A importância de ir à Missa aos domingos!



Este tema é o teor da catequese semanal com o Papa Francisco.


“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro”





Cerca de 7 mil pessoas participaram da catequese semanal com o Papa, hoje. Retomando o caminho de reflexões sobre a Missa, o Papa Francisco falou sobre a importância de ir à missa aos domingos.Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam ‘o primeiro da semana’ e os romanos ‘o dia do sol’.

Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.

E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo.

“A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, disse o Papa.

“Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é  para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.

“Infelizmente há comunidades cristãs que não podem ter Missa todos os domingos; mas também elas são chamadas a recolher-se em oração, nesse dia, ouvindo a Palavra de Deus e mantendo vivo o desejo da Eucaristia”.

“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro. O encontro dominical com Jesus dá-nos a força de que necessitamos para viver com coragem e esperança os nossos dias”.

Concluindo, por que ir à missa aos domingos?

“Não é suficiente responder que isto é um preceito da Igreja. Nós cristãos precisamos participar da missa dominical porque somente com a graça de Jesus, com a sua presença viva em nós e entre nós, podemos colocar em prática o seu mandamento e sermos testemunhas críveis”.

Mais ainda, a comunhão eucarística com Jesus ressuscitado antecipa aquele domingo sem ocaso em que toda a humanidade entrará no repouso de Deus.

 

Antoine Mekary | ALETEIA | I.MEDIA

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Vatican News | Dez 13, 2017 (Rádio Vaticano)



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“10 Boas Razões e muitas outras”





Deus acima de tudo e de todos.



Os fariseus concordaram em pôr Jesus à prova. Um deles, um doutor da lei, dirige-lhe a seguinte pergunta:

«Mestre, qual é o maior mandamento da lei?»

“S Mateus 22,34”


 




PAPA FRANCISCO

ANGELUS

Praça de São Pedro
Domingo, 26 de Outubro de 2014

Vídeo

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho de hoje recorda-nos que toda a Lei divina se resume no amor a Deus e ao próximo. O Evangelista Mateus narra que alguns fariseus concordaram em pôr Jesus à prova (cf. 22, 34-35). Um deles, um doutor da lei, dirige-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, qual é o maior mandamento da lei?» (v. 36). Citando o Livro do Deuteronómio, Jesus responde: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, toda a tua alma e todo o teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento» (vv. 37-38). E teria podido parar aqui. Ao contrário, Jesus acrescenta algo que não tinha sido questionado pelo doutor da lei. Com efeito, diz: «E o segundo, semelhante a este, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo» (v. 39). Também Jesus não inventa este segundo mandamento, mas tira-o do Livro do Levítico. A sua novidade consiste precisamente em unir estes dois mandamentos — o amor a Deus e o amor ao próximo — revelando que eles são inseparáveis e complementares, constituem os dois lados de uma mesma medalha. Não se pode amar a Deus sem amar o próximo, e não se pode amar o próximo sem amar a Deus. A este propósito, o Papa Bento XVI deixou-nos um comentário muito bonito na sua primeira Encíclica, Deus caritas est (nn. 16-18).

Com efeito, o sinal visível que o cristão pode manifestar para testemunhar o amor de Deus ao mundo, aos outros e à sua família é o amor pelos irmãos. O mandamento do amor a Deus e ao próximo é o primeiro, mas não porque está no início do elenco dos mandamentos. Jesus não o coloca no vértice, mas no centro, porque é o coração do qual tudo deve começar, para o qual tudo deve voltar e ao qual tudo deve fazer referência.

Já no Antigo Testamento a exigência de ser santo, à imagem de Deus que é Santo, incluía também o dever de cuidar das pessoas mais frágeis, como o estrangeiro, o órfão e a viúva (cf. Êx 22, 20-26). Jesus cumpre esta lei de aliança, Ele que resume em Si mesmo, na sua carne, a divindade e a humanidade, num único mistério de amor.

À luz desta palavra de Jesus, o amor já é a medida da fé, e a fé constitui a alma do amor. Não podemos mais separar a vida religiosa, a existência de piedade do serviço aos irmãos, àqueles irmãos concretos com os quais nos encontramos. Já não podemos dividir a oração, o encontro com Deus nos Sacramentos, da escuta do outro e da proximidade à sua vida, de forma especial às suas feridas. Recordai-vos disto: o amor é a medida da fé! E tu, quanto amas? Cada um responda pessoalmente. Como é a tua fé? A minha fé é como eu amo. E a fé é a alma do amor.

No meio da densa selva de preceitos e prescrições — dos legalismos de ontem e de hoje — Jesus faz uma abertura que permite vislumbrar dois semblantes: o rosto do Pai e a face do irmão. Não nos confia duas fórmulas ou preceitos: não se trata de preceitos e fórmulas; Ele confia-nos dois semblantes, aliás, um único rosto, o rosto de Deus que se reflete em numerosos outros rostos, porque na face de cada irmão, especialmente do mais pequenino, frágil, indefeso e necessitado está presente a imagem do próprio Deus. E deveríamos interrogar-nos, quando encontramos um destes irmãos, se somos capazes de reconhecer nele o rosto de Deus: somos capazes disto?

Deste modo, Jesus oferece a cada homem o critério fundamental sobre o qual devemos delinear a nossa própria vida. Mas, sobretudo, Ele concedeu-nos o Espírito Santo, que nos permite amar a Deus e o próximo como Ele, com o coração livre e generoso. Por intercessão de Maria, nossa Mãe, abramo-nos ao acolhimento desta dádiva do amor, para caminhar sempre nesta lei dos dois semblantes, que constituem um só: a lei do amor.


Palavras do Papa para a Igreja.


https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/angelus/2014/documents/papa-francesco_angelus_20141026.html




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Jesus Jesus

Os Papas Falam à Renovação Carismática Católica.



Efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo.



Quais são os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo?

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias.


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Os efeitos da Efusão e do Repouso no Espírito Santo são numerosos e multiformes. A primeira conseqüência da Efusão e do Repouso no Espírito é um crescimento na vida de oração. Graças a um melhor exercício das virtudes teologias da fé, da esperança e da caridade, faz-se a descoberta ou a redescoberta da presença de Deus e do Seu Amor. Isto provoca um estabelecimento ou um retomar da vida de oração pessoal que permite uma melhor percepção e compreensão do mistério Trinitário. A Efusão e o Repouso no Espírito Santo abrem o nosso coração de uma forma sublime para se ter uma relação forte e efetiva com Deus como Pai, com Jesus como Mestre e Senhor e com o Espírito Santo como condutor e guia. Por outras palavras, um crente experimenta a vida Trinitária de Deus nele próprio. Normalmente o que acontece é que o Espírito Santo dá à pessoa uma nova vida em Cristo. Com o poder do Espírito, Jesus torna se o centro de nossa vida e, em conseqüência disso, vivemos uma vida em Jesus, com Jesus e para Jesus. Uma vida Cristo-cêntrica permitir-nos-á crescer em Cristo e tornarmo-nos como Cristo, havendo uma verdadeira transformação pela ação do Espírito, que nos permitirá dizer que “já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2:20). Além disso, num estado de pertença e de identificação maior com Jesus isso permite-nos ser verdadeiros filhos adotivos do Pai (Gl 4:6). Com a Efusão e Repouso no Espírito, dá-se uma autêntica conversão e tornamo-nos mais orantes. Nos testemunhos é freqüente as pessoas dizerem que passaram a ter “fome e sede” de Deus. O Espírito Santo faz elevar o nosso coração para Deus e permite-nos livrarmo-nos da nossa fraqueza na oração.

O Espírito dá Sabedoria para conhecer mais sobre Deus, nós próprios e os outros. O Espírito infunde em nós um grande desejo pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura. Ler a Bíblia passa a ter grande sentido na nossa vida, abrindo a nossa visão ao plano de Deus. Como resultado, encontramos razões, em abundância, para agradecer a Deus e para louvar sempre o Pai e o Filho por todos os acontecimentos na nossa vida. A Efusão do Espírito eleva-nos para um estado espiritual, em que sentimos a nossa vida cristã mais poderosamente, mais eficazmente, sem abdicarmos de nenhum dos seus princípios. O Espírito Santo impele-nos a viver uma vida santa. É a verdadeira vocação cristã. O Espírito, que reside em nós, permite-nos ultrapassar a carne, o mundo e Satanás, pois tendo experimentado a santidade profundamente em nós, irradiaremos para os outros através de palavras e ações. Num crente, o Espírito de Santidade dará poder e luz aos outros. Pela Efusão do Espírito, tornamo-nos mais conscientes da atuação de Satanás e como resistir-lhe. O poder do Espírito dar-nos-á resistência aos ataques dos poderes malignos. O poder do Espírito fortalece-nos para falar sobre Jesus aos outros, de uma forma que faz com que se tornem crentes. Haverá um entusiasmo genuíno pela evangelização. O Espírito, em nós, ajuda-nos a ajudar as obras de evangelização, não apenas dando ofertas monetárias, mas em muito mais.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a descoberta do verdadeiro amor fraterno. Na verdade ao permitir que descubramos o Amor que é a própria vida da Trindade, o Espírito Santo ensina-nos a viver um verdadeiro amor fraterno que é, ao mesmo tempo, o testemunho e o teste de um autêntico amor de Deus. O exercício deste amor fraterno, na comunhão eclesial, ensinamos a amar como Jesus nos ama e concede-nos a alegria de sermos irmãos e irmãs n’Ele para formar o Seu corpo que é a Igreja. Este amor fraterno, dom de Deus, incute-nos o espírito de missão e coloca-nos generosamente ao serviço dos outros. Os grupos de oração tornam-se verdadeiras comunidades de oração, de fé, de esperança e de amor.


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As pessoas e as famílias reencontram a força para se perdoarem como Jesus nos perdoou, para se reconciliarem como Jesus nos reconciliou com Deus e para deixarem a graça de Deus curar as suas feridas do passado. Alguns grupos caminham por vezes até à vida em comunidade, para um compromisso ainda mais radical ao serviço de Deus e dos homens, experimentando assim uma nova forma de vida comunitária na igreja. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é aproximar-nos da Igreja e termos uma melhor compreensão do seu mistério profundo. O Espírito Santo não é um espírito de divisão. Pelo contrário, é um espírito de comunhão. Ele suscita uma redescoberta da Igreja, como mistério da comunhão com Deus e como instituição hierarquicamente organizada. Com a Efusão do Espírito, começamos, mais e mais, a apreciar, o poder dos sacramentos e vivemos neles com uma experiência pessoal. Ao redescobrir que a Igreja é tanto carismática como institucional, conseguimos não voltar a julgá-la exteriormente e perceber que ela é, antes de mais, o Corpo de Cristo, sacramento da Sua presença no mundo, e que a hierarquia é um serviço para o seu crescimento no amor. O Espírito permitir-nos-á assim entrar num relacionamento com outros cristãos, tendo uma grande consideração e respeito pela Igreja e suas autoridades. Pela Efusão do Espírito Santo é-nos dado um maior amor filial pela Igreja, uma atenção e docilidade maiores aos seus ensinamentos, uma participação mais assídua à liturgia e aos sacramentos e uma devoção mais autêntica a Maria. Longe de nos afastar da Igreja, um dos frutos da Efusão do Espírito é aproximarmo-nos dela e uma melhor compreensão do seu mistério profundo.

Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é a cura e libertação. No seguimento da Efusão e Repouso no Espírito é possível fazer-se a experiência de uma cura e/ou libertação. Nos testemunhos apresentados (cf. Cap. 10 – Testemunhos de Efusão e do Repouso no Espírito Santo) existem relatos de curas e libertações. Vê-se que à medida que entramos em contacto com o Amor de Deus o Senhor pode operar em nós grandes curas espirituais e físicas. Deus não é apenas o autor do poder, Ele é o poder e por isso tudo pode. Na verdade, a tomada de consciência mais viva da presença de Deus e a entrega total do nosso ser à ação transformadora do Espírito Santo trazem consigo a libertação de certas formas de escravatura/pecado (vícios, violência, alcoolismo, droga, sexualidade desordenada, ciúme, egoísmo, superstição, obsessões de suicídio, etc.) e o desaparecimento progressivo de certos bloqueios (ansiedades, angústias, escrúpulos, inibições, complexos de inferioridade, etc.). Assim podem ocorrer verdadeiras curas interiores e por vezes físicas. E simultaneamente uma paz e uma alegria invadem progressivamente todo o nosso ser. Trata-se de um ponto importante que mostra que a Efusão e o Repouso no Espírito não é uma emoção sentimental ou uma evasão das realidades da vida. A Efusão ajuda-nos a mudar a nossa vida, a abandonar radical ou progressivamente atitudes e hábitos que não são conformes à vontade e ao projeto de Deus para cada um de nós. Um outro fruto da Efusão e do Repouso no Espírito é o crescimento dos frutos, dons e carismas do Espírito. É pelo crescimento dos frutos de santidade que nós sabemos se uma pessoa foi de fato “batizada” pelo Espírito Santo. Aquela libertação das nossas escravidões e bloqueios é acompanhada pelo crescimento dos frutos espirituais: “mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra tais coisas não há lei.” (Gl 5:22-23). Da experiência dos frutos do Espírito, através da Efusão e Repouso no Espírito, tornamo-nos mais alegres, com paz e poder. Até nas alturas de sofrimento e de rejeições, seremos fortalecidos para seguir Jesus de uma forma mais próxima. Este crescimento dos frutos do Espírito em nós é a manifestação do crescimento da nova criatura, do homem novo. Pela ação do Espírito, pelo crescimento da nossa vida teologal, pelo encontro mais assíduo com o Senhor na oração pessoal e comunitária, na leitura das Escrituras e nos sacramentos, nós permanecemos em Deus e Deus permanece em nós e podemos assim dar muitos frutos e frutos duradouros: “Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permanece em mim e Eu nele produz muito fruto; porque sem Mim nada podeis fazer.” (Jo 15:5). Além de nos fortalecer o Espírito também nos dá vários dons e carismas. O Espírito ajuda-nos a formar grupos de oração, a participar nos grupos de oração, a visitar os doentes em casa ou no hospital e a rezar pela sua cura. Através do Espírito, faremos adequadamente o discernimento da nossa vocação na vida e abraçá-la-emos como a vontade de Deus e encontraremos nisso a felicidade.

Extraído do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Tel.: 00351.914137940

Testemunho de conversão: http://www.santidade.net/artigos/jsd_testemunho.pd




Batismo_Espírito_1 Fruto_do_Espirito


Efusão_no_Espirito_1

Queira Receber a Efusão do Espírito!



Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Somos a Igreja Católica e Universal.



CATÓLICA É UNIVERSAL PORQUE É DE TODOS E PARA TODOS.



“Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.”             (S. Mateus 24,14)



 Exatamente isso, somos da Igreja Universal. E será fácil entendermos o porque somos da verdadeira Igreja Universal. E sim, está foi a fundada por Jesus Cristo. A Igreja vem a mais de 2000 (dois mil anos) diante do ocidente e do oriente evangelizando e construindo história e colaborando com o desenvolvimento da humanidade.

IGREJA UNIVERSAL

Para entendermos o porque que a Igreja é a Igreja Universal, necessitamos entender antes de mais nada que a IGREJA DE JESUS CRISTO NÃO TEM NOME. Isso mesmo, a Igreja não tem nome, o nome da Igreja não é Católica. E vou buscar explicar para você meu caro amigo(a).

Mas primeiro vamos entender o porque que a IGREJA CATÓLICA é de fato a IGREJA UNIVERSAL. O termo CATÓLICA vem do GREGO e significa nada mais e nada menos que UNIVERSAL. Deste modo, todos nós batizados nesta Igreja pertencemos a Igreja Universal.

A igreja tem por missão, evangelizar e nesta missão EVANGELIZAR o MUNDO INTEIRO. Sendo assim, a Igreja só pode ter a qualidade ou atributo de ser universal.

Para entender melhor, o que seria estes atributos, suponha que você queira ver sobre os atributos do Papa Francisco, quais seriam? Exemplo: sua idade, sua altura, a cor dos olhos e etc.

A mesma coisa é a Igreja, em se tratando de seu nome, como disse antes, a Igreja não tem nome, mas sim ATRIBUTOS. Quais seriam os atributos da Igreja? A Igreja portanto tem o atributo de ser CATÓLICA, APOSTÓLICA e ROMANA.

Portanto a Igreja Universal pois faz parte de sua missão, o atributo de ser missionária, evangelizadora e anunciar Cristo aos povos. É Apostólica, por ser a Igreja dos Apóstolos e por eles continuada e guardar os ensinamentos dos mesmos Apóstolos.  E é Romana por ter a tradição ocidental, e por ser Roma a sede da Igreja, além de que, como ensina a TRADIÇÃO, o Apóstolo Pedro morreu em Roma.


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A Igreja Católica abraça todo o mundo com sua missão evangelizadora. E a esta Igreja está unida todos aqueles que receberam dos Apóstolos a missão do Cristo em continuar a Igreja. E unidos universalmente, todos os Bispos ao Bispo de Roma, o Papa.

No Catecismo da Igreja Católica encontramos:



A exemplo dos doze Apóstolos escolhidos e enviados por Cristo, a união dos membros da hierarquia eclesiástica está ao serviço da comunhão dos fiéis. Cada Bispo exerce o ministério, como membro do colégio episcopal, em comunhão com o Papa, participando com ele na solicitude pela Igreja universal. Os sacerdotes exercem o seu ministério no presbitério da Igreja particular, em comunhão com o próprio Bispo e sob a sua condução. (CIC §878)



E esta mesma união, faz da Igreja universal, no sentido de que todos estão incluídos e unidos a ela e com os Bispos.



