Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


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Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


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As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




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Queira Receber a Efusão do Espírito!



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Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


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Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

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Queira receber a Efusão do Espírito Santo.


“Aspirai aos dons espirituais”

monsenhor Jonas Abib


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Ser instrumento do Espírito Santo não é resultado da nossa perfeição nem da nossa santidade. Pelo contrário! Nosso caminho de santificação, de perfeição, passa, necessariamente, pela efusão do Espírito Santo, pois não é possível apenas com nosso esforço. Certamente, podemos colaborar, cooperar, deixar-nos trabalhar pelo Senhor, mas é Ele quem faz tudo.

Nossa conversão verdadeira acontece quando somos recriados no Espírito Santo. A partir daí, tomamos gosto pela oração, pela escuta da Palavra de Deus, e começamos a participar realmente da Missa e dos sacramentos, a trabalhar na Igreja, cooperando com o Senhor.

Desse modo, não podemos, por nós mesmos, conceder nem privar os outros da graça que recebemos gratuitamente. “Quem crê em mim, do seu seio, do seu interior, jorrarão rios de água viva.” Basta isso.

Quando recebi a efusão do Espírito Santo, tudo durou um dia só. Padre Haroldo J. Rahm, SJ, passou pelo nosso seminário e concedeu um dia de retiro aos seminaristas. Ele falou sobre os dons, os carismas do Espírito Santo, sobre a Renovação Carismática. Na época, não entendi o que significava efusão do Espírito, dons nem carismas na perspectiva da Renovação Carismática. Sabia o que eram os carismas, os dons, mas não da maneira como estava acontecendo: as pessoas sendo curadas, orando em línguas. A confusão tomou conta de minha cabeça. Não entendi nada.

“Tudo começa pela efusão do Espírito”, disse monsenhor Jonas Abib


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No entanto, o Senhor semeou, no meu coração, um desejo muito grande. Nem sabia que graça era aquela que receberia, mas a queria muito. Quando o padre Haroldo impôs as mãos sobre mim e fez uma oração breve, não senti nada, pareceu-me que nada havia acontecido. Mas, à noite, sozinho no pátio do seminário, comecei a orar como nunca havia orado na minha vida.

Tudo começou a mudar, foi o surgimento do olho-d’água. Era aquela a efusão no Espírito Santo, do jeito que Jesus falou: “Do seu interior correrão rios de água viva”. Sabemos que um rio de água viva nasce de um olho-d’água, não há outra forma. Foi assim na minha vida; será assim na sua.

Depois de três meses, fui fazer uma experiência de oração com padre Haroldo e levei três jovens comigo; foi então que, ouvindo as palestras sobre efusão do Espírito e os dons, comecei a entender o que estava acontecendo comigo. Nos três meses anteriores, Deus me deu a graça de experimentar muitas coisas novas. Meu sacramento e minha vida mudaram e tornou-se mais verdadeiro o arrependimento dos meus pecados.

Ali, na experiência de oração, fui encontrar a explicação daquilo que, pela graça de Deus, estava vivendo.

Você quer ou não ser transformado pelo Espírito Santo? Não sei o grau de sua aridez, de suas dificuldades espirituais, só sei que chegou a hora: o Senhor quer que você mergulhe na graça da efusão do Espírito Santo.

Vamos dizer ao Senhor: Senhor Jesus, quero receber a efusão do Espírito Santo, como diz a Tua Palavra: “Sereis batizados”. Quero ver-me banhado no Teu Espírito, possuído, até as últimas fibras do meu ser, pelo Espírito Santo de Deus. Vem, Espírito!

“Sim, Jesus, dá-me Teu Espírito. Plenifica-me, Senhor. Derrama sobre mim o Teu Consolador. Senhor, concede-me a graça. Peço que manem de mim rios de água viva, que se realize em mim a promessa: ‘Vós sereis batizados no Espírito Santo’. Realiza a Palavra, Senhor Jesus:

‘Do seu interior correrão rios de água viva’. Realiza a Palavra: ‘Descerá sobre vós o Espírito Santo. Recebereis força, poder e sereis minhas testemunhas até os confins da terra.’”

Vem, Espírito Santo, porque eu preciso de Ti agora. Cobre cada um dos meus (nomeie cada pessoa que você deseje abençoar) e o conduz a Tua Igreja. Vem, Espírito Santo, derrama-Te sobre nós. Jesus, Tu és o batizador; batiza-nos no Espírito Santo. Precisamos desta graça. Cumpra-se, Senhor, a Tua Palavra. Amém!


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Artigo do livro:

“Aspirai aos dons espirituais”,

monsenhor Jonas Abib.


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Efusão significa um novo Derramamento do Espírito.


EXPLICANDO O ACONTECIMENTO DE UMA FORMA MAIS DINÂMICA.


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A palavra Batizar significa mergulhar.

A palavra Efusão significa Derramar.

Em ambos os casos configura-se a ação do Espírito Santo na pessoa como se fosse uma água viva que molha todo o corpo conforme a simbologia usada por Jesus em (São João 7,38).

“Quem crê em mim, como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva. (Zc 14,8; Is 58,11).

O Batismo recebido por Jesus das mãos de São João Batista era um mergulho nas águas do Rio Jordão que molhava todo o corpo, a pessoa deveria ficar totalmente submersa por alguns instantes representando assim uma morte e um reviver imediato ao sair da água. Uma morte para o pecado do homem velho e o renascimento de um novo homem comprometido com a santidade.

A Igreja Católica hoje usa o método da “EFUSÃO” para o Sacramento do Batismo.   Ou seja, usa um derramamento de água sobre a fronte da pessoa, principalmente pelo fato de estarmos Batizando crianças que correriam riscos desnecessários ao serem mergulhadas em um rio como Jesus foi.  Também foi desta forma que Deus cumpriu a sua promessa em Pentecostes.  Ele derramou chamas de fogo que repousaram sobre cada um dos apóstolos que estavam presentes no Cenáculo, assim também usamos apenas um derramamento para efetuar o Batismo e para se referir ao Batismo no Espírito que foi na verdade um derramamento e não um mergulho propriamente dito.

De uma forma ou de outra o que importa mesmo é receber a água viva do Batismo como algo que nos molhando ou nos encharcando provoca um mesmo efeito espiritual tirando de nós toda sujeira da alma e do espírito como a equivalência de um banho e uma limpeza de tudo que poderia impedir a ação de Deus em nossas vidas, inclusive e principalmente o pecado que não é uma sujeira que está grudada na pele exterior do corpo e sim uma sujeira que gruda na nossa alma, sendo que o lavar desta água externa é apenas um reflexo da verdadeira “ÁGUA VIVA” que jorra internamente no ser humano dentro de seu coração lavando-o de toda sujeira do pecado.


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A Efusão externa é visivelmente apenas um derramamento de água sobre a pessoa, mas a efusão interna é um derramamento espiritual que impregna toda sua alma de uma forma equivalente ao molhar do corpo externo.

