Pessoas felizes e Pessoas Tristes



Ser Feliz ou continuar Sendo Triste.



As Pessoas Felizes:

São Autor responsáveis;
Sentem Gratidão;
Perdoam sempre;
Validam;
Conversam sobre Ideias;
Querem que os outros vençam;
Partilham informação;
Pensam Positivo…

As Pessoas Tristes:

Culpam os outros;
São os donos da verdade;
Guardam rancor;
Criticam;
Fofocam;
Sentem Inveja;
Escondem informação;
Pensam Negativo…




E Quando falo para meus pacientes sobre a autor responsabilidade, sempre é um choque, pois assumir toda a culpa do que nos acontece pode ser pesado. Até percebermos que culpar o outro ou se vitimizar, não faz com que diminua os danos e nem vai mudar a situação, já quando assumimos o controle, temos a percepção de que podemos sempre fazer diferente e mudar a partir de agora!

“O meu casamento não seria esse fracasso se meu marido fosse diferente”

“Eu chego atrasado porque moro longe e pego muito trânsito até aqui”

“Eu não fiz o relatório porque ninguém me mandou o modelo”

“Eu sou assim porque meus pais não me incentivaram”

👉Repare que em todos os discursos, transferir a culpa não resolve a questão.

A culpa é do governo, a culpa é do meu chefe, a culpa é…  …

Cruzar os braços e apenas apontar o dedo para encontrar culpados para os problemas é muito mais prático e reconfortante.

Se responsabilizar, se informar, questionar valores e atitudes pode ser incômodo e trabalhoso, mas é também libertador, porque assim você assume o controle da sua vida.😌

A autorresponsabilidade é uma habilidade que pode ser aprendida.

Seja protagonista da sua história. 🤔

“Qual a sua responsabilidade na desordem da qual você se queixa?”


FREUD. 🌹Psicóloga Clínica
Tatiani Cassula
@psicologatatianicassula
CRP 06/137111 – Franca, Brazil




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Foto Mensagem – Perdão


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Deus consola nossas lágrimas.



Jesus nos consolou e nos deixou o Espírito Santo como um consolador eterno.


“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco.” (S. João 14,16)



São Paulo nos diz em :

Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia! 

(2 Coríntios 1,3-4)




Muitas vezes, num momento de dor, dificuldade, por uma enfermidade, perda, sofrimento, nós acabamos chorando. Alguns choram de alegria, outros de tristeza ou num momento de fraqueza. São muitas as situações em que lágrimas brotam de nossos olhos.

Jesus também chorou (João 11-35). E é Ele quem vem nos consolar diante de nossas lágrimas. As vezes, choramos escondidos, nos sentindo arrependidos, culpados por alguma coisa.

Quando o mundo nos abandona, nosso Pai fica conosco, para enxugar nossas lágrimas e nos dar a alegria do Seu amor. Bem aventurados os que choram, pois serão consolados (Mateus 5,4).

Choramos de dores físicas, de depressão, por carência, por medo, por insegurança, dificuldades, saudade, tristeza, arrependimento e por muitos outros motivos. Mas seja qual for a razão dessas lágrimas, o Senhor está ao nosso lado. Chore e entregue suas lágrimas e sua vida a Deus. Ele é nossa força na tribulação.



Lágrimas que Curam.


Quando choramos colocamos para fora as angústias, os medos e tudo que está nos afligindo. O choro é uma forma de dizer o que estamos sentindo e revelar nossa fraqueza. Porem em Cristo não paramos na fraqueza. Como nos ensina Paulo, “quando sou fraco é que sou forte”.

No romper da nossa fraqueza, Deus cura nosso coração. As lagrimas muitas vezes são reflexo da cura que está acontecendo dentro de nós. Quando contemplamos a ação de Deus e só as lágrimas podem explicar o alívio de ser curado. Quando choramos lágrimas de cura, não choramos de dor, mas de alívio. A dor já foi vencida, mas precisa sair para fora. Libertar o que está dentro de nós e permitir que o vazio seja preenchido por Deus.

Pela ação do Espírito Santo, o consolador, o Senhor vem nos curar interiormente. Quantas vezes diante de Deus, sentimos o arrependimento de nossos erros, de nosso passado e pedimos ao Senhor que nos cure de nossas fraquezas, nos ajude em nossas dificuldades e nos liberte.

A perda de alguém que amamos também nos faz chorar.

É inevitável as lagrimas diante da morte de uma pessoa especial para nossa vida. Choramos diante da perplexidade da perda e de saudade de quem partiu assim como Jesus chorou por Lázaro. Nos momentos em que o mundo parece desabar, o Senhor esta ao nosso lado. Quem partiu vai ao encontro de Deus e Deus vem nos dar forças para superar esses momentos.

Nós cremos na vida eterna. Por isso, certos de que quem partiu foi para junto de Deus, só cabe a saudade pois sabemos que ao final da caminhada de quem morre, este está na eternidade, contemplando a face de Deus. Com o coração apertado pela ausência, precisamos ser fiéis e seguir caminhando para também irmos para junto de Deus.

O Pai sabe a razão de cada lágrimas de seus filhos.

Deus vem nos acalmar, trazer a paz e o amor, a cura e o perdão. Deus quer nos ver felizes, sorrindo. Mas por muitas vezes o mundo nos faz sofrer. Precisamos segurar firmes na mão de Deus. O Senhor vai nos consolar, Ele não nos abandona em nenhum momento.

Sempre que chorarmos, devemos louvar o Senhor. Jesus é o consolo dos aflitos. Quem chora e espera em Deus, logo verá suas lagrimas de tristeza serem transformadas em lágrimas  de alegria. É o Amor de Deus que vem trazer a felicidade e a paz ao nosso coração.



“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
(Salmo 30,5) ou (Salmo 29,6).



Num momento muito difícil da minha vida, o salmo acima foi a voz de Deus me acalmando. Este belíssimo versículo da Bíblia mostra a certeza e a confiança de que o sofrimento vai passar. É uma oração de confiança, onde não se pede para sair do sofrimento, todavia, já temos a certeza que Deus nos faz vencedor. É uma questão de tempo – no caso o tempo é ilustrado pela noite e manhã – mas na prática, significa que precisamos esperar em Deus, fortes e fiéis. Não se trata de tempo cronológico, mas a esperança de que vai chegar a vitória ! Que assim como o salmista tenhamos a graça de num momento de lagrimas de ir alem da súplica e com serenidade ter a  convicção de logo a alegria será plena, por pior que seja a situação.


Quem Me Segurou

Foi Deus


Diácono Nelsinho Correia –

Comunidade Canção Nova.






Repouso_no_Espírito_2
Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito
Experiência_com_Deus Extase_cume_da_oracao

Dinâmica – Armadura de Deus.




〈 A ARMADURA DE DEUS 〉





TEXTO BIBLICO EFÉSIOS 6.10 A 17 




ALFINETES DE SATANÁS – ARMADURA DE DEUS


“…Fortalecei-vos no Senhor … tomando … o escudo da fé”

(Efésios 6:10, 16).

Textos adicionais:

(Efésios 6,10-17); (Hebreus 13,5); (Romanos 12,12, 21).

Material Necessário:

Bíblia de capa dura
6 balões infláveis ou mais
3 alfinetes com cabeça colorida e almofada de alfinetes – Barbante


Modo de Preparar


Encha os balões, amarre o barbante de um lado a outro da sala ou entre duas cadeiras e pendure nele os balões inflados (outra opção é pedir a voluntários para segurá-los durante a demonstração).

Espete os alfinetes na almofada.

Mensagem: (Leia Efésios 6:10-17 e fale sobre a armadura cristã.)

Os balões representam a vida dos jovens cristãos. Alguns estão equipados com a armadura de Deus e alguns não. Iremos falar especialmente a respeito da armadura da fé (verso 16).


Modo de execução:

Satanás tem muitos alfinetes inflamados (mostre a almofada com os alfinetes).

Este é um alfinete que ele sempre usa.

Você pode entregar os balões para as pessoas e convidar uma de cada vez para efetuar a dinâmica em destaque.


Primeiro Balão: Desânimo

“Você não pode viver a vida cristã”, ele diz. Quando uma pessoa insiste nesse pensamento, está se esquecendo de (Hebreus 13,5): “Não te deixarei, nem te desampararei.” Ela se esquece de usar a armadura da fé (mostre o alfinete e, em seguida, ESPETE o primeiro balão).


Segundo Balão: Desânimo

(Utilize o mesmo alfinete. Mostre-o para o grupo e use a mesma tática.) Mas este cristão, embora desanimado, lembrou-se de (Hebreus 13,5).

Ele usou a armadura da fé (mova o alfinete na direção do balão, mas coloque a Bíblia entre ele e o balão, como uma armadura.)


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Terceiro Balão: Palavras rudes

(Pegue outro alfinete.) Embora alguém fale palavras rudes para essa pessoa, ela se lembra de “vencer o mal com o bem” (Romanos 12,21). Ela usou a armadura da fé (mova o alfinete na direção do balão, mas use a Bíblia como escudo).


Quarto Balão: Palavras Rudes

(O mesmo alfinete). Essa pessoa não ora e não lê a Bíblia com freqüência, portanto, está sem a armadura (fure o balão com o alfinete). Quando ouve palavras rudes, fica irado e retribui no mesmo nível. Os alfinetes de Satanás encontram outra vítima.


Quinto Balão: Segundo lugar

Algumas vezes, na escola, na igreja ou em alguma outra atividade, alguém é escolhido em vez de você. Você fica em segundo lugar, porém, acredita que poderia fazer melhor do que a pessoa que foi escolhida (escolha outro alfinete). Satanás tem um alfinete para você nesse momento, mas se você estiver usando a armadura da fé (Romanos 12,12), o alfinete não poderá feri-lo (repita a mesma ação usando a Bíblia como escudo).


Sexto Balão:  Segundo Lugar 

(O mesmo alfinete.) Talvez outra pessoa seja escolhida para cantar, quando você sabe cantar melhor, mas o alfinete de Satanás não pode feri-lo (faça o movimento de furar o balão, mas atinja a “armadura”, a Bíblia), pois você está forte no Senhor, vestido com a “armadura de Deus” e permanece firme “contra as ciladas (enganos) de Satanás” (Efésios 6,10-11).


Outros balões:

Você pode acrescentar outros balões e outras setas inflamadas que poderiam nos atingir e repetir a sequencia da dinâmica.


REFLEXÃO:


A Bíblia é a nossa única proteção contra os ataques de Satanás.

É a maneira que Deus nos mostra como devemos nos proteger dos perigos, tristezas, brigas, desobediências, inveja e muitas outras tentações. Quando a tentação nos assalta, devemos sempre buscar na Palavra de Deus os conselhos Divinos. Confiando no poder de Jesus e na promessa que Ele fez de sempre estar ao nosso lado e nos fortalecer, estaremos usando a “armadura da fé” e seremos vitoriosos.

Quantos gostariam de estar “vestidos” com a armadura da fé?



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Variação de dinâmica semelhante:


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“Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno.”  

(Efésios 6,16)

Distribua vários balões entre os participantes.

Peça para que encham os seus balões e segurem.

Distribua também para outros participantes previamente escolhidos algumas plaquinhas com palavras escritas identificando alguns dos dardos inflamadas do maligno mais comuns, como:


[DESÂNIMO]   [PECADO]   [ÓDIO]   [DERROTA]

[MENTIRA]   [FALSIDADE]   [DESPREZO]   [RANCOR]

[FOFOCA]   [MALDADE]   [ E OUTRAS ]


Juntamente com as plaquinhas entregue também palitos de dente para que tentem estourar os balões de seus companheiros mas não avise os participantes que eles farão isso.

Apresente os escolhidos com as plaquinhas na mão na frente de todos, leia as plaquinhas e fale sobre o perigo que elas representam para nossa vida Cristã e alerte as pessoas que devem estar preparadas para enfrentar as investidas do demônio, porém não deixe transparecer que tentarão atacar os balões, deixe os participantes distraídos com seus balões na mão.

