Marca, Preço, Grife, qual seria o Verdadeiro Valor das coisas?



O homem tem a tendência de de pagar um alto preço por coisas descartáveis e sem valor só porque estão fora de seu alcance imediato e desvalorizar sem usufruir dos maiores tesouros que estão bem ao alcance de suas mãos. 

Isto não é apenas uma teoria absurda e para comprová-la em 2007 foi publicado o resultado de uma experiência em publico que vai lhe deixar de queijo caído, veja o texto a seguir:



Pêmio pulitzer para o Jornal Washington Post:


Uma Experiência foi Realizada pelo Jornal Washington Post numa estação do Metrô de Nova York, tudo foi gravado em vídeo e está disponível no YouTube.  Após a experiência o resultado se tornou a matéria de capa no jornal e foi amplamente debatida por especialistas e na internet, o que acabou rendendo um Pêmio pulitzer para o Jornal.

A matéria iniciava da seguinte forma:

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Recebi este texto por e_mail, mas já está amplamente divulgado na internet desde Abril de 2007.

A informação é verdadeira. No link do YouTube há menção a um jornalista do Washington Post, e no sítio do jornal encontrei estaesta menção ao fato, o texto original foi escrito “Por Gene Weingarten Escritor do Jornal Washington Post e divulgado no Domingo, 8 de abril de 2007”, é um texto enorme, temos menção ao fato também na pagina do próprio artista Joshua Bell, que rendeu mais de 4 milhões de visitas no Youtube, muita discussão e um prêmio Pulitzer.


Veja a descrição da experiência e a sua conclusão: Click no Link do YouTube e desfrute da Musica de Joshua Bell enquanto você lê o texto:




Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.



Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo (veja abaixo), mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossa vida que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço.

O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser? Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, nossos sentimentos e nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho ou a “massa humana”.



Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?

É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?

Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.

Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.



Hoje eu posso ter em minhas mãos o maior diamante do mundo, mas prefiro o TESOURO que sempre sonhei!

Você ficaria impressionado ao saber o que uma pessoa seria capaz de fazer por uns poucos trocados!

E pela própria VIDA?


Dinâmica

Demostra que o verdadeiro valor nunca se perde.



Inversão de Valores!



O que mais se fala no mundo de hoje é exatamente isto, e quanto mais se fala em congressos e reuniões internacionais do G 8, G 20, quanto mais se fazem manifestações contra o que está errado no mundo, mais se percebe que o problema aumenta cada vez mais.



É por isso que eu gostaria de abrir um parêntese (*) aqui neste tema sobre Família antes de meditarmos sobre os outros temas semanais, veja que a intenção da Igreja Católica é mesmo exatamente esta, redescobrir o valor das coisas e voltarmos a dar o devido valor àquilo que é BOM e abandonarmos aquilo que é MAL.


“FAMÍLIA FORMADORA DE

VALORES HUMANOS E CRISTÃOS”


O QUE SÃO VALORES

HUMANOS E CRISTÃOS ?


É difícil estabelecer uma definição exata de VALOR, pois é uma palavra muito subjetiva, pois muda com o tempo, alterna e agrega outras definições à medida que conhecemos novas coisas, mas essencialmente poderíamos definir como Valor da seguinte forma:

1 – Preço ou importância de uma coisa…

2 – Qualidade, mérito, princípios morais…

3 – O valor corresponde a todas as características e propriedades dos produtos/serviços que o cliente considera como importantes e como tal merecedoras da sua atenção;

4 – Uma definição de valor

“Diremos que o valor é uma maneira de ser ou de agir que uma pessoa ou uma coletividade reconhecem como ideal e que faz com que os seres ou as condutas aos quais é atribuído sejam desejáveis ou estimáveis. (…) Pode dizer-se que o valor se inscreve de maneira dupla na realidade: apresenta-se como um ideal que solicita a adesão ou convida ao respeito; manifesta-se nas coisas ou nas condutas que o exprimem de maneira concreta ou, mais exatamente, de maneira simbólica”

Guy Rocher, op. cit.

