Semana Nacional da Família – 2019.



Hora da Família 23 – 2019

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“A Família, Como Vai?” 


De 11 a 17 de Agosto de 2019

NA SUA PARÓQUIA




A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2019 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo. Adquira agora!

  • O Hora da Família orienta a vivência da Semana Nacional da Família que ocorre de 11 a 17 de agosto de 2019

    Nesta edição procuramos distribuir a reflexão do Hora da Família sobre a pergunta: ‘A Família, como vai?’, através dos sete encontros, que, esperamos, consigam nos fazer caminhar pelas várias possibilidades de respostas que poderemos dar. Aliás, talvez, ao final da Semana Nacional da Família 2019 não chegaremos a uma resposta adequada dentro do que o próprio Deus pensou sobre essa instituição divina chamada família, mas teremos tentado ao menos nos aproximar do pensamento de Deus.

    O tema deste ano é uma retomada da reflexão que marcou a Campanha da Fraternidade de 1994. Ao voltar ao passado e ver o quanto a Pastoral Familiar já cresceu, percebe-se que a família busca e precisa aprofundar cada vez mais a sua missão na Igreja e na sociedade para conquistar um papel decisivo e central.

    Esse desejo de estar no centro das ações eclesiais aparece neste Hora da Família, ligando-o à Iniciação à Vida Cristã, às Políticas Públicas, ao envolvimento com as questões contemporâneas da vida urbana e à missão em meio a outras famílias.

    O subsídio vem com os tradicionais encontros celebrativos da Semana Nacional da Família e refletem os seguintes temas: Família, vocação e juventude; Família e Políticas Públicas; Família, defensora da vida; Matrimônio e Família no plano de Deus, e por fim, o tema central: A família, como vai?

    Além dos encontros, o material traz três celebrações temáticas para realizar no Dia das Mães, Dia dos Pais e uma celebração e consagração à Sagrada Família.



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

16.000.000 de acessos em Presentepravoce.



Atingimos 16.000.000 de Acessos.

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                    Neste dia 26/07/2020 atingimos a marca de Dezesseis Milhões de acessos em nosso Blog do WordPress em menos de 1 ano.  Assim consideramos esta marca mais uma vitória para todos nós, eu mesmo, nossos amigos e companheiros de caminhada e a todos vocês que nos visitam frequentemente.

É uma marca importante, um numero simbólico, nos últimos meses devido à pandemia do coronavírus o perfil de consultas alterou muito, enquanto alguns temas perderam audiência outros ganharam muito mais evidência e assim vamos acompanhando a tendência das consultas para atender as necessidades do momento.




“Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu: tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou” (Eclesiastes 3:1-2)

“Quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no Espírito, do Espírito colherá a vida eterna.”  (Gálatas, 6,8)

Outras sementes, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um”
(São Mateus, 13,8)

Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.

Gálatas 6:7


À pouco mais de 11 anos atrás iniciamos este blog com o objetivo de evangelizar àqueles que não possuíam um outro meio de conhecer a Deus, pois sabemos que neste mundo de hoje apesar do avanço das comunicações e da multiplicação da tecnologia possibilitando novos meios de comunicação que não existiam até pouco tempo atras, nestes poucos anos observamos a mudança de diversas tendências e possibilidades, como por exemplo, podemos dirigir uma mensagem particular  ao vivo visual e ou até virtual para uma pessoa que esteja no meio da floresta amazônica incomunicável por vias terrestres e totalmente isolada socialmente.

No passado, muitos achavam que a maior barreira para a evangelização seriam as perseguições, mas a verdade é que sempre foi a linguagem e as enormes distâncias que separavam as pessoas a serem atingidas pelo amor de Cristo.

A internet e as redes sociais se revelaram um grande terreno de terras férteis e totalmente preparadas para o plantio, lamentavelmente o inimigo já está usufruindo e explorando muito bem este terreno e espalhando sua cizânia antes mesmo que o trigo seja semeado.

A pior semente que poderia ser semeada é a mesma que sempre foi desde o princípio quando o método do diabo disfarçado serpente falante foi utilizado quando conseguiu envenenar o Homem com suas mentiras disfarçadas de boas palavras, que eram em primeiro lugar o fato do Homem se tornar eterno e poderoso sem o auxílio ou dependência de seu Criador, ou seja, o Homem não era apenas uma imagem de seu Criador, mas sim igual a Ele, o que não era verdade e como consequência nos privamos da presença de Deus e cada vez mais nos distanciamos de sua presença, hoje como uma prova podemos dizer que este “CORONAVÍRUS”, nos trará mais um prejuízo irreparável para a evangelização, pois mina a confiança dos homens em permanecer numa atividade social que se dedica em amar uns aos outros, se envolver uns com os outros, viver e partilhar tudo em comunidade, isto ficou bem claro e evidente que por mais que as economias sofram, empresas fechem, empregos acabem e países inteiros quebrem a atividade social e evangelizadora que a Igreja executa neste mundo será drasticamente afetada, basta se ver que os templos hoje estão quase vazios e o esfriamento da comunhão entre os irmãos se transformou em DISTANCIAMENTO SOCIAL ou receberemos uma grave punição dos nossos governantes Laicos. Há uma profecia pronunciada pelo próprio Jesus que nos alerta para este fato, ela diz: “Quando eu vier, por acaso encontrarei Fé na terra, ou apenas o fato de que, quando se aproximar os dias do fim: “O Amor se esfriará de quase todos e etc…”, vemos que esta pandemia atual não nos ajuda a evitar esta profecia, pelo contrário, planta uma semente de desconfiança em cada coração que colabora para a implantação de um isolamento social que é o oposto de tudo aquilo que Jesus pregou, “Ser um com o Pai”, como seremos “UM”, como buscaremos a unidade se a segurança nos diz que precisamos viver isolados de nossos irmãos ou corremos o risco de sermos “CONTAMINADOS”, sim esta é a verdade, assim como o vírus se propaga pelo contato social, o AMOR também usa este mesmo caminho de “CONTÁGIO”, SIM, porque o AMOR DE DEUS É SUPER CONTAGIOSO, mas se o evitamos, se nos afastamos, nos tornaremos cada dia mais em uma pedra de gelo confirmando assim a profecia.

Já é hora de lutar contra este mal e não aceitar esta situação, não se pode deixar que esta semente perdure, não podemos permitir que este mal se alastre, porque a PANDEMIA PASSARÁ, o vírus pode até não desaparecer e continuar como um doença endêmica, mas precisaremos vencer as consequências de sua presença atual no futuro e já podemos começar desde agora a plantar esta nova semente, porque sabemos que “Passaremos por diversas aflições”, mas precisaremos “TER BOM ÂNIMO” para vencer o mundo assim como nos disse Jesus.

Nossa proposta no início era apenas mostrar de forma bem simples o amor de Deus, assim como ouvimos em “Habacuc 2,2” (post de apresentação), isto consistia em mensagens práticas e por isso implantem no início o uso de “foto mensagens” e cheguei até a ser criticado por um Radical tradicionalista famoso chamado Orlando Fedeli que meu blog parecia mais com um gibi, no que eu concordei plenamente com ele já que sua página bem conhecida parecia mais com um dicionário cheio de letras e palavras complicadas e difíceis que não perduraram muito após seu falecimento, já que a filosofia popular conhece uma máxima que diz “Uma imagem vale mais do que mil palavras”, logo com apenas uma imagem e uma palavra podemos atingir um objetivo que talvez não alcançaríamos com mil palavras e muito temo.

Um dia estava indo a Brasilia dirigindo um carro a mais de 100 Km por hora, o sol estava nascendo e pedi ao meu filho que estava no banco de trás que tirasse uma foto do nascer do sol, isto ele fez e as fotos não ficaram muito boas, ficaram embaçadas e tremidas, porém o flash pisca em uma fração de segundos e isto anula o efeito da velocidade pois capta a imagem naquela fração do um segundo do retorno do brilho do flash, ao analisar as fotos vi que havia algo de diferente, pois em um porte da estrada que passava em alta velocidade mal apareceu na foto, mas havia uma plaquinha no poste com uma mensagem curta e rápida que dizia “JESUS TE AMA”  e mesmo numa foto de uma fração de segundo ficou muito clara aquela mensagem, mesmo que tenha sido vista depois do momento na revelação de uma fotografia comum, veja que, foi exatamente isto que Deus havia dito a Habacuc, já que o mundo hoje gira freneticamente em alta velocidade, uma mensagem curta e objetiva pode atingir um alvo como uma flecha atirada por um arqueiro e isto seria o suficiente até mesmo para salvar uma vida e até mesmo uma alma perdida.

Atirando flechas para o alto no meio de uma multidão corremos risco de atingir alguém, atirando balas para cima certamente a bala perdida pode matar alguém, isto é um fato verídico e assim nosso trabalho de postar mensagens e palavras de vida se revelam como um método eficaz já que cada mensagem, cada palavra, cada pregação, não são apenas palavras ao vento e sim sementes que são direcionadas a corações sedentos de Deus e cremos que são acolhidas já que a fome e sede de Deus neste mundo aumenta cada vez mais. Quem planta colhe, quem semeia, ceifará e certamente a Palavra de Deus não mente quando diz que quem plantar laranjeiras colherão laranjas e quem plantar limoeiros colherão limões e ninguém que tenha plantados espinheiros colherão morangos e sim espinhos porque cada semente lançada só poderá gerar aquilo que é sua essência, sendo assim sabemos que esses “16.000.000” de acessos em nosso blog não produzirão espinhos e nem limões, mas esperamos que realmente tenha sido útil para tornar a vida de muitos um pouco mais doce e saudável, principalmente por ter auxiliado a nos aproximar um pouco mais do Pai de Amor.

Agradecemos a Deus e a todos nossos leitores por estes frutos que amadurecem e pelas sementes que serão replantadas para produzir ainda mais frutos em nossas comunidades.   

Amem

Que Deus nos abençoe.

Sizenando




Que Deus nos abençoe sempre


VEJA A NOSSA APRESENTAÇÃO DO BLOG.


Presente_Apresentação


Comemorações de Aniversário Anteriores:


Bolo_sete_anos_presentepravoce Presentepravoce_bolo_oito_anos_10000000

Outras marcações e Comemorações Anteriores:


250000-lk Primeiro_milhao Presentepravoce_6000000
Presentepravoce_9000000_capa_1 10000000_goodyear


É um prazer estar com todos vocês!


OS QUE MAIS SE DESTACARAM

NOS ÚLTIMOS 1000.000 de acesos


Tende_Misericordia_Senhor

OUTROS POST’S MAIS RECENTES QUE ESTÃO EM ALTA


 


OS MAIS VISITADOS

ATÉ O DIA DE HOJE



Dados Atualizados em 26/07/2020 – 00:00 hs – 16.000.000



Oração_ao_espirito_santo
palestras_para_encontro_de_casais_ecc
Tende_Misericordia_Senhor
O-papagaio_marrom_padre_leo Wallpapers_maria_mae_de_jesus
Pascoa_vida_nova_em_Cristo Imagens_arvores_de_Natal Canticos para o advento
Dinâmica
apocalypto_film_mel_gibson JESUS é o mesmo
Moldura_sonho_de_valsa_te_amo Dinamica_do_sonrisal
Pascoa_vida_nova_em_Cristo
O_Sentido_da_Vida Repouso_no_espirito_santo
Jesus é o Mesmo


RELAÇÃO DOS 50 POST’S MAIS VISITADOS DESDE SEMPRE



DATA DA ESTATÍSTICA

27/07/2020

TOTAL GERAL DE ENTRADAS 16.009.000
Página inicial 1.659.844
1 Orações ao Espírito Santo. 723.301
2 Novas Imagens Para Mensagens de Natal. 420.293
3 Frases para mensagens em Lembrancinhas de Encontro para Casais. 298.629
4 Temas para palestras de Encontro para Casais. 277.413
5 Mensagens de Natal. 241.556
6 Molduras para fotos e Cartões com temas Natalinos. 224.515
7 ORAÇÃO PEDINDO A MISERICÓRDIA DE DEUS!!! 208.944
8 Cartões de Natal para montagens personalizadas. 208.552
9 Oração de São Miguel Arcanjo. 206.071
10 Padre Léo Conta a estória do Papagaio Marrom. 204.481
11 WALLPAPER’S DE MARIA SANTÍSSIMA, PARA SUA COLEÇÃO. 201.438
12 Dinâmica da Pipoca sem Sal. 201.305
13 Foto Mensagem da Páscoa. 188.295
14 Imagens para usar em cartões e mensagens de Natal. 184.075
15 Cantos para o Advento. 176.709
16 Reflexões, Parábolas e Mensagens. 175.222
17 Dinâmica para Meditação. 174.519
18 O Casal Cristão no Mundo de Hoje. 166.739
19 Apocalipto, Filme de Mel Gibson Retrata Civilização Maya e Asteca. 134.430
20 Mensagens Cristãs em Power Point. 132.130
21 A Família Segundo a Bíblia. 131.545
22 Wallpapers – Mensagens de Jesus. 131.488
23 Dinâmica – O Espírito Santo sopra onde quer. 131.005
24 Jesus Misericordioso. 127.914
25 Molduras para montagens de Cartões e Fotos. 127.522
26 Dinâmica do Sonrisal. 122.892
27 O Plano de Deus. 121.788
28 Temas relacionados à Família 121.020
29 Oração de Natal. 109.051
30 Imagens de Presépios Natalinos. 104.446
31 Dinâmica – A Oração. 100.215
32 Dia Das Mães. 93.409
33 Sentindo a Presença de Deus! 92.687
34 Feliz Páscoa. 92.208
35 O Sentido da Vida. 90.155
36 O que é Repouso no Espírito ? 86.594
37 Poema a Nossa Senhora Aparecida. 85.340
38 Semana Nacional da Família. 84.523
39 Com Deus não se Brinca. 82.962
40 A Vivência do Sacramento do Matrimônio. 80.163
41 Harmonia Conjugal. 78.277
42 Esclarecimento sobre a Polêmica ocorrida na Missa de Paulo Goulart. 75.223
43 Diálogo Com os Filhos. 74.703
44 Terceira Idade, Ser Idoso ou ser apenas um Velho ? 73.928
45 Dinâmica e Apresentação em homenagem ao dia dos Pais. 69.224
46 Cânticos Litúrgicos para a Quaresma e a Semana Santa? 66.548
47 Jesus é o mesmo ontem hoje e sempre, inconfundível e Imutável. 65.899
48 Um Milagre Eucarístico que ficou oculto 12 anos! 64.177
49 Deus Criou uma Mãe Com Coração de Mãe. 62.597
50 Vinho, muito vinho, O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio. 62.404


Santa Missa Diária – OnLine – SantaCarona.





SANTA MISSA DIÁRIA ONLINE


O Santa Carona está disponibilizando em sua página do YOUTUBE  para todos os Católicos nestes tempos de Pandemia do Coronavírus a possibilidade de acompanhar diariamente a Santa Missa através de seu canal.

 VENHA PARTICIPAR CONOSCO

Todos os dias a partir das 19:00 hs iniciando com o Santo Terço e as 19:30 hs a Santa Missa.