Fonte. http://www.catequesedoleigo.com.br/


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Como posso receber o Batismo No Espírito Santo agora mesmo?



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Recebi esta mesma pergunta diversas vezes nos comentários e sempre foram respondidas particularmente, mas como ela continua sendo recorrente com o mesmo teor resolvi editar minhas respostas em um só post apesar dos temas já estarem divulgados em outras publicações, porém à medida que citarmos os textos já publicados anteriormente faremos Link’s para reencaminhar o leitor a mais detalhes específicos, estes Link’s sempre aparecerão na cor azul e sublinhados, para acessá-los basta clicar na frase com o mouse.

O nosso Ministério neste Blog, ou seja, o nosso trabalho realizado aqui neste blog e também nas pregações que já realizamos em diversos grupos, encontros e cidades se tratam de revelar, explicar e testemunhar exatamente o que é e como acontece o Batismo no Espírito Santo na vida de cada um de nós, por isso adiantamos que o assunto é extenso e com muitos detalhes que por si só sem o conhecimento de todos eles não impediriam o Batismo pessoal no Espírito Santo, mas simplesmente esclarece os acontecimentos e as sensações que podem ser diferentes em cada pessoa.

Durante muitos anos o termo “Batismo no Espírito Santo” ficou como que esquecido em um canto na Igreja Católica e pouco se falava sobre ele ou quase nunca se falava sobre esclarecimentos sobre este assunto, quando por acaso alguma coisa relacionada à ação do Espírito Santo acontecia sempre tratavam de esconder o fato, disfarçar e esquecer o mais breve possível.

A Igreja Cristã, Católica como a conhecemos nasceu e se espalhou pelo o mundo graças ao cumprimento das promessas de Deus feitas aos Judeus no antigo testamento, promessas essas que a princípio eram direcionadas à um povo exclusivo, à uma raça eleita, separada e consagrada a Deus, mas que porém por suas falhas e recaídas no pecado, novas promessas foram feitas e a exclusividade deixou de existir, por isso a “Promessa da Nova Aliança” é direcionada não apenas aos “Judeus”, mas sim à todos aqueles que creem nessas palavras, por isso a necessidade de se evangelizar a toda criatura, pois a promessa é para todos, mas como a receberiam se nada sabem sobre ela?

Jesus foi o inicio de tudo, pois Ele foi enviado por Deus ao mundo exatamente para cumprir tudo que havia sido prometido através de profecias no antigo testamento e que até aquela data ainda não haviam se cumprido.

A primeira promessa a ser cumprida foi o próprio nascimento de Jesus Cristo, pois Ele além de ser uma Promessa de Deus também seria aquele que prepararia o povo para receber o cumprimento das demais promessas que Ele mesmo cumpriria.


Jesus_batiza_no_Espírito_SantoQuem Batiza no Espírito Santo ?

“Se eu não for, o Espírito não virá a vós…” (São João 14)

Elaborei alguns power point’s que esclarecem o passo a passo das lembranças que Jesus fazia a respeito das promessas do Pai e foi adiando o fim de tudo para o dia de PENTECOSTES, que foi apenas um dia na história da Igreja, mas que representa na verdade uma porta que se abriu no céu para que o Espírito Santo fosse derramado sobre todos os homens de acordo a declaração de São Pedro em (Atos 2,14).

“POIS A PROMESSA É PARA VÓS, PARA VOSSOS FILHOS E FILHAS E PARA TODOS AQUELES QUE ACREDITAREM NESTA PALAVRA, HOJE, AMANHÃ E NO FUTURO, AQUI E AGORA, AMANHÃ AQUI E EM QUALQUER OUTRO LUGAR E ATÉ OS CONFINS DA TERRA ONDE FOR ANUNCIADOS O EVANGELHO.”

Isto significa que a promessa não era mais só para os Judeus e nem apenas só para os discípulos de Jesus reunidos no cenáculo naquele dia e sim para toda e qualquer pessoa na face da terra, viva ou que viesse a nascer no futuro.

É o que diz São Pedro se referindo à profecia de Joel 3 nos versos seguintes ao cumprimento da Promessa no dia de Pentecostes, pois a promessa era extensiva a todos os homens e não apenas aqueles que lá estavam ouvindo aquelas palavras.

Hoje estamos aqui, perguntando;

“Como eu posso receber o Espírito Santo ?”

A Verdade é que a PROMESSA JÁ FOI CUMPRIDA!  Ou seja, A PORTA JÁ ESTÁ ABERTA !

De acordo com o teor das primeiras pregações e expansão do Cristianismo (Atos 18) seria de praxe todos já estarem plenamente BATIZADOS NO ESPÍRITO SANTO.

Não é mais algo que devamos esperar por acontecer ou que devamos abrir uma porta para que entre ou ainda que devamos esperar a chuva cair para molhar a terra.

Na verdade é que já estamos debaixo desta chuva torrencial, o tempo do Kairós já foi inaugurado e a chuva está caindo em toda parte sem trégua desde Pentecostes e já podemos até anunciar uma inevitável inundação em toda a terra, queira o homem sim ou não queira, acreditando ou deixando de crer, pois assim profetizou Joel.


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As profecias que foram seguramente cumpridas por Jesus se referem à uma fonte que jorra sem cessar para a vida eterna… (S. João 7,38), à águas que cobrem a terra como as águas cobrem o fundo do mar… (Habacuc 2,14); ou ainda que Derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo:” (Atos 2,17).

Bom, se isto é verdade então porque eu ainda não fui batizado(a) no Espírito Santo? Porque ainda não falo em outras línguas? Estas sim deveriam ser as perguntas corretas já que não existe mais nenhuma porta a ser aberta, pelo menos do lado de Deus, pois todos os Dons do Pai estão à disposição da Igreja como os frutos estavam a disposição de Adão e Eva no Paraíso.

Disse o Pai misericordioso ao irmão do filho Pródigo:

“Tudo que é meu é teu…”

Você já ouviu falar de Zica virus, febre amarela, catapora, sarampo, sabe que tudo isto são doenças que são provocadas por infestação por vírus e que são facilmente contraídas quando estamos dentro de um ambientaste infectado, sabemos que no passado muitas pessoas morreram e estas doenças se espalhavam como rastro de pólvora e como a gripe apenas respirando o ar que uma pessoa contaminada expirou, mas que hoje isto já não acontece assim tão drasticamente desta forma como no passado porque o homem criou mecanismos para evitar este contágio descontrolado no mundo e para proteger as pessoas destas doenças fatais.  Criaram a VACINA e basta tomar uma dose desta vacina para que você não tenha a enfermidade mesmo estando exposto ao vírus em um ambiente contaminado, assim estas doenças praticamente foram eliminadas de diversos lugares no planeta.

De certa forma, o mundo ou as pessoas de dentro da Igreja criaram mecanismos protetores contra o eventual Batismo no Espírito, criaram uma vacina contra o Espírito Santo!

Como podes dizer isso?

Que absurdo ! Como se pode falar isso assim?

Uma das vacinas mais comuns chama-se “IGNORÂNCIA”!

Ignora-se as coisas mais simples que deveriam ter sido ensinadas na catequese e mesmo tendo sido ensinadas, ficou apenas na teoria e nunca foi praticado como no princípio da Igreja era totalmente fundamental.

São Paulo Já falava assim aos Corintios no Capitulo 12:

1. A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vivais na ignorância.”

Na verdade, se passaram 2000 anos e as pessoas continuam ignorando na prática tudo sobre o que São Paulo escreveu neste Capitulo 12.

Se Fala que estas manifestações não existem mais, sendo que Jesus disse que o Espírito Estaria eternamente conosco (S. João 14).

Dizem que isto é coisa de maluco, que essas coisas não acontecem de fato, que falar em línguas é coisa de demônio e espiritismo, que Deus não é surdo e não precisamos louvá-lo em alta voz, que não podemos bater palmas na Igreja para não ridicularizar Jesus Crucificado e diversas outras coisas insignificantes que ouvimos e vamos guardando e trancando no coração e quando o Espírito Santo Bate na sua porta para entrar… temos medo e receio de abrir a nossa porta, pois poderia acontecer aqueles sintomas que o mundo diz que é coisa de maluco e que cristão católico não tem dessas coisas não.


O que é batismo com o Espirito Santo? como alcança-lo nos dias de hoje?
O que é batismo com o Espirito Santo? como alcança-lo nos dias de hoje?

Fato:  A Igreja se iniciou na terra graças ao BATISMO NO ESPÍRITO SANTO.

Fato:  A Evangelização Cristã se espalhou pela terra graças aos Dons Espirituais exercidos pelos Apóstolos que foram adquiridos através do Batismo no Espírito Santo.

Fato:  Todas as pessoas que acreditavam no evangelho e foram Batizadas também receberam o Batismo no Espírito Santo. (diversas passagens em Atos)

Com o tempo, porém esta pratica foi sendo substituída pelos ensinamentos mais sólidos que foram sendo escritos com tinta em papeis, cartas e documentos e é neste ponto que São Paulo já naquela época criticava as comunidades que se apagavam no fogo do Espírito e voltando à antiga lei escrita nas pedras de Moisés.

Não podemos desprezar os ensinamentos dos Antigos Apóstolos e Profetas, mas não podemos jamais desprezar a fonte de onde veio todos esses ensinamentos que foram escritos que é o Espírito Santo que agora também habita em nossos corações.

Oh insensatos Gálatas 3, quem vos fascinou a vos outros…. Vós que começastes no Espírito agora estejais a se aperfeiçoar na carne….  II Cor 3 …. Vós sois uma carta de Cristo escrita não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo…   A letra mata, mas o Espírito Vivifica…   Apocalipse 2, 14   “Tenho porém contra vós que arrefeceste o vosso primeiro amor…. volta pois donde caíste e retoma a prática das primeiras obras….” e por aí vai…

E o tempo foi passando e outras verdades foram tomando a frente desta verdade e acabou por ficar escondida e esquecida a VERDADE de que sem o Espírito Santo nada somos e nem seremos nada, sem o Espírito Santo não existiria Igreja e nem evangelho, Sem o Espírito Santo a Igreja é um corpo sem alma e sem alma o corpo não se mexe, não tem VIDA. (Ezequiel 34).

O Espírito é a alma da estrutura da Igreja, não adianta um esqueleto integro e perfeito, músculos sadios, sangue limpo e nem pele bonita, pois um corpo sem Espírito é um corpo morto e sem o Espírito Santo e sua ação nós e a Igreja estaríamos sem VIDA.

Quando falamos neste tom aparecem aqueles que nos criticam afirmando que a Igreja jamais se esqueceu do Espírito Santo, o que é bem verdade, pois o recebemos em nosso Batismo, o recebemos em nossa Crisma, mas quando se pergunta em publico… “Quem é o Espírito o Espírito Santo?” a grande maioria das pessoas apenas responde “É uma pombinha branca!”, ou seja, quem acredita que o Espírito Santo é só uma pombinha branca jamais sentirá o fogo arder em seu coração, não sentirá a chama que queima e transforma todo o nosso ser, não receberá a chama que nos dá força e poder nos revelando os Dons de Deus para executarmos a sua vontade neste mundo testemunhando o seu poder em nossas vidas.

Eu poderia lhe dizer agora que ser Batizado no Espírito Santo é muito simples e rápido!  Porque na verdade o Espírito Santo já está dentro de você!

É VERDADE!   PODE CRER !

A Promessa já foi cumprida, O Espírito já foi derramado!

O Que nós fazemos na verdade é só repetir e relembrar o que Jesus fez, relembrar as promessas de Deus e preparar o terreno para receber a chuva que germina esta semente que já recebemos em nosso coração.

O que fazemos mesmo é algo mais simples, convencemos as pessoas a fechar seus guarda-chuvas e se deixar molhar completamente.

Para nos abrirmos à ação do Espírito Santo é necessário alguns passos básicos como por exemplo:

É preciso conhecer o Amor de Deus por nós, saber que não experimentamos este amor pleno devido ao pecado que nos afasta de Deus deformando a imagem de Deus em nós e por isso precisamos arrepender destes pecados, renunciá-los confessando e crendo que Jesus é o nosso Salvador pessoal que pagou o preço de nossa condenação a morte na cruz e se tornou o Senhor de todas as coisas. É preciso aceitar Jesus como nosso Senhor pessoal, conhecer as promessas de Deus como e porque elas foram feitas e como foram cumpridas e porque hoje elas estariam totalmente à nossa disposição.

Depois de tudo isso o que fazemos é um momento de louvor que significa abrir as nossas portas, abandonar os nossos guarda-chuvas para que possamos ser totalmente mergulhados nas águas do Espírito Santo – O Batismo no Espírito Propriamente dito, isto é um mecanismo muito simples, o louvor é uma força que nos aproxima de Deus que é fogo e poder e assim como o milho de pipoca dentro de uma panela com óleo e fogo ele vai aquecendo até que explode e o grão de milho se torna uma linda pipoca, que não é mais milho e jamais retornará a ser milho novamente.   Por isso não usamos mais o termo Batismo no Espírito Santo, porque este Batismo “SACRAMENTO” já aconteceu e agora o que realizamos é apenas uma efusão que significa um aquecimento dessa pipoquinha que já está presente em seu coração e basta apenas esse calor para que ela se revele num segundo como o estouro do milho de pipoca ou noutra simples comparação, “É como a sementinha que foi plantada e recebe a água da chuva que vai amolecendo a casca até que ela germina e cresce para fora da terra se tornando uma imensa árvore.”

Teoricamente é somente isto e bastaria essa teoria para que você em um momento de louvor qualquer a qualquer momento se abrisse o suficiente e começasse ali mesmo a falar em outras línguas e profetizasse em publico sem o menor temor ou constrangimento com medo de ser criticado(a), isto é Batismo no Espírito, porém o que nos trava principalmente é o medo, a insegurança e o temor das outras pessoas.

Por isso quando realizamos um curso de experiência de oração ou seminário de vida no Espírito (1) estamos criando as condições necessárias para que as pessoas se soltem e serão auxiliadas pela oração de outras pessoas que já passaram por essa mesma experiência e se soltaram para deixar o Espírito agir em seus corações, por isso a teoria aqui apresentada é o suficiente para que você receba a efusão do Espírito Santo, porém dentro de um encontro de seminário 1 facilitará a sua aceitação pois estará em um recinto apropriado para tal acontecimento.

A comparação mais popular é mesmo a musiquinha da pipoca que estoura na panela, porque uma vai contagiando a outra e de repente todos estão cheios do Espírito Santo.

Qualquer duvida, não tenha receio, comunique novamente.

Veja nossos power point e textos sobre este assunto.

A Antiga Aliança… | Enchei-vos do Espírito Santo de Deus …

A PROMESSA DA NOVA ALIANÇA | Enchei-vos do Espírito Santo de …

As Promessas se cumprem em Jesus. | Enchei-vos do Espírito Santo …

Um Novo Pentecostes. | Enchei-vos do Espírito Santo de Deus …

Efusão significa um novo Derramamento do Espírito. | Enchei-vos do 

Efusão no Espírito Santo. | Enchei-vos do Espírito Santo de Deus …


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Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

SEQUENCIA DE  POWER POINT  NO SLAIDSHARE


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Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

A Alegria do Senhor é a nossa Força.



RENOVE HOJE A SUA ALEGRIA


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Traumas emocionais tiram a energia das pessoas. Mas a Palavra diz: “Não se aflija ou deprima, pois a alegria do Senhor é sua força e fortaleza” (Neemias 8,10).

O diabo quer roubar sua alegria porque ele sabe que a alegria é sua força. Ele quer que você esteja fraco para que não resista aos ataques dele contra sua vida. Eis por que algumas vezes precisamos uns dos outros.

Alguns dias, Deus enviará mensageiros para edificar sua fé e renovar sua alegria. Em outros dias, Ele o enviará a alguém que está se sentindo fraco porque Satanás está atacando-o. Encoraje alguém hoje. Pode haver pessoas precisando de um amigo para estar ao lado delas, para encorajar-lhes, animar-lhes e orar por elas Para que recuperem a verdadeira alegria do Senhor.


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Sois o meu refúgio, Senhor, dai-me a alegria da vossa salvação


 

“Estejam sempre alegres, rezem sem cessar.

 Deem graças em todas as circunstâncias, 
porque esta é a vontade de Deus 
a respeito de vocês em Jesus Cristo!”
 
Amém!
Paz e todo o Bem!

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Neemias 8,18 – E, de dia em dia, Esdras leu no livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa sete dias, e no oitavo dia, houve uma assembléia solene, segundo o rito.

Percebendo quão longe estava dos ideais das Escrituras, o povo israelita sentiu grande tristeza. Neemias e Esdras, porém, chamaram a atenção de todos: “Não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8,18).





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Júbilo advém da alegria que é um dos frutos do Espírito, Gl 5,22. Portanto, é algo que nasce de dentro para fora e não o contrário. Esta alegria do espírito deve ser a fonte de toda expressão interna e externa na vida da igreja no que diz respeito a louvor, exaltação, música, risos, danças, júbilo em qualquer intensidade, alegria esta que faz com que o povo de Deus, tenha identidade única neste mundo, que o difere da sociedade introspectiva, egoísta e triste, na qual vivem. Ao declararmos que o Espírito Santo de Deus, habita em nós, estamos declarando, que devemos dar frutos de alegria do Espírito em nossa vida.

