Semana Nacional da Família – 2017.



Hora da Família 21 – 2017

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Família, uma luz para a vida em sociedade” 


De 13 a 19 de Agosto de 2017

NA SUA PARÓQUIA



 - Pastoral Familiar CNBB


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

  • Neste ano, a reflexão está em sintonia com o impulso da Igreja no Brasil para que seja percebida a importância das ações dos cristãos leigos e leigas na sociedade. O material, preparado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, por meio da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), propõe os sete encontros da Semana Nacional da Família, Leitura Orante da Palavra e celebrações em família. “Desejamos que, ao refletir sobre os sete temas propostos, nossas famílias cresçam na harmonia e na disposição de Servir melhor a Deus sendo realmente uma luz para a sociedade”, espera o assessor nacional da Comissão para a Vida e Família da CNBB e secretário executivo da CNPF, padre Jorge Alves Filho.
  • Os encontros para a Semana Nacional da Família, que neste ano será de 13 a 19 de agosto, são compostos de orações, cantos, momentos de escuta da Palavra de Deus e de partilha. Em cada um destes, a reflexão da temática é direcionada a partir de textos bíblicos, de trechos de documentos do Magistério da Igreja e de pequenas histórias.

    “Família, uma luz para vida em sociedade” – Hora da Família 2017

    Entre os documentos da Igreja dos quais os trechos foram extraídos, estão as exortações apostólicas Amoris Laetitia – sobre o amor na família, do papa Francisco, e Familiaris Consortio, de São João Paulo II; o Documento de Aparecida; o Catecismo; e o Documento 105 da CNBB “Cristãos leigos e leigas na Igreja e na sociedade – sal da terra e luz do mundo”.

    A intenção, de acordo com padre Jorge, é que as famílias tornem-se promotoras da transformação da sociedade em lugar de justiça, fraternidade e paz.
    Este ano, como compromisso de fé, amor e missão, as famílias poderão consagrar sua casa à Sagrada Família de Nazaré.

    Novidades

    Neste ano, além dos tradicionais encontros celebrativos para o Dia das Mães e o Dia dos Pais, o Hora da Família apresenta uma sugestão de Leitura Orante com o tema “Valor e virtude do amor”, a partir do texto bíblico contido em I Coríntios, capítulo 13. Outra novidade é a Consagração à Sagrada Família, ao final da celebração da Sagrada Família, que deve ser feita no dia 31 de dezembro. Para este momento, as famílias poderão utilizar o encarte com a imagem da Sagrada Família para consagração da casa como compromisso de fé, amor e missão.

    Encontros

    Obs: Para mais detalhes sobre o tema Click nos Link’s:

    1º Encontro: O perfil mariano da Igreja; (Link)
    2º Encontro: A família;
    3º Encontro: A necessária mudança de mentalidade e de estrutura;
    4º Encontro: Igreja, comunhão na diversidade;
    5º Encontro: O perdão na Família – Fonte de reconciliação e libertação;
    6º Encontro: Serviço cristão no mundo;
    7º Encontro: A família promotora da misericórdia na sociedade.

    Como adquirir

    O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar (Secren). Encomendas podem ser feitas pela Loja virtual, pelo telefone (61) 3443-2900 ou ainda pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

    CD Hora da Família 2017

    Download do material de divulgação:

    Fonte: https://portalkairos.org/hora-da-familia-2017/#ixzz4mLzfsWrK



Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Jubileu das Famílias – Anápolis – Go.



Finalizando a 

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

2017

A Diocese de Anápolis estará promovendo o:


“Jubileu das Famílias”



Que se realizará no rincão da Comunidade Naiot na Fazenda Poções Próximo a Ouro Verde de Goiás segundo o mapa no final deste Post.

DOMINGO DIA  20/08/2017




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Semana Nacional da Família – 2016.




Hora da Família 20 – 2016

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Misericórdia na Família: Dom e Missão”,


De 14 a 21 de Agosto de 2016

NA SUA PARÓQUIA



Hora da Família 2016


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio oferece sete encontros, além de celebrações como Via-Sacra em família, celebração para o Dia dos Pais, Dia dos Avós e Dia das Mães.

Com uma proposta moderna e explicativa, o material é organizado de forma interativa, propondo encontros participativos e celebrativos, buscando envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos.

“O ‘Hora da Família’, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, sugere o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa.

O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, orienta que as equipes da Pastoral Familiar e agentes repassagem o “Hora da Família” 2016, com o valor de venda indicado de R$ 3,00. Desta forma, o material chegará a muitas famílias por um preço acessível, gerando assim um amplo processo de evangelização neste Ano da Misericórdia.

Para padre Moacir, o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica o sacerdote.

Confira os encontros:  

Obs: Click no título para ver o texto base do livrinho em PDF fornecido pela Arquidiocese de Campinas.

1º Encontro – Criados por um Pai Misericordioso

2º Encontro – Criados na Misericórdia e para Misericórdia

3º Encontro – Procurados pela Misericórdia

4º Encontro –

Família e Igreja, lugares da Misericórdia

5º Encontro –

O perdão na Família– Fonte de reconciliação e libertação

6º Encontro – As obras de misericórdia na família e da família

7º Encontro – A família promotora da misericórdia na sociedade

Semana Nacional

O “Hora da Família” 2016 está em sintonia com a Semana Nacional da Família, que acontece de 14 a 21 de agosto, em todas as comunidades do Brasil. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares, oferecendo roteiros de orações e cantos para motivar a atividade.

Como adquirir

O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN. Encomendas podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900, ou pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

Material de apoio.

Confira os detalhes no site: www.cnpf.org.br

Temas para pesquisa Link’s neste site:

Família – primeira escola de misericórdia.


 Baixe a capa e o cartaz da campanha de 2016:

Semana_familia_2015


Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Sugestão de programação para encontro de casais.


Saiba como programar um encontro para casais?


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SUGESTÃO DE PROGRAMAÇÃO PARA ENCONTRO DE CASAIS 3 DIAS OU UM DIA APENAS.

Link’s Abaixo


SUGESTÃO DE TEMAS CLICK ABAIXO


Encontro de casais com Cristo ECC


Palestras_para_encontro_de_casais Semana_da_Familia Família_Rezando_3

ECC_Encontro_de_casais-_com_Cristo_Catolico

SUGESTÃO DE PROGRAMAÇÃO

Obs: a programação pode e deve ser modificada para atender as necessidades locais de cada encontro em particular, como horário de missa, início, final e etc. alguns temas também podem ser modificados, abreviados e outros incluídos, nos encontros de um só dia não tem como abranger os principais temas e assim então se faz um encontro com um certo objetivo ou apenas se toca de leve em cada palestra.


OS TEXTOS ABAIXO ESTÃO EM DOCUMENTO WORLD É SÓ CLICAR NO TEXTO E BAIXAR.


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Esquema Básico para Encontro Casais Ágape


Apostila ministério para as Famílias RCC

Manual Secretaria Agape RCC – 2002


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PEC_Abadiânia_Preparação_Matrimônio__111030


PEC_Noivos_Restaura_Nossa_Casa_130602


PEC_Noivos_Restaura_Nossa_Casa Senhor_130602_2


PEC_Paroquia Santa CLARA Anápolis_121118


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Programa_Encontro_Casais_Iporá_120826


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ROTEIRO Enc. Goiânia – 130407


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Semana da Família – 2015.



Hora da Família 19 – 2015

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“O amor é a nossa missão:

a família plenamente viva”.


De 09 a 15 de Agosto de 2015

NA SUA PARÓQUIA



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Hora da Família 2015

Banner e Capa do Livrinho Hora da Família 2015


A edição 2015 do “Hora da Família” está em sintonia com o tema do Encontro Mundial das Famílias, que ocorrerá no mês de setembro, na Filadélfia, com a presença do papa Francisco. Propõe para reflexão “O amor é a nossa missão: a família plenamente viva”.


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Uma cartilha sobre o Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia


“O Encontro Mundial das Famílias é mais do que um evento educacional. Ele é também uma celebração da vida familiar, das famílias e de suas contribuições para o mundo. Os católicos gostam de festa, e as famílias católicas de todo o mundo se reunirão na Filadélfia, nos Estados Unidos, para comemorar com seus estilos distintos e costumes próprios, porém ainda assim como membros de uma mesma família católica, a qual chamamos de Igreja”.

A análise é do jesuíta norte-americano Thomas Reese, jornalista. O artigo foi publicado no sítio National Catholic Reporter, 21-11-2014. A tradução é de Claudia Sbardelotto.

Eis o texto:

É oficial. O papa irá participar do Encontro Mundial das Famílias, que será realizado de 22 a 27 setembro de 2015, na Filadélfia. Esta será a primeira visita do Papa Francisco aos Estados Unidos. As cidades de Nova York e Washington também esperam receber o papa, assim como as Nações Unidas, mas nenhuma decisão foi tomada, além da cidade da Filadélfia.

A visita foi amplamente antecipada. Os papas têm frequentemente ido ao Encontro Mundial das Famílias, que tem acontecido em todo o mundo a cada três anos desde 1994. As reuniões são organizadas pela diocese local juntamente com o Pontifício Conselho para a Família. A última foi em Milão, em 2012, e contou com 1 milhão de pessoas na celebração da missa papal.

A reunião também se encaixa bem no desejo do Papa Francisco de ter uma conversação de um ano na Igreja sobre a família em preparação para o Sínodo dos Bispos, em outubro de 2015.

Com base na experiência do passado, a reunião terá um caráter tríplice: catequese, celebração e oração.


Catequese


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A preparação para a parte catequética ou ensinamento do Encontro Mundial das Famílias já está em pleno andamento. A arquidiocese da Filadélfia encomendou um catecismo preparatório, O amor é a nossa missão: A família plenamente viva, que está disponível em inglês e espanhol, com planos de aula do Ensino Fundamental ao Ensino Médio.

De acordo com o site do encontro, o catecismo é “uma coleção sobre aquilo que os católicos acreditam sobre o propósito humano, matrimônio e família. A catequese, como o Encontro Mundial das Famílias, é para pessoas de todas as idades em todas as fases da vida”.

Ela apresenta “o que a Igreja Católica ensina tradicionalmente, então não é algo novo”, mas enfatiza que “o amor é a nossa missão, e é através do amor a Deus e aos outros que seremos plenamente vivos”.

Os tópicos do catecismo, conforme descrito no site do encontro, serão refletidos nos temas da reunião:


I. Criados para a alegria   | Imprimir | Email

Familia[1]Somos mais do que um acidente da evolução. Somos maiores do que a soma de nossa biologia. Deus existe. Ele é bom. Ele nos ama. Ele nos fez à sua imagem para compartilharmos de sua alegria. Ele tem uma participação ativa em nossas vidas. Ele enviou seu único Filho para restaurar nossa dignidade e nos levar para casa com ele.  

Leia o texto completo:  | Imprimir | Email


II. A missão do amor

Família Reunida

Deus trabalha através de nós. Temos uma missão. Estamos no mundo para um propósito – para receber o amor de Deus e para mostrar o amor de Deus aos outros. Deus busca curar o universo fragilizado. Ele nos pede para sermos suas testemunhas e seus ajudantes nesse trabalho. 

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 III. O significado da sexualidade humana


Masculino_ou_Feminino_genero_nãoO mundo corpóreo, terreno e tangível é mais do que uma matéria inerte ou uma massa de modelar para a vontade humana. A Criação é sagrada. Tem significado sacramental. Ela reflete a glória de Deus. Isso inclui os nossos corpos. Nossa sexualidade tem o poder de procriar e tem a dignidade de ter sido criada à imagem de Deus. Precisamos viver em conformidade.  

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 IV. Dois que se tornam um

http://www.aascj.org.br/home/2011/02/16/catolico-pode-casar-com-protestante/Não fomos feitos para vivermos sozinhos. Os seres humanos necessitam uns dos outros e se completam. A amizade e a comunidade satisfazem esse anseio com laços de interesse comum e de amor. O casamento é uma forma excepcionalmente íntima de amizade que chama um homem e uma mulher para amarem-se na forma da aliança de Deus. O casamento é um sacramento. O amor conjugal é fecundo e oferecido sem reserva. Este amor é a imagem da fidelidade de Jesus à Igreja. 

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 V. Criando o futuro  

V. Criando o futuroO casamento deve ser fértil e acolher novas vidas. As crianças moldam o futuro, assim como elas mesmas estão sendo moldadas em suas famílias. Sem crianças, não pode haver futuro. Filhos criados com amor e orientação são a base para um futuro amoroso. Crianças feridas pressagiam um futuro ferido. As famílias são a base para todas as comunidades maiores. As famílias são igrejas domésticas, lugares onde os pais ajudam as crianças a descobrir que Deus as ama e tem um plano para a vida de cada um.

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 VI. Todo amor dá fruto  

VI. Todo amor dá frutoNem todos são chamados ao matrimônio. Mas cada vida é chamada a ser fértil. Toda vida tem o poder e a necessidade de nutrir uma vida nova – se não for através de gerar e criar os filhos, então, através de outras formas vitais de auto-doação, construção e serviço. A Igreja é uma família de vocações diferentes, distintas, mas que necessitam e apoiam umas às outras. O sacerdócio, a vida religiosa e a vocação laical celibatária enriquecem e são enriquecidos pelo testemunho do estado matrimonial. Os diferentes modos de ser casto e celibatário fora do casamento são formas de doar a própria vida ao serviço de Deus e à comunidade humana.

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 VII. Luz num mundo de trevas   

VII. Luz num mundo de trevasNa melhor das hipóteses, a família é uma escola de amor, justiça, compaixão, perdão, respeito mútuo, paciência e humildade em meio a um mundo escurecido pelo egoísmo e pelo conflito. Dessa forma, a família ensina o que significa ser humano. No entanto, muitas tentações surgem de forma a tentar nos convencer a esquecer que homem e mulher são criados para aliança e comunhão. Por exemplo, a pobreza, a riqueza, a pornografia, a contracepção, os erros intelectuais filosóficos, entre outros podem criar contextos que desafiam ou ameaçam a vida familiar saudável. A Igreja resiste a essas coisas a fim de proteger a família.

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 VIII. Um lar para o coração ferido   

VIII. Um lar para o coração feridoMuitas pessoas, especialmente hoje, enfrentam situações dolorosas resultantes da pobreza, deficiência, doença e vícios, desemprego e a solidão da idade avançada. Mas o divórcio e a atração pelo mesmo sexo impactam a vida da família de diferentes mas poderosas maneiras. Famílias e redes de famílias cristãs devem ser fontes de misericórdia, segurança, amizade e apoio para aqueles que lutam com essas questões.

Leia o texto completo:| Imprimir | Email


 IX. Mãe, mestra, família: a natureza e o papel da Igreja

IX. Mãe, mestra, família: a natureza e o papel da IgrejaA Igreja tem formas institucionais, porque ela precisa trabalhar no mundo. Mas isso não esgota a sua essência. A Igreja é a Noiva de Cristo, um “ela”, não um “isso”. Nas palavras de São João XXIII, ela é nossa mãe e mestra, nossa consoladora e guia, a nossa família da fé. Mesmo quando o seu povo e os líderes pecam, ainda precisamos da sabedoria da Igreja, dos seus sacramentos, apoio e proclamação da verdade, porque ela é o corpo de Jesus no mundo; a família do povo de Deus em larga escala.

Leia o texto completo:    | Imprimir | Email


10. Escolhendo a vida.

Escolher_a_vidaDeus nos fez por uma razão. Seu amor é a nossa missão de vida. Esta missão nos permite encontrar a nossa verdadeira identidade. Se escolhermos abraçar esta missão, vamos ter uma nova perspectiva sobre muitas questões, não apenas sobre a família. Para viver a missão da Igreja doméstica significa que as famílias católicas, às vezes, vivem como minorias, com valores diferentes de sua cultura circundante. Nossa missão de amor vai exigir coragem e força. Jesus está chamando, e podemos responder, escolhendo uma vida de fé, esperança, caridade, alegria, serviço e missão.

8836df04d428903f901fe9a769c1c97a_kak-redaktirovat-pdf-dokument-411-414-c[1]Leia o texto completo:    | Imprimir |


Durante o encontro, também haverá catequese. Importantes palestrantes irão definir um tema seguido por sessões lideradas por outros palestrantes. A agenda preliminar inclui a participação dos seguintes palestrantes:

Pe. Robert Barron, “Vivendo como a imagem de Deus: Criados para a alegria e o amor”
Cardeal Sean O’Malley, “A Luz da Família em um Mundo das Trevas”
Helen Alvaré, “Criando o Futuro: A fertilidade do amor cristão”
Juan Francisco de la Guardia Brin e Gabriela N. de la Guardia, “Um dom de Deus: o significado da sexualidade humana”
Cardeal Luis Antonio Tagle, “A Família: Lar dos Corações Feridos”
Cardeal Robert Sarah, “A Alegria do Evangelho da Vida”

Não parece haver qualquer espaço no programa para uma discussão aberta de questões familiares no espírito incentivado pelo Papa Francisco durante o sínodo do mês passado. Nenhum dos líderes das sessões estão na vanguarda das discussões teológicas de hoje. Nenhum teólogo local, seja da St. Joseph University ou da Villanova University, foi convidado a falar. A Doutrina Social da Igreja também não parece ser um dos principais componentes da catequese.