Aproveite para ver outras postagens com entrevistas exclusivas com personagens conhecidos no meio Católico como músicos, pregadores, Sacerdotes e outras curiosidades.

Apoie nos se inscrevendo no canal, estamos em campanha para atingir o mais rápido possível os 100.000 inscritos.


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VEJA OUTROS TEMAS EM NOSSO BLOG




 


O Valor de uma Ave-Maria.



TODAS A GERAÇÕES TE PROCLAMARÃO BEM AVENTURADA.




AVE MARIA MINHA MÃE



Trechos selecionados da obra de São Luís Maria Grignion de Montfort


“A Ave-Maria, rezada com devoção, atenção e modéstia, é, como dizem os santos, o inimigo do demônio, pondo-o logo em fuga, e o martelo que o esmaga; a santificação da alma, a alegria dos anjos, a melodia dos predestinados, o cântico do Novo Testamento, o prazer de Maria e a glória da Santíssima Trindade. A Ave-Maria é um orvalho celeste que torna a alma fecunda; é um beijo casto e amoroso que se dá em Maria, é uma rosa vermelha que se lhe apresenta, é uma pérola preciosa que se lhe oferece, é uma taça de ambrosia e de néctar divino que se lhe dá. Todas estas comparações são de santos ilustres”.

“[Vários santos] compuseram livros inteiros sobre as maravilhas e a eficácia da Ave Maria, para conversão das almas. Altamente publicaram e pregaram que a salvação do mundo começou pela Ave-Maria, e a salvação de cada um em particular está ligada a esta prece; que foi esta prece que trouxe à terra seca e árida o fruto da vida, e que é esta mesma prece que deve fazer germinar em nossa alma a palavra de Deus e produzir o fruto de vida, Jesus Cristo; que a Ave-Maria é um orvalho celeste que umedece a terra, isto é, a alma para fazer brotar o fruto no tempo adequado; e que uma alma que não for orvalhada por esta prece ou orvalho celeste não dará fruto algum, nem dará senão espinhos, e não estará longe de ser amaldiçoada. (…) Pois sempre se verificou que aqueles que trazem o sinal de condenação, como os hereges, os ímpios, os orgulhosos, e os mundanos, odeiam e desprezam a Ave-maria e o terço. Os hereges ainda aprendem e recitam o Pai-Nosso, mas abominam a Ave-Maria e o terço. Trariam antes uma serpente sobre o peito do que o rosário ou o terço”.

“Não sei como isto acontece nem por que; entretanto é verdade, e não conheço melhor segredo para verificar se uma pessoa é de Deus, do que examinar se gosta ou não de rezar a Ave-Maria e o terço”.

“Almas predestinadas, escravos de Jesus em Maria, aprendei que a Ave-Maria é a mais bela de todas as orações, depois do Pai-Nosso. É a saudação mais perfeita que podeis fazer a Maria, pois é a saudação que o altíssimo indicou a um arcanjo para ganhar o coração da Virgem de Nazaré”.

“Rogo-vos instantemente, pelo amor que vos consagro em Jesus e Maria, que não vos contenteis de recitar a coroinha da Santíssima Virgem, mas também o vosso terço, e até, se houver tempo, o vosso rosário, todos os dias, e abençoareis, na hora da morte, o dia e a hora em que me acreditastes; e, depois de ter semeado sob as bênçãos de Jesus e de Maria, colhereis bênçãos eternas no Céu”.


São Luís Maria G. de Montfort
(Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, n. 249 a 254).




Ainda há tempo para despertardes do sono.



AINDA NÃO É O FIM,


MAS JÁ CHEGOU A HORA

DE DESPERTARDES DO SONO!


“Isso é tanto é mais importante porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A salvação está agora mais perto do que quando abraçamos a fé.* A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.”

Romanos, 13,11-12 – Bíblia Católica Online
Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/romanos/13/



Quem aceitará esta verdade ?


Respondeu-lhes Jesus:

“Cuidai que ninguém vos seduza.*”

Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos. Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra. Atenção: que isso não vos perturbe, porque é preciso que isso aconteça. Mas ainda não será o fim. Irá levantar-se nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares. Tudo isso será apenas o início das dores. Então, sereis entregues aos tormentos, sereis mortos e sereis por minha causa, sereis objeto de ódio para todas as nações. Muitos sucumbirão, serão traídos mutuamente e mutuamente se odiarão. Irão levantar-se muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniquidade, a caridade de muitos esfriará. Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo. Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.

São Mateus, 24 4 – 14 – Bíblia Católica Online

Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-mateus/24/

Acrescentou ainda esta comparação: Olhai para a figueira e para as demais árvores. Quando elas lançam os brotos, vós julgais que está perto o verão. Assim também, quando virdes que vão sucedendo estas coisas, sabereis que está perto o Reino de Deus. Em verdade vos declaro: não passará esta geração sem que tudo isto se cumpra. Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”. (S. Lucas 21 28-33)



Acordar:

É apenas uma palavra, uma palavra muito comum que todos conhecem, sabem o seu significado e sentido. (lit; dic.)

O ser humano diferentemente de muitos animais tem a capacidade de pensar e tomar decisões por si mesmo não sendo apenas uma máquina programada que executa a vontade de seu programador, por isso é capaz de definir a direção a seguir e o futuro que irá experimentar.

O ser humano tem aspirações, desejos e é impulsionado por uma força interior que ele muitas vezes desconhece, muitos explicam a espiritualidade humana de diversas formas e criam diversas teorias que nos afastam da verdade, porém aqueles que acreditam em Deus creem que esta força interior que nos impulsiona é mesmo aquele sopro de vida que Deus soprou no homem em (Gen. 2) logo após a criação ou ainda aquela “VIDA” que o exercito de ossos secos na visão de Ezequiel (37,9) adquiriu com o poder do Espírito Santo vindo do céu.

Todo homem sonha e tem a esperança de um dia viver em num mundo melhor sem dor, doença, guerras, males, ódio e etc. (Is. 11,9) como é mostrado ao Profeta que viu o Apocalipse:

(21) “Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia.” (Apocalipse, 21-1), e continua a narração dizendo no verso (4) que “Enxugará toda lágrima de nossos olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição”.”, assim é explicado as nossas aspirações mais profundas e a realização de nossos sonhos serão concretizados um dia.

Enquanto não alcançamos este objetivo final estamos presos e condicionados a esta situação de nosso tempo atual e toda noite quando dormimos temos uma experiência de vivenciar os “SONHOS” como se fossem uma realidade.

Algumas vezes temos pesadelos e o que mais queremos neste momento é despertar, mas não conseguimos, outras vezes experimentamos sonhos maravilhosos que preferiríamos permanecer dormindo, no entanto alguém nos desperta dizendo “Acorde você esta só sonhando”, Levante…  já está na hora do trabalho, está atrasado para ir a escola e etc. Por um instante experimentamos a situação intermediária e percebemos a diferença entre “Sonho e Realidade,” mesmo que optemos por permanecer naquele sonho, sabemos que não é REAL e que precisamos mesmo é abrir bem os olhos para ver a realidade, “DESPERTAR DO SONO”.  É isto que a palavra nos diz:

“Já é hora de despertardes do sono…” Para aqueles que vivem sem perceber a realidade que nos cerca e até mesmo para aqueles que já conhecem as profecias e vivem o evangelho ainda inebriados pelo sono.



Os “SINAIS DOS TEMPOS” estão agora bem mais visíveis do que antes estiveram:  Vejam, quem diria na sua mais perfeita lucidez que um dia o mundo iria “PARAR” dar uma pausa em tudo que gira em torno do dinheiro e das coisas materiais que somos obrigados a viver no dia a dia.  E olha que até mesmo o mais poderoso dos poderosos foi obrigado a se curvar perante o tão pequeno e invisível “CORONAVÍRUS” Decretando a paralisação total de todo comércio e movimento nas grandes Metrópoles insaciáveis de agitação e aglomeração.

Nunca aconteceu tal coisa e até mesmo será um fato histórico no futuro assim como naquele filme ou o sonho narrado na música de Raul Seixas: “O dia em que a TERRA PAROU”. Ele mesmo se identificava como um “Maluco Beleza”, mas bem que ele viu em seu sonho maluco estes dias que vivemos hoje como uma realidade jamais preanunciada, apenas com uma pouca diferença, foi um pouco amenizada pelo amor de Deus, se bem que para alguns em particular foi muito pior.

Veja musica com detalhes em outro post.

Eu só posso dizer que este fato histórico que hoje vivemos não pode passar desapercebido e que possamos ver o SINAL que já é hora de acordarmos e entendermos que é Deus quem está nos dando uma “SACUDIDA”, mesmo que a culpa ainda seja dos homens e a irresponsabilidade seja toda nossa, precisamos saber que “O Tempo da Graça”, “O Kairos” não é permanente e que os últimos grãos de areia já estão caindo na ampulheta, isto é o que nos confirmam as profecias que se cumpriram nestes últimos dias.

Todos aqueles que estudam e conhecem a palavra de Deus sabem  que a noite já vai adiantada (*1) e que o noivo já esta para abrir a porta e receber sua noiva para o casamento. (*2)  Cabe a nós, assim como as 10 virgens noivas, percebermos que ainda estamos TODOS agarrados ao sono, dormindo, inebriados e apagados.

É chegado o momento do “DESPERTAR” e acender a nossas lâmpadas nos preparando para o que virá a seguir.

(*1) – Romanos, 13,11-12

(*2) – São Mateus, 25, 1-13

“13. Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.””


As profecias Mayas se cumpriram para seu povo no passado, porém não se concretizaram em 2012 segundo as previsões dos estudiosos.

Veja o texto em outro Post




Santa Helena de Roma.



Hoje é dia de Santa Helena, a imperatriz que levou para Roma a Escada Santa.



Em 18 de agosto, a Igreja celebra a memória litúrgica de Santa Helena, mãe do imperador Constantino, exemplo de cristã, que serviu ao Senhor por meio da oração e de obras de caridade. Defensora do cristianismo, faz parte de grandes descobertas para Igreja, como a cruz de Jesus e a Escada Santa.

Helena nasceu em meados do século III, provavelmente em Bitínia, região da Ásia Menor. Os autores britânicos afirmam que nasceu na Inglaterra, que era naquele tempo província romana, e que Constâncio Cloro, tribuno e mais tarde governador da ilha, apaixonou-se por ela, e a tomou em matrimônio. Por volta do ano 274, tiveram um menino, a quem puseram por nome Constantino.

Constâncio Cloro chegou a ser marechal de campo; em seguida o imperador Maximiano o nomeou corregedor e, portanto, seu sucessor no Império, mas com a condição de que repudiasse Helena e tomasse por esposa sua enteada Teodora.

Tanto Helena como Constâncio Cloro eram pagãos. Levado pela ambição, Constâncio se separou dela e foi para Roma com seu pequeno filho Constantino. Helena chorou durante 14 anos sua desgraça, até que, quando Constâncio morreu, em 306, Constantino foi nomeado imperador.

Constantino mandou chamar sua mãe à corte, conferiu-lhe o nome de Augusta e o título de imperatriz.

Purificada pelo sofrimento, Helena recebeu o batismo, provavelmente no ano 307, e foi uma cristã exemplar, testemunha da grande jornada em que Constantino fez pôr pela primeira vez a cruz nos estandartes de suas legiões para vencer em batalha a seu rival Maxêncio. Era o mês de outubro do ano 312.

No início do ano 313, o imperador publicou o edito de Milão, pelo qual se permitia o cristianismo no Império. Seguindo o exemplo de sua mãe, converteu-se, sendo batizado pelo Papa São Silvestre. Depois de trezentos anos de perseguição, a Igreja de Cristo se assentava triunfante na terra. A piedosa imperatriz se dedicou por inteiro a socorrer os pobres e aliviar as misérias de seus semelhantes.

Já idosa, aos 77 anos, visitou em peregrinação para a Palestina, visitar os lugares da Paixão de Cristo. Subiu ao topo do Gólgota, onde se erigia um templo em honra de Vênus, mandado construir pelo imperador Adriano. Ao inteirar-se do costume judeu de enterrar no lugar da execução de um malfeitor os instrumentos que serviram para lhe dar morte, mandou derrubar o templo e procurar a cruz onde padecera o Redentor. Três cruzes foram achadas. Uma antiga tradição relata o modo milagroso como conseguiu identificar a cruz era a de Jesus, mediante a cura de um moribundo.

Santa Helena fez dividir a cruz em três partes. Uma das partes a entregou ao Bispo Macário, para que o entronizasse na Igreja de Jerusalém; o segundo o enviou à Igreja de Constantinopla; e o terceiro, à Roma, para a Basílica que, por este motivo, chamou-se Santa Cruz de Jerusalém. Mandou também construir três edifícios, chamados casas de Deus: um junto ao monte Calvário, outro na cova de Belém e um terceiro no monte das Oliveiras.

A imperatriz permaneceu longo tempo na Palestina, servindo ao Senhor com a oração e as obras de caridade. Cuidava dos doentes, libertava os cativos e dava mantimentos aos pobres, levando sempre em seu espírito – como exemplo – a imagem da Virgem Maria.

Tinha oitenta anos quando retornou de sua viagem. Faleceu pouco depois, provavelmente em Tréveris, por volta do ano 328 ou 330. O martirológico romano a comemora em 18 de agosto. Algumas de suas relíquias se conservam em Roma, em uma capela dedicada a ela.

Além disso, na Cidade Eterna, outros locais remetem à santa Helena, como a Escada Santa, que foi translada por ela para Roma, por volta do ano 326. Trata-se de uma escada composta por 28 degraus, que levavam até o alto do pretório de Pôncio Pilatos, em Jerusalém, e foram subidas por Jesus, antes de sua condenação à morte. A escada se encontra, agora, na Cidade Eterna, próximo à Basílica São João de Latrão, no mesmo lugar onde se encontra uma capela dedicada a São Lourenço.

Devido ao seu imenso valor espiritual, o Papa Sisto V, entre os anos de 1586 e 1589, mandou construir o atual Santuário da ‘Scala Santa’, situando-a como acesso ao ‘Sancta Sanctorum’, primeira capela privada dos Papas construída em 1277, onde se custodiavam as relíquias mais preciosas da cristandade.

Hoje, o ‘Sancta Sanctorum’ é o ponto final da Escada Santa e nela se conserva uma antiquíssima imagem de Jesus Redentor chamada “arquetípica”, isto é, que não foi pintada por mão humana. Ao mesmo tempo uma tradição popular diz que a pintura é do Evangelista Lucas que foi ajudado por um anjo para esta bela obra.

Atualmente, segundo a Rádio Vaticano, teve início o trabalho de restauração dessa escada, assim como foi feito com a capela de São Lourenço, reinaugurada em junho.

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REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 15 / 07:00 am (ACI – Digital).-


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O Poder da Cruz de Cristo.



Por ocasião da festa da Exaltação da Santa Cruz de Cristo.



O Império Romano, depois do imperador Diocleciano, foi conduzido com grandes contendas e divisões, à medida que imperadores e vice-imperadores do Ocidente e do Oriente lutavam pelo poder.   Entre eles estava Flavius ​​Valerius Constantinus, conhecido também como Constantino, o Grande, que foi nomeado César ou vice-imperador do Ocidente pelo sucessor de Diocleciano, Galério.    Constantino estava no controle da Grã-Bretanha e da Gália, enquanto seu cunhado Maxêncio, levantou-se e travou uma guerra contra Galério e fez incursões bem-sucedidas na Itália e em Roma.

