Porta do Céu.



Maria Porta do Céu.





Porta do Céu

Fábio de Melo

Se a dor te toma por demais
Se o mundo não te crê jamais
Sabe, pois, que há alguém por ti
Orando, intercedendo, há sim!
Puro esplendor e amor de mãe
Sacrário vivo de Deus Pai
Em ti Maria eu encontrei
A vida que pra mim eu quis

Imaginei como seria o paraíso de Jesus
Com paz e harmonia em nossos corações
Pra sempre então seria eterno em louvor
Aquele que um dia veio e nos salvou

Ó Mãe santíssima, me leva a Deus
E para sempre exultarei com cantos
Hinos de louvor, buscando a salvação
E nessa hora em que eu te rogo aqui
Dentro em meu peito está vontade
De te conhecer, Maria tu que és porta do céu .

Compositores: Helano Souza



Oração a Maria, porta do céu!

Ó Maria, Mãe e Virgem e Porta do Céu,
Por ti nos veio a salvação,
E toda a graça flui para nós por Tuas mãos,
E apenas a fiel imitação de Ti me santificará.

[Diário 161]. ”
Ad Jesum per Mariam”!
– A Jesus por Maria.





Frases de Padre Fábio de Melo.


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O_Perdao_traz_alegria perdoe O_Perdao_eh_a-faxina_da_alma



O_Perdao_traz_alegria perdoe O_Perdao_eh_a-faxina_da_alma

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Advento é Missão.


O Tempo do Advento

Com o tempo do Advento começa, na Igreja, um novo Ano Litúrgico, que tem início quatro semanas antes do Natal. Durante o novo ciclo litúrgico, que se inicia no dia 2 de dezembro – ano C, as reflexões terão por base o Evangelho segundo São Lucas. A liturgia do tempo do Advento apresenta-nos uma espiritualidade centrada na vinda do Senhor e sua espera: * recorda-nos a vinda do Senhor na carne (encarnação), dimensão histórica da salvação; * desperta-nos para a dimensão escatológica do mistério cristão; * nos insere na dimensão missionária da vinda de Cristo.

Vem Senhor Jesus!

Neste tempo de espera e esperança, a Igreja convida-nos a aprofundar na liturgia a mística da vigilância cristã, preparando-nos para a vinda do Senhor, na alegre expectativa, como uma noiva que se enfeita e se prepara para a chegada de seu Amado. “Maranata”! Vem, Senhor Jesus (1 Cor 16,22)!

A Palavra de Deus…

Nas Sagradas Escrituras, do Gênesis ao Apocalipse, Deus revela-nos “seu sonho” de restaurar, redimir e salvar todos os homens e mulheres, feitos à sua imagem e semelhança. Maria, com o seu SIM, concretizou o “sonho” de Deus de chegar a todos os homens e mulheres, de todos os tempos e raças, por meio de Seu Filho Jesus Cristo, o Missionário do Pai.

A Virgem do Advento:

O SIM d e Maria é compromisso com o “sonho” de Deus de salvar a todos e, por isso, ela está sempre a caminho, através dos séculos, em busca de seus filhos e filhas gerados na dor, aos pés da cruz (Jo 19,26). Maria, a Virgem do Advento, é o melhor exemplo para nós numa Igreja que quer viver a presença de Cristo no mundo de hoje (cf. Paulo VI – Carta apostólica sobre o culto à Virgem Maria – nº 4).

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O Perfil Mariano na Igreja.


Tema do primeiro encontro da Semana da Família em 2017.




A Igreja

Quais são as dimensões fundamentais da Igreja? Ou, ainda, qual é o seu perfil e a sua natureza? Para responder a essas perguntas, o filósofo e teólogo suíço Hans Urs von Balthazar (1905-1988) estudou a vida das primeiras comunidades cristãs e nelas identificou quatro princípios que constituem a estrutura fundamental da Igreja: petrino, paulino, joanino e jacobita. Von Balthazar concluiu que a Igreja tem ainda um outro princípio, que abraça esses quatro: o princípio mariano. Segundo ele, este diz respeito à dimensão da Igreja que continua e faz ressoar o “Sim” de Maria, por ocasião da Anunciação: Eis a serva do Senhor!