Celebração e oração

O Encontro Mundial das Famílias é mais do que um evento educacional. Ele é também uma celebração da vida familiar, das famílias e de suas contribuições para o mundo. Os católicos gostam de festa, e as famílias católicas de todo o mundo se reunirão na Filadélfia para comemorar com seus estilos distintos e costumes próprios, porém ainda assim como membros de uma mesma família católica, a qual chamamos de Igreja.

Parte dessa celebração será em oração e liturgia, com a celebração da missa todos os dias. Presume-se que o papa vai celebrar a missa final no dia 25 de setembro de 2015.


Fonte: Uma cartilha sobre o Encontro Mundial das Famílias na Filadélfia



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Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Vitória para a Família Brasileira.


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Quem observou a eleição no Congresso Nacional dia 17/04/16 contra ou a favor do Impeachment de Dilma Rousef deve ter observado a enorme quantidade de homenagens e dedicações de voto à FAMÍLIA.

Houve quem criticasse e acusasse de cinismo ou hipocrisia dos Srs. Deputados, outros também pronunciaram que este não seria o local e nem o momento propício para se homenagear a Família em particular pois se tratava de um assunto político fundamental para o futuro da nação.

Constatamos então que: queira ou não queira, quando a coisa aperta mesmo prá valer, seja em qualquer área de sua vida, recorreremos sempre ao socorro Familiar e por assim dizer também a Família estará sempre em prioridade quando se tratar de socorre-la nas dificuldades do dia a dia. Por isso a Família foi tão lembrada naquele instante decisivo.   Será dentro de sua casa que você sofrerá as maiores dificuldades do desemprego e será também com a sua Família que você comemorará um bom aumento de salário e uma boa colocação no emprego.

Seja na saúde ou na doença, na riqueza ou na pobreza, será na Família que você passará os dias mais felizes e ou será socorrido nos dias de maior tristeza.

A Família nunca foi tão desvalorizada e menosprezada como neste ultimo governo do PT e talvez seja por este motivo que mesmo sem querer os nossos deputados acabaram por homenagear as suas Famílias na hora de fazer uma escolha que fosse melhor para o futuro do Brasil.

Por incrível que pareça, aqueles que reclamaram das homenagens familiares na sua maioria votaram contra o “GOLPE”, que na verdade não é um “GOLPE” e sim um instrumento de defesa da democracia contra a autocracia e o populismo que engana principalmente os mais pobres oferecendo-lhes um pedaço de pão com a mão direita enquanto lhes tomam com a mão esquerda o trabalho e o direito de se produzir o seu próprio sustento .



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CHÁCARA JEUS CURA

Meu Corpo, Minhas Regras.


My Body, My Rules.


censura[1]

E AGORA QUE A CENSURA FOI CENSURADA SE PODE DIZER QUALQUER COISA, ATÉ MESMO FAZER APOLOGIA A UM CRIME HEDIONDO E FICAR TOTALMENTE IMPUNE.


Esta frase por si só deveria ser PROIBIDA, pois faz apologia contra a obediência à grande maioria das leis existentes, não somente às leis Divinas como e principalmente às leis que regem à sociedade, pois coloca o ser individual particular acima do bem da coletividade como um todo.



ESTE É O TÍTULO DE UM FILME A SER VEICULADO NO BRASIL E QUE ESTÁ SENDO DIVULGADO POR UM VÍDEO DE MESMO NOME ONDE DIVERSOS ARTISTAS GLOBAIS EXPRESSAM SUAS OPINIÕES, OPINIÕES ESTAS QUE FICA BEM EVIDENCIADO QUE NÃO LHES PERTENCE POIS DIVULGA MENTIRAS, JÁ QUE AQUELAS PESSOAS NÃO SABEM DO QUE ESTÃO FALANDO E SIM APENAS REPETINDO UM TEXTO PRÉ-ELABORADO POR OUTRA PESSOA E GRAVADO DE ACORDO COM A VONTADE DE UM DIRETOR, LOGO ENTÃO SE PERCEBE QUE SE TRATA MESMO DE UM COMERCIAL E QUE COMO TODO COMERCIAL SEMPRE SE DIVULGA MENTIRAS PARA VENDER UM PRODUTO, SE O COMERCIAL DAS CERVEJAS USASSEM AS PESSOAS QUE DÃO ENTRADA NO PROTO SOCORRO TODAS ENSANGUENTADAS, QUEBRADAS E SEQUELADAS CERTAMENTE NÃO VENDERIAM NEM UM POR CENTO DO QUE A ALINE RISCADO VENDE MOSTRANDO O SEU CORPÃO DE VERÃO BRONZEADO NA TV E OLHA QUE CERVEJA NÃO TEM NADA A VER COM SEXO, POIS GERALMENTE AQUELE QUE MAIS TOMA CERVEJA É AQUELE QUE MENOS PRATICA SEXO JÁ QUE ESTARÁ SEMPRE DORMINDO E INCAPAZ DE TER UMA BOA PERFORMANCE SEXUAL.



A verdade é que uma propaganda de divulgação nem sequer exprime a opinião própria da pessoa e sim do patrocinador onde apenas a pessoa se faz instrumento em troca de dinheiro.

Neste caso, todos nós também temos o mesmo direito de expressar a nossa opinião sem ser ridicularizado como fazem com a Igreja que não aceita o aborto e agora até ridicularizaram o nome da mãe de Jesus usando expressões de ensinamento Cristão e deturpando traduções Bíblicas, sendo que nenhuma daquelas pessoas jamais estudou Aramaico, Latim ou Grego e agora querem opinar sobre a tradução daqueles que não apenas estudaram, mas também testemunharam o que viram e ouviram e que ficou escrito não apenas em um pedaço de papel e sim em varios livros e cópias que se difundiram em todo o mundo.

A opinião de nosso Blog será sempre contra o Aborto e agora ficamos estupefatos de ver que se é permitido no Brasil fazer campanha a favor de crimes, pois se o Aborto é um crime, logo, fazer campanha a favor ou divulgar ideias que colaboram com o abortismo seria um crime maior ainda, pois incentiva o crime e que no caso se equivaleria a permitir que qualquer um a qualquer momento mate o seu próprio filho ou o filho de outra pessoa sem responder criminalmente por este fato.  Equivaleria também a permitir que as pessoas que são contra o aborto se manifestassem radicalmente contra aqueles que são a favor, já que a ideia veiculada é que eu posso e devo fazer o que bem entender com o meu corpo, mesmo que a minha vontade seja contra e prejudique outra pessoa.

SE ESTA MODA PEGAR, ONDE É QUE IREMOS PARAR?

Veja o vídeo e manifeste também a sua indignação através de comentário abaixo e na pagina do YOUTUBE.

pelo que vemos até o momento o numero de comentários contra o vídeo é muito maior do que aqueles que são a favor.



Marcação atual. em 05/11/2015 13:55

168.144 visualizações e 2,280 like’s  e 10.378 rejeições




Meu Corpo, Minhas Regras – Olmo e A Gaivota

My Body, My Rules – Olmo and The Seagull



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MILAGRE DE LANCIANO

Semana da Família – Anteriores.


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Hora da Família 18 – 2014

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:

“A Espiritualidade cristã na Família:

um casamento que dá certo”.

De 10 a 16 de Agosto de 2014

NA SUA PARÓQUIA


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O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família que, este ano será de 10 a 16 de agosto.

O “Hora da Família” ano 2014 contém sete roteiros para Encontros de Família, abrangendo os temas que vão desde a Sagrada Família de Nazaré até a participação na Eucaristia Dominical, desde a espiritualidade do casal/família até os desafios da sociedade, explicitando como e porque a espiritualidade cristã constitui um recurso para a família, um bem que enriquece a convivência quotidiana, lançando uma ponte entre a rotina e as tarefas quotidianas e o desígnio de Deus que atualiza, a cada dia e em cada circunstância, sua aliança de amor para conosco.

O “Hora da Família” traz, além disso, dez roteiros para momentos de celebração tais como: Dia das Mães, dos Pais, dos Avós, para o Aniversário de Casamento, mas também roteiros para viver bem o XIV Congresso Nacional de Pastoral Familiar, que se realizará em São Luís – MA, e o Sínodo sobre Família, a Copa do Mundo, as eleições, a Campanha da Fraternidade e uma ajuda para a família nas horas difíceis.

A Semana Nacional da Família é um evento anual, teve o início em 1992 e faz parte do calendário da maioria das paróquias do Brasil. O subsídio começou a ser editado desde a vinda do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicada anualmente. Atualmente está em sua 18ª edição.

Fonte/Autor: http://www.cnpf.org.br/

Encontros

São sugeridos para os sete encontros temas como comunhão e fidelidade, a religiosidade e piedade, eucaristia dominical, família de Nazaré, desafios da espiritualidade e a família como lugar da espiritualidade cristã. O subsídio destaca ainda a realização da 3º Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família convocada pelo Papa Francisco, que ocorrerá de 9 a 15 de outubro, no Vaticano.

O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, Padre Wladimir Porreca, comenta a importância do tema deste ano. “A prática da espiritualidade cristã é uma graça, um recurso precioso, que colabora para que a família torne-se cada vez mais um lugar cujo amor fecunda o seu reino e onde se vivem as maiores exigências da fé fiel, da esperança gratuita e do amor doação e acolhimento”, explica.

– Veja Mais: http://www.nossasenhoradobrasil.com.br/subsidio-hora-da-familia-2014-ja-esta-a-venda.html#sthash.fq53Wwbv.dpuf


Meditando os temas da Campanha

Click no Link, no Banner abaixo:


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Hora da Família 17 – 2013

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

A Transmissão e Educação

da Fé Cristã na FAMÍLIA:

De 12 a 18 de Agosto de 2013

NA SUA PARÓQUIA



HORA DA FAMÍLIA 2013 – Comunicado 1

Com uma edição mais dinâmica, belas ilustrações e harmoniosas cores,  acaba de chegar o HORA DA FAMÍLIA 2013.

O tema deste ano  é “A Transmissão e Educação da Fé Cristã na Família” considerando, especialmente, a responsabilidade dos pais. A reflexão também leva em conta o “Ano da Fé”, instituído pelo Papa emérito, Bento XVI, a Campanha da Fraternidade e a Jornada Mundial da Juventude a ser realizada no final do mês de julho, no Rio de Janeiro.
O livreto tem sete encontros, sete celebrações, cantos, instruções sobre associação de famílias, a organização da própria Comissão Vida e Família da CNBB. Os temas compreendem o papel dos pais; os desafios que se apresentam; os valores que permanecem; educação pela presença; a presença dos pais com fortaleza e docilidade; iniciação cristã, como educação para a felicidade e, por último, a elaboração de projeto de vida pessoal e familiar.
Nas celebrações propostas, há sugestões para: dia das mães, dia dos pais, dia dos avós, ocasião de bodas e ocasiões para lembrar a necessidade da penitência e da reconciliação. No subsídio, a Comissão apresenta o plano de ação de todo o ano de 2013.
O“Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN, pelos Casais regionais da Pastoral Familiar e ainda em algumas livrarias católicas. http://www.cnpf.org.br/

HORA DA FAMÍLIA 2013 – Comunicado 2

O nosso subsídio “Hora da Família 2013” foi elaborado a partir da Palavra de Deus, de Documentos do Magistério, das catequeses dos Encontros Mundiais das Famílias em Manila (2003) e no México (2009), bem como alguns escritos dos fascículos da Escola de Famílias e textos acadêmicos e pastorais. O “fato da vida” também foi baseado no livro “Esposos e Santos” que foi composto pelas conferências organizadas pelo Pontifício Instituto João Paulo II de Estudos sobre Matrimônio e Família/Roma, que aconteceu entre novembro e maio de 2010.

A “Hora da Família 2013” foi elaborada para ser um instrumento que colaborasse, por meio de reuniões familiares e de grupos, em todos os ambientes, para aprofundar a reflexão sobre a beleza da família como lugar privilegiado para que o ser humano realize as suas mais nobres aspirações de eternidade e o grande bem que ela representa para cada pessoa e para a sociedade.

Com as reflexões a partir do tema A TRANSMISSÃO E EDUCAÇÃO DA FÉ CRISTÃ NA FAMÍLIA, o subsídio Hora da Família 2013 foi dividido em sete encontros, conforme a sequência:

Os temas dos encontros:

1º tema:  Pai e Mãe, primeiros e principais transmissores da fé; [Leia Mais].

2º tema: Desafios Cristãos na educação dos filhos na fé;

3º tema:  Valores que permanecem;

Indicações:

1 – A Paróquia e a Formação de Valores na Família.

2 – Família e Virtudes Sociais.

4º tema: Educar pela presença;

5º tema: Educar com fortaleza e “docilidade de alma”;

6º tema: Iniciação Cristã  [Leia Mais…]

7º tema: Projeto de Vida Pessoal e Familiar.

Os temas desejam provocar e desafiar os pais a assumirem cada vez mais a missão de primeiros e autênticos transmissores e educadores da fé cristã. Atraídos por Jesus Cristo, são convocados por Ele na Igreja ao anúncio do Evangelho, com um mandato que é sempre novo, uma nova evangelização, para descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé.

Na descoberta diária do amor, a família ganha força e vigor no compromisso missionário, que jamais pode faltar. Com efeito, a fé na família cresce quando é vivida como experiência de um amor recebido e comunicada como experiência de graça e de alegria. A fé torna os membros da família fecundos, porque alarga o coração com a esperança e permite oferecer um testemunho que é capaz de gerar: de fato, abre o coração e a mente dos ouvintes para acolherem o convite do Senhor a aderir à sua Palavra, a fim de se tornarem seus discípulos (cf. Porta Fidei, 7).

Além dos sete encontros, a “Hora da Família 2013” oferece outras sugestões de celebrações que envolvem os membros da família em ocasiões comemorativas e possibilitam celebrações em outros ambientes que vão além da comunidade eclesial, tais como: escolas, universidades, fábricas, escritórios e outros. Estes encontros são elaborados de tal forma que sejam úteis para qualquer época do ano.

Para facilitar os encontros, os trechos bíblicos foram colocados na sua íntegra “no corpo” deste subsídio. Trechos bíblicos retirados da Bíblia Sagrada – Tradução CNBB. No entanto, sugerimos que as leituras sejam proclamadas diretamente no livro bíblico.

A 17ª edição do subsídio “Hora da Família” traz em seu final uma relação de cantos. Dessa forma não há indicação dos cantos nos encontros. As equipes poderão escolher alguns dentre estes ou outros conhecidos da comunidade local. E um pequeno texto para motivar a implantação de Associação de Famílias nas diversas Paróquias do Brasil. E, por fim, a relação dos Bispos, Assessores eclesiásticos, casais da Comissão Nacional da Pastoral Familiar e seus respectivos endereços eletrônicos.

Não deixe a sua família fora desse momento de evangelização. Eu Participo!
A Hora da Família 2013 custa R$ 3,00 e você poderá comprar na Pastoral Familiar da sua Paróquia, Diocese ou Regional. Ou mesmo pelo telefone: 61 34432900 ou pelo.

Site: http://www.cnpf.org.br/


Semana_N_Família


Hora da Família 16 – 2012

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

A FAMÍLIA:

“O TRABALHO E A FESTA

DE 12 a 18 DE AGOSTO DE 2012

NA SUA PARÓQUIA



HORA DA FAMÍLIA 2012.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar acabam de lançar o subsídio “Hora da Família” 2012. O tema deste ano é: “A Família: o trabalho e a festa”. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família que, este ano será de 12 de 18 de agosto.

O subsídio foi construído com a participação de representantes da Comissão para a Vida e a Família, membros dos Regionais da CNBB e assessores especializados. A Semana Nacional da Família é um evento anual que faz parte do calendário de, praticamente, todas as paróquias do Brasil e teve o início em 1992. O subsídio começou a ser editado desde a vinda do papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicado anualmente. Atualmente está em sua 16ª edição com uma tiragem de 200 mil exemplares.

