O Valor de uma Ave-Maria.



TODAS A GERAÇÕES TE PROCLAMARÃO BEM AVENTURADA.




AVE MARIA MINHA MÃE



Trechos selecionados da obra de São Luís Maria Grignion de Montfort


“A Ave-Maria, rezada com devoção, atenção e modéstia, é, como dizem os santos, o inimigo do demônio, pondo-o logo em fuga, e o martelo que o esmaga; a santificação da alma, a alegria dos anjos, a melodia dos predestinados, o cântico do Novo Testamento, o prazer de Maria e a glória da Santíssima Trindade. A Ave-Maria é um orvalho celeste que torna a alma fecunda; é um beijo casto e amoroso que se dá em Maria, é uma rosa vermelha que se lhe apresenta, é uma pérola preciosa que se lhe oferece, é uma taça de ambrosia e de néctar divino que se lhe dá. Todas estas comparações são de santos ilustres”.

“[Vários santos] compuseram livros inteiros sobre as maravilhas e a eficácia da Ave Maria, para conversão das almas. Altamente publicaram e pregaram que a salvação do mundo começou pela Ave-Maria, e a salvação de cada um em particular está ligada a esta prece; que foi esta prece que trouxe à terra seca e árida o fruto da vida, e que é esta mesma prece que deve fazer germinar em nossa alma a palavra de Deus e produzir o fruto de vida, Jesus Cristo; que a Ave-Maria é um orvalho celeste que umedece a terra, isto é, a alma para fazer brotar o fruto no tempo adequado; e que uma alma que não for orvalhada por esta prece ou orvalho celeste não dará fruto algum, nem dará senão espinhos, e não estará longe de ser amaldiçoada. (…) Pois sempre se verificou que aqueles que trazem o sinal de condenação, como os hereges, os ímpios, os orgulhosos, e os mundanos, odeiam e desprezam a Ave-maria e o terço. Os hereges ainda aprendem e recitam o Pai-Nosso, mas abominam a Ave-Maria e o terço. Trariam antes uma serpente sobre o peito do que o rosário ou o terço”.

“Não sei como isto acontece nem por que; entretanto é verdade, e não conheço melhor segredo para verificar se uma pessoa é de Deus, do que examinar se gosta ou não de rezar a Ave-Maria e o terço”.

“Almas predestinadas, escravos de Jesus em Maria, aprendei que a Ave-Maria é a mais bela de todas as orações, depois do Pai-Nosso. É a saudação mais perfeita que podeis fazer a Maria, pois é a saudação que o altíssimo indicou a um arcanjo para ganhar o coração da Virgem de Nazaré”.

“Rogo-vos instantemente, pelo amor que vos consagro em Jesus e Maria, que não vos contenteis de recitar a coroinha da Santíssima Virgem, mas também o vosso terço, e até, se houver tempo, o vosso rosário, todos os dias, e abençoareis, na hora da morte, o dia e a hora em que me acreditastes; e, depois de ter semeado sob as bênçãos de Jesus e de Maria, colhereis bênçãos eternas no Céu”.


São Luís Maria G. de Montfort
(Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, n. 249 a 254).




Oração de Santa Faustina: Amando a Deus nos sofrimentos.



No coração puro e humilde reside Deus, que é a própria Luz, e todos os sofrimentos e adversidades existem para que se manifeste a santidade da alma, (Diário 573).




Ó meu Jesus, que sois a vida da minha vida, Vós sabeis bem que não desejo nada além da glória do Vosso Nome e que as almas conheçam a Vossa bondade. Por que as almas se afastam de Vós, ó Jesus — isso eu não compreendo. Oh, se eu pudesse cortar o meu coração em pedacinhos pequenos e dessa maneira oferecer-Vos, Jesus, cada pedacinho como se fosse o coração inteiro, para ao menos em parte Vos desagravar pelos corações que não Vos amam. Amo-Vos, Jesus, com cada gota do meu sangue que derramaria de boa vontade por Vós, para Vos dar uma prova do meu amor sincero. Ó Deus, quanto mais Vos conheço, tanto menos Vos consigo entender, mas essa mesma incompreensão dá-me a conhecer como sois grande, ó Deus. E essa impossibilidade de Vos compreender inflama o meu coração com uma nova chama por Vós, ó Senhor. A partir do momento em que me permitistes mergulhar o olhar da minha alma em Vós, ó Jesus, fico em paz e nada mais desejo. Encontrei o meu destino no momento em que a minha alma mergulhou em Vós, no único objeto do meu amor. Todas as coisas nada são em comparação Convosco. Os sofrimentos, as contrariedades, as humilhações, os insucessos, os maus juízos de que sou vítima não passam de gravetos que mais ainda acendem o meu amor por Vós, ó Jesus. (Diário, 57)


Compreendo bem, ó meu Jesus, que, assim como a doença é medida com o termômetro e a febre alta indica a gravidade da doença, também, na vida espiritual, o sofrimento é o termômetro que mede o amor a Deus na alma. (Diário, 774)


Ó Cristo, sofrer por Vós é uma delícia para a alma e o coração. Permaneçam comigo para sempre os meus sofrimentos, para que eu Vos possa dar uma prova do meu amor. Eis que aceito tudo que a Vossa mão me oferecer. O Vosso amor, Jesus, me é suficiente. Eu Vos bendirei no abandono e nas trevas, no tormento e no terror, (48) na dor e na amargura, no tormento do espírito e na amargura do coração — em tudo sede bendito! O meu coração está tão desprendido da terra que apenas Vós me bastais plenamente. Já não há um momento sequer na minha vida em que me ocupe de mim mesma. (Diário, 1662)



Via do Sofrimento:

Misericórdia como consolo

O sofrimento nos leva a encontrar consolo, auxílio e esperança

Não podemos andar neste mundo como cegos sem saber para onde ir. Estamos num caminho largo e gostoso. Jesus nos ensina o valor do sofrimento na nossa vida. Ele escolheu Santa Faustina para ser testemunha da Sua misericórdia. Revelou-lhe tudo o que estava no Seu coração para que fosse dito ao mundo inteiro, especialmente para os mais pecadores.

Jesus diz a Santa Faustina que as almas escolhidas devem interceder pela conversão das famílias. Precisamos assumir as pessoas em oração. Precisamos ser tão de Deus que a Sua graça atinja as almas. Ele diz a Santa Faustina que as almas escolhidas estão na tibieza e são poucas as que enchem o Seu coração de alegria, que O consolam. Por isso, quem é visitado por Jesus não pode mais permanecer no caminho largo. Precisamos consolar o coração de Deus.

Quando sofro muito a minha alegria é maior

Santa Faustina relata no diário: “Uma vez sofri muito, fugi do meu trabalho para Nosso Senhor e pedi que me concedesse Sua força. Depois de uma breve oração, voltei ao trabalho, cheia de entusiasmo e alegria. Então uma das irmãs disse: ‘

Hum, com certeza a irmã hoje tem muitos consolos, porque ela está tão radiante! Deus não está dando à irmã nenhum sofrimento, mas apenas consolo’. Então respondi: “A irmã está muito enganada, porque justamente quando sofro muito também a minha alegria é maior e quando sofro menos, também a minha alegria é menor”. Mas essa alma deu-me a entender que não me compreendia neste particular; procurava explicar-lhe que, quando sofremos muito, temos uma grande oportunidade de demonstrar a Deus que O amamos. E quando sofremos pouco, temos pouca disponibilidade para demonstrar a Deus o nosso amor. E quando não sofremos nada, então o nosso amor não é grande e puro. Com a graça de Deus, podemos chegar ao ponto do nosso sofrimento transformar-se em prazer, isto é o que o amor sabe fazer nas almas puras’’.

Um dia sem sofrimento é um dia inútil’

Santa Teresinha do Menino Jesus, no carmelo, dizia: ‘Um dia sem sofrimento no carmelo é um dia inútil’. Lá havia uma irmã terrível, com quem santa Teresinha sentia muita dificuldade de se relacionar. Mesmo assim ela sorria para a irmã, heroicamente…

Ao sorrir para uma pessoa, nos dispomos a amá-la. Porém, em sua fraqueza, essa irmã dizia: “A irmã Teresinha deve me amar muito, talvez seja porque eu sou muito boa”. E Santa Teresinha, em seu livro “História de uma Alma”, diz claramente o quanto era custoso cada sorriso. Viver assim não é fácil porque remamos contra a maré, embora estejamos caminhando rumo ao céu.

Trago novamente para você um fato ocorrido na vida de Santa Faustina: depois de dez anos no convento, ela recebe a notícia de que sua mãe estava muito doente. No seu coração sentiu a vontade de visitá-la, mas ela disse a Jesus: “faça-se a sua vontade”. A madre recebeu uma carta da família falando da situação grave de saúde da mãe da irmã Faustina, e concedeu que ela passasse uns dias com ela. Ela parte para a casa dos pais e, estando lá, disse: “Oh!, como tudo mudou durante esses dez anos; é difícil de reconhecer. O jardim, os irmãos e irmãs eram ainda pequenos, e agora não posso reconhecê-los; todos cresceram, estou admirada por não reconhecê-los.
Stásio (irmão de Faustina) me acompanhava todos os dias até a igreja. Eu sentia o quanto esta pequena alma era agradável a Deus.

Exercitar as virtudes

Eu passei esses dias na casa e todos queriam encontrar-se comigo e conversar um pouco, cheguei a contar até vinte e cinco pessoas. Estavam interessados nos meus relatos da vida dos santos. Parecia-me que nossa casa era verdadeiramente uma casa de Deus. Quando estava cansada de falar e desejosa de solidão e silêncio eu saía sem ser notada, para o jardim, a fim de conversar a sós com Deus. Assim mesmo não conseguia fazê-lo, porque vinham os irmãos e irmãs, levavam-me para dentro e novamente era obrigada a falar, com tantos olhares fixos em mim. Mas eu conseguia uma maneira, uma forma de descanso; pedia aos irmãos que cantassem alguma coisa para mim, pois tinham lindas vozes e, além disso, um deles tocava violino e outro bandolim. Por isso, durante esse tempo, podia entregar-me à oração interior, sem evitá-los.

Custava-me muito, ainda, beijar as crianças. As mulheres, minhas conhecidas, vinham com os filhos e pediam que eu os tomasse, ao menos por um instante, nos meus braços e os beijasse. Via nisso uma grande graça e a oportunidade para exercitar-me na virtude, porque muitas estavam bastante sujas; mas, para superar e não demonstrar repulsa, eu beijava duas vezes as crianças sujas. Uma conhecida trouxe sua criança doente dos olhos, que estavam remelentos, dizendo: “Irmã, pegue-a só por um momento nos seus braços”.

A natureza sentia repulsa, mas sem me importar, peguei a criança nos meus braços e beijei duas vezes nos olhos remelentos, pedindo a Deus que melhorasse. Tive muitas oportunidades para me exercitar na virtude. Eu ouvia as queixas de todos e percebi que não havia sequer um coração alegre, porque não havia um só que amasse sinceramente a Deus e em absoluto não me admirava da situação deles. Fiquei imensamente preocupada por não poder encontrar-me com duas das minhas irmãs. Senti, interiormente, em que perigo se encontravam suas almas”.

Não perder a intimidade com Jesus Misericordioso

Mesmo diante de todas as provações, Santa Faustina não perdia a intimidade com Jesus misericordioso. Também nós podemos encontrar consolo, auxílio, esperança na Misericórdia dAquele que deu Sua vida por amor a nós.

Eliana Sá
Fonte: Comunidade Canção Nova 




Flash’s da Misericórdia Divina.


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O Perfil Mariano na Igreja.


Tema do primeiro encontro da Semana da Família em 2017.




A Igreja

Quais são as dimensões fundamentais da Igreja? Ou, ainda, qual é o seu perfil e a sua natureza? Para responder a essas perguntas, o filósofo e teólogo suíço Hans Urs von Balthazar (1905-1988) estudou a vida das primeiras comunidades cristãs e nelas identificou quatro princípios que constituem a estrutura fundamental da Igreja: petrino, paulino, joanino e jacobita. Von Balthazar concluiu que a Igreja tem ainda um outro princípio, que abraça esses quatro: o princípio mariano. Segundo ele, este diz respeito à dimensão da Igreja que continua e faz ressoar o “Sim” de Maria, por ocasião da Anunciação: Eis a serva do Senhor!



Foto de: Arquivo Pessoal

Dom Murilo Krieger, sjc, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da CNBB


O princípio petrino é o mais conhecido; lembra a figura de Pedro. Referir-se a Pedro é direcionar o pensamento para a proclamação do “querigma” – isto é, o anúncio das verdades fundamentais da fé, como ele fez em Pentecostes (cf. At 2,14-36). Pedro nos lembra também o papel da autoridade e da hierarquia na vida da Igreja, e sua necessidade para o bem de todos.

paulino faz referência ao ardor missionário do apóstolo Paulo. Chamado por Cristo para pregar a Boa Nova aos pagãos, ele foi um evangelizador incansável. Sentindo-se profundamente amado pelo Senhor, Paulo proclamou: Ele me amou e se entregou a Deus por mim! (Gl 2,20). Como resposta a esse amor, o apóstolo percorreu países e fundou comunidades, enfrentou adversidades e foi preso. Esse apóstolo chama nossa atenção para a riqueza dos carismas na Igreja.

O princípio joanino refere-se a João, o discípulo predileto de Jesus, o evangelista que nos transmitiu o mandamento novo do Senhor: Amai-vos como eu vos amei! (Jo 15,12). Presente no Calvário e testemunha da crucifixão, João entendeu o que significa amar “como” Jesus ama. Tendo concluído que Deus é amor (1Jo 4,16), esse apóstolo tornou-se modelo dos que valorizam a vida consagrada.

jacobita refere-se ao apóstolo Tiago, que buscou a reconciliação entre os cristãos, os judeus e os pagãos (cf. At 15,13-21). Esse princípio representa a continuidade entre a Antiga e a Nova Aliança.

Cada um desses princípios permanece na Igreja.

O princípio mariano

O princípio mariano, por sua vez, direciona o nosso olhar para a Igreja da qual Maria é Mãe. Foi ela quem gerou aquele que é a Cabeça da Igreja; é ela quem une e articula os outros princípios; nela, os quatro princípios anteriores encontram a unidade.

Se cada um dos quatro primeiros princípios fosse absoluto ou abafasse os outros, seria uma perda para a Igreja. Dominando o elemento jacobita, baseado na importância da lei, acabaríamos nos tornando fundamentalistas, apegando-nos a determinada época da Igreja. Se o mesmo acontecesse com a dimensão petrina, a Igreja passaria a ser vista como uma mera organização. Caso prevalecesse o princípio paulino, seria considerado importante aquele que tivesse recebido carismas especiais. O domínio do princípio joanino faria com que valorizássemos a busca do amor como experiência mais importante.

Existe uma tensão permanente na vida da Igreja, pois esses quatro princípios precisam coexistir sem que um prevaleça sobre o outro. A missão de Maria é justamente ser o elo entre eles, garantindo-lhes permanente coexistência. É em torno de Maria que se articulam e se unem os diversos princípios da vida da Igreja, pois ela destaca a importância de cada um deles, na sua estrutura fundamental.

Aprender de Maria

Se o princípio mariano é aquele que une os demais, o que podemos aprender com Maria? Cada momento de sua vida nos dá uma lição: (1º momento) A Anunciação nos mostra o quanto a sua vida estava centrada no SENHOR: Eis aqui a serva do Senhor (Lc 1,38); (2º) Sua gravidez nos testemunha o quanto ela era disponível à vontade de Deus: Faça-se em mim segundo a tua palavra (Lc 1,38); (3º) A visita a Isabel e o canto do Magnificat destacam sua prontidão diante dos sinais de Deus: ela foi às pressas às montanhas; (4º) O nascimento de Jesus revela sua capacidade de repartir o dom recebido: deu seu Filho aos pastores e aos magos; (5º) A apresentação de Jesus no Templo faz sobressair a fidelidade de Maria às determinações da Palavra do Senhor; (6º) Na fuga para o Egito ela nos ensina o papel do sofrimento na obra da Salvação; (7º) O reencontro de Jesus no Templo prova o senso de responsabilidade de Maria: Teu pai e eu te procurávamos, ansiosos! (Lc 3,48); (8º) As bodas de Caná destacam sua atenção ao outro; (9º) A participação de Maria na vida de Jesus nos ensina seu amor pelo Reino; (10º) A bênção que Maria recebeu por estar entre aqueles que “ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11,28) nos recorda as bênçãos que o Senhor quer nos dar; (11º) A presença de Maria aos pés da cruz, onde esteve de pé, é um lembrete sobre a necessidade de completarmos em nossa carne o que falta à paixão de Cristo; (12º) A oração de Maria no Cenáculo, na novena de Pentecostes, faz sobressair sua abertura ao novo.

A espiritualidade das espiritualidades

Entende-se por espiritualidade uma vida conduzida pelo Espírito Santo. Para Von Balthasar, a espiritualidade das espiritualidades é a mariana. Cada cristão é chamado a “viver Maria”– isto é, a deixar Cristo transparecer em sua vida, a ponto de poder afirmar: Eu vivo, mas já não sou eu que vivo: é Cristo que vive em mim (Gl 2,20). Como a espiritualidade mariana consiste em deixar que Cristo se forme em nós, por obra do Espírito Santo, fica a pergunta: Poderia haver, na vida da Igreja, uma espiritualidade mais bela e importante?

Dom Murilo S.R. Krieger, scj, é Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil e Vice-Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)



Perfil Mariano na Igreja

Jesus funda a Igreja sobre três pilares:
1. A Palavra nos faz homens novos, porque a Palavra nos converte;

2. Os Sacramentos, realizam em nós a unidade com Cristo Jesus;

3. O Ministério: Jesus nos guia com seus carismas.

Esses pilares constituem a rocha, o PRINCIPIO PETRINO.

A Igreja se realiza plenamente somente se encontra em nós uma acolhida e uma resposta: este é o PRINCIPIO MARIANO.  Sem o “sim” de Maria não haveria Igreja.

Em que consiste a acolhida e a resposta de Maria?

1) O seu “FIAT” na Anunciação:
Maria deixa que o Verbo se encarne nela.
Também nós somos chamados a dizer o nosso “sim” pessoal a Maria. Isto, é para todos os batizados; todos são chamados à santidade. Como? Vivendo a Palavra; a palavra nos é dada como dom, mas cabe a mim viver a Palavra na vida; este é o principio mariano. Cabe a mim ser Maria.
Também os sacramentos (principio petrino) são dados como dons; mas, por exemplo, eu devo ser Eucaristia para os outros. Maria é o primeiro sacrário, mas Jesus não quer ficar fechado, deve ser doado.
Maria deu seu “sim” inteligente: aderiu à vontade de Deus.
A resposta de Maria se prolonga na história no nosso “sim” !

2) O seu “Fiat” aos pés da cruz: Não basta abrir-se ao agir de Deus, precisa abrir-se também aos outros.
O primeiro “sim” é o sim da ; o segundo “sim” é o sim da caridade na sua dilatação eclesial, que abraça a todos. Aos pés da cruz  Jesus é substituído por João. Maria se abre sem reservas aos outros, à nós, à inteira humanidade. Isto, é para ser vivido pela Igreja toda; é abertura radical aos outros. Entrar na lógica de dar a vida; Maria é o exemplo como discípula: fazer a experiência de gerar Jesus nos outros, através do amor mútuo: “amai-vos uns aos outros…”Amando, geramos Jesus! Jesus em nosso meio! Maria morre a Jesus na cruz e gera Jesus nos outros (João).

Tendo Maria como modelo, fazer nascer  a Igreja no amor recíproco, isto é dar a vida para os outros, suscitar a experiência de Deus nos outros.

A Igreja é Cristo existente como comunidade: Maria teve que perder Jesus para reencontrá-lo como comunidade.
A vida consagrada é ser Maria na caridade; dar a vida na comunidade; a Igreja é amor recíproco.

Maria e João, debaixo da cruz, formam a primeira célula da Igreja.
Vale mais quem ama mais!