Depois de apresentar os perigos que enfrentamos e os cuidados que se deve tomar para nossa proteção mande que as plaquinhas caminhem no meio das pessoas, mas dê um tempinho para se misturarem bem e passarem por trás dos participantes distraídos, enquanto isso você pode continuar falando alguma coisa ou cantar um cântico que se refira ao tema, dentro de um ou dois minutos comece a atacar os balões discretamente, um … “espere o suspense que chame a atenção dos demais” e depois estoure outro … e depois vários ao mesmo tempo.

Lembrando que não seria necessário eliminar todos os balões para que sobre pelo menos três balões sem estourar.

Não se esqueça que tudo isso deve ser combinado com os atacantes antes da ação propriamente dita, você pode convocar outras duas ou três pessoas sem comunicar nem com o primeiro grupo [DISTRAÍDOS] e nem com o segundo grupo [ATACANTES], para que essas pessoas protejam seus balões a qualquer custo para que sirvam de exemplo e deem testemunho no final de como conseguiram manter seus balões seguros.

Fale sobre as ferramentas disponíveis em Efésios 6 aproveitando o impulso da dinâmica.




Revesti-vos da Armadura de Deus O Alpinista
Como_Orar


A Alegria do Senhor é a nossa Força.



RENOVE HOJE A SUA ALEGRIA


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Traumas emocionais tiram a energia das pessoas. Mas a Palavra diz: “Não se aflija ou deprima, pois a alegria do Senhor é sua força e fortaleza” (Neemias 8,10).

O diabo quer roubar sua alegria porque ele sabe que a alegria é sua força. Ele quer que você esteja fraco para que não resista aos ataques dele contra sua vida. Eis por que algumas vezes precisamos uns dos outros.

Alguns dias, Deus enviará mensageiros para edificar sua fé e renovar sua alegria. Em outros dias, Ele o enviará a alguém que está se sentindo fraco porque Satanás está atacando-o. Encoraje alguém hoje. Pode haver pessoas precisando de um amigo para estar ao lado delas, para encorajar-lhes, animar-lhes e orar por elas Para que recuperem a verdadeira alegria do Senhor.


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Sois o meu refúgio, Senhor, dai-me a alegria da vossa salvação


 

“Estejam sempre alegres, rezem sem cessar.

 Deem graças em todas as circunstâncias, 
porque esta é a vontade de Deus 
a respeito de vocês em Jesus Cristo!”
 
Amém!
Paz e todo o Bem!

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Neemias 8,18 – E, de dia em dia, Esdras leu no livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa sete dias, e no oitavo dia, houve uma assembléia solene, segundo o rito.

Percebendo quão longe estava dos ideais das Escrituras, o povo israelita sentiu grande tristeza. Neemias e Esdras, porém, chamaram a atenção de todos: “Não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8,18).





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Júbilo advém da alegria que é um dos frutos do Espírito, Gl 5,22. Portanto, é algo que nasce de dentro para fora e não o contrário. Esta alegria do espírito deve ser a fonte de toda expressão interna e externa na vida da igreja no que diz respeito a louvor, exaltação, música, risos, danças, júbilo em qualquer intensidade, alegria esta que faz com que o povo de Deus, tenha identidade única neste mundo, que o difere da sociedade introspectiva, egoísta e triste, na qual vivem. Ao declararmos que o Espírito Santo de Deus, habita em nós, estamos declarando, que devemos dar frutos de alegria do Espírito em nossa vida.

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Dia dos avós.




Dia dos avós – 26 de julho


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26 de julho, comemora-se o Dia dos Avôs e Avós. E esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

A data da festa de São Joaquim sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Inicialmente era celebrada no dia 20 de março, associada à de São José, tendo sido depois transferida para o dia 16 de agosto, para associar-lhe ao triunfo da filha na celebração da Assunção, no dia precedente.

Em 1879, o papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana de Joaquim), estendeu sua festa a toda Igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.


fonte: www.amiguinhosdedeus.com





SÃO JOAQUIM E SANT’ANA


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Os avós queridos de Jesus

Eles se chamavam Joaquim e Ana. Ana, ou “Hannâ” em hebraico, que significa “graça”. Ela pertencia à família do sacerdote Aarão.Joaquim, “Yônâkhîr”, em hebraico significa “Deus prepara”, ele pertencia à família real de Davi.

Tem um livro que não está na Bíblia, muito antigo e dizem que foi São Tiago quem escreveu, com essa linda história:

Os dois moravam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana. São Joaquim e Santa Ana não tinham filhos e já eram idosos. Mesmo assim, Joaquim não desistia de pedir um filho para Deus, pois sabia que Ele pode tudo. Um dia, retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência por essa intenção. Ali, um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Algum tempo depois, Ana ficou grávida. Nasceu uma menina a quem chamaram Maria, “Miriam” em hebraico, que significa “Senhora da Luz”. E quem é essa menina? Nada mais, nada menos que… Tharááám: a Mãe de Jesus!

Olha que lindo o que o Papa Francisco falou sobre os avós no Angelus, aqui no Brasil na Jornada da juventude…


blog.cancaonova.com/amigosdoceu



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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO AOS AVÓS E IDOSOS



Mães nunca Morrem.


Velha Rabugenta

Mensagem em Power Point


O Grupo de oração em minha vida.


Renata_CrispimQuisera eu ser uma poetisa para dizer de maneira tão bela o quanto encontrar o Grupo de Oração São José foi importante em minha vida, mas talvez as palavras não caberiam neste singelo papel, afinal são incontáveis os diversos sentimentos que aprendi a exercitar participando deste grupo. Mesmo assim peço-lhes licença e a liberdade em relatar uma pequena parte desta importância que surgiu em meu caminho.


Nunca esqueci de que um dia minha mãe me disse que devíamos sempre procurar participar da igreja, afinal se não fôssemos pelo amor, iríamos pela Dor… Desta maneira quando criança e no decorrer da minha vida, nós participávamos , mas não de uma maneira fervorosa como hoje venho seguindo.

Foi quando certo dia, após enfrentar uma decepção na qual não havia justificativa a meus olhos, sem explicação, fiquei muito abalada sentimentalmente e então comecei a frequentar mais assiduamente a igreja.

Eu tentava não demonstrar meus sentimentos, tanto que não comentava com ninguém a situação, mas acho que a tristeza com o tempo foi se tornando um coração literalmente “duro”.

Neste período, um dia fui convidada por uma colega a conhecer o grupo de oração (São José).Pensei bem antes de aceitar, foi quando senti forte bater meu coração, hoje julgo ter sido um anjo enviado por Deus para me salvar, parecia que algo queria me dizer: Filha vai.. Daí aceitei o convite, e naquele dia mesmo fui ao nosso primeiro encontro.

Naquela noite aconteceu algo que eu jamais havia sentido, fui realmente tocada e eu sentia muito forte a presença de Jesus Cristo me dando as mãos com toda a força. Lágrimas corriam em minha face sem sessar e quando de repente uma mão de um irmão tocou minha cabeça, eu tinha somente uma imagem, uma família linda ( José, Maria e Jesus ), realmente a sagrada família, na qual através daquele irmão , me estendeu a sua mão fazendo com que a dor que eu carregava em meu coração amenizasse.

Toda aquela angústia e solidão iam se extinguindo de acordo com o que eu participava a cada semana, a cada dia que nos encontrávamos na casa do senhor, uma igreja tão acolhedora, um lugar que eu sinceramente me sentia a melhor pessoa do mundo.

Nunca vou esquecer-me das palavras acolhedoras que recebi daí em diante: Deus tem maravilhas reservadas para você… Jesus te ama… Repouse nos braços do pai… A paz de Jesus… Que bom que você veio… Já estava com saudades… Oh Glória! Dentre várias outras. Tudo isso me motivava e fazia com que o amor à palavra de Deus tornasse realmente o meu pão de cada dia, essencial para o meu existir.

Foi quando comecei a me envolver e participar com frequência do Grupo de Oração, que hoje tenho a liberdade de dizer que foi mais uma família que ganhei. Família na qual foi esta que me estendeu as mãos sem qualquer interesse e me ensinou muito de uma maneira muito simples, que muitas vezes não damos total atenção, pois sempre há motivos para nos desculparmos ao invés de servir.

As amizades iam se formando, as coincidências aparecendo, os sinais da presença de Deus em minha vida se tornavam tão reais a ponto de fazer com que as pessoas que conviviam comigo percebessem que eu já não era mais a mesma Renata.

Comecei a ser convidada a participar de eventos da igreja, servindo sempre com toda disposição e carinho, me doando verdadeiramente ao serviço de Deus. Levando a sua palavra àqueles que mais necessitavam, ofertando meu sorriso aqueles que mais estavam carentes, e aprendendo a rezar o terço, no qual hoje não sei ficar um dia sequer sem ele.

A cada pregação que eu escutava, a cada palavra lida, a cada música que eu ouvia e tentava cantar, a cada louvor e agradecimento, tudo isto foi se tornando um novo ensinamento. Posso confirmar e agradecer a Deus pela oportunidade que estou tendo em me formar na melhor e mais bela faculdade.

Tudo isso foi surtindo efeito positivo, vários sinais surgiam para confirmar que Deus estava comigo naquele momento, isto me confortava, afinal antes de conhecer o grupo São José eu estava me sentindo literalmente sozinha. Hoje sei que Deus esta ao meu lado o tempo todo. Posso até muitas vezes ficar sozinha, mas eu não sou só, tenho o mais lindo e belo companheiro, aquele que é incapaz de me abandonar, sendo assim os espaços que antes estavam vazios em minha vida foi preenchido pelo Amor de Jesus Cristo e nossa família São José.

A alegria voltou a surgir em meu sorriso, Jesus Cristo me levantou, eu conseguia enxergar a felicidade em minha volta, mesmo não estando ao lado das pessoas que a todo o momento desejava que estivessem comigo, porque eu tinha a certeza que Deus me escutava e as protegiam para mim.

Estou tendo uma oportunidade incrível em minha vida, e espero retribuir resgatando outras pessoas que talvez estejam passando pela mesma situação que eu passei. Que eu possa através do grupo de oração São José ser canal da palavra de Deus e abraçar estas pessoas que necessitam do amor de Cristo em suas vidas. Gostaria de contribuir espalhando esta sementinha que germinou em mim em outros terrenos, regando, evangelizando pessoas, que infelizmente ainda não perceberam a luz que ilumina nosso caminho, mesmo em dias nublados.

Eu me entrego a ti Pai para poder ajudar a salvar vidas de uma maneira muito simples: o remédio aqui é um remédio que não me ensinaram a manipular na minha faculdade de farmácia pelo qual me formei, mas graças a Deus, estou tendo a oportunidade em aprender nesta faculdade de Deus, através do grupo de Oração São José, este sim me ensinou a fórmula mais bonita para preparar este medicamento, capaz de curar tantas pessoas, no qual necessitam da palavra de Deus. Esta fórmula além de bela não tem segredo é simplesmente isso que diz a palavra: “VEM E SEGUE-ME! SERVIR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E AMAR AO PRÓXIMO ASSIM COMO JESUS NOS AMOU”

Para confirmar e realmente selar o amor que Deus tem por nós, foi revelado em: JOÃO 15, 16-17. Vale a pena ler depois esta passagem.

Nem ouro, nem prata seriam capazes de retribuir tudo o que o grupo de oração São José fez por mim. Somente a fé e perseverança no qual vocês me ensinaram buscar são capazes de contribuir aos serviços de Jesus. O que tenho a dizer é: eis me aqui senhor para ti servir, que meus pensamentos sejam voltados para ti, que meus olhos estejam aqui para observar quem necessita de ti, meus ouvidos para escutá-lo, minha boca para anunciar sua palavra, louvar e agradecer a ti por tudo em nossa vida, meu coração para senti-lo e amá-lo, meus braços para abraça-lo, bem como minhas mãos para trabalhar na casa do senhor.

Quero ser um exemplo onde quer que eu esteja testemunhando as maravilhas que Deus faz em minha vida. Vocês fazem parte de uma destas maravilhas que me foi concedida. Agradeço a vocês por não se cansarem de me ofertar o carinho que eu jamais receberia se não tivesse conhecido este grupo de oração São José, foi o carinho mais sincero que recebi nesta cidade (Goianésia). Com certeza meu coração pertence a Deus e a este grupo.