“Neste ‘Hora da Família’ contém as Celebrações da Família e as 10 catequeses preparatórias para o 7º Encontro Mundial das Famílias, que acontecerá em Milão (Itália), de 30 de maio a 3 de junho, de 2012, com a presença do papa Bento XVI. Neste subsídio queremos auxiliar os encontros da Pastoral Familiar que acontecerão em todo o país, mas de uma maneira mais particular, na Semana Nacional da Família”, disse um dos assessores da Comissão para a Vida e a Família, padre Wladimir Porreca.

O subsídio “Hora da Família 2012” está disponível em cada Regional da CNBB, na Regional da Pastoral Familiar ou diretamente na Secretaria Nacional da Pastoral Familiar (SECREN).

Reunião

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família se reunirá, no dia 6 de fevereiro, no Rio de Janeiro (RJ), para traçar as ações para este ano de 2012.

Peregrinação Nacional da Família

No dia 25 de janeiro, em São Paulo (SP), a Comissão Organizadora da 4ª Peregrinação Nacional da Família, se reunirá para debater os últimos detalhes do projeto deste ano. A peregrinação acontecerá nos dias 28 e 29 de abril, em Aparecida (SP).


Hora da Família – 15 anos.


Confira os Temas.

Obs. Para visualizar a Catequese específica de cada tema, Click nas frases com botão esquerdo do mouse e siga o Link para a página Oficial da Igreja Católica.


A Família: o trabalho e a festa


 1º Encontro:

“O segredo de Nazaré”

Indicações:

1 – O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio.


2º Encontro:

“A família gera a vida

Indicações:

1 – Matrimônio no desígnio de Deus.

2 – O Plano de Deus.

3 – A Família Segundo a Bíblia.


 3º Encontro:

A Família e a Superação das Dificuldades

Indicações:

1 – FÉ NOS REVESES DA VIDA.


4º Encontro:

Família Geradora de Uma Sociedade Justa e Fraterna

Indicações:

1 – A Paróquia e a Formação de Valores na Família.

2 – Reflexões para a Semana Nacional da Família.

3 – Família e Virtudes Sociais.


 5º Encontro:

O Trabalho na Família

Indicações:


6º Encontro:

O Trabalho, Recurso para a Família

Indicações:


 7º Encontro:

Trabalho, Desafio para a Família

Indicações:

1 – Manifesto para criação do ministerio da familia.


8º Encontro:

A Festa, Tempo para a Família

MEDITAÇÃO PROGRAMA ESPLENDOR DA VERDADE

Indicações:


 9º Encontro:

A Festa, Tempo para o Senhor

Indicações:


10° Encontro:

A Festa, Tempo para a Comunidade“.

Indicações:


A Família: o trabalho e a festa


 “ A família cristã é a célula primeira e vital da sociedade; é o santuário da vida, é Igreja Doméstica; é o primeiro espaço de evangelização e engajamento social.” Doc. Santo Domingo nº 214


O QUE SÃO VALORES

HUMANOS E CRISTÃOS ?

Click aqui.

Antes de meditar nos temas

É Bom meditar em VALOR !



I Coríntios 13, 1 a 13

A família deve educar a sexualidade dos filhos.

Link→

Artigo neste Blog


Indicações Complementares:

FAMÍLIA CASA DA VIDA


Encontro Mundial de Famílias.

.

CATEQUESES PREPARATÓRIAS PARA O

VII ENCONTRO MUNDIAL DAS FAMÍLIAS

(Milão, Itália, 16-18 de Maio de 2012)

“A família, O Trabalho e a Festa”

http://www.family2012.com/pt/catequeses/

TEXTOS OFICIAIS ARQUIVADOS NO VATICANO

Índice das catequeses

  1. O segredo de Nazaré
  2. A família gera a vida
  3. A família vive a provação
  4. A família anima a sociedade
  5. O trabalho e a festa na família
  6. O trabalho, recurso para a família
  7. O trabalho, desafio para a família
  8. A festa, tempo para a família
  9. A festa, tempo para o Senhor
  10. A festa, tempo para a comunidade
A Família: o trabalho e a festa

Outros Temas relacionados neste Blog:

Semana Da Familia


Instruções em – Power Point – da CNBB sobre o livrinho Hora da Família -2010

Semana Nacional

da Família 2011


Instruções em – Power Point – da CNBB sobre o livrinho Hora da Família -2010

Semana Nacional

da Família 2010


Indicação de leitura:

Semana Nacional

da Família

2009


Oração da Família.

Link→

MENSAGENS EM PPS.

SLAID COM A MUSICA DE PADRE ZEZINHO Oração da Família.

FONTE=http://www.slideshare.net/iarafagundes/orao-da-fam … more →


Abençoa Minha Família.

Link

FAMÍLIA

O Congresso das famílias no México já dá seus primeiros frutos Segundo o Pe. Sergio Omar Sotelo Aguilar … more →


O Cristo Disfarçado.

(Pe. Léo)

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FAMÍLIA

Padre Léo faz a abertura de seu livro “Famílias Restauradas” com uma estória muito comum … more →


Vida – CD de Fabio de Melo.

Cara de Família

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MUSICA CATÓLICA

FAMÍLIA

“Show Vida” . Papai do Céu. Isso é coisa de Criança ? Mas quem não foi Criança um dia ?

E não sabem dar valor

pra essas coisas…

Ter um lar é um tesouro!


Padre Zezinho

fala sobre Paternidade Responsável.

Link→

MUSICA CATÓLICA

FAMÍLIA

“Melhores pais melhores Filhos” Acabamos de finalizar a Semana Nacional da Família e percebemos que … more →


2008.

Hora da Familia 2008

Link

FAMÍLIA

“O que a Igreja pretende, é levar aos Católicos justamente este Amor de Deus que se manifesta em nossos corações se estendendo a todos os nossos familiares, levando-os a conhecer mais e melhor este Deus que escolheu uma Familia confiando a ela a educação de seu único e precioso Filho quando veio ao mundo cumprir a sua promessa.”   … more →



A família cristã

No mundo de hoje !

Link->

FAMÍLIA

PROVIDA FAMÍLIA Um testemunho de comvivência Familiar, e vitoria nas dificuldades que uma Família nu … more →



A Família, “patrimônio da humanidade”.

Link→

FAMÍLIA




família

“Festa, tempo para a família”

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PROGRAMA ESPLENDOR DA VERDADE – 26/06/2012

02:36
34:31

 

A espiritualidade dos casais em segunda união.


É direito de todo cristão manter um relacionamento com Deus, inclusive os casais em segunda união.


O-que-a-Igreja-diz-aos-casais-em-segunda-união[1]


Durante muitos anos a Igreja lutou ardorosamente contra a separação das Famílias enquanto o mundo infundia cada vez mais um costume desfavorável à união Matrimonial perpétua, apesar desta situação não trazer felicidade e nem harmonia aos casais separados este numero tem crescido muito além do que era esperado.   Estes casais de segunda união que se formaram se mantiveram presentes na Igreja, pois mesmo em pecado a Fé permanece e precisa ser alimentada, mas com a discriminação dos demais casais e de pessoas mais influentes na vida pastoral muitos casais se sentem indesejados se afastando da mãe Igreja e buscando outras opções de mante uma comunhão com Deus e alguns até abandonando a fé enquanto que os que permaneciam fieis sentiam uma imensa fome espiritual buscando alimento sem o encontrar.


dieta-jejum[1]


HOJE A IGREJA CATÓLICA QUER MUDAR ESTA ANTIGA ATITUDE DE ALGUMAS PESSOAS, JÁ EXISTEM DOCUMENTOS QUE PROMOVEM O ACOLHIMENTO TAMBÉM DESTES CASAIS E OS REINTEGRA NA VIDA E NA COMUNHÃO PAROQUIAL COM ALGUMAS RESSALVAS QUE NÃO AFETAM SIGNIFICATIVAMENTE A PERSEVERANÇA NA FÉ E A SALVAÇÃO PESSOAL.



A Igreja não quer discriminar nem punir os casais em segunda união, mas lhes oferecer um caminho espiritual-pastoral adaptado à sua situação, o qual é apontado claramente pela Familiaris Consortio”. Esse caminho pode ser chamado e é de fato um caminho espiritual-pastoral, muito rico de frutos de vida cristã, mesmo que o status permanente de segunda união seja uma situação irregular.

A Exortação Apostólica Familiaris Consortio”, 1981, de João Paulo II, no n. 84, exorta os casais divorciados a participar de um caminho de vida cristã que deve consistir em:

Ouvir a Palavra de Deus, frequentar o sacrifício da Missa, perseverar na oração, incrementar as obras de caridade e as iniciativas da comunidade em favor da justiça, educar os filhos na fé cristã, cultivar o espírito e as obras de penitência, que se resume em “perseverarem na oração, na penitência e na caridade”.

A Exortação Apostólica Sacramentum caritatis, 2007, de Bento XVI, no n.29, reafirma o convite de cultivar, quanto possível, um estilo cristão de vida por meio da participação da Santa Missa, ainda que sem receber a comunhão, da escuta da Palavra de Deus, da adoração Eucarística, da oração, da cooperação na vida comunitária, do diálogo franco com um sacerdote ou mestre de vida espiritual, da dedicação ao serviço da caridade, das obras de penitência, do empenho na educação dos filhos”.


Lendo_Bíblia_casal


 A comunhão com a Palavra de Deus


Escutar é mais que ouvir, é atender o que se diz. É ir assimilando e tornando pessoal o que foi dito. É algo ativo, não passivo. É uma abertura a Deus que a eles dirige a Sua Palavra. Por intermédio de Isaías ou de Paulo fala-lhes aqui e agora. Algumas vezes, esta Palavra os consola e os anima. Outras julga suas atitudes e desautoriza seu estilo de vida, convidando-os para a conversão. Sempre os ilumina, os estimula e os alimenta.

A Palavra que Deus lhes dirige é, sobretudo uma Pessoa: o Seu Verbo, a Sua Palavra, Jesus Cristo. Ele não se dá somente no Pão e no Vinho, mas está realmente presente na Palavra que nos é proclamada e que escutamos. Também a nós o Pai continua a dizer: “Este é o meu Filho muito amado: escutai-O.

A leitura da Sagrada Escritura, acompanhada pela oração, estabelece um colóquio de familiaridade entre Deus e o homem, pois a Ele falamos quando rezamos, a Ele ouvimos quando lemos os divinos oráculos” (DV 25). Este colóquio torna-se mais intenso pela Lectio Divina”, ou seja, pela leitura meditada da Bíblia, que se prolonga na oração contemplativa. A Lectio é divina, porque se lê a Deus na Sua Palavra e com o Seu Espírito, pode ajudar os casais em segunda união na consecução de uma grande familiaridade não só com a Palavra, mas com o mesmo Deus.


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A visita e a adoração ao Santíssimo Sacramento:


Jesus, sendo vivo e presente no Sacrário, pode ser visitado e adorado. Ele espera, ouve, conforta, anima, sustenta e cura. Por conseguinte, a visita e a adoração ao Santíssimo é um verdadeiro e íntimo encontro entre o visitante e o Visitado, que é Jesus. A visita e a adoração são uma escolha pessoal do visitante, e, acima de tudo, um ato de amor para com o Visitado. A simples visita ao Santíssimo transforma-se em adoração, que é o ponto mais alto desse encontro.

Os casais em segunda união são chamados e convidados para serem os adoradores do Santíssimo pela prática tradicional da hora santa, que muito os ajudará na espiritualidade, seja do grupo como também do próprio casal. A prática freqüente da hora santa não é um opcional, por isso não se pode deixá-la facilmente de lado, pois ela é necessária para a perseverança.


Emanuel_nsap


A visita a Maria Santíssima: um conforto para o seu povo


Se o próprio Jesus, moribundo na cruz, deu Maria como Mãe ao discípulo: ’Mulher, eis aí teu filho’; e a você discípulo como Mãe: ‘Eis aí, tua mãe!’ (João 19, 26-27), é bom e recomendável que o casal em segunda união não tenha medo em fazer esta visita de carinho para receber conforto, força e consolação de sua Mãe. Essa visita pode ser feita numa capela dedicada a Virgem Maria ou em casa junto com a família ou na intimidade do seu quarto. Pensando nisso, é bom e confortável que o casal em segunda união não se esqueça de visitar, quantas vezes puder, Maria Santíssima.

Visitar Maria, a Mãe de Jesus, é ir ao seu encontro sem reservas, é entregar-se de coração a um coração que não tem limites para amar. Nossa Senhora em Medjugorie disse aos videntes e a nós seus filhos: “”Se soubésseis quanto vos amo, choraríeis de alegria””. Maria nos ama muito, como filhos queridos. O que ela mais deseja é ver seus filhos deixarem-se amar por ela. O seu desejo é o de seu Filho: salvar a todos. A Santíssima Virgem nos espera, todos os dias, e ela sabe que quanto mais perto estivermos dela, mais perto ficaremos de Jesus, pois a sua meta é a de nos levar a Ele.


Casal_rezando_juntos


Perseverança na Oração


O casal em segunda união é convidado para perseverar na oração. A oração pode ser pessoal, pode ser como casal, com a família e os filhos ou oração comunitária com os outros casais ou com outros fiéis.


Participação da Santa Missa: um encontro de amor


O casal de segunda união, como todo bom cristão, considerando este amor infinito de Jesus, deve participar da Santa Missa com amor fervoroso, de modo a particular do momento da consagração, pois é nesse momento que Jesus é vivo e presente.

Bento XVI, em recente discurso ao clero de Aosta, valoriza a participação dos casais recasados na Santa Missa mesmo sem a comunhão eucarística. A esse respeito o Papa fez este lindo e confortável comentário:

“Uma Eucaristia sem a comunhão eucarística não é certamente completa, pois lhe falta algo essencial. Todavia, é também verdade que participar na Eucaristia sem a comunhão eucarística não é igual a nada, é sempre um estar envolvido no mistério da cruz e da ressurreição de Cristo. É sempre uma participação no grande sacramento, na dimensão espiritual, pneumática e também eclesial, se não estreitamente sacramental.

E dado que é o sacramento da Paixão do Senhor, é Cristo sofredor que abraça de modo particular essas pessoas e comunica-se com elas de outra forma; portanto, elas podem sentir-se abraçadas pelo Senhor crucificado que cai por terra e sofre por elas e com elas.

Por conseguinte, é necessário fazer compreender que mesmo que, infelizmente, falte uma dimensão fundamental, todavia tais pessoas não devem ser excluídas do grande mistério da Eucaristia, do amor de Cristo aqui presente. Isso parece-me importante, como é importante que o pároco e a comunidade paroquial levem tais pessoas a sentir que, se por um lado, devemos respeitar a indissolubilidade do sacramento e, por outro, amamos as pessoas que sofrem também por nós. “E devemos também sofrer juntamente com elas, porque dão um testemunho importante, a fim de que saibam que no momento em que se cede por amor, se comete injustiça ao próprio sacramento, e a indissolubilidade parece cada vez mais menos verdadeira”.

Padre Alir Sanagiotto, SCJ.




A Pastoral Familiar no Brasil.




Encontro de Casais com Cristo_ECC



Por que fracassam tantas famílias?


 Assunto – Famílias Fracassadas


Quando começa o Divórcio?

– Ter ao invés do Ser

O  ‘’ter”  é  importante e indispensável para a nossa sobrevivência. Alguns contudo, só pensam no “ter”  se esquecem de  “ser”. Dificilmente alguém nos fala que fulano é virtuoso, é um santo, é caridoso, mas muitos nos falam que sicrano é rico, tem muitas casas, fazendas, e ganha milhões por mês!

Se de um lado é bom ter, mais importante é ser um cidadão correto, solidário, educado. O cidadão que “é” que possui os predicados atrás, é preferível ao que “tem” posses, mas desvestido de valores morais.

Quando a família inverte essas prioridades e só pensa em acumular, embora esteja solida materialmente falando, sua estrutura poderá estar sendo corroída, seus membros corrompidos,  seu caráter fragilizado, pois não exercitou a solidariedade e a partilha. Podendo, contudo, aliar  posse de bens com posse de virtudes, e partilha de ambas (posses e virtudes), essa família passara, então, a ser exemplo.


Egoísmo


2- Egoísmo

Quem  só pensa em “ter”, deixando se “ser”, acaba se isolando, torna-se avarento e egoísta. O egoísmo é um dos piores pecados, visto que a pessoa  enrosca-se em si mesma, patina e não sai da crosta que ela formou. Procurou proteger-se tanto que se perdeu na atribuição e distribuição de valores perenes.

O próximo, para o egoísta, esta muito distante. Ele não sente e nem pressente a necessidade alheia. Interessa-lhe tão somente o seu bem estar. Uma família, onde medra o egoísmo, não pode subsistir, e o seu esfacelamento é iminente.


Discussão é falta de diálogo.