Quando Galério morreu (311 dC), Constantino trouxe suas campanhas de guerra para a Itália e, conseqüentemente, venceu batalhas em Turim e Verona e avançou ainda mais para Roma, que estava militarmente sob o comando de Maxêncio.   Maxêncio, sob forte desafio, saiu para combater Constantino, mas foi derrotado na ponte de Milvian.    A batalha da ponte de Milvian foi produtiva de uma sucessão de vitórias que, por volta de 324 dC, Constantino passou a ser o mestre de todo o Império Romano.

Esta vitória de Constantino sobre Maxêncio na Ponte de Milvian foi rodeada com inúmeros detalhes históricos intrigantes, relacionados à CRUZ.   Uma história do que aconteceu foi registrada por Eusébio de Cesaréia, um estudioso das escrituras e historiador que escreveu a primeira biografia detalhada de Constantino logo após sua morte.    Obviamente, ele conhecia Constantino muito bem e mencionou que recebeu a história diretamente do imperador.    Constantino era um imperador pagão e um devoto do deus do sol; Sol Invictus, o sol não conquistado. No entanto, antes da batalha da Ponte da Milvânia, ele e seu exército viram uma CRUZ de luz no céu acima do sol com palavras em grego que geralmente são traduzidas para o latim como ” In hoc signo vinces ” (‘Neste sinal se conquista’).   Naquela noite, Constantino teve um sonho em que Cristo lhe disse para usar o sinal da cruz contra seus inimigos.   Ele ficou tão impressionado que tinha o símbolo cristão marcado nos escudos de seus soldados e, quando a batalha da Ponte da Milvânia lhe deu uma vitória esmagadora, ele a atribuiu ao sinal da CRUZ que lhe foi revelada.



 

Alguns anos após a vitória na Ponte de Milvian, a mãe de Constantino, que se converteu ao cristianismo e que mais tarde se tornou Santa Helena, foi a Jerusalém em busca da cruz na qual Jesus Cristo foi crucificado. Escavações extensas foram feitas no local do enterro do Senhor até que três “cruzes” foram recuperadas. Havia confusão sobre qual era a Cruz de Cristo, pois havia dois ladrões crucificados em ambos os lados de Cristo no Calvário. Para determinar qual das três era a Cruz de Cristo, pedia-se a uma pessoa doente que tocasse nas três cruzes em intervalos diferentes e se a pessoa se recuperasse instantaneamente com o toque em uma delas, essa seria a CRUZ verdadeira.   Essa cruz em particular também efetuou muitos outros milagres e foi assim confirmada, aclamada e exaltada como a Cruz de Cristo. No local da descoberta, uma igreja foi erguida e foi dedicada como uma basílica com o nome de Igreja do Santo Sepulcro em 14 de setembro de 335. Esta é a razão remota por trás da festa de hoje.



A Primeira Leitura de hoje (Números 21, 4b-9) forneceu um pano de fundo para a Cruz. Disseram-nos que quando o povo de Israel ficou impaciente no deserto e blasfemou contra Deus e Moisés, Deus enviou serpentes ardentes entre o povo que os morderam e muitos morreram. Diante desse flagelo, o povo veio a Moisés pedir perdão e Deus pediu a Moisés que fizesse uma serpente ardente e a colocasse em um estandarte, e qualquer um que olhasse para ele depois de ser mordido não morreria.

Qualquer pessoa atenta gostaria de saber por que Deus escolheu punir o povo por meio de picadas de cobra e também decidiu salvá-las por meio da imagem de uma serpente de fogo presa no alto de um poste. Na história bíblica, a primeira menção real de uma serpente foi no Jardim do Éden (Gênesis 3, 1 e seguintes) e foram as insinuações da serpente que fizeram Adão e Eva pecarem contra Deus, o que também aconteceu pela árvore no meio. do jardim. Aquela árvore estava alta como o estandarte de Moisés.

Significativamente, Deus permitiu que as serpentes as mordessem, lembrando-as da fonte original do fracasso humano; a serpente junto à árvore no meio do jardim. No momento em que ele queria salvá-los, ele usava a imagem de uma serpente que, ao contrário das outras, não mordia e estava presa em um poste ao contrário das outras que estavam pelo chão abaixo do poste.   Agora a vida consistia em olhar para cima e para o alto na serpente presa no poste.  É como dizer às pessoas “nisso reside a sua salvação”. Assim como foi dito a Constantino “neste sinal você conquistará”!



A expressão completa do poder da cruz pode ser encontrada na cruz de Cristo. Agora há um contraste entre a árvore do Éden e a cruz do Calvário. Pela árvore do Éden, falhamos e perdemos nossa amizade com Deus, mas pela árvore (cruz) do Calvário fomos levantados e recuperamos nossa amizade com Deus. Pela árvore do Éden fomos condenados, mas pela árvore (cruz) do Calvário fomos salvos. Assim como ninguém que fora mordido pelas serpentes poderiam se recuperar sem olhar para a serpente ardente no alto do poste, ninguém pode ser salvo sem a Cruz do Calvário.

Nosso Senhor na Leitura do Evangelho deste dia da festa da Santa Cruz (João 3, 13-17) disse a Nicodemos que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim DEVE ser levantado o Filho do homem e quem n’Ele crer não deve perecer, mas terá a vida eterna. A serpente foi levantada em um estandarte e nosso Senhor foi levantado na cruz.   A cruz é, portanto, um sinal e símbolo da salvação. Na cruz há vida eterna para quem quer que acredite.

O ensaio de nossa compreensão do fenômeno da cruz será muito apropriado aqui. Para a maioria das pessoas, a cruz é simplesmente um fardo, mas isso não é verdade. Um olhar atento a uma cruz revela que é um sinal adicional (+). Portanto, há ganhos na cruz e não perdas (-) menos.   Além disso, a cruz pode servir como uma escada para nos ajudar a escalar obstáculos quando a colocamos contra qualquer obstáculo. Mais ainda, a cruz também pode ser uma chave ou uma espada quando a colocamos na posição horizontal.

A cruz também é um instrumento de exaltação. Com sua posição de pé, ele nos aponta para o céu; isso nos aponta para uma altura maior. É sobre esse fundamento que São Paulo, na Segunda Leitura (Filipenses 2, 6-11), estabeleceu que nosso Senhor Jesus Cristo, além de ter igualdade com Deus, se humilhou para pegar a Cruz por nossa causa, sendo humilde até morte. Com base nisso, Deus o levantou (o exaltou) e lhe deu um nome que está acima de qualquer outro nome. A cruz, sem dúvida, fornece as estruturas para sermos elevados ou exaltados. Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu que, quando fosse levantado, atrairia todos para si mesmo (João 12,32). É bom notar que, sendo levantado, ele está levando todas as pessoas a uma posição exaltada.

Hoje não há mensagem maior do que a mensagem da cruz. São Paulo observaria que a mensagem da cruz é LOUCURA para os que estão perecendo, mas para nós que estamos sendo salvos é o poder de Deus (1 Cor. 1, 18). Portanto, para aqueles que estão sendo salvos, isso nos diz que pode haver lágrimas à noite, mas a alegria vem pela manhã (Salmo 30, 5). Diz-nos para não nos preocuparmos que nosso Senhor tenha vencido o mundo (João 16,33) e nos diz para não permitir que nossos corações sejam perturbados. Que devemos confiar em Deus (João 14, 1).

Ao celebrarmos a exaltação da cruz, lembremo-nos de que nossa própria exaltação está na mesma cruz de Jesus Cristo. Portanto, devemos estar prontos para carregar e defender nossa cruz onde quer que nos encontremos, porque seremos exaltados pelas mãos atenciosas de Deus e pelo coração amoroso.


Feliz comemoração

Pe. Bonnie

(fatherbonny@hotmail.com)


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Jesus é Rei e Senhor
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O verdadeiro amor – Padre Fábio Melo.


Antes de permitir que alguém entre na sua vida, tire sua máscara e sua maquiagem, para que ele ou ela veja bem quem você é, para que não venha a amar uma ilusão ou uma expectativa…

Eu só quero entrar na sua vida, se for para lhe ajudar a ser melhor do que você é.


Texto retirado da mensagem de Padre Fábio de Melo;





Quem ama de verdade nunca aponta o passado, aponta sempre o futuro.


Na vida não tem nada mais cansativo do que ser aquilo que você não é. É muito bom ser olhado nos olhos por alguém que nos permita ser somente aquilo que estamos conseguindo ser naquela hora. Alguém que nos acolha do jeito que a gente é ou do jeito que a gente está. Por isso eu creio que o verdadeiro amor chega na nossa vida, não no dia que o outro diz que nos ama. O verdadeiro amor chega na nossa vida no dia que o outro sem dizer uma palavra, nos olha nos olhos e nos convence que nos ama, sem precisar dizer, sem precisar usar o recurso da palavra, nos olha nos olhos e nos deixa a vontade. Porque quem ama verdadeiramente, nos deixa a vontade para sermos aquilo que somos, não fica exigindo aquilo que não podemos, sabe por quê? O outro não ama as expectativas mas ama a realidade. Quem ama a expectativa corre o risco de nunca amar ninguém, agora quem descobre que o amor e a fraternidade, consiste em você acolher aquele que tem qualidades e defeitos, ai vira realidade. Eu sou amada não é quando mostro apenas minhas qualidades, eu me sinto amada é no dia em que o outro me descobre no meu maior defeito e mesmo assim me olha, sorri e diz:

“Eu te amo mesmo assim!”

Como é que eu deixei sua vida no momento que passei por ela? Como é que você deixou a vida daquele outro no momento que você passou pela vida dele? Você deixou alguma coisa que vale a pena, ou você deixou apenas marca e destruição?

É por isso que devemos ser na medida certa, que tenhamos essa responsabilidade. Olha, se for para eu entrar na sua vida, eu só quero te fazer o bem, porque gente que lhe faz o mal você já está cheio, eu acredito.



Por isso quando for encontrar um namorado, antes de permitir que ele entre na sua vida, tire sua maquiagem, para ele ver bem quem você é, para ele não amar uma ilusão mas para ele amar uma mulher de verdade. É assim que nos sentimos amado na vida, no momento que a gente pode se mostrar de fato, no momento que podemos se mostrar de verdade. Eu sou só isso, e aí o outro olha para você e diz: “Eu não consigo ser nem metade do que sou longe de você!”

Aí a gente começa a ficar bem, e não é só namoro não, relacionamento de amizade também. Se for para ser seu amigo, eu só quero ser se for para tornar melhor o que você é, se não eu não faço falta. Se não eu não faço a menor diferença, eu quero entrar na sua vida se for para lhe ajudar a ser melhor do que você é, se não posso ficar de fora dessa história, posso ficar absolutamente dispensável. Agora se eu puder trazer um dedinho de diferença na sua história, eu gostaria, se você me permitir.

É isso que faz diferença, gente que nos dê sempre uma segunda oportunidade. Porque a gente ser amado no momento que a gente merece ser amado é fácil. Quando fazemos tudo certinho , o outro nos olha e sorri. E agora quando fazemos tudo errado? É aí que você descobre se o outro te ama ou não. Porque na vida só temos o direito de dizer eu amo você depois de termos dito infinitas vezes eu perdôo você.

Se não tem perdão nunca existiu amor. Por isso que esses namorinhos que acabam na primeira vez que você pisou na bola, nunca te amou. Se não é capaz de perdoar o seu erro, se não é capaz de olhar nos seus olhos e recomeçar, nunca te amou. Porque na vida, o ser humano é assim, cheio de defeitos e falhas, ninguém é perfeito e amar consiste em encontrar essas imperfeições e descobrir que somos o casal perfeito de tão imperfeito que somos quando juntos, nós juntamos nossas forças e imperfeições. Eu te dou minhas qualidades, você me da as suas e vamos costurando nossos defeitos juntos, vamos nos tornando melhor. Sozinho eu não consigo ser nem metade do que sou quando estou do seu lado porque você me ajuda a esquecer os defeitos que tenho. Agora tem outros que você precisa dizer: olha quando você está do meu lado fico muito pior porque você me lembra todos os defeitos que tenho toda hora.

Jesus olha nos olho e só vê o que temos de bom. Ele nos olha nos olhos e diz: se quiser pode ser diferente.

Porque quem ama de verdade nunca aponta o passado , aponta sempre o futuro. Se há tantos que ficam sentados dizendo: olha o que você fez, olha o que você deixou de fazer, há muitos que nos dizem: não preciso olhar o que você fez ou o que você deixou de fazer, olho apenas aquilo que ainda pode ser feito, é isso que faz a diferença na nossa vida.

É por isso que na vida podemos nos ajudar e o amor cristão passa pelo amor humano o tempo todo porque há muitas pessoas que precisam disso. Se eu pudesse deixar em você, qualquer coisa, mínima que fosse, que pudesse lhe dar a sensação melhor do que estava,eu ficaria feliz, porque isso é bom e é a coisa mais importante do mundo.


Autor: Padre Fabio Melo





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Dinâmica – Guiados pelo Espírito Santo.



“Se vivemos pelo Espírito, andemos também de acordo com o Espírito.”

Gálatas 5,25

Uma pequena dinâmica para auxiliar na compreensão deste versículo.


Objetivo:


Aprender a ouvir a voz de Deus, independente do caminho para qual Ele nos guia, sempre ore antes de realizar, peça uma direção para Deus.




1. Venda para os olhos


Indicações: Diversão, descontração e ensino.

Para grupos de Jovens, crianças, adultos, catequese, encontros fechados e grupos abertos.

Objetivo: Fazer uma pequena experiência de como é estar sendo conduzido por alguém, neste caso a fé e a confiança está acima de tudo.

Descrição:

01 – Selecione algumas pessoas, coloque elas em fila de olhos fechados ou vendados se preferir.

02 – Divida os demais em dois grupos e converse com eles sem os da fila ouvir.

grupo A: os que vão incentivar seu comando.

Grupo B: os que vão contrariar seu comando.

Opção 1: Uma pessoa dá os comandos a todos os que foram vendados.

03 – O orientador vai a frente da fila e vai dando orientações, por exemplo: a direita, a esquerda, cuidado abaixe, vire, etc.

04 – O grupo A – B, vão incentivando ou contrariando as orientações.

Opção 2: No caso deste comando, ele pode ser dado por alguém ou deixar à cargo apenas daqueles que guiam.

Opção 3: Simplificada; Escolha apenas uma pessoa para guiar uma outra pessoa pela sala sem nenhuma outra voz de comando.

05 – Pergunte aos da fila se foi difícil saber qual voz ouvir. No fim falar sobre as vozes no caminho da orientação de Deus, lembrando que existem algumas vozes em nossa caminhada, a nossa, a dos outros e a de Deus.   DISCERNIMENTO“.

Leia: 

Romanos 8-14, em seguida leia.

Gênesis 12-1, – Abrão ouvindo a voz de Deus, 

Gênesis 12-10 – Abrão seguiu sua voz e se deu mal no Egito

Gênesis 16-2 – Abraão ouviu Sara e teve Ismael

Gênesis 21-1 – Abraão ouviu A Deus e teve sua promessa cumprida.