Portanto vocês descobriram o que o grupo de oração representa em minha vida?! A família que me faltava nesta cidade, que me ensina a viver a vida muito melhor e de maneira muito simples. É a luz que me ilumina meu dia. Um belo presente que recebi de DEUS… As adversidades surgem em nossos caminhos, muitas vezes também temos defeitos, aflições, anseios, limitações, dificuldades, falhamos em alguns momentos, mas a vontade de aprender e vencer supera todos os obstáculos quando temos um coração perseverante. Não tenho nem palavras para agradecê-los.

Gostaria de partilhar um acontecimento durante o meu primeiro dia de férias foi quando fui visitar meu pai, afinal era o aniversário dele (03/08), ele me disse que havia ganhado um presente, mas que não sabia como usá-lo e pediu para que eu o ensinasse. Desde já fiquei imaginando o que seria, foi quando ele me mostrou o lindo presente, o terço. Comecei a interceder para que nossa senhora me regasse de sabedoria para poder ensinar a meu pai como rezá-lo, afinal eu estava sem meu livrinho com os mistérios. Mas naquele momento eu senti uma imensa segurança e consegui colocar em um papel para meu pai, escrevi todos os mistérios, foi providência divina que me auxiliou. A cada ave-maria, lembrava-me de cada um de vocês do Grupo de Oração, e o quanto desejei tê-los naquele momento para me ajudar.

Durante estas minhas férias parei uns minutos para refletir o quanto Deus é maravilhoso, naquele lugar quanta perfeição Deus fez a natureza simplesmente linda: as ondas, o vento, a areia, o verde, o sol, a lua, enfim tudo havia a presença de Deus em cada detalhe. Durante o amanhecer ele aparecia para mim através do sol dizendo: tenha um bom dia filha, aproveite seu dia que foi com muito amor que preparei para você e ao entardecer ele também me dizia sei que tu queres um abraço, por isso vim te desejar um excelente entardecer e ao anoitecer através da lua e das estrelas, mais uma vez ele me dizia: lembre-se o quanto seu dia foi maravilhoso e não se esqueça de mim, pois estarei bem pertinho. É impossível não pensar e não sentir saudades das pessoas que agente realmente ama naquele lugar paradisíaco. Por isso me lembrei de vocês (grupo de oração São José) Obrigada Jesus! Obrigada grupo de oração São José! Louvado seja nosso senhor Jesus Cristo, para sempre seja louvado. Estamos aqui reunidos e permaneceremos sempre unidos, em nome do pai, filho e espírito santo. Amém!

“A palavra mais verdadeira e que é capaz de consolar meu coração… Um poema de hora em hora é a prescrição que tenho o prazer de cumprir. Esta é a melhor receita para todos os momentos(JESUS)”.
Obrigada Jesus pela melhor companhia que eu poderia ter neste momento.

“Hoje ando devagar, porque já tive pressa e levo este sorriso, porque já chorei de mais… Hoje me sinto mais forte mais feliz quem sabe…” Tudo isto porque tenho Jesus na minha vida!

 

Renata Crispim

Grupo de Oração São José

Diocese de Uruaçu-GO

http://www.rccbrasil.org.br/institucional/artigos/1039-testemunho-o-grupo-de-oracao-e-onde-me-sinto-a-melhor-pessoa-do-mundo.html

Grupo de oração em minha vida


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O Senhor é a minha força e meu escudo protetor.


Às vezes parece que nos esquecemos de que somos de propriedade exclusiva do Senhor, que a Ele pertencemos e que, portanto, Ele cuida de nós, nos ajuda e nos protege.


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Este é o resultado dos maus momentos que estamos enfrentando e nos esquecemos de tudo que Deus pode realizar em nossas vidas, com isso minimizamos a capacidade do poder de Deus e damos mais valor para os problemas que estamos enfrentando do que a essa capacidade de Deus para resolvê-los.

O rei e salmista Davi conhecia muito bem esse papel em que Deus se revelava claramente. Por assim dizer Davi escreveu em vários de seus salmos que Deus era seu escudo protetor:

O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela.” (Salmo 17,3)

“O meu escudo é Deus, que salva o coração reto e sincero” (Salmo 07,11).

Os caminhos de Deus são perfeitos, a palavra do Senhor é pura. Ele é o escudo de todos os que nele se refugiam. “(Salmo 17,31).

O Senhor é a minha força e o meu escudo! Por isso meu coração exulta e o louvo com meu cântico. “(Salmo 27,7).

Davi O grande guerreiro de Deus, que enfrentou Golias com apenas uma funda e uma pedrinha nas mãos reconhece o fato de que Deus era o seu escudo que lhe deu a garantia de proteção contra o inimigo e de que tudo ficaria bem. Basta colocar a fé em Deus, a verdadeira confiança que temos em sua proteção e Ele nos ajudará nestes tempos difíceis onde cremos que temos pouca chance sair vitoriosos, mas a confiança em Deus faz com que aquilo que parece improvável se torne possível, pois só Deus pode dar as respostas perfeitas para as situações difíceis.

Hoje eu pergunto: Quem é o seu escudo, em quem colocou a sua confiança? Não se deixe intimidar pelas circunstâncias difíceis que estão ao seu redor. Em vez disso confie plenamente no poder de Deus, confie em sua capacidade de resolver todos os problemas que nos parecem impossíveis de resolver e, em seguida, comece a sentir os resultados melhores do que sua mente poderia imaginar.

Quando aceitamos Deus como nosso verdadeiro escudo, não importa os ataques que virão contra nós, pois seu poder é infinito e faz o maior ataque do maior inimigo se tornar insuficiente, pois Ele é especialista e o melhor estrategista das maiores batalhas e nunca perdeu uma só dentre todas que pelejou.

Você tem Deus como seu verdadeiro escudo contra todo mal ?


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Carinhos Quentes.


Já parou para pensar em como você trata as pessoas?

Se oferece carinho verdadeiro aos outros ou se a sua forma de tratamento com os que te cercam mesmo cruzam sua vida é fria e artificial. Cada vez mais nos deparamos com a necessidade de sermos calorosos nas relações. De nos doarmos e atendermos as pessoas com boa vontade e entrega. Construindo relacionamentos e não somente relações, nos despindo do egoísmo e do eu. 

Neste conto, Claude Steiner, com muita sabedoria e ternura, sintetiza muitas idéias sobre Carícias, Relacionamentos, Carinhos e afeto.


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Era uma vez, há muito tempo, um casal feliz, Antonio e Maria, com dois filhos chamados João e Lúcia. Para entender a felicidade deles, é preciso retroceder àquele tempo.

Cada pessoa, quando nascia, ganhava um saquinho de carinhos. Sempre que uma pessoa punha a mão no saquinho podia tirar um Carinho Quente. Os Carinhos Quentes faziam as pessoas sentirem-se quentes e aconchegantes, cheias de carinho. As pessoas que não recebiam Carinhos Quentes expunham-se ao perigo de pegar doença nas costas que as fazia murchar e morrer.

Era fácil receber Carinhos Quentes. Sempre que alguém os queria, bastava pedi-los. Colocando-se a mão na sacolinha surgia um Carinho do tamanho da mão de uma criança.  Ao vir à luz o Carinho se expandia e se transformava num grande Carinho Quente que podia ser colocado no ombro, na cabeça, no colo da pessoa. Então, misturava-se com a pele e a pessoa se sentia toda bem.

As pessoas viviam pedindo Carinhos Quentes umas às outras e nunca havia problemas para consegui-los, pois eram dados de graça. Por isso todos eram felizes e cheios de carinhos, na maior parte do tempo.

Um dia uma bruxa má ficou brava porque as pessoas, sendo felizes, não compravam as poções e unguentos que ela vendia. Por ser muito esperta, a bruxa inventou um plano muito malvado. Certa manhã ela chegou perto de Antonio enquanto Maria brincava com a filha e cochichou em seu ouvido:

“olha Antonio, veja os carinhos que Maria está dando à Lúcia. Se ela continuar assim vai consumir todos os carinhos e não sobrará nenhum pra você”. Antonio ficou admirado e perguntou:

“Quer dizer então que não é sempre que existe um Carinho Quente na sacola?”

E a bruxa respondeu: “Eles podem se acabar e você não os ganhará mais”. Dizendo isso a bruxa foi embora, montada na vassoura, gargalhando muito. Antonio ficou preocupado e começou a reparar cada vez que Maria dava um Carinho Quente para outra pessoa, pois temia perdê-los. Então começou a se queixar que Maria, de quem gostava muito, e Antonio também parou de dar carinhos aos outros, reservando-os somente para ela. As crianças perceberam e passaram também a economizar carinhos, pois entenderam que era errado dá-los. Todos ficaram cada vez mais mesquinhos. As pessoas do lugar começaram a sentir-se menos quente e acarinhados e algumas chegaram a morrer por falta de Carinhos Quentes.


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Cada vez mais gente ia à bruxa para adquirir unguentos e poções. Mas a bruxa não queria realmente que as pessoas morressem porque se isso ocorresse, deixariam de comprar poções e unguentos: inventou um novo plano. Todos ganhavam um saquinho que era muito parecido com o saquinho de Carinhos, porém era frio e continha Espinhos Frios. Os Espinhos Frios faziam as pessoas sentirem-se frias e espetadas, mas evitava que murchassem. Daí para frente, sempre que alguém dizia “Eu quero um Carinho Quente”, aqueles que tinham medo de perder um suprimento, respondiam: “Não posso lhe dar um Carinho Quente, mas, se você quiser, posso dar-lhe um Espinho Frio”. A situação ficou muito complicada porque, desde a vinda da bruxa havia cada vez menos Carinhos Quentes para se achar e estes se tornaram valiosíssimos. Isto fez com que as pessoas tentassem de tudo para consegui-los. Antes da bruxa chegar as pessoas costumavam se reunir em grupos de três, quatro, cinco sem se preocuparem com quem estava dando carinho para quem. Depois que a bruxa apareceu, as pessoas começaram a se juntar aos pares, e a reservar todos seus Carinhos Quentes exclusivamente para o parceiro. Quando se esqueciam e davam um Carinho Quente para outra pessoa, logo se sentiam culpadas.

As pessoas que não conseguiam encontrar parceiros generosos precisavam trabalhar muito para obter dinheiro para comprá-los. Outras pessoas se tornavam simpáticas e recebiam muitos Carinhos Quentes sem ter de retribuí-los. Então, passavam a vendê-los aos que precisavam deles para sobreviver. Outras pessoas, ainda, pegavam os Espinhos Frios, que eram ilimitados e de graça, cobriam-nos com cobertura branquinha e estufada, fazendo-os passar por Carinhos Quentes. Eram na verdade carinhos falsos, de plástico, que causavam novas dificuldades.

Por exemplo, duas pessoas se juntavam e trocavam entre si, livremente, os seu Carinhos Plásticos. Sentiam-se bem em alguns momentos mas, logo depois sentiam-se mal. Como pensavam que estavam trocando Carinhos Quentes, ficavam confusas. A situação, portanto, ficou muito grave.

Não faz muito tempo uma mulher especial chegou ao lugar. Ela nunca tinha ouvido falar na bruxa e não se preocupava que os Carinhos Quentes acabassem. Ela os dava de graça, mesmo quando não eram pedidos.


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As pessoas do lugar desaprovavam sua atitude porque essa mulher dava às suas crianças a ideia de que não deviam se preocupar com que os Carinhos Quentes terminassem, e a chamavam de Pessoa Especial. As crianças gostavam muito da Pessoa Especial porque se sentiam bem em sua presença e passaram a dar Carinhos Quentes, sempre que tinham vontade. Os adultos ficavam muito preocupados e decidiram impor uma lei para proteger as crianças do desperdício de seus Carinhos Quentes. A lei dizia que era crime distribuir Carinhos Quentes sem uma licença. Muitas crianças, porém, apesar da lei, continuavam a trocar Carinhos Quentes sempre que tinham vontade ou que alguém os pedia. Como existiam muitas crianças parecia que elas prosseguiram seu caminho. Ainda não sabemos dizer o que acontecerá.