Um valor será então algo que, numa determinada cultura, é considerado ideal ou desejável.

Fonte: Blog Vitor Carvalho

O valor exprime uma relação entre as necessidades do indivíduo (respirar, comer, viver, posse, reproduzir, prazer, domínio, relacionar, comparar) e a capacidade das coisas e de seus derivados, objetos ou serviços, em as satisfazer. É na apreciação desta relação que se explica a existência de uma hierarquia de valores, segundo a urgência/prioridade das necessidades e a capacidade dos mesmos objetos para as satisfazerem, diferenciadas no espaço e no tempo.

Os valores humanos são os fundamentos éticos e espirituais que constituem a consciência humana. São os valores que tornam a vida algo digno de ser vivido, definem princípios e propósitos valiosos e objetiva fins grandiosos.

Wilkpédia.


Percebemos que as coisas não possuem nenhum valor próprio, grande ou pequeno, o valor está no conhecimento ou na necessidade daquele que busca alguma coisa, temos aqui alguns exemplos de que coisas de grande valor financeiro no mundo de hoje passam totalmente desapercebidas, porque seu valor não está naquilo que elas são em si mesma e sim no conhecimento que outras pessoas a atribuem ao longo do tempo.

Existe uma frase Bíblica que diz que nos últimos tempos:

(Hebreus 12,16)
Que não haja entre vós ninguém sensual nem profanador como Esaú, que, por um prato de comida, vendeu o seu direito de primogenitura.

(Ezequiel 13,19)
Vós me aviltais perante o meu povo por alguns punhados de cevada e uns pedaços de pão, fazendo perecer vidas que não deveriam morrer, e dando vida a quem não deveria viver. Assim, enganais o meu povo, que não quer senão ouvir fábulas.

(Isaías 55,2)
Por que despender vosso dinheiro naquilo que não alimenta, e o produto de vosso trabalho naquilo que não sacia? Se me ouvis, comereis excelentes manjares, uma suculenta comida fará vossas delícias.

(São Mateus 6,25)
Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes?



Em relação a tudo que foi exposto sobre “VALOR”, percebemos que a maioria das pessoas associam esta palavra apenas ao preço de cada coisa, quando na verdade o que mais exprime a palavra “VALOR” seria exatamente o contrário e poderíamos até dizer que o que tem maior valor para alguém seria aquilo que não tem preço ou que não existe dinheiro nenhum no mundo que pague, pena que, ultimamente coisas que deveriam ser tão valiosas no sentido real da palavra estão sendo negociadas e vendidas por uma ninharia, ou seja, por muito pouco dinheiro.  Poderíamos fornecer diversos exemplos:   Mães que vendem seu filhos, pessoas que vendem os Órgãos do próprio corpo em vida sem valar daqueles que abandonam sua dignidade em troca de um punhadinho de “DROGA”.   Alguns dizem que tradições são paradigmas e que muitos paradigmas precisam ser quebrados e substituídos para que o homem aproveite melhor a sua vida e seja mais feliz.  Mas o resultado desta desvalorização das coisas mais preciosas da vida que muitas vezes são preservadas através das tradições seculares transferidas de Pais para Filhos não estão gerando mais felicidade, muito pelo contrário, esta “INVERSÃO DE VALORES” está gerando sim é muita infelicidade, discórdia, divisões e depressão, isto porque a vida para ter um sentido precisa de ter “VALOR”, pois aquilo que não vale nada vai pro lixo.Precisamos recuperar os nossos valores o mais rápido possível, antes que a humanidade vá para o ralo de vez.



Dinâmica: Quanto você vale?



Estabelecer diferença entre VALOR e Preço.


libertos_gracas_as_suas_chagas


Indicações:

Catequese de crianças, grupos de jovens, outros grupos de casais e escolas dominicais.