Ouçam sempre a voz de Deus e ignore as demais, Deus nunca vai contra sua palavra, nunca fere seus princípios.


Caminhar no

Espírito Santo


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                    Neste dia 18/08/2019 atingimos a marca de Quinze Milhões de acessos em nosso Blog do WordPress mais uma vez próximo à data de nosso aniversário pessoal.  Assim consideramos esta marca como um grande presente para todos nós, eu mesmo, nossos amigos e companheiros de caminhada e a todos vocês que nos visitam frequentemente.

É uma marca importante, um numero simbólico, desejamos nesta data fazer um pequeno bolo e reunir alguns amigos em comemoração e desejando a todos muitas alegrias, paz e principalmente que recebam hoje esta grande graça do Espírito Santo que é o melhor presente que o Pai nos doou com seu imenso amor.




A caminhada pode ser longa, mas com a ajuda de todos já percorremos uma boa parte do caminho. 

Vamos em frente, pois nosso objetivo é o céu.

“Nas corridas de um estádio, todos correm, mas bem sabeis que um só recebe o prêmio. Correi, pois, de tal maneira que o consigais.” I Coríntios, 9″

“O Céu é para quem sonha grande, pensa grande, ama grande e tem a coragem de viver pequeno”.

Padre Léo


Relembrando uma frase de nosso saudoso Pe. Leo, inclusive a frase que lhe inspirou o nome de um de seus melhores livros “Buscai as Coisas do Alto”, queremos exatamente mostrar que é este mesmo o nosso caminho e nosso objetivo, afinal, foi este o caminho proposto por Jesus e o caminho que todos nós um dia decidimos seguir. 

Sabemos que o pecado e as distrações deste mundo nos propõe exatamente o oposto e tentam nos dissuadir de nosso propósito, é por isso que muitos companheiros cristãos se perdem na caminhada, traem seus objetivos e afastando-se do caminho se perdem nas trevas e por fim acabam perdendo a própria Salvação.   Todos nós estamos sujeitos a estes mesmos desvios e obstáculos que tentam nos impedir de seguir rumo ao céu, porém também temos diversos meios de nos reencontrarmos e reascender a chama revigorando nossas forças para que possamos vencer este desafio.  Nossa proposta aqui é justamente esta, dar um subsídio a todos aqueles que estão conosco nesta caminhada, tanto num sentido pessoal como no sentido de auxílio àqueles que também juntamente conosco foram chamados a serem “Pescadores de Homens”.   

É verdade sim que corremos nesta corrida como em busca de um prêmio, porem apesar de ser um bom prêmio pessoal, quem ganha este premio não é aquele que chega sozinho no céu e sim aquele que consegue chegar lá com o maior numero de irmãos ao seu lado, neste caso eu corro sim, pretendo chegar e ganhar este premio, mas nunca quis ganha-lo somente para mim, por isso além de meus irmãos, amigos, filhos, pessoas próximas a mim desejo ganhar também irmãos que moram bem longe daqui e estão em lugares onde jamais sonhei, porque sei que lá nos confins da terra, alguém que nem fala a minha língua pode estar precisando de uma mãozinha, de um empurrãozinho para vencer os obstáculos e seguir em frente.   Sei também que como qualquer homem desta terra também posso cair e me perder no caminho e é por isso que conto com cada um de vocês para me empurrarem quando for preciso, para me puxarem quando eu estiver caído e assim sei que não chegarei ao céu sozinho porque todos nós chegaremos juntos com Jesus. 

15.000.000 de views não são nada se comparado aos bilhões de pessoas neste mundo que até hoje no século XXI ainda nem sequer ouviram falar que existe um Deus Criador, Um Cristo Salvador que morreu por nossos pecados foi sepultado e ressurgiu no terceiro dia, tudo isto só para ter uma ideia do quanto ainda temos a trabalhar e a quantidade de irmãos que precisamos reunir para de braços dados chegarmos ao nosso alvo final.

Paz para todos, que Deus nos abençoe.

Sizenando




Que Deus nos abençoe sempre


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42 Sentindo a Presença de Deus! 72.351
43 Diálogo Com os Filhos. 71.671
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46 Um Milagre Eucarístico que ficou oculto 12 anos! 63.975
47 Deus Criou uma Mãe Com Coração de Mãe. 62.087
48 PEGADAS NA AREIA. 60.900
49 Vinho, muito vinho, O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio. 60.863
50 A Paixão de Cristo, o filme mais polêmico de Mel Gibson. 58.446


O Amor na Família.


A alegria do amor sincero e verdadeiro


Celebramos o segundo aniversário da Amoris Laetitia destacando trechos da Exortação Apostólica que servem para refletir e reagir ao desafio alegre da virtude mais importante.


Opus Dei - A alegria do amor sincero e verdadeiro


No dia 19 de março, se completou dois anos da publicação da Exortação Apostólica Amoris Laetitia do Papa Francisco. Os seus 325 pontos são uma profunda homenagem ao amor humano, em perfeita sintonia com o Amor de Deus. Todo o texto magisterial é uma joia que revitaliza o amor sincero e verdadeiro que serve para refletir sobre a virtude mais importante: a caridade.

Queremos lhe oferecer um resumo, na forma de pontos breves, de textos destacados da Exortação Apostólica. Não se trata de uma seleção dos mais importantes, porque importante é o documento completo. É uma apresentação didática ordenada por temas (Amor, Matrimônio, Filhos, Família, Deus, Igreja e família; e Família e sociedade) que pode servir para difundir o conteúdo do documento papal que golpeia o coração dos homens, o coração das famílias e o coração da sociedade.

O ideal é que este aperitivo extenso de citações abra o interesse em rever, repensar, meditar, ou ler pela primeira vez a Amoris Laetitia.




Amor

● No horizonte do amor, essencial na experiência cristã do matrimónio e da família, destaca-se ainda outra virtude, um pouco ignorada nestes tempos de relações frenéticas e superficiais: a ternura.

● O amor vivido nas famílias é uma força permanente para a vida da Igreja.

● O amor possui sempre um sentido de profunda compaixão, que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, mesmo quando age de modo diferente do que eu desejaria.

● O amor leva-nos a uma apreciação sincera de cada ser humano, reconhecendo o seu direito à felicidade. Amo aquela pessoa, vejo-a com o olhar de Deus Pai, que nos dá tudo «para nosso usufruto».

● Quem ama, não só evita falar muito de si mesmo, mas, porque está centrado nos outros, sabe manter-se no seu lugar sem pretender estar no centro.

● Amar é também tornar-se amável.

● O amor não age rudemente, não atua de forma inconveniente, não se mostra duro no trato. Os seus modos, as suas palavras, os seus gestos são agradáveis; não são ríspidos, nem rígidos. Detesta fazer sofrer os outros.

● O amor amável gera vínculos, cultiva laços, cria novas redes de integração, constrói um tecido social firme.

● A pessoa que ama é capaz de dizer palavras de incentivo, que reconfortam, fortalecem, consolam, estimulam.

● Quando uma pessoa que ama pode fazer algo de bom pelo outro, ou quando vê que a vida está a correr bem ao outro, vive isso com alegria e, assim, dá glória a Deus, porque «Deus ama quem dá com alegria».

● Ama-me como é e como pode, com os seus limites, mas o facto de o seu amor ser imperfeito não significa que seja falso ou que não seja real. É real, mas limitado e terreno.

● O amor confia, deixa em liberdade, renuncia a controlar tudo, a possuir, a dominar. Esta liberdade, que possibilita espaços de autonomia, abertura ao mundo e novas experiências, consente que a relação se enriqueça e não se transforme numa endogamia sem horizontes.

● O amor não se deixa dominar pelo ressentimento, o desprezo das pessoas, o desejo de se lamentar ou vingar de alguma coisa. O ideal cristão, nomeadamente na família, é amor que apesar de tudo não desiste.

● Depois do amor que nos une a Deus, o amor conjugal é a «amizade maior».

● Sejamos sinceros na leitura dos sinais da realidade: quem está enamorado não projeta que essa relação possa ser apenas por um certo tempo.

● Um amor frágil ou doente, incapaz de aceitar o matrimônio como um desafio que exige lutar, renascer, reinventar-se e recomeçar sempre de novo até à morte, não pode sustentar um nível alto de compromisso. Cede à cultura do provisório, que impede um processo constante de crescimento.

● No matrimônio, convém cuidar a alegria do amor. Quando a busca do prazer é obsessiva, encerra-nos numa coisa só e não permite encontrar outros tipos de satisfações. Pelo contrário, a alegria expande a capacidade de desfrutar e permite-nos encontrar prazer em realidades variadas, mesmo nas fases da vida em que o prazer se apaga.

● Na sociedade de consumo, o sentido estético empobrece-se e, assim, se apaga a alegria. Tudo se destina a ser comprado, possuído ou consumido, incluindo as pessoas. Ao contrário, a ternura é uma manifestação desse amor que se liberta do desejo da posse egoísta. Leva-nos a vibrar à vista duma pessoa, com imenso respeito e um certo receio de lhe causar dano ou tirar a sua liberdade.

● O amor pelo outro implica este gosto de contemplar e apreciar o que é belo e sagrado do seu ser pessoal, que existe para além das minhas necessidades.

● A experiência estética do amor exprime-se naquele olhar que contempla o outro como fim em si mesmo, ainda que esteja doente, velho ou privado de atrativos sensíveis.

● Este sim significa dizer ao outro que poderá sempre confiar, não será abandonado, se perder atrativos, se tiver dificuldades ou se se apresentarem novas possibilidades de prazer ou de interesses egoístas.

● Os gestos que exprimem este amor devem ser constantemente cultivados, sem mesquinhez, cheios de palavras generosas. Na família, «é necessário usar três palavras: com licença, obrigado, desculpa. Três palavras-chave».

● As palavras adequadas, ditas no momento certo, protegem e alimentam o amor dia após dia.

● Não fazem bem certas fantasias sobre um amor idílico e perfeito, privando-o assim de todo o estímulo para crescer. Uma ideia celestial do amor terreno esquece que o melhor ainda não foi alcançado, o vinho melhorado com o tempo.

● O amor supera as piores barreiras.

● A virgindade e o matrimônio são – e devem ser – modalidades diferentes de amar, porque «o homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor».

● O celibato corre o risco de ser uma cômoda solidão, que dá liberdade para se mover autonomamente, mudar de local, tarefa e opção, dispor do seu próprio dinheiro, conviver com as mais variadas pessoas segundo a atração do momento. Neste caso, sobressai o testemunho das pessoas casadas. Aqueles que foram chamados à virgindade podem encontrar, nalguns casais de esposos, um sinal claro da fidelidade generosa e indestrutível de Deus à sua Aliança, que pode estimular os seus corações a uma disponibilidade mais concreta e oblativa.

● O alongamento da vida provocou algo que não era comum noutros tempos: a relação íntima e a mútua pertença devem ser mantidas durante quatro, cinco ou seis décadas, e isto gera a necessidade de renovar repetidas vezes a escolha recíproca.

● Não é possível prometer que teremos os mesmos sentimentos durante a vida inteira; mas podemos ter um projeto comum estável, comprometermo-nos a amar-nos e a viver unidos até que a morte nos separe, e viver sempre uma intimidade rica.

● O amor que nos prometemos, supera toda a emoção, sentimento ou estado de ânimo, embora possa incluí-los. É um amar-se bem mais profundo, com uma decisão do coração que envolve toda a existência.

● Na história dum casal, a aparência física muda, mas isso não é motivo para que a atração amorosa diminua. Um cônjuge enamora-se pela pessoa inteira do outro, com uma identidade própria e não apenas pelo corpo, embora esse corpo, independentemente do desgaste do tempo, nunca deixe de expressar, de alguma forma, aquela identidade pessoal que cativou o coração.

● Quando os outros já não podem reconhecer a beleza desta identidade, o cônjuge enamorado continua a ser capaz de a individualizar com o instinto do amor, e o carinho não desaparece.

● O amor dá sempre vida. Por isso, o amor conjugal «não se esgota no interior do próprio casal (…). Os cônjuges, enquanto se doam entre si, doam para além de si mesmos a realidade do filho, reflexo vivo do seu amor, sinal permanente da unidade conjugal e síntese viva e indissociável do ser pai e mãe».

● O amor precisa de tempo disponível e gratuito, colocando outras coisas em segundo lugar. Faz falta tempo para dialogar, abraçar-se sem pressa, partilhar projetos, escutar-se, olhar-se nos olhos, apreciar-se, fortalecer a relação.

● Cada crise esconde uma boa notícia, que é preciso saber escutar, afinando os ouvidos do coração.

● Às vezes ama-se com um amor egocêntrico próprio da criança, fixado numa etapa onde a realidade é distorcida e se vive o capricho de que tudo deva girar à volta do próprio eu. É um amor insaciável, que grita e chora quando não obtém aquilo que deseja.

● O amor possui uma intuição que lhe permite escutar sem sons e ver no invisível.



Matrimónio

● Como cristãos, não podemos renunciar a propor o matrimónio, para não contradizer a sensibilidade atual, para estar na moda, ou por sentimentos de inferioridade face ao descalabro moral e humano; estaríamos a privar o mundo dos valores que podemos e devemos oferecer. […] Ao mesmo tempo, devemos ser humildes e realistas, para reconhecer que, às vezes, a nossa maneira de apresentar as convicções cristãs e a forma como tratamos as pessoas ajudaram a provocar aquilo de que hoje nos lamentamos, pelo que nos convém uma salutar reação de autocrítica.

● Precisamos de encontrar as palavras, as motivações e os testemunhos que nos ajudem a tocar as cordas mais íntimas dos jovens, onde são mais capazes de generosidade, de compromisso, de amor e, até mesmo, de heroísmo, para os convidar a aceitar, com entusiasmo e coragem, o desafio de matrimônio.

● O nosso ensinamento sobre o matrimônio e a família não pode deixar de se inspirar e transfigurar à luz deste anúncio de amor e ternura, se não quiser tornar-se mera defesa duma doutrina fria e sem vida.

● O sacramento do matrimônio não é uma convenção social, um rito vazio ou o mero sinal externo dum compromisso. O sacramento é um dom para a santificação e a salvação dos esposos, porque «a sua pertença recíproca é a representação real, através do sinal sacramental, da mesma relação de Cristo com a Igreja. Os esposos são, portanto, para a Igreja a lembrança permanente daquilo que aconteceu na cruz; são um para o outro, e para os filhos, testemunhas da salvação, da qual o sacramento os faz participar».

● A união sexual, vivida de modo humano e santificada pelo sacramento é, por sua vez, caminho de crescimento na vida da graça para os esposos.

● Os esposos, que se amam e se pertencem, falam bem um do outro, procuram mostrar mais o lado bom do cônjuge do que as suas fraquezas e erros. Em todo o caso, guardam silêncio para não danificar a sua imagem. Mas não é apenas um gesto externo, brota duma atitude interior.

● A alegria matrimonial, que se pode viver mesmo no meio do sofrimento, implica aceitar que o matrimônio é uma combinação necessária de alegrias e fadigas, de tensões e repouso, de sofrimentos e libertações, de satisfações e procuras, de aborrecimentos e prazeres, sempre no caminho da amizade que impele os esposos a cuidarem um do outro.

