Semana Nacional da Família – CNPF – 2020.



Hora da Família 24 – 2020

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Eu e minha casa Serviremos ao Senhor” 


De 09 a 15 de Agosto de 2020

NA SUA PARÓQUIA




A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2020 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo. Adquira agora!

  • O Hora da Família orienta a vivência da Semana Nacional da Família que ocorre de 11 a 17 de agosto de 2019

    Edição Especial da Semana Nacional da Família 2020, com o tema “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24, 15). O livreto com roteiro de celebrações está em sintonia com o Mês Vocacional e pretende celebrar a vocação de ser família.

    “Na alegria do Evangelho queremos viver plenamente a vontade do Senhor em nossas vidas, em nossas famílias, em nossas casas. Neste ano, o subsídio Hora da Família convoca todos os grupos de reflexão para vivenciarem a dimensão do serviço. O Hora da Família se coloca a serviço da Igreja e da construção do Reino de Deus começando em nossas casas”, escreveu o bispo de Rio Grande e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, na apresentação do material. A sugestão é a vivência dos encontros como um “itinerário de aprofundamento da fé em família a serviço da comunidade”.

  • A Semana Nacional da Família neste ano de 2020 ocorre de 9 a 15 de agosto, tendo início no Dia dos Pais, data à qual é dedicado o primeiro dos sete encontros do livreto. No roteiro, sugestões de preces e uma oração que as finaliza, que poderão ser rezadas nas missas daquele domingo, aproveitando para destacar a abertura da Semana Nacional da Família. A proposta é que os encontros seguintes ocorram nas casas, se possível antes do almoço ou do jantar.

  • Para a quinta-feira, a proposta do 5º encontro é um momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, se for possível, realizado nas paróquias. Como muitas comunidades e grupos talvez não tenham essa possibilidade, sugere-se que faça um momento com a Palavra de Deus. O assessor da Comissão para a Vida e a Família da CNBB e secretário-executivo da CNPF, padre Crispim Guimarães, recorda o exemplo do Papa Francisco que celebrou neste ano o Domingo da Palavra, entronizando a Bíblia com “um belo gesto nessa direção”. O assessor explica que o roteiro ajudará a realizar a celebração “de modo sóbrio e bonito”.

  • Também com dimensão celebrativa e favorecendo a participação das crianças, os demais encontros buscam aprofundar a vocação da família como Igreja Doméstica. Nesse sentido, no contexto do mês vocacional, o material contou com a “colaboração generosa” da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB.



  • Os sete encontros do Hora da Família Especial:

    1. Família e Matrimônio

    2. Família e Educação

    3. Hora Santa da Família

    4. Família e Compromisso com a Vida

    5. Eu e minha casa serviremos ao Senhor   <=   Link para tema

    Ao final do livro, é oferecido um boletim de apoio para a prevenção do suicídio, além de indicação de quatro passos para ajudar uma pessoa com este tipo de ideação.

    O Hora da Família Especial da Semana Nacional da Família está disponível na loja da Pastoral Familiar e, em breve, estará disponível em aplicativo exclusivo.

    Ouça o podcast com padre Crispim Guimarães sobre o Hora da Família Especial:

    Pastoral Familiar



    http://site.cnpf.org.br/noticias/familia/semana-nacional-da-familia-2020-chegou-o-hora-da-familia-especial/


    Celebração do Dia dos Pais  “Amados e Chamados por Deus:”



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

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Semana Nacional da Família – 2019.



Hora da Família 23 – 2019

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“A Família, Como Vai?” 


De 11 a 17 de Agosto de 2019

NA SUA PARÓQUIA




A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2019 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo. Adquira agora!

  • O Hora da Família orienta a vivência da Semana Nacional da Família que ocorre de 11 a 17 de agosto de 2019

    Nesta edição procuramos distribuir a reflexão do Hora da Família sobre a pergunta: ‘A Família, como vai?’, através dos sete encontros, que, esperamos, consigam nos fazer caminhar pelas várias possibilidades de respostas que poderemos dar. Aliás, talvez, ao final da Semana Nacional da Família 2019 não chegaremos a uma resposta adequada dentro do que o próprio Deus pensou sobre essa instituição divina chamada família, mas teremos tentado ao menos nos aproximar do pensamento de Deus.

    O tema deste ano é uma retomada da reflexão que marcou a Campanha da Fraternidade de 1994. Ao voltar ao passado e ver o quanto a Pastoral Familiar já cresceu, percebe-se que a família busca e precisa aprofundar cada vez mais a sua missão na Igreja e na sociedade para conquistar um papel decisivo e central.

    Esse desejo de estar no centro das ações eclesiais aparece neste Hora da Família, ligando-o à Iniciação à Vida Cristã, às Políticas Públicas, ao envolvimento com as questões contemporâneas da vida urbana e à missão em meio a outras famílias.

    O subsídio vem com os tradicionais encontros celebrativos da Semana Nacional da Família e refletem os seguintes temas: Família, vocação e juventude; Família e Políticas Públicas; Família, defensora da vida; Matrimônio e Família no plano de Deus, e por fim, o tema central: A família, como vai?

    Além dos encontros, o material traz três celebrações temáticas para realizar no Dia das Mães, Dia dos Pais e uma celebração e consagração à Sagrada Família.



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Santa Helena de Roma.



Hoje é dia de Santa Helena, a imperatriz que levou para Roma a Escada Santa.



Em 18 de agosto, a Igreja celebra a memória litúrgica de Santa Helena, mãe do imperador Constantino, exemplo de cristã, que serviu ao Senhor por meio da oração e de obras de caridade. Defensora do cristianismo, faz parte de grandes descobertas para Igreja, como a cruz de Jesus e a Escada Santa.

Helena nasceu em meados do século III, provavelmente em Bitínia, região da Ásia Menor. Os autores britânicos afirmam que nasceu na Inglaterra, que era naquele tempo província romana, e que Constâncio Cloro, tribuno e mais tarde governador da ilha, apaixonou-se por ela, e a tomou em matrimônio. Por volta do ano 274, tiveram um menino, a quem puseram por nome Constantino.

Constâncio Cloro chegou a ser marechal de campo; em seguida o imperador Maximiano o nomeou corregedor e, portanto, seu sucessor no Império, mas com a condição de que repudiasse Helena e tomasse por esposa sua enteada Teodora.

Tanto Helena como Constâncio Cloro eram pagãos. Levado pela ambição, Constâncio se separou dela e foi para Roma com seu pequeno filho Constantino. Helena chorou durante 14 anos sua desgraça, até que, quando Constâncio morreu, em 306, Constantino foi nomeado imperador.

Constantino mandou chamar sua mãe à corte, conferiu-lhe o nome de Augusta e o título de imperatriz.

Purificada pelo sofrimento, Helena recebeu o batismo, provavelmente no ano 307, e foi uma cristã exemplar, testemunha da grande jornada em que Constantino fez pôr pela primeira vez a cruz nos estandartes de suas legiões para vencer em batalha a seu rival Maxêncio. Era o mês de outubro do ano 312.

No início do ano 313, o imperador publicou o edito de Milão, pelo qual se permitia o cristianismo no Império. Seguindo o exemplo de sua mãe, converteu-se, sendo batizado pelo Papa São Silvestre. Depois de trezentos anos de perseguição, a Igreja de Cristo se assentava triunfante na terra. A piedosa imperatriz se dedicou por inteiro a socorrer os pobres e aliviar as misérias de seus semelhantes.

Já idosa, aos 77 anos, visitou em peregrinação para a Palestina, visitar os lugares da Paixão de Cristo. Subiu ao topo do Gólgota, onde se erigia um templo em honra de Vênus, mandado construir pelo imperador Adriano. Ao inteirar-se do costume judeu de enterrar no lugar da execução de um malfeitor os instrumentos que serviram para lhe dar morte, mandou derrubar o templo e procurar a cruz onde padecera o Redentor. Três cruzes foram achadas. Uma antiga tradição relata o modo milagroso como conseguiu identificar a cruz era a de Jesus, mediante a cura de um moribundo.

Santa Helena fez dividir a cruz em três partes. Uma das partes a entregou ao Bispo Macário, para que o entronizasse na Igreja de Jerusalém; o segundo o enviou à Igreja de Constantinopla; e o terceiro, à Roma, para a Basílica que, por este motivo, chamou-se Santa Cruz de Jerusalém. Mandou também construir três edifícios, chamados casas de Deus: um junto ao monte Calvário, outro na cova de Belém e um terceiro no monte das Oliveiras.

A imperatriz permaneceu longo tempo na Palestina, servindo ao Senhor com a oração e as obras de caridade. Cuidava dos doentes, libertava os cativos e dava mantimentos aos pobres, levando sempre em seu espírito – como exemplo – a imagem da Virgem Maria.