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As Promessas se cumprem em Jesus.


As promessas de Deus no antigo testamento se cumprem em JESUS, inclusive a Promessa do Espírito Santo. Jesus cumpriu a Promessa do Pai para nós, nos revelou e entregou seu Espírito para estar eternamente conosco.  

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

Jesus veio cumprir a promessa do Pai

“Jesus veio cumprir a promessas do Pai.”

“OS CÉUS PROCLAMAM A GLÓRIA DE DEUS”

Alguns Slaid’s do texto: 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 

Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei, (Gálatas 4,4)

Simeão ao ver Jesus em suas Mãos disse: Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. Porque os meus olhos viram a vossa salvação. (São Lucas, 2 , 29 )

Eu não o conhecia, mas aquele que me mandou batizar em água disse-me: Sobre quem vires descer e repousar o Espírito Santo. Este é quem batiza no Espírito Santo. João disse a todos discípulos: “Eu vos batizo na água, mas eis que vem outro mais poderoso do que eu, a quem não sou digno de lhe desatar a correia das sandálias; (São Lucas 3,16)  – Siga – O … Ele vos Batizará no Espírito Santo e no fogo.

Antes de Cumprir definitivamente  a promessa de Deus, Jesus saiu anunciando que o Reino de Deus Estava Próximo, reafirmando tudo que o Pai já havia dito e prometido no Passado.

Jesus replicou-lhe: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus. (S. João 3 – Nicodemos)

O vento sopra onde quer; ouves-lhe o ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece com Aquele que nasceu do Espírito. (S. João 3).

Se vos tenho falado das coisas terrenas e não me credes, como crereis se vos falar das celestiais?  (S. João 3,12)

Se tu soubesses, quem É o que te pede, Dá-me de beber, Certamente lhe pedirias Tu mesma, e Eu lhe daria Uma água Viva… (S. João 4) A Samaritana água Viva…  Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede, mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede. Mas água que eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna.

No último dia, que é o principal dia de festa de Pentecostes, estava Jesus de pé e clamava: Se alguém tiver sede, venha a mim e beba. 38. Quem crê em mim, como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva (Zc 14,8; Is 58,11). (S. João 7,37) 39. Dizia isso, referindo-se ao Espírito que haviam de receber os que cressem n’Ele, pois ainda não fora dado o Espírito, visto que Jesus ainda não tinha sido glorificado. (S. João 7,39)

Podemos observar que tudo que Jesus fazia e tudo que Ele anunciava estava relacionado com o cumprimento da Promessa do Pai … Para Receberem o Espírito Santo e o Levarem a todas as nações, e a Todos os homens sem distinção alguma.

E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. (João 14,16.)

Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito. (S. João 14)

Entretanto, digo-vos a verdade: convém a vós que eu vá! porque, se eu não for, O Paráclito Não virá a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei. (João 16,7)

Estas foram as ultimas palavras de Jesus: Eu mesmo enviarei o Espírito Santo sobre vós. Cumprimento das Promessas do Pai. A partir deste momento começa a Paixão de Jesus que Culmina com sua Ressurreição, que é o sinal do: Cumprimento das Promessas do Pai.

Depois da Ressurreição Jesus apareceu no meio deles e comendo com eles se levantou e disse: “A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio a vós. 22. Depois dessas palavras, SOPROU sobre eles dizendo-lhes: Recebei o Espírito Santo.” (S. João 20,21)

Ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem ali o cumprimento da promessa de seu Pai. Espírito Santo daqui há poucos dias. Que ouvistes, disse Ele, da minha boca; porque João batizou na água, mas vós sereis Batizados no Espírito Santo daqui há poucos dias.

Esperem aqui o cumprimento da Promessa de meu Pai.

A Seqüência continua em PENTECOSTES …

Depois disso, acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: (Joel 3,3)


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NOVA ALIANÇA

PENTECOSTES


Comentário:

Este texto é uma sequência de quatro Power Point narrando a trajetória dos textos referentes a promessa do Espírito Santo, desde a antiga aliança até o Pentecostes, ainda iremos elaborar dois outros Power point narrando a comprovação do cumprimento da promessa e mostrando como o Espírito agia no início da Igreja


Alimento_Espiritual_Autêntico Dom_Fé_Milagres Nascer_da_agua_e_do_espirito
Eucaristia_centro_da_vida_da_Igreja Experiência_com_Deus Consertar_o_mundo


Laudato Si, Louvado Seja!



Papa Francisco abraça a teoria científica

sobre o aquecimento global e

Escreve sua primeira Encíclica.

Transfere a responsabilidade da preservação do planeta a todo fiel Católico e não esperar por atitudes milagrosas dos engravatados e políticos.



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Em sua primeira encíclica, o papa Francisco fala de anidrido carbônico, de óxidos de nitrogênio, de combustíveis fósseis contra energias renováveis, de fertilizantes e detergentes que poluem os rios e mares, de corredores ecológicos… É, definitivamente, uma encíclica (Laudato Si) carregada de argumentos científicos em que o responsável máximo da Igreja católica abraça as evidências do vínculo entre o aquecimento global e os humanos.

“Há um consenso científico muito consistente”, diz o Pontífice, “e indica que nos encontramos diante de um preocupante aquecimento do sistema climático”. “É verdade que há outros fatores (como a atividade vulcânica, as variações da órbita e do eixo da Terra ou o ciclo solar), mas numerosos estudos científicos indicam que a maior parte do aquecimento global das últimas décadas se deve à grande concentração de gases de efeito estufa (anidrido carbônico, metano, óxidos de nitrogênio e outros) emitidos sobretudo em decorrência da atividade humana”, afirma Francisco, que assim isola os negacionistas da mudança climática. O papa denuncia que “há interesses particulares em demasia, e o interesse econômico acaba prevalecendo sobre o bem comum muito facilmente, manipulando as informações para não terem seus projetos prejudicados”.

O último relatório de avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), do qual participam mais de 800 cientistas, concluiu que “as emissões de gases de efeito estufa e os estímulos antropogênicos foram a causa dominante do aquecimento observado desde meados do século XX”. E mostrou que os efeitos dessa mudança já são observados em todo o planeta. “Ao que tudo indica, surgem sintomas de um ponto de ruptura”, disse agora o Papa, “causados pela grande velocidade das mudanças e da degradação do meio ambiente.” Esses sintomas se “manifestam tanto em catástrofes naturais regionais como em crises sociais, inclusive financeiras”.


Biodiversidade e privatização da água


A encíclica do Papa não só aborda as causas e consequências da mudança climática. Também entra em outros problemas e os especifica.

Água. Francisco adverte para a perda de qualidade das águas, para a contaminação dos aquíferos e para os problemas de acesso a esse recurso na África. Mas vai além. “Enquanto a qualidade da água disponível se deteriora constantemente, em alguns casos avança a tendência a privatizar esse recurso escasso, convertido em mercadoria regulada pelas leis do mercado”. Em sua opinião, “o acesso à agua potável e segura é um direito humano básico, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas, e portanto é condição para o exercício dos demais direitos humanos”.

Biodiversidade. “A perda de florestas e bosques implica ao mesmo tempo perda de espécies que poderiam significar no futuro recursos sumamente importantes não só para a alimentação, mas também para a cura de doenças e outros múltiplos fins”. O Papa fala do “alerta” dado pela extinção de um mamífero ou de uma ave, por sua maior visibilidade. Mas acrescenta: “para o bom funcionamento dos ecossistemas também são necessários os fungos, as algas, os invertebrados, os insetos, os répteis e a inumerável variedade de micro-organismos”. Também critica o desmate dos “pulmões do planeta”, como a Amazônia ou a bacia fluvial do Congo.

Oceanos. “O problema crescente das águas contaminadas e da proteção das áreas marinhas, acima das fronteiras nacionais, continua representando um desafio importante”, afirma o Papa. “Temos que entrar em acordo para criar modelos de governança para o conjunto do que se costuma chamar de patrimônios mundiais”, propõe. Ele também alerta na encíclica para os problemas das barreiras de coral, que “hoje já estão ou estéreis ou em estado contínuo de declínio”.


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José Manuel Moreno, catedrático de Ecologia e membro do IPCC, crê que a encíclica contém “uma mensagem muito importante advertindo que o homem está transformando o planeta e que existem evidências científicas disso”.

A encíclica identifica na raiz do problema do aquecimento ser “potencializado especialmente pelo padrão de desenvolvimento baseado no uso intensivo de combustíveis fósseis”. O Papa indica o caminho a seguir: “a tecnologia baseada em combustíveis fósseis muito poluidores —principalmente o carbono, mas também o petróleo e, em menor medida, o gás— precisa ser substituída progressivamente e sem demora”.

O Pontífice dá um passo além, ao vincular a mudança climática com as desigualdades no planeta. “O aquecimento, originado pelo enorme consumo de alguns países ricos, tem repercussões nos lugares mais pobres da Terra, especialmente na África, onde o aumento da temperatura, aliado à seca, causa estragos no rendimento dos cultivos.” José Manuel Moreno avalia o vínculo que o Papa estabelece entre os problemas ambientais e a pobreza. Em sua opinião, seria necessário que algumas organizações, a exemplo da Igreja, se pronunciassem sobre os efeitos nos países menos desenvolvidos.

Yolanda Kakabadse, presidenta do Fundo Mundial pela Natureza (WWF), aplaudiu nesta quinta-feira a mensagem do Papa. “A encíclica inclui uma perspectiva moral muito necessária para o debate sobre o clima”. O Greenpeace, por sua vez, considerou que as palavras do Papa devem “tirar os chefes de governo de sua complacência” e “estimulá-los a aprovar leis estritas em seus próprios países para proteger o clima e entrar em acordo em torno de um protocolo climático poderoso em Paris”.

A encíclica é publicada num momento em que o debate sobre o aquecimento está muito presente, já que Paris receberá no fim do ano a cúpula internacional na qual se deverá aprovar o novo protocolo de redução de emissões de gases de efeito estufa, que será aplicado a partir de 2020. “As cúpulas mundiais sobre o ambiente dos últimos anos não corresponderam às expectativas porque, por falta de decisão política, não chegaram a acordos ambientais globais realmente significativos e eficazes”, critica o Papa na encíclica.

Francisco vai ao encontro de um sentimento que parece majoritário. Uma pesquisa recente com 10.000 pessoas em 75 países, o World Wide Views Climate and Energy, mostrou que 70,8% dos entrevistados acham que as negociações sobre o clima, que a ONU promove desde 1992, não fizeram o suficiente para lutar contra o aquecimento global.

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Diante do desafio de tentar deter esse processo, a encíclica afirma que há “responsabilidades diferenciadas” frente à mudança climática. “É necessário que os países desenvolvidos contribuam para saldar essa dívida (ecológica) limitando de maneira relevante o consumo de energia não renovável e aportando recursos aos países mais necessitados para apoiar políticas e programas de desenvolvimento sustentável”. Entra-se assim num dos debates que estão concentrando as atenções nos meses precedentes à cúpula de Paris: a petição que os países em desenvolvimento estão fazendo para que as economias mais ricas os ajudem economicamente para lutar contra a mudança climática.


Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/18/internacional/1434621757_879380.html




Pentecostes_2015 Papa_Francisco_no_pentecostes_2015_cheios_do_Espírito_Santo Alimento_Espiritual_Autêntico

Orasao_Dedos_Papa_Francisco Papa_Francisco_leia_a_Bíblia Pope Francis leads a mass of Assumption of Mary from the papal summer residence in Castelgandolfo south of Rome


É mesmo necessária uma nova Efusão do Espírito Santo?



Porque razão há necessidade de uma Efusão do Espírito Santo se já somos batizados ou crismados?

Muitos cristãos, especialmente os católicos, pensam que o Espírito Santo foi, sobretudo dado nos Sacramentos, especialmente no Batismo e no Crisma ou Confirmação e, por isso, questionam-se muitas vezes, sobre qual é a necessidade da Efusão do Espírito Santo se o mesmo Espírito Santo já nos foi dado.



Derramarei_o_Espirito_Santo


Na verdade pelo Batismo, morrendo e ressuscitando com Cristo, nós nos tornamos filhos de Deus, somos marcados com o selo do Espírito Santo e chamados a partilhar a vida divina. Pela Confirmação nós recebemos os dons do Espírito Santo para crescermos nesta vida divina, para nos tornarmos conformes à imagem de Cristo, sermos missionários ao serviço do Evangelho, na Igreja.

O que acontece é que há uma diferença entre esta Infusão do Espírito e a Efusão do Espírito. Pelos sacramentos é-nos garantida a graça do Espírito. Mas o Espírito é livre e não opera apenas naquele momento que recebemos os sacramentos pela primeira vez.

A Efusão é uma manifestação do Espírito que está dentro de nós. O Espírito entra em nós através da infusão, do Batismo e também do Crisma, da Eucaristia, da Confissão, e dos outros sacramentos. Isto é através dos sacramentos há uma infusão do Espírito Santo. O Espírito entra dentro de nós e quando impomos as mãos a uma pessoa para a Efusão do Espírito, o Espírito já está dentro dela e manifesta-se. Ele cria dentro dela uma nova efusão do Seu poder, que se irradia no seu espírito e vai lavando, purificando, curando, transformando e renovando totalmente a vida dessa pessoa.


Corasao_Templo_do_Espírito


Quando Preparamos pessoas adultas para o receber o Sacramento do batismo elas entendem bem e compreendem o verdadeiro valor do Sacramento do Batismo, mas, de um modo geral o Batismo é ministrado em crianças na faixa etária de um mês a dois anos de idade. Nessa altura as crianças não sabiam quem era o Espírito Santo nem possuíam a necessária compreensão sobre o valor e utilidade do Batismo na sua vida. Por essa razão são os pais e os padrinhos que fazem a profissão de fé e assumem, perante Deus e a Igreja, a responsabilidade de transmitirem aos filhos e afilhados ao longo dos anos, em união com a catequese paroquial, os ensinamentos, deveres e obrigações oriundos dos Sacramentos. Embora se espere que lhes seja dada a experiência do Espírito no seu crescimento cristão, muitos não são educados nesta experiência do Espírito Santo. Depois quando alguns deles fazem o Crisma na sua adolescência e quando se espera que o sacramento da confirmação seja uma experiência de Efusão do Espírito Santo, tornando os crentes verdadeiros soldados de Cristo, tal como é prática hoje, também permanece muitas vezes como apenas um ritual, sem qualquer preparação e experiência profunda do Espírito Santo. E assim muitos cristãos prosseguem as suas orações e práticas religiosas, através de rituais e símbolos, sem conhecer a verdadeira unção e ação do Espírito Santo que recebem. A Efusão do Espírito vem “acordar” o nosso Batismo, o nosso Crisma. Em muitos batizados a Graça quase se extinguiu. “Deus estava lá e eu não sabia” (Gn 28,16). A Efusão vem realizar a promessa: “Se alguém Me ama, revelar-Me-ei a ele, Meu Pai amá-lo-á, Nós viremos a ele e faremos nele a Nossa morada” (S. Jo 14,21-23). O Espírito foi-nos dado no nosso Batismo, mas, ao longo do tempo, a fonte das Águas Vivas tornou-se salobra e deixou de jorrar, ou o poço ficou fundo e nós deixamos de saber tirar a água, ou a corda ficou demasiado curta para que o nosso balde possa descer até à água (S. Jo 4,11). No deserto do nosso coração está uma nascente escondida (S. João 7,38), mas nós esquecemos o caminho até ela. É então que a Efusão do Espírito Santo intervém para aqueles que sentem esse apelo e recebem essa graça. E com a Efusão um fogo nasceu das brasas que julgávamos apagadas. A mecha estava lá mas coberta por uma boa camada de cinza. O Espírito na Efusão liberta o Seu poder, vem derramar o Amor no nosso coração e revelar-nos Jesus como único Senhor e Salvador.

Nos encontros carismáticos de preparação para a Efusão do Espírito Santo (SVE I) os participantes são conduzidos, através de catequeses e ensinamentos simples (O Querigma), a um compromisso adulto e consciente para aceitar Jesus Cristo como o seu único Senhor e Salvador, após um arrependimento contrito e completo dos seus pecados. Depois, no dia da Efusão, após uma fervorosa oração de súplica, numa atmosfera impregnada de oração, e pela imposição das mãos, o Espírito Santo, que neles está adormecido, é despertado:

“Por isso recomendo-te que reacendas o dom de Deus que se encontra em ti, pela imposição das minhas mãos, pois Deus não nos concedeu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e de autodomínio” (2 Tm 1,6-7).

O que se verifica é que antes da Efusão a pessoa estava a fazia uma resistência enorme às manifestações do Espírito Santo. Tinha o Espírito como que amarrado, fechado, sem poder soltar-se.


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Com a Efusão e naquele ambiente de oração profunda, a pessoa pode abrir-se e deixar-se conduzir pelo Espírito Santo, ou seja, deixar que Ele se manifeste e liberte o Seu poder. A partir daquela altura a pessoa, se liberta inteiramente ao conseguir se abandonar e entregar completamente ao Senhor, já não oferece resistência à manifestação do Espírito e por isso começa a manifestar-se nela aquilo que o Espírito vai operando dentro de si. Daí que uma Efusão do Espírito seja uma renovação de todos os compromissos que se fizeram quando se receberam os vários sacramentos e a libertação da totalidade do Espírito Santo e graça recebidos. É por esta razão que, embora não seja outro sacramento, muitas pessoas têm experiências maiores com a recepção da Efusão do Espírito Santo do que com a recepção dos Sacramentos. Por incrível que pareça a sua experiência de Deus, durante a Efusão do Espírito é, em geral, maior que a experiência que tiveram na sua primeira comunhão, na profissão de fé ou mesmo no Crisma.

