites 51 dias) e quem não resista muito tempo, mas uma coisa é certa, quem não se alimentar certamente morrerá mais cedo ou mais tarde.



“Durante a refeição, Jesus tomou em Suas Mãos O Pão, abençoou-O, partiu-O e O deu aos Seus discípulos, dizendo:

‘Tomai e comei, isto é o Meu Corpo’.

Tomou depois o cálice, rendeu graças e O deu, dizendo: ‘Bebei d’Ele todos, porque isto é o Meu Sangue, o Sangue da Nova Aliança, derramado por todos, em remissão dos pecados…” (Mt 26, 50b-52.)



CERTAMENTE MORREREMOS.


A história da criação diz que Deus criou todas as coisas e entregou aos homens para que lhes servisse como alimento.

  1. Deus disse: “Eis que eu vos dou toda a erva que dá semente sobre a terra, e todas as árvores frutíferas que contêm em si mesmas a sua semente, para que vos sirvam de alimento.
  2. E a todos os animais da terra, a todas as aves dos céus, a tudo o que se arrasta sobre a terra, e em que haja sopro de vida, eu dou toda erva verde por alimento.” E assim se fez.

Isso não seria nenhuma novidade, mas é só para constatarmos o fato de que ninguém, ninguém mesmo pode sobreviver sem o alimento material e natural que Deus reservou para nós.

O Alimento Espiritual.

No texto de (Mt 26, 50b-52.) em destaque acima diz que Jesus pegou o PÃO, sim, o Pão que comemos todos os dias, feito pelo padeiro da padaria com água, sal, fermento e farinha de trigo, mas depois de abençoá-lo Jesus se refere a Ele como: “ISTO É O MEU CORPO” ?

O Que teria acontecido com o pão comum e normal depois de ter sido “ABENÇOADO” por Jesus?

Tornou-se agora não apenas um alimento para o corpo material e sim um alimento para a “VIDA ESPIRITUAL“.

O Lado invisível que não podemos ver com os olhos da carne e sim com os olhos da Fé.

Vamos falar agora deste outro TIPO DE ALIMENTO, o alimento espiritual.

Quando Deus entrega tudo por alimento ao homem no paraíso Ele faz uma pequena ressalva:  

  1. Deu-lhe este preceito: “Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; 17 . mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comeres, certamente morrerás.”

Podemos dizer que nem tudo que se pode comer é bom para o corpo e pode tirar-lhe a vida, assim também nem tudo que fazemos ou falamos é bom para o espírito e a alma humana e também podem causar-lhe até mesmo a morte espiritual que é o caso do pecado.

Porém a história nos diz que após comer o fruto proibido ninguém “MORREU”, Adão e Eva não morreram materialmente, permaneceram vivos como se não tivessem comido um veneno mortal assim percebemos que a morte a que Deus se referiu não seria uma morte física e sim a morte espiritual, por isso apesar de vivos a história de suas vidas foi totalmente alterada, entrou na jogada um outro tipo de morte, a morte espiritual que é a conseqüência do pecado original que cometeram e de todo e qualquer pecado que cometemos ainda hoje.

Precisamos entender esta comparação e a diferença entre esses dois alimentos bem distintos, assim como o corpo não sobreviverá sem o alimento material, a nossa alma também precisa e necessita do verdadeiro alimento espiritual que nos livrará da morte eterna conseqüência do pecado.

Levamos em consideração também que esse alimento espiritual que Deus nos oferece é muito mais do que apenas um alimento e serve também como remédio e antidoto contra o mal causado pelo pecado que cometemos.


Deus_Oração


O Pão da Oração:


Diz Santo Agostinho:

A oração é ainda o alimento da alma, porque assim como o corpo não se pode sustentar sem alimento, assim, sem a oração, não se pode conservar a vida da alma. Como o corpo e fortalecido pela comida, assim a alma do homem é conservada pela oração.

O diálogo entre Deus e o homem no paraíso (Gn 3,8) vem demonstrar que todos os homens precisam manter este contato diário com o Pai e sem ele nos sentiremos incompletos e vazios, com ele nos sentiremos amados e valorizados e sem Ela nos sentiremos longe e abandonados.

Quando eu comecei na Renovação Carismática Católica, existia uma coisa muito diferente dos outros grupos e da própria Santa Missa.    Na Santa Missa participamos de algo público e comunitário e mesmo que existam momentos individuais, as pessoas nem sempre experimentam um diálogo pessoal e particular com Deus, já os outros grupos na época raramente faziam orações e quando faziam sempre eram aquelas escritas em livretos e decoradas, rezava-se o terço, mas em nenhuma dessas orações poderíamos identificar como pessoal e particular, pois aquelas palavras foram proferias por uma outra pessoa e por melhores ou mais bonitas que fossem não proferidas por você. 