Tinha oitenta anos quando retornou de sua viagem. Faleceu pouco depois, provavelmente em Tréveris, por volta do ano 328 ou 330. O martirológico romano a comemora em 18 de agosto. Algumas de suas relíquias se conservam em Roma, em uma capela dedicada a ela.

Além disso, na Cidade Eterna, outros locais remetem à santa Helena, como a Escada Santa, que foi translada por ela para Roma, por volta do ano 326. Trata-se de uma escada composta por 28 degraus, que levavam até o alto do pretório de Pôncio Pilatos, em Jerusalém, e foram subidas por Jesus, antes de sua condenação à morte. A escada se encontra, agora, na Cidade Eterna, próximo à Basílica São João de Latrão, no mesmo lugar onde se encontra uma capela dedicada a São Lourenço.

Devido ao seu imenso valor espiritual, o Papa Sisto V, entre os anos de 1586 e 1589, mandou construir o atual Santuário da ‘Scala Santa’, situando-a como acesso ao ‘Sancta Sanctorum’, primeira capela privada dos Papas construída em 1277, onde se custodiavam as relíquias mais preciosas da cristandade.

Hoje, o ‘Sancta Sanctorum’ é o ponto final da Escada Santa e nela se conserva uma antiquíssima imagem de Jesus Redentor chamada “arquetípica”, isto é, que não foi pintada por mão humana. Ao mesmo tempo uma tradição popular diz que a pintura é do Evangelista Lucas que foi ajudado por um anjo para esta bela obra.

Atualmente, segundo a Rádio Vaticano, teve início o trabalho de restauração dessa escada, assim como foi feito com a capela de São Lourenço, reinaugurada em junho.

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REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 15 / 07:00 am (ACI – Digital).-


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Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

 



A Vida é Vida, Defenda-a.



Hino da VIDA – de Madre Teresa de Calcutá.


“Não sei ao certo como é o Paraíso, mas sei que quando morrermos e chegar o tempo de Deus nos julgar, Ele NÃO perguntará, Quantas coisas boas você fez em sua vida?, antes ele perguntará, Quanto AMOR você colocou naquilo que fez?”



A vida é uma oportunidade, aproveita-a.

A vida é beleza, admira-a.

A vida é beatificação, saborei-a.

A vida é sonho, torna-o realidade.

A vida é um desafio, enfrenta-o.

A vida é um dever, cumpre-o.

A vida é um jogo, joga-o.

A vida é preciosa, cuida-a.

A vida é riqueza, conserva-a.

A vida é amor, goza-a.

A vida é um mistério, desvela-o.

A vida é promessa, cumpre-a.

A vida é tristeza, supera-a.

A vida é um hino, canta-o.

A vida é um combate, aceita-o.

A vida é tragédia, domina-a.

A vida é aventura, afronta-a.

A vida é felicidade, merece-a.

A vida é a VIDA, defende-a.


(Santa Madre Teresa de Calcutá)




Assim mesmo


“Muitas vezes as pessoas
são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil,
as pessoas podem acusá-lo de interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor,
terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco,
as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir,
alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje,
pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,
mas isso pode não ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final das contas,
é tudo entre você e Deus.
Nunca foi entre você e os outros.”

Importante: Alguns amigos informaram que esta linda poesia, na verdade, não pertence originalmente a Madre Teresa de Calcutá, mas sim, a Kent M, Keith.


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2 Frases de: 1

Madre Teresa de Calcutá . PPT


Frases de: 2

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Natal

POEMA DA PAZ

Santa Madre Teresa



Texto da imagem:


Tenha sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos…
Mas o que é importante não muda…
a tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.
Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.
Não viva de fotografias amareladas… Continue, quando todos esperam que desista.
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.
Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você.
Quando não conseguir correr através dos anos, trote.
Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca, nunca se detenha!


(Madre Teresa de Calcutá)


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Semana Nacional da Família – 2017.



Hora da Família 21 – 2017

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Família, uma luz para a vida em sociedade” 


De 13 a 19 de Agosto de 2017

NA SUA PARÓQUIA



 - Pastoral Familiar CNBB


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

  • Neste ano, a reflexão está em sintonia com o impulso da Igreja no Brasil para que seja percebida a importância das ações dos cristãos leigos e leigas na sociedade. O material, preparado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, por meio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), propõe os sete encontros da Semana Nacional da Família, Leitura Orante da Palavra e celebrações em família. “Desejamos que, ao refletir sobre os sete temas propostos, nossas famílias cresçam na harmonia e na disposição de Servir melhor a Deus sendo realmente uma luz para a sociedade”, espera o assessor nacional da Comissão para a Vida e Família da CNBB e secretário executivo da CNPF, padre Jorge Alves Filho.
  • Os encontros para a Semana Nacional da Família, que neste ano será de 13 a 19 de agosto, são compostos de orações, cantos, momentos de escuta da Palavra de Deus e de partilha. Em cada um destes, a reflexão da temática é direcionada a partir de textos bíblicos, de trechos de documentos do Magistério da Igreja e de pequenas histórias.

    “Família, uma luz para vida em sociedade” – Hora da Família 2017

    Entre os documentos da Igreja dos quais os trechos foram extraídos, estão as exortações apostólicas Amoris Laetitia – sobre o amor na família, do papa Francisco, e Familiaris Consortio, de São João Paulo II; o Documento de Aparecida; o Catecismo; e o Documento 105 da CNBB “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – sal da terra e luz do mundo”.

    A intenção, de acordo com padre Jorge, é que as famílias tornem-se promotoras da transformação da sociedade em lugar de justiça, fraternidade e paz.
    Este ano, como compromisso de fé, amor e missão, as famílias poderão consagrar sua casa à Sagrada Família de Nazaré.

    Novidades

    Neste ano, além dos tradicionais encontros celebrativos para o Dia das Mães e o Dia dos Pais, o Hora da Família apresenta uma sugestão de Leitura Orante com o tema “Valor e virtude do amor”, a partir do texto bíblico contido em I Coríntios, capítulo 13. Outra novidade é a Consagração à Sagrada Família, ao final da celebração da Sagrada Família, que deve ser feita no dia 31 de dezembro. Para este momento, as famílias poderão utilizar o encarte com a imagem da Sagrada Família para consagração da casa como compromisso de fé, amor e missão.

    Encontros

    Obs: Para mais detalhes sobre o tema Click nos Link’s:

    1º Encontro: O perfil mariano da Igreja; (Link)
    2º Encontro: A família;
    3º Encontro: A necessária mudança de mentalidade e de estrutura;
    4º Encontro: Igreja, comunhão na diversidade;
    5º Encontro: O perdão na Família – Fonte de reconciliação e libertação;
    6º Encontro: Serviço cristão no mundo;
    7º Encontro: A família promotora da misericórdia na sociedade.

    Como adquirir

    O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar (Secren). Encomendas podem ser feitas pela Loja virtual, pelo telefone (61) 3443-2900 ou ainda pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

    CD Hora da Família 2017

    Download do material de divulgação:

    Fonte: https://portalkairos.org/hora-da-familia-2017/#ixzz4mLzfsWrK



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

SVE I. – Primeira Experiência de Oração.


O que é o Seminário de Vida no Espírito?


A Renovação Carismática Católica apresenta o S.V.E. como “O Querigma”, ou seja uma iniciação básica ao conhecimento a respeito da presença do Espírito Santo na Igreja de ontem como deveria ser também na mesma Igreja hoje.

Nada mudou nas Promessas Divinas, de tal forma que, o que no início da RCC parecia ser uma novidade para os Católicos nada mais é do que os primeiros passos dados pelos Apóstolos de Cristo quando iniciaram a Igreja a partir do cumprimento da Promessa Divina que se resume em enviar seu Espírito Santo para habitar os nossos corações (Jer. 31,31). Fato que foi concretizado no dia de Pentecostes com a presença de 120 pessoas entre os Discípulos e Maria mãe de Jesus e que de acordo com as profecias se estende a todos aqueles que acreditarem nesta promessa e que não será alterada até que venha a sua plenitude antes que todo olho testemunhe a segunda vinda de Cristo à terra.




A finalidade do Seminário de Vida no Espírito é ajudar os participantes a encontrarem uma vida mais rica e melhor. É o momento de se encontrarem com Cristo e viver as verdades mais fundamentais acerca do Amor de Deus, do Pecado, da Salvação, da Fé, da pessoa de Jesus Cristo, da Efusão e Carismas do Espírito Santo.