As forças da lei e da ordem dos adultos forçarão as crianças a parar com sua imprudência?

Os adultos se juntarão à Pessoa Especial e às crianças entenderão que sempre haverá Carinhos Quentes, tantos quantos forem necessários?

Lembrar-se-ão dos dias em que os Carinhos Quentes eram inesgotáveis porque eram distribuídos livremente?

Em qual dos lados você está?

O que você pensa disso?


Uma História de Amor – Claude Steiner, em livro de Roberto Shinyashiki

Texto retirado de : Shinyashiki, Roberto. A carícia essencial, Uma Estória de carinhos, S.Paulo, Ed.Gente, 1988.


Não existe nenhuma novidade nesta estória:

Vemos muitos pontos em comum com a Bíblia, apenas foi escrito o que acontece realmente todos os dias de uma forma que as crianças compreendam mais facilmente, principalmente pelo fato das criança serem as protagonistas da estória, afinal se todos agissem como crianças e doassem seu amor e seu carinho sem reservas e sem medo de perder algo que jamais acaba, talvez teríamos muito menos tristeza, guerras e morte no mundo em que vivemos.



Preserve a natureza com muitoAmor.


CHÁCARA JEUS CURA OLHA O URSO
porco-espinho Beijo_que_cura
Amigos_como_a_rocha Tende_Misericordia_Senhor Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços

Jesus, eu confio em vós.


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“Confiança! Não temas!”

Este texto vai aumentar a SUA confiança em Deus


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DEPOIMENTO


Jesus Cristo nos convida à Confiança.

Voz de Cristo, voz misteriosa da graça que ressoais no silêncio dos corações, vós murmurais no fundo de nossas consciências palavras de doçura e de paz. Às nossas misérias presentes repetis o conselho que o Mestre dava, frequentemente, durante sua vida mortal:

Confiança, confiança!”.

À alma culpada, oprimida sob o peso de suas faltas, Jesus dizia: “Confiança, filha, teus pecados te serão perdoados!”. “Confiança”, dizia à doente abandonada que só dEle espera a cura, “tua fé te salvou”.

Quando os apóstolos tremiam de pavor vendo-O caminhar, de noite, sobre o lago de Genesaré, Ele os tranquilizava por esta expressão pacificadora: “Tende confiança! Sou Eu, nada temais!”.

E na noite da Ceia, conhecendo os frutos infinitos do seu Sacrifício, lançava Ele, ao partir para a morte, o brado de triunfo: “Confiança! Confiança! Eu venci o mundo!…”.

Esta palavra divina, ao cair de seus lábios adoráveis, vibrante de ternura e de piedade, operava nas almas uma transformação maravilhosa.

Um orvalho sobrenatural lhes fecundava aridez, clarões de esperança lhes dissipavam as trevas, uma calma serenidade delas afugentava a angústia. Pois as palavras do Senhor são “espírito e vida”. Bem aventurados os que a ouvem e a põe em prática.

Como outrora aos seus discípulos, é a nós, agora, que Nosso Senhor convida à confiança. Por que recusaríamos atender à sua voz?

Muitas almas têm medo de Deus

Poucos cristãos, mesmo entre os fervorosos, possuem essa confiança que exclui toda ansiedade e toda hesitação. Várias são as causas desta deficiência.

O Evangelho narra que a pesca miraculosa aterrou São Pedro. Com impetuosidade habitual, ele mediu de relance a distância infinita que separava da sua própria pequenez a grandeza do Mestre. Tremeu de terror sagrado, e prosternando-se a face contra a terra: “Afastai-vos de mim, Senhor, exclamou, que sou um pecador!”.

Certas almas têm, como o Apóstolo, esse terror. Elas sentem tão vivamente a própria indigência e as próprias misérias, que mal ousam aproximar-se da Divina Santidade.

Parece-lhes que um Deus assim puro deveria sentir repulsão ao inclinar-Se para elas. Triste impressão, que lhes dá a vida interior uma atitude contrafeita, e, por vezes, a paralisa completamente.

Como se enganam essas almas!

Logo aproximou-Se Jesus do Apóstolo assustado: “Não temas!” disse-lhe, e o fez levantar-se…

Vós também, cristãos, que do seu amor tantas provas recebestes, nada temais! Nosso Senhor receia acima de tudo que tenhais medo dEle.

Vossas imperfeições, vossas fraquezas, vossas faltas mesmo graves, vossas reincidências tão frequentes, nada O desanimará, contanto que desejeis sinceramente converter-vos. Quanto mais miseráveis sois, mais Ele tem compaixão de vossa miséria, mais deseja cumprir, junto a vós, sua missão de Salvador…

Não foi sobretudo para os pecadores que Ele veio à terra?


Leão e Menina

A outras almas falta a fé…

A outras almas falta a fé. Elas têm certamente essa fé comum, sem a qual trairiam a graça do Batismo. Creem que Nosso Senhor é todo-poderoso, bom e fiel a suas promessas; mas não sabem aplicar essa crença às suas necessidades particulares.

Não são dominadas pela convicção irresistível de que Deus, atento às suas provações, para elas Se volve a fim de socorrê-las.

Jesus Cristo pede-nos, no entanto, essa fé especial e concreta. Ele a exigia outrora como condição indispensável dos seus milagres; espera-a ainda de nós, antes de nos conceder os seus benefícios…

Se podes crer, tudo é possível àquele que crê”, dizia ao pai do pequenino possesso. E, no convento de Paray-le-Monial, empregando quase os mesmos termos, repetia a Santa Margarida Maria: “Se puderes crer, verás o poder do meu Coração na magnificência do meu amor…”.

Podeis crer? Podereis chegar a esta certeza tão forte que nada a abala, tão clara que equivale à evidência? Isso é tudo. Quando chegardes a esse grau de confiança vereis maravilhas realizaram-se em vós…

Pedi ao Mestre Divino que aumente a vossa fé. Repeti-Lhe com frequência a prece do Evangelho: “Eu creio, Senhor, mas ajudai a minha incredulidade”…

Esta desconfiança de Deus lhes é muito prejudicial.

A desconfiança, sejam quais forem suas causas, nos traz prejuízo, privando-nos de grandes bens.

Quando São Pedro, saltando da barca, se lançou ao encontro do Salvador, caminhou, a princípio, com firmeza sobre as ondas. Soprava o vento com violência. As vagas ora levantam-se em turbilhões furiosos ora cavavam no mar abismos profundos…

A voragem abria-se diante do Apóstolo. Pedro tremeu… hesitou um segundo, e, logo, começou a afundar…

Homem de pouca fé, disse-lhe Jesus, por que duvidaste?”

Eis a nossa história. Nos momentos de fervor, ficarmos tranquilos e recolhidos ao pé do Mestre. Vindo a tempestade, o perigo absorve a nossa atenção. Desviamos então os olhares de Nosso Senhor para fitá-los ansiosamente sobre os nossos sofrimentos e perigos. Hesitamos… e afundamos logo!

Assalta-nos a tentação. O dever se nos torna enfadonho, a sua austeridade nos repugna, o seu peso nos oprime. Imaginações perturbadoras nos perseguem. A tormenta ruge na inteligência, na sensibilidade, na carne…

E perdemos pé; caímos no pecado, caímos no desânimo, mais pernicioso do que a própria falta. Almas sem confiança, por que duvidamos?

A provação nos assalta de mil maneiras. Ora os negócios temporais periclitam, o futuro material nos inquieta. Ora a maldade ataca-nos a reputação.

A morte quebra os laços de afeições das mais legítimas e carinhosas. Esquecemos, então, o cuidado maternal que tem para nós a Providência… Murmuramos, revoltamo-nos, aumentamos assim as dificuldades e o travo doloroso do nosso infortúnio.

Almas sem confiança, por que duvidamos?

Se nos tivéssemos apegado ao divino Mestre com uma confiança tanto maior quanto mais desesperada parecesse a situação, nenhum mal desta nos adviria…

Teríamos caminhado calmamente sobre as ondas; teríamos chegado, sem tropeços, ao golfo tranquilo e seguro, e, breve, teríamos achado a plaga hospitaleira que a luz do Céu ilumina…

Os santos lutaram com as mesmas dificuldades… muitos dentre eles cometeram as mesmas faltas. Mas estes, ao menos, não duvidaram…

Ergueram-se sem tardanças, mais humildes após a queda, não contando, desde então, senão com o socorro do Alto…

Conservaram no coração a certeza absoluta de que, apoiados em Deus, tudo poderiam. Não foram iludidos nessa confiança!

Tornais-vos, pois, almas confiantes. Nosso Senhor a isso vos convida; e o vosso interesse assim o exige. Tornar-vos-eis, ao mesmo tempo, almas iluminadas, almas de paz.

*   *   *

Fonte: retirado do “Livro da Confiança” do Rev. Pe. Thomas de Saint-Laurent.


CONFIAR-EM-DEUS3[1]


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      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


Oremos pelas vítimas do jornal Charlie Hebdo.



#PrayersforParis

(Orações por Paris).


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O papa Francisco rezou nesta quinta-feira em sua missa matinal pelas vítimas do atentado contra a revista francesa Charlie Hebdo.

“O atentado de ontem em Paris nos faz pensar em toda essa crueldade humana; nesse terrorismo, seja um terrorismo isolado ou o terrorismo de Estado. A crueldade da qual o homem é capaz!”, declarou na missa diária que celebra na residência de Santa Marta.

Rezemos agora pelas vítimas dessa crueldade. Tantas vítimas! E rezemos também pelas pessoas cruéis, para que o Senhor converta seus corações”, acrescentou, em declarações à Rádio Vaticana.

Pouco depois, o santo padre enviou em seu Twitter em todos os idiomas a mensagem com o hastag #PrayersforParis (Orações por Paris).

Nesta condenação sem ambiguidade, Jorge Bergoglio lançou ainda um apelo a todos que “se oponham com todos os meios à difusão do ódio e a toda forma de violência”




CHÁCARA JEUS CURA
APOCALYPITO

Dia do Idoso.




(01 de Outubro, dia do Idoso)


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Em comemoração ao Dia Nacional do Idoso (01/10), segue um artigo direcionado a todos os idosos brasileiros: homens e mulheres; negros, brancos, pardos, indígenas e orientais; menos ou mais velhos; ativos ou dependentes; solteiros, casados, separados e viúvos!

Vocês, ao longo de suas vidas, fizeram e continuam fazendo parte da história do nosso país! Tenho certeza de que, direta ou indiretamente, esta população de idosos contribuiu com a formação moral, cívica e profissional de muitas outras pessoas, as quais aprenderam com seu exemplo de cidadãos!

Parece desnecessário falar que temos que respeitar todos esses idosos, porém, infelizmente parece que muitas pessoas esquecem este pressuposto básico. Acredito que muitos de nós aprendemos com os nossos pais a importância de se respeitar os mais velhos, porém, parece que isto tem ficado esquecido, já que muitas ações revelam o contrário. E não falo em respeitarmos apenas os idosos que já conhecemos, é nosso dever respeitar a todos eles.

Desrespeitamos um idoso cada vez que sentamos nos assentos destinados a eles nos ônibus; quando entramos nas filas destinadas a eles; sempre que excluímos um parente ou amigo idoso de uma conversa informal; quando rimos de alguma coisa que um idoso portador de demência fale ou faça; sempre que ignoramos o que o idoso fala, pensa ou sente; nas vezes em que permitimos que o idoso se isole da família e da comunidade; quando generalizamos todos como ranzinzas, chatos, rabugentos ou ultrapassados; sempre que não permitimos que o idoso participe das atividades domésticas; nas vezes em que acabamos por tratar o idoso como criança; dentre outras situações que configuram desrespeito ao idoso.

