Um conselho de S. Francisco de Assis.



MORRER NÃO É O FIM




Texto mais abrangente:

Não percas de vista o final da vida. Não esqueças o teu propósito e destino como criatura de Deus. O que tu és à vista Dele é o que tu és, e nada mais.

Não permitas que as preocupações e ansiedades do mundo ou as pressões do ofício varram a vida divina dentro de ti ou calem a voz do Espírito de Deus que guia a tua grande missão de conduzir a humanidade à completude.

Se abrires o coração a Deus e gravares o Seu plano profundamente no coração, Deus abrir-se-á a ti.

Lembra-te de que quando deixares esta terra não poderás levar contigo nada que recebeste – sinais efémeros de honra, paramentos do poder -, mas apenas o que soubeste dar: um coração pleno enriquecido por trabalho honesto, amor, sacrifício e coragem.



“Quem ler e entender o Evangelho em Espírito e Verdade, encontrará nele Deus e o céu, os Anjos e o próprio paraíso, tudo a nos esperar, aguardando que façamos a nossa parte, para recebermos o prêmio da felicidade.” S. Francisco


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Não Temas!



NO MEIO DA TEMPESTADE


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NADA TEMAS


“Entretanto, já a boa distância da margem, a barca era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário. Pela quarta vigília da noite, Jesus veio a eles, caminhando sobre o mar.* Quando os discípulos o perceberam caminhando sobre as águas, ficaram com medo: “É um fantasma!” – disseram eles –, soltando gritos de terror. Mas Jesus logo lhes disse: “Tranquilizai-vos, sou eu. Não tenhais medo!”. Pedro tomou a palavra e falou: “Senhor, se és tu, manda-me ir sobre as águas até junto de ti!”. Ele disse-lhe: “Vem!”. Pedro saiu da barca e caminhava sobre as águas ao encontro de Jesus. Mas, redobrando a violência do vento, TEVE MEDO e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”. No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: “Homem de pouca fé, por que duvidaste?”. Apenas tinham subido para a barca, o vento cessou. Então, aqueles que estavam na barca prostraram-se diante dele e disseram: “Tu és verdadeiramente o Filho de Deus.”      São Mateus, 14,24a33 – Bíblia Católica Online

Esta passagem Já é bem conhecida por todos nós, mas gostaríamos de evidenciar o motivo pelo qual São Pedro não foi feliz em completar a sua missão de chegar até Jesus, Jesus mesmo o reprova por sua falta de Fé, mas o texto nos evidencia o fato de que ele “TEVE MEDO“, mas teve medo de que?

Teve medo do mar, das ondas e do vento…  Bem sabemos que Pedro era um pescador profissional e sair ao mar era uma coisa que fazia todas as noites, bem sabemos que deve ter enfrentado diversas tempestades sozinho e sempre voltou inteiro para casa, se era o fato de correr o risco de estar caminhando no mar, mesmo que se fosse preciso nadar para voltar ao barco, isto não seria nada difícil de se realizar, no entanto, o que está em cheque não eram as habilidades humanas de Pedro e nem sua capacidade de lidar com situações semelhantes e sim a sua coragem de abdicar de toda sua capacidade e habilidades humanas se jogando inteiramente nas mãos de Jesus, foi neste ponto que Pedro TEVE MEDO, exatamente o ponto onde o seu lado Espiritual desafia seu lado físico a ponto de fazer aquilo que era impossível fisicamente e caminhar por cima de todas as dificuldades como se elas não existissem, assim como Jesus fazia.  Foi neste ponto que a Fé de Pedro vacilou e sua força espiritual cedeu ao poder da força das tribulações matérias que o cercavam o que acaba acontecendo com qualquer um de nós, é exatamente isto que JESUS quis mostrar, pois “Quando tudo nos falhou, foi mesmo a mão de Cristo que nos Resgatou.”