ETAPAS DO PERFIL MARIANO:

O CAMINHO DE MARIA

Cada um de nós tem seu caminho pessoal com Deus, mas tem a “Via Mariae”!
Este é a atualização do evangelho:

1) A Anunciação: cada um de nós teve em sua vida uma anunciação; é importante percorrer novamente estes momentos de vocação. Tem também uma anunciação para uma chamada a viver a comunhão, viver a via do amor, da unidade; viver o amor recíproco 24 horas. Na vida temos muitosmomentos de anunciação. (Lc 1,26-38)

2) A  Visitação: Maria no Magnificat, canta a sua experiência de Deus. O magnificat é a obra de Deus em sua vida; entende o sentido, o fio de ouro com o qual Deus conduz a sua vida. Reler a vida e ver como nós somos construtores de comunhão. Aprendemos de Maria a agradecer  e a contar as maravilhas que Deus opera em nossa vida. (Lc 1,39-56)

3) O Nascimento de Jesus: vivendo o amor percebemos a graça de estabelecer a presença de Jesus em nosso meio. Amando tornamos presente Jesus em nosso meio! (Lc 2,1-7)

4) A fuga no Egito: precisa proteger o Menino Jesus. Sempre haverá obstáculos, pessoas que não nos compreendem, que gozam de nós… reforçar a presença de Jesus em nós e preservar a liberdade dentro de nós. (Mt 2,13-18)

5) Maria apresenta Jesus ao velho Simeão: este é também um anúncio para Maria: uma espada transpassará a tua alma! Depois do encontro com Cristo, quase sempre chega a cruz: Jesus crucificado, abandonado e ressuscitado é o caminho da comunhão. Com Maria, nos consagremos a Jesus como pessoa viva a ser seguida. Em cada divisão, dificuldade… está Ele! Ele é o esposo da alma!  (Lc 2,22-35)

6) Maria perde Jesus que permanece no templo entre os doutores: no começo sentimos ardor, entusiasmo… mas depois de um tempo Deus retira suas graças, parece ter perdido a DeusPorque fizeste isso? Tudo o que Deus nos dá som dons; agora é dada a você a possibilidade que sempre pode amar, sem ajudas, sem apoios… é para cavar em ti o amor genuíno, sincero, para não confundir os dons de Deus com o próprio Deus. Ele depois volta novamente! Todos podemos nos ajudar a reencontrar a Jesus! (Lc 2,41-50)

7) A Vida escondida em Nazareth: depois da Trindade, a unidade entre Maria e Jesus é a mais perfeita: é o espelho para a nossa unidade, para a nossa intimidade com Jesus. (Lc 2,51-52)

8) Maria segue Jesus na vida pública: Jesus cura, anuncia, opera. Estar com Jesus na construção da Igreja. Jesus está presente e forma em nós pequenas igrejas, curando os doentes. Construir células trinitárias: a comunhão me ajuda e perceber melhor o que Jesus me diz.

9) Maria aos pés da cruz: Maria perde Jesus sendo substituído por nós. Perde Jesus para cumprir a vontade de Deus e construir nós como filhos; perde Jesus que é substituído por cada um de nós; cumpre uma nova vontade de Deus: tomar João como filho. Juntamente com João Maria tornou-se a primeira célula da Igreja onde Jesus é presente. Jesus vive o abandono do Pai; Maria vive o abandono do Filho. Caminhemos tendo uma mão em Jesus crucificado e outra em Maria. (Jo 19, 25-27)

10) Maria no Cenáculo: Maria é a Rainha dos Apóstolos: é a nova maternidade universal! (At 2,1-12)

Fonte: www.santoeusebio.org.br/







Nossa Senhora na Vida da Família.


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Palestra:


  MARIA   NOSSA FAMÍLIA MISSÃO:
Vocação E A Nossa Vocação?  Ter fé
Espiritualidade E A nossa Vivência da fé? Viver a fé
Solidariedade  Como exercemos o amor? Expandir a fé
Discipulado  Somos discípulos? Profética
Família Sagrada   Em que nos espelhamos? Sacerdotal
Ma.–Rainha da Família  Devoção: amar Real-Pastoral

ABERTURA


Falar em Maria e seu envolvimento com a família é algo muito especial.Cada ação que conhecemos da nossa querida Mãe é um ensinamento. São exemplos perfeitos sobre os quais devemos refletir mais para podermos conduzir melhor nossas famílias.

A nossa devoção a Ela se baseia no amor. E amar a Maria é fazer o que Ela deseja e evitar o que lhe desagrada. Quem ama se volta para a pessoa amada, alegra-se e está disposto a tudo por quem ama. E amar Maria faz com que cresçamos na humildade e na confiança em Deus.


ANUNCIACION DE MARIA


  1. O MISTÉRIO DA ANUNCIAÇÃO

Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra”(Lc.1,38). Partindo do “SIM” confiante de Maria, relativamente à encarnação de Jesus Cristo, contemplamos o mistério da Anunciação, um dos mais importantes da nossa fé.

“Não temas Maria, pois encontrastes graças diante de Deus!” Juntamente com a anunciação, queremos lembrar, também, o mistério divino e humano, que é a nossa vocação. Eis o elemento essencial da vocação, não temer, seja para o sacerdócio, para a vida, para uma missão, para uma profissão, para o matrimônio, ou para a maternidade, porque o temor que sempre acompanha o ser humano precisa ser superado, e nisto seremos ajudados como aconteceu com Maria.


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  1.  FÉ E ESPIRITUALIDADE 

Seguindo os passos de Maria na visita a sua prima Isabel, percebemos o modo de sua espiritualidade rica e prática. É sentimento puro e verdadeiro. É algo que vem de Deus.

Com essa espiritualidade, a pessoa se torna sensível, positiva, otimista, encantadora, hospitaleira e ama incondicionalmente. Sai de si, vai ao encontro, provoca o encontro.

 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se agitou no ventre, e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. E com grande grito exclamou:

Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar. Bem aventurada aquela que acreditou, porque vai acontecer o que o Senhor lhe prometeu”.

Assim falou Isabel, respondendo a saudação de Maria. São palavras inspiradas pelo Espírito Santo (Lc 1,41) e focalizam a virtude principal de Maria: A FÉ, vivida numa profunda espiritualidade.

 A situação de mãe não beneficiaria em nada se não tivesse gerado Cristo no coração mais que no corpo. Não era fácil acreditar que Deus pudesse assumir a forma humana e morar entre nós(Jo.1,14). Maria acreditou neste projeto de Deus, que parecia impossível.

Nós, casais cristãos, também somos chamados para a mesma atitude de fé que leve a olhar, corajosamente, além das possibilidades e limites humanos. E que a exemplo de Maria, tenhamos sempre uma fé forte e solidificada.

Naquela visita, da parte de Maria, ocorre a exaltação do belo cântico conhecido como Magnificat. (Lc. 1,39-56). “A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador; porque atentou na humildade de sua serva; pois eis que desde agora todas as gerações me chamarão Bem – aventurada, porque me fez grandes coisas o Poderoso; E Santo é o Seu Nome. E a sua misericórdia é de geração em geração sobre os que o temem. Com o seu braço agiu valorosamente. Dissipou os soberbos no pensamento dos seus corações. Depôs do trono os poderosos, e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu vazio os ricos. Auxiliou a Israel, seu servo, recordando-se de sua misericórdia, como falou a nossos pais, para com Abraão e sua posteridade, para sempre.”

 Com o Magnificat Maria mostra que tinha uma verdadeira e bela espiritualidade. A consciência social de Maria é impressionante. Ela sabia que “Deus ouve os gemidos dos humilhados e os temores dos angustiados”. Para ela, tais pessoas serão exaltadas em tempo oportuno, enquanto os poderosos serão derrubados do seu trono.

 Os que pisam e oprimem perderão seu domínio. Não se sustentarão.Maria é consciente das injustiças humanas, mas não instiga a violência, não encoraja o ser humano a fazer justiça com as próprias mãos. Ela entrega essa tarefa a Deus.

A mulher que iria educar o filho que se tornaria uma fonte de luz para os povos não podia ter uma espiritualidade dogmática, radical, rígida. Era uma religiosidade diferente da religiosidade de sua época, inclusive de espiritualidades de gerações futuras.

Na grande experiência de Maria vale a sensação de doação, da compreensão, da oração, até do martírio. Não tem espaço para o egoísmo, para ao individualismo, para o relativismo, para os interesses pessoais, que são chagas destruidoras da harmonia familiar nos tempos atuais.

 Maria nos mostra os alicerces de uma autêntica espiritualidade libertadora, dentro dos valores do evangelho. Numa vida conjugal que respeita, que é sensível, que é fiel, que perdoa, onde existe o diálogo, a oração, a meditação,  a reflexão sobre a palavra de Deus, a comunhão de vida totalmente tomada pelo amor  incondicional.

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3. MARIA – MODELO DE AMOR E SOLIDARIEDADE

O comportamento de Maria na festa de casamento de Caná da Galiléia, quando ela se preocupou com a família dos noivos com a falta de vinho, e, ao procurar seu filho Jesus, provoca a ocorrência do primeiro milagre, a transformação de água em vinho, quando determina: ”Fazei tudo o que Ele vos mandar”, nos diz muito.

Bem como já vimos na visita a Isabel, porque ela estava grávida de seis meses e precisava de ajuda, vem nos mostrar que da fé e da esperança nasce o amor para com o próximo. Toda a existência humana tem seu valor pela qualidade deste amor.

Maria é nosso modelo na solidariedade que deve nos comprometer no engajamento em favor do próximo, seja envolvendo familiares, vizinhos, amigos e todos os que passam necessidades, pois a caridade não tem limites


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  1.  MARIA – PRIMEIRA DISCÍPULA DE JESUS

Na vida de Maria em plena obediência ao plano de Deus, conforme ela mesma falou: “Faça-se  em mim conforme a tua palavra”, Maria apresenta-se como a primeira discípula, a primeira seguidora de Cristo.

O próprio Jesus confirma isto quando é informado da presença de sua mãe e outros parentes que estão a sua procura. Ele exclama: Quem é minha mãe? Quem são meus irmãos, e Ele mesmo responde: Todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.(Mt.12, 46-50). Quem mais do que Maria fez a vontade do Pai?

Outra passagem contida em Lucas cap. 11, 27-28, apresenta uma mulher que diz em alta voz: “Feliz o ventre que te carregou, e os seios que te amamentaram”. Ao que Jesus responde: “Mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”. Quem mais do que Maria ouviu a Palavra de Deus e a pôs em prática?

Certamente não foi fácil para Maria ser Discípula de Jesus. Basta pensar que este caminho passa pela morte do Calvário. E Maria acompanhou seu Filho no caminho do Gólgota, e esteve como Mãe dolorosa, junto a Ele ao pé de sua cruz.

Estava certo Simeão quando afirmou a Maria no Templo quando da consagração de Jesus no Templo em Jerusalém: “Eis que este menino vai ser causa de queda e elevação de muitos em Israel. Ele será sinal de contradição. Quanto a você, Maria, uma espada há de atravessar-lhe a alma (Lc.2,34-35).


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  1.  A SAGRADA FAMÍLIA E A NOSSA FAMÍLIA

A sagrada família é proposta pela Igreja como modelo de toda família cristã. Primeiramente, pela supremacia de Deus profundamente reconhecida na casa de Nazaré.

Deus está sempre em primeiro lugar, tudo lhe é subordinado! O sofrimento é abraçado com profundo espírito de fé. Vêem em cada circunstância a manifestação de um plano divino, embora muitas vezes envolto em mistério.

Quando a vida de uma família é inspirada em semelhantes princípios, tudo corre em perfeita ordem. A obediência a Deus e às suas leis leva os filhos a honrarem os pais, estes a amarem-se e compreenderem-se mutuamente e a quererem bem aos filhos, educando-os em um clima de amor e confiança.

 O Evangelho põe em relevo a inconfundível fisionomia espiritual da Sagrada Família. Maria e José ao apresentarem Jesus no Templo, mais do que cumprir uma formalidade segundo a lei judaica, renovaram a Deus a oferta de sua submissão.

Em nossos dias são muitos os fatores que condicionam a vida familiar, podendo eventualmente distorcer a educação e formação dos filhos.Vemos o materialismo que tenta afogar a fé, tornando ídolos o poder, o dinheiro e o prazer. Corrompendo as pessoas e destruindo progressivamente a fortaleza das famílias.

As famílias católicas são chamadas assim, a transmitir aos seus membros mais novos uma fé eclesial que os diferencie como cristãos católicos. Os casais têm, por isso, uma particular responsabilidade perante a Igreja.

 Responsabilidade cada vez mais difícil de levar a diante, num contexto social e cultural que promove a indiferença religiosa ou apresenta o ateísmo como atitudes “sensatas” e “esclarecidas”


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  1.  MARIA – RAINHA DA FAMÍLIA

Deus quis entrar na história por meio de uma família. Maria só pode ser considerada Rainha por que deu à luz o Rei dos reis. E a Virgem Maria, sendo a Mãe da Igreja, seja também a Mãe da “Igreja doméstica”.

 Ser Igreja-Família significa viver no lar as três grandes características do todo batizado: ser profeta, sacerdote e pastor.

Ser profeta no lar significa cultivar a Palavra de Deus. A Igreja-família lê, medita, partilha e pratica a palavra. Não basta ter devoção à Palavra, deixando a bíblia aberta em um Salmo qualquer. É preciso ler.

Ser Profeta no Lar é educar os filhos na fé. Os esposos prometem isso no dia do seu casamento. Não basta mandar os filhos para a catequese. É preciso, desde pequenos, ensinar-lhes as primeiras orações, levar o filho à Igreja, rezar em casa.

Ser Sacerdote no lar é torná-lo um lugar de orações.  Há momentos mais fortes de oração em família. A noite de Natal é um deles. Não basta trocar presentes. É preciso sentir Deus presente. Se a família é cristã, como o Natal pode ser pagão? Em algumas famílias a ceia de Natal em peru e árvore… Tem até Papai Noel. Nem sempre tem presépio e, pior, às vezes falta uma breve oração.

Em nossas casas se reza antes das refeições? E quando morre um familiar, o que se faz no velório? Famílias que são Igreja tiram um tempo para rezar algumas dezenas do Rosário.

Ser Pastor – Servidor no lar é tornar a Igreja Família num espaço da Pratica do Amor. Um espaço da prática do serviço entre seus membros. Pai e mãe são pastores deste pequeno rebanho. A primeira e principal Pastoral de todo marido e mulher é em sua própria casa.    

Ser profeta – significa cultivar a palavra de Deus no Lar – Educar os filhos na fé;

Ser sacerdote –  torna o lar local de orações – diariamente e momentos fortes;

Ser pastor –  torna o lar local de amor e serviço – primeira pastoral

Fonte: Severino Alves

http://severinoalves.blogspot.com.br/

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OUTRAS INDICAÇÕES:


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Flash’s da Misericórdia Divina.


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686- Setembro. Primeira sexta-feira. À noite, vi a Mãe de Deus, com o peito descoberto transpassado por uma espada, derramando lágrimas amargas,e nos defendendo do terrível castigo de Deus. Deus quer nos aplicar um terrível castigo, mas não pode,porque a Mãe de Deus nos defende. Um medo terrível atravessou a minha alma. Rezo sem cessar pela Polônia, pela minha querida Polônia, que é tão pouco grata à Nossa Senhora. Se não fosse a Mãe de Deus, de pouco serviriam os nossos esforços. Intensifiquei meus esforços de orações e sacrifícios pela querida Pátria, mas vejo que sou uma gota diante da onda do mal. Como uma gota pode deter uma onda? Oh! sim. Por si só uma gota nada é, mas Convosco Jesus, enfrentarei corajosamente toda a onda do mal e até o inferno inteiro, pois Vossa Onipotência tudo pode.



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1146 (Diário de Santa Faustina)

Jesus diz a Santa Faustina: coloquem a esperança na Minha Misericórdia, os maiores pecadores.Eles têm mais direito do que os outros à confiança no abismo da Minha Misericórdia. Minha Filha, escreve sobre a minha Misericórdia,para as almas atribuladas. Causam-Me prazer as almas que recorrem à Minha Misericórdia. A estas almas concedo graças que excedem os seus pedidos.Não posso castigar, mesmo o maior dos pecadores, se ele recorre à Minha compaixão, mas justifico-o na Minha Insondável e Inescrutável Misericórdia. Escreve: Antes de vir como justo Juiz, abro de par em par as Portas da Minha Misericórdia. Quem não quiser passar pela Porta da Misericórdia, terá que passar pela Porta da Minha Justiça.



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1745- Infinita bondade de Deus ao enviar-nos Seu Filho Unigênito
Deus não condenastes o homem após a queda, mas, na Vossa Misericórdia,lhe perdoastes, como Deus, isto é, não somente lhe tiraste a culpa, mas lhe concedestes todas as graças. Fostes levado pela misericórdia,e Vós mesmo Vos dignastes descer até nós, e nos levantar da nossa miséria. Deus descerá à Terra, o imortal Senhor dos Senhores se rebaixará. Mas aonde descereis, Senhor? Será ao Templo do Salomão? Ou mandareis que vos seja construído um novo Santuário, onde pretendais descer? Ó Senhor, que santuário Vos prepararemos?, se a terra toda é o Vosso escabelo? Vós mesmo preparastes um Santuário para Vós: A Santíssima Virgem. o Seu Seio Imaculado é a vossa morada, e nela se realiza o inconcebível milagre de Vossa misericórdia, Senhor.

O Verbo se fez Carne, Deus habitou entre nós, o Verbo de Deus-A misericórdia Encarnada.Pela Vossa descida nos elevastes à Vossa Divindade. É o excesso do Vosso amor, é o abismo da Vossa Misericórdia. Assombram-se os Céus com esse excesso do Vosso amor. Agora ninguém teme aproximar-se de Vós, Sois o Deus de Misericórdia, tendes compaixão da nossa miséria, sois Nosso Deus, e nós o Vosso povo. Sois Nosso Pai, e nós Vossos Filhos pela graça . Bendita seja a Vossa Misericórdia, por Vós terdes dignado descer até nós.

1931- dia 22 de fevereiro


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47 – À noite, quando me encontrava  na minha cela, vi Nosso Senhor vestido de branco. Uma das mãos erguidas para a bênção, e a outra lhe tocava a túnica, sobre o peito. Da túnica entreaberta sobre o peito, saíam dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. Em silêncio, eu contemplava o Senhor,a minha alma estava cheia de temor; mas também de grande alegria. Logo depois, Jesus me disse:Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que está vendo, com a inscrição: Jesus eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada, primeiramente,  na vossa capela e, depois no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na  hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória.
Diário de Santa Faustina pag. 33- trechos 47 e 48


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49- Quando falei disso ao confessor, recebi esta resposta: Isso diz respeito a tua alma. Disse-me assim: Pinta a imagem de Deus, na tua alma.Quando saí do confessionário, ouvi novamente estas  palavras vindas de Jesus:
A Minha Imagem já está na tua alma. Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que esta Imagem,que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia.



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50- Desejo que os sacerdotes anunciem essa Minha grande misericórdia para com as almas pecadoras. Que o pecador não tenha medo de se aproximar de Mim. Queimam-Me as chamas da misericórdia; quero derramá-las sobre as almas.
Jesus queixou-se diante de mim com estas palavras:
A falta de confiança das almas dilacera-Me as entranhas. Dói-Me ainda mais a desconfiança da alma escolhida. Apesar do Meu amor inesgotável, não acreditam em Mim, mesmo a Minha morte não lhes é suficiente. Ai da alma que deles abusar!
Diário de Santa Faustina Pag. 34- trecho 50



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Jesus

MISERIRDIA

MAIS IMAGENS


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 Veja mais: https://frasesdesantos.wordpress.com/2010/06/22/frases-de-santa-faustina/

Magnificat – O Cântico de Maria!



Cântico de entrada para o tempo do advento:

Veja a Letra, Cifra e Musica:

Um Cântico que utiliza a letra Bíblica do Cântico entoado por Nossa Senhora ao receber o Anúncio da vinda do Messias o Filho de Deus nosso Salvador e Senhor.



magni[1]



Cântico De Maria (Magnificat)

Padre Marcelo Rossi

Manifestou o poder do seu braço.
Desconcertou os corações assoberbados.
Derrubou do trono os poderosos.
Exaltou os humildes.

Minha alma glorifica o Senhor.
Meu espírito exulta de alegria.
Em Deus, meu Salvador. (4X)
Meu espírito exulta.

Saciou os indigentes de bens.
Despediu os ricos de mãos vazias.
Acolheu a Israel, lembrado de sua misericórdia.
Conforme prometera a nossos pais.
Em favor da posteridade de Abraão.

Manifestou o poder do seu braço.
Desconcertou os corações assoberbados.
Derrubou do trono os poderosos.
Exaltou os humildes.

Minha alma glorifica o Senhor.
Meu espírito exulta de alegria.
Em Deus, meu Salvador. (4X)
Meu espírito exulta.

Saciou os indigentes de bens.
Despediu os ricos de mãos vazias.
Acolheu a Israel, lembrado de sua misericórdia.
Conforme prometera a nossos pais.
Em favor da posteridade de Abraão.