Foto de: Arquivo Pessoal

Dom Murilo Krieger, sjc, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da CNBB


O princípio petrino é o mais conhecido; lembra a figura de Pedro. Referir-se a Pedro é direcionar o pensamento para a proclamação do “querigma” – isto é, o anúncio das verdades fundamentais da fé, como ele fez em Pentecostes (cf. At 2,14-36). Pedro nos lembra também o papel da autoridade e da hierarquia na vida da Igreja, e sua necessidade para o bem de todos.

paulino faz referência ao ardor missionário do apóstolo Paulo. Chamado por Cristo para pregar a Boa Nova aos pagãos, ele foi um evangelizador incansável. Sentindo-se profundamente amado pelo Senhor, Paulo proclamou: Ele me amou e se entregou a Deus por mim! (Gl 2,20). Como resposta a esse amor, o apóstolo percorreu países e fundou comunidades, enfrentou adversidades e foi preso. Esse apóstolo chama nossa atenção para a riqueza dos carismas na Igreja.

O princípio joanino refere-se a João, o discípulo predileto de Jesus, o evangelista que nos transmitiu o mandamento novo do Senhor: Amai-vos como eu vos amei! (Jo 15,12). Presente no Calvário e testemunha da crucifixão, João entendeu o que significa amar “como” Jesus ama. Tendo concluído que Deus é amor (1Jo 4,16), esse apóstolo tornou-se modelo dos que valorizam a vida consagrada.

jacobita refere-se ao apóstolo Tiago, que buscou a reconciliação entre os cristãos, os judeus e os pagãos (cf. At 15,13-21). Esse princípio representa a continuidade entre a Antiga e a Nova Aliança.

Cada um desses princípios permanece na Igreja.

O princípio mariano

O princípio mariano, por sua vez, direciona o nosso olhar para a Igreja da qual Maria é Mãe. Foi ela quem gerou aquele que é a Cabeça da Igreja; é ela quem une e articula os outros princípios; nela, os quatro princípios anteriores encontram a unidade.

Se cada um dos quatro primeiros princípios fosse absoluto ou abafasse os outros, seria uma perda para a Igreja. Dominando o elemento jacobita, baseado na importância da lei, acabaríamos nos tornando fundamentalistas, apegando-nos a determinada época da Igreja. Se o mesmo acontecesse com a dimensão petrina, a Igreja passaria a ser vista como uma mera organização. Caso prevalecesse o princípio paulino, seria considerado importante aquele que tivesse recebido carismas especiais. O domínio do princípio joanino faria com que valorizássemos a busca do amor como experiência mais importante.

Existe uma tensão permanente na vida da Igreja, pois esses quatro princípios precisam coexistir sem que um prevaleça sobre o outro. A missão de Maria é justamente ser o elo entre eles, garantindo-lhes permanente coexistência. É em torno de Maria que se articulam e se unem os diversos princípios da vida da Igreja, pois ela destaca a importância de cada um deles, na sua estrutura fundamental.

Aprender de Maria

Se o princípio mariano é aquele que une os demais, o que podemos aprender com Maria? Cada momento de sua vida nos dá uma lição: (1º momento) A Anunciação nos mostra o quanto a sua vida estava centrada no SENHOR: Eis aqui a serva do Senhor (Lc 1,38); (2º) Sua gravidez nos testemunha o quanto ela era disponível à vontade de Deus: Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1,38); (3º) A visita a Isabel e o canto do Magnificat destacam sua prontidão diante dos sinais de Deus: ela foi às pressas às montanhas; (4º) O nascimento de Jesus revela sua capacidade de repartir o dom recebido: deu seu Filho aos pastores e aos magos; (5º) A apresentação de Jesus no Templo faz sobressair a fidelidade de Maria às determinações da Palavra do Senhor; (6º) Na fuga para o Egito ela nos ensina o papel do sofrimento na obra da Salvação; (7º) O reencontro de Jesus no Templo prova o senso de responsabilidade de Maria: Teu pai e eu te procurávamos, ansiosos! (Lc 3,48); (8º) As bodas de Caná destacam sua atenção ao outro; (9º) A participação de Maria na vida de Jesus nos ensina seu amor pelo Reino; (10º) A bênção que Maria recebeu por estar entre aqueles que “ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11,28) nos recorda as bênçãos que o Senhor quer nos dar; (11º) A presença de Maria aos pés da cruz, onde esteve de pé, é um lembrete sobre a necessidade de completarmos em nossa carne o que falta à paixão de Cristo; (12º) A oração de Maria no Cenáculo, na novena de Pentecostes, faz sobressair sua abertura ao novo.