É verdade que todo o cristão batizado tem o Espírito Santo mas nem todos estão cheios do Espírito, daí que devamos ser “batizados” no Espírito Santo periodicamente. Todo o Católico deve portanto ter esta experiência da Efusão do Espírito Santo. Em resumo, uma pessoa primeiro deve-se preparar e desejar encher-se do Espírito Santo a fim de ter o Espírito dentro dela, para que no momento da Efusão, a pessoa se abra completamente e deixe que o Espírito, que já no seu interior, se manifeste e liberte o Seu poder. Penso que se no dia do Crisma houvesse também este ambiente forte de oração haveria também muitas Efusões nesse sacramento à semelhança do que acontece nos grupos carismáticos.



Extração do livro “Efusão e Repouso no Espírito Santo” (3ª Edição) de João Carlos da Silva Dias. Encomendas: mirjsd@gmail.com; Portugal: Tel.: 00351.914137940



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Após ultima parada Gay em São Paulo a “CRISTOFOBIA” pode enfim virar Crime.



“CRISTOFOBIA”  O QUE É ISTO?

Ano passado o  Grupo LGBT fez um protesto em frente a Igreja da Candelária no Rio de Janeiro, onde simpatizantes LGBT estavam nuas e crucificadas se beijando numa clara demonstração de desrespeito ao Cristianismo dizendo ser um simples protesto contra a “HOMOFOBIA” que também é um termo novo que apareceu a poucos anos para definir um crime que seria praticado contra a minoria gay simplesmente pelo fato de serem Gay’s e não por outro motivo qualquer.   Reconhecemos que existem muitas pessoas com intolerância ao grupo LGBT, mas temos que reconhecer também que existem desde muito tempo aquelas pessoas que são intolerantes ao CRISTIANISMO e que perseguem o Cristianismo mesmo sem motivo isto é o que configura a “CRISTOFOBIA“.

Atitudes anticristãs e perseguições ao Cristianismo sempre existiram desde o dia que Cristo morreu na Cruz e durante toda a história da Igreja no mundo muitos mártires morreram simplesmente pelo fato de acreditarem em Deus e seguirem os mandamentos de Jesus, isto porém jamais foi considerado como um crime.

Atualmente na África acontecem atrocidades contra pessoas Cristãs e em outros países asiáticos como a China o Cristianismo é perseguido e pessoas são condenadas à prisão e outras são mortas e queimadas vivas simplesmente pela intolerância ao Cristianismo, mas ninguém jamais reivindicou que esta atitude se tornasse um crime. A moda agora é proteger um grupo de pessoas que não tem o mínimo respeito pelos outros grupos minoritários e principalmente pelos “CRISTÃOS”, Já que o deputado Jean Willis já se manifestou publicamente em vídeo gravado no congresso que todas as Bíblias deveriam ser queimadas e que o Cristianismo deveria ser apagado da face da terra, fica claro e evidente que este sentimento é compartilhado pela maioria de seu grupo minoritário acarretando assim uma ação preconceituosa e não simplesmente um ato involuntário como pretendem que acreditemos.

Foto: terra

Foto: terra – Instagram / Reprodução

Na ultima parada gay em São Paulo, um modelo LGBT tirou a roupa e se crucificou numa cruz, até aí nada de anormal já que durante a semana Santa muitos atores fazem o mesmo durante as representações da via sacra, porém quando Jesus morreu na cruz Ele pretendia acima de tudo nos livrar do pecado e a sua morte simboliza a morte para o pecado e não uma exaltação do mesmo.    Todo grupo LGBT sabe muito bem que a Igreja jamais teve preconceito com nenhum pecador, muito menos por qualquer simpatizante LGBT que se converta e queira abandonar seu pecado, Sim, a Igreja aceita qualquer pecador que se converta seguindo o exemplo do filho pródigo, mas a Igreja jamais aceitará o pecado que escraviza e mata o homem.   Este pecado é bem conhecido e se chama ‘HOMOSSEXUALISMO“, fica bem claro que Deus ama o pecador, mas aniquila o pecado, Deus ama o Homossexual, mas abomina o homossexualismo, sendo assim um fato bem conhecido por todos, tando do lado da Igreja como do lado dos Homossexuais.  Sabendo que Igreja e pecado não se misturam deveriam saber também que uma parada a favor do pecado do homossexualismo não deveria usar ou se apropriar de uma imagem que representa exatamente o oposto daquilo que está sendo proposto, neste caso fica evidente que este uso inapropriado se trata de um ultraje ao Cristianismo já que o fato da não compactuação de Cristo com o PECADO e neste caso da não compactuação de CRISTO com um evento a favor do pecado seria mais relevante do que qualquer outra proposta, mesmo que fosse a mais pura e sincera, pois já é de conhecimento publico que este grupo minoritário não aceita a proposta Cristã para suas vidas.

De qualquer forma achamos que o acontecimento foi válido, porque agora ficou evidenciado que não é só a “HOMOFOBIA” que deve ser evitada, mas existe também uma “CRISTOFOBIA” muito evidente e que é promovida e financiada até mesmo por órgãos do governo atual brasileiro, o que não deveria ocorrer, pois se o governo é contra a “HOMOFOBIA” deveria também ser contra a “CRISTOFOBIA” e não permitir que eventos financiados pelo GOVERNO exerça qualquer tipo de ofensa ou violência verbal, visual ou prática seja evidenciada contra qualquer outro grupo social minoritário ou não.


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CRISTOFOBIA AINDA NÃO É CRIME?


Após Parada Gay, “Cristofobia” pode virar crime hediondo

Líder do PSD, Rogério Rosso, apresentou projeto na Câmara que eleva pena para o crime de ultraje a culto…

veja mais em Terra: 



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Queira receber a Efusão do Espírito Santo.


“Aspirai aos dons espirituais”

monsenhor Jonas Abib


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Ser instrumento do Espírito Santo não é resultado da nossa perfeição nem da nossa santidade. Pelo contrário! Nosso caminho de santificação, de perfeição, passa, necessariamente, pela efusão do Espírito Santo, pois não é possível apenas com nosso esforço. Certamente, podemos colaborar, cooperar, deixar-nos trabalhar pelo Senhor, mas é Ele quem faz tudo.

Nossa conversão verdadeira acontece quando somos recriados no Espírito Santo. A partir daí, tomamos gosto pela oração, pela escuta da Palavra de Deus, e começamos a participar realmente da Missa e dos sacramentos, a trabalhar na Igreja, cooperando com o Senhor.

Desse modo, não podemos, por nós mesmos, conceder nem privar os outros da graça que recebemos gratuitamente. “Quem crê em mim, do seu seio, do seu interior, jorrarão rios de água viva.” Basta isso.

Quando recebi a efusão do Espírito Santo, tudo durou um dia só. Padre Haroldo J. Rahm, SJ, passou pelo nosso seminário e concedeu um dia de retiro aos seminaristas. Ele falou sobre os dons, os carismas do Espírito Santo, sobre a Renovação Carismática. Na época, não entendi o que significava efusão do Espírito, dons nem carismas na perspectiva da Renovação Carismática. Sabia o que eram os carismas, os dons, mas não da maneira como estava acontecendo: as pessoas sendo curadas, orando em línguas. A confusão tomou conta de minha cabeça. Não entendi nada.

“Tudo começa pela efusão do Espírito”, disse monsenhor Jonas Abib


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No entanto, o Senhor semeou, no meu coração, um desejo muito grande. Nem sabia que graça era aquela que receberia, mas a queria muito. Quando o padre Haroldo impôs as mãos sobre mim e fez uma oração breve, não senti nada, pareceu-me que nada havia acontecido. Mas, à noite, sozinho no pátio do seminário, comecei a orar como nunca havia orado na minha vida.

Tudo começou a mudar, foi o surgimento do olho-d’água. Era aquela a efusão no Espírito Santo, do jeito que Jesus falou: “Do seu interior correrão rios de água viva”. Sabemos que um rio de água viva nasce de um olho-d’água, não há outra forma. Foi assim na minha vida; será assim na sua.

Depois de três meses, fui fazer uma experiência de oração com padre Haroldo e levei três jovens comigo; foi então que, ouvindo as palestras sobre efusão do Espírito e os dons, comecei a entender o que estava acontecendo comigo. Nos três meses anteriores, Deus me deu a graça de experimentar muitas coisas novas. Meu sacramento e minha vida mudaram e tornou-se mais verdadeiro o arrependimento dos meus pecados.

Ali, na experiência de oração, fui encontrar a explicação daquilo que, pela graça de Deus, estava vivendo.

Você quer ou não ser transformado pelo Espírito Santo? Não sei o grau de sua aridez, de suas dificuldades espirituais, só sei que chegou a hora: o Senhor quer que você mergulhe na graça da efusão do Espírito Santo.

Vamos dizer ao Senhor: Senhor Jesus, quero receber a efusão do Espírito Santo, como diz a Tua Palavra: “Sereis batizados”. Quero ver-me banhado no Teu Espírito, possuído, até as últimas fibras do meu ser, pelo Espírito Santo de Deus. Vem, Espírito!

“Sim, Jesus, dá-me Teu Espírito. Plenifica-me, Senhor. Derrama sobre mim o Teu Consolador. Senhor, concede-me a graça. Peço que manem de mim rios de água viva, que se realize em mim a promessa: ‘Vós sereis batizados no Espírito Santo’. Realiza a Palavra, Senhor Jesus:

‘Do seu interior correrão rios de água viva’. Realiza a Palavra: ‘Descerá sobre vós o Espírito Santo. Recebereis força, poder e sereis minhas testemunhas até os confins da terra.’”

Vem, Espírito Santo, porque eu preciso de Ti agora. Cobre cada um dos meus (nomeie cada pessoa que você deseje abençoar) e o conduz a Tua Igreja. Vem, Espírito Santo, derrama-Te sobre nós. Jesus, Tu és o batizador; batiza-nos no Espírito Santo. Precisamos desta graça. Cumpra-se, Senhor, a Tua Palavra. Amém!


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Artigo do livro:

“Aspirai aos dons espirituais”,

monsenhor Jonas Abib.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Efusão_no_Espirito_2 Batismo_Espírito
Sete_dons

Efusão significa um novo Derramamento do Espírito.


EXPLICANDO O ACONTECIMENTO DE UMA FORMA MAIS DINÂMICA.


Derrama_Espirito


A palavra Batizar significa mergulhar.

A palavra Efusão significa Derramar.

Em ambos os casos configura-se a ação do Espírito Santo na pessoa como se fosse uma água viva que molha todo o corpo conforme a simbologia usada por Jesus em (São João 7,38).

“Quem crê em mim, como diz a Escritura: Do seu interior manarão rios de água viva. (Zc 14,8; Is 58,11).

O Batismo recebido por Jesus das mãos de São João Batista era um mergulho nas águas do Rio Jordão que molhava todo o corpo, a pessoa deveria ficar totalmente submersa por alguns instantes representando assim uma morte e um reviver imediato ao sair da água. Uma morte para o pecado do homem velho e o renascimento de um novo homem comprometido com a santidade.

A Igreja Católica hoje usa o método da “EFUSÃO” para o Sacramento do Batismo.   Ou seja, usa um derramamento de água sobre a fronte da pessoa, principalmente pelo fato de estarmos Batizando crianças que correriam riscos desnecessários ao serem mergulhadas em um rio como Jesus foi.  Também foi desta forma que Deus cumpriu a sua promessa em Pentecostes.  Ele derramou chamas de fogo que repousaram sobre cada um dos apóstolos que estavam presentes no Cenáculo, assim também usamos apenas um derramamento para efetuar o Batismo e para se referir ao Batismo no Espírito que foi na verdade um derramamento e não um mergulho propriamente dito.

De uma forma ou de outra o que importa mesmo é receber a água viva do Batismo como algo que nos molhando ou nos encharcando provoca um mesmo efeito espiritual tirando de nós toda sujeira da alma e do espírito como a equivalência de um banho e uma limpeza de tudo que poderia impedir a ação de Deus em nossas vidas, inclusive e principalmente o pecado que não é uma sujeira que está grudada na pele exterior do corpo e sim uma sujeira que gruda na nossa alma, sendo que o lavar desta água externa é apenas um reflexo da verdadeira “ÁGUA VIVA” que jorra internamente no ser humano dentro de seu coração lavando-o de toda sujeira do pecado.


Efusão_no_Espirito_1


A Efusão externa é visivelmente apenas um derramamento de água sobre a pessoa, mas a efusão interna é um derramamento espiritual que impregna toda sua alma de uma forma equivalente ao molhar do corpo externo.

A Palavra de Deus vai muito além de uma ação visível e exterior no corpo humano, pois Deus declara na profecia que vai penetrar e introduzir seu Espírito dentro de nossos corações.   Ele diz que “TODOS” o conhecerão porque este Espírito que nos penetra irá nos revelar a pessoa de CRISTO nos levando ao conhecimento do Deus verdadeiro.   Este “CONHECIMENTO DO SENHOR”, não se trata de “SABEDORIA humana”, história ou conteúdo de memórias e dados de aprendizado, mas se trata de uma “INTIMIDADE PESSOAL”,   Você tem muitos amigos e sempre terá um amigo que é mais chegado no qual você confia de forma a ser capaz de partilhar os seus segredos mais íntimos.   Se perguntamos o “POR QUE?” que somos capazes de partilhar segredos  com nosso melhor amigo e não somos capazes de contar nada sobre nós à uma pessoa desconhecida a resposta será simplesmente porque “CONFIAMOS NELE” e confiamos porque conhecemos.    Assim também acontece com o conhecimento do Senhor expresso na profecia de (Jeremias 31) “Porque todos me conhecerão…”, nada mais é que uma apresentação de Jesus à pessoa que recebe o Espírito Santo, assim, aquele Jesus que parecia tão distante de nós de repente num piscar de olhos se torna o nosso melhor amigo ao qual seremos capazes de “CONFIAR” ao ponto de lhe contar os nossos maiores segredos e depositar até mesmo as nossas vidas em suas mãos como São Pedro foi capaz de se lançar-se ao mar e caminhar em direção a Cristo.    Quando “CONHECEMOS” E “CONFIAMOS” em alguém a este ponto somos capazes de abrir as portas de nossa casa para que Ele entre, não só a porta da sala de visitas, mas também aquela porta que vive trancada do porão onde você esconde todas as suas coisas velhas e tranqueiras inúteis e os segredos que você esconde de todas as visitas “DESCONHECIDAS”.

Muitas vezes chamamos este acontecimento de uma “EXPERIÊNCIA PESSOAL COM JESUS”, ou seja, você “CONHECEU JESUS PESSOALMENTE” a ponto de lhe confiar todos os seus segredos e abrir-lhe todas as portas de sua casa, quem não “CONHECEU E NÃO CONFIA EM JESUS A ESTE PONTO” não sabe o que é verdadeiramente uma “EFUSÃO NO ESPÍRITO” e por isso dizemos que todos precisam ter esta experiência pessoal com Jesus, PORQUE ELA É PESSOAL E INTRANSFERÍVEL.

Em uma outra Profecia Deus nos diz que:

“A Terra se encherá do conhecimento do Senhor assim como as águas cobrem o fundo do mar…”   (Isaías 11,9) e (Habacuc, 2,14)

O Sentido e tradução desta Profecia é que o Pai declara que seu Amor é tão imenso que será capaz de abraçar a todos os homens de uma só vez e fazer com que eles permaneçam sobre suas asas como a galinha acolhe todos os seus pintinhos para protegê-los do mal.  Este amor é o Espírito Santo Derramado sobre nós “a Igreja viva”, “INFUNDIDO” sobre nós o que abrange todo nosso ser como se estivéssemos totalmente mergulhados neste “MAR” DE água viva e não apenas um rio ou um copo d’água que nos molha, pois as águas vivas que o Pai derrama sobre nós são comparadas ao oceano que ocupa todo o planeta (Como o dilúvio de Noé) e o mais importante disso é que no fundo do mar permaneceremos sempre cheios deste Espírito. Eternamente e não apenas nos molhando agora e nos secando logo em seguida com uma toalha.


Saindo_na_chuva_para_se_molhar_3


Existe um ditado popular que diz:

“Quem sai na chuva é porque quer se molhar…”

Também é correto afirmar o contrário:

“Quem não quer se molhar não deve sair na chuva e nem mergulhar em uma piscina…”

Queremos dizer que em comparação com a chuva que cai do céu, a GRAÇA do ESPÍRITO SANTO também está caindo como jamais caiu antes nesta terra.    Assim como o Espírito Santo foi derramado sobre os Apóstolos em Pentecostes assim também Ele está sendo derramado sobre todos nós hoje, a unica diferença é que os Apóstolos foram para a chuva para se molhar e não levaram nenhum guarda chuva porque queriam ficar totalmente encharcados do Espírito Santo, olharam para o céu e pediram com o peito aberto:

“Senhor Envia tua chuva agora, tua chuva de graças e a chuva da água viva do Teu Espírito…”

“Eu quero saciar a minha sede de Ti Senhor…”

“Senhor, Envia teu Espírito agora…”

“Senhor, cumpra tua promessa em meu coração…”

“Senhor, eu quero estar cheio do teu Espírito…”

“Senhor, eu quero te conhecer, crer e confiar em ti de todo meu coração…”

“Senhor, eu abro as portas da minha casa e do meu coração para que você possa entrar e fazer a tua morada em meu ser…”

Nós estamos acostumados a sair de casa e olhar para o céu, se estiver nublado já é o suficiente para levarmos o guarda chuva para não correr o risco de nos molharmos.   Conheço muitas pessoas que fazem o mesmo quando vão ao encontro de Jesus assim como Nicodemos, sim muitas pessoas resistem a participar de um encontro fechado e quando vão chegam lá bem protegidas com medo de se molhar e o nosso trabalho mais difícil é mesmo quebrar esta proteção para que eles molhem pelo menos um pouquinho.

