Semeando a boa semente.



“A Semente caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um:”

São Lucas, 8,8




O Semeador, a Semente e a Terra.


Jesus nos contou muitas parábolas, histórias sobre os acontecimentos cotidianos que Ele ilustrava as verdades espirituais. Uma das mais importantes destas parábolas foi registrada em S. Mateus 13,1-23, S. Marcos 4,1-20 e S. Lucas 8,4-15. Esta história fala de um plantador que saiu para plantar, mas neste caso em particular não semeou em uma terra já preparada e sim em vários lugares sem nenhum critério técnico e obteve diferentes resultados, dependendo do tipo do solo. A importância desta parábola é salientada por Jesus em S. Marcos 4,13: “Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?” Jesus está dizendo que esta parábola é fundamental para o entendimento das outras também. Esta é uma das três únicas parábolas escritas em mais de dois evangelhos, e também é uma das únicas que Jesus explicou especificamente. Precisamos realmente meditar bem nesta história.

A história em si é muito simples:

“Saiu o semeador a semear a sua semente. E, ao semear, parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. 6.Outra caiu no pedregulho; e, tendo nascido, secou, por falta de umidade. Outra caiu entre os espinhos; cresceram com ela os espinhos, e sufocaram-na. Outra, porém, caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um”. Dito isso, Jesus acrescentou alteando a voz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”.”
São Lucas, 8, 5-8

A explicação de Jesus é também fácil de entender: “A semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os problemas, perseguições, cuidados pessoais, riquezas e outros deleites da vida material; os seus frutos nem chegam a amadurecer. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração retêm a palavra; estes frutificam com perseverança” (S. Lucas 8,11-15). Alguém ensina a Palavra de Deus a várias pessoas diferentes; a resposta de cada uma depende do estado de seus corações, isto é, de sua resposta concreta a Deus.

Consideremos agora separadamente cada componente desta parábola:


O Semeador



– Aquele que planta.

O trabalho do semeador é plantar a semente na terra. Uma vez que se a semente for deixada no celeiro, nunca produzirá uma safra, por isso seu trabalho é importante para a multiplicação da colheita. Mas a identidade pessoal do semeador não é o mais importante. O semeador nunca é chamado pelo nome nesta história. Nada nos é dito sobre sua aparência, sua capacidade, sua personalidade, seu sexo, cor, nacionalidade ou suas realizações pessoais. Ele simplesmente põe a semente em contato com a terra. A colheita dependerá da combinação entre a terra e a semente.

Aplicando-se espiritualmente; Os seguidores de Cristo são os Semeadores que devem ensinar a palavra de Deus. Quanto mais ela é disseminada e espalhada dentro dos corações humanos, maior será a colheita Divina. Mas a identidade pessoal do evangelizador não tem importância.   Como diz São Paulo, “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma cousa, nem o que rega, mas Deus que dá o crescimento” (1 Coríntios 3,6-7).   Em nossos dias, o semeador tornou-se a figura “PRINCIPAL” e a semente é bastante desmerecida. A mídia das campanhas religiosas eletrônicas e televisivas freqüentemente contém uma grande fotografia do orador e dá grande ênfase ao seu nível teológico, sua capacidade pessoal e o desenvolvimento de sua carreira; o evangelho de Cristo que ele supõe-se estar pregando é mencionado apenas nas letrinhas miúdas, lá no canto inferior. Não devemos exaltar os homens, mas fixarmo-nos completamente na Palavra do Senhor que é o dono de tudo.


A Semente



Como já foi dito, A semente é a Palavra de Deus. Ela mesmo afirma, “A Fé vem de ouvir a palavra de Deus e como crerão se não houver quem pregue?  E Como pregarão se não forem enviados?” (Romanos 10,17).   Cada conversão é o resultado da implantação do evangelho dentro de um coração puro. A palavra gera (S. Tiago 1,18), Salva (S. Tiago 1,21), regenera (1 S. Pedro 1,23), liberta (S. João 8,32), produz fé (Romanos 10,17), santifica (S. João 17,17) e nos atrai a Deus (S. João 6,44-45).

Como o evangelho se espalhava no primeiro século, foi-nos dito muito pouco sobre os homens que o divulgaram, porém muito nos foi dito sobre a mensagem que eles disseminaram (estude o livro de Atos e note que em cada cidade para onde os apóstolos viajaram, os homens eram convertidos como resultado da palavra que era ensinada). A importância das Escrituras deve ser ressaltada ao máximo.

Isto significa que o Semeador ou evangelizador tenha que ensinar a palavra com fidelidade. Não há substitutos permitidos. Freqüentemente, pessoas raciocinam que haveria uma colheita maior se alguma outra coisa fosse plantada em conjunto. Então, igrejas começam a experimentar outros meios, de modo a conseguir mais adeptos. Elas recorrem a divertimentos, festas, esportes, aulas de Inglês, bandas, eventos sociais e muitas outras coisas para tentar atrair as pessoas que não estariam interessadas, se pregassem somente o evangelho. Considere este exemplo: Imagine que meu pai me mandou plantar milho no campo, pois ele estaria ausente da fazenda por alguns meses. Depois que ele saiu, eu decidi experimentar o solo e descobri que não era bom para o plantio do milho, mas daria um estouro de safra de melancias. Então resolvi plantar melancias. Imagine a reação de meu pai quando ele voltar para casa, esperando receber milho, e eu lhe mostrar um caminhão de melancias, em vez disso. Nosso Pai celestial nos disse qual a semente que deve ser semeada: a palavra de Deus. Não é nosso trabalho analisar o solo e decidir plantar alguma outra coisa diferente, esperando receber melhores resultados. A colheita do evangelho pode ser pequena (se o solo for pobre), mas Deus só nos deu permissão para plantar a palavra d’Ele. Somente plantando a Palavra de Deus nos corações dos homens o Senhor receberá o fruto que ele espera. Ou, usando uma figura diferente: as Escrituras são a isca de Deus para atrair o peixe que ele quer salvar. Precisamos aprender a ficar satisfeitos com seu plano que são na verdade bem melhores e maiores do que os nossos (Isaías 55,8-10).



“Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor;* mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos. Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não volvem sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer,”      (Isaías, 55,8-10)


Aqui há uma boa lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É decisivamente importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A palavra tem que vir habitar em nós (Colossenses 3,16), para ser implantada em nosso coração (S. Tiago 1,21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela palavra de Deus.