Aplicação:

Pode ser aplicado em sala de aula, durante reuniões de grupos ou como dinâmica de abertura de palestras em encontros fechados.

Observação:

Uma coisa terá sempre o mesmo preço independentemente de quem compre ou use, mas esta mesma coisa poderá ter diferentes valores para pessoas diferentes dependendo do conhecimento, utilidade ou necessidade da mesma!


cem+reais+ligado+na+biblia+valor[1]


Objetivos:

Refletir sobre valorização pessoal.

QUAL O MEU VALOR?

Geralmente as pessoas que se vendem por um baixo ou alto preço é porque não se auto-valorizam ou não fazem a mínima ideia da diferença entre Valor e preço.

É comum se dizer entre os corruptos e corruptores que toda e qualquer pessoa por mais incorruptível que possa parecer terá o seu preço determinado, porém esse preço nem sempre se traduz em moeda corrente, por isso para que o Cristão se proteja  e se vacine contra este mal pensamento que está presente na sociedade é necessário que ele compreenda qual é o valor que ele possui e que esse valor é impagável. 

Reconhecer que temos muito valor e que Deus nos comprou por um alto preço.

Material:

01 figura de carro, casa e objetos de uma casa.

Obs: procure trabalhar com no máximo 5 opções diferentes não se esquecendo de deixar coisas de valores bem diferenciados.

Papel – Pincel atômico – Fita adesiva.

Procedimento:

– Comecem perguntando qual o valor dos objetos que os alunos estão usando neste momento da aula.

Anotem as respostas num papel e coloquem ao lado de cada objeto, sobre uma mesa.

– Agora, apresentem as figuras de um carro, uma casa e objetos de uma casa e perguntem:

Quanto pode valer este carro?

E a casa?

E outros objetos da casa?

Anotem as respostas, num papel e coloquem ao lado das figuras do carro, casa e utensílios domésticos.

– Perguntem:

E você, quanto vale? (valor monetário “Em Dinheiro”)

– Entreguem para os alunos ¼ da folha de papel ofício.

Peçam para que eles escrevam este valor no papel, que deve ser colocado na roupa do aluno. Peçam para que cada aluno fale quanto ele vale.

– Depois, façam uma comparação dos preços dos objetos com o valor de uma pessoa, no caso o valor indicado por eles para si mesmos.


es_precioso_alto_preco fomos-comprados-pelo-sangue-de-jesus calice_de_sangue_jesus_salvador

Reflexão:


– Vocês sabem que vocês têm muito valor para Deus?

Quando o homem pecou, ele passou a ter uma dívida muito grande para com Deus. Mas, Deus com seu grande amor, providenciou o resgate do homem, enviando seu filho Jesus, para pagar esta dívida, reconciliando o homem com Ele.

– Sabem qual o preço desta dívida que foi paga por Jesus?

Então leiam:

(Romanos 5,8)  “Mas eis aqui uma prova brilhante de amor de Deus por nós: quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós.”.

(I Cor 7, 23a) “Por alto preço fostes comprados, não vos torneis escravos de homens.”

– Agora, trabalhem o conteúdo da lição, refletindo com os alunos sobre a autoestima, a forma como cada pessoa se valoriza.




o_que_dara_o_homem_em_troca_de_sua_alma



Vaso_de_Barro

Temos Um Tesouro em Vasos de Barro!



Anel_Valor ostra-9[1] o-maior-tesouro-do-mundo
Amigo Fiel Quem sou faz a diferença Sem_Preço

Isto é caro ou Barato ?



É UMA JOIA RARA OU BIJUTERIA BARATA?
É UM DIAMANTE OU UM SIMPLES CACO DE VIDRO?
É DE BOA QUALIDADE OU DESQUALIFICADO?


COMO AVALIAR AS COISAS QUE POSSUÍMOS, VEMOS,

OUVIMOS E COMPRAMOS OU DESEJAMOS?