Noutras situações, bem mais graves, não estamos apenas desrespeitando, como também podemos estar violentando ou violando os direitos do idoso. Exemplo disso são a violência física (bater, empurrar, machucar, fazer movimentos bruscos, como publicado no site G1); a violência psicológica (chantagens, extorsão, xingamentos, agressão – neste mesmo link, achei pejorativo o filho referir-se ao pai como “o velho”); a negligência (como, por exemplo, a pessoa saber que um idoso está sendo vítima de violência e não denunciar o agressor, ou deixar de oferecer cuidados a um idoso que tem algum tipo de necessidade especial), dentre outras formas de violência, algumas destas passíveis de serem penalizadas, como no caso deste auxiliar de enfermagem que poderá responder criminalmente enquanto pessoa e enquanto profissional.

Respeitamos o idoso quando o reconhecemos seu papel enquanto pessoa, garantindo a ele sua dignidade, moradia, alimentação, condições de saúde e qualidade de vida. Quando respeitamos seus direitos adquiridos com o avanço da idade e cuidamos para que os outros também os respeitem. Quando respeitamos sua condição de idoso, seu estado demencial e ensinamos as crianças a fazerem o mesmo. Quando o tratamos como idoso – não como criança ou adolescente – mas enquanto um cidadão com direitos, deveres e ampla carga de experiência. Quando incluímo-nos em atividades sociais, educacionais, laborais e familiares, respeitando seu ponto de vista, dando espaço para que ele também dialogue.

E você? O que faz para demonstrar seu respeito aos idosos? Conte-nos.

Luciene C. Miranda  – Psicóloga – lucienecm@yahoo.com.br

– Veja Mais em: Cuidar de idosos

(A família verdadeiramente cristã é capaz de mudar o mundo em que vivemos da água para o vinho).

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  Atualizado em 01/10/2014


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Mães nunca Morrem.


Velha Rabugenta

Mensagem em Power Point


45 lições que a vida me ensinou …


O Tempo que passa em nossas vidas não deveria apenas envelhecer nossa aparência física, mas sim, nos ensinar a Viver melhor e ser feliz.

Presentepravoce


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“Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou.

É a coluna mais solicitada que eu já escrevi.” “Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:

1. A vida não é justa, mas ainda é boa.

2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .

3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.

4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.

5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.

6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.

7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.

8. Pode ficar bravo com Deus. Ele suporta isso.

9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.

10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.

11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.

12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.

13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.

14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.

15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.

16. Respire fundo. Isso acalma a mente.

17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.

18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.

19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.

20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.

21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.

22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.

23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.

24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.

25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..

26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’

27. Sempre escolha a vida. 28. Perdoe tudo de todo mundo.

29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.

30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..

31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.

32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.

33. Acredite em milagres.

34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.

35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.

36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.

37. Suas crianças têm apenas uma infância.

38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.

39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.

40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.

41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa. 42. O melhor ainda está por vir.

43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.

44. Produza!

45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”

Escrito por Regina Brett, com apenas 90 (*) anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.

(*) – mantive o texto original de um viral na web, mas segundo fontes corrigidas na na rede web atual, a idade de Regina Brett 59 quando publicou o texto e atualmente seria ainda em torno de 64 anos.

(A Opção de por em prática em sua vida estas 45 lições e ser feliz ainda hoje é toda sua).

      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


911 – Resolva qualquer problema a qualquer hora.


Ligações de emergência e a qualquer hora


Seja lá qual for a sua necessidade, Deus estará sempre de braços e ouvidos abertos para te atender.



13. Quando eu cerrar os céus, e não houver mais chuva, quando ordenar aos gafanhotos que devorem a terra, ou quando enviar a peste contra meu povo, 14. se meu povo, sobre o qual foi invocado o meu nome, se humilhar, se procurar minha face para orar, se renunciar ao seu mau procedimento, escutarei do alto dos céus e sanarei sua terra. 15. Doravante meus olhos estarão abertos e meus ouvidos atentos às preces feitas neste lugar,     

(II Crônicas, 7, 13 a 16)



Agenda_bíblica


LIGUE AGORA MESMO !


Esses telefones de emergência podem ser discados diretamente. Nenhum operador de assistência faz-se necessário Todas as linhas do céu estão abertas 24 horas por dia!

Basta clicar nos links abaixo:


Quando estiver triste,

ligue João 14

Quando pessoas faltarem com você,

ligue Salmos 27

Se você quer ser frutífero,

ligue João 15 – A Videira Verdadeira

Quando você estiver nervoso,

ligue Salmo 50

Quando você estiver preocupado,

ligue Mateus 6:19-34

Quando você estiver em perigo,

ligue Salmo 90

Quando Deus parecer distante,

ligue Salmo 138

Quando sua fé divina precisar ser ativada,

ligue Hebreus 11 – Um teste de Fé.

Quando você está solitário e com medo,

ligue Salmos 22

Quando você for áspero e crítico,

ligue 1 Corintios 13

Para saber o segredo da felicidade de Paulo,

ligue Colosenses 3:12-17

Para ideia de Cristianismo,

ligue 2 Corintios 5:15-19

Quando você sentir-se triste e sozinho,

ligue Romanos 8:31-39 – Noites Traiçoeiras

Quando você quiser paz e descanso,

ligue Mateus 11:25-30

Quando o mundo parecer maior que Deus,

ligue Salmos 89

Quando você quiser a garantia de Cristo,

ligue Romanos 8:1-30

Quando você deixar a casa para trabalhar ou viajar,

ligue Salmo 120

Quando suas orações forem estreitas ou egoístas,

ligue Salmo 66

Para uma excelente oportunidade ou invenção,

ligue Isaias 55

Quando você quer coragem para fazer uma tarefa, um dever,

ligue Josué 1

Como ficar junto com companheiro,

ligue Romanos 12

Quando você pensa em investimentos / retornos,

ligue Marcos 10

Se seu livrinho de bolso está cheio,

ligue Salmos 37

Se você perdeu a confiança nas pessoas,

ligue 1 Corintios 13

Se as pessoas parecem indelicadas,

ligue João 15

Se você está desencorajado com o trabalho,

ligue Salmos 125

Se você acha que o mundo e você estão crescendo pouco,

ligue Salmos 18



Semeando a cultura de Pentecostes


Biblia_catolica_on_line Oração_abre_as_portas_para_a_presença_de_Deus


Nossa alegria é caminhar com Jesus.



«Jesus caminhava à frente deles» (Mc 10, 32).


Durante o consistório ordinário público para a criação de 19 cardeais, realizado na manhã de sábado 22 de Fevereiro, na basílica de São Pedro, o Sumo Pontífice pronunciou a seguinte alocução.


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Nossa Alegria é Caminhar com Jesus. 


«Jesus caminhava à frente deles» (Mc 10, 32).



Também neste momento Jesus caminha à nossa frente. Ele está sempre à nossa frente. Precede-nos e abre-nos o caminho… E esta é a nossa confiança e a nossa alegria: ser seus discípulos, estar com Ele, caminhar atrás d’Ele, segui-Lo…

Quando eu e os Cardeais concelebramos juntos a primeira santa Missa na Capela Sistina, «caminhar» foi a primeira palavra que o Senhor nos propôs: caminhar e, em seguida, construir e confessar.

Hoje volta aquela palavra, mas como um ato, como a ação de Jesus que continua: «Jesus caminhava…» Isto é uma coisa que impressiona nos Evangelhos: Jesus caminha muito e instrui os seus discípulos ao longo do caminho. Isto é importante. Jesus não veio para ensinar uma filosofia, uma ideologia… mas um «caminho», uma estrada que se deve percorrer com Ele; e aprende-se a estrada, percorrendo-a, caminhando. Sim, queridos Irmãos, esta é a nossa alegria: caminhar com Jesus.

E isso não é fácil, não é cômodo, porque a estrada que Jesus escolhe é o caminho da cruz. Enquanto estão a caminho, fala aos seus discípulos do que lhe acontecerá em Jerusalém: prenuncia a sua paixão, morte e ressurreição. E eles ficam «surpreendidos» e «cheios de medo». Surpreendidos, sem dúvida, porque, para eles, subir a Jerusalém significava participar no triunfo do Messias, na sua vitória – como se vê em seguida pelo pedido de Tiago e João; e cheios de medo, por causa daquilo que Jesus haveria de sofrer e que se arriscavam a sofrer eles também.

Mas nós, ao contrário dos discípulos de então, sabemos que Jesus venceu e não deveríamos ter medo da Cruz; antes, é na Cruz que temos posta a nossa esperança. E, contudo, sendo também nós humanos, pecadores, estamos sujeitos à tentação de pensar à maneira dos homens e não de Deus.

E quando se pensa de maneira mundana, qual é a consequência? Diz o Evangelho: «Os outros dez indignaram-se com Tiago e João» (cf. Mc 10, 41). Indignaram-se! Se prevalecer a mentalidade do mundo, sobrevêm as rivalidades, as invejas, as facções…

Assim, esta palavra que o Senhor nos dirige hoje, é muito salutar! Purifica-nos interiormente, ilumina as nossas consciências e ajuda a sintonizarmo-nos plenamente com Jesus; e a fazê-lo juntos, no momento em que aumenta o Colégio Cardinalício com a entrada de novos Membros.

Então «Jesus chamou-os…» (Mc 10, 42). Aqui temos o outro gesto do Senhor. Ao longo do caminho, dá-se conta que há necessidade de falar aos Doze, pára e chama-os para junto de Si. Irmãos, deixemos que o Senhor Jesus nos chame para junto de Si! Deixemo-nos «con-vocar» por Ele. E ouçamo-lo, com a alegria de acolhermos juntos a sua Palavra, de nos deixarmos instruir por ela e pelo Espírito Santo para, ao redor de Jesus, nos tornarmos cada vez mais um só coração e uma só alma.

E, enquanto nos encontramos assim convocados pelo nosso único Mestre, «chamados para junto d’Ele», digo-vos aquilo de que a Igreja precisa: precisa de vós, da vossa colaboração e, antes disso, da vossa comunhão comigo e entre vós. A Igreja precisa da vossa coragem, para anunciar o Evangelho a tempo e fora de tempo, e para dar testemunho da verdade. A Igreja precisa da vossa oração pelo bom caminho do rebanho de Cristo; a oração – não o esqueçamos! – que é, juntamente com o anúncio da Palavra, a primeira tarefa do Bispo. A Igreja precisa da vossa compaixão, sobretudo neste momento de tribulação e sofrimento em tantos países do mundo. Exprimamos juntos a nossa proximidade espiritual às comunidades eclesiais e a todos os cristãos que sofrem discriminações e perseguições. Devemos lutar contra todas as discriminações! A Igreja precisa da nossa oração em favor deles, para que sejam fortes na fé e saibam reagir ao mal com o bem. E esta nossa oração estende-se a todo o homem e mulher que sofre injustiça por causa das suas convicções religiosas.

A Igreja precisa de nós também como homens de paz, precisa que façamos a paz com as nossas obras, os nossos desejos, as nossas orações. Fazer a paz! Ser artesãos da paz! Por isso, invoquemos a paz e a reconciliação para os povos que, nestes tempos, vivem provados pela violência, a exclusão e a guerra.

Obrigado, Irmãos muito amados! Obrigado! Caminhemos juntos atrás do Senhor e deixemo-nos cada vez mais convocar por Ele, no meio do povo fiel, do santo povo fiel de Deus, da Santa Mãe Igreja. Obrigado!

Papa Francisco




Padre_Leo_e_sua_Familia

Uma Oração

em cada dedo.

Papa Francisco



Jesus_disfarçado

Jesus mora

disfarçado dentro

de sua casa (teatro) 


A Árvore sem frutos!


Não é a ausência de frutos em uma árvore que determina sua verdadeira Nobreza, sua melhor qualidade pode ser um atributo que ainda não foi descoberto…


(Quem sou Eu para o Senhor Deus?)

É uma resposta que muitos não conseguem ver sozinhos e por isso temos aqui uma pequena meditação para nos ajudar neste encontro.


A árvore e sua razão de viver!

Era uma vez uma árvore, no meio de uma floresta. Ela era uma árvore muito pequena, de galhos muito frágeis, mas sonhava ser grande e dar muitos frutos. O tempo foi passando, seu caule engrossou e suas folhas se multiplicaram. Um belo dia, ela perguntou à sua mãe quando é que os frutos viriam.