Por outro lado a Oração espontânea praticada pela RCC era algo novo, pois não era comum, na verdade não foi fácil abrir a minha boca no grupo de oração, pois eu era muito tímido, não falava em publico e muito menos tinha costume de fazer orações em particular, no entanto no dia em que fiz a minha primeira oração foi como o céu se abrisse e daí em diante sempre foi mais fácil esta comunicação com o Pai.   Hoje em nossos grupos de oração quase não se faz mais oração pessoal e vejo isso como um grande prejuízo irreparável em nossa intimidade com Deus, já que Jesus está nos chamando para estar sempre com Ele todos os dias e esse estar com Jesus não é para ficar em silêncio e sim para falar e expor aquilo que somos em sua presença.

PRECISAMOS RECUPERAR ESSES MOMENTOS DE ORAÇÃO, PORQUE FAZEM MUITA FALTA PARA NOSSO ESPÍRITO ESTAR NA PRESENÇA DE DEUS E OUVI-LO E SER OUVIDO POR ELE.

Leia mais sobre oração neste Blog, Click aqui:


Nem_so_de_pao_vivera_o_homem


O Pão da Palavra


O C.I.C nos diz:

10.2 Alimento da Palavra de Deus

  • 2835 Este pedido e a responsabilidade que ele implica valem também para outra fome da qual os homens padecem: “O homem não vive apenas de pão, mas de tudo aquilo que procede da boca de Deus” (Mt 4,4), isto é, sua Palavra e seu Sopro. Os cristãos devem envidar todos os seus esforços para “anunciar o Evangelho aos pobres”.

  1. Virão dias – oráculo do Senhor Javé – em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas (fome e sede) de ouvir a palavra do Senhor. 12. Andarão errantes de um mar a outro, vaguearão do norte ao oriente; correrão por toda parte buscando a palavra do Senhor, e não a encontrarão. (Profeta Amós 8, 11 e 12)

  • 104 Na Sagrada Escritura, a Igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente: a Palavra de Deus “Com efeito, nos Livros Sagrados o Pai que está nos céus vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala”.

P.10.12 Obras da Palavra de Deus

  • 131 “É tão grande o poder e a eficácia encerrados na Palavra de Deus, que ela constitui sustentáculo e vigor para a Igreja, e, para seus filhos, firmeza da fé, alimento da alma, pura e perene fonte da vida espiritual.” “É preciso que o acesso à Sagrada Escritura seja amplamente aberto aos fiéis.”

Este é um outro ponto bastante importante, porque a própria Bíblia se define como um importante alimento espiritual, São Paulo até diz aos Romanos que a Fé vem de ouvir a palavra de Deus e claramente se inclui também a leitura da palavra, já que os Coríntios e os Romanos não ouviram a voz de São Paulo quando receberam suas cartas e sim as suas cartas foram lidas na comunidade e hoje também podemos ler esta palavra e nos alimentar dela.

A RCC nasceu de uma busca por entender a palavra de Deus e daí se originou a busca pelo Espírito Santo que reavivou o Pentecostes na Igreja Católica, mas este fato não ficou no passado, porque é a vontade de Deus que todos cheguem ao pleno conhecimento de suas palavras.

(São Mateus 24,14). Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.

(Timóteo 2,4) O qual deseja que todos os homens se salvem e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

Ler e conhecer a palavra de Deus é muito importante para nós, por isso ela se compara ao alimento já que sem o conhecimento da verdade não tem como acreditarmos em Deus e o buscarmos de todo coração.

Fast Food Espiritual

Você é do tipo que gosta de “fast food” espiritual?

Deixe-me explicar… Em outro post siga o link … (Aguarde)

Leia mais sobre A Palavra de Deus neste Blog, Click aqui:


Alimento_Espiritual_Autêntico


Jesus é o Pão da Vida:

“Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome.” (São João 6, 35). Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo.     (São João 6,51)

Jesus disse certa vez que:

  1. Nossos pais comeram o maná no deserto, segundo o que está escrito: Deu-lhes de comer o pão vindo do céu (Sl 77,24). 32. Jesus respondeu-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: Moisés não vos deu o pão do céu, mas o meu Pai é quem vos dá o verdadeiro pão do céu; 33. porque o pão de Deus é o pão que desce do céu e dá vida ao mundo. 34. Disseram-lhe: Senhor, dá-nos sempre deste pão! 35. Jesus replicou: Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede. (São João 6, 31) 48.Eu sou o pão da vida. 49. Vossos pais, no deserto, comeram o maná e morreram. 50. Este é o pão que desceu do céu, para que não morra todo aquele que dele comer.  51. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do mundo. 52. A essas palavras, os judeus começaram a discutir, dizendo: Como pode este homem dar-nos de comer a sua carne?  53. Então Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos.  54. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.  55. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue, verdadeiramente uma bebida.  56. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele.

Com essas palavras muitos discípulos se afastaram de Jesus pois pensavam que Ele estava falando literalmente sobre comer seu corpo, o que resultou no convite para quem se escandalizasse podia ir embora e que São Pedro lhe dá a melhor resposta de todas, “Senhor, a quem iremos, pois só Tu tens as palavras de vida eterna…”

Jesus não falava literalmente para que seu corpo fosse dilacerado e repartido entre todos para que comessem sua carne, tanto porque, sua carne humana não seria suficiente para todos nós, mas falava de um milagre ainda maior, da multiplicação de sua carne para alimentar a todos os homens da terra e não somente naquela época, mas durantes todos os séculos.   Hoje podemos declarar que Jesus falava da eucaristia, o verdadeiro alimento que se multiplica sobre o altar para alimentar todos os filhos de Deus.

