Quanto vale um amigo?



Quanto vale a vida de um amigo?



O que é um verdadeiro amigo:

 


Disse um soldado ao seu comandante:
-“O meu amigo não voltou do campo de batalha.

– Meu comandante, solicito autorização para ir lá buscá-lo.”
Respondeu o oficial:
-“Autorização negada!”

– “Não quero que você arrisque a sua vida por um homem que, provavelmente, já está morto!”

O soldado ignorando a proibição retornou ao campo de batalha para encontrar seu amigo.

Uma hora mais tarde voltou mortalmente ferido, carregando o cadáver do seu amigo.

O oficial ficou furioso:
-“Eu não lhe disse que ele estava morto?!”
-“Diga – me, valeu a pena ir até lá para trazer um cadáver?”

E o soldado, moribundo, respondeu:
-“Claro que sim, meu comandante!
Quando o encontrei, ele ainda estava vivo e disse-me:
        

– Eu tinha a certeza que voltarias por mim!”


Autor: desconhecido



“Um amigo é aquele que chega quando todos já se foram.



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Um soldado sobrevivente pintou o retrato do herói que o salvou e entregou a seu pai como uma homenagem. Apesar de ser uma simples obra de um pintor amador desconhecido era a obra de maior valor de uma coleção preciosíssima.



Dez bons motivos para se ler a Bíblia Católica.



POR QUAL MOTIVO EU LERIA A BÍBLIA?


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          Muitas pessoas não tem o costume de ler a Bíblia, outros tem preguiça mesmo, tem os que preferem ler outras coisas até mesmo com muitas paginas a mais, isto só porque não sabem o que estão perdendo, pois depois que experimentam um pouquinho lamentam o tempo que foi perdido, por isso não perca mais tempo em sua vida, comece a ler a Bíblia agora mesmo, estou passando aqui apenas 10 razões para que você faça isso, porém existem muito mais a encontrar dentro deste tesouro.



1 – Para ter alegria.

Sem a Palavra de Deus, é impossível viver livre da ansiedade e inquietação:

“Vós me ensinareis o caminho da vida, há abundância de alegria junto de vós, e delícias eternas à vossa direita.” (Salmo 15,11).

“Neemias disse-lhes: Ide para as vossas casas, fazei um bom jantar, tomai bebidas doces, e reparti com aqueles que nada têm pronto; porque este dia é um dia de festa consagrado ao nosso Senhor; não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força. (Neemias 8,10)


2 – Para ter paz.

O Senhor lhe concederá a paz que o mundo não lhe pode dar. Primeiro, porém, você precisa encontra-la na Palavra de Deus:

Grande paz têm aqueles que amam vossa lei: não há para eles nada que os perturbe. (Salmo 118,165).


 3 – Para receber cura & libertação.

Você precisa estudar a Palavra de Deus para descobrir em que áreas necessita de libertação

“Enviou a sua palavra para os curar, para os arrancar da morte.” (Salmo 106,20) 

E Jesus dizia aos judeus que nele creram: Se permanecerdes na minha palavra, sereis meus verdadeiros discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos livrará(João 8,31-32).  


 4 – Para ter sabedoria.

O conhecimento da Palavra de Deus é o ponto de partida para você desenvolver sabedoria

“A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples.” (Salmo 18,8)

“Porque meu povo se perde por falta de conhecimento; por teres rejeitado a instrução, excluir-te-ei de meu sacerdócio; já que esqueceste a lei de teu Deus, também eu me esquecerei dos teus filhos.” (Oséias 4,6)


 5 – Para saber aonde você está indo.



Você não tem como prever o futuro nem como saber exatamente para onde está rumando, mas a Palavra de Deus a guiará

“Vossa palavra é um facho que ilumina meus passos, uma luz em meu caminho.” (Salmo 118,105).  

“Eis o que diz o Senhor, teu Redentor, o Santo de Israel: eu sou o Senhor teu Deus, que te dá lições salutares, que te conduz pelo caminho que deves seguir.” (Isaías 58,17)


 6 – Para ter sucesso.

Quando você vive de acordo com os ensinamentos da Bíblia, seus caminhos prosperaram e você é bem-sucedido

“Traze sempre na boca (as palavras) deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido.” (Josué 1,8).

“Já sei que o Senhor reservou a vitória para seu ungido, e o ouviu do alto de seu santuário pelo poder de seu braço vencedor.” (Salmo 19,7). 


 7 – Para viver em pureza.

A fim de desfrutar mais da presença de Deus, você precisa viver em santidade e pureza. Para isso, precisa ser purificado por meio da Palavra de Deus

“Como um jovem manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras.” (Salmo 118,9).

“Lavai-me totalmente de minha falta, e purificai-me de meu pecado. …  Aspergi-me com um ramo de hissope e ficarei puro. Lavai-me e me tornarei mais branco do que a neve. (Salmo 50, 4-9)


 8 – Para obedecer a Deus.

Se você não entender as leis de Deus, não terá como obedecer-Lhe

“Mostrai-me, Senhor, o caminho de vossas leis, para que eu nele permaneça com fidelidade. Ensinai-me a observar a vossa lei e a guardá-la de todo o coração. Conduzi-me pelas sendas de vossas leis, porque nelas estão minhas delícias. Inclinai-me o coração às vossas ordens e não para a avareza. (Salmo 118,33-35).


 9 – Para crescer na fé.

Não é possível crescer na fé sem ler e ouvir a Palavra de Deus

“Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo.” (Romanos 10,17).

Antes crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. (II Pedro 3,18)


 10 – Para discernir entre o bem e o mal.

Nos tempos de relativismo em que vivemos, precisamos ainda mais da Palavra de Deus para fazer distinção entre o certo e o errado.

“O homem espiritual, ao contrário, julga todas as coisas e não é julgado por ninguém.” (II Coríntios 2,15)

Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal. (Hebreus 5,13-14)

E temos ainda outras milhares de razões…



Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Isaías 55,6)


“Virão dias – oráculo do Senhor Javé – em que enviarei fome sobre a terra, não uma fome de pão, nem uma sede de água, mas (fome e sede) de ouvir a palavra do Senhor. 12. Andarão errantes de um mar a outro, vaguearão do norte ao oriente; correrão por toda parte buscando a palavra do Senhor, e não a encontrarão. (Amós 8)


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“Tu, porém, permanece firme naquilo que aprendeste e creste. Sabes de quem aprendeste.  E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar a sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo.  Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça.  Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra.” (II Timóteo, 3, 14-17)


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MINHA FAMÍLIA, MEU MAIOR TESOURO.

VALORIZE OS TESOUROS DE SUA FAMÍLIA.


O Vaso Rachado

TEMOS UM TESOURO EM VASOS DE BARRO.

O VASO RACHADO.



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 Dinâmica do baú do tesouro escondido.

http://coisinhasdajack-coisinhasdajack.blogspot.com.br/2011_12_23_archive.html?view=classic


Um amigo nunca se deixa para trás.