A FALTA DE CONHECIMENTO AS VEZES NOS FAZ PERDER AS COISAS MAIS VALIOSAS DA VIDA, MAS POR OUTRO LADO TAMBÉM FICA CLARO QUE AS VEZES AS PESSOAS SUPERVALORIZAM COISAS QUE DE TÃO SIMPLES PASSAM ATÉ DESAPERCEBIDAS PRINCIPALMENTE QUANDO ESTÃO FORA DO SEU LUGAR.




Uma Experiência foi Realizada pelo Jornal Washington Post numa estação do Metrô de Nova York, tudo foi gravado em vídeo e está disponível no YouTube.  Após a experiência o resultado se tornou a matéria de capa no jornal e foi amplamente debatida por especialistas e na internet, o que acabou rendendo um Prémio Pulitzer  para o Jornal.

A matéria iniciava da seguinte forma:

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Recebi este texto por e_mail, mas já está amplamente divulgado na internet desde Abril de 2007.

A informação é verdadeira. No link do YouTube há menção a um jornalista do Washington Post, e no sítio do jornal encontrei estaesta menção ao fato, o texto original foi escrito “Por Gene Weingarten Escritor do Jornal Washington Post e divulgado no Domingo, 8 de abril de 2007”, é um texto enorme, temos mensão ao fato também na pagina do próprio artista Joshua Bell, que rendeu mais de 4 milhões de visitas no Youtube, muita discussão e um Prémio Pulitzer.

Veja a descrição da experiência e a sua conclusão: Click no Link do YouTube e desfrute da Musica de Joshua Bell enquanto você lê o texto:



Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.



Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo (veja abaixo), mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossa vida que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço.

O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser? Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, nossos sentimentos e nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho ou a “massa humana”.



Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?

É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?

Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.

Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.

Tocando Flauta

VALORIZE-SE A SI MESMO FAZENDO A SUA PARTE.


Isto não tem Preço !

O texto acima em PPS

Link→

Exp. do Jornal no Metrô NY


Link’s →

Outras Mensagens Semelhantes



Primeira Publicação 800: O que é Bom Não tem Preço !


Um Gesto de Amor.


Um Gesto de amor não têm preço!



De que interessa o que temos

quando não damos o que somos?

A Jesus não importa o dinheiro,

apenas que se seja verdadeiro e inteiro!

Quando a riqueza da aparência

não coincide com a essência,

a riqueza material

é vazio anódino e banal…

Passa o tempo a contar

o menos que pode dar…

E só dá para se ver

quão grande é seu “poder”.

Ricos para Deus são os sábios,

que não são escravos do que têm…

São os que sabem 

que o caminho de santidade

se faz com a verdade

de ser o que se é

e viver alicerçado na fé.

Para Deus importante é ser,

agir de coração e crer…

que um gesto de amor

não tem preço, só tem valor.




Fonte: Blog Amor de Deus


A FRASE VIROU MODA, ESPERAMOS QUE AS PESSOAS APRENDAM A LIÇÃO NA PRATICA.



      Atualizado em 25/12/2012




A pérola de valor incomparável.



Não temos como avaliar coisas e fatos se não conhecermos um exemplo prático por isso gostaria de lhes contar a História que se segue que é um fato verídico ocorrido anos atrás na Índia e serve como um perfeito exemplo para que possamos entender o que Jesus quis dizer quando contou esta parábola a seus discípulos.


“O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas.  Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.”

(São Mateus, 13,45-46)



Não lanceis aos cães as coisas santas, não atireis aos porcos as vossas pérolas, para que não as calquem com os seus pés, e, voltando-se contra vós, vos despedacem.

(São Mateus 7,6)


Pérola:

Para os Orientais: Era o que tinha de mais precioso.