Não basta hoje acreditar nesta verdade, é necessário participar da Eucaristia, é necessário se alimentar deste corpo de Cristo para que possamos ser fortes espiritualmente.

Emanuel_nsap3

Tema Apresentado no Grupo de Oração Emanuel em 02/03/2015


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 bRAÇOS DO pAI

Seminário de Vida no Espirito http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120


Uma Experiência com deus e com DEUS!


manzana[1]

Experimente você Mesmo!


Teologia versus Ateísmo.


Uma Resposta Sábia da Teologia para a astúcia do ateísmo.


BENTO XVI e a sua grande sabedoria e impressionante lucidez em carta que escreveu como resposta ao matemático e ateu italiano Piergiorgio Odifreddi, que lhe dirigiu o livro “Caro Papa, escrevo-te”, no qual fala sobre a Igreja, Cristo, Bento XVI, ciência e o mal. 

É magistral como o Papa emérito o responde! Com palavras acertadas, mas sem nunca abandonar o bom trato. Bento XVI é daqueles que sabem revidar graves argumentos sem, contudo, perder a boa classe. Confiram:


tn_620_600_Papacapa[1]

REUTERS/Osservatore Romano


Ilustríssimo Senhor Professor Odifreddi, (…) gostaria de lhe agradecer por ter tentado até o último detalhe se confrontar com o meu livro e, assim, com a minha fé; é exatamente isso, em grande parte, que eu havia intencionado com o meu discurso à Cúria Romana por ocasião do Natal de 2009. Devo agradecer também pelo modo leal como tratou o meu texto, buscando sinceramente prestar-lhe justiça.

O meu julgamento acerca do seu livro, no seu conjunto, porém, é em si mesmo bastante contrastante. Eu li algumas partes dele com prazer e proveito. Em outras partes, ao invés, me admirei com uma certa agressividade e com a imprudência da argumentação. (…)

Várias vezes, o senhor me aponta que a teologia seria ficção científica. A esse respeito, eu me admiro que o senhor, no entanto, considere o meu livro digno de uma discussão tão detalhada. Permita-me propor quatro pontos a respeito de tal questão:

1. É correto afirmar que “ciência”, no sentido mais estrito da palavra, só a matemática o é, enquanto eu aprendi com o senhor que, mesmo aqui, seria preciso distinguir ainda entre a aritmética e a geometria. Em todas as matérias específicas, a cientificidade, a cada vez, tem a sua própria forma, segundo a particularidade do seu objeto. O essencial é que ela aplique um método verificável, exclua a arbitrariedade e garanta a racionalidade nas respectivas modalidades diferentes.

2. O senhor deveria ao menos reconhecer que, no âmbito histórico e no do pensamento filosófico, a teologia produziu resultados duradouros.

3. Uma função importante da teologia é a de manter a religião ligada à razão, e a razão, à religião. Ambas as funções são de essencial importância para a humanidade. No meu diálogo com Habermas, mostrei que existem patologias da religião e – não menos perigosas – patologias da razão. Ambas precisam uma da outra, e mantê-las continuamente conectadas é uma importante tarefa da teologia.

4. A ficção científica existe, por outro lado, no âmbito de muitas ciências. Eu designaria o que o senhor expõe sobre as teorias acerca do início e do fim do mundo em Heisenberg, Schrödinger, etc., como ficção científica no bom sentido: são visões e antecipações para chegar a um verdadeiro conhecimento, mas são, justamente, apenas imaginações com as quais tentamos nos aproximar da realidade. Além disso, existe a ficção científica em grande estilo, exatamente dentro da teoria da evolução também. O gene egoísta de Richard Dawkins é um exemplo clássico de ficção científica. O grande Jacques Monod escreveu frases que ele mesmo deve ter inserido na sua obra seguramente apenas como ficção científica. Cito: “O surgimento dos vertebrados tetrápodes (…) justamente tem sua origem do fato de que um peixe primitivo ‘escolheu’ ir a explorar a terra, sobre a qual, porém, ele era incapaz de se deslocar, exceto saltitando desajeitadamente e criando, assim, como consequência de uma modificação do comportamento, a pressão seletiva graças à qual se desenvolveriam os membros robustos dos tetrápodes. Entre os descendentes desse audaz explorador, desse Magellan da evolução, alguns podem correr a uma velocidade de 70 quilômetros por hora…” (citado segundo a edição italiana de Il caso e la necessità, Milão, 2001, p. 117ss.).