Um conto de Paulo Coelho que reflete uma grande verdade, mesmo que não se trate de morte, entrar no céu ou ir para o inferno, a verdadeira amizade cria um laço incapaz de ser rompido mesmo nas maiores dificuldades, se com nossos amiguinhos animais é assim o que diria quando se trata de homens que foram criados à imagem e semelhança de Deus que é AMOR em sua essência e incapaz de virar as costas ao mais vil pecador, quanto mais ao seu melhor amigo que é VOCÊ com certeza. Jesus te ama




 1. Um Amigo nunca Se deixa para trás



2. Um homem, o seu cavalo e o seu cão iam por um caminho…

3. Quando passavam perto de uma árvore enorme, caiu um raio 4. e os três morreram fulminados.

5. Mas o homem não se deu conta de que já tinha abandonado este mundo, e prosseguiu o seu caminho com os seus dois animais (às vezes os mortos andam um certo tempo antes de tomarem consciência da sua nova condição…)

6. O caminho era muito comprido e, colina acima, o Sol estava muito intenso; eles estavam suados e sedentos.

7. Numa curva do caminho viram um magnífico portal de mármore, que conduzia a uma praça pavimentada com portais de ouro.

8. O caminhante dirigiu-se ao homem que guardava a entrada e travou com ele, o seguinte diálogo: – Bons dias.           – Como se chama este lugar tão bonito? – Céu

9. – Que bom termos chegado ao Céu, porque estamos sedentos! – Você pode entrar e beber quanta água queira. E o guardião apontou a fonte. – Mas o meu cavalo e o meu cão também têm sede… – Sinto muito – disse o guardião – mas aqui não é permitida a entrada de animais.

10. O homem levantou-se com grande desgosto, visto que tinha muitíssima sede, mas não pensava em beber sozinho. Agradeceu ao guardião e seguiu adiante.

11. Depois de caminhar um bom pedaço de tempo encosta acima, já exaustos os três, chegaram a um outro sítio, cuja entrada estava assinalada por uma porta velha que dava para um caminho de terra ladeado por árvores…

12. À sombra de uma das árvores estava deitado um homem, com a cabeça tapada por um chapéu. Dormia, provavelmente. – Bons dias – disse o caminhante. O homem respondeu com um aceno. – Temos muita sede, o meu cavalo, o meu cão e eu. – Há uma fonte no meio daquelas rochas – disse o homem apontando o lugar.

13. – Podeis beber toda a água que quiserdes. O homem, o cavalo e o cão foram até à fonte e mataram a sua sede. O caminhante voltou atrás, para agradecer ao homem. – Podeis voltar sempre que quiserdes – respondeu este.

14. – A propósito, como se chama este lugar ? – perguntou o caminhante.

– CÉU.

– O Céu? Mas, o guardião do portão de mármore disse-me que ali é que era o Céu!

15. –Ali não é o Céu, é o inferno  

– Contradisse o guardião.

– O caminhante ficou perplexo.

Deverias proibir que utilizem o vosso nome!                                    

– Essa informação falsa deve provocar grandes confusões!

– advertiu o caminhante.

Jamais abandones os teus verdadeiros Amigos, ainda que isso te traga inconvenientes pessoais.

16. –De modo nenhum!

Respondeu o guardião

Na realidade, fazem nos um grande favor, porque ficam ali  todos os que são capazes de abandonar os seus melhores amigos… 

17. Jamais abandones os teus verdadeiros Amigos, ainda que isso te traga inconvenientes pessoais.

18. Se eles se vêem a dar o seu amor e companhia, ficas em dívida para com eles: “Nunca os abandones”.

19. Porque: Fazer um Amigo é uma Graça. Ter um Amigo é um Dom. Conservar um Amigo é uma Virtude,

20.  Ser Teu Amigo!  É uma  Honra. Digo eu ! . . .   


 Paulo Coelho.


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O velho Lenhador.



Uma simples competição de lenhadores se transforma em uma análise de capacidade física entre o jovem e o velho, entre o humilde e o arrogante, entre o fraco e o forte e por ultimo entre o sábio e o burro.

Mostramos que a sabedoria e a experiência superam a juventude, a força física, a impetuosidade e a arrogância. Afiar o machado significa muitas vezes não apenas experiência e sabedoria, mas estar preparado para se enfrentar o trabalho proposto com segurança de sucesso.

Leia o texto:


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“AFIANDO O MACHADO


Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador, da região onde morava, cortava e empilhava madeira das árvores que derrubava. O velho lenhador era um homem tranquilo, bem relacionado com todos e era tido como uma pessoa de bom coração, além de ser considerado o melhor lenhador de toda a redondeza.

O jovem o admirava e o seu desejo permanente era de um dia, torna-se tão bom, se não melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira. Certo dia, aquele jovem finalmente decidiu procurar o velho lenhador com o propósito de aprender com quem mais sabia e assim tornou-se o melhor lenhador que aquela cidadezinha já tinha ouvido falar.

Passados alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo e que aquele velho não era tão bom quanto falavam. Sendo assim, o jovem decidira afrontar o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho quem cortaria mais árvores? Aquele velho lenhador aceitou, sabendo que seria mais uma oportunidade de dá uma lição no jovem arrogante. E assim fizeram, reuniram testemunhas, formaram comissão julgadora, organizaram torcida, delimitaram as áreas onde seriam cortadas as árvores e, no dia escolhido para o confronto, lá se foram decidir os dois quem seria o melhor.

De um lado, o jovem forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores. Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho silencioso, tranquilo. Também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.

Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador e qual não foi a sua surpresa ao vê-lo sentado. O jovem riu e pensou: “além de velho e cansado, está ficando tolo, por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?”. E assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição e, para admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado duas vezes mais árvores do que o jovem desafiante.

Este, espantado e irritado ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, já que uma ou duas vezes que parara apenas para olhar, via-o sentado bem tranquilo, enquanto ele não parou um só minuto.

O velho, bastante sereno, respondeu: “todas as vezes que você me via sentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando meu machado”.

Conto da obra S.O.S.  Dinâmica de grupo, de Albigenor e Rose Militão. ed.  Qualitymark.br.


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1. Obviamente, com um machado mais afiado, o poder de corte do velho lenhador era muito superior ao do jovem. Este, embora mais vigoroso na força, certamente não percebeu que, com o tempo, seu machado perdia o fio, e com isso perdia a eficácia. Quando chegamos em determinadas épocas de nossas vidas, como o fim de mais um ano de trabalho, de esforço, de empreendimento, esta lição pode ser muito bem aplicada.

2. É tempo de amolar o machado! Embora achemos que não possamos parar, que tempo é dinheiro, que vamos ficar para trás, perceberemos, na prática, que se não pararmos para amolar o machado, de tempos em tempos, não conseguiremos êxito. Amolar o machado não é apenas descansar o corpo, é também refletir, avaliar, limpar a mente e reorganizar o nosso íntimo.

3. Amolar o machado é raciocinar, usar da inteligência para descobrir se estamos usando nossas forças da melhor forma possível. Assim, guardemos algum tempo para essas práticas realmente necessárias, e veremos, mais tarde, que nosso machado poderá cortar as árvores com muito mais eficiência.


Fruto_Espírito


Todos nós podemos aprender muito com Jesus. Pense nisso!

(Jeremias 9.23,24)

Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte na sua força, nem o rico nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor, e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.”

Salmo 20.7Uns confiam em carros, outros em cavalos; mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.”

Salmo 46.10  “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus (o Senhor)…”

João 15.5 “…Sem mim, nada podeis fazer.”