Uma boa safra sempre depende da procedência e qualidade da semente, não do tipo da pessoa que a plantou. Um pássaro pode plantar uma castanha: a árvore que nascer será um castanheiro, e não um pássaro. Isto significa que não é necessário tentar traçar uma linhagem ininterrupta de fiéis cristãos, recuando até o primeiro século. Há força e autoridade próprias da palavra para produzir cristãos como aqueles do tempo dos apóstolos. A palavra de Deus contém força vivificante. O que é necessário é homens e mulheres que permitam que a palavra cresça e produza frutos em suas vidas; pessoas com coragem para quebrar as tradições e os padrões religiosos em volta deles, para simplesmente seguir o ensinamento da Palavra de Deus. Hoje em dia, a palavra de Deus tem sido freqüentemente misturada com muita tradição, doutrina e opiniões diversas que descaracteriza a verdadeira palavra de Deus a deixando irreconhecível. Mas se pusermos de lado todas as inovações dos homens e permitirmos que só a palavra trabalhe, podemos tornar-nos fiéis discípulos de Cristo justamente como aqueles que seguiram Jesus a mais de 2000 anos atrás. A continuidade do Reino de Deus depende desta boa semente.


A Terra ou o Solo



É perturbador notar que a mesma semente foi plantada em vários lugares e tipos de solo, mas os resultados foram muito diferentes. A mesma palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias; mas os resultados serão determinados pelo coração daquele que a ouve.

Alguns são solo de beira de estrada, duro, impenetrável e impermeável. Eles não têm uma mente aberta e receptiva para permitir que a palavra de Deus penetre em seus corações e os transforme. O evangelho nunca transformará corações como estes porque eles não lhe permitem entrar.

As raízes das plantas, no solo pedregoso, nunca se aprofundam. Durante os tempos fáceis, os brotos podem parecer interessantes, mas abaixo da superfície do terreno, as raízes não estão se desenvolvendo. Como resultado, se vem uma pequena temporada de seca ou um vento forte, a planta murcha e morre. Os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio de fé em Cristo e de estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície sobreviverão. (*As sete verdades do Bambu)

Quando se permite que ervas daninhas e espinheiros cresçam junto com a boa semente, nenhum fruto pode ser produzido. As ervas disputam a água, a luz solar e os nutrientes do solo e, como resultado, sufocam a boa planta. Existe uma grande tentação a permitir que interesses mundanos convivam e até dominem tanto a nossa vida que não nos resta energia para devotar ao crescimento do evangelho em nossas vidas.

Enfim,  há “A terra Boa” ou bom solo fértil e úmido que produzirá o bom fruto a cem por um.

A conclusão desta parábola é deixada por conta de cada um de nós que devemos responder para nós mesmos a pergunta a seguir:


Que espécie de solo é você?


Ensino em parábolas



A parábola é um instrumento pedagógico que usa o quotidiano para mostrar como a vida nos fala de Deus. Torna a realidade transparente e faz o olhar da gente ficar contemplativo. Uma parábola aponta para as coisas da vida e, por isso mesmo, é um ensinamento aberto, pois das coisas da vida todo o mundo tem alguma experiência. O ensinamento por parábolas faz a pessoa partir da experiência que tem: semente, sal, luz, ovelha, flor, passarinho, mulher, criança, pai, rede, peixe, etc. Assim, ele torna a vida quotidiana transparente, reveladora da presença e da ação de Deus. Jesus não costumava explicar as parábolas. Geralmente, terminava com esta frase: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 11,15; 13,9.43). Ou seja: “É isso! Vocês ouviram! Agora tratem de entender!” Jesus deixava o sentido da parábola em aberto e não o determinava. Sinal de que acreditava na capacidade do povo de descobrir o sentido da parábola, baseado na sua experiência de vida.

De vez em quando, a pedido dos discípulos, ele explicava o sentido (Mt 13,10.3). Por exemplo, os versículos 36-43 trazem a explicação da parábola do joio e do trigo. Ela mostra como se fazia catequese naquele tempo. As comunidades se reuniam e discutiam as parábolas de Jesus, procurando saber o que ele queria dizer. Assim, pouco a pouco, o ensinamento aberto de Jesus começava a ser afunilado na catequese da comunidade que aceitava apenas uma explicação da parábola. Ela não tinha a mesma confiança de Jesus na capacidade do povo de entender as coisas do Reino.

(Mateus 13,24-30) [Mesters, Lopes e Orofino]

 27 de julho de 2019.



PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO

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DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO



O Alpinista Extraordinário.



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UM TESTE DE FÉ.



2. Você Cofia em Deus ?

4. Conta-se que havia um extraordinário alpinista que estava desesperado por conquistar uma altíssima montanha. 

5. Depois de anos de preparação . . . Enfim chegara o grande dia, 6. iniciou então sua grande escalada

7. Como queria a glória só para si, resolveu subir sem companheiros.

8. Ele para ganhar tempo decidiu por não acampar. 9.  Durante a subida Foi ficando tarde… 10. e mais tarde, 11.  sendo que continuou subindoe por fim ficou escuro. 12. A noite era muito densa naquele ponto da montanha, 13. e não se podia ver absolutamente nada. Tudo era negro, visibilidade zero. 14. A lua Tão Bonita e as Estrelas extremamente belas haviam desaparecido completamente. 15. Estavam completamente encobertas pelas nuvens.

16. Ao subir por um caminho estreito, a apenas poucos metros do topo, 17. escorregou e precipitou-se pelos ares, caindo a uma velocidade vertiginosa.

18. O alpinista via apenas velozes manchas escuras passando por ele e sentia a terrível sensação de estar sendo sugado pela gravidade.

19. Já Pensava na proximidade da morte, sem Solução ….

20. De repente, sentiu um fortíssimo solavanco, causado pelo esticar da corda na qual estava amarrado e presa nas estacas cravadas na montanha.

21. Nesse momento de silêncio e solidão, suspenso no ar, não havia nada que se pudesse fazer, então  gritou com todas as suas forças:

22. MEU  DEUS, ME  AJUDA !!!

23. De repente, 24. uma voz grave e profunda vinda dos céus lhe Respondeu:

25. QUE QUERES QUE EU TE FAÇA ? Salva-me meu DEUS !!!

26. – Com toda certeza Senhor !!! REALMENTE CRÊS QUE EU POSSO SALVÁ-LO ?

– Com toda certeza SENHOR!

27. ENTÃO CORTE A CORDA NA QUAL ESTÁS AMARRADO

28. Houve um momento de silêncioEntão o homem agarrou-se ainda mais fortemente à corda

29. – PORQUE DUVIDAS?

NÃO CRÊS QUE SOU DEUS E POSSO SALVA-LO?  

– Sim Senhor, Eu creio

– SE CRERES VERÁS A GLORIA DEUS.

30. Conta a equipe de resgate, que no outro dia encontraram o alpinista morto, congelado pelo friocom as mãos agarradas fortemente à corda … 

A APENAS DOIS METROS DO SOLO…

31.  E Você? Cortaria a sua corda

Às vezes precisamos tomar decisões que testam nossa em Deus. E nós, que estamos tão agarrados às cordas?