Em todas as temáticas discutidas até agora, trata-se de um diálogo sério, para o qual eu – como já disse repetidamente – sou grato. As coisas são diferentes no capítulo sobre o sacerdote e a moral católica, e ainda diferentes nos capítulos sobre Jesus. Quanto ao que o senhor diz sobre o abuso moral de menores por parte de sacerdotes, eu só posso reconhecer – como o senhor sabe – com profunda consternação. Eu nunca tentei mascarar essas coisas. O fato de que o poder do mal penetra a tal ponto no mundo interior da fé é para nós um sofrimento que, por um lado, devemos suportar, enquanto, por outro, devemos, ao mesmo tempo, fazer todo o possível para que casos desse tipo não se repitam. Também não é motivo de conforto saber que, segundo as pesquisas dos sociólogos, a porcentagem dos sacerdotes réus desses crimes não é mais alta do que a presente em outras categorias profissionais semelhantes. Em todo caso, não se deveria apresentar ostensivamente esse desvio como se se tratasse de uma imundície específica do catolicismo.

Se não é lícito calar sobre o mal na Igreja, também não se deve silenciar, porém, sobre o grande rastro luminoso de bondade e de pureza, que a fé cristã traçou ao longo dos séculos. É preciso lembrar as figuras grandes e puras que a fé produziu – de Bento de Núrsia e a sua irmã Escolástica, Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, aos grandes santos da caridade como Vicente de Paulo e Camilo de Lellis, até a Madre Teresa de Calcutá e as grandes e nobres figuras da Turim do século XIX. Também é verdade hoje que a fé leva muitas pessoas ao amor desinteressado, ao serviço pelos outros, à sinceridade e à justiça. (…)

O que o senhor diz sobre a figura de Jesus não é digno do seu nível científico. Se o senhor põe a questão como se, no fundo, não soubesse nada de Jesus e como se d’Ele, como figura histórica, nada fosse verificável, então eu só posso convidá-lo de modo decidido a tornar-se um pouco mais competente do ponto de vista histórico. Recomendo-lhe, para isso, sobretudo os quatro volumes que Martin Hengel (exegeta da Faculdade de Teologia Protestante de Tübingen) publicou juntamente com Maria Schwemer: é um exemplo excelente de precisão histórica e de amplíssima informação histórica. Diante disso, o que o senhor diz sobre Jesus é um falar imprudente que não deveria repetir. O fato de que na exegese também foram escritas muitas coisas de escassa seriedade é, infelizmente, um fato indiscutível. O seminário norte-americano sobre Jesus que o senhor cita nas páginas 105ss. só confirma mais uma vez o que Albert Schweitzer havia notado a respeito da Leben-Jesu-Forschung (Pesquisa sobre a vida de Jesus), isto é, que o chamado “Jesus histórico” é, em grande parte, o espelho das ideias dos autores. Tais formas mal sucedidas de trabalho histórico, porém, não comprometem, de fato, a importância da pesquisa histórica séria, que nos levou a conhecimentos verdadeiros e seguros sobre o anúncio e a figura de Jesus.

(…) Além disso, devo rejeitar com força a sua afirmação (p. 126) segundo a qual eu teria apresentado a exegese histórico-crítica como um instrumento do anticristo. Tratando o relato das tentações de Jesus, apenas retomei a tese de Soloviev, segundo a qual a exegese histórico-crítica também pode ser usada pelo anticristo – o que é um fato incontestável. Ao mesmo tempo, porém, sempre – e em particular no prefácio ao primeiro volume do meu livro sobre Jesus de Nazaré – eu esclareci de modo evidente que a exegese histórico-crítica é necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reivindica uma historicidade verdadeira e, por isso, deve apresentar a realidade histórica das suas afirmações de modo científico também. Por isso, também não é correto que o senhor diga que eu estaria interessado somente na meta-história: muito pelo contrário, todos os meus esforços têm o objetivo de mostrar que o Jesus descrito nos Evangelhos também é o Jesus histórico real; que se trata de história realmente ocorrida. (…)

Com o 19º capítulo do seu livro, voltamos aos aspectos positivos do seu diálogo com o meu pensamento. (…) Mesmo que a sua interpretação de João 1, 1 seja muito distante da que o evangelista pretendia dizer, existe, no entanto, uma convergência que é importante. Se o senhor, porém, quer substituir Deus por “A Natureza”, resta a questão: quem ou o que é essa natureza. Em nenhum lugar, o senhor a define e, assim, ela parece ser uma divindade irracional que não explica nada. Mas eu gostaria, acima de tudo, de fazer notar ainda que, na sua religião da matemática, três temas fundamentais da existência humana continuam não considerados: a liberdade, o amor e o mal. Admiro-me que o senhor, com uma única referência, liquide a liberdade que, contudo, foi e é o valor fundamental da época moderna. O amor, no seu livro, não aparece, e também não há nenhuma informação sobre o mal. Independentemente do que a neurobiologia diga ou não diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história ela está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração. Mas a sua religião matemática não conhece nenhuma informação sobre o mal. Uma religião que ignore essas questões fundamentais permanece vazia.

