AGRADECIMENTO.



OBRIGADO


Quero Agradecer a todos pela amizade e pelo carinho que me dedicaram neste dia tornando esta data muito feliz especial e inesquecível.




Jesus


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Semana Nacional da Família – 2016.




Hora da Família 20 – 2016

SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA

O tema deste ano é:


“Misericórdia na Família: Dom e Missão”,


De 14 a 21 de Agosto de 2016

NA SUA PARÓQUIA



Hora da Família 2016


A Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF) e Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB apresentam a edição 2016 do subsídio “Hora da Família”, disponível para aquisição na Loja Virtual da Pastoral Familiar, com preço exclusivo.Adquira agora!

Com o tema “Misericórdia na Família: Dom e Missão”, o subsídio oferece sete encontros, além de celebrações como Via-Sacra em família, celebração para o Dia dos Pais, Dia dos Avós e Dia das Mães.

Com uma proposta moderna e explicativa, o material é organizado de forma interativa, propondo encontros participativos e celebrativos, buscando envolver a comunidade, famílias, lideranças, crianças, jovens e adultos.

“O ‘Hora da Família’, neste ano, quer nos envolver nesse clima da misericórdia divina, com vistas à missão. Não pode ficar unicamente entre os grupos de Pastoral Familiar. A nossa criatividade pastoral deve nos inspirar para que esse conteúdo seja partilhado, multiplicado, servido, também, em muitos outros ambientes onde nem sempre a Palavra está presente: escolas, centros de saúde, meios de comunicação, prédios, associações de moradores, periferias”, sugere o bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa.

O assessor nacional da Comissão para a Vida e a Família, padre Moacir Arantes, orienta que as equipes da Pastoral Familiar e agentes repassagem o “Hora da Família” 2016, com o valor de venda indicado de R$ 3,00. Desta forma, o material chegará a muitas famílias por um preço acessível, gerando assim um amplo processo de evangelização neste Ano da Misericórdia.

Para padre Moacir, o “Hora da Família” quer ajudar a todos a fazerem a experiência com a misericórdia de Deus. “Este subsídio precioso de estudo, reflexão e oração, nos convida a realizar nos grupos pastorais, de vizinhos, de amigos, ou na intimidade do nosso lar, importante reflexão a respeito das obras de misericórdia. Queremos conhecer um pouco melhor o jeito de Deus ser e agir com seus filhos e filhas, para que possamos transformar o nosso ser e nosso agir para com os outros”, explica o sacerdote.

Confira os encontros:  

Obs: Click no título para ver o texto base do livrinho em PDF fornecido pela Arquidiocese de Campinas.

1º Encontro – Criados por um Pai Misericordioso

2º Encontro – Criados na Misericórdia e para Misericórdia

3º Encontro – Procurados pela Misericórdia

4º Encontro –

Família e Igreja, lugares da Misericórdia

5º Encontro –

O perdão na Família– Fonte de reconciliação e libertação

6º Encontro – As obras de misericórdia na família e da família

7º Encontro – A família promotora da misericórdia na sociedade

Semana Nacional

O “Hora da Família” 2016 está em sintonia com a Semana Nacional da Família, que acontece de 14 a 21 de agosto, em todas as comunidades do Brasil. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares, oferecendo roteiros de orações e cantos para motivar a atividade.

Como adquirir

O subsídio “Hora da Família” é distribuído pela Secretaria Executiva Nacional da Pastoral Familiar – SECREN. Encomendas podem ser feitas pelo telefone (61) 3443-2900, ou pelo e-mail vendas@cnpf.org.br O material também é distribuído pelos casais coordenadores e agentes da Pastoral Familiar nos regionais e dioceses.

Material de apoio.

Confira os detalhes no site: www.cnpf.org.br

Temas para pesquisa Link’s neste site:

Família – primeira escola de misericórdia.


 Baixe a capa e o cartaz da campanha de 2016:

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Encontro de Casais com Cristo_ECC
Estatuto_destruição_da_Familia Familia_projeto_de_Deus Espiritualidade_Cristã_familia

Oração de Madre Teresa de Calcutá.



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ORAÇÃO:

Mantenha seus olhos puros para que Jesus possa olhar através deles.

Mantenha sua língua pura para que Jesus possa falar por sua boca.

Mantenha suas mãos puras para que Jesus possa trabalhar com suas mãos.

Mantenha sua mente pura para que Jesus possa pensar seus pensamentos em sua mente.

Mantenha seu coração puro para que Jesus possa amar com seu coração.