Sem dúvida, os Seminários de Vida no Espírito Santo constituem-se um dos momentos mais expressivos do trabalho de evangelização da Renovação Carismática Católica em todo o Brasil. Trata-se de encontros abençoados que, a partir de pregações querigmáticas e de momentos fortes de fraternidade e de oração, proporcionam experiência singular com o amor de Deus Pai, o encontro pessoal com Jesus Cristo, Senhor e Salvador, bem como a graça do batismo no Espírito Santo. Reconhecendo a relevância destes encontros, nosso blog disponibilizará, semanalmente, textos que abordam os temas específicos dos Seminários de Vida no Espírito Santos, rogando ao Bom Deus que nos favoreça com um conhecimento crescente de Sua Palavra e desperte em nós a docilidade às moções do Espírito Santo…




O Semeador

(introdução ao Seminário de Vida no Espírito Santo)

“A que caiu na terra boa são os que ouvem a palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança.” (Lc 8, 15)

O centro da pregação dos apóstolos na Igreja Primitiva consistia em anunciar Jesus Cristo, o Messias esperado, que foi morto pelos pecados da humanidade, ressuscitou ao terceiro dia e foi constituído, por Deus Pai, o Senhor e Salvador do mundo inteiro: “O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, que vós matastes, suspendendo-o num madeiro. Deus elevou-o pela Sua mão direita, como príncipe e salvador; a fim de dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados.” (At 5, 30 – 31).

Contudo, para entendermos melhor o que é a salvação, precisamos compreender qual é o plano de Deus para a criação, o que é o pecado e, afinal, do que fomos salvos. Para com Deus a nossa resposta deve ser de gratidão: amá-lo, entregar-se a Ele, cumprir em tudo a Sua santa vontade, o que implica numa atitude de fé e de mudança de vida. é o Espírito Santo, comunicado a nós por Jesus, que muda os nossos corações para vivermos esta nova vida. A isto se propõe o Seminário de Vida no Espírito Santo.

Durante todo o Seminário, alimentamos a certeza de que, assim como a semente é lançada no campo, a Palavara de Deus é semeada em cada coração (Lc 8, 4 – 8). Jesus é o grande semeador; a semente é a Palavra de Deus; cada participante é o solo que acolhe a semente. Se formos terra boa, isto é, se o coração abrir, frutos, de até cem por um, brotarão.

Assim, adotando uma postura de discípulos, sentados aos pés do Mestre e com ouvidos abertos e corações atentos àquilo que Ele mesmo nos fala, poderemos descobrir a presença amorosa de Deus Pai em nossas vidas, tomar posse da riqueza que é a salvação alcançada pelo Senhor Jesus, e experimentar a ação renovadora do Espírito Santo.


Fonte: RCC CAMOCIM CEARÁ

A Partir de agora estaremos disponibilizando temas sobre o SVE I, material escrito, em video e esquemas básicos para ensinos em grupos de oração ou encontros fechados, alguns dos quais já estão disponíveis em outros site’s. Estaremos apenas organizando de uma forma que outras pessoas também possam se usufruir destes textos e videos para nossa formação pessoal e auxiliar outras pessoas a encontrar-se com Jesus e conhecer melhor o Espírito Santo de Deus.

Seminário de Vida no Espírito Santo SVE-COMPLETO



Seminário de Vida no Espirito

ESTE TEMA

PRÓXIMO

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Livro

RCC – Shop





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Já fez seu presépio?


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O que é Presépio?

Sua origem e Significado.




“E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria.*

8. Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. 9. Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. 10. O anjo disse-lhes: “Não temais, eis que vos anuncio uma Boa-Nova que será alegria para todo o povo: 11. hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. 12. Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura”. 13. E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: 14. “Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina).”* 15. Depois que os anjos os deixaram e voltaram para o céu, falaram os pastores uns com os outros: “Vamos até Belém e vejamos o que se realizou e o que o Senhor nos manifestou”. 16. Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. 17. Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino. 18.Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores. 19. Maria conservava todas essas palavras, meditando-as no seu coração. 20. Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito.” 
São Lucas, 2 – Bíblia Católica Online







É Bastante tradicional, no período natalino em todo lugar há sempre um presépio representando o nascimento do Menino Jesus na manjedoura. Pode ser Vivo ou representado por pinturas estatuas grandes, pequenas ou até mesmo, minúsculas.

Mas, afinal, o que é um presépio e qual sua origem?

Originalmente a palavra presépio significa manjedoura em hebreu, é também o lugar onde se recolhe o gado, o estábulo ou curral. E, foi em um lugar assim, que José e Maria se abrigaram para dar a luz ao menino.

De lá para cá é muito comum as pessoas fazerem representações em torno do nascimento de Jesus através das imagens feitas em barro. Dizem que quem teve esta ideia e fez o primeiro presépio foi São Francisco de Assis. Por assim dizer os animais não seriam incluídos na cena tradicional, mas São Francisco achou por bem representar todos os personagens que são citados na anunciação do Anjo aos Pastores do campo e aos Reis Magos que chegaram logo a seguir.  Depois disso as igrejas e conventos passaram a fazer a representação desta maneira. Muitas são verdadeiras obras de arte.

O presépio inclui outras figuras além de Maria, José e o Menino Jesus. São elas o burro, boi, ovelhas, anjos, pastores, os três reis Magos e, claro, a estrela de Belém.

Já pensou em fazer o seu?



Você pode desenhar no papel, recortar, colar e montar como quiser. Use a criatividade!



Feliz Natal a todos os nossos amiguinhos, que Jesus possa nascer em nossos corações.



Link’s sobre o Advento




Link’s para outras mensagens



VEJA ALGUNS DESENHOS ORIGINAIS DOS AMIGUINHOSDEDEUS.

https://www.amiguinhosdedeus.com/2014/12/jesus-o-nosso-maior-presente-de-natal.html

 



MENSAGENS EM POWER POINT NO SLAIDSHARE


Para melhor aproveitar os efeitos, baixe o slaid.



NOVO


Advento em Quadrinhos no Slideshare.



Jesus Jesus



Advento é Missão.


O Tempo do Advento

Com o tempo do Advento começa, na Igreja, um novo Ano Litúrgico, que tem início quatro semanas antes do Natal. Durante o novo ciclo litúrgico, que se inicia no dia 2 de dezembro – ano C, as reflexões terão por base o Evangelho segundo São Lucas. A liturgia do tempo do Advento apresenta-nos uma espiritualidade centrada na vinda do Senhor e sua espera: * recorda-nos a vinda do Senhor na carne (encarnação), dimensão histórica da salvação; * desperta-nos para a dimensão escatológica do mistério cristão; * nos insere na dimensão missionária da vinda de Cristo.

Vem Senhor Jesus!

Neste tempo de espera e esperança, a Igreja convida-nos a aprofundar na liturgia a mística da vigilância cristã, preparando-nos para a vinda do Senhor, na alegre expectativa, como uma noiva que se enfeita e se prepara para a chegada de seu Amado. “Maranata”! Vem, Senhor Jesus (1 Cor 16,22)!

A Palavra de Deus…

Nas Sagradas Escrituras, do Gênesis ao Apocalipse, Deus revela-nos “seu sonho” de restaurar, redimir e salvar todos os homens e mulheres, feitos à sua imagem e semelhança. Maria, com o seu SIM, concretizou o “sonho” de Deus de chegar a todos os homens e mulheres, de todos os tempos e raças, por meio de Seu Filho Jesus Cristo, o Missionário do Pai.

A Virgem do Advento:

O SIM d e Maria é compromisso com o “sonho” de Deus de salvar a todos e, por isso, ela está sempre a caminho, através dos séculos, em busca de seus filhos e filhas gerados na dor, aos pés da cruz (Jo 19,26). Maria, a Virgem do Advento, é o melhor exemplo para nós numa Igreja que quer viver a presença de Cristo no mundo de hoje (cf. Paulo VI – Carta apostólica sobre o culto à Virgem Maria – nº 4).

OUTROS TEMAS RELACIONADOS


Jubileu das Famílias – Anápolis – Go.



Finalizando a 

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

2017

A Diocese de Anápolis estará promovendo o:


“Jubileu das Famílias”



Que se realizará no rincão da Comunidade Naiot na Fazenda Poções Próximo a Ouro Verde de Goiás segundo o mapa no final deste Post.

DOMINGO DIA  20/08/2017




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O Perfil Mariano na Igreja.


Tema do primeiro encontro da Semana da Família em 2017.




A Igreja

Quais são as dimensões fundamentais da Igreja? Ou, ainda, qual é o seu perfil e a sua natureza? Para responder a essas perguntas, o filósofo e teólogo suíço Hans Urs von Balthazar (1905-1988) estudou a vida das primeiras comunidades cristãs e nelas identificou quatro princípios que constituem a estrutura fundamental da Igreja: petrino, paulino, joanino e jacobita. Von Balthazar concluiu que a Igreja tem ainda um outro princípio, que abraça esses quatro: o princípio mariano. Segundo ele, este diz respeito à dimensão da Igreja que continua e faz ressoar o “Sim” de Maria, por ocasião da Anunciação: Eis a serva do Senhor!