Será que a cortaríamos?

32. Devemos, diariamente exercitar nossa confiança em Deus lembrando-nos sempre que “ O Senhor nosso Deus nos segura pela mão e nos diz: Não temas, Eu te ajudo”  (Isa. 41:13)

33. Se esta mensagem lhe foi útil, compartilhe-a com alguém. Deus te abençoe…

34. Esta é uma estória fictícia, sem nomes e nem locais definidos, mas não significa que não seja um fato verídico.  

Inclusive existem vários testemunhos são muito semelhantes:

Veja um acontecimento recente …

35. Em “2003” um acidente que foi gravado e documentado pela própria vítima.  O testemunho dele foi registrado no filme “127 horas” que foi fiel aos fatos onde o personagem acidentado ficou preso em uma fenda na montanha após uma enorme rocha ter se deslocado e prendido seu braço direito. Ele se salvou porque foi capaz de cortar o próprio braço que estava preso.



36. Este é um fato recente e posterior à existência deste texto.   A aplicação  da lição foi literal segundo o evangelho (S. Mateus 18, 9)  e muito além de nossas expectativas, enquanto que muitas pessoas perdem a Vida e a Salvação por coisas muito mais banais e insignificantes. Porque não são capazes de desapegar e renunciar seus pecados e nem do dinheiro ou objetos fúteis que nada significam para a Salvação, a VIDA e a Felicidade.

37. “Egoísmo não traz felicidade, a melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros,” 


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Anel_Valor
O_equilibrista_e_a_Fé o-maior-tesouro-do-mundo

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Dinâmicas de grupo Diversas.

DINÂMICAS DE GRUPO

Dinâmicas de interação em Grupos


CONFIRMAÇÃO OU CRISMA?


Distribuir aos participantes as frases abaixo, que refletem desafios relacionados com o sacramento da crisma. Trazer as frases já escritas em papéis.

B) Enumerar de um a dez as fichas onde estão as frases.

C) Os números iguais se encontram e discutem o desafio recebido e também poderão apresentar algo de bonito que já está acontecendo na preparação de catequizandos, na paróquia ou comunidade.

D) Partilhar com o grande grupo as reflexões feitas.
1 – Pouco preparo dos catequistas.
2 – Desinteresse da família.
3 – Contra-valores apresentados pela sociedade.
4 – Metodologia pouco adequada.
5 – Falta de estímulo da comunidade.
6 – Descompromisso dos cristãos batizados.
7 – Catequese que não parte das motivações, interesses, problemas dos catequizandos.
8 – Sacramentos vistos como tradição, ou ato social.
9 – Fé vivida de forma superficial, sem convicção e seguimento a Jesus Cristo.
10 – Poucas formas de engajamento na comunidade, durante e após o sacramento da crisma.



O ESPÍRITO SANTO ESCOLHE E ENVIA – A CASA


1. Construir aos poucos uma casa, forma de desenho, num quadro de giz ou em papelógrafo.

2. Cada participante será convidado a desenhar uma parte da casa, entendo que esta casa é da fé e da vida de cada crismando. Refletir porque cada parte é importante.

3. O catequista pode traçar somente a base e perguntará:

Na base da nossa fé, a que colocamos? Deixar falar.

Ex.:

· base = Jesus Cristo
· pilares = Palavra de Deus, comunidade, sacramentos, Igreja…
· paredes = Participação nas celebrações, encontros, retiros…
· teto = Testemunho, luta por mais justiça…
· porta principal = Sacramento da Crisma
· dentro da casa = que está? A que queremos acolher? (excluídos, sofridos…)

4. Terminada a casa, discutir:

· quais os compromissos que precisamos assumir para manter a casa da fé e da vida em boas condições?

5. Ao completar a casa, um receberá uma vela e, ao acendê-la , pronunciará um compromisso e será ungido, no sentido de que Espírito Santo será a grande força para poder cumprir concretamente o empenho assumido.

Ir. Marlene Bertoldi



quem-sou-eu-reflexo-de-jesus


“ESPELHO DA VIDA”  SALMO 146 (5-10)


Feliz que recebe auxilio do Deus de Jacó,quem espera no Senhor seu Deus criador do céu e da terra, do mar e de quanto contém. Ele é fiel para sempre, faz justiça aos oprimidos, dá alimento aos quê têm fome.O Senhor ama os justos, protege os estrangeiros, ampara o órfão e a viúva, mas transtorna o caminho dos ímpios.O Senhor reina para sempre, o teu Deus, Sião, por todas as gerações. Aleluia.1.° momento

Vamos ler este Salmo devagar.

2.° momento

Este Salmo fala sobre a ação de Deus em favor dos mais fracos e necessitados . Quais são os versículos que falam sobre isto?

3.º momento: Vamos refletir um pouco:Podemos nos perguntar: Se Deus age assim, por que há tantos oprimidos, famintos, injustiçados, sofredores? Onde está a ação de Deus?Os Salmos muitas vezes falam sobre o apoio, o amparo e a justiça que Deus promete. Mais isto não quer dizer que Deus opera diretamente. Sempre, quando fala assim, é para dizer que nós. Somos, por assim dizer, os braços de Deus.O profeta Isaías fala claramente sobre o que Deus espera do seu povo.”Acaso, o jejum que eu prefiro não será isto:
acabar com a injustiça qual corrente que se arrebenta; acabar com a opressão qual canga que se solta; deixar livres os oprimidos, acabar com toda espécie de imposição?
Não será repartir tua comida com quem tem fome?
Hospedar na tua casa os pobres sem destino?
Vestir uma roupa naquele que encontras nu e jamais tentar-te esconder do pobre teu irmão?
Aí, então, qual novo amanhecer, vai brilhar a tua luz”. (Is. 58,6-8a) Jesus que ele veio para cumprir esta missão:

Vamos ler (Lc 4,16-21) O mesmo Ele pede de nós. Leiamos Mt. 25 (Tempo par ler os dois textos)Como podemos observar, os salmos não somente falam de amor, confiança, repouso em Deus, mas mostram nossa missão no meio do mundo: sermos justos e amorosos como Deus.

4.º momento – Vamos ler o Salmo de novo. Qual o versículo que mais chamou nossa atenção?

5.º momento – Quais os apelos que este Salmo nos dirige, hoje?
Como vamos mostrar o amparo de Deus aos mais necessitados em nosso meio?
O projeto da CNBB sobre a superação da miséria e da fome (Documento 69) tem algo a ver com nossa reflexão?
De que modo podemos participar concretamente deste projeto?

6.º momento – Vamos ficar em profundo silêncio.
Que vamos dizer a Deus agora? Cada um escreve uma oração.
Quem quiser, pode ler depois, em voz alta.

