Dez bons motivos para se ler a Bíblia Católica.



POR QUAL MOTIVO EU LERIA A BÍBLIA?


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          Muitas pessoas não tem o costume de ler a Bíblia, outros tem preguiça mesmo, tem os que preferem ler outras coisas até mesmo com muitas paginas a mais, isto só porque não sabem o que estão perdendo, pois depois que experimentam um pouquinho lamentam o tempo que foi perdido, por isso não perca mais tempo em sua vida, comece a ler a Bíblia agora mesmo, estou passando aqui apenas 10 razões para que você faça isso, porém existem muito mais a encontrar dentro deste tesouro.



1 – Para ter alegria.

Sem a Palavra de Deus, é impossível viver livre da ansiedade e inquietação:

“Vós me ensinareis o caminho da vida, há abundância de alegria junto de vós, e delícias eternas à vossa direita.” (Salmo 15,11).

“Neemias disse-lhes: Ide para as vossas casas, fazei um bom jantar, tomai bebidas doces, e reparti com aqueles que nada têm pronto; porque este dia é um dia de festa consagrado ao nosso Senhor; não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força. (Neemias 8,10)


2 – Para ter paz.

O Senhor lhe concederá a paz que o mundo não lhe pode dar. Primeiro, porém, você precisa encontra-la na Palavra de Deus:

Grande paz têm aqueles que amam vossa lei: não há para eles nada que os perturbe. (Salmo 118,165).


 3 – Para receber cura & libertação.

Você precisa estudar a Palavra de Deus para descobrir em que áreas necessita de libertação

“Enviou a sua palavra para os curar, para os arrancar da morte.” (Salmo 106,20) 

E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos livrará(João 8,31-32).  


 4 – Para ter sabedoria.

O conhecimento da Palavra de Deus é o ponto de partida para você desenvolver sabedoria

“A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples.” (Salmo 18,8)

“Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.” (Oséias 4,6)


 5 – Para saber aonde você está indo.



Você não tem como prever o futuro nem como saber exatamente para onde está rumando, mas a Palavra de Deus a guiará

“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho.” (Salmo 118,105).  

“Eis o que diz o Senhor, teu Redentor, o Santo de Israel: eu sou o Senhor teu Deus, que te dá lições salutares, que te conduz pelo caminho que deves seguir.” (Isaías 58,17)


 6 – Para ter sucesso.

Quando você vive de acordo com os ensinamentos da Bíblia, seus caminhos prosperaram e você é bem-sucedido

“Traze sempre na boca (as palavras) deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido.” (Josué 1,8).

“Já sei que o Senhor reservou a vitória para seu ungido, e o ouviu do alto de seu santuário pelo poder de seu braço vencedor.” (Salmo 19,7). 


 7 – Para viver em pureza.

A fim de desfrutar mais da presença de Deus, você precisa viver em santidade e pureza. Para isso, precisa ser purificado por meio da Palavra de Deus

“Como um jovem manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras.” (Salmo 118,9).

“Lavai-me totalmente de minha falta, e purificai-me de meu pecado. …  Aspergi-me com um ramo de hissope e ficarei puro. Lavai-me e me tornarei mais branco do que a neve. (Salmo 50, 4-9)


 8 – Para obedecer a Deus.

Se você não entender as leis de Deus, não terá como obedecer-Lhe

“Mostrai-me, Senhor, o caminho de vossas leis, para que eu nele permaneça com fidelidade. Ensinai-me a observar a vossa lei e a guardá-la de todo o coração. Conduzi-me pelas sendas de vossas leis, porque nelas estão minhas delícias. Inclinai-me o coração às vossas ordens e não para a avareza. (Salmo 118,33-35).


 9 – Para crescer na fé.

Não é possível crescer na fé sem ler e ouvir a Palavra de Deus

“Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo.” (Romanos 10,17).

Antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. (II Pedro 3,18)


 10 – Para discernir entre o bem e o mal.

Nos tempos de relativismo em que vivemos, precisamos ainda mais da Palavra de Deus para fazer distinção entre o certo e o errado.

“O homem espiritual, ao contrário, julga todas as coisas e não é julgado por ninguém.” (II Coríntios 2,15)

Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal. (Hebreus 5,13-14)

E temos ainda outras milhares de razões…



Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Isaías 55,6)


“Virão dias – oráculo do Senhor Javé – em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas (fome e sede) de ouvir a palavra do Senhor. 12. Andarão errantes de um mar a outro, vaguearão do norte ao oriente; correrão por toda parte buscando a palavra do Senhor, e não a encontrarão. (Amós 8)


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“Tu, porém, permanece firme naquilo que aprendeste e creste. Sabes de quem aprendeste.  E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar a sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo.  Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça.  Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra.” (II Timóteo, 3, 14-17)


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MINHA FAMÍLIA, MEU MAIOR TESOURO.

VALORIZE OS TESOUROS DE SUA FAMÍLIA.


O Vaso Rachado

TEMOS UM TESOURO EM VASOS DE BARRO.

O VASO RACHADO.



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 Dinâmica do baú do tesouro escondido.

http://coisinhasdajack-coisinhasdajack.blogspot.com.br/2011_12_23_archive.html?view=classic


Encontro da Bíblia.


XXVI ENCONTRO DA BÍBLIA

 Setembro Mês da Bíblia

Dia 25/09/2016

ANÁPOLIS – GOIÁS


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BÍBLIA SAGRADA


A Diocese de Anápolis se prepara para mais uma grandiosa festa, é a 26ª Edição do Encontro da Bíblia que neste ano traz o tema

“Ele te dirá todas as palavras pelas quais serás salvo tu e toda a tua casa” (At 11,14).

Será um encontro voltado para o aprofundamento da Palavra de Deus e também de condução à oração com muito avivamento, cura e libertação. As crianças de 04 a 10 anos de idade poderão participar do Encontro da Bíblia Kids. A RCC Anápolis está preparando um espaço com  brincadeiras, atividades manuais, evangelização e oração para os pequenos.

Os jovens também terão uma acolhida especial com músicas e orações voltadas especialmente para eles.  E para todas as pessoas que desejarem atendimento individual de oração, haverá uma equipe de servos especialmente formados para atendê-las.


