Oração de Madre Teresa de Calcutá.



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ORAÇÃO:

Mantenha seus olhos puros para que Jesus possa olhar através deles.

Mantenha sua língua pura para que Jesus possa falar por sua boca.

Mantenha suas mãos puras para que Jesus possa trabalhar com suas mãos.

Mantenha sua mente pura para que Jesus possa pensar seus pensamentos em sua mente.

Mantenha seu coração puro para que Jesus possa amar com seu coração.

Peça a Jesus para viver sua própria vida em você porque:

Ele é a Verdade da humildade.

Ele é a Luz da caridade.

Ele é a Vida da santidade.

Amem!



O Papagaio na Gaiola de luxo:


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Semeando a cultura de Pentecostes


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Conversão em massa entre refugiados Muçulmanos na Alemanha.


Surpreendente conversão de muçulmanos à fé católica espanta países ocidentais.


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Não se pode ver aquilo que está oculto e nem conhecer aquilo que não for revelado.

Não se pode amar aquilo que não se conhece.


BERLIM — Centenas de milhares de refugiados muçulmanos converteram-se ao cristianismo nos últimos meses. Embora em alguns dos seus países de origem a conversão seja vista como um delito que pode ser punido até com a pena de morte, as igrejas alemãs, protestantes e católicas, voltaram a celebrar missas com bancos lotados. Em algumas, como na da Trindade, no bairro berlinense de Steglitz, cerca de 80% dos fiéis são ex-muçulmanos.

Para o pastor Gottfried Martens, que já batizou 1.200 convertidos, os refugiados desejam romper definitivamente com o passado e aumentar suas chances de integração na sociedade alemã.

— Eles cresceram na crença de pertencer à melhor religião do mundo, mas começaram a questionar isso depois que, em nome da religião, foram cometidos tantos atos de violência — sustenta Ottenberg. (…)

Por outro lado, islamistas e fundamentalistas bombardeiam os novos cristãos com ameaças. Um estudo da Open Doors revela que muitos convertidos desistem do batismo na última hora com medo de pôr em risco os parentes que ficaram em seus países.

Mesmo em alguns locais que passaram pela Primavera Árabe, como o Egito, a conversão ao cristianismo é vista como um delito na sociedade muçulmana. Parentes dos convertidos podem ser alvo de represálias.

— Para os refugiados, o problema não é apenas os conflitos naturais que podem surgir entre os vindos das regiões de crise, traumatizados pela guerra e pela fuga, que vivem com frequência em abrigos lotados. O mais alarmante é o fato de que os fugitivos cristãos e de outras minorias religiosas cada vez mais são alvo da mesma perseguição e discriminação das quais eram vítimas nos seus países de origem — diz Daniel Ottenberg.

Praticamente todos os participantes da missa de domingo passado na Igreja da Trindade já passaram pelo trauma da perseguição religiosa, mas a maioria vê a nova religião como a perspectiva de uma vida melhor.


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Evangelho em farsi e árabe

Na opinião do afegão Ali Mirzace, o fundamentalismo, as guerras religiosas e a brutalidade do Estado Islâmico ou dos talibãs dividem os jovens muçulmanos. Enquanto uns adotam a doutrina do Islã político, outros desenvolvem uma aversão contra a própria identidade cultural, da qual se julgam vítimas.

— Tudo continua difícil, mas acreditar em Jesus nos ajuda a enfrentar as adversidades — sustenta.

O amigo Mohamed Hakime, de 17 anos, também é afegão. Os dois se conheceram durante a fuga através do Mar Mediterrâneo, no ano passado, em um momento no qual o barco parecia que ia afundar. (…)

O batismo é para eles a conclusão de um processo de abandono definitivo do passado. Há um clima de entusiasmo. Todos os frequentadores da Igreja da Trindade de Steglitz acompanham a missa com o manual que oferece o texto e os cantos em alemão, com tradução para farsi e árabe. E todos cantam juntos.