Nome da Musica

Cifra

Vídeo

Cântico de Maria!!! – (Magnificat)

Cifra_Violao Cifra_Violao


Cantico de Maria

Magnificat

http://www.cifraclub.com.br/padre-marcelo-rossi/cantico-de-maria/


Posições para violão no Cifra Club

https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/11/cifra-club-lk.jpg?w=313&h=117



 

II Versão – Magnificat Lc 1,46 – 55 – CD Salmos para celebrar Shalom


 

Como ser um “servo”

e Ministro da Música ?



Natal

Saudade de Mãe.


.

Padre Fábio de Melo

Saudade de mãe é coisa sem jeito, chega quando menos
imaginamos: um cheiro, uma melodia, uma palavra… 
uma imagem, e eis que o cordão do tempo, 
nos convida ao retorno da infância.

Fabio Melo_Saudade_de_Mãe

.

Saudade de Mãe

Pe. Fábio de Melo

Coloquei o filtro da arte naquela cena comum, e a luz – que até então estava escondida -, veio surpreender-me com seu poder de claridade.

A mulher simples, mãos calejadas de lida rotineira,
mulher que aprendeu a curar as dores do mundo
a partir de meus joelhos esfolados de quedas e estrepolias.

Aquela mulher, minha mãe, rosto iluminado pela labareda que tinha origem no fogão de lenha. Trazia consigo o dom de me devolver a calma, que a vida tantas vezes insistiu em me roubar.

Aquela cena: mulher, fogão de lenha, panela preta escondendo a brancura de um arroz feito na hora. É uma das cenas mais preciosas que meu coração não soube esquecer.

Saudade de mãe é coisa sem jeito, chega quando menos imaginamos: um cheiro, uma melodia, uma palavra… uma imagem, e eis que o cordão do tempo, nos convida ao retorno da infância.

Como se um fio nos costurasse de novo ao colo da mulher que primeiro nos segurou na vida e agora nos pudesse regenerar. Saudade de mãe é ponte que nos favorece um retorno a nós mesmos; travessia que borda uma identidade muitas vezes esquecida, perdida na pressa que nos leva.

Saudade de mãe é devolução, é ato que restitui o que se parte;  é luz que sinaliza o local do porto, é voz no ouvido a nos acalmar nas madrugadas de desespero e solidão, través de uma frase simples: Dorme meu filho! Dorme!

Hoje, nesse dia em que a vida me fez criança de novo, neste instante em que esta cena feliz tomou conta de mim, uma única palavra eu quero dizer: Oh minha mãe, que saudade eu sinto de você!




Saudade de Mãe

Pe. Fábio de Melo


Em sua mão acalanto
Na sua voz, meu ninar.

No seu seio o meu alimento
Teu jeito de me tocar
Iluminando os caminhos
Você foi mãe e foi pai
Que vibrou com as vitórias
Incentivando a lutar
Meu anjo, minha leoa.

Mãe, minha proa, meu mar
Mãe que tentou, mas não pôde
O seu filho criar
Mãe que com muito carinho
Uma solução buscou
Ao perder a batalha
Quando um dos seus se calou
Amor puro e bonito
Como é bom relembrar

Chamo de mãe essa mulher
Que para sempre vou amar
No seu abraço, o meu ninho
E os seus beijos vou guardar
Chamo de mãe
Essa mulher

Que para sempre vou amar
Sem você me sinto sozinho
Me proteja com seu olhar
Fortaleça em meio a doçura
Prometa não me deixar
Amor puro e bonito
Como é bom relembrar

Chamo de mãe essa mulher
Que para sempre vou amar
No seu abraço, o meu ninho
E os seus beijos vou guardar
Chamo de mãe
Essa mulher

Que para sempre vou amar
Chamo de mãe
Essa mulher
Que para sempre vou amar

Link: http://www.vagalume.com.br/fabio-de-melo/todas-as-maes.html#ixzz314A4Q2tW




Uma Homenagem Para Minha Mãe



(Uma Mensagem em PPT)


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Modelo de Mãe Super Top 2000.

UMA SUPER MÃE A TODA PROVA.



Eu era “católica” e Deus me converteu verdadeiramente.



Conheça a história da jovem L.B., cuja vida foi transformada pela infinita misericórdia do Senhor.


Sim, Eu era “católica”, mas me converti e agora sou Católica.

No mês de setembro completei meu primeiro ano de conversão. Se eu era ateia, protestante ou budista? Definitivamente não, talvez fosse o tipo mais difícil de converter: eu era católica. Fiz uma experiência muito forte do amor de Deus. Quero contar o que me aconteceu e especialmente destacar o papel do Padre Paulo Ricardo em tudo isso.

Em 2012, fui morar no Rio de Janeiro: o emprego dos sonhos, lá teria a minha casa, muitos ideais na cabeça, coração batendo forte e desejoso de aventuras e novas histórias… Quando lá cheguei foi tudo BEM diferente. O dono do escritório começou a rivalizar pesado comigo e me demitiu exatamente um mês depois, sem conseguir apontar meio motivo razoável. Ao mesmo tempo meu namoradinho carioca, lindo, inteligente, que tocava violão erudito pra mim em noites de lua cheia com vista para o Pão de Açúcar também resolveu me chutar.

De alegrias tropicais minha vida passou a um inferno dos mais dantescos. Fui para casa, comprei os acessórios, enchi a despensa, posicionei as plantas… Aquela cena que se ensaia mil vezes desde a infância, mas eu pensava que teria um gosto diferente, que estaria em segurança, tudo daria certo e eu seria feliz. Mas o gosto era TÃO AMARGO… Não se parecia em nada com a doçura que essas ideias românticas de felicidade prometem.

Então, o vazio tomou conta de mim de forma avassaladora.

Meu coração ardia de vontade de me confessar. Procurei o pároco da linda Igreja de São José, o Revmo. Padre André, sacerdote jovem que tinha acabado de voltar dos estudos em Roma. Sentei-me no banco, nem o conhecia, e comecei a contar meus pecados de estimação. Só que dessa vez, irritada por tantas coisas impalatáveis e que eu já não entendia, disse ao Padre num surto de sinceridade que eu não me arrependia porque “eu não concordava”. O Padre calmamente me disse: “Minha filha, então eu não posso te absolver. Sem o arrependimento sincero e o compromisso de não buscar mais esses caminhos de nada vale a confissão. Quer um conselho? Pare de sofrer. Saia da Igreja já que ela não te satisfaz, mas não selecione apenas as partes que te agradam e ainda diga que é católica. Não existe isso de não concordar e fazer o que se quer, seja honesta e saia. Outra opção é você buscar a respostas de suas dúvidas no Catecismo e obedecer ao Papa. Desta forma você vai ser de fato uma católica. Como está você não o é“. Eu fiquei atônita. NUNCA tinha ouvido UM Padre sequer dizer aquilo. Ele disse mais outras coisas específicas pra cada pecado que eu havia cometido e especialmente para aqueles dos quais que eu não me arrependia.

Foi TÃO CLARO que não teve jeito de eu defender minhas ideias, era óbvio que eu havia construído um muro de retórica pra me defender e legitimar minhas más escolhas e vícios.Até aquele ponto havia vivido como a maioria, de um jeito muito simplista: se eu extinguisse a culpa, o erro não seria meu. De um jeito que eu não sei explicar eu disse ao Padre que eu me arrependia. E eu disse isso com toda a minha alma e entendimento. Recebi ali uma cura incrível que jamais vou conseguir explicar. Passei a amar o Papa com TODAS AS MINHAS FORÇAS e fiquei muito curiosa em relação ao Catecismo e aos Evangelhos, parecia que havia passado muito tempo exilada, sentia saudade da Vida porque estando tão distante de Deus eu tinha me afastado de mim mesma e esquartejado corpo, alma e espírito em pequenas e indecifráveis partes que não faziam sentido por elas mesmas ou em conjunto. Eu tinha desenvolvido um soberbo exoesqueleto de pretensa “razão” e por ele me sustentava. Meu corpo físico e místico estava em frangalhos dentro daquela dura casca de superficialidade.

Depois disso voltei aos Sacramentos, às Missas Dominicais, à Adoração… Mas, quase não conseguia levantar da cama, fiquei doente e sem forças por muitas semanas. Eu só me levantava pra comprar comida às vezes e pra ir até a Igreja. Levantar um braço doía muito. Eu não quis contar pra minha família ou amigos o que tinha acontecido. Sentia uma mistura de choque, medo, raiva, tristeza, indignação, revolta, pânico, culpa, vergonha…

Tive anorexia. Anemia. Problemas estomacais. Infecções alimentares. Dores fortes no corpo todo. Depois de uns dois meses consegui sair de casa pra fazer esportes. E adquiri o hábito de caminhar na Lagoa rezando o Rosário. As pessoas olhavam curiosas achando engraçado uma moça com visual moderninho de roupa de ginástica caminhando com o Terço nas mãos. Eu queria lembrar as pessoas de que sempre há tempo para o Rosário. Não existe desculpa.



Então passei a participar do dia-a-dia da Igreja e fiz novos amigos, já que os primeiros, do escritório, jamais me ligaram nem pra saber se eu estava viva ou precisando de alguma coisa. E o tal namoradinho ainda fez questão de me esfregar outra garota na cara o mais que pôde. De que tinha valido tanta lua cheia, violão e romance? Nem respeito por mim ele conseguia ter! Naquela solidão radical eu fiquei pensando no que eu tinha por valores, quanto tempo eu gastava dando satisfações às outras pessoas, por que eu superestimava ser a “fofa, querida, gracinha” na boca dos outros e de que isso me valia no final das contas… Qual era o sentido da minha vida, afinal? Meu dinheiro estava no limite. Às vezes eu tinha de racionar pão. Tudo estava muito estranho… Tudo em que eu acreditava tinha se transformado em fumaça. Nenhuma das minhas velhas teorias poderia explicar ou me socorrer naquela nova situação.

Mas eu fiquei doente por mais muito tempo, sempre alternando “estiagens” e vontade de fazer as coisas. Nessas minhas temporadas na cama eu buscava coisas pra ver, pra me encorajar… Já que eu não queria conversar com as pessoas e ter de explicar o que nem eu mesma compreendia. Foi numa dessas, naqueles vídeos relacionados que eu achei o Padre Paulo Ricardo. Vi um vídeo, gostei, mesmo que ele me parecesse “duro demais” e até mesmo fanático. Mas existia algo diferente naquele Padre: ele tinha AUTORIDADE. Digo isso não somente pelo incrível domínio teórico e por citar as fontes e documentos oficiais com precisão, mas era outro tipo de autoridade, aquilo só poderia ter sido dado pelo próprio Deus. Eu entendi isso com a alma, mais que apenas com a razão, por isso ele me convenceu. Em pouco tempo via playlists inteiras e aquela musiquinha inicial já me aquecia o coração. Sou muito grata a Deus também por ter enviado o Padre Paulo para ajudar a mim e a muitos como eu. Nós só amamos verdadeiramente aquilo que conhecemos, então este Padre tem o carisma de alimentar nossa fé através do conhecimento. Muita gente se prende apenas ao plano teórico e continua a ser um descrente com muitas informações. Discutem, se posicionam, mas não amam ou vivem aquilo de que falam. É importante usar o conhecimento como uma poderosa ferramenta vivificadora da fé. Às vezes é preciso ver uma foto para entendermos uma determinada situação, o Padre Paulo nos revela através de “imagens teóricas” aquilo que vemos com pouca definição. Hoje rezo com mais fé porque entendo que isso tem real importância e valor, mesmo com meus limites. Também sinto mais paz e segurança porque esse conhecimento otimizou meu tempo de oração: entendo o que devo temer e o que não, isso muda muito o foco.

Passei cinco meses sem trabalho, e finalmente voltei pra minha casa. Vivi um tipo de retiro espiritual onde eu menos poderia imaginar… Voltei outra, menos ruidosa, mais obediente, estudiosa, centrada, de olho nas necessidades alheias e sobretudo FELIZ! Eu entendi que o Amor é a origem da própria vida, ou seja, é a alma do próprio Deus. O amor humano é sua imagem e semelhança. Felicidade é uma escolha definitiva pelo Amor. E a alegria é a consequência de tudo isso!

Hoje eu consigo trabalhar melhor que antes, viver minha vida e sonhos com a certeza de que Deus sonha e realiza tudo comigo. Ajudo e amparo muitas pessoas com essas coisas que aprendi estudando, sofrendo e rezando. Aprendi o valor da penitência, intercessão, fé e, sobretudo, da obediência.

Pra ser livre é preciso ter regras. Se não as tem você é escravo dos seus sentidos e ignorância. A santa obediência ensina muito aos que buscam a humildade e a ela se submetem. Vejo que muitos dos meus amigos inteligentíssimos não compreendem a Deus porque seus ricos vasos estão sempre cheios, e dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço. Deus espera que nos esvaziemos de nós mesmos pra poder entrar. Ele não nos invadiria nem para nos salvar. Este é o verdadeiro sentido da liberdade que Ele nos deu.

Uma profunda fé em Deus coloca TUDO em justa perspectiva. Depois que o centro se alinha as coisas tomam seus devidos lugares e proporções.

L.B.

Fonte: padrepauloricardo.org


O BONITO DE SER CATÓLICO



Há poucos dias alguém que me perguntava o que havia de bonito em ser católico. Comecei pelo “Senhor tem piedade” e terminei pelo “Cordeiro que tiras o pecado!” Acentuei a doutrina do perdão, dos bem aventurados e salvos, dos perdoados e perdoadores, a universalidade, a busca permanente da unidade, o desejo sincero de auto-superação, os sacramentos e a eucaristia. Listei pelo menos cinqüenta valores!

Posso imaginar o bonito de ser judeu, islâmico, ortodoxo ou evangélico. Se acho bonito ser católico, porque não seria bonito para eles ser membros das religiões e igrejas nas quais se sentem mais próximos de Deus? Um ex crente afirmava, num artigo recente, que, agora, sua vida era mais livre e mais bonita. O ateísmo o libertara! Como não estou na pele dele, não o julgo. Sei de crentes e ateus felizes e de crentes e ateus infelizes. Ele parecia estar feliz! Bom para ele e bom para mim, que também sou feliz!

Mas não é tudo assim tão automático! Não é por comprar novos aros e novas lentes que enxergarei melhor. Não é por ir ao culto e sentir emoções que me torno automaticamente bom católico. Mas se as lentes me ajudarem a sair da minha miopia e, se a intervenção a laser me corrigir as distorções, certamente verei melhor e se tiver uma boa visão de mundo e de pessoa serei mais feliz. Isto de ser feliz tem muito a ver com as visões e abrangências do coração.

A religião pode ajudar oferecendo serenidade, posto que os serenos costumam ser mais felizes. Minha igreja me oferece isto! Sinto pelos outros que não acham pedagogia e perdão no catolicismo. Eu acho!

Aqui entram as religiões e igrejas bonitas! Vão além da estética de seus cultos e da ousadia de suas promessas e milagres. Jesus caracteriza isso com os conceitos de mansidão, coragem, abertura de coração, defesa firme da vida em todos os seus estágios! Chega-se ao céu através do que se faz pela vida na Terra! Corre o risco de perder o céu quem brinca de ser dono da vida e da verdade!

Proclamo que é bonito ser católico não apenas por ver o que Deus fez e faz por meio dos seus santos, nem apenas pelos santos que ele fez e faz. Os santos são corolários. Essencial é a busca da justiça e da paz! Proclamo que é bonito ser católico não apenas pelas nossas doutrinas, que acho elevadas e exigentes e até difíceis de cumprir, mas pela compaixão e misericórdia implícitas nos cultos e nos sacramentos que celebramos. Proclamo, ainda, que é bonito ser católico quando olho para o Vaticano com suas enormes colunas em curva que parecem dois braços abertos e sem portões. Entra quem quer e sai quem quer para ouvir nossa mensagem proclamada nas quartas feiras, pelo Sumo Fazedor de Pontes, o Papa.

Em cima daquelas colunas há inúmeras imagens de santos de ontem a lembrar aos de baixo, candidatos de hoje à santidade de sempre, que sem abertura de coração e de mente não vai dar certo! Não, num mundo carente de diálogo e cada dia mais distante dele!

Mais: gosto da coragem dos papas e dos bispos que não têm medo de dizer o que deve ser dito e conseguem dizê-lo de um jeito diplomático e humano. Diria muito mais, mas foi um pouco do que eu disse!

Fonte: Padre Zezinho


 

(Um Desafio Para Mim e para Você)

Presentepravoce Facebbok – Sizenando





FESTA DA DIVINA

MISERICÓRDIA


Ser Mãe, Adriana Arydes.



Acaba de chegar o novo Cd da cantora Adriana Arydes que vem acompanhado de uma linda embalagem de presente. Mas, não é apenas um Cd de sua carreira. É uma partilha de vida, da sua experiência de maternidade. Este Cd é uma homenagem para todas as mulheres que dizem e disseram SIM a Vida com a Maternidade. Ele quer proporcionar as mulheres grávidas, mães e também aos pais momentos de oração, contemplação do dom precioso da Vida, da Maternidade e da paternidade. O Projeto quer ser um meio de proporcionar um espaço de intimidade entre mãe e filho (bebê) durante a gravidez e na primeira infância.


Ser Mãe

Ser mãe é dádiva de Deus
Ser mãe é tocar o céu
Ser mãe é o maior presente
É ganhar o maior dos troféus

Te agradeço ó senhor
Por este grande dom de gerar uma vida
E rogo a nossa mãe
Sua intercessão, por nossa família

Ó maria, a ti consagro o filho
Que carrego em meu ventre com amor
Que ele cresça com saúde
Em sabedoria, na graça e com vigor

Vem ó mãe me ensinar a educar minha criança
Na fé e com ternura, que ela seja bem feliz
E em sua vida faça, o que o teu filho diz

Ó Deus me ensina a ser boa mãe



http://youtu.be/feZzCZuthmw


http://youtu.be/LUEkL9asHOg


Publicado em 24/06/2013

Maria Descobre que está Grávida.


MAIS UMA POLÊMICA

ENVOLVENDO O NOME DE MARIA

A MÃE DE JESUS…


Uma Igreja Anglicana Progressista da Nova Zelândia “Auckland’s St. Matthew-in-the-City church” na campanha de preparação para o Natal deste ano resolveu divulgar um cartaz para demonstrar as dificuldades que a Mãe de Jesus teve que aceitar e superar quando decidiu se submeter como uma verdadeira serva à vontade de Deus.

Para atingir este objetivo resolveram retratar a situação de uma forma chocante e moderna colocando a Jovem Maria antes do casamento fazendo um teste de gravidez sozinha em secreto e descobrindo o que mais temia, estava realmente grávida.


Assim esta escrito no título da

pagina na Internet:

“Mary is in the Pink”

“MARIA ESTÁ NO ROSA”



ou seja:

“O TESTE DEU POSITIVO”


Mas a polêmica não está na realização de um teste de gravidez e sim na expressão de susto que a jovem da imagem demonstra ao descobrir que esta gravida, pode até ser que no mundo de hoje uma jovem adolescente na idade de Maria leve um grande susto depois de ter praticado sexo antes do casamento e descobesto de repente que seu futuro foi para o ralo.

Hoje a jovem é amparada pela lei dos homens com direito a pré natal e parto como qualquer mãe, não corre mais o risco de ser apedrejada além de muitas delas com o apoio dos próprios Pais recorrerem a métodos criminosos e anticristãos para resolverem o problema, mas o fato é que Maria mesmo sabendo da possibilidade de perder seu futuro, sua dignidade, ser abandonada pelo noivo, pelos Pais e até mesmo de ser apedrejada em praça pública ela assumiu tudo isso por submissão à vontade de Deus e à revelação de seu plano de Amor para a Humanidade, sendo assim, a gravidez de Maria foi assumida conscientemente por antecedência e não descoberta por acaso como resultado de um deslize e conseqüência de um pecado grave cometido.

De qualquer forma o Outdoor com a imagem polêmica trás à luz um assunto para se debater neste tempo de Advento, tanto no cuidado que os jovens de hoje precisam ter em suas manifestações de sexualidade praticando um namoro sério e dentro das normas Cristãs como também na meditação sobre a verdadeira vocação e aceitação da missão de Mãe do Salvador que a Virgem Maria assumiu na mais tenra flor de sua juventude.

Era o que pretendia o Cartaz que foi exposto em frente à Igreja, mas que provocou indignação e a revolta dos Católicos da cidade com toda razão, pois consideramos o cartaz uma afronta à dignidade da Mãe de Jesus e nossa Mãe.


Veja O Texto da Matéria Original.

