O maior tesouro que existe!





Já se perguntou alguma vez qual é o mais incrível e incalculável tesouro pessoal de Deus? Será que nas Escrituras Sagradas encontramos a resposta?

Pasmem, sim, está escrito!

Quando falamos em tesouro já visualizamos a caverna secreta de Ali Babá e os 40 ladrões que tinha uma enorme pedra que servia de porta e deixava o lugar impenetrável, a enorme pedra só se movia quando se dizia a frase mágica “Abre-te Sésamo” um lugar cheio de ouro, prata, pedras preciosas e muitos objetos valiosos, algo que expresse um valor imensurável e que deve ser guardado e bem protegido e até escondido.

Está disponível na web uma lista das pedras preciosas mais caras e cobiçadas do planeta, está em primeiro lugar um diamante rosa de quase 60 quilates descoberto a apenas 21 anos (1999) e que foi vendido por 71,2 milhões de dólares em Hong Kong.  Quem comprou o “Pink Star” ou “Estrela Rosa” tem agora um tesouro inestimável.

Sei que possuir este tesouro é um privilegio que poucos poderiam ter, mas a verdade é que cada pessoa em particular possui um grande tesouro que não trocaria jamais por coisa alguma, nem mesmo por esse enorme diamante tão caro.   Toda pessoa, por mais pobre que seja tem ago de muito valor bem guardado a sete chaves, salientamos aqui que “Muito valor” não significa “Alto preço”, já falamos sobre isso em outro post. Em Isaías 39,2 o rei Ezequias mostra aos representantes do rei da Babilônia a casa do seu tesouro, com prata, ouro, especiarias e os melhores unguentos, um tesouro fantástico que gera muita cobiça, causa de guerras e muitas mortes – infelizmente.

Então qual seria o seu maior tesouro?

E quanto ao nosso Criador? Dono de toda a prata e ouro que existem? O que poderia ser, para Ele o bem mais valioso, mais raro do que tudo no mundo?

Em Êxodo 19,5 e 6 temos uma resposta: “Se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.” 

Deus escolheu o povo de Israel como seu tesouro pessoal e essa escolha teve características diferenciadas, as quais devemos trazer para nossa vida pessoal hoje: obedecer e guardar a aliança. A maior parte das vezes desejamos a aliança, o amor e a misericórdia divina, mas ignoramos a obediência.

Em João 14,21 Jesus diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” Aquele que guarda os mandamentos e obedece fielmente torna-se nação santa aos olhos do Pai.

Em (Isaías, 49,16) está escrito Eis que estás gravado na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.*”, estas promessas e essas palavras dirigidas ao povo de Israel na “antiga aliança”, agora na nova aliança foram transferidas para cada um de nós em particular que aceitamos Jesus como nosso Senhor e Salvador como o profeta Isaías se refere no primeiro versículo deste mesmo capítulo “O Senhor chamou-me desde meu nascimento; ainda no seio de minha mãe, ele pronunciou o meu nome.*”
(Isaías, 49,1)   A
gora ficou muito claro que este tesouro é você, sim é você mesmo a coisa mais preciosa que Deus possui, por isso Ele dispensou tanto amor a ponto de enviar Jesus seu único filho para lhe resgatar das trevas para a sua maravilhosa luz. (S. João 3,16)



Afinal, você tem sido este tesouro pessoal de Deus?  Pare um momento e reflita nesta mensagem viva e eficaz contida em Êxodo 19,5 e 6, ela com certeza serve para nós. O profeta Malaquias afirma que Deus tem compaixão do filho que lhe obedece, quando se torna Seu tesouro pessoal (Mal. 3,17).

Que possamos estar cada vez mais no centro da vontade de Deus, preciosos, mantendo-nos num processo de santificação e adoração, até a volta de Jesus, com a convicção de que seremos por Ele chamados como lemos em S. Mateus 25,34 – Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuir por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.



Amém.




 


Deus é um Deus de Amor – São Francisco.



DEUS É UM DEUS DE AMOR





“Deus é Deus de amor que transforma a semente em árvore, em fruto que alimenta a vida, e, por vezes, o luto!…

Deus é Deus de amor que muda o ninho dos pensamentos em ninho de luz; que muda as idéias em ação que nos conduz, ou deixa que nós caiamos, para compreender Jesus.

Deus é Deus de amor que nos deu os pés, para que haja caminhada, nos ofertou as mãos, para dar trabalho à enxada; mas, se ferirmos o companheiro, erramos a estrada.

Deus é deus de amor que nos deu a cabeça para pensar, que nos premiou com o coração para amar; quem aceita o ódio, não pode cantar.

Deus é Deus de Amor que tudo fez, sem usar o alarde, que tudo faz, mesmo que achemos tarde; que nunca diz: Sois covardes.

Deus é Deus de amor que nos deu o verbo e nos ensina a falar, que nos deu a boca e nos ensina a cantar: que nos deu o coração e nos ensina a amar.”                           


  ( São Francisco de Assis )


“Quem ler e entender o Evangelho em Espírito e Verdade, encontrará nele Deus e o céu, os Anjos e o próprio paraíso, tudo a nos esperar, aguardando que façamos a nossa parte, para recebermos o prêmio da felicidade.” S. Francisco







Quando não há nada mais

a ser dito, silencia.



Quando não há nada mais a ser dito, silencia. Quando não há mais nada a ser feito, permitas apenas ser, apenas estar e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires. Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós da intranquilidade, descansa e refaz tua energia. Não há pressa.

A prioridade é que tu encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar. Quando o vazio instalar-se em teu peito, dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e encontra em ti mesmo a compreensão para este estado.

É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável. Tudo pode ser mudado, existe sempre uma nova escolha para qualquer opção errada que tenhas feito.

Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocupares com a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza. Não te preocupes. Se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente necessitas viver.

Confia e vai em teu caminho de paz. Nada é mais gratificante que ver alguém submergindo da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz. Ela sempre esteve presente… Era só abrir os olhos…


(Mensagem de São Francisco de Assis)


Oração_abre_as_portas_para_a_presença_de_Deus
Oração_não_eh_uma_Varinha_magica_Papa_Francisco


Novo texto


editando


“.”                           


  ( São Francisco de Assis )



Frases e Ensinamentos de Francisco de Assis.



Os mais Conhecidos e Melhores Ensinamentos e Frases de Francisco de Assis.




Os 12 ensinamentos de São Francisco de Assis


São Francisco de Assis ensinou muito. Falou sobre fé, humildade, amor ao próximo, compaixão. Conheça alguns de seus  ensinamentos mais divulgados, um verdadeiro legado para a humanidade.

Quem foi São Francisco de Assis

Batizado com o nome de Francisco Bernardone e nascido na Itália em 1182, Francisco de Assis foi canonizado pela Igreja Católica em 16 de julho de 1228 devido ao seu estilo de vida, baseado nos ensinamentos da Bíblia: viver humildemente.

Além de ser conhecido pela vida de pobreza e humildade, São Francisco de Assis também é muito conhecido como padroeiro dos animais.

As maiores bençãos de São Francisco de Assis foram os ensinamentos deixados para nós, para que sejamos cada vez mais pessoas melhores para com o próximo e desta forma estar cada vez mais perto dos ensinamentos de Deus.


Francisco de Assis

“Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado… Resignação para aceitar o que não pode ser mudado… E sabedoria para distinguir uma coisa da outra.”

― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Onde há amor e sabedoria, não tem temor e nem ignorância.”



Francisco de Assis

“Apenas um raio de sol é suficiente para afastar várias sombras.”


Francisco de Assis

“O que temer? Nada. A quem temer? Ninguém. Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida sem morte.”



Francisco de Assis

“Não te envergonhes se, às vezes, animais estejam mais próximos de ti do que pessoas. Eles também são teus irmãos.”


Francisco de Assis

“Devemos aceitar com serenidade as coisas que não podemos modificar, ter coragem para modificar as que podemos e sabedoria para perceber a diferença.”



Francisco de Assis

“Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras.”
― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida.”



Francisco de Assis

Enche-se de felicidade aquele que vê, sem inveja, a felicidade dos outros.”
― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Um ser humano vale o que ele é aos olhos de Deus e nada mais.”



Francisco de Assis

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”


Francisco de Assis

“O homem deveria tremer, o mundo deveria vibrar, o Céu inteiro deveria comover-se profundamente quando o Filho de Deus aparece sobre o altar nas mãos do sacerdote.”



Francisco de Assis

“Já foi o tempo em que acreditei em palavras.”


Francisco de Assis

“Todos os seres são iguais, pela sua origem, seus direitos naturais e divinos e seu objetivo final.”



Francisco de Assis

“Irmãos comecemos, pois até agora pouco ou nada fizemos.”


Francisco de Assis

“Para pregar a Paz, primeiro você deve ter a Paz dentro de você. Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz.”


Francisco de Assis

“Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único evangelho que as pessoas leiam.”


Francisco de Assis

“Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.”

― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Porque os anjos têm asas como as aves. Porque os homens têm pêlos como os bichos. E todos nós temos alma como Deus!”


Francisco de Assis

“Não vos esforceis pelas honras do mundo, mas honrai o SENHOR.”


Francisco de Assis

“A cortesia é irmã da caridade, que apaga o ódio e fomenta o amor.”


Francisco de Assis

“Meu Deus é meu tudo.”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“É, pois uma grande vergonha para nós outros servos de Deus, terem os santos praticados tais obras, e nós querermos receber honra e glória somente por contar e pregar os que eles fizeram.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Irmão lobo, você prejudica a muitos nestas paragens e faz um grande mal. Todas estas pessoas o acusam e o amaldiçoam. Mas, irmão lobo, eu gostaria de fazer a paz entre você e essas pessoas.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O que era amargo tornou-se doce.”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Que a paz de Deus esteja com você.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Quem a tudo renuncia, tudo receberá.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Irmão Antônio, tu tens muito estudo. Mas jamais te esqueças da oração…”

― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Aprendamos com as pedras…”

― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O céu é que sustenta a Terra.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“… doravante não direi mais pai Bernardone, mas Pai nosso que estás no céu…”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Se algo rouba a paz no meu coração é porque ocupou o lugar de Deus.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O bem que espero é tão grande que todo sofrimento é prazer para mim.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Choro as dores e humilhações do meu Senhor. O que mais me faz chorar é que os homens, por quem Ele sofreu tanto, vivem esquecidos d’Ele.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

Quando digo Ave Maria, os céus sorriem os anjos se rejubilam, o mundo se alegra, treme o inferno e fogem os demônios. Vos sois ó Maria, a filha do Altíssimo Pai Celestial, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e a esposa do Divino Espírito Santo.

Francisco de Assis


Francisco de Assis

(…) O Amor não é amado! Como é que os homens podem amar uns aos outros se não amam o Amor?

Francisco de Assis


Francisco de Assis

Ler a Sagrada Escritura significa pedir o conselho de Cristo

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“”

Francisco de Assis




Oração da Humildade de Madre Teresa de Caucutá.



A Santa da Humildade e da doação de si mesma.


“CORAGEM!!! Quando Deus não desiste de você e insiste em dizer que és o escolhido d’Ele, que precisas de coragem para colocar teus dons a serviço da igreja, escolhendo apenas Ele como OPÇÃO DE VIDA, e tendo MARIA SANTÍSSIMA como exemplo de mulher/mãe, nossa mãe, que além disso soube ser missionária nos pequenos gestos! SOBRE SER AMADA, GRATIDÃO.”





Senhor, quando eu tiver fome,
dai-me alguém que necessite de comida.
Quando tiver sede,
dai-me alguém que precise de água.
Quando sentir frio,
dai-me alguém que necessite de calor.
Quando tiver um aborrecimento,
dai-me alguém que necessite de consolo.
Quando minha cruz parecer pesada,
deixe-me compartilhar a cruz do outro.
Quando me achar pobre,
ponde a meu lado alguém necessitado.
Quanto não tiver tempo,
dai-me alguém que precise
de alguns dos meus minutos.
Quando sofrer humilhação,
dai-me ocasião para elogiar alguém.
Quando estiver desanimada,
dai-me alguém para lhe dar novo ânimo.
Quando sentir a necessidade
da compreensão dos outros,
dai-me alguém que necessite da minha.
Quando sentir necessidade de que cuidem de mim,
dai-me alguém que eu tenha de atender.
Quando pensar em mim mesma,
voltai minha atenção para outra pessoa.
Tornai-nos dignos, Senhor,
de servir nossos irmãos
que vivem e morrem pobres e com fome,
no mundo de hoje.
Dai-lhes, através das nossas mãos,
o pão de cada dia e dai-lhes,
graças ao nosso amor compassivo,
a paz e a alegria.



