Bem Aventurada Dulce dos Pobres.



Irmã Dulce – Biografia Resumida


Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em vinte e seis de maio de mil novecentos e quatorze, Em Salvador, ela é mais conhecida como Irmã Dulce, ou Beata Dulce dos Pobres, também há chamavam simplesmente do “anjo bom da Bahia”, ela se destacou por suas ações de caridade e assistência social durante sua vida.

Desde criança Maria Rita rezava muito, ela tinha vontade de seguir a vida religiosa, porém tinha duvida se seu caminho era se casar, ela pedia então sinais a Santo Antônio (conhecido como santo casamenteiro). Porém aos treze anos de idade ela começou a visitar áreas carentes com uma tia, e passou então a manifestar maior desejo por seguir a vida religiosa, a partir de então ela passou a ajudar os mendigos, enfermos e qualquer necessitado que encontrava, levando-os inclusive para sua casa para melhor trata-los. Nessa mesma idade ela tentou entrar para o convento de Santa Clara do Desterro, por ser ainda muito jovem, ela então voltou a estudar, porém foi aos poucos transformando sua casa num centro de atendimento as pessoas necessitadas, com o apoio dos familiares. A casa ficou conhecida como “a portaria de São Francisco” pois em sua porta se aglomerava um grande número de necessitados.

Maria Rita se formou professora primária, no ano de mil novecentos e trinta e dois, e no ano seguinte entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, após seis meses de noviciado professou seus votos de fé, tomou o hábito de freira e recebeu o nome de Irmã Dulce, em homenagem a sua mãe. Em mil novecentos e trinta e quatro ela recebeu sua primeira missão religiosa, ensinar em um colégio mantido pela congregação em Salvador, além de ajudar as comunidades pobres.

Fundou em mil novecentos e trinta e seis, aos vinte e dois anos, com parceria do Frei Hildebrando Kruthanp, o primeiro movimento cristão operário da Bahia, depois fundou o Círculo Operário da Bahia, que tinha como função a defesa dos direitos dos operários, além da difusão das cooperativas e promoção cultural destes. No ano de mil novecentos e trinta e nove inaugurou o Colégio Santo Antônio, voltado para a educação dos filhos de operários.Para abrigar doentes ela invadiu cinco casas abandonadas, porém foi expulsa por cometer tal ato, assim ela passou a procurar locais onde ajudava os doentes, até que uma década depois, ela encontrou no galinheiro do Convento de Santo Antônio um local onde poderia abrigar os menos favorecidos. Atualmente o local abriga o Hospital Santo Antônio, que atende cerca de cinco mil pacientes diariamente, tendo um centro médico, social e cultural voltado para os pobres.

Ela também fundou a instituição filantrópica “Obras sociais de Irmã Dulce”, que é uma das maiores do país. Ela ficou conhecida em todo o país pelas suas obras. Em mil novecentos e oitenta o Papa João Paulo II veio ao país e a convidou para subir ao altar para receber uma benção especial, entregando-lhe um rosário e falando “Continue, Irmã Dulce, continue.” E ela realmente continuou com seus trabalhos, seu hospital foi crescendo cada vez mais. Em mil novecentos e oitenta e oito o então presidente do Brasil José Sarney a indiciou para o prêmio Nobel da Paz.

Em mil novecentos e noventa e um se encontrou novamente com o Papa, que a foi visitar no convento, já que ela se encontrava doente e acamada. Irmã Dulce morreu em mil novecentos e noventa e dois, por problemas respiratórios, nos últimos dias de vida ela tinha setenta por cento da sua capacidade respiratória comprometido. Todos os brasileiros e principalmente os baianos sofreram muito com sua morte.

No ano de dois mil o Papa João Paulo II a declarou como Serva de Deus. Em dois mil e nove ela foi reconhecida como venerável. Em dois mil e dez o corpo de Irmã Dulce foi desenterrado, exumado, velado e sepultado pela segunda vez, sendo este o último estágio do processo de beatificação, que foi anunciado em dezembro desse ano, quando foi confirmado um milagre ocorrido por meio da intercessão a ela, o milagre se deu por uma mulher sergipana, que após sofrer uma hemorragia pós parto já havia sido desenganada pelos médicos e se recuperou após pedir a irmã Dulce.