A Palavra de Deus vai muito além de uma ação visível e exterior no corpo humano, pois Deus declara na profecia que vai penetrar e introduzir seu Espírito dentro de nossos corações.   Ele diz que “TODOS” o conhecerão porque este Espírito que nos penetra irá nos revelar a pessoa de CRISTO nos levando ao conhecimento do Deus verdadeiro.   Este “CONHECIMENTO DO SENHOR”, não se trata de “SABEDORIA humana”, história ou conteúdo de memórias e dados de aprendizado, mas se trata de uma “INTIMIDADE PESSOAL”,   Você tem muitos amigos e sempre terá um amigo que é mais chegado no qual você confia de forma a ser capaz de partilhar os seus segredos mais íntimos.   Se perguntamos o “POR QUE?” que somos capazes de partilhar segredos  com nosso melhor amigo e não somos capazes de contar nada sobre nós à uma pessoa desconhecida a resposta será simplesmente porque “CONFIAMOS NELE” e confiamos porque conhecemos.    Assim também acontece com o conhecimento do Senhor expresso na profecia de (Jeremias 31) “Porque todos me conhecerão…”, nada mais é que uma apresentação de Jesus à pessoa que recebe o Espírito Santo, assim, aquele Jesus que parecia tão distante de nós de repente num piscar de olhos se torna o nosso melhor amigo ao qual seremos capazes de “CONFIAR” ao ponto de lhe contar os nossos maiores segredos e depositar até mesmo as nossas vidas em suas mãos como São Pedro foi capaz de se lançar-se ao mar e caminhar em direção a Cristo.    Quando “CONHECEMOS” E “CONFIAMOS” em alguém a este ponto somos capazes de abrir as portas de nossa casa para que Ele entre, não só a porta da sala de visitas, mas também aquela porta que vive trancada do porão onde você esconde todas as suas coisas velhas e tranqueiras inúteis e os segredos que você esconde de todas as visitas “DESCONHECIDAS”.

Muitas vezes chamamos este acontecimento de uma “EXPERIÊNCIA PESSOAL COM JESUS”, ou seja, você “CONHECEU JESUS PESSOALMENTE” a ponto de lhe confiar todos os seus segredos e abrir-lhe todas as portas de sua casa, quem não “CONHECEU E NÃO CONFIA EM JESUS A ESTE PONTO” não sabe o que é verdadeiramente uma “EFUSÃO NO ESPÍRITO” e por isso dizemos que todos precisam ter esta experiência pessoal com Jesus, PORQUE ELA É PESSOAL E INTRANSFERÍVEL.

Em uma outra Profecia Deus nos diz que:

“A Terra se encherá do conhecimento do Senhor assim como as águas cobrem o fundo do mar…”   (Isaías 11,9) e (Habacuc, 2,14)

O Sentido e tradução desta Profecia é que o Pai declara que seu Amor é tão imenso que será capaz de abraçar a todos os homens de uma só vez e fazer com que eles permaneçam sobre suas asas como a galinha acolhe todos os seus pintinhos para protegê-los do mal.  Este amor é o Espírito Santo Derramado sobre nós “a Igreja viva”, “INFUNDIDO” sobre nós o que abrange todo nosso ser como se estivéssemos totalmente mergulhados neste “MAR” DE água viva e não apenas um rio ou um copo d’água que nos molha, pois as águas vivas que o Pai derrama sobre nós são comparadas ao oceano que ocupa todo o planeta (Como o dilúvio de Noé) e o mais importante disso é que no fundo do mar permaneceremos sempre cheios deste Espírito. Eternamente e não apenas nos molhando agora e nos secando logo em seguida com uma toalha.


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Existe um ditado popular que diz:

“Quem sai na chuva é porque quer se molhar…”

Também é correto afirmar o contrário:

“Quem não quer se molhar não deve sair na chuva e nem mergulhar em uma piscina…”

Queremos dizer que em comparação com a chuva que cai do céu, a GRAÇA do ESPÍRITO SANTO também está caindo como jamais caiu antes nesta terra.    Assim como o Espírito Santo foi derramado sobre os Apóstolos em Pentecostes assim também Ele está sendo derramado sobre todos nós hoje, a unica diferença é que os Apóstolos foram para a chuva para se molhar e não levaram nenhum guarda chuva porque queriam ficar totalmente encharcados do Espírito Santo, olharam para o céu e pediram com o peito aberto:

“Senhor Envia tua chuva agora, tua chuva de graças e a chuva da água viva do Teu Espírito…”

“Eu quero saciar a minha sede de Ti Senhor…”

“Senhor, Envia teu Espírito agora…”

“Senhor, cumpra tua promessa em meu coração…”

“Senhor, eu quero estar cheio do teu Espírito…”

“Senhor, eu quero te conhecer, crer e confiar em ti de todo meu coração…”

“Senhor, eu abro as portas da minha casa e do meu coração para que você possa entrar e fazer a tua morada em meu ser…”

Nós estamos acostumados a sair de casa e olhar para o céu, se estiver nublado já é o suficiente para levarmos o guarda chuva para não correr o risco de nos molharmos.   Conheço muitas pessoas que fazem o mesmo quando vão ao encontro de Jesus assim como Nicodemos, sim muitas pessoas resistem a participar de um encontro fechado e quando vão chegam lá bem protegidas com medo de se molhar e o nosso trabalho mais difícil é mesmo quebrar esta proteção para que eles molhem pelo menos um pouquinho.

“Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto.  Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á.”   (S. Mateus, 7,8)

Não pedimos e por isso não recebemos, não aguardamos e por isso não experimentamos, não cremos e por isso não vemos a glória de Deus brilhar como Moisés viu.


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É correto dizer que para não cair em pecado, basta se afastar das tentações e também é correto dizer que se nos afastarmos de Deus e não tivermos a coragem de rasgar os nossos corações e entrar nesta chuva de peito aberto certamente iremos permanecer bem enxutos, porém totalmente vazios da graça de Deus.

É preciso que tenhamos a coragem de fazer o mesmo que os Apóstolos fizeram:

Permaneceram em Jerusalém até que Jesus cumpriu a Promessa de enviar seu Espírito Santo, caso contrário jamais receberemos esta água viva em nossos corações e jamais conheceremos o Senhor como Ele realmente É.


Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


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A Ascensão do Senhor Jesus Cristo ao Céu.



O significado teológico da Ascensão do Senhor

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Doutrina Católica

Cônego Henrique Soares da Costa



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Façamos antes de tudo duas observações: 


Tema completo:

(1) Jesus ressuscitado tem uma vida divina, o Espírito Santo que ele recebeu do Pai na ressurreição e, agora, impregna toda a sua natureza humana, corpo e alma. Ora, esta vida divina do Ressuscitado é a força criadora e sustentadora de todo o tempo: Jesus entrou, pela ressurreição e imediatamente após a ressurreição, no princípio dos tempos, acima de todos os tempos, trazendo em seu presente todos os tempos. Sendo a vida divina o suporte de todo o tempo e seu eterno presente, o Cristo ressuscitado não somente pode interferir no tempo, mas também manifestar-se nele progressivamente pelas aparições, ascensão e pentecostes.