● Depois de ter sofrido e lutado unidos, os cônjuges podem experimentar que valeu a pena, porque conseguiram algo de bom, aprenderam alguma coisa juntos ou podem apreciar melhor o que têm. Poucas alegrias humanas são tão profundas e festivas como quando duas pessoas que se amam conquistaram, conjuntamente, algo que lhes custou um grande esforço compartilhado.

● É verdade que o amor é muito mais do que um consentimento externo ou uma forma de contrato matrimonial, mas é igualmente certo que a decisão de dar ao matrimônio uma configuração visível na sociedade com certos compromissos manifesta a sua relevância: mostra a seriedade da identificação com o outro, indica uma superação do individualismo de adolescente e expressa a firme opção de se pertencerem um ao outro.

● Casar-se é uma maneira de exprimir que realmente se abandonou o ninho materno, para tecer outros laços fortes e assumir uma nova responsabilidade perante outra pessoa. Isto vale muito mais do que uma mera associação espontânea para mútua compensação, que seria a privatização do matrimônio.

● O matrimônio como instituição social, é proteção e instrumento para o compromisso mútuo, para o amadurecimento do amor, para que a opção pelo outro cresça em solidez, concretização e profundidade, e possa, por sua vez, cumprir a sua missão na sociedade. Por isso, o matrimônio supera qualquer moda passageira e persiste. A sua essência está radicada na própria natureza da pessoa humana e do seu caráter social.

● O amor matrimonial não se estimula falando, antes de mais nada, da indissolubilidade como uma obrigação, nem repetindo uma doutrina, mas robustecendo-o por meio dum crescimento constante sob o impulso da graça. O amor que não cresce, começa a correr perigo; e só podemos crescer correspondendo à graça divina com mais atos de amor, com atos de carinho mais frequentes, mais intensos, mais generosos, mais ternos, mais alegres.

● O diálogo é uma modalidade privilegiada e indispensável para viver, exprimir e amadurecer o amor na vida matrimonial e familiar. Mas requer uma longa e diligente aprendizagem.

● A unidade, a que temos de aspirar, não é uniformidade, mas uma «unidade na diversidade» ou uma «diversidade reconciliada». Neste estilo enriquecedor de comunhão fraterna, seres diferentes encontram-se, respeitam-se e apreciam-se, mas mantendo distintos matizes e acentos que enriquecem o bem comum.

● É importante a capacidade de expressar aquilo que se sente, sem ferir; utilizar uma linguagem e um modo de falar que possam ser mais facilmente aceites ou tolerados pelo outro, embora o conteúdo seja exigente; expor as próprias críticas, mas sem descarregar a ira como uma forma de vingança, e evitar uma linguagem moralizante que procure apenas agredir, ironizar, culpabilizar, ferir. Há tantas discussões no casal que não são por questões muito graves; às vezes trata-se de pequenas coisas, pouco relevantes, mas o que altera os ânimos é o modo de as dizer ou a atitude que se assume no diálogo.

● Para que o diálogo valha a pena, é preciso ter algo para se dizer; e isto requer uma riqueza interior que se alimenta com a leitura, a reflexão pessoal, a oração e a abertura à sociedade. Caso contrário, a conversa torna-se aborrecida e inconsistente. Quando cada um dos cônjuges não cultiva o próprio espírito e não há uma variedade de relações com outras pessoas, a vida familiar torna-se endogâmica e o diálogo fica empobrecido.

● O amor matrimonial leva a procurar que toda a vida emotiva se torne um bem para a família e esteja ao serviço da vida em comum.

● A sexualidade não é um recurso para compensar ou entreter, mas trata-se de uma linguagem interpessoal onde o outro é tomado a sério, com o seu valor sagrado e inviolável.

● O ideal do matrimônio não pode configurar-se apenas como uma doação generosa e sacrificada, onde cada um renuncia a qualquer necessidade pessoal e se preocupa apenas por fazer o bem ao outro, sem satisfação alguma. Lembremo-nos de que um amor verdadeiro também sabe receber do outro, é capaz de se aceitar como vulnerável e necessitado, não renuncia a receber, com gratidão sincera e feliz, as expressões corporais do amor na carícia, no abraço, no beijo e na união sexual.

● Quando o amor se converte em mera atração ou a uma vaga afetividade, isto faz com que os cônjuges sofram duma extraordinária fragilidade quando a afetividade entra em crise ou a atração física diminui.

● Quando o olhar sobre o cônjuge é constantemente crítico, isso indica que o matrimônio não foi assumido também como um projeto a construir juntos, com paciência, compreensão, tolerância e generosidade. Isto faz com que o amor seja substituído, pouco a pouco, por um olhar inquisidor e implacável, pelo controle dos méritos e direitos de cada um, pelas reclamações, a competição e a autodefesa.

● Lembro-me dum refrão que dizia que a água estagnada se corrompe, se estraga. O mesmo acontece com a vida do amor nos primeiros anos do matrimônio quando fica estagnada, deixa de se mover, perde aquela inquietação sadia que a faz avançar.

● Uma das causas que leva a ruturas matrimoniais é ter expetativas demasiado altas sobre a vida conjugal. Quando se descobre a realidade mais limitada e problemática do que se sonhara, a solução não é pensar imediata e irresponsavelmente na separação, mas assumir o matrimônio como um caminho de amadurecimento, onde cada um dos cônjuges é um instrumento de Deus para fazer crescer o outro.

● Cada crise implica uma aprendizagem, que permite incrementar a intensidade da vida comum ou, pelo menos, encontrar um novo sentido para a experiência matrimonial. É preciso não se resignar de modo algum a uma curva descendente, a uma inevitável deterioração, a uma mediocridade que se tem de suportar. Pelo contrário, quando se assume o matrimônio como uma tarefa que implica também superar obstáculos, cada crise é sentida como uma ocasião para chegar a beber, juntos, o vinho melhor.

● Numa crise não assumida, o que mais se prejudica é a comunicação. Assim, pouco a pouco, aquela que era «a pessoa que amo» passa a ser «quem me acompanha sempre na vida», a seguir, apenas «o pai ou a mãe dos meus filhos», e por fim um estranho.

● Nestes momentos, é necessário criar espaços para comunicar de coração a coração. O problema é que se torna ainda mais difícil comunicar num momento de crise, se nunca se aprendeu a fazê-lo. É uma verdadeira arte que se aprende em tempos calmos, para se pôr em prática nos tempos difíceis.

● Tornou-se frequente que, quando um cônjuge sente que não recebe o que deseja, ou não se realiza o que sonhava, isso lhe pareça ser suficiente para pôr termo ao matrimônio. Mas, assim, não haverá matrimônio que dure.

● Tem de se acolher e valorizar sobretudo a angústia daqueles que sofreram injustamente a separação, o divórcio ou o abandono, ou então foram obrigados, pelos maus-tratos do cônjuge, a romper a convivência. Não é fácil o perdão pela injustiça sofrida, mas constitui um caminho que a graça torna possível.

● Peço aos pais separados: «Nunca, nunca e nunca tomeis o filho como refém! Separastes-vos devido a muitas dificuldades e motivos, a vida deu-vos essa provação, mas os filhos não devem carregar o fardo dessa separação; que eles não sejam usados como reféns contra o outro cônjuge, mas cresçam ouvindo a mãe falar bem do pai, embora já não estejam juntos, e o pai falar bem da mãe».



Filhos

● O Evangelho lembra-nos também que os filhos não são uma propriedade da família, mas espera-os o seu caminho pessoal de vida.

● A Igreja é chamada a colaborar, com uma ação pastoral adequada, para que os próprios pais possam cumprir a sua missão educativa; e sempre o deve fazer, ajudando-os a valorizar a sua função específica e a reconhecer que aqueles que recebem o sacramento do matrimônio são transformados em verdadeiros ministros educativos, pois, quando formam os seus filhos, edificam a Igreja.

● Os filhos não querem só que os seus pais se amem, mas também que sejam fiéis e permaneçam sempre juntos.

● A adoção é um caminho para realizar a maternidade e a paternidade de uma forma muito generosa, e desejo encorajar aqueles que não podem ter filhos a alargar e abrir o seu amor conjugal para receber quem está privado de um ambiente familiar adequado.

● Crescer entre irmãos proporciona a bela experiência de cuidarem uns dos outros, de ajudar e ser ajudado.

● É inevitável que cada filho nos surpreenda com os projetos que brotam dessa liberdade, que quebre os nossos esquemas; e é bom que isso aconteça. A educação envolve a tarefa de promover liberdades responsáveis que, nas encruzilhadas, saibam optar com sensatez e inteligência; pessoas que compreendam, sem reservas, que a sua vida e a vida da sua comunidade estão nas suas mãos e que esta liberdade é um dom imenso.

● Quando um filho deixa de sentir que é precioso para os seus pais, embora imperfeito, ou deixa de notar que nutrem uma sincera preocupação por ele, isto cria feridas profundas que causam muitas dificuldades no seu amadurecimento. Esta ausência, este abandono afetivo provoca um sofrimento mais profundo do que a eventual correção recebida por uma má ação.

● A correção é um estímulo quando, ao mesmo tempo, se apreciam e reconhecem os esforços e quando o filho descobre que os seus pais conservam viva uma paciente confiança. Uma criança corrigida com amor sente-se tida em consideração, percebe que é alguém, dá-se conta de que os pais reconhecem as suas potencialidades.

● Um testemunho de que os filhos precisam da parte dos pais, é que estes não se deixem levar pela ira.

● A família é a primeira escola dos valores humanos, onde se aprende o bom uso da liberdade.

● Quando as crianças ou os adolescentes não são educados para aceitar que algumas coisas devem esperar, tornam-se prepotentes, submetem tudo à satisfação das suas necessidades imediatas e crescem com o vício do «tudo e depressa». Este é um grande engano que não favorece a liberdade; antes a intoxica.

● A família é o âmbito da socialização primária, porque é o primeiro lugar onde se aprende a relacionar-se com o outro, a escutar, partilhar, suportar, respeitar, ajudar, conviver.

● É difícil pensar na educação sexual num tempo em que se tende a banalizar e empobrecer a sexualidade. Só se poderia entender no contexto duma educação para o amor, para a doação mútua; assim, a linguagem da sexualidade não acabaria tristemente empobrecida, mas esclarecida.

● Tem um valor imenso uma educação sexual que cuide um são pudor, embora hoje alguns considerem que é questão doutros tempos. É uma defesa natural da pessoa que resguarda a sua interioridade e evita ser transformada em mero objeto. Sem o pudor, podemos reduzir o afeto e a sexualidade a obsessões que nos concentram apenas nos órgãos genitais, em morbosidades que deformam a nossa capacidade de amar e em várias formas de violência sexual que nos levam a ser tratados de forma desumana ou a prejudicar os outros.

● A família deve continuar a ser lugar onde se ensina a perceber as razões e a beleza da fé, a rezar e a servir o próximo.

● A educação na fé sabe adaptar-se a cada filho, porque os recursos aprendidos ou as receitas às vezes não funcionam.

● É fundamental que os filhos vejam, de maneira concreta que, para os seus pais, a oração é realmente importante.

● Quero exprimir a minha gratidão de forma especial a todas as mães que rezam incessantemente, como fazia Santa Monica, pelos filhos que se afastaram de Cristo.

● O exercício de transmitir aos filhos a fé, no sentido de facilitar a sua expressão e crescimento, permite que a família se torne evangelizadora e, espontaneamente, comece a transmiti-la a todos os que se aproximam dela e mesmo fora do próprio ambiente familiar.



Família

● Uma família e uma casa são duas realidades que se reclamam mutuamente. Este exemplo mostra que devemos insistir nos direitos da família, e não apenas nos direitos individuais. A família é um bem de que a sociedade não pode prescindir, mas precisa de ser protegida.

● Ninguém pode pensar que o enfraquecimento da família como sociedade natural fundada no matrimónio seja algo que beneficia a sociedade. Antes pelo contrário, prejudica o amadurecimento das pessoas, a cultura dos valores comunitários e o desenvolvimento ético das cidades e das aldeias.

● Muitos homens têm consciência da importância do seu papel na família e vivem-no com as qualidades peculiares da índole masculina. A ausência do pai penaliza gravemente a vida familiar, a educação dos filhos e a sua integração na sociedade. Tal ausência pode ser física, afetiva, cognitiva e espiritual. Esta carência priva os filhos dum modelo adequado do comportamento paterno.

● Ter paciência não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos. O problema surge quando exigimos que as relações sejam idílicas, ou que as pessoas sejam perfeitas, ou quando nos colocamos no centro esperando que se cumpra unicamente a nossa vontade. Então tudo nos impacienta, tudo nos leva a reagir com agressividade. Se não cultivarmos a paciência, sempre encontraremos desculpas para responder com ira, acabando por nos tornarmos pessoas que não sabem conviver, antissociais incapazes de dominar os impulsos e a família tornar-se-á num campo de batalha.

● Na vida familiar, não pode reinar a lógica do domínio de uns sobre os outros, nem a competição para ver quem é mais inteligente ou poderoso, porque esta lógica acaba com o amor.

● Quando estivermos ofendidos ou desiludidos, é possível e desejável o perdão; mas ninguém diz que seja fácil. A verdade é que «a comunhão familiar só pode ser conservada e aperfeiçoada com grande espírito de sacrifício. Exige, de facto, de todos e de cada um, uma pronta e generosa disponibilidade para a compreensão, a tolerância, o perdão, a reconciliação. Nenhuma família ignora como o egoísmo, o desacordo, as tensões, os conflitos agridem, de forma violenta e, às vezes mortal, a comunhão».

● Para se poder perdoar, precisamos de passar pela experiência libertadora de nos compreendermos e perdoarmos a nós mesmos. Quantas vezes os nossos erros ou o olhar crítico das pessoas que amamos nos fizeram perder o amor a nós próprios; isto acaba por nos levar a acautelarmo-nos dos outros, esquivando-nos do seu afeto, enchendo-nos de suspeitas nas relações interpessoais.

● Alguém que sabe que sempre suspeitam dele, julgam-no sem compaixão e não o amam incondicionalmente, preferirá guardar os seus segredos, esconder as suas quedas e fraquezas, fingir o que não é. Concluindo, uma família, onde reina uma confiança sólida, carinhosa e, suceda o que suceder, sempre se volta a confiar, permite o florescimento da verdadeira identidade dos seus membros, fazendo com que se rejeite espontaneamente o engano, a falsidade e a mentira.

● Não é possível uma família sem o sonho. Numa família, quando se perde a capacidade de sonhar, os filhos não crescem, o amor não cresce; a vida debilita-se e apaga-se.

● O pequeno núcleo familiar não deveria isolar-se da família alargada, onde estão os pais, os tios, os primos e até os vizinhos. Nesta família ampla, pode haver pessoas necessitadas de ajuda ou, pelo menos, de companhia e de gestos de carinho, ou pode haver grandes sofrimentos que precisam de conforto.