Oração a Irmã Dulce



“Senhor Nosso Deus, recordando a vossa Serva Dulce Lopes Pontes, ardente de amor por vós e pelos irmãos, nós vos agradecemos pelo seu serviço a favor dos pobres e dos excluídos. Renovai-nos na fé e na caridade, e concedei-nos a seu exemplo vivermos a comunhão com simplicidade e humildade, guiados pela doçura do Espírito de Cristo, Bendito nos séculos dos séculos. Amém”





Com certeza o Sol tornará a Brilhar amanhã!


Algumas Frases de Irmã Dulce


  • “Tudo o que acontece no universo tem uma razão de ser; um objetivo. Nós como seres humanos, temos uma só lição na vida: seguir em frente e ter a certeza de que apesar de as vezes estar no escuro, o sol vai voltar a brilhar.”
  • “Ame simplesmente, porque nada nem ninguém pode acabar com um amor sem explicação!”
  • “Tudo se torna mais fácil quando se tem fé. Não uma fé oscilante, mas uma fé firme naquele que tudo pode e tudo nos concede.”
  • “Obra de Deus não se interrompe, porque Ele não permite. Se foi Deus quem construiu o hospital, por que haveria de sofrer interrupção? Eu nada fiz, porque nada sou. Quem faz tudo é Deus, nunca se esqueça disso”
  • “Habitue-se a ouvir a voz do seu coração. É através dele que Deus fala conosco e nos dá a força que necessitamos para seguirmos em frente, vencendo os obstáculos que surgem na nossa estrada”.
  • “Procuremos viver em união, em espírito de caridade, perdoando uns aos outros as nossas pequenas faltas e defeitos. É necessário saber desculpar para viver em paz e união”.
  • “O corpo é um templo sagrado. A mente, o altar. Então, devemos cuidá-los com o maior zelo. Corpo e mente são o reflexo da nossa alma, a forma como nos apresentamos ao mundo e um cartão de visitas para o nosso encontro com Deus”





“Tudo o que acontece no universo tem uma razão de ser; um objetivo.

Nós como seres humanos, temos uma só lição na vida: seguir em frente e ter a certeza de que apesar de as vezes estar no escuro, o sol vai voltar a brilhar.”

Irmã Dulce




Irmã Dulce será sagrada Santa pela Santa Sé e se tornará a primeira Santa Brasileira nascida no Brasil.

Ser Santo não é nada fácil, muito pelo contrário, exige de nós muito sacrifício e abnegação enquanto estamos nesta vida, mas o mérito e o nosso reconhecimento pelos serviços prestados desta tão pequenina serva de Deus nos leva a aplaudir e confirmar que realmente esta filhinha de Deus foi muito mais do que qualquer um de nós e por isso realmente merece este reconhecimento de ser aclamada como Santa.




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Alimento_Espiritual_Autêntico

Cartão Mágico para dia dos Pais.


Faça você mesmo

Dicas para fazer um
Cartão Mágico e inteligente para o Dia dos Pais

Fácil e divertido

acompanhe como fazer passo a passo

(Modelo Incluído)



Apresentação: Andreja Vucajnk

Fonte: easypeasyandfun.com

O cartão mágico para o dia dos Pais é a coisa mais legal de todas!

Você pode ter visto muitos outros modelos de cartão antes, mas nós inventamos um modelo único e diferente que dirá ao seu pai que você o ama de uma maneira muito inteligente, afinal de contas ele é o seu herói verdadeiro e insubstituível.

Quem não gostaria de ouvir isso?

Este cartão mágico pode parecer um pouco difícil de fazer, mas uma vez que você fizer o sua primeiro, você não poderá parar nunca mais! Pode ser ainda mais fácil, já que você pode pegar um modelo imprimível no final deste tutorial, porém, este modelo é em inglês, mas não é muito difícil criar um modelo em Português.

Mostraremos o projeto de artesanato mais maravilhoso para o dia dos pais.

Então, qual é a mágica? Vamos dar uma olhada…

Quando a carta de herói é inserida, tudo o que você pode ver é a silhueta de um homem junto com a palavra “meu pai” ou pode ser o modelo que você criar, desde que você leve em conta que a parte superior não pode conter muitos detalhes.  Outras frases podem ser incluídas em outras páginas abaixo da capa superior.