A missa dura quase duas horas, ninguém vai embora quando termina. A festa da eucaristia continua no salão paroquial, onde os alimentos trazidos pelos visitantes e preparados pela paróquia são divididos.

Nesses momentos, lembra Ali Mirzace, eles conseguem esquecer as dificuldades que nunca acabam. Como os refugiados não têm muita privacidade nos abrigos coletivos, onde precisam dividir quartos uns com outros, logo que um aparece com um terço, uma Bíblia ou começa a frequentar uma igreja cristã torna-se alvo da hostilidade.

O curdo sírio Sava Soheili, de 27 anos, está desde o ano passado em Berlim. Desde o início do ano, é um luterano fervoroso que gosta de mostrar o crucifixo pendurado em um cordão de ouro. Soheili afirma que os convertidos são, na opinião dos fundamentalistas, “verdadeiros criminosos que merecem a pena de morte”.

— Nós somos considerados kuffars, palavra que para os muçulmanos fundamentalistas significa um descrente que cometeu um grave crime religioso. Os kuffars são vistos como criminosos religiosos que merecem a pena de morte — explica.

Segundo o pastor Gottfried Martens, a igreja e o Estado tentam proteger os refugiados cristãos, mas é difícil uma solução porque trata-se de um problema bastante complexo.

— Uma possível solução seria criar abrigos para refugiados cristãos, mas a separação dos convertidos ofereceria um outro risco — disse.

A prefeitura de Berlim também recusou a criação de abrigos para convertidos alegando que, separados, esses refugiados ostentariam abertamente a sua condição como um estigma e assim poderiam tornar-se um alvo fácil de terroristas.

Mostafa, um iraniano de 23 anos, diz que a opção pelo cristianismo é também pela liberdade individual.

— Há também casos de cristãos que se convertem ao Islã, mas não há com certeza nenhum que por isso tenha sido perseguido — desabafa.

Luteranismo e catolicismo são as opções

O iraniano Ali, de 29 anos, lembra, porém, que muitos não são culpados pela imagem deturpada que têm de outras religiões.

— Em muitos países muçulmanos, há um processo de lavagem cerebral. E o pior é que acreditamos mesmo em tudo o que dizem. Só quando chegamos a um país livre temos a chance de abrir os olhos e ver que os muçulmanos não são melhores do que pessoas de outras religiões.

Ali e Mostafa foram batizados antes de aprenderem o idioma alemão. O curso de catecismo foi feito em farsi. Dependendo do lugar onde moram, os refugiados interessados no cristianismo optam pela igreja luterana — em Berlim, a religião da maioria — ou pelo catolicismo — dominante na região da Renânia, como na cidade de Colônia, que tem a famosa catedral.

Mas as pessoas nessas igrejas, pastores, padres e fiéis, convivem com o medo. A proteção é discreta. Na entrada da Igreja da Trindade, três homens cuidam da segurança. Com a desculpa de distribuir os manuais de orações e cantos, eles avaliam todos os que chegam. Durante toda a missa, ficam atentos para qualquer eventualidade com o número da emergência da polícia gravado nos celulares.

Fonte: O Globo


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Meu pai quando eu tinha…



4 anos:

Meu pai pode fazer tudo.

5 anos:

Meu pai sabe muitas coisas.

6 anos:

Meu pai é mais esperto do que o seu pai.

8 anos:

Meu pai não sabe exatamente tudo.

10 anos:

No tempo antigo, quando o meu pai foi criado, as coisas eram muito diferentes.

12 anos:

Ah, é claro que o papai não sabe nada sobre isso. É muito velho para se lembrar da sua infância.

14 anos:

Não ligue para o que meu pai diz. Ele é tão antiquado!

21 anos:

Ele? Meu Deus, ele está totalmente desatualizado!

25 anos:

Meu pai entende um pouco disso, mas pudera! É tão velho!

30 anos:

Talvez devessemos pedir a opinião do papai. Afinal de contas, ele tem muita experiência.

35 anos:

Não vou fazer coisa alguma antes de falar com o papai.

40 anos:

Eu me pergunto como o papai teria lidado com isso. Ele tem tanto bom senso, e tanta experiência!