Encontro da Bíblia Em Anápolis

Dia 25/09/2016

No Centro de Evangelização João Paulo II

Sede do Escritório da RCC Em Anápolis

Rua, N Bairro São Joaquim

Próximo ao condomínio Porto Rico

Das 7:30 Hs às 18:00 Hs

Haverá fornecimento de almoço no local

Finalizando com a Santa Missa



XXIV ENCONTRO DA BÍBLIA

 Setembro Mês da Bíblia

Dia 28/09/2014


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BÍBLIA SAGRADA


Este ano o encontro está programado para o mesmo local dos anos anteriores:


Encontro da Bíblia Em Anápolis

Dia 28/09/2014

No Centro de Evangelização João Paulo II

Sede do Escritório da RCC Em Anápolis

Rua, N Bairro São Joaquim

Próximo ao condomínio Porto Rico

Das 7:30 Hs às 18:00 Hs

Haverá fornecimento de almoço no local

Finalizando com a Santa Missa


ENCONTRO DA BÍBLIA – ANÁPOLIS.



Leia você também

A Bíblia é uma Mensagem

de Deus pra você.


Semeando a cultura de Pentecostes




Semana Da Bíblia – Anápolis.


A Faculdade Católica de Anápolis e a Renovação Carismática Catolica de Anápolis estarão promovendo este ano a Semana da Bíblia com a Presença de nosso Bispo diocesano Dom João Wilk e o Pregador Roberto Tannus de Goiânia.

Venha aprender muito mais e tirar suas dúvidas sobre diversos temas na Doutrina Católica:

Taxa: R$. 3,00

Progranação:

27/09 – Segunda – Feira

Reforço dos principais pontos doutrinários da fé Católica.

28/09 – Terça – Feira

Aprofundamento Doutrinário sobre o Purgatório, céu e Ressurreição X  Espiritismo e Protestantismo.

29/09 – Quarta – Feira

Eucaristia, Matrimônio e a diferença entre a Santa Missa e a Ceia Protestante.

30/09 – Quinta – Feira

Palestra com o Bispo diocesano Dom João Wilk com o tema da Unidade, Obediência e amor à Igreja.

Mesa redonda com Plenário e esclarecimento de dúvidas dos Fiéis.

01/10 – Sexta – Feira – Encerramento

Santa Missa com Oração de Cura e Libertação.


Patrocinadores:


Local:

Centro de Evangelização João Paulo II

Escritório da RCC na Diocese de Anápolis.

Clik No Mapa Abaixo e Veja a

LOCALIZAÇÃO NO WILKMAPIA

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PRESENTEPRAVOCE

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Cristo gera em nós uma inquietação Sadia.

Aí de mim se eu não disser a verdade que eu ouvi. Aí de mim se eu me calar quando Deus me mandar falar.

Missa de Abertura do Encontro Regional

RCC – Goiás

Homilia: Dom Alberto Taveira

E dizia-lhes uma parábola. Porventura um cego pode guiar outro cego? Não cairão ambos na cova? O discípulo não é superior ao seu mestre, mas todos os que forem perfeitos serão como o seu mestre. E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” (Lucas 6, 39 -42)

Aí de mim se eu não disser a verdade que eu ouvi. Aí de mim se eu me calar quando Deus me mandar falar. Existe em nossos corações uma inquietação sadia. Essa inquietação nos fez sair de nossas casas, e fez com que nós abrissemos mão dos compromissos para sentirmos em nossos corações o mistério da cruz.

Esse mistério hoje vem nos chamar cada vez mais a seguir Jesus e como diz o apostólo Paulo: “Para mim viver é Cristo”, ou seja, ter a verdadeira experiência profunda de conversão a Deus, é ter dentro do peito um coração que arde e busca a “direção” que é Cristo.

Deus não nos obriga a optar por ele mas o que ele quer é que façamos essa experiência de sermos verdadeiramente irmãos de Cristo. Para sermos discípulos verdadeiros de Cristo devemos fazer o caminho que Cristo fez, e viver na medida exata o que Cristo viveu até mesmo dar a vida pelo irmão, humanamente isto é impossível, mas através do Espírito Santo somos capazes. Só o Espírito Santo nos dá essa coragem, ousadia dos santos e que nos transforma e faz de nós servos renovados.

Trancrição – Junia Damascena

Ministério de Comunicação Social de Goiás

Ordenação em Anápolis - 12/2009





Vamos Repartir o Pão e a Palavra de Deus.

Frei Raniero Cantalamessa.

PARTILHAR O PÃO !

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No fundo, o que estamos fazendo neste momento também é uma multiplicação dos pães: o pão da palavra de Deus. Eu parti o pão da palavra e a internet multiplicou minhas palavras, de forma que mais de 5 mil homens, também neste momento, se alimentaram e ficaram saciados. Resta uma tarefa: recolher «os pedaços que sobraram», fazer a Palavra chegar também a quem não participou do banquete. Converter-se em «repetidores» e testemunhas da mensagem.

Este texto é o parágrafo final da homilia de Frei Raniero sobre a multiplicação dos pães, bem sabemos nós, que Jesus sendo o Filho de Deus é capaz de fazer até mesmo coisas impossíveis, mas neste milagre tão famoso e comentado, não foi assim um milagre tão dificil de ser executado, porém creio eu, que seja o mais difícil de ser executado pelo homem de hoje.

Se naquela época já era difícil, imaginem hoje que os homens são ainda muito mais egoistas.

Diz-se que Jesus multiplicou os pães, mas na verdade Ele havia perguntado antes, quem tinha qualquer tipo de alimento para que fosse colocado em comum a fim de que todos se alimentassem. Logicamente, se eu estivesse lá, diria não tenho nada aqui comigo agora, pois de que valeria meus cinco pães e meus dois peixes para aquela multidão esfomeada, mal daria para aplacar minha propria fome.

Quem diria ?

Estava ali também um garotinho que também posuia outros cinco pães e dois peixinhos, os quais ele entregou a Jesus, que os abençou pedindo ao Pai que os multiplicasse saciando a fome de toda aquela multidão.   Senti-me um verdadeiro egoista, mas envergonhado de não ter oferecido o pouco que tinha, resolvi colocar o que eu possuia no cesto, discretamente sem que ninguém visse quando fosse tirar o meu pedaço de pão. Pois bem, esta não é uma versão verídica e talvés muitos contestem até mesmo sua provável divulgação, mas creio eu que realmente foi esta a intensão de Jesus quando pediu aqueles pães, que mesmo tão poucos foram capazes de alimentar tamanha multidão.