Se você for um Professor(a) e deseja passar a ideia para seus alunos, crie um modelo exclusivo seu antes de oferecer aos seus alunos.

Acompanhe o passo a passo no vídeo ABAIXO e verás que realmente é muito simples e fácil.

Caso você necessite de mais detalhes, poderás acompanhar o passo a passo com fotos na fonte original em inglês onde você poderá também obter e baixar os modelos via PDF para facilitar o seu trabalho.




Click no banner abaixo e siga para o site original onde encontrarás vários outros modelos.



Andreja Easy Peasy and Fun

Apresentação: Andreja Vucajnk

Fonte: easypeasyandfun.com


PAIS MAUS

Uma meditação

sobre educação dos filhos


Cada um deve carregar a sua Cruz.


Para compreendermos melhor este texto vamos acompanhar uma pequena metáfora que conta a estória de um matuto chamado Zé, creio até que você já conhece a figura ou alguém parecido.



A historia do Zé.

O Zé era uma dessas pessoas que vive fugindo das dificuldades. Procurava sempre o caminho mais cômodo. Era mestre em encontrar atalhos. Nem sempre suas soluções eram as melhores.

Mas sempre estavam de acordo com seus próprios interesses. Sofrimento era uma palavra que simplesmente não existia no dicionário do Zé. Tudo o que pudesse provocar algum tipo de desconforto era imediatamente descartado e ficava em segundo plano. Coisas como: solidariedade, amor desinteressado, humildade e perdão… Hummm!!! nem pensar…

Um dia…  Zé morreu inesperadamente.

Apesar de tudo, o Zé não era um homem mal e seguiu o bom caminho, ao morrer, seguiu para o céu e encontrou São Pedro em frente à grande porta celestial com uma imensa cruz de mais ou menos cinco metros de altura.

Saudou o Santo com a intimidade de um velho conhecido, do jeito que costumava fazer com os amigos nos “bares da vida”, quando queria pedir algum favor.

Depois lhe perguntou discretamente:

Qual o caminho mais curto para chegar lá… no céu?

São Pedro respondeu:

– Seja bem vindo, Zé! A entrada é por aqui mesmo. Entre!

O Zé entrou e viu uma longa estrada, bastante estreita, ingrime, cheia de ondulações e pedregosa.

Perguntou imediatamente, como fazia nos velhos tempos:

– Não tem aí… um atalhinho mais fácil… e mais curto?

São Pedro respondeu com ternura e autoridade:

– Não Zé! O Único caminho é esse mesmo!

Todos os que vão para o céu passam por aqui.

E tem mais. Você deverá levar esta cruz até lá.

São apenas cinco quilômetros de caminhada.

O Zé olhou para a cruz e pensou com seus botões: “vou dar um jeitinho”. Agradeceu o Santo e seguiu com sua cruz em direção ao paraíso celestial.   Caminhou um quilometro sem a menor dificuldade. Foi então que viu ali no chão um serrote esquecido.



Olhou ao redor. Não viu ninguém espiando. Não resistiu a tentação e… Cortou um pedacinho da cruz.

Continuou o seu caminho e levou junto o serrote é claro. Andou mais um quilometro e lá se foi menos um metro da Cruz.   Mais um Km de caminhada e outro metro foi subtraído.

Quando faltavam apenas cem metros para chegar ao seu destino só restava um metro de cruz. E lá ia o Zé carregando seu pedaço de cruz sem a menor dificuldade, como fez durante toda a sua vida.

Aconteceu então o inesperado. O Zé deu de cara com um imenso precipício de uns 5 metros de largura, Para chegar ao outro lado, seria necessário atravessá-lo. Como?  O Zé podia ver apenas lá no fundo do precipício um lago de fogo que borbulhava. Faltou lhe coragem. Ele não seria capaz de saltar tão longe assim.

Desanimado, então sentou-se no pedaço de cruz que ainda lhe restava. Lembrou então a oração do Anjo da Guarda que aprendera com sua avó. Começou a rezar.

Seu anjo da guarda lhe apareceu e perguntou:

– Ei, Zé…   O que você esta esperando? A festa no céu esta um maravilha. Você não esta escutando a musica e as danças?

Por que você ainda esta aí sentado?