“Pedi e se vos dará. Buscai e achareis. Batei e vos será aberto.  Porque todo aquele que pede, recebe. Quem busca, acha. A quem bate, abrir-se-á.”   (S. Mateus, 7,8)

Não pedimos e por isso não recebemos, não aguardamos e por isso não experimentamos, não cremos e por isso não vemos a glória de Deus brilhar como Moisés viu.


Nao_cai_no_pecado


É correto dizer que para não cair em pecado, basta se afastar das tentações e também é correto dizer que se nos afastarmos de Deus e não tivermos a coragem de rasgar os nossos corações e entrar nesta chuva de peito aberto certamente iremos permanecer bem enxutos, porém totalmente vazios da graça de Deus.

É preciso que tenhamos a coragem de fazer o mesmo que os Apóstolos fizeram:

Permaneceram em Jerusalém até que Jesus cumpriu a Promessa de enviar seu Espírito Santo, caso contrário jamais receberemos esta água viva em nossos corações e jamais conheceremos o Senhor como Ele realmente É.


Vem_Espirito


Este texto foi desdobrado em duas Dinâmicas que estão em outros Post’s distintos e relacionados com o entendimento deste texto.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das

três garrafas.


Pipoca_estourando_Efusão

Dinâmica:

A Transformação

do Homem interior.



Fruto_Espírito Recebendo_o_Espirito_Santo Batismo_Espírito
Sete_dons

Dinâmica das três garrafas.



Esta dinâmica demonstra por meios técnicos na prática como compreender o mecanismo do Batismo ou o efeito de um mergulho dentro d’água, comparação usada por Deus e por Jesus para ministrar o Batismo Sacramental “Novo Nascimento como filhos de Deus” e o Batismo no Espírito “A Recepção da graça plena e o poder da presença constante do Espírito Santo “PENTECOSTES” em nossos corações.

(I Cor, 3,16)



Tres_garrafas_1 Tres_garrafas_2

MATERIAIS:

Foto 1 – Pegamos uma vasilha grande transparente cheia de água, mais ou menos 30 l e colocamos em cima de uma mesa.

Foto 2 – Pegamos três garrafas pet transparentes de 600 ml ou mais:

a – Uma garrafa que esteja vazia, com tampa e com furos na parte inferior para que deixe vazar o líquido de seu interior num tempo médio de 2” mim.

b – Uma garrafa que esteja cheia de líquido escuro simbolizando uma água suja e contaminada, pode estar suja com borra de café que fica preta para que ao ser esvaziada permaneça ainda um pouco suja para se efetuar uma limpeza posterior.

c – Uma garrafa com água levemente tingida com corante simbolizando uma garrafa cheia de algo que seja útil ou alimento “algo bom”, porém demonstrando que a garrafa está cheia e ocupada com alguma coisa boa, no exemplo acima utilizamos uma garrafa de Coca Cola.


Explicando o Batismo como um mergulhar nas águas do Espírito.


Tres_garrafas_3 Tres_garrafas_4

Foto 3 – Se mergulharmos as 3 garrafas obteremos:

A – Uma garrafa fica boiando na superfície.

A garrafa vazia não mergulha e se molha muito pouco secando rapidamente.

1 – A garrafa vazia será comparada com uma pessoa que não se interessa por nada e não se compromete, passa pela vida e nada sente, não vive o evangelho e nem se toca porque está fechada em si mesma.

2 – A solução – abrir a tampa e mergulhar totalmente a garrafa para que se encha plenamente, mesmo sabendo que a garrafa tem vários furos em baixo.

B – Foto 7 – Retirando a garrafa da água veremos a garrafa cheia, porém irá se esvaziar aos poucos através dos furos até ficar totalmente vazia novamente.


Tres_garrafas_5 Tres_garrafas_6
Tres_garrafas_7 Tres_garrafas_8

Usando o exemplo (foto 5) podemos afirmar que quando mergulhamos na graça de Deus nos enchemos completamente (foto 6), porém ao sair para a vida (foto 7) comum no mundo, os problemas, as aflições do dia a dia irão gradativamente nos esvaziar desta graça até que ficaremos vazios novamente sendo assim necessário uma nova imersão para completar o nosso vazio, percebendo assim que teremos sempre a necessidade de retornar à fonte desta água viva (foto 5).

Usando o exemplo do filho pródigo:

Ao sair da casa de seu Pai com sua herança, ele carregou as mulas com tudo o que possuía, pegou mantimentos, água e levou joias e todo seu dinheiro para a viagem que não previa ter que voltar.

Pelo caminho ele foi comendo a comida, bebendo a água e gastando todo o dinheiro, vendeu seu tesouro, porém seu estoque não era renovado e não possuía nenhuma fonte de renda de mantimentos ou de água.  Com o passar do tempo seu tesouro se esgotou e ele ficou sem nada, totalmente vazio (foto 7) e foi neste ponto que aprendeu que precisava da fonte que existia na casa de seu Pai (foto 5), uma fonte inesgotável de riqueza.

Também poderemos comparar com um veículo que irá viajar uma distância de mais de 1500 Km, sua autonomia é de apenas 400 Km e assim precisará ser reabastecido no caminho por mais de uma vez ou não conseguirá alcançar o seu destino.

Conclusão: Não basta nos enchermos uma única vez da graça de Deus (f.6), pois a caminhada no mundo nos esvazia (f.7) e precisamos ser reabastecidos constantemente das graças de Deus (f.5) e assim atingimos o resultado ideal (Foto 8).

B – Duas garrafas ficam mergulhadas porém permanecendo com seu líquido interior intocável.


 foto 2  foto 4  foto 13
Tres_garrafas_2 Tres_garrafas_4 Tres_garrafas_13

Obs. 2: (Foto 4) – As garrafas fechadas ao serem retiradas da água ficam levemente molhadas exteriormente, porém secaram rapidamente, praticamente nem se nota que foram mergulhadas na água em comparação com a (Foto 2).

Obs. 3: (foto 13) Com tampa ou sem tampa, as duas garrafas que estavam cheias permanecerão intocadas e mesmo que se derrame água limpa sobre elas fará muito pouca diferença.

Comparação:

1 – A Garrafa com líquido escuro (água suja) será comparada com o homem pecador cheio de pecado e bloqueado que não se abre para a graça Divina e mesmo recebendo um pouco da graça permanecerá ainda sujo e no pecado.

Solução: (RENUNCIA) Abra a garrafa e despeje o líquido de seu interior em uma outra vasilha dizendo que está se esvaziando de si mesmo e renunciando a todo o mal e todo pecado, não basta esvaziar só um pouco (50%), Não basta esvaziar (99%) permanecendo ainda uma contaminação de impureza, é preciso se lavar e se limpar completamente. (Batismo de São João na água simbolizando o renascimento de um novo homem).


 foto 9 e 12  foto 10 e 14  foto 11 e 15
Tres_garrafas_9 Tres_garrafas_10 Tres_garrafas_11
Tres_garrafas_12 Tres_garrafas_14 Tres_garrafas_15

Depois encha a garrafa esvaziada na água limpa e perceba que ainda permaneceu um pouco de sujeira, repita a operação e demonstre que a conversão do coração muitas vezes não é 100% imediata como costumam dizer por aí e que precisamos rever muitas de nossas atitudes de erro (pecadão) e (pecadinhos), atitudes que muitas vezes podem não parecer pecado mas conduzem ao erro e ao pecado, sendo assim, precisamos fazer uma limpeza constante para nos santificarmos ainda mais.

2 – A Garrafa que estava cheia de um líquido bom será comparada a “SAULO” ou ao “JOVEM RICO” ou ainda ao irmão do filho pródigo que eram boas pessoas, mas apesar de estar perto de Deus e imbuídos de boa vontade estavam cheios de si mesmos e não da água viva oferecida por Deus, a comparação é clara:

Solução: (ENTREGA TOTAL)

(Filipenses 2,9) Jesus nos dá o melhor exemplo.

“Jesus aniquilou-se a si mesmo”…

O Jovem Rico apesar de fazer o bem sua vida toda e seguir a lei passo a passo, preferiu seus bens materiais a ter que seguir Jesus o filho de Deus.

O Filho não pródigo apesar de servir o seu pai todos os dias não refletia a sua imagem e nem as atitudes dele, tinha ódio e falta de perdão no coração e preferiu ficar de fora da grande festa preparada por seu Pai para o seu irmão que se converteu.

Saulo que estava tão cheio de fé e zelo pelas coisas de Deus que não enxergava o que era mais obvio bem na sua frente que Jesus é verdadeiramente o Filho de DEUS  e que veio fazer uma nova aliança com seu povo e eles o negaram pois estavam muito ocupados fazendo sua própria vontade e nem sequer se tocaram que Deus não queria nada daquilo que faziam e queria sim outra coisa muito diferente.  Neste caso a comparação é uma luz tão forte que chega a cegar Saulo e que depois ao se converter e voltar a enxergar torna-se “SÃO PAULO”.

Podemos ficar sem visão por dois motivos, por falta de luz e também por excesso de luz, no caso dos cegos era a falta de luz e no caso de São Paulo foi o excesso de luz que o impedia de ver a verdade.

Solução: Esvaziar-se de si mesmo e tornar a ser criança como Jesus disse a Nicodemos, pois quem não nascer de novo, não poderá entrar no reino de Deus.


Tres_garrafas_2

O NASCIMENTO DE UM NOVO SER!


Conclusão: Esta atitude não vale apenas para os pecadores, mas também para todos aqueles que se acham santos e não precisam desta graça pois já estão na Igreja servindo a Deus, a verdade é que todos nós precisamos desta água viva todos os dias e não somente uma unica vez na vida, precisamos renovar nossas forças e buscar a presença de Deus, buscar estar sempre cheios de seu Espírito Santo como nos recomenda São Paulo:



“Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus. Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo!” (Efésios 5, 17 a 20) 



Uma pergunta que sempre fazemos e as pessoas sempre erram a resposta:


Lampada_apagada 
O Que precisamos para acender uma lâmpada?

Ligar o interruptor?

Ligar a energia?

Sim, mas o essencial é que ela esteja APAGADA, pois se já estiver acesa não precisará aceder novamente.   Assim entendemos que precisamos esvaziar de nós mesmos para nos revestirmos do novo Homem segundo a vontade de Deus e por melhor que sejamos podemos ter certeza de que a “IMAGEM” “O MOLDE de DEUS” será sempre melhor ainda, é como comparar com a formatação de um “HD” de computador, pois o sistema a ser instalado será original e livre de qualquer imperfeição, vírus ou defeitos causados pelo uso.



“Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não renascer da água e do Espírito não poderá entrar no Reino de Deus. O que nasceu da carne é carne, e o que nasceu do Espírito é espírito.”        (São João 3, 5 e 6)



Nascer_da_agua_e_do_espirito


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120&h=120
Sete_dons
Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

 DINÂMICA EXPLICADA EM POWER POINT.




Efusão no Espírito Santo.


Pentecostes Maria 2


“Ide, ensinai todas as nações, e batizai-as em

nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.


SEMINÁRIO DE VIDA NO ESPÍRITO

Efusão do Espírito Santo
Pe. Philippe, OSB

INTRODUÇÃO

Nos Atos dos Apóstolos as primeiras testemunhas anunciam Jesus Cristo; aqueles que aceitam Jesus Cristo se “voltam para”, se convertem; em seguida recebem o dom do Espírito. Eis-nos chegados a esta etapa de nosso caminho. Entramos assim no coração da Renovação que é uma graça do Senhor, a graça que nos faz “redescobrir” a realidade do Espírito e sua ação em nossa vida.

Falaremos inicialmente desta graça que é chamada muitas vezes de efusão do Espírito; em seguida vamos introduzi-los na Koinonia: a comunidade de cristãos reunida no Espírito em nome de Jesus e finalmente será dado um ensinamento sobre o caminhar no Espírito que nos conduz progressivamente a viver verdadeiramente segundo o Evangelho.

NOTAS PRELIMINARES

1º Relembrando a Promessa de Jesus

Será suficiente citar alguns textos fundamentais:
Jo 14, 15-19; 14-26. At 1, 8; 2, 14-21.33.

2º A questão da terminologia

A Renovação é um dom de Deus para seus filhos. Depois é que vêm as palavras para exprimir o que se recebeu. O que conta é a realidade. As palavras que vamos usar são ainda provisórias. Os teólogos procuram expressões e definições.

Aqui tentaremos nos expressar da melhor maneira com palavras imperfeitas e provisórias.

Fala-se freqüentemente de Batismo no Espirito: esta expressão é ambígua. É por isso que os teólogos católicos não gostam dela. Nós fomos batizados uma vez por todas.

Alguns preferem falar em Efusão do Espírito: está bem, mas ela é um tanto vaga. Com efeito temos com freqüência “efusões” do Espírito Santo. Vamos tê-las até nossa morte. Por exemplo, o novo ritual dos doentes pede uma efusão do Espírito para o membro do Cristo que sofre e deve talvez enfrentar a morte. Trata-se aqui de uma graça particular que nos faz tomar consciência de uma realidade que tínhamos perdido de vista: a do Espírito Santo; a Renovação nos introduz na experiência do Espírito.

Outros preferem “libertação do Espírito”: esta expressão aproxima-se mais da realidade. Em inglês diz-se “The Release of the Holy Spirit”; a palavra “libertação” não é muito feliz nas línguas latinas, mas, na falta de melhor, traduz o que se quer dizer: a renovação liberta em nós os dons do Espírito Santo que nós já recebemos.

Eis o plano que seguiremos para esta apresentação:

PLANO:
A) – O vinculo entre a Renovação e a iniciação cristã.
B) – O que é a libertação do Espírito Santo: tentativa de formulação.
C) – Os efeitos da libertação do Espírito.
D) – Condições para receber esta graça da Renovação.
E) – Como se recebe esta graça, como nos é dada?

A) O VINCULO ENTRE A RENOVAÇÃO E A INICIAÇÃO CRISTÃ

Para nós católicos o Dom de Pentecostes nos é transmitido pelos três sacramentos da iniciação cristã: o Batismo, a Confirmação, a Eucaristia. O que o Espírito Santo e seus dons nos deram nestes três sacramentos:


Batismo Sacramento

O SACRAMENTO DO BATISMO


No Batismo

Tornando-nos participantes da própria vida de Deus, tornamo-nos filhos adotivos, irmãos de Jesus Cristo, somos habitados pelo Pai, o Filho e o Espírito Santo.

O Espírito Santo é o artesão deste Batismo.

Isto é expresso com muita felicidade durante a Vigília Pascal no momento da bênção da água: “Por teu poder invisível, Senhor, realizas maravilhas nos teus sacramentos, e ao longo da história da salvação tu te servistes da água, tua criatura, para nos fazer conhecer a graça do batismo.

Desde o começo do mundo foi teu Espírito que planava sobre as águas para que elas recebessem em germe a força que santifica. Pelas águas do dilúvio, anunciavas o batismo, que faz reviver, já que ali a água prefigurava tanto a morte do pecado como o nascimento de toda justiça. Fizestes os filhos de Abraão passar a seco o Mar Vermelho para que a raça liberada da servidão representasse o povo dos batizados.

Teu Filho bem-amado, batizado por João nas águas do Jordão, recebeu a unção do Espírito Santo. Quando estava na cruz, deixou sair de seu lado aberto sangue e água; e quando ressuscitado, disse a seus discípulos: “Ide, ensinai todas as nações, e batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”. Agora, Senhor, olha com amor tua Igreja e faz jorrar nela a fonte do batismo. Que o Espírito Santo dê, por esta água, a graça do Cristo, a fim de que o homem, criado à tua semelhança, nela seja lavado, pelo batismo, das manchas que deformam esta imagem e renasça da água e do Espírito para a vida nova de filho de Deus. Nós te pedimos, Senhor: pela graça de teu Filho, que o poder do Espírito Santo venha sobre esta água, a fim de que todo homem que seja batizado, sepultado na morte com o Cristo, ressuscite com ele para a vida”.

Na Confirmação

O Espírito Santo torna-se o princípio ativo da nova vida. É ele que nos faz descobrir esta adoção, é ele que nos modela segundo Jesus Cristo, é ele que nos faz chamar: Abba, Pai, como o Filho único.

Tudo isto ele realiza com uma multidão de dons espirituais, os carismas.


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O SACRAMENTO DA EUCARISTIA


Na Eucaristia

É o mesmo Espírito que opera. Ele torna Jesus presente: “Santificai estas ofertas por teu Espírito, para que elas se tornem o Corpo e o Sangue de teu Filho” (Oração Eucarística nº 3).

Ele faz de nós um só corpo em Jesus Cristo: “Quando estivermos alimentados de seu Corpo e de seu Sangue e cheios do Espírito, concede-nos ser um só corpo e um só espírito no Cristo” (Oração Eucarística nº 3).