NÃO TEMAS


Foram essas as palavras de Jesus Cristo a Jairo no momento em que ele recebeu a trágica notícia da morte de sua filha. O Senhor sabia que aquela hora era decisiva e que a insegurança ou a dúvida poderiam abrir as portas para que o espírito de medo possuísse a alma daquele homem.

Jesus foi claro: “Não temas. A menina não morreu, mas dorme” (Mc 5.39).    Sabemos que são muitas as vozes que querem ser ouvidas, por isso temos que provar os espíritos para sabermos de onde eles procedem.

O medo é o principal inimigo da por isso temos que aprender um princípio importante de vida vitoriosa. Depois de ouvir o que diz a situação, ouça o que Deus tem a dizer a respeito do assunto. Nada termina até que Ele diga que acabou. O que vai definir a vitória ou o fracasso é o que você vai dizer segundo a sua fé. Em quem, de fato, você acredita: na circunstância ou em Deus?

Diante do que você está vivendo e do que Deus lhe prometeu, qual é a sua confissão. “Mas que diz? A palavra está junto de ti, na tua boca e no teu coração; esta é a palavra da fé, que pregamos” (Rm 10.8).

Sabendo que a fé vem pelo ouvir, a quem você tem ouvido? Com quem você tem concordado? Com a situação, o diabo, o mundo, os incrédulos ou com Deus? Faça da sua confissão de fé uma oportunidade para Deus operar milagres em sua vida.


Crê somente!



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Minha família, minha base e o meu alicerce.



Os jovens clamam por liberdade, porém necessitam de um lar para retornarem em segurança, então clamam por liberação para transpor os limites da segurança, mas os Pais que já experimentaram esta aventura não arriscam uma abertura total. 

Assim voltamos à velha lição de sempre, “Todo Pai e Mãe precisa do Espírito Santo para aprender a pescar dentro de sua própria casa.”

Lembra quando Jesus chamou Pedro e João e lhes disse que a partir daquele momento seriam “Percadores de Homens”?

Pedro e João já eram pescadores, logo nem foi preciso explicar a diferença entre o que eles eram e o que deveriam ser.

Para nós, pais, que ninguém ensinou como ser  bons pais para nossos filhos ainda precisamos de muita Sabedoria Divina para saber como manter nossos filhos próximos ao nosso coração e longe dos perigos deste mundo, sem que para isso seja preciso acorrentá-los ao pé da cama.



O PESCADOR

LIMITE




Em quais situações a família pode ser o alicerce de alguém?

Precisamos da família por toda a vida?

Podemos viver bem sozinhos?



Ensinar é também aprender a abrir a mão ou se cai em outro problema que é a dependência permanente.


Comecemos por uma imagem que não é alheia a nenhum de nós: no parque, uma criança encontra-se junto dos pais tentando aprender a andar de bicicleta. Sabemos, por experiência própria, que a chave para finalizar tal aprendizado está no momento em que o pai deixa a criança continuar sozinha. Os pais sabem o risco de dar esse passo, mas ao mesmo tempo o sabem necessário para que a criança possa se desenvolver.


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Seguindo a analogia, percebemos que no caminho do amadurecimento, é necessário abrir mão de algumas seguranças externas e cultivar uma autonomia saudável. Nesse sentido, lembro da reflexão de um amigo que trabalha na formação de jovens: os jovens de hoje têm muitos meios para ser independentes, mas não conseguem ser autônomos, não conseguem valer-se por si mesmos. Quer se verifique isto em mais ou menos jovens, quer se aplique a pessoas mais novas ou mais velhas, percebemos que o mundo de hoje oferece muitas seguranças e instrumentos que podem dar a ilusão de estarmos alicerçados, prontos para enfrentar tudo, sem que realmente seja assim uma verdade. 

Por outro lado, voltando ao âmbito da família, o que define a saúde da autonomia buscada?

Assim chegamos a uma primeira resposta: na família os vínculos nunca são cortados, as relações não são extintas. Ser filho – e ser irmão, e ser sobrinho, e ser neto – fazem parte da identidade desde o nascimento. Nunca deixa-se de ser filho, mas isso não faz desta pessoa um tipo de extensão dos pais. Esta pessoa, cuja identidade inclui relações, constrói seu próprio caminho com as decisões que vai fazendo na vida.