O Zé respondeu:

– Cheguei até aqui, mais tenho medo de pular este precipício.

O anjo, então, exclamou:

– Ora, Zé, use a ponte!

Que ponte? – perguntou o Zé…

– Aquela que São Pedro lhe deu lá na entrada! Onde está a sua ponte, Zé?

Ele compreendendo o seu grande erro respondeu:

– Eu cortei!



Moral da história


Nada nesta vida é por acaso ! Muitas vezes queremos nos livrar da “cruz”  que nos é dada.  Mas para tudo tem um ‘para quê‘ e um ‘por quê‘… Deus nunca nos manda algo que não possamos suportar… E se formos abreviar estes caminhos, certamente teremos problemas !

Ser cidadão do céu é uma conquista individual com identidade coletiva.


Alguém deixou um comentário em uma postagem anterior questionando o final da estória, no que diz respeito à solução da travessia do abismo dizendo que os outros poderiam ter lhe emprestado a cruz, ou que pudesse ter retornado até a entrada e buscado outra cruz inteira e etc.

Certamente existem diversas opções de solução para nosso candidato ao céu, mas para qualquer outra opção, primeiro é preciso constatar o pecado, “ERRO“, ou o fracasso para se buscar outra chance. “conversão sincera” 

Você pode perceber que a metáfora não termina com um final e sim é interrompida para possibilitar que você crie em sua mente uma opção que solucione o impasse de nosso amigão Zé.  Enquanto estamos a caminho do céu precisamos analisar bem essas opções porque afinal de contas também nós estamos nesta caminhada e não queremos nos atrasar para a grande festa como o irmão do filho pródigo, portanto é preciso ter cuidado com os atalhos e os desvios para que não escorreguemos caindo naquele precipício.




Cada um renuncie a si mesmo, pegue a sua Cruz e siga-me.



PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO



DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO

Não arrancar o joio do meio do Trigo!


O Reino dos Céus é semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. Na hora, porém, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu.   O trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu também o joio. Os servidores do pai de família vieram e disseram-lhe: ‘Senhor, não semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio?’. Disse-lhes ele: ‘Foi um inimigo que fez isto!’. Replicaram-lhe: ‘Queres que vamos e o arranquemos?’. ‘Não’ – disse ele –; arrancando o joio, arriscais tirar também o trigo. Deixai-os crescer juntos até a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro’.”” 
São Mateus, 13 – Bíblia Católica Online

27 de julho de 2019.



O evangelho para a liturgia deste domingo nos leva a meditar sobre a parábola do joio e do trigo. Tanto na sociedade como na comunidade e na vida de todos nós, existe tudo misturado: qualidades boas e incoerências, limites e falhas. Nas nossas comunidades, reúnem-se pessoas que vêm dos vários cantos do Brasil, cada uma com a sua história, com a sua vivência, a sua opinião, os seus anseios, as suas diferenças. Existem pessoas que não sabem conviver com as diferenças. Querem ser juízes dos outros. Acham que só elas estão certas, e os outros errados. A parábola do joio e do trigo ajuda a não cair na tentação de querer excluir da comunidade os que não pensam como nós.

Os empregados que aparecem na parábola representam certos membros da comunidade. O dono da terra representa Deus. Prestemos atenção nas atitudes dos empregados e na reação do dono da terra.

A parábola no Sermão das Parábolas

O capítulo 13 traz o Sermão das Parábolas. Seguindo o texto de Marcos (Mc 4,1-34), Mateus omitiu a parábola da semente que germina sozinha (Mc 4,26-29), ampliou a discussão sobre o porquê das parábolas (Mt 13,10-17) e acrescentou as parábolas do joio e do trigo (Mt 13,24-30), do fermento (Mt 13,33), do tesouro (Mt 13,44), da pérola (Mt 13,45-46) e da rede (Mt 13,47-50). Com as do semeador (Mt 13,4-11) e do grão de mostarda (Mt 13,31-32), são ao todo sete parábolas. Estamos aqui no centro do Evangelho de Mateus. O coração deste centro é a parábola do joio e do trigo. É nela que aparece a recomendação mais importante para as comunidades da época.