3- A falta de dialogo

     Aquele que não privilegiou o “ser”, que se atola no egoísmo, emudece-se, visto que evita dialogar, já que o dialogo para ele representa alguma perda. Fechando, assim, os canais de comunicação, que lhe poderiam abrir a mente e o coração, não lhe resta outra alternativa senão falar consigo mesmo.  

Vitima de um monologo indecifrável, sua família é pré-falimentar material  e espiritualmente falando, pois não havendo troca de ideias, não se trocam e nem se eliminam as dificuldades, que tendem a aumentar causando a ruína da família.


Dificuldades.


4- Dificuldades financeiras

A família também se esboroa por causa de dificuldades financeiras. Casa em que falta pão, todos gritam e ninguém tem razão. É preciso que todos colaborem para o sustento do lar e não somente o pai ou a mãe. Os filhos não podem se acomodar e sim se incomodar, estudando, economizando e participando das despesas do lar, sob pena de retrocesso e ruptura dos laços familiares.


Oração

Falta de Deus em sua casa.

5- A falta de DEUS,  e de oração

Esta é a principal causa de esfacelamento da família, pois, casa sem oração e sem Deus, e vitima inevitável dos poderes do mal. E quais são esses poderes? Egoísmo, consumismo, falta de respeito e de amor, decadência moral e perda de princípios éticos e idolatria do mercado.  

      Quando  mais ostentação e consumo supérfluo, menos família se é, mais distante de Deus se torna. Os valores do espirito já não são prioritários para o consumista, e Deus, para ele é uma entidade distante, ou talvez entidade nenhuma. A família sem fé e sem obras é uma família falida e infeliz.

A família bem constituída, sem os vícios ora abordados, é o sustentáculo da fé. A fé sustentável é alicerçada em valores familiares elevados. A fé sustenta a família, que por sua vez sustenta a fé. Uma engendra e solidifica a outra. Sem fé e sem obras, a família paradigma que estamos comentando não medra, não viceja. Com fé, rompe barreiras, aprimora o caráter, gerando paz, amor e harmonia familiar.


cristo_disfarçado

Autor: J. Marques fonte:  Texto de A família como vai?

Destruir_família


Amalgama

Temas relacionados à Família


Familia_obama_Cristo



PRINCIPAIS TEXTOS.



Iporá_Casais_120820 (33)

SUGESTÃO DE PROGRAMAÇÃO PARA ENCONTRO DE CASAIS 3 DIAS OU UM DIA APENAS.

como fazer um encontro de oração com as famílias?



O Plano de Deus ECC


Família_projeto_de_Deus

Família, Projeto de Deus.


HARMONIA CONJUGAL



Vinho_Novo

Bodas de Caná.

O Vinho Novo.


Paraíso_Adão_Eva_Eden

A Família Segundo a Bíblia.


Oração Conjugal

Outros temas Oração diversos


O Casal Cristão no Mundo de Hoje – ECC


Encontro de casais com Cristo ECC

Temas para palestras de Encontro para Casais – ECC


Temas de Reflexão

Sobre Maria.




Outras indicações para reflexão e dinâmica


Dinâmicas para

Meditação.

Aplicação em Palestras


Parábolas

& Reflexões


Semana-da-Familia Logo%2BFamilia[1]

Encontro de Casais com Cristo_ECC


ALGUMAS INDICAÇÕES:


Casa_sobre_a_rocha

Construindo uma

Casa Sobre a Rocha


Família_Conduzida_3

A Família Conduzida pelo Espírito Santo. RCC


adc3a3o-e-eva[1]

Poesia da Criação do Homem e da Mulher.


Eu e minha Casa Serviremos ao Senhor.

Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor – RCC

Josué 24:15b


As duas Faces do Amor.

Experimente clicar nestes Link’s Abaixo.


Sexo entre quatro paredes

vale tudo?


Matrimônio

no desígnio de Deus.


Não se Ama

Quem não se Conhece.


Amalgama

 Dinâmica do Amalgama com Durepoxi. Casamento


Palestras_usadas_para_formasao_de_familias


LISTA DOS TEMAS MAIS VISTOS:


Título

Visualizações

Página inicial / Arquivos   EM 28/10/2019 1.595.500
Temas para palestras de Encontro para Casais. 268.023
Padre Leo Conta a estória do Papagaio Marrom. 202.907
O Casal Cristão no Mundo de Hoje. (ECC) 163.685
A Família Segundo a Bíblia. 130.850
O Plano de Deus (ecc). 120.000
Temas relacionados à Família 110.705
Dia Das Mães. 91.594
O Sentido da Vida (ECC). 88.500
Semana Nacional da Família. 84.780

HARMONIA CONJUGAL (ECC)

 75.860
Diálogo Com os Filhos. 74.627
Vinho, muito vinho, O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio. 61.500
A Vivência do Sacramento do Matrimônio. 58.511
Oração dos casais. 55.730
Fé nos Reveses da Vida. 54.700
O Cristo Disfarçado. (Pe. Léo) 45.020
Amor sempre Amor, Mensagens e Cartões para. 35.594
O Sentido da Vida (ECC). 30.000
A Espiritualidade cristã na Família. 29.687
Apresentação. 28.072
 A Família é um Projeto de Deus. 27.143
 O plano de Deus para a família é um aprofundamento constante. 25.500 
Testemunho do Plano de Deus.(ECC) 23.862
Sugestão de programação para encontro de casais. 21.372
O Namoro na Visão Cristã Católica. 20.680
Eu e minha Casa Serviremos ao Senhor. 20.315
 Semana Nacional da Família – 2014. 13.270
 Reflexões para a Semana Nacional da Família. 9.177 
 A família cristã no mundo de hoje ! 9.050 
 Wallpaper’s e papel de parede da Sagrada Família. 6.760 
 A família que reza unida, permanece unida. 6.354 
 Oração da Família. 5.750 
 Abençoa Minha Família.  5.562
 
 A proposta de Deus para as Famílias de Hoje. 4.404
 Família, espaço do encontro. 3.653
A PARÓQUIA E A FORMAÇÃO DE VALORES NA FAMÍLIA. 3.643
Apresentação da Semana da Família. 3.441
 
 Valores na Família. 2.997
 Família, Santuário da Vida. 2.864
 Família e Virtudes Sociais. 2.794
 FAMÍLIA: Valores a Descobrir e Redescobrir. 2.446
 A Família Conduzida pelo Espírito Santo. 2.396
 A família deve educar a sexualidade dos filhos. 2.295
 Desafios da Educação da Fé no contexto Familiar. 2.129
 
 A Família é o Maior Tesouro do Mundo. 1.717 
 O futuro da humanidade passa pela família. 1.713
 A Família, Primeira e Principal Transmissora da Fé. 1.650
 A Graça da Família. 1.510
 A Família, “patrimônio da humanidade”. 1,443
 Educação cristã dos Filhos – Desafio à Família. 1.357
Família Restaurada. – Palestra de Padre Léo. 1.285


INDICAÇÕES DE POST’S MAIS RECENTES


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A família continua sendo o melhor modelo de Sociedade.



A família não é um modelo antiquado e os católicos deveriam defendê-la não só das estruturas de pecado hostis a ela que colocam em dúvida a tradicional cultura familiar e muitas vezes a destrói,

assinalou o Relator Geral do Sínodo dos Bispos, Cardeal Peter Erdo na sua “Relatio ante disceptationem”.



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Postado em 8 de outubro de 2014

O Cardeal dividiu este documento que introduz os trabalhos do Sínodo em quatro partes: O Evangelho da Família no Contexto da Nova Evangelização, o Evangelho da família e a pastoral familiar, as situações pastorais difíceis, e a família e o Evangelho da vida.

Do mesmo modo, na conferência de imprensa de ontem, 6 de outubro, o Cardeal indicou que foram levadas em consideração as respostas dadas ao questionário preliminar que foi enviado às conferências episcopais, assim como as intervenções enviadas pelos padres sinodais.

O Arcebispo de Budapeste (Hungria) também compartilhou com os jornalistas que a renovação da metodologia do sínodo se expressa também no fato de que já está sendo elaborada “a relação posterior à discussão, sobre a base das intervenções escritas dos padres sinodais, embora ainda temos que considerar o que sai do debate”.

Por sua parte, o Secretário Geral do Sínodo, Dom Bruno Forte, explicou aos jornalistas que “houve uma maturação no caminho sinodal ao longo dos anos”. Acrescentou que “como os temas mais importantes do Concílio Vaticano II foram discutidos no meio das sessões, as não formais, espero que os resultados mais importantes do sínodo dos bispos cheguem das discussões livres, que o Papa Francisco quer que sejam francas”.

O texto, lido pelo Cardeal Erdo, ofereceu também alguns dos temas a serem tratados durante estas duas semanas:

Educação

O documento indica que “a família certamente hoje encontra muitas dificuldades; mas não é um modelo antiquado, pelo contrário, entre os jovens em geral se constata um novo desejo de família”.

De acordo com o Cardeal “entre os cristãos católicos a substância do ensinamento do Novo Testamento e do Catecismo da Igreja Católica sobre o matrimônio parece ser bastante conhecida. Entretanto, os aspectos específicos da doutrina e do Magistério da Igreja sobre o matrimônio e a família nem sempre são suficientemente conhecidos entre os fiéis”.

Nesse sentido, destacou muitas vezes a necessidade de uma educação mais integral no ensino católico, fazendo-se eco das observações do “Documento de trabalho do sínodo dos bispos”. “Resulta especialmente útil oferecer aos pastores das comunidades locais diretrizes claras para ajudar todos aqueles que vivem em situações difíceis”, adiciona o documento.

Do mesmo modo, alerta as comunidades locais para que evitem “as improvisações de uma ‘pastoral caseira’, que acaba fazendo mais difícil que se aceite do Evangelho da família”.

O documento também assinala que “é preciso acompanhar os noivos prometidos para que tenham uma clara consciência do que é o matrimônio no intuito do Criador, aliança que entre os batizados sempre tem a dignidade sacramental”.

A misericórdia não se anula com a verdade

Dado que “o tema da misericórdia está cada vez mais em primeiro plano como um ponto de vista importante no anúncio do Evangelho”, a relação destacou que a misericórdia “não elimina a verdade e não a relativiza, mas leva a interpretá-la corretamente no contexto da hierarquia das verdades”.

“A misericórdia, portanto, tampouco anula os compromissos que nascem das exigências do vínculo matrimonial. Estes continuam subsistindo inclusive quando o amor humano se debilitou ou cessou”, assinala o texto.


Coração ferido


Divorciados em nova união, coabitação e matrimônios civis

Além disso, o documento aborda situações como a coabitação, os matrimônios civis, assim como os divorciados em nova união.

As duas primeiras, indicou, representam uma nova dimensão de cuidado pastoral e “a Igreja não pode não reconhecer inclusive em situações a primeira vista afastadas de critérios que respondam ao Evangelho, uma oportunidade para acompanhar as pessoas, para que cheguem a uma decisão consciente, verdadeira e justa a respeito de sua relação”.

No que diz respeito aos divorciados em nova união, o documento indica que a resposta a estas questões mostra que este tema tem diferentes matizes em diversas partes do mundo, mas que não põem em questionamento “a palavra de Cristo e a verdade da indissolubilidade do matrimônio, nem faz com que já não estejam em vigor”.

“Os divorciados recasados civilmente pertencem à Igreja” e têm direito a receber o cuidado de seus pastores, afirmou o Cardeal. “Por isso a necessidade de ter em cada Igreja particular pelo menos um sacerdote, devidamente preparado, que possa prévia e gratuitamente aconselhar as partes sobre a validez de seu matrimônio”, acrescentou.

“Com efeito, muitos esposos não são conscientes dos critérios de validez do matrimônio e menos ainda da possibilidade da invalidez. Depois do divórcio, é preciso realizar esta verificação, em um contexto de diálogo pastoral sobre as causas do fracasso do matrimônio anterior, averiguando as possíveis causas de nulidade. Ao mesmo tempo, evitando a aparência de um simples cumprimento burocrático ou de interesses econômicos. Se tudo isso for realizado com seriedade e buscando a verdade, a declaração de nulidade produzirá uma libertação das consciências das partes”, indicou.

As instâncias de uma “mentalidade do divórcio” na celebração do sacramento do matrimônio faz acreditar que muitos casamentos celebrados na Igreja poderiam ser inválidos.

“Para verificar a possível nulidade do vínculo de maneira eficaz e ágil”, indicou, muitos sentem que os procedimentos precisam ser revisados. Para isso, o Papa Francisco nomeou uma comissão especial que reforme o processo de nulidade de matrimônios.

Homossexualidade

O documento também aborda o tema da homossexualidade e assinala que há “um amplo consenso em relação ao fato que as pessoas de tendência homossexual não devem ser discriminadas”, mas ao mesmo tempo emerge “com igual clareza que de parte da maioria dos batizados —e da totalidade das Conferências episcopais— não se espera uma equiparação destas relações com o matrimônio entre homem e mulher”.

“As formas ideológicas das teorias de gênero tampouco geram um consenso entre a grande maioria dos católicos”, acrescenta.

“Muitos querem, em contrapartida, superar os tradicionais róis sociais, condicionados culturalmente, e a discriminação das mulheres, que continua presente, sem negar com isso a diferença natural e criatural entre os sexos e sua reciprocidade e complementariedade”.

O Evangelho da vida

Em conclusão, a relação assinala a importância do Evangelho da vida. Quer dizer a abertura à vida não alheia ao amor conjugal. “O amor esponsal, e mais em geral a relação, nunca deve construir-se como um círculo fechado”, além disso, “a acolhida da vida não se pode pensar como limitada unicamente à concepção e ao nascimento. Se completa na educação dos filhos, no sustento que se oferece ao seu crescimento”.

O documento também recorda que “a acolhida da vida, assumir as responsabilidades em ordem à geração da vida e ao cuidado que esta requer, só é possível se a família não for concebida como um fragmento isolado, mas se perceber inserida em uma trama de relações”.

Nesse sentido, a Igreja está chamada a proclamar e ser testemunha da dignidade suprema da pessoa humana, “por isso, é preciso cuidar de modo particular da educação da afetividade e da sexualidade”.

Para isso, a relação aponta à necessidade de propor novamente a mensagem de Paulo VI em sua encíclica Humanae Vitae sobre o controle da natalidade.

Conclusão

Finalmente, o texto conclui que o desafio do Sínodo é “propor de novo ao mundo de hoje, em certos aspectos tão parecido ao dos primeiros tempos da Igreja, o atrativo da mensagem cristã em relação ao matrimônio e à família, destacando a alegria que dá, mas ao mesmo tempo dar respostas reais e impregnadas de caridade aos numerosos problemas que especialmente hoje tocam a existência da família. Destacando que a autêntica liberdade moral não consiste em fazer o que se sente, não vive só de emoções, mas se realiza somente adquirindo o verdadeiro bem”.

“Em concreto nos pede acima de tudo nos colocar ao lado dos nossas irmãs e irmãos com o espírito do bom Samaritano: estar atentos a sua vida, em particular estar perto daqueles aos que a vida feriu’ e esperam uma palavra de esperança, que nós sabemos que só Cristo pode nos dar. O mundo necessita a Cristo. O mundo também nos necessita, porque pertencemos a Cristo”, concluiu.


Espiritualidade


O QUE É ESPIRITUALIDADE?




      Atualizado em 26/11/2014




Cristofobia ainda não é Crime?



Grupo LGBT demonstra sem medo em praça pública que não respeitam o Sacrifício de Jesus Cristo na cruz, debocham da fé e da Igreja, ameaçam queimar Bíblias como o Nazismo fez na Alemanha e o comunismo fez em Moscou juntamente com Padres e Freiras que ensinam este mito alienante!

A desculpa sempre vem disfarçada de um protesto a favor do Aborto e contra a homofobia, mas daí a se comparar com Cristo na Cruz é um pouco de exagero, não acham?

Tudo isso devemos assistir em silêncio, pois se alguém se manifestar contra esta libertinagem pode ser acusado de “homofobia”.


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Ativistas “LGBT”, seminuas e tentando imitar as vestes de Cristo, se colocam sobre uma simulação de CRUZ e se beijam em frente a Igreja Católica da Candelária! (RJ)


Ativistas seminuas usam cruz e coroa de espinhos para pedir legalização do aborto em frente a uma Igreja Católica (Rj)

Um grupo de ativistas gays usou símbolos religiosos do cristianismo durante um protesto chamado “beijaço” em frente a Igreja da Candelária no centro do Rio de Janeiro, e causou grande indignação nas redes sociais.

O protesto dos militantes LGBT era contra a forma que a fé cristã se posiciona sobre a homossexualidade e contra o candidato à presidente Levy Fidelix (PRTB), que afirmou em rede nacional durante o debate promovido pela TV Record que “dois iguais não fazem filhos”.