Talvez uma aproximação mais feliz do que a de alicerce – um apoio que me sustenta – seja olhar para a família como base, o chão sobre o qual consigo ficar de pé e começar a caminhar. É preciso que cada pessoa vá fazendo suas próprias opções, vá aprendendo a responder por elas. Não como superação de um tipo de estágio inicial da identidade, mas justamente como um progresso baseado nessa identidade histórica e situada.

Uma observação importante: cultivar uma autonomia saudável não significa se isolar dos demais, incluindo – é claro – a família. Aliás, o quarto mandamento nos lembra, como primeira ação concreta do amor ao próximo, o honrar pai e mãe. Isso implica respeito e acolhida, assim como atenção e assistência “nos anos da velhice e no tempo da doença, da solidão ou do desânimo”(CEC, 2218), isso tudo a partir de um profundo senso de gratidão.

Nota-se que uma base de apoio não é uma prisão fixa, mas um ponto de apoio seguro sempre disponível e presente nos momentos difíceis e também nos momentos de comemoração e alegria.


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A Mentira e a Verdade… Nua e Crua.



A Mentira e a Verdade… Nua e Crua


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O texto abaixo é atribuído a uma parábola judaica sobre a verdade e a mentira.

Por certo reproduz muitas das situações que diariamente enfrentamos em nosso cotidiano, em que os cenários que se nos apresentam nem sempre são aquilo que aparentam ser. Ei-la, pois!

Certa vez, a Mentira e a Verdade se encontraram.

A Mentira, dirigindo-se à Verdade, disse-lhe:

– “Bom dia, dona Verdade!”

Zelosa de seu caráter, a Verdade, ouvindo tal saudação, foi conferir se realmente era um bom dia. Olhou para o alto, não havia nuvens de chuva; os pássaros cantavam; não havia cheiro de fumaça na mata; tudo parecia perfeito.



Tendo se assegurado de que realmente era um bom dia, respondeu:

– “Bom dia, dona Mentira!”

– “Está muito calor hoje, não é mesmo”, disse a Mentira.

Realmente o dia estava quente demais. Desse modo, vendo que a mentira estava sendo sincera, começou a relaxar, a “baixar a guarda”. Por qual razão haveria de desconfiar, se a Mentira parecia tão cordial e “verdadeira”?

Diante do calor insuportável, a Mentira, num gesto de aparente amizade, convidou a Verdade para juntas banharem-se no rio.

Como não havia mais ninguém por perto, a Mentira despiu-se de suas vestes, pulou na água e, dirigindo-se à Verdade, disse-lhe, insistentemente:

– “Vem, dona Verdade, a água está uma delícia, simplesmente maravilhosa.”

O convite parecia irrecusável. Assim sendo, dona Verdade, sem duvidar da Mentira, despiu-se de suas vestes, pulou na água e deu um bom mergulho.

Ao ver que a Verdade havia saltado na água, rapidamente a Mentira pulou para fora, em segundos vestiu-se com as roupas da Verdade que estavam à margem e se mandou sorrateiramente.

Tendo suas roupas furtadas, a Verdade saiu da água e, por sua vez – ciosa de sua reputação -, recusou-se a vestir-se com as roupas da Mentira, deixadas para trás.

Certa de sua pureza e inocência, nada tendo do que se envergonhar e não tendo outra opção que lhe fosse coerente, saiu nua a caminhar pela rua.

Desde então, aos olhos das pessoas, ficou mais fácil aceitar a Mentira vestida com as roupas da Verdade do que aceitar a Verdade nua e crua.

A reflexão é livre



Quadro: "A verdade saindo do poço" Jean-Leon Gérôme, 1896

Quadro: “A verdade saindo do poço” Jean-Leon Gérôme, 1896









A Vida é Vida, Defenda-a.