A espiritualidade das espiritualidades

Entende-se por espiritualidade uma vida conduzida pelo Espírito Santo. Para Von Balthasar, a espiritualidade das espiritualidades é a mariana. Cada cristão é chamado a “viver Maria”– isto é, a deixar Cristo transparecer em sua vida, a ponto de poder afirmar: Eu vivo, mas já não sou eu que vivo: é Cristo que vive em mim (Gl 2,20). Como a espiritualidade mariana consiste em deixar que Cristo se forme em nós, por obra do Espírito Santo, fica a pergunta: Poderia haver, na vida da Igreja, uma espiritualidade mais bela e importante?

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)



Perfil Mariano na Igreja

Jesus funda a Igreja sobre três pilares:
1. A Palavra nos faz homens novos, porque a Palavra nos converte;

2. Os Sacramentos, realizam em nós a unidade com Cristo Jesus;

3. O Ministério: Jesus nos guia com seus carismas.

Esses pilares constituem a rocha, o PRINCIPIO PETRINO.

A Igreja se realiza plenamente somente se encontra em nós uma acolhida e uma resposta: este é o PRINCIPIO MARIANO.  Sem o “sim” de Maria não haveria Igreja.

Em que consiste a acolhida e a resposta de Maria?

1) O seu “FIAT” na Anunciação:
Maria deixa que o Verbo se encarne nela.
Também nós somos chamados a dizer o nosso “sim” pessoal a Maria. Isto, é para todos os batizados; todos são chamados à santidade. Como? Vivendo a Palavra; a palavra nos é dada como dom, mas cabe a mim viver a Palavra na vida; este é o principio mariano. Cabe a mim ser Maria.
Também os sacramentos (principio petrino) são dados como dons; mas, por exemplo, eu devo ser Eucaristia para os outros. Maria é o primeiro sacrário, mas Jesus não quer ficar fechado, deve ser doado.
Maria deu seu “sim” inteligente: aderiu à vontade de Deus.
A resposta de Maria se prolonga na história no nosso “sim” !

2) O seu “Fiat” aos pés da cruz: Não basta abrir-se ao agir de Deus, precisa abrir-se também aos outros.
O primeiro “sim” é o sim da ; o segundo “sim” é o sim da caridade na sua dilatação eclesial, que abraça a todos. Aos pés da cruz  Jesus é substituído por João. Maria se abre sem reservas aos outros, à nós, à inteira humanidade. Isto, é para ser vivido pela Igreja toda; é abertura radical aos outros. Entrar na lógica de dar a vida; Maria é o exemplo como discípula: fazer a experiência de gerar Jesus nos outros, através do amor mútuo: “amai-vos uns aos outros…”Amando, geramos Jesus! Jesus em nosso meio! Maria morre a Jesus na cruz e gera Jesus nos outros (João).

Tendo Maria como modelo, fazer nascer  a Igreja no amor recíproco, isto é dar a vida para os outros, suscitar a experiência de Deus nos outros.

A Igreja é Cristo existente como comunidade: Maria teve que perder Jesus para reencontrá-lo como comunidade.
A vida consagrada é ser Maria na caridade; dar a vida na comunidade; a Igreja é amor recíproco.

Maria e João, debaixo da cruz, formam a primeira célula da Igreja.
Vale mais quem ama mais!