● É bom quebrar a rotina com a festa, não perder a capacidade de celebrar em família, alegrar-se e festejar as experiências belas. É preciso compartilhar a surpresa pelos dons de Deus e alimentar, juntos, o entusiasmo pela vida. Quando se sabe celebrar, esta capacidade renova a energia do amor, liberta-o da monotonia e enche de cor e esperança os hábitos diários.

● A história de uma família está marcada por crises de todo o gênero, que são parte também da sua dramática beleza. É preciso ajudar a descobrir que uma crise superada não leva a uma relação menos intensa, mas a melhorar, sedimentar e maturar o vinho da união. Não se vive juntos para ser cada vez menos feliz, mas para aprender a ser feliz de maneira nova, a partir das possibilidades que abre uma nova etapa.

● Saber perdoar e sentir-se perdoado é uma experiência fundamental na vida familiar.

● A família tem de inventar, todos os dias, novas formas de promover o reconhecimento mútuo.

● Nenhuma família é uma realidade perfeita e confeccionada duma vez para sempre, mas requer um progressivo amadurecimento da sua capacidade de amar



Deus, Igreja e família

● O espaço vital duma família podia transformar-se em igreja doméstica, em local da Eucaristia, da presença de Cristo sentado à mesma mesa.

● A família é chamada a compartilhar a oração diária, a leitura da Palavra de Deus e a comunhão eucarística, para fazer crescer o amor e se tornar, cada vez mais, um templo onde habita o Espírito.

● No mundo atual, aprecia-se também o testemunho dos cônjuges que não se limitam a perdurar no tempo, mas continuam a sustentar um projeto comum e conservam o afeto. Isto abre a porta a uma pastoral positiva, acolhedora, que torna possível um aprofundamento gradual das exigências do Evangelho. No entanto, muitas vezes agimos na defensiva e gastamos as energias pastorais multiplicando os ataques ao mundo decadente, com pouca capacidade de propor e indicar caminhos de felicidade. Muitos não sentem a mensagem da Igreja sobre o matrimônio e a família como um reflexo claro da pregação e das atitudes de Jesus, o qual, ao mesmo tempo que propunha um ideal exigente, nunca perdia a proximidade compassiva junto das pessoas frágeis, como a samaritana ou a mulher adúltera.

● Uma coisa é compreender a fragilidade humana ou a complexidade da vida, e outra é aceitar ideologias que pretendem dividir em dois, os aspetos inseparáveis da realidade. Não caiamos no pecado de pretender substituir-nos ao Criador. Somos criaturas, não somos onipotentes. A criação precede-nos e deve ser recebida como um dom. Ao mesmo tempo somos chamados a guardar a nossa humanidade, e isto significa, antes de mais, aceitá-la e respeitá-la como ela foi criada.

● Se aceitamos que o amor de Deus é incondicional, que o carinho do Pai não se deve comprar nem pagar, então poderemos amar sem limites, perdoar aos outros, ainda que tenham sido injustos connosco.

● O matrimônio é um sinal precioso, porque, «quando um homem e uma mulher celebram o sacramento do matrimônio, Deus, por assim dizer, “espelha-Se” neles, imprime neles as suas características e o carácter indelével do seu amor. O matrimônio é o ícone do amor de Deus por nós».

● As famílias numerosas são uma alegria para a Igreja. Nelas, o amor manifesta a sua fecundidade generosa.

● A gravidez é um período difícil, mas também um tempo maravilhoso. A mãe colabora com Deus, para que se verifique o milagre duma nova vida.

● O amor dos pais é instrumento do amor de Deus Pai, que espera com ternura o nascimento de cada criança, aceita-a incondicionalmente e acolhe-a gratuitamente.

● A cada mulher grávida, quero pedir-lhe afetuosamente: Cuida da tua alegria, que nada te tire a alegria interior da maternidade. Aquela criança merece a tua alegria. Não permitas que os medos, as preocupações, os comentários alheios ou os problemas apaguem esta felicidade de ser instrumento de Deus para trazer uma nova vida ao mundo.

● Um casal de esposos, que experimenta a força do amor, sabe que este amor é chamado a sarar as feridas dos abandonados, a estabelecer a cultura do encontro, a lutar pela justiça. Deus confiou à família o projeto de tornar o mundo «doméstico».

● Com o testemunho e também com a palavra, as famílias falam de Jesus aos outros, transmitem a fé, despertam o desejo de Deus e mostram a beleza do Evangelho e do estilo de vida que nos propõe. Assim os esposos cristãos pintam o cinzento do espaço público, colorindo-o de fraternidade, sensibilidade social, defesa das pessoas frágeis, fé luminosa, esperança ativa. A sua fecundidade alarga-se, traduzindo-se em mil e uma maneiras de tornar o amor de Deus presente na sociedade.

● Muitas vezes são os avós que asseguram a transmissão dos grandes valores aos seus netos, e muitas pessoas podem constatar que devem a sua iniciação na vida cristã precisamente aos avós.

● Cada matrimônio é uma «história de salvação», o que supõe partir duma fragilidade que, graças ao dom de Deus e a uma resposta criativa e generosa, pouco a pouco vai dando lugar a uma realidade cada vez mais sólida e preciosa.

● A transmissão da fé pressupõe que os pais vivam a experiência real de confiar em Deus, de O procurar, de precisar d’Ele, porque só assim «cada geração contará à seguinte o louvor das obras [de Deus] e todos proclamarão as [Suas] proezas»

● A presença do Senhor habita na família real e concreta, com todos os seus sofrimentos, lutas, alegrias e propósitos diários. Quando se vive em família, é difícil fingir e mentir, não podemos mostrar uma máscara. Se o amor anima esta autenticidade, o Senhor reina nela com a sua alegria e a sua paz. A espiritualidade do amor familiar é feita de milhares de gestos reais e concretos.

● Se a família consegue concentrar-se em Cristo, Ele unifica e ilumina toda a vida familiar. Os sofrimentos e os problemas são vividos em comunhão com a Cruz do Senhor e, abraçados a Ele, podem suportar-se os piores momentos.

● Há um ponto em que o amor do casal alcança a máxima libertação e se torna um espaço de sã autonomia: quando cada um descobre que o outro não é seu, mas tem um proprietário muito mais importante, o seu único Senhor.

● É uma experiência espiritual profunda contemplar cada ente querido com os olhos de Deus e reconhecer Cristo nele. Isto exige uma disponibilidade gratuita que permita apreciar a sua dignidade.



Família e sociedade


● O enfraquecimento da presença materna, com as suas qualidades femininas, é um risco grave para a nossa terra. Aprecio o feminismo, quando não pretende a uniformidade nem a negação da maternidade. Com efeito, a grandeza das mulheres implica todos os direitos decorrentes da sua dignidade humana inalienável, mas também do seu gênio feminino, indispensável para a sociedade.

● Deus coloca o pai na família, para que, com as características preciosas da sua masculinidade, «esteja próximo da esposa, para compartilhar tudo, alegrias e dores, dificuldades e esperanças. E esteja próximo dos filhos no seu crescimento: quando brincam e quando se aplicam, quando estão descontraídos e quando se sentem angustiados, quando se exprimem e quando permanecem calados, quando ousam e quando têm medo, quando dão um passo errado e quando voltam a encontrar o caminho; pai presente, sempre. Estar presente não significa ser controlador, porque os pais demasiado controladores aniquilam os filhos».

● Às vezes o individualismo destes tempos leva a fechar-se na segurança dum pequeno ninho e a sentir os outros como um incômodo. Todavia este isolamento não proporciona mais paz e felicidade, antes fecha o coração da família e priva-a do horizonte amplo da existência.

● O vínculo virtuoso entre as gerações é garantia de futuro e de uma história verdadeiramente humana. Uma sociedade de filhos que não honram os pais é uma sociedade sem honra.

● O fenômeno contemporâneo de sentir-se órfão, em termos de descontinuidade, desenraizamento e perda das certezas que dão forma à vida, desafia-nos a fazer das nossas famílias um lugar onde as crianças possam lançar raízes no terreno duma história coletiva.


SEMANA NACIONAL

DA FAMÍLIA


 

Não arrancar o joio do meio do Trigo!


O Reino dos Céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.   O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio. Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: ‘Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?’. Disse-lhes ele: ‘Foi um inimigo que fez isto!’. Replicaram-lhe: ‘Queres que vamos e o arranquemos?’. ‘Não’ – disse ele –; arrancando o joio, arriscais tirar também o trigo. Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’.”” 
São Mateus, 13 – Bíblia Católica Online

27 de julho de 2019.



O evangelho para a liturgia deste domingo nos leva a meditar sobre a parábola do joio e do trigo. Tanto na sociedade como na comunidade e na vida de todos nós, existe tudo misturado: qualidades boas e incoerências, limites e falhas. Nas nossas comunidades, reúnem-se pessoas que vêm dos vários cantos do Brasil, cada uma com a sua história, com a sua vivência, a sua opinião, os seus anseios, as suas diferenças. Existem pessoas que não sabem conviver com as diferenças. Querem ser juízes dos outros. Acham que só elas estão certas, e os outros errados. A parábola do joio e do trigo ajuda a não cair na tentação de querer excluir da comunidade os que não pensam como nós.

Os empregados que aparecem na parábola representam certos membros da comunidade. O dono da terra representa Deus. Prestemos atenção nas atitudes dos empregados e na reação do dono da terra.

A parábola no Sermão das Parábolas

O capítulo 13 traz o Sermão das Parábolas. Seguindo o texto de Marcos (Mc 4,1-34), Mateus omitiu a parábola da semente que germina sozinha (Mc 4,26-29), ampliou a discussão sobre o porquê das parábolas (Mt 13,10-17) e acrescentou as parábolas do joio e do trigo (Mt 13,24-30), do fermento (Mt 13,33), do tesouro (Mt 13,44), da pérola (Mt 13,45-46) e da rede (Mt 13,47-50). Com as do semeador (Mt 13,4-11) e do grão de mostarda (Mt 13,31-32), são ao todo sete parábolas. Estamos aqui no centro do Evangelho de Mateus. O coração deste centro é a parábola do joio e do trigo. É nela que aparece a recomendação mais importante para as comunidades da época.



Durante séculos, por causa da observância das leis de pureza, os judeus tinham vivido separados das outras nações. Este isolamento marcou a vida deles. Mesmo depois de convertidos, alguns continuavam nesta mesma observância que os separava dos outros. Eles queriam a pureza total. Qualquer sinal de impureza devia ser extirpado em nome de Deus. “Não pode haver tolerância com o pecado”, diziam eles. Mas outros, como Paulo, ensinavam que a Nova Lei de Deus, trazida por Jesus, pedia o contrário. Eles diziam: “Não pode haver tolerância com o pecado, mas deve haver tolerância com o pecador!” A comunidade deve vencer a tentação de querer excluir os que pensam de modo diferente. Este é o pano de fundo da parábola do joio e do trigo.

1. Mt 13,24-26:

A situação: joio e trigo crescem juntos

A palavra de Deus que faz nascer a comunidade é semente boa, mas nas comunidades sempre aparecem coisas que são contrárias à palavra de Deus. De onde vêm? Essa era a discussão.

2. Mt 13,27-28a:

A causa da mistura que existe na vida

Um inimigo fez isso. Quem é este inimigo? O inimigo, o adversário, Satanás ou diabo (Mt 13,39), é aquele que divide, que desvia. A tendência de divisão existe dentro de cada um de nós. O desejo de dominar, de se aproveitar da comunidade para subir e tantos outros desejos interesseiros são divisionistas, são do inimigo que dorme dentro de cada um de nós.

3. Mt 13,28b-30:

A reação diferente diante da ambiguidade

Diante dessa mistura do bem e do mal, alguns queriam arrancar o joio. Pensavam: “Se deixarmos todo o mundo na comunidade, perdemos nossa razão de ser! Perdemos a identidade!” Queriam expulsar os que pensavam de modo diferente. Mas esta não é a decisão do Dono da terra. Ele diz: “Deixa-os crescerem juntos até a colheita!” O que vai decidir não é o que cada um fala e diz, e sim o que cada um vive e faz. É pelo fruto produzido que Deus nos julgará. A força e o dinamismo do Reino se manifestam na comunidade. Mesmo sendo pequena e cheia de contradições, ela é um sinal do Reino. Mas ela não é dona do Reino, nem pode considerar-se justa. A parábola do joio e do trigo explica a maneira como a força do Reino age na história. É preciso ter paciência e aprender a conviver com as contradições e as diferenças, mesmo tendo uma opção clara pela justiça do Reino.


Ensino em parábolas



A parábola é um instrumento pedagógico que usa o quotidiano para mostrar como a vida nos fala de Deus. Torna a realidade transparente e faz o olhar da gente ficar contemplativo. Uma parábola aponta para as coisas da vida e, por isso mesmo, é um ensinamento aberto, pois das coisas da vida todo o mundo tem alguma experiência. O ensinamento por parábolas faz a pessoa partir da experiência que tem: semente, sal, luz, ovelha, flor, passarinho, mulher, criança, pai, rede, peixe, etc. Assim, ele torna a vida quotidiana transparente, reveladora da presença e da ação de Deus. Jesus não costumava explicar as parábolas. Geralmente, terminava com esta frase: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 11,15; 13,9.43). Ou seja: “É isso! Vocês ouviram! Agora tratem de entender!” Jesus deixava o sentido da parábola em aberto e não o determinava. Sinal de que acreditava na capacidade do povo de descobrir o sentido da parábola, baseado na sua experiência de vida.

De vez em quando, a pedido dos discípulos, ele explicava o sentido (Mt 13,10.3). Por exemplo, os versículos 36-43 trazem a explicação da parábola do joio e do trigo. Ela mostra como se fazia catequese naquele tempo. As comunidades se reuniam e discutiam as parábolas de Jesus, procurando saber o que ele queria dizer. Assim, pouco a pouco, o ensinamento aberto de Jesus começava a ser afunilado na catequese da comunidade que aceitava apenas uma explicação da parábola. Ela não tinha a mesma confiança de Jesus na capacidade do povo de entender as coisas do Reino.

(Mateus 13,24-30) [Mesters, Lopes e Orofino]

 27 de julho de 2019.


 

PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO

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Rezar o Terço


DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO



Oração de São Cristóvão.



São Cristóvão,

Padroeiro dos motoristas.

25 de julho



Oração de São Cristóvão

Ó Glorioso São Cristóvão, com firmeza atravessastes a correnteza furiosa do rio, carregando nos ombros o Menino Jesus. Concede-me a graça de ter sempre Jesus no meu coração. Assim, eu também terei segurança no volante, superando os perigos, para chegar sempre bem ao fim de minhas viagens. Fazei que eu supere principalmente as dificuldades espirituais para nunca ofender a Deus, a quem quero amar de todo o coração, com todas as minhas forças, por toda a minha vida. São Cristóvão, protegei-nos, rogai por nós e por todos os viajantes e motoristas.



DIA DOS AVOS




História

Milagre de Sant’Ana

Anápolis-Goias


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10 Boas Razões para ir à Missa aos Domingos.


A maioria das pessoas não têm o costume de frequentar a Santa Missa aos Domingos, talvez porque não são Católicas ou não possuem fé.  Podem achar entediante e preferem um futebol que é mais divertido ou talvez porque ignoram o verdadeiro valor e importância da participação na Santa Missa, portanto oferecemos aqui essas Dez boas razões para não deixar de ir à Missa todos os Domingos e nas festas de guarda “Feriados”, espero que principalmente os Católicos conheçam essas razões.  