 


“Não sei ao certo como é o Paraíso, mas sei que quando morrermos e chegar o tempo de Deus nos julgar, Ele NÃO perguntará, Quantas coisas boas você fez em sua vida?, antes ele perguntará, Quanto AMOR você colocou naquilo que fez?”



A vida é uma oportunidade, aproveita-a.

A vida é beleza, admira-a.

A vida é beatificação, saborei-a.

A vida é sonho, torna-o realidade.

A vida é um desafio, enfrenta-o.

A vida é um dever, cumpre-o.

A vida é um jogo, joga-o.

A vida é preciosa, cuida-a.

A vida é riqueza, conserva-a.

A vida é amor, goza-a.

A vida é um mistério, desvela-o.

A vida é promessa, cumpre-a.

A vida é tristeza, supera-a.

A vida é um hino, canta-o.

A vida é um combate, aceita-o.

A vida é tragédia, domina-a.

A vida é aventura, afronta-a.

A vida é felicidade, merece-a.

A vida é a VIDA, defende-a.


(Santa Madre Teresa de Calcutá)




Assim mesmo


“Muitas vezes as pessoas
são egocêntricas, ilógicas e insensatas.
Perdoe-as assim mesmo.

Se você é gentil,
as pessoas podem acusá-lo de interesseiro.
Seja gentil assim mesmo.

Se você é um vencedor,
terá alguns falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros.
Vença assim mesmo.

Se você é honesto e franco,
as pessoas podem enganá-lo.
Seja honesto e franco assim mesmo.

O que você levou anos para construir,
alguém pode destruir de uma hora para outra.
Construa assim mesmo.

Se você tem paz e é feliz,
as pessoas podem sentir inveja.
Seja feliz assim mesmo.

O bem que você faz hoje,
pode ser esquecido amanhã.
Faça o bem assim mesmo.

Dê ao mundo o melhor de você,
mas isso pode não ser o bastante.
Dê o melhor de você assim mesmo.

Veja você que, no final das contas,
é tudo entre você e Deus.
Nunca foi entre você e os outros.”

Importante: Alguns amigos informaram que esta linda poesia, na verdade, não pertence originalmente a Madre Teresa de Calcutá, mas sim, a Kent M, Keith.


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2 Frases de: 1

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Frases de: 2

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Natal

POEMA DA PAZ

Santa Madre Teresa



Texto da imagem:


Tenha sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos…
Mas o que é importante não muda…
a tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.
Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo.
Não viva de fotografias amareladas… Continue, quando todos esperam que desista.
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.
Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você.
Quando não conseguir correr através dos anos, trote.
Quando não conseguir trotar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca, nunca se detenha!


(Madre Teresa de Calcutá)


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Quem Me Segurou Foi Deus.



“Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto. E dizia: “Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!”. Nesse momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: “Mestre, repreende os teus discípulos”. 40.Ele respondeu: “Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!”. Aproximando-se ainda mais, Jesus contemplou Jerusalém e chorou sobre ela, dizendo: “Oh! Se também tu, ao menos neste dia que te é dado, conhecesses o que te pode trazer a paz!… Mas não, isso está oculto aos teus olhos.”
São Lucas, 19, 37-42 – Bíblia Católica Online





Quem me Segurou foi Deus


Nelsinho Corrêa

Quem me segurou foi Deus com seu amor de Pai
Quem me segurou foi Deus
Quem cuidou de mim foi Deus
Com seu amor de Pai
Quem me amparou foi Deus

Eu quis ser fiel, e o pecado como fel
amargurou meu coração
Daí eu quis fugir, da vida desistir
Deus não deixou
E me segurou…
Quem me segurou foi Deus com seu amor de Pai
Quem me segurou foi Deus
Quem me compreendeu foi Deus quando eu chorei demais
Quando se perde alguém parece
que se perde a paz

Ele também chorou quando Lázaro morreu
E se compadeceu, chora comigo a minha dor
Mas ressuscita a alegria e o amor



Versão: Padre Marcelo Rossi




Versão: Nelsinho Correia



Deus consola nossas lágrimas.