As ativistas Sara Winter e Bia Spring estavam seminuas, coladas a uma cruz de papelão e com uma coroa de espinhos sobre a cabeça, e se beijaram em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. No alto da cruz, uma placa com a sigla “LGBT” ocupava o lugar da inscrição I.N.R.I. (acrônimo de Iesus Nasarenus Rex Iudaeorum, do latim, “Jesus Nazareno Rei dos Judeus”).

“Há uma grande quantidade de candidatos e políticos eleitos que estão diretamente envolvidos com instituições religiosas, sobretudo cristãs, que tanto atrasam o desenvolvimento de nossa política, principalmente com relação aos direitos reprodutivos da mulher e também às políticas públicas voltadas para o público LGBT”, disseram as ativistas ao jornal O Dia.

O uso de símbolos cristãos em passeatas e manifestações de ativistas gays não é novidade. Outros militantes homossexuais já se valeram do mesmo expediente durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro em 2013, e na presença de diversos fiéis católicos, quebrou símbolos de fé da denominação.  Anos atrás, o pastor Silas Malafaia usou seu programa de TV para denunciar o uso de referências aos santos católicos durante a Parada Gay em São Paulo.

“Isto é discriminação religiosa! A cruz é o símbolo do cristianismo! Cadê o Ministério Público que não vê este absurdo? Por que eles podem tudo? Mas se fossemos nós só pelo fato de não concordarmos com a prática homoafetiva seríamos taxados como homofóbicos. Dois pesos, duas medidas. Respeito a diferença”, disparou a internauta Teresinha Neves em sua página no Facebook

Fonte: G1 e outros



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LGBT – ativistas gays

Pró aborto contra a Homofobia

Só uma perguntinha ????

Aborto pra quem ?

        Relacionamento LGBT é infértil e não produz o fruto do ventre!  Enquanto uns lutam pelo casamento e o direito de adotar um filho para se formar uma pseudofamília outros querem mata-lo.  Não dá para entender este tipo de manifestação contraditória mesmo levando em consideração que são ativistas profissionais pagas e financiadas e puro Marketing de imagem.


A Cristofobia é Crime?    Por que não ?


O que diz o Código Civil Brasileiro ?

I – DA LIBERDADE DE RELIGIÃO


           A Constituição Federal consagra como direito fundamental a liberdade de religião, prescrevendo que o Brasil é um país laico. Com essa afirmação queremos dizer que, consoante a vigente Constituição Federal, o Estado deve se preocupar em proporcionar a seus cidadãos um clima de perfeita compreensão religiosa, proscrevendo a intolerância e o fanatismo. Deve existir uma divisão muito acentuada entre o Estado e a Igreja (religiões em geral), não podendo existir nenhuma religião oficial, devendo, porém, o Estado prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões.

…[…] … “Cabe, portanto, à autoridade civil, no exercício do seu poder de polícia, atendendo ao pedido que for feito pela autoridade competente da Igreja Católica Apostólica Romana, e assegurando-lhe o livre exercício do seu culto, impedir o desrespeito ou a perturbação do mesmo culto, …[…]…

[Leia mais:] – http://www.pge.sp.gov.br/


MILAGRE DE LANCIANO

O Aborto é um problema de saúde.



Mulheres que abortam têm mais chances de ter problema mental

Saúde – Terra


Mulher com medo

Estudo concluiu que o aborto pode aumentar em 155% as chances de a mulher cometer suicídio Foto: Getty Images




O Aborto é prejudicial

à saúde da Mulher conclui estudo médico.

Como já dizia uma certa presidenta:

O Aborto é um problema de Saúde.

só que ele que é a causa e não a solução.


Mulheres que fazem abortos têm quase o dobro de risco de desenvolver problemas mentais em comparação com as demais pessoas, segundo estudo. A pesquisa descobriu que o aborto afeta a saúde mental e pode causar ansiedade, depressão, alcoolismo, abuso de drogas e suicídio. As informações são do Daily Mail.

O estudo foi baseado em uma análise de 22 projetos separados que avaliaram as experiências de 877 mil mulheres, das quais 163,831 tinham abortado. Os resultados apontaram que mulheres que se submeteram ao aborto tiveram um risco 81% maior de problemas de saúde mental e quase 10% das doenças mentais mostraram ligação direta com o ato.

A pesquisa concluiu que o aborto estava relacionado a 34% de aumento de chances de transtornos de ansiedade, 37% de depressão, 110% de aumento de risco do abuso do álcool, 220% do uso de maconha e 155% mais chances de suicídio.


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(GRAÇAS A DECISÃO DE MINHA MÃE, EU ESTOU AQUI)


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Não caiam no

mesmo erro que eu.


Waris Dirie a Flor do Deserto.

Exemplo da luta contra a

OBLAÇÃO FEMININA


Chapolim Colorado contra o Aborto.



Um dos maiores e o mais poderoso inimigo da humanidade e da Vida no Planeta Terra, faz milhões de vítimas todos os dias.

Já matou muito mais que os furacões e a Tissuname do Japão, mais que o trânsito brasileiro, supera as vítimas do fumo, do álcool e das drogas, deixa na lanterna a Aid’s e o Ebola e ainda não encontrou ninguém que fosse capaz de aniquilá-lo definitivamente.

Mas, eis que surge uma esperança, não é um pássaro, não é um avião e nem um míssil sub-atômico para pulverizar nosso grande e terrível inimigo de uma só vez.

Entra em sena o grande Chapolim Colorado na pessoa de seu criador Roberto Bolaños com seu depoimento de vida contra o Aborto:

“Não Contaram com a minha astúcia”

Chapolim


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DEPOIMENTO


Chaves em defesa da vida

O ator Roberto Bolaños que deu vida ao personagem Chasperito “Chaves aqui no Brasil”, que conquistou gerações, gravou há alguns anos uma bonita mensagem em Defesa da Vida. No vídeo de breves 35 segundos, o ator fala de uma situação difícil durante sua gestação e a opção de sua mãe pela vida.

Leia também: Movimento contra o aborto ganha força

Veja o Texto:

“Quando eu estava no ventre da minha mãe, ela sofreu um acidente que a deixou à beira da morte. O médico lhe disse: ‘Terás que abortar!’; e ela respondeu: ‘Abortar, eu?! Jamais!’. Ou seja, defendeu a vida, a minha vida. E graças a ela estou aqui.” – Roberto Gómez Bolaños (Chaves)

Emocionante o depoimento do artista, uma pessoa querida em vários países e que se tornou “o que é” graças ao sim de sua mãe pela vida.

Assista ao vídeo:



(GRAÇAS A DECISÃO DE MINHA MÃE, EU ESTOU AQUI)



      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


A Vivência do Sacramento do Matrimônio.

 



A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO

DO MATRIMÔNIO.

Tema preparado para apresentação em encontro de Casais.


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Trabalhar a vivência do Matrimônio é muito importante para o fortalecimento do convívio do casal ajudando no aperfeiçoamento do Amor e a superação de todas os desentendimentos, intrigas, problemas e dificuldades do casamento no dia a dia.

O Sacramento do Matrimônio é Indissolúvel.

A nossa preparação deve ser planejada para um futuro distante e não apenas para uns dias de férias da minha vida antiga, é um passo sem retorno e que o nosso futuro dependerá de cada atitude que tomarmos a partir de agora.

(Dinâmica Opcional 1) *


(C.I.C. 1614). Na sua pregação, Jesus ensinou sem equívocos o sentido original da união do homem e da mulher, tal como o Criador a quis no princípio: a permissão de repudiar a sua mulher, dada por Moisés, era uma concessão à dureza do coração (119): a união matrimonial do homem e da mulher é indissolúvel: foi o próprio Deus que a estabeleceu: «Não separe, pois, o homem o que Deus uniu»         (Mt 19, 6).


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– 21. Sujeitai-vos uns aos outros no temor de Cristo.

22. As mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, 23. pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador. 24.Ora, assim como a Igreja é submissa a Cristo, assim também o sejam em tudo as mulheres a seus maridos. 25.Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela, 26. para santificá-la, purificando-a pela água do batismo com a palavra, 27. para apresentá-la a si mesmo toda gloriosa, sem mácula, sem ruga, sem qualquer outro defeito semelhante, mas santa e irrepreensível. 28. Assim os maridos devem amar as suas mulheres, como a seu próprio corpo. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo. 29. Certamente, ninguém jamais aborreceu a sua própria carne; ao contrário, cada qual a alimenta e a trata, como Cristo faz à sua Igreja 30. porque somos membros de seu corpo. 31. Por isso, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois constituirão uma só carne (Gn 2,24). 32. Este mistério é grande, quero dizer, com referência a Cristo e à Igreja. 33. Em resumo, o que importa é que cada um de vós ame a sua mulher como a si mesmo, e a mulher respeite o seu marido.        (Efésios 5, 21 a 33) 


O Sacramento do Matrimônio começa no altar na solenidade do Casamento da Igreja.

É quando dizemos “SIM” um ao outro.

É quando livremente declaramos que desejamos viver um com o outro por toda a vida, na alegria e na tristeza, nos momentos bons e nos momentos difíceis.  Naquele momento solene, revestido de muita pompa se dá o começo de nosso casamento.  Ele vai durar a vida toda, pois é indissolúvel e sua continuidade é fundamental.

JOÃO PAULO II NA CARTA AS FAMÍLIAS

Diz que: “A Família é o Santuário da Vida.”

SANTUÁRIO SIGNIFICA LUGAR DE DEUS, LUGAR SAGRADO.

É neste ambiente que surge o casal, não mais homem e mulher, mas um casal, uma só carne que deve crescer e multiplicar-se.   O crescimento pertence aos dois, ambos devem cooperar um com o outro para que atinjam uma maturidade capaz de produzir de maneira estável a felicidade um do outro.

A vida humana surge como de uma nascente sagrada e é cultivada e formada.

Tem continuidade ao longo do futuro através das sucessões familiares.

O Concílio Vaticano II, na constituição Dogmática sobre a Igreja, começa dizendo no N. 11 que Ela é o povo de Deus, e declara que a Família é a Igreja Doméstica.

ISTO SIGNIFICA:

“LUGAR ONDE DEUS RESIDE, É ADORADO, AMADO E SERVIDO.”

“A Salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição da feliz comunidade conjugal e Familiar”.

A FAMÍLIA SE CONSTITUI O FUNDAMENTO DA SOCIEDADE.

Jesus habita de maneira muito especial na Família Cristã nascida e vivenciada no Sacramento do Matrimônio.  Ele revela muito bem sua presença no evangelho das Bodas de Caná da Galileia.  Quer estar com a Família ajudando-a a vencer todos os desafios de falta de vinho, isto é, o que faltar para a alegria e a felicidade plena de um casal.

Deus quando os criou homem e mulher à sua imagem e semelhança Ele os quis em Família onde impera o amor.

O ser humano é semelhante a deus na medida em que desenvolve a capacidade de amar seu semelhante, a começar pelo seu próximo mais próximo que no Matrimônio Cristão é o seu cônjuge.

Criou todos os seres dotados de tudo, somente o homem, no sexto dia Ele afirmou, “CRESCEI E MULTIPLICAI, DOMINAI A TERRA.” Homem e mulher são chamados a continuar a obra de Deus, a construção mútua e do universo.

O ser humano possui a capacidade de criar, não só de seus filhos, mas de si mesmos.

Ao final deste encontro já teremos uma consciência nítida que temos uma tarefa nova e gostosa pela frente.  Devemos cultivar nosso amor e construir o Reino de Deus em nosso lar.

Temos um campo bem definido de atuação, que é nossa casa no âmbito familiar, se cada lar for um jardim de felicidade, o mundo seria exuberante, a beleza e a paz alimentarão todos os corações.  esta tarefa deve ser feita por uma livre escolha de cada um.

Nossas obrigações conjugais e familiares instintivamente devem ser prazerosas e plenas de realização.

O catecismo da Igreja Católica diz que a Família é “O VESTÍGIO E IMAGEM DA COMUNHÃO DO PAI DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. SUA ATIVIDADE PROCRIADORA E EDUCADORA É O REFLEXO DA OBRA CRIADORA DO PAI”.

Isto mostra que a Família é a unica imagem de Deus Trindade esculpida por Ele.  Não é uma imagem estática, mas dinâmica e viva como Deus é VIVO  e Dinâmico. DEUS não criou e abandonou sua obra, Ele continua agindo e nos faz seus cooperadores, responsáveis pela continuação de sua obra pelo seu aperfeiçoamento. Desde o começo da humanidade existe a família e ninguém jamais pode ou poderá destruir, pelo fato de que ela é Divina e foi instituída por Deus.  Como ensina o catecismo da Igreja Católica, “A FAMÍLIA É A CÉLULA ORIGINÁRIA DA VIDA SOCIAL.” É a sociedade natural na qual o homem e a mulher são chamados ao dom de si no amor e no dom da vida”.



A Família é o eixo da humanidade, é a sua pedra angular.

“O FUTURO DA HUMANIDADE PASSA PELA FAMÍLIA.”

É na família que pais e filhos devem encontrar a felicidade.

Quem não experimenta o amor na família será difícil encontrá-lo noutro lugar.

É na família que desde a infância se assimilam os valores morais, a forma de conduta e a hierarquia de valores.

É na família que as crianças devem aprender a amar a Deus, a respeitar a seus pais, a usar sua liberdade de dentro dos limites da disciplina familiar.

É na família que os filhos aprendem a se valorizar por ter uma obrigação, um dever a cumprir, exercícios escolares a realizar.

Quando os filhos crescem nunca se esquecem dos preceitos familiares nem dos conselhos de seus pais, mesmo que os testem na adolescência e se afastem deles por algum tempo.

Os valores humanos e evangélicos plantados uma vez no coração das crianças, não morrem, mesmo que eles aparentemente os reneguem, uma força interior os conduz para a justiça e para o desejo de amar e ser amados.

A nossa espiritualidade de casados, não é a de Padres e freiras celibatários. nossa espiritualidade própria envolve os dois, não pode ser individual.   deus nos confiou uma tarefa comum, que devemos cumprir a dois.

Precisamos cimentar o nosso amor no AMOR de DEUS. Quanto mais nos amarmos um ao outro mais estamos amando a Deus e nossas brigas, desentendimentos, rancores e falta de perdão com toda certeza são ofensas a Deus.  Nossa infidelidade conjugal é também infidelidade a deus. Somos encarregados de fazer com que o mandamento do amor seja posto em pratica, a partir da nossa casa.

A oração do casal é fundamental, precisamos rezar juntos.

A experiência que temos com casais mostra que eles tem uma profunda dificuldade para rezar juntos. Alguns rezam até demais, individualmente. Há casais que rezam cada um para o seu lado.

Todos os dias precisamos oferecer a Deus nosso trabalho diário, nossos filhos, nossos problemas e pedir que Ele nos ajude a cumprir sua vontade ao longo do dia.

Há muita gente que procura por uma oração forte, mas asseguro a você que não existe uma oração mais forte do que o casal que reza junto, sabem porque? É Jesus que reza ao Pai unido ao casal e pede ao Pai juntamente com os dois, conforme prometeu em (São Mateus 18, 19-20) “ONDE DOIS OU MAIS ESTIVEREM REUNIDOS EM MEU NOME EU ESTAREI NO MEIO DELES”.

Nosso amor conjugal precisa crescer cada dia e o caminho para que isso aconteça consiste no dialogo e perdão. Sem dialogo meus amigos não conheceremos um ao outro E NINGUÉM AMA A QUEM NÃO CONHECE, ficamos imaginando cousas que não são verdadeiras e nos afastam mais um do outro. O diálogo precisa ser humilde, verdadeiro, construtor.  Temos um belo exemplo de diálogo na Bíblia em (São João 4) quando Jesus fala com a Samaritana no poço de Jacó.

O PERDÃO

Não precisamos falar, todos sabem pela sua experiência de casados que Ele reconstrói e restaura nossa casa e sem Jesus o nosso castelo de areia desaba.

O amor definha na medida em que não oferecemos o perdão do mesmo modo como as plantas secam por falta d’água.

Quantas vezes perdoar, minhas amigas e meus amigos?

Qual foi a resposta de Jesus a São pedro?

Pedro perguntou ao Mestre se poderia perdoar até sete vezes.

Jesus respondeu enfaticamente, não apenas sete vezes apenas, mas setenta vezes sete todos os dias. isto significa: SEMPRE, SEMPRE SEMPRE.

Há, já perdoei duas vezes, agora ele vai ver o que é bom, vou me vingar.

As vezes dizemos isso. sem deixar de rezar o Pai nosso “

PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS ASSIM COMO NÓS PERDOAMOS …

Amigas e amigos se há algo muito importante para a espiritualidade conjugal, são os nossos corpos. Saíram das mãos de Deus que nos fez homem e mulher, atraídos um pelo outro e desejosos de se darem um ao outro.