ETAPAS DO PERFIL MARIANO:

O CAMINHO DE MARIA

Cada um de nós tem seu caminho pessoal com Deus, mas tem a “Via Mariae”!
Este é a atualização do evangelho:

1) A Anunciação: cada um de nós teve em sua vida uma anunciação; é importante percorrer novamente estes momentos de vocação. Tem também uma anunciação para uma chamada a viver a comunhão, viver a via do amor, da unidade; viver o amor recíproco 24 horas. Na vida temos muitosmomentos de anunciação. (Lc 1,26-38)

2) A  Visitação: Maria no Magnificat, canta a sua experiência de Deus. O magnificat é a obra de Deus em sua vida; entende o sentido, o fio de ouro com o qual Deus conduz a sua vida. Reler a vida e ver como nós somos construtores de comunhão. Aprendemos de Maria a agradecer  e a contar as maravilhas que Deus opera em nossa vida. (Lc 1,39-56)

3) O Nascimento de Jesus: vivendo o amor percebemos a graça de estabelecer a presença de Jesus em nosso meio. Amando tornamos presente Jesus em nosso meio! (Lc 2,1-7)

4) A fuga no Egito: precisa proteger o Menino Jesus. Sempre haverá obstáculos, pessoas que não nos compreendem, que gozam de nós… reforçar a presença de Jesus em nós e preservar a liberdade dentro de nós. (Mt 2,13-18)

5) Maria apresenta Jesus ao velho Simeão: este é também um anúncio para Maria: uma espada transpassará a tua alma! Depois do encontro com Cristo, quase sempre chega a cruz: Jesus crucificado, abandonado e ressuscitado é o caminho da comunhão. Com Maria, nos consagremos a Jesus como pessoa viva a ser seguida. Em cada divisão, dificuldade… está Ele! Ele é o esposo da alma!  (Lc 2,22-35)

6) Maria perde Jesus que permanece no templo entre os doutores: no começo sentimos ardor, entusiasmo… mas depois de um tempo Deus retira suas graças, parece ter perdido a DeusPorque fizeste isso? Tudo o que Deus nos dá som dons; agora é dada a você a possibilidade que sempre pode amar, sem ajudas, sem apoios… é para cavar em ti o amor genuíno, sincero, para não confundir os dons de Deus com o próprio Deus. Ele depois volta novamente! Todos podemos nos ajudar a reencontrar a Jesus! (Lc 2,41-50)

7) A Vida escondida em Nazareth: depois da Trindade, a unidade entre Maria e Jesus é a mais perfeita: é o espelho para a nossa unidade, para a nossa intimidade com Jesus. (Lc 2,51-52)

8) Maria segue Jesus na vida pública: Jesus cura, anuncia, opera. Estar com Jesus na construção da Igreja. Jesus está presente e forma em nós pequenas igrejas, curando os doentes. Construir células trinitárias: a comunhão me ajuda e perceber melhor o que Jesus me diz.

9) Maria aos pés da cruz: Maria perde Jesus sendo substituído por nós. Perde Jesus para cumprir a vontade de Deus e construir nós como filhos; perde Jesus que é substituído por cada um de nós; cumpre uma nova vontade de Deus: tomar João como filho. Juntamente com João Maria tornou-se a primeira célula da Igreja onde Jesus é presente. Jesus vive o abandono do Pai; Maria vive o abandono do Filho. Caminhemos tendo uma mão em Jesus crucificado e outra em Maria. (Jo 19, 25-27)

10) Maria no Cenáculo: Maria é a Rainha dos Apóstolos: é a nova maternidade universal! (At 2,1-12)

Fonte: www.santoeusebio.org.br/







Dinâmica: A Transformação do Homem interior.



Dinâmica: Milho de Pipoca

Objetivo: Refletir sobre a transformação que ocorre na vida daquele que recebe a salvação e o Espírito Santo.



(Como se dá a transformação do milho em pipoca?)

Em outra dinâmica meditamos sobre o sabor do Cristão para o mundo que o rodeia!

“Sal da terra e Luz do mundo”

Pipoca_sem_sal


Material:

01 porção de milho de pipoca

01 porção de pipoca

Alguns piruás (grãos que não estouraram)

01 porção de óleo

01 cópia do texto “Milho de pipoca” (ver no procedimento)

Opcional: Distribuir a pipoca aos Participante.

Procedimento:

– Trabalhem sobre o tema da transformação que ocorre na vida da pessoa que passa pelo Novo Nascimento.

– Apresentem para os alunos uma porção de milho de pipoca “Natural” e outra de pipoca pronta.

– Perguntem: Vocês fazem ideia o que acontece com o milho para que ele se transforme em pipoca?