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

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“10 Boas Razões e muitas outras”

1. É um Mandamento da lei de Deus

  • “Lembra-te de santificar o dia de sábado. *” Ex. 20,8

“Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. 10.Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o estrangeiro que está dentro de teus muros.“ Êxodo, 20,9,10

2. É um Mandamento de Jesus

  • “ Isto é o meu CORPO, que é dado por vós;
  • fazei isto em memória de mim”.
  • São Lucas, 22,b19

3. É um Mandamento da Igreja

1 – Participar da missa inteira aos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho.

4. Por que a Igreja fala com tanta autoridade?

  • Jesus Disse a Pedro

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha ; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.* Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”.*     “ São Mateus, 16,18-19”

5. É uma atualização do Sacrifício de Jesus na Cruz

Antes de mais nada a missa é o Sacrifício Perfeito criado por Jesus.

Através do Sacerdote oferecemos Jesus em corpo, sangue, alma e Divindade a DEUS Pai assim como Jesus ofereceu a si mesmo ao Pai por amor a nós naquela cruz.

6. Não é apenas um Símbolo!

1 – Quando recebemos a Santa comunhão, recebemos o próprio Cristo em nós.

2 – A Transubstanciação Tornam pão e vinho verdadeira carne e verdadeiro Sangue de CRISTO.

7. Buscar as Bênçãos de Deus.

“E Eu vos digo: pedi, e vos será dado; buscai, e achareis; batei, e vos será aberta. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrirá.“ São Lucas, 11,9

“Buscar-me eis e me achareis quando me buscardes de todo coração” Jer 29,13

Porém, como alcançar as graças de Deus?  se na prática as pessoas se afastam da fonte de todas as graças que é a Santa Missa onde o dispensador de todas as graças se faz presente de coração aberto e ouvidos atentos à todos aqueles que o buscam.

7 ct.   “Durante a noite, o Senhor lhe apareceu: “Ouvi – disse ele – tua oração e escolhi este lugar para que seja o templo no qual me oferecerão sacrifícios. Quando eu cerrar o céu e não houver mais chuva, quando ordenar aos gafanhotos que devorem a terra, ou quando enviar a peste contra meu povo, se meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto do céu e sanarei sua terra. Doravante, meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos às preces feitas neste lugar, 16.pois, para o futuro, escolho e consagro este templo para que meu nome nele resida para sempre; meus olhos e meu coração estarão nele para sempre.”
II Crônicas, 7,12 a 16 – Bíblia Católica Online

8. É uma Tradição

Desde o princípio o Cristianismo foi perseguido tanto em Jerusalém e em Roma, por assim dizer não existia um local apropriado onde pudessem se reunir com segurança para louvar a Deus, porém a Igreja não é o Templo de pedra em si e sim as pessoas que se reúnem em COMUNIDADE.

“Como os Cristãos estavam condenados à morte na situação política social da época, em varias ocasiões o único refugio era a Comunidade que se reunia às escondidas para rezar e Celebrar a Santa Missa.

Esta foto representa uma situação nas Catacumbas Romanas onde os Cristãos se escondiam para Louvar e Adorar a Deus através das Celebrações Litúrgicas.

9. É um ato de União

“Para que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em mim e eu em ti, para que também eles estejam em nós e o mundo creia que tu me enviaste.” São João, 17

“A Celebração da Santa Missa é um ato comunitário onde todos se unem em um só corpo, uma só alma e um só Espírito em louvor a Deus.

Jesus Disse: Onde dois ou mais se reunirem em meu nome Eu estarei presente no meio deles.

A Igreja é o CORPO DE CRISTO, O templo VIVO de Cristo.

 “Achegai-vos a ele, pedra viva que os homens rejeitaram, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus; e quais outras pedras vivas, vós também vos tornais os materiais deste edifício espiritual, um sacerdócio santo, para oferecer vítimas espirituais, agradáveis a Deus, por Jesus Cristo.” I São Pedro, 2,4

”Ora, vós sois o corpo de Cristo e cada um, de sua parte, é um dos seus membros.”   I Coríntios, 12,27 

10.  DAR GRAÇAS A DEUS

“Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo.”  I Tessalonicenses, 5,18

A oração eucarística se inicia assim: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso.

Não somos filhos mal agradecidos, por isso é sempre de bom tom ir à casa do Pai agradecer por tudo que nos tem feito de bom.

12. “Dai graças ao Senhor porque ele é bom, e eterna é sua misericórdia.” Salmos, 117

13. “Os que receberam a sua palavra foram batizados. … Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, nas reuniões em comum, na fração do pão e nas orações.* De todos eles se apoderou o temor, pois pelos apóstolos foram feitos também muitos prodígios e milagres em Jerusalém, … Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. … Unidos de coração, frequentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros, que estavam a caminho da salvação.*“

Atos dos Apóstolos, 2,41ss 



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Oração de Santa Faustina: Amando a Deus nos sofrimentos.



No coração puro e humilde reside Deus, que é a própria Luz, e todos os sofrimentos e adversidades existem para que se manifeste a santidade da alma, (Diário 573).




Ó meu Jesus, que sois a vida da minha vida, Vós sabeis bem que não desejo nada além da glória do Vosso Nome e que as almas conheçam a Vossa bondade. Por que as almas se afastam de Vós, ó Jesus — isso eu não compreendo. Oh, se eu pudesse cortar o meu coração em pedacinhos pequenos e dessa maneira oferecer-Vos, Jesus, cada pedacinho como se fosse o coração inteiro, para ao menos em parte Vos desagravar pelos corações que não Vos amam. Amo-Vos, Jesus, com cada gota do meu sangue que derramaria de boa vontade por Vós, para Vos dar uma prova do meu amor sincero. Ó Deus, quanto mais Vos conheço, tanto menos Vos consigo entender, mas essa mesma incompreensão dá-me a conhecer como sois grande, ó Deus. E essa impossibilidade de Vos compreender inflama o meu coração com uma nova chama por Vós, ó Senhor. A partir do momento em que me permitistes mergulhar o olhar da minha alma em Vós, ó Jesus, fico em paz e nada mais desejo. Encontrei o meu destino no momento em que a minha alma mergulhou em Vós, no único objeto do meu amor. Todas as coisas nada são em comparação Convosco. Os sofrimentos, as contrariedades, as humilhações, os insucessos, os maus juízos de que sou vítima não passam de gravetos que mais ainda acendem o meu amor por Vós, ó Jesus. (Diário, 57)


Compreendo bem, ó meu Jesus, que, assim como a doença é medida com o termômetro e a febre alta indica a gravidade da doença, também, na vida espiritual, o sofrimento é o termômetro que mede o amor a Deus na alma. (Diário, 774)


Ó Cristo, sofrer por Vós é uma delícia para a alma e o coração. Permaneçam comigo para sempre os meus sofrimentos, para que eu Vos possa dar uma prova do meu amor. Eis que aceito tudo que a Vossa mão me oferecer. O Vosso amor, Jesus, me é suficiente. Eu Vos bendirei no abandono e nas trevas, no tormento e no terror, (48) na dor e na amargura, no tormento do espírito e na amargura do coração — em tudo sede bendito! O meu coração está tão desprendido da terra que apenas Vós me bastais plenamente. Já não há um momento sequer na minha vida em que me ocupe de mim mesma. (Diário, 1662)



Via do Sofrimento:

Misericórdia como consolo

O sofrimento nos leva a encontrar consolo, auxílio e esperança

Não podemos andar neste mundo como cegos sem saber para onde ir. Estamos num caminho largo e gostoso. Jesus nos ensina o valor do sofrimento na nossa vida. Ele escolheu Santa Faustina para ser testemunha da Sua misericórdia. Revelou-lhe tudo o que estava no Seu coração para que fosse dito ao mundo inteiro, especialmente para os mais pecadores.

Jesus diz a Santa Faustina que as almas escolhidas devem interceder pela conversão das famílias. Precisamos assumir as pessoas em oração. Precisamos ser tão de Deus que a Sua graça atinja as almas. Ele diz a Santa Faustina que as almas escolhidas estão na tibieza e são poucas as que enchem o Seu coração de alegria, que O consolam. Por isso, quem é visitado por Jesus não pode mais permanecer no caminho largo. Precisamos consolar o coração de Deus.

Quando sofro muito a minha alegria é maior

Santa Faustina relata no diário: “Uma vez sofri muito, fugi do meu trabalho para Nosso Senhor e pedi que me concedesse Sua força. Depois de uma breve oração, voltei ao trabalho, cheia de entusiasmo e alegria. Então uma das irmãs disse: ‘

Hum, com certeza a irmã hoje tem muitos consolos, porque ela está tão radiante! Deus não está dando à irmã nenhum sofrimento, mas apenas consolo’. Então respondi: “A irmã está muito enganada, porque justamente quando sofro muito também a minha alegria é maior e quando sofro menos, também a minha alegria é menor”. Mas essa alma deu-me a entender que não me compreendia neste particular; procurava explicar-lhe que, quando sofremos muito, temos uma grande oportunidade de demonstrar a Deus que O amamos. E quando sofremos pouco, temos pouca disponibilidade para demonstrar a Deus o nosso amor. E quando não sofremos nada, então o nosso amor não é grande e puro. Com a graça de Deus, podemos chegar ao ponto do nosso sofrimento transformar-se em prazer, isto é o que o amor sabe fazer nas almas puras’’.

Um dia sem sofrimento é um dia inútil’

Santa Teresinha do Menino Jesus, no carmelo, dizia: ‘Um dia sem sofrimento no carmelo é um dia inútil’. Lá havia uma irmã terrível, com quem santa Teresinha sentia muita dificuldade de se relacionar. Mesmo assim ela sorria para a irmã, heroicamente…

Ao sorrir para uma pessoa, nos dispomos a amá-la. Porém, em sua fraqueza, essa irmã dizia: “A irmã Teresinha deve me amar muito, talvez seja porque eu sou muito boa”. E Santa Teresinha, em seu livro “História de uma Alma”, diz claramente o quanto era custoso cada sorriso. Viver assim não é fácil porque remamos contra a maré, embora estejamos caminhando rumo ao céu.

Trago novamente para você um fato ocorrido na vida de Santa Faustina: depois de dez anos no convento, ela recebe a notícia de que sua mãe estava muito doente. No seu coração sentiu a vontade de visitá-la, mas ela disse a Jesus: “faça-se a sua vontade”. A madre recebeu uma carta da família falando da situação grave de saúde da mãe da irmã Faustina, e concedeu que ela passasse uns dias com ela. Ela parte para a casa dos pais e, estando lá, disse: “Oh!, como tudo mudou durante esses dez anos; é difícil de reconhecer. O jardim, os irmãos e irmãs eram ainda pequenos, e agora não posso reconhecê-los; todos cresceram, estou admirada por não reconhecê-los.
Stásio (irmão de Faustina) me acompanhava todos os dias até a igreja. Eu sentia o quanto esta pequena alma era agradável a Deus.

Exercitar as virtudes

Eu passei esses dias na casa e todos queriam encontrar-se comigo e conversar um pouco, cheguei a contar até vinte e cinco pessoas. Estavam interessados nos meus relatos da vida dos santos. Parecia-me que nossa casa era verdadeiramente uma casa de Deus. Quando estava cansada de falar e desejosa de solidão e silêncio eu saía sem ser notada, para o jardim, a fim de conversar a sós com Deus. Assim mesmo não conseguia fazê-lo, porque vinham os irmãos e irmãs, levavam-me para dentro e novamente era obrigada a falar, com tantos olhares fixos em mim. Mas eu conseguia uma maneira, uma forma de descanso; pedia aos irmãos que cantassem alguma coisa para mim, pois tinham lindas vozes e, além disso, um deles tocava violino e outro bandolim. Por isso, durante esse tempo, podia entregar-me à oração interior, sem evitá-los.

Custava-me muito, ainda, beijar as crianças. As mulheres, minhas conhecidas, vinham com os filhos e pediam que eu os tomasse, ao menos por um instante, nos meus braços e os beijasse. Via nisso uma grande graça e a oportunidade para exercitar-me na virtude, porque muitas estavam bastante sujas; mas, para superar e não demonstrar repulsa, eu beijava duas vezes as crianças sujas. Uma conhecida trouxe sua criança doente dos olhos, que estavam remelentos, dizendo: “Irmã, pegue-a só por um momento nos seus braços”.

A natureza sentia repulsa, mas sem me importar, peguei a criança nos meus braços e beijei duas vezes nos olhos remelentos, pedindo a Deus que melhorasse. Tive muitas oportunidades para me exercitar na virtude. Eu ouvia as queixas de todos e percebi que não havia sequer um coração alegre, porque não havia um só que amasse sinceramente a Deus e em absoluto não me admirava da situação deles. Fiquei imensamente preocupada por não poder encontrar-me com duas das minhas irmãs. Senti, interiormente, em que perigo se encontravam suas almas”.

Não perder a intimidade com Jesus Misericordioso

Mesmo diante de todas as provações, Santa Faustina não perdia a intimidade com Jesus misericordioso. Também nós podemos encontrar consolo, auxílio, esperança na Misericórdia dAquele que deu Sua vida por amor a nós.

Eliana Sá
Fonte: Comunidade Canção Nova 




Flash’s da Misericórdia Divina.


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Semana Nacional da Família – 2017.



Hora da Família 21 – 2017

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Família, uma luz para a vida em sociedade” 


De 13 a 19 de Agosto de 2017

NA SUA PARÓQUIA



 - Pastoral Familiar CNBB


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

  • Neste ano, a reflexão está em sintonia com o impulso da Igreja no Brasil para que seja percebida a importância das ações dos cristãos leigos e leigas na sociedade. O material, preparado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, por meio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), propõe os sete encontros da Semana Nacional da Família, Leitura Orante da Palavra e celebrações em família. “Desejamos que, ao refletir sobre os sete temas propostos, nossas famílias cresçam na harmonia e na disposição de Servir melhor a Deus sendo realmente uma luz para a sociedade”, espera o assessor nacional da Comissão para a Vida e Família da CNBB e secretário executivo da CNPF, padre Jorge Alves Filho.
  • Os encontros para a Semana Nacional da Família, que neste ano será de 13 a 19 de agosto, são compostos de orações, cantos, momentos de escuta da Palavra de Deus e de partilha. Em cada um destes, a reflexão da temática é direcionada a partir de textos bíblicos, de trechos de documentos do Magistério da Igreja e de pequenas histórias.

    “Família, uma luz para vida em sociedade” – Hora da Família 2017

    Entre os documentos da Igreja dos quais os trechos foram extraídos, estão as exortações apostólicas Amoris Laetitia – sobre o amor na família, do papa Francisco, e Familiaris Consortio, de São João Paulo II; o Documento de Aparecida; o Catecismo; e o Documento 105 da CNBB “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – sal da terra e luz do mundo”.

    A intenção, de acordo com padre Jorge, é que as famílias tornem-se promotoras da transformação da sociedade em lugar de justiça, fraternidade e paz.
    Este ano, como compromisso de fé, amor e missão, as famílias poderão consagrar sua casa à Sagrada Família de Nazaré.