50 anos:

Eu daria tudo para que o papai estivesse aqui agora e eu pudesse falar com ele sobre isso. É uma pena que eu não tivesse percebido o quanto era inteligente. Teria aprendido muito com ele.


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Alerta a respeito do jogo virtual Pokémon Go.


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Não queremos fazer nenhum alarde e nem condenar nenhum tipo de aplicativo para celular, mas este tipo de jogo não é simplesmente um jogo pré-programado onde cada personagem ocupa o seu lugar fixo em um jogo que pode ser desligado e encerrado a qualquer tempo pelo jogador e que esse protagonista “Jogador” comandava a ação a qualquer tempo escolhendo o lugar onde irá executar o seu jogo.

No caso do Pokémon Go ele é que escolherá o local que a ação deve ocorrer e permanecerá sempre ligado jamais dando um descano ao protagonista “Jogador”.

Os jogos que entrarão em uso após esta enorme porta aberta virão com o intuito não de se tornar uma peça manipulada por um jogador externo e sim conseguirá manipular o seu protagonista fazendo com que ele sim se movimente e saia de seu lugar e vá arriscar a sua vida em uma jornada desconhecida, isto porque não se sabe onde os tais monstrinhos poderão surgir.  Com o tempo este tipo de jogo pode ser usado para atrair vítimas para se cometer  crimes “Pô que exagero!  Será mesmo?”, em breve teremos notícias que comprovarão isto, por enquanto queremos apenas fazer um alerta, pois neste caso o protagonista é que passou a ser a peça manipulável do jogo.

Cuidado com o que isto pode evoluir utilizando também os princípios de RPG que misturam a realidade virtual com a realidade REAL, veja que muitas pessoas são incapazes de separar e discernir estas duas coisas, um exemplo mais recente foi o ataque de um fã ao seu ídolo “Ana Hickmann” que acabou culminando na morte do invasor além de levar à acusação de crime aquele que se defendeu da agressão.

Cuidado! nunca é demais, espero mesmo que este tipo de brincadeira seja pelo menos estudada mais e entre em debate para julgar os seus verdadeiros efeitos nocivos ao mundo REAL antes de entrar em rede mundial.

Creio que muito em breve teremos alguma resposta, pois o mau ocasionado aos jogadores mais afoitos está sendo facilmente perceptíveis e muitos contra testemunhos já estão surgindo em diversos lugares.

Tire as suas próprias conclusões vendo o vídeo no Youtube do Jornalista

Michelson Borges sobre o jogo Pokémon Go



ADEUS PRIVACIDADE

SERÁ QUE É VERDADE ?




JÁ EXISTEM MUITOS OUTROS ALERTAS NO YOUTUBE E É CLARO AINDA HÃO DE SEREM POSTADOS MUITOS OUTROS COM UMA FUNDAMENTAÇÃO DE MAIOR CREDIBILIDADE!



NO MEIO DA CRISE DA IGREJA CATÓLICA.



A crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos.

Por José Antonio Pagola*

Instituto Humanitas Unisinos, 08-08-2014.

Leia o texto:


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“O texto é baseado no Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 14, 22-33


Não é difícil ver na barca dos discípulos de Jesus, sacudida pelas ondas e sobrecarregada pelo forte vento contrário, a figura da Igreja atual, ameaçada de fora por todo o tipo de forças adversas e tentada de dentro pelo medo e pela pouca fé. Como ler este relato evangélico a partir da crise em que a Igreja parece hoje naufragar?

Segundo o evangelista, “Jesus aproxima-se da barca caminhando sobre a água”. Os discípulos não são capazes de reconhecê-Lo no meio da tormenta e da escuridão da noite. Parece-lhes um “fantasma”. O medo aterroriza-os. A única realidade é aquela forte tempestade.

Este é o nosso primeiro problema. Estamos vivendo a crise da Igreja contagiando-nos uns aos outros desalento, medo e falta de fé. Não somos capazes de ver que Jesus está se aproximando de nós precisamente a partir desta forte crise. Sentimo-nos mais sós e indefesos do que nunca.