Ilustríssimo Senhor Professor, a minha crítica ao seu livro, em parte, é dura. Mas a franqueza faz parte do diálogo; só assim o conhecimento pode crescer. O senhor foi muito franco e, assim, aceitará que eu também o seja. Em todo caso, porém, avalio muito positivamente o fato de que o senhor, através do seu contínuo confronto com a minha Introdução ao cristianismo, tenha buscado um diálogo tão aberto com a fé da Igreja Católica e que, apesar de todos os contrastes, no âmbito central, não faltem totalmente as convergências.

Com cordiais saudações e com todos os melhores votos para o seu trabalho.


Texto publicado em italiano na edição de 24 setembro 2013 do jornal la Repubblica, com tradução portuguesa de Moisés Sbardelotto.

Na imagem, Bento XVI, ainda Papa de fato, lendo o L’Osservatore Romano durante suas férias em julho de 2010, em Castel Gandolfo.

Créditos da imagem: Reuters/L’Osservatore Romano.


MILAGRE DE LANCIANO

.


Medjugorje a um passo do reconhecimento total!

Novo avanço no reconhecimento

da veracidade das aparições

EmMedjugorje:

Fontes da Midia da Croácia estão relatando que o Vaticano já chegou a conclusão que reconhece a importância de Medjugorje para a Igreja Católica e que a árvore que está produzindo bons frutos em abudância deve ser protegida.

Nestes dias o bispo da diocese de Mostar-Duvno (Diocese onde se situa Medjugorje) está em Roma e tudo indica que virá um novo bispo para a diocese.

Aparentemente uma decisão já foi tomada a algum tempo e o anúncio poderá ocorrer antes do aniversário das aparições em 25 de junho/2010.

Traduzido pelo doutor Dario Mattos:

www.queridosfilhos.org,br

Fonte:

http://crownofstars.blogspot.com/2010/03/major-move-expected-on-medjugorje-front.html

Fonte Brasil : http://www.medjugorjebrasil.com/?cat=artigos&id=599

Esclarecimentos de frei Damiano – Oásis da Paz

Frei Damiano pertence à comunidade mariana Oásis da Paz e em suas visitas a Medjugorje e quando da ida dos videntes à Itália, conversou com alguns deles sobre os segredos:

“O que falo sobre os segredos não se baseia no que li, mas no que conversei pessoalmente com Marija, Ivanka, Vicka e Mirjana

Mirjana me disse que fará dez dias de jejum e 3 dias antes padre Petar o dirá ao mundo. Entre um segredo e outro terá pouco tempo. (Será como os degraus de uma escada, ou seja, não se deve esperar mais 10 anos para que o décimo segredo se cumpra – compara frei Damiano).

O terceiro segredo é um sinal permanente e indestrutível que será deixado na colina das aparições. Ver-se-á que só Deus poderia fazê-lo e que permanecerá para sempre. Quem for a Medjugorje poderá vê-lo. Diz-se que os sinais de fogo vistos na colina no inicio das aparições são um prenuncio do grande sinal prometido. O sinal poderá ser fotografado e filmado.

Sobre a história que Ivan teria falado do santuário em honra da Rainha da Paz quando questionado pelo bispo é verdade, porém isto é apenas parte do que irá acontecer. Isto não faz parte dos segredos. Nossa Senhora já tinha falado sobre isto.

Mirjana me disse que o sétimo segredo é um castigo que foi diminuído com orações e jejum, mas que não se pode mais mexer nele. Nossa Senhora está muito preocupada com aqueles que dizem não acreditar em Deus. Aqueles que não acreditam, quando chegar o tempo dos segredos irão se arrepender disto.

Depois dos 10 segredos Nossa Senhora realizará seu plano. Seu plano é um mundo novo de paz. Nossa Senhora disse que não devemos ter medo dos segredos. Quem deve ter medo são os que não estão com Deus. Mirjana nos disse que durante os tempos difíceis, o tempo dos segredos, Nossa Senhora estará conosco ainda. Os 10 segredos serão uma preparação para o mundo novo. Um tempo de esperança, de purificação.

Os segredos dizem respeito ao mundo, a igreja e a Medjugorje. Normalmente se diz  que o primeiro e o segundo segredos são uma preparação e confirmação para o terceiro segredo, para o sinal. Mas só o primeiro segredo já será suficiente para reconhecer Medjugorje.

Mirjana me disse que Nossa Senhora falou a ela que “os segredos são a certeza de que Eu estive aqui”.

A paróquia de Medjugorje não é um santuário. O santuário de Medjugorje se realizará na colina das aparições depois dos 10 segredos, lá será construído o santuário da Rainha da Paz.

Nossa Senhora disse que escolheu a paróquia de Medjugorje para que seja um espelho para as outras paróquias do mundo.

Perguntei a Mirjana sobre o pergaminho e ela me disse que quando soube o décimo segredo, recebeu o pergaminho, pois achava que podia esquecer algum dos segredos. O pergaminho tem o tamanho de um papel ofício feito de um material que não existe na terra. Perguntei a Mirjana que, se suas filhas ou marido procurassem o pergaminho se eles o encontrariam. Minha filha já procurou – disse Mirjana – e não encontrou. Eu o escondi bem direitinho…

Perguntei se ela sabia onde estava e ela disse que sim, que podia vê-lo e pegá-lo. Penso que por ser de material desconhecido seja invisível para às outras pessoas e visível somente para Mirjana.