Foto de: Arquivo Pessoal

Dom Murilo Krieger, sjc, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da CNBB


O princípio petrino é o mais conhecido; lembra a figura de Pedro. Referir-se a Pedro é direcionar o pensamento para a proclamação do “querigma” – isto é, o anúncio das verdades fundamentais da fé, como ele fez em Pentecostes (cf. At 2,14-36). Pedro nos lembra também o papel da autoridade e da hierarquia na vida da Igreja, e sua necessidade para o bem de todos.

paulino faz referência ao ardor missionário do apóstolo Paulo. Chamado por Cristo para pregar a Boa Nova aos pagãos, ele foi um evangelizador incansável. Sentindo-se profundamente amado pelo Senhor, Paulo proclamou: Ele me amou e se entregou a Deus por mim! (Gl 2,20). Como resposta a esse amor, o apóstolo percorreu países e fundou comunidades, enfrentou adversidades e foi preso. Esse apóstolo chama nossa atenção para a riqueza dos carismas na Igreja.

O princípio joanino refere-se a João, o discípulo predileto de Jesus, o evangelista que nos transmitiu o mandamento novo do Senhor: Amai-vos como eu vos amei! (Jo 15,12). Presente no Calvário e testemunha da crucifixão, João entendeu o que significa amar “como” Jesus ama. Tendo concluído que Deus é amor (1Jo 4,16), esse apóstolo tornou-se modelo dos que valorizam a vida consagrada.

jacobita refere-se ao apóstolo Tiago, que buscou a reconciliação entre os cristãos, os judeus e os pagãos (cf. At 15,13-21). Esse princípio representa a continuidade entre a Antiga e a Nova Aliança.

Cada um desses princípios permanece na Igreja.

O princípio mariano

O princípio mariano, por sua vez, direciona o nosso olhar para a Igreja da qual Maria é Mãe. Foi ela quem gerou aquele que é a Cabeça da Igreja; é ela quem une e articula os outros princípios; nela, os quatro princípios anteriores encontram a unidade.

Se cada um dos quatro primeiros princípios fosse absoluto ou abafasse os outros, seria uma perda para a Igreja. Dominando o elemento jacobita, baseado na importância da lei, acabaríamos nos tornando fundamentalistas, apegando-nos a determinada época da Igreja. Se o mesmo acontecesse com a dimensão petrina, a Igreja passaria a ser vista como uma mera organização. Caso prevalecesse o princípio paulino, seria considerado importante aquele que tivesse recebido carismas especiais. O domínio do princípio joanino faria com que valorizássemos a busca do amor como experiência mais importante.

Existe uma tensão permanente na vida da Igreja, pois esses quatro princípios precisam coexistir sem que um prevaleça sobre o outro. A missão de Maria é justamente ser o elo entre eles, garantindo-lhes permanente coexistência. É em torno de Maria que se articulam e se unem os diversos princípios da vida da Igreja, pois ela destaca a importância de cada um deles, na sua estrutura fundamental.

Aprender de Maria

Se o princípio mariano é aquele que une os demais, o que podemos aprender com Maria? Cada momento de sua vida nos dá uma lição: (1º momento) A Anunciação nos mostra o quanto a sua vida estava centrada no SENHOR: Eis aqui a serva do Senhor (Lc 1,38); (2º) Sua gravidez nos testemunha o quanto ela era disponível à vontade de Deus: Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1,38); (3º) A visita a Isabel e o canto do Magnificat destacam sua prontidão diante dos sinais de Deus: ela foi às pressas às montanhas; (4º) O nascimento de Jesus revela sua capacidade de repartir o dom recebido: deu seu Filho aos pastores e aos magos; (5º) A apresentação de Jesus no Templo faz sobressair a fidelidade de Maria às determinações da Palavra do Senhor; (6º) Na fuga para o Egito ela nos ensina o papel do sofrimento na obra da Salvação; (7º) O reencontro de Jesus no Templo prova o senso de responsabilidade de Maria: Teu pai e eu te procurávamos, ansiosos! (Lc 3,48); (8º) As bodas de Caná destacam sua atenção ao outro; (9º) A participação de Maria na vida de Jesus nos ensina seu amor pelo Reino; (10º) A bênção que Maria recebeu por estar entre aqueles que “ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11,28) nos recorda as bênçãos que o Senhor quer nos dar; (11º) A presença de Maria aos pés da cruz, onde esteve de pé, é um lembrete sobre a necessidade de completarmos em nossa carne o que falta à paixão de Cristo; (12º) A oração de Maria no Cenáculo, na novena de Pentecostes, faz sobressair sua abertura ao novo.

A espiritualidade das espiritualidades

Entende-se por espiritualidade uma vida conduzida pelo Espírito Santo. Para Von Balthasar, a espiritualidade das espiritualidades é a mariana. Cada cristão é chamado a “viver Maria”– isto é, a deixar Cristo transparecer em sua vida, a ponto de poder afirmar: Eu vivo, mas já não sou eu que vivo: é Cristo que vive em mim (Gl 2,20). Como a espiritualidade mariana consiste em deixar que Cristo se forme em nós, por obra do Espírito Santo, fica a pergunta: Poderia haver, na vida da Igreja, uma espiritualidade mais bela e importante?

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)



Perfil Mariano na Igreja

Jesus funda a Igreja sobre três pilares:
1. A Palavra nos faz homens novos, porque a Palavra nos converte;

2. Os Sacramentos, realizam em nós a unidade com Cristo Jesus;

3. O Ministério: Jesus nos guia com seus carismas.

Esses pilares constituem a rocha, o PRINCIPIO PETRINO.

A Igreja se realiza plenamente somente se encontra em nós uma acolhida e uma resposta: este é o PRINCIPIO MARIANO.  Sem o “sim” de Maria não haveria Igreja.

Em que consiste a acolhida e a resposta de Maria?

1) O seu “FIAT” na Anunciação:
Maria deixa que o Verbo se encarne nela.
Também nós somos chamados a dizer o nosso “sim” pessoal a Maria. Isto, é para todos os batizados; todos são chamados à santidade. Como? Vivendo a Palavra; a palavra nos é dada como dom, mas cabe a mim viver a Palavra na vida; este é o principio mariano. Cabe a mim ser Maria.
Também os sacramentos (principio petrino) são dados como dons; mas, por exemplo, eu devo ser Eucaristia para os outros. Maria é o primeiro sacrário, mas Jesus não quer ficar fechado, deve ser doado.
Maria deu seu “sim” inteligente: aderiu à vontade de Deus.
A resposta de Maria se prolonga na história no nosso “sim” !

2) O seu “Fiat” aos pés da cruz: Não basta abrir-se ao agir de Deus, precisa abrir-se também aos outros.
O primeiro “sim” é o sim da ; o segundo “sim” é o sim da caridade na sua dilatação eclesial, que abraça a todos. Aos pés da cruz  Jesus é substituído por João. Maria se abre sem reservas aos outros, à nós, à inteira humanidade. Isto, é para ser vivido pela Igreja toda; é abertura radical aos outros. Entrar na lógica de dar a vida; Maria é o exemplo como discípula: fazer a experiência de gerar Jesus nos outros, através do amor mútuo: “amai-vos uns aos outros…”Amando, geramos Jesus! Jesus em nosso meio! Maria morre a Jesus na cruz e gera Jesus nos outros (João).

Tendo Maria como modelo, fazer nascer  a Igreja no amor recíproco, isto é dar a vida para os outros, suscitar a experiência de Deus nos outros.

A Igreja é Cristo existente como comunidade: Maria teve que perder Jesus para reencontrá-lo como comunidade.
A vida consagrada é ser Maria na caridade; dar a vida na comunidade; a Igreja é amor recíproco.

Maria e João, debaixo da cruz, formam a primeira célula da Igreja.
Vale mais quem ama mais!

ETAPAS DO PERFIL MARIANO:

O CAMINHO DE MARIA

Cada um de nós tem seu caminho pessoal com Deus, mas tem a “Via Mariae”!
Este é a atualização do evangelho:

1) A Anunciação: cada um de nós teve em sua vida uma anunciação; é importante percorrer novamente estes momentos de vocação. Tem também uma anunciação para uma chamada a viver a comunhão, viver a via do amor, da unidade; viver o amor recíproco 24 horas. Na vida temos muitosmomentos de anunciação. (Lc 1,26-38)

2) A  Visitação: Maria no Magnificat, canta a sua experiência de Deus. O magnificat é a obra de Deus em sua vida; entende o sentido, o fio de ouro com o qual Deus conduz a sua vida. Reler a vida e ver como nós somos construtores de comunhão. Aprendemos de Maria a agradecer  e a contar as maravilhas que Deus opera em nossa vida. (Lc 1,39-56)

3) O Nascimento de Jesus: vivendo o amor percebemos a graça de estabelecer a presença de Jesus em nosso meio. Amando tornamos presente Jesus em nosso meio! (Lc 2,1-7)

4) A fuga no Egito: precisa proteger o Menino Jesus. Sempre haverá obstáculos, pessoas que não nos compreendem, que gozam de nós… reforçar a presença de Jesus em nós e preservar a liberdade dentro de nós. (Mt 2,13-18)