– Oh! Meu amor! Não somos árvores frutíferas. Somos só assim, mesmo…

E a árvore chorou, porque não tinha nada pra oferecer. Via as pessoas apanharem frutas de suas companheiras, e até folhas medicinais, enquanto ela vivia ali, parada, inútil.

Até que ficou tão triste que teve vontade de morrer.
Suas folhas, então, foram murchando. Seus galhos começaram a secar.
Ela foi ficando cada vez mais curvada, seca, e, no silêncio de sua dor, ouviu um pássaro piar: – Pelo amor de Deus, Dona Árvore! Não faça isto. Minha esposa está chocando nossos filhotes, aqui neste seu galho. Se ele cair, que será de nós?

Espantada, ela começou a prestar atenção em si mesma. E passou a reparar quanta “gente” morava nela.
· Tinha uma família de micos-leões.
· E mais uma casinha de João-de-barro.
· E mais uns besouros.

Uma orquídea em botão, presa ao seu tronco, sussurrou: – Espere um pouco mais, pra ver a surpresa que vou lhe fazer!…

Então ela viu as abelhas que se tinham alojado num vão entre suas raízes, onde fabricavam mel saboroso. E viu uma família de pessoas almoçando à sua sombra.

E só então ela conseguiu ouvir a voz de Deus em seu coração, dizendo: – Nem todas as árvores têm frutos para dar. Porém algumas, como você, podem ter muito mais a oferecer…

A árvore, com aquele pensamento, recuperou a vontade de viver, ficando saudável em poucos dias. Assim , ela pôde festejar quando os passarinhos nasceram, e a orquídea logo se abriu.

Muitas gerações de crianças já construíram casas” e balanços em seus galhos firmes e fortes. Esta é uma de suas grandes alegrias!

E até hoje ela está lá, dando cada vez mais sombra, sustentando cada vez mais vidas, feliz por ter encontrado sua verdadeira razão de viver.

Ouça Deus colocando em seu coração qual a sua verdadeira razão de viver!

(Um Desafio Para Mim e para Você)

Todos os dias nos deparamos com situações de vida semelhantes a estas e por mais que trabalhemos neste mundo não conseguimos alcançar tudo que almejamos e talvez como demonstra esta estória seja porque já temos tudo o suficiente para sermos felizes, mas a unica moedinha que nos falte sempre nos impedirá de desfrutar desta Felicidade.   A verdade é que a ultima moeda jamais será a centésima moeda, pois sempre buscaremos algo a mais que nos complete definitivamente, mas este algo jamais poderá ser preenchido por algo material, poses, sexo, dinheiro ou poder, pois este algo que procuramos sem saber o que seria só poderá ser preenchido por Deus que é o que realmente falta na vida de cada um de nós.

A história do homem no paraíso não é apenas uma analogia comparativa para criancinhas ou iniciantes na fé, mas é uma verdade absoluta que principalmente os mais sábios e crescidos na Fé ainda não conseguem compreender totalmente, pois o homem só se sentira plenamente feliz quando estiver na presença de Deus e para isso ele não precisará possuir e nem ter nada em seu nome nesta terra, pois tudo pertence ao Pai e Tudo o que é do Pai me pertence é o que nos afirma Jesus quando compara a busca desenfreada pela felicidade do filho Pródigo nas coisas do mundo e a atitude egoísta do filho mais velho que não tem a capacidade de amar e perdoar o seu irmão.

“Explicou-lhe o pai:

Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. (São Lucas 15,31)

O Nosso desafio é este mesmo, “Como ser Feliz sem depender das coisas materiais deste mundo?” e “Como usufruir das coisas materiais e Espirituais que pertencem ao Pai sem tomar posse delas tirando a felicidade de nossos irmãos?”.

Quando atingirmos este objetivo seremos plenamente felizes.

Que Deus nos Abençoe

Presentepravoce – Sizenando





EM BUSCA DA FELICIDADE.

Um Filme baseado em fatos reais


Dinâmica da Pipoca

SAL DA TERRA


Francisco, Reconstrói a Minha Casa!



São Francisco de Assis Ouve a Voz de Cristo no Crucifixo.



Foi na encantadora igrejinha de São Damião, a um quilometro abaixo de Assis, toda humilde entre as oliveiras, que se deu o notável acontecimento. Francisco rezava com fervor ante o grande crucifixo bizantino: “Senhor, suplico-Vos me ilumines e dissipeis as trevas da minha alma”. Do crucifixo veio a resposta, suave e benevolente: “Francisco, restaura a minha casa, que desmorona”.

Iluminado por essa ordem precisa, correu à loja do pai, que se encontrava ausente, carregou o cavalo com várias peças de tecido e galopou em direção ao mercado de Foligno. Ali vendeu o tecido e a montaria. De volta a São Damião, encontrou o velho sacerdote que administrava o santuário e ofereceu-lhe o dinheiro para pagar as despesas de restauração; que desconfiado recusou. Francisco, então, atirou com desdém o dinheiro no canto de uma janela e suplicou ao velho sacerdote que lhe permitisse viver com ele. O outro aceitou.

Entrementes, voltou o pai a Assis e, informando-se dos acontecimentos, teve um acesso de violenta cólera. Reunindo parentes e amigos, desceu a São Damião, a fim de capturar o filho indigno; este, porém, refugiado numa caverna, passou um mês em oração, jejum e lágrimas.

Enfim, confiando no auxilio de Deus, foi ao encontro de seus perseguidores.

Assis acolheu o seu herói de ontem com vaias e pedradas; Pedro de Bernardone (seu pai) lançou-o numa enxovia (prisão subterrânea), exortando-o a renuncia de seus projetos.

Seguiu depois em viagem de negócios e a mãe libertou o seu Francisco, que regressou a São Damião.

Voltando de novo o pai, nova cena; desta vez, quis encerrar o caso e apresentou queixa aos cônsules.

Citado, Francisco compareceu e declarou-se a serviço de Deus; enviaram o queixoso ao tribunal do Bispo, perante o qual aceitou apresentar-se o filho insubmisso.

Intimado a restituir o dinheiro que tirara, Francisco respondeu com um gesto sublime: para nada conservar da herança paterna, despojou-se das próprias vestes, atirando-as aos pés do pai. Na eloquência de sua nudez, dirigiu-se aos presentes em solene linguagem: “Escutai-me todos e compreendei. Até agora chamei Pedro Bernardone meu pai. Agora, posso dizer: Pai Nosso, que estais nos Céus”

E o Bispo, em sinal de adoção, cobriu Francisco com seu manto.

Essa nova fase separava Francisco do mundo, consagrando-o ao serviço da igreja; doravante, achava-se livre para dedicar-se à tarefa que lhe indicara o próprio Cristo.

Ganhou novamente São Damião e, vestido com o hábito de eremita, iniciou, jubiloso, a restauração do santuário, pedindo materiais e alimento, chegando mesmo a reunir, não obstante as zombarias, companheiros que o auxiliassem no trabalho. Terminada a igrejinha de São Damião, e não tendo recebido outra ordem de Cristo, Francisco restaurou a de São Pedro. Depois a de Santa Maria dos Anjos, depois uma capela abandonada que ficava a uma légua da cidade e que se chamava, por causa das exíguas dimensões, “a Porciúncula”. Fascinado com a solidão do lugar, ali estabeleceu o seu domicilio. E foi ali, na humilde casa de Deus que em 24 de fevereiro de 1209, festa de São Matias, ouviu Francisco o apelo que rematou sua conversão, esclarecendo-lhe o sentido das palavras percebidas havia dois anos em São Damião.

O Evangelho do dia recordava as palavras pronunciadas por Jesus quando enviou os apóstolos a anunciarem a boa nova: “Ide e pregai, dizendo: Está próximo o Reino dos Céus… Não leveis à cintura ouro, nem prata, dinheiro, alforje para o caminho, nem duas túnicas, nem sandálias, nem bordão: porque o operário é digno do seu sustento”…

Não era a igreja de pedra que o Senhor lhe ordenava reconstruir, mas o Corpo Místico de Cristo, retalhado pelo ódio, vício e indiferença.

(do livro de Ivan Gobry, São Francisco de Assis e o espírito franciscano).

“Numa analise dos nossos tempos, rogamos a São Francisco de Assis uma nova restauração da Igreja de Cristo.”


FRANCISCO, RECONSTRÓI A MINHA IGREJA.


FRANCISCO, RECONSTRÓI A MINHA CASA!


O ENCONTRO DE FRANCISCO DE ASSIS

COM O CRISTO CRUCIFICADO

NA CRUZ DE SÃO DAMIÃO


A VIDA DE

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

A VIDA DE

SÃO FRANCISCO DE ASSIS




Francisco, O Papa da Alegria.



“Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!”…

(Filipenses, 4, 4)





Papa Francisco:

A Igreja deve ser sempre alegre como Jesus


2013-12-03 Rádio Vaticana



Cidade do Vaticano (RV) – A Igreja deve ser sempre alegre como Jesus: foi o que disse o Papa Francisco na Missa esta manhã na Casa Santa Marta. O Pontífice destacou que a Igreja é chamada a transmitir a alegria do Senhor aos seus filhos, uma alegria que dá a verdadeira paz.

Paz e alegria. O Papa Francisco desenvolveu a sua homilia enfocando esse binômio. Na primeira leitura, tirada do Livro de Isaías, observou ele, vemos o desejo de paz que todos nós temos. Uma paz que, diz Isaías, trará o Messias. No Evangelho, ao invés, “podemos ver um pouco da alma de Jesus, o coração de Jesus: um coração alegre”:

“Nós pensamos sempre em Jesus quando ele pregava, quando curava, quando caminhava, quando ia pelas estradas, também durante a Última Ceia … Mas não estamos tão acostumados a pensar em Jesus sorridente, alegre. Jesus era cheio de alegria: cheio de alegria. Naquela intimidade com o Pai: ‘exultou de alegria no Espírito Santo e louvou o Pai’. É precisamente o mistério íntimo de Jesus, o relacionamento com o Pai, no Espírito. É a sua alegria interior, a sua alegria interior que Ele nos dá”.

“E esta alegria – observou – é a verdadeira paz: não é uma paz estática, quieta, tranqüila”. Não, “a paz cristã é uma paz alegre, porque o nosso Senhor é alegre”. É, também, é alegre “quando fala do Pai: ama tanto o Pai que não pode falar do Pai, sem alegria”. O nosso Deus, reiterou, “é alegre”. E Jesus quis que a sua esposa, a Igreja, também fosse alegre”.

“Não se pode pensar em uma Igreja sem alegria e a alegria da Igreja é precisamente isso: anunciar o nome de Jesus. Dizer: ‘Ele é o Senhor. O meu esposo é o Senhor. É Deus. Ele nos salva, Ele caminha conosco. E essa é a alegria da Igreja, que nesta alegria de esposa se torna mãe. Paulo VI dizia: a alegria da Igreja é evangelizar, ir para frente e falar sobre seu Esposo. E também transmitir essa alegria aos filhos que ela faz nascer, que ela faz crescer”.

E assim, acrescentou, contemplamos que a paz de que Isaías nos fala “é uma paz que se move muito, é uma paz de alegria, uma paz de louvor”, uma paz que podemos dizer “barulhenta, no louvor, uma paz fecunda na maternidade de novos filhos”. Uma paz, disse ainda o Papa Francisco, que vem precisamente na alegria do louvor à Trindade e da evangelização, de ir para aos povos para anunciar quem é Jesus”. “Paz e alegria”, reiterou. E ele colocou a ênfase no que Jesus disse: “uma declaração dogmática”, quando afirma: “Você decidiu assim, de se revelar não aos sábios, mas aos pequenos”:

“Também nas coisas tão sérias, como essas, Jesus é alegre, a Igreja é alegre. Deve ser alegre. Mesmo em sua viuvez -, porque a Igreja tem uma parte da viúva que espera o seu marido que retorne – mesmo em sua viuvez, a Igreja é alegre na esperança. O Senhor nos dê a todos nós esta alegria, esta alegria de Jesus, louvando o Pai, no Espírito. Esta alegria da nossa mãe a Igreja, na evangelização, no anuncio do seu Esposo”. (SP)

Texto em italiano:
http://it.radiovaticana.va/news/2013/12/03/il_papa:_impensabile_una_chiesa_senza_gioia,_annunciare_cristo_col/it1-752110


Nos Revezes

da Vida (ECC)




A lágrima de Deus Pai.