Que não é assim tão polêmico e até bom por sinal.


Glynn Cardy & Clay Nelson
14 de dezembro de 2011 00:00:00

É real. O Natal é real. É sobre uma gravidez real, uma verdadeira mãe e uma criança real. Trata-se de verdadeira ansiedade, coragem e esperança.

Este cartaz retrata Maria, mãe de Jesus, olhando para um kit de teste de gravidez em casa, revelando que ela está grávida. Independentemente de qualquer premonição, que teria sido uma descoberta chocante. Maria era solteira, jovem e pobre. Esta gravidez iria moldar o seu futuro. Ela certamente não foi a primeira mulher nesta situação e nem será a última.

Tal como no passado é a nossa intenção de evitar o sentimental, banal e esperada para provocar o pensamento e conversação na comunidade. Este ano, esperamos fazê-lo com uma imagem e não palavras. Nós convidamos você a saber o que a legenda poderia ser.

Embora o faz de conta do Natal é agradável – com enfeites, Papai Noel, renas, e canções – também existem algumas realidades. Muitos em nossa sociedade estão sofrendo: alguns pela falta de dinheiro, alguns através de problemas de saúde, alguns por meio da violência, e alguns por outras dificuldades. A alegria do Natal é silenciada pela ansiedade.

Nesta temporada, vamos encorajar uns aos outros para serem generosos com aqueles que sofrem, para doar a estranhos, e para cuidar de todos – especialmente aqueles que menos têm. Como o primeiro “Papai Noel” “Santa Claus”, São Nicolau fez.

Convidamos todos os que celebram a temporada para manter estas diferentes vertentes de um verdadeiro Natal juntos: a ansiedade e alegria, sofrimento e da compaixão, Santa e Jesus.

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A intenção na verdade era acordar os jovens para a REALIDADE  e a gravidade da situação que Maria teve que assumir ao aceitar a sua missão, mas a expressão de susto posterior à descoberta da gravidez anularia completamente a opção de aceitação voluntária e consciente desta gravidez, gerando assim esta polêmica com toda a razão porque a imagem demonstra uma atitude totalmente inversa à verdadeira reação de Maria ao receber o anúncio do anjo Gabriel.

Católicos fazem manifestação na porta da Igreja contra o Outdoor

Reverendo acusa Católicos de vandalismo e destruição de seu cartaz.


A Silenciosa Mãe do Redentor

Anunciação



Na sua humildade, Maria nunca revelou o segredo de seu Filho e da maternidade divina. Mesmo suportando a humilhação sua e de seu Filho, nunca anunciou o mistério que dela brotou e nela se formou. Não tomou como afirmação pessoal proclamar que Deus a fizera Mãe do Altíssimo, do Filho de Deus.

Mãe silenciosa: ela guardava tudo em seu coração. Tanto por não querer revelar seu segredo, quanto por querer compreender melhor o segredo que de Deus recebera. Era humildade e também sabedoria, sabia de sua pequenez e de sua grandeza. Ninguém mais precisaria saber, pois o único importante era fazer tudo o que o Filho dissesse (cf. Jo 2,5).

A maternidade divina é por ela tão ocultada que os Evangelhos têm pudor em citá-la. Paulo apenas fala de “mulher” (Gl 4,4) que completou em si a plenitude dos tempos trazendo-nos o Filho eterno que ingressou no tempo pelo ventre de Maria, a todos dando-nos a dignidade de filhos de Deus.

No encontro com a prima Isabel, que lhe fala que João pulara no ventre ao sentir a presença do Filho nela, e por revelação agradece a visita da “Mãe do meu Senhor”, Maria esconde seu mistério proclamando a bondade de Deus que olhou para sua humilhação. E serve sua prima aquela que carrega o Senhor de todos.

Maria recebera um segredo de Deus Pai. Deus Pai reservou um segredo a Maria: sua carne não conheceria a corrupção de pecado que não cometera. O Filho reservara para sua Mãe o segredo da vida eterna, da qual participaria como primeira entre os mortais.

A carne que formara a Carne do Redentor foi transfigurada e assunta aos céus.

Fonte:  ASSUNÇÃO DA SILENCIOSA MÃE DO REDENTOR

Pe. José Artulino Besen 

Leia Também a sequencia do texto:

Nós não guardamos esse segredo

“Todas as gerações me proclamarão Bem aventurada”



https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
MILAGRE DE LANCIANO

MARIA PASSA NA FRENTE.


MARIA É MÃE, MAS TAMBÉM PORTEIRA



Chegou em minhas mãos, há algum tempo, um jornal da Associação Maria Porta do Céu, onde Denis Bourgerie narra sua última estadia na França e como ele viveu a experiência de ter de passar pela alfândega com um excesso de peso muito superior ao que podia carregar.

O que ele trazia era material de evangelização. Humanamente seria impossível embarcar com tanta bagagem. Foi quando ele contou a sua preocupação ao capelão da Basílica do Sagrado Coração em Montmaitre e ele lhe disse: “Denis, chegando ao aeroporto diga: “Maria, passe na frente” Ela cuidará de tudo. Ela cuidará de todo o material que você leva para o seu filho, Jesus, como mãe. Ela cuidará de todos os detalhes, muito mais que você.

Ela é a Mãe, mas também porteira. Por isso, abrirá os corações das pessoas e as portas pelo caminho. É só pedir para ela passar na frente “Eu faço isso dezenas de vezes por dia”, disse-me ele. Antes de tomar uma decisão ao telefone, no ônibus, quando eu estou em dificuldades. E a Mãe indo na frente, os filhos estão protegidos, não?

Não é preciso contar o resto. Você já deve ter concluído. O nosso amigo Denis imediatamente pôs em prática o que o Padre lhe aconselhou e começou a rezar: Maria passe na frente! Foi fácil? Não. Mas a confiança no Senhor, através da Mãe, deixou cair todas as preocupações. A providência pode acontecer. O amigo que o acompanhava não acreditava no que tinha visto.

Cento e quatro quilos de excesso de bagagem haviam sido perdoados pelo diretor da alfândega. Vendo o que acontecera, o amigo exclamou: “ Que sorte você tem !” Não foi questão de sorte, mas uma questão de família. Eu tenho o privilégio de ter Maria como Mãe e poder lhe dizer: Maria, passe na frente, para que eu possa resolver o que sou incapaz de resolver sozinho. Cuida do que não está no meu alcance. Tu tens o poder para isso. Quem pode dizer que já foi decepcionado por Ti, depois de ter te chamado.

Por isso fiz questão de passar para você essa receita. Desde que li a mensagem, comecei, como Denis, a colocá-la em prática. Tenho exclamado muitas vezes ao dia e em diferentes situações: Maria, passe na frente, para resolver o que sou incapaz de resolver sozinho. Posso lhe garantir o quanto tem sido eficaz, consolador e imediato o socorro da mãe.

Estou convidando-o a assumirmos juntos o compromisso de colocar tudo nas mãos de Nossa Senhora, pedindo sempre: Maria, passe na frente ! Serão situações as mais variadas, como o próprio capelão expressou. Hoje, por exemplo, já comecei a fazer esse exercício de fé. Tome as situações concretas e diga: Maria, passe na frente! Vamos entregar à Mãe de Deus nossas necessidades. Ela cuidará de todos os detalhes, muito mais do que nós. Ela é a Mãe, mas também a porteira.

Por isso, abrirá os corações das pessoas  e as portas pelo caminho. É só pedir para ela passar na frente. É isso que vamos dizer: Maria, passe na frente, para resolver o que sou incapaz de resolver sozinho.

Deus lhe abençoe!  Viveremos muitas maravilhas, na graça do Senhor, com a intercessão da Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.

Com toda a minha gratidão pela sua amizade.

Ass. Padre Jonas



Oração:MARIA PASSA NA FRENTE




Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos. Abrindo portas e portões. Abrindo casas e corações.

 A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem Seus passos.

Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que não podemos resolver.

Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance. Tu tens poder para isso!

Mãe, vai acalmando, serenando e tranqüilizando os corações.

Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições.

Tira Teus filhos da perdição! Maria,

Tu és Mãe e também a porteira. Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho.

Maria, eu Te peço: Passa na frente! Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de Ti.

Ninguém foi decepcionado por Ti depois de haver-te Te invocado e pedido a Tua proteção.

Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis. Amém!


Crícia Martins


FORTALEZA INFINITA





Fortaleza Infinita (Maria passa na frente)
Composição: Crícia Martins

ÓTIMA CANTORA CATÓLICA.

CANTA TODAS AS QUINTAS FEIRAS NA PARÓQUIA SÃO PEDRO TAGUATINGA, DISTRITO FEDERAL, LANÇOU UM LINDO CD, QUE PODE SER ADQUIRIDO NA PARÓQUIA, VALE A PENA COMPRAR !!! MUITO BOM MESMO !!!

Deus te escolheu…
Para o mal vencer…
Marcha na nossa frente…
Pisa na serpente…
Reveste-nos da tua vitória…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…
Teu escudo da paz,…
Mãe da justiça…
Fortaleza infinita…
Armadura de Deus…
Cuida dos filhos teus…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…
Abre as portas…

Liberta teu povo…
Das mãos do inimigo…
Esmaga o dragão…
Trás a salvação, Maria…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria…

Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Abre o caminho da luz…
Passa na frente, Maria…
Em ordem de batalha…
Passa na frente…
Maria !!!


Maria_passa_na_frente_capa_livro
Livro Maria Passa na Frente – Denis e Suzel Bourgerie (93ª Edição)

Cod. do Produto: 20563

PADRE MARLON MÚCIO
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Nossa Senhora do Bom Conselho.

Nossa Senhora do Bom Conselho

Santa Padroeira da Albânia.

Nossa Senhora do Bom Conselho - Pasquale_Sarullo - Genazzano - Itália

Festa em:  26 avril : Notre-Dame du Bon Conseil (Mater Boni Consilii)

A uma curta distância de Roma está a Basílica de Nossa Senhora do Bom Conselho “Mater Boni Concilii-ad-Genazzano” imagem no século XV milagrosamente se mudou para lá de Scutari, na Albânia, fugindo da invasão turca em resposta a uma oração fervorosa dois albaneses devotos.Muito antes da vinda de Cristo, a pequena cidade de Genazzano, 30 milhas de Roma, construiu um templo a Vênus, a deusa pagã do amor, em cuja honra que detinham grandes festas, especialmente em 25 de Abril.No quarto século, o Papa São Marcos (336 AD) ordenou uma igreja construída em uma colina não muito longe das ruínas do antigo templo pagão. A igreja, firme e forte, mas pequeno e simples, foi dedicada a Nossa Senhora do Bom Conselho, onde foi homenageado em sua festa de maneraespecial instituído precisamente a mesma abril 25.Por meados do século XV, o templo, pela Ordem de Santo Agostinho, estava em um estado deplorável e ameaçou entrar em colapso, poucos, no entanto, manifestaram interesse em reparar, possivelmente porque havia outras igrejas na cidade.A Virgem Maria tomou posse da igreja:

A viúva de santo, Gene Petrucci, amorosa devoção à Virgem, foi inspirado para reconstruir a igreja. Ele queria ser maior e mais bonita do que antes e, confiando no nosso Senhor, construtores contratados e materiais adquiridos. Mas logo, devido à falta de recursos, o trabalho quedóinterrumpido indefinidamente.
Aldeões zombaram Petrucci, mas ela não desanimou. Em vez disso, ele se virou para fervorosas orações e sacrifícios. Algum dia, ele disse, “uma senhora veio a tomar posse da igreja.”

Pouco tempo depois, em 25 de abril de 1467, com muitas pessoas se reuniram no mercado por ser um feriado, esquecido por seus Virgem Padroeira, dançaram e cantaram no ruído alegre. Foi quando alguém viu o céu azul uma nuvem que descia lentamente. O choque paralisou todos.

A nuvem parou em uma vantagem estreita de paredes inacabadas da igreja de Petrucci. Em seu centro apareceu uma bela pintura de Nossa Senhora com o Menino Jesus. Simultaneamente todos os sinos começaram a tocar a cidade sem assistência humana.

Ninguém sabia a origem da pintura ou tinha visto antes. Graças banho e muitos milagres ocorreram. Alguns começaram a chamar a imagem com o nome de Nossa Senhora do Paraíso, e outros como Nossa Senhora dos Milagres.

Scutari Genazzano

É quando dois estranhos de Scutari, na Albânia, chegou a Genazzano buscando pintura milagrosa da Virgem.

O que tinha acontecido? Quando Scutari estava prestes a cair nas mãos dos turcos, tanto para a Virgem pediu conselhos sobre o que fazer para manter sua fé católica nessas circunstâncias. Naquela noite, viram com espanto como o quadro da parede e subindo pelos céus começou a se mover lentamente para o oeste.

Seguida, atravessou o Adriático yllegaron Genazzano onde decidiu viver perto de seu mestre, que também havia se refugiado.

O Santo Padre enviou dois bispos para discutir os acontecimentos extraordinários e, como resultado da investigação tornou-se convencido de que a pintura foi realmente a de Nossa Senhora do Bom Conselho, venerado durante séculos na pequena cidade de Scutari.
A imagem, a espessura de uma casca de ovo, tinha sido pintado na parede de gesso. Nenhuma habilidade humana poderia ter começado sem quebrá-lo. Nenhuma mão do homem poderia tê-la através do mar Adriático e colocado na borda estreita da igreja, não espera.

Uma vitória para a confiança

Naturalmente, a igreja foi concluída Petrucci em uma maravilhosa basílica. A pintura foi colocada em um santuário com uma moldura de ouro adornada com belas pedras preciosas. Mais tarde, duas coroas de ouro enviado pelo Vaticano foram colocadas sobre a cabeça da Mãe e da Criança.

Nos últimos quatro séculos incontáveis ​​excursões e muitos milagres têm ocorrido no santuário de Nossa Senhora, Mãe Amorosa, que para todos é um tesouro da graça divina. Ir para la com os nossos pequenos e grandes problemas. Esperançosamente, seu guia. Ela é verdadeiramente Nossa Senhora do Bom Conselho.

Mãe do Bom Conselho invocando foi nomeado pelo Papa Pio IX na litanias da Virgem Maria.

(Fonte: LeBlanc, Sr.M. Francis, O. Carm, Causa da Nossa Alegria, Boston:. Pauline Books e Media, 1976).
(Http: / / http://www.cruzadadelrosario.org.ar/mariana/14genazzano.htm)

http://catolicostradicionais.blogspot.com/2010/07/nossa-senhora-do-bom-conselho-imagem.html

Outra Fonte mais completa

http://www.mensageiradapaz.org/genazzano.html


Oração:

Ó virgem gloriosa, escolhida por decreto eterno para Mãe do Verbo eterno humanado, tesoureira das graças divinas e advogada dos pecadores! Eu, vosso indigno servo, recorro a vós para que me sejais guia e conselheira neste vale de lágrimas. Alcançai-me, pelo preciosíssimo sangue de vosso divino filho, o perdão de meus pecados, a salvação de minha alma e os meios necessários para obtê-la. Alcançai também para a santa Igreja a propagação do reino de Jesus Cristo em todo o mundo. Amém.




Virgem Maria, A Mãe de Deus !

Tu és verdadeiramente Mãe de Deus, ó Virgem Maria

Caro internauta, eis um belo texto de São Cirilo de Alexandria, doutor da Igreja dos séculos IV e V.

+ Dom Henrique Soares da Costa

Causa-me profunda admiração haver alguns que duvidam em dar à Virgem Santíssima o título de Mãe de Deus. Realmente, se nosso Senhor Jesus Cristo é Deus, por que motivo não pode ser chamada de Mãe de Deus a Virgem Santíssima que o gerou?



Esta verdade nos foi transmitida pelos discípulos do Senhor, embora não usassem esta expressão. Assim fomos também instruídos pelos Santos Padres. Em particular, Santo Atanásio, nosso pai na fé, de ilustre memória, na terceira parte do livro que escreveu sobre a santa e consubstancial Trindade, dá frequentemente à virgem Santíssima o título de Mãe de Deus.

Vejo-me obrigado a citar aqui suas palavras, que têm o seguinte teor: “a Sagrada Escritura, como tantas vezes fizemos notar, tem por finalidade e característica afirmar de Cristo Salvador estas duas coisas: que ele é Deus e nunca deixou de o ser, visto que é o Verbo do Pai, seu esplendor e sabedoria; e também que nestes últimos tempos, por causa de nós, se fez homem, assumindo um corpo da virgem Maria, Mãe de Deus”.

E continua mais adiante: “Houve muitos que já nasceram santos e livres de todo pecado. Por exemplo: Jeremias foi santificado desde o seio materno; também João, antes de ser dado à luz, exultou de alegria ao ouvir a voz de Maria, Mãe de Deus”. (Observação minha: Aqui, São Cirilo e Santo Atanásio não estão afirmando que Jeremias e João Batista foram imaculados desde a conceição, como a Virgem Maria. Nossa Senhor foi imaculada desde o primeiríssimo momento da sua concepção. Esses dois profetas, concebidos como pecadores, forma purificados num determinado momento do período de gravidez. João, por exemplo, no sexto mês da gestação materna… A imaculada conceição diz respeito única e exclusivamente à Toda Santa Virgem Maria Mãe de Deus). Estas palavras são de um homem inteiramente digno de lhe darmos crédito, sem receio, e a quem podemos seguir com toda segurança. Com efeito, ele jamais pronunciou uma só palavra que fosse contrária às Sagradas Escrituras (Observação minha: É muito belo o elogio que São Cirilo faz ao seu antecessor na sede episcopal de Alexandria. De fato, Santo Atanásio foi o grande defensor da divindade de Cristo, contra a heresia ariana. Por isso mesmo, chegou a ser exilado de sua diocese cinco vezes pelo Imperador. E pensar que ignorante e espertalhão autor do Código da Vinci, afirma que foi o imperador quem forçou a proclamar Cristo como Deus. Mentira! Os bispos é que sofreram para defender, contra alguns imperadores, a verdadeira fé na divindade de Cristo).

De fato, a Escritura, verdadeiramente inspirada por Deus, afirma que o Verbo de Deus se fez carne, quer dizer, uniu-se à carne dotada de alma racional. Portanto, o Verbo de Deus assumiu a descendência de Abraão e, formando para si um corpo vindo de uma mulher, tornou-se participante da carne e do sangue. Assim, já não é somente Deus mas homem também, semelhante a nós, em virtude da sua união com a nossa natureza.



Por conseguinte, o Emanuel, Deus-conosco, possui duas realidades, isto é, a divindade e a humanidade. Todavia, é um só o Senhor Jesus Cristo, único e verdadeiro Filho por natureza, ainda que ao mesmo tempo Deus e homem. Não é apenas um homem divinizado, igual àqueles que pela graça se tornam participantes da natureza divina; (Observação minha: Aqui, São Cirilo refere-se ao cristão que, batizado, recebe o Espírito de Cristo e, como filho no filho Jesus, torna-se participante da natureza divina); mas é verdadeiro Deus, que para nossa salvação, se tornou visível em forma humana, conforme Paulo testemunha com as seguintes palavras: Quando se completou o tempo previsto, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher, nascido sujeito à Lei, a fim de resgatar os que estavam sujeitos à Lei e para que todos recebêssemos a filiação adotiva (Gl 4,4-5).

Fonte:

http://www.domhenrique.com.br

+ Dom Henrique Soares da Costa



Jesus Ressucitado se encontra com Maria sua Mãe!

Os evangelistas não relatam este encontro, mas também não dizem que ele não tenha acontecido, afinal muitos outros encontros ou aparições também não foram escritos  nos evangelhos como nos diz São João, “Não caberiam nos livros se fossem relatados tudo aquilo que Jesus havia executado neste mundo…”, mas porém só foram relatados os acontecimentos relacionados com a nossa fé.



Depois da deposição de Jesus no sepulcro, Maria é a única que permanece a ter viva a chama da fé, preparando-se para acolher o anúncio jubiloso e surpreendente da ressurreição. A espera vivida no Sábado Santo constitui um dos momentos mais altos da fé da Mãe do Senhor: na obscuridade que envolve o universo, Ela entrega-se plenamente ao Deus da vida e, recordando as palavras do Filho, espera a realização plena das promessas divinas.

Os Evangelhos narram diversas aparições do Ressuscitado, mas não o encontro de Jesus com a sua Mãe. Este silêncio não deve levar a concluir que, depois da Ressurreição, Cristo não tenha aparecido a Maria; convida-nos, ao contrário, a procurar os motivos dessa escolha por parte dos evangelistas. Supondo uma “omissão”, ela poderia ser atribuída ao fato que tudo o que é necessário para o nosso conhecimento salvífico é confiado à palavra de “testemunhas anteriormente designadas por Deus” (At. 10, 41), isto é, aos Apóstolos que “com grande poder” deram testemunho da ressurreição do Senhor Jesus (cf. At. 4,33).