Recebemos portanto tudo: imensas energias espirituais foram depositadas em nós como fermentos, como sementes. O grão de mostarda foi plantado em nós. Depois disto é só uma questão de crescimento. É nesta perspectiva de crescimento que podemos apreender o que é a graça da Renovação.

B) O QUE É A LIBERTAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO: TENTATIVA DE FORMULAÇÃO

Após o que foi dito acima, será possível situar a Renovação e alcançarmos seu sentido e utilidade.

Retomemos a questão do crescimento.

Se olharmos o mundo cristão em seu conjunto, constataremos três graus nesse crescimento:

– Para um certo número, não há crescimento. Muitos cristãos estão completamente adormecidos. Não há frutos… São como ramos mortos.

– Para um grande número há poucos frutos. Muitos tornaram-se mornos: cristãos por tradição, cristãos só intelectualmente; cristãos que perdem o sentido do pecado.

– Para um pequeno número, há frutos autênticos do Espírito.

Dito isto, podemos tentar uma formulação da Renovação:

– É um dom de Deus ao mundo de hoje para uma retomada de consciência da realidade do Espírito, de sua ação insubstituível, de imensas riquezas que estão em nós.

– É uma graça que vem liberar uma fonte que se acha bloqueada em nós. O símbolo da água é sem dúvida o mais expressivo; é o que o próprio Jesus utiliza no dia da festa dos Tabernáculos, a festa da água: “No último dia da festa, que é o mais solene, Jesus, de pé, disse em voz alta: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, de seu seio jorrarão rios de água viva. Ele falava do Espírito que deviam receber os que nele cressem; pois não havia ainda Espírito, porque Jesus não fora ainda glorificado” (Jo 7, 37-39). Jesus é esta Água Viva, e o Espírito é o movimento, a corrente que a faz correr, que a faz jorrar.

– É uma graça que vem acordar uma força divina mais ou menos adormecida em nós: “Mas o Espírito Santo descerá sobre vós e dele recebereis força” (At 1,8).

– Esta graça que retira o bloqueio da Fonte, que liberta o Espírito, nos atinge a cada um no nível em que estamos.

Em alguns provocará uma verdadeira conversão: parte-se do zero, descobre-se Jesus Cristo.

A outros, ela faz sair do torpor, da mornidão.

A outros, enfim, ela fará entrar na plenitude do Espírito. Esta graça não é reservada a uma categoria de pessoas especiais; verificamos que ela se manifesta pelo mundo inteiro, não somente entre os católicos, mas também entre os protestantes e entre aqueles que ainda não encontraram o Cristo.


Experiência_com_Deus

Uma Experiência com deus e com DEUS!


C) OS EFEITOS DA LIBERTAÇÃO DO ESPIRITO

Quando constatamos os efeitos visíveis desta graça melhor podemos compreendê-la. Tentar formulá-la é uma coisa, experimentá-la é outra. O que descrevemos agora, nós o vimos não só uma vez, mas várias vezes e em pessoas das mais diversas idades, formação intelectual, origem social ou nacional e mesmo continental.

1. Jesus Cristo é o dom por excelência

Quando se descobre a realidade do Espírito, o primeiro efeito é sempre a descoberta ou a redescoberta ou o aprofundamento de uma relação vital com o Senhor Jesus Cristo. Jesus torna-se verdadeiramente o centro da vida e, aos poucos, tudo passa a ser vivido através dele: nossas ações, nossa visão das pessoas e dos acontecimentos. As palavras de Paulo entram em nossa vida: “viver com Jesus, por Jesus, para Jesus, em Jesus”.

Reencontra-se a vitalidade dos primeiros cristãos como depois de Pentecostes. E isto dentro de uma cristologia autêntica que ressoa como um cristal puro: é Jesus Cristo, o Filho de Deus, homem e Deus. Isto é muito importante. Com efeito, vários movimentos paralelos como “o movimento de Jesus”, “Jesus revolução”, “Jesus superstar” devem ser olhados com respeito e interesse, mas a sua cristologia é duvidosa e incompleta. A promessa de Jesus: o Espírito me revelará se realiza na Renovação: esta revelação faz Jesus se tornar a Vida de nossa vida. Nada disto é novo: trata-se de coisas reencontradas.

2. O gosto pela Santa Escritura

Isto é sempre uma conseqüência da libertação do Espírito em nós. Descobrimos a Palavra de Deus como uma palavra de Vida e penetramos no seu sentido pelos dons do Espirito Santo.

Aqui realiza-se outra vez a promessa de Jesus, e faz-se disso uma experiência pessoal: “Tenho ainda muito a vos dizer, mas não podeis agora compreender. Quando vier o Espirito da Verdade ele vos conduzirá para a verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras” (Jo 16, 12-13). “Mas o Paráclito, o Espirito Santo que o Pai enviará em meu nome, é que vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos disse” (Jo 14, 26).

Isto não significa que devamos abandonar a exegese e não mais escutar a voz da Igreja, mas simplesmente que todo cristão que lê a Escritura abrindo-se à ação do Espirito descobrirá a Palavra de Deus como Palavra de Deus para ele hoje.

3. A comunhão fraterna

O Espirito continua aquilo que começou em Pentecostes. Aqueles que descobrem de verdade Jesus numa relação vital descobrem também que são irmãos e irmãs no Cristo. É uma experiência maravilhosa: vemos pessoas totalmente estranhas, mesmo opostas no plano humano, tornarem-se uma COMUNHÃO, realizarem a unidade com Jesus e entre elas, descobrirem um nível, uma profundidade de relacionamento que jamais haviam conhecido antes.

Numa mesma assembléia, vemos intelectuais, trabalhadores manuais, jovens e velhos, conservadores e progressistas, deficientes e saudáveis, negros e brancos. As divergências são ultrapassadas para dar lugar a esta comunhão que é o dom manifesto do Espírito Santo.

4. A liberdade espiritual

Tocamos aqui um ponto essencial que nos mostra que a Renovação não é uma espécie de emoção sentimental ou uma fuga às realidades da vida. Ela desperta em nós o dom da força que nos ajuda a mudar de vida, a abandonar progressivamente todas as atitudes que não estão de acordo com o Evangelho de Jesus Cristo. Foi assim que vi jovens abandonarem drogas ou abusos sexuais, casais que começaram a se amar de verdade, religiosas que deram uma arrancada em seu crescimento espiritual, padres que redescobriram o sacerdócio. Estes são todos fatos tangíveis, visíveis, da ação do Espírito Santo.


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Os Frutos do Espírito Santo

O Bom Fruto Do Espírito Santo.


5. Crescimento dos frutos do Espírito

Esta liberdade espiritual, esta escapada de nossas servidões, são acompanhadas do crescimento dos frutos espirituais. Aqui apenas os mencionaremos: “Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, autodomínio. Contra essas coisas não existe lei” (Gál 5, 22-23).

No final desta palestra falaremos mais desta ação do Espírito que muda nossas vidas.

6. Redescoberta da Igreja

Esta é também uma ação manifesta do Espírito. O Espírito não divide, ao contrário, unifica. Aqueles que entram para a Renovação redescobrem a Igreja com uma visão nova. Eles descobrem que a Igreja é ao mesmo tempo institucional e carismática.

A Igreja, quando se torna uma pura instituição, caminha para a morte; por outro lado, quando se torna só carismática, arrisca-se a ficar louca. A verdade total é a união do institucional com o carismático. Isto foi magnificamente demonstrado por ocasião da Reunião Internacional dos Líderes da Renovação realizada, em Roma, em outubro de 1973. Eles tinham um só desejo, o de encontrar o chefe visível da Igreja. Este encontro se realizou e foi confirmado numa imensa alegria em Pentecostes de 1975 que reuniu em Roma 10000 cristãos dos grupos da Renovação.

7. Reencontro de Maria

Desde o Vaticano II a devoção a Nossa Senhora se enfraqueceu bastante apesar do belo texto conciliar. Sob a ação do Espírito encontra-se Maria numa nova visão:

– Ela é aquela que recebeu a plenitude do Espírito e que nesta obediência ao Espírito nos deu Jesus Cristo.

– Ela é a carismática por excelência, ouvindo em seu coração a voz do Espírito e sempre respondendo a ela.

– Ela é aquela que jamais contristou o Espírito.

– Ela é aquela que estava presente ao nascimento da Igreja, orando com os Apóstolos e os discípulos na sala de cima e assistindo à realização da promessa de seu Filho.

8. Um caminho novo para o Ecumenismo

O que se passa conosco, católicos, passa-se também com nossos irmãos protestantes. Esta experiência comum é um caminho de reencontro, de aproximação. Não são poucas as reuniões de oração em que católicos e protestantes pelo mesmo Jesus, se dirigem ao mesmo Pai do Céu sob a ação do mesmo Espírito. São realmente redescobertas: os protestantes partilham sua experiência da Palavra de Deus, mas descobrem conosco a realidade da Eucaristia e se abrem ao lugar de Nossa Senhora na vida dos cristãos.

A respeito desses efeitos da Renovação poder-se-ia dizer: a Igreja redescobre que na realidade ela é carismática, isto é, que é normal que seus filhos recebam todos os dons espirituais para o crescimento do Reino de Deus. As vezes esses efeitos se manifestam como uma tempestade; mais freqüentemente, porém, como uma suave brisa, uma fonte de água viva que nos invade suavemente.

D) CONDIÇÕES PARA RECEBER ESTA GRAÇA DA RENOVAÇÃO

– Pobreza espiritual

Esta graça da Renovação é oferecida a todos que tomaram consciência de que nada absolutamente podem por si mesmos, de que estão na indigência, de que têm sede do Deus vivo; todos os que fizeram a experiência de sua fraqueza, de sua fragilidade.

– Ser como crianças

Em outras palavras, os sábios e prudentes deste mundo não podem descobrir o tesouro que carregam dentro de si. Temos de nos desfazer da crosta de intelectualismo e orgulho de espírito para podermos entrar no Reino Misterioso que nos foi prometido. Reler as palavras de Paulo aos Coríntios: Sabedoria do mundo, Sabedoria cristã (1 Cor 1, 17 e seguintes).

– Ter uma fé absoluta em Jesus: que prometeu o Espírito, em Jesus que envia, que dá o Espírito.

– É preciso desejar profundamente esta invasão do Espírito, esta plenitude do Espírito. Este desejo cresce em nós, insinua-se em nós, e se nos impõe. Desconfiemos, pois, de uma espécie de fantasia espiritual, de um desejo de seguir a moda, de fazer como os outros. Eis por que é preciso um certo tempo para que isto amadureça como um fruto e então nos seja dado.

E) COMO SE RECEBE ESTA GRAÇA, COMO NOS É DADA?

– É preciso aqui afirmar com ênfase que o Espírito age onde quer, como quer e quando quer.

Todo cristão é chamado a receber a plenitude do Espírito.

– O Espírito nos mostra hoje um caminho entre muitos outros. Tentemos mostrar este caminho sem excluir os outros:

1º Nós recebemos o poder de pedir. É preciso portanto, pedir, orar: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espirito Santo aos que o pedirem!” (Lc 11, 13).

2º É preciso pedir em conjunto. É uma atitude de humildade. Nós nos apoiamos na fé dos irmãos e irmãs no Cristo. Quando alguns estão reunidos em nome de Jesus, tornam-se muito fortes para pedir.

3º Pede-se com imposição de mãos. Aqui é preciso não se assustar. Não é um gesto mágico nem um gesto sacramental, é um gesto de oração que exprime o fato de que aqueles que oram estão verdadeiramente conscientes daquilo que fazem. E aquele que recebe a imposição de mãos toma também consciência de uma maneira bem forte de que se ora por ele, apenas isso. É um gesto que era normal entre os cristãos. Ainda é utilizado pelos padrinhos e madrinhas na confirmação.

4º As etapas da oração:

É um pouco como a renovação do Batismo e da Confirmação, como uma entrada nas profundidades do Batismo e da Confirmação.

Aquele que pede deve:

– exprimir sua fé em Jesus Cristo;

– exprimir de uma maneira global o arrependimento de suas faltas, retirando todo obstáculo à libertação do Espírito: sobretudo o perdão das ofensas; pedir a efusão do Espírito, o desbloqueio da fonte.

“Vem, Espírito Santo.”

“Jesus, realiza tua promessa, envia teu Espírito”;

– exprimir sua ação de graças.

É muito importante: é preciso agradecer porque a graça é concedida. Jesus prometeu, Jesus está cumprindo.

É isto; muito simples. Não procurem emoções extraordinárias. Mas de um modo ou de outro, cedo ou tarde constatarão que o Espírito que habita em vocês faz maravilhas.

Efusão do Espírito Santo
Pe. Philippe, OSB



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Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

Oremos pelas vítimas do jornal Charlie Hebdo.



#PrayersforParis

(Orações por Paris).


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O papa Francisco rezou nesta quinta-feira em sua missa matinal pelas vítimas do atentado contra a revista francesa Charlie Hebdo.

“O atentado de ontem em Paris nos faz pensar em toda essa crueldade humana; nesse terrorismo, seja um terrorismo isolado ou o terrorismo de Estado. A crueldade da qual o homem é capaz!”, declarou na missa diária que celebra na residência de Santa Marta.

Rezemos agora pelas vítimas dessa crueldade. Tantas vítimas! E rezemos também pelas pessoas cruéis, para que o Senhor converta seus corações”, acrescentou, em declarações à Rádio Vaticana.

Pouco depois, o santo padre enviou em seu Twitter em todos os idiomas a mensagem com o hastag #PrayersforParis (Orações por Paris).

Nesta condenação sem ambiguidade, Jorge Bergoglio lançou ainda um apelo a todos que “se oponham com todos os meios à difusão do ódio e a toda forma de violência”




CHÁCARA JEUS CURA
APOCALYPITO

A família continua sendo o melhor modelo de Sociedade.



A família não é um modelo antiquado e os católicos deveriam defendê-la não só das estruturas de pecado hostis a ela que colocam em dúvida a tradicional cultura familiar e muitas vezes a destrói,

assinalou o Relator Geral do Sínodo dos Bispos, Cardeal Peter Erdo na sua “Relatio ante disceptationem”.



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Postado em 8 de outubro de 2014

O Cardeal dividiu este documento que introduz os trabalhos do Sínodo em quatro partes: O Evangelho da Família no Contexto da Nova Evangelização, o Evangelho da família e a pastoral familiar, as situações pastorais difíceis, e a família e o Evangelho da vida.

Do mesmo modo, na conferência de imprensa de ontem, 6 de outubro, o Cardeal indicou que foram levadas em consideração as respostas dadas ao questionário preliminar que foi enviado às conferências episcopais, assim como as intervenções enviadas pelos padres sinodais.

O Arcebispo de Budapeste (Hungria) também compartilhou com os jornalistas que a renovação da metodologia do sínodo se expressa também no fato de que já está sendo elaborada “a relação posterior à discussão, sobre a base das intervenções escritas dos padres sinodais, embora ainda temos que considerar o que sai do debate”.

Por sua parte, o Secretário Geral do Sínodo, Dom Bruno Forte, explicou aos jornalistas que “houve uma maturação no caminho sinodal ao longo dos anos”. Acrescentou que “como os temas mais importantes do Concílio Vaticano II foram discutidos no meio das sessões, as não formais, espero que os resultados mais importantes do sínodo dos bispos cheguem das discussões livres, que o Papa Francisco quer que sejam francas”.

O texto, lido pelo Cardeal Erdo, ofereceu também alguns dos temas a serem tratados durante estas duas semanas:

Educação

O documento indica que “a família certamente hoje encontra muitas dificuldades; mas não é um modelo antiquado, pelo contrário, entre os jovens em geral se constata um novo desejo de família”.

De acordo com o Cardeal “entre os cristãos católicos a substância do ensinamento do Novo Testamento e do Catecismo da Igreja Católica sobre o matrimônio parece ser bastante conhecida. Entretanto, os aspectos específicos da doutrina e do Magistério da Igreja sobre o matrimônio e a família nem sempre são suficientemente conhecidos entre os fiéis”.

Nesse sentido, destacou muitas vezes a necessidade de uma educação mais integral no ensino católico, fazendo-se eco das observações do “Documento de trabalho do sínodo dos bispos”. “Resulta especialmente útil oferecer aos pastores das comunidades locais diretrizes claras para ajudar todos aqueles que vivem em situações difíceis”, adiciona o documento.

Do mesmo modo, alerta as comunidades locais para que evitem “as improvisações de uma ‘pastoral caseira’, que acaba fazendo mais difícil que se aceite do Evangelho da família”.

O documento também assinala que “é preciso acompanhar os noivos prometidos para que tenham uma clara consciência do que é o matrimônio no intuito do Criador, aliança que entre os batizados sempre tem a dignidade sacramental”.

A misericórdia não se anula com a verdade

Dado que “o tema da misericórdia está cada vez mais em primeiro plano como um ponto de vista importante no anúncio do Evangelho”, a relação destacou que a misericórdia “não elimina a verdade e não a relativiza, mas leva a interpretá-la corretamente no contexto da hierarquia das verdades”.

“A misericórdia, portanto, tampouco anula os compromissos que nascem das exigências do vínculo matrimonial. Estes continuam subsistindo inclusive quando o amor humano se debilitou ou cessou”, assinala o texto.


Coração ferido


Divorciados em nova união, coabitação e matrimônios civis

Além disso, o documento aborda situações como a coabitação, os matrimônios civis, assim como os divorciados em nova união.