Durante séculos, por causa da observância das leis de pureza, os judeus tinham vivido separados das outras nações. Este isolamento marcou a vida deles. Mesmo depois de convertidos, alguns continuavam nesta mesma observância que os separava dos outros. Eles queriam a pureza total. Qualquer sinal de impureza devia ser extirpado em nome de Deus. “Não pode haver tolerância com o pecado”, diziam eles. Mas outros, como Paulo, ensinavam que a Nova Lei de Deus, trazida por Jesus, pedia o contrário. Eles diziam: “Não pode haver tolerância com o pecado, mas deve haver tolerância com o pecador!” A comunidade deve vencer a tentação de querer excluir os que pensam de modo diferente. Este é o pano de fundo da parábola do joio e do trigo.

1. Mt 13,24-26:

A situação: joio e trigo crescem juntos

A palavra de Deus que faz nascer a comunidade é semente boa, mas nas comunidades sempre aparecem coisas que são contrárias à palavra de Deus. De onde vêm? Essa era a discussão.

2. Mt 13,27-28a:

A causa da mistura que existe na vida

Um inimigo fez isso. Quem é este inimigo? O inimigo, o adversário, Satanás ou diabo (Mt 13,39), é aquele que divide, que desvia. A tendência de divisão existe dentro de cada um de nós. O desejo de dominar, de se aproveitar da comunidade para subir e tantos outros desejos interesseiros são divisionistas, são do inimigo que dorme dentro de cada um de nós.

3. Mt 13,28b-30:

A reação diferente diante da ambiguidade

Diante dessa mistura do bem e do mal, alguns queriam arrancar o joio. Pensavam: “Se deixarmos todo o mundo na comunidade, perdemos nossa razão de ser! Perdemos a identidade!” Queriam expulsar os que pensavam de modo diferente. Mas esta não é a decisão do Dono da terra. Ele diz: “Deixa-os crescerem juntos até a colheita!” O que vai decidir não é o que cada um fala e diz, e sim o que cada um vive e faz. É pelo fruto produzido que Deus nos julgará. A força e o dinamismo do Reino se manifestam na comunidade. Mesmo sendo pequena e cheia de contradições, ela é um sinal do Reino. Mas ela não é dona do Reino, nem pode considerar-se justa. A parábola do joio e do trigo explica a maneira como a força do Reino age na história. É preciso ter paciência e aprender a conviver com as contradições e as diferenças, mesmo tendo uma opção clara pela justiça do Reino.


Ensino em parábolas



A parábola é um instrumento pedagógico que usa o quotidiano para mostrar como a vida nos fala de Deus. Torna a realidade transparente e faz o olhar da gente ficar contemplativo. Uma parábola aponta para as coisas da vida e, por isso mesmo, é um ensinamento aberto, pois das coisas da vida todo o mundo tem alguma experiência. O ensinamento por parábolas faz a pessoa partir da experiência que tem: semente, sal, luz, ovelha, flor, passarinho, mulher, criança, pai, rede, peixe, etc. Assim, ele torna a vida quotidiana transparente, reveladora da presença e da ação de Deus. Jesus não costumava explicar as parábolas. Geralmente, terminava com esta frase: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 11,15; 13,9.43). Ou seja: “É isso! Vocês ouviram! Agora tratem de entender!” Jesus deixava o sentido da parábola em aberto e não o determinava. Sinal de que acreditava na capacidade do povo de descobrir o sentido da parábola, baseado na sua experiência de vida.

De vez em quando, a pedido dos discípulos, ele explicava o sentido (Mt 13,10.3). Por exemplo, os versículos 36-43 trazem a explicação da parábola do joio e do trigo. Ela mostra como se fazia catequese naquele tempo. As comunidades se reuniam e discutiam as parábolas de Jesus, procurando saber o que ele queria dizer. Assim, pouco a pouco, o ensinamento aberto de Jesus começava a ser afunilado na catequese da comunidade que aceitava apenas uma explicação da parábola. Ela não tinha a mesma confiança de Jesus na capacidade do povo de entender as coisas do Reino.

(Mateus 13,24-30) [Mesters, Lopes e Orofino]

 27 de julho de 2019.


 

PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO

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DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO

A importância de ir à Missa aos domingos!



Este tema é o teor da catequese semanal com o Papa Francisco.