5) Maria apresenta Jesus ao velho Simeão: este é também um anúncio para Maria: uma espada transpassará a tua alma! Depois do encontro com Cristo, quase sempre chega a cruz: Jesus crucificado, abandonado e ressuscitado é o caminho da comunhão. Com Maria, nos consagremos a Jesus como pessoa viva a ser seguida. Em cada divisão, dificuldade… está Ele! Ele é o esposo da alma!  (Lc 2,22-35)

6) Maria perde Jesus que permanece no templo entre os doutores: no começo sentimos ardor, entusiasmo… mas depois de um tempo Deus retira suas graças, parece ter perdido a DeusPorque fizeste isso? Tudo o que Deus nos dá som dons; agora é dada a você a possibilidade que sempre pode amar, sem ajudas, sem apoios… é para cavar em ti o amor genuíno, sincero, para não confundir os dons de Deus com o próprio Deus. Ele depois volta novamente! Todos podemos nos ajudar a reencontrar a Jesus! (Lc 2,41-50)

7) A Vida escondida em Nazareth: depois da Trindade, a unidade entre Maria e Jesus é a mais perfeita: é o espelho para a nossa unidade, para a nossa intimidade com Jesus. (Lc 2,51-52)

8) Maria segue Jesus na vida pública: Jesus cura, anuncia, opera. Estar com Jesus na construção da Igreja. Jesus está presente e forma em nós pequenas igrejas, curando os doentes. Construir células trinitárias: a comunhão me ajuda e perceber melhor o que Jesus me diz.

9) Maria aos pés da cruz: Maria perde Jesus sendo substituído por nós. Perde Jesus para cumprir a vontade de Deus e construir nós como filhos; perde Jesus que é substituído por cada um de nós; cumpre uma nova vontade de Deus: tomar João como filho. Juntamente com João Maria tornou-se a primeira célula da Igreja onde Jesus é presente. Jesus vive o abandono do Pai; Maria vive o abandono do Filho. Caminhemos tendo uma mão em Jesus crucificado e outra em Maria. (Jo 19, 25-27)

10) Maria no Cenáculo: Maria é a Rainha dos Apóstolos: é a nova maternidade universal! (At 2,1-12)

Fonte: www.santoeusebio.org.br/







Semana Nacional da Família – 2016.




Hora da Família 20 – 2016

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Misericórdia na Família: Dom e Missão”,


De 14 a 21 de Agosto de 2016

NA SUA PARÓQUIA



Hora da Família 2016


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio oferece sete encontros, além de celebrações como Via-Sacra em família, celebração para o Dia dos Pais, Dia dos Avós e Dia das Mães.

Com uma proposta moderna e explicativa, o material é organizado de forma interativa, propondo encontros participativos e celebrativos, buscando envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos.

“O ‘Hora da Família’, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, sugere o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa.

O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, orienta que as equipes da Pastoral Familiar e agentes repassagem o “Hora da Família” 2016, com o valor de venda indicado de R$ 3,00. Desta forma, o material chegará a muitas famílias por um preço acessível, gerando assim um amplo processo de evangelização neste Ano da Misericórdia.

Para padre Moacir, o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica o sacerdote.

Confira os encontros:  

Obs: Click no título para ver o texto base do livrinho em PDF fornecido pela Arquidiocese de Campinas.

1º Encontro – Criados por um Pai Misericordioso

2º Encontro – Criados na Misericórdia e para Misericórdia

3º Encontro – Procurados pela Misericórdia

4º Encontro –

Família e Igreja, lugares da Misericórdia

5º Encontro –

O perdão na Família– Fonte de reconciliação e libertação

6º Encontro – As obras de misericórdia na família e da família

7º Encontro – A família promotora da misericórdia na sociedade

Semana Nacional

O “Hora da Família” 2016 está em sintonia com a Semana Nacional da Família, que acontece de 14 a 21 de agosto, em todas as comunidades do Brasil. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares, oferecendo roteiros de orações e cantos para motivar a atividade.

Como adquirir

O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN. Encomendas podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900, ou pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

Material de apoio.

Confira os detalhes no site: www.cnpf.org.br

Temas para pesquisa Link’s neste site:

Família – primeira escola de misericórdia.


 Baixe a capa e o cartaz da campanha de 2016:

Semana_familia_2015


Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


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Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


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As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




Batismo_Espírito_1 Fruto_do_Espirito


Efusão_no_Espirito_1

Queira Receber a Efusão do Espírito!



Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Oração de Madre Teresa de Calcutá.



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ORAÇÃO:

Mantenha seus olhos puros para que Jesus possa olhar através deles.

Mantenha sua língua pura para que Jesus possa falar por sua boca.

Mantenha suas mãos puras para que Jesus possa trabalhar com suas mãos.

Mantenha sua mente pura para que Jesus possa pensar seus pensamentos em sua mente.

Mantenha seu coração puro para que Jesus possa amar com seu coração.

Peça a Jesus para viver sua própria vida em você porque:

Ele é a Verdade da humildade.

Ele é a Luz da caridade.

Ele é a Vida da santidade.

Amem!



O Papagaio na Gaiola de luxo:


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Semeando a cultura de Pentecostes


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A santidade de Madre Teresa de Calcutá.



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Madre Teresa de Calcutá possui esta belíssima e profunda reflexão sobre a santidade:



Madre Teresa de Calcutá possui esta belíssima e profunda reflexão sobre a santidade:

As pessoas dizem um monte de coisas inteligentes, grandiosas, belas, maravilhosas, enquanto eu digo coisas aparentemente bobas, coisas que até crianças podem compreender. E, no entanto, as pessoas são infladas por estas palavras, porque conseguem compreendê-las e torná-las suas, pois a santidade não é um luxo para poucos escolhidos.

A santidade é um dever para todos, para vós e para mim. Mas o que é a santidade? A santidade é aceitar  a vontade de Deus com um grande sorriso…Nisso ela se resume.

Aceitar a vontade de Deus, aceitá-lo quando surge em nossa vida, aceitar que tome de nós o que quiser, aceitar que nos use como quiser…sem nos consultar. Mas, infelizmente, queremos ser consultados!

A santidade é deixar que Ele nos use, que se sirva de nós, nos faça em pedaços, nos esvazie completamente de nós mesmos.”

Sábias palavras de Madre Teresa!! A santidade não é  um privilégio de poucos…os santos foram também pecadores como nós, que um dia souberam  aceitar a vontade de Deus com alegria, mesmo nos momentos de provações e perseguições.

O Papa Bento XVI, baseando-se em São João da Cruz afirmou:

A santidade não é uma obra nossa, muito difícil, mas é exatamente essa “abertura”: abrir as janelas da nossa alma para que a luz de Deus possa entrar, não esquecer de Deus, porque exatamente na abertura à sua luz se encontra a força, se encontra a alegria dos remidos. Peçamos ao Senhor para que nos ajude a encontrar essa santidade, deixemo-nos amar por Deus, que é a vocação de nós todos e a verdadeira redenção”.

Assim, podemos dizer que a santidade está nesse “esvaziar-se de nós mesmos”, e na abertura do nosso coração à Deus. A santidade está na simplicidade de quem mantém um coração de criança, como nos disse Jesus: “Deixai as crianças virem a mim. Não as impeçais, porque a pessoas assim é que pertence o Reino de Deus.”




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Dez bons motivos para se ler a Bíblia Católica.



POR QUAL MOTIVO EU LERIA A BÍBLIA?


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          Muitas pessoas não tem o costume de ler a Bíblia, outros tem preguiça mesmo, tem os que preferem ler outras coisas até mesmo com muitas paginas a mais, isto só porque não sabem o que estão perdendo, pois depois que experimentam um pouquinho lamentam o tempo que foi perdido, por isso não perca mais tempo em sua vida, comece a ler a Bíblia agora mesmo, estou passando aqui apenas 10 razões para que você faça isso, porém existem muito mais a encontrar dentro deste tesouro.



1 – Para ter alegria.

Sem a Palavra de Deus, é impossível viver livre da ansiedade e inquietação:

“Vós me ensinareis o caminho da vida, há abundância de alegria junto de vós, e delícias eternas à vossa direita.” (Salmo 15,11).

“Neemias disse-lhes: Ide para as vossas casas, fazei um bom jantar, tomai bebidas doces, e reparti com aqueles que nada têm pronto; porque este dia é um dia de festa consagrado ao nosso Senhor; não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força. (Neemias 8,10)


2 – Para ter paz.

O Senhor lhe concederá a paz que o mundo não lhe pode dar. Primeiro, porém, você precisa encontra-la na Palavra de Deus:

Grande paz têm aqueles que amam vossa lei: não há para eles nada que os perturbe. (Salmo 118,165).


 3 – Para receber cura & libertação.