A Lágrima que cai dos olhos do Pai no Filme “A Paixão de Cristo”, Revela que Deus não é insensível à dor de seu Filho Jesus, muito menos à dor de cada um de nós que também somos seus filhos amados.


Diz se, que Deus é capaz de realizar qualquer coisa, até mesmo o que é impossível, mas se descobriu que Ele não seria capaz de fazer algo.


Deus não é capaz de Deixar de nos Amar !

Se Deus é Amor ?

Será Amor Sempre !


Mel Gibson

A Lágrima Divina que cai no solo.

La Lágrima de Dios Padre


 A lágrima de Deus Pai.


Há uma cena no filme “A Paixão de Cristo” de Mel Gibson que tem levantado muitas dúvidas entre os seus telespectadores, a ponto de descobrir muitos deles uma nova dimensão da Paixão de Cristo. Referimos ao episódio que se segue logo após à morte de Jesus na cruz. Direcionando seu olhar para o alto, Jesus Cristo pronunciou suas últimas palavras: “Pai, Eu entrego em tuas mãos o meu Espírito”; para expirar logo após entregar seu Espírito. Em seguida, o ângulo de visualização vai subindo gradualmente, até ao ponto de se aproximar o calvário de uma altura que evoca a perspectiva do céu. Nesta posição de altitude, forma-se uma gota de lágrima, literalmente na visão daquele que vê, caindo em direção à terra. Quem poderia estar observando os acontecimentos em silêncio e imóvel, mas não incessível aos fatos ? Tanto, que a lágrima se desprende inconscientemente com os olhos ainda abertos e fixos em seu Filho que expirava. Esta Lágrima revela a presença de Deus-Pai na cena da crucifixão. A Trajetória da gota de Lágrima termina em colisão com a poeira da superfície do monte calvário, provocando um terremoto. Desta forma tão simples e sugestivo, abrindo uma janela para o divino Redentor: Deus o Pai, nos toca com sua maior expressão de amor antes de acolher seu Filho novamente em seus braços!

Para compreender isto, é necessário a remoção da poeira de algumas passagens bíblicas, infelizmente esquecidas ou relegadas, revela que Deus deu o seu Filho único para morrer numa cruz como sacrifício para a salvação e libertação de toda a humanidade: “Este é o amor: não que temos amado a Deus, mas que Ele nos amou primeiro e enviou seu Filho como purificação de todos os nossos pecados. “(1 Jo 4.9). Nunca devemos interpretar que Cristo foi entregue pelo Pai para morrer na cruz por sua própria vontade. Jesus oferece a sua vida ao Pai, livremente e por amor, para reparar a nossa desobediência (1 Tim Cf. 2.6). Por último, o Pai, chocado, aceita o sacrifício de seu Filho. A ressurreição de Cristo não é senão o abraço do Pai com Cristo, que organiza a sua oferta para todos os homens. Como resultado deste plano de salvação, a humanidade é reconciliada com Deus através de Cristo: somos filhos de Deus através do Filho Jesus.


L_grimaCristo


Mel Gibson tomou a liberdade de unir o cenário do início do terremoto, narrado em Mateus 27,51, com a queda da presente lágrima do Pai. Assim, esta lágrima se torna uma expressão, ao mesmo tempo, de ira e divina misericórdia. Devemos esclarecer que, obviamente, em Deus não pode haver irritação ou espírito egoísta de retaliação. Por isso, temos de compreender a ira de Deus como uma expressão do “Zelo” e santidade de Deus que sofre rejeição pela a oferta da salvação, e tentar por todos os meios superar os obstáculos decorrentes da eliminação do mau do homem, assim como Jesus fez para expulsar os mercadores do Templo (João 2, 14ss).

Da mesma forma, a ira divina expressada neste terremoto, resulta em misericórdia para com o soldado romano que atravessa com sua lança o lado de Cristo. O filme pretendia fazer um paralelo previsto pelas Escrituras “Ignace De La Potterie”. Com efeito, quando os evangelhos de Mateus e Marcos disseram que o véu do templo foi rasgado na altura da morte de Cristo, em paralelo, o evangelho de São João que diz respeito ao lado de Cristo também foi rasgado pela lança. Uma vez que não mais existe um véu que nos esconde a pessoa de Deus. Na morte de Cristo se revela o mistério escondido no Antigo Testamento. Deus já não tem segredos para connosco. O Coração de Cristo, revela a intimidade de Deus: “Por isso Jesus deixou de nos chamar de servos, e passou a nos chamar de amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu vos tenho dito e revelado” (Jo 15, 15).

Intercalar nas várias sequências da origem do terremoto, após a queda da lágrima Divina. Reserva-se um breve e intenso flash para refletir o desespero de Satanás. Na verdade, o ato de obediência que foi cravado sobre a cruz, representa a última e decisiva vitória sobre o demônio, que sempre tinha sido a perseguição, tentando remover Jesus do plano redentor que recebeu de seu Pai. Por isso, compreendo a importância da passagem bíblica: “Se pela desobediência de um, todos foram feitos pecadores, também pela obediência de um, todos serão justificados” (Rm 5, 19).

Temos que agradecer a Mel Gibson, não pode ser limitado na produção de seu filme para uma descrição dos acontecimentos externos da paixão, morte e ressurreição de Cristo. Pelo contrário, ela tem prestado um inestimável serviço à fé católica, para entrar em contemplação do plano salvífico na dimensão da morte de Cristo. Na Cruz de Cristo vemos dois planos diferentes, mas não contraditórios: a liberdade humana ao nexo de causalidade e ao plano redentor de Deus, tantas vezes anunciado pelos profetas. Ao mesmo tempo que Jesus sofre as maiores injustiças do Homem entregando sua vida para a nossa justificação, em um ato de amor ao Pai e cada um de nós:


17.

O Pai me ama, porque dou a minha vida para a retomar.

18.

Ninguém a tira de mim, mas eu a dou de mim mesmo e tenho o poder de a dar, como tenho o poder de a reassumir. Tal é a ordem que recebi de meu Pai.

José Ignacio Munilla Aguirre   Texto Original em Espanhol:

http://www.rosarioensevilla.org/textosymeditaciones/lagrimadios.htm


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/paixao-de-jesus.jpg
FOI DEUS APOCALYPITO

Onças & Morangos.



Eu sou Feliz!   E Você?   Por que não?


eu-sou-feliz


oncas-e-morangos


 2. Talvez, ao me ouvir falar em felicidade, você se pergunte se eu não tenho problemas, se tudo dá sempre certo para mim, se nunca passei por uma grande dificuldade que me tenha deixado marcas, como ocorre com a maioria das pessoas.

3. É claro que sim, sou como todo mundo. Tenho angústias, fico estressado, as pessoas às vezes me traem, mas eu procuro sempre .

4. … Comer  os MORANGOS da vida.

5. Um homem estava caçando quando inesperadamente deu de cara com um ENORME urso, sem muita alternativa ele fugiu…

Bear Atack - Ataque de Urso

6. Na direção que fugiu havia um barranco e escorregou agarrado-se em uma raiz no meio do caminho …

7. O Urso veio em perseguição, mas parou na beira do barranco tentando alcançar o seu almoço com as patas.

Logo foram chegando também pelo lado de baixo duas Onças famintas que saltavam tentando agarrar as suas pernas…

8, Embaixo as onças com muita fome só aguardavam a sua queda para devorá-los imediatamente…

10. Ele erguia a cabeça, olhava para cima e via o urso rosnando. Quando o urso dava uma folga, ouvia o urro das onças, próximas dos seus pés. As onças embaixo querendo comê- lo e o urso em cima querendo devorá-lo.

11. Em determinado momento, ele olhou para o lado esquerdo e viu um morango vermelho, lindo, com aquelas escamas douradas refletindo o sol.

12. Num esforço supremo, apoiou seu corpo, sustentado apenas pela mão direita, e, com a esquerda, pegou o morango.

13. Quando pôde olhá-lo melhor, ficou inebriado com sua beleza.

14. Então, levou o morango à boca e se deliciou com o sabor doce e suculento. Foi um prazer supremo comer aquele morango tão gostoso. Deu para entender?

15. Talvez você me pergunte: “Mas e o Urso?” Dane-se o urso e coma o morango!

16. “E as Onças?” Azar das onças, coma o MORANGO! Se ele não desistir, as onças ou o urso desistirão.

17. Relaxe e viva um dia por vez: coma o morango. Problemas acontecem na vida de todos nós, até o último suspiro.

18. Sempre existirão ursos querendo comer nossas cabeças e onças a arrancar nossos pés. Isso faz parte da vida e é importante que saibamos viver dentro desse cenário.  

19. Mas nós precisamos saber comer os morangos, sempre. A gente não pode deixar de comê-los só porque existem ursos e onças. Você pode argumentar: “Eu tenho muitos problemas para resolver”. Problemas não impedem ninguém de ser feliz.

20. Coma o morango, não deixe que ele escape. Poderá não haver outra oportunidade de experimentar algo tão saboroso. Saboreie os bons momentos. Sempre existirão ursos, onças e morangos. Eles fazem parte da vida.

21. Mas o importante é saber aproveitar o morango. Coma o morango quando ele aparecer. Não deixe para depois. O melhor momento para ser feliz é agora. O futuro é uma ilusão que sempre será diferente do que imaginamos.

22. As pessoas veem o sucesso como uma miragem. Como aquela história da cenoura pendurada na frente do burro que nunca a alcança. As pessoas visualizam metas e, quando as realizam, descobrem que elas não trouxeram felicidade.

23. Então, continuam avançando e inventam outras metas que também não as tornam felizes.

24. Vivem esperando o dia em que alcançarão algo que as deixará felizes. Elas esquecem que a felicidade é construída todos os dias.

25. Lembre-se: A felicidade não é algo que você vai conquistar fora de você…

Abraços Célio Normando Reformatação – Presentepravoce

26. “Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos. Sede, pois, prudentes como as serpentes, mas simples como as pombas.” (S. Mateus 10,16) Link’s para outras Mensagens

1. MORANGOS ~ Roberto Shinyashiki



“Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.”    

(S. Mateus 6,34)


Baseado em uma história real.

http://www.stories.org.br/urso_bi.html


o_papagaio_na_gaiola_de_luxo O_jovem_que_se_parecia_com_Cristo
A casa em chamas Santidade_Felicidade Tende_Misericordia_Senhor

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A CNBB Esclarece como se deve Utilizar as Palmas na Santa Missa.



Palmas na missa: sim ou não?

(Por Pe Rafael Fornasier – Julho de 2010)

Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida,  Bioética e a Família, da CNBB. 



Podemos Bater Palmas Na Missa ! < outro Post

A questão do respeito à liturgia da Igreja tem atualmente suscitado vários debates sobre temas como procissão, adoração ao Santíssimo Sacramento, cantos, missas tridentinas, manifestação de carismas extraordinários etc. Obviamente que tais temas não estão todos no mesmo nível ou no mesmo grau de valor, quando se refere a uma maior ou menor adequação às normas litúrgicas da Igreja. É o caso do questionamento que se pode levantar sobre BATER PALMAS durante a celebração da missa.

Antes de se tentar fazer brevemente aqui algumas considerações no tocante ao respeito da liturgia da Igreja, o que se pode dizer sobre as palmas em si?

Já há muito que, em tantas culturas – por que não dizer em todas, mesmo se com maior ou menor freqüência – se expressa os afetos com as palmas. Para manifestar entusiasmo e motivação ou para entusiasmar e motivar, as palmas são usadas de forma rítmica ou não.

Grandes aclamações de personalidades públicas, apresentações artísticas ou o simples fato de reconhecer algo bem feito, são acompanhados de palmas como sinal de ovação, reverência ou reconhecimento.

