O Que Dizem os Cientistas sobre Deus?


As opiniões são diversas e variadas, porém não existe consenso nestas opiniões e nem uma permanência fiel na mesma opinião, pois muitos cientistas que antes se confessam ateus mudaram de opinião ao conhecer um pouco mais profundamente a sua própria ciência confirmando assim a frase proferida pelo Prof. Dr. Louis Pasteur:


 “Um pouco de ciência nos afasta de Deus,

muita ciência nos aproxima.”



Fé e Ciência são os dois lados de uma mesma moeda.


O_livro_Da_Capa_Preta


Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências .

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices.   É a Palavra de Deus.

– Estou errado ?

Respondeu o jovem:

– Mas é claro que está !  Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo?

– Disse o senhor.

– E o que pensam e Dizem os nossos Cientistas sobre A Bíblia  ?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:


Cartão_Ciência


“Um pouco de ciências nos afasta de Deus. Muito…, nos aproxima ! “.

Fato verdadeiro, integrante de sua biografia ocorrido em 1892.

A questão de fé e ciência:

“Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”.

Com esse conceito, o Papa Bento XVI reafirma o princípio já enunciado pelo Concílio Vaticano I (1869-1870):

As verdades da fé e as verdades da ciência não podem nunca se contradizer .

Ou, explicitando melhor, podemos dizer:

“As verdades verdadeiras da fé e as verdades verdadeiras da ciência Nunca se contradizem”.




O Livro da capa Preta . PPT

Jesus é a verdade Fé & Ciência-Post



Leia a Bíblia NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Poesia da Criação do Homem e da Mulher.



UM BOM RELACIONAMENTO ENTRE O HOMEM E A MULHER NO NAMORO OU NO CASAMENTO DEPENDE EM MUITO DE COMO COMPREENDEMOS A NARRATIVA DA CRIAÇÃO DO HOMEM, POIS O TEXTO BÍBLICO NO SE REFERE APENAS À UM FATO HISTÓRICO E SIM À UMA ATITUDE DE VIDA DIÁRIA, PARA AJUDAR UM POUCO NESTE ENTENDIMENTO TRANSCREVEMOS AQUI UMA NARRATIVA EM FORMA DE POESIA, VEJA COMO PODE SOAR UM POUCO DIFERENTE AOS SEUS OUVIDOS E AO CORAÇÃO.


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HOMEM E MULHER – POESIA


“Existem certas pessoas, carentes de entendimento
Que acham que não foi Deus que criou o casamento
A princípio lhes parece não ser conveniente
Unir dois seres avessos de fato bem diferentes
Mas nós que somos cristãos e temos boa memória
Sabemos bem como começou esta história,
Adão andava ocupado trabalhando com capricho
Se esforçava o dia inteiro só pensando em nome de bicho
Era tigre, porco, tatu. Alce, macaco, leão
Adão andava inspirado e foi mesmo abençoado com tanta imaginação
Mas é possível que o sujeito também tenha reparado
Que todo animal macho tinha uma fêmea do lado
E Deus por demais atento sondando-lhe o coração
Decidiu que era preciso por um fim a solidão
E disse: Adão filho querido, não quero te ver tão só
Far-lhe-ei uma companheira, uma joia de primeira. da costela e não do pó
E pondo Deus em ação aquilo que pretendia, nocauteou o Adão
Dando início a cirurgia, Deus cortou-lhe o osso pondo carne no lugar
Assim fez a princesa esperando o Adão acordar
Quando Adão acordou daquele sono pesado, o corte da cirurgia já tinha cicatrizado
Deus tomou a varoa e entregou a Adão E ouviu-se um brado com a seguinte exclamação:
Esta é carne da minha carne, e osso do meu osso e Adão foi pra galera e foi aquele alvoroço
E a partir daquele dia, o homem bem mais ocupado
Deixou pra trás muito bicho sem nome catalogado
Até hoje rola um papo bem machista e corriqueiro
Que o homem é mais importante por que foi feito primeiro
As mulheres se irritam e afirmam de arma em punho
Que a vinda da obra prima vem sempre depois do rascunho
Mas há homens que falam e até os que acredite
Que Deus fez Adão primeiro pra Eva não dar palpite
Mas isso é irrelevante pro sucesso da vida a dois
Pra ser feliz não importa quem veio antes ou quem veio depois.
Porque Deus fez tudo perfeito e discorde quem quiser
Mas o melhor da mulher é o homem e o melhor do homem é a mulher.”
Autor – Sidnei Moraes
Fontes – diversas na web.


Encontro de Casais com Cristo_ECC


Um desafio de Fé!