Jesus diz-lhes três palavras: “Ânimo. Sou Eu. Não temais”. Só Jesus lhes pode falar assim. Mas os seus ouvidos só ouvem o estrondo das ondas e a força do vento. Este é também o nosso erro. Se não escutamos o convite de Jesus para colocar Nele a nossa confiança incondicional, a quem acudiremos?

Pedro sente um impulso interior e sustentado da chamada de Jesus, salta da barca e “dirige-se para Jesus andando sobre as águas”. Assim temos de aprender hoje a caminhar para Jesus no meio da crise: apoiando-nos, não no poder, no prestígio e nas seguranças do passado, mas no desejo de encontrar-nos com Jesus no meio da escuridão e das incertezas destes tempos.


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Não é fácil. Também nós podemos vacilar e afundar-nos como Pedro. Mas como Ele, podemos experimentar que Jesus estende a Sua mão e nos salva enquanto nos diz: “Homens de pouca fé, por que duvidais?”.

Por que duvidamos tanto? Por que não estamos aprendendo nada de novo da crise? Por que continuamos a procurar falsas seguranças para “sobreviver” dentro das nossas comunidades, sem aprender a caminhar com fé renovada até Jesus no interior mesmo da sociedade secularizada dos nossos dias?

Essa crise não é o fim da fé cristã. É a purificação que necessitamos para nos libertarmos de interesses mundanos, triunfalismos enganadores e deformações que nos vêm afastando de Jesus ao longo dos séculos. Ele está atuando nesta crise. Ele está nos conduzindo para uma Igreja mais evangélica. Reavivemos a nossa confiança em Jesus. Não tenhamos medo.


Sizenando – 19 de julho de 2016


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É o Senhor



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Família – primeira escola de misericórdia.



Vocacionada a ser reflexo do amor da Trindade para os homens, a família só pode existir e chegar à sua plenitude se estiver continuamente ligada à fonte do amor de Deus. “As relações intra e extrafamiliares precisam ser marcadas pela misericórdia”.

Por  Moysés – Comunidade Shalom Fotaleza   Tema congresso para as familias

Leia o texto:


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Fotos: Marciano Rodrigues


“A família é fecunda e feliz quando se torna escola de  Misericórdia”


É a família, como primeira escola de misericórdia, que poderá mostrar ao mundo a verdadeira face de Deus, bom pastor que deixa as 99 ovelhas e, com amor misericordioso, busca a que se perdeu.  Ela é um espelho do amor da Trindade que Deus deseja manifestar ao mundo. “A família é fecunda e feliz quando se torna a primeira escola de misericórdia para a sociedade. Não existe verdadeira felicidade fora disso. Este amor misericordioso de Deus precisa ser derramado sobre a Igreja e humanidade.

É necessário viver a misericórdia sob dois aspectos que representam bem o amor de Deus: Hesed e Rahamim. O amor Hesed é aplicado a Deus e representa a fidelidade de sua aliança com seu povo. “Deus perdoa sempre e para sempre. Deus apaga os nossos pecados e nos transforma”, explicou. O Senhor nunca se cansa de perdoar e sempre dá uma chance para o homem recomeçar.

Rahamim evoca de um modo especial o amor materno, um amor de entranhas. “Significa criar dentro de si um espaço para o outro. A mãe começa a sentir com esse outro, sofrer com o outro, se alegrar com o outro”.   Deus nos ama mais do que uma mãe ama um filho. “Deus se fez homem, revestiu-se com a sua carne e nos trouxe para dentro dele, dentro da Trindade. Em sua humanidade, Cristo tomou sobre si as nossas dores. Nenhuma dor humana está fora de Deus”.  Assim, o Senhor nos chama a também assumirmos as dores da humanidade.