O ritmo de cantos e danças muitas vezes se inicia com palmas ou as gera. E até mesmo uma boa e sã gargalhada às vezes é completada com palmas, na exteriorização corporal das emoções. Este gesto que consiste em bater uma mão contra a outra, produzindo um som não é tão anódino quanto parece. Ademais, muito se poderia discorrer sobre quanto significado há as mãos. No contexto bíblico, deparar-se-á com um grande número de expressões que empreguem a “mão”, muitas vezes personificada, a fim de designar a intenção mais profunda do próprio sujeito agente. Assim as mãos são levantadas para exprimir a atitude de oração (cf. 2Mac 3,20; 1Tm 2,8) Encontrar-se-ão as palmas de aclamação a um rei (cf. 2R 11,11); o profeta bate palmas enquanto profetiza (cf. Ez 21,19); há também as palmas de censura e reprovação dos atos (cf. Ez 6,10; Lm 2,15); e até Deus bate palmas (cf. Ez 21,22)! Num hino de louvor, a natureza é convidada a exultar de alegria com as palmas (cf. Is 55,12; Sal 97,8), antropomorfismo que revela suas verossímeis raízes na liturgia do povo. Diz o salmo 46 (tradução da Bíblia Ave Maria): Ao mestre de canto. Salmo dos filhos de Coré. Povos, aplaudi com as mãos, aclamai a Deus com vozes alegres, porque o Senhor é o Altíssimo, o temível, o grande Rei do universo. Ele submeteu a nós as nações, colocou os povos sob nossos pés, escolheu uma terra para nossa herança, a glória de Jacó, seu amado. Subiu Deus por entre aclamações, o Senhor, ao som das trombetas. Cantai à glória de Deus, cantai; cantai à glória de nosso rei, cantai. Porque Deus é o rei do universo; entoai-lhe, pois, um hino! Deus reina sobre as nações, Deus está em seu trono sagrado. Reuniram-se os príncipes dos povos ao povo do Deus de Abraão, pois a Deus pertencem os grandes da terra, a ele, o soberanamente grande. Portanto, isto deixa entrever uma liturgia celebrada alegremente pelo povo de Israel, com instrumentos, ritmos, aclamações, na qual o corpo também está bastante envolvido. Tal fato se confirma em outros textos bíblicos (cf. 1Cr 16, 42; 1Cr 23,5; 2 Cr 7, 6; 2Cr 30,21; ). Seria fastidioso citar aqui todos os textos que mencionam os músicos, os corais, os instrumentos e os cânticos, através dos quais a alegria da música hebraica se traduz, dando lugar também aos afetos e sentimentos de todos os tipos e assumindo os gestos corporais.

Significativo é o texto de 2S 6,5: “Davi e toda a casa de Israel dançavam com todo o entusiasmo diante do Senhor, e cantavam acompanhados de harpas e de cítaras, de tamborins, de sistros e de címbalos”.   Seria difícil não imaginar o uso das palmas em tais celebrações.

Certamente que a liturgia da Igreja não é a mesma da época de Davi e do povo de Israel. Contudo, a liturgia da Igreja assumiu muitos traços das celebrações hebraicas, mantendo com estas uma grande semelhança nos primeiros séculos. Na época apostólica, para a celebração litúrgica, “se fala também de louvor de Deus, e oração de intercessão. Aqui se vê a continuidade com a tradição sinagogal que, no culto sabatino, faz uso das berakot (= orações de bênçãos) no contexto da leitura da Palavra de Deus e da sua explicação; Jesus era habituado a frequentar esta liturgia na sinagoga em dia de sábado (Lc 4,16-21)”

1. O questionamento, que se fará necessário, concerne não somente a história da liturgia, mas também a história da música sacra. Pois assim como a liturgia cristã teve suas influências sinagogais e seu desenvolvimento no encontro com outras culturas, assim também a música se desenvolverá e passará por diferentes estilos ao longo da história do culto cristão. Talvez, em certos momentos da história, um determinado estilo musical tenha sido mais valorizado na liturgia do que outros. Porém, na Constituição Dogmática Sacrosanctum Concilium, percebe-se que, ainda que o canto gregoriano tenha uma grande estima, não há nenhum estilo musical concreto que possa ser mais sacro do que outros, aprovando e aceitando “no culto divino todas as formas autênticas de arte, desde que dotadas das qualidades requeridas” (SC 112).

Ainda que haja palmas para diferentes situações, como já foi acima mostrado, é no âmbito da música litúrgica que justamente elas poderão assumir uma razão de ser e um sentido, os quais não ofendem a liturgia da Igreja em suas rubricas, e menos ainda o centro do mistério celebrado. Ademais isto também não significa que se estaria a forçar uma introdução das palmas no rito romano ou que se precisaria de uma autorização expressa, haja vista que os documentos da Igreja já dão uma margem para tanto.



Como se justificaria isto?

Já no início da parte da SC que trata da música (cf. 112) percebemos esta abertura a uma forma musical que, por seus aspectos culturais que englobam o ritmo e os gestos corporais, seria propensa a admitir as palmas em certas partes da celebração da missa, ato litúrgico por excelência. Quando o documento Musicam Sacram, de 1965, trata da participação do povo na liturgia ele diz o seguinte no n. 15: Esta participação:

a)     Deve ser antes de tudo interior; quer dizer que, por meio dela, os fiéis se unem em espírito ao que pronunciam ou escutam e cooperam com a graça divina.

b) Mas a participação deve ser também exterior; quer dizer que a participação interior deve expressar-se por meio de gestos e atitudes corporais, pelas respostas e pelo canto. Eduquem-se também os fiéis no sentido de se unirem

1 – GIGLIONI, Paolo, Introduzione alla liturgia, cap. 4, in Congregação para o Clero – Smart CD (BibliotecaLiturgia) 2001. Tradução nossa. interiormente ao que cantam os ministros ou o coro, de modo que elevem os seus espíritos para Deus, enquanto os escutam

2 .  Seria um erro pensar que dentre estes gestos corporais estariam as palmas, particularmente em certas culturas, nas quais os gestos assumem um papel relevante? Parece que a CNBB entende que não. Para uma cultura mestiça como a do povo brasileiro, repleta de elementos indígenas, europeus e africanos, o texto de um estudo da CNBB (n. 79) admite palmas como fazendo parte da liturgia. Por exemplo, para as aclamações, como participação do povo, devem ser incentivadas e mais variadas, através do canto, das palmas ou dos vivas

3 .  Ou ainda, para a acolhida inicial, “oportunamente, gestos da assembléia poderão intervir, por exemplo, acolher-se mutuamente através de saudações aos vizinhos, bater palmas, dar vivas em honra ao Cristo Ressuscitado, a Nossa Senhora, ao Padroeiro(a), em dia de festa etc.”

4 . Poder-se-ia objetar afirmando que os textos não tratam da música. Todavia, quando se procura interpretar o que o texto da SC diz nos números 118 e 119, deduz-se que haveria possibilidade de um acompanhamento do canto com as palmas. No n. 118, o Concílio afirma que se deve promover “muito o canto popular religioso, para que os fiéis possam cantar tanto nos exercícios piedosos e sagrados como nas próprias ações litúrgicas, segundo o que as rubricas determinam”. Entenda-se o canto popular religioso como aquele que assume os traços da música popular de um país, com seus ritmos, harmonias e melodias característicos.

Ora, em várias tradições populares da música brasileira e de tantos países, encontra-se o acompanhamento das palmas.

O número seguinte do documento acrescenta: “há povos com tradição musical própria, a qual tem excepcional importância na sua vida religiosa e social. Estime-se como se deve e dê-se-lhe o lugar que lhe compete, tanto na educação do sentido religioso desses povos como na adaptação do culto à sua índole, segundo os art. 39 e 40”. Portanto, o ensinamento conciliar já previa e incluía as diferentes tradições musicais – reconhecidas pelas autoridades eclesiásticas territoriais competentes – que certamente englobam variadas formas de expressões corporais. Por outro lado, há uma grande necessidade de formação litúrgica, a fim de evitar os excessos, como por exemplo, as palmas em momentos indevidos ou o incentivo exagerado às mesmas. Uma boa formação litúrgica atentará para o bom senso, à harmonia, à sobriedade e ao decoro, de tal forma que as manifestações exteriores na participação da celebração da missa não sobrepujem a adesão e a atenção interiores requeridas como primordiais.  Desde modo, conhecendo bem as características dos cantos que acompanham as distintas partes da celebração eucarística, evitar-se-á, por exemplo, palmas acompanhando o canto de comunhão, cuja índole é mais meditativa. Mesmo com a aprovação da CNBB, também as aclamações com palmas devem ser empregadas com parcimônia. Melhor seria reservá-las para os domingos “festivos”, solenidades ou nos momentos de grandes encontros de uma diocese. Assim como os músicos recebem uma formação musical no tangente à unidade e harmonia do conjunto, toda a assembléia também pode e deve estar atenta à este aspecto no tocante às palmas. Normalmente, um instrumento de ritmo tem seus momentos fortes e fracos,

2 Ver também n. 30 da SC.

3 Cf. CNBB, Animação Litúrgica no Brasil, estudos n. 79, 1984, n. 209.

4 Ibid., n. 244. assim como os outros instrumentos. Todos assumem uma justa medida de intensidade e volume que é prevista pela partitura. Isto também faz parte da harmonia e da estética musical.  Quando se trata de palmas, que compõem o conjunto celebrativo-musical, o discurso é  análogo. Portanto, será de grande proveito para a beleza da celebração litúrgica uma educação quanto ao emprego das palmas. Será, algumas vezes, uma situação de crescimento mútuo,  haja vista que se um irmão ou irmã está batendo palmas exageradamente, de modo descompassado ou em momentos inoportunos, uma gentil correção será oportuna.

Por fim, resta lembrar que as palmas não são obrigatórias e por isso nunca devem ser impostas a ninguém. O acolhimento de uma comunidade velará para que todos se sintam à  vontade e não em situações desconfortáveis durante as celebrações. A caridade manifestada no acolhimento e no desejo de fazer os outros participarem ativamente da celebração, deve caminhar junto com a necessidade de acolher o mistério vivido e celebrado através do culto oferto na e pela Igreja.

Pe Rafael C. Fornasier

Obs. do Blog. Padre Rafael finaliza este texto dizendo que as Palmas apesar de poderem fazer parte do culto litúrgico não devem ser impostas obrigatoriamente ao povo, isto porque quando este texto foi escrito não havia ainda o costume de se usarem palmas na Santa Missa, mas com o tempo o povo foi se acostumando e aceitando este fato sem nenhuma opressão e agora movimentos anti-vaticano II querem retroceder o espaço que a Liturgia avançou nestes anos todos pós Conciliar e atacam radicalmente a abertura que se deu à inculturação do canto litúrgico com o ato de cadenciar o rítimo com palmas, o que facilita em muito a participação do publico na execução de uma musica em louvou a Deus.  Eu aproveitaria aqui esta frase anterior de Pe. Rafael dizendo que: assim como não podemos obrigar os tradicionalistas a baterem palmas em suas celebrações, esperamos também que eles não imponham a sua vontade sobre os demais Católicos proibindo-os de se alegrarem nas celebrações e principalmente impedindo-os de baterem palmas com justificativas infundadas de que isto tornaria a Santa Missa um culto pagão ou simplesmente se assemelhariam à um culto evangélico.   Lamentavelmente eu gostaria de dizer ainda que:  Não é porque evangélicos batem palmas em seus cultos que nós Católicos estaríamos impedidos de bater palmas em nossas Missas e assim como existe esta diferenciação em nossas celebrações, no meio evangélico também existem cultos em que é expressamente proibido bater palmas e só é permitido que se toque um piano como acompanhamento musical, sendo assim, se bater palmas é ser protestante, aquele que não bate palma se assemelha aos protestantes tradicionais que proíbem o povo de bater palmas ou tocar qualquer instrumento musical no culto e o seu discurso é exatamente o mesmo que dos Tridentinos Católicos.

[1] Giglioni, Paolo, Introduzione alla liturgia, cap. 4, in Congregação para o Clero – Smart CD (Biblioteca-Liturgia) 2001. Tradução nossa.

[2] Ver também n. 30 da SC.

[3] Cf. CNBB, Animação Litúrgica no Brasil, estudos n. 79, 1984, n. 209.