“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro”





Cerca de 7 mil pessoas participaram da catequese semanal com o Papa, hoje. Retomando o caminho de reflexões sobre a Missa, o Papa Francisco falou sobre a importância de ir à missa aos domingos.Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam ‘o primeiro da semana’ e os romanos ‘o dia do sol’.

Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.

E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo.

“A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, disse o Papa.

“Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é  para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.

“Infelizmente há comunidades cristãs que não podem ter Missa todos os domingos; mas também elas são chamadas a recolher-se em oração, nesse dia, ouvindo a Palavra de Deus e mantendo vivo o desejo da Eucaristia”.

“Sem Cristo, estamos condenados a ser dominados pelo cansaço do dia-a-dia com as suas preocupações e pelo medo do futuro. O encontro dominical com Jesus dá-nos a força de que necessitamos para viver com coragem e esperança os nossos dias”.

Concluindo, por que ir à missa aos domingos?

“Não é suficiente responder que isto é um preceito da Igreja. Nós cristãos precisamos participar da missa dominical porque somente com a graça de Jesus, com a sua presença viva em nós e entre nós, podemos colocar em prática o seu mandamento e sermos testemunhas críveis”.

Mais ainda, a comunhão eucarística com Jesus ressuscitado antecipa aquele domingo sem ocaso em que toda a humanidade entrará no repouso de Deus.

 

Antoine Mekary | ALETEIA | I.MEDIA

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Vatican News | Dez 13, 2017 (Rádio Vaticano)



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“10 Boas Razões e muitas outras”





Oração de Santa Faustina: Amando a Deus nos sofrimentos.



No coração puro e humilde reside Deus, que é a própria Luz, e todos os sofrimentos e adversidades existem para que se manifeste a santidade da alma, (Diário 573).




Ó meu Jesus, que sois a vida da minha vida, Vós sabeis bem que não desejo nada além da glória do Vosso Nome e que as almas conheçam a Vossa bondade. Por que as almas se afastam de Vós, ó Jesus — isso eu não compreendo. Oh, se eu pudesse cortar o meu coração em pedacinhos pequenos e dessa maneira oferecer-Vos, Jesus, cada pedacinho como se fosse o coração inteiro, para ao menos em parte Vos desagravar pelos corações que não Vos amam. Amo-Vos, Jesus, com cada gota do meu sangue que derramaria de boa vontade por Vós, para Vos dar uma prova do meu amor sincero. Ó Deus, quanto mais Vos conheço, tanto menos Vos consigo entender, mas essa mesma incompreensão dá-me a conhecer como sois grande, ó Deus. E essa impossibilidade de Vos compreender inflama o meu coração com uma nova chama por Vós, ó Senhor. A partir do momento em que me permitistes mergulhar o olhar da minha alma em Vós, ó Jesus, fico em paz e nada mais desejo. Encontrei o meu destino no momento em que a minha alma mergulhou em Vós, no único objeto do meu amor. Todas as coisas nada são em comparação Convosco. Os sofrimentos, as contrariedades, as humilhações, os insucessos, os maus juízos de que sou vítima não passam de gravetos que mais ainda acendem o meu amor por Vós, ó Jesus. (Diário, 57)


Compreendo bem, ó meu Jesus, que, assim como a doença é medida com o termômetro e a febre alta indica a gravidade da doença, também, na vida espiritual, o sofrimento é o termômetro que mede o amor a Deus na alma. (Diário, 774)


Ó Cristo, sofrer por Vós é uma delícia para a alma e o coração. Permaneçam comigo para sempre os meus sofrimentos, para que eu Vos possa dar uma prova do meu amor. Eis que aceito tudo que a Vossa mão me oferecer. O Vosso amor, Jesus, me é suficiente. Eu Vos bendirei no abandono e nas trevas, no tormento e no terror, (48) na dor e na amargura, no tormento do espírito e na amargura do coração — em tudo sede bendito! O meu coração está tão desprendido da terra que apenas Vós me bastais plenamente. Já não há um momento sequer na minha vida em que me ocupe de mim mesma. (Diário, 1662)



Via do Sofrimento:

Misericórdia como consolo

O sofrimento nos leva a encontrar consolo, auxílio e esperança

Não podemos andar neste mundo como cegos sem saber para onde ir. Estamos num caminho largo e gostoso. Jesus nos ensina o valor do sofrimento na nossa vida. Ele escolheu Santa Faustina para ser testemunha da Sua misericórdia. Revelou-lhe tudo o que estava no Seu coração para que fosse dito ao mundo inteiro, especialmente para os mais pecadores.