(2) O «céu» ao qual se alude na ascensão não é um lugar físico, mas a própria vida na comunhão trinitária: é o âmbito do Deus Uno e Trino, o estar do Filho com o Pai no Espírito Santo, numa comunhão plena e inenarrável de vida e amor, de plenitude e glória.

Biblicamente os dados sobre a ascensão são variados e complexos:

a) Mateus não fala dela porque deseja sublinhar a presença contínua de Jesus entre os seus discípulos:

Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos! (Mt 28,20).

b) Para Marcos a ascensão, apresentada logo depois do colóquio com os discípulos no Cenáculo, é vista como o ingresso definitivo de Jesus, também com a sua humanidade, na onipotência divina (cf. Mc 16,19). O «sentar-se à direita» indica a participação de Cristo, também com sua natureza humana, na potência real de Deus. Já São João Damasceno notava que a Direita do Pai não é um lugar, mas imagem da sua potência criadora. O “sentar-se à direita” significa, em última análise, que Cristo entrou, também com a sua natureza humana, na potência onicompreensiva de Deus.

c) Lucas, por sua vez, coloca a ascensão na mesma tarde da ressurreição (cf. Lc 24,13.19).

d) Em João, esta acontece na manhã mesma da ressurreição (cf. Jo 20,17).

e) É para os Atos dos Apóstolos – cujo autor é também Lucas – que a ascensão ocorre somente quarenta dias após a páscoa (cf. At 1,2s) e com uma descrição muito diferente da do Terceiro evangelho (cf. At 1,9-11)!

Uma coisa é certa: no pensamento do Novo Testamento, a ascensão deve ser colocada em relação com a ressurreição, tratando-se, portanto, de um evento que sublinha a glorificação celeste de Cristo. Esta é a sua primeira especificidade em relação à ressurreição. Ao afirmarmos a ressurreição, queremos dizer que Cristo foi vivificado, que venceu a morte, que o Pai não o abandonou e glorificou sua humanidade. Ao proclamarmos a ascensão, dizemos que este Cristo está com o Pai, imerso na sua glória e participando do seu senhorio sobre todos os tempos e toda a criação.

A diversidade temporal entre ressurreição e ascensão, apresentada nos textos do Novo Testamento (um espaço de quarenta dias nos Atos!) não é importante e deve-se à diferença tempo-eternidade. Cristo, ressuscitado e subido ao céu no mesmo dia da Páscoa, não cessou, por algum tempo, de dar instruções aos seus discípulos (cf. At 1,2) – é isto que os textos bíblicos querem dizer.

Note-se que o evento enquanto tal é real e possui um significado próprio; em outras palavras: a ascensão não é um mito; é uma realidade e um mistério de fé bem concreto. O modo como ela é narrada nos Atos é que tem um forte tom alegórico para exprimir uma realidade que nos ultrapassa totalmente! Logo Lucas, tão preocupado com a dimensão histórica (cf. Lc 1,1-4), propositalmente apresenta a ascensão de dois modos tão diversos (no Evangelho e nos Atos) exatamente para chamar atenção para a finalidade teológica de sua apresentação: a ressurreição não significa que a história humana tenha chegado ao seu termo e que o retorno de Jesus seja imediato. Lucas deseja mostrar que, a partir da Páscoa, Deus concede à Igreja espaço e tempo para desenvolver-se além de Jerusalém, da Judeia e da Samaria, até os confins da terra (cf. At 1,18). Assim, a ascensão não pode ser pensada como uma viagem espácio-temporal de um Jesus voando pelo espaço sideral, mas como entrada de Jesus-homem no âmbito do Pai, na sua glória divina. Sua humanidade, igual à nossa, agora está divinizada e entrou no âmbito de Deus uno e trino! Assim, trata-se de um caminho para o Pai, sendo um evento meta-histórico, transcendente, que se realiza no silêncio santo do mistério de Deus. É importante insistir: a ascensão não acontece na história humana; é um evento real, mas não é um evento histórico, pois ocorre no seio do Deus-Trindade! Note-se que aquele que ascende já não mais pertencia a este mundo: não é alguém deste mundo, mas o Ressuscitado – aquele que saiu do mundo na sexta-feira santa, entrando na morte, e saiu da morte, ressuscitado no domingo de páscoa, para entrar no Pai! Por isto mesmo, não se trata de um caminho visível, podendo ser narrado somente metaforicamente. Efetivamente, é o que São Lucas faz nos Atos dos Apóstolos!

Teologicamente, podemos apontar quatro significados para este evento salvífico:

1 – A ascensão como presença permanente de Cristo glorioso na Igreja. Neste sentido move-se o silêncio de Mateus: para ele a ascensão é um evento invisível aos homens, que se realizou em relação com a ressurreição. Mateus a compreende como presença contínua e misteriosa de Jesus entre os discípulos mesmo após a ressurreição:

Toda autoridade sobre o céu e sobre a terra me foi entregue. Ide, e fazei que todas as nações se tornem discípulos… E eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos (Mt 28,18-20).

Assim, Mateus interpreta a vida do cristão na espera da Vinda do Senhor como uma existência em sua companhia já agora (cf. Mt 18,20): Cristo está presente também na ação apostólica da Igreja. Esta convicção está presente também nos outros textos neotestamentários: após a ascensão, são os discípulos que se tornam a manifestação da presença do Senhor no mundo. A ascensão é, portanto, um mistério de transformação íntima: até então Jesus tinha se dirigido ao mundo de modo visível; a partir de sua subida, ele encontra o mundo através dos seus discípulos; é neles que o Senhor se dirige ao mundo. A ascensão não é um perder-se de Jesus na imensidão do céu, mas sua plena imersão na Igreja, Comunidade dos seus discípulos, nos quais ele efunde o seu Espírito. Isto quer dizer que o Cristo está muito mais íntimo e interior à sua Igreja, aos seus discípulos e ao próprio mundo que antes da ressurreição!

2 – A ascensão como evento escatológico. A narrativa dos Atos sublinha este sentido: as nuvens podem evocar a parusia final, Vinda gloriosa do Senhor (cf. Lc 21,27; Ap 1,7; 14,14) em conexão com a presença e as palavras dos anjos.

Este Jesus, que foi arrebatado dentre vós para o céu, assim virá, do mesmo modo como o vistes partir para o céu (At 1,11).

Note-se que aqui são indicados dois importantes momentos da historia da salvação: ascensão e parusia; ambos são aspectos da mesma dignidade messiânica de Jesus – no primeiro momento (ascensão) ele entra no âmbito de Deus para tomar posse do reino escatológico, cuja potência descerá manifestamente ao mundo no Último Dia (parusia). A Igreja, novo povo de Deus vive, então, com o olhar para o céu, numa atitude de espera, de modo que a ascensão sublinha esta ânsia escatológica da Igreja e seu desejo de estar novamente com o Senhor.