Antes que a eles, o Ressuscitado apareceu a algumas mulheres fiéis, por causa da sua função eclesial: “Ide dizer a Meus irmãos que partam para a Galileia, e lá Me verão” (Mt. 28,10). Se os autores do Novo Testamento não falam do encontro da Mãe com o Filho ressuscitado, isto talvez seja atribuível ao fato que semelhante testemunho poderia ser considerado, por parte daqueles que negavam a ressurreição do Senhor, muito interessado, e portanto não digno de fé.

2. Os Evangelhos, além disso, referem um pequeno número de aparições de Jesus ressuscitado, e não certamente o relatório completo de quanto aconteceu nos 40 dias após a Páscoa. São Paulo recorda uma aparição “a mais de quinhentos irmãos, de uma só vez” (1 Cor. 15, 6). Como justificar que um fato conhecido por muitos não seja referido pelos Evangelistas, apesar do seu caráter excepcional? É sinal evidente de que outras aparições do Ressuscitado, embora estivessem no elenco dos notórios fatos ocorridos, não tenham sido mencionadas. Como poderia a Virgem, presente na primeira comunidade dos discípulos (cf. At. 1, 14), ter sido excluída do número daqueles que se encontraram com o seu divino Filho, ressuscitado dos mortos?

3. É antes legítimo pensar que, de modo semelhante a Mãe tenha sido a primeira pessoa a quem Jesus ressuscitado apareceu. A ausência de Maria do grupo das mulheres que ao alvorecer se dirige ao sepulcro (cf. Mc. 16, 1; Mt. 28, 1), não poderia talvez constituir um indício do fato de Ela já se ter encontrado com Jesus? Esta dedução encontraria confirmação no dado que as primeiras testemunhas da ressurreição, por vontade de Jesus, foram as mulheres, que tinham permanecido fiéis ao pé da Cruz, e portanto mais firmes na fé. Com efeito, a uma delas, Maria de Mágdala, o Ressuscitado, confia a mensagem a ser transmitida aos Apóstolos ( cf. Jo. 20,17-18).

Também este elemento consente talvez pensar em Jesus que aparece em primeiro lugar à sua Mãe, Aquela que permaneceu a mais fiel e, na prova, conservou íntegra a fé. Por fim, o caráter único e especial da presença da Virgem no Calvário e a sua perfeita união com o Filho no sofrimento da Cruz, parecem postular uma sua particularíssima participação no mistério da ressurreição.

Um autor do século quinto, Sedúlio, afirma que Cristo Se mostrou no esplendor da vida ressuscitada, antes de tudo, à própria Mãe. Com efeito, Aquela que na anunciação tinha sido a via do Seu ingresso no mundo, era chamada a difundir a maravilhosa notícia da ressurreição, para se fazer anunciadora da Sua vinda gloriosa. Inundada assim pela glória do Ressuscitado, Ela antecipa o “resplendor” da Igreja (cf. Sedúlio, Carmen Pascale, 5, 357-364, CSEL 10, 140 s.).

4. Sendo imagem e modelo da Igreja, que espera o Ressuscitado e que no grupo dos discípulos O encontra durante as aparições pascais, parece razoável pensar que Maria tenha tido um contato pessoal com o Filho ressuscitado, para gozar também ela da plenitude da alegria pascal.

Presente no Calvário durante a Sexta-Feira Santa (cf. Jo. 19, 25) e no cenáculo, no Pentecostes (cf. At. 1, 14), a Virgem Santíssima foi provavelmente testemunha privilegiada da ressurreição de Cristo, completando desse modo a sua participação em todos os momentos essenciais do Mistério pascal. Acolhendo Jesus ressuscitado, Maria é além disso sinal e antecipação da humanidade, que espera obter a sua plena realização mediante a ressurreição dentre os mortos.

No tempo pascal a comunidade cristã, ao dirigir-se à Mãe do Senhor, convida-a a alegrar-se: “Regina caeli, laetare. Aleluja!”, “Rainha do céu, alegra-te. Aleluia!”. Recorda assim a alegria de Maria pela ressurreição de Jesus, prolongando no tempo o “alegra-te” que lhe fora dirigido pelo Anjo na anunciação, para que se tornasse “causa de júbilo” para a humanidade inteira.


Maria & Cristo. PPT

Jesus & Maria. Post


Fonte : L’Osservatore Romano, ed. port. n.21, 24/05/1997, pag. 12(240)

DO Livro: A VIRGEM MARIA – 58 CATEQUESES DO PAPA JOÃO PAULO II- EDITORA CLÉOFAS  – http://www.cleofas.com.br


 


Semeando a cultura de Pentecostes



Nossa Senhora está presente entre nós.

NOSSA SENHORA DE GUADALUPE

Padroeira Principal da América Latina

Festa

No dia 9 de dezembro de 1531, a Virgem Maria apareceu a um índio chamado Juan Diego, no monte Tepeyac, perto da cidade do México, manifestando-lhe o seu desejo de que se erigisse ali um templo. Depois de o tio de Juan Diego ter sido curado milagrosamente no dia 12 de dezembro, quando Juan levava ao bispo umas flores que a Virgem lhe dera, ao deixá-las cair do seu poncho apareceu gravada nessa peça do vestuário a imagem da Senhora que até hoje é venerada no Santuário da Basílica de Guadalupe, no México. Era o sinal que o bispo Juan de Zumárraga tinha pedido. Em 1553, o prelado construiu uma Basílica, como Nossa Senhora lhe tinha pedido. Existem diversos documentos que testemunham esse episódio. O mais antigo é o Nican Mopohua, relato das aparições em língua azteca, baseado nas declarações de testemunhas oculares que presenciaram as entrevistas entre Zumárraga e Juan Diego. Conserva-se na Biblioteca Nacional do México.

A DEVOÇÃO a Nossa Senhora de Guadalupe no México tem a sua origem nos começos da evangelização desse país, quando os fiéis eram ainda muito poucos. Nossa Senhora apareceu a um camponês índio, de nome Juan Diego, e enviou-o ao bispo da cidade do México para manifestar-lhe o desejo de que lhe fosse dedicado um templo numa colina próxima, chamada Tepeyac. A Virgem disse ao índio na primeira aparição: “Quero muito, desejo muito que aqui me seja erigido um templo, em que me mostrarei e me darei às pessoas em todo o meu amor, no meu olhar compassivo, no meu auxílio, na minha salvação: porque em verdade Eu sou a vossa Mãe compassiva, tua e de todos os homens […]. Nesse templo escutarei os seus prantos e a sua tristeza, para remediá-los, para lhes curar todas as suas diversas penas, as suas misérias e as suas dores” (Nican Mopohua).

O bispo do lugar, antes de aceder ao pedido, quis um sinal. E Juan Diego, por indicação da Senhora dos Céus, cortou umas braçadas de rosas que ela fizera brotar sobre a árida colina, a mais de dois mil metros de altura, em pleno mês de dezembro. Depois, foi ter com o bispo e estendeu-lhe o seu branco ayate, o manto, onde colocara as flores. E quando as rosas caíram ao chão, “surgiu de repente a Amada imagem da Perfeita Virgem Santa Maria, Mãe de Deus, na forma e figura em que hoje se encontra” (Nican Mopohua). Essa imagem de Nossa Senhora de Guadalupe ficou impressa no rústico poncho do índio, tecido com fibras vegetais. Representa a Virgem como uma jovem mulher de rosto moreno, rodeada por uma luz radiante.

Maria disse a Juan Diego, e repete a todos os cristãos: “Não estou Eu aqui, Eu que sou a tua Mãe? Não estás debaixo da minha sombra? Não estás porventura no meu regaço?” Por que devemos temer, se Ela é a Mãe de Jesus e Mãe dos homens?

Com a aparição de Maria no monte Tepeyac, começou em todo o antigo território azteca um movimento excepcional de conversões, que se estendeu pela América Centro-Meridional e chegou até o longínquo arquipélago das Filipinas. “A Virgem de Guadalupe continua a ser ainda hoje o grande sinal da proximidade de Cristo, ao convidar todos os homens a entrar em comunhão com Ele para terem acesso ao Pai. Ao mesmo tempo, Maria é a voz que convida os homens à comunhão entre si…” (João Paulo II)

A Virgem sempre precedeu os homens na evangelização dos povos. Não se entende o apostolado sem Maria. Por isso, agora que o Papa, Vigário de Cristo na terra, pede aos fiéis que se empenhem em recristianizar o mundo, recorremos a Ela para que “indique à Igreja os melhores caminhos que é preciso percorrer para empreender uma nova evangelização. Imploramos-lhe a graça de servir essa causa sublime com renovado espírito missionário”4. Suplicamos-lhe que nos mostre o modo de aproximarmos os nossos amigos de Deus e que Ela os prepare para receber a graça.


Semeando a cultura de Pentecostes



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Resposta de Pe. Zezinho!


Carta  resposta a um ex. Católico Sobre Maria!


ANUNCIAÇÃO.





No  sexto mês, o anjo Gabriel foi  enviado por Deus a uma cidade da Galiléia, chamada Nazaré,  (Lucas 1,26)

A  uma virgem desposada com um homem que se chamava José,  da  casa de Davi e o nome da Virgem era MARIA.

(Lucas  1,27)




PERSEGUIÇÃO.

Saulo  perguntou: Quem és tu Senhor ?

Caindo  por terra, ouviu uma voz que lhe  dizia:

Saulo,  Saulo, por que me persegues ?

Eu  sou Jesus,  a  quem tu persegues…

(Atos  9,4)

.

Perseguição … Ou Falta de conhecimento ?

Pequeno trecho da carta de  Paulo Souza enviada ao Padre  Zezinho:



Eu sou evangélico e ex-católico.

[…]

Maria  não pode nada. Menos  ainda as  imagens dela que vocês adoram. Sua igreja continua idólatra.

Já fui católico e hoje sou feliz porque só creio em Jesus.

Você com suas canções é o maior propagador da idolatria Mariana. Converta-se enquanto é tempo. Senão vai para o inferno com suas canções idólatras…

[…]

Paulo  Souza, São Paulo-SP.



Agora veja na íntegra, a resposta de Padre Zezinho …

Uma lição  de sabedoria…

Sua  carta chega a ser cruel. Em quatro páginas você consegue mostrar o que um verdadeiro evangélico não pode ser. Seus irmãos mais instruídos na fé sentiriam vergonha de ler o que você disse em sua carta contra nós católicos e contra Maria.

O  irônico de tudo isso  é que, enquanto você vai para lá agredindo a mãe de Jesus  e diminuindo o papel  dela no cristianismo, um número enorme de  evangélicos, fala dela, hoje, com maior carinho e  começa a compreender a devoção dos católicos por ela.

Você  pegou o bonde atrasado  e na hora errada e deve ter ouvido os pastores errados, porque, entres os evangélicos, tanto como entre nós católicos, Maria é vista como a primeira cristã, e a figura mais expressiva da evangelização depois de Jesus. Eles sabem da presença firme e fiel de Maria ao lado do filho divino.

Evangélico  hoje, meu caro, é  alguém que pautou sua  vida pelos evangelhos  e, por ser um bom  evangélico, não é  preciso agredir nem os católicos nem a  Mãe de Jesus.   Você é muito mais antimariano do que cristão ou evangélico. Seu negócio é agredir Maria e os católicos. Nem os bons evangélicos querem gente como você no meio deles.



Quanto  ao que você afirma, que nós adoramos  Maria, sinto pena de você. Enquanto católico, segundo você afirma, já não sabia quase nada de bíblia por culpa da nossa igreja, agora que virou evangélico parece que sabe menos ainda de bíblia, de Jesus, de Deus e do reino dos céus.

Está  confundindo culto de  veneração com culto de adoração, está caluniando quem tem imagens de Maria em  casa ao acusá-los de idólatras. Ora,  Paulo, há milhões de católicos que usam das imagens  e sinais do catolicismo de maneira serena e inteligente, e você  usava errado, teria que aprender.

Ao invés  disso foi para outra igreja aprender a decidir quem vai para o céu e quem vai para o inferno. Tornou-se juiz da  fé dos outros.

Deu  um salto gigantesco  em seis meses, de católico tornou-se evangélico,  pregador de sua igreja  e já se coloca como a quarta pessoa  da Santíssima  Trindade, porque está decidindo quem vai para o céu e quem vai para o inferno.

Mais  uns dois anos, talvez  dê um golpe de estado no céu e  se torne a  primeira  pessoa da Santíssima Trindade. Então talvez, mande Deus avisar quem você vai por no céu e no inferno.

Sua  carta é pretensiosa. Sugiro que estude mais evangelismo,  e em poucos anos, estará escrevendo cartas bem mais fraternas e bem mais serenas do que esta. Desejo de todo o coração que você encontre  bons pastores evangélicos.  Há muitíssimos homens de Deus nas igrejas evangélicas  que ensinarão a você como ser um bom cristão e como respeitar a religião  dos outros.

Isso  você parece que perdeu  quando deixou de ser católico.

Era  um direito que você  tinha: procurar sua  paz. Mas parece que  não a encontrou ainda,  a julgar pela agressividade de suas palavras.

Quanto   a Maria, nenhum problema: é excelente caminho  para Jesus. Até porque,  quem está perto de  Maria …,

Nunca  está longe de Jesus.

Porque  Ela jamais se afastou  d’Ele, tire isso por você mesmo.

Se  você se deu ao  trabalho de  me  escrever uma carta para me  levar a Jesus, e  se acha capaz disso,  imagine então o poder da mãe de Deus! De Jesus ela entende bem mais do que  você.

Ou, inebriado com a nova  fé, você se acha  mais capaz do que  ela ? Se você pode sair por aí escrevendo  cartas para aproximar  as pessoas de Jesus…

Maria  pode milhões de vezes  mais com sua prece de mãe.  Ela já  está no céu e  você ainda está aqui apontando o dedo contra  os outros  e decidindo  quem vai ou quem não a vai para lá.

Grato  por sua carta. Mostrou-me  porque devo lutar pela  compreensão entre as  igrejas.

É por causa de Pessoas  como você !

(Pe.  Zezinho -scj)

Este  texto foi extraído   do  jornal  da Comunidade  Luz  da Vida de  Goiânia-GO. Trata-se  de uma carta resposta do Padre Zezinho a um  jovem ex.católico  que lhe escreveu difamando Maria a Mãe de Jesus.


Resposta de Pe. Zezinho . PPT

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Resposta de Pe. Zezinho .PPT

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Repasse  esta mensagem aos seus  contatos.

Precisamos  defender a nossa fé com  a mesma sabedoria e  coragem do  nosso querido  Pe.  Zezinho.

Fonte:  Jornal da Comunidade Luz da Vida –  Goiânia-GO.

Músicas:   Maria de Nazaré – (Instrumental – Pe Zezinho)

Não troco a minha fé (Pe. Zezinho)

Imagens:   Google e Internet

Primeira formatação: Maria Eterna

(eterna.agape@hotmail.com) – Presentepravoce.wordpress.com.br



Semeando a cultura de Pentecostes



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Uma nova canção de Pe. Zezinho sobre MARIA


Assunção de Maria.

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Magnificat: a Mãe gloriosa

E a grandeza dos pobres.

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Em 1950, o Papa Pio XII definiu a Assunção de Maria como dogma, ou seja, como ponto referencial de sua fé. Maria, no fim de sua vida, foi acolhida por Deus no céu “com corpo e alma”, ou seja, coroada plena e definitivamente com a glória que Deus preparou para os seus santos. Assim como ela foi a primeira a servir Cristo na fé, ela é a primeira a participar na plenitude de sua glória, a “perfeitissimamente redimida”. Maria foi acolhida completamente no céu porque ela acolheu o Céu nela – inseparavelmente.

O evangelho de hoje é o Magnificat de Maria, resumo da obra de Deus com ela e em torno dela. Humilde serva – nem tinha sequer o status de mulher casada -, ela foi “exaltada” por Deus, para ser mãe do Salvador e participar de sua glória, pois o amor verdadeiro une para sempre. Sua grandeza não vem do valor que a sociedade lhe confere, mas da maravilha que Deus opera nela. Um diálogo de amor entre Deus e a moça de Nazaré: ao convite de Deus responde o “sim” de Maria, e à doação de Maria na maternidade e no seguimento de Jesus, responde o grande “sim” de Deus, a glorificação de sua serva. Em Maria, Deus tem espaço para operar maravilhas. Em compensação, os que estão cheios de si mesmos não deixam Deus agir e, por isso, são despedidos de mãos vazias, pelo menos no que diz respeito às coisas de Deus. O filho de Maria coloca na sombra os poderosos deste mundo, pois enquanto estes oprimem, ele salva de verdade.

Essa maravilha, só é possível porque Maria não está cheia de si mesma, como os que confiam no seu dinheiro e seu status. Ela é serva, está a serviço – como costumam fazer os pobres – e, por isso, sabe colaborar com as maravilhas de Deus. Sabe doar-se, entregar-se àquilo que é maior que sua própria pessoa. A grandeza do pobre é que ele se dispõe para ser servo de Deus, superando todas as servidões humanas. Mas, para que seu serviço seja grandeza, tem que saber decidir a quem serve: a Deus ou aos que se arrogam injustamente o poder sobre seus semelhantes. Consciente de sua opção, o pobre realizará coisas que os ricos, presos na sua auto-suficiência, não realizam: a radical doação aos outros, a simplicidade, a generosidade sem cálculo, a solidariedade, a criação de um homem novo para um mundo novo, um mundo de Deus.

A vida de Maria, a “serva”, assemelha-se à do “servo”, Jesus, “exaltado” por Deus por causa de sua fidelidade até a morte (Fl 2,6-11). O amor torna semelhantes as pessoas. Também a glória. Em Maria realiza-se, desde o fim de sua vida na terra, o que Paulo descreve na 2ª leitura: a entrada dos que pertencem a Cristo na vida gloriosa do pai, uma vez que o Filho venceu a morte.

Do livro “Liturgia Dominical”,

de Johan Konings, SJ, Editora Vozes

Assunção de Maria

Analisando o Dogma

A Assunção de Nossa Senhora foi transmitida pela tradição escrita e oral da Igreja. Ela não se encontra explicitamente na Sagrada Escritura, mas está implícita.
Analisemos o fato histórico, segundo é contato pelos primeiros cristãos e transmitido pelos séculos de forma inconteste.

Na ocasião de Pentecostes, Maria Santíssima tinha mais ou menos 47 anos de idade. Depois desse fato, permaneceu Ela ainda 25 anos na terra, para educar e formar, por assim dizer, a Igreja nascente, como outrora ela educara, protegera, e dirigira a infância do Filho de Deus.

Ela terminou sua “carreira mortal” na idade de 72 anos, conforme a opinião mais comum.

A morte de Nossa Senhora foi suave, chamada de “dormição”.

Quis Nosso Senhor dar esta suprema consolação à sua Mãe Santíssima e aos seus apóstolos e discípulos que assistiram a “dormição” de Nossa Senhora, entre os quais se sobressai S. Dionísio Aeropagita, discípulo de s. Paulo e primeiro Bispo de Paris, o qual nos conservou a narração desse fato.

Diversos Santos Padres da Igreja contam que os Apóstolos foram milagrosamente levados para Jerusalém na noite que precedera o desenlace da Bem-aventurada Virgem Maria.

S. João Damasceno, um dos mais ilustres doutores da Igreja Oriental, refere que os fiéis de Jerusalém, ao terem notícia do falecimento de sua Mãe querida, como a chamavam, vieram em multidão prestar-lhe as últimas homenagens e que logo se multiplicaram os milagres em redor da relíquia sagrada de seu corpo.

Três dias depois chegou o Apóstolo S. Tomé, que a Providência divina parecia ter afastado, para melhor manifestar a glória de Nossa Senhora, como dele já se servira para manifestar o fato da ressurreição de Nosso Senhor.

S. Tomé pediu para ver o corpo de Nossa Senhora.

Quando retiraram a pedra, o corpo já não mais se encontrava.

Do túmulo se exalava um perfume de suavidade celestial!

Como o seu Filho e pela virtude de seu Filho, a Virgem Santa ressuscitara ao terceiro dia. Os anjos retiraram o seu corpo imaculado e o transportaram ao céu, onde ele goza de uma glória inefável.

Nada é mais autêntico do que estas antigas tradições da Igreja sobre o mistério da Assunção da Mãe de Deus, encontradas nos escritos dos Santos Padres e Doutores da Igreja, dos primeiros séculos, e relatadas no Concílio geral de Calcedônia, em 451.

Como Nossa Senhora era isenta do ‘pecado original’, ela estava imune à sentença de morte (conseqüência da expulsão do paraíso terrestre). Todavia, por não ter acesso à “árvore da vida” (que ficava no paraíso terrestre), Maria Santíssima teria que passar por uma “morte suave” ou uma “dormição”.

Por um privilégio especial de Deus, acredita-se que Nossa Senhora não precisaria morrer se assim o desejasse, ainda que não tivesse acesso à “árvore da vida”.

Tudo isso, é claro, ainda poderá ser melhor explicado com o tempo, quando a Igreja for explicitando certos mistérios relativos à Santíssima Virgem Maria que até hoje permanecem.

Muito pouco ainda descobrimos sobre a grandeza de Nossa Senhora, como bem disse S. Luiz Maria G. de Montfort em seu livro “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”.

É certo que Nossa Senhora escolheu passar pela morte, mesmo não tendo necessidade.

Quais foram, então, as razões da escolha da morte por Nossa Senhora?

Pode-se levantar várias hipóteses. O Pe. Júlio Maria (da década de 40) assinala quatro:

1) Para refutar, de antemão, a heresia dos que mais tarde pretenderiam que Maria Santíssima não tivesse sido uma simples criatura como nós, mas pertencesse à natureza angélica.

2) Para em tudo se assemelhar ao seu divino Filho.

3) Para não perder os merecimentos de aceitação resignada da morte.

4) Para nos servir de modelo e ensinar a bem morrer.

Podemos, pois, resumir esta doutrina dizendo que Deus criou o homem mortal. Deus deu a Maria Santíssima não o direito (por não ter acesso à “Árvore da vida”), mas o privilégio, de ser imortal. Ela preferiu ser semelhante ao seu Filho, escolhendo voluntariamente a morte, e não a padecendo como castigo do pecado original que nunca tivera.


Analisemos, agora, a Ressurreição de Maria Santíssima.


Os Apóstolos, ao abrirem o túmulo da Mãe de Deus para satisfazer a piedade de São Tomé e ao desejo deles todos, não encontrando mais ali o corpo de Nossa Senhora, deduziram e perceberam que Ela havia ressuscitado!

Não era preciso ver à ressurreição para crer no fato, era uma dedução lógica decorrente das circunstâncias celestiais de sua morte, de sua santidade, da dignidade de Mãe de Deus, da sua Imaculada Conceição, da sua união com o Redentor, tudo isso constituía uma prova irrefutável da Assunção de Nossa Senhora.

A Assunção difere da ascensão de Nosso Senhor no fato de que, no segundo caso, Nosso Senhor subiu por seu próprio poder, enquanto sua Mãe foi assunta ao Céu pelo poder de Deus.

Ora, há vários argumentos racionais em favor da Assunção de Nossa Senhora. Primeiramente, havendo entrado de modo sobrenatural nesta vida, seria normal que saísse de forma sobrenatural, esse é um princípio de harmonia nos atos de Deus. Se Deus a quis privilegiar com a Imaculada Conceição, tanto mais normal seria completar o ato na morte gloriosa.

Depois, a morte, como diz o ditado latino: “Talis vita, finis ita”, é um eco da vida. Se Deus guardou vários santos da podridão do túmulo, tornando os seus corpos incorruptos, muito mais deveria ter feito pelo corpo que o guardou durante nove meses, pela pele que o revestiu em sua natureza humana, etc.

Nosso Senhor tomou a humanidade do corpo de sua Mãe. Sua carne era a carne de sua Mãe, seu sangue era o sangue de sua Mãe, etc. Como permitir que sua carne, presente na carne de sua santíssima Mãe, fosse corrompida pelos vermes e tragada pela terra? Ele que nasceu das entranhas amorosíssimas de Maria Santíssima permitiria que essas mesmas entranhas sofressem a podridão do túmulo e o esquecimento da morte? Seria tentar contra o amor filial mais perfeito que a terra já conheceu. Seria romper com o quarto mandamento da Lei de Deus, que estabelece “Honrar Pai e Mãe”.

Qual filho, podendo, não preservaria sua Mãe da morte?

A dignidade de Filho de Deus feito homem exigia que não deixasse no túmulo Aquela de quem recebera o seu Corpo sagrado. Nosso Senhor Jesus Cristo, por assim dizer, preservando o corpo de Maria Santíssima, preservava a sua própria carne.

Ainda podemos levantar o argumento da relação imediata da paixão do Filho de Deus e da compaixão da Mãe de Deus, promulgada, de modo enérgico, no Evangelho, pela profecia de S. Simeão falando à própria Mãe: “Eis que este menino está posto para a ressurreição de muitos em Israel, e para ser alvo de contradição. E uma espada transpassará a tua alma” (Luc. 2, 34, 45).

Esta tradução em vernáculo (português, no caso) é larga. O texto latino (em latim) tem uma variante que parece ir além do texto em português. “Et tuam ipsius animam pertransibit glaudius” – o que quer dizer literalmente: o mesmo gládio transpassará a alma dele e a vossa.

Como seria possível que o Filho, tendo sido unido à sua Mãe em toda a sua vida, na sua infância e na sua dor, não se unisse à Ela na sua glória?

Tudo isso se levanta dos Evangelhos.

A Assunção de Maria Santíssima foi sempre ensinada em todas as escolas de teologia e não há vós discordante entre os Doutores. A Assunção é como uma conseqüência da encarnação do Verbo.

Se a Virgem Imaculada recebeu outrora o Salvador Jesus Cristo, é justo que o Salvador, por sua vez, a receba. Não tendo Nosso Senhor desdenhado descer ao seu seio puríssimo, deve elevá-la agora, para partilhar com Ela a sua glória.

Cristo recebeu sua vida terrena das mãos de Maria Santíssima. Natural é que Ela receba a Vida Eterna das mãos de seu divino Filho.

Além de conservar a harmonia em sua própria obra, Deus devia continuar favorecendo a Virgem Imaculada, como Ele o fez, desde a predestinação até a hora de sua morte.

Ora, podendo preservar da corrupção do túmulo a sua santa Mãe, tendo poder para fazê-la ressuscitar e para levá-la ao céu em corpo e alma, Deus devia fazê-lo, pois Ele devia coroar na glória aquela que já coroara na terra… Dessa forma, a Santíssima Mãe de Deus continuava a ser, na glória eterna, o que já fora na terra: “a mãe de Deus e a mãe dos homens”.
Tal se nos mostra Maria na glória celestial, como cantava o Rei de sua Mãe, assim canta Deus de Nossa Senhora: “Sentada à direita de seu Filho querido” (3 Reis, 2, 19), “revestida do sol” (Apoc. 12, 1), cercada de glória “como a glória do Filho único de Deus” (Jo. 1, 14), pois é a mesma glória que envolve o Filho e a Mãe! Ele nos aparece tão belo! E ela como se nos apresenta suave e terna em seu sorriso de Mãe, estendendo-nos os braços, num convite amoroso, para que vamos a Ela e possamos um dia partilhar de sua bem-aventurança!

Fonte:http://www.legiomariae.kit.net/Canais/maria1.htm#assuncao

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do_Céu.

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O Mistério Da Igreja.

Uma jovem de apenas 2000 anos.

Françoá R. F. Costa*

Sumário

1 – O Mistério da Igreja: sua origem, fundação e missão

2 – Povo de Deus, Corpo de Cristo, Templo do Espírito Santo

3 – Una, Santa, Católica e Apostólica

a) A Igreja de Cristo é una e única

b) A Igreja é Santa

c) A Igreja é Católica

d) A Igreja é Apostólica

4 – Os fiéis de Cristo – Leigos, Vida Consagrada, Hierarquia

a) Os leigos

b) A vida consagrada

c) O minstério na Igreja

5 – A “Communio Sanctorum”

6 – Maria, Mãe de Cristo e da Igreja 

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Os Padres da Igreja gostavam de comparar a Igreja à lua, pois assim como a lua recebe toda a sua luz do sol, assim também a Igreja recebe toda a sua luz de Cristo1. Meditar sobre o Mistério da Igreja é também meditar sobre o que somos enquanto cristãos, somos Igreja.

O sol que ilumina a Igreja, Cristo, é também quem mantém a sua jovialidade. A Igreja não envelhece, ela passa por fases que a levam ao amadurecimento no curso da história. Contudo, a vitalidade essencial que lhe vem do Pai em Cristo pelo Espírito Santo é sempre a mesma, a de Deus enquanto participada por essa criatura sua, a Igreja, que acolhe no seu seio a nova criação, a humanidade redimida no sangue do Cordeiro que tira o pecado do mundo..

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1 – O Mistério da Igreja: sua origem, fundação e missão.

Para perscrutar o mistério da Igreja, convém meditar primeiro sobre sua origem no desígnio da Santíssima Trindade e sobre sua realização progressiva no curso da história”2.

Podemos pensar no mistério da Igreja, isto é, considerando-a, ela mesma, como um mistério; também podemos falar da Igreja do mistério, enquanto que ela é depositária do Mistério de Cristo. A Igreja na terra é – como diz o Concílio Vaticano II3 – como um sacramento, ou seja, sinal vísivel de uma realidade invisível. A Igreja, Mistério de comunhão entre Deus e os homens, e destes entre si e com Deus, ésacramentum communionis, sacramento da comunhão: ela visibiliza o mistério de união com Deus e com os demais.

O Catecismo da Igreja Católica fala da Igreja como um projeto nascido no coração do Pai, prefigurada desde a origem do mundo, preparada na Antiga Aliança, instituída por Jesus Cristo, manifestada pelo Espírito Santo e consumada na glória4. Diz ainda: “A Igreja está na história, mas ao mesmo tempo a transcende. É unicamente “com os olhos da fé” que se pode enxergar em sua realidade visível, ao mesmo tempo, uma realidade espiritual, portadora de vida divina”5.

Ela é um mistério revelado paulatinamente até que chegasse a plenitude dos tempos (Cfr. Gal 4,4) e Jesus Cristo – que é a plenitude e o mediador da Revelação – a fundasse. Em primeiro lugar: como a Igreja é um projeto nascido no coração do Pai, e como o Pai é eterno, podemos dizer que a Igreja existe desde toda a eternidade no coração de Deus.

Como foi dito anteriormente, a Igreja é mistério de comunhão dos homens com o Pai no Filho pelo Espírito Santo. Esse elemento é central para compreender a Igreja: Comunhão. Deus chama toda a humanidade para viver em comunhão com ele, de tal maneira que podemos dizer quea Igreja é a humanidade redimida e em comunhão com a Trindade beatíssima . Deus chama à comunhão. “A palavra “Igreja” [“ekklésia”, do grego “ekkaléin” – “chamar fora”] significa “convocação”. Designa assembléia do povo, geralmente de caráter religioso. É o termo usado freqüentemente no Antigo Testamento grego para a assembléia do povo eleito diante de Deus, sobretudo para a assembléia do Sinai, onde Israel recebeu a Lei e foi constituído por Deus seu povo santo… O termo “Kyriakä”, do qual deriva “Chruch”, “Kirche”, significa “a que pertence ao Senhor”… “A Igreja” é o povo que Deus reúne no mundo inteiro. Existe nas comunidades locais e se realiza como assembléia litúrgica sobretudo eucarística. Ela vive da Palavra e do Corpo de Cristo e se torna assim, Corpo de Cristo”6.

O amor da Trindade pela humanidade fez com que a Igreja fosse prefigurada na arca de Noé, na assembléia de Israel, no templo de Jerusalém etc. Deus criou o ser humano para fazê-lo participante de sua vida divina, não existe um só ser humano que não tenha esse fim sobrenatural. E o meio através do qual esse fim sobrenatural se realiza é a Igreja. Ao mesmo tempo que a Igreja é o meio pelo qual se realiza essa comunhão com Deus, ela também é – com relação ao mundo – a finalidade de todas as coisas7.

Quando o homem e a mulher pecaram, o Senhor prometeu a salvação (Cfr. Gn 3,15). A partir daí começou o tempo de preparação da Igreja. Alguns Santos Padres falaram até daEcclesia ab Adamo, a Igreja desde os tempos de Adão, e da Ecclesia ab Abel , a Igreja desde os tempos de Abel. “A preparação longínqua do Povo de Deus começa com a vocação de Abraão, a quem Deus promete que será o pai de um grande povo. A preparação imediata tem seus inícios com a eleição de Israel como povo de Deus”8.

Quando chegou o momento Cristo instituiu a sua Igreja: “o Senhor Jesus dotou sua comunidade de uma estrutura que permanecerá até a plena consumação do Reino. Há antes de tudo a escolha dos Doze, com Pedro como seu chefe. Representando as doze tribos de Israel, eles serão a pedra de fundação da nova Jerusalém. Os Doze e os outros discípulos participam da missão de Cristo, de seu poder, mas também de sua sorte. Por meio de todos esses atos, Cristo prepara e constrói a sua Igreja.

“Mas a Igreja nasceu primeiramente do dom total de Cristo para nossa salvação, antecipado na instituição da Eucaristia e realizado na Cruz. “O começo e o crescimento da Igreja são significados pelo sangue e pela água que saíram do lado aberto de Jesus crucificado.” “Pois do lado de Cristo dormindo na Cruz é que nasceu o admirável sacramento de toda a Igreja”. Da mesma forma que Eva foi formada do lado de Adão adormecido, assim a Igreja nasceu do coração traspassado de Cristo morto na Cruz”9.

Podemos observar que o Catecismo não utiliza apenas uma passagem para explicar-nos a fundação da Igreja, como a conhecida “tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16,18). É verdade que essa passagem continua mantendo toda a sua importância nesse contexto, pois trata-se de uma promessa do Senhor, já realizada, pois a Igreja foi fundada. O Catecismo da Igreja fala de “atos fundacionais de Cristo”: a reunião de discípulos, a escolha dos Doze, a primazia de Pedro no grupo dos Doze, a instituição da Eucaristia, o Mistério Pascal. Como tudo o que Deus fazad extram , ou seja, o que acontece fora da vida íntima de Deus, são ações comuns às três divinas Pessoas da Trindade, entenderemos também a função importantíssima do Espírito Santo, que é Espírito do Pai e do Filho, em Pentecostes e nos primeiros anos da Igreja nesteprocesso fundacional. O Espírito Santo pode ser chamado co-fundador da Igreja com Cristo. A Igreja é fruto da missão conjunta do Filho e do Espírito Santo, enviados pelo Pai.

A Igreja foi manifestada pelo Espírito Santo. “Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizar na terra, foi enviado o Espírito Santo para santificar a Igreja permanentemente”10. Esta Igreja também será consumada na glória quando Cristo volte em sua glória11. Então a Igreja estará para sempre resplandecente de santidade.

A missão da Igreja é a mesma de Cristo: a salvação da humanidade. Ela continua a missão de Jesus Cristo. “Por ser “convocação” de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos”12. O Cristo glorificado que recebeu do Pai toda autoridade, todo poder, faz com que sua Esposa participe desta mesma autoridade, deste mesmo poder: a missão de Cristo sacerdote, profeta e rei faz-se presente por participação na missão da Igreja, Povo sacerdotal, profético e régio.

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2 – Povo de Deus, Corpo de Cristo, Templo do Espírito Santo

Outrora Deus fez para si um povo, o Povo de Israel. Ele enviou o seu Filho para salvar esse povo, o qual não aceitou – na maioria de seus membros – o Messias enviado. Então Deus formou para si umNovo Povo , a Igreja, constituído pelos que nascem pela fé e pelo Batismo; este povo tem por Chefe Jesus Cristo; como condição, a dignidade da liberdade dos filhos de Deus; como lei, o mandamento novo de amar como Cristo mesmo nos amou; como missão, ser sal da terra e luz do mundo; como meta, o Reino de Deus, do qual a mesma Igreja já é germe13. O Novo Povo de Deus é um povo sacerdotal, profético e régio, e todo e qualquer batizado participa dessas três funções de Cristo14.

A Igreja é também o Corpo de Cristo. Distingamos: o corpo físico do Senhor é aquele que ele tem agora no céu, corpo glorioso; o corpo eucarístico do Senhor é o que nós temos no Sacramento da Eucaristia, trata-se de uma presença substancial, não-física; o corpo místico do Senhor é a Igreja. É São Paulo quem usa essa bela imagem: “Com efeito, o corpo é um e, não obstante, tem muitos membros, mas todos os membros do corpo, apesar de serem muitos, formam um só corpo. Assim também acontece com Cristo. Pois fomos todos batizados num só Espírito para ser um só corpo” (1 Cor 12,12-13).

“A comparação da Igreja com o corpo projeta uma luz sobre os laços íntimos entre a Igreja e Cristo. Ela não é somente congregada em torno dele; é unificada nele, em seu Corpo”15. O “Christus totus – Cristo total” é Cristo-Cabeça e a Igreja-Corpo. Esta união maravilhosa existente entre Cristo e sua Igreja não impede a distinção que há entre os mesmos; daí a importância de outra bela imagem: a Igreja é a Esposa de Cristo:“ela é a Esposa imaculada do Cordeiro imaculado, a qual Cristo “amou, pela qual se entregou, a fim de santifica-la” (Ef 5,26). Efectivamente, a consideração da Igreja como esposa tem a vantagem de balancear a anterior, já que ao apresentar a Igreja como corpo poderia dar-se o perigo de uma divinização confusa da Igreja; a Igreja é também esposa e, como toda esposa, distinta do esposo. Desta maneira, fica claro que a Igreja écreatura Verbi, criatura do Verbo de Deus.

A Igreja é também Templo do Espírito Santo, que nela habita, vivicando-a e santificando-a; ele é o “Dominus et Vivificans – Senhor e Doador de vida”, é ele quem distribui os dons da Cabeça (Cristo) ao Corpo (Igreja). “O Espírito Santo é “o Princípio de toda ação vital e verdadeiramente salutar em cada uma das diversas partes do corpo””16. Essa ação misteriosa do Espírito Santo se percebe não só na Igreja enquanto instituição, mas também em cada cristão que se deixa conduzir docilmente por seu amor e poder. O Espírito do Pai e do Filho habita no coração dos filhos de Deus por graça e, dessa maneira, cada cristão é templo vivo da presença de Deus onde quer que se encontre.

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3 – Una, Santa, Católica e Apostólica

a) A Igreja de Cristo é una e única.

É una por sua Fonte, a Trindade Beatíssima, um só Deus em três Pessoas; por seu Fundador, Jesus Cristo; por sua Alma, o Espírito Santo17. Alguém poderia perguntar: se a Igreja é una com uma indivisibilidade tão fundada, como explicar a diversidade que há nela? A resposta pode dar-se na mesma linha do que antes foi dito: Deus é um, mas também é trino; a Igreja é una, mas também guarda em si a diversidade. Esta variedade de povos, culturas, espiritualidade, ritos, não impedem a unidade da Igreja. Ela desprende todo o vigor de sua unidade em meio de tão rica variedade.

Em concreto, para verificar o grau de unidade que alguém tem com a Igreja de Cristo é importante fixar-se nos vínculos de unidade. Logicamente, o vínculo dito “invisível” não é verificável pois se trata da graça de Deus, que faz com que haja“a caridade, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3,14). Além do vínculo invisível, existem os vínculos visíveis, que sim são verificáveis: a profissão de uma única fé recebida dos apóstolos, a celebração dos Sacramentos, a sucessão apostólica (através do Sacramento da Ordem, que mantém a concórdia na Família de Deus que é a Igreja). Classicamente, isso tem sido expressado assim: comunhão na Fé, nos Sacramentos e no Regime18.

Em sentido estrito, para que alguém esteja em plena comunhão com a Igreja são necessários todos os vínculos, sem excluir a graça de Deus. Não será dificil concluir, a partir da consideração anterior que nós, os que estamos em plena comunhão com a Igreja Católica mediante os vínculos externos ou visíveis, podemos não estar em plena comunhão se consideramos o estado de graça. É doutrina católica que não é possível saber com certeza de fé se estamos ou não na graça de Deus. Consequência: nunca presumir! É verdade que sempre podemos, supostos os meios sobrenaturais adequados, confiar que estamos em graça; no entanto, sempre com o santo temor de Deus e a consciência de que quem nos salva é o Serhor. Somos a comunidade dos salvados em busca da salvação!

Talvez alguém se assustaria com a afirmação tão clara que os filhos da Igreja ousam dizer nos tempos atuais: a Igreja de Cristo é a Igreja Católica. Contudo, isso é verdade: a Igreja que Jesus Cristo quis e fundou é a Igreja Católica, a única Igreja de Cristo, entregue a Pedro e aos demais Apóstolos. “Esta Igreja, constituída e organizada neste mundo como uma sociedade, subsiste na (“subsistit in”) Igreja Católica governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”19.

O que fazer então com o ecumenismo? Será o que antes se afirmou não desmorona essa tentativa de unidade? Não. O ecumenismo não pode ser confundido com o “falso irenismo”, com meias verdades, com maneiras suaves fundadas na ignorância. Com o movimento ecumênico, a Igreja tem procurado fazer realidade o desejo de Cristo de que todos sejam um (Cfr. Jo 17,21), e fá-lo na verdade e na caridade. Apesar de ser um trabalho difícil, o ecumenismo precisa ir adiante. O primeiro gesto ecumênico a ser feito, porém, é o da oração; precisamos rezar muitas vezes a oração que Cristo rezou:“que todos sejam um” . No Concilio Vaticano II, “por «movimento ecuménico» entendem-se as actividades e iniciativas, que são suscitadas e ordenadas, segundo as várias necessidades da Igreja e oportunidades dos tempos, no sentido de favorecer a unidade dos cristãos. Tais são: primeiro, todos os esforços para eliminar palavras, juízos e ações que, segundo a equidade e a verdade, não correspondem à condição dos irmãos separados e, por isso, tornam mais difíceis as relações com eles; depois, o «diálogo» estabelecido entre peritos competentes, em reuniões de cristãos das diversas Igrejas em Comunidades, organizadas em espírito religioso, em que cada qual explica mais profundamente a doutrina da sua Comunhão e apresenta com clareza as suas características. Com este diálogo, todos adquirem um conhecimento mais verdadeiro e um apreço mais justo da doutrina e da vida de cada Comunhão. Então estas Comunhões conseguem também uma mais ampla colaboração em certas obrigações que a consciência cristã exige em vista do bem comum. E onde for possível, reúnem-se em oração unânime. Enfim, todos examinam a sua fidelidade à vontade de Cristo acerca da Igreja e, na medida da necessidade, levam vigorosamente por diante o trabalho de renovação e de reforma”20. Uma observação que vale a pena fazer neste momento é que a conversão das pessoas à uma determinada Igreja ou Comunidade Eclesial não vai em contra do ecumenismo. Caso um irmão de uma confissão evangélica queira alcançar a plena comunhão com a Igreja Católica será sempre bem recebido e nós, os católicos, devemos alegrar-nos imensamente de que essa pessoa alcance a plenitude dos meios para a sua salvação.

Para que fique mais claro: uma pessoa chega a pertencer a Igreja de Cristo pelo batismo. Qualquer batizado pertence à Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica. Isso quer dizer, a efeitos práticos, que um cristão de uma comunidade eclesial evangélica pertence à Igreja de Cristo, mas não pertence a ela totalmente; de fato, quanto esse cristão vem à Igreja Católica fala-se que ele alcançou aplena comunhão com a Igreja. Com outras palavras, antes de ser católico ele pertencia à Igreja de Cristo, mas só parcialmente; depois de vir à Igreja Católica ele alcançou a comunhão plena com essa Igreja.

b) A Igreja é Santa

Esse é um artigo do Credo que talvez, inclusive para muitos cristãos, resulte um pouco difícil de aceitar. O problema é que ao ver a vida de alguns discípulos de Cristo, inclusive de membros da hierarquia, muitas pessoas se assustam. No entanto, é preciso dizer, não deveriam assustar-se: a Igreja está composta de seres humanos, e como tais, falíveis. Quando uma pessoa olha para si mesmo e vê a capacidade que tem para cometer os piores pecados já cometidas por outros, não se assustará mais; ao contrário, pedirá a misericórdia de Deus e para si, para seus irmãos e para toda a humanidade. O artigo da fé continúa de pé, a Igreja é santa, “é aos olhos de Deus, indefectivelmente santa. Pois Cristo, Filho de Deus, que com o Pai e o Espírito Santo é proclamado o ‘único Santo’, amou a Igreja como sua Esposa. Por ela se entregou a fim de santificá-la. Uniu-a a si como seu corpo e cumulou-a com o dom Espírito Santo, para a glória de Deus.” A Igreja é, portanto, “o Povo santo de Deus”, e seus membros são chamados “santos””21. Como explica-se, por tanto, a existência de membros pecadores dentro da Igreja? É preciso distinguir a Igreja enquanto Corpo de Cristo, intimamente unida ao seu Senhor, totalmente santa, e os membros desse Corpo, santos e pecadores. Essa distinção, porém, oferece uma dificuldade clara: já que o corpo está formado pelos membros do mesmo, como pode acontecer que esse corpo seja santo e os membros desse corpo sejam pecadores? Assim explica J.-H. Nicolas: “A Igreja é santa porque ela é o Corpo de Cristo, o meio de sua presença no mundo e na história depois da Ascensão. Essa santidade é total porque não depende da santidade dos seus membros, mas da santidade de Cristo, que Ele torna presente. Mas, nós não podemos dizer que Ele faça uma abstração total da santidade dos seus membros (…)

“A santidade objetiva da Igreja pode crescer? Parece que de duas maneiras: quantitativamente, à medida que a Igreja se espalha pelo mundo; qualitativamente, segundo a esplendor e a força do seu testemunho. Desde este ponto vista existe sem dúvidas fases de progresso e de regresso, de acordo com as épocas e com os lugares. Cada vez que um membro da Igreja peca, na medida que ele peca, ele se separa da Igreja ao mesmo tempo que de Cristo. Existem graus nesta separação (…). Mas se tal pessoa é membro da Igreja, não o é em razão de seus pecados, nem mesmo com seus pecados, mais apesar dos seus pecados22. Uma observação ao que foi transcrito é que como o batismo imprime um selo indelével, o pecador nunca se separa totalmente da Igreja.

A maneira explicada acima poderia dar a impressão de que tudo ficou resolvido. Para balancear melhor apresentamos também a visão de outro grande teólogo de nossos dias, o então Cardeal Ioseph Ratzinger em seu livro “Introdução ao Cristianismo”. Primeiramente, o autor faz notar a irritação que sentimos, cristãos e não-cristãos, quando afirmamos que a Igreja é Santa. Isto é assim porque vemos tantas miserias humanas no seio da Igreja que alguém já teve coragem de dizer: “Isso já não é uma noiva, é antes um monstro terrivelmente deformado e feroz”. Dante Aligieri “viu sentada no carro da Igreja a meretriz da Babilônia”23. Em tudo isso, vemos sempre o sonho de uma perfeição imaculada dentro da distinção preto ou branco. Acontece, no entanto, que esta perfeição sine macula, sem mancha, só se dará na Nova Terra e nos Novos Céus. Não! Creio na Santa Igreja Católica não se refere em primeiro lugar à santidade dos seus membros, mas “consiste naquele poder de santificação que Deus exerce nela apesar da pecaminosidade humana. (…) O próprio Deus prendeu-se aos homens, ele deixou prender por eles. A Nova Aliança (…) é graça concedida por Deus, e esta não recua diante da infidelidade do ser humano. (…) Como a liberalidade do Senhor nunca foi revogada, a Igreja continua sendo sempre aquela que é santificada por ele e na qual a santidade doSenhor que se torna presente e que escolhe como recipiente de sua presença, num amor paradoxal, também e justamente as mãos sujas dos homens. É santidade que brilha como santidade de Cristo em meio ao pecado da Igreja”24.

Jesus Cristo, em seu caminar terreno, se relaciona com os pecadores: não os condena, os aceita em sua companhia, come com eles; “essa mistura indiscriminada chegou a ponto de ele mesmo ser transformado “em pecado” (…). Não é a Igreja simplesmente a continuação dessa atitude de Deus que se mistura com a miserabilidade humana?”25. Outro ponto interessante nesta questão é observar que a santidade da Igreja “não está em primerio lugar nos órgãos que a organizam, reformam, governam, e sim naqueles que simplesmente crêem e que recebem nela o dom da fé que se torna a sua vida”26. Ratzinger manifesta uma primazia do dom de Deus sobre a correspondência humana: a Igreja é Santa porque manifesta a santidade de Jesus Cristo nos dons administrados, que é vida de seus fiéis. Assim como acommunio sanctorum , a comunhão dos santos, se refere em primeiro lugar às coisas santas, a fé e aos sacramentos da fé, assim também a santidade da Igreja se refere em primeiro lugar à santidade de Jesus Cristo presente na Igreja através de seus dons, não é à toa que a Igreja é chamada justamentecommunio . Neste sentido fica claro que Ratzinger não tem nenhum problema em dizer que a Igreja é Santa  e ao mesmo tempo falar dessa santidade “em meio ao pecado da Igreja”27, de “santidade imperfeita da Igreja”28. Chega até mesmo a afirmar que o Concilio Vaticano II falou da Igreja Santa e pecadora, mas timidamente29.

As duas visões teológicas sobre a santidade da Igreja ajuda-nos a ter uma visão bastante equilibrada sobre esta questão. Não é possível andar por aí dizendo que a Igreja é pecadora. Isso é um disparate! A Igreja é Santa, é assim que rezamos no Credo. À hora de explicar as coisas tampouco vale omitir as dificuldades do problema: há pecadores no seio da Igreja que é Santa. Eis aqui duas verdades “aparentemente” contraditórias que precisam ser conjugadas. Quando se entende cada vez mais esta questão, será mais fácil também comprender que a Igreja pode ser sempre reformada, renovada e, de fato, o Espírito Santo faz isso constantemente em seu Templo Santo.

c) A Igreja é Católica

A nossa reflexão sobre a catolicidade da Igreja também terá como motor o texto do Catecismo: “a palavra “católico” significa “universal”… A Igreja é católica em duplo sentido. Ela é católica porque nela Cristo está presente. “Onde está Cristo Jesus está a Igreja Católica.” Nela subsiste a plenitude do Corpo de Cristo unido à sua Cabeça, o que implica que ela recebe “a plenitude dos meios de salvação” que ele quis: confissão de fé correta e completa, vida sacramental integral e ministério ordenado na sucessão apostólica. Neste sentido fundamental, a Igreja era católica no dia de Pentecostes e o será sempre, até o dia da Parusia. Ela é católica porque é enviada em missão por Cristo à universalidade do gênero humano”30.

Como a Igreja Universal, Católica, é enviada à universalidade humana, é preciso concluir que Deus chama a todos os seres humanos a pertencer ao seu novo Povo31. A Igreja é instrumento universal de salvação e, consequentemente, continua válida aquela verdade: extra Ecclesiam nulla salus – fora da Igreja não há salvação, já que toda salvação vem de Cristo, e Cristo sempre leva consigo a sua Igreja, que é o seu Corpo. Será que a Cabeça anda por aí separada do Corpo? Cabeça fora do corpo ou corpo fora do corpo significa morte. De fato, o Concílio Vaticano II afirmou: “não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja católica foi fundada por Deus por meio de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disso não quiserem nela entrar ou nela perseverar”32; afirmou também: “Aqueles, portanto, que sem culpa ignoram o Evangelho de Cristo e sua Igreja, mas buscam a Deus com coração sincero e tentam, sob influxo da graça, cumprir por obras a sua vontade conhecida por meio do ditame da consciência podem conseguir a salvação eterna”33. Essa salvação, no entanto, se dá por Cristo e na Igreja, porém de uma maneira misteriosa no âmbito do que podemos chamar “caminhos extraordinários da graça”. Com tudo isso, fica sempre firme o dever o direito da Igreja de levar a Boa Nova a todos os homens34.

Uma consequencia espiritual para o cristão de pertencer à Igreja Católica será a de procurar ser cada vez mais “universal”. O católico precisa ter o coração grande, não pode olhar só para a sua vida, sua paróquia, sua diocese. Precisa pensar em todos os cristãos e enviar ajuda espiritual a todos os irmãos no mundo inteiro. Essa dimensão tão essencial do catolicismo poderia ser vivida, por exemplo, pensando no Papa e suas intenções e unindo-se a elas frequentemente. Desde Roma a todo o mundo e desde cada Igreja Local, unida à Igreja Capital, Roma, a todos os cristãos no mundo inteiro. Nessa dimensão universal não podemos esquecer-nos tampouco dos irmãos que terminam a sua purificação na Igreja padecente nem dos irmãos que são-nos de grande ajuda na Igreja celestial, à qual tendemos.

d) A Igreja é Apostólica.

O Catecismo diz que a Igreja é apostólica “por ser fundada sobre os apóstolos, e isto em um tríplice sentido:
– ela foi e continua sendo construída sobre o “fundamento dos apóstolos” (Ef 2,20), testemunhas escolhidas e enviadas em missão pelo próprio Cristo;
– ela conserva e transmite, com a ajuda do Espírito que ela habita, o ensinamento, o depósito precioso, as salutares palavras ouvidas da boca dos apóstolos;
– ela continua a ser ensinada, santificada e dirigida pelos apóstolos até a volta de Cristo, graças aos que a eles sucedem na missão pastoral: o colégio dos bispos, “assistido pelos presbíteros, em união com o sucessor de Pedro, pastor supremo da Igreja”35.

É importante entender também que Colégio Episcopal cuja cabeça é o Papa é a sucessão do Colégio Apostólico cuja cabeça é Pedro. Um bispo entra no Colégio Episcopal no momento da sua ordenação episcopal, ou seja, um bispo em concreto não é um sucessor de um apóstolo em concreto, mas é sucessor dos apóstolos, a sucessão é de colégio a colégio, não individual. Apenas o Papa sucede individualmente a um apóstolo, Pedro.

Quando dizemos que a Igreja é Romana queremos expressar uma faceta do que chamamos apostolicidade e universalidade. Efetivamente, o apóstolo Pedro, posto à frente do grupo dos Doze Apóstolos, foi martirizado em Roma. Por desígnio de Deus, Roma estaría para sempre ligada a Pedro e aos seus sucesores. A missão de Pedro na Igreja – missão de unidade na catolicidade– deveria continuar; sendo assim, todos os que se sentariam na Cátedra de Pedro seriam seus sucessores postos à frente dos bispos e de todos os fiéis.

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4 – Os fiéis de Cristo

Leigos, Vida Consagrada, Hierarquia.

Uma pessoa torna-se fiel de Cristo ao ser batizada. Este Sacramento é a porta, por ele se entra na Igreja de Cristo: “Entre todos os fiéis de Cristo, por sua regeneração em Cristo, vigora, no que se refere à dignidade e à atividade, uma verdadeira igualdade, pela qual todos, segundo a condição e os múnus próprios de cada um, cooperam na construção do Corpo de Cristo”36.

Essa vocação comum de fiel não existe, no entanto, em estado puro. A ação do Espírito Santo a configura de tal manera que o cristão será sempre um fiel leigo ou um fiel da vida consagrada ou um fiel ministro sagrado.

a) Os leigos

Os leigos são aqueles aos quais é específico “por sua própria vocação, procurar o Reino de Deus exercendo funções temporais e ordenando-as segundo Deus… A eles, portanto, cabe de maneira especial iluminar e ordenar de tal modo todas as coisas temporais, às quais estão intimamente unidos, que elas continuamente se façam e cresçam segundo Cristo e contribuam para o louvor do Criador e Redentor”37. Podemos observar que o Concilio Vaticano II entende a vocação do fiel leigo no marco da vocação universal à santidade, comum a todo membro da Igreja, e situa o apostolado laical no meio das atividades temporais que realiza. “Uma vez que, como todos os fiéis, os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, eles têm obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra”38. A Igreja não considera o trabalho evangelizador do leigo como uma espécie de “prolongação da mão” da hierarquia eclesiástica. O leigo pode e deve fazer apostolado porque recebeu essa missão de Cristo na Igreja no momento do seu batismo; ele não precisa pedir permissão ao bispo ou ao presbítero para evangelizar, fá-lo-á pelo simples e sublime fato de estar configurado com Cristo, Sacerdote, Profeta e Rei, e, em consequência, em virtude do sacerdócio comum, ou existencial, do qual é portador. O que foi dito até o momento nem vai em deterioro da obediência que todos os fiéis devem aos seus Pastores, nem impede que em várias ocasiões o apostolado dos leigos seja organizado pelas estruturas da Igreja.

O fiel leigo realiza o seu apostolado em primeiro lugar na família, no trabalho e em qualquer outra tarefa temporal que exerça. Num segundo momento, poderá também ajudar nas atividades paroquiais. Talvez isso poderia ser ainda hoje novedoso. E não deveria sê-lo! Talvez é exatamente por causa de uma mal interpretação da função do leigo na Igreja e no mundo que tenhamos tão poucos leigos coerentes entre seus iguais fermentando todos os ambiente com a luz e a caridade de Cristo. Se os leigos fossem mais conscientes da sua missão, o Brasil não teria, por exemplo, algumas leis injustas que atualmente suplantam a moral, não só a cristã, mas inclusive os principios mais básicos da estrutura humana. De fato, a moral cristão não vai contra o ser humano, mas o plenifica como ser humano.

A santidade, na mente do Concilio Vaticano II, não é privilégio de um estado de vida na Igreja, todos estão chamados à santidade. Todos os batizados estão obrigados a buscar a santidade de vida no próprio estado, seja solteiro, casado, celibatário, sacerdote, leigo ou religioso. É importante lembrar-nos que a santidade, que em primeiro lugar é obra da graça de Deus, cada santo é uma obra de Deus; é também fruto do esforço pessoal que se concreta na vida de oração –  sacramental, pessoal e penitencial (oração dos sentidos) – e na prática das boas obras. Santo é aquele que ama a Deus e, por amor a Deus, ama a todos sem distinção.

b) A vida consagrada

Ainda que a expressão vida consagrada não especifique muito o que é a vida religiosa, dado que todo fiel é consagrado a Cristo, utilizá-la-emos aqui como sinônimo devida religiosa e de vida daqueles que professam os conselhos evangélicos de maneira semelhante à dos religiosos, se trata da vida daqueles fiéis que professam publicamente os chamados conselhos evangélicos de pobreza, castidade e obediência. O Catecismo depois de esclarecer que tais conselhos são propostos a todo seguidor do Senhor, diz que “a perfeição da caridade à qual todos os fiéis são chamados comporta para os que assumem livremente o chamado à vida consagrada a obrigação de praticar a castidade no celibato pelo Reino, a pobreza e a obediência. É a profissão desses conselhos em um estado de vida estável reconhecido pela Igreja que caracteriza a “vida consagrada” a Deus”39.

A pobreza, a castidade e a obediência podem e devem ser vividas por qualquer cristão como virtudes; a diferença do religioso é que eles, além de vivê-las como virtudes, as vivem como votos. A diferença entre um religioso e um leigo, por exemplo, não é que o religioso deva ser mais santo que o leigo; a vocação à santidade é para todos conforme o ensino da Igreja. Para compreender melhor as vocações na Igreja é preciso que penetremos cada vez mais nas isondáveis riquezas do mistério de Cristo e de sua Igreja. O Corpo Místico de Cristo, a Igreja, é Virgem e Esposa, está na terra e está no céu, é humana e ao mesmo tempo está na esfera sobrenatural… Parece contraditório? Não é que seja contraditório, simplesmente há tanta luz que não consiguimos ver bem. Cada vocação na Igreja destaca um aspecto do mistério de Cristo e de sua Igreja. O religioso, por exemplo, mostra na maneira de viver as suas relações com o mundo o carácter escatológico da Igreja, recorda aos demais fiéis que esse mundo passa e que precisamos, todos nós, ter o coração nas coisas do alto vivendo ao mesmo tempo e plenamente entre os nosso iguais.

c) O minstério na Igreja

Os sacramentos da Iniciação Cristã – Batismo, Confirmação, Eucaristia – permitem que o ser huamno llegue a participar do Mistério de Cristo e da Igreja. O sacramento da Ordem faz com que alguns membros do Povo de Deus sejam constituídos ministros de seus irmãos, servidores do sacerdócio comum. Desta maneira, dá-se nesse Povo de Deus um primeiro binômio de carácter sacramental: fiéis y ministros, que, configurado pela doação carismática do Espírito Santo – em conjunto com a ação de Cristo –, dá lugar às chamadas “posições eclesiológicas históricas” na Igreja: leigo, ministro, religioso.

Os ministros da Ordem Sagrada – bispos, presbíteros, diáconos – constituem a assim chamada hierarquia da Igreja: “para apascentar e aumentar continuamente o Povo de Deus, [Cristo] instituiu na Igreja diversos ministérios, para bem de todo o corpo. Com efeito, os ministros que têm o poder sagrado servem os seus irmãos para que todos os que pertencem ao Povo de Deus, e por isso possuem a verdadeira dignidade cristã, alcancem a salvação”40.