Você precisa estudar a Palavra de Deus para descobrir em que áreas necessita de libertação

“Enviou a sua palavra para os curar, para os arrancar da morte.” (Salmo 106,20) 

E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos livrará(João 8,31-32).  


 4 – Para ter sabedoria.

O conhecimento da Palavra de Deus é o ponto de partida para você desenvolver sabedoria

“A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples.” (Salmo 18,8)

“Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.” (Oséias 4,6)


 5 – Para saber aonde você está indo.



Você não tem como prever o futuro nem como saber exatamente para onde está rumando, mas a Palavra de Deus a guiará

“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho.” (Salmo 118,105).  

“Eis o que diz o Senhor, teu Redentor, o Santo de Israel: eu sou o Senhor teu Deus, que te dá lições salutares, que te conduz pelo caminho que deves seguir.” (Isaías 58,17)


 6 – Para ter sucesso.

Quando você vive de acordo com os ensinamentos da Bíblia, seus caminhos prosperaram e você é bem-sucedido

“Traze sempre na boca (as palavras) deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido.” (Josué 1,8).

“Já sei que o Senhor reservou a vitória para seu ungido, e o ouviu do alto de seu santuário pelo poder de seu braço vencedor.” (Salmo 19,7). 


 7 – Para viver em pureza.

A fim de desfrutar mais da presença de Deus, você precisa viver em santidade e pureza. Para isso, precisa ser purificado por meio da Palavra de Deus

“Como um jovem manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras.” (Salmo 118,9).

“Lavai-me totalmente de minha falta, e purificai-me de meu pecado. …  Aspergi-me com um ramo de hissope e ficarei puro. Lavai-me e me tornarei mais branco do que a neve. (Salmo 50, 4-9)


 8 – Para obedecer a Deus.

Se você não entender as leis de Deus, não terá como obedecer-Lhe

“Mostrai-me, Senhor, o caminho de vossas leis, para que eu nele permaneça com fidelidade. Ensinai-me a observar a vossa lei e a guardá-la de todo o coração. Conduzi-me pelas sendas de vossas leis, porque nelas estão minhas delícias. Inclinai-me o coração às vossas ordens e não para a avareza. (Salmo 118,33-35).


 9 – Para crescer na fé.

Não é possível crescer na fé sem ler e ouvir a Palavra de Deus

“Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo.” (Romanos 10,17).

Antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. (II Pedro 3,18)


 10 – Para discernir entre o bem e o mal.

Nos tempos de relativismo em que vivemos, precisamos ainda mais da Palavra de Deus para fazer distinção entre o certo e o errado.

“O homem espiritual, ao contrário, julga todas as coisas e não é julgado por ninguém.” (II Coríntios 2,15)

Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal. (Hebreus 5,13-14)

E temos ainda outras milhares de razões…



Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Isaías 55,6)


“Virão dias – oráculo do Senhor Javé – em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas (fome e sede) de ouvir a palavra do Senhor. 12. Andarão errantes de um mar a outro, vaguearão do norte ao oriente; correrão por toda parte buscando a palavra do Senhor, e não a encontrarão. (Amós 8)


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“Tu, porém, permanece firme naquilo que aprendeste e creste. Sabes de quem aprendeste.  E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar a sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo.  Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça.  Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra.” (II Timóteo, 3, 14-17)


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As tempestades da vida.



As tempestades da vida, como os milagres, podem apresentar desafios terríveis, bem como oportunidades para crescermos. Mas faz grande diferença o tipo de tempestade em que estamos.

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“O texto é baseado no Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 22-33


 Algumas tempestades, embora enviadas pelo diabo podem provar-nos e convidar-nos a usar a revelação, que já temos. Há milagres esperando para acontecer, como nesta passagem de (S. Marcos 4,35-41).

À tarde daquele dia, disse-lhes: Passemos para o outro lado. Deixando o povo, levaram-no consigo na barca, assim como ele estava. Outras embarcações o escoltavam. Nisto surgiu uma grande tormenta e lançava as ondas dentro da barca, de modo que ela já se enchia de água. Jesus achava-se na popa, dormindo sobre um travesseiro. Eles acordaram-no e disseram-lhe: Mestre, não te importa que pereçamos? E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Silêncio!

Cala-te! E cessou o vento e seguiu-se grande bonança. Ele disse-lhes: Como sois medrosos! Ainda não tendes fé? Eles ficaram penetrados de grande temor e cochichavam entre si: Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem?

Mas há outros tipos de tempestades que Deus envia para mostrar–nos que estamos indo na direção errada, como esta, que conhecemos: O Senhor porém, fez vir sobre o mar um vento impetuoso, e Levantou no mar uma tempestade  tão grande que a embarcação ameaçava espedaçar-se. Aterrorizados, os marinheiros puseram-se a invocar cada qual o seu deus, e atiraram no mar a carga do navio para aliviarem-no. Entretanto, Jonas tinha descido ao porão do navio e, deitando-se a1i, dormia profundamente. Veio o capitão e o despertou: Dorminhoco! Que estás fazendo aqui? Levanta-te, e invoca o teu Deus, para ver se ele se lembra talvez de nós e nos livra da morte. (Jn1, 4-6).

Vemos nestas passagens, duas tempestades, e diferentes objetivos para cada uma. Uma foi enviada por Deus, a outra pelo diabo. Cada situação envolvia um homem dormindo na embarcação. Uma, pela depressão e como fuga para escapar de sua desagradável realidade, e a outra, porque ele estava vivendo a partir do Reino para a terra, e no Reino não há tempestade.

A pergunta é: qual a tempestade em que você está? E você está lidando com ela do modo como Deus quer que você faça? Você deixou os milagres que já presenciou levá-lo a uma posição de fé adequada para seu desafio de agora?

A tempestade dos discípulos foi enviada pelo diabo, para separá-los da vontade de Deus. Algumas pessoas foram enviadas por Deus, para fazê-lo voltar à Sua vontade. Algumas pessoas enfrentam tempestades porque foram para a esquerda quando Deus foi para direita. Em sua misericórdia, Deus traz uma tempestade para levá-los de volta. Outros enfrentam tempestades porque estão no meio da vontade de Deus. Ele não gosta da tempestade, mas quer treiná-los a usar os instrumentos que já lhes deu para acalmar a tempestade.

A maioria de nós encontra-se numa tempestade e logo conclui que o que tem a fazer é clamar a Deus para intervir e mudar as nossas circunstâncias. Mas este não é o propósito da tempestade; se somente gritamos, estamos abdicando de nosso papel num milagre. Deus nunca permite uma tempestade sem primeiro prover os instrumentos para acalmá-la. Ele quer que usemos esses instrumentos para trazer um resultado miraculoso. Pensem no seu maior conflito ou maior crise do ano passado. Eu lhes garanto que, se bem examinarem, poderão identificar os instrumentos que estarão na barca conosco, mas o inimigo soprará ventos de medo para fazer-nos esquecer onde eles estão.

Muitos veem a tempestade, e rezam o que os discípulos rezaram quando viram Jesus dormindo na barca:Não te importas se estamos perecendo? Jesus levantou-se e respondeu à sua oração. Muitos de nós ficamos contentes quando Deus responde a nossas orações. Podemos até aplaudir os discípulos por fazerem a coisa certa naquelas circunstâncias. Mas Jesus voltou-se para eles e disse: Como, ainda não tendes fé? Um momento, podem eles ter pensado, eu tenho bastante fé para vir falar contigo. E fizeste o que pedi! Eu pensei que eu tinha que pedir e tu tinhas que fazer! Não, não é assim. É de nossa responsabilidade ordenar que aquele obstáculo desapareça. A maior parte do ministério de muitos envolve tentar fazer com que Deus resolva problemas na terra, quando nós é que deveríamos estar ordenando às tempestades que se acalmassem. Deveríamos ver as situações da perspectiva do céu e declarar a palavra do Senhor e observar o céu invadir a terra!

Dom Cipriano Chagas  Data: 11/05/2015

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NO MEIO DA CRISE DA IGREJA CATÓLICA.



A crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos.

Por José Antonio Pagola*

Instituto Humanitas Unisinos, 08-08-2014.

Leia o texto:


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“O texto é baseado no Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 22-33


Não é difícil ver na barca dos discípulos de Jesus, sacudida pelas ondas e sobrecarregada pelo forte vento contrário, a figura da Igreja atual, ameaçada de fora por todo o tipo de forças adversas e tentada de dentro pelo medo e pela pouca fé. Como ler este relato evangélico a partir da crise em que a Igreja parece hoje naufragar?

Segundo o evangelista, “Jesus aproxima-se da barca caminhando sobre a água”. Os discípulos não são capazes de reconhecê-Lo no meio da tormenta e da escuridão da noite. Parece-lhes um “fantasma”. O medo aterroriza-os. A única realidade é aquela forte tempestade.

Este é o nosso primeiro problema. Estamos vivendo a crise da Igreja contagiando-nos uns aos outros desalento, medo e falta de fé. Não somos capazes de ver que Jesus está se aproximando de nós precisamente a partir desta forte crise. Sentimo-nos mais sós e indefesos do que nunca.