7.º momento – Vamos cantar: Javé, o Deus dos pobres, do povo sofredor… (ou outro canto sobre o tema)



Sete_Dons


“OS 7 DONS DO ESPÍRITO SANTO”


– Recortar um pequeno coração.- Cada participante escreverá nos dois lados do coração uma qualidade ou dom que possui.

– Responder individualmente:

De onde provêm estes dons?
Para que servem estes dons em minha vida?
Eu os coloco a serviço de quem?
Como os faço frutificar?

– Partilhar com alguém as perguntas.

– Colar os corações num papelógrafo e perceber a riqueza que somos no conjunto dos dons recebidos.

– Os dons, só para si, pouco significam.

– Mas quando partilhados, significam riqueza multiplicada.



Eucaristia_centro_da_vida_da_Igreja


EUCARISTIA FONTE DE MISSÃO


Distribuir as palavras ao grupo. Podem ser escolhidas algumas conforme o grupo, contanto que estejam relacionadas com: Eucaristia e Missão. Escrever cada palavra num pedaço de papel.1) Povo, 2) Evangelização, 3) Pão, 4) Necessitados, 5) Memória, 6) Ação de graças, 7) Fraternidade,
8) Comunidade, 9) Ceia, 10) Igreja, 11) Comunhão, 12) Justiça, 13) Banquete, 14) Dignidade,
15) Vida, 16) Missão.B) Solicitar para que cada participante escreva mais 5 palavras, a partir da palavra recebida, relacionando-a com Eucaristia.C) Após cada um ter escrito, pedirão ajuda aos colegas e acrescentarão mais 3 palavras.D) Em seguida reúnem-se os números iguais para escolher as 5 palavras mais significativas relacionadas a eucaristia e missão.

Apresentarão as mesmas ao grande grupo em uma frase.


 


Corpus+Christi+2009[1]


“FAZEI ISSO EM MINHA MEMÓRIA”


Antes de começar a refletir com algum grupo sobre Eucaristia como memória, podemos pedir para que os participantes tragam algum símbolo, foto ou algo que possa traduzir a memória de pessoas, fatos ou acontecimentos que marcaram a vida.

Ex.: Colocar sobre uma mesa tudo o que for trazido. Completar com outros trazidos pelo catequista:

• jarra com água;

• camiseta de um time;

• cruz com um pano branco;

• pão e uma panela vazia;

• um cocar indígena;

• um cacto.

B) Cada participante poderá expressar:

• Que fatos lembramos a partir dos símbolos, das fotos que temos?

• O que eles dizem para a nossa vida?

• Em que modificou nossa vida? Por quê?

• Que memória da vida de Jesus nos trazem?

2) DINÂMICA:

A) Fazer um levantamento com o grupo de frases marcantes ditas por pessoas de destaque: pais, avós, amigos, professores, padres, catequistas, cientistas, filósofos, papas, santos…

B) Trabalhar com o grupo a frase:

“Fazei isto em memória de mim”

a) Por que esta frase de Jesus é marcante?

b) O que ela fala da vida de Jesus?

c) Em que ela nos compromete?

(Podem ser respondidas em forma de desenho em quadros ou com figuras em seqüência, destacando algumas palavras).



Campanha da Fraternidade 2011


A início, você deverá escolher um integrante para ser um estra terrestre, que além de visitar outro planeta, pede informações sobre ele, perguntando sobre alguns objetos naturais (Ex: água, árvore, flores, frutos, animais, ar,…), perguntando tudo sobre o objeto.Com essa brincadeira, os integrantes, percebem as grandes obras que Deus nos deu, suas importâncias e belezas. Essa brincadeira, faz despertar o verdadeiro interesse da campanha deste ano.

vale a pena fazer!



Igreja_sera_jovem


SER IGREJA”


Tema: comunhão e participação
Duração: 10 min.
Público: Adolescentes, mínimo 5 pessoas.
Material: bolas de inflar (bexiga).
Entregar uma bexiga a cada adolescente e pedir pra que eles brinquem com as bolas, jogando um para o outro, sem deixar cair. O coordenador aos poucos tira crianças da brincadeira, uma a uma. Notar como aumenta a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar (mesmo as que caem no chão podem ser postas no jogo novamente).
Depois de terminada a dinâmica, incentivar o debate e explicar às crianças que a igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja. A igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós.



Jovens_fortes_sao_Joao


União faz a Força


Tema: comunhão e participação.
Duração: 15 min.
Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: fios finos de barbante ou de lã (pedaços de mais ou menos 30cm).
Distribuir entre os participantes os fios de barbante, pedir que cada um analise a aparência, utilidade e propósito daquele pedaço de barbante, (cerca de 2 minutos, para não ficar cansativo).
Pedir que cada um tente arrebentar o seu fio e observe como foi fácil.
Depois, pedir que cada um ofereça o maior pedaço que lhe sobrou para formar um feixe de barbantes e pedir a alguns voluntários que tentem arrebentar este feixe.
Observar como fica mais difícil a medida que o feixe fica grosso.
Para concluir leia o texto bíblico: Eclesiastes 4. 9-12 e discutam sobre a relação com a dinâmica e o grupo.Tema: comunhão e participação.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: 1 pacote de palitos de madeira para churrasquinho.
Pedir que um dos participantes pegue um dos palitos e o quebre. (o que fará facilmente).
Cuidado com as pontas finas dos palitos.
Pedir que outro participante quebre cinco palitos juntos num só feixe (será um pouco mais difícil).
Pedir que outro participante, quebre todos os palitos que restaram num só feixe. Se não conseguir, poderá chamar uma outra pessoa para ajudá-lo.
Estimular todos os participantes a que falem sobre o que observaram e concluíram. Terminar com uma reflexão sobre a importância de estarmos unidos.



Pecado_involuntario


Abra o Olho


Tema: Temos os olhos vendados para a violência?
Duração: 5 minutos
Público: adolescentes; mínimo 5 participantes.
Material: Dois panos para fechar os olhos e dois porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.
Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um porrete de jornal. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro. O restante do grupo apenas assiste.
Assim que inicia a “briga”, o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar. Depois de tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.
A reação dos participantes pode ser muito variada. Por isso, é conveniente refletir algumas posturas como: indiferença x indignação; aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso; lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar, primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê. Depois dar a palavra aos demais participantes. Qual foi a postura do grupo? Para quem torceram? O que isso tem a ver com nossa realidade? Quais as cegueiras que enfrentamos hoje? O que significa ter os olhos vendados? Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje? Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
Sugestões de textos: Marcos 10, 46-52; Lucas 10 25 a 37 ou Lucas 24, 13-34.



Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços

Jesus Nos Perdoa e Acolhe em seus Braços


Amar ao Próximo”


Tema: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
Duração: 20 a 30 minutos
Público: adolescentes; mínimo 6 participantes.
Material: lápis e papelDivida a turma em grupos ou times opostos.
Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 1 perguntas e 1 tarefa ou um mico para o outro grupo executar.
Deixe cerca de 5 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.
Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo próprio grupo que as preparou.Observe as reações. Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre:
Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fáceis?
E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar?

Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”, MT 23.39
Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?
Encerre com uma oração.



Bíblia_Palavra de Deus


Viver a Palavra de Deus


Tema: fé e testemunho.
Duração: 15min.
Público: Adolescentes, mínimo 3 pessoas.
Material: uma tigela ou copo com água, um giz, uma pedra e uma esponja.Coloque a tigela de água em local visível e vá mergulhando um a um os objetos e promovendo debate, sobre a reação de cada peça à água e comparando com a forma das pessoas vivenciarem a Palavra de Deus.
Também pode tomar algum texto Biblíco que fale sobre evangelização, entrega e mudança de vida; não vou citar nenhum porque a dinâmica vem ao encontro da realidade que o dirigente e de cada grupo.
1. água: fonte que restaura e purificação e que gera vida. Simboliza aqui a Palavra e o agir de Deus na sua vida.
2. giz: feito de cal e que absorve para si toda água. Simboliza pessoas que recebem a Palavra de Deus mas ficam só prá si, deixando de anunciar e testemunhá-la;
3. pedra: material rústico que não deixa que nada penetre dentro de si. Pessoas que se fecham e não deixam que a Palavra de Deus as transforme e molde suas vidas como vaso nas mãos do oleiro;
4.esponja: depois de molhada absolve uma certa quantidade de água, assim que apertá-a ela transmite o que tem de mais precioso dentro de si que é a água que purifica e restaura. É a pessoa que absorve, escuta a Palavra de Deus, e deixa que transforme e modifique sua vida; tornando também testemunha fiel do Reino de Deus.



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Caminhando entre Obstáculos


Tema: Deus “não permitirá que sejais tentados além das vossas forças”.
Duração: 15min.
Público: adolescentes, mínimo 4 pessoas.
Material: garrafas, latas, cadeiras ou qualquer outro objeto que sirva de obstáculo, e lenços que sirvam como vendas para os olhos.
Os obstáculos devem ser distribuídos pela sala. As pessoas devem caminhar lentamente entre os obstáculos sem a venda, com a finalidade de gravar o local em que eles se encontram.
As pessoas deverão colocar as vendas nos olhos de forma que não consigam ver e permanecer paradas até que lhes seja dado um sinal para iniciar a caminhada. O coordenador, com auxilio de uma ou duas pessoas, imediatamente e sem barulho, tira todos os obstáculos da sala.
O coordenador insistirá em que o grupo tenha bastante cuidado, em seguida pedirá para que caminhem mais rápido. Após um tempo o coordenador pedirá para que todos tirem as vendas, observando que não existem mais obstáculos.
Discutir as dificuldades e obstáculos que encontramos no mundo, ressaltando porém que não devemos temer, pois quem está com Cristo tem auxílio para vencer.
Texto sugerido: I Coríntios 10:12-13.
Dinâmica: Medo de Desafios
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).
Procedimento:
Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja… ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa…é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem… Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
Objetivos:
O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia.



Dinâmica: do 1, 2, 3


Objetivo: Quebra-gelo
Procedimento:
1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil.
2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente.
3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar.
4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que deem uma “reboladinha”.
A situação fica bem divertida



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Dinâmica: “Auxílio mútuo” 


Objetivo: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida
Material: Pirulito para cada participante.Procedimento:
Todos em círculo, de pé. É dado um pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta (braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica, recolhe os papéis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão, todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma: oferecer o pirulito para a pessoa ao lado!!! Assim, automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando, se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e é ajudando ao outro que seremos ajudados.



Dinâmica: ” das diferenças ” 


Material: Pedaço de papel em branco, caneta
Procedimento:
O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o gru- po. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifaceta- dos, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outroDinâmica: “Para quem você tira o chapéu” Objetivo: Estimular a autoestima
Materiais: um chapéu e um espelho
O espelho deve estar colado no fundo do chapéu.
Procedimento: O animador escolhe uma pessoa do grupo e pergunta se ela tira o chapéu para a pessoa que ver e o porquê, sem dizer o nome da pessoa. Pode ser feito em qualquer tamanho de grupo e o animador deve fingir que trocou a foto do chapéu antes de chamar o próximo participante. Fizemos com um grupo de idosos e alguns chegaram a se emocionar depois de dizer suas qualidades. Espero que gostem!



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Dinâmica “Caixinha de Surpresas” 


Objetivo: Dinâmica do auto-conhecimento;Falar sobre si
Materiais: caixinha com tampa, e Espelho
Procedimento:Em uma caixinha com tampa deve ser fixado um espelho na tampa pelo lado de dentro. As pessoas do grupo devem se sentar em círculo. O animador deve explicar que dentro da caixa tem a foto de uma pessoa muito importante (enfatizar), depois deve passar para uma pessoa e pedir que fale sobre a pessoa da foto, e não devem deixar claro que a pessoa importante é ela própria. Ao final, o animador deve provocar para que as pessoas digam como se sentiram falando da pessoa importante que estava na foto.



Dinâmica: ” da folha de revista” 


Material: folhas de revista, pátio ou sala, todos sentados em círculo
Procedimento: Dar uma folha de revista a cada participante e pede para que amassem bastante a folha, após todos amassarem pede para que desamassem novamente deixando a folha como era antes.
Ninguém irá conseguir, então explica-se que a folha representa as nossas palavras que uma vez ditas não podem mais serem consertadas, por isso devemos ter cuidado ao falar para que não venhamos a machucar o próximo, pois uma vez aberta a ferida será difícil cicatrizar.Dinâmica: ” da rosa” (infantil) 

Objetivo: despertar a atitude em preservar o que temos.
Materiais: uma flor (rosa) natural
Procedimento: fazer um círculo, e cada integrante retira um pedacinho da flor, ao final so- brará apenas o talo da flor. O monitor da dinâmica questiona o que aconteceu? Será que podemos consertar o que fizemos? Essa dinâmica pode ser trabalhada com os pequeninos, a fim de preservar os materiais dentro da sala de aula, ou preservar o próprio meio ambiente



Dinâmica: “não estamos sozinhos” 


Objetivo: Melhorar a confiança nos outros.
Material: Ambientes diferentes e vendas para todos os participantes.
Procedimento:É necessário ajuda para essa dinâmica.
Vendar os olhos de cada participante, e conduzí-los até seus lugares sem dizer nada. Se
possível descalços. Colocar em seu lugar e tirar as vendas dos olhos.
Cada pessoa entra sendo conduzida, sem ver que outros estão vedando. Se possível, colo-
car obstáculos, algo que pisem sintam a diferença do chão.
Depois que todos estiverem em seus lugares o bate-papo é confiança, não estamos sozinhos, sempre tem alguém a nos ajudar a executar tarefas, basta confiar.