1 Coríntios 2.1-5 “Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem, ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus.”

Diversos homens de Deus passaram por experiências que os tornaram capazes de seguir com o Grande e Poderoso Chamado de Deus em suas vidas.

Não pense que conosco será diferente.

Se você está passando pelo processo de “afiar o machado” dê Glória a Deus, você é um(a) dos Escolhidos de Deus para uma grande Obra. Aleluia!

“Para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou.

Os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?

Romanos 9.23-24

Veja esses exemplos, a Bíblia nos revela muitos mais:

Moisés: 80 anos de preparo + 40 anos liderando o povo de Deus.

– 40 no palácio de Faraó sendo educado para pensar que era importante;

– 40 anos no deserto aprendendo que não era nada;

– 40 anos aprendendo que Deus era tudo (líder e aprendo)

Josué: Ao longo de sua vida sendo ajudante, ou “Office-boy” de Moisés, até receber o grande chamado de liderança.

Davi: Anos e anos sendo um filho dedicado e prestativo, esperando com paciência “ouvindo a Palavra de Deus”. Sendo treinado como “pastorzinho”, músico, atendente do rei, soldado, até finalmente realizar a obra pela qual fora ungido muitos anos antes.

Paulo: O mesmo que falou que não dependia de eloquência, teve uma formação formidável como vaso escolhido pelo Senhor.

DEUS NÃO DESPERDIÇA NADA NO PREPARO DOS SEUS SERVOS!

-Anos de aprendizagem na melhor escola da época (aprendendo com Gamaliel)

-Preparação como fazedor de tendas

-Depois da conversão, mais 3 anos na dependência de Cristo sendo um grande “instrumento” para expressar as verdades do cristianismo

-Total dependência do Espírito Santo e não da sabedoria humana. Lembremos ainda que Paulo empregava todos os métodos linguísticos disponíveis para garantir uma comunicação eficaz.

Maior exemplo de todos:

Jesus: Deixou sua glória junto do Pai e veio até nós para nos conceder o caminho aberto até o Todo Poderoso Deus. Jesus aprendendo 30 anos, antes de assumir seu ministério de 3 anos.  Tanto observando seu pai, fazendo parte de uma Família, indo ao templo, adorando ao único Deus.

Que Amor incomparável do Filho de Deus em cumprir o desejo de seu Pai, o Deus Todo Poderoso! Deus sempre abre uma porta para nos ajudar, essa porta hoje é Jesus!


Sizenando – 06 de julho de 2016


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Com o tempo você aprende

Teatro: texto



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Com o Tempo…



Um poema referente ao aprendizado da vida em relação ao tempo e ao amor escolhido para o casamento, também valoriza as boas amizades que ao contrário dos relacionamentos provisórios que passam rapidamente, essas duram para sempre e te socorrem nos momentos difíceis.

Leia o texto:


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“Com o Tempo – Amigos para sempre

2. Com o tempo… Você aprende que estar com alguém, só porque esse alguém lhe oferece um bom futuro, significa que mais cedo ou mais tarde você irá querer voltar ao passado…

3. Com o tempo… Você se dará conta que casar só porque “está na hora”, é uma clara advertência de que o seu matrimônio será um fracasso…

4. Com o tempo… Você compreende que só quem é capaz de lhe amar com os seus defeitos, sem pretender mudar-lhe, é que pode lhe dar toda a felicidade que deseja…

5. Com o tempo… Você se dará conta de que se você está ao lado de uma pessoa só para não ficar sozinho(a), com certeza uma hora vai desejar não voltar a vê-la…

6. Com o tempo… Você se dará conta de que ter amigos vale mais do que qualquer montante em dinheiro…

7. …e entende que os “verdadeiros amigos” se contam nos dedos, e que aquele que não luta para tê-los, mais cedo ou mais tarde se verá rodeado unicamente de amizades falsas…

8. Com o tempo… Você aprende que as palavras ditas num momento de raiva podem continuar a magoar a quem você disse durante toda a vida…

9. Com o tempo… Você aprende que desculpar todos o fazem, mas perdoar, somente as “almas grandes” conseguem…


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10. Com o tempo… Você compreende que se você feriu muito um amigo, provavelmente a amizade jamais será a mesma…

11. Com o tempo… Você se dá conta de que cada experiência vivida com cada pessoa é insubstituível e única…

12. Com o tempo… Você se dá conta de que aquele que humilha ou despreza um ser humano, mais cedo ou mais tarde sofrerá as mesmas humilhações e desprezos, só que multiplicados…

13. Com o tempo… Você aprende a construir todos os seus caminhos hoje, porque o terreno do amanhã é demasiado incerto para fazer planos…

14. Com o tempo… Você compreende que apressar as coisas ou forçá-las para que aconteçam, fará com que no final não sejam como você esperava…

15. Com o tempo… Você se dará conta de que, na realidade, o melhor não era o futuro, mas sim o momento que estava vivendo naquele instante…

16. Com o tempo… Você aprende que tentar perdoar ou pedir perdão, dizer que ama ou dizer que sente falta, dizer que precisa ou que quer ser… Junto de um caixão… … deixa de fazer sentido…

17. Por isso, recorde sempre estas palavras: “O HOMEM TORNA-SE VELHO MUITO RÁPIDO E SÁBIO DEMASIADO TARDE”, Exatamente quando: “JÁ NÃO HÁ TEMPO”

18. (Salmos 89,12)

19. Sorria e seja feliz! Você merece, e isso, só depende de você! Autor desconhecido

20.  “Todas as coisas que Deus fez são boas, a seu tempo. Ele pôs, além disso, no seu coração a duração inteira, sem que ninguém possa compreender a obra divina de um extremo a outro. Assim eu concluí que nada é melhor para o homem do que alegrar-se e procurar o bem- estar durante sua vida; e que comer, beber e gozar do fruto de seu trabalho é um dom de Deus.

(Eclesiástico 3, 11)

Sizenando – 03 de julho de 2016


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Com o tempo você aprende

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Os dois grandes lobos.



A sabedoria de como viver a vida se adquire com o tempo…


Antigamente se aprendia muito com os mais velhos, Pais e avós.

Muito se valorizava a sabedoria dos antepassados, hoje o comodismo e a massificação consumista nos imprime novos valores, ou melhor dizendo, reprime nossos verdadeiros valores familiares e até mesmo do ser humano para que sejamos facilmente massificados e nos tornemos apenas consumidores descartáveis, mas isso nem sempre foi assim:


Esta é uma antiga história dos índios Cherokee sobre o cacique de uma grande aldeia.

Veja o Texto:




Espírito x Carne


Existe uma antiga história dos índios Cherokee sobre o cacique de uma grande aldeia. Um dia, o cacique decidiu que era hora de orientar o seu neto favorito sobre a vida. Ele o levou para o meio da floresta, fez com que se sentasse sob uma velha árvore e explicou, “Filho, existe uma batalha sendo travada dentro da mente e do coração de todo ser humano que vive hoje. Embora eu seja um velho e sábio cacique, o líder da nossa tribo, essa mesma batalha é travada dentro de mim. Se você não souber dessa batalha, ela o fará perder o juízo. Você nunca saberá que direção tomar. As vezes vencerá na vida e, depois, sem entender o porquê, perceberá que está perdido, confuso, com medo, arriscado a perder tudo o que trabalhou tanto para ganhar. Você muitas vezes achará que está fazendo a coisa certa e depois descobrirá que fez as escolhas erradas. Se você não entender as forças do bem e do mal, a vida individual e a vida coletiva, o verdadeiro eu e o falso eu, você viverá a vida todo num grande tumulto.