Aguardem as respostas. Certamente os alunos vão falar que após colocar o milho numa panela com óleo e com ação do fogo os grãos estouram.

– Falem: Este processo de transformação do grão duro em pipoca macia pode ser comparado ao estado de mudança que ocorre na vida de quem aceita a transformação do homem novo, libertando da casca dura do pecado, que o aprisionava para uma vida de alegria na presença de Deus.


Veja a transformação em câmara lenta:


Pipoca_estourando_Efusão


-Para Meditar: Distribuam o texto “Milho de Pipoca” para cada pessoa e leiam.

Milho de Pipoca

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim também acontece conosco. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, permanece do mesmo jeito a vida inteira.

Alguns piruás (grãos que não estouraram) Existem pessoas que resistem à ação de Deus em seu coração e conseguem passar pela presença de Deus sem se entregar e sem jamais se transformar.

Autor: Rubem Alves.


Nao_cai_no_pecado


Meditando sobre a entrega total com a dinâmica do sonrisal (obs: segunda aplicação sobre o pecado)


Mãos_na_massa Leite_café

Pentecostes_pomba_g Pentecostes_2012 Batismo_Espírito_Santo_LK


Caneta_na_garrafa_3

Dinâmica da caneta dentro da garrafa.



Parábolas

& Reflexões


IMAGEM E SEMELHANÇA DE CRISTO



UMA MUSIQUINHA SOBRE PIPOCA MUITO DIVERTIDA.


 



Me Abraça Maria.


Neste Carnaval

A Vila Jaiara vai Tremer…

Vai Tremer…

Mais uma vez…

Em 2015 …

Mais um Carnaval com Maria…



É o VIII Carnaval com Maria que irá contagiar toda a Juventude Anapolina, não perca esta oportunidade de passar o Carnaval com a Santa Alegria de Jesus e Maria. Uma alegria contagiante que não faz nenhum mal, era a opção que faltava para aqueles que querem caminhar com Jesus.

Com o tema “Não uso Crak, Sou jovem craque de Jesus e Maria”, inspirado na necessidade de alertar sobre o perigo que toda a juventude corre ao desconhecer que o uso de drogas é viciante e irreversível, causando a dependência química, a degradação da família e na maioria das vezes o crime e a morte.

A juventude sadia, cheia de energia e vontade de se divertir e se alegrar precisa de locais e opçõs onde possa se divertir sem correr o risco de se contaminar ou de ser explorado pelo crime no tráfico de drogas.

Sendo assim, o jovem que conhece Jesus deve dar o seu testemunho de verdadeiro Cristão para que outros também queiram conhecer os benefícios de ser um jovem Cristão e cheio da verdadeira alegria de Jesus, sem se contaminar com o mal deste mundo.

O evento se realizará no mesmo local dos anos anteriores, no rincão da Igreja Nossa Senhora de Fátima da Vila Jaiara em Anápolis – Goiás.

Todas as noites

O Show terá início a partir das 20:00 Hs.


Em 2011 Foi Assim …


Edições anteriores

12 anos

 



Promoção:

Ingressos a R$ 5,00 e no ultimo dia o ingresso será com Pe. Periquito será de R$ 10,00.






Como celebrar o Natal?


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Celebremos o Natal percebendo-o como um tempo de aprofundar, contemplar e assimilar o Mistério da Encarnação do Filho de Deus.

No dia 25 de dezembro celebramos a Festa do Natal, que nos recorda o nascimento de Jesus. Os dias que antecedem o 25 de dezembro são dias marcados por manifestações diversas e, através dos cartões, telefonemas, e-mail ou visitas, as pessoas expressam seus votos de Feliz Natal!

Nesses dias, de um lado, somos bombardeados pelas propagandas veiculadas na mídia (Rádio e TV), incitando a população a ir às compras, conseguindo assim criar um espírito consumista, lembrando que para muitos essa é uma época do ano oportuna para negócios.

O aspecto meramente comercial e econômico prevalece nas lojas de shopping nas grandes cidades e em todas as vitrines, com as mais variadas ofertas e possibilidades de compras.

E assim algumas pessoas vão celebrando os seus natais, enfatizando os aspectos exteriores e comerciais da festa, aproveitando da data para a exacerbação das vaidades e do esbanjamento.