FONTE: Infancia missionaria de São João del Rei



Parábolas & Reflexões



O Poder das Palavras.



“O que você vai dizer, antes de dizer à outra pessoa,

diga antes a si mesmo.”


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As palavras acima são do pensador romano Sêneca e todos nós deveríamos (tentar pelo menos) pôr em prática diariamente. As palavras têm poder e é importante se preocupar com elas, pois elas podem agradar ou ferir, emocionar ou ofender, trazer felicidade ou decepção, construir ou destruir.

É tão importante falar e ser ouvido que muitas pessoas buscam por terapia e psicanálise para compreender os seus anseios.

Produzido em 2010, pela Frozen Mammoth & Sheridan Productions, o curta-metragem de animação “Garra Rufa” (Doctor Fish), de Tony Tarantini, aborda o domínio da inteligência emocional pelo ponto de vista de um experiente psicoterapeuta que atende os mais variados pacientes. Em um certo dia, no entanto, ele se vê preso a uma profunda questão pessoal, e quem precisa ser ouvido é ele.

“Garra Rufa” não tem (e nem precisa de) diálogos; é apenas embalado pela excelente trilha de Alex Liberatore.

Vi no Catraca Livre




Palavras_ao_vento Lançai a palavra

Trocando_pilhas_2 O_Segredo_de_vencer_grandes_desafios

Eu sou a Videira Verdadeira.


Vos sois os Ramos


Eu_sou_a_Videira_Verdadeira


Jesus se identifica aos apóstolos de várias maneiras. Como para os humanos nem sempre é fácil entender as coisas sobrenaturais, usa de parábolas, comparações e alegorias. Depois de se apresentar como o Caminho, Verdade e Vida, de revelar-se como Bom Pastor das ovelhas e porta do redil, se compara à videira da qual fazem parte os ramos e os frutos. Tal comparação é uma consolação para os que nele creem e o amam de verdade, pois ele os inclui na sua própria identidade. “Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo se não permanecer na videira, assim também vós não podeis dar fruto se não permanecerdes em mim” (Jo 15, 4).

São Paulo compara o corpo de Cristo à Igreja (cf I Cor. 12, 12-14). Ela, na verdade, é o corpo místico do Senhor. Somente pertence a ela, quem pertence a Cristo.

A comparação da videira já havia sido utilizada pelos profetas Isaías, Jeremias e Ezequiel referindo-se ao povo de Israel. Porém, o povo de Israel na história se revelou infiel e não produziu os frutos esperados. Eis a razão pela qual o Senhor se apresenta como a Verdadeira Videira. Quem está nele, unido a ele que é o tronco, este necessariamente produz frutos de caridade, de bondade, de justiça, de fraternidade, de humildade, de serviço ao próximo, sobretudo aos sofredores. Inúmeros são os frutos que resultam de uma verdadeira e íntima união com Cristo. A produção de frutos que são as boas obras oriundas do mandamento novo, Amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo. 13,34), são indispensáveis para se pertencer a Cristo Jesus, de tal forma que em não produzindo-as, o Pai, que é o agricultor, corta os ramos e os separa definitivamente do tronco. Porém, também o ramo que produz fruto deve ser, de vez em quando, limpo, podado. São os sofrimentos, os problemas que cada um que se decide a ser inteiramente de Cristo tem que enfrentar. Não duvidemos: não há Cristo sem cruz, não há cristianismo sem sacrifícios. O livro dos Atos dos Apóstolos, bem como a história da Igreja, estão cheios de exemplos de provações, tribulações, martírios físicos ou morais que acompanham a todos os que estão legitimamente são inseridos como ramos no tronco da videira que é Cristo.

Lembremo-nos ainda que toda árvore é constituída de tronco, ramos, frutos, mas também de raízes e de seiva. As raízes podem ser comparadas à parte da Igreja que vive no escondimento dos mosteiros ou no silêncio das terras longínquas da missão. Também podem se assemelhar à parte silenciosa em nós mesmos que devemos renunciar a qualquer honraria humana para viver nossa fé e praticar as boas obras. Não foi Jesus que afirmou: “que sua mão esquerda não saiba o que faz a direita”? (cf. Mt 6, 1-4). Na árvore de Cristo não cabem exibições, como na Igreja não se pode suportar o carreirismo e a sede de poder. Certamente os ciúmes são definitivamente artimanhas do inimigo que deseja ver secos os ramos da videira do Senhor.

A seiva, contudo é a vida da árvore. Sem ela os ramos secam e acabam por desaparecer. Permanecer unido a Cristo significa receber de sua seiva continuamente. A seiva é o Espírito Santo, é a força do ressuscitado, é a vida da Igreja e de cada pessoa. Assim como a seiva é praticamente invisível, a maneira de recebê-la em continuidade é a oração que também é algo imaterial e intangível. Quem perdeu a capacidade de rezar, começou a secar e pode se tornar lenha para a fogueira. Sem mim, nada podeis fazer! (Jo.15, 5) afirma Jesus. Contudo, se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vos será dado (Jo.15,7). Ó, como isso é consolador! Na união com Cristo está a solução para todas as situações, ainda que pareçam humanamente impossíveis. O segredo está em permanecer vivamente enxertados em Cristo, dele recebendo a benfazeja seiva, para produzir abundantes frutos para a glória do Pai.

Por Dom Gil Antônio Moreira – Arcebispo de Juiz de Fora (MG)


Perseverança


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Antiga_Aliança_02 Sete_dons
Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito

Jesus, eu confio em vós.


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“Confiança! Não temas!”

Este texto vai aumentar a SUA confiança em Deus


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DEPOIMENTO


Jesus Cristo nos convida à Confiança.

Voz de Cristo, voz misteriosa da graça que ressoais no silêncio dos corações, vós murmurais no fundo de nossas consciências palavras de doçura e de paz. Às nossas misérias presentes repetis o conselho que o Mestre dava, frequentemente, durante sua vida mortal:

Confiança, confiança!”.

À alma culpada, oprimida sob o peso de suas faltas, Jesus dizia: “Confiança, filha, teus pecados te serão perdoados!”. “Confiança”, dizia à doente abandonada que só dEle espera a cura, “tua fé te salvou”.

Quando os apóstolos tremiam de pavor vendo-O caminhar, de noite, sobre o lago de Genesaré, Ele os tranquilizava por esta expressão pacificadora: “Tende confiança! Sou Eu, nada temais!”.