“Era muito caro aos antigos o simbolismo da pérola, pois ela é algo de misterioso: muito bela, mas escondida no mar, dentro de uma ostra. Os antigos eram levados a crer que tal realidade resultava de um portento,… portento que ocorre quando um raio de sol consegue penetrar na água do oceano e a torna fecunda. A pérola assim seria o fruto do casamento do fogo com a água; aí estaria a explicação do seu valor.”

Transpondo este simbolismo para a esfera cristã, verificamos que tem muitos significados. Antes do mais, diremos que Cristo é a pérola preciosa por excelência, pois tem origem na união de Deus Filho todo-poderoso com a frágil natureza humana, união na qual ele é o Esposo e ela a esposa. O Reino dos céus – que tem início no coração de cada cristão – prolonga o portento, apresentando dois aspectos:”


Há muitos anos, um americano chamado David Morse, vivia e trabalhava na Índia, onde fez grandes amizades, sobretudo com Rambhau, um mergulhador que retirava pérolas no mar.



Muitas foram às vezes em que Morse passou o final do dia na casinha de Rambhau, lendo a Bíblia para ele e explicando-lhe a essência das palavras de Jesus: o amor de Deus e a salvação.

Rambhau gostava de ouvir a Palavra de Deus. Mas, sempre que Morse lhe perguntava sobre aceitar Jesus como Salvador, ele balançava a cabeça negativamente dizendo: “Não consigo aceitar a maneira cristã de chegar ao Céu. Para mim ela é fácil demais! Se eu ganhasse o direito de entrar no Céu dessa forma, me sentiria um pobretão, um mendigo que entrou por causa da compaixão de alguém. Talvez seja orgulho da minha parte, mas quero fazer por merecer o meu lugar no Céu. Quero conquistá-lo com esforço próprio, e é o que vou fazer.”

Nada que Morse dizia fazia Rambhau mudar a sua decisão.

Os anos se passaram, e uma noite Rambhau bateu à porta de Morse.

– Seja bem-vindo, meu amigo – saudou-o Morse.

– Não. – respondeu o mergulhador. – Quero que você venha à minha casa um pouquinho. Preciso lhe mostrar algo. Por favor, aceite este convite.”

– Com certeza irei. – disse Morse.

Chegando à casinha, Rambhau afirmou:

– Daqui a uma semana começarei a trabalhar para conquistar o meu lugar no Céu. Estou mudando para Nova Déli, e irei engatinhando.



– Isso é loucura! – exclamou Morse. – São 1.600 quilômetros! Você vai machucar os joelhos e, se conseguir chegar lá, já estará com o sangue contaminado!

– Mas eu preciso ir para Nova Déli – reafirmou Rambhau. – E os imortais me recompensarão por este ato! O sofrimento será tranqüilo, porque com ele adquirirei o direito de ir para o Céu!

– Rambhau, meu amigo, não faça isso. Como posso deixá-lo partir assim sabendo que Jesus Cristo já sofreu e morreu justamente para você ter o direito de ir para o Céu?

Mas o indiano permaneceu firme na sua decisão.

– Você é o meu melhor amigo na Terra, e quem me ajudou todos estes anos, na doença e nas horas de necessidade. Houve ocasiões em que você foi o meu único amigo. Mas nem por isso vai conseguir me dissuadir de conquistar o êxtase eterno. Eu tenho que ir para Nova Déli!

Morse estava sentado numa cadeira que Rambhau fizera para ele logo após sua chegada à Índia. Era a mesma cadeira onde sentara-se tantas vezes lendo a Bíblia para o amigo.

Saindo da sala por um instante, Rambhau retornou com um cofre nas mãos.

– Há anos eu tenho este cofre, – ele disse. – Só guardo uma coisa dentro dele e vou lhe contar algo. Eu tive um filho…

Um filho! – mas Rambhau, você nunca tocou nesse assunto!

– É porque não podia. – disse o mergulhador com os olhos cheios de lágrimas. – Mas como vou partir em breve e não sei se voltarei, preciso lhe contar o que aconteceu.