Jesus diz-lhes três palavras: “Ânimo. Sou Eu. Não temais”. Só Jesus lhes pode falar assim. Mas os seus ouvidos só ouvem o estrondo das ondas e a força do vento. Este é também o nosso erro. Se não escutamos o convite de Jesus para colocar Nele a nossa confiança incondicional, a quem acudiremos?

Pedro sente um impulso interior e sustentado da chamada de Jesus, salta da barca e “dirige-se para Jesus andando sobre as águas”. Assim temos de aprender hoje a caminhar para Jesus no meio da crise: apoiando-nos, não no poder, no prestígio e nas seguranças do passado, mas no desejo de encontrar-nos com Jesus no meio da escuridão e das incertezas destes tempos.


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Não é fácil. Também nós podemos vacilar e afundar-nos como Pedro. Mas como Ele, podemos experimentar que Jesus estende a Sua mão e nos salva enquanto nos diz: “Homens de pouca fé, por que duvidais?”.

Por que duvidamos tanto? Por que não estamos aprendendo nada de novo da crise? Por que continuamos a procurar falsas seguranças para “sobreviver” dentro das nossas comunidades, sem aprender a caminhar com fé renovada até Jesus no interior mesmo da sociedade secularizada dos nossos dias?

Essa crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos, triunfalismos enganadores e deformações que nos vêm afastando de Jesus ao longo dos séculos. Ele está atuando nesta crise. Ele está nos conduzindo para uma Igreja mais evangélica. Reavivemos a nossa confiança em Jesus. Não tenhamos medo.


Sizenando – 19 de julho de 2016


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É o Senhor



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Semana da Família – 2015.



Hora da Família 19 – 2015

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“O amor é a nossa missão:

a família plenamente viva”.


De 09 a 15 de Agosto de 2015

NA SUA PARÓQUIA



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Hora da Família 2015

Banner e Capa do Livrinho Hora da Família 2015


A edição 2015 do “Hora da Família” está em sintonia com o tema do Encontro Mundial das Famílias, que ocorrerá no mês de setembro, na Filadélfia, com a presença do papa Francisco. Propõe para reflexão “O amor é a nossa missão: a família plenamente viva”.


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Uma cartilha sobre o Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia


“O Encontro Mundial das Famílias é mais do que um evento educacional. Ele é também uma celebração da vida familiar, das famílias e de suas contribuições para o mundo. Os católicos gostam de festa, e as famílias católicas de todo o mundo se reunirão na Filadélfia, nos Estados Unidos, para comemorar com seus estilos distintos e costumes próprios, porém ainda assim como membros de uma mesma família católica, a qual chamamos de Igreja”.

A análise é do jesuíta norte-americano Thomas Reese, jornalista. O artigo foi publicado no sítio National Catholic Reporter, 21-11-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.

Eis o texto:

É oficial. O papa irá participar do Encontro Mundial das Famílias, que será realizado de 22 a 27 setembro de 2015, na Filadélfia. Esta será a primeira visita do Papa Francisco aos Estados Unidos. As cidades de Nova York e Washington também esperam receber o papa, assim como as Nações Unidas, mas nenhuma decisão foi tomada, além da cidade da Filadélfia.

A visita foi amplamente antecipada. Os papas têm frequentemente ido ao Encontro Mundial das Famílias, que tem acontecido em todo o mundo a cada três anos desde 1994. As reuniões são organizadas pela diocese local juntamente com o Pontifício Conselho para a Família. A última foi em Milão, em 2012, e contou com 1 milhão de pessoas na celebração da missa papal.

A reunião também se encaixa bem no desejo do Papa Francisco de ter uma conversação de um ano na Igreja sobre a família em preparação para o Sínodo dos Bispos, em outubro de 2015.

Com base na experiência do passado, a reunião terá um caráter tríplice: catequese, celebração e oração.


Catequese


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A preparação para a parte catequética ou ensinamento do Encontro Mundial das Famílias já está em pleno andamento. A arquidiocese da Filadélfia encomendou um catecismo preparatório, O amor é a nossa missão: A família plenamente viva, que está disponível em inglês e espanhol, com planos de aula do Ensino Fundamental ao Ensino Médio.

De acordo com o site do encontro, o catecismo é “uma coleção sobre aquilo que os católicos acreditam sobre o propósito humano, matrimônio e família. A catequese, como o Encontro Mundial das Famílias, é para pessoas de todas as idades em todas as fases da vida”.

Ela apresenta “o que a Igreja Católica ensina tradicionalmente, então não é algo novo”, mas enfatiza que “o amor é a nossa missão, e é através do amor a Deus e aos outros que seremos plenamente vivos”.

Os tópicos do catecismo, conforme descrito no site do encontro, serão refletidos nos temas da reunião:


I. Criados para a alegria   | Imprimir | Email

Familia[1]Somos mais do que um acidente da evolução. Somos maiores do que a soma de nossa biologia. Deus existe. Ele é bom. Ele nos ama. Ele nos fez à sua imagem para compartilharmos de sua alegria. Ele tem uma participação ativa em nossas vidas. Ele enviou seu único Filho para restaurar nossa dignidade e nos levar para casa com ele.  

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II. A missão do amor

Família Reunida

Deus trabalha através de nós. Temos uma missão. Estamos no mundo para um propósito – para receber o amor de Deus e para mostrar o amor de Deus aos outros. Deus busca curar o universo fragilizado. Ele nos pede para sermos suas testemunhas e seus ajudantes nesse trabalho. 

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 III. O significado da sexualidade humana


Masculino_ou_Feminino_genero_nãoO mundo corpóreo, terreno e tangível é mais do que uma matéria inerte ou uma massa de modelar para a vontade humana. A Criação é sagrada. Tem significado sacramental. Ela reflete a glória de Deus. Isso inclui os nossos corpos. Nossa sexualidade tem o poder de procriar e tem a dignidade de ter sido criada à imagem de Deus. Precisamos viver em conformidade.  

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 IV. Dois que se tornam um

http://www.aascj.org.br/home/2011/02/16/catolico-pode-casar-com-protestante/Não fomos feitos para vivermos sozinhos. Os seres humanos necessitam uns dos outros e se completam. A amizade e a comunidade satisfazem esse anseio com laços de interesse comum e de amor. O casamento é uma forma excepcionalmente íntima de amizade que chama um homem e uma mulher para amarem-se na forma da aliança de Deus. O casamento é um sacramento. O amor conjugal é fecundo e oferecido sem reserva. Este amor é a imagem da fidelidade de Jesus à Igreja. 

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 V. Criando o futuro  

V. Criando o futuroO casamento deve ser fértil e acolher novas vidas. As crianças moldam o futuro, assim como elas mesmas estão sendo moldadas em suas famílias. Sem crianças, não pode haver futuro. Filhos criados com amor e orientação são a base para um futuro amoroso. Crianças feridas pressagiam um futuro ferido. As famílias são a base para todas as comunidades maiores. As famílias são igrejas domésticas, lugares onde os pais ajudam as crianças a descobrir que Deus as ama e tem um plano para a vida de cada um.

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 VI. Todo amor dá fruto  

VI. Todo amor dá frutoNem todos são chamados ao matrimônio. Mas cada vida é chamada a ser fértil. Toda vida tem o poder e a necessidade de nutrir uma vida nova – se não for através de gerar e criar os filhos, então, através de outras formas vitais de auto-doação, construção e serviço. A Igreja é uma família de vocações diferentes, distintas, mas que necessitam e apoiam umas às outras. O sacerdócio, a vida religiosa e a vocação laical celibatária enriquecem e são enriquecidos pelo testemunho do estado matrimonial. Os diferentes modos de ser casto e celibatário fora do casamento são formas de doar a própria vida ao serviço de Deus e à comunidade humana.

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 VII. Luz num mundo de trevas   

VII. Luz num mundo de trevasNa melhor das hipóteses, a família é uma escola de amor, justiça, compaixão, perdão, respeito mútuo, paciência e humildade em meio a um mundo escurecido pelo egoísmo e pelo conflito. Dessa forma, a família ensina o que significa ser humano. No entanto, muitas tentações surgem de forma a tentar nos convencer a esquecer que homem e mulher são criados para aliança e comunhão. Por exemplo, a pobreza, a riqueza, a pornografia, a contracepção, os erros intelectuais filosóficos, entre outros podem criar contextos que desafiam ou ameaçam a vida familiar saudável. A Igreja resiste a essas coisas a fim de proteger a família.

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 VIII. Um lar para o coração ferido   

VIII. Um lar para o coração feridoMuitas pessoas, especialmente hoje, enfrentam situações dolorosas resultantes da pobreza, deficiência, doença e vícios, desemprego e a solidão da idade avançada. Mas o divórcio e a atração pelo mesmo sexo impactam a vida da família de diferentes mas poderosas maneiras. Famílias e redes de famílias cristãs devem ser fontes de misericórdia, segurança, amizade e apoio para aqueles que lutam com essas questões.