O verdadeiro remédio para as dores do mundo é a misericórdia de Deus. São João Paulo II evocava os escritos de Santa Faustina Kowalska, a apóstola da misericórdia, e confiava no amor de Deus que transforma a humanidade. O Papa Francisco também recordou que a última palavra no mundo não é do mal, das guerras, da ideologia. A última palavra na história dos homens é a misericórdia de Deus. “São João Paulo II dizia que o homem do século XXI só seria evangelizado pela misericórdia”.

A misericórdia também é uma marca do Pontificado do Papa Francisco, que fala sobre a graça que Deus deseja derramar sobre o mundo e de forma abundante sobre as famílias. A Exortação “Amoris laetitia”: a alegria do amor na família é reflexo disso. “O Papa Francisco repete na sua exortação que o homem em seu mistério mais íntimo não é sozinho, mas está em família cuja essência é o amor. Esse amor é o Espírito Santo” e a família é reflexo do amor da Trindade que se derrama pela humanidade.


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Julgamentos

Um obstáculo para vivermos a misericórdia de Deus para com os outros são os julgamentos. Pensamos ser superiores aos outros e não damos nosso perdão, mas sempre achamos que os outros são culpados e nós, inocentes. No entanto, é preciso reconhecer que “sem um segundo da graça de Deus, somos capazes de cometer os pecados mais abomináveis que vemos em uma pessoa”. Essa experiência com a misericórdia de Deus que nos possibilita levar o amor aos outros só é possível por meio da oração. “Deus vai nos visitando. Uma família que reza tem esta grande e decisiva fonte de salvação. Ela se conhece mais e se torna capaz de amar, de perdoar, de recomeçar, de ser feliz. A oração é uma fonte inesgotável de misericórdia”.

A misericórdia precisa ser vivida concretamente dentro de casa. “Esta capacidade de perdoar é inerente à vida da família porque se aprende a perdoar dentro de casa. Os filhos vão entender o que é misericórdia de Deus lendo isso na vida dos pais.” Também é necessário aprender a dar e pedir perdão. “Deus é tão misericordioso que nos constrange e nos transforma de dentro para fora”. Assim nossas famílias precisam viver: distribuindo amor e não castigos, julgamentos.

Existem três figuras na Bíblia que ressaltam o julgamento: Suzana que foi acusada injustamente de adultério por dois juízes no livro de Daniel e, nos evangelhos, a história da mulher adúltera e da viúva julgada pelo juiz injusto. “Deus tem misericórdia até quando estamos errados. A mulher foi chamada de adúltera não por Jesus, mas pelos fariseus.” Ele nos ensinou que não podemos ter julgamentos tão rígidos com os outros.

No caso da viúva necessitada e do juiz, ele se tornou indiferente e centralizado em si mesmo. Esse erro também pode acontecer conosco quando julgamos, rotulamos e queremos que o mundo gire em torno dos nossos problemas. “Temos julgamentos injustos, rígidos ou indiferentes. Falta o olhar misericordioso de Deus”, disse. Quando temos misericórdia, vivemos a paciência, que é o padecer ao lado do outro.

Outra parábola conhecida é a do rico e do pobre Lázaro. O rico faz festa, enquanto o pobre morre de fome e os cachorros lambem suas feridas. “A parábola não condena a riqueza, mas a indiferença. O rico é incapaz de ver o que o cachorro vê, as feridas purulentas do outro”, este fato acontece em nossa própria casa, às vezes nossos maridos, esposas e filhos estão com feridas purulentas e não vemos o que está acontecendo.

É necessário experimentar a misericórdia dentro de casa, estando atento aos pobres, com sensibilidade para a missão e a evangelização. “A família não pode ficar centralizada em si mesma.” O Papa Francisco diz que se permitirmos dar lugar ao ressentimento, a tendência é imaginar cada vez mais maldade e o ressentimento vai criando raiz.  “A comunhão familiar só pode ser conservada e aperfeiçoada com compreensão, tolerância, perdão e reconciliação”. É necessário ainda ver o outro com um olhar de céu, assim como Deus nos vê.