– O meu filho também era mergulhador, o melhor no litoral indiano. Era rápido, tinha olhos de águia, braços fortes e o melhor fôlego dentre todos os mergulhadores. Ele me trazia muita alegria!

– Como você sabe, – continuou Rambhau, a maioria das pérolas tem algum defeitinho ou mancha que só um perito consegue detectar. O meu filho sempre sonhou encontrar a pérola perfeita, a melhor de todas, e um dia a encontrou! Mas ficou muito tempo debaixo d’água e logo que veio à tona morreu. Ele deu a vida por aquela pérola.

Abaixando a cabeça e com o corpo tremendo por um momento, o velho mergulhador ficou então em silêncio.

– Guardei esta pérola todos estes anos. Como agora vou partir e talvez não volte mais, quero dá-la a você, o meu melhor amigo.



Girando o segredo do pequeno cofre, retirou um embrulho muito bem feito. Abrindo-o e retirando o algodão delicadamente, revelou uma pérola gigantesca que colocou na mão de Morse.

Morse observou a pérola por um momento, e até perdeu a fala, de tão admirado que ficou. Depois exclamou:

– Rambhau! Que pérola!

– Esta pérola, amigo, é perfeita. – Respondeu o indiano tranquilamente.

Foi quando Morse teve uma revelação: Aquele seria o momento perfeito que ele tanto pedira a Deus, para ajudar Rambhau a entender o sacrifício de Jesus.

– Rambhau – ele disse. – É uma pérola maravilhosa, deslumbrante! Quero comprá-la. Eu lhe dou dez mil dólares por ela.

– O quê? Não estou entendendo! Declarou Rambhau.

– Então eu lhe dou quinze mil dólares por ela. Se valer mais, vou trabalhar até conseguir adquiri-la.

Rambhau aprumou-se na cadeira.

– O valor desta pérola é incomparável. Ninguém neste mundo tem dinheiro suficiente para pagar o que esta pérola vale para mim. No mercado ela seria vendida por mais de um milhão de dólares. Não vou vendê-la para você. Eu quero lhe dar esta pérola.

– Não, Rambhau, não posso aceitar esse presente. Por mais que queira essa pérola, não posso aceitá-la assim. Talvez seja orgulho, mas é fácil demais. Preciso fazer por merecê-la, trabalhar para conquistá-la por esforço próprio.

O velho mergulhador estava abismado.

– Você não entendeu nada, amigo. Não está vendo que esta pérola custou a vida de meu filho? Eu jamais a venderei! Ela vale o sangue do meu filho. Não posso vendê-la, mas posso dá-la. Simplesmente a aceite como um sinal do meu amor por você.

Morse, contendo as lágrimas e sem conseguir dizer nada por um momento, segurou a mão do velho.

– Rambhau, – disse ele baixinho. – Não está vendo que o que eu estou lhe dizendo é exatamente o que você tem dito a Deus este tempo todo?

O mergulhador olhou demoradamente para Morse, como se estivesse tentando decifrar o que ele afirmara. E aos poucos começou a entender.

– Deus está lhe oferecendo a salvação de graça. Ela é de um valor incomparável. Ninguém jamais poderia comprá-la. Milhões de dólares são insignificantes. Não existe pessoa na Terra que poderia fazer por merecê-la. Se alguém fosse trabalhar para adquiri-la, teria que trabalhar por milhões de anos, e mesmo assim não seria suficiente. Ninguém merece a salvação. Custou o sangue do único filho de Deus. É o único caminho para o Céu. Nem fazendo centenas de peregrinações, e esperando um milhão de anos, você conseguiria obtê-la. Só precisa aceitá-la como um sinal do amor de Deus por você, que é um pecador.

– Rambhau, é claro que eu humildemente aceito esta pérola, pedindo a Deus que eu seja digno desse amor que você tem por mim. Mas por que você também não aceita, humildemente, o maravilhoso presente que Deus quer lhe dar, o Céu, que Lhe custou a vida do Seu filho?

As lágrimas começaram a rolar pelo rosto do velho. A nuvem que encobria o seu entendimento começou a se desvanecer.



– Agora entendo. Eu não podia acreditar que a salvação fosse de graça, mas agora entendo. Algumas coisas são valiosas demais para serem compradas ou para alguém ser digno delas. Eu aceito a salvação que Jesus me oferece, amigo!

Fonte em Inglés: angelfire.com

Figuras: Revista Sementinha Kid’s, revistas com estorias contadas para crianças, visite o Blog, click no Link

A bondade divina é riquíssima, como é revelado em tudo quanto Ele fez por nós por intermédio de Jesus Cristo.

A salvação não é uma recompensa pelo bem que fizemos, portanto nenhum de nós pode obter qualquer mérito por isto.

Foi o próprio Deus quem fez de nós o que somos e nos deu uma vida nova da parte de Cristo Jesus; e muitos séculos atrás, Ele planejou que gastássemos essa vida auxiliando aos outros.

“Para mostrar aos séculos vindouros a suprema riqueza da sua graça em bondade para conosco em Cristo Jesus, porque pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de voz é dom de Deus” (Ef. 2:7-9).

A Salvação que temos em Jesus é a coisa mais preciosa que podemos ter em nossas vidas, mesmo assim não é necessário pagar pedágio para chegar ao céu.




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Vivenciar os Valores Cristãos.



Um dos maiores desafios do mundo moderno é viver os valores Cristãos, seja na Família ou fora dela.  Percebemos que a cada dia que passa os inimigos de Cristo se multiplicam e como não podem mais atacar e matar o Cristo Ressuscitado eles atacam aquilo que Jesus nos deixou como herança, que são suas palavras, seus ensinamentos e até mesmo suas ações pessoais que ficaram gravadas na memória daqueles que testemunharam os fatos históricos que estão narrados na Bíblia Sagrada.



São Paulo e Timóteo


primeros-cristianos[1]

6. Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentado com as palavras da fé e da sã doutrina que até agora seguiste com exatidão.
7. Quanto às fábulas profanas, esses contos extravagantes de comadres, rejeita-as.
8. Exercita-te na piedade. Se o exercício corporal traz algum pequeno proveito, a piedade, esta sim, é útil para tudo, porque tem a promessa da vida presente e da futura.
9. Eis uma verdade absolutamente certa e digna de fé:
10. se nos afadigamos e sofremos ultrajes, é porque pusemos a nossa esperança em Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, sobretudo dos fiéis.
11. Seja este o objeto de tuas prescrições e dos teus ensinamentos.
12. Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade.
13. Enquanto eu não chegar, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino.
14. Não negligencies o carisma que está em ti e que te foi dado por profecia, quando a assembléia dos anciãos te impôs as mãos.
15. Põe nisto toda a diligência e empenho, de tal modo que se torne manifesto a todos o teu aproveitamento.
16. Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se isto fizeres, salvar-te-ás a ti mesmo e aos que te ouvirem.

I Timóteo, 4






O texto acima que São Paulo escreveu a Timóteo, ainda quando ele era apenas um jovem demonstra que haviam muitos ensinamentos a se preservar e viver para sermos autênticos testemunhos da verdade Cristã e estes ensinamentos foram sendo divulgados entre os Cristãos e vivenciados durante XXI séculos, graças à estes valores o mundo adquiriu uma nova maneira de viver em sociedade e com estes valores foi possível construir um patrimônio de conhecimento e compartilhá-lo com o resto da humanidade, porque até o final do Império Romano o mundo vivia de conquistas e de ser conquistado e o que sempre valia era a lei do mais forte que destruía tudo que o Império anterior havia adquirido, construído ou armazenando como conhecimento, só isto já tornaria impossível a construção de uma civilização permanente e duradoura.