(Santa Madre Teresa de Calcutá)






Santa Madre Teresa de Calcutá nos ensinou tanto sobre simplicidade, doação e santidade através dos seu exemplo. Viveu de forma tão simples, se doando tão completamente aos mais pobres dos pobres que suas frases a descrevem com perfeição…. “Buscar a face de Deus em tudo, em todos, o tempo todo, e a mão dele em tudo o que acontece; é isso o que significa ser contemplativo no coração do mundo. Ver e adorar a presença de Jesus, especialmente na aparência humilde do pão e no angustiante disfarce de pobre.” E nos mostrou o caminho: “Nós temos que transformar o nosso amor a Deus em ação viva. Qual é o meu pensamento? Eu vejo Jesus em cada ser humano.” “O que você está fazendo, eu não posso fazer; o que eu estou fazendo, você não pode fazer. Mas juntos nós estamos fazendo uma coisa bonita para Deus, e esta é a grandeza do amor de Deus por nós: a oportunidade de ser santos pelas obras de amor que fazemos, porque a santidade não é um luxo de poucos. É um dever muito simples para você e para mim. Você, na sua posição e no seu trabalho; eu e os outros, cada um de nós, no trabalho, na vida em que demos a nossa palavra de honra para Deus. Nós temos que transformar o nosso amor a Deus em ação viva.”

Santa Madre Teresa de Calcutá, rogai por nós!



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2 Frases de: 1

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Frases de: 2

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Natal

POEMA DA PAZ

Santa Madre Teresa



(Madre Teresa de Calcutá)


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A Lição do Passarinho.


JOELHOS DOBRADOS





A Lição do Pássarinho em Power Point . PPT



  1. 1. A LIÇÃO DO PÁSSARO

  2. 2. Você já viu um passarinho dormindo num galho ou num fio, sem cair?

  3. 3. Como é que ele consegue isso?

  4. 4. Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.

  5. 5. O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.

  6. 6. Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.

  7. 7. Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.

  8. 8. O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.

  9. 9. É uma maravilha, não é?

  10. 10. Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós.

  11. 11. Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.

  12. 12. Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a paz e a alegria, não se entregue ao desânimo, faça de Jesus o seu melhor amigo, Ele está ansioso por isso, Ele quer fortalecê-lo e abençoá-lo!

  13. 13. É Ele quem renova suas forças e sua Fé.

  14. 14. “Olhai para os Lírios do campo como eles crescem; não trabalham nem fiam; E Eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua Glória, se vestiu como qualquer um deles”.

  15. 15. “Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? ”. Mateus 6: 26

  16. 16. E se Ele cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você, que é seu filho amado?! Basta você CRER!

  17. 17. “Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós” 1 Pedro 5:7

  18. 18. E jamais se esqueça: Tudo o que nasce de joelhos nasce para ficar em pé!

  19. 19. Uma abençoada vida para você! Você é a coisa mais linda que Deus tem neste mundo!

  20. 20. Presentepravoce.wordpress.com.br

  21. Um grande abraço e que DEUS te ABENÇOE!!

  22. Link’s para outras Mensagens



Semeando a cultura de Pentecostes




A lição do Pássaro – Slideshare



O Alpinista Extraordinário.



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UM TESTE DE FÉ.



2. Você Cofia em Deus ?

4. Conta-se que havia um extraordinário alpinista que estava desesperado por conquistar uma altíssima montanha. 

5. Depois de anos de preparação . . . Enfim chegara o grande dia, 6. iniciou então sua grande escalada

7. Como queria a glória só para si, resolveu subir sem companheiros.

8. Ele para ganhar tempo decidiu por não acampar. 9.  Durante a subida Foi ficando tarde… 10. e mais tarde, 11.  sendo que continuou subindoe por fim ficou escuro. 12. A noite era muito densa naquele ponto da montanha, 13. e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero. 14. A lua Tão Bonita e as Estrelas extremamente belas haviam desaparecido completamente. 15. Estavam completamente encobertas pelas nuvens.

16. Ao subir por um caminho estreito, a apenas poucos metros do topo, 17. escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.

18. O alpinista via apenas velozes manchas escuras passando por ele e sentia a terrível sensação de estar sendo sugado pela gravidade.

19. Já Pensava na proximidade da morte, sem Solução ….

20. De repente, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda na qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha.

21. Nesse momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que se pudesse fazer, então  gritou com todas as suas forças:

22. MEU  DEUS, ME  AJUDA !!!

23. De repente, 24. uma voz grave e profunda vinda dos céus lhe Respondeu:

25. QUE QUERES QUE EU TE FAÇA ? Salva-me meu DEUS !!!

26. – Com toda certeza Senhor !!! REALMENTE CRÊS QUE EU POSSO SALVÁ-LO ?

– Com toda certeza SENHOR!

27. ENTÃO CORTE A CORDA NA QUAL ESTÁS AMARRADO

28. Houve um momento de silêncioEntão o homem agarrou-se ainda mais fortemente à corda

29. – PORQUE DUVIDAS?

NÃO CRÊS QUE SOU DEUS E POSSO SALVA-LO?  

– Sim Senhor, Eu creio

– SE CRERES VERÁS A GLORIA DEUS.

30. Conta a equipe de resgate, que no outro dia encontraram o alpinista morto, congelado pelo friocom as mãos agarradas fortemente à corda … 

A APENAS DOIS METROS DO SOLO…

31.  E Você? Cortaria a sua corda

Às vezes precisamos tomar decisões que testam nossa em Deus. E nós, que estamos tão agarrados às cordas?

Será que a cortaríamos?

32. Devemos, diariamente exercitar nossa confiança em Deus lembrando-nos sempre que “ O Senhor nosso Deus nos segura pela mão e nos diz: Não temas, Eu te ajudo”  (Isa. 41:13)

33. Se esta mensagem lhe foi útil, compartilhe-a com alguém. Deus te abençoe…

34. Esta é uma estória fictícia, sem nomes e nem locais definidos, mas não significa que não seja um fato verídico.  

Inclusive existem vários testemunhos são muito semelhantes:

Veja um acontecimento recente …

35. Em “2003” um acidente que foi gravado e documentado pela própria vítima.  O testemunho dele foi registrado no filme “127 horas” que foi fiel aos fatos onde o personagem acidentado ficou preso em uma fenda na montanha após uma enorme rocha ter se deslocado e prendido seu braço direito. Ele se salvou porque foi capaz de cortar o próprio braço que estava preso.



36. Este é um fato recente e posterior à existência deste texto.   A aplicação  da lição foi literal segundo o evangelho (S. Mateus 18, 9)  e muito além de nossas expectativas, enquanto que muitas pessoas perdem a Vida e a Salvação por coisas muito mais banais e insignificantes. Porque não são capazes de desapegar e renunciar seus pecados e nem do dinheiro ou objetos fúteis que nada significam para a Salvação, a VIDA e a Felicidade.

37. “Egoísmo não traz felicidade, a melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros,” 


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Presentepravoce.wordpress.com.br quarta-feira, 28 de setembro de 2016 3:50:55 Link’s para outras Mensagens



Anel_Valor
O_equilibrista_e_a_Fé o-maior-tesouro-do-mundo

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O maior tesouro do mundo.



o-maior-tesouro-do-mundo


O Diamante. adaptação


2. Um homem era muito rico e muito apegado ao que possuía, vivia sempre preocupado em acumular mais e mais riquezas …

3. Um dia muito cansado, pegou no sono  enquanto apreciava um pouco da sua fortuna …

… Sonhou  que um andarilho estava passando por sua cidade e que estaria numa praça perto de sua casa  …

4. Esse andarilho tinha um presente para lhe dar que seria o maior tesouro do mundo, a coisa mais valiosa que alguém poderia possuir …

5. Ao acordar, não perdeu tempo saiu em busca da realização de seu sonho …

6. Um velho e sábio Senhor viajava de cidade em cidade compartilhando a sua sabedoria e vivendo da caridade e bondade  daqueles  que o ouviam …

7. Ao chegar naquela cidade se instalou numa praça e estava a descansar quando … O homem chegou e deduzindo ser ele o andarilho do sonho lhe disse …

8. Esta noite eu tive um  sonho que nesta praça eu encontraria um andarilho, que apesar de sua miserável aparência me daria um tesouro de valor inestimável e que isto mudaria completamente a minha vida.

9. Quando vi você percebi de imediato que era o homem que eu procurava. Por favor, me dê o meu tesouro”.

10. O andarilho olhou para ele sem falar nada, enfiou a mão em um alforge de couro bem desgastado e em seguida estendeu a mão para o homem, dizendo:

11. –“Deve ser isto então!”

Entregando-lhe um diamante enorme.

12. O outro levou um  grande susto e exclamou: –“Mas! Esta pedra deve ter um valor incalculável”

13. – “É mesmo? Pode ser.  Eu a encontrei no bosque a poucos dias.”  – Disse o andarilho.

14. –“Muito bem, quanto devo dar por ela?

15. –“Nada! Para mim ela não serve.  

Não preciso dela. Se ela lhe serve, leve-a. Não foi isto que você viu no seu sonho?”. 

16. “Sim, foi isto mesmo que vi em meu sonho.” Obrigado. Muito confuso, o homem guardou a pedra e foi embora.

17. – O homem não conseguiu dormir naquela noite e apesar do alto valor da pedra, ele chegou à conclusão que aquele enorme DIAMANTE  não seria o maior TESOURO que poderia existir no mundo.

18. –No outro dia bem cedinho voltou correndo até a praça procurando pelo andarilho.   Ao encontrá-lo. Disse-lhe:

19. –“Tome o seu Diamante!”  E me dê o TESOURO mais valioso do mundo!

20. – “Não tenho mais nada para lhe dar”.    Disse o velho sábio.

21. – TEM SIM:  “Mais VALIOSO que um Diamante desse tamanho é ter a capacidade de abrir mão dele e entregá-lo a alguém que você nunca viu antes!

22. – Quero que me ensine como ter esse total  DESAPEGO

23. Ficou algum tempo com ele até tomar posse definitivamente do seu verdadeiro tesouro: O DESAPEGO

25. O Reino dos céus é também semelhante a um tesouro escondido num campo. Um homem o encontra, mas o esconde de novo. E, cheio de alegria, vai, vende tudo o que tem para comprar aquele campo.”  (S. Mateus 13,44)

26. O Reino dos céus é ainda semelhante a um negociante que procura pérolas preciosas. 46. Encontrando uma de grande valor, vai, vende tudo o que possui e a compra.”              (S. Mateus 13,45-46)


26. CRÉDITOS:

TEXTO:…………………….. O Diamante
FONTE: Livro “História da tradição Sufi”  Edições Dervish 1993
IMAGENS: Obtidas na Internet MÚSICA: “Astrakan Café”
Adaptação e Formatação: Presentepravoce



Anel_Valor Empurre_a_vaquinha_no_precipicio
O_rico_e_o_pobre Tende_Misericordia_Senhor


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Respostas sobre Repouso no Espírito.



Recebemos diariamente muitas indagações sobre Repouso no Espírito, já temos divulgações sobre o assunto que é bastante amplo com muitas considerações a fazer, porém as respostas podem ser específicas para cada duvida específica.



Moises_na_presença_de_Deus_sarça_ardente Resposta a diversas perguntas sobre sintomas e sentimentos que ocorrem nos momentos de oração e louvor! click aqui ==>


Repousar_em_verdes_prados_salmo_22

Pergunta:

Quem recebe o Espírito Santo é só quem repousa?

Não, porque!

Batismo no Espírito x Repouso no Espírito.

Podemos dizer sem sombra de dúvida que em ambos os casos são ações do Espírito Santo, logo onde está o Espírito Santo aí está presente todo o seu ser, sendo assim, quando o Espírito Santo age Ele necessariamente BATIZA a pessoa, pois considera-se que a pessoa precisa estar envolvida “plenamente Cheia” do Espírito Santo para sentir qualquer uma de suas manifestações, isto implica em afirmar que qualquer pessoa que estiver repousando no Espírito estará Batizada, cheia, mergulhada no Espírito, mas uma pessoa que estiver cheia, mergulhada e repleta do Espírito Santo não necessariamente ou obrigatoriamente deverá estar repousando no Espírito.

Existe um distinção entre uma coisa e outra:

Estar cheio do Espírito é ser Batismo no Espírito Santo.

Repousar no Espírito é apenas uma manifestação distinta de quem se enche do Espírito, Quem profetiza ou fala em línguas também está cheio do Espírito, quem faz milagres ou cura os enfermos também estará cheio do Espírito, porém quem se enche do Espírito não estará em repouso todas as vezes ou então não existiria nenhuma história que contasse os Milagres que Deus realizou através de seus Profetas e Santos no passado, isto porque, quem está em repouso, não está em ação e o repouso tem o objetivo de descansar e curar as pessoas, restabelecer as forças de cada um e não de agir, sendo assim podemos dizer que o Espírito nos enche para podermos agir, trabalhar em sua obra; pregar, anunciar, curar enfermos e etc.  Pois juntamente com o Batismo o Espírito nos enche com seus Dons de Trabalho em benefício do crescimento da Igreja, mas quando Ele nos dá o Repouso, simplesmente estaremos descansando e renovando as nossas forças nos preparando para uma ação futura.

Quando pregamos um SVE I temos o objetivo de realizar uma oração de Efusão no final do encontro para que as pessoas experimentem em seu coração o sabor da Presença do Espírito Santo, ou seja, se encham do Espírito ou com o termo mais conhecido, sejam “Batizadas no Espírito Santo”.

Este é o objetivo, porém dependendo do encontro, da abertura de cada pessoa que participa esta efusão pode atingir maior ou menor grau de eficiência, pois existem muitos fatores que ajudam ou atrapalham um bom resultado na Efusão.  

O que esperamos de uma boa Efusão é a verdadeira transformação e conversão dos corações, pois quando este coração se abre de verdade haverá sempre uma transformação interior que implicará em uma entrega total possibilitando a ação completa do Espírito Santo que se manifestará externamente através de louvor, lágrimas de conversão, dons de línguas, calor no corpo e outros diversos sintomas entre eles está também o repouso no Espírito, porém para quem auxilia uma Efusão não temos como observar o grau de ação do Espírito Santo em quem esteja apenas repousando, ou seja, esta ação é interior e somente a pessoa pode depois testemunhar o que sentiu, porém não manifestará exteriormente nenhum dos outros sintomas exteriores que possamos observar, sendo assim, esta efusão para ele pode se tornar apenas uma cura que é uma ação de libertação que é apenas um pré-requisito para a verdadeira transformação, isto porque, mesmo quando reservamos um momento para curar e libertar as pessoas antes da Efusão, são muitas as pessoas que chegam naquele momento sem estar plenamente curadas e assim a sensibilidade da pessoa em questão se limitara à uma cura, pois nem sempre se repete ou dá sequencia ao ato de oração após esta Efusão e que no caso deveria ser retornado para estas pessoas que apenas repousaram.   O que eu estranho neste fato que hoje ocorre é que no inicio das atividades da RCC este fato não ocorria, mas hoje quando oramos pela Efusão, a metade das pessoas caem em repouso, para mim nada mais é do que uma tendência de imitação, pois as pessoas aprendem que Repouso seria um SINÔNIMO de Batismo no Espírito e na verdade NÃO É, É SIM APENAS UM EFEITO.



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Pergunta:

O que de fato acontece quando repousamos no Espirito Santo?

Pode acontecer muita coisa, depende de cada pessoa em particular!

Como já foi descrito anteriormente com mais detalhes, seremos diretos nesta resposta.

Repouso é Repouso “*” a própria palavra e descrição da manifestação está dizendo do que se trata.  Analisando diversos testemunhos pessoais e comentários que foram descritos aqui neste Blog podemos dizer que se trata de um descanso e uma cura interior mais profunda.

  Deus não teria nenhum interesse em nos imobilizar sem nenhum motivo aparente, não teria motivo para nos por para dormir se não tiver uma razão para isso.  Sendo assim, quando repousamos entramos em um estado de descanso físico e mesmo que nossos sentidos permaneçam ligados acompanhando o que acontece em nossa volta podemos sentir também uma paz que nos invade o interior, sentimos alívio de problemas, mágoas mal perdoadas, dores de físicas etc.  

Podemos dizer que quando o Homem está bem acordado, ou totalmente consciente ele de certa forma coíbe com sua razão esta ação mais profunda de Deus, pois nós fazemos intervenções na vontade Divina e de certa forma direcionamos o que queremos que Ele faça e onde deva curar, mas nem sempre sabemos qual é a real razão de nossas dores.    Quando entramos em estado de repouso esta intervenção humana cessa por um instante e Deus começa a curar coisas que muitas vezes nem nos lembramos, cura traumas, pecados, mágoas, dores crônicas sem motivo causadas por Stress e preocupação, etc.

Em casos mais raros acontece também um Batismo no Espírito mais profundo atingindo áreas que anteriormente não foram atingidas.

A sensibilidade ao Repouso, a quantidade, o tempo e o grau de consciência durante o repouso pode variar de pessoa para pessoa, mas geralmente o Repouso não é muito longo a não ser em casos acompanhados de cura interior com pessoas com traumas mais profundos e reincidentes.

A queda: Não é um fator preponderante ou obrigatório, muitas vezes pensamos que todos somos obrigados a repousar, e que necessariamente seria preciso cair no chão de qualquer jeito e por isso muitas pessoas não se abrem ao Repouso, porém ninguém seria obrigado a Repousar no Espírito, principalmente porque via de regra a pessoa não precisa ser curada todos os dias, se bem que todos nós sempre precisamos de um bom descanso nos braços do Pai.   Ultimamente o Repouso no Espírito está mais conhecido e por este motivo está sendo mais utilizado se bem que existe uma restrição à promoção de Repouso no Espírito entre multidões, principalmente se não existir uma equipe preparada para o atendimento de cura interior no local.


Leia mais sobre Repouso no Espírito neste Blog: Click Aqui



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Pergunta:


Por que algumas pessoas choram e outras não quando recebem o Espírito Santo ?

Chorar ! Por que ?



Chorar é uma emoção humana muito comum!


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Mas por que as pessoas choram?

O texto ficou um pouco longo e foi transferido para um post particular.

Siga o Link Abaixo

Por que as pessoas choram ?




Extase_cume_da_oracao Alimento_Espiritual_Autêntico o-maior-tesouro-do-mundo
Experiência_com_Deus Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito


O velho Lenhador.



Uma simples competição de lenhadores se transforma em uma análise de capacidade física entre o jovem e o velho, entre o humilde e o arrogante, entre o fraco e o forte e por ultimo entre o sábio e o burro.

Mostramos que a sabedoria e a experiência superam a juventude, a força física, a impetuosidade e a arrogância. Afiar o machado significa muitas vezes não apenas experiência e sabedoria, mas estar preparado para se enfrentar o trabalho proposto com segurança de sucesso.

Leia o texto:


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“AFIANDO O MACHADO


Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador, da região onde morava, cortava e empilhava madeira das árvores que derrubava. O velho lenhador era um homem tranquilo, bem relacionado com todos e era tido como uma pessoa de bom coração, além de ser considerado o melhor lenhador de toda a redondeza.

O jovem o admirava e o seu desejo permanente era de um dia, torna-se tão bom, se não melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira. Certo dia, aquele jovem finalmente decidiu procurar o velho lenhador com o propósito de aprender com quem mais sabia e assim tornou-se o melhor lenhador que aquela cidadezinha já tinha ouvido falar.

Passados alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo e que aquele velho não era tão bom quanto falavam. Sendo assim, o jovem decidira afrontar o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho quem cortaria mais árvores? Aquele velho lenhador aceitou, sabendo que seria mais uma oportunidade de dá uma lição no jovem arrogante. E assim fizeram, reuniram testemunhas, formaram comissão julgadora, organizaram torcida, delimitaram as áreas onde seriam cortadas as árvores e, no dia escolhido para o confronto, lá se foram decidir os dois quem seria o melhor.

De um lado, o jovem forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores. Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho silencioso, tranquilo. Também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.

Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador e qual não foi a sua surpresa ao vê-lo sentado. O jovem riu e pensou: “além de velho e cansado, está ficando tolo, por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?”. E assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição e, para admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado duas vezes mais árvores do que o jovem desafiante.

Este, espantado e irritado ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, já que uma ou duas vezes que parara apenas para olhar, via-o sentado bem tranquilo, enquanto ele não parou um só minuto.

O velho, bastante sereno, respondeu: “todas as vezes que você me via sentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando meu machado”.

Conto da obra S.O.S.  Dinâmica de grupo, de Albigenor e Rose Militão. ed.  Qualitymark.br.


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1. Obviamente, com um machado mais afiado, o poder de corte do velho lenhador era muito superior ao do jovem. Este, embora mais vigoroso na força, certamente não percebeu que, com o tempo, seu machado perdia o fio, e com isso perdia a eficácia. Quando chegamos em determinadas épocas de nossas vidas, como o fim de mais um ano de trabalho, de esforço, de empreendimento, esta lição pode ser muito bem aplicada.

2. É tempo de amolar o machado! Embora achemos que não possamos parar, que tempo é dinheiro, que vamos ficar para trás, perceberemos, na prática, que se não pararmos para amolar o machado, de tempos em tempos, não conseguiremos êxito. Amolar o machado não é apenas descansar o corpo, é também refletir, avaliar, limpar a mente e reorganizar o nosso íntimo.

3. Amolar o machado é raciocinar, usar da inteligência para descobrir se estamos usando nossas forças da melhor forma possível. Assim, guardemos algum tempo para essas práticas realmente necessárias, e veremos, mais tarde, que nosso machado poderá cortar as árvores com muito mais eficiência.


Fruto_Espírito


Todos nós podemos aprender muito com Jesus. Pense nisso!

(Jeremias 9.23,24)

Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte na sua força, nem o rico nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor, e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.”

Salmo 20.7Uns confiam em carros, outros em cavalos; mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus.”

Salmo 46.10  “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus (o Senhor)…”

João 15.5 “…Sem mim, nada podeis fazer.”

1 Coríntios 2.1-5 “Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem, ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana; e, sim, no poder de Deus.”

Diversos homens de Deus passaram por experiências que os tornaram capazes de seguir com o Grande e Poderoso Chamado de Deus em suas vidas.

Não pense que conosco será diferente.

Se você está passando pelo processo de “afiar o machado” dê Glória a Deus, você é um(a) dos Escolhidos de Deus para uma grande Obra. Aleluia!

“Para que também desse a conhecer as riquezas da sua glória nos vasos de misericórdia, que para glória já dantes preparou.

Os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?

Romanos 9.23-24

Veja esses exemplos, a Bíblia nos revela muitos mais:

Moisés: 80 anos de preparo + 40 anos liderando o povo de Deus.

– 40 no palácio de Faraó sendo educado para pensar que era importante;

– 40 anos no deserto aprendendo que não era nada;

– 40 anos aprendendo que Deus era tudo (líder e aprendo)

Josué: Ao longo de sua vida sendo ajudante, ou “Office-boy” de Moisés, até receber o grande chamado de liderança.

Davi: Anos e anos sendo um filho dedicado e prestativo, esperando com paciência “ouvindo a Palavra de Deus”. Sendo treinado como “pastorzinho”, músico, atendente do rei, soldado, até finalmente realizar a obra pela qual fora ungido muitos anos antes.

Paulo: O mesmo que falou que não dependia de eloquência, teve uma formação formidável como vaso escolhido pelo Senhor.

DEUS NÃO DESPERDIÇA NADA NO PREPARO DOS SEUS SERVOS!

-Anos de aprendizagem na melhor escola da época (aprendendo com Gamaliel)

-Preparação como fazedor de tendas

-Depois da conversão, mais 3 anos na dependência de Cristo sendo um grande “instrumento” para expressar as verdades do cristianismo

-Total dependência do Espírito Santo e não da sabedoria humana. Lembremos ainda que Paulo empregava todos os métodos linguísticos disponíveis para garantir uma comunicação eficaz.

Maior exemplo de todos:

Jesus: Deixou sua glória junto do Pai e veio até nós para nos conceder o caminho aberto até o Todo Poderoso Deus. Jesus aprendendo 30 anos, antes de assumir seu ministério de 3 anos.  Tanto observando seu pai, fazendo parte de uma Família, indo ao templo, adorando ao único Deus.

Que Amor incomparável do Filho de Deus em cumprir o desejo de seu Pai, o Deus Todo Poderoso! Deus sempre abre uma porta para nos ajudar, essa porta hoje é Jesus!


Sizenando – 06 de julho de 2016


Com_o_Tempo_2

Com o tempo você aprende

Teatro: texto



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Link’s para outras Mensagens:


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Parábola do casebre e da vaquinha.


A Parábola do Mestre e da Vaca – Sabedoria Oriental – Chinesa
Mestre Taoísta e Discípulo numa jornada de busca e sabedoria


Família Pobre e sua Acomodação


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Um sábio mestre Taoísta e seu discípulo andavam pelo interior da China há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo àquela noite. Ao chegarem no casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos. Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.


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O senhor respondeu – “Está vendo àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade. Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece” – O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio. Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse – “Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?” – O mestre então falou – “Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo” – O discípulo espantado falou – “Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!” – O mestre calmamente repetiu a ordem – “Pegue a vaca e empurre-a para o precipício!”. O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo, e ela morreu.


Vaquinha_magra


Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar àquela família. Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar. Ele pensou – “De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico” -Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou – “Você sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui antigamente?” – O criado respondeu – “Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins” –  e apontou para a frente da casa. O discípulo caminhou na direção da casa e pode ver um senhor altivo, brincando com três jovens bem vestidos, e junto uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.

Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa. O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu. O senhor então explicou – “Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu… Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer” – O discípulo não podia acreditar no que estava ouvindo  – Ele continuou – “Perder aquela vaquinha foi terrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante” – Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre tinha percebido.

Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom. Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte. Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, pense! Mesmo que pareça ruim agora, tudo poderá te levar a um caminho melhor, você só precisa perceber isso.

Credito: Parábola Budista, ou Taoísta popular no extremo oriente, autor desconhecido.

Sem a dependência da Vaca, a família procurou outros meios de sobrevivência, e assim


 

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Ripple – A Onda do AMOR!


Ripple – a onda do amor

Uma história semelhante numa campanha veiculada em Singapura.




Semeando a cultura de Pentecostes


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Jesus, eu confio em vós.


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“Confiança! Não temas!”

Este texto vai aumentar a SUA confiança em Deus


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DEPOIMENTO


Jesus Cristo nos convida à Confiança.

Voz de Cristo, voz misteriosa da graça que ressoais no silêncio dos corações, vós murmurais no fundo de nossas consciências palavras de doçura e de paz. Às nossas misérias presentes repetis o conselho que o Mestre dava, frequentemente, durante sua vida mortal:

Confiança, confiança!”.

À alma culpada, oprimida sob o peso de suas faltas, Jesus dizia: “Confiança, filha, teus pecados te serão perdoados!”. “Confiança”, dizia à doente abandonada que só dEle espera a cura, “tua fé te salvou”.

Quando os apóstolos tremiam de pavor vendo-O caminhar, de noite, sobre o lago de Genesaré, Ele os tranquilizava por esta expressão pacificadora: “Tende confiança! Sou Eu, nada temais!”.

E na noite da Ceia, conhecendo os frutos infinitos do seu Sacrifício, lançava Ele, ao partir para a morte, o brado de triunfo: “Confiança! Confiança! Eu venci o mundo!…”.

Esta palavra divina, ao cair de seus lábios adoráveis, vibrante de ternura e de piedade, operava nas almas uma transformação maravilhosa.

Um orvalho sobrenatural lhes fecundava aridez, clarões de esperança lhes dissipavam as trevas, uma calma serenidade delas afugentava a angústia. Pois as palavras do Senhor são “espírito e vida”. Bem aventurados os que a ouvem e a põe em prática.

Como outrora aos seus discípulos, é a nós, agora, que Nosso Senhor convida à confiança. Por que recusaríamos atender à sua voz?

Muitas almas têm medo de Deus

Poucos cristãos, mesmo entre os fervorosos, possuem essa confiança que exclui toda ansiedade e toda hesitação. Várias são as causas desta deficiência.

O Evangelho narra que a pesca miraculosa aterrou São Pedro. Com impetuosidade habitual, ele mediu de relance a distância infinita que separava da sua própria pequenez a grandeza do Mestre. Tremeu de terror sagrado, e prosternando-se a face contra a terra: “Afastai-vos de mim, Senhor, exclamou, que sou um pecador!”.

Certas almas têm, como o Apóstolo, esse terror. Elas sentem tão vivamente a própria indigência e as próprias misérias, que mal ousam aproximar-se da Divina Santidade.

Parece-lhes que um Deus assim puro deveria sentir repulsão ao inclinar-Se para elas. Triste impressão, que lhes dá a vida interior uma atitude contrafeita, e, por vezes, a paralisa completamente.

Como se enganam essas almas!

Logo aproximou-Se Jesus do Apóstolo assustado: “Não temas!” disse-lhe, e o fez levantar-se…

Vós também, cristãos, que do seu amor tantas provas recebestes, nada temais! Nosso Senhor receia acima de tudo que tenhais medo dEle.

Vossas imperfeições, vossas fraquezas, vossas faltas mesmo graves, vossas reincidências tão frequentes, nada O desanimará, contanto que desejeis sinceramente converter-vos. Quanto mais miseráveis sois, mais Ele tem compaixão de vossa miséria, mais deseja cumprir, junto a vós, sua missão de Salvador…

Não foi sobretudo para os pecadores que Ele veio à terra?


Leão e Menina

A outras almas falta a fé…

A outras almas falta a fé. Elas têm certamente essa fé comum, sem a qual trairiam a graça do Batismo. Creem que Nosso Senhor é todo-poderoso, bom e fiel a suas promessas; mas não sabem aplicar essa crença às suas necessidades particulares.

Não são dominadas pela convicção irresistível de que Deus, atento às suas provações, para elas Se volve a fim de socorrê-las.

Jesus Cristo pede-nos, no entanto, essa fé especial e concreta. Ele a exigia outrora como condição indispensável dos seus milagres; espera-a ainda de nós, antes de nos conceder os seus benefícios…

Se podes crer, tudo é possível àquele que crê”, dizia ao pai do pequenino possesso. E, no convento de Paray-le-Monial, empregando quase os mesmos termos, repetia a Santa Margarida Maria: “Se puderes crer, verás o poder do meu Coração na magnificência do meu amor…”.

Podeis crer? Podereis chegar a esta certeza tão forte que nada a abala, tão clara que equivale à evidência? Isso é tudo. Quando chegardes a esse grau de confiança vereis maravilhas realizaram-se em vós…

Pedi ao Mestre Divino que aumente a vossa fé. Repeti-Lhe com frequência a prece do Evangelho: “Eu creio, Senhor, mas ajudai a minha incredulidade”…

Esta desconfiança de Deus lhes é muito prejudicial.

A desconfiança, sejam quais forem suas causas, nos traz prejuízo, privando-nos de grandes bens.

Quando São Pedro, saltando da barca, se lançou ao encontro do Salvador, caminhou, a princípio, com firmeza sobre as ondas. Soprava o vento com violência. As vagas ora levantam-se em turbilhões furiosos ora cavavam no mar abismos profundos…

A voragem abria-se diante do Apóstolo. Pedro tremeu… hesitou um segundo, e, logo, começou a afundar…

Homem de pouca fé, disse-lhe Jesus, por que duvidaste?”

Eis a nossa história. Nos momentos de fervor, ficarmos tranquilos e recolhidos ao pé do Mestre. Vindo a tempestade, o perigo absorve a nossa atenção. Desviamos então os olhares de Nosso Senhor para fitá-los ansiosamente sobre os nossos sofrimentos e perigos. Hesitamos… e afundamos logo!

Assalta-nos a tentação. O dever se nos torna enfadonho, a sua austeridade nos repugna, o seu peso nos oprime. Imaginações perturbadoras nos perseguem. A tormenta ruge na inteligência, na sensibilidade, na carne…

E perdemos pé; caímos no pecado, caímos no desânimo, mais pernicioso do que a própria falta. Almas sem confiança, por que duvidamos?

A provação nos assalta de mil maneiras. Ora os negócios temporais periclitam, o futuro material nos inquieta. Ora a maldade ataca-nos a reputação.

A morte quebra os laços de afeições das mais legítimas e carinhosas. Esquecemos, então, o cuidado maternal que tem para nós a Providência… Murmuramos, revoltamo-nos, aumentamos assim as dificuldades e o travo doloroso do nosso infortúnio.

Almas sem confiança, por que duvidamos?

Se nos tivéssemos apegado ao divino Mestre com uma confiança tanto maior quanto mais desesperada parecesse a situação, nenhum mal desta nos adviria…

Teríamos caminhado calmamente sobre as ondas; teríamos chegado, sem tropeços, ao golfo tranquilo e seguro, e, breve, teríamos achado a plaga hospitaleira que a luz do Céu ilumina…

Os santos lutaram com as mesmas dificuldades… muitos dentre eles cometeram as mesmas faltas. Mas estes, ao menos, não duvidaram…

Ergueram-se sem tardanças, mais humildes após a queda, não contando, desde então, senão com o socorro do Alto…

Conservaram no coração a certeza absoluta de que, apoiados em Deus, tudo poderiam. Não foram iludidos nessa confiança!

Tornais-vos, pois, almas confiantes. Nosso Senhor a isso vos convida; e o vosso interesse assim o exige. Tornar-vos-eis, ao mesmo tempo, almas iluminadas, almas de paz.

*   *   *

Fonte: retirado do “Livro da Confiança” do Rev. Pe. Thomas de Saint-Laurent.


CONFIAR-EM-DEUS3[1]


Aqueles_que_Confiam


terco-da-misericordia-11[1]


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      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


Repouso no Espírito e Renovação Carismática.


Repouso_no_Espírito_2


Na Renovação Carismática, encontram-se várias manifestações do poder do Espírito Santo, que de início espantaram grandemente, mas que são agora mais facilmente admitidas como autênticas; é assim com o dom das línguas, das curas, a Efusão do Espírito, a imposição das mãos.

Mas há um fenômeno sobrenatural menos conhecido, que se torna cada vez mais frequente na Renovação Carismática: é o repouso no Espírito. Depois de um estudo atento sobressai, sem equívoco possível, que esta experiência encontra o seu fundamento na teologia.

Com efeito, o repouso no Espírito reveste-se das características do arrebatamento (que é uma espécie de êxtase) salvo na sua causa imediata, que é o pedido feito a Deus, numa oração apropriada.

Convém lembrar que se encontra uma situação semelhante no Batismo do Espírito. Com efeito, este favor espiritual era normalmente concedido àqueles que faziam progressos notáveis na vida espiritual, enquanto que agora é recebido até pelos pecadores, por vezes de um modo instantâneo, na seqüência de uma oração feita por outros para esse fim. É assim, também, para o repouso no Espírito. Outrora, apenas se encontrava (pelo menos na maior parte das vezes) nas pessoas avançadas na vida espiritual; pelo contrário, nos nossos dias, a oração ao Espírito Santo obtém-no até para os pecadores.

Como é um arrebatamento, o repouso no Espírito é da mesma família da ordem extática, mas não arrasta consigo a santificação da pessoa nalguns instantes. Esta experiência mística é destinada a favorecer uma vida cristã mais fervorosa ou uma conversão do coração.

Habitualmente, o arrebatamento verifica-se em pessoas avançadas na vida espiritual, ou, como dizia Santa Teresa d’Ávila, que atingiram as sextas moradas do castelo interior. Não se chega, portanto, de um pulo, ao período do êxtase ou do arrebatamento; em geral este é precedido de uma série de etapas de contemplação infusa, das quais a menos elevada é chamada por Santa Teresa d’Ávila “oração de contemplação”.

Lembremo-nos de que há três graus no êxtase:
1) O êxtase simples, quando este se produz lentamente, ou se não é muito forte;
2) O deslumbramento, quando o êxtase é súbito e violento;
3) O voo do espírito, quando, como diz Santa Teresa d’Ávila, “age de tal maneira que o espírito parece verdadeiramente sair do corpo”.

Ora, as características do deslumbramento encontram-se no repouso no Espírito, salvo, evidentemente, o grau avançado de vida espiritual. Com efeito, acontece que Deus concede uma tal experiência espiritual a pessoas de virtude vulgar, ou a principiantes na vida espiritual, a fim de os atrair a Si.

O repouso no Espírito resulta, mais freqüentemente, da imposição das mãos, ou pelo menos de um toque da mão na cabeça, embora esse gesto não seja sempre necessário. A pessoa começa a vacilar, para finalmente cair devagarzinho para trás. Esta queda é causada por uma graça tão poderosa do Espírito Santo que o corpo já não pode suportá-la e, então, as suas forças abandonam-no. Contudo, é preciso esclarecer que a queda não é obrigatória e não condiciona, necessariamente, a recepção da graça. Por outro lado, aqueles que não “caem” são afetados por uma vertigem não desagradável, tremuras ou pernas debilitadas, mas estas manifestações físicas são impregnadas de doçura e de paz. A sensação interior de repouso no Espírito parece existir também nas pessoas que não caem.


Repouso no Espírito e Missão Divina


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O repouso no Espírito supõe uma nova efusão do Espírito Santo ou, mais precisamente, como se chama em teologia, uma nova missão deste Espírito Divino. Lembremos que as Missões Divinas, quer dizer, o envio das Pessoas do Filho e do Espírito Santo, podem ser visíveis ou invisíveis. Estas últimas constituem as principais modalidades da ação santificadora da Trindade Santa nas nossas almas.

Quanto ao repouso no Espírito, não é uma nova vinda da Pessoa do Espírito Santo, já recebida no Batismo; pelo contrário, consiste numa nova efusão das suas graças e das suas manifestações. Esta nova efusão do Espírito Santo realiza, então, uma renovação real da relação da pessoa com o Espírito Santo que já a habita e uma experiência de Deus mais íntima, que se abre num conhecimento amoroso mais ardente.

O repouso no Espírito é, portanto, o efeito de uma missão divina, porque comporta o progresso na vida espiritual e porque constitui um novo estado de graça santificante.


Repouso e Batismo no Espírito.


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O repouso no Espírito resulta, portanto, de uma nova efusão do Espírito Santo, mas de um gênero diferente da que o Batismo no Espírito provoca. Com efeito, a experiência espiritual do repouso no Espírito parece realizar-se, sobretudo, ao nível da inteligência. Pelo contrário, o Batismo no Espírito verifica-se, em especial, ao nível da afetividade.

O repouso no Espírito desenvolve consideravelmente a acuidade intelectual, no sentido em que a atenção é mais levada para a experiência atual da intimidade divina. A consciência é amplificada, mas é desviada das realidades exteriores e é mais centrada na realidade sobrenatural. Por outro lado, os limites pessoais podem, também, tornarem-se mais manifestos. Há, portanto, um engrandecimento da lucidez interior sobre Deus e sobre si próprio.

O repouso no Espírito é um arrebatamento que interrompe o conhecimento que se pode adquirir por si próprio. O Espírito Santo não faz, portanto, um vazio na inteligência, mas suspende temporariamente a sua atividade, fixando-a em Deus. É isto que se chama, em teologia mística, a “ligação das faculdades”.

Tudo o que a alma conhece pelas suas próprias forças não é nada, em comparação com os conhecimentos abundantes e rápidos que lhe são comunicados durante os arrebatamentos. O repouso no Espírito é freqüentemente acompanhado de luzes especiais e novas, que se dirigem para Deus, para o Cristo, para a sua misericórdia, para o valor da vida cristã, para os pecados, para os defeitos, os insucessos, etc. Estas luzes não acontecem sempre explicitamente durante o repouso no Espírito, mas a sua compreensão desenvolve-se ao longo das horas ou dos dias que se seguem à experiência.

Durante os arrebatamentos e, portanto, durante o repouso no Espírito, Deus revela segredos de ordem sobrenatural; habitualmente, sente-se que a inteligência cresce, que há um aumento das faculdades superiores. Acodem ao espírito idéias profundas, mas é impossível explicá-las com detalhe e com precisão. Isto advém do fato não de que a inteligência estivesse como que adormecida, mas de que foi elevada a verdades que ultrapassam a capacidade do espírito humano.

Enquanto a inteligência conhece uma dilatação prodigiosa, a atividade da imaginação está suspensa durante os períodos culminantes. Quanto mais a luz é forte, mais a alma se sente encandeada, cega. Por outro lado, se ficarmos somente pelas aparências, o repouso no Espírito pode apresentar algumas semelhanças com os estados parapsicológicos, como os estados hipnóticos, histéricos, mediúnicos, magnéticos, letárgicos, cataléticos… Contudo, a semelhança é apenas exterior; apresenta-se somente nos fenômenos corporais, que têm relativamente pouca importância no repouso no Espírito. Quanto à sugestibilidade, pode, por vezes, contribuir para provocar o repouso no Espírito; contudo, não se deve exagerar a sua importância. De qualquer maneira, é impossível que a sugestão, por si própria, possa provocar uma reação tão violenta e tão súbita como o repouso no Espírito.


Repouso no Espírito e incapacidade corporal


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O repouso no Espírito traduz-se, habitualmente, por uma incapacidade corporal. A pessoa começa por vacilar, para finalmente cair suavemente para trás; a energia física desvanece-se. A pessoa está como que ofuscada pela intensidade da presença interior do Espírito Santo. Há, então, incapacidade de adaptar o psiquismo e os sentidos a uma experiência espiritual tão intensa.

Em termos técnicos, pode dizer-se que, no decurso do repouso no Espírito, só o “Pneuma” se liberta para se “aquecer” no seio do Pai, enquanto que a “psique” está como que ligada desde que se deu a “invasão” do corpo pelo Espírito Santo. Enquanto a pessoa “repousa” no chão, parece estar num meio-sono, banhada numa grande paz. Terá, por vezes, a impressão de estar como num outro mundo, ou ainda, como do lado de fora do seu corpo. Saboreia uma grande alegria interior, um amor de Deus muito intenso, a que se junta por vezes uma cura física ou interior, ou opera-se uma conversão profunda. O repouso no Espírito dá, freqüentemente, forças novas ao corpo e ao espírito, tal como o sono natural regenera as forças corporais. O repouso no Espírito é uma inibição reparadora.

Quanto à duração, vai de alguns segundos até algumas horas. Quanto mais tempo dura, mais a influência divina é susceptível de ser profunda. A maior parte das pessoas deseja não ser incomodada, a fim de saborear esta presença invulgar de Deus.


Como recebê-lo


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De uma maneira geral, pode dizer-se que uma pessoa que está habitualmente aberta às inspirações do Espírito Santo, esteja ou não avançada na vida espiritual, está mais disposta ao repouso no Espírito. Pode notar-se, contudo, uma diferença: é que a pessoa avançada continuará tranquila e sossegada, enquanto que a outra estará sujeita à emoção.

Se o repouso no Espírito não se produz, a pessoa poderá, até mesmo, ser santa e habituada à influência do Espírito. De qualquer maneira, é preciso evitar fazer um julgamento geral sobre as pessoas que recebem o repouso no Espírito e as que não recebem. Mas, em poucas palavras, pode dizer-se que apenas não se recebe o repouso no Espírito porque se resiste, recusando-o, ou então porque se está habituado à ação do Espírito em si próprio.

Por outro lado, o repouso no Espírito sobrevém, a maior parte das vezes, na oração. Pode tratar-se de um grupo de pessoas, mais ou menos considerável, reunido para uma oração comum, seja litúrgica, seja carismática; mas uma ocasião muito favorável é a celebração eucarística, especialmente depois da santa comunhão. Quanto mais a atmosfera está impregnada de oração, mais o repouso no Espírito se manifesta, por vezes mesmo sem as que as pessoas sejam tocadas por outras. A oração de louvor é uma causa particularmente eficaz do repouso no Espírito. Este repouso também se produz, muitas vezes, a seguir a um ministério de pregação, confinante a orações de cura. Convém assegurar um clima tranqüilo na assembléia e evitar a exaltação da assistência e toda a procura de espetáculo.



Pe. O. Melançon, CSC


RCC Brasil

Repouso no Espírito e Renovação Carismática


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As quatro esposas do Rei.



No passado e ainda hoje em alguns países que permitem a bigamia ainda é normal encontrar homens que possuem mais de duas esposas, como se diz comumente, até parece uma maravilha viver em um arem como o Rei Salomão, mas somente quem vive na pele esta situação pode concordar que ter quatro esposas é como multiplicar os seus problemas à quarta potência e o que pareceria um paraíso acaba se revelando um inferno.

Mas na estória que apresentaremos abaixo vemos um exemplo de convivência harmoniosa durante toda a vida e que merece um pouco da nossa atenção para compreendermos a verdade dos fatos:

Veja o Texto:



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Um grande e poderoso Rei tinha quatro esposas e seu relacionamento com elas era muito bom tanto que vivia feliz e despreocupadamente.

– Ele amava sua ultima esposa demais.   Ela era a mais jovem e sempre recebia do Rei lindos presentes, jóias e roupas caras.

Dava-lhe de tudo e sempre do melhor.

– Ele também amava muito sua terceira esposa que na sua opinião era a mais bela, e gostava de exibi-la aos reinados vizinhos nas grandes festas. Contudo, ele tinha medo que um dia ela o deixasse por outro rei mais jovem e rico.

– Ele também amava sua segunda esposa. Ela era mais inteligente e compenetrada e entendia tudo sobre os negócios do reino, era sua confidente e estava sempre pronta para ele, com amabilidade e paciência. Sempre que o rei tinha que enfrentar um problema ele confiava nela para atravessar os tempos de dificuldade.

-A primeira esposa era uma parceira muito leal e fazia tudo que estava ao seu alcance para manter o rei muito rico e poderoso.

Mas… ele não amava a primeira esposa como as outras e, apesar de esta o amar profundamente ele mal tomava conhecimento dela.

– Um dia o rei caiu doente e percebeu que seu fim estava próximo.
Ele pensou em toda a luxúria da sua vida e ponderou:

“É… agora eu tenho quatro lindas e dedicadas esposas comigo, mas quando morrer, ficarei sozinho”.

– Então ele perguntou para a quarta esposa:
– Amei-a tanto, querida….

A cobri das mais finas roupas e jóias.
Mostrei o quanto eu a amava, cuidando bem de você.

Agora que eu estou morrendo, você seria capaz de morrer comigo, para não deixar-me sozinho?

– De jeito nenhum! – respondeu a quarta esposa, e saiu do quarto sem sequer olhar para trás.  A resposta que ela deu cortou o coração do rei como se fosse uma faca afiada.

Tristemente o rei, então perguntou para a terceira esposa.
Eu também amei-a tanto a vida inteira… Agora que estou morrendo, você seria capaz de morrer comigo, para não deixar-me sozinho?

– Não! respondeu a terceira esposa. A vida é boa demais!!! Sempre fui fiel a ti, mas quanto você morrer, eu pretendo me casar novamente…

O coração do rei sangrou de tanta dor.

Ele perguntou, então para a segunda esposa:

– Eu sempre recorri a você quando precisei de ajuda e você sempre esteve ao meu lado nas mais duras provações e dificuldades. Quando eu morrer, você será capaz de morrer comigo, para fazer-me companhia?

– Sinto muito meu amor… Mas desta vez eu não posso fazer o que você me pede!

– respondeu a segunda esposa. O máximo que eu posso fazer é enterrar você…

Essa resposta soou como um trovão na cabeça do rei e ele ficou arrasado.

– Então uma voz se fez ouvir.
– Eu partirei com você e o seguirei para onde você for!

O rei levantou os olhos e lá estava a sua primeira esposa, tão magrinha… tão mal nutrida… tão sofrida… Com o coração partido o rei falou:

– Mas Você ? Logo a que eu mais desprezava e mal percebia a sua presença?  Eu deveria mesmo ter cuidado muito melhor de você enquanto eu ainda podia…


2020

1954 – Quatro Rainhas Encontram Lancelot Dormindo, Frank Cadogan Cowper


Moral da estória:

– ” Na verdade nós todos temos 4 esposas nas nossas vidas…

– Nossa 4º esposa é o nosso CORPO. Apesar de todos os esforços que fazemos para mantê-lo saudável e bonito, ele nos deixará, quando morrermos.

– Nossa 3º esposa são as nossas POSSES, as nossas propriedades a nossa riquezas. Quando morrermos, tudo isso vai para os outros.

– Nossa 2º esposa são nossa Família e nossos amigos. Apesar de nos amarem muito e estarem sempre nos apoiando, o máximo que eles podem fazer é nos enterrar.

– A nossa 1º esposa é o nosso ESPIRITO…
Muitas vezes deixado de lado, ele fica lá no fundo, esquecido, por perseguirmos durante a vida toda a Riqueza, o Poder, e os Prazeres do nosso EGO…

Pena que muitas vezes só consideramos isso quando estamos para deixar este mundo.

Apesar de tudo, é a única coisa que sempre irá conosco, não importa onde formos, então…

Cultive-o… Fortaleça-o… E acima de tudo Alimente-o!
Dê o verdadeiro sentido à sua vida agora.
JESUS é o único caminho….
É o maior presente que você pode dar a si mesmo.
Está é a hora..



a historia dos lobos

editando aguarde


O_desafio_do_Rei


Receita para uma vida Feliz!


(Ser Feliz não é um mero fruto do acaso e sim de uma decisão pessoal tomada todo dia!)


UMA LINDA LIÇÃO DE VIDA

Uma senhora idosa, elegante, bem vestida e penteada, estava de mudança para uma casa de repouso pois o marido com quem vivera 70 anos, havia morrido e ela ficara só…

Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.

A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas floridas que enfeitavam a janela.

– “Ah, eu adoro essas cortinas” – disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.

– “Mas a senhora ainda nem viu seu quarto…”

– “Nem preciso ver” – respondeu ela. – “Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.

Sabe, eu tenho duas escolhas: Posso passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem… ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem…

Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focalizá-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida. A velhice é como uma conta bancária: Você só retira daquilo que você guardou. Portanto, lhe aconselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua ‘conta de lembranças’. E como você vê, eu ainda continuo depositando.

Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:

1- Jogue fora todas as coisas não essenciais para sua vida.

2- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa… Não deixe seu cérebro desocupado.

3- Curta coisas simples.

4- Ria sempre, muito e alto. Ria até perder o fôlego.

5- Lágrimas acontecem. Aguente, sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.

6- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta… pode ser família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, o que for… Seu lar é o seu refúgio.

7- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.

8- Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades que tiver.

E LEMBRE-SE SEMPRE QUE:

A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego…

de tanto rir… de surpresa… de êxtase… de felicidade !!!

Simples assim !!!”

(autor desconhecido)

(Um Desafio Para Mim e para Você)


SER FIEL ACIMA DE TUDO

SER FIEL ACIMA DE TUDO

Presentepravoce – Sizenando





EM BUSCA DA FELICIDADE.

Um Filme baseado em fatos reais


Dinâmica da Pipoca

SAL DA TERRA


Um teste de Fé!


Você soltaria a corda?

Todos os dias de nossas Vidas passamos por momentos tão difíceis que pensamos ser o fim, mas uma voz sempre nos diz lá no fundo do coração.

“Creia em Deus e espera com confiança n’Ele e Ele atenderá o seu clamor e as suas necessidades…”

Um famoso alpinista, certa vez experimentou uma situação semelhante em sua própria pele !



Um Bom alpinista é aquele que: metodicamente observa todos os detalhes de Segurança.

Dica número 1: Isto vale a sua Vida.

Mantenha sua corda bem conservada

O primeiro passo para manter sua corda bem conservada é mantê-la limpa. A limpeza é fundamental para prolongar sua vida útil e sua resistência. Mantenha a corda longe do contato com o solo sempre que possível, pois a poeira e partículas de sujeira têm um efeito bastante abrasivo sobre ela. Evite pisar no equipamento, pois isso pressionará as partículas abrasivas para o interior da corda.

Lavagem da corda – use sabão neutro e água fria, enxague bem e deixe secar à sombra. Nunca use máquinas de lavar e secadoras.

Não enrole a corda para guardar, guarde-a solta e sem nós. A corda pode criar “pontos fracos” se permanecer sempre dobrada nos mesmos pontos e permanecer assim. Também não é aconselhável o uso da corda para outras atividades, fora da escalada.

Nunca marque a corda com canetas que não sejam específicas para este fim, os produtos químicos da tinta podem danificá-la.

Verifique o equipamento regularmente, procurando pontos danificados ou sinais de fadiga. Se encontrar algum, como nos casos em que a alma da corda estiver aparecendo, corte a corda no ponto danificado, usando uma lâmina quente. Queime a ponta boa rapidamente e aperte-a com os dedos.


Olha a Situação do desprevenido.


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Não existe meia fé.


O Alpinista em Power Point Com Fotos

Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais os desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele e resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro para dividir, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.

Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde. Porém, ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz. Não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede” a apenas 100 metros do topo ele escorregou e caiu.

Caía a uma velocidade vertiginosa e somente conseguia ver a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo… e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele havia vivido em sua vida. De repente, ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. Como todo alpinista, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspenso nos ares da completa escuridão e não sobrou para ele nada além do que gritar. E gritando só conseguia ouvir seu próprio eco, então rogou a Deus: “Óh meu Deus, ajude-me!!!”. De repente uma voz grave e profunda vinda do céu, respondeu: “O que você quer de mim, meu filho?” – Me salve meu Deus, por favor!! E Deus lhe respondeu: “Você realmente acredita que Eu possa te salvar?” E o alpinista respondeu: “Eu tenho certeza meu Deus!!”. E Deus respondeu: “Então corte a corda que te mantém pendurado…

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso certamente morreria…



O pessoal do resgate conta que no outro dia encontrou o alpinista congelado, morto, agarrado com força, com as duas mãos a uma corda… a tão somente dois metros do chão

Esta é uma história real e a dedução feita no diálogo com Deus é feita porque o alpinista foi encontrado há apenas dois metros do chão.

Não existe meia fé.

VAMOS AO TESTE:

E VOCÊ OBSERVOU BEM AS DICAS DO BOM ALPINISTA?

Está Bem amarrado e segurando firmemente sua corda?

POR QUE VOCÊ NÃO A CORTA?

Por que não a solta e se joga nos braços de Deus?

É pelo medo de nos desapegarmos de certas situações que aparentemente nos oferecem segurança que deixamos de alcançar maiores conquistas. A mesma corda que lhe dá segurança pode também ser o seu fim.

Pense nisso!


 

Para visualizar a animação e o som baixe o Slaid em Power Point.


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120 MILAGRE DE LANCIANO


Temos Um Tesouro em Vasos de Barro!



“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.”



“Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus. Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.” (II Coríntios 4.5-7).



Existe um tesouro que não precisa de mapa para ser encontrado, porque não o propósito de seu possuidor escondê-lo. Este tesouro não foi colocado numa caverna profunda com milhares de armadilhas; tão cheias de cobras, crocodilos e jacarés que nem Indiana Jones conseguiria atravessar. Não foi depositado numa urna misteriosa ou num baú rodeado de piratas do Caribe. Seu valor não está depositado em conta numerada num banco suíço e nem é guardado por um sistema de alarme eletrônico de última geração num enorme museu para protegê-lo. Este tesouro está aqui mesmo, depositado em centenas de milhares de vasos de barro sem qualquer proteção espalhados por todo o mundo!

Isso mesmo, o maior tesouro da terra foi colocado em simples e frágeis vasos de barro com o propósito claro e gracioso de servirem para a glória de Deus. Este tesouro está bem acessível no coração de cada um daqueles que acreditam em Deus e o aceitaram Jesus como seu Senhor e Salvador. E ninguém, ninguém que seja Cristão de verdade ou esteja no ministério cristão carrega um tesouro próprio, mas transporta a glória que pertence a Cristo. Os vasos são frágeis, todavia o tesouro é de valor inestimável. Os vasos são totalmente quebráveis, mas o tesouro é imperecível. Os vasos são limitados; o tesouro, no entanto, é ilimitado e transborda inesgotavelmente para a vida eterna.

Quantos vasos são e quais formas têm são perguntas comuns, mas totalmente irrelevantes, pois o que conta é o valor do tesouro que neles está. Quanto mais se tira mais ele se multiplica; quanto mais se tenta roubar mais se espalha; Não se esconde, pois não tem tampa (será que tem tampa?); Não se acumula, pois transborda; não perde o valor, pois é incorruptível; não se rouba, pois não se mede com valores humanos.

Esse tesouro não revela pelas glórias humanas; o seu valor está preso a coisas do alto, por isso não pode ser acumulado segundo os critérios seculares. Ele não enriquece como o dinheiro e seu valor não é a raiz de todos os males (I Tm 6.10). Pelo contrário, na tribulação ele alivia; na perseguição não desampara; na guerra não nos deixa capitular vencidos; diante da morte nos faz ver a vida! Esse tesouro brilha na vida de quem crê em Cristo.

Todavia, algo estranho sempre acontece: Por que alguns ignoram o tesouro e se apegam aos vasos somente? A excelência do poder está no tesouro dentro dos vasos e não nos vasos sem o tesouro. Os vasos se quebrarão e o tesouro será transferido para outros vasos para o ostentarem por mais outro espaço de tempo. Os vasos úteis serão aqueles que puderem conter este tesouro, entretanto pra que servirão os vasos ocos e vazios?

A verdade é que não pregamos a nós mesmos; não vivemos para nós mesmos; não somos de nós mesmos. Quem abraçar fortemente os vasos para possuí-los poderá quebrá-los e ficar sem o tesouro que escorrerá por entre os dedos de suas mãos. Quem se apossar do tesouro será ele mesmo um vaso portador do mesmo tesouro que descobriu.


Já Dizia São Paulo aos Coríntios cap 3, 4.


4. Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo. 5. Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus. 6. Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica. 7. Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório), 8. quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito!




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A Transformação do Homem interior pelo poder do Espírito Santo.

Penúltimo parágrafo!

Considerações sobre a Carta dos Bispos

Aos Presbíteros de maio de 2010

13 a 16 de maio de 2010 foram dias de graça para Brasília e para o Brasil. O XVI Congresso Eucarístico Nacional realizado no coração do Brasil bombardeará o sangue bom para todo o nosso querido Brasil. A ante-sala do Congresso foi a 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que aconteceu também em Brasília. Um dos frutos daquela magna Assembléia foi a belíssima Carta dos Bispos aos Presbíteros. Eu, como sacerdote, gostaria de agradecer aos nossos bispos pela proximidade a todos nós, presbíteros, seus mais imediatos colaboradores, e também a orientação muito oportuna nesses tempos de desconcerto: muito obrigado, senhores bispos!

Efetivamente, os casos vergonhosos, já publicados, envolvendo os ministros do Senhor, têm causado sofrimento ao Povo de Deus. Nós, presbíteros, perdemos um pouco a credibilidade. Esses dias um irmão sacerdote comentava com tristeza que ao sair à rua, uma pessoa de uns 40 anos lhe insultou aos gritos: “–pederasta!”. Quanta indignação! Isso não é justo!

Ao mesmo tempo, paradoxalmente, aumentou a credibilidade dos sacerdotes. Quando as pessoas vêem nas suas paróquias os seus párocos tão entregues à missão evangelizadora; quando vêem que são homens que rezam, que visitam os doentes, que atendem as confissões e lhes celebram a Eucaristia piedosamente; quando o nosso povo vê que o sacerdote ama a sua vocação e promove novas vocações, percebe que essas notícias são exageradas e vendedoras de gato por lebre.

O mais importante é a glória de Deus e o bem das almas!

Nesse panorama, a Carta dos Bispos aos Presbíteros nos oferece um verdadeiro e maravilhoso horizonte de vida e espiritualidade sacerdotais. Trata-se de uma carta em continuidade com os documentos eclesiais sobre o sacerdócio mais conhecidos, como o Decreto Presbyterorum Ordinis do Concilio Vaticano II, a Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis do Papa João Paulo II e o Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros da Congregação para o Clero. Depois de ler essa carta, acolhendo-a de coração agradecido aos nossos bispos, chamou-me a atenção especialmente o penúltimo parágrafo por ser tão concreto e tocar, por assim dizer, as questões mais importantes e mais urgentes.

O texto reza assim: “Pedimos que zelem pela comunhão eclesial, alimentando-a com a celebração cotidiana da Eucaristia, com a oração fiel e generosa, de modo especial a Liturgia das Horas, com a busca freqüente do Sacramento da Penitência e a orientação espiritual, com um estilo de vida sóbrio, que tome distância dos apelos do consumismo, da cultura da banalidade, da invasão do secularismo. Recomendamos, também, que tenham um zelo especial na administração dos bens que lhes são confiados, destinados, sobretudo, para o serviço dos mais pobres”.

Gostaria de partilhar com os irmãos sacerdotes algumas das impressões que essas palavras causaram na minha alma sacerdotal. Os temas que saem nesse parágrafo são de tal densidade que valeria a pena estudar cada um deles, meditá-los, e fazer propósitos para pô-los em prática com maior amor:

– comunhão eclesial;

– celebração cotidiana da Eucaristia;

– oração fiel e generosa, de modo especial da Liturgia das Horas;

– confissão freqüente e direção espiritual;

– virtude da pobreza e sobriedade;

– virtude da obediência e responsabilidade pessoal;

– serviço aos pobres.

1 – Comunhão eclesial

Há, efetivamente, muitas palestras sobre fraternidade e sobre comunhão; há muitas reuniões. E isso é bom, mas… O que é, concretamente, essa realidade que chamamos “comunhão eclesial” que é alimentada pela celebração da Eucaristia, da Liturgia das Horas, pelo serviço aos pobres, etc.? Em primeiro lugar, a comunhão é um dom que vem de Deus-comunhão – a Trindade Santíssima. Essa comunhão se deixa participar na terra na communio que é a Igreja. A maneira de cada presbítero viver a comunhão é variada e gradativa: comunhão com Deus, com o Papa, com os bispos em comunhão com o Papa, com os irmãos no presbitério, com todos os demais fiéis, especialmente aqueles que lhe foram confiados.

O sacerdote é um homem que ama Igreja: o presbítero, configurado a Cristo Cabeça, é, em Cristo, esposo da Igreja. O normal é que o esposo ame a sua esposa! Desse amor pela Igreja deve brotar uma união efetiva e afetiva para com o Santo Padre e com os Bispos em comunhão com ele. Outro fruto desse amor por Cristo e pela Igreja é a fraternidade no próprio presbitério e a caridade pastoral que nos leva a cuidar do povo que nos foi confiado. Essa união tem que traduzir-se numa disposição para aceitar com uma obediência amorosa tudo o que a Igreja ensina. Significa formar uma muralha de unidade doutrinal forte, de tal maneira que não fique nenhuma só brecha para o assalto do inimigo nessa cidade de Deus, que é a Igreja. Precisamos estudar, ler, conhecer a fundo o Magistério eclesiástico. Livre-nos Deus de “ser do contra”. Não permitamos nenhuma fissura em questões de fé e de moral. Caso isso acontecesse, teríamos fundadas razões para duvidar das nossas muitas reuniões “cheias de fraternidade”.

Comunhão eclesial significa também obediência ao próprio bispo. Obedecer de verdade! Logicamente, o plano de pastoral pode ser melhorado. Nós somos colaboradores e podemos, e devemos em algumas ocasiões, manifestar as nossas opiniões para melhorar as coisas na Diocese. Façamo-lo com discrição, sem fazer guerra, conversando franca e amigavelmente com o nosso bispo. Caso o bispo ache melhor fazer de outra maneira, contanto que não seja ofensa de Deus, bendita seja o Senhor. Obedeçamos!

Comunhão eclesial é procurar que as nossas comunidades paroquiais sejam presença viva da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, com as características próprias da Igreja particular da qual faz parte. Tudo isso sem nenhuma reserva e em todas as suas expressões: Missas bem celebradas, horários de confissões adaptados às necessidades reais das pessoas (horário de confissão só durante o dia não é adaptado às necessidades daquelas pessoas que trabalham pela manhã e pela tarde!), estudo da Bíblia e do Magistério, reza duma parte do rosário, direção espiritual das pessoas. É preciso acreditar, de verdade, que Deus chama a todas as mulheres e a todos os homens a serem santas e santos e que nós, sacerdotes, chamados também à santidade, somos instrumentos nas mãos de Deus para que ele faça verdadeiras obras de arte das pessoas que estão encomendadas à nossa caridade pastoral. Entre outras coisas, comunhão eclesial é pensar com um coração grande, universal, com um interesse por toda a Igreja. Interessemos-nos também pela Igreja gloriosa, para contarmos com a sua intercessão, e pela Igreja padecente, para ajudá-la em sua purificação. Também nós, Igreja militante, precisamos purificar-nos!

2 – Celebração cotidiana da Eucaristia.

Desde o Concilio Vaticano II, pelo menos, já é comum afirmar que a Eucaristia é a fonte, o centro e a cima da vida espiritual de cada cristão e de cada assembléia que se reúne para louvar ao Pai por Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo. Procuremos celebrar a Santa Missa sempre com a alegria da primeira: dignamente, atenciosamente, devotamente! Celebrar a Santa Missa todos os dias não é um dever para nós, é simplesmente o nosso tesouro, o nosso bem, o nosso centro, o nosso tudo. Se não a celebrarmos, acabaremos descentrados.

Com amor generoso e total, não tenhamos reparos em oferecer o melhor que temos ao culto divino, também no que se refere ao exterior, reflexo do interior: igreja e sacristia limpas; paramentos sacerdotais belos e dignos na estética e na limpeza, com a nobre simplicidade que o Concilio pede na liturgia (cfr. SC 34); não nos esqueçamos que “a não ser que se disponha de outro modo, a veste própria do sacerdote celebrante, tanto na Missa como em outras ações sagradas em conexão direta com ela, é a casula ou planeta sobre a alva e a estola” (IGMR, 337). Mais ainda: que os cálices, as patenas, as galhetas, os corporais, os sanguíneos, os manustérgios e tudo o que se refere ao culto eucarístico esteja bem cuidado! Não tenhamos medo: esses detalhes de amor para com o nosso Deus não escandalizam as pessoas mais pobres, que são – geralmente – as mais generosas para com Deus.

A melhor catequese sobre a Missa é própria Missa bem celebrada: as rubricas, os cantos, a concentração, tudo isso transmite uma esfera sagrada que expressa que estamos diante de um mistério transcendente e próximo ao mesmo tempo. Que bom seria se um dos livros da nossa biblioteca sacerdotal fosse a Instrução Geral do Missal Romano lida e relida várias vezes; de fato, o texto oficial da CNBB saiu em 2008.

Um dos frutos do Congresso Eucarístico poderia ser exatamente esse: que as nossas celebrações eucarísticas sejam expressivas, verdadeiramente expressivas, do Mistério de Deus. Como a Eucaristia é o coração da vida espiritual dos fiéis, não nos esqueçamos que nós, sacerdotes, temos certa semelhança com aqueles bons médicos que em cada intervenção nesse órgão tão central vão com cuidado. É melhor seguir a experiência da Igreja e não inventar nem experimentar por nossa conta. Poderia ser fatal!

Não se trata de defender princípios “tradicionalistas”. Tampouco se trata de ser rubricistas e pouco pastorais. A Tradição da Igreja admite progresso no entendimento e na vivência. A tradição litúrgica, salvo o substancial, admite mudança. No século passado, Pio X, Pio XII, João XXIII e Paulo VI foram bem conhecidos por introduzir oportunas reformas na liturgia e, sem dúvida, podem ser introduzidas outras no futuro (nenhum problema!). Graças a Deus, queridos irmãos sacerdotes, na Igreja há quem faz mudanças, os Papas e os bispos juntos com o Papa. Nós, simplesmente, não recebemos esse encargo.

3 – Oração fiel e generosa.

Todos nós recordamos daquelas imagens tão edificantes do queridíssimo João Paulo II na sua capela privada em oração. Uma oração fiel e generosa, principalmente da Liturgia das Horas, mas não só da Liturgia das Horas, é imprescindível. Já sabemos que temos que celebrar todos os dias, integralmente, a Liturgia das Horas: Oficio de Leituras, Laudes, uma Hora Média, Vésperas e Completas. No entanto, precisamos alimentar diariamente a nossa vida espiritual: oração de meditação, uma parte do Rosário, leitura espiritual, exames de consciência, visitas ao Santíssimo, etc. Por quê? Por que Deus nos ama, ele nos chamou e nós o amamos apaixonadamente.

Rezar é fácil! Rezar não é fácil! É fácil porque se trata de falar, dialogar, conversar com o Pai e com o Filho e com o Espírito Santo. Não é fácil por vários motivos. Depois de um dia cheio de tarefas pastorais, estamos cansados; daí a importância de não deixarmos a oração para as últimas horas, mas encher o nosso dia com a oração. Numa sociedade barulhenta, o silêncio resulta incômodo, também para nós; não tenhamos medo ao silêncio da oração no dia-a-dia, nos dias de recolhimento e nos retiros espirituais. Nós não rezamos porque gostamos ou deixamos de gostar, mas porque Deus gosta, porque queremos ser fiéis e sabemos que sozinhos é-nos simplesmente impossível.

Que edificante para o povo ver o seu pároco de joelhos diante do Santíssimo em oração pessoal, não por dois minutinhos, mais por um tempo razoável. O sacerdote é, em Cristo, mediador, não somente durante a celebração eucarística, mas em todos os momentos. Como é importante rezar, ser piedosos e orar muito pelo povo que nos foi confiado. Lembremo-nos do Cura d’Ars rezando durante horas e horas diante de Jesus Sacramentado pela conversão do seu povoado. A graça operou maravilhas em Ars! E pode fazer maravilhas nas nossas paróquias!

4 – Confissão freqüente e direção espiritual

É comum escutarmos que um bom confessor é sempre um bom penitente. E isso é verdade! O fato de um sacerdote confessar-se semanalmente ou quinzenalmente não é nenhum exagero. De fato, o sacerdote, ministro de Cristo, deseja parecer-se cada vez mais com aquele que representa: Jesus Cristo. Com esses vivos desejos, o presbítero percebe a necessidade de contínuas purificações para que todas as suas ações sejam cada vez mais atuações de Jesus Cristo através dele.

O pecado sempre é feio, Deus sempre é belo. Há uma oposição radical entre Deus e o pecado, entre a beleza e a feiúra. Sem dúvida, Deus é Uno, bom, verdadeiro e belo. Todo o nosso ser, templo do Espírito Santo, deve ser cada vez mais à semelhança do Senhor. Deus sempre atua através dos seus sacerdotes, e infalivelmente nos Sacramentos. Mas, é verdade, Deus atua mais através dos sacerdotes mais santos. Quem é “santo santifique-se ainda mais” (Ap 22,11), nos diz o Espírito Santo.

Direção espiritual! Não é coisa só do tempo do Seminário. Não! Como é bom poder contar com outro irmão sacerdote com quem partilhar – com toda sinceridade – o próprio caminho espiritual, os nossos êxitos e fracassos! O diretor espiritual nos dará conselhos, idéias, sugestões, que nos ajudarão a ver aquelas coisas que nós mesmos não conseguimos ver em nós, que nos farão estar sempre na presença de Deus, que nos mostrarão metas a alcançar na vida espiritual. A direção espiritual é uma ajuda eficaz na pastoral e é, simplesmente, uma garantia de fidelidade.

5 – A virtude da pobreza e a sobriedade

Os sacerdotes seculares não fazem votos de pobreza, castidade e obediência, como os religiosos-sacerdotes. Isso não quer dizer que não tenhamos que viver as virtudes da pobreza, da obediência e da castidade, não como votos, mas como virtudes, como qualquer cristão. Ao mesmo tempo, a causa de um novo título, o da ordenação sacerdotal, o presbítero tem que ir adiante nessas virtudes mostrando o caminho ao Povo de Deus. Recordemo-nos que essas virtudes foram vividas perfeitamente por Cristo e que os Apóstolos o imitaram. Portanto, a nossa pobreza sempre é cristológica e apostólica!

O desprendimento, também dos bens materiais, é essencial para que tenhamos um coração realmente entregue a Deus e aos irmãos. Que pena se depois de renunciarmos tantas coisas, ficássemos apegados a uns míseros reais… Que bobagem!

Tenhamos sempre consciência de que nós entregamos tudo a Deus e de que o nosso tesouro é seguir o Cristo pobre, desapegado dos bens dessa terra. Nós somos Cristo que passa pelas ruas das nossas cidade e que vai curando, pregando, expulsando demônios, chamando as pessoas para viver bem perto de Deus. Os bens dessa terra têm que estar ao serviço de Deus. Daí a importância de levar em sério a administração da paróquia de uma maneira bastante profissional, de evitar os gastos desnecessários, de sermos também nós generosos com os mais pobres (nós que tanto falamos do dízimo aos nossos fiéis!). Uma coisinha: a roupa clerical também ajuda a viver a virtude da pobreza, pois dessa maneira evitaremos, por exemplo, a preocupação da moda: um sacerdote que se veste segundo o seu estado sempre está na moda!

6 – A virtude da obediência e a responsabilidade pessoal.

“Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?” Essa foi uma das perguntas que o bispo nos fez no dia da nossa ordenação. E nós respondemos cheios de convicção: “Prometo”. Realmente, seria muito interessante repassar de vez em quanto esses momentos que tanto marcaram a nossa vida. De fato, é exatamente isso que fazemos na quinta-feira santa ao renovar as promessas sacerdotais.

Nós amamos a liberdade, que é “irmã” da responsabilidade. A liberdade é aquela capacidade que Deus nos deu para que façamos o bem de maneira inteligente e sem nenhuma coação. Infelizmente, é possível que também nós, sacerdotes, funcionemos com um conceito de liberdade mundano. A liberdade de eleição é somente um sinal de que há liberdade, mas não é a essência da liberdade, muito menos da liberdade cristã, que leva consigo, necessariamente, a identificação da nossa vontade com a Vontade de Deus. Cristo, totalmente livre, submeteu-se em tudo ao Pai. Esse é o nosso modelo de liberdade, e de obediência!

Uma liberdade concebida dessa maneira nos faz mais verdadeiros, nos faz mais nós mesmos. Anteriormente, falávamos de liberdade como capacidade de fazer o bem de maneira inteligente. Logicamente, liberdade e obediência, na vida do cristão, e em conseqüência do presbítero, precisam estar sempre unidas. Como é importante aprender a obedecer livremente e ser livre obedecendo. Não é um mero jogo de palavras: quando se recebe uma ordem, é mais obediente e mais livre aquela pessoa que é capaz de obedecer da maneira mais perfeita possível. Nesse desejo de obedecer bem, entra em jogo a nossa inteligência e vontade, e a graça de Deus.

Obediência cadavérica? Nem pensar! Obediência de seres vivos, dotados de uma capacidade intelectual e volitiva e elevados pela graça de Deus. Concretamente, obedecer ao Papa e ao bispo diocesano é, para cada um de nós, identificação com Cristo que obedeceu em tudo. Além do mais, é garantia de eficácia apostólica. Se cada um quisesse fazer a sua própria “diocese paroquial”, a pastoral iria a menos e se mostraria – mais cedo ou mais tarde – a deterioração que isso implica para a unidade católica.

7 – Serviço aos pobres.

Pode-se afirmar com toda segurança que nós – Igreja no Brasil – fizemos a opção preferencial pelos pobres. Graças a Deus, pode-se observar nas paróquias diversas atividades em favor dos mais necessitados. É muito edificante ver o sacrifício de muitos sacerdotes para levar adiante tantas iniciativas nesse campo. Em todo o Brasil há uma sensibilidade geral para esse tema. Sem dúvida, tudo isso está profundamente enraizado no Evangelho.

O Papa Bento XVI, no seu Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, afirmou: “A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos leva à comunhão: o encontro com Deus é, em si mesmo e como tal, encontro com os irmãos, um ato de convocação, de unificação, de responsabilidade para o outro e para com os demais. Neste sentido, a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com sua pobreza (Cf. 2 Cor 8,9)” (DE, nº. 3).

Nós, presbíteros, não podem esquecer-nos, no entanto, que o nosso trabalho a favor dos mais pobres nas suas mais diversas manifestações (há também uma pobreza espiritual que não é boa: pecado, ignorância, falta de educação, etc.) tem que estar banhada dessa característica: pastoral. Explico-me: nós não somos agentes sociais, nós somos pastores do rebanho do Senhor e como tais devemos cuidar das ovelhas. Como bons pastores procuraremos, em primeiro lugar, rezar por todas essas pessoas confiadas ao nosso cuidado, pois, por mais que façamos, sempre há um campo imenso aonde nós não chegamos, mas que a oração abarca. Em segundo lugar, a nossa atividade em favor dos irmãos, não pode se converter em ativismo. Seja a nossa ação fruto da contemplação dos mistérios de Deus. A oração deve ocupar o primeiro lugar!

É importante saber organizar as coisas, para que não estejamos sempre à frente. Como é bonito passar despercebidos! Por outro lado, há tantos leigos que sabem fazer coisas tão bem feitas e que nós não temos nem idéia. É importante que sejamos conscientes dos nossos próprios limites e deixemos que os outros trabalhem na vinha do Senhor, impulsionando-os e apoiando-os, coisa que sempre se agradece ao padre.

Muito obrigado, senhores bispos, por que essa Carta que nos fez pensar, refletir e fazer propósitos para melhorar a nossa vida e ministério sacerdotais santificando-nos nesse trabalho tão santo e divino ao santificar os outros com ele.

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa

(da Diocese de Anápolis-GO)


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Pe. Françoá Costa.





PAI TÔ COM FOME!


Ricardinho não agüentou o cheiro bom do pão quentinho e falou:

– Pai, tô com fome!!!

O pai, Agenor , sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência….

– Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome, pai!!!

Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria a sua frente…

Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:

– Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois sai cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!

Amaro , o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho…

Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito) – arroz, feijão, bife e ovo…

Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua….

Para Agenor , uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá…

Grossas lágrimas desciam dos seus olhos já na primeira garfada…

A satisfação de ver seu filho devorando aquele prato simples como se fosse um manjar dos deuses, e lembrança de sua pequena família em casa, foi demais para seu coração tão cansado de mais de 2 anos de desemprego, humilhações e necessidades…

Amaro se aproxima de Agenor e percebendo a sua emoção, brinca para relaxar:

– Ô Maria!!! Sua comida deve estar muito ruim… Olha o meu amigo está até chorando de tristeza desse bife, será que é sola de sapato?!?!

Imediatamente, Agenor sorri e diz que nunca comeu comida tão apetitosa, e que agradecia a Deus por ter esse prazer…

Amaro pede então que ele sossegue seu coração, que almoçasse em paz e depois conversariam sobre trabalho…

Mais confiante, Agenor enxuga as lágrimas e começa a almoçar, já que sua fome já estava nas costas…

Após o almoço, Amaro convida Agenor para uma conversa nos fundos da padaria, onde havia um pequeno escritório…

Agenor conta então que há mais de 2 anos havia perdido o emprego e desde então, sem uma especialidade profissional, sem estudos, ele estava vivendo de
pequenos ‘biscates aqui e acolá’, mas que há 2 meses não recebia nada…

Amaro resolve então contratar Agenor para serviços gerais na padaria, e penalizado, faz para o homem uma cesta básica com alimentos para pelo menos 15 dias…

Agenor com lágrimas nos olhos agradece a confiança daquele homem e marca para o dia seguinte seu início no trabalho…

Ao chegar em casa com toda aquela ‘fartura’, Agenor é um novo homem sentia esperanças, sentia que sua vida iria tomar novo impulso…

Deus estava lhe abrindo mais do que uma porta, era toda uma esperança de dias melhores…

No dia seguinte, às 5 da manhã, Agenor estava na porta da padaria ansioso para iniciar seu novo trabalho…

Amaro chega logo em seguida e sorri para aquele homem que nem ele sabia porque estava ajudando…

Tinham a mesma idade, 32 anos, e histórias diferentes, mas algo dentro dele
chamava-o para ajudar aquela pessoa…

E, ele não se enganou – durante um ano, Agenor foi o mais dedicado trabalhador daquele estabelecimento, sempre honesto e extremamente zeloso com seus deveres…

Um dia, Amaro chama Agenor para uma conversa e fala da escola que abriu vagas para a alfabetização de adultos um quarteirão acima da padaria, e que ele fazia questão que Agenor fosse estudar…

Agenor nunca esqueceu seu primeiro dia de aula: a mão trêmula nas primeiras letras e a emoção da primeira carta…

Doze anos se passam desde aquele primeiro dia de aula…

Vamos encontrar o Dr. Agenor Baptista de Medeiros , advogado, abrindo seu escritório para seu cliente, e depois outro, e depois mais outro…

Ao meio dia ele desce para um café na padaria do amigo Amaro, que fica impressionado em ver o ‘antigo funcionário’ tão elegante em seu primeiro terno…


Mais dez anos se passam, e agora o Dr. Agenor Baptista, já com uma clientela que mistura os mais necessitados que não podem pagar, e os mais abastados que o pagam muito bem, resolve criar uma Instituição que oferece aos desvalidos da sorte, que andam pelas ruas, pessoas desempregadas e carentes de todos os tipos, um prato de comida diariamente na hora do almoço…

Mais de 200 refeições são servidas diariamente naquele lugar que é administrado pelo seu filho , o agora nutricionista Ricardo Baptista…

Tudo mudou, tudo passou, mas a amizade daqueles dois homens, Amaro e Agenor impressionava a todos que conheciam um pouco da história de cada um…

Contam que aos 82 anos os dois faleceram no mesmo dia, quase que a mesma hora, morrendo placidamente com um sorriso de dever cumprido…

Ricardinho , o filho mandou gravar na frente da ‘Casa do Caminho’, que seu pai fundou com tanto carinho:

‘Um dia eu tive fome, e você me alimentou. Um dia eu estava sem esperanças e você me deu um caminho. Um dia acordei sozinho, e você me deu Deus, e isso não tem preço. Que Deus habite em seu coração e alimente sua alma. E, que te sobre o pão da misericórdia para estender a quem precisar!!!’

(História verídica)

A Procura da Felicidade é uma história semelhante, um filme muito bom que mostra a garra e a perseverança de um Pai que luta contra as adversidades da vida em busca de uma vida feliz para seu filho e sua Família.

Não perca a oportunidade de ver este filme…


Veja Mais:

Filme: À Procura da Felicidade

presentepravocewordpres.com




Joelhos Dobrados !



A LIÇÃO DO PÁSSARO



A Lição do Pássarinho em Power Point . PPT



Você já viu um passarinho

Dormindo num galho ou num fio,sem cair?

Como é que ele consegue isso?

Se nós tentássemos dormir assim, iríamos cair e quebrar o pescoço.

O segredo está nos tendões das pernas do passarinho.

Eles são construídos de forma que, quando o joelho está dobrado, o pezinho segura firmemente qualquer coisa.

Os pés não irão soltar o galho até que ele desdobre o joelho para voar.

O joelho dobrado é o que dá ao passarinho a força para segurar qualquer coisa.

É uma maravilha, não é?

Que desenho incrível que o Criador fez para segurar o passarinho! Mas, não é tão diferente em nós.

Quando nosso “galho” na vida fica precário, quando tudo está ameaçado de cair, a maior segurança, a maior estabilidade nos vem de um joelho dobrado, dobrado em oração.

Se você algumas vezes, se vê num emaranhado de problemas que o fazem perder a paz e a alegria, não se entregue ao desânimo, faça de Jesus o seu melhor amigo, Ele está ansioso por isso, Ele quer fortalecê-lo e abençoá-lo!

É Ele quem renova suas forças e sua fé. E se Ele cuida de um passarinho, imagina o que não fará por você, que é seu filho amado?! Basta você CRER!

“Lançai sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós”

1 Pedro 5:7

E jamais se esqueça:

Tudo o que nasce de joelhos nasce para ficar em pé!



Semeando a cultura de Pentecostes


grupo de oração


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