Fonte: comshalom.org

Teresa Fernandes



Jesus

MISERICÓRDIA

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Tende_Misericordia_Senhor Jesus_Misericordioso_101 Fonte de misericordia
terco-da-misericordia-11[1] Novena_misericórdia

Palavras ao vento.



As palavras pronunciadas são como plumas levadas ao beo prazer dos ventos.

Meditação sobre como ter cuidado com as palavras que proferimos, principalmente quando se trata de inverdades e fofocas, pois elas causam um mal terrível e irreparável na vida de outras pessoas mesmo que você se arrependa e seja perdoado(a).  Também é uma analogia entre palavras e sementes como Jesus nos mostra na Parábola do Semeador.

Leia o texto:


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“PALAVRAS AO VENTO”


1. Certa vez, uma jovem foi ter com São Filipe Neri, para confessar seus pecados. Ele já a conhecia muito bem e as suas maiores falhas:

2. Não que ela fosse uma má pessoa, mas costumava falar mal dos vizinhos, fazendo fofocas sobre eles. Essas fofocas passavam de boca em boca e acabavam fazendo muito mal… sem nenhum proveito para ninguém.

3. São Felipe então disse: Você tem agido muito mal fazendo fofoca das outras pessoas. Com seu arrependimento Deus lhe perdoará, mas devo lhe dar uma penitência um pouco diferente desta vez:

4. Você deverá trazer até aqui um travesseiro de penas…    Depois nós subiremos até a torre da Igreja para que você solte as penas ao vento que passa.

5.Ela estranhou um pouco a Penitência, mas parecia bem fácil de se cumprir …

6. ficou até Muito aliviada enquanto espalhava as penas pelo ar…

7. Enquanto as plumas ainda flutuavam em direção à cidade disse o Padre:

– Minha filha, você completou perfeitamente a primeira parte da sua penitência:

Agora  vou  lhe  passar  a segunda  parte  …

8. – Vá agora até a cidade e  recolha todas as plumas que foram soltas e me traga de volta até aqui…

9. – MAS … PADRE …  ISSO  SERÁ  IMPOSSÍVEL ! ! ! Porque O vento espalhou as plumas prá todo lado… como saber onde procurá-las ????

10. (*) As Palavras tais como Penas jogadas ao vento. São irrecuperáveis, irrecolhíveis. Desaparecem ao controle do homem. As Palavras ecoam, são audíveis. Elas enlaçam, envolvem e consolam. Ora agridem, machucam, ferindo corações. Alçam voo e podem construir ou destruir.

11. Palavras & Penas são análogas e cruzam-se ao perderem-se no espaço. Palavras depois de proferidas não retornam.

12. Tocam os ouvidos daqueles que as querem ouvir. “Quem tem ouvidos, que as ouçam…” Os distraídos ou indiferentes perdem-nas ao comum, deixando de absorvê-las para o bem. (*) Palavras & Penas – Inês Vieira

13. Palavras também são como sementes que levadas pelo vento não se prevê onde  descansarão. Quando  enfim encontram seu descanso germinam gerando a essência de vida que guardam em seu interior .Palavras ruins gerarão ódio, dor, rancor, tristeza… Pois são sementes do mal…


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14Ao contrário, boas palavras trazem consigo a semente do BEM…  Que geram Amor, Paz, Alegria, Felicidade, etc.  Melhor será sempre espalhar palavras que geram coisas boas do que palavras que geram o mal …

15. Jesus comparou suas PALAVRAS e seus ensinamentos como sementes semeadas ao campo onde cada uma de acordo com sua condição morreram ou frutificaram.

16. O Campo é o mundo e as condições são as mais adversas possíveis, mas cabe a cada um de nós vencer nossas batalhas e desafios com o apoio do Espírito Santo que é esse vento que nos guia.

17. Não vos enganeis: de Deus não se zomba. O que o homem semeia, isso mesmo colherá. Quem semeia na carne, da carne colherá a corrupção; quem semeia no Espírito, do colherá a vida eterna. (Gal. 6,7-8)


 

Sizenando – 06 de julho de 2016

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Com o tempo você aprende

Teatro: texto



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