As duas primeiras, indicou, representam uma nova dimensão de cuidado pastoral e “a Igreja não pode não reconhecer inclusive em situações a primeira vista afastadas de critérios que respondam ao Evangelho, uma oportunidade para acompanhar as pessoas, para que cheguem a uma decisão consciente, verdadeira e justa a respeito de sua relação”.

No que diz respeito aos divorciados em nova união, o documento indica que a resposta a estas questões mostra que este tema tem diferentes matizes em diversas partes do mundo, mas que não põem em questionamento “a palavra de Cristo e a verdade da indissolubilidade do matrimônio, nem faz com que já não estejam em vigor”.

“Os divorciados recasados civilmente pertencem à Igreja” e têm direito a receber o cuidado de seus pastores, afirmou o Cardeal. “Por isso a necessidade de ter em cada Igreja particular pelo menos um sacerdote, devidamente preparado, que possa prévia e gratuitamente aconselhar as partes sobre a validez de seu matrimônio”, acrescentou.

“Com efeito, muitos esposos não são conscientes dos critérios de validez do matrimônio e menos ainda da possibilidade da invalidez. Depois do divórcio, é preciso realizar esta verificação, em um contexto de diálogo pastoral sobre as causas do fracasso do matrimônio anterior, averiguando as possíveis causas de nulidade. Ao mesmo tempo, evitando a aparência de um simples cumprimento burocrático ou de interesses econômicos. Se tudo isso for realizado com seriedade e buscando a verdade, a declaração de nulidade produzirá uma libertação das consciências das partes”, indicou.

As instâncias de uma “mentalidade do divórcio” na celebração do sacramento do matrimônio faz acreditar que muitos casamentos celebrados na Igreja poderiam ser inválidos.

“Para verificar a possível nulidade do vínculo de maneira eficaz e ágil”, indicou, muitos sentem que os procedimentos precisam ser revisados. Para isso, o Papa Francisco nomeou uma comissão especial que reforme o processo de nulidade de matrimônios.

Homossexualidade

O documento também aborda o tema da homossexualidade e assinala que há “um amplo consenso em relação ao fato que as pessoas de tendência homossexual não devem ser discriminadas”, mas ao mesmo tempo emerge “com igual clareza que de parte da maioria dos batizados —e da totalidade das Conferências episcopais— não se espera uma equiparação destas relações com o matrimônio entre homem e mulher”.

“As formas ideológicas das teorias de gênero tampouco geram um consenso entre a grande maioria dos católicos”, acrescenta.

“Muitos querem, em contrapartida, superar os tradicionais róis sociais, condicionados culturalmente, e a discriminação das mulheres, que continua presente, sem negar com isso a diferença natural e criatural entre os sexos e sua reciprocidade e complementariedade”.

O Evangelho da vida

Em conclusão, a relação assinala a importância do Evangelho da vida. Quer dizer a abertura à vida não alheia ao amor conjugal. “O amor esponsal, e mais em geral a relação, nunca deve construir-se como um círculo fechado”, além disso, “a acolhida da vida não se pode pensar como limitada unicamente à concepção e ao nascimento. Se completa na educação dos filhos, no sustento que se oferece ao seu crescimento”.

O documento também recorda que “a acolhida da vida, assumir as responsabilidades em ordem à geração da vida e ao cuidado que esta requer, só é possível se a família não for concebida como um fragmento isolado, mas se perceber inserida em uma trama de relações”.

Nesse sentido, a Igreja está chamada a proclamar e ser testemunha da dignidade suprema da pessoa humana, “por isso, é preciso cuidar de modo particular da educação da afetividade e da sexualidade”.

Para isso, a relação aponta à necessidade de propor novamente a mensagem de Paulo VI em sua encíclica Humanae Vitae sobre o controle da natalidade.

Conclusão

Finalmente, o texto conclui que o desafio do Sínodo é “propor de novo ao mundo de hoje, em certos aspectos tão parecido ao dos primeiros tempos da Igreja, o atrativo da mensagem cristã em relação ao matrimônio e à família, destacando a alegria que dá, mas ao mesmo tempo dar respostas reais e impregnadas de caridade aos numerosos problemas que especialmente hoje tocam a existência da família. Destacando que a autêntica liberdade moral não consiste em fazer o que se sente, não vive só de emoções, mas se realiza somente adquirindo o verdadeiro bem”.

“Em concreto nos pede acima de tudo nos colocar ao lado dos nossas irmãs e irmãos com o espírito do bom Samaritano: estar atentos a sua vida, em particular estar perto daqueles aos que a vida feriu’ e esperam uma palavra de esperança, que nós sabemos que só Cristo pode nos dar. O mundo necessita a Cristo. O mundo também nos necessita, porque pertencemos a Cristo”, concluiu.


Espiritualidade


O QUE É ESPIRITUALIDADE?




      Atualizado em 26/11/2014




Cristofobia ainda não é Crime?



Grupo LGBT demonstra sem medo em praça pública que não respeitam o Sacrifício de Jesus Cristo na cruz, debocham da fé e da Igreja, ameaçam queimar Bíblias como o Nazismo fez na Alemanha e o comunismo fez em Moscou juntamente com Padres e Freiras que ensinam este mito alienante!

A desculpa sempre vem disfarçada de um protesto a favor do Aborto e contra a homofobia, mas daí a se comparar com Cristo na Cruz é um pouco de exagero, não acham?

Tudo isso devemos assistir em silêncio, pois se alguém se manifestar contra esta libertinagem pode ser acusado de “homofobia”.


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Ativistas “LGBT”, seminuas e tentando imitar as vestes de Cristo, se colocam sobre uma simulação de CRUZ e se beijam em frente a Igreja Católica da Candelária! (RJ)


Ativistas seminuas usam cruz e coroa de espinhos para pedir legalização do aborto em frente a uma Igreja Católica (Rj)

Um grupo de ativistas gays usou símbolos religiosos do cristianismo durante um protesto chamado “beijaço” em frente a Igreja da Candelária no centro do Rio de Janeiro, e causou grande indignação nas redes sociais.

O protesto dos militantes LGBT era contra a forma que a fé cristã se posiciona sobre a homossexualidade e contra o candidato à presidente Levy Fidelix (PRTB), que afirmou em rede nacional durante o debate promovido pela TV Record que “dois iguais não fazem filhos”.

As ativistas Sara Winter e Bia Spring estavam seminuas, coladas a uma cruz de papelão e com uma coroa de espinhos sobre a cabeça, e se beijaram em frente à Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro. No alto da cruz, uma placa com a sigla “LGBT” ocupava o lugar da inscrição I.N.R.I. (acrônimo de Iesus Nasarenus Rex Iudaeorum, do latim, “Jesus Nazareno Rei dos Judeus”).

“Há uma grande quantidade de candidatos e políticos eleitos que estão diretamente envolvidos com instituições religiosas, sobretudo cristãs, que tanto atrasam o desenvolvimento de nossa política, principalmente com relação aos direitos reprodutivos da mulher e também às políticas públicas voltadas para o público LGBT”, disseram as ativistas ao jornal O Dia.

O uso de símbolos cristãos em passeatas e manifestações de ativistas gays não é novidade. Outros militantes homossexuais já se valeram do mesmo expediente durante a Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro em 2013, e na presença de diversos fiéis católicos, quebrou símbolos de fé da denominação.  Anos atrás, o pastor Silas Malafaia usou seu programa de TV para denunciar o uso de referências aos santos católicos durante a Parada Gay em São Paulo.

“Isto é discriminação religiosa! A cruz é o símbolo do cristianismo! Cadê o Ministério Público que não vê este absurdo? Por que eles podem tudo? Mas se fossemos nós só pelo fato de não concordarmos com a prática homoafetiva seríamos taxados como homofóbicos. Dois pesos, duas medidas. Respeito a diferença”, disparou a internauta Teresinha Neves em sua página no Facebook

Fonte: G1 e outros



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LGBT – ativistas gays

Pró aborto contra a Homofobia

Só uma perguntinha ????

Aborto pra quem ?

        Relacionamento LGBT é infértil e não produz o fruto do ventre!  Enquanto uns lutam pelo casamento e o direito de adotar um filho para se formar uma pseudofamília outros querem mata-lo.  Não dá para entender este tipo de manifestação contraditória mesmo levando em consideração que são ativistas profissionais pagas e financiadas e puro Marketing de imagem.


A Cristofobia é Crime?    Por que não ?


O que diz o Código Civil Brasileiro ?

I – DA LIBERDADE DE RELIGIÃO


           A Constituição Federal consagra como direito fundamental a liberdade de religião, prescrevendo que o Brasil é um país laico. Com essa afirmação queremos dizer que, consoante a vigente Constituição Federal, o Estado deve se preocupar em proporcionar a seus cidadãos um clima de perfeita compreensão religiosa, proscrevendo a intolerância e o fanatismo. Deve existir uma divisão muito acentuada entre o Estado e a Igreja (religiões em geral), não podendo existir nenhuma religião oficial, devendo, porém, o Estado prestar proteção e garantia ao livre exercício de todas as religiões.

…[…] … “Cabe, portanto, à autoridade civil, no exercício do seu poder de polícia, atendendo ao pedido que for feito pela autoridade competente da Igreja Católica Apostólica Romana, e assegurando-lhe o livre exercício do seu culto, impedir o desrespeito ou a perturbação do mesmo culto, …[…]…

[Leia mais:] – http://www.pge.sp.gov.br/


MILAGRE DE LANCIANO

O Aborto é um problema de saúde.



Mulheres que abortam têm mais chances de ter problema mental

Saúde – Terra


Mulher com medo

Estudo concluiu que o aborto pode aumentar em 155% as chances de a mulher cometer suicídio Foto: Getty Images




O Aborto é prejudicial

à saúde da Mulher conclui estudo médico.

Como já dizia uma certa presidenta:

O Aborto é um problema de Saúde.

só que ele que é a causa e não a solução.


Mulheres que fazem abortos têm quase o dobro de risco de desenvolver problemas mentais em comparação com as demais pessoas, segundo estudo. A pesquisa descobriu que o aborto afeta a saúde mental e pode causar ansiedade, depressão, alcoolismo, abuso de drogas e suicídio. As informações são do Daily Mail.

O estudo foi baseado em uma análise de 22 projetos separados que avaliaram as experiências de 877 mil mulheres, das quais 163,831 tinham abortado. Os resultados apontaram que mulheres que se submeteram ao aborto tiveram um risco 81% maior de problemas de saúde mental e quase 10% das doenças mentais mostraram ligação direta com o ato.

A pesquisa concluiu que o aborto estava relacionado a 34% de aumento de chances de transtornos de ansiedade, 37% de depressão, 110% de aumento de risco do abuso do álcool, 220% do uso de maconha e 155% mais chances de suicídio.


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(GRAÇAS A DECISÃO DE MINHA MÃE, EU ESTOU AQUI)


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Não caiam no

mesmo erro que eu.


Waris Dirie a Flor do Deserto.

Exemplo da luta contra a

OBLAÇÃO FEMININA


Fidelidade à Liturgia Católica.


Dom João Wilk ao assumir a Diocese de Anápolis Discursou dizendo:



“Tenho por prumo a fidelidade ao eterno e imutável depósito da fé, herdado dos apóstolos. Tenho por linha a fidelidade ao atual Magistério da Igreja. Com estas ferramentas, quero trabalhar e ajudar a Igreja a crescer.”



Acompanhe o Discurso Completo de Pose de Dom João Wilk.



SEREMOS FIEIS À LITURGIA QUANDO A CONHECERMOS BEM.


Fidelidade (do latim fidelitas pelo latim vulgar fidelitate é o atributo ou a qualidade de quem ou do que é fiel (do latim fide ou fido), para significar quem ou o que conserva, “mantém”, preserva mesmo as suas características originais, pode-se dizer quem ou o que mantém-se fiel à referência.
Fidelidade implica confiança e vice-versa, e essa relação de implicação biunívoca aplica-se quer entre dois sujeitos (humanos), quer entre determinado sujeito e o objeto sob sua consideração, que, a seu turno, também pode ser abstrato ou concreto. Essa co-significação originária mostra-se plena quando se trata de dois sujeitos, ambos com capacidade ativa, pois, nesse caso se pode invocar o correlato confiança (<latim cum = “com, a significar em conjunto, ou também” + fidere, fide, fido = “fé, certeza previamente, mutuamente assentida”

ConjugalFidelidade conjugal

É a manifestação da fidelidade no domínio de uma relação conjugal — qualquer que seja a sua natureza em figuras e/ou em papéis de gênero —, que pode ser recíproca, mutuamente acordada e assentida, ou unilateral, acordada ou não. Implica necessariamente em mútua confiança, aceita esta e considerada como a base da estabilidade relacional. Sem dúvida, existe um equívoco generalizado no identificar fidelidade com sexualidade. Conquanto possa envolver também o aspecto sexualidade relacional — é o mais usual —, não se lhe prende exclusivamente, todavia, dado que há acordos de fidelidade que prescindem da vivência ou até da ideia de sexualidade, esta, per se, também ampla por demais em sua significação.

Liturgia

A palavra liturgia (do grego λειτουργία, “serviço” ou “trabalho público”) compreende uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária como as salats muçulmanas[1]

Significado da liturgia

Para os cristãos, Liturgia, é, pois, a atualização da entrega de Cristo para nossa salvação. Cristo entregou-se duma vez por todas, na Cruz. O que a liturgia faz é o memorial de Cristo e da nossa salvação, ou seja, torna presente, através da celebração, o acontecimento definitivo do Mistério Pascal. Através da celebração litúrgica, o crente é inserido nas realidades da sua salvação.

Liturgia é antes de tudo “serviço ao povo”, essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja é o culto é uma representação simbólica (que não se trata de uma encenação uma vez que o mistério é contemplado em “espírito e verdade”) da vida cotidiana do crente em comunhão com sua comunidade.

A Liturgia tem raízes absolutamente cristológicas. Cristo rompe com o ritualismo e torna a liturgia um “culto agradável a Deus”.


Qual é o Rito Litúrgico Atual da Igreja Católica?



Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Rito Romano.


O rito romano é um dos ritos litúrgicos latinos, ou seja, um dos ritos litúrgicos ocidentais da Igreja Católica, que se desenvolveram numa zona da Europa ocidental e do norte da África, onde o latim era a língua da educação e da cultura, e que são distintos dos outros utilizados pelas Igrejas de rito oriental que se desenvolveram na Europa oriental e no Médio Oriente

Este rito litúrgico é aquele que predomina na Igreja Católica Latina, que conta com cerca de 98% dos fiéis católicos do Mundo.

Historicamente, a forma do Santo Sacrifício da Missa usada no Rito Romano de 1570 até 1970 (a “Missa Tridentina”) era conduzido, na maioria dos países, inteiramente em Latim eclesiástico, mas no Concílio Vaticano Segundo, no início dos anos 60, foi promulgada uma revisão da Missa, que agora é celebrada em todos os países na língua vernacular (local) além do Latim. Esta revisão, chamada também vulgarmente por movimento de reforma litúrgica, tem sido responsável nos últimos quarenta anos por uma convergência significativa das práticas predicamentais do Rito Latino com as das igrejas protestantes, afastando-as das dos outros ritos católicos, não-latinos.

Uma característica dos novos pontos de vista litúrgicos tem sido um “regresso às fontes”, que se diz que tem origem na redescoberta de antigos textos e práticas litúrgicas, bem como muitas práticas novas. As reformas litúrgicas pós-conciliares (pós-Vaticano II) incluem o uso da língua vernacular (local), uma maior ênfase na Liturgia da Palavra, e a clarificação do simbolismo. A característica mais visível das reformas é a postura do padre. No passado, o padre virava-se de frente para o altar, ficando, consequentemente, de costas para a congregação. As reformas fizeram com que o padre se voltasse para o povo, ficando entre eles o altar, já que este último é o centro da igreja. Isto simboliza, também, o desejo de que a missa se torne mais centrada nas pessoas. Há, todavia, críticos que não concordam com a natureza da missa pós-Vaticano II (conhecida por vezes como Novus Ordo Missae). Em 2003 foi revelado que a Missa Tridentina pré-Vaticano II estava de novo a ser celebrada na Basílica de S. Pedro (embora não no altar principal) e que o Papa João Paulo II começou a celebrar Missas Tridentinas na sua capela privada no Palácio Apostólico, no Vaticano.


Texto traduzido da Carta Apostólica em forma de “Motu Proprio” SUMMORUM PONTIFICUM


O QUE É ISSO?


È Uma Carta do Papa Bento XVI dirigida à toda Igreja Católica.

Tem por Objetivo Esclarecer o Uso dos diversos Ritos presentes na Igreja de Hoje.

: Confira o texto original diretamente do Vaticano em Latim

Sempre foi preocupação dos Sumos Pontífices até o tempo presente, que a Igreja de Cristo ofereça um culto digno à Divina Majestade “para louvor e glória de seu nome” e “para nosso bem e o de toda sua Santa Igreja”…

Art. 1. O Missal Romano promulgado por Paulo VI deve ser considerado como a expressão ordinária da lei da oração (lex orandi) da Igreja Católica de Rito Romano, enquanto que o Missal Romano promulgado por São Pio V e publicado novamente pelo Beato João XXIII como a expressão extraordinária da lei da oração (lex orandi) e em razão de seu venerável e antigo uso goze da devida honra. Estas duas expressões da lei da oração (lex orandi) da Igreja de maneira nenhuma levam a uma divisão na lei da oração (lex orandi) da Igreja, pois são dois usos do único Rito Romano.

O Papa Bento XVI Confirma as decisões do Concílio Vaticano II, apenas libera também o uso do Rito Tridentino “Em Latim” de uma forma extraordinária, sendo que de maneira nenhuma deverá substituir o Rito Romano atualmente em uso na lingua vernácula.

Portanto, é lícito celebrar o Sacrifício da Missa de acordo com a edição típica do Missal Romano promulgado pelo Beato João XXIII em 1962 e nunca anulado, como a forma extraordinária da Liturgia da Igreja. Estas condições estabelecidas pelos documentos prévios Quattuor abhinc annos e Ecclesia Dei para o uso deste Missal são substituídas pelas seguintes: …

Neste Caso, porém, no momento seria necessário um árduo trabalho de preparação com os Sacerdotes atuais, que estão desacostumados e pouco preparados para executarem de imediato este tipo de celebração, uma vez também que, não ficou como obrigatório esta preparação, somente para aqueles que desejarem. No entanto, já existe em Vários lugares, sacerdotes preparados e já celebrando a Missa de Sempre no Brasil.

Ser fiel à Liturgia de Sempre é portanto seguir as normas da Igreja, no Caso a norma atual. Estabelecida para que todos os Bispos a executem em suas Dioceses.

No Caso do Rito Tridentino Extraordinário, não será correto Celebrá-lo de maneira exclusiva em detrimento do Rito Romano, que deve ser o Rito ORDINÁRIO e aceitável, comumente celebrado nas missas dominicais com o povo.

Portanto quem ensina que o Rito Tridentino é o único correto e será exclusivo na Igreja Católica está cometendo um grande erro.

Devemos ser fieis ao nosso Papa, Ele é aquele que delimita o que cada um deve ou não fazer dentro da Liturgia da Missa e não certos professores de História ou padres isoladamente proclamando a sua própria disciplina de Fidelidade.

O caso de Marcel Lefebvre nos mostra claramente como não ser realmente fiel ao Papa ou à Igreja, como ele mesmo proclamava, estava defendendo a Igreja e até mesmo o próprio Papa dos erros do modernismo que perpetraram a mente dos Bispos Conciliares e acabaram realizando muitas mudanças no modo de ser Verdadeiramente Católico.

Ser Um Verdadeiro Católico implica em seguir a Comunhão da Igreja Militante, sendo fiel à sua Hierarquia, a partir do momento em que alguém se afasta desta Comunhão Plena e começa a Fomentar o seu próprio rebanho como fez Martinho Lutero na Alemanha, podemos considerá-lo como uma ovelha perdida, desorientada, nunca porém, como uma daquelas 99 que permanecem seguras juntas ao Pastor dentro do Aprisco Verdadeiro.

Há no Brasil grupos culturais, não eclesiásticos, Fundações meramente Históricas desligadas da hierarquia eclesial, sem nenhuma função dentro da Igreja, que divulgam e defendem o princípio das ideias Lefevristas, que ferem e dividem a Igreja provocando um Cisma de pensamento e mal estar dentro da Igreja, querendo afirmar com isso que existe uma crise dentro do Clero. Neste caso porém, se trata apenas de nuvens tempestuosas, com raios e trovões ameaçando chover do lado de fora do Aprisco Seguro de Cristo “A Verdadeira Igreja”, por mais forte que seja tal chuva, o maximo que pode ocorrer será algumas goteiras do lado de dentro, pois a Proprio Jesus Afirmou. E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, NEM AS PORTAS DO INFERNO PREVALECERÃO CONTRA ELA… (São Mateus 16,18.).Última atualização em Qui, 10 de Março de 2011 17:52


CORPO DE DEUS MILAGRE DE LANCIANO

Cura e Libertação não é exorcismo.



«Por isso, eu vos declaro: ninguém, falando sob a ação divina, pode dizer: Jesus seja maldito e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a ação do Espírito Santo.»                                                                       (I Corintios 12, 3).


Matéria apresentada no Fantástico deste domingo 27/07/14 fala sobre a dedicação de alguns Padres brasileiros no atendimento e libertação de pessoas acometidas por influências do maligno, esclarecendo que nem tudo é “demônio”, aliás o “Exorcismo” propriamente dito é a minoria dos casos, porém não podemos deixar de esclarecer que a possessão demoníaca existe sim e que para atender esses casos específicos é preciso muita preparação, oração e Jejum.   Como era de se esperar, médicos e psiquiatras não acreditam no demônio e nem em suas manifestações no ser humano ou fora dele, tratam tudo como enfermidade, mesmo quando o corpo coza de perfeita saúde entopem as pessoas com tranquilizantes e as abandonam em selas de hospitais psiquiátricos, pois não conseguem resolver ou explicar as manifestações que ocorrem com uma pessoa saudável, sendo assim não efetivam uma cura, pois manter pessoas dopadas com remédios tarja preta não equivale a cura.    A Bíblia é muita clara quando relata vários casos de manifestações do demônio e principalmente revelam o poder que o nome de Jesus tem sobre eles, pois está escrito:

“Que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e nos infernos…”   (Efésios 2, 9)


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Veja o texto da reportagem apresentada pelo Fantástico:


Link para o Vídeo: http://glo.bo/1oC9fUa disponível por tempo limitado.



O Fantástico deste domingo (27) fala de padres brasileiros que se dedicam a um ritual que parecia perdido na história da igreja: o exorcismo. Como explicar esses supostos casos de possessão demoníaca? O que a ciência tem a dizer sobre esse assunto? A reportagem é de Marcelo Canellas e Luiz Quilião.

Que mal acomete a mulher que se contorce, aos gritos, numa sala fechada? “Espíritos e demônios, vão embora!!”, diz um padre.

Crucifixos, terços, bíblias em punho.

Fantástico: O senhor é um padre exorcista?
Padre Vanilson: Hoje eu tenho autorização da Arquidiocese.
Fantástico: Para fazer exorcismo?
Padre Vanilson: Para fazer exorcismo.

Ainda existem mesmo padres especializados em enxotar o demônio?

Fantástico: O senhor lida com possessão demoníaca?
Padre Lauro Freire Alves Filho: Sim!

Padre Lauro, de Fortaleza, está sempre em alerta.

Fantástico: O senhor já foi tentado pelo demônio?
Padre Lauro: Sim. Todos nós somos tentados pelo demônio, né? Isso a fé da Igreja nos ensina. Jesus foi tentado pelo demônio.

Padre Vanilson, de Brasília, nunca se descuida: “Como a gente mexe com essas questões, a gente acaba também despertando a fúria do mal”, diz Padre Vanilson.

Padre Vanilson e Padre Lauro fazem parte de um pequeno grupo de sacerdotes. Eles se dedicam, em tempo integral, ao que a Igreja Católica chama de combate espiritual ao demônio.

Igreja do Perpétuo Socorro, no Lago Sul, o bairro mais chique de Brasília. No estacionamento, lotado de carros importados, não há vagas. Lá dentro, diante do altar, empresários, altos funcionários, profissionais liberais. “Sai, em nome de Jesus”, disse Padre Vanilson.

Na Zona rural de Planaltina, no Distrito Federal, em um galpão improvisado, operários, camponeses, empregadas domésticas. “Eu ordeno, que venha para fora. Sai! Sai! Sai! Em nome de Jesus!”, disse.

Seja na igreja abastada, ou no lugarejo pobre, quando a imagem de São Miguel Arcanjo subjugando Satanás aparece, as pessoas começam a tossir e a gritar. Parecendo em transe, vão se jogando ao chão e permanecem deitadas umas ao lado das outras.

“Tem muito exorcismo? Eu digo: não. Na verdade, nós trabalhamos com oração de libertação”, diz Padre Vanilson.

A diferença é que a oração de libertação é para pessoas supostamente oprimidas pelo mal diabólico, mas que não estão possuídas pelo demônio.

Padre Vanilson: Alguém já me disse assim que eu que provoco as pessoas vomitarem, tossirem, enfim, a gente ouve tanta coisa.
Fantástico: E o senhor responde o que a essas pessoas?
Padre Vanilson: A minha resposta é sempre isto: eu mostro os efeitos.

Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, esse é um comportamento descrito pela medicina.

“É o que nós chamamos de estado dissociativo, que antigamente era chamado de histeria coletiva. As características são exatamente as das pessoas repetirem ações ou comportarem-se de forma idêntica àquele que está comportando ao seu lado, na sua frente, junto daquele contexto vivencial que se tem naquele momento”, explica o presidente da associação, Antônio Geraldo da Silva.

É como se todos, sugestionados pelo padre, passassem a agir da mesma forma. “Em todas essas situações há um comandante, há uma pessoa em que as pessoas acreditam piamente que podem ajudar e que vai fazer e que algo está acontecendo”, disse o presidente da associação.

“Eu não trabalho com teoria. Eu trabalho com ser humano, que está doente, sofrido, oprimido”, destaca Padre Vanilson.

O Fantástico acompanhou dois atendimentos individuais feitos pelo Padre Vanilson, no subsolo da Igreja do Perpétuo Socorro. Uma mulher de 42 anos, e um homem de 35, que não querem se identificar.

“Nos dois casos não foi exorcismo, mas nos dois casos são ação do demônio”, disse o padre Vanilson.

O repórter cinematográfico Luiz Quilião foi autorizado a filmar de dentro da sala. A equipe ficou do lado de fora. O padre entrevista a mulher antes de rezar. Ela diz que o mal aparece num redemoinho, no quarto dela, sempre na hora de dormir.

“Saiu de dentro do colchão, aquela coisa. E enfiou um negócio na minha cabeça. E falou assim: eu gosto muito de você”, conta.

“Tudo indica que ela foi consagrada ao mundo espiritual diabólico”, disse Padre Vanilson.

“Toda ação maligna e toda a opressão, pesadelos, visões, tudo isso, Jesus, agora seja cancelado pelo poder e a autoridade do teu reino”, diz o padre.

Fantástico: O senhor estava falando uma outra língura?
Padre Vanilson: Ali seria uma linguagem impulsionada pelo Espírito Santo, uma oração suscitada pelo espírito.

Enquanto invoca ajuda divina, os auxiliares rezam com ele. A moça põe as mãos no estômago, onde estaria concentrado todo o mal. Logo ela se agita.

“Em nome de Jesus, que seja desfeito. Em nome de Jesus, vai obedecer agora”, diz o padre.

Se joga no chão. Depois tenta atacar o padre e é contida pelos auxiliares. Borrifa água benta. “Eu cancelo toda a bruxaria que foi feita. Eu sou a tua salvação! Eu sou a tua salvação!”, diz o padre.

Ela se debate. Solta o último grito e se contorce. Depois fica em silêncio, ao comando do padre. Ela se acalma, e recebe a última benção. O outro atendimento foi muito parecido. Um rapaz se dizendo atormentado.

Nos dois casos, os atendimentos vão continuar. O padre diz que será preciso fazer mais orações para afastar o mal.

Para a psiquiatra Elisabete Possidente, mestre em neuropsiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, esse comportamento nada tem a ver com o diabo. Trata-se de uma doença psíquica com manifestações físicas. “O nosso psíquico, ela pode mimetizar qualquer doença física ou mental”, destaca a psiquiatra.

Fantástico: Quer dizer, a pessoa sente fisicamente esse transtorno psicológico?
Psiquiatra: Sente. Ela sofre com isso, não é um fingimento, não é uma simulação. Elas realmente sofrem.

A suposta cura, ou expulsão do demônio, seria apenas um alívio oferecido pelo exorcista. “A vida dela está sendo em função dessas manifestações, desses sinais e sintomas. Então quando tem uma pessoa externa que fala: ‘eu vou te ajudar, eu vou te dar o apoio para você sair disso’. Isso é fundamental. O padre cumpre esse papel”, disse a psiquiatra.

O antropólogo Carlos Alberto Steil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, diz que o pastor também cumpre esse papel, porque há exorcismo em outras igrejas. “O exorcismo está mais identificado como uma prática cristã. Todo exorcismo na Igreja Católica, Evangélica, Protestante, está associado à ideia da autoridade da palavra”, destaca o antropólogo.

O Papa Francisco começou o seu pontificado reafirmando a existência do diabo. Um dia depois de ser eleito, ele citou o escritor e pensador católico Leon Bloy para dizer que quem não se confessa está sujeito ao demônio. “Quem não reza para Deus, reza para o diabo. Quando não se confessa para Cristo, se confessa à mundanidade do diabo”, disse o Papa.

Não é o Papa quem escolhe os exorcistas. Embora o padre só vire exorcista depois de fazer um curso no Vaticano, cada bispo tem autonomia para nomeá-los, caso ache necessário. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil nunca fez um levantamento completo, mas o Fantástico apurou que existem pelo menos 30 padres exorcistas atuando no país, sem contar os que combatem o demônio fora do rito oficial da Igreja.

Padre Lauro, até pensou em fazer o curso do Vaticano. Mas um exorcista europeu o desaconselhou. “Você vai fazer o que lá? Vai ouvir o que já sabe? Só se for para treinar o italiano”, conta Padre Lauro Freire Alves Filho.

Ele recebeu autorização do arcebispo de Fortaleza para fazer atendimentos informais. “Formalmente, assim, nomeação de exorcistas na Arquidiocese de Fortaleza não há. Do ponto de vista prático é um verdadeiro exorcismo”, ele afirma.

Para ele, o importante é separar o que é ação do demônio e o que é superstição ou distúrbio. “Uma xícara caiu no chão é o demônio, né? A menina não arranja namorado porque é feia demais acha que é o demônio. Mas o demônio existe, ele tenta, é uma possibilidade e isso acontece”, destaca o padre Lauro.

Para ele, não são só pessoas que são possuídas. Objetos também, como no caso do piano da casa de um fiel. “Quando eu olhei, o piano estava tocando sozinho, né? Uma peça de Beethoven ou de Bach, não me lembro bem. E eu pensei comigo: ‘Nossa! Que demônio culto, né?’  Bem educado, né? Toca até piano, né?”, conta o padre.

O padre Geovane é pároco na favela Nova Holanda, no Rio de Janeiro. Fez curso em Roma, e é exorcista nomeado pelo arcebispo. Segue o rito romano e utiliza os objetos da liturgia oficial. “Ritual, a cruz, óleo, água benta e a estola”, explica Padre Giovane Ferreira.

Em um ano e meio de atividade, exorcizou uma única pessoa, que deixou, por escrito, o relato de seu drama. “Ofereci a Lúcifer a minha vida. Eu via como que um bicho de pele preta, chifres, olhos brancos envermelhados com rabos enormes. Eu invoquei as legiões do mal. E, aos poucos, fui me libertando”, diz o relato.

A Igreja considera muito raros os casos de exorcismo. O próprio padre Vanilson atendeu apenas dois casos.

Fantástico: Nesses dois o senhor foi bem sucedido? Conseguiu expulsar?
Padre Vanilson: Um eu digo que 100%.
Fantástico: Que é a dona Dercília?
Padre Vanilson: Dercília.

Foram 34 anos de sofrimento. “A força monstruosa que tinha. Os olhos virados”, conta o representante comercial Eurípedes Guedes dos Santos.

O marido acreditava que o demônio falava por Dercília, uma dona de casa de Goiânia. “E falava com uma voz muito estranha: ‘Ela é minha. Eu queria era a filha dela, mas não foi possível. Então ela é minha. Ela foi consagrada pra mim, ela foi consagrada pra mim’”, conta o marido de Dercília.

A filha, que seria o verdadeiro alvo do demônio, assiste à entrevista da mãe. “’Mãe! A voz diferente, no corpo dela, falava: não sou sua mãe. Não encosta em mim’”, conta a filha Luciana Guedes da Silva.

Fantástico: Quantos episódios desses você testemunhou?
Luciana: Quando criança, vários. Muitos. Eu não tenho contas, não. Mas foram muitos quando criança.
Fantástico: Dez? Vinte?
Luciana: Uns vinte, talvez.
Fantástico: Você lembra de quê?
Dercília Maria Guedes: Eu lembro só quando eles começavam a oração e ia me dando um mal estar, uma coisa ruim, assim, aí eu não lembro mais nada. Aí, no outro dia, quando eu chegava em casa, eu estava toda machucada, todinha. Boca, braço, tudo. Aí que eles me contavam.

O Padre Vanilson resolveu o caso em um único dia.

Fantástico: Isso de fato não aconteceu mais?
Eurípedes: Em novembro, fez um ano e um mês que acabou tudo.
Fantástico: Desde aquela vez, nunca mais aconteceu nada?
Eurípedes: Nunca mais aconteceu nada.

Eurípedes vai até o quarto para mostrar o kit exorcismo que montou por precaução. “É o sal exorcizado. Esse aqui é o azeite, também exorcizado”, disse Eurípedes.

E água benta, para borrifar na casa inteira.

Ronaldo Pilati, da Sociedade Brasileira de Psicologia, diz que a ciência explica o comportamento das pessoas supostamente possessas. “Na literatura de psicologia clínica, por exemplo, o que as pessoas muitas vezes atribuem a possessões são distúrbios dissociativos e distúrbios psicóticos que são muito frequentemente confundidos com possessões”, destaca.

“Os psiquiatras e psicólogos, e não só os psiquiatras e psicólogos, até mesmo certos sacerdotes que criticam veementemente o exorcismo, é porque nunca estiveram presente numa sessão de exorcismo”, avalia Padre Lauro.




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O Livro da Capa Preta

Power Point – PPT

A Sabedoria esatá acima da Inteligência – Post


Padre_Leo_e_sua_Familia

Uma Oração

em cada dedo.

Papa Francisco



Jesus_disfarçado

Jesus mora

disfarçado dentro

de sua casa (teatro)