Multiplicados ou não, por um milagre divino, um milagre muito maior seria o fim do egoismo humano, sendo capaz de doar tudo o que tinha em favor de seu irmão necessitado.    Jesus multiplicou os pães, saciou a todos, é claro que isto foi um grande milagre, mas Jesus foi embora para saciar outros rebamhos, enquanto que aquela multidão continua ali, e na verdade bem sabemos que no dia sequinte irão precisar de mais pão e mais peixe para se alimentar novamente.     Tudo bem, não temos Jesus presente, mas continuamos tendo os mesmos cinco pães e os dois peixes, exatamente aquilo que Jesus nos pediu para que executasse aquele grande milagre.

A nossa parte do milagre, ou seja a nossa contribuição, continua em nossas mãos, sem elas não haveria nenhum milagre, certamente com elas e a nossa disposição em doá-las o milagre sera sempre presente e atual, porque Jesus na verdade estará sempre presente no meio de nós, mesmo quando pensamos que Ele esteja em outro lugar, sendo assim o milagre continua possível e executável.

A pergunta que não se cala será sempre a mesma:

Porque Jesus não fez aparecer um grande banquete apenas estalando os dedos ?

É verdade que o Maior Milagre neste texto não é a multiplicação de pães e peixes e sim a abertura do coração dos homens egoistas que foram capazes de doar o que tinham para Jesus em favor daqueles que nem ao menos conhecemos.

Bastaria o eco das palavras de Jesus, para que esse milagre se realizasse no dia seguinte, no outro dia e até mesmo hoje, neste mundo onde tantos morrem de fome enquanto que muitos outros acumulam seus  peixes que apodressem no fundo da sacola ou diriamos as riquezas nos cofres de banco e até mesmo desperdiçam aquilo que falta na mesa do faminto.

Digo agora, este milagre esta em minhas mãos e também em suas mãos, ou seria em nossos corações ? Uma coisa eu garanto, quando se reunem um pão e um peixe em favor do necessitado ele continuará se multiplicando e sobrando, tanto para quem recebe quanto para quem doa, não foi assim que aconteceu naquele dia ?  Como diz o evangelho, […] dos pedaços que sobraram, foram recolhidos doze cestos cheios.

A pergunta de hoje também continua sendo a mesma:

O que temos em nossas mãos a disposição para doar ?

Frei Raniero comparou com um grande pequenique onde todos comeram e se fartaram, e que a fome de hoje não é tanto do pão de farinha, mas do pão da palavra de Deus, covém que, aquele que tem, mesmo que seja um peixinho ou um paozinho, deve colocá-lo a disposição do mestre que é Jesus e certamente o fruto desta doação será grande e comparado a uma multiplicação muito maior do que aquela que se deu naquele dia.     Está chegando a hora de recolher os pedaços que sobrarão desta grande multiplicação da palavra de Deus, pergunto apenas:

Você já contribuiu com seu pedaço ?

Você já se alimentou ?

Você já evangelizou alguém ?

Você já transmitiu aquilo que você aprendeu para seu irmão, seu amigo, seu vizinho, etc… ?

Na verdade é isto que Jesus nos manda fazer hoje, repartir o pão da palavra a quem quer que seja e em todos os lugares, até mesmo na África, ou na China ou nos confins do mundo, onde jamais se tenha ouvido falar de Jesus.

Este lugar existe e pode estar muito mais perto do que você possa imaginar, até mesmo ao seu lado na sua cama, ou atrás de você nuna fila de banco.

Bom, para finalizar, faço minhas as palavras de Frei Raniero

[…] Vamos fazer a Palavra chegar também a quem não participou do banquete.[…]

Eis a minha contribuição, eis o meu pedacinho, de boca em boca, de palavra em palavra, de blog em blog , uma cópia que se copia chega ao coração de alguém que providêncialmente navegava e fazia uma consulta, buscando alguma coisa para saciar a sua fome de Amor e da palavra de Deus, são milhões as pessoas que vagam em busca de um sentido para suas vidas e são estas as que fazem parte daquela  imensa multidão que Jesus olhou ao longe deixando escapar suas lágrimas, pois pareciam ovelhas sem Pastor sem rumo e nem direção, sedentas e famintas de algo que somente Jesus pode lhes dar.

O mundo pode oferecer caminhos demais, mas não oferece Jesus que é o único Caminho, Verdade e Vida, mas aquele que já experimentou este caminho e esta verdadeira vida é responsável por  cada uma destas ovelhas que se perdem, mas sei que a partir desta palavra não existirá mais ovelhas sem pastor ou multidões famintas, porque o meu paozinho e o seu peixinho estarão à disposição de Jesus para saciar  a quem precisar.

Quando for saciada a fome da palavra de Deus certamente não existirá mais fome de pão, porque o verdadeiro Cristão não é egoista, mesquinho ou avarento.

Eis aí o Grande Milagre !

Amem.



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CNBB – Documento Oficial sobre o direcionamento Pastoral para a RCC no Brasil.


Neste documento a CNBB estudou profundamente todas a s atividades da RCC no Brasil, a maneira de agir dos diversos Grupos e num trabalho árduo, propós este documento, não apenas para os membros da RCC, mas também para os Bispos, os Padres e todos os demais leigos que participam dos outros diversos Movimentos da Igreja.

Tem por um objetivo primordial, principalmente manter a união da Igreja Católica, evitando desvios no sentido doutrinário e ou trabalhos paralelos em concorrência com a própria Igreja responsável por todas as ovelhas.

Podemos dizer que: É a maneira de ambas as partes se aceitarem mutuamente e compartilharem o que aprenderam em sua caminhada. O texto completo está em PDF diretamente no site oficial da CNBB. 2020



  • CONFERNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL

    O Documento 53 propõe uma reflexão sobre a Renovação Carismática Católica (RCC). …. evangelização; a expansão e vitalidade das CEBs; movimentos de renovação espiritual …

  • VEJA O DOCUMENTO COMPLETO NO SITE DA CNBB:

  • CLIK NO LINK ABAIXO:



Goiânia sediará encontro com Frei Raniero Cantalamessa.

Pregador Apostólico do Vaticano

Frei Raniero Cantalamessa, o pregador apostólico do Vaticano esteve em Goiânia  nesta ultima semana de 09 a 14 de Setembro, Como Pregador do Encontro Regional de Servos de Goiás, trazendo um pouco de seus conhecimentos e experiências nos diversos encontros por ele presididos em todo o mundo.

CLICK NA FOTO

E Veja as fotos e as pregações

No Site RCC Goiás.

http://www.rccgoias.org.br/regional/

Home page de Frei Raniero Cantalamessa

Fr. Raniero Cantalamessa

Desde o final de 1980 Frei Raniero Cantalamessa, da Província das Marcas, é Pregador Apostólico. Como tal, todas as sextas-feiras do Advento e da Quaresma, ele propõe uma meditação na presença do Papa, dos cardeais, bispos, prelados e superiores gerais de ordens religiosas. O título e o serviço do Pregador Apostólico remontam a Paulo IV (1555-1559). Até aquele tempo os Procuradores Gerais das quatro ordens mendicantes (Pregadores ou Dominicanos, Menores ou Franciscanos, Eremitas de Santo Agostinho e Carmelitas) pregavam por turno nos domingos do Advento e da Quaresma. De Paulo IV em diante, os pregadores apostólicos foram estáveis, escolhidos das diversas ordens religiosas. E, em 1743, o Sumo Pontífice Bento XIV, com o breve Inclytum Fratrum Minorum, reservou esse encargo exclusivamente à Ordem dos Frades Menores Capuchinhos.

Atualmente as pregações acontecem na capela Redemptoris Mater. O Pregador Apostólico habita na Cúria Geral dos Frades Menores Capuchinhos.

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Texto de Frei Raniero Cantalamessa no Site RCC-Goiás

Francisco e Clara – Dois enamorados, mas de quem?

“A túnica era sem costura” Homilia da ultima Sexta Feira Santa.

Radicais Tradicionalis criticam a Pregação de Frei Raniero Cantalamessa em Roma.

XI ENCONTRO DE SERVOS

Click no Link abaixo e Confira.

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CHÁCARA JEUS CURA


Principais Temas Abordados no encontro.


Pregação Ironi Spuldaro, exercer os carismas

Reaviva os encontristas nesta manhã de sábado.

“É necessário exercer os carismas dentro do grupo de oração, carismatizar a igreja”

A primeira pregação do XI Encontro de Servos da Renovação Carismática Católica de Goiás teve como rhema a passagem de Jeremias 33,3 ” Invoca-me e te responderei, revelando-te grandes coisas misteriosoas que ignoras”.

Ironi Spuldaro da RCC do Estado do Paraná exortou logo no inicio da sua pregação que cabe a cada um de nós ser “carismático” e não esperar só do coordenador do grupo, da liderança da RCC que ela seja carismática, que ela exerça os carismas.
“É necessário exercer os carismas dentro do grupo, levar a graça do Espírito Santo à toda igreja. Os carismas do Espírito Santo não é um privilégio somente da RCC mas de toda a igreja desde o seu ínicio com Pedro e os apóstolos como nos é relatado por São Lucas no livro dos Atos dos Apóstolos. Invocar o Espírito Santo na igreja é pedir ao dono da graça que é Deus nosso Pai que nos capacite com seus dons é ele que dá a todos cristãos independente de movimento, pastoral ou igreja cristã.

Ironi também falou do “ser carismático” dentro da igreja e da responsabilidade de cada membro do grupo de oração para o exercício dos carismas dentro do grupo de oração e sobre tudo ter uma vida verdadeiramente carismática. Quando os membros da RCC se omitem no exercício dos carismas muitas pessoas perdem a oportunidade de também serem batizadas no Espírito Santo. Não falta dom algum aos cristãos o que falta é uma verdadeira vida carismática.

” Quando Deus nos dá esses dons não temos o direito de não usarmos os carismas em favor dos irmãos”. concluiu.

Raquel Mecenas _ Ministério de Comunicação da RCC Goiânia-Go
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Jesus está vivo

Roberto Ricardo, coordenador Estadual de Formação, inicia a pregação pedindo a cada um para abrirem o coração à graça de Deus. E conta a boa nova: “Jesus está vivo e é o Senhor” E muitas vezes escuta-se pessoas reclamando sobre suas vidas, dificuldades e problemas. Muitas pessoas buscam apenas o mundo, esquecem de buscar quem está vivo. A maioria delas vivem do mundo como se Jesus ainda estivesse no sepulcro, como se Jesus estivesse morto, puramente por medo de toda transformação que Jesus é capaz de fazer ou siplesmente por não acreditar na transformação, na libertação que o Senhor pode fazer.

Quantas pessoas já falaram que o sepulcro está vazio, mas Jesus está vivo. É difícil acreditar sem ver. E o mundo vive em meio a muitas dificuldades, muitos momentos difíceis. Acredite que Jesus está vivo e isso deve sair do coração, não pode ter dúvidas, todos devem ser testemunhas vivas de Jesus.

E se sua vida está cheia de problemas, é porque está rezando pouco. O que falta em sua vida é oração, pois Jesus vive. Ele pode resolver todos os problemas. É importante entender que a Cruz não pode ser pessoas. A cruz são os problemas que as pessoas possuem, e as pessoas necessiam ser amadas. Pois só através do amor de Deus é que cada um conseguirá testemunhar esse Jesus Vivo que habita no meio do povo. “Tem que nascer da água e do Espírito de Deus, tem que nascer do Senhor.Tem que nascer do Amor”.

Carla Rodrigues – Ministério de Comunicação Social – GO

geral

Sede Anunciadores da Palavra de Deus

Pregação Marcos Volcan

Anunciar a palavra de Deus é apoderar do poder do Espírito Santo dado por nós

A tarde deste sábado trouxe a presença viva de Deus Pai. Marcos Volcan, presidente do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica, fez o chamado de promover a cultura de Pentecostes no mundo. E como promover esta cultura? O mundo muitas vezes tenta tirar dos cristãos a unção dada pelo Espírito Santo.

Mas a palavra de Deu é alimento para a alma e fortifica o cristão. A cultura de Pentecostes é um modo de vida, em que homens e mulheres devem buscar sem cessar esse dom. Essa é a vontade de Deus; ser anunciador da palavra. E ser anunciador é apoderar-se do poder do Espírito Santo.

A partir do momento que todos tomarem posse dessa autoridade dada a cada cristão muitas bençãos serão derramadas, curas e milagres anunciados, porque esses são os sinais verdadeiros da presença do Espírito Santo. Portanto, sede santos, busquem a unção de Deus. Estejam sempre à frente, ungidos pelo poder do Espírito Santo, porque uma nova direção será dada a todos os servos.

E esta é a hora. Hora de ser Renovação Carismática Católica. Essa preciosidade que foi dada á Igreja de Cristo. Igreja que cresce em todos os lugares. Católicos, renovem seus dons. Tomem posse, tomem a decisão de falar de Deus pelo mundo, pois a expectativa é de que nos próximos anos a Renovação Carismática do Brasil acolha novos missionários para serem anuciadores da palavra de Deus.

Juliana Barros – Ministério de Comunicação Social – GO

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MILAGRES EXISTEM, BASTA SOMENTE CRÊR

“Se pegarem cobras ou beberem algum veneno, não sofrerão nenhum mal; quando colocarem as mãos sobre os doentes, estes ficarão curados.” (Marcos 16,18)

O pregador Ironi Spuldaro – coordenador do Projeto Celebrando Pentecostes iniciou a pregação cantando: “Caminhando pela estrada eu vou, de prova em prova, vitória após vitória, caminhando pela estrada eu vou, orando pela estrada eu vou. Busquem através da oração, autoridade, nova unção e poder no Espírito Santo por meio da intimidade com Deus.

Ironi se apresenta como Ironi Spuldaro Carismático e diz que os servos devem ser reconhecidos por onde passarem como carismáticos, pois sendo todos carismáticos, todos serão irmãos. Todos os servos devem ser instrumentos de cura, de milagres e do poder de Deus. E o chamado que Deus faz é que cada servo seja discípulo do Senhor, pois Jesus deu a autoridade de expulsar demônios, da mesma forma, que todos recebem a graça do Senhor, cada um deve dar e passar aos outros a graça do Espírito Santo.

E se esse poder não está sendo passado é porque existem muitos irmãos que ainda não abandonaram o homem velho, e vivem apenas por fachada, como falsos carismáticos. Mas se cada um conhecer a verdade serão legítimos carismáticos, porque Jesus fala: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. E a verdade, a autoridade não está nas pessoas, mas sim em Deus e ela é conferida por Deus. Não dá pra ser carismático desanimado, que vive reclamando da vida. Por isso, busquem o entusiasmo para serem usados por Deus. O poder não está nas pessoas, mas ele é conferido pelo sangue de Jesus. E Deus não volta atrás em suas promessas.

Segundo Ironi quando Deus batiza, cada um recebe a unção do Senhor. Não é necessário que o anjo toque na água, mas é missão dos servos derrubar pessoas na água e acreditar que elas sairão de lá curadas. E se isso não aconteceu, nossos grupos estarão vazios, nossos grupos de orações não proclamarão a glória de Deus. E a palavra diz: “Á tarde, levaram a Jesus muitas pessoas que estavam possuídas pelo demônio. Jesus, com a sua palavra, expulsou os espíritos e curou todos os doentes.” (Mateus 8,16) Não precisa de gritaria, não precisa de escândalo é preciso unção.

E o Senhor deu uma ordem e ela é irrevogável. A palvra de Deus fala que imporão as mãos sobre os doentes e estes, serão curados. E durante toda a oração muitas curas o Senhor concedeu, dentre elas: problemas de intestino, surdez, cegueira, câncer, paralisia. Impossível deescrever o imenso amor de Deus derramado nesse Encontro, porque o amor de Deus é infinito e ele alcança a todos.

Carla Rodrigues _ Ministério Estadual de Comunicação Social

geral

Pregação Ziad, Retorna às tuas primeiras obras

A pregação do Ziad, coordenador estadual da RCC-GO, começou chamando todos os servos a escolherem um personagem do Novo Testamento e que colocasse cinco qualidades para este personagem. Essas qualidades no final da pregação foram destacadas sendo da própria pessoa que as escreveu. Além disso, proclamou com muita fé que a maior verdade que existe é de que a Igreja Católica não se perderá. Isso é promessa de Deus. E Deus chama cada um a trazer a Igreja de volta para o caminho. E como dizia Tereza: “prefiro errar com a Igreja do que errar sozinha”. E o que Deus escolheu para a Igreja é a RCC. A presença de Deus é o reeger de Jesus Cristo na vida de cada cristão.

Em Goiás há muito tempo Deus derrama fogo para a Renovação. Várias histórias e testemunhos de servos que hoje estão servindo a Deus. E o povo carismáticos é maluco, mas precisa de força, coragem e ousadia, porque quando isso acontece Deus faz milagres na vida dos cristãos. Muitas vezes os carismático deixam a graça passar. E só basta acreditar. E para pedir o Espírito é só ser sincero nas palavras: “Meu Deus eu não te conhecia eu quero sentir isso também. Eu quero estar lá”. Essa é a frase para começar a sentir o mover do Espírito Santo. E Jesus Cristo muda a vida para melhor, basta você pedir, porque assim a experiência do Espírito Santo vem para cada um de maneira diferente.

Nessa tarde estiveram presentes mais de 3000 pessoas e o Espírito Santo agiu em cada uma delas. E Deus vê muitas qualidades para ser um grande evangelizador. Cada servo é escolhido para ser um grande anunciador. E a época é agora, porque cada grupo de oração tem um ministério. Diversos dons são dados, e hoje a RCC lotou o auditório do Centro de Convenções. Hoje vários pregadores viajam pelo mundo todo. O futuro da RCC é de cada um dos servos.

A Igreja abre as portas e a RCC vem para evangelizar, já que o mundo precisa ouvir a palavra de Deus. Quando ela é proclamada tudo se transfoma. E os escolhidos têm autoridade para falar em nome de Deus. Portanto, proclamem a glória do Senhor. A graça de Deus é renovar o Pentecostes dia-a-dia. Sede evangelizador da palavra de Deus.

Juliana Barros – Ministério de Comunicação Social – GO

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Pregação Ironi Spuldaro, Grupo de Oração

Os carismas no Grupo de Oração

Todo Grupo de Oração tem o dever de inundar o coração das pessoas com o profundo amor de Deus.

São com essas palavras que Ironi Spuldaro inicia essa pregação que tem como tema os Grupos de Orações. E com muita unção e autoridade nos diz:“ Deus é Bom a todo momento, a todo o momento Deus é Bom”.Essa bondade de Deus deve ser expressa a todo momento, se você não for apaixonado pelo seu grupo de oração, você não passa de um “tranca rua”, expressão usada por ele para expressar que uma pessoa que recebe o Espírito Santo, se chama de carismático e não frequenta o grupo de oração está trancando a graça.

Muita gente discute religião, coisas que não tem o que discutir, porque ser cristão é ser outro Cristo! E o grupo de oração não é uma catequese, é batismo no Espírito Santo. Se no Grupo de Oração não estiver recebendo fogo do Espírito Santo descido do céu, tem muita gente descendo para o inferno.

As pessoas devem ir ao Grupo de Oração e sairem de lá com testemunhos sobre a presença, sobre o toque do Espírito Santo, mas para isso os servos devem ser fiéis ao grupo de oração, devem participar do núcleo, devem adorar a Jesus. “ Não se embriaguem com vinho, que leva para a libertagem, mas busquem a plenitude do Espírito.” (Efésios 5,18) Devemos estar cheios do Espírito Santo, devemos orar em conjunto, orar em unidade.

Ironi nos fala com muita clareza que não existe RCC sem Grupo de Oração.

Não devemos nos preocupar com os carismas, não devemos nos preocupar se o padre ou a comunidade não nos deixam exercitar os carismas, pois onde houver Grupo de Oração o Espírito Santo deve ser derramado, e se isso não está acontecendo, a culpa é toda nossa, nos exorta o pregador.

Devemos ser fiéis ao grupo de oração. Devemos ser fiéis à Igreja. Devemos ser fiéis onde quer que estivemos servindo, ser fiel até o fim, devemos ser fiéis, como Deus é fiel a nós! Devemos ser fiéis à vontade de Deus, não devemos mais fingir, mas servir com mais fidelidade.

Milagres não são só para congressos, milagres são para todos os momentos, milagres são para os Grupos de Orações.

Carla Rodrigues– Ministério de Comunicação Social – GO

geral



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Frei Raniero Cantalamessa em “A túnica era sem costura”.

Pregação de Sexta-Feira Santa

Na Basílica de São Pedro.

2008-03-21

Frei Raniero fala sobre a verdadeira unidade dos Cristãos em torno do unico Salvador e Verdadeiro Senhor de todos aqueles que anunciam o nome de Jesus. Salomão já dizia com sua sabedoria incomesurável, “Como podemos dividir o corpo de uma criança e repartir uma parte para cada mãe…”, assim também nos diz São Paulo, como poderemos dividir um corpo? mesmo sendo muitos membros todos nós fazemos parte do único corpo de Cristo, aquele que é Pastor de um único rebanho. Leia o discurso.

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“A túnica era sem costura”

Depois de os soldados crucificarem Jesus, tomaram as suas vestes e fizeram delas quatro partes, uma para cada soldado. A túnica, porém, toda tecida de alto a baixo, não tinha costura. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas deitemos sorte sobre ela, para ver de quem será. Assim se cumpria a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e deitaram sorte sobre a minha túnica (Sl 21,19). Isso fizeram os soldados” (Jo 19, 23-24).

Aqui sempre se questiona o que o evangelista João queria dizer com a importância que dá a esse detalhe da Paixão. Uma explicação, relativamente recente, é que a túnica recorda o paramento do sumo sacerdote, e que João, então, queria afirmar que Jesus morreu não apenas como rei, mas também como sacerdote.

Da túnica do sumo sacerdote não se diz, na Bíblia, que deveria ser sem costura (Cf. Ex 28, 4; Lev 16, 4). Por isso, importantes exegetas preferem se ater à explicação tradicional, segundo a qual a túnica intacta simboliza a unidade dos discípulos [1]. Esta é a interpretação que São Cipriano já dava: “O mistério da unidade da Igreja, escreve, é expresso no Evangelho quando se diz que a túnica de Cristo não foi dividida nem rasgada” [2].

Qualquer que seja a explicação que se dá ao texto, uma coisa é certa: a unidade dos discípulos é, para João, o propósito pelo qual Cristo morre: “Jesus havia de morrer pela nação, e não somente pela nação, mas também para que fossem reconduzidos à unidade os filhos de Deus dispersos” (Jo 11, 51-52). Na última ceia, ele próprio disse: “Não rogo somente por eles, mas também por aqueles que por sua palavra hão de crer em mim. Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste” (Jo 17, 20-21).

A feliz notícia a proclamar na Sexta-Feira Santa é que a unidade, antes que um objetivo a atingir, é um dom recebido. Que a túnica fosse tecida “de alto a baixo”, explica São Cipriano, significa que “a unidade trazida por Cristo provém do alto, do Pai celeste, e não pode, então, ser rasgada por quem a recebe, mas deve ser acolhida integralmente”.

Os soldados fizeram em quatro parte “as vestes”, ou “o manto” (ta imatia), isto é, a indumentária exterior de Jesus, não a túnica, o chiton, que era o indumento íntimo, usado em contato direto com o corpo. Um símbolo também isso. Nós, homens, podemos dividir a Igreja no seu elemento humano e visível, mas não a sua unidade profunda que se identifica com o Espírito Santo. A túnica de Cristo não foi e não poderá ser dividida. “Pode-se, acaso, dividir Cristo?”, dizia Paulo (cf. 1 Cor 1, 13). É a fé que professamos no Credo: “Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica”.

* * *

Mas se a unidade deve servir de sinal “para que o mundo creia”, essa deve ser uma unidade também visível, comunitária. É esta unidade que foi perdida e que devemos recuperar. Ela é bem mais que relações de boa vizinhança, é a própria unidade mística interior – “sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus e Pai de todos” (Ef 4, 4-6) –, o quanto esta unidade objetiva é acolhida, visualizada e manifestada, de fato, pelos crentes.

“Senhor, é este o tempo em que ides instaurar o reino de Israel?”, questionam os apóstolos a Jesus depois da Páscoa. Hoje voltamos a fazer esta pergunta a Jesus: É este o tempo em que se instaurará a unidade visível da tua Igreja? A resposta também é a mesma de então: “Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas” (At 1, 6-8).

Recordava-o o Santo Padre na homilia de 25 de janeiro passado, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, na conclusão da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: «A unidade com Deus e com os nossos irmãos e irmãs é um dom que provém do Alto, que brota da comunhão do amor entre Pai, Filho e Espírito Santo e que nela se aumenta e se aperfeiçoa. Não está em nosso poder decidir quando ou como esta unidade se realizará plenamente. Só Deus o poderá fazer! Como São Paulo, também nós colocamos a nossa esperança e confiança “na graça de Deus que está conosco”».

Também hoje virá o Espírito Santo, se nos deixarmos guiar, para conduzir à unidade. Como fez o Espírito Santo para realizar a primeira fundamental unidade da Igreja: aquela entre judeus e pagãos? Vem sobre Cornélio e a sua casa do mesmo modo com que em Pentecostes veio aos apóstolos. Pedro tira a conclusão: “Pois, se Deus lhes deu a mesma graça que a nós, que cremos no Senhor Jesus Cristo, com que direito me oporia eu a Deus?” (At 11, 17).

Ora, de um século para cá, nós observamos repetir-se sob nossos olhos este mesmo prodígio, em escala mundial. Deus infundiu seu Espírito Santo, de modo novo e raro, sobre milhões de fiéis, aparentemente em quase todas as denominações cristãs e, a fim de que não houvesse dúvidas sobre suas intenções, o infundiu com as mesmas idênticas manifestações. Não é este um sinal de que o Espírito que impele a reconhecer o episódio como discípulos de Cristo e a tendermos juntos para a unidade?

Apenas esta unidade espiritual e carismática, é verdade, não basta. Observamos já ao início da Igreja. A unidade entre judeus e gentios é nova e já ameaçada pelo cisma. Ali houve uma “longa discussão”, no chamado concílio de Jerusalém, e, ao final, houve um acordo, anunciando para a Igreja com uma fórmula: “pareceu bem ao Espírito Santo e a nós” (At 15, 28). O Espírito Santo opera, então, também através de uma via diferente, que é o confronto paciente, o diálogo e o compromisso entre as partes, quando não está em jogo o essencial da fé. Opera através das “estruturas” humanas e dos “ministérios” estabelecidos por Jesus, sobretudo o ministério apostólico e petrino. É o que chamamos hoje de ecumenismo doutrinal e institucional.

P. Raniero Cantalamessa, OFMCap

A experiência nos está convencendo porém que também este ecumenismo doutrinal, ou de vértice, não é suficiente e não avança, se não for acompanhado por um ecumenismo espiritual, de base. Isto é repetido sempre com maior insistência justamente pelos máximos promotores do ecumenismo institucional. Aos pés da cruz, queremos meditar sobre este ecumenismo espiritual: em que consiste e como podemos avançar nisto.

O ecumenismo espiritual nasce do arrependimento e do perdão e se alimenta com a oração. Em 1977, participei de um congresso ecumênico carismático em Kansas City, Missouri. Estavam lá quarenta mil presentes, metade católicos (entre os quais o cardeal Suenens) e metade de outras denominações cristãs. Uma tarde, ao microfone, um dos animadores começou a falar de um modo, para mim, naquela época, estranho: «Vós, sacerdotes e pastores, chorai e lamentai, porque o corpo de meu Filho está em pedaços… Vós, leigos, homens e mulheres, chorai e lamentai porque o corpo de meu Filho está em pedaços».

Comecei a ver as pessoas caírem uma após outra de joelhos em torno a mim e muitos desses soluçavam de arrependimento pelas divisões no corpo de Cristo. E tudo isso enquanto uma frase ecoava de um lado a outro do estádio: «Jesus is Lord, Jesus é o Senhor». Eu era como um observador ainda assaz crítico e destacado, mas lembro que pensei comigo: Se um dia todos os crentes estivessem reunidos a formar uma só Igreja, seria assim: enquanto estivermos todos de joelhos, com o coração contrito e humilhado, sob o grande senhorio de Cristo.

Se a unidade dos discípulos deve ser reflexo da unidade entre o Pai e o Filho, essa deve ser, antes de tudo, uma unidade de amor, porque tal é a unidade que reina na Trindade. A Escritura nos exorta a «fazer a verdade na caridade» (veritatem facientes in caritate) (Ef 4, 15). E Santo Agostinho afirma que «não se entra na verdade senão através da caridade»: non intratur in veritatem nisi per caritatem [3].

A coisa extraordinária a respeito desse caminho à unidade baseado no amor é que esse já está agora escancarado diante de nós. Não podemos «queimar etapas» em relação à doutrina, porque as diferenças existem e serão resolvidas com paciência nas sedes apropriadas. Podemos, ao contrário, queimar etapas na caridade, e estar unidos, a partir de agora. A verdade, seguro sinal da vinda do Espírito, não é, escreve Santo Agostinho, o falar em línguas, mas é o amor pela unidade: «Sabeis que tendes o Espírito Santo quando permitis que vosso coração adira à unidade através de uma sincera caridade» 4].

Repensemos no hino da caridade de São Paulo. Cada frase sua adquire um significado atual e novo, se aplicada ao amor entre membros das diversas Igrejas cristãs, nas relações ecumênicas:

Raniero Cantalamessa, ofmcap

«A caridade é paciente…

A caridade não é invejosa…

Não busca só seu interesse…

Não leva em conta o mal recebido

(no caso do mal feito aos outros!)

Não se alegra com a injustiça, mas se compraz da verdade (não se alegra das dificuldades das outras Igrejas, mas se compraz de seus sucessos)
Tudo crê, tudo espera, tudo suporta» (1 Cor 13, 4 ss.).