Pedi para vê-lo e Mirjana me disse que não tinha ainda permissão de Nossa Senhora para mostrá-lo.

Conversei com Ivanka em outubro do ano passado e ela me disse que também recebeu um pergaminho. Suponho que Jakov também tenha, mas não o sei.

Acho que Ivanka tem um nível de explicação maior dos segredos do que Mirjana já que Nossa Senhora anualmente aparece e conversa especificamente sobre algum dos segredos.

Ivanka nunca tinha saído para dar testemunho fora de Medjugorje. No ano passado ela recebeu a explicação do décimo segredo. A cada ano ela recebia a explicação um segredo. Ao final da explicação do décimo, ela começou a dar seu testemunho.

Participei de seu ultimo testemunho, no dia 7 de março último na Itália. Ivanka falou dos seus primeiros dias, da importância da vida eterna, de ter visto sua mãe depois de morta e a tinha abraçado, que existe o Paraíso e que nós não devemos ter medo, pois Nossa Senhora está sempre conosco. Este é um tempo particular.

Falei com três dos videntes sobre os segredos. Marija e Vicka têm um segredo pessoal. Por isto se diz que os segredos não são iguais para todos. Mirjana não tem segredo pessoal. Ela tem os segredos principais pois serão revelados ao mundo inteiro. O que sei é que o terceiro segredo foi mostrado para todos em uma visão.

Mirjana disse que o sétimo segredo é uma região da terra que será completamente destruída. Mirjana chorou muito e perguntou a Nossa Senhora porque Deus era tão duro conosco. Nossa Senhora disse que não é Deus que é duro conosco mas nós que somos duros com Deus. Este castigo foi criado pelo pecado. Mirjana pediu oração e jejum para este castigo e ele foi diminuído mas não se pode mais tocá-lo pois é um dos segredos, algo que Deus terá de nos mandar.

Mirjana sempre diz que nós não devemos ter medo, pois estamos com Nossa Senhora e Jesus.

Nas conversas que tive com eles nunca foi dito que o nono e décimo segredos são os mais graves.

O que Marija me disse é que lidar com os segredos foi uma tarefa dada a Mirjana assim como ela (Marija) foi escolhida para dar a mensagem a cada dia 25 do mês. Cada vidente tem a sua missão.

Padre Petar é um franciscano que até hoje é muito discreto, nunca fez nenhum tipo de publicidade sobre os segredos. Vive em uma paróquia próxima a Medjugorje e aguarda que Mirjana lhe diga quando revelar os segredos. Penso que Nossa Senhora escolheu a pessoa certa. Uma pessoa que permanece escondida. Ele está se preparando para este momento.

A Igreja aguarda o término das aparições ou a realização dos segredos.”

Frei Damiano – Comunidade Oásis da Paz – Italia

Transcrito por Gabriel Paulin

Fonte : http://www.medjugorjebrasil.com/?cat=artigos&id=601



A Volta de Cristo para a Itália.



Plenário da Corte Européia de Direitos Humanos Volta atrás em decisão anterior sobre a presença de Crucifixos nas escolas Italianas.



Il Crocifisso, capolavoro del giovane Cimabue.


1. Como foi noticiado pelo blog Sem Fronteiras de Terra Magazine, a Corte de Estrasburgo na câmara da Corte Européia de Direitos Humanos, conhecida assim  por estar sediada nessa cidade francesa, decidiu, em novembro de 2009, pela retirada de crucifixos nas escolas públicas italianas. O argumento é que a Itália é um estado laico.

Esta decisão provocou revolta no país de maioria católica e foi qualificada de “vergonhosa” por um político italiano, ela foi contestada pelo próprio governo Italiano que viu a grande maioria de seu povo, somando mais de 84 % contra apenas 16%  favoráveis a esta decisão, que na sua grande maioria eram na verdade não Italianos de origem muçulmana ou ateus.

Tudo começou quando uma das câmaras da Corte de Estrasburgo, composta por 7 juízes, julgou uma reclamação formulada por uma finlandesa residente na Itália. Ela é casada com um italiano que se proclama ateu. Esse casal tem dois filhos.Os dois filhos do casal eram alunos de escola pública italiana.

Segundo a mãe finlandesa, os dois filhos se sentiam o tempo todo vigiados, “olhados”, por três crucifixos pregados nas paredes da sala de aula.

O pai, que não assinou a reclamação protocolada na Corte de Estrasburgo, esclareceu, em entrevista à imprensa europeia, acreditar na evolução do homem e não na sua origem divina, à imagem e semelhança do criador. Seus filhos, frisou, são educados nessa linha e o crucifixo, “a mostrar um lado divino irreal”, incomoda.



A câmara da Corte de Estrasburgo decidiu dar pela procedência da reclamação. Em resumo, decidiram que o crucifixo, em estabelecimento público de ensino, contraria as regras de um estado laico e deve ser retirado.

2. O estado italiano, pelo presidente Giorgio Napolitano, recorreu da decisão que, hoje, foi reexaminada pelo Plenário (Grand Chambre) da Corte.