Porém, há uma outra maneira de se celebrar o Natal, cuja preocupação é a de resgatar seu verdadeiro sentido. Aqui a Igreja exerce papel preponderante, passando pêlos meandros da liturgia.

E inegável que nós cristãos também acabamos entrando um pouco no esquema proposto pela sociedade consumista. O Natal no Brasil pouco difere de outros países: reúne-se a família, trocam-se presentes junto à árvore de natal, arma-se o presépio, acontece o amigo secreto, sentamo-nos ao redor da mesa para a ceia após a missa da noite do dia 24 de dezembro.


o_Natal_é_real


Mas, no Brasil, por conta de tanta miséria, muitos brasileiros não sabem o que é natal, enquanto troca de presentes, comida e bebida.

Faz a diferença quem celebra o Natal colocando o espírito cristão, não se deixando enganar, mas celebrando verdadeiramente o Natal com a certeza de que no coração do Natal está Jesus. Celebremos o Natal, recordando o nascimento de Jesus, e “Jesus não é uma tradição anual, não é um mito, não é uma fábula. Jesus é parte verdadeira da nossa história humana.

O sentido teológico da vinda de Cristo não destrói por si só a moldura festiva e a poesia do natal, mas a redimensiona e a coloca em seu justo contexto:Jesus que nasce é a Palavra de Deus que se faz carne”(cf. Missal Dominical, pág. 80).

Celebremos o Natal percebendo-o como um tempo de aprofundar, contemplar e assimilar o Mistério da Encarnação do Filho de Deus; como tempo de reconciliação, quando devemos afastar de nós o ódio, o rancor, o ressentimento e a inveja; tempo de recuperar os princípios da vida cristã, refletindo o verdadeiro significado do natal, sempre muito evocado, porém pouco meditado; tempo de compreender que Deus armou sua tenda entre nós; o céu desceu à terra. Por amor do Pai fomos contemplados com o maior presente: Jesus na gruta de Belém.

Natal é tempo de chegar até os irmãos e irmãs, amigos e amigas, para simplesmente dizer-lhes, tendo Cristo no coração:

Feliz Natal!

Pe. Ademir Gonçalves, C.Ss.R.
Fonte: Revista de Aparecida


Presentao



Jesus Jesus


Padre Fábio de Melo se defende sobre críticas a respeito de Maria e crendices populares.



Padre Fabio de Melo é considerado ex Padre por criticar Maria.

Manchete ainda bombando como viral na net até hoje…

PENSEI QUE ESSE ASSUNTO FOSSE PAGINA VIRADA, TANTO QUE HAVIA JÁ PREPARADO ESTE POST MAS NÃO CHEGUEI A DIVULGA-LO, PORÉM, EIS QUE ENCONTREI HOJE UM POST COM ALTA AUDIÊNCIA QUE ABORDAVA ESTE ASSUNTO COMO SE TIVESSE OCORRIDO ONTEM, O QUE ACHEI MAIS GRAVE NO TEXTO DA MANCHETE FOI A DECLARAÇÃO DE QUE FÁBIO DE MELO AGORA É EX PADRE E QUE CHOROU AMARGAMENTE QUANDO LEU AS CRÍTICAS A SEU RESPEITO ADICIONANDO UMA FOTO DE PADRE FÁBIO ÀS LÁGRIMAS, MAS NA VERDADE UMA FOTO JÁ BEM MAIS ANTIGA QUE FOI TIRADA POR OCASIÃO DO FALECIMENTO DE UM AMIGO.

Este assunto já havia sido esclarecido por uma declaração pública de Padre Fábio a qual esta copiada abaixo:

Deixei um comentário na pagina em questão sobre este assunto onde já havia uma grande polêmica, porém aqueles que acusam Padre Fábio de Melo de erro doutrinário e desprezo à Virgem Maria são os mesmos que o perseguem dia e noite o criticando até mesmo por um espirro fora de hora, mas a resposta para esses perseguidores foi escrita por São João já a 2000 anos atrás:


“Com efeito, de tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. 17 – Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele.” (João 3, 16)




http://www.genizahvirtual.com/2014/01/padre-fabio-melo-criticou-idolatria.html


Outros titulos com Fabio de Melo

Queridos amigos,

Em virtude da polêmica que envolveu minha fidelidade à Ortodoxia Católica, venho esclarecer alguns pontos.

Em nenhum momento da minha vida atentei contra a sacralidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Sou Mestre em Teologia Dogmática e zelo muito para que minha pregação esteja de acordo com os ensinamentos da Igreja. Este é o credo que professo: “Creio na Santa Igreja Católica Una, Santa, Católica e Apostólica.” Nunca inventei uma crença particular, ou um modo diferente de compreender esta profissão de fé.

A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.

Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo. “A Igreja é um corpo, em que nós somos os membros e Jesus Cristo é a cabeça (Col 1,18; I Cor 12,27). Na cabeça o Reino já está estabelecido. Em Cristo, o Reino já está plenamente manifestado. Mas os membros do corpo ainda estão no contexto da busca, pois continuamos arrastando as consequências adâmicas do nosso pecado. E por isto, mesmo que em Cristo o Reino já esteja plenamente manifestado, em nós, Igreja, povo de Deus, ele continua sendo a meta que nunca deixamos de buscar.

O Concílio Vaticano II, através de sua Constituição Dogmática Lumen Gentium, enfatizou que a Igreja é povo de Deus. O povo é errante, pois apesar de estar mergulhado nas graças do batismo, ainda sofre as consequências da fragilidade que o pecado lhe deixou. O mesmo Concílio declarou “O Reino de Cristo já presente em mistério, cresce visivelmente no mundo pelo poder de Deus…” (LG 3).

Presente em mistério. Isto é, cabe a nós, membros deste corpo, apressar a sua chegada. A Igreja é triunfante, mas também é peregrina, penitente, pois que carrega em sua carne a fragilidade de seus membros.

Sim, a Igreja é santa, mas comporta em seu seio os pecadores que somos nós. E por isso dizemos, também com o perigo da imprecisão teológica: “A Igreja é Santa e pecadora”. Bento XVI sugeriu modificar a expressão. “A Igreja é Santa, mas há pecado na Igreja”. Notem que ele salvaguarda a santidade na essência.

Mas o pecado existe na Igreja. Por isto rezamos nas liturgias diárias pelo Santo Padre, pelos bispos, pelo clero, pelo povo de Deus. Clamamos por purificação, luzes em nossas decisões, pois sabemos que é missão do Espírito encaminhar na terra a Igreja que ainda não é Reino de Deus (porque maculada pelos nossos pecados), e que ao Cristo damos diariamente. Mas nós caminhamos na esperança. Sabemos que um dia todas as partes do corpo estarão agindo em perfeita harmonia com a cabeça. Seremos a “Jerusalém Celeste”.

Eu assumo que errei ao usar a expressão. Eu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação. E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação. Nunca tive problema em assumir meus equívocos. Usei uma expressão que carece ser contextualizada com outras explicações, para que não pareça irresponsável, nem tampouco herética.

Repito. Eu não nego nem neguei a definição dogmática expressa na Lumem Gentium, Número 5.

“O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra, nas obras e na presença de Cristo. A palavra do Senhor compara-se à semente lançada ao campo (Mc. 4,14): aqueles que a ouvem com fé e entram a fazer parte do pequeno rebanho de Cristo (Luc. 12,32), já receberam o Reino; depois, por força própria, a semente germina e cresce até ao tempo da messe (cfr. Mc. 4, 26-29). Também os milagres de Jesus comprovam que já chegou à terra o Reino: «Se lanço fora os demônios com o poder de Deus, é que chegou a vós o Reino de Deus» (Luc. 11,20; cfr. Mt. 12,28). Mas este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45).”

E quando Jesus, tendo sofrido pelos homens a morte da cruz, ressuscitou, apareceu como Senhor e Cristo e sacerdote eterno (cfr. Act. 2,36; Hebr. 5,6; 7, 17-21) e derramou sobre os discípulos o Espírito prometido pelo Pai (cfr. Act. 2,33). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela consumação do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória.”

Agradeço pela prece dos que me acompanharam neste momento tão sofrido.

Com minha benção,

Padre Fábio de Melo.





Posições para violão

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HISTÓRIAS DO PADRE LEO
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