“E como se existissem dois grandes lobos vivendo dentro de mim; um é branco e o outro é preto. O lobo branco é bom, gentil e não faz mal a ninguém. Ele vive em harmonia com tudo à sua volta e não se ofende se a intenção não era ofender. O lobo bom, sensato e certo de quem ele é e do que é capaz, briga apenas quando essa é a coisa certa a fazer e quando precisa se proteger ou à sua família, e mesmo então ele faz isso da maneira certa. Ele toma conta de todos os outros lobos da matilha e nunca se desvia da sua natureza.

“Mas existe o lobo preto também, que vive dentro de mim, e esse lobo é bem diferente. Ele é ruidoso, zangado, descontente, ciumento e medroso. Basta uma coisinha para que ele se encha de fúria. Ele briga com todo mundo, o tempo todo, sem nenhuma razão. Ele não consegue pensar com clareza, porque a sua ganância para ter sempre mais e a sua raiva e a sua ira são grandes demais. Mas trata-se de uma raiva infrutífera, filho, porque ela não muda nada. Esse lobo só procura confusão aonde quer que vá, e por isso sempre acaba achando. Ele não confia em ninguém, por isso não tem amigos de verdade.”

O velho cacique ficou sentado em silêncio durante alguns minutos, deixando que a história dos dois lobos penetrasse na mente do jovem neto. Então ele lentamente se curvou, olhou fixamente nos olhos do menino e confessou, “As vezes, é difícil viver com esses dois lobos dentro de mim, pois eles brigam muito para dominar o meu espírito”

Cativado pela história do ancião sobre essa grande batalha interior, o menino puxou a tanga do avô e perguntou, ansioso, “Qual dos dois lobos vence, vovô?” E com um sorriso cheio de sabedoria e uma voz firme e forte, o cacique diz, “Os dois, filho. Veja, se eu escolho alimentar só o lobo branco, o preto ficará à espreita, esperando o momento em que eu sair do equilíbrio ou ficar ocupado demais para prestar atenção às minhas responsabilidades, e então atacará o lobo branco e causará muitos problemas para mim e nossa tribo. Ele viverá sempre com raiva e brigará para atrair a atenção pela qual tanto anseia. Mas, se eu prestar um pouquinho de atenção no lobo preto, compreendendo a sua natureza, se reconhecê-lo como a força poderosa que ele é e deixá-lo saber que eu o respeito pelo seu caráter e o usarei para me ajudar se um dia eu ou a tribo estivermos em apuros, ele ficará feliz, e o lobo branco ficará feliz também, e ambos vencerão. Todos venceremos”.

Sem entender direito, o menino perguntou, “Não entendi, vovô. Como os dois lobos podem ganhar?” O cacique continuou a explicação: “Veja, filho, o lobo preto tem muitas qualidades importantes de que eu posso precisar, dependendo das circunstâncias. Ele é feroz, determinado, e não se deixará subjugar nem por um segundo. Ele é inteligente, astuto e capaz dos pensamentos e estratégias mais tortuosos, o que é importante em tempos de guerra. Ele tem os sentidos aguçados e superiores que só aqueles que olham através da escuridão podem apreciar. Em meio a um ataque, ele poderia ser o nosso maior aliado”. O cacique então tirou da sua bolsa alguns pedaços de carne defumada e colocou-os no chão, um à direita e o outro à esquerda. Ele apontou para a carne e disse, “À minha esquerda está a comida para o lobo branco e à minha direita está a comida para o lobo preto. Se eu optar por alimentar os dois, eles não brigarão mais pela minha atenção, e eu poderei utilizar cada um deles como precisar. E como não haverá guerra entre eles, poderei ouvir a voz da minha sabedoria profunda e escolher qual dos dois pode me ajudar melhor em cada circunstância. Se a sua avó quer uma carne para fazer uma refeição especial e eu não cuidei disso como deveria, posso pedir para o lobo branco me emprestar a sua magia e consolar o lobo preto da sua avó, que estará zangada e faminta. O lobo branco sempre sabe o que dizer e me ajudará a ser mais sensível às necessidades dela. Veja, filho, se você compreender que existem duas grandes forças dentro de você e respeitar a ambas igualmente, as duas sairão ganhando e haverá paz. A paz, meu filho, é a missão dos cherokees – o propósito supremo da vida. Um homem que tem paz dentro de si tem tudo. Um homem dividido pela guerra em seu íntimo não tem nada. Você é um jovem que precisa escolher como vai lidar com as forças opostas que vivem no seu interior. A sua decisão determinará a qualidade do resto da sua vida. E quando um dos lobos precisar de atenção especial, o que acontecerá às vezes, você não terá do que se envergonhar; poderá simplesmente admitir isso para os anciãos e conseguirá a ajuda de que precisa. Quando isso for de conhecimento público, aqueles que já travaram essa mesma batalha podem oferecer-lhe a sua sabedoria”.



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Essa história simples e pungente explica como é a experiência humana. Cada um de nós está em meio a uma batalha contínua, em que as forças da luz e da escuridão competem pela nossa atenção e pela nossa submissão. Tanto a luz quanto a escuridão habitam dentro de nós ao mesmo tempo. Verdade seja dita: existe uma matilha inteira de lobos dentro de nós – o lobo amoroso, o lobo bondoso, o lobo esperto, o lobo sensível, o lobo forte, o lobo altruísta, o lobo generoso e o lobo criativo. Junto com esses aspectos positivos existem o lobo insatisfeito, o lobo ingrato, o lobo autoritário, o lobo desagradável, o lobo egoísta, o lobo indecente, o lobo mentiroso e o lobo destrutivo. Todo dia temos a oportunidade de reconhecer todos esses lobos, todas essas partes de nós mesmos, e escolher como iremos nos relacionar com cada um deles. Será que continuaremos condenando alguns e fingindo que eles não existem ou vamos tomar posse de toda a matilha?

Por que sentimos a necessidade de negar a matilha de lobos que vive em nós? A resposta é fácil. Ou achamos que ela não existe ou que não deveria existir. Tememos que, se admitirmos todos os diferentes eus que ocupam espaço na nossa psique, de algum modo seremos rotulados de esquisitos, diferentes, prejudiciais ou psicologicamente fragmentados. Achamos que devemos ser pessoas boas e “normais”, dentro das quais só mora um único eu. Mas existem muitos eus e a recusa em entrar em acordo com eles é um grave erro – que nos levará a cometer atos estúpidos e temerários de autossabotagem.