E na noite da Ceia, conhecendo os frutos infinitos do seu Sacrifício, lançava Ele, ao partir para a morte, o brado de triunfo: “Confiança! Confiança! Eu venci o mundo!…”.

Esta palavra divina, ao cair de seus lábios adoráveis, vibrante de ternura e de piedade, operava nas almas uma transformação maravilhosa.

Um orvalho sobrenatural lhes fecundava aridez, clarões de esperança lhes dissipavam as trevas, uma calma serenidade delas afugentava a angústia. Pois as palavras do Senhor são “espírito e vida”. Bem aventurados os que a ouvem e a põe em prática.

Como outrora aos seus discípulos, é a nós, agora, que Nosso Senhor convida à confiança. Por que recusaríamos atender à sua voz?

Muitas almas têm medo de Deus

Poucos cristãos, mesmo entre os fervorosos, possuem essa confiança que exclui toda ansiedade e toda hesitação. Várias são as causas desta deficiência.

O Evangelho narra que a pesca miraculosa aterrou São Pedro. Com impetuosidade habitual, ele mediu de relance a distância infinita que separava da sua própria pequenez a grandeza do Mestre. Tremeu de terror sagrado, e prosternando-se a face contra a terra: “Afastai-vos de mim, Senhor, exclamou, que sou um pecador!”.

Certas almas têm, como o Apóstolo, esse terror. Elas sentem tão vivamente a própria indigência e as próprias misérias, que mal ousam aproximar-se da Divina Santidade.

Parece-lhes que um Deus assim puro deveria sentir repulsão ao inclinar-Se para elas. Triste impressão, que lhes dá a vida interior uma atitude contrafeita, e, por vezes, a paralisa completamente.

Como se enganam essas almas!

Logo aproximou-Se Jesus do Apóstolo assustado: “Não temas!” disse-lhe, e o fez levantar-se…

Vós também, cristãos, que do seu amor tantas provas recebestes, nada temais! Nosso Senhor receia acima de tudo que tenhais medo dEle.

Vossas imperfeições, vossas fraquezas, vossas faltas mesmo graves, vossas reincidências tão frequentes, nada O desanimará, contanto que desejeis sinceramente converter-vos. Quanto mais miseráveis sois, mais Ele tem compaixão de vossa miséria, mais deseja cumprir, junto a vós, sua missão de Salvador…

Não foi sobretudo para os pecadores que Ele veio à terra?


Leão e Menina

A outras almas falta a fé…

A outras almas falta a fé. Elas têm certamente essa fé comum, sem a qual trairiam a graça do Batismo. Creem que Nosso Senhor é todo-poderoso, bom e fiel a suas promessas; mas não sabem aplicar essa crença às suas necessidades particulares.

Não são dominadas pela convicção irresistível de que Deus, atento às suas provações, para elas Se volve a fim de socorrê-las.

Jesus Cristo pede-nos, no entanto, essa fé especial e concreta. Ele a exigia outrora como condição indispensável dos seus milagres; espera-a ainda de nós, antes de nos conceder os seus benefícios…

Se podes crer, tudo é possível àquele que crê”, dizia ao pai do pequenino possesso. E, no convento de Paray-le-Monial, empregando quase os mesmos termos, repetia a Santa Margarida Maria: “Se puderes crer, verás o poder do meu Coração na magnificência do meu amor…”.

Podeis crer? Podereis chegar a esta certeza tão forte que nada a abala, tão clara que equivale à evidência? Isso é tudo. Quando chegardes a esse grau de confiança vereis maravilhas realizaram-se em vós…

Pedi ao Mestre Divino que aumente a vossa fé. Repeti-Lhe com frequência a prece do Evangelho: “Eu creio, Senhor, mas ajudai a minha incredulidade”…

Esta desconfiança de Deus lhes é muito prejudicial.

A desconfiança, sejam quais forem suas causas, nos traz prejuízo, privando-nos de grandes bens.

Quando São Pedro, saltando da barca, se lançou ao encontro do Salvador, caminhou, a princípio, com firmeza sobre as ondas. Soprava o vento com violência. As vagas ora levantam-se em turbilhões furiosos ora cavavam no mar abismos profundos…

A voragem abria-se diante do Apóstolo. Pedro tremeu… hesitou um segundo, e, logo, começou a afundar…

Homem de pouca fé, disse-lhe Jesus, por que duvidaste?”

Eis a nossa história. Nos momentos de fervor, ficarmos tranquilos e recolhidos ao pé do Mestre. Vindo a tempestade, o perigo absorve a nossa atenção. Desviamos então os olhares de Nosso Senhor para fitá-los ansiosamente sobre os nossos sofrimentos e perigos. Hesitamos… e afundamos logo!

Assalta-nos a tentação. O dever se nos torna enfadonho, a sua austeridade nos repugna, o seu peso nos oprime. Imaginações perturbadoras nos perseguem. A tormenta ruge na inteligência, na sensibilidade, na carne…

E perdemos pé; caímos no pecado, caímos no desânimo, mais pernicioso do que a própria falta. Almas sem confiança, por que duvidamos?

A provação nos assalta de mil maneiras. Ora os negócios temporais periclitam, o futuro material nos inquieta. Ora a maldade ataca-nos a reputação.

A morte quebra os laços de afeições das mais legítimas e carinhosas. Esquecemos, então, o cuidado maternal que tem para nós a Providência… Murmuramos, revoltamo-nos, aumentamos assim as dificuldades e o travo doloroso do nosso infortúnio.

Almas sem confiança, por que duvidamos?

Se nos tivéssemos apegado ao divino Mestre com uma confiança tanto maior quanto mais desesperada parecesse a situação, nenhum mal desta nos adviria…

Teríamos caminhado calmamente sobre as ondas; teríamos chegado, sem tropeços, ao golfo tranquilo e seguro, e, breve, teríamos achado a plaga hospitaleira que a luz do Céu ilumina…

Os santos lutaram com as mesmas dificuldades… muitos dentre eles cometeram as mesmas faltas. Mas estes, ao menos, não duvidaram…

Ergueram-se sem tardanças, mais humildes após a queda, não contando, desde então, senão com o socorro do Alto…

Conservaram no coração a certeza absoluta de que, apoiados em Deus, tudo poderiam. Não foram iludidos nessa confiança!

Tornais-vos, pois, almas confiantes. Nosso Senhor a isso vos convida; e o vosso interesse assim o exige. Tornar-vos-eis, ao mesmo tempo, almas iluminadas, almas de paz.

*   *   *

Fonte: retirado do “Livro da Confiança” do Rev. Pe. Thomas de Saint-Laurent.


CONFIAR-EM-DEUS3[1]


Aqueles_que_Confiam


terco-da-misericordia-11[1]


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      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


O Paraíso de Adão e Eva.