Peça a Jesus para viver sua própria vida em você porque:

Ele é a Verdade da humildade.

Ele é a Luz da caridade.

Ele é a Vida da santidade.

Amem!



O Papagaio na Gaiola de luxo:


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Semeando a cultura de Pentecostes


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Conversão em massa entre refugiados Muçulmanos na Alemanha.


Surpreendente conversão de muçulmanos à fé católica espanta países ocidentais.


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Não se pode ver aquilo que está oculto e nem conhecer aquilo que não for revelado.

Não se pode amar aquilo que não se conhece.


BERLIM — Centenas de milhares de refugiados muçulmanos converteram-se ao cristianismo nos últimos meses. Embora em alguns dos seus países de origem a conversão seja vista como um delito que pode ser punido até com a pena de morte, as igrejas alemãs, protestantes e católicas, voltaram a celebrar missas com bancos lotados. Em algumas, como na da Trindade, no bairro berlinense de Steglitz, cerca de 80% dos fiéis são ex-muçulmanos.

Para o pastor Gottfried Martens, que já batizou 1.200 convertidos, os refugiados desejam romper definitivamente com o passado e aumentar suas chances de integração na sociedade alemã.

— Eles cresceram na crença de pertencer à melhor religião do mundo, mas começaram a questionar isso depois que, em nome da religião, foram cometidos tantos atos de violência — sustenta Ottenberg. (…)

Por outro lado, islamistas e fundamentalistas bombardeiam os novos cristãos com ameaças. Um estudo da Open Doors revela que muitos convertidos desistem do batismo na última hora com medo de pôr em risco os parentes que ficaram em seus países.

Mesmo em alguns locais que passaram pela Primavera Árabe, como o Egito, a conversão ao cristianismo é vista como um delito na sociedade muçulmana. Parentes dos convertidos podem ser alvo de represálias.

— Para os refugiados, o problema não é apenas os conflitos naturais que podem surgir entre os vindos das regiões de crise, traumatizados pela guerra e pela fuga, que vivem com frequência em abrigos lotados. O mais alarmante é o fato de que os fugitivos cristãos e de outras minorias religiosas cada vez mais são alvo da mesma perseguição e discriminação das quais eram vítimas nos seus países de origem — diz Daniel Ottenberg.

Praticamente todos os participantes da missa de domingo passado na Igreja da Trindade já passaram pelo trauma da perseguição religiosa, mas a maioria vê a nova religião como a perspectiva de uma vida melhor.


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Evangelho em farsi e árabe

Na opinião do afegão Ali Mirzace, o fundamentalismo, as guerras religiosas e a brutalidade do Estado Islâmico ou dos talibãs dividem os jovens muçulmanos. Enquanto uns adotam a doutrina do Islã político, outros desenvolvem uma aversão contra a própria identidade cultural, da qual se julgam vítimas.

— Tudo continua difícil, mas acreditar em Jesus nos ajuda a enfrentar as adversidades — sustenta.

O amigo Mohamed Hakime, de 17 anos, também é afegão. Os dois se conheceram durante a fuga através do Mar Mediterrâneo, no ano passado, em um momento no qual o barco parecia que ia afundar. (…)

O batismo é para eles a conclusão de um processo de abandono definitivo do passado. Há um clima de entusiasmo. Todos os frequentadores da Igreja da Trindade de Steglitz acompanham a missa com o manual que oferece o texto e os cantos em alemão, com tradução para farsi e árabe. E todos cantam juntos.

A missa dura quase duas horas, ninguém vai embora quando termina. A festa da eucaristia continua no salão paroquial, onde os alimentos trazidos pelos visitantes e preparados pela paróquia são divididos.

Nesses momentos, lembra Ali Mirzace, eles conseguem esquecer as dificuldades que nunca acabam. Como os refugiados não têm muita privacidade nos abrigos coletivos, onde precisam dividir quartos uns com outros, logo que um aparece com um terço, uma Bíblia ou começa a frequentar uma igreja cristã torna-se alvo da hostilidade.

O curdo sírio Sava Soheili, de 27 anos, está desde o ano passado em Berlim. Desde o início do ano, é um luterano fervoroso que gosta de mostrar o crucifixo pendurado em um cordão de ouro. Soheili afirma que os convertidos são, na opinião dos fundamentalistas, “verdadeiros criminosos que merecem a pena de morte”.

— Nós somos considerados kuffars, palavra que para os muçulmanos fundamentalistas significa um descrente que cometeu um grave crime religioso. Os kuffars são vistos como criminosos religiosos que merecem a pena de morte — explica.