Eis o grande segredo: existem muitos eus contidos dentro do nosso “eu”, pois dentro de cada um de nós existem todas as qualidades possíveis. Não há nada que possamos ver e nada que possamos julgar que não exista dentro de nós. Todos somos luz e escuridão, santos e pecadores, pessoas adoráveis e abomináveis. Somos todos gentis e calorosos, mas também frios e cruéis. Dentro de você e dentro de mim existem todas as qualidades conhecidas pela espécie humana. Embora possamos não estar conscientes de todas as qualidades que possuímos, elas estão adormecidas dentro e nós e podem despertar a qualquer momento, em qualquer lugar. A compreensão disso nos permite entender por que todos nós, que somos “bons”, somos capazes de fazer coisas ruins e, mais importante, por que às vezes nos tornamos os nossos piores inimigos.


Baseado em: “Como entender o efeito sombra em sua vida” de Debbie Ford.



 ” FOCO,  FORÇA  &  FÊ “


Guiados e conduzidos pelo Espírito de Deus

Dinâmica

Guiados pelo Espírito Santo.



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Luta_Dois_lobos_Branco_preto

Vale a Pena Pregar a Palavra de Deus.


Veja Por que:



“VIVER A PALAVRA DE DEUS”


Testemunho de Roberto Tannus

Pregador de Goiãnia-Go

Era o ano de 1979 e fazia um ano que participava da Renovação Carismática Católica. Tinha sido convidado para pregar em um Seminário de Vida no Espírito Santo na Penitenciária Estadual. O tema: “Viver a Palavra de Deus”. Preparei-me o melhor que pude com jejum e oração. Além de estar principiando na pregação ainda tinha o desafio de falar a um grupo de detentos, que se reuniam para receber a Palavra de Deus.

Ao adentrarmos no presídio, logo após termos sido revistados, nos dirigimos à sala de reuniões aonde aconteceria o Seminário. Para surpresa nossa, no mesmo local estavam já reunidos um grupo de estudo composto de alguns carcereiros. Um deles nos falou: “Os detentos estão agora reunidos na quadra de esportes. Se quiserem, um dos guardas poderá acompanhá-los até lá e pedir que eles parem um pouco o futebol para ouvirem vocês”. Quando chegamos ao local as intercessoras disseram: “Vai você, Roberto, e pega a bola deles, senão não param para nos ouvir”. Pensei comigo mesmo: (Que fria…!) Para a minha sorte a bola foi mal chutada indo parar bem nos meus pés e só tive o trabalho para me abaixar e colocar a pelota debaixo do braço. Com a outra mão eu carregava a Bíblia. Falei em voz forte, esperando que o guarda ficasse perto de mim, mas ele se afastou, deixando-me falando sozinho no meio da turma, que reclamava e resmungava. Por mais que eu tentasse me fazer ser ouvido, dizendo que estava lá para pregar a Palavra de Deus, meus argumentos não eram suficientes para acalmar os ânimos exaltados ““.

Foi aí que veio do meio deles um homem de pele escura, alto, forte, que levantou a mão (que parecia ser maior que meu rosto!) e veio em minha direção dizendo: “Silencio! Silencio! Eu tenho algo a dizer”. Como ele viesse em minha direção sem mudar de rumo e sem abaixar a mão, fiquei ali firme!!! Sim!!! ou quase!!! Ele arrancou a Bíblia de minha mão e bradou em alta voz (agora todos o escutavam em silêncio): “Vocês estão vendo este Livro? Fechado ele é um livro qualquer. Mas, aberto, é a boca de Deus que fala!” Enfim, minhas pernas pararam de tremer. Ele continuou: “Vocês sabem que eu fui um dos piores bandidos que atormentou o Estado do Mato Grosso e Goiás. Fiz muita maldade. Mas, um dia, um grupo de católicos duma tal da “carismática” entraram em minha cela impuseram as mãos sobre mim e rezaram pedindo o Espírito Santo e me deram uma Bíblia de presente. Como aconteceu também com Saulo de Tarso, que depois de conhecer a Jesus passou a ser chamado Paulo, a partir daquele dia escamas caíram dos meus olhos. Eu era cego. Mas descobri que aos pés de Jesus eu sou um homem livre. Foi preciso eu vir aqui para a prisão para conhecer Jesus. O Espírito Santo abriu os meus olhos e curou toda a minha cegueira quando eu lia este Livro Sagrado”.

A partir daquele momento passei a amar mais ainda a Palavra de Deus. Sei que já contei várias vezes esse testemunho, porém, é uma história que não dá para mudar. Testemunho é testemunho e pronto!

Nunca mais vi aquele grande homem negro, nem tive mais notícias dele “ em alguns encontros nossos da Renovação Carismática de Goiânia ele chegou a dar seu testemunho, isso ainda nos anos de 1979 e 1980; mas, depois disso, ninguém mais soube do seu paradeiro. Sumiu sem deixar notícias. Entretanto, as palavras dele marcaram toda a minha vida e ficaram para sempre gravadas no meu coração: a Bíblia é a boca de Deus que fala!”

Roberto Tannus



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A Bíblia é uma Mensagem

de Deus pra você.


Semeando a cultura de Pentecostes



Ignorar a Escritura é ignorar Cristo.


A Palavra de Deus é viva e eficaz

e produz o seu efeito quando vivida.



“Ignorar a Escritura é ignorar Cristo”.


Esse pensamento de São Jerônimo nos introduz no grande mistério da Sagrada Escritura na vida do Cristão. Ter um profundo contato com a Escritura todos os dias é entrar em perfeita sintonia com o Senhor e estabelecer uma relação de intimidade com Ele.

O mês de setembro na Igreja é comumente dedicado a uma maior atenção á Sagrada Escritura com o objetivo de fazer com o que todos os cristãos nunca se esqueçam que a Palavra de Deus deve ocupar a centralidade de sua vida. Conhecer a Escritura é conhecer o próprio Cristo, que é a plenitude de toda revelação.


São Jerônimo é o ícone desse amor profundo á Escritura. Enamorado da palavra de Deus, Jerônimo perguntava-se: “Como é possível viver sem o conhecimento das Escrituras, pelas quais se aprende a conhecer o próprio Cristo, que é a vida dos fiéis?”


A Bíblia, instrumento pelo qual Deus fala aos fiéis em cada dia, converte-se deste modo em estímulo e manancial da vida cristã para todas as situações e para todas as pessoas.

“Ler a Escritura é conversar com Deus”, explicou: “Se rezas”, escreve São Jerônimo a uma jovem nobre de Roma “falas com o Esposo; se lês, é Ele quem te fala”. (Papa Bento XVI em 07/12/2007;discurso sobre São Jerônimo)

Um dos momentos privilegiados de profunda sintonia com Deus através da Sagrada Escritura se dá na Liturgia da Palavra, o primeiro banquete oferecido aos fiéis na celebração da Santa Missa.



A Liturgia da Palavra é apresentada como um grande banquete que alimenta a nossa fé. Durante a Liturgia da Palavra observamos dois momentos muito importantes:

1. Jesus Cristo, Palavra do Pai, que nos fala na Liturgia.

2. A HOMILIA, atualização da Palavra de Deus.

São dois movimentos: Deus que nos fala e o Sacerdote que fala de Deus para a assembleia. Falemos então sobre a homilia.

Depois de proclamadas as leituras inicia-se a atualização da PALAVRA DE DEUS através da homilia. <.br>A palavra homilia significa “conversa familiar”. Daí é que concluímos que ela seja uma atualização da Palavra de Deus, pois traz para o nosso conhecimento, de forma simples e adequada, os elementos essenciais da Palavra que foi proclamada de modo que os fiéis captem a mensagem viva dessa Palavra.