Desafio_fé
Quem aceitará este desafio ?

Era um grande desafio participar da ultima aula do Professor de filosofia.

Este fato aconteceu na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos da América a apenas alguns anos atrás.

Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto.

Sua meta principal sempre foi tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existia.

Os estudantes sempre tinham medo de argüi-lo por causa da sua lógica implacável.

Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que o tentasse, nunca o venciam.

No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta à sua classe de 300 alunos:

– Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

Em 20 anos ninguém ousou levantar-se.

Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria:

– Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse.

Esta simples questão provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso!

E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços.

E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a DEMONSTRAÇÃO.

A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé.

Bem… há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor.

O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse.

Nada do que dissessem abalaria sua fé… ao menos era seu desejo.

Finalmente o dia chegou.



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O professor disse a famosa frase:

– Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé!

O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala.

O professor gritou:

– Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre!

E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar.

O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz rolando ao chão.

Quando o giz parou de rolar levantou a cabeça… encarou o jovem e… saiu apressadamente da sala. O rapaz caminhou firmemente para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus.

Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre seu poder através de Jesus.


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Um teste de Fé

Veja o texto em Power Point



O Livro da Capa Preta.


Fé e Ciência são os dois lados de uma mesma moeda.


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Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências .

O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta.

Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de São Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:

– O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?

– Sim, mas não é um livro de crendices.   É a Palavra de Deus.

– Estou errado ?

Respondeu o jovem:

– Mas é claro que está !  Creio que o senhor deveria estudar a Historia Universal.

– Veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião.

Somente pessoas sem cultura ainda creem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.

– É mesmo?

– Disse o senhor.

– E o que pensam e Dizem os nossos Cientistas sobre A Bíblia  ?

– Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.

O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.

Quando o jovem leu o que estava escrito, saiu cabisbaixo sentindo-se pior que uma ameba.

No cartão estava escrito:


Cartão_Ciência


“Um pouco de ciências nos afasta de Deus. Muito…, nos aproxima ! “.

Fato verdadeiro, integrante de sua biografia ocorrido em 1892.

A questão de fé e ciência:

“Quaisquer que sejam as descobertas das ciências naturais, elas nunca contradirão a fé, já que no final das contas a verdade é uma só”.

Com esse conceito, o Papa Bento XVI reafirma o princípio já enunciado pelo Concílio Vaticano I (1869-1870):

As verdades da fé e as verdades da ciência não podem nunca se contradizer .

Ou, explicitando melhor, podemos dizer:

“As verdades verdadeiras da fé e as verdades verdadeiras da ciência Nunca se contradizem”.




O Livro da capa Preta . PPT

Jesus é a verdade Fé; Ciência-Post




Leia a Bíblia NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

Teologia versus Ateísmo.


Uma Resposta Sábia da Teologia para a astúcia do ateísmo.


BENTO XVI e a sua grande sabedoria e impressionante lucidez em carta que escreveu como resposta ao matemático e ateu italiano Piergiorgio Odifreddi, que lhe dirigiu o livro “Caro Papa, escrevo-te”, no qual fala sobre a Igreja, Cristo, Bento XVI, ciência e o mal. 

É magistral como o Papa emérito o responde! Com palavras acertadas, mas sem nunca abandonar o bom trato. Bento XVI é daqueles que sabem revidar graves argumentos sem, contudo, perder a boa classe. Confiram:


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REUTERS/Osservatore Romano


Ilustríssimo Senhor Professor Odifreddi, (…) gostaria de lhe agradecer por ter tentado até o último detalhe se confrontar com o meu livro e, assim, com a minha fé; é exatamente isso, em grande parte, que eu havia intencionado com o meu discurso à Cúria Romana por ocasião do Natal de 2009. Devo agradecer também pelo modo leal como tratou o meu texto, buscando sinceramente prestar-lhe justiça.

O meu julgamento acerca do seu livro, no seu conjunto, porém, é em si mesmo bastante contrastante. Eu li algumas partes dele com prazer e proveito. Em outras partes, ao invés, me admirei com uma certa agressividade e com a imprudência da argumentação. (…)

Várias vezes, o senhor me aponta que a teologia seria ficção científica. A esse respeito, eu me admiro que o senhor, no entanto, considere o meu livro digno de uma discussão tão detalhada. Permita-me propor quatro pontos a respeito de tal questão:

1. É correto afirmar que “ciência”, no sentido mais estrito da palavra, só a matemática o é, enquanto eu aprendi com o senhor que, mesmo aqui, seria preciso distinguir ainda entre a aritmética e a geometria. Em todas as matérias específicas, a cientificidade, a cada vez, tem a sua própria forma, segundo a particularidade do seu objeto. O essencial é que ela aplique um método verificável, exclua a arbitrariedade e garanta a racionalidade nas respectivas modalidades diferentes.

2. O senhor deveria ao menos reconhecer que, no âmbito histórico e no do pensamento filosófico, a teologia produziu resultados duradouros.

3. Uma função importante da teologia é a de manter a religião ligada à razão, e a razão, à religião. Ambas as funções são de essencial importância para a humanidade. No meu diálogo com Habermas, mostrei que existem patologias da religião e – não menos perigosas – patologias da razão. Ambas precisam uma da outra, e mantê-las continuamente conectadas é uma importante tarefa da teologia.

4. A ficção científica existe, por outro lado, no âmbito de muitas ciências. Eu designaria o que o senhor expõe sobre as teorias acerca do início e do fim do mundo em Heisenberg, Schrödinger, etc., como ficção científica no bom sentido: são visões e antecipações para chegar a um verdadeiro conhecimento, mas são, justamente, apenas imaginações com as quais tentamos nos aproximar da realidade. Além disso, existe a ficção científica em grande estilo, exatamente dentro da teoria da evolução também. O gene egoísta de Richard Dawkins é um exemplo clássico de ficção científica. O grande Jacques Monod escreveu frases que ele mesmo deve ter inserido na sua obra seguramente apenas como ficção científica. Cito: “O surgimento dos vertebrados tetrápodes (…) justamente tem sua origem do fato de que um peixe primitivo ‘escolheu’ ir a explorar a terra, sobre a qual, porém, ele era incapaz de se deslocar, exceto saltitando desajeitadamente e criando, assim, como consequência de uma modificação do comportamento, a pressão seletiva graças à qual se desenvolveriam os membros robustos dos tetrápodes. Entre os descendentes desse audaz explorador, desse Magellan da evolução, alguns podem correr a uma velocidade de 70 quilômetros por hora…” (citado segundo a edição italiana de Il caso e la necessità, Milão, 2001, p. 117ss.).

Em todas as temáticas discutidas até agora, trata-se de um diálogo sério, para o qual eu – como já disse repetidamente – sou grato. As coisas são diferentes no capítulo sobre o sacerdote e a moral católica, e ainda diferentes nos capítulos sobre Jesus. Quanto ao que o senhor diz sobre o abuso moral de menores por parte de sacerdotes, eu só posso reconhecer – como o senhor sabe – com profunda consternação. Eu nunca tentei mascarar essas coisas. O fato de que o poder do mal penetra a tal ponto no mundo interior da fé é para nós um sofrimento que, por um lado, devemos suportar, enquanto, por outro, devemos, ao mesmo tempo, fazer todo o possível para que casos desse tipo não se repitam. Também não é motivo de conforto saber que, segundo as pesquisas dos sociólogos, a porcentagem dos sacerdotes réus desses crimes não é mais alta do que a presente em outras categorias profissionais semelhantes. Em todo caso, não se deveria apresentar ostensivamente esse desvio como se se tratasse de uma imundície específica do catolicismo.

Se não é lícito calar sobre o mal na Igreja, também não se deve silenciar, porém, sobre o grande rastro luminoso de bondade e de pureza, que a fé cristã traçou ao longo dos séculos. É preciso lembrar as figuras grandes e puras que a fé produziu – de Bento de Núrsia e a sua irmã Escolástica, Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, aos grandes santos da caridade como Vicente de Paulo e Camilo de Lellis, até a Madre Teresa de Calcutá e as grandes e nobres figuras da Turim do século XIX. Também é verdade hoje que a fé leva muitas pessoas ao amor desinteressado, ao serviço pelos outros, à sinceridade e à justiça. (…)

O que o senhor diz sobre a figura de Jesus não é digno do seu nível científico. Se o senhor põe a questão como se, no fundo, não soubesse nada de Jesus e como se d’Ele, como figura histórica, nada fosse verificável, então eu só posso convidá-lo de modo decidido a tornar-se um pouco mais competente do ponto de vista histórico. Recomendo-lhe, para isso, sobretudo os quatro volumes que Martin Hengel (exegeta da Faculdade de Teologia Protestante de Tübingen) publicou juntamente com Maria Schwemer: é um exemplo excelente de precisão histórica e de amplíssima informação histórica. Diante disso, o que o senhor diz sobre Jesus é um falar imprudente que não deveria repetir. O fato de que na exegese também foram escritas muitas coisas de escassa seriedade é, infelizmente, um fato indiscutível. O seminário norte-americano sobre Jesus que o senhor cita nas páginas 105ss. só confirma mais uma vez o que Albert Schweitzer havia notado a respeito da Leben-Jesu-Forschung (Pesquisa sobre a vida de Jesus), isto é, que o chamado “Jesus histórico” é, em grande parte, o espelho das ideias dos autores. Tais formas mal sucedidas de trabalho histórico, porém, não comprometem, de fato, a importância da pesquisa histórica séria, que nos levou a conhecimentos verdadeiros e seguros sobre o anúncio e a figura de Jesus.

(…) Além disso, devo rejeitar com força a sua afirmação (p. 126) segundo a qual eu teria apresentado a exegese histórico-crítica como um instrumento do anticristo. Tratando o relato das tentações de Jesus, apenas retomei a tese de Soloviev, segundo a qual a exegese histórico-crítica também pode ser usada pelo anticristo – o que é um fato incontestável. Ao mesmo tempo, porém, sempre – e em particular no prefácio ao primeiro volume do meu livro sobre Jesus de Nazaré – eu esclareci de modo evidente que a exegese histórico-crítica é necessária para uma fé que não propõe mitos com imagens históricas, mas reivindica uma historicidade verdadeira e, por isso, deve apresentar a realidade histórica das suas afirmações de modo científico também. Por isso, também não é correto que o senhor diga que eu estaria interessado somente na meta-história: muito pelo contrário, todos os meus esforços têm o objetivo de mostrar que o Jesus descrito nos Evangelhos também é o Jesus histórico real; que se trata de história realmente ocorrida. (…)

Com o 19º capítulo do seu livro, voltamos aos aspectos positivos do seu diálogo com o meu pensamento. (…) Mesmo que a sua interpretação de João 1, 1 seja muito distante da que o evangelista pretendia dizer, existe, no entanto, uma convergência que é importante. Se o senhor, porém, quer substituir Deus por “A Natureza”, resta a questão: quem ou o que é essa natureza. Em nenhum lugar, o senhor a define e, assim, ela parece ser uma divindade irracional que não explica nada. Mas eu gostaria, acima de tudo, de fazer notar ainda que, na sua religião da matemática, três temas fundamentais da existência humana continuam não considerados: a liberdade, o amor e o mal. Admiro-me que o senhor, com uma única referência, liquide a liberdade que, contudo, foi e é o valor fundamental da época moderna. O amor, no seu livro, não aparece, e também não há nenhuma informação sobre o mal. Independentemente do que a neurobiologia diga ou não diga sobre a liberdade, no drama real da nossa história ela está presente como realidade determinante e deve ser levada em consideração. Mas a sua religião matemática não conhece nenhuma informação sobre o mal. Uma religião que ignore essas questões fundamentais permanece vazia.

Ilustríssimo Senhor Professor, a minha crítica ao seu livro, em parte, é dura. Mas a franqueza faz parte do diálogo; só assim o conhecimento pode crescer. O senhor foi muito franco e, assim, aceitará que eu também o seja. Em todo caso, porém, avalio muito positivamente o fato de que o senhor, através do seu contínuo confronto com a minha Introdução ao cristianismo, tenha buscado um diálogo tão aberto com a fé da Igreja Católica e que, apesar de todos os contrastes, no âmbito central, não faltem totalmente as convergências.

Com cordiais saudações e com todos os melhores votos para o seu trabalho.


Texto publicado em italiano na edição de 24 setembro 2013 do jornal la Repubblica, com tradução portuguesa de Moisés Sbardelotto.

Na imagem, Bento XVI, ainda Papa de fato, lendo o L’Osservatore Romano durante suas férias em julho de 2010, em Castel Gandolfo.

Créditos da imagem: Reuters/L’Osservatore Romano.


MILAGRE DE LANCIANO

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O Paraíso de Adão e Eva.




O sonho mais comum do ser humano é viver em paz e tranquilidade em um lugar lindo onde o sol brilha sem muito calor e tendo ao alcance da mão o alimento fresquinho e natural sem que para isso seja preciso o mínimo esforço, poderíamos definir este sonho como: “O Paraíso”, evidentemente nos dias de hoje este lugar não existe, pois até mesmo para quem tem muito dinheiro esta tranquilidade custa muito caro e para usufruir de algumas horas deste luxo teremos que suar muito a camisa antes e depois.

A Palavra de Deus se inicia com a narrativa de um lugar semelhante a este e que nele nossos primeiros pais tiveram o privilégio de viverem seus melhores dias, mas que por ironia do destino perderam o direito de viverem eternamente nesta condição em troca de uma simples maçã e agora como consequência para nós restou apenas um sonho e para os que creem na Palavra de Deus algo que é muito mais real do que a própria vida que é a promessa de um dia estarmos novamente ao lado do Pai desfrutando do verdadeiro paraíso eterno.

É como está escrito: Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” (I Corintios 2, 9)


A pergunta mais insistente feita nos cursos bíblicos consiste na confirmação da existência de Adão e Eva, E ela puxa outras questões como: Quem garante que eles formaram o primeiro casal? Não haveriam outros casais na terra? Se formavam o primeiro casal, com quem se casaram os seus filhos? e etc…



Palavras da serpente


A pergunta é feita porque nem todos têm a possibilidade de estudar mais a fundo a Bíblia.

Com base em seu texto, a Bíblia fala de um único casal. Na realidade, porém, não esta falando do primeiro casal e sim da formação do Homem e da Mulher. È o jeito de o autor falar. No início, diz ele: Deus fez o homem e a mulher, ou seja, a raça humana teve um começo. E isso ninguém pode negar. Que o homem se chamava Adão e a mulher Eva, isto é relativo. O autor do texto não está dando nomes próprios, mas coletivos. Pois, refere-se aos seres humanos de maneira concreta e prática. Em vez de falar “um primeiro homem, uma primeira mulher”, ele usou dois nomes que não são nomes próprios, e sim, nomes muito concretos: Adão e Eva.

Na língua hebraica esses nomes têm significados e calhavam bem com a intenção do autor. Adão significa: aquele que vem da terra, homem (como em português: Homem= húmus). Eva significa: aquela que dá vida. O autor designa, então, com muita propriedade o primeiro casal como Adão e Eva, querendo dizer: o homem é criado, terreno, material (Adão); a mulher é terrena, material, criada e geradora da vida (Eva). Os nomes designam, então, todo homem, toda mulher e não só o primeiro casal. Portanto, Adão e Eva existiram como existem hoje o homem e a mulher, não necessariamente como nomes próprios.

Numa palavra: o texto ensina que o homem e a mulher tiveram começo e foram criados por Deus.

Por Frei Mauro Strabelli

Extraído do livro Bíblia: Perguntas que o povo faz.

Strabeli, Mauro.  Editora Paulus, 1990


HISTÓRIAS DO PADRE LEO
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/12/sag-fam-lk.jpg?w=130&h=120&h=120

 

Adão e Eva existiram mesmo?



É uma das perguntas mais insistentes feitas nos cursos bíblicos. E ela puxa outras: quem garante que eles formaram o primeiro casal? Não haveriam outros casais? Se formavam o primeiro casal, com quem se casaram os seus filhos?



Charles-Joseph Natoire (1700-1777)-‘the expulsion of Paradise’-oil on copper-1740 New York-Metropolitan Museum of Art


A pergunta é feita porque nem todos têm a possibilidade de estudar mais a fundo a Bíblia.

Com base em seu texto, a Bíblia fala de um único casal. Na realidade, porém, está falando do Homem e da Mulher. È o jeito de o autor falar. No início, diz ele: Deus fez o homem e a mulher, ou seja, a raça humana teve um começo. E isso ninguém pode negar. Que o homem se chamava Adão e a mulher Eva, isto é relativo. O autor do texto não está dando nomes próprios, mas coletivos. Pois, refere-se aos seres humanos de maneira concreta e prática. Em vez de falar “um primeiro homem, uma primeira mulher”, ele usou dois nomes que não são nomes próprios, e sim, nomes muito concretos: Adão e Eva.

Na língua hebraica esses nomes têm significados e calhavam bem com a intenção do autor. Adão significa: aquele que vem da terra, homem (como em português: Homem= húmus). Eva significa: aquela que dá vida. O autor designa, então, com muita propriedade o primeiro casal como Adão e Eva, querendo dizer: o homem é criado, terreno, material (Adão); a mulher é terrena, material, criada e geradora da vida (Eva). Os nomes designam, então, todo homem, toda mulher e não só o primeiro casal. Portanto, Adão e Eva existiram como existem hoje o homem e a mulher, não necessariamente como nomes próprios.

Numa palavra: o texto ensina que o homem e a mulher tiveram começo e foram criados por Deus.

Por Frei Mauro Strabelli

Extraído do livro Bíblia: Perguntas que o povo faz.

Strabeli, Mauro.  Editora Paulus, 1990


HISTÓRIAS DO PADRE LEO
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/12/sag-fam-lk.jpg?w=130&h=120&h=120

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