A felicidade mais parecida com a do céu é a do orgasmo.

Deus quer que experimentemos uma amostra grátis da felicidade celestial. Como é bom estarmos junto, como faz bem nos doarmos um ao outro sem reservas e sem pensar em outro ou outra.

Nós precisamos aperfeiçoar nossa relação sexual. Ela não começa na hora que a gente entra no quarto e inicia a se despir.

Ela começa pela manhã quando acordamos e damos um bom dia bem alegre ao nosso cônjuge.

Devemos agradecer a Deus por termos ao nosso lado a fonte de nossa alegria  e felicidade que é o nosso cônjuge e manifestar um ao outro toda ternura, respeito e atenção.

A mulher é fisiologicamente diferente do homem, seu sexo é mais difuso em todo o corpo e é mais lento nas relações. NAS REAÇÕES. Enquanto que o homem tem um processo mais rápido, por esta razão ele deve procurar sintonizar com as relações dela para que sejam bem sucedidos.

Faz parte de nossa espiritualidade conjugal nosso bom desempenho no sexo, fazendo seu parceiro e parceira felizes.

Como dizia um certo Padre com experiência com casais, depois de uma noite bem sucedida vocês têm mais ânimo e coragem para a labuta, sofrimentos e canseiras do dia a dia.

Amigos e amigas, certamente levamos muitos bons propósitos deste Encontro com Cristo.

Nossa lua de mel mais consciente de nosso matrimônio vai recomeçar a partir de hoje melhor do que da primeira vez.

Mas queremos alertar a vocês de uma coisa verdadeira que nos poderá atrapalhar logo mais e nos decepcionar um com o outro.

É que somos pecadores  e como tais precisamos da ajuda dos irmãos. precisamos de uma equipe de casais para nos ajudarem na caminhada a refazer nosso entusiasmo e nossos bons propósitos.

Falamos disto com muita experiência pois há muitos anos nos reunimos com a mesma equipe de espiritualidade conjugal e caminhamos para Deus todos juntos.

Não abandonem   sua equipe. Ela é a garantia de seu sucesso daqui para frente. Na sua equipe você vai viver em comunidade, sendo uma célula viva da Igreja de Cristo.


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Baixe o texto em Documento – Wold.Doc

07 – A Vivência do Sacramento do Matrimônio.doc


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Click e Baixe o Texto em arquivo PDF 

07 – A Vivência do Sacramento do Matrimônio.pdf



A Pastoral Familiar no Brasil.


Deus Uniu

“Superar os momentos difíceis é sabedoria…Viver os momentos felizes é uma arte.Que a felicidade a dois continue sendo o objetivo principal de suas vidas. Que a caminhada seja longa repleta de amor e compreensão. ”Que Jesus continue sempre presente realizando o milagre do vinho novo nos momentos mais Difíceis da Vida.Nossos Votos de Muitas felicidades.


3.    O CASAL CRISTÃO NO MUNDO DE HOJE.


Dinâmica do Café com Leite:

Indissolubilidade do Matrimônio


Dinâmica da Pipoca

Pipoca sem Sal não tem Sabor

SAL DA TERRA


Atualizado em 10/05/2012



Encontro de Casais com Cristo_ECC



 

Semana Nacional da Família – 2014.


Meditações sobre os temas do livrinho da

Campanha Nacional da Família de 2014

Tema central:

“A Espiritualidade cristã na Família:

um casamento que dá certo”.

De 10 a 16 de Agosto de 2014


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Click nos Link’s em azul para abrir outro post:


 1º Encontro:

A Espiritualidade cristã na Família.

Indicações para estudo:

O Link Acima fala de uma visão geral sobre o tema incluindo parágrafos sobre os outros temas abaixo:


2º Encontro:

“A Prática espiritual do casal/família:”

Comunhão e Fidelidade

Indicações:

1 – Matrimônio no desígnio de Deus.

 2 – O primeiro Milagre de Jesus foi totalmente dedicado ao Matrimônio.


 3º Encontro:

“Família de Nazaré” ,

Modelo de Espiritualidade pela Confiança e Obediência

Indicações complementares:

1 – Fé nos Revezes da Vida.

2 – O Plano de Deus.

3 – A Família Segundo a Bíblia.

A Graça da Família.

A proposta de Deus para as Famílias de Hoje.


4º Encontro:

“A Eucaristia Dominical”: Expressão maior de Espiritualidade.

Indicações:

1 – A Paróquia e a Formação de Valores na Família.

A Família Conduzida pelo Espírito Santo.


 5º Encontro:

“A Religiosidade e Piedade populares

no exercício da espiritualidade Cristã”

Indicações:


6º Encontro:

Família, Igreja Doméstica:

Lugar especial de Espiritualidade Cristã”

Indicações:

1 – ESPIRITUALIDADE CONJUGAL E FAMILIAR. COMO VIVÊ-LA?

2 – A ORAÇÃO EM FAMÍLIA

3 – Reflexões para a Semana Nacional da Família.

4 – Família e Virtudes Sociais.

A família que reza unida, permanece unida.

Em 2013 – “família Geradora de Uma Sociedade Justa e Fraterna


 7º Encontro:

Desafios para a Espiritualidade Cristã na Família pela Comunhão”

Indicações:

DIFICULDADES E OBSTÁCULOS PARA UMA VIDA DE ORAÇÃO EM FAMÍLIA

ESPIRITUALIDADE CONJUGAL E FAMILIAR. COMO VIVÊ-LA?

1 – Manifesto para criação do ministério da família.


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 A Espiritualidade

Cristã na Família.

Texto completo


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Semana Nacional da Família.


Hora da Família 18 – 2014

“A Espiritualidade cristã na Família: .     .um casamento que dá certo”.


Jesus Jesus



A Espiritualidade cristã na Família.



A Espiritualidade é um componente Permanente na vida do Cristão, Seja ele um Jovem solteiro, Casado ou Consagrado ao Sacerdócio.   Foi escolhido  para meditar na campanha Nacional da Família deste ano de 2014 o tema:

“A Espiritualidade cristã na Família:

um casamento que dá certo”.

Hora da Família 18 – 2014

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA



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No quinto capítulo da Lumen Gentium, lemos o título:

“Vocação universal à santidade”.

Quer dizer, ser santo não é um privilégio dos monges ou de uma elite, mas é algo destinado a todo e qualquer batizado e a tantos outros que nem são cristãos. 

“Todos os que, movidos pelo Espírito de Deus, obedecem a voz do Pai e adoram a Deus Pai em espírito e verdade, cultivam nos vários gêneros de vida e ofícios uma única santidade”. (Lumen gentium, 41)

No nº 56 da “Familiaris consortio” lê-se:

“Cumprindo à energia do sacramento, a própria missão conjugal e familiar, penetrados do espírito de Cristo que impregna toda a sua vida de fé, esperança e caridade avançam sempre mais na própria perfeição e mútua santificação e cooperam assim juntos para a glória de Deus”.

Jesus falou: “sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt. 5,48) e são Paulo lembra-nos o seguinte: “esta é a vontade de Deus: Vossa santificação” (Ts. 4,3). Também escreveu que Cristo amou a Igreja como se fosse sua esposa, a fim de santificá-la. Todos os fiéis cristãos são chamados à santidade e à perfeição da caridade. A passagem de imperfeitos para perfeitos se dá sempre a partir do amor (Fl. 3,12).

Durante muitos séculos foi pensado que só os consagrados e os religiosos estivessem obrigados a seguirem e a viverem os preceitos evangélicos, mas o Evangelho é para ser vivido por todos os cristãos. Devemos testemunhar Cristo pobre, humilde, carregado com a cruz.

Os casados não imitam um estilo de santidade que funciona para os monges e religiosos. Os casados devem se ajudar mutuamente a conservar a graça no decurso de sua vida.

O marido tem a responsabilidade de ajudar a sua esposa a se salvar e vice-versa. Cada cônjuge tem o direito de receber o apoio, a inspiração e a motivação necessários para alcançar a vida eterna.

Assim, todos os cristãos, nas condições, ofícios ou circunstâncias de sua vida, e através desse tudo, dia a dia mais se santificarão se, com fé, tudo aceitam da mão do Pai.

Os cristãos, diz o Concílio Vaticano II são convidados e obrigados a procurar a santidade e a perfeição no seu próprio estado de vida.

O amor é o que dá sentido à vida, o que dá sentido ao casamento. A maior garantia para que o amor dos cônjuges não desapareça mas ainda se torne mais profundo, mais verdadeiro através dos anos é estar o casal constantemente em busca da sintonia entre seu projeto fundamental de vida e o projeto de Deus, fonte de toda a vida para nós.

Como agente de Pastoral somos missionários. O que sustenta esse nosso trabalho missionário é a experiência de Deus, ou seja, a espiritualidade.

A oração, esse relacionamento do ser humano com o seu Deus, está profundamente inscrita no coração de cada um, na forma de um desejo da criatura de encontrar-se com seu Criador, do filho querendo comunicar-se com o Pai. O batizado, à medida que vai crescendo na Igreja, recebe o apoio da comunidade nessa busca, por meio das liturgias, dos sacramentos, dos momentos reservados para esse encontro com Deus.

Uma das dificuldades que o cristão encontra quando casa, é a insegurança que sente diante dessa nova criatura de Deus que é o casal. Ao mesmo tempo em que cada um é chamado a conservar uma profunda identidade individual, o matrimônio busca fundir numa nova personalidade, numa nova espiritualidade, num novo ser muitas características e atitudes que passam a ser dois.

Assim, além do encontro individual do marido e da mulher com Deus, a nova criatura – o “ser-casal” – também tem necessidade de comunicar-se com Ele. E isso também será levado mais tarde, quando os filhos virão complementar essa unidade de amor e vida que é a família.


Espiritualidade


O QUE É ESPIRITUALIDADE?


Como estar em sintonia com Deus nosso Criador, fonte de Amor, num mundo de tanta violência, tão agitado, de tantas exigências? Busca-se a resposta nas diversas maneiras de expressão da fé, às quais damos o nome de espiritualidade.

A palavra espiritualidade vem do latim spiritus (espírito, alma, vida, sopro de vida).

Por espiritualidade entendemos ao mesmo tempo um determinado tipo de experiência e santidade cristãs, piedade ou vida espiritual.

Cada cristão é chamado a unir-se a Cristo, à configurar-se com Cristo. Neste sentido pode se dizer que existe uma única espiritualidade cristã. Mas como são diferentes os estilos de vida, há conseqüentemente diversas formas de espiritualidade. Os casados não se santificam do mesmo modo que os religiosos.

É sentida por todos a necessidade de uma força interior para sustentar nossas lutas do dia a dia. Nossa única tarefa será abrir nosso coração, nossa mente, para que Deus possa agir livremente em nós. Quando se dá espaço para Deus, Ele realiza infinitamente mais do que se pode imaginar.

Sabemos que estar em sintonia com Deus é graça, é dom, mas criar espaço para Ele em nós, é desafio e depende unicamente de nós.

O tempo que dedicamos a uma determinada coisa, nos mostra, em geral, o quanto ela nos vale. Achar tempo para Deus. De tanto nos entregarmos a preocupações deste mundo, deixamos cada vez menos espaço para Deus.

Tirar os entulhos do nosso coração, da nossa mente, para que Deus possa agir, é tarefa de cada dia, é uma tarefa constante.

O conhecimento pessoal é fundamental para uma espiritualidade sólida. Como edificar o Templo de Deus em nós se as bases humanas estão doentes, frágeis, estragadas por tantas preocupações inúteis.

É preciso reconstruir a base humana, o “eu” profundo, e só assim, será possível estar disponível para Deus e os irmãos.

Espiritualidade é o modo pelo qual buscamos conhecer, interpretar, discernir a vontade de Deus em nós, em nossa vida e a nossa resposta no caminho da santificação. No caminho para a santidade vamos nos transformando e toda transformação é evolutiva e muito lenta. Não há saltos, há passos…

Espiritualidade é viver sob a ação do Espírito Santo acolhendo suas inspirações e colocando-as em prática.

Às vezes se cria um quadro mental e se diz que Deus quer isso… È preciso trabalhar… Se eu não fizer, Deus não vai fazer em meu lugar.

A vida espiritual autêntica não dispensa o bom senso, a racionalidade, a coerência de comportamento e se harmoniza com as exigências fundamentais do ser humano considerado em suas situações concretas.

A verdadeira espiritualidade engloba todos os aspectos da vida. Ela integra na própria vida espiritual todos os elementos que compõem a trajetória humana.


Espiritualidade


A VIDA ESPIRITUAL EVOLUI


A vida evolui, isto é, não se fixa em um momento, não se repete. Ela se renova e gera novas conseqüências. Estagnar é condenar a vida e condenar a espiritualidade.

Evoluir significa variar conservando o mesmo sentido, permanecendo na mesma direção e mantendo os objetivos. Essa evolução passa por diferentes etapas em que diversificadas são as expectativas, novos os compromissos, outras são as solicitações internas, a distribuição do tempo varia, o lazer de ontem não mais satisfaz, o trabalho adquire um novo sentido; as satisfações, as frustrações, os conflitos e os desafios de amanhã serão diferentes dos de hoje.

Tudo isso conta na espiritualidade.

Essa evolução não é uniforme e nem sempre previsível. Há muitas surpresas no caminho, por mais que estejamos preparados e as tenhamos previsto como prováveis.

Uma verdadeira espiritualidade ajuda a família a viver o imprevisível e juntos, confiantes, caminhar para frente. O cristão não pode ficar parado na etapa infantil de sua fé. Ele é chamado a tornar-se adulto em Cristo e crescer na sabedoria divina (1Cor 13,11).


PRINCÍPIOS E ATITUDES


Apresentaremos aqui não um modelo teórico de espiritualidade familiar a ser seguido, mas ofereceremos uma pequena pedagogia para ajudar o casal e a família a viver, na realidade, às vezes difícil, o seu dia a dia no Espírito.

Trata-se de buscarem juntos, em família, uma convergência profunda, deixando-se todos eles, conjuntamente, levar-se pelo Espírito de Deus.

A espiritualidade sendo o caminho para Cristo que cada cristão inicia a partir de seu batismo vamos tratar de conhecer Jesus intimamente. Vamos conhecê-lo através da Palavra e fazer uma experiência com Ele.

Pode-se criar uma cena de nossa vida que temos certeza de que Deus falou conosco. Recompor a cena. Coloque Jesus nessa cena.

Estando com Jesus, capte as atitudes de Jesus e imagine o seu dia como Jesus estivesse vivendo a cena com você. Vá copiando os seus traços, suas atitudes. Contemplar Jesus para depois fazer como Ele.

Não se deve esperar resultado imediato, este virá com o tempo. A configuração de Jesus leva tempo.

A pergunta: “Que faria Jesus no meu lugar”? pode nos ajudar muito em nossas atitudes para enfrentar um problema, dar um conselho, ou repreender um filho.

Na espiritualidade conjugal, o homem e a mulher decidem copiar os traços de Jesus juntos.

Pode um casal ampliar sua espiritualidade conjugal e vivê-la em espírito de família? Pode uma família composta de tantas pessoas diferentes dar à sua vida uma mesma orientação ter um mesmo “espírito” deixando-se todos guiar juntos pelo Espírito de Cristo?

Como uma pessoa é única e irrepetível, cada membro da família pode ser completamente diferente dos outros membros, e assim não há um padrão. Cada família cristã pode e será provavelmente diferente das outras famílias cristãs. Cada família será única e irrepetível. Porém a espiritualidade não pretende oferecer um modelo, fazer viver a partir de um espírito, do Espírito. E isso sim pode ser comum, ainda que as opções de vida, o caminhar de cada um, as metas propostas em cada etapa sejam diferentes.

Todos nós conhecemos famílias, onde os filhos são, às vezes, completamente opostos, porém nas quais se nota um certo “ar de família”. Existe uma certa pedagogia básica de sua vida de família que os marcou para sempre e que irá marcar também uma nova família se eles mais tarde virem a formar.

Quando falamos de filhos, não relegamos os casais sem filhos que também são fecundos, que também são família, pois criam

algo novo com o seu amor recíproco e podem viver o seu amor conjugal com um coração de família aberto aos outros.

O projeto de uma espiritualidade familiar, tropeça em nossas fraquezas pessoais, no peso de nossa incoerência, na inércia do mundo. E não pode ser mais do que uma meta para a qual tendemos, um caminho que nunca percorremos totalmente.

O que Deus nos pede é que o desejemos e tentemos, que oremos e esperemos. É necessário ter muita paciência, perseverança e esperança.