Jesus diz a Santa Faustina que as almas escolhidas devem interceder pela conversão das famílias. Precisamos assumir as pessoas em oração. Precisamos ser tão de Deus que a Sua graça atinja as almas. Ele diz a Santa Faustina que as almas escolhidas estão na tibieza e são poucas as que enchem o Seu coração de alegria, que O consolam. Por isso, quem é visitado por Jesus não pode mais permanecer no caminho largo. Precisamos consolar o coração de Deus.

Quando sofro muito a minha alegria é maior

Santa Faustina relata no diário: “Uma vez sofri muito, fugi do meu trabalho para Nosso Senhor e pedi que me concedesse Sua força. Depois de uma breve oração, voltei ao trabalho, cheia de entusiasmo e alegria. Então uma das irmãs disse: ‘

Hum, com certeza a irmã hoje tem muitos consolos, porque ela está tão radiante! Deus não está dando à irmã nenhum sofrimento, mas apenas consolo’. Então respondi: “A irmã está muito enganada, porque justamente quando sofro muito também a minha alegria é maior e quando sofro menos, também a minha alegria é menor”. Mas essa alma deu-me a entender que não me compreendia neste particular; procurava explicar-lhe que, quando sofremos muito, temos uma grande oportunidade de demonstrar a Deus que O amamos. E quando sofremos pouco, temos pouca disponibilidade para demonstrar a Deus o nosso amor. E quando não sofremos nada, então o nosso amor não é grande e puro. Com a graça de Deus, podemos chegar ao ponto do nosso sofrimento transformar-se em prazer, isto é o que o amor sabe fazer nas almas puras’’.

Um dia sem sofrimento é um dia inútil’

Santa Teresinha do Menino Jesus, no carmelo, dizia: ‘Um dia sem sofrimento no carmelo é um dia inútil’. Lá havia uma irmã terrível, com quem santa Teresinha sentia muita dificuldade de se relacionar. Mesmo assim ela sorria para a irmã, heroicamente…

Ao sorrir para uma pessoa, nos dispomos a amá-la. Porém, em sua fraqueza, essa irmã dizia: “A irmã Teresinha deve me amar muito, talvez seja porque eu sou muito boa”. E Santa Teresinha, em seu livro “História de uma Alma”, diz claramente o quanto era custoso cada sorriso. Viver assim não é fácil porque remamos contra a maré, embora estejamos caminhando rumo ao céu.

Trago novamente para você um fato ocorrido na vida de Santa Faustina: depois de dez anos no convento, ela recebe a notícia de que sua mãe estava muito doente. No seu coração sentiu a vontade de visitá-la, mas ela disse a Jesus: “faça-se a sua vontade”. A madre recebeu uma carta da família falando da situação grave de saúde da mãe da irmã Faustina, e concedeu que ela passasse uns dias com ela. Ela parte para a casa dos pais e, estando lá, disse: “Oh!, como tudo mudou durante esses dez anos; é difícil de reconhecer. O jardim, os irmãos e irmãs eram ainda pequenos, e agora não posso reconhecê-los; todos cresceram, estou admirada por não reconhecê-los.
Stásio (irmão de Faustina) me acompanhava todos os dias até a igreja. Eu sentia o quanto esta pequena alma era agradável a Deus.

Exercitar as virtudes

Eu passei esses dias na casa e todos queriam encontrar-se comigo e conversar um pouco, cheguei a contar até vinte e cinco pessoas. Estavam interessados nos meus relatos da vida dos santos. Parecia-me que nossa casa era verdadeiramente uma casa de Deus. Quando estava cansada de falar e desejosa de solidão e silêncio eu saía sem ser notada, para o jardim, a fim de conversar a sós com Deus. Assim mesmo não conseguia fazê-lo, porque vinham os irmãos e irmãs, levavam-me para dentro e novamente era obrigada a falar, com tantos olhares fixos em mim. Mas eu conseguia uma maneira, uma forma de descanso; pedia aos irmãos que cantassem alguma coisa para mim, pois tinham lindas vozes e, além disso, um deles tocava violino e outro bandolim. Por isso, durante esse tempo, podia entregar-me à oração interior, sem evitá-los.