A “Grand Chambre” da Corte Européia de Direitos Humanos decidiu dar provimento ao recurso da Itália e cassou a decisão proibitóri. Os argumentos da Itália vingaram e foram centrados na tese de que as imagens eram representativas da tradição e da história do país, onde celebradas concordatas e se constituiu, dentro de Roma, o estado do Vaticano.

Na decisão, ficou frisado que a laicidade, no caso, não se mede apenas pela ausência de símbolos religiosos, mas à luz da constituição do estado, da sua história, da tradição cultural e da existência de poderes que administram, legislam e julgam, independentemente, ou seja, sem obrigatoriedade de imposição de regras eclesiásticas, canônico-eclesiásticas.


Corte Européia de D.Humanos (Estrasburgo-França)


3. A ministra da instrução italiana, Maristella Gelmine, em entrevista ao site do jornal Corriere della Sera, disse que a decisão do Plenário “representou o reconhecimento e o respeito às tradições cristãs e a identidade cultural da Itália”. Destacou a ministra, que integra o Conselho de Ministros sob a presidência do polêmico premier Silvio Berlusconi, que a decisão da Corte “representa uma contribuição à integração (referência aos imigrantes) que não pode ser entendida como uma renúncia à história e às tradições italianas”.

Com essa decisão, a Corte encerrou a questão e o decido valerá poderá valer, em casos iguais, como precedente jurisprudencial.

4. PANO RÁPIDO. A Corte de Direitos Humanos da União Europeia é a guardiã do estabelecido na Convenção Europeia para a Salvaguarda dos Direitos do Homem.

Confira links.

Fonte – Crucifixos Boicotados Na Itália blog.terra.com.br

Fonte – Decisão Da Corte Europeia Sob-Judice Blog.terra.com.br

Fonte – Cartacapital.com.br


Experiência_macacos Fé_ciência cartaz_familia_1-610x380[1] ITALY-COURT/CRUCIFIX

Delírio de SDalkins Charles+Darwin[1] Cultura_Morte

O Delírio de Richard Dawkins.

O ateísmo agora quer se tornar também uma religião e competir em pé de igualdade com a Divindade suprema.

Para isso começam a investir pesado contra o Cristianismo em todas as partes do mundo, já estão ofertando livros gratuitos para disseminar teorias que nada mais são que uma oposição sistemática ao Cristianismo.

Tudo o que ensinam clamam são baseados em apenas suposições da mesma forma que acusam a religião de ser histórias inventadas e fruto de alucinações coletivas.

Tudo que o Cristianismo ensina é fruto de fatos presenciados e testemunhados por muitas pessoas de classes, credos e raças diferentes, muitas das quais nem sequer acreditavam em Deus.

Richard Dawkins prega apenas uma antítese do Cristianismo, porque tudo que ele faz  é desdizer e justificar milagres que aconteceram no passado, simplesmente dizendo que nada daquilo aconteceu na verdade, se por acaso eu me decidir em dar crédito às suas afirmações que não estava lá na época dos fatos, por que eu não poderia dar crédito às palavras daqueles que lá estavam ?

Este Senhor não seria capaz de identificar um átomo no microscópio, ele também não analisou cientificamente as fotos dos olhos de Nossa Senhora de Guadalupe, não presenciou o estudo que analisou o Corpo e Sangue de Jesus no Milagre de Lânciano e nem sequer leu as análises do resultado das pesquisas no Santo Sudário, mas também por que ele faria isto já que Ateísmo é uma ausência completa de Deus na vida de alguém? Se bem que: o que eles pregam não é o ateísmo “AUSÊNCIA DE DEUS” e sim um anti-Cristianismo, porque falam e combatem a Deus de todas as formas possíveis.

O pior de tudo é que ele distorce e tenta diminuir o brilho de cientistas com muito maior renome do que ele próprio, só porque estes declararam que Deus Existe verdadeiramente.

A Autor Francis S. CollinsLINGUAGEM DE DEUS –

O grande cientista Francis Collins que coordenou o estudo do Genoma Humano e desvendou seu código, antes mesmo do final de sua pesquisa, analisando todos os seus dados concluiu por si mesmo, “ESTE CÓDIGO GENÉTICO HUMANO NÃO PODE SER UMA OBRA SIMPLESMENTE DO ACASO”, Sabem por que ?

Porque o Gén humano nada mais é do que um programa semelhantemente a um programa de computador, preparado para realizar funções e ações com tempo predeterminado.

Pegue seu computador novo com o disco rígido vazio e ligue-o…

O que acontecerá ?

Nada !!!

Por que ?

Porque não existe nenhum programa operacional !!!

Responda então…

Por quantos bilhões de anos seu computador permanecerá ligado neste ambiente propício para aparecer um programa ali que ative seu computador espontaneamente por acaso ?

Eu respondo… assim como qualquer um dos programadores da Microsoft sem medo de errar, jamais aparecerá nenhum programa ali se não houver uma iniciativa externa, é exatamente o que o homem faz, pega um disco rígido vazio e coloca nele seus programas para que ele execute a sua vontade e alcance o seu objetivo.