Hoje se semeia, amanhã germina e só depois de muitos meses se colhe. Lembremos da obstinada perseverança que a criança tem para aprender a andar. Não desiste porque cai, não uma, mas muitas vezes.

Só a paciência dá a dimensão do profundo sentido da esperança. A caminhada para a glória e a santidade se faz com paciência.

Todos sabemos que o grande sacrifício que domina a história da humanidade é o sacrifício de Cristo na cruz. Na cruz Cristo não se contentou em oferecer seu corpo em seu nome, mas fê-lo em nome de todos os homens, ainda que, naquele momento, nem todos os homens estivessem ali.

Em cada Eucaristia, Cristo nos pede para ratificar o que Ele ofereceu naquele momento, seu corpo seu sangue. E cada um de nós associa-se a esse sacrifício, dizendo em nosso interior: “Deus meu eu te ofereço o corpo e o sangue do teu Filho em sinal da oferta de mim mesmo”. Essa oferta de si mesmo não termina quando a missa acaba. É uma oferta de si mesmo na vida; na vida pessoal, na vida conjugal, na vida de família e lembre-se:


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“JESUS CRISTO RESSUSCITADO É NOSSA ÚNICA ESPERANÇA”


Urge que tentemos descobrir na vida os sinais de esperança, que nos indica que o Espírito de Deus acompanha a história.

Ele não pode deixar que apenas o mal triunfe. Sabemos que existe corrupção, um grande relativismo quanto aos valores morais, individualismo, materialismo e intolerância, etc; porém não queremos ser como os cegos e os surdos de que fala o evangelho que “olharam mais não viram” e não chegaram a reconhecer os sinais da Boa Nova, não souberam ver o Cristo que atravessou suas vidas.

Em muitos setores da sociedade, em muitos jovens há atitudes de solidariedade incríveis. Em casais mais idosos, entre pais e filhos, entre irmãos, entre amigos, há relações de grande fraternidade, de grande abnegação e de grande fidelidade.

Há um desejo crescente de preservar a natureza. Em todos os lugares há pessoas extraordinárias que vivem simplesmente com base na bondade. Em tantos lugares obscuros há pessoas de Igreja entregando suas vidas pelos outros.

Há tantas coisas boas para ver e imitar.

Aprendamos a escutar o nosso coração para podermos falar de nossas opções de fé, não a partir da teoria ou de princípios abstratos, mas a partir de nossa experiência feita reflexão.

Lembre-se como discípulos de Cristo o fruto é o Amor.

Jesus não quer uma adesão de servos que obedecem a um senhor mas quer uma adesão de amigos. Jesus é o amigo que dá a vida pelos amigos.

Temos que dar razão a nossa esperança.

Dizer o bem é saber dar razão a nossa esperança, em primeiro lugar perante nossos filhos, e depois perante os demais.

Saber dar a razão do porquê agimos de determinada maneira e não de outra, porque escolhemos essa ou aquela atitude e nos negamos a seguir outra, porque somos fiéis, porque continuamos a ser crentes praticantes. Não porque assim manda a Igreja, nem porque sempre foi assim. Temos que escutar o coração para podermos falar de nossas opções de fé, não a partir de teoria ou de princípios abstratos, mas a partir de nossas experiência com Jesus Cristo.

Temos que aprender a pensar nossa vida, a olhar para trás e a ver as mãos do Senhor sobre nossa vida.

Acolher com o coração ao filho cuja atitude desaprovamos a partir da fé, com humildade, com simplicidade e não aceitando qualquer coisa. Calar-se, pensar inclusive que talvez estejamos errados e deixar-nos arrastar pelas últimas correntes de opinião, não é atitude correta de pais cristãos. A partir da fé, devemos também escutar. Os filhos nos educam, nos revelam nossas incoerências. Nos dão razão para termos esperanças, embora a vida esteja repleta de momentos e circunstâncias nas quais nos sentimos partidos.

• A CURA

Descobriremos nossas feridas e as de nossa família ao deixar que os verdadeiros sentimentos, inclusive os negativos aflorem Se só falarmos com frases feitas, com lugares comuns, se dizemos coisas, porém não nos dizemos, será difícil que o casal cresça, que nossos filhos nos falem de sua verdade mais íntima, de suas feridas e de seus medos.

Reconhecer o que se passa, defini-lo, já é um primeiro passo para se curar. Descobriremos nossas feridas, as de nossos filhos, as de nossa família e as curaremos com o carinho e a valorização, sabendo no entanto, que seremos curados mais profunda e realmente pelo sacramento do perdão.

Há muitas coisas dolorosas que atingem a muitas famílias cristãs, tais como:

– Os filhos vão viver com seus parceiros, sem casar-se, incomodam-nos porém não vamos cortar

relações.

– Separam-se e nos deprimem, porém estamos a seu lado.

– Saem de casa e os esperamos.

– Caem na droga e nos dilaceram de dor, porém não os abandonamos.

Temos que perdoar para sermos perdoados, curar para sermos curados e encontrar novas formas e modos de amar.

Sem amor a família não pode viver, crescer e aperfeiçoar-se como comunidade de pessoas. Deus é amor, Deus e seu Filho formam uma unidade. Aprendamos, pois, a amar com Jesus Cristo, com sua vida com seu Evangelho.

• A COMPAIXÃO

Que o sofrimento não nos separe, não nos empobreça, não destrua nossa família. Se a dor não nos encerrar em nós mesmos, se conseguirmos vivê-la unidos à cruz de Cristo, se não apagar em nós a ternura, surge dela uma maturidade misteriosa, uma solidariedade mais humana e uma compreensão mais profunda.

Em vez de, simplesmente justapor nossas solidões, nossas angustias, nossas penas, ficarmos em silêncio, fechar as portas dos nossos quartos, isolarmo-nos, podemos viver nosso sofrimento unido ao sofrimento dos outros membros da família, solidários com aquele que passa por momentos difíceis.

Em tempo de crise deve prevalecer o espírito de oração. A crise não deve interromper o diálogo com Deus, pelo contrário, intensificar mais a vida de oração, os sacramentos e a contemplação de Palavra de Deus.

É muito mais cômodo não ver, não pensar “isto não pode acontecer com os nossos filhos”.

Independentemente dos sentimentos agradáveis ou desagradáveis, o que importa é nossa decisão de amar. Isso se manifesta nas ações concretas e não nos sentimentos.

• A FORÇA INTERIOR

A vida de família exige muita energia, muita disponibilidade para a abnegação. A vida de família é o reino do imprevisto, e rompe qualquer acomodação, qualquer rotina. É preciso estarmos sempre dispostos a mudar os nossos planos. É preciso estarmos dispostos a saber acolher o inesperado. Não é possível fazer tudo isso com ânimo, com fortaleza, se não recorremos a nossa força interior que somente Deus pode nos dar.

Quando bebemos dessa fonte na oração, quando nos deixamos inundar por ela, quando deixamos que trabalhe o Espírito de Deus que habita no mais profundo de nós, o quebra cabeça de nossa vida ordena-se em clareza e confiança. Continuará partindo-se o coração e esgotando-se o corpo, porém no mais profundo haverá um espaço de calma que manterá firme o leme de nossas opções.

Faremos, talvez, as mesmas tarefas intermináveis e incansáveis, enfrentaremos os mesmos sofrimentos, porém a segurança de nos sentirmos habitados nos sustentará.


Family Praying Before Dinner


• A ORAÇÃO EM FAMÍLIA


A fé é um dom de Deus. O que podemos fazer é criar as condições necessárias para que esse encontro se produza. Não se trata de transmitir aos filhos a ideia de Deus, mas sim de realizar juntos a experiência da presença do amor de Deus. Somente podemos conhecer a Deus a partir do coração, a partir da relação interpessoal profunda com Cristo, através da oração, da escuta de sua Palavra, dos sacramentos.

Para a oração em família são importantes:

– Que em nossa família o “diálogo” seja uma realidade.

– Que Deus seja suficientemente importante para nós, não só em palavras, mas de fato, para que deixemos para Ele um vazio que Ele possa ocupar, um tempo em nossa vida.

– Encontrar um método e propô-lo. Se partilharmos, com simplicidade, em família, na presença de Deus, o que somos e sentimos, o que falamos e o que desejamos, se escutamos e partilhamos a Palavra de Deus, se temos alguns momentos de silêncio, nos quais a presença de Deus nos palpita, se aprendemos a contemplar juntos as maravilhas da natureza, se a compaixão pelos outros, além de sentimentalismos, compromete-nos em gestos concretos, pouco a pouco, nos descobriremos realizada um mesmo caminho de fé, diferente para cada membro da família, porém que nos convoca a uma mesma meta.

A oração em família é um grande fator de graça e de formação para os filhos. Desperta vocações.

Elemento fundamental da educação para a oração é o exemplo concreto, testemunho vivo dos pais: só rezando em conjunto com os filhos o pai e a mãe entram na profundidade do coração dos filhos, deixando marcas que os acontecimentos futuros da vida não conseguirão fazer desaparecer.



Casamento


EFEITO DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO NA IGREJA E NO MUNDO


Quando Paulo nos fala, na epístola aos Efésios (Ef 5,21 – 33), que os maridos têm de “amar as mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela” e as mulheres devem estar sujeitas a seus maridos, como a Igreja está sujeita a Cristo, ele define claramente nosso papel perante a Igreja e a sociedade em geral. O casal é sinal do amor de Cristo pela Igreja. Mostra ao mundo a dimensão do amor que se doa e, ao fazer isso, cria uma nova vida.

Se analisarmos o mundo de hoje, e dentro dele a Igreja, veremos que a maior carência existente é desse amor misericordioso, vivificante e generoso (que inclui até doar a própria vida) mostrado por Jesus e que o casal sacramentado luta por viver. Somente esse testemunho da luta pela unidade, através de um amor que eleva e dá vida, é suficiente como influência em um mundo que, como todos sabemos, precisa experimentar a civilização do amor.

A sociedade de hoje é o fruto da ausência desse amor evangélico. Em grande medida, as tremendas injustiças sociais, a corrupção e os contra valores que se vêem na sociedade devem-se fundamentalmente à ausência da formação, que poderia ser recebida numa família que se assume como sinal de amor. As grandes manifestações de desequilíbrio, presentes em parte importante de nossa juventude, como o uso de drogas e a falta de significado para a vida, em muitos casos, vêm da desestruturação familiar em que os jovens têm sido criados.

A família possui vínculos vitais e orgânicos com a sociedade, porque constitui seu fundamento e seu alimento contínuo, por meio de sua função de servir à vida. De fato, dela nascem os cidadãos, que encontram nela mesma a primeira escola das virtudes sociais, que são a alma da vida e do desenvolvimento da própria sociedade.

Assim, a família por sua natureza e vocação, ao invés de se fechar em sí mesma, numa atitude de egoísmo, alienação e descompromisso, deve abrir-se às demais famílias e à sociedade, assumindo sua função social. Porém, nada disso será possível como experiência profunda e real, sem a presença marcante e coerente de um sinal sacramentado, que tenha as graças e a força da espiritualidade.

O sacramento dá ao casal a persistência e a solidez de que precisa sua luta pela unidade. É através do exemplo dos pais que os filhos aprendem os valores que depois levarão para a sociedade, na qual haverão de se empenhar, para produzir transformação.

Na família, pelo exemplo dos pais, as crianças aprendem o verdadeiro sentido da comunhão e da participação. O compromisso total do casal sacramentado ensina-lhes o compromisso para com os outros: a doação, da qual tanto carece nossa sociedade atual. A “Familiaris consortio” lembra: “A família constitui-se no lugar natural e no instrumento mais eficaz de humanização e de personalização da sociedade: colabora de maneira original e profunda na construção do mundo, fazendo possível uma vida propriamente humana e, em particular, transmitindo as virtudes e os valores” (FC 43).

É possível pretender (respeitando o jeito particular de cada um e procurando se organizar e formar uma vida própria) que o exemplo e os resultados reconhecidos da família cristã, originada e baseada numa relação sacramental, possam novamente ser paradigmas e referências. Lembramos, por exemplo, quantos casais não sacramentados existem, cujas vidas matrimoniais

se destroem, enquanto outros, com as graças do sacramento, conseguem, perante problemas iguais, não só superar-se, como também crescer em seu relacionamento. Esse tipo de exemplo transmitido às crianças cria pessoas mais estáveis e comprometidas.

Nada é mais motivador que um casal vivendo uma espiritualidade forte. Sua capacidade para enfrentar problemas e sua fé ajudam outros casais a lutar e a acreditar que é possível vencer.


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DIFICULDADES E OBSTÁCULOS PARA UMA VIDA DE ORAÇÃO EM FAMÍLIA


Em primeiro lugar, o que dificulta uma vida de oração para os casais é o problema de horário, ou melhor dizendo, a falta de um horário.

Rezar bem pede um horário fixo cada dia. E é exatamente em cima deste princípio que a maior parte dos casais diz que não é possível organizar a vida como um monge solteiro no seu mosteiro. Existem tantos apelos que se torna difícil marcar um horário certo para rezar.

As ocupações e preocupações de um lar nunca terminam. Uma mãe está de plantão vinte e quatro horas por dia. Sempre tem mais alguma coisa para fazer. Como criar um ritmo de oração, quando não existem dois dias consecutivos iguais?

O pai está atento aos apelos da família, disponível para atender as necessidades das pessoas na hora que precisam. Talvez queira rezar, mas logo vem algo imprevisto que lhe tira seu tempo.

A vida familiar exige que cada um esteja pronto a atender os pedidos dos outros membros da família ou dos amigos. Como orar, quando existe alguém doente? Um jovem a ser orientado? Um serviço na cozinha? Uma roupa a ser lavada? Uma mesa ou cadeira a ser consertada?

A formação intelectual e cultural pode criar barreiras na hora de planejar uma oração familiar. O outro está em outra fase de crescimento. Nem todos pensam igual, nem enxergam do mesmo jeito. Parece que quando já tem idade e maturidade para rezar juntos, já está na hora de irem embora ou para continuar seus estudos ou para formar sua própria família Oração conjugal e familiar pressupõe uma vida de oração pessoal da parte de cada membro da família. Se cada um chega pobre e vazio, como enriquecerá o outro? Não tem nada a oferecer. Se cada um não se abastece antes, com que vai contribuir para o crescimento do outro? Ninguém pode dar aquilo que não tem.

Quando falamos em oração, não pensamos em apenas em fórmulas mais ou menos fixas. Antes e por detrás do exercício da oração, precisa existir uma atitude de oração. Isso é fundamental. Oração tem muito a ver com vida e com o amor.

Oração, amor e vida se interligam.

Outro obstáculo ou dificuldade é que um membro não se interessa por oração ou santidade. Não quer acompanhar o outro nesta busca. Será que para a maioria não faltou motivação suficiente? Ou será que o projeto de uma espiritualidade conjugal não foi explicitado com clareza suficiente?

É fundamental que um desejo forte os motive, que acreditemos no valor de uma união cada vez mais íntima com o Senhor. Posso ter todo o tempo disponível do mundo, mas não se quer rezar e conversar com Deus, nada acontecerá.

Outro obstáculo para a família e para a espiritualidade conjugal é a miséria e a pobreza existentes na América Latina.

Como organizar uma vida de oração, quando é necessário levantar às cinco horas da manhã para trabalhar, às vezes chegando às dez da noite? A luta pela sobrevivência não deixa muitas energias sobrando no fim do dia ou da semana.

Existem muitas outras barreiras: falta de uma fé mais atuante; medo de mudanças, sabendo que oração pede conversão.

Será que estou disposto a largar certos velhos hábitos? Espiritualidade gera ação, e certas pessoas estão acomodadas.

Começando a rezar descobriremos que vale a pena descobrir tempo e criar condições para rezar cada vez mais e melhor.



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ESPIRITUALIDADE CONJUGAL E FAMILIAR. COMO VIVÊ-LA?


A vivência da espiritualidade conjugal e familiar se constitui numa busca que perdura o tempo de vida do casal, e do casal junto com os filhos.

E como realizar essa busca? Quais os esforços a serem feitos? Como ordená-los?

Esses esforços podem ser ordenados em três direções.

6.1 – Conhecimento da vontade de Deus.

Importa estar constantemente à procura do conhecimento da vontade de Deus sobre nós mesmos, sobre nossa vida. Para isso é preciso:

• Estar atentos às manifestações de Deus em nossa vida, atentos a nós mesmos, ao cônjuge, aos nossos filhos, atentos à realidade que nos cerca.

• Saber escutar, saber calar o nosso “eu”, saber fazer silêncio interior, saber esvaziar-se de si mesmo para poder ouvir o que Deus lhe fala , principalmente através de sua Palavra (a Bíblia), mas também através da liturgia, das pessoas, dos acontecimentos. Deus anuncia sua presença e seu cuidado nos acontecimentos corriqueiros.