Diácono Nelsinho Correia –

Comunidade Canção Nova.





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Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito


Qual é o Tamanho de Deus?


O Avião e a distância de Deus



Por Padre Agnaldo José


Deixei o carro no estacionamento do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. Caminhei até o saguão, fiz o check-in e despachei a mala. Meu destino? A cidade de Pesqueira, no agreste pernambucano. Participaria da abertura das festividades da Imaculada Conceição, no convento dos frades franciscanos.

Estava feliz e ansioso por realizar mais uma missão. Olhei no relógio: 9h. O embarque seria às 10h. Então, subi pela escada rolante até o local onde há uma vista panorâmica de pousos e decolagens. Vários aviões estavam na pista. Minha memória me fez voltar no tempo: lembrei-me de uma história que meu avô, Joaquim, contou a mim quando eu era criança.


Um pai e seu filho pequeno caminhavam por uma estrada. Conversavam. Brincavam. Corriam.

Cultivavam laços afetivos.

O filho então lhe fez uma pergunta:

-“Qual é o tamanho de Deus?”.

Depois de uns minutos pensando, o homem olhou para o alto e viu um avião, cortando as nuvens.



-“Você está Vendo aquele avião?”, perguntou. O menino fixou o olhar no céu: “Sim. Está deixando um rastro de fumaça para trás”. “Qual é o tamanho dele?”.

O menino respondeu rápido:

“Bem pequeno. Quase não dá pra gente ver”.

Os dias se passaram e o homem foi levar um amigo seu ao aeroporto. Chamou o menino para ir junto. Ele acompanhou cada passo do seu pai até que chegaram ao local da vista panorâmica da pista e dos aviões. Ali, abraçado ao filho, ele repetiu a mesma pergunta que fizera antes, naquele dia, pelo caminho, apontando para um avião de cor azul estacionado bem em frente a janela:

Qual é o tamanho deste avião?”.

O menino estava entusiasmado e respondeu de imediato:

Enorme…  grande… muito grande mesmo!

Que lindo! Olha as asas! Pareço uma formiguinha perto dele”.

O pai, com carinho acariciou os cabelos do menino: “Sabe, filho, Deus é como este avião. O seu tamanho depende da distância que estamos dele. Este avião é do mesmo tamanho daquele que estava bem alto naquele dia, por isso se estivermos longe dele, ele parecerá muito pequeno para nós, quase não o enxergamos. Mas, se estamos perto dele, será enorme, grande, infinitamente maior que nós dois juntos.

Que você fique sempre perto de Deus, para que ele seja grande na sua vida”.

Que saudades do vô Joaquim, de seu carinho e de suas histórias. Ali, naquele local especial do aeroporto, fiquei pensando em Deus.



Proteção Divina & Proteção & Provação.


Quantas vezes me afastei de sua presença. Não permaneci debaixo de suas asas. Ainda bem que voltei para perto de seu coração e ele me acolheu. Hoje, posso dizer que ele é grande para mim.  Imenso. Infinito amor.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que crer em Deus, o Único, e ama-lo com todo o seu ser, tem consequências imensas para toda a vida. Significa conhecer a sua grandeza e majestade. Viver em ação de graças. Usar, corretamente, das coisas criadas. Confiar nele em qualquer circunstância, mesmo na adversidade (CIC 222-227).


São Nicolau, padroeiro da Suíça, ensina a oração para todos os dias:



“Meu Senhor e meu Deus, tirai-me tudo o que me afasta de vós. Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo o que me aproxima de Vós”.


E para você?

Qual é o tamanho do avião que você observa neste momento em sua vida?

Qual a distância que existe entre sua vida e Jesus Cristo?




» Padre Agnaldo José

– Sacerdote, jornalista e mestre em Comunicação.
» Fonte – Revista Ave Maria /Março/2014″



PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO



DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO