Respostas sobre Repouso no Espírito.



Recebemos diariamente muitas indagações sobre Repouso no Espírito, já temos divulgações sobre o assunto que é bastante amplo com muitas considerações a fazer, porém as respostas podem ser específicas para cada duvida específica.



Moises_na_presença_de_Deus_sarça_ardente Resposta a diversas perguntas sobre sintomas e sentimentos que ocorrem nos momentos de oração e louvor! click aqui ==>


Repousar_em_verdes_prados_salmo_22

Pergunta:

Quem recebe o Espírito Santo é só quem repousa?

Não, porque!

Batismo no Espírito x Repouso no Espírito.

Podemos dizer sem sombra de dúvida que em ambos os casos são ações do Espírito Santo, logo onde está o Espírito Santo aí está presente todo o seu ser, sendo assim, quando o Espírito Santo age Ele necessariamente BATIZA a pessoa, pois considera-se que a pessoa precisa estar envolvida “plenamente Cheia” do Espírito Santo para sentir qualquer uma de suas manifestações, isto implica em afirmar que qualquer pessoa que estiver repousando no Espírito estará Batizada, cheia, mergulhada no Espírito, mas uma pessoa que estiver cheia, mergulhada e repleta do Espírito Santo não necessariamente ou obrigatoriamente deverá estar repousando no Espírito.

Existe um distinção entre uma coisa e outra:

Estar cheio do Espírito é ser Batismo no Espírito Santo.

Repousar no Espírito é apenas uma manifestação distinta de quem se enche do Espírito, Quem profetiza ou fala em línguas também está cheio do Espírito, quem faz milagres ou cura os enfermos também estará cheio do Espírito, porém quem se enche do Espírito não estará em repouso todas as vezes ou então não existiria nenhuma história que contasse os Milagres que Deus realizou através de seus Profetas e Santos no passado, isto porque, quem está em repouso, não está em ação e o repouso tem o objetivo de descansar e curar as pessoas, restabelecer as forças de cada um e não de agir, sendo assim podemos dizer que o Espírito nos enche para podermos agir, trabalhar em sua obra; pregar, anunciar, curar enfermos e etc.  Pois juntamente com o Batismo o Espírito nos enche com seus Dons de Trabalho em benefício do crescimento da Igreja, mas quando Ele nos dá o Repouso, simplesmente estaremos descansando e renovando as nossas forças nos preparando para uma ação futura.

Quando pregamos um SVE I temos o objetivo de realizar uma oração de Efusão no final do encontro para que as pessoas experimentem em seu coração o sabor da Presença do Espírito Santo, ou seja, se encham do Espírito ou com o termo mais conhecido, sejam “Batizadas no Espírito Santo”.

Este é o objetivo, porém dependendo do encontro, da abertura de cada pessoa que participa esta efusão pode atingir maior ou menor grau de eficiência, pois existem muitos fatores que ajudam ou atrapalham um bom resultado na Efusão.  

O que esperamos de uma boa Efusão é a verdadeira transformação e conversão dos corações, pois quando este coração se abre de verdade haverá sempre uma transformação interior que implicará em uma entrega total possibilitando a ação completa do Espírito Santo que se manifestará externamente através de louvor, lágrimas de conversão, dons de línguas, calor no corpo e outros diversos sintomas entre eles está também o repouso no Espírito, porém para quem auxilia uma Efusão não temos como observar o grau de ação do Espírito Santo em quem esteja apenas repousando, ou seja, esta ação é interior e somente a pessoa pode depois testemunhar o que sentiu, porém não manifestará exteriormente nenhum dos outros sintomas exteriores que possamos observar, sendo assim, esta efusão para ele pode se tornar apenas uma cura que é uma ação de libertação que é apenas um pré-requisito para a verdadeira transformação, isto porque, mesmo quando reservamos um momento para curar e libertar as pessoas antes da Efusão, são muitas as pessoas que chegam naquele momento sem estar plenamente curadas e assim a sensibilidade da pessoa em questão se limitara à uma cura, pois nem sempre se repete ou dá sequencia ao ato de oração após esta Efusão e que no caso deveria ser retornado para estas pessoas que apenas repousaram.   O que eu estranho neste fato que hoje ocorre é que no inicio das atividades da RCC este fato não ocorria, mas hoje quando oramos pela Efusão, a metade das pessoas caem em repouso, para mim nada mais é do que uma tendência de imitação, pois as pessoas aprendem que Repouso seria um SINÔNIMO de Batismo no Espírito e na verdade NÃO É, É SIM APENAS UM EFEITO.



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Pergunta:

O que de fato acontece quando repousamos no Espirito Santo?

Pode acontecer muita coisa, depende de cada pessoa em particular!

Como já foi descrito anteriormente com mais detalhes, seremos diretos nesta resposta.

Repouso é Repouso “*” a própria palavra e descrição da manifestação está dizendo do que se trata.  Analisando diversos testemunhos pessoais e comentários que foram descritos aqui neste Blog podemos dizer que se trata de um descanso e uma cura interior mais profunda.

  Deus não teria nenhum interesse em nos imobilizar sem nenhum motivo aparente, não teria motivo para nos por para dormir se não tiver uma razão para isso.  Sendo assim, quando repousamos entramos em um estado de descanso físico e mesmo que nossos sentidos permaneçam ligados acompanhando o que acontece em nossa volta podemos sentir também uma paz que nos invade o interior, sentimos alívio de problemas, mágoas mal perdoadas, dores de físicas etc.  

Podemos dizer que quando o Homem está bem acordado, ou totalmente consciente ele de certa forma coíbe com sua razão esta ação mais profunda de Deus, pois nós fazemos intervenções na vontade Divina e de certa forma direcionamos o que queremos que Ele faça e onde deva curar, mas nem sempre sabemos qual é a real razão de nossas dores.    Quando entramos em estado de repouso esta intervenção humana cessa por um instante e Deus começa a curar coisas que muitas vezes nem nos lembramos, cura traumas, pecados, mágoas, dores crônicas sem motivo causadas por Stress e preocupação, etc.

Em casos mais raros acontece também um Batismo no Espírito mais profundo atingindo áreas que anteriormente não foram atingidas.

A sensibilidade ao Repouso, a quantidade, o tempo e o grau de consciência durante o repouso pode variar de pessoa para pessoa, mas geralmente o Repouso não é muito longo a não ser em casos acompanhados de cura interior com pessoas com traumas mais profundos e reincidentes.

A queda: Não é um fator preponderante ou obrigatório, muitas vezes pensamos que todos somos obrigados a repousar, e que necessariamente seria preciso cair no chão de qualquer jeito e por isso muitas pessoas não se abrem ao Repouso, porém ninguém seria obrigado a Repousar no Espírito, principalmente porque via de regra a pessoa não precisa ser curada todos os dias, se bem que todos nós sempre precisamos de um bom descanso nos braços do Pai.   Ultimamente o Repouso no Espírito está mais conhecido e por este motivo está sendo mais utilizado se bem que existe uma restrição à promoção de Repouso no Espírito entre multidões, principalmente se não existir uma equipe preparada para o atendimento de cura interior no local.


Leia mais sobre Repouso no Espírito neste Blog: Click Aqui



Repouso_no_Espírito_2 colo-de-jesus

Armadura_do_Cristão_Efe_6

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Pergunta:


Por que algumas pessoas choram e outras não quando recebem o Espírito Santo ?

Chorar ! Por que ?



Chorar é uma emoção humana muito comum!


jesus_consala_mulher_chorando


Mas por que as pessoas choram?

O texto ficou um pouco longo e foi transferido para um post particular.

Siga o Link Abaixo

Por que as pessoas choram ?




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Experiência_com_Deus Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito


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Oração Vem Espírito Santo (Papa Pio Xll).



Mandai_vosso_Espírito_Santo


Vem, Espírito Santo,

Toma meu corpo para templo Teu!
Vem e fica sempre comigo!
Dá-me profundo amor
Ao Sacratíssimo Coração de Jesus,
A fim de servi-lo de todo coração,
Com toda a minha alma,
Com todas as minhas forças.
Consagro-te todas as faculdades
De minha alma e de meu corpo.
Domina todas as minhas paixões,
Emoções e sentimentos.
Recebe a minha inteligência
E minha vontade,
Minha memória e minha fantasia.
Ó Espírito Santo de amor,
Dá-me rica medida de Tua graça eficaz.
Dá-me a plenitude de todas as virtudes,
Aumenta-me a fé,
Fortalece minha esperança,
Aumenta-me a confiança
E inflama meu amor.
Concede-me os Teus sete dons,
Teus frutos e bem-aventuranças.
Santíssima Trindade,
Que minha alma seja Teu templo.
Amém.


Papa Pio XII.



Oração do Espirito Santo – Eliana Ribeiro



Com Padre Sérgio Jeremias de Souza

Brasil Católico



Derrama_Espirito Pomba_branca_repres_Espirito_santo (7) espirito-santo-blog[1] semana-do-espirito-santo



Ato de Consagração ao Espírito Santo

Santo Espírito de Deus, consagro-Te hoje todo o meu ser, vontade, inteligência, memória, imaginação e afetividade. Conduze-me por Teus caminhos, guia-me com Tua sabedoria à vida plena de Jesus. Cria em mim um coração puro e humilde, mas que tenha a ousadia e o ardor dos mártires. Enche-me com Teus dons, santifica-me com Teus frutos. Restaura todo o meu viver, para que eu seja um canal do Teu amor.
Amém.




Ó Espírito Santo

Ó Espírito Santo, alma de minha alma, eu Vos adoro.
Esclarecei-me, guiai-me, fortificai-me, consolai-me, dizei-me o que devo fazer, dai-me Vossas ordens.
Prometo-Vos submeter-me a tudo que desejais de mim e aceitar tudo o que permitirdes que a mim aconteça.
Fazei-me somente conhecer Vossa Vontade.
Amém.



Jesus Jesus


Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo. Com o Filho e com o Pai inundai a nossa mente, Nossa vida iluminai. Boca, olhos, mãos, sentidos. Tudo possa irradiar o amor que em nós pusestes, para os outros inflamar. A Deus Pai e a seu Filho, Por Vós, dai-nos conhecer.

Que de ambos procedeis. Dai-nos sempre firmes crer.

Amém, aleluia!




Tudo que você sempre quis!


Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.”

(I Coríntios 2,9.)


Como a corça anseia pelas águas vivas, assim minha alma suspira por vós, ó meu Deus. Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei contemplar a face de Deus? ” (Salmo 41 2)


Sempre_quis


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Papa Francisco fala sobre as ações do Espírito Santo em nós.



As três ações do Espírito Santo nas pessoas

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“O mundo tem necessidade de homens e mulheres que não estejam fechados, mas repletos de Espírito Santo”,

disse o Papa, na celebração de Pentecostes DOMINGO,


24 DE MAIO DE 2015, 9H39MODIFICADO: DOMINGO, 24 DE MAIO DE 2015, 9H42

Da redação, com Rádio Vaticano



A Basílica de São Pedro esteve repleta de fiéis na manhã deste domingo, 24, para a celebração litúrgica de Pentecostes, presidida pelo Papa Francisco.


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Na homilia, o Santo Padre falou das três ações do Espírito nas pessoas e comunidades que estão repletas d’Ele: “guiar para a verdade completa, renovar a terra e produzir os seus frutos”.

Leia também:
.: Pentecostes inicia era do testemunho e da fraternidade, diz Papa

O Papa explicou que no Evangelho Jesus promete aos seus discípulos o Espírito Santo que os há de “guiar para a verdade completa”, dizendo-lhes que a sua ação será introduzi-los sempre mais na compreensão daquilo que Ele, o Messias, disse e fez.

“Graças ao Espírito Santo, de que estão repletos, compreendem a verdade completa, ou seja, que a morte de Jesus não é a sua derrota, mas a máxima expressão do amor de Deus; um amor que, na Ressurreição, vence a morte e exalta Jesus como o Vivente, o Senhor, o Redentor do homem, da história e do mundo. E esta realidade, de que são testemunhas, torna-se a Boa Notícia que deve ser anunciada a todos”, explicou.

O Espírito Santo, além de ser guia, renova a terra, prosseguiu o Papa, reiterando que o Espírito que Cristo enviou do Pai e o Espírito que tudo vivifica são uma só e mesma Pessoa. “Por isso, o respeito pela criação é uma exigência da nossa fé: o ‘jardim’ onde vivemos foi nos confiado, não para o explorarmos, mas para o cultivarmos e guardarmos com respeito. Mas isto só será possível, se o homem se deixar renovar pelo Espírito Santo, se se deixar replasmar pelo Pai segundo o modelo de Cristo, novo Adão, para podermos viver a liberdade dos filhos em harmonia com toda a criação e, em cada criatura, podermos reconhecer o  reflexo da glória do Criador”.

Por último, o Espírito dá os seus frutos, disse ainda o Papa, citando a Carta aos Gálatas na qual São Paulo mostra o “fruto” que se manifesta na vida daqueles que caminham segundo o Espírito:

“Temos, de uma parte, a carne com o cortejo dos seus vícios elencados pelo Apóstolo, que são as obras do homem egoísta, fechado à ação da graça de Deus; mas, de outra, há o homem que, com a fé, deixa irromper em si mesmo o Espírito de Deus e, nele, florescem os dons divinos, resumidos em nove radiosas virtudes que Paulo chama o ‘fruto do Espírito’”.

Segundo o Papa, o mundo tem necessidade de homens e mulheres que não estejam fechados, mas repletos de Espírito Santo. O fechamento ao Espírito, segundo ele, não apenas é falta de liberdade, mas também pecado.

Francisco ainda elencou algumas muitas maneiras de fechar-se ao Espírito Santo: “no egoísmo do próprio benefício, no legalismo rígido – como a atitude dos doutores da lei que Jesus chama de hipócritas –, na falta de memória daquilo que Jesus ensinou, no viver a existência cristã não como serviço mas como interesse pessoal, e assim por diante”.

“O mundo necessita da coragem, da esperança, da fé e da perseverança dos discípulos de Cristo. O mundo precisa dos frutos do Espírito Santo: ‘amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio’”, disse.

De acordo com Francisco, o dom do Espírito Santo foi concedido em abundância à Igreja e a cada fiel, para que se viva com “fé genuína e caridade operosa”, e espalhar as sementes da reconciliação e da paz.

Concluindo, o Papa rezou para que, “fortalecidos pelo Espírito e seus múltiplos dons, nos tornemos capazes de lutar, sem abdicações, contra o pecado e a corrupção e dedicar-nos, com paciente perseverança, às obras da justiça e da paz”.



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Pentecostes_2015 Pope Francis leads a mass of Assumption of Mary from the papal summer residence in Castelgandolfo south of Rome Orasao_Dedos_Papa_Francisco
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 DINÂMICA EXPLICADA EM POWER POINT.



Movimento Schoenstatt.


MÃE RAINHA TRÊS VEZES ADMIRÁVEL.


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Foto: Oratório da Mãe Rainha na Canção Nova 


 Quer conhecer Schoenstatt

Santurio Original WebSchoenstatt é um lugar em Vallendar, na Alemanha. Aí se encontra o Santuário Original, onde nasceu o Movimento com o mesmo nome – Schoenstatt – que significa “lugar bonito”.

Schoenstatt é um santuário mariano, lugar de graças, de peregrinações e de formação cristã. Os santuários de Schoenstatt formam uma rede de vida – em todos os continentes e em mais de 40 países – que se sustenta e tem a sua origem no Santuário Original.

Schoenstatt é um movimento apostólico, uma família no coração da Igreja Católica. À sombra deste Santuário, desenvolveu-se um movimento de apostolado, de espiritualidade e de educação e surgiu assim uma vasta obra constituída por leigos, jovens, adultos e famílias, sacerdotes e várias comunidades de vida consagrada.


Um carisma para o nosso tempo

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O centro do carisma de Schoenstatt é a Aliança de Amor com Maria, origem de uma espiritualidade e de uma pedagogia, cuja finalidade é a formação do Homem Novo na Nova Comunidade que, segundo o exemplo de Maria, seja instrumento na renovação do tempo atual.

Em todo o mundo, esta aliança tornou-se um caminho de santidade para muitas pessoas e continua a inspirar o compromisso de Schoenstatt com a Nova Evangelização: projetos missionários e sociais, projetos educativos e iniciativas em várias áreas da sociedade.

A missão de Schoenstatt é a missão de Maria, que abre caminhos na atualidade, para que Cristo possa nascer e, na força do Espírito Santo, conduzir a humanidade ao Pai.


Santuário

No dia 18 de Outubro de 1914, o Padre José Kentenich, num ato de fé na providência, propôs a um grupo de jovens consagrarem-se a Maria, selando com Ela uma aliança. Pediram-lhe que se estabelecesse numa pequena capela abandonada, transformando-a num lugar de graças e de peregrinações. Eles comprometiam-se a oferecer a Maria os méritos conquistados por uma intensa vida de oração e pelo esforço por viver a santidade na vida diária. Dessa aliança de amor mútuo surgiu o lema:

“Nada sem ti, nada sem nós”.

Foi a luz da fé na Divina Providência que guiou aquele passo arriscado – uma resposta de fé aos desafios da I Guerra Mundial que começava. Naquele tempo, e ainda hoje, a vida em abundância que surge a partir do Santuário confirma a presença ativa de Maria e a irrupção da graça de Deus.

No espírito dessa primeira aliança, renovada e atualizada, existem atualmente cerca de 200 santuários espalhados em todos os continentes.

No Brasil o movimento chegou em 1945, começando pelo extremo sul onde se concentra a população de origem Alemã.  Três anos mais tarde se ergueu em Santa Maria/RS o primeiro Santuário de Schoenstatt em terras Brasileiras que hoje possui 22 santuários incluindo um em Brasília.


Santuario_Schoenstatt em Brasília_3


Graças originais do Santuário de Schoenstatt

O Santuário é um lugar de encontro com Deus onde, como no Monte Tabor, podemos dizer: “É bom estarmos aqui” (Mc. 9,5). É uma fonte intensa de graças, aí Nossa Senhora concede-nos, sobretudo, três graças próprias, no sentido da conversão interior: acolhimento espiritual, transformação interior e envio e fecundidade apostólica.


A Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstattquadromta2

A imagem do Santuário (de Crósio) era já conhecida na Igreja sob o título – Refúgio dos Pecadores – mas quando foi oferecida ao Santuário recebeu um novo nome e significado. O título – MTA, Mater Ter Admirabilis, Mãe Três Vezes Admirável – inspirado na ladainha a Nossa Senhora, tem a sua origem na Congregação Mariana de Ingolstadt (1604), cuja missão e vitalidade orientou também os primeiros congregados de Schoenstatt. Como expressão dessa ligação, foi então assumida a mesma invocação mariana.

Em sinal de gratidão pela ação de Maria na difícil história de Schoenstatt, posteriormente, foram agregados ainda os títulos de Rainha e Vencedora.

À volta da imagem no Santuário está a inscrição latina – Servus Mariae nunquam peribit – Um servo de Maria nunca perecerá. (S. Bernardo).


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Fonte: Movimento Schoenstatt Portugal
Fonte: http://www.schoenstatt.pt/index.php

      Atualizado em 22/05/2015


Poema_n_sra_Aparecida Maria_passa_na_frente_lk Alimento_Espiritual_Autêntico

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Dom de Milagres.

 Dons Carismáticos Extraordinários – SVE II.

Dom de Milagres


“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. Estes MILAGRES acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados.”

 (São Marcos 16, 15 a 18)


 
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Jesus Jesus


RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA – BRASIL

SECRETARIA PAULO APÓSTOLO

Módulo Básico – Apostila 02 – 2ª Edição

Carisma dos Milagres


  • De todos eles se apoderou o temor, pois pelos apóstolos foram feitos também muitos prodígios e milagres em Jerusalém e o temor estava em todos os corações.  

  • (Atos dos Apóstolos 2, 43)  e   (Atos dos Apóstolos 4, 30)
  • Estendei a vossa mão para que se realizem curas, milagres e prodígios pelo nome de Jesus, vosso santo servo! 


1. Introdução

O dom de milagres sempre esteve presente na história da salvação, desde o Antigo Testamento, provando a presença viva de Deus junto ao seu povo eleito. Muitos milagres foram operados através dos patriarcas (cf. Ex 7, 8-13), dos profetas (cf. 1Rs 17, 7ss; 1Rs 18, 20ss; 2Rs 2, 19ss) e outros tantos narrados na Bíblia.

Os milagres atestavam a divindade do Deus da Aliança, sua predileção por seu povo escolhido, sua assistência divina, seu poder glorioso. Eram sinais e prodígios que confirmavam a fé do povo no único Deus verdadeiro.

2. Conceito

O dom de milagres pode ser definido como uma ação do poder de Deus intervindo extraordinariamente em determinada situação. Algumas curas são milagres, mas esse dom não se limita à ação de Deus na restauração da saúde. Quando acontece uma cura instantânea, é milagre porque o fator intervenção de Deus é óbvio a ponto de não ser refutado.

Em alguns casos, a ação de Deus é súbita e extraordinária. “O milagre é um acontecimento ou evento sobrenatural, ou a execução de algo que seja contrário às leis da natureza; é um fenômeno sobrenatural, que desafia a razão e transcende as leis naturais; este dom é simplesmente a habilidade dada por Deus de cooperar-se com Ele, enquanto Ele executa os milagres através de um ato cooperativo com os homens”.

Todo milagre cristão autêntico aponta para a cruz e a ressurreição, começando com o milagre inicial da salvação e continuando através de todos os grandes e pequenos milagres subsequentes.

Os milagres são intervenções diretas de Deus na natureza do homem ou na ordem da criação. Os milagres provam o poder de Deus agindo na vida dos homens, levando-os a uma fé sempre mais crescente.

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3. Jesus e os milagres

Os evangelistas usam três termos ao referirem à intervenção de Deus: falam de fatos miraculosos, de demonstração de força e de sinais; geralmente, a palavra “milagre” vem acompanhada de um ou outro termo (revelando ser o milagre uma manifestação de força divina e sinal da ação de Deus). O que mais se realça nos milagres de Jesus é seu caráter extraordinário: cura instantânea de doenças incuráveis, ressurreição dos mortos, multiplicação dos pães, o que faz o povo se maravilhar. O escopo evangélico é o de ressaltar a manifestação da força e o caráter sinal. Este é o sentido dos milagres de Jesus: abrir os olhos sobre o mistério de sua Pessoa!

As curas e milagres estavam profundamente relacionados com a Pessoa Divina de Jesus, para a abertura da fé e confirmação de sua união com o Pai (cf. Jo 6, 28-29; 11, 40-42; 14, 11 ); estavam relacionados com o poder que Ele tinha como Filho de Deus (cf. Mc 2, 10; At 10, 38) e estreitamente ligados, combinados com a evangelização que proclamava. Evidenciava-se, assim, sua divindade de Messias, de Ungido do Pai pelo Espírito Santo (cf. Lc 4, 14; 10, 21).

Muitas vezes, apesar dos milagres e por causa da sua obstinação, os judeus não acreditavam em Jesus (cf. Mt 13, 58; Mc 6, 4-6; Jo 12, 37). Mas, freqüentemente, Jesus operava milagres, deixando-se levar pela compaixão diante do sofrimento humano (cf. Mt 9, 36; 14, 14; Mc 8, 2; Lc7, 13).

Os milagres eram também um meio do povo glorificar a Deus: ao ver a cura da mulher que vivia encurvada fazia dezoito anos (cf. Lc 13, 10ss), o povo foi levado ao entusiasmo; ao presenciar a cura de um cego em Jericó (cf. Lc 18, 35ss), o povo deu glória a Deus; diante da cura do paralítico em Cafarnaum (cf. Mt 9, 1ss), o povo glorificou a Deus por ter dado tal poder aos homens; ante o espetáculo dos mudos que falavam, dos aleijados que eram curados, dos coxos que andavam, dos cegos que viam (cf. Mt 15, 29-31), o povo glorificava o Deus de Israel.

Neste sentido, o milagre não apenas revelava a bondade de Deus e sua compaixão pelos homens ao curá-los, mas “efetuava também a salvação de Deus. É um ato de força, de poder, para repelir os adversários de Deus: uma irrupção do divino neste mundo, e ao mesmo tempo um sinal do mundo vindouro”. Sinalizava-se deste modo a presença salvífica de Deus em meio aos homens, e a implantação do seu Reino ( cf. Mc 6, 7; 7, 26; Lc 7, 22; 9, 1-6; Mt 12, 28; Lc 7, 18ss).

Os milagres de Jesus confirmavam à sua doutrina – é o que os Evangelhos afirmam em tantos relatos que trazem. A evangelização de Jesus era acompanhada de sinais prodigiosos, de milagres, confirmando sua eficácia, seu poder. O mesmo aconteceu com os apóstolos na Igreja Primitiva: “O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam” (Mc 16, 20).

4. A Igreja e os milagres

Jesus não guardou somente para si esse poder que Ele tem como Filho de Deu nem o restringiu somente à ação, aos seus gestos e ao tempo em que viveu no mundo. Jesus quis que a Igreja também fosse participante desse poder, para continuar a atrair para Ele os homens de todos os tempos. Assim, após a ressurreição, Ele deu aos apóstolos a mesma missão que teve: “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio” (Jo 20, 21); “Quem vos ouve, a mim ouve” (Lc, 10); “Quem vos recebe, a Mim recebe, e recebe Àquele que Me enviou” (Mt 10, 40).

Ao escolher os apóstolos, conferiu-lhes poder de expulsar os espíritos imundos e curar todo o mal e toda a enfermidade; de anunciar o Reino de Deus e de curar os doentes; de ressuscitar, de purificar os leprosos” (Mt 10, 1-8). E os apóstolos “partiram e percorriam as aldeias, pregando o Evangelho fazendo curas por toda a parte” (Lc 9, 1-6).

O anúncio do Evangelho e os milagres acompanharam os apóstolos, mesmo depois da ascensão de Jesus ao Pai. Jesus lhes prometera o Espírito Santo, que lhes daria força” (cf. At l, 8), que os “revestiria da força do alto” (cf. Lc 24, 49), para que cumprissem plenamente a missão que Jesus lhes dera, de testemunhá-Lo ante os homens de todos os tempos e nações, “até os confins do mundo”.

A Igreja Primitiva entendeu que a fé em Jesus, tanto dos apóstolos quanto dos seus ouvintes, provocaria milagres como confirmação da ação de Jesus, pela força do Espírito Santo (cf. Gl 3, 5). É o que se pode ver, por exemplo, na cura do coxo junto à Porta Formosa do Templo ( cf. At 3, 1ss), realizada por Pedro e João.

No Concílio de Jerusalém, Barnabé e Paulo contaram à assembléia quantos milagres e prodígios Deus fizera por meio deles entre os gentios (cf. At 15, 12). Deus “fazia milagres extraordinários por intermédio de Paulo, de modo que lenços e outros panos, que tinham tocado seu corpo, eram levados aos enfermos; e afastavam-se deles as doenças e retiravam-se os espíritos malignos” (cf. At 19, 11-12).

Assim como Jesus, ao fazer o milagre em Caná, “manifestou sua glória e os discípulos creram nEle” (cf. Jo 2, 11), a glória Deus continuaria sendo manifestada pelos “sinais miraculosos”, edificando e fazendo crescer a fé dos ouvintes.

Na comunidade cujos membros se deixam guiar pelo Espírito Santo (cf. Rm 8, 9.14; Gl 5, 16.25), os milagres se tornam presentes, pois são promessas de Jesus a toda sua Igreja: “Quem crê em mim, fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque eu vou para o Pai” (Jo 14, 12).

Cabe, pois, a cada cristão, abrir-se sempre mais a esse dom que é também necessário nos dias de hoje. Há, efetivamente, nos tempos atuais, um reflorescimento dos dons carismáticos na Igreja; o dom de milagres continua sendo necessário para o surgimento e fortalecimento da fé em Deus.

Assim, “os casos de curas e de milagres são de todos os tempos, e ninguém que tenha fé em Deus, duvida que Ele tenha operado as curas, os milagres que por meio de pessoas, quer diretamente, em resposta à oração de seus santos, da Igreja triunfante ou da Igreja militante”,

5. Conclusão

O dom de milagres estará sempre presente na Igreja, manifestando a santidade de Deus e sua ação no mundo, provando seu amor. Deus continuará agindo de forma extraordinária, como agiu no Antigo Testamento, no Novo Testamento com Jesus e sua Igreja.

Ele quer operar hoje, por meio de cada batizado. Sua vontade não mudou. E quando se reúnem pessoas para louvar a Deus e proclamar sua glória, não é de estranhar que milagres aconteçam realmente.

Jesus prometeu sua presença (cf. Mt 18, 20): “se dois de vós se reunirem sobre a terra, para pedir seja o que for, conseguí-lo-ão de meu Pai que está no céu” (Mt 18, 19). Onde está a Igreja reunida na fé, na esperança, no amor, no louvor, na ação de graças, Jesus se torna presente como Aquele sobre o qual coloca sua complacência (cf. Mt 3, 17)

Toda vez que se reúnem em nome do Senhor Jesus, “tendo por Ele acesso junto ao Pai, no mesmo Espírito” (Ef 2, 18), os milagres podem acorrer de forma natural, fortalecendo a fé de todos.

Assim é preciso acreditar mais e mais neste Dom de milagres no coração da Igreja. Por meio dele, pode-se de forma mais convincente publicar as “maravilhas de Deus” hoje e sempre. Amém!


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Segue em outro post o Dom da Fé:


Dom_Fé_Milagres


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Jesus Jesus



Assim, após a ressurreição, Ele deu aos apóstolos a mesma missão que teve:

“Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”