Esta semana acompanhamos à sua morada eterna uma mulher – Chiara Lubich – fundadora do Movimento dos Focolares – que foi uma pioneira e um modelo deste ecumenismo espiritual de amor. Ela demonstrou que a busca da unidade entre os cristãos não leva ao fechamento para o resto do mundo; é, ao contrário, o primeiro passo e a condição para um diálogo mais vasto com os crentes de outras religiões e com todos os homens que têm no coração os destinos da humanidade e da paz

* * *

«Amar-se, já foi dito, não significa olhar um para o outro, mas olharem juntos na mesma direção». Também entre cristãos, amar-se significa olharem juntos na mesma direção que é Cristo. «Ele é nossa paz» (Ef 2, 14). Acontece como para os raios de uma roda. Vejamos o que acontece aos raios quando do centro vão para o exterior: a medida que se distanciam do centro se distanciam também entre si, até terminar em pontos distantes da circunferência. Vejamos, ao contrário, o que acontece quando da circunferência movem-se até o centro: pouco a pouco aproximam-se do centro, se aproximam entre si, até formar um ponto só. Na medida na qual andemos juntos para Cristo, nos aproximaremos também entre nós, até ser verdadeiramente, como ele pediu, «uma só coisa com Ele e com o Pai».

O que poderá reunir os cristãos divididos será só a difusão entre eles de uma onda nova de amor por Cristo. É isto que está acontecendo por obra do Espírito Santo e que nos enche de estupor e de esperança. «O amor de Cristo nos constrange, ao pensamento que um morreu por todos» (2 Cor 5, 14). O irmão de outra Igreja – também cada ser humano – é «alguém pelo qual Cristo morreu» (Rom 14, 16), como morreu por mim.

Raniero Cantalamessa, ofmcap

Um motivo deve, sobretudo, impulsionar-nos adiante neste caminho. O que estava em jogo no início do terceiro milênio não é o mesmo que estava no início do segundo milênio, quando se produziu a separação entre oriente e ocidente, e nem mesmo é a mesma coisa que na metade do mesmo milênio, quando se produz a separação entre católicos e protestantes. Podemos dizer que a maneira exata de proceder do Espírito Santo do Pai e o problema da relação entre fé e obras são os problemas que apaixonam os homens de hoje e com o qual permanece ou cai a fé cristã?

Raniero Cantalamessa, ofmcap

O mundo caminhou adiante e nós estamos permanecemos presos a problemas e fórmulas que o mundo não conhece mais nem o significado. Discutamos ainda sobre como ocorre a justificação do pecador, em uma forma que perdeu o próprio sentido do pecado e o vê, cito, como «uma nefasta invenção judaica que o cristianismo propagou ao povo».

Nas batalhas medievais havia um momento no qual, superadas as infantarias, os arqueiros, a cavalaria e todo o resto, a multidão se concentrava em torno do rei. Ali se decidia o êxito final da batalha. Também para nós a batalha hoje está em torno do rei. Existem edifícios ou estruturas metálicas assim feitas que se se toca um certo ponto nevrálgico, ou se se tira uma certa pedra, tudo desaba. No edifício da fé cristã esta pedra angular é a divindade de Cristo. Removida esta, tudo se evapora e, antes de qualquer coisa, a fé da Trindade.

Daí se vê como existem hoje dois ecumenismos possíveis: um ecumenismo da fé e um ecumenismo da incredulidade; um que reúne todos aqueles que crêem que Jesus é o Filho de Deus, que Deus é Pai, Filho e Espírito Santo, e que Cristo morreu para salvar a todos os homens, e um que reúne todos aqueles que, em reverência ao símbolo de Nicéia, continuam a proclamar esta fórmula, mas esvaziando-a de seu verdadeiro conteúdo. Um ecumenismo no qual, no limite, todos crêem nas mesmas coisas, porque ninguém crê mais em nada, no sentido que a palavra «crer» tem no Novo Testamento.

«Quem é que vence o mundo, escreve João na Primeira Carta, se não quem crê que Jesus é o Filho de Deus?» (1 Jo 5, 5). Permanecendo neste critério, a fundamental distinção entre os cristãos não é entre católicos, ortodoxos e protestantes, mas entre aqueles que crêem que Cristo é o Filho de Deus e aqueles que não crêem.

Raniero Cantalamessa, ofmcap

«No segundo ano do rei Dario, no primeiro dia do sexto mês, esta palavra do Senhor foi revelada por meio do profeta Ageu a Zorobabel, filho de Salatiel, governador da Judéia, e a Josué, filho de Josedec, sumo sacerdote…: Parece-vos este o tempo de habitar tranqüilos em vossas casas bem cobertas, enquanto minha casa é ainda uma tenda?» (Ag 1, 1-4).

Esta palavra do profeta Ageu é voltada hoje a nós. É este o tempo de continuar a preocupar-nos só do que diz respeito a nossa ordem religiosa, nosso movimento, ou nossa Igreja? Não será justamente esta a razão pela qual também nós «semeamos muito, mas colhemos pouco» (Ag 1, 6)? Pregamos e agimos de todos os modos, mas convertemos poucas pessoas e o mundo se distancia, ao invés de aproximar-se de Cristo.

O povo de Israel escutou o apelo do profeta; cessou de ornamentar cada um a própria casa para reconstruírem juntos o templo de Deus. Deus então enviou de novo seu profeta com uma mensagem de consolação e de encorajamento: «Agora, coragem, Zorobabel – oráculo do Senhor – coragem, Josué, filho de Josedec, sumo sacerdote; coragem, povo todo do país, diz o Senhor, e ao trabalho, porque eu estou convosco» (Ag 2, 4). Coragem, vós todos que tendes no coração a causa da unidade dos cristãos, e ao trabalho, porque eu estou convosco, diz o Senhor!

[1] Cf. R. E. Brown, The Death of the Messiah, vol. 2, Doubleday, New York 1994, pp. 955-958.

Fr. Raniero Cantalamessa, ofmcap

[2] S. Cipriano, De unitate Ecclesiae, 7 (CSEL 3, p. 215).

[3] S. Agostino, Contra Faustum, 32,18 (CCL 321, p. 779).

[4] S. Agostino, Discorsi 269,3-4 (PL38, 1236 s.).

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