Os Bispos são os sucessores dos apóstolos; o Papa, que também é um Bispo – o Bispo de Roma – é sucessor do apóstolo Pedro, apenas ele sucede individualmente a um apóstolo, já que a sucessão que se dá nos demais bispos é colegial. Todos os bispos têm o múnus de ensinar, santificar e reger a Igreja de Deus, em comunhão com o Bispo de Roma, que tem a primazia, como S. Pedro também a tem entre os apóstolos. Cada bispo tem toda a potestade sagrada sacramentalmente, isto é, não a recebe por delegação do Papa; claro está que no exercício dessasacra potestas, poder sagrado, é preciso estar em comunhão com a cabeça do Colégio Episcopal, o Romano Pontífice.

Os Presbíteros são os cooperadores dos Bispos. Recebem também o múnus de ensinar, santificar e reger o Povo de Deus, em comunhão com o Bispo. Em todo sacerdote está garantizado que nas ações sacramentais quem atua é Cristo; o sacerdote agein Persona Christi Capitis, dessa maneira os fiéis sempre recebem os dons de Cristo através da Igreja, ainda que o sacerdote seja um ministro indigno. Não há dúvida que o sacerdote, como recentemente recordava o Papa Bento XVI no seu discurso aos participantes da Reunião Plenária da Congregação para o Clero (16/03/2009), deve tender à perfeição, à santidade de vida. Os ministros da Ordem Sagrada, penso especialmente nos sacerdotes seculares (diocesanos), não fazem votos de pobreza, obediência e castidade, não são religiosos no sentido anteriormente explicado. Tudo isso, como é lógico, não deve levar à conclusão errônea de que eles não vivam essas realidades como virtudes. Todo cristão deve ser pobre, obediente, casto, humilde, misericordioso, afável etc. Em consequência, o sacerdote também e, além do mais, por um novo título, o da sua ordenação, que o põe à frente do povo de Deus representando o mesmo Cristo. O sacerdote deve estar adornado de todas as virtudes cristãs, de todas as virtudes do Coração sacerdotal de Cristo.

Os diáconos são aqueles que servem o Povo de Deus na “diaconia” (no serviço) da liturgia, da palavra e da caridade, em comunhão com o Bispo e seu presbitério41. Atualmente a Igreja vive uma dupla modalidade do único diaconato: diaconato transitorio e diaconato permenente. Ainda que essa terminologia deixe a desejar, o que se quer expressar com ela é que alguns homens são ordenados diáconos com vistas ao presbiterado (diaconato transitório), outros o são de maneira estável (diáconos permanentes). Estes últimos podem ser escolhidos entre homens casados e ao receber o diaconato de modo permanente não pretendem ser sacerdotes, o que desejam é realizar um serviço ao Povo de Deus tendo recebido o sacramento da ordem no grau do diaconado.

Santo Inácio de Antioquia tem uma frase lapidada sobre a hierarquia eclesiástica: “segui todos o Bispo, como Jesus Cristo [segue] o Pai, e o presbitério como aos apóstolos; quanto aos diáconos, respeitai-os como a lei de Deus. Que ninguém faça sem o Bispo nada que diz respeito à Igreja”42.

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5 – A “Communio Sanctorum”

“A comunhão dos Santos é precisamente a Igreja”43. Essa comunhão se dá nos bens espirituais: na fé, nos sacramentos, nos carismas, na caridade etc; também se dá entre a Igreja do céu e a da terra, que se manifesta especialmente com a intercessão dos santos e na comunhão com os mesmos. Encontramo-nos na “única família de Deus. “Todos os que somos filhos de Deus e constituímos uma única família em Cristo, enquanto nos comunicamos uns com os outros em mútua caridade e num mesmo louvor à Santíssima Trindade, realizamos a vocação própria da Igreja”44.

A comunhão que se dá entre as tres Pessoas da Santíssima Trindade e os santos no céu se deixa ver como em um espelho aqui nesta terra. Um dia, quando a Igreja seja toda ela gloriosa, existirá apenas a comunhão em sua realização máxima, a Igrejain Patria. No entanto, já agora podemos viver essa comunhão dos santos. Não nos esqueçamos que os santos no céu intercedem por nós, que o louvor que eles tributam ao Deus uno e trino na glória celeste é participado aqui na terra na liturgia da Igreja; além do mais, cada cristão pode ajudar os demais irmãos com a sua oração, sacrificio e caridade. Tudo isso é viver a comunhão dos santos.

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6 – Maria, Mãe de Cristo e da Igreja

Maria Santíssima é Mãe de Cristo, portanto Mãe de Deus e Mãe da Igreja, já que esta é o Corpo de Cristo. Ela é Mãe da Cabeça e dos membros. “Por sua adesão total à vontade do Pai, à obra redentora de seu Filho, a cada moção do Espírito Santo, a Virgem Maria é para a Igreja o modelo da fé e da caridade. Com isso, ela é “membro supereminente e absolutamente único da Igreja”, sendo até a “realização exemplar (typus)” da Igreja. Mas seu papel em relação à Igreja e a toda a humanidade vai ainda mais longe. “De modo inteiramente singular, pela obediência, fé, esperança e ardente caridade, ela cooperou na obra do Salvador para a restauração da vida sobrenatural das almas. Por este motivo ela se tornou para nós mãe na ordem da graça””45.

Nós, os filhos de Deus por graça, nunca podemos ter medo de venerar a Mãe de Jesus. Não se trata de um ato de idolatria! Nada mais contrário à piedade cristã! Os cristãos de todos os tempos louvaram a Santa Maria sabendo que estavam realizando aquelas palavras que o Espírito Santo colocou nos lábios dela:“Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações” (Lc 1,48). É preciso que confiemos também na força ecumênica da devoção a Nossa Senhora. Ela é Mãe, e como toda boa mãe está muito interessada na reunião de todos os seus filhos na Casa pensada por Deus para todos que é a Igreja Católica.

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Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa,
sacerdote do clero secular
da Diocese de Anápolis,
01/05/2009

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Igreja Católica.

Maria Mãe de Deus.

(Martinho Lutero, ”Comentário do Magnificat”, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ”Jesus vive e é o Senhor”).

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Mãe de Deus

”Quem são todas as mulheres, servos, senhores, príncipes, reis, monarcas da Terra comparados com a Virgem Maria que, nascida de descendência real (descendente do rei Davi) é, além disso, Mãe de Deus, a mulher mais sublime da Terra? Ela é, na cristandade inteira, o mais nobre tesouro depois de Cristo, a quem nunca poderemos exaltar bastante (nunca poderemos exaltar o suficiente), a mais nobre imperatriz e rainha, exaltada e bendita acima de toda a nobreza, com sabedoria e santidade.” Martinho Lutero”Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe [para Maria] um carro de ouro e conduzi-la com quatro mil cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: ‘Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano’. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo e, apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria.” (Martinho Lutero – Comentário do Magníficat).

(Martinho Lutero, ”Comentário do Magnificat”, cf. escritora evangélica M. Basilea Schlink, revista ”Jesus vive e é o Senhor”).

Veja muitos detalhes sobre este assunto “Link aqui na Virgem

La Virgen Maria en las religiones no católicas.

La Virgen Maria.

Elbson do Carmo

Lendo as palavras acima, ditas por Martinho Lutero, o “reformador” protestante. Ficamos a nos perguntar quais as razões do tratamento dispensado pelo mesmo protestantismo a Nossa Senhora, Mãe de Deus. Haja vista, Lutero baniu a Igreja de sua confissão, mas não fez o mesmo com Maria, da qual se refere de forma devotada e amorosa em diversos de seus escritos:

”Por justiça teria sido necessário encomendar-lhe [para Maria] um carro de ouro e conduzi-la com quatro mil cavalos, tocando a trombeta diante da carruagem, anunciando: ‘Aqui viaja a mulher bendita entre todas as mulheres, a soberana de todo o gênero humano’. Mas tudo isso foi silenciado; a pobre jovenzinha segue a pé, por um caminho tão longo e, apesar disso, é de fato a Mãe de Deus. Por isso não nos deveríamos admirar, se todos os montes tivessem pulado e dançado de alegria.” (Martinho Lutero – Comentário do Magníficat).

O sentimento antimariano que presenciamos entre os protestantes não faz parte do verdadeiro ideal da Reforma, mas surgiu pelo falso receio de que o ”brilho” de Maria pudesse sombrear ou apagar a verdadeira Luz, que é Jesus Cristo. Graças a Deus, hoje podemos enxergar mudanças em alguns fiéis e teólogos evangélicos, reconhecendo o verdadeiro sentido e valor da Santa Mãe de Deus, tal como defende a Igreja Católica. Mas essa mudança ainda custa a se fazer sentir no nosso dia-a-dia.

O presente e-book (livro eletrônico), versa justamente sobre as contestações suscitadas a respeito da figura de Maria na história e na Vida da Igreja universal. Contestações que muitas vezes beiram o absurdo quando notamos um comportamento notadamente antimariano, onde se chega a “demonizar” a própria Mãe de Jesus, nosso Salvador. Outrossim, tais contestações são apresentadas de forma aparentemente fundamentada, com diversas citações bíblicas escolhidas convenientemente, com uma linguagem extremamente sedutora em tentar provar o contrário daquilo que o próprio Deus sacramentou como verdade. Deus não precisava de Maria, quis precisar. Não para qualquer tarefa, mas para ser a Mãe do Salvador de todos os homens, independentemente de credo desses últimos.

O autor do livro, o nosso jovem Carlão, nos conduz passo a passo, numa linguagem acessível e com uma objetividade notável, pelos caminhos desse estudar nos passos de Maria. Sua bem fundamentada resposta às proposições de um pastor protestante – autor de um livro intitulado “Caminhando nos Passos de Maria” – se vê robustecida pelo claro objetivo de elucidar ao invés de confrontar, de corrigir com caridade ao invés de desqualificar.

Receber a caridosa oferta do Carlão para que seu “pequeno grande” livro fosse veiculado através do Portal Universo Católico, foi alvissareira. Numa comunicação posterior, o mesmo me informava que aguardava a aprovação eclesiástica do livro, para que o mesmo me fosse remetido, o que despertou curiosidade. Mas de posse do material prévio para publicação, devidamente autorizada por D. Alano Maria Pena (Arcebispo de Niteroi – RJ), a emoção primeira se verteu num estado de graça, de alguém que recebia uma benção especial. Um verdadeiro presente de Jesus e Nossa Senhora. Uma grata oportunidade de levar a tantos de meus irmãos católicos e especialmente aos irmãos evangélicos, uma obra que certamente os ajudará a elucidar muitas dúvidas, ou a desfazer-se de vários preconceitos.

”Não podemos reconhecer as bênçãos que nos trouxe Jesus, sem reconhecer ao mesmo tempo quão imensamente Deus honrou e enriqueceu Maria, ao escolhê-la para Mãe de Deus.” (João Calvino, Comm. Sur l’Harm. Evang.,20)

Por fim, fica o meu convite a sua leitura. Você poderá solicitar do autor um exemplar impresso. Mas poderá também imprimir, copiar, enviar via e-mail aos seus amigos, tudo isso citando a fonte e o contato do autor. Seja bem vindo a esse estudo nos passos de Maria.

Fontes:

http://paroquiasaofrancisco.com/Diversos/MaedeDeusporMartinhoLutero.htm

MARIOLOGIA –

Paróquia São Francisco – Natal – Rn

Curiosidade:

Genebra – Suiça – parede dos Reformadores.

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Mais  alguns comentários do próprio Lutero que jamais abandonou Maria até o fim de sua vida.

(Martinho Lutero – Comentário do Magníficat).

 

“Cristo era o único filho de Maria. Das entranhas de Maria, nenhuma criança além dEle. Os ‘irmãos’ significam realmente ‘primos’ aqui: a Sagrada Escritura e os judeus sempre chamaram os primos de ‘irmãos’.” (Martinho Lutero, Sermões sobre João 1-4, 1534-39)

“Cristo, nosso Salvador, foi o fruto real e natural do ventre virginal de Maria. Isto se deu sem a cooperação de um homem, permanecendo virgem depois do parto.” (Martinho Lutero, idem.)

“Deus diz: ‘o filho de Maria é meu Filho somente.’ Desta forma, Maria é a Mãe de Deus.” (Martinho Lutero, Ibidem)

“Deus não recebeu sua divindade de Maria; todavia, não segue que seja conseqüentemente errado afirmar que Deus foi carregado por Maria, que Deus é filho de Maria, e que Maria é a Mãe de Deus. Ela é a Mãe verdadeira de Deus, a portadora de Deus. Maria amamentou o próprio Deus; ele foi embalado para dormir por ela, foi alimentado por ela, etc. Para o Deus e para o Homem, uma só pessoa, um só filho, um só Jesus, e não dois Cristos. Assim como o seu filho não são dois filhos… Mesmo que tenha duas naturezas.” (Martinho Lutero, “Nos Conselhos e na Igreja”, em 1539)

“É cheia de graça, proclamada para ser inteiramente sem pecado, algo tremendamente grande. Para que fosse cheia pela graça de Deus com tudo de bom e para fazê-la vitoriosa sobre o diabo.” (Martinho Lutero, Livro Pessoal de Oração, 1522)

A veneração de Maria está inscrita no mais profundo do coração humano.” (Martinho Lutero, Sermão em 1º de setembro de 1522.)

“Maria é a mulher mais elevada e a pedra preciosa mais nobre no Cristianismo depois de Cristo… Ela é a nobreza, a sabedoria e a santidade personificadas. Nós não poderemos jamais honrá-la o bastante. Contudo, a honra e os louvores devem ser dados de tal forma que não ferem a Cristo nem às Escrituras.” (Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)

“Nenhuma mulher é como tu! És mais que Eva ou Sara, sobretudo, pela nobreza, bem-aventurança, sabedoria e santidade!” (Martinho Lutero, Sermão na Festa da Visitação em 1537.)

“Devemos honrar Maria como ela mesma desejou e expressou no Magnificat. Louvou a Deus por suas obras. Como, então, podemos nós a exaltá-la? A honra verdadeira de Maria é a honra a Deus, louvor à graça de Deus. Maria não é nada para si mesma, mas para a causa de Cristo. Maria não deseja com isso que nós a contemplemos, mas, através dela, Deus.” (Martinho Lutero, Explicação do Magnificat, em 1521.)

Lutero vai além: dá à Bem-Aventurada Virgem Exaltada a posição de “Mãe Espiritual” para os cristãos.

“É a consolação e a bondade superabundante de Deus, o homem pode exultar por tal tesouro: Maria é sua verdadeira mãe, Jesus é seu irmão, Deus é seu Pai.” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1522.)

“Maria é a Mãe de Jesus e a Mãe de todos nós, embora fosse só Cristo quem repousou no colo dela… Se ele é nosso, deveríamos estar na situação dele; lá onde ele está, nós também devemos estar e tudo aquilo que ele tem deveria ser nosso. Portanto, a mãe dele também é nossa mãe..” (Martinho Lutero, Sermão de Natal de 1529.)

Fontes:

Veja mais em, com Prof. Felipe de Aquino:

Lutero, os Reformadores e Nossa Senhora
Publicado por Tht em 13/5/2008

 

Ave Maria ?


Porque eu não deveria

Rezar uma Ave Maria ?


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Esta é a Ave Maria de um garotinho não Católico.

Ele tinha apenas 6 anos e sempre ouvia seus amiguinhos católicos rezando a Ave Maria, ele gostou tanto da oração que copiou-a num papel e recitava-a todos os dias. Um dia procurou sua mãe e disse: “Olha mamãe que oração linda”.  No que sua mãe lhe respondeu prontamente “Nunca mais a repita meu filho!”. Esta é uma oração supersticiosa dos católicos, que adoram ídolos e pensam que Maria é uma espécie de “Deusa”. Quando na verdade ela não passa de uma mulher como outra qualquer. Pegue esta Bíblia e leia, nela encontramos tudo o que devemos e não devemos fazer.

Daquele dia em diante o garoto cessou suas Ave Marias diárias, e se dedicou mais a leitura da Bíblia  Um dia quando lia o Evangelho, encontrou a passagem da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora. Cheio de alegria, o garoto correu até sua mãe e disse: Mamãe, Mamãe, eu achei a Ave Maria na Bíblia, aonde diz: ‘Ave cheia de graça, o Senhor e’ convosco, bendita sois vós entre as mulheres.’

– Por que a senhora chamou esta oração de supersticiosa?

Numa outra ocasião ele encontrou a linda saudação de Santa Isabel á Virgem Maria, encontrou também o maravilhoso Cântico MAGNIFICAT, no qual Maria é profetizada: “as gerações a chamarão bem aventurada”

O garotinho não mais comentou tais passagens com sua mãe, mas voltou a recitar suas Ave Marias todos os dias, como fazia anteriormente. Ele sentia prazer em recitar aquelas fascinantes palavras para a Mãe de Jesus, Nosso Salvador.  

Aos 14 anos, ele escutou os membros de sua família discutindo entre eles sobre Nossa Senhora. Todos eles diziam que Maria era uma mulher comum como qualquer outra. O garoto, depois de ouvir estas absurdas afirmações, não aguentou mais ouvir tais insultos e com indignação interrompeu-os dizendo: “Maria não é como qualquer filha de Adão, manchada pelo pecado. Não! O anjo chamou-a de Cheia de Graça e Bendita entre todas as mulheres. Maria é a mãe de Jesus Cristo, e consequentemente mãe de Deus. Não existe dignidade maior para com uma criatura. O Evangelho nos conta que as gerações chamarão-a de abençoada/bem aventurada, e vocês desmerecendo e menosprezando-a? Seus espíritos não são os mesmos do Evangelho ou da Bíblia, que proclamam ser a fundação da Religião Cristã”.

A fala do garoto deixou uma impressão tão profunda que conseguiu, por várias vezes, fazer sua mãe chorar de dor. “Ah meu Deus! Tenho medo deste meu menino um dia se juntar a religião católica, a religião dos Papas!”.

E realmente não demorou muito, depois de um sério estudo sobre o Protestantismo e o Catolicismo, o garoto descobriu mais tarde a ÚNICA e VERDADEIRA religião, e abraçou-a, se tornando um de seus mais ardentes apóstolos.

Algum tempo após sua conversão  ele encontrou com sua irmã casada que censurou-o dizendo: Você sabe o quanto eu amo meus filhos. Se algum deles um dia desejar virar católico, eu preferirei perfurar o coração deles com um punhal do que permiti-los abraçar a religião dos Papas.

A fúria dela era tão profunda quanto a de São Paulo antes de sua conversão. De qualquer forma, ela iria mudar esse seu jeito, igual a São Paulo no caminho a Damasco. Ocorreu então que um dos filhos dela ficou perigosamente enfermo, e os médicos já haviam perdido a esperança de recuperação.

Aí o irmão chegou até ela e conversou afetivamente dizendo: Minha querida irmã, naturalmente você deseja que sua criança seja curada. Muito bem então, o que eu lhe pedir, apenas faça! Siga-me, vamos rezar uma Ave Maria e prometer a Deus que, se sua criança recuperar a saúde, você irá estudar seriamente a Doutrina Católica, e você chegará a conclusão de que o catolicismo é a única e verdadeira religião, e não importa quão grande seja este sacrifício, mas você irá abraçar esta fé.

Sua irmã estava relutante no começo, mas como ela desejava a recuperação do seu filho, ela aceitou a proposta do irmão e rezou a Ave Maria com ele. No dia seguinte o filho dela estava completamente curado. A mãe cumpriu sua promessa e estudou a Doutrina Católica. E após uma longa preparação, ela recebeu o sacramento do Batismo juntamente com o restante de seus familiares, e agradeceu seu irmão por ter sido um apóstolo para ela.

Essa história foi relatada num sermão dado pelo Rev. Fr. Tuckwell (Padre Tuckwell), que continuou o sermão dizendo: “O garoto que virou católico e converteu sua irmã e familiares ao catolicismo, dedicou sua vida inteira ao serviço de Deus.” ‘Aquele garoto se tornou um padre e está a falar com vocês neste exato momento!’ O que sou, devo a Nossa Senhora.

Vocês também meus caros fiéis, sejam totalmente dedicados á Nossa Senhora, e nunca esqueçam de passar ao menos um dia sem rezar esta linda oração, a Ave Maria e o Terço. Peça á Ela para iluminar as mentes protestantes que estão separadas da Igreja de Cristo, fundada na rocha que é (Pedro), e da qual as portas do inferno não jamais prevalecerão contra ela. Mateus XVI, 18


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Fonte Original em inglês 

[http://www.olrl.org/stories/prothm.shtml]


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