A homilia é parte constitutiva da liturgia diz a SC 52: “Recomenda-se vivamente a homilia, como parte própria da liturgia; nela, no decurso do ano litúrgico, são apresentados dos textos sagrados, os mistérios de fé e as normas da vida cristã”.

A homilia deve ter em primeiro como fonte inspiradora o próprio texto bíblico, porém, é uma atualização do texto para nós hoje. Não é uma aula de teologia, nem um discurso político, nem uma aula de exegese bíblica, nem muito menos deve ser encomendada anteriormente para passar um ‘sermão’ na comunidade.

Por assim dizer, a homilia deve ser um eco fiel da Palavra de Deus.

Na estrutura da Celebração Eucarística a homilia nos leva a compreender o espírito do que estamos celebrando, nos leva a uma espiritualidade profunda e nos compromete com Deus e com os irmãos.

Para compreender bem o mistério que celebramos a homilia envolve quatro eixos fundamentais: (1).



1. Um anúncio, um chamado à fé em Cristo salvador: “Cumpriu-se hoje diante de vocês esta passagem da Escritura” (Lc 4,11).

2. Um ensinamento sobre o significado dos fatos e das palavras escutadas a partir da Escritura e da liturgia. Jesus procede assim com discípulos de Emaús: “Começando por Moisés e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele diziam as Escrituras” (Lc 24,25).

3. Uma introdução para provocar a resposta dos fiéis à Palavra anunciada. Apoiando-se na força do Espírito Santo, o pregador usa parábolas, mostra a graça atuando na Igreja, ele mesmo se apresenta como testemunha.

4. Uma introdução ao mistério de comunhão com o Senhor: a especificidade da maneira de instrução constituída pela homilia reside precisamente em sua orientação litúrgica e sacramental. Ela deve conduzir os fiéis ao encontro pessoal com o Senhor que opera no e ao reconhecimento como irmãos dos que se unem na mesma confissão de fé e na mesma ação de graças.

A palavra de Deus proclamada e atualizada pela homilia, leva o fiel a uma maior compreensão de sua missão e ajuda-o a colocar na pauta do dia os ensinamentos da Sagrada Escritura.

“A Palavra de Deus extraída do Livro Sagrado, proclamada pelo leitor, acolhida e celebrada na comunidade, ilumina o discernimento e a vivência da palavra do livro da vida. Aquele que, no cotidiano da vida, alimenta-se do pão da Palavra de Deus torna-se sensível e aberto ao mistério do Pai que se revela nos acontecimentos e situações do caminho, seja na história pessoal, ou no projeto de vida da sociedade”.(2)

A Palavra de Deus é viva e eficaz e produz o seu efeito quando vivida. Diz São Tiago: “Tornai-vos praticantes da Palavra e não simples ouvintes, enganado-vos a vós mesmos! Com efeito, aquele que ouve a Palavra e não a pratica assemelha-se a um homem que, observando o seu rosto no espelho, se limita a observar-se e vai-se embora, esquecendo-se logo de sua aparência. Mas aquele que pratica, esse é bem- aventurado naquilo que faz” (cf. Tg 1, 22-25).

Que a Palavra de Deus seja “lâmpada para seus pés e luz para seu caminho”!
Deus te abençoe!

Pe. Nilso Aparecido Motta, sacerdote incardinado na dioc ese de Osasco, liberado para Missão.
Apresenta o programa “Você pode ser Feliz” pela TV Século 21 toda sexta-feira das 09:00 às 11:30.


1 CELAM. Manual de Liturgia, Vol. II, Paulus, 2005. p. 188
2 CELAM. Manual de Liturgia, Vol. II, Paulus, 2005. p. 190





Cada caso é um caso.


A LIÇÃO DA MOSCA



Existem diversas situações em nossa vida que deveriam ser analisadas de forma diferente, mesmo que pareçam ser exatamente iguais.

Meditando nesta verdade podemos considerar como exemplo a situação abaixo que pode ser aplicada como meditação em diversos casos semelhantes.



Certa vez, duas moscas caíram num copo de leite…

A primeira era forte e valente. Assim, logo ao cair, nadou até a borda do copo. Como a superfície era muito lisa e suas asas estavam molhadas, não conseguiu escapar.

Acreditando que não havia saída, a mosca desanimou, parou de se debater e afundou.

Sua companheira de infortúnio, apesar de não ser tão forte, era tenaz e, por isso, continuou a se debater e a lutar. Aos poucos com tanta agitação, o leite ao seu redor formou um pequeno nódulo de manteiga no qual ela subiu. Dali, conseguiu levantar vôo e sair do copo.

Tempos depois, a mesma mosca tenaz, por descuido, novamente caiu em outro copo, desta vez, cheio de água. Como pensou que já conhecia a solução daquele problema, começou a se debater na esperança de que, no devido tempo, se salvasse.

Outra mosca, passando por ali e vendo a aflição da companheira de espécie, pousou na beira do copo e gritou:

“Tem um canudo ali, nade até lá e suba até a borda do copo”.

A mosca tenaz respondeu: “Pode deixar que eu já sei como resolver este problema.”

E continuou a se debater mais e mais até que, exausta, afundou na água.

Reflexão 1:

Soluções do passado, em contextos diferentes, podem transformar-se em problemas.

Se a situação se modificou, dê um jeito de mudar a sua atitude.

Quantos de nós, baseados em experiências anteriores, deixamos de observar as mudanças ao redor e ficamos lutando inutilmente até afundar em nossa própria falta de visão!

Criamos uma confiança equivocada e perdemos a oportunidade de repensar nossas experiências. Ficamos presos a velhos hábitos que nos levaram ao sucesso e perdemos a oportunidade de evoluir.

É por isso que os japoneses dizem que na garupa do sucesso vem sempre o fracasso. Os dois estão tão próximos que a arrogância pelo sucesso pode levar à displicência que conduz ao fracasso.

Os donos do futuro sabem reconhecer essas transformações e fazer as mudanças necessárias para acompanhar a nova situação.

Se a única ferramenta que você conhece é o martelo, todo problema que aparece você pensa que é prego.

Reflexão 2:

(Um Desafio Para Mim e para Você)

.

Deus nos Abençoe

Presentepravoce – Sizenando





EM BUSCA DA FELICIDADE.

Um Filme baseado em fatos reais


Dinâmica da Pipoca

SAL DA TERRA





Com o tempo você aprende…


O MENESTREL


William Shakespeare


Com o tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.



E você aprende que amar não significa apoiar-se e, que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos, e presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o Sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, alguma pessoas simplesmente não se importam…

E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí­-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la e, que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem da vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.



Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser e, que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas aonde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais de seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mais isso não te dá o direito ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.



Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.

Nossa dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.


AUTORA:  Veronica A. Shoffstall

Este texto estava atribuído a Shakespeare, porém a verdade é que com o tempo ele foi modificado com a inclusão de partes e exclusão de outras além da mudança de alguns versos e assim caiu na rede com o nome de um autor mais famoso e conhecido, mas este equivoco já foi reconhecido e reparado sendo que na maioria das fontes a verdadeira autoria já está sendo divulgada.   Divulgue você também e altere indicações e referências que ainda contenham este erro para que a justiça seja feita e o verdadeiro autor receba seus merecidos créditos.  