Segundo o pastor Gottfried Martens, a igreja e o Estado tentam proteger os refugiados cristãos, mas é difícil uma solução porque trata-se de um problema bastante complexo.

— Uma possível solução seria criar abrigos para refugiados cristãos, mas a separação dos convertidos ofereceria um outro risco — disse.

A prefeitura de Berlim também recusou a criação de abrigos para convertidos alegando que, separados, esses refugiados ostentariam abertamente a sua condição como um estigma e assim poderiam tornar-se um alvo fácil de terroristas.

Mostafa, um iraniano de 23 anos, diz que a opção pelo cristianismo é também pela liberdade individual.

— Há também casos de cristãos que se convertem ao Islã, mas não há com certeza nenhum que por isso tenha sido perseguido — desabafa.

Luteranismo e catolicismo são as opções

O iraniano Ali, de 29 anos, lembra, porém, que muitos não são culpados pela imagem deturpada que têm de outras religiões.

— Em muitos países muçulmanos, há um processo de lavagem cerebral. E o pior é que acreditamos mesmo em tudo o que dizem. Só quando chegamos a um país livre temos a chance de abrir os olhos e ver que os muçulmanos não são melhores do que pessoas de outras religiões.

Ali e Mostafa foram batizados antes de aprenderem o idioma alemão. O curso de catecismo foi feito em farsi. Dependendo do lugar onde moram, os refugiados interessados no cristianismo optam pela igreja luterana — em Berlim, a religião da maioria — ou pelo catolicismo — dominante na região da Renânia, como na cidade de Colônia, que tem a famosa catedral.

Mas as pessoas nessas igrejas, pastores, padres e fiéis, convivem com o medo. A proteção é discreta. Na entrada da Igreja da Trindade, três homens cuidam da segurança. Com a desculpa de distribuir os manuais de orações e cantos, eles avaliam todos os que chegam. Durante toda a missa, ficam atentos para qualquer eventualidade com o número da emergência da polícia gravado nos celulares.

Fonte: O Globo


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Meu pai quando eu tinha…



4 anos:

Meu pai pode fazer tudo.

5 anos:

Meu pai sabe muitas coisas.

6 anos:

Meu pai é mais esperto do que o seu pai.

8 anos:

Meu pai não sabe exatamente tudo.

10 anos:

No tempo antigo, quando o meu pai foi criado, as coisas eram muito diferentes.

12 anos:

Ah, é claro que o papai não sabe nada sobre isso. É muito velho para se lembrar da sua infância.

14 anos:

Não ligue para o que meu pai diz. Ele é tão antiquado!

21 anos:

Ele? Meu Deus, ele está totalmente desatualizado!

25 anos:

Meu pai entende um pouco disso, mas pudera! É tão velho!

30 anos:

Talvez devessemos pedir a opinião do papai. Afinal de contas, ele tem muita experiência.

35 anos:

Não vou fazer coisa alguma antes de falar com o papai.

40 anos:

Eu me pergunto como o papai teria lidado com isso. Ele tem tanto bom senso, e tanta experiência!

50 anos:

Eu daria tudo para que o papai estivesse aqui agora e eu pudesse falar com ele sobre isso. É uma pena que eu não tivesse percebido o quanto era inteligente. Teria aprendido muito com ele.


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Alerta a respeito do jogo virtual Pokémon Go.


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Não queremos fazer nenhum alarde e nem condenar nenhum tipo de aplicativo para celular, mas este tipo de jogo não é simplesmente um jogo pré-programado onde cada personagem ocupa o seu lugar fixo em um jogo que pode ser desligado e encerrado a qualquer tempo pelo jogador e que esse protagonista “Jogador” comandava a ação a qualquer tempo escolhendo o lugar onde irá executar o seu jogo.

No caso do Pokémon Go ele é que escolherá o local que a ação deve ocorrer e permanecerá sempre ligado jamais dando um descano ao protagonista “Jogador”.

Os jogos que entrarão em uso após esta enorme porta aberta virão com o intuito não de se tornar uma peça manipulada por um jogador externo e sim conseguirá manipular o seu protagonista fazendo com que ele sim se movimente e saia de seu lugar e vá arriscar a sua vida em uma jornada desconhecida, isto porque não se sabe onde os tais monstrinhos poderão surgir.  Com o tempo este tipo de jogo pode ser usado para atrair vítimas para se cometer  crimes “Pô que exagero!  Será mesmo?”, em breve teremos notícias que comprovarão isto, por enquanto queremos apenas fazer um alerta, pois neste caso o protagonista é que passou a ser a peça manipulável do jogo.