Custava-me muito, ainda, beijar as crianças. As mulheres, minhas conhecidas, vinham com os filhos e pediam que eu os tomasse, ao menos por um instante, nos meus braços e os beijasse. Via nisso uma grande graça e a oportunidade para exercitar-me na virtude, porque muitas estavam bastante sujas; mas, para superar e não demonstrar repulsa, eu beijava duas vezes as crianças sujas. Uma conhecida trouxe sua criança doente dos olhos, que estavam remelentos, dizendo: “Irmã, pegue-a só por um momento nos seus braços”.

A natureza sentia repulsa, mas sem me importar, peguei a criança nos meus braços e beijei duas vezes nos olhos remelentos, pedindo a Deus que melhorasse. Tive muitas oportunidades para me exercitar na virtude. Eu ouvia as queixas de todos e percebi que não havia sequer um coração alegre, porque não havia um só que amasse sinceramente a Deus e em absoluto não me admirava da situação deles. Fiquei imensamente preocupada por não poder encontrar-me com duas das minhas irmãs. Senti, interiormente, em que perigo se encontravam suas almas”.

Não perder a intimidade com Jesus Misericordioso

Mesmo diante de todas as provações, Santa Faustina não perdia a intimidade com Jesus misericordioso. Também nós podemos encontrar consolo, auxílio, esperança na Misericórdia dAquele que deu Sua vida por amor a nós.

Eliana Sá
Fonte: Comunidade Canção Nova 




Flash’s da Misericórdia Divina.


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Frases de Padre Fábio de Melo.



20 FRASES DO PADRE FABIO DE MELO



Pura sabedoria e amor!!

Veja:




1. Palavras erradas costumam machucar para o resto da vida, já o silêncio certo pode ser a resposta de muitas perguntas…

2. Eu só posso estar na vida do outro para fazer o bem, para acrescentar, caso contrário, eu sou perfeitamente dispensável.

3. Quem me julga pelas aparências corre o risco de nunca ver verdadeiramente o meu coração.

4. Abra os olhos. Há encantos escondidos por toda parte. Presta atenção. São miúdos, mas constantes.

5. Quanto maior a armadura, mais frágil é o ser que a habita…



6. Você é quem decide o que vai ser eterno em você, no seu coração. Deus nos dá o dom de eternizar em nós o que vale a pena, e esquecer definitivamente aquilo que não vale…

7. O que as pessoas pensam a meu respeito, só diz respeito à elas!



8. Só dê ouvidos a quem te ama. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito.

9. Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

10. Toda forma de saber nasce de um não saber.



11. Erros nos preparam para a vida…

12. Por que nós estamos tão sequestrados por essa ideia de que a gente só tem que prestar atenção no que perdemos? Quem presta atenção demais naquilo que perdeu, corre o risco de não ver o que está ganhando hoje!

13. Tem dia que põe virgula, tem dia que põe reticências, tem dia que põe ponto final e tem dia que tem a necessidade de virar a página.

14. Não diga as coisas com pressa. Mais vale um silêncio certo que uma palavra errada!

15. Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós,será plantação que poderá ser vista de longe…



16. Você sabe que alguém te ama não pelo que ele fala, mas pelo o que faz. O amor não sobrevive de teorias.

17. Não entendo a tristeza como ausência de felicidade. Acho que elas coexistem. Somos felizes e tristes. Felizes porque tentamos entender a nossa missão. Tristes porque assim tem de ser. A tristeza nos empresta respeito ao outro e percepção mais aguçada da dor. Talvez tristeza seja ausência de alegria, de riso fácil, não de felicidade.

18. A beleza da vida se multiplica cada vez
Que a gente partilha com alguém que a gente ama.
Se você quiser multiplicar a vida
Você precisa dividi-la.

19. Demore na dúvida… E descubra a sabedoria que insiste em se esconder na ausência de palavras.

20. Realidades comuns nos nossos dias, em que as pessoas se tornam incapazes de romper com as forças que as destroem. Perdem o amor próprio, deixam de olhar o que amam; desamparam-se aos poucos até perder o senso de direção.





VIDA





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O_Perdao_traz_alegria perdoe O_Perdao_eh_a-faxina_da_alma

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