William Shakespeare



O Livro da capa Preta.

A Sabedoria está acima da Inteligência !




Um  Senhor de 70 anos  viajava de trem, Tendo  ao seu lado um  jovem universitário, que  lia o seu livro de  ciências .

O  senhor, por sua vez,  lia um livro de  capa preta.

Foi  quando o jovem percebeu que este livro se tratava de uma  Bíblia e estava aberta  no livro de São  Marcos.

Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

  • O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

  • Sim, mas não é um livro de crendices.

  • É a Palavra de Deus.

  • Estou errado ?

Respondeu  o jovem:

– Mas é claro que está ! Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal.  Veria que a Revolução  Francesa, ocorrida há  mais de 100 anos,  mostrou a miopia da  religião.

Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias.

O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

  • É mesmo?

  • Disse o senhor.

E o que pensam e dizem os nossos Cientistas sobre A Bíblia  ?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:


“Um pouco de ciências nos afasta de Deus.

Muito…, nos aproxima! “.

Fato verdadeiroi integrante da  biografia ocorrido em  1892.

A  questão de fé e  ciência:

“Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”.

Com esse conceito, o Papa Bento XVI reafirma o princípio já enunciado pelo Concílio Vaticano I (1869-1870):

As verdades da fé e as verdades da ciência não podem nunca se contradizer .

Ou,  explicitando melhor, podemos dizer que:

“As verdades verdadeiras da  fé e as verdades verdadeiras da  ciência  nunca  se contradizem”.

Deus  conhece profundamente todas as  coisas, porque Ele as criou.

Nós apenas conhecemos em parte aquilo que nossos olhos, ouvidos, dedos, narizes realçados pelos novos e modernos equipamentos ciêntíficos nos revelam atraves de nossa simples observação daquilo que Deus criou, logo, quando nossa conclusão contraria a verdade é porque não observamos corretamente e logo ao observarmos novamente veremos que haviamos cometido um engano momentâneo ou iremos negar que a ciência já cometeu diversos enganos e depois os corrigiu ao descobrir e confirmar a verdade!


O Livro da Capa Preta

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Quem pode fazer a diferença ?


Este é o relato de uma Professora Primária referente a um certo ano de sua vida:

Seu nome era Sra. Thompson, Era uma Classe de 5ª série e como sempre ela no primeiro dia de aula iniciava seu discurso basicamente contando lhes uma grande mentira.   Como a maioria dos professores, ela olhou para seus alunos e disse que os amava a todos do mesmo jeito. Mas isso seria impossível, porque lá na primeira fila, bem à sua frente, estava um pequeno garoto chamado Teddy.

A Sra. Thompson tinha observado Teddy anos antes e percebeu que ele não se dava bem com as outras crianças, que suas roupas estavam amarrotadas e que constantemente precisava de um bom banho.    E Teddy poderia se tornar um estorvo desagradável para ela aquele ano.     Sua Antipatia chegou a um ponto onde a Sra. Thompson tinha prazer em marcar suas provas com a caneta vermelha marcando bem grande um “X” em negrito e em seguida colocar um “ZERO enorme” na parte superior das provas.

Na escola onde a Sra. Thompson lecionava, era obrigatório para o Professor rever o histórico de cada criança e ela deixou o de Teddy por último.  No entanto, quando ela consultou seu processo, ela foi teve grandes surpresas;

Na primeira série, a Professora de Teddy escreveu:

“Teddy é um menino brilhante e simpático. Ele faz seus trabalho corretamente e tem boas maneiras … é uma alegria estar com perto.

Na Segunda série o professor escreveu:

“Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas ele está preocupado porque sua mãe tem uma doença terminal e da vida em casa deve ser uma luta muito difícil.”

Na terceira série a professora escreveu:

“A morte de sua mãe tem sido duro para ele. Ele tenta fazer o melhor que pode, mas seu pai não demonstra muito interesse e sua vida será em breve muito afetada gravemente se algumas medidas não forem tomadas urgentemente.”

Na quarta série o professor de escreveu:

” Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.”

A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos e brilhantes, exceto o de Teddy, que estava mal enrolado num papel grosso marrom de embrulhar compras no armazém.

A Sra. Thompson exitou em abri-lo junto com os outros presentes. Algumas crianças começaram a debochar quando ela encontrou um bracelete colorido faltando algumas pedras, e uma garrafa com um pouco de perfume. Mas ela censurou o riso das crianças, quando ela exclamou bem alto como era linda a pulseira e colocou algumas gotas do perfume em seu pulso. Teddy ficou depois da aula naquele dia apenas o suficiente para dizer a ela que; “Sra. Thompson, hoje a Sra fez exatamente como minha mãe costumava fazer e eu senti o seu perfume.” “Depois que as crianças foram embora ela chorou pelo menos uma hora.

Nesse mesmo dia, ela mudou sua maneira de ensinar a leitura, a escrita e a matemática. Ao Invés de apenas ensinar letras e números, ela começou a ensinar crianças. A Sra. Thompson passou a ter dar atenção especial ao Teddy. Como ela o valorizava mais, sua mente parecia ter renascido. Quanto mais ela o incentivava, mais rápido ele respondia ao estímulo. Até ao final do ano, Teddy se tornou uma das crianças com melhor aproveitamento da classe e, apesar daquela mentirinha que ela iria amar todas as crianças da mesma forma, Teddy se tornara seu aluno predileto.

Um ano mais tarde, ela encontrou um bilhete debaixo de sua porta, era Teddy, contando que ela era a melhor professora que ele teve em toda sua vida.  Seis anos se passaram até que ela recebe outro bilhete de Teddy.    Pouco depois, ele escreveu que já tinha terminado o ensino médio, em terceiro lugar na sua classe, e ela ainda era a melhor professora que teve em toda sua vida. Quatro anos depois, ela recebeu outra carta, narrando como as coisas tinham sido duras, às vezes, ele quase desistiu de estudar, mas logo se formaria na faculdade com a maior das honras. Ele garantiu a Sra. Thompson que ela ainda era sua professora favorita. Depois de mais quatro anos ter se passado, chegou uma carta. Desta vez, ele explicou que depois que começou seu bacharelado, ele decidiu estudar um pouco mais. A carta explicava que ela ainda era a melhor professora que teve.  Mas desta vez ele assinou um pouco diferente, Dr. Theodore F. Stoddard.

A história não termina aí.   Havia ainda uma outra carta. Teddy disse que tinha encontrado a garota de seus sonhos e iria se casar. Ele explicou que seu pai havia falecido alguns anos atrás e ele estava lhe convidando para sentar-se no lugar reservado à mãe do noivo.   É claro que, a Sra. Thompson aceitou o convite. E adivinhem? Ela usava aquela pulseirinha com pedrinhas faltando. E ela, com certeza usou aquele mesmo perfume que Teddy lembrou-se de sua mãe usando em seu último Natal juntos.   Eles se abraçaram, e Dr. Stoddard sussurrou ao seu ouvido, “Obrigado Sra. Thompson por ter acreditado em mim. Muito obrigado por me fazer sentir importante, demonstrando-me que eu poderia fazer a diferença.” A Sra. Thompson, com lágrimas nos olhos, sussurrou de volta. Ela disse, “Teddy, você está totalmente errado. Você foi o único que me ensinou que eu podia fazer a diferença. Eu não sabia ensinar nada até aquele dia que te conheci.”