Cuidado com o que isto pode evoluir utilizando também os princípios de RPG que misturam a realidade virtual com a realidade REAL, veja que muitas pessoas são incapazes de separar e discernir estas duas coisas, um exemplo mais recente foi o ataque de um fã ao seu ídolo “Ana Hickmann” que acabou culminando na morte do invasor além de levar à acusação de crime aquele que se defendeu da agressão.

Cuidado! nunca é demais, espero mesmo que este tipo de brincadeira seja pelo menos estudada mais e entre em debate para julgar os seus verdadeiros efeitos nocivos ao mundo REAL antes de entrar em rede mundial.

Creio que muito em breve teremos alguma resposta, pois o mau ocasionado aos jogadores mais afoitos está sendo facilmente perceptíveis e muitos contra testemunhos já estão surgindo em diversos lugares.

Tire as suas próprias conclusões vendo o vídeo no Youtube do Jornalista

Michelson Borges sobre o jogo Pokémon Go



ADEUS PRIVACIDADE

SERÁ QUE É VERDADE ?




JÁ EXISTEM MUITOS OUTROS ALERTAS NO YOUTUBE E É CLARO AINDA HÃO DE SEREM POSTADOS MUITOS OUTROS COM UMA FUNDAMENTAÇÃO DE MAIOR CREDIBILIDADE!



NO MEIO DA CRISE DA IGREJA CATÓLICA.



A crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos.

Por José Antonio Pagola*

Instituto Humanitas Unisinos, 08-08-2014.

Leia o texto:


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“O texto é baseado no Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 22-33


Não é difícil ver na barca dos discípulos de Jesus, sacudida pelas ondas e sobrecarregada pelo forte vento contrário, a figura da Igreja atual, ameaçada de fora por todo o tipo de forças adversas e tentada de dentro pelo medo e pela pouca fé. Como ler este relato evangélico a partir da crise em que a Igreja parece hoje naufragar?

Segundo o evangelista, “Jesus aproxima-se da barca caminhando sobre a água”. Os discípulos não são capazes de reconhecê-Lo no meio da tormenta e da escuridão da noite. Parece-lhes um “fantasma”. O medo aterroriza-os. A única realidade é aquela forte tempestade.

Este é o nosso primeiro problema. Estamos vivendo a crise da Igreja contagiando-nos uns aos outros desalento, medo e falta de fé. Não somos capazes de ver que Jesus está se aproximando de nós precisamente a partir desta forte crise. Sentimo-nos mais sós e indefesos do que nunca.

Jesus diz-lhes três palavras: “Ânimo. Sou Eu. Não temais”. Só Jesus lhes pode falar assim. Mas os seus ouvidos só ouvem o estrondo das ondas e a força do vento. Este é também o nosso erro. Se não escutamos o convite de Jesus para colocar Nele a nossa confiança incondicional, a quem acudiremos?

Pedro sente um impulso interior e sustentado da chamada de Jesus, salta da barca e “dirige-se para Jesus andando sobre as águas”. Assim temos de aprender hoje a caminhar para Jesus no meio da crise: apoiando-nos, não no poder, no prestígio e nas seguranças do passado, mas no desejo de encontrar-nos com Jesus no meio da escuridão e das incertezas destes tempos.


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Não é fácil. Também nós podemos vacilar e afundar-nos como Pedro. Mas como Ele, podemos experimentar que Jesus estende a Sua mão e nos salva enquanto nos diz: “Homens de pouca fé, por que duvidais?”.

Por que duvidamos tanto? Por que não estamos aprendendo nada de novo da crise? Por que continuamos a procurar falsas seguranças para “sobreviver” dentro das nossas comunidades, sem aprender a caminhar com fé renovada até Jesus no interior mesmo da sociedade secularizada dos nossos dias?

Essa crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos, triunfalismos enganadores e deformações que nos vêm afastando de Jesus ao longo dos séculos. Ele está atuando nesta crise. Ele está nos conduzindo para uma Igreja mais evangélica. Reavivemos a nossa confiança em Jesus. Não tenhamos medo.


Sizenando – 19 de julho de 2016


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É o Senhor



Link’s para outras Mensagens:


Dom_da_Sabedoria Fe_demais_atrapalha Saberes_diferentes
Tocar_o_Senhor Salva_me_Senhor Tende_Misericordia_Senhor