• Reservar com assiduidade, se possível todos os dias, um tempo para um encontro com o Senhor na oração individual.

Essa prioridade à oração, esse reservar um tempo de nosso dia, essas pequenas paradas dentro de nossa habitual agitação, irão pouco a pouco nos colocando em maior sintonia com o essencial: a vontade de Deus que nos vai sendo desvelada.

Deus vai sendo cada vez mais Deus em nós e consequentemente em nossas famílias.

É importante que esses momentos sejam vividos também em casal e algumas vezes em família. Assim cada membro da família vai, ao mesmo tempo, conhecendo a vontade de Deus para si próprio, para o outro e para a família. Os membros da família vão se ajudando mutuamente e ao mesmo tempo vão se conhecendo melhor.

Falamos da importância da oração. Vejamos agora algumas orientações para a oração individual.

6.1.1. – Santa Teresa d’Avila disse: a oração é um “diálogo” de amor e intimidade com Alguém que sabemos que nos ama.

– A oração é um encontro pessoal e amigo com o Senhor. Ele está presente, o conhece e o ama.

– Quanto mais íntimo ficamos, mais aprendemos sobre o outro, mas também mais aprendemos sobre nós mesmo e parte do que aprendemos não é agradável.

– Em um relacionamento em processo, experimentamos tanto atração como repulsa. Pode ser que tenhamos receio de sofrer uma rejeição, de sermos considerados inferiores.

– No que diz respeito a Deus o que mais receamos é ser consumidos em sua imensidão , é perder nossa identidade, bem como as exigências que ele poderá nos fazer.

– A revelação não acontece de repente. Também nós só nos revelaremos ao Senhor gradativamente e precisamos ser pacientes conosco mesmos.

– Os relacionamentos se aprofundam à medida que as pessoas se tornam mais transparentes umas às outras.

– Os relacionamentos se deterioram quando se ocultam da outra pessoa alguns afetos intensos, consciente ou inconscientemente.

– Um dos maiores impecilhos ao progresso na oração é o desejo de parecer “bom” diante do Senhor. Nosso relacionamento com Deus se expandirá quanto mais pudermos simplesmente admitir quem somos, embora desejando ser diferentes.

– Trate com Deus com simplicidade e sobre o assunto que lhe interesse e toca sua vida ou a dos irmãos.

– Em determinados momentos, sua oração será de louvor, de agradecimento, de busca, em outros momentos você se questionará, silenciará … Dois amigos tem muito a se dizer e partilhar.

6.1.2. – Condições prévias que podem ajudar a rezar

– Escolha uma postura que o ajude a refletir.

– Coloque-se na presença de Deus e peça a sua luz e sabedoria.

– Concentre-se no assunto com paz e tranqüilidade.

6.1.3. – Indicações para interiorizar a Palavra

– O que o texto diz?

– Tome um texto bíblico. Faça uma leitura pausada, lenta.. Leia mais de uma vez, até entender o seu sentido.

– O que o texto me diz?

– Assimile o que leu e traga-o para dentro de sua vida, de sua família, de sua comunidade.

– O que o texto me faz dizer a Deus?

– É a oração. Oração de louvor, de súplica, etc.

– Tome consciência das ressonâncias que o texto suscita em você: sentimentos, questionamentos, interpelações, dúvidas, desejos.

– O que vejo melhor e vou fazer?

É o compromisso. É a ação nova que surge da oração.

Pode-se questionar sempre uma oração que não leve a uma mudança de vida. A oração questiona a vida e a vida questiona a oração.

Tome nota no seu caderno espiritual seguindo o roteiro para a revisão.

6.1.4. – Revisão da oração

a) Quais os sentimentos que você experimentou na sua oração?

Consolação: paz, alegria, confiança, ânimo, coragem, proximidade de Deus, experiência do sentido da vida.

Desolação: angustia, tristeza, desconfiança, desânimo, obscuridade, confusão, silêncio de Deus.

b) Quais versículos da Palavra de Deus que mais lhe impressionaram? (anotar)

c) Quais os apelos, impulsos e desejos que você percebeu na oração? (anotar)

d) Sentiu resistência ou medo, diante desses apelos, impulsos e desejos? Por que?

e) A partir desta revisão, o que ficou mais claro para o seu discernimento, sobretudo com relação a vocação que você deseja realizar? Por que?

6.2 – Conhecimento de nós mesmos

Tomar conhecimento de nós mesmos, ter consciência de nossa realidade, de nossa verdade para podermos trabalhar e construir a partir dela e não a partir de meias verdades, da imaginação, da imagem que construímos de nós mesmos é um fator fundamental da espiritualidade.

Muitas vezes é difícil deixar que Deus nos veja com certos sentimentos e atitudes. Relutamos em deixar alguém que amamos nos ver ciumentos, enraivecidos ou rancorosos.

Nossas imagens de nós mesmos e de Deus estão enraizadas dentro de nós e não mudam facilmente. Elas são fontes de resistência ao desenvolvimento de nosso relacionamento com Deus.

Se mantivermos o relacionamento com Deus, gradativamente deixando-o conhecer quem somos realmente e permitindo que Ele nos deixe saber quem ele é realmente, veremos mudanças em nós mesmos e também em nossa imagem de Deus. A medida que percebermos que Deus é tolerante, seremos mais tolerantes com nossas fraquezas e limitações; mas também seremos mais capazes de evitar nossos piores pecados, mais clementes conosco e com os outros. Aos poucos acreditamos na verdade fundamental do cristianismo, que Deus ama o mundo, sim, mas que este mundo inclui a mim com todas as minhas imperfeições e muitas outras pessoas, mesmo aquelas com quem não me importo à primeira vista.

No processo, minha imagem de Deus fica cada vez mais parecida com a imagem de Deus que Jesus parece ter tido. Esses desenvolvimentos são outro sinal de que nossa oração está indo na direção certa.

É necessário sermos mais transparentes com esse nossos aspectos vitais e fundamentais.

Precisamos nos conhecer para podermos crescer, para podermos nos santificar. E como podemos nos conhecer?

Conhecemo-nos estando muito atentos a nós mesmos, à nossa vida. Mas nos conhecemos verdadeiramente através do outro, perguntando àqueles que nos conhecem bem: Deus, a família, a comunidade…

Deus nos revela a nós mesmos, principalmente naqueles momentos de oração em que nos colocamos diante d`Ele numa postura de escuta.

Nosso cônjuge nos ajuda a nos conhecermos melhor, principalmente nos momentos de verdadeiro “diálogo conjugal” sem máscaras e subterfúgios.

Nossos filhos nos ajudam a nos conhecermos melhor, se temos o hábito de pelo menos uma vez por semana , ou pelo menos uma vez por mês sentarmos e fazermos uma revisão de nossa caminhada num verdadeiro diálogo familiar. Devem se permitir esse tempo para se ajudarem mutuamente a se construir como pessoas. A comunidade nos propicia um maior conhecimento de nós mesmos, através da troca de idéias, da confrontação dos pensamentos, de opiniões e no trabalho em conjunto.

À medida que vamos nos conhecendo melhor, vamos aprendendo a superar nossas limitações, a valorizar nossos dons, nossas virtudes e vamos crescendo.

Podemos fixar algumas metas a atingir. Alguns pontos sobre os quais julgamos ser mais urgente fazer incidir nosso

esforços, uma fraqueza a superar, uma aptidão a cultivar, um dom a tomar consciência e passar a utilizá-lo.

6.3 – Vivência do encontro e da comunhão

– Viver a comunhão com o outro é viver a plenitude do amor, imagem do amor que existe entre o Pai e o Filho; é ser um como o pai e o Filho são um.

– Tudo o que lembramos aqui converge para essa comunhão.

– Temos que ter um ideal longínquo a perseguir para crescermos sempre em direção a Ele. Se nosso ideal é pequeno, nos tornamos medíocres.

– Necessitamos porém de metas atingíveis e de meta em meta vamos caminhando rumo ao nosso ideal.

– Como já dissemos não há saltos e sim passos. Toda transformação é evolutiva, porém muito lenta.

SUGESTÕES PRÁTICAS

Para que os pais possam manter em casa um clima de vida espiritual, eis algumas sugestões práticas.

Mais importantes do que palavras ditas ou conteúdos transmitidos serão as atitudes e o comportamento dos pais no campo da fé. É importante que os pais criem em casa um clima religioso.

• Fazer, uma vez por mês, uma revisão de como vai a família. Para isso os pais invocam a presença de Deus e com tranqüilidade analisam o que está bem e o que precisam melhorar. Trocam opiniões sobre a educação, o caráter e as atitudes dos filhos. Em nosso diálogo familiar aconselha-se a começar sempre pelos pontos positivos. Que tal apontar o que cada um vê de bom, o que mais admira no outro.

• Organizar momentos de oração em família e mostrar que é importante a participação de todos os membros da casa.

• Fazer sua oração pessoal baseada na Palavra de Deus, conforme sugestão feita no item 6.1, e incentivar os filhos a fazer o mesmo.

• Participar ativamente da celebração Eucarística ou da celebração da Palavra e colaborar nos serviços da comunidade. A família cristã gosta de participar juntos da mesa da Eucaristia. Seus membros sabem que ali são particularmente convidados para o banquete nupcial do Cordeiro

• Instruir-se no conhecimento da religião e falar sem medo de sua fé.

Estas sugestões, são apenas alguns meios, mas certamente vão ajudar as famílias a fixarem seus alicerces em valores

verdadeiros, isto é, no amor de Deus e na fraternidade humana.

A dignidade e a responsabilidade da família cristã como “igreja doméstica” só podem pois ser vividas com a ajuda incessante de Deus, que não faltará, se implorada com humildade e confiança na oração.

A família que descuida da dimensão espiritual de seus membros está mais exposta à degradação.

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BIBLIOGRAFIA

1) FEHR, Maria Aparecida Noronha e FEHR, Igar. Falando de espiritualidade conjugal. 2a ed.- Petrópolis, RJ. Vozes.
2) GUIMARÃES, Frei Almir Ribeiro. Projeto de vida a dois – construção da conjugalidade – Petrópolis, RJ. Vozes, 1993.
3) HEINZMANN, J. Chamados para o amor. 2a edição — Vozes.
4) DUARTE, Luiz Miguel. Creio na família – propostas para casais.–São Paulo, SP: Paulinas, 1986.
5) CNBB. Setor Família. Casamento: ternura e desafio.–Petrópolis, RJ: Vozes, 1993.
6) CNBB. Setor Família. Casamento e família no mundo de hoje.–Petrópolis, RJ: Vozes, 1993.
7) GOMEZ- FERRER, Álvaro e GOMEZ- FERRER, Mercedes. A espiritualidade da família – Cadernos da Equipe de Nossa Senhora.
8) BARRY, Willian A. S.J. Deus e você – a oração como relacionamento pessoal.– Loyola.
9) KIRCHNER, Luiz. Rezar juntos (na cama) faz bem – uma espiritualidade conjugal para os dias de hoje Aparecida, SP. Santuário, 1991.
10) A Missão da Família Cristã no Mundo de Hoje – “Familiaris Consortio” – Paulinas.
11) Compêndio do Vaticano II (constituições, decretos, declarações) – “Lumen Gentium” – Vozes


“A família é a célula Máter

da Sociedade”

Sem Família não existe Sociedade



A Família é um

Projeto de Deus.


      Atualizado em 01/07/2014




A família é a célula Máter da Sociedade.



O homem é um ser social, como disse o Senhor Deus ao nos criar:

“NÃO É BOM QUE O HOMEM ESTEJA SÓ”

Ou seja, Nossa criação e formação é indiscutivelmente social e sem a sua formação mínima que seria um casal da mesma espécie e sexos diferentes não há como manter a continuidade da espécie, logo, esta formação mínima é insubstituível mesmo que a ciência venha criar seres humanos em laboratório. 

“A família é a célula Máter da Sociedade,

sem a convivência Familiar não existe convivência social.”


Familia_grafico_sociedade



O homem é um ser social, que nasce e vive em sociedade. Ao nascer, já é parte de uma família, principal meio social humano, que costumamos chamar de célula máter da sociedade – o espaço primeiro e mais importante para o estudo e desenvolvimento de sociedades.

A primeira vivência do ser humano acontece em família, independentemente de sua vontade ou da constituição desta. É a família que lhe dá nome e sobrenome, que determina sua estratificação social, que lhe concede o biótipo específico de sua raça, e que o faz sentir, ou não, membro aceito pela mesma. Portanto, a família é o primeiro espaço para a formação psíquica, moral, social e espiritual da criança.

A criança é muito dependente ao nascer. Dentre todas as espécies é o homem que tem o mais longo período de imaturidade e dependência física. Cabe à família o cuidado com a saúde e segurança de seus membros, seja com o bebê ou com o idoso.

Há o papel desempenhado pela família, mesmo que muitas vezes ela não o perceba, que é o de educadores. À família cabe a formação do caráter, dos valores, das regras morais – que posteriormente serão internalizadas pelos indivíduos como um código pessoal de conduta e ética. A chamada “educação de berço” continua sendo de suma importância e jamais pode ser conseguida em outros espaços sociais como colégio ou até mesmo igrejas.

Na esfera psíquica, o homem só pode conhecer e reconhecer adequadamente o mundo e a si mesmo a partir de suas relações com os demais. Ele apreende o mundo imitando os outros, desde os primeiros sorrisos até regras sociais externas e maios elaboradas, como usar adequadamente os talheres à mesa. Mais do que isto, moldamos nossa personalidade por volta de seis anos de idade, e é especialmente através de vivências em família que formamos, ou não, a auto estima, o senso de responsabilidade e segurança, o respeito pelo outro e pelas regras sociais estabelecidas, a capacidade de acreditar em nosso potencial e conhecer nossos defeitos e limitações, entre tantos outros aspectos de nossa vida intimista.

Em nossa sociedade, a família é que introduz a criança no meio social; é a família que escolhe – ou em parte seleciona, a partir de seus próprios referenciais – as pessoas com as quais a criança vai relacionar-se, bem como dirige o modo e onde esta relação se dará. Assim, como instituição social, a família reflete as transformações culturais dos povos: valores, usos e costumes, hábitos, pensamento religioso e político, etc. Consequentemente, os problemas sociais serão sempre frutos de uma desestruturação familiar.

Isto fica evidente quando olhamos para os grandes problemas sociais que enfrentamos hoje. Assistimos crianças abandonadas por pais que não souberam planejar sua família ou administrar os conflitos, maiores ou menores, mas sempre existentes na vida a dois. Vemos adolescentes mergulhados em drogas ou prostituição, na sua maioria frutos de lares frios, carentes de afeto e de diálogo. Sofremos ao assistir fatos como as revoltas em abrigos para menores, ou o uso de armas de fogo por jovens instigados pela violência, que nos mostram o quanto nossas famílias têm deixado de trabalhar o respeito pelo próximo e a aquisição de padrões morais rígidos para uma boa consciência pessoal e vivência social.

Não pode haver dúvidas: se queremos mudanças sociais, devemos começar a investir mais no cerne da sociedade, na sua célula máter. Precisamos nos voltar às famílias, num esforço conjunto entre o Estado e a Igreja. Esta é também um espaço social, portanto possui o poder de formar opiniões, onde famílias se reúnem e podem ter seus valores pessoais transformados.

Precisamos nos lembrar que, mais do que ir `a igreja, freqüentando templos caríssimos ou simples, nós somos Igreja, e estamos Igreja especialmente em nossos lares, onde somos mais íntimos e singulares. É por esta razão que a Igreja começa em casa – cuidar da família é mais importante do que cuidar de não familiares ou da obra de Deus. É exatamente isto que Paulo enfatiza quando escreve o capítulo 5 de sua primeira carta a Timóteo, especialmente o versículo 8: Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente.

A família é a célula máter da sociedade – e saber isto implica entender que famílias abençoadas implicam em igrejas abençoadas, que famílias equilibradas implicam em uma sociedade sadia.

Doutora Elaine Cunha 24/02/2012

http://www.cpadnews.com.br/blog/elainecruz/?POST_1_3_FAM%EDLIA:+C%E9LULA+M%E1TER+DA+SOCIEDADE?.html


“A família é a célula Máter

da Sociedade,

Sem Família não existe Sociedade



A Família é um

Projeto de Deus.

 


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DINÂMICAS

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 Eu e Minha Casa

Serviremos ao Senhor

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e serás salvo, tu e tua família.

(casa). (Atos 16, 31)


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A Espiritualidade

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Uma relação de vários pontos a serem observados para uma boa espiritualidade familiar.


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Família Restaurada. – Palestra de Padre Léo.

Uma das melhores palestras de Padre Léo sobre a  família

que leva o tema de seu livro.


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