A história foi escrita por Elizabeth Silance Ballard e publicado na revista O Lar da Vida “Home Life” em 1976. Não era representada como uma história verdadeira, mas sim como uma obra de ficção. Posteriormente, foi republicado na revista em 1976, com a anotação de que era uma das histórias mais solicitadas pelos leitores.

Link’s para PPS

História de:


Elizabeth Silance Ballard

Marta e Maria.

Numa visão moderna e científica.

Conta-se que um Cientista do Campo “Roceiro mesmo”, resolveu fazer uma certa experiência.  Foi motivado a isto observando o fato de que, segundo a sua experimentada opinião, o seu burrinho de carga comia demasiadamente.

Pensou consigo: “vou diminuir a alimentação do animal pouco a pouco e observarei o quanto ele trabalha e se o trabalho renderá tanto quanto antes”.


O nosso “pesquisador” começou a sua experiência com grande êxito, pois no primeiro dia o burrinho trabalhou da mesma maneira que no dia anterior.

No dia seguinte, o nosso cientista diminuiu mais uma cota da ração do animal.

Resultado: o burrinho trabalhava quase da mesma maneira que sempre trabalhou.

O humilde cientista então pensou consigo: “ainda que coma um pouco menos e renda um pouco menos, não há nenhum problema”.

Algo semelhante aconteceu no terceiro e no quarto dia.

No quinto dia, aquele Senhor teve uma grande surpresa:

Não sabia o porque deste resultado, mas o burrinho amanheceu morto.

Conclusão:

Muito trabalho e pouca comida!

O Burrinho não agüentou o cansaço do trabalho pesado apesar de ter trabalhado como sempre trabalhava antes sem reclamar.

Nós, Cristãos, tampouco poderíamos viver “durante algum tempo” nesse regime forçado: “muito trabalho e pouca comida” ou com outra expressão comparativa – “Muito trabalho e pouca oração”.

Talvez fosse exatamente isso que Jesus reprovou na conduta de Marta: ela trabalhava muito, preocupava-se demasiado, e, no entanto, tinha pouco espírito de oração.   Não faz muito tempo, a Igreja celebrou a memória de Jose Maria Escrivá, que pregou com a vida e com a palavra que todo Cristão está chamado à Santidade em meio às atividades ordinárias do cotidiano.    Para que isso fosse realidade, o fundador do Opus Dei aconselhava a seguinte norma de conduta:  “primeiro Oração; depois expiação; em terceiro lugar, muito em “terceiro lugar”, a ação” (Caminho, nº 82).   Esse Santo dizia que temos que ser contemplativos no meio do mundo.

Logicamente, Jesus quer que trabalhemos.  Com certeza o trabalho de Marta agradava o Senhor e, no entanto, ele anima a dar novas dimensões ao trabalho: além de bem-feito, que seja elevado pela graça de Deus em Oração e oferecido a Deus.

Pe. Françoá R. Figueiredo Costa.

O Presente do Patrão!

A alguns anos atrás, um homem muito rico resolveu no dia do seu aniversário dar alguns presentes ao invés de recebê-los como sempre, então convocou a criadagem a sua sala para receberem estes presentes.

Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida, dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:

– O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?

– Eu gostaria de receber a Bíblia – Respondeu, pela ordem, o cocheiro – Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!

.

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Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.

Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:

– Minha mulher está adoentada, e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.

Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:

– Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.

– Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.

Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:

– Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?

– Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe  me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro. Disse o pequeno mensageiro.

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Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: “Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus.”

Pense agora: “O que pode ser mais valioso do que a palavra de Deus ?”

Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.

A nós, basta  aceitar o que Ele nos oferece.

Titulo original:

O Valor da Bíblia.


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O Bom Católico não é aquele que compra uma Bíblia e leva para casa, escolhendo um lugar bem vistoso na sala de estar e expondo as escrituras Sagradas ao vento e à poeira, mas é aquele que a lê e passa a conhecê-la, por isso a Igreja recomenda hoje não somente a leitura da Bíblia, mas como também a sua divulgação em alta escala e principalmente através da Internet, este novo veículo de comunicação que tanto é usado pelo mal em destruição das almas.


Leia a Bíblia


BIBLIA SAGRADA


O arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, pediu que os católicos não apenas tenham a Bíblia em casa, mas que alimentem o costume de ler o texto sagrado.Dom Odilo, que foi um dos presidentes delegados da XII Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, explicou essa quinta-feira, em coletiva de imprensa em São Paulo, que os padres sinodais reconheceram que há um grande analfabetismo bíblico entre os fiéis Católicos. «É importante ter a Bíblia, mas isso não basta, é preciso lê-la», afirmou o arcebispo. Nas proposições do Sínodo encaminhadas ao Papa, alenta-se que todo católico tenha fácil acesso à Bíblia. O evento eclesial também chama a um novo empenho de formação dos fiéis no campo bíblico. Segundo o cardeal Scherer, é preciso ler a Bíblia de forma adequada. Para isso, o primeiro passo é tomar o texto a partir «da Igreja, da comunidade de fé», pois a Igreja «é a casa da Palavra de Deus, seu endereço certo», afirmou. Isso evita as leituras «fundamentalistas», que instrumentalizam o texto sagrado para fins alheios a ele. Dom Odilo recordou que o próprio Papa falou da importância de se tomar a Bíblia no contexto da fé da Igreja, respeitando-se o rigor do método histórico-crítico, por um lado, e, por outro, não descuidando da Tradição viva de toda a Igreja. 

O arcebispo indicou que os católicos devem ter sempre em mente que a Bíblia tem uma «referência fundamental», Jesus Cristo. Na comunidade de fé, nas paróquias e dioceses, os fiéis devem procurar participar de círculos bíblicos e de outros eventos formativos, para aprofundar no conhecimento do texto sagrado.

Dom Odilo recordou que muitos padres sinodais falaram a respeito dos métodos de leitura da Bíblia. «Falou-se sobre a leitura orante, o método da ação católica –ver, julgar e agir–, o método franciscano, o dos exercícios espirituais de Santa Inácio». Segundo o arcebispo, aprender os métodos de leitura ajuda na hora de ir ao texto.

Agora que as proposições do Sínodo foram entregues ao Papa, espera-se a orientação que virá do pontífice, por meio da exortação apostólica pós-sinodal.

Sobre a responsabilidade de trabalhar na presidência da assembléia sinodal, Dom Odilo destacou que «foi uma grande alegria». O arcebispo confessou que «não foi tão difícil» desempenhar a função, pois «tudo estava muito bem organizado» pela Secretaria do Sínodo».

Dos 253 membros nomeados para a assembléia, 248 participaram. Esses poucos que faltaram não puderam ir por motivo de doença ou complicação com a viagem.

Segundo o arcebispo, houve muitos momentos especiais durante o evento. «Já a missa de abertura, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, o concerto da Filarmônica de Viena, a visita do patriarca ortodoxo Bartolomeu I, a missa de encerramento».

«Fico com uma impressão muito rica, muita bonita deste Sínodo», afirmou o cardeal Scherer.

Fonte: Zenit


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