Eu diria, é exatamente isto que Deus fez, e nós somos o seu programa em atividade, vivemos em um ambiente programado e totalmente dependente de uma iniciativa externa invisível a nós.

Alguns cientistas fizeram uma experiência com Macacos (… leia mais) para provar que nossas tradições atuais nada mais eram que fruto de um aprendizado anterior que se conformou com situações da época passada e mesmo que a situação anterior fosse alterada o nosso aprendizado hoje continuaria se defendendo de perigos que não mais existiriam de fato.

O grande equivoco dos tais cientistas é que: o perigo apresentado como inexistente na experiência não era inexistente, estava apenas desligado momentaneamente por vontade do cientista observador.

Quando os Macacos evitavam comer a banana por medo da água fria eles estavam agindo corretamente, porque o ser externo chamado cientista poderia a qualquer momento religar o dispositivo e encharcar as pobres criaturas.

Declararam então que os animais agiam em defesa dos jatos de água fria sem motivo já que não estavam mais sendo molhados no momento e declararam também que o homem não precisa mais se refugiar em um ser protetor imaginário chamado Deus porque agora temos nosso próprio conhecimento que nos revela o que não conhecíamos no passado e temos resposta para todas as perguntas inclusive a de que Deus nunca existiu.

Em todos os momentos da experiência sempre estavam presentes os cientistas externos ao ambiente dos animais aprisionados, que ficavam escondidos interferindo no meio ambiente dos animais quando eles instintivamente tentavam se alimentar com o alimento que lhes é mais peculiar.

Estes mesmos cientistas esqueceram de analisar a sua própria presença dentro da experiência em questão deduzindo que o que aconteceu com os animais era fruto de um possível acaso, quando na verdade foi fruto de uma ação externa, que era a mão do cientista na torneira que espirrava água fria nos bichinhos indefesos.

Está aí, o que aconteceu na experiência na verdade foi o resultado do êxito do cumprimento da vontade dos cientistas que observavam a cena.

Conclusão:

O cientista fazia um papel de deus ou diabo na experiência.

Provaram o contrário do que queriam provar, porque a experiência não aconteceu ao acaso e sim foi programada e executada por um ser externo ao ambiente selecionado.

Esta experiência é comumente mencionada em escolas e faculdades para provar que nossos Pais estão enganados quando nos mandam ir para a Igreja buscar a Deus para nos tornarmos boas pessoas na vida, ou seja, existe um complô contra o ensinamento da Religião nas escolas e faculdades, mas isto é entendido da seguinte forma, querem que nos tornemos totalmente escravos do dinheiro, do ser, do poder, da concorrência com os outros alunos, das trapaças e assim os cursinhos e as faculdades ficarão cada vez mais ricas sugando o dinheiro dos concorrentes em busca das poucas vagas disponíveis nos cursos que nos tornarão ricos e milionários e certamente todo esse dinheiro não nos trará a felicidade muito menos nos tornará boas pessoas neste mundo.

Rezando na cartilha do Sr. Richard Dawkis, aprendemos que devemos aproveitar a vida despreocupadamente porque Deus não existe e certamente não nos punirá por nada de errado que fizermos aqui na terra, o que ele não diz é que o egoísmo do homem sem Deus está destruindo o mundo em que ele vive e certamente isto é algo não só preocupante como desesperador, porque os homens materialistas são incapazes de apresentar uma solução plausível para este problema Real e imediato, porque estes homens só pensam em não levar prejuízo no bolso.


MILAGRE DE LANCIANO


A Experiência dos Macacos.



“Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro.”

(Albert Einstein)




Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam davam-lhe uma surra. Dentro de algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado na surra ao novato.

Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui”.

(Albert Einstein)

Texto introdutório ao estudo do comportamento social “Sociologia”.





Resposta correta dos Macacos:


“Depois dizem que somos nós os macacos é que temos o menor grau de QI nesta família de primatas …”

A Minha resposta seria:

Caro amiguinho novato, não suba nesta escada porque aqui nesta gaiola toda vez que alguém sobe na escada recebemos um jato de água fria até descermos da escada e mesmo que você não tenha visto este perigo em nenhum lugar, podes acreditar porque aqui acontece isto, nossos antecessores aprenderam esta lição a duras penas até que desistiram de comer as bananas que estão aí em cima.

Mas como Macaco não entende esta linguagem, então a solução é descer a pancada mesmo, porque jamais conseguirão convencê-lo do contrário com esta ladainha tola, afinal quem tem filho adolescente sabe muito bem qual é o resultado deste papo careta.

Na minha opinião particular eu diria que se continuassem trocando os macacos por mais três gerações sem jogar nenhum jato de água fria, da primeira vez que se distraíssem e um macaquinho pegasse a banana, nunca mais ninguém apanharia sem motivo.

É assim que as coisas mudam com o passar dos anos, naturalmente e não artificialmente com jatos de água fria programados.




PRESERVE O SEU PLANETA



ELE É A SUA CASA