    Novidades

    Neste ano, além dos tradicionais encontros celebrativos para o Dia das Mães e o Dia dos Pais, o Hora da Família apresenta uma sugestão de Leitura Orante com o tema “Valor e virtude do amor”, a partir do texto bíblico contido em I Coríntios, capítulo 13. Outra novidade é a Consagração à Sagrada Família, ao final da celebração da Sagrada Família, que deve ser feita no dia 31 de dezembro. Para este momento, as famílias poderão utilizar o encarte com a imagem da Sagrada Família para consagração da casa como compromisso de fé, amor e missão.

    Encontros

    Obs: Para mais detalhes sobre o tema Click nos Link’s:

    1º Encontro: O perfil mariano da Igreja; (Link)
    2º Encontro: A família;
    3º Encontro: A necessária mudança de mentalidade e de estrutura;
    4º Encontro: Igreja, comunhão na diversidade;
    5º Encontro: O perdão na Família – Fonte de reconciliação e libertação;
    6º Encontro: Serviço cristão no mundo;
    7º Encontro: A família promotora da misericórdia na sociedade.

    Como adquirir

    O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar (Secren). Encomendas podem ser feitas pela Loja virtual, pelo telefone (61) 3443-2900 ou ainda pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

    CD Hora da Família 2017

    Download do material de divulgação:

    Fonte: https://portalkairos.org/hora-da-familia-2017/#ixzz4mLzfsWrK



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Tabela Resumo dos livros da Bíblia.



Tabela Bíblica


Para facilitar a sua compreensão e ajudar a programar a sua leitura diária da Palavra estamos disponibilizando esta tabela periódica que descreve todos os detalhes de cada livro da Bíblia.

Uma oferta especial dos Amiguinhos de Deus.





A Bíblia é um conjunto de livros que revelam a vida de Deus presente na história dos homens. Na Bíblia encontramos a Palavra de Deus expressa pela palavra dos homens, revelando o projeto de Deus, que transforma a história e a leva em direção à liberdade plena para todos.

A palavra Bíblia, vem do grego e quer dizer coleção de livros. Ao todo a Bíblia Católica é composta por 73 livros, de épocas, autores e escritos diferentes. A Bíblia é dividida em duas partes, o Antigo Testamento contendo os livros que narram a história do Povo de Deus e foram escritos antes de Cristo (a.C). Correspondem a Primeira Aliança e o Novo Testamento contendo os livros que narram a vida de Jesus e das primeiras comunidades cristãs. Contam a história do novo Povo de Deus e foram escritos depois de Cristo (d.C.). Correspondem à Nova Aliança.

O Antigo Testamento contém 46 Livros e o Novo Testamento contém 27 Livros.

Baixe em PDF e imprima a “tabela periódica” dos livros da nossa Bíblia.


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“Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, te excluirei de meu sacerdócio; já que esqueceste a Lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.*”  Oséias, 4,6



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Frases de Padre Fábio de Melo.



20 FRASES DO PADRE FABIO DE MELO



Pura sabedoria e amor!!

Veja:




1. Palavras erradas costumam machucar para o resto da vida, já o silêncio certo pode ser a resposta de muitas perguntas…


2. Eu só posso estar na vida do outro para fazer o bem, para acrescentar, caso contrário, eu sou perfeitamente dispensável.


4. Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes.


6. Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração. Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale…


7. O que as pessoas pensam a meu respeito, só diz respeito à elas!



8. Só dê ouvidos a quem te ama. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito.


9. Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.


10. Toda forma de saber nasce de um não saber.



11. Erros nos preparam para a vida…


12. Por que nós estamos tão sequestrados por essa ideia de que a gente só tem que prestar atenção no que perdemos? Quem presta atenção demais naquilo que perdeu, corre o risco de não ver o que está ganhando hoje!


13. Tem dia que põe virgula, tem dia que põe reticências, tem dia que põe ponto final e tem dia que tem a necessidade de virar a página.


Há muito o que amar


“Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.”


14. Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada!


15. Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe…



16. Você sabe que alguém te ama não pelo que ele fala, mas pelo o que faz. O amor não sobrevive de teorias.


17. Não entendo a tristeza como ausência de felicidade. Acho que elas coexistem. Somos felizes e tristes. Felizes porque tentamos entender a nossa missão. Tristes porque assim tem de ser. A tristeza nos empresta respeito ao outro e percepção mais aguçada da dor. Talvez tristeza seja ausência de alegria, de riso fácil, não de felicidade.


18. A beleza da vida se multiplica cada vez
Que a gente partilha com alguém que a gente ama.
Se você quiser multiplicar a vida
Você precisa dividi-la.


19. Demore na dúvida… E descubra a sabedoria que insiste em se esconder na ausência de palavras.


Crer em silêncio


 “Hoje eu não sei dizer. Só sei sentir. Há dias em que as palavras não são capazes de traduzir o sentimento. Bom mesmo é ser compreendido, mesmo quando não sabemos dizer… Amar é uma forma de crer em silêncio!”


20. Realidades comuns nos nossos dias, em que as pessoas se tornam incapazes de romper com as forças que as destroem. Perdem o amor próprio, deixam de olhar o que amam; desamparam-se aos poucos até perder o senso de direção.


Uma conexão direta com nosso coração

Ter olhos puros é ter uma conexão direta com nosso coração. Quando Deus transforma o nosso jeito de pensar, modifica também o nosso jeito de olhar as coisas e as pessoas. Vemos as coisas com os olhos da pureza, sem preconceito. Olhar as pessoas com pureza significa permitir que elas sejam vistas por nós como se estivessem sendo vistas por Jesus.


Pela sua capacidade de me olhar

Eu gostaria de lhe agradecer pelas inúmeras vezes que você me enxergou melhor do que eu sou. Pela sua capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida muita gente já me olhou depressa demais


Só sabe amar quem sabe perdoar

Eu creio que na vida os amores que merecem ser cultivado, as pessoas, que verdadeiramente merecem ser cultivadas são aquelas que a gente se encontra e a gente não precisa dizer muita coisa… Basta olhar para a gente e já sabe mais ou menos o que se passa com a gente, porque só pode dizer: EU TE AMO aqueles que inúmeras vezes disse: EU TE PERDÔO, porque o amor, a gente só tem certeza que ama, depois que teve que infinitas vezes perdoar.





VIDA


Mistérios dessa vida


Quem me dera pudesse compreender os segredos e mistérios dessa vida, esse arranjo de chegadas e partidas; essa trama de pessoas que se encontram, se entrelaçam e misturadas ganham outra direção”



Mensagem de Feliz Natal:


♡♡ Que nesse natal a riqueza não seja material. Mas que seja de significado, na alegria de nós termos as pessoas que amamos ao nosso lado e podermos dar a elas não o que a gente tem, mas o que somos. ♡ ♡

Padre Fábio de Melo





Quanto maior a armadura… 
Mais frágil é o ser que a habita…



Quem me julga pelas aparências corre o risco de nunca ver verdadeiramente o meu coração.



O dia que você quiser que o outro seja perfeito, você já esqueceu todas as regras do amor… Porque o amor nasce das imperfeições!






 


Que eu deixe só o bem

E que seja sempre assim: Que eu deixe só o bem que existe em mim”.


Deus está aqui é para me dar que eu preciso!

Continuo amando e acreditando em Deus, mesmo quando os “milagres” que imploro não acontecem, pois os milagres que imploro e os pedidos que faço, se baseiam em minha vontade e Deus não está aqui para me dar o que eu desejo. Deus está aqui é para me dar que eu preciso!


Vou sempre ficar com Deus

“Muita gente me imagina, eu sei quem eu sou! E não tenho direito de me transformar na imaginação do outro, por que pode ser que o outro esteja me imaginando totalmente diferente do que Deus me fez, e entre o que Deus me fez e o outro me imagina, eu ainda prefiro ficar como o que Deus me fez.”


Até pode

Você pode até dizer que não entendeu o que eu disse. Mas jamais poderá dizer que não entendeu como eu te olhei.



O_Perdao_traz_alegria perdoe O_Perdao_eh_a-faxina_da_alma

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São Patrício.



17 de Março    –    São Patrício





São Patrício, o “Apóstolo da Irlanda”, nasceu na Inglaterra, numa rica família romanizada, provavelmente entre os anos 385 e 390. Com a idade de 16 anos foi capturado por um grupo de piratas irlandeses, levado para a Irlanda e vendido como escravo a um chefe de clã irlandês.

Nesse país ele viveu seis anos, sofrendo fome e nudez e trabalhando como guardador de porcos. Durante esse período aprendeu a língua e assimilou os costumes dos habitantes do lugar, mas sobretudo aprendeu a amar, como seu, aquele povo. Certo dia, animado por um sonho que teve, mas sem dinheiro para a passagem, procurou alguns marinheiros de um navio, contou-lhes sua história, e eles, embora pagãos, se comoveram e o transportaram para sua terra.

Atendendo à inspiração de uma voz interior que lhe dizia que ele devia levar a fé cristã aos irlandeses, São Patrício atravessou novamente o mar e foi para a França a fim de estudar teologia sob a orientação de São Germano. Foi ordenado diácono, e depois o próprio São Germano lhe conferiu a sagração episcopal. Durante algum tempo trabalhou em seu país, mas depois, a pedido seu, foi enviado pelo próprio Papa de volta à Irlanda. Tinha então 50 anos de idade.

A história da conversão da Irlanda gira inicialmente em torno das conversões operadas entre os familiares e chefes dos clãs, que exerciam o poder de modo absoluto sobre seus grupos. São Patrício fundou mosteiros que se tornaram verdadeiros centros de evangelização e cultura, incentivou e formou um clero local, criou pequenas comunidades e organizou um tipo de pastoral adaptada aos costumes e tradições populares do país. Os irlandeses, tocados pelo carinho e dedicação de São Patrício, converteram-se em grande número. Ao morrer, 30 anos mais tarde, por volta do ano 461, quase toda a Irlanda já se havia convertido.

Embora de São Patrício até nossos dias mais de 15 séculos se tenham passado, sua experiência missionária chega até nós com a mesma força e vigor. Com ele aprendemos que o missionário autêntico é transparente, paciente, simples, humilde, compartilha dos sentimentos e emoções do povo, não se considera representante de uma cultura superior, mas valoriza e se identifica com a cultura do povo que adota. O verdadeiro missionário não procura mudar o povo, mas apenas amá-los em nome de Deus, porque ele sabe que só o amor muda, só o amor converte.

Fonte: Zélia Vianna. Santidade Ontem e Hoje (2005). Salvador: Paróquia de São Pedro


Oração de

São Patrício





SVE I. – Primeira Experiência de Oração.


O que é o Seminário de Vida no Espírito?


A Renovação Carismática Católica apresenta o S.V.E. como “O Querigma”, ou seja uma iniciação básica ao conhecimento a respeito da presença do Espírito Santo na Igreja de ontem como deveria ser também na mesma Igreja hoje.

Nada mudou nas Promessas Divinas, de tal forma que, o que no início da RCC parecia ser uma novidade para os Católicos nada mais é do que os primeiros passos dados pelos Apóstolos de Cristo quando iniciaram a Igreja a partir do cumprimento da Promessa Divina que se resume em enviar seu Espírito Santo para habitar os nossos corações (Jer. 31,31). Fato que foi concretizado no dia de Pentecostes com a presença de 120 pessoas entre os Discípulos e Maria mãe de Jesus e que de acordo com as profecias se estende a todos aqueles que acreditarem nesta promessa e que não será alterada até que venha a sua plenitude antes que todo olho testemunhe a segunda vinda de Cristo à terra.




A finalidade do Seminário de Vida no Espírito é ajudar os participantes a encontrarem uma vida mais rica e melhor. É o momento de se encontrarem com Cristo e viver as verdades mais fundamentais acerca do Amor de Deus, do Pecado, da Salvação, da Fé, da pessoa de Jesus Cristo, da Efusão e Carismas do Espírito Santo.

Sem dúvida, os Seminários de Vida no Espírito Santo constituem-se um dos momentos mais expressivos do trabalho de evangelização da Renovação Carismática Católica em todo o Brasil. Trata-se de encontros abençoados que, a partir de pregações querigmáticas e de momentos fortes de fraternidade e de oração, proporcionam experiência singular com o amor de Deus Pai, o encontro pessoal com Jesus Cristo, Senhor e Salvador, bem como a graça do batismo no Espírito Santo. Reconhecendo a relevância destes encontros, nosso blog disponibilizará, semanalmente, textos que abordam os temas específicos dos Seminários de Vida no Espírito Santos, rogando ao Bom Deus que nos favoreça com um conhecimento crescente de Sua Palavra e desperte em nós a docilidade às moções do Espírito Santo…




O Semeador

(introdução ao Seminário de Vida no Espírito Santo)

“A que caiu na terra boa são os que ouvem a palavra com coração reto e bom, retêm-na e dão fruto pela perseverança.” (Lc 8, 15)

O centro da pregação dos apóstolos na Igreja Primitiva consistia em anunciar Jesus Cristo, o Messias esperado, que foi morto pelos pecados da humanidade, ressuscitou ao terceiro dia e foi constituído, por Deus Pai, o Senhor e Salvador do mundo inteiro: “O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, que vós matastes, suspendendo-o num madeiro. Deus elevou-o pela Sua mão direita, como príncipe e salvador; a fim de dar a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados.” (At 5, 30 – 31).

Contudo, para entendermos melhor o que é a salvação, precisamos compreender qual é o plano de Deus para a criação, o que é o pecado e, afinal, do que fomos salvos. Para com Deus a nossa resposta deve ser de gratidão: amá-lo, entregar-se a Ele, cumprir em tudo a Sua santa vontade, o que implica numa atitude de fé e de mudança de vida. é o Espírito Santo, comunicado a nós por Jesus, que muda os nossos corações para vivermos esta nova vida. A isto se propõe o Seminário de Vida no Espírito Santo.

Durante todo o Seminário, alimentamos a certeza de que, assim como a semente é lançada no campo, a Palavara de Deus é semeada em cada coração (Lc 8, 4 – 8). Jesus é o grande semeador; a semente é a Palavra de Deus; cada participante é o solo que acolhe a semente. Se formos terra boa, isto é, se o coração abrir, frutos, de até cem por um, brotarão.

Assim, adotando uma postura de discípulos, sentados aos pés do Mestre e com ouvidos abertos e corações atentos àquilo que Ele mesmo nos fala, poderemos descobrir a presença amorosa de Deus Pai em nossas vidas, tomar posse da riqueza que é a salvação alcançada pelo Senhor Jesus, e experimentar a ação renovadora do Espírito Santo.


Fonte: RCC CAMOCIM CEARÁ

A Partir de agora estaremos disponibilizando temas sobre o SVE I, material escrito, em video e esquemas básicos para ensinos em grupos de oração ou encontros fechados, alguns dos quais já estão disponíveis em outros site’s. Estaremos apenas organizando de uma forma que outras pessoas também possam se usufruir destes textos e videos para nossa formação pessoal e auxiliar outras pessoas a encontrar-se com Jesus e conhecer melhor o Espírito Santo de Deus.

Seminário de Vida no Espírito Santo SVE-COMPLETO



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