3 – Ascensão como retorno ao Pai. Para João, a ascensão torna-se visível no levantamento da cruz (cf. Jo 3,14; 8,28; 12,32s): trata-se do momento do retorno de Jesus ao Pai. Assim, todo o destino de Jesus é finalizado à ascensão: sua descida pela encarnação é já endereçada à subida.

Saí do Pai e vim ao mundo; de novo deixo o mundo e vou para o Pai (Jo 16,28).

Ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem (Jo 3,13).

Deste modo, a ascensão é o cumprimento da encarnação e da redenção: o Ressuscitado já subiu ao céu, já foi entronizado à Direita do Pai, atraindo seus discípulos a esta comunhão divina (cf. Jo 14,20; 17,23). Jesus, entronizado junto ao Pai, e Senhor de tudo e pólo de atração de toda a história humana e de todo o universo!

4 – A ascensão no seu aspecto cósmico e sacerdotal. Para Paulo, a ascensão leva a cumprimento um caminho cósmico de Cristo, que do mais profundo dos abismos conduziu-o à Direita de Deus.

O que desceu é também o que subiu acima de todos os céus, a fim de plenificar todas as coisas (Ef 4,10).

A partir de agora, tudo, no céu e na terra, está debaixo do senhorio do Ressuscitado e tudo caminha para ele. Ele é a plenitude e a consumação de todas as coisas! Na mesma linha move-se a (1Pd 3,22):

Tendo subido ao céu está à Direita de Deus, estando-lhe sujeitos os anjos, as Dominações e as Potestades.

A Epístola aos Hebreus, por sua vez, compreende este ingresso de Cristo no céu como exercício do seu sumo sacerdócio no Santuário celeste (cf. 4,14; 6,19s):

Cristo não entrou num santuário feito por mão humana, réplica do verdadeiro, e sim no próprio céu, a fim de comparecer, agora, diante da face de Deus em nosso favor (9,24).

Isto é, Aquele que entrou na plenitude da glória é o nosso eterno Salvador e Intercessor. É a mesma ideia do Apocalipse, ao falar do Cordeiro de pé como que imolado (cf. 5,4), isto é, o Cristo ressuscitado e glorificado diante do Trono do Pai, num esterno estado de imolação-intercessão por toda a humanidade.

Concluindo, a ascensão é o retorno vitorioso de Cristo ao Pai: é o «dia no qual o Cristo vitorioso subiu ao Pai», sendo constituído Senhor dos homens e do universo. Esta partida, contudo, não significa distanciamento dos seus discípulos nem ausência de sua Igreja: ele não só está conosco até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20), mas também está «em nós» e nós «nele», para sempre (cf. Jo 14,20; 17,23). Em certo sentido, a subtração do seu ser junto a nós visivelmente é o que torna possível o seu ser «em nós» – e isto é a participação no seu Espírito (cf. Jo 16,7), de modo que a ascensão é premissa para o dom do Espírito:

É do vosso interesse que eu parta, pois se eu não for, o Paráclito não virá a vós. Mas se eu for, enviá-lo-ei a vós (Jo 16,7).

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Cônego Henrique Soares da Costa


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Caminhar no Espírito.


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SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO I

Caminhar no Espírito Santo
Pe. Philippe, O.S.B.

INTRODUÇÃO

A descoberta da Renovação é apenas um primeiro passo. Este primeiro passo é relativamente fácil. É acompanhado quase sempre por uma alegria sensível, uma espécie de iluminação interior. É um pouco como uma lua de mel.

– Depois disso, é caminhar para diante, mudar de vida, ir até o fim das exigências de seu batismo e de sua confirmação; trata-se de empreender a marcha segundo o Espirito, trata-se de uma marcha com alegrias imensas, mas também com grandes exigências.

– Não se amedrontem se encontrarem obstáculos de todo tipo: tentação de tudo abandonar, dúvidas etc… Quando nos abrimos à ação do Espirito, há sempre um ataque do espirito maligno. Vocês encontrarão incompreensão entre parentes e amigos. Mas terão a força de superar tudo isso, uma força que é o dom do Espirito Santo prometido por Jesus:

“Recebereis uma força, a do Espirito Santo que descerá sobre vós e vos dará poder”. (Atos 1,8).

– Andar por esta estrada é entrar na “realidade” da Renovação. É uma estrada sem ilusões que nos exigirá que nos deixemos moldar pelo Espirito para que ele nos assemelhe ao Cristo. Na Renovação não se deve ficar só nas palavras; desconfiemos de emoções passageiras; não busquemos uma fuga dos nossos verdadeiros problemas ou daqueles do mundo em geral. É um caminho onde nos devemos deixar moldar, podar, purificar pelo fogo do Espirito. Isto nos leva a apresentar esta palestra usando a imagem da Vinha. A vinha deve ser podada, tem que ser nutrida, deve dar frutos autênticos.

Teremos então três partes:
A) A poda.
B) A irrigação.
C) Os frutos do Espirito.

A) A PODA
1º O ensinamento de Jesus

• Jo 15, 2: poda da vinha.
• Mt 7, 13: a porta estreita.
• Mt 11,37: a renúncia.

2º O ensinamento dos Apóstolos

• Rom 8, 13: “Se pelo Espírito fizerdes morrer as obras do corpo, vivereis”.
• Ef 4, 20-31: “Renunciai à existência passada”.
• Ef 5, 1-20: “Vivei como filhos da luz”.
• Gál 5, 16: “A carne se opõe ao Espírito e o Espírito à carne”.

3º Deixemo-nos podar pelo Espírito na nossa vida concreta

a) Nossa inteligência deve penetrar a verdade plena.
Isto supõe que nosso orgulho desapareça.
Isto supõe que as trevas da mentira, da confusão, da hipocrisia sejam dissipadas.
Isto supõe que nossa fé mesma seja podada de tudo o que não é a fé.

Temos de nos desligar da fé puramente intelectual, da fé sentimental, da fé estética, da fé que se apoia no sucesso; ela deve tornar-se como o ouro, “sete vezes purificado no cadinho”.

b) Nosso amor deve ser purificado: temos de sair de nosso egoísmo, de nossa introversão. Progressivamente é preciso que amemos como Jesus amou. Todas as nossas relações interpessoais devem se transformar a ponto de termos em nós os sentimentos do próprio Jesus. Isto é possível porque “o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rom 5,5).

c) Nossas emoções devem ser orientadas, canalizadas para tornarem-se instrumentos nas mãos do Senhor. Isto supõe toda uma cura interior. Esta cura apenas começou. Precisamos de constância e de paciência. Então aos poucos a ação do Espírito se manifestará: medo, cólera, tristeza, ansiedade, depressão, cederão lugar aos frutos do Espirito.

d) Nosso corpo é templo do Espirito. Ele tem também que passar pela poda para tornar-se um instrumento a serviço do Reino. Por isso vemos na Renovação um retorno à prática do jejum. Sem dúvida é o Espírito Santo que nos faz redescobrir o valor do jejum com a finalidade de nos purificar.