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 IX. Mãe, mestra, família: a natureza e o papel da Igreja

IX. Mãe, mestra, família: a natureza e o papel da IgrejaA Igreja tem formas institucionais, porque ela precisa trabalhar no mundo. Mas isso não esgota a sua essência. A Igreja é a Noiva de Cristo, um “ela”, não um “isso”. Nas palavras de São João XXIII, ela é nossa mãe e mestra, nossa consoladora e guia, a nossa família da fé. Mesmo quando o seu povo e os líderes pecam, ainda precisamos da sabedoria da Igreja, dos seus sacramentos, apoio e proclamação da verdade, porque ela é o corpo de Jesus no mundo; a família do povo de Deus em larga escala.

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10. Escolhendo a vida.

Escolher_a_vidaDeus nos fez por uma razão. Seu amor é a nossa missão de vida. Esta missão nos permite encontrar a nossa verdadeira identidade. Se escolhermos abraçar esta missão, vamos ter uma nova perspectiva sobre muitas questões, não apenas sobre a família. Para viver a missão da Igreja doméstica significa que as famílias católicas, às vezes, vivem como minorias, com valores diferentes de sua cultura circundante. Nossa missão de amor vai exigir coragem e força. Jesus está chamando, e podemos responder, escolhendo uma vida de fé, esperança, caridade, alegria, serviço e missão.

8836df04d428903f901fe9a769c1c97a_kak-redaktirovat-pdf-dokument-411-414-c[1]Leia o texto completo:    | Imprimir |


Durante o encontro, também haverá catequese. Importantes palestrantes irão definir um tema seguido por sessões lideradas por outros palestrantes. A agenda preliminar inclui a participação dos seguintes palestrantes:

Pe. Robert Barron, “Vivendo como a imagem de Deus: Criados para a alegria e o amor”
Cardeal Sean O’Malley, “A Luz da Família em um Mundo das Trevas”
Helen Alvaré, “Criando o Futuro: A fertilidade do amor cristão”
Juan Francisco de la Guardia Brin e Gabriela N. de la Guardia, “Um dom de Deus: o significado da sexualidade humana”
Cardeal Luis Antonio Tagle, “A Família: Lar dos Corações Feridos”
Cardeal Robert Sarah, “A Alegria do Evangelho da Vida”

Não parece haver qualquer espaço no programa para uma discussão aberta de questões familiares no espírito incentivado pelo Papa Francisco durante o sínodo do mês passado. Nenhum dos líderes das sessões estão na vanguarda das discussões teológicas de hoje. Nenhum teólogo local, seja da St. Joseph University ou da Villanova University, foi convidado a falar. A Doutrina Social da Igreja também não parece ser um dos principais componentes da catequese.

Celebração e oração

O Encontro Mundial das Famílias é mais do que um evento educacional. Ele é também uma celebração da vida familiar, das famílias e de suas contribuições para o mundo. Os católicos gostam de festa, e as famílias católicas de todo o mundo se reunirão na Filadélfia para comemorar com seus estilos distintos e costumes próprios, porém ainda assim como membros de uma mesma família católica, a qual chamamos de Igreja.

Parte dessa celebração será em oração e liturgia, com a celebração da missa todos os dias. Presume-se que o papa vai celebrar a missa final no dia 25 de setembro de 2015.


Fonte: Uma cartilha sobre o Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Oração da Criança.


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Ensine e incentive seus filhos a conversar com Deus por meio da oração. Quando pequenos talvez seja difícil para eles memorizar as orações e, cá para nós, rezar sem entender o que está dizendo não faz muito sentido. Então, apenas explique que eles podem fechar os olhos, abrir o coração e conversar com o papai do céu. Pedir, agradecer ou apenas contar como foi o seu dia. Eu fazia isso quando criança, conversava com Deus como se Ele fosse um amigo (que na verdade, Ele é).

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele”. Provérbios 22:6.

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Oração:

Senhor! Fazei que toda criança

Quer seja loira ou pretinha,

Da cidade ou lá do morro,

Amarela ou moreninha…

Quer seja das avenidas, Dos sítios,

Seja onde for…

Tenha pão, tenha brinquedo,

Tenha agasalho e saúde

Tenha carinho e amor.

Senhor! Fazei também que a criança

Não conheça nenhum mal,

Que todas sejam felizes,

Que a todas Papai Noel

Visite pelo Natal…

Fazei também, eu vos peço,

Que sejam todas iguais…

Vós sabeis que é muito fácil,

Pois todas querem somente

Ser criança… nada mais.

Fazei, Senhor, que as crianças,

De mãos dadas, cantem todas

A “Ciranda Fraternal”

Da Confiança e da Paz!

Bárbara V. de Carvalho


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Oração: divisor

Jesus fazei de mim
Uma criança saudável
Delicada e atenciosa
Obediente e amável

Muito grata e amorosa
Alegre e inteligente
Meu pai fique satisfeito
E deixe minha mãe contente

Do mesmo jeito a vovó
E o avô também
Que eu seja sempre alegre
Com meus amigos também

Que eu seja a alegria
Dos conhecidos e parentes
Vê a titia e o titio
Felizes e bem contentes

Eu quero distribuir
Amor carinho e amizade
E retribuir a todos
A maior felicidade

Assim vos peço Senhor
Saúde e disposição
Paz, força e luz
Te entrego meu coração

Pai quando eu errar
Me corrige com rigor
E com muita paciência
Dá-me sabedoria e amor.

12/12/2013



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Como ensinar as crianças a rezar?

Em verdade vos digo: todo o que não receber o Reino de Deus com a mentalidade de uma criança, nele não entrará.” (São Marcos 10, 15)

Hoje em dia muitas famílias já não oram mais juntas, e sempre surge a dúvida: Quem deve ensinar as crianças a rezar? A família ou o catequista?

A criança precisa conhecer os elementos básicos da Fé em seus primeiros anos de vida, e nada melhor do que os pais, que são as pessoas mais próximas neste tempo para ensinar. Aquilo que se aprende no início da vida, nunca se esquece.

O primeiro passo é orar com a criança, um verso simples e curto, para que se desperte o desejo de rezar. Um exemplo fácil e muito utilizado é a música “Mãezinha do Céu”:

Mãezinha do céu, eu não sei rezar
Eu só sei dizer quero te amar
Azul é seu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu.

Mãezinha do céu, mãe do puro amor
Jesus é seu filho
Eu também o sou.

Mãezinha do céu vou te consagrar
A minha inocência, guarda-a sem cessar
Azul é teu manto, branco é seu véu
Mãezinha eu quero te ver lá no céu.

Maezinha-do-ceu

É importante ter cuidado com o que se deixa entrar em casa, como revistas e livros com conteúdos impróprios, alguns programas de televisão, músicas, etc. Não é difícil encontrar produtos, infantis inclusive, que podem auxiliar na evangelização das crianças ainda em seus primeiros passos, como Bíblia infantil, rosário para crianças, DVDs com desenhos bíblicos, programas de TV e músicas católicas, imagens de santos como criança, e diversos produtos que podem aproximar a criança da igreja.

O exemplo sempre será melhor forma de ensinar, a criança geralmente imita o pai e a mãe, portanto a oração diária, algumas músicas, o sinal da cruz, ir à missa aos domingos fará com que a criança aprenda rapidamente e essa experiência ficará gravada como algo bom, uma rotina da vida familiar.

Deve-se lembrar que ensinar é diferente de obrigar. O fato de ser obrigado a fazer algo naturalmente gera um desconforto. A criança forçada a orar pode se revoltar contra a igreja e não ter interesse nenhum em se aprofundar nos ensinamentos de Deus. No tempo dela, ela terá vontade de conhecer e aprender as orações e de acompanhar a família à missa.

O catequista ensina o essencial da Fé, e é importante sua participação na vida da criança durante o catecismo. O Papa João Paulo II disse: “A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã, dado em geral de maneira orgânica e sistemática, com fim de iniciá-los na plenitude da vida cristã”.

Além de passar as regras e a doutrina, o catequista tem a missão de promover o encontro pessoal do catequizando com Jesus. Para isso, a criança precisa ter o desejo de Deus, a vontade de estar próxima a igreja e participar do catecismo. A missão de despertar esse desejo, de iniciar essa aproximação é da família, principalmente dos pais. Como é sua participação nos grupos da comunidade?  Quando participa da Santa Missa? Quais são os momentos de oração em família? Quais músicas costuma ouvir? Essas respostas o ajudarão a avaliar sua contribuição na evangelização de seus filhos.

Fonte: http://www.omensageiro.org.br/como-ensinar-criancas-rezar/


“Disse-lhes Jesus: Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham.”

(São Mateus 19, 14)



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