Hoje, a civilização que se formou pretende retroceder à idade da pedra, pretende abandonar os princípios Cristãos que a formaram e retornar ao barbarismo da época de Jesus, pouco a pouco vão abandonando o que temos de mais precioso, que são os nossos princípios Cristãos e os substituindo pelos famosos direitos humanos (PNDH 3) que são muito “DISCUTÍVEIS” que nada tem de direito e sim obrigações a serem seguidas pela maioria em benefício de uma minoria.

Na verdade a Igreja através de seus membros fez um imenso trabalho de evangelização no passado, disseminando a verdade Cristã entre os diversos povos pagãos que habitavam a Europa, Ásia e etc.

Os princípios religiosos se tornaram leis e normas de ensino nas escolas até que a civilização amadureceu e agora que deveria estar avançando mais profundamente rumo à perfeição, mas não, nós nos deparamos com uma tremenda apostasia e um abandono da Fé nos principais centros de formação do Cristianismo no mundo.

Na Carta de São Paulo a Timóteo já se previa esta apostasia e este afastamento da humanidade dos princípios do ensinamento Cristão, tanto é que ele exorta a Timóteo que jamais esmoreça e jamais desista de viver a sua fé Cristã, mesmo que as outras pessoas o desconsiderem ou o critiquem por ser fiel a Cristo.

Nosso desafio hoje é tentar reverter este processo de banalização dos princípios Cristãos, é reverter este processo que o mundo Laico nos impõe tentando mudar a nossa maneira de ser e de ensinar nossos filhos.

Até mesmo as leis que regiam os Países e os mantinham de pé estão sendo substituídas por outras que não se comprometem com o bem estar do homem ou sua dignidade de Filho de Deus, dando margem a todo tipo de atrocidades destruindo pouco a pouco a civilização que conhecemos.

Se diz em todos os casos que devemos redescobrir estes valores Cristãos, que devemos viver estes valores Cristãos e que devemos ensina-los a nossos filhos para preservarmos a nossa Família, a nossa sociedade e salvar assim o nosso mundo que padece nas mãos dos aproveitadores e sugadores das riquezas naturais sem se preocupar nenhum pouquinho com o que acontecerá amanhã com o planeta ou o homem que nele vive.

Que valores seriam estes?

Tudo o que Cristo ensinou e nos testemunhou com suas ações se tornaram VALORES “TESOUROS INESTIMÁVEIS” como Jesus mesmo identificou em seus ensinamentos, seriam coisas tão valiosas que superariam até mesmo a nossa vida e para preservar as suas palavras ele doou a sua própria vida, porque preferiu morrer que negar qualquer coisa que havia ensinado a todos nós.

Podemos enumerar muitos valores Cristãos e humanos, que praticamente são desprezados no mundo de hoje sem a menor dor na consciência:



Fidelidade, amabilidade, prudência, Lealdade, Temperança, Paciência, perdão, Sinceridade, Honradez, Justiça, Verdade, Caridade, Honestidade, afabilidade, bondade, alegria, paz, brandura, temperança, Serenidade, Concórdia, Unidade e muitas outras coisas como estas que estão sendo desqualificadas na sociedade moderna que se preocupa mais em apenas viver a vida cometendo muitos pecados que antes não cometeriam.


Gálatas 5, 22 e Apocalipse 22, 11.



Não é porque o mundo evoluiu que precisamos abandonar os nossos Valores, muito mais agora deveríamos nos agarrar a eles ou então a sociedade moderna se desmontará como se desmonta um castelo de cartas quando sopra apenas uma brisa mansa.



Você pode salvar o mundo, salvando a si mesmo e sua Família, porque a Família é o centro de tudo e é a ela que precisamos preservar em primeiro lugar custe o que custar.

“Ele te dirá as palavras pelas quais serás salvo tu e toda a tua casa.”

(Atos dos Apóstolos 11,14)


José do Egito, Filho de Jacó

Exemplo de Integridade

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História Bíblica – Valor Cristão