Conclusão: é a pessoa toda que vai assim se transformar sob a ação do Espírito, que com muito tato e delicadeza refaz em nós a imagem de Deus. Evidentemente esta ação do Espírito varia de um para outro. Em alguns ele encontra a casa em muito mau estado e tem um grande trabalho de reconstrução; em outros a casa é sólida, o telhado é bom mas o interior está em total desordem e então ele arruma tudo, cada coisa no seu lugar. Finalmente, ele descobre casas onde tudo está em ordem, mas faltam flores sobre as mesas e quadros nas paredes etc., e ele busca a perfeição, uma imagem perfeita de Jesus Cristo. Cada um de nós é apanhado no ponto em que estamos; olhemos para o fim, escutemos a voz do Espírito e obedeçamos a esta voz: é isto que significa caminhar no Espírito.

– Ele é um grande artista, o mais fino dos psicólogos: ele sabe onde, quando e como agir.
– Será necessário aceitar capitulações sucessivas e progressivas. Não tenhamos medo: o Espírito, dizem os americanos, é um cavalheiro (“gentleman”).

– Será preciso escutar sua voz; ele fala por sinais: a Palavra de Deus, as leis naturais, a voz da Igreja, os acontecimentos, e finalmente, em último lugar, ele fala à nossa consciência. Os que se abrem a ele discernem sua voz, não desejam entristecê-lo e se deixam transformar.

4º Os caminhos que o Espírito toma para nos mudar

a) A oração de cura interior
Já falamos dela bastante durante a terceira palestra. É preciso continuar a orar com perseverança, pois a cura interior se faz, em geral, progressivamente.
b) O Sacramento da Penitência
Este encontro com o Poder de Jesus que nos ama é um caminho que se redescobre na Renovação. É um reencontro com o Pastor que cuida de seus cordeiros afim de que estejam em saúde perfeita.
c) Os acontecimentos de nossa vida
Todos nós sofremos fracassos, separações, contradições, acidentes, doenças: o Espírito Santo nos abre os olhos e nos faz compreender o sentido de um acontecimento, de um sofrimento, que freqüentemente nos vêm podar para que possamos dar frutos.

B) A IRRIGAÇÃO

Para que uma árvore dê fruto deve ser alimentada regularmente. Acontece às vezes que certas pessoas recebem a efusão do Espírito, e fazem mesmo uma grande experiência religiosa; descobrem como uma nova visão, uma nova vida… depois, após algum tempo tudo se apaga… um pouco como um fogo de palha, como uma flor que murcha porque não recebeu água. Se desejamos que a graça da Renovação se desenvolva em nós, é uma necessidade vital que a alimentemos. Isto se aplica a qualquer tipo de vida: a vegetal, a humana, a espiritual. A Renovação nos faz redescobrir nossa vida espiritual, depois é preciso organizar um sistema de irrigação, com muito cuidado e regularidade, sob a moção do Espírito. Vamos indicar três caminhos para se buscar a Fonte. Cada um, depois, estabeleça seu programa de vida e o cumpra.

1º A Palavra de Deus

Jesus liga o conhecimento da Palavra ao envio do Espírito. Conhecer a Palavra, viver da Palavra, proclamar a Palavra, é obra do Espírito em nós. É um carisma; tem que ser despertado em nós; quanto mais nos abrimos ao Espírito, mais o desejo de comer o pão da Palavra aumenta em nós. Daremos aqui algumas sugestões para uma alimentação regular que não somente vos manterá a vida mas vo-la dará em abundância.

a) Abordagem pessoal
Cabe a cada um fazer da Bíblia seu livro, o livro de sua vida.
– Estudando-a: escolham bons livros. Peçam conselhos a pessoas qualificadas.
Orando a Palavra de Deus: o estudo deve conduzir a uma oração do texto sagrado. É sobretudo nesta oração que o Espírito nos faz descobrir as palavras como palavras de vida, como palavras que transformam nossas vidas. Todo dia abram o livro e acolham a palavra de Deus para vocês, a mensagem de Deus para vocês.

b) Abordagem comunitária
– Faça parte de um círculo bíblico de qualidade, animado por pessoas realmente competentes.
– Una-se a um grupo de oração da Renovação onde se ora em conjunto a Palavra no louvor e na partilha.

2º O Pão da Vida

Nas primeiras comunidades cristãs a “fração do pão” era ligada à partilha da Palavra. Há interação entre estes dois dons de Deus. A Palavra orada nos introduz no mistério do Pão da Vida, e o Pão nos introduz no mistério da Palavra. E é o Espírito que nos revela um e outro.

A fim de melhor apreciar o Pão da vida sugerimos duas coisas:
– meditem palavra por palavra as novas orações eucarísticas.
– meditem as orações do missal: oração de abertura, sobre as oferendas, após a comunhão.
Os que se deixam invadir pelo Espírito desenvolvem “um sentido” que os fará reconhecer a presença de Jesus tanto na Palavra quanto no Pão da vida.

3º O Amor Fraterno

É preciso aqui insistir sobre o ensinamento de São Paulo em 1 Cor 13. O Amor deve estar no centro de tudo. Com ele tudo ganha sentido, sem ele tudo é falseado. Na seção seguinte vamos considerá-lo como um fruto, mas aqui como aquilo que deve estar antes de tudo. Se não amamos nossos irmãos, não podemos compreender a Palavra de Deus, nem apreciar o Pão da vida, nem amar a Deus. É muito útil aqui inspirar-se na primeira Epístola de São João.

C) OS FRUTOS DO ESPÍRITO

Os frutos autênticos só aparecem se a árvore tiver sido podada e irrigada: de outro modo só há flores e não frutos. Ver Mt 7, 17-27.
Nesta seção devemos apresentar os frutos do Espírito como o “teste” de autenticidade da Renovação. Como já se disse, na Renovação pode-se ter o melhor e o pior. A única maneira de não se enganar é julgando a árvore por seus frutos. Quando se quer avaliar um grupo de oração, se está na vida carismática: estará sim, se os frutos aparecem.

JESUS

É o fruto por excelência. É a seiva que vem do tronco para os ramos.
Jo 15, 4-5: para ter frutos em abundância.
– O trabalho do Espírito faz circular a seiva nos ramos.
– Então progressivamente as atitudes de Jesus tornam-se nossos = Frutos.
Paulo aos Filipenses 2, 5: “Tende em vós o mesmo sentimento de Cristo Jesus”.

AMOR
“Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”: Jo 15, 13.
O lava-pés: Jo 13, 12-16.
1 Jo 3, 14-18.
Rom 5, 5.

ALEGRIA
Como o Espírito nos apresenta ao Amor que está em Jesus ele nos introduz na Alegria que está em Jesus.
– Esta alegria é completamente original: ela vem de Deus, fruto do Espírito.
– O mundo não a conhece.
– Não se pode descrevê-la: experimenta-se. Eis algumas facetas desta pedra preciosa:
alegria de estar curado, perdoado; coração novo: LIVRE.
alegria de partilhar.
alegria de receber os dons de Deus.
alegria da PRESENÇA.
alegria no sofrimento.
alegria de fazer o que Deus quer.
– Alguns textos:
Lc 24,52: Fim do Evangelho, depois da Ascensão: “Eles se prostraram diante dele, e depois voltaram a Jerusalém com grande alegria, e estavam continuamente no Templo, louvando a Deus”.
Jo 3, 29: O amigo do Esposo se encanta ao som de sua voz. 15, 11: Falei-vos a fim de que minha alegria esteja em vós. 16, 23: Ninguém poderá tirar vossa alegria.
17, 13: Eu digo isso a fim de que eles tenham a plenitude de minha alegria.

Os Apóstolos

At 2, 46: Tomavam seu alimento com alegria (comunhão).
At 5: Depois de açoitados… os Apóstolos saíram cheios de alegria.
At 13, 50-55 (as senhoras nobres e devotas).
Rom 14, 16-17: “Que o vosso bem não se torne alvo de injúrias, porquanto o Reino de Deus não consiste em comida e bebida, mas é justiça, paz e alegria no Espírito Santo”.
Flp 4, 4: “Alegrai-vos sempre no Senhor, eu vos repito, alegrai-vos”.
1 Tes 1, 6: “Vós vos tornastes imitadores nossos e do Senhor, acolhendo a Palavra com a alegria do Espírito Santo, apesar das numerosas tribulações”.

– Não se trata de emotividade, emoção passageira.
– Entretanto esta alegria pode ser acompanhada da emoção, de lágrimas e pode se expressar em dança, canto, música.
– Ela é uma marca, uma nota essencial daquele que caminha no Espírito, tão essencial que se alguém não a possui é sinal de que está doente e precisa ser curado.

PAZ
1º Trata-se de Paz que está em Jesus
Esta paz é o fruto de uma harmonia, de um acordo perfeito entre Jesus e seu Pai.
Jo 14, 27: “Eu vos deixo a minha Paz; a minha Paz vos dou; não como o mundo a dá. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração”.
Jo 16, 33: “Eu vos disse isto para que tenhais Paz em mim”. Ef 2, 14: “é ele o Cristo que é nossa Paz”.
Col 1, 20: “Ele realizou a Paz pelo sangue da sua cruz”. 3, 15: “Que a paz reine em vossos corações”.
2 Tes 3, 16: “Que O Senhor da paz vos dê a paz”.
2º Esta paz de Jesus nos é dada pelo Espírito
Rom 8, 6: “O desejo do Espírito é a vida e a paz”.
Gál 5, 22: “0 fruto do Espírito é a paz”.
Alegria e paz são como sinais de que o amor está em nós.
Os outros frutos mencionados em Gál 5, 22 são: paciência, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio.
Conclusão: finalmente, todos estes frutos se referem sempre ao primeiro: o Amor. É o teste da Renovação (1 Cor 13, 4-7).

CONCLUSAO GERAL

Vocês agora sabem de que se trata.
Se acham que este caminho pode de verdade ajudá-los a descobrir a realidade e a ação do Espírito, não se apressem. Deixem-se interpelar, não uma vez, mas muitas. Quando sentirem que o momento é chegado, “peçam o Espírito e ele vos será dado”.

Eis um último texto de um autor que não conheço; parece-me exprimir em poucas palavras o que todas estas páginas tentaram dizer:

“Tudo em nós deve ser renovado no Espírito que nos foi dado. Tudo em nós será renovado no Espírito se formos fiéis. Ele habita em nós, no mais íntimo de nosso coração. Nossa vida de filhos de Deus não pode depender de condições favoráveis ou desfavoráveis. Não importam o meio, a saúde, as ocupações, os estados de alma. Ela deve ser uma vida plantada em Deus, no Espírito Santo. O princípio de tudo aquilo de que precisamos habita em nós para tudo animar, tudo regenerar, tudo completar. Fomos batizados uma vez por todas, mas enquanto não estivermos cheios do Espírito Santo, o Sacramento de nosso Pentecostes não pode ser considerado como tendo consumado seus efeitos em nós”.


1

Outros post’s indicados e complementares no texto acima.

2

Outros post’s indicados e complementares no texto acima.

3

FrutoEspirito[1] O Bom Fruto Do Espírito Santo.

4

Fruto da figueira (comestível) A Figueira sem Frutos.

A Árvore sem frutos!.


5

Luta_Dois_lobos_Branco_preto

Os dois grandes lobos.


6

Alimento_Espiritual_Autêntico

O Alimento Espiritual..


7

Fruto_Espírito

Os Frutos do Espírito Santo.


Caminhar_com_Jesus
viver_espirito_lk Sete_dons
Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

Jesus Cristo é o Senhor!



Não basta ter uma linda imagem de Jesus em um quadro decorando a sala de jantar de sua casa.

Não basta dizer que Jesus é o Senhor do céu e da terra!

É preciso reconhecer este Senhorio e entregar sua vida totalmente nas mãos de Jesus para que Ele viva e Reine em todas as áreas de sua Vida.

São Paulo dizia:  (Gal 2,20)

“Já não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em mim”

Queira ou não, o dever e objetivo de cada Cristão não é apenas refletir uma imagem escura, suja e apagada do Mestre Jesus através de palavras e ações inconsistentes, mas é de de se tornar um verdadeiro CRISTO na terra, vivendo e testemunhando com palavras e ações tudo aquilo que Cristo veio realizar em nosso meio.

O texto a seguir nos leva a compreender esta verdade e nos dá dicas de como conseguirmos nos aproximar deste objetivo tão importante em nossas vidas de verdadeiros Cristãos.



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Jesus é o o Senhor


Tema completo:

O Senhorio de Jesus e Falsas Doutrinas

Seminário – Falsas Doutrinas e Senhorio de Jesus – 20/10/2006

Pregador : Willian    Comunidade Aeternum Dei

Vamos abrir a nossa bíblia no evangelho de S João 21; 15…

2020 É muito importante para nós estarmos bem atentos a palavra de Deus, porque nós católicos precisamos saber algumas informações, para sermos formados na nossa fé. Nós não podemos viver como homens e mulheres cristãos ingênuos, diante de alguns assuntos, nós temos que ser conhecedores para que esse conhecimento nos leve para o céu e também possa ser instrumento de graça para todo aqueles que passarem em nossas vidas.

Nessa passagem o Senhor vem nos mostrar duas coisas: Primeiro: Falar do Senhorio de Jesus é nada mais do que entrar no coração de Deus e comungar do amor e da misericórdia de um Pai que não quer perder nenhum de nós. DEUS NÃO QUER PERDER NENHUM DE NÓS!

Segundo, o que acabamos de dizer está no coração de Deus. A Igreja Católica é a única que traz a Bíblia no contexto e não somente no texto. E É A ÚNICA QUE TRAZ SUCESSÃO APOSTÓLICA.  Ainda em João 21, 15… “Tendo eles comido Jesus perguntou a Simão Pedro, Simão filho de João, Amas-me mais do que a estes? Sim Senhor, sabes que te amo. Disse-lhe Jesus, apascenta os meus cordeiros. Perguntou-lhe outra vez: Simão Pedro, Simão filho de João, Amas-me? Sim Senhor, sabes que te amo. Perguntou-lhe Jesus pela terceira vez: Simão Pedro, filho de João, Amas-me? Sim Senhor, tu sabes de tudo, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus apascenta as minha ovelhas.

Palavra da Salvação!

Vejam um detalhe importante no Evangelho de S. João: Por três vezes Jesus pergunta a Pedro, Amas-me? Os Judeus perguntam mais de uma vez as coisas, isso representa uma confirmação. As mães geralmente fazem isso com os seus filhos … Fulano, já fez a tarefa? Fulano já fez a tarefa? É sempre assim para confirmar o que ele está dizendo.

Veja da boca de quem está saindo esse diálogo no Evangelho segundo S. João … Vamos ver no versículo 15. Quem começa esse diálogo? Jesus.  É da boca do nosso amado Jesus, o filho de Deus, aquele que veio anunciar o Reino para cada um de nós. Pra quem Jesus pergunta sobre o amor? Para Pedro, é um diálogo entre Jesus e Pedro. No sentido original da Palavra em hebraico, descobrimos que na terceira vez que Jesus pergunta a Pedro: “Amas-me e apascenta os meus cordeiros”, Jesus está pedindo para Pedro cuidar da Sua Igreja. E quem era Pedro? O Papa! Aquele que Jesus disse em sua profissão de fé: “Tu és Pedra e sobre ti edificarei a minha Igreja”. Por isso a Igreja Católica traz a sucessão apostólica. Se pegarmos os mais de 200 Papas, desde Pedro, temos toda a tradição histórica da nossa Igreja até chegar a Bento XVI.

Mas o nosso assunto hoje não é para apontar pessoas, mas sim para apontar uma prática que infelizmente tem tirado a graça da salvação do povo de Deus, de novo: DEUS NÃO QUER PERDER NENHUM DE NÓS.

João 14, 6: “ Jesus respondeu, Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim”

Ele está dizendo no singular, se não for por Jesus não há outro caminho!

Mateus 6, 24: “ Ninguém pode servir a dois senhores porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar -se-á a um e desprezará o outro.”

Quando falamos do Senhorio de Jesus, estamos falando que eu devo dar a Ele um lugar de destaque ou um lugar próprio de Jesus na minha vida, e qual é o lugar que Jesus habita na minha vida? É um lugar de destaque? É um lugar especial? Jesus é o centro da minha vida? Ele é o Senhor? Quando Mateus está falando que ninguém pode servir a dois senhores, ele quer nos dizer: Fiquemos atentos! Porque algumas práticas podem fazer com que Jesus deixe de sentar no trono do nosso coração e venha outro e sente em seu lugar, um outro deus, um outro senhor com letra minúscula.  Quando se fala do Senhorio de Jesus Ele quer ser único e absoluto Senhor da minha vida. Pois só Ele é o caminho a verdade e a vida.

I COR. 8, 6:” Mas, para nós, há um só Deus, o Pai do qual procedem todas as coisas e para o qual existimos, e um só Senhor, Jesus Cristo, por quem todas as coisas existem e nós também.”

Esse texto é muito claro, mas existem algumas coisas que vão se levantando em nossas vidas para nos tirar da presença do nosso Deus e essas coisinhas às vezes até se levantam em forma de pessoas, não esclarecidas, pessoas que tentam tomar o lugar de Deus em nossa vida.

Mt. 7,15: “Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores. ”

Eu tive uma experiência dessa na minha vida, o meu pai foi um alcoólatra durante 15 anos. Uma família de base católica, uma mãe que sempre rezou o terço, sempre testemunhou a sua fé. Mas na verdade, eu me lembro que participava da Santa Missa, apenas de corpo presente, sempre sentando nos últimos lugares e o momento da Santa Missa que eu mais gostava era quando o padre dizia:”O Senhor esteja convosco, Vamos em Paz e que o Senhor vos acompanhe”. Nesse momento eu ia embora feliz da vida.

Nessa época muitas coisas começaram a acontecer na minha vida, na minha casa, problema de saúde, financeiro… Dentro do meu coração algo muito estranho estava acontecendo e eu sabia que não era Deus agindo na minha vida.

Nesse momento apareceram algumas pessoas nos falando que tinha saída para aquilo que estávamos passando, vá a tal lugar que lá é bom. Eu conheci todo e qualquer tipo de caminho oculto que vocês imaginarem para resolver os meus problemas desde mapa astral, passando pela numerologia, entrando em uma linha mais espiritualista passando pela Kardecista, centros de umbanda, candomblé e aí vai, tudo… Para solucionar o problema do meu pai. Quer saber o resultado da história? Voltamos para Igreja todos destruídos sem encontrar a solução para o problema do meu pai e só fui encontrar a solução na Eucaristia.

Hoje meu pai não bebe, não fuma, minha mãe graças a Deus continuou perseverando, não deixava um filho dela se quer dormir até mais tarde no domingo para não perder a Santa Missa. Hoje na minha casa, são sete pessoas servindo a Deus, a obra Aeternum Dei tem 15 nos e os sete estão lá! Graças a Deus os frutos vão surgindo e muitas pessoas provando do amor do nosso Deus.

Gente quando as coisas em nossas vidas começam a apertar, nós estamos dispostos a fazer qualquer coisa para resolver os nossos problemas, fazemos tudo o que for preciso. Temos que tomar muito cuidado com as coisas que buscamos, ás vezes até aquela pirâmide que temos em cima da mesa, aquele duende, aquele pé de coelho, pode estar tomando o lugar de Deus em nossas vidas! Ou nós temos o Senhor como nosso Deus ou temos como nosso Deus os objetos que levamos! Precisamos ficar atentos para essas coisas.

Deuteronômio 18; 9 – 14: “Quando estiveres entrado na terra que o Senhor, teu Deus, te dá, não te porás a imitar as práticas abomináveis da gente daquela terra. Não se ache no meio de ti quem faça passar pelo fogo seu filho ou sua filha, nem que se dê á adivinhação, á astrologia, aos agouros, ao feiticismo, á magia, ao espiritismo, á adivinhação ou a invocação dos mortos, porque o Senhor, teu Deus, abomina aqueles que se dão as essas práticas,e é por causa dessas abominações que o Senhor,teu Deus, expulsa diante de ti essas nações. Serás inteiramente do Senhor, teu Deus. As Nações que vais despojar ouvem os agoureiros e os adivinhos; a ti, porém o Senhor, teu Deus, não o permite.”

Vamos por partes: Passar pelo fogo é toda prática e objeto ligado a fumaça, defumação, incenso… Antes de qualquer coisa, nós precisamos saber qual é a origem disso, qual é a fé que comunga quem produziu esse objeto? Quem o produz declara o Senhorio de Jesus? Não, então não devemos usar! Não estou apontando pessoas e sim práticas e a nossa Igreja nos ensina isso.

Muitos produtos e objetos são oferecidos e dedicados a espíritos malignos e demônios. Devemos ter muito cuidado com isso para não cairmos nas armadilhas do inimigo.É muito importante que cada um de nós saiamos daqui querendo saber mais desse assunto, pois quando formos questionados na rua a esse respeito, teremos informação sobre o que a Igreja ensina com relação as falsas doutrinas.

O mundo está nos bombardeando de informações incorretas e nós estamos de boca fechada sem expressar o que a nossa fé diz. E quem cala, consente!

Hoje o propósito dessa pregação é desmascarar o mal e onde ele estiver escondido nós vamos colocar as claras, porque nós somos filhos de Deus, amados de Deus e Ele nos quer no céu.

Outro ponto muito importante é com relação ao que vemos nos postes, escrito em cartazes “cartomancia, jogo de búzios, jogo de cartas, magias do amor… todos com pagamento após o resultado”.

Astrologia, muita gente ao acordar nem faz o sinal da cruz, liga logo o rádio para ouvir o horóscopo do dia, saber com qual cor de roupa deve sair…  O significado de Signo é sinal e todos nós que fomos batizados em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo, recebemos o nosso sinal de Cristo que é o Batismo. Com o Senhor Jesus em nossa vida nós não precisamos de mais nada, nem de ferradura, nem de cabeça de alho, nem de pimenteira… No lugar destas coisas atrás da porta da sua casa,coloque a Cruz de Cristo, uma oração da Sagrada Família ,isso sim o Senhor aprecia.

Outro ponto que muitas vezes nos pegamos despercebidos é quando chegam pessoas falando que estão se sentindo mal, que as coisas não estão dando certo na vida dela e que acha que dever ser encosto ou algum trabalho que foi feito contra ela! Abra a sua boca e declare o Senhorio do Senhor Jesus!!!!!!!Católico não pode falar essas coisas!

Heb 9; 27: “Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo”.

O Senhor nos fala claramente na sua palavra sobre o espiritismo de forma geral, eu quero falar de um que é moda atualmente, que é o Kardecismo. Se a reencarnação de fato existe, essa palavra que acabamos de ler não é verdadeira, pois se para alcançarmos o espírito de luz se fizer necessário a gente morrer e reencarnar várias vezes para que o Senhor morreu na cruz por nós então?

“Está determinado que o homem morra uma só vez e logo depois vem o juízo”, o Juízo particular, pois o nosso corpo é formado por: corpo, alma e espírito.

Quando o nosso corpo vai para a terra, a nossa alma vai encontrar direto com Deus, segundo nos ensina a nossa Igreja, de forma figurada, ao lado da nossa alma, existe uma lista contendo tudo o que fizemos de bom e de ruim, que chamamos de juízo particular. Nesse momento não tem jeitinho brasileiro, ou vamos para o céu, ou para o purgatório ou para o inferno.

Devemos tomar muito cuidado com livros campeões de venda como: Paulo Coelho, (ligado a bruxaria) Zibia Gaspareto,(ligado ao Kardecismo), ou seja, tem pessoas que tem coleções destes livros. Outros livros que devemos ter muito cuidado são aqueles escrito segundo o espírito tal… A bíblia segundo Alan Kardec, um espírito escreveu a palavra…O impressionante é que nesses livros não trazem as passagens que apontam o perigo do espiritismo. Por isso, que logo no início eu falei que a Igreja Católica usa a palavra de Deus não só no texto e sim no texto e contexto e tem sucessão apostólica, pois o Senhor entregou a Pedro o comando da Sua Igreja e sobre a Igreja as portas do inferno não prevalecerão. Se quisermos ir para o céu, estamos na Igreja certa, a única fundada pelo Senhor.

Alguns questionamentos podem surgir com relação as imagens que em alguns destes lugares tem que são iguais as nossas. Isso não é verdade, pois atrás

destas imagens aparentemente iguais, tem um outro nome e outro sentido que elas recebem.

Outro ponto é com relação a caridade que eles praticam. Isso é muito bom, mas infelizmente vive bem um lado e não vive bem o outro … a palavra de Deus nos fala de um homem, que queria entrar em um banquete, mas não tinha roupa apropriada para aquele momento, para entrarmos no céu precisamos estar prontos em todos os aspectos e não em alguns. Por isso, se eles fazem bem a caridade, vamos evangelizá-los para que eles possam também viver a realidade da palavra de Deus em outros aspectos.

Isaias 42; 1: “ Eis o meu servo que eu amparo, meu eleito ao qual dou toda a minha afeição, faço repousar sobre ele o meu espírito, para que ele leve às nações a verdadeira religião.”

É isso que o Senhor Jesus que de nós, que levemos aos nossos irmãos o verdadeiro evangelho, o esclarecimento, a verdade do Senhor, que possamos tirá-los das mãos dos falsos profetas que buscam apenas confundir, enganar os nossos irmãos. O Senhor quer de nós mais ousadia para levar a Sua Palavra para aqueles que ainda não a conhecem. Se fizermos o que o Senhor nos pede, nós seremos testemunhas de muitos milagres, seremos testemunhas de muita paz, seremos testemunhas deste Deus que não nos deixa só que nunca nos desampara.

Por isso devemos ter muito cuidado com o que permitimos em nossas vidas, em nossas casas, porque basta apenas uma passagem de pessoas que não conhecem o Senhorio de Jesus em nossas vidas, fazendo algo diferente daquilo que o Senhor nos ensina para sujar a nossa vida, como o exemplo: Do chuveiro da nossa casa sai água limpa e quando ele passa apenas uma vez no nosso corpo sujo a mesma água sai suja, com apenas uma passada em nosso corpo. Assim também acontece quando nos deixamos ser tocados ou operados espiritualmente, ou quando recebemos passes outras coisas que não convém a nossa realidade cristã católica, nós nos contaminamos.

A palavra do senhor é muito clara e nos revela todas estas coisas!

– Veja mais: http://www.sementesdoespirito.com.br


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Hoje Eu decidi te eleger Jesus.


COMO MEU SENHOR

Meu Senhor



Eu decidi, Jesus, te eleger


Eu decidi, Jesus, Te eleger como meu Senhor

Meu direito é de não ter direito algum.

Meu querer é tão somente o Teu querer

Para isso empenho minha palavra,

Uma aliança que faço por amor.

Aceita, Senhor, a minha vida.

Aceita, Senhor, esta aliança.

Aroma suave em tua presença

seja sempre o meu louvor

seja sempre o meu louvor.

Eu decidi, Jesus, Te eleger como meu Senhor

Meu direito é de não ter direito algum.

Meu querer é tão somente o Teu querer.

Para isso empenho minha palavra,

Uma aliança que faço por amor.

Aceita, Senhor, a minha vida.

Aceita, Senhor, esta aliança.

Aroma suave em tua presença

seja sempre o meu louvor

seja sempre o meu louvor.


Koinonya eu decidi Jesus






Jesus Cristo é o Senhor!

Aceitar o Senhorio de Jesus


Eu e Minha Casa

Serviremos o Senhor