O sonho mais comum do ser humano é viver em paz e tranquilidade em um lugar lindo onde o sol brilha sem muito calor e tendo ao alcance da mão o alimento fresquinho e natural sem que para isso seja preciso o mínimo esforço, poderíamos definir este sonho como: “O Paraíso”, evidentemente nos dias de hoje este lugar não existe, pois até mesmo para quem tem muito dinheiro esta tranquilidade custa muito caro e para usufruir de algumas horas deste luxo teremos que suar muito a camisa antes e depois.

A Palavra de Deus se inicia com a narrativa de um lugar semelhante a este e que nele nossos primeiros pais tiveram o privilégio de viverem seus melhores dias, mas que por ironia do destino perderam o direito de viverem eternamente nesta condição em troca de uma simples maçã e agora como consequência para nós restou apenas um sonho e para os que creem na Palavra de Deus algo que é muito mais real do que a própria vida que é a promessa de um dia estarmos novamente ao lado do Pai desfrutando do verdadeiro paraíso eterno.

É como está escrito: Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” (I Corintios 2, 9)


A pergunta mais insistente feita nos cursos bíblicos consiste na confirmação da existência de Adão e Eva, E ela puxa outras questões como: Quem garante que eles formaram o primeiro casal? Não haveriam outros casais na terra? Se formavam o primeiro casal, com quem se casaram os seus filhos? e etc…



Palavras da serpente


A pergunta é feita porque nem todos têm a possibilidade de estudar mais a fundo a Bíblia.

Com base em seu texto, a Bíblia fala de um único casal. Na realidade, porém, não esta falando do primeiro casal e sim da formação do Homem e da Mulher. È o jeito de o autor falar. No início, diz ele: Deus fez o homem e a mulher, ou seja, a raça humana teve um começo. E isso ninguém pode negar. Que o homem se chamava Adão e a mulher Eva, isto é relativo. O autor do texto não está dando nomes próprios, mas coletivos. Pois, refere-se aos seres humanos de maneira concreta e prática. Em vez de falar “um primeiro homem, uma primeira mulher”, ele usou dois nomes que não são nomes próprios, e sim, nomes muito concretos: Adão e Eva.

Na língua hebraica esses nomes têm significados e calhavam bem com a intenção do autor. Adão significa: aquele que vem da terra, homem (como em português: Homem= húmus). Eva significa: aquela que dá vida. O autor designa, então, com muita propriedade o primeiro casal como Adão e Eva, querendo dizer: o homem é criado, terreno, material (Adão); a mulher é terrena, material, criada e geradora da vida (Eva). Os nomes designam, então, todo homem, toda mulher e não só o primeiro casal. Portanto, Adão e Eva existiram como existem hoje o homem e a mulher, não necessariamente como nomes próprios.

Numa palavra: o texto ensina que o homem e a mulher tiveram começo e foram criados por Deus.

Por Frei Mauro Strabelli

Extraído do livro Bíblia: Perguntas que o povo faz.

Strabeli, Mauro.  Editora Paulus, 1990


HISTÓRIAS DO PADRE LEO
https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/12/sag-fam-lk.jpg?w=130&h=120&h=120

 

Um teste de Fé!


Você soltaria a corda?

Todos os dias de nossas Vidas passamos por momentos tão difíceis que pensamos ser o fim, mas uma voz sempre nos diz lá no fundo do coração.

“Creia em Deus e espera com confiança n’Ele e Ele atenderá o seu clamor e as suas necessidades…”

Um famoso alpinista, certa vez experimentou uma situação semelhante em sua própria pele !



Um Bom alpinista é aquele que: metodicamente observa todos os detalhes de Segurança.

Dica número 1: Isto vale a sua Vida.

Mantenha sua corda bem conservada

O primeiro passo para manter sua corda bem conservada é mantê-la limpa. A limpeza é fundamental para prolongar sua vida útil e sua resistência. Mantenha a corda longe do contato com o solo sempre que possível, pois a poeira e partículas de sujeira têm um efeito bastante abrasivo sobre ela. Evite pisar no equipamento, pois isso pressionará as partículas abrasivas para o interior da corda.

Lavagem da corda – use sabão neutro e água fria, enxague bem e deixe secar à sombra. Nunca use máquinas de lavar e secadoras.

Não enrole a corda para guardar, guarde-a solta e sem nós. A corda pode criar “pontos fracos” se permanecer sempre dobrada nos mesmos pontos e permanecer assim. Também não é aconselhável o uso da corda para outras atividades, fora da escalada.

Nunca marque a corda com canetas que não sejam específicas para este fim, os produtos químicos da tinta podem danificá-la.

Verifique o equipamento regularmente, procurando pontos danificados ou sinais de fadiga. Se encontrar algum, como nos casos em que a alma da corda estiver aparecendo, corte a corda no ponto danificado, usando uma lâmina quente. Queime a ponta boa rapidamente e aperte-a com os dedos.


Olha a Situação do desprevenido.


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Não existe meia fé.


O Alpinista em Power Point Com Fotos

Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais os desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele e resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro para dividir, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.

Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde. Porém, ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz. Não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede” a apenas 100 metros do topo ele escorregou e caiu.

Caía a uma velocidade vertiginosa e somente conseguia ver a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo… e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele havia vivido em sua vida. De repente, ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. Como todo alpinista, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspenso nos ares da completa escuridão e não sobrou para ele nada além do que gritar. E gritando só conseguia ouvir seu próprio eco, então rogou a Deus: “Óh meu Deus, ajude-me!!!”. De repente uma voz grave e profunda vinda do céu, respondeu: “O que você quer de mim, meu filho?” – Me salve meu Deus, por favor!! E Deus lhe respondeu: “Você realmente acredita que Eu possa te salvar?” E o alpinista respondeu: “Eu tenho certeza meu Deus!!”. E Deus respondeu: “Então corte a corda que te mantém pendurado…

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso certamente morreria…



O pessoal do resgate conta que no outro dia encontrou o alpinista congelado, morto, agarrado com força, com as duas mãos a uma corda… a tão somente dois metros do chão

Esta é uma história real e a dedução feita no diálogo com Deus é feita porque o alpinista foi encontrado há apenas dois metros do chão.

Não existe meia fé.

VAMOS AO TESTE:

E VOCÊ OBSERVOU BEM AS DICAS DO BOM ALPINISTA?

Está Bem amarrado e segurando firmemente sua corda?

POR QUE VOCÊ NÃO A CORTA?

Por que não a solta e se joga nos braços de Deus?

É pelo medo de nos desapegarmos de certas situações que aparentemente nos oferecem segurança que deixamos de alcançar maiores conquistas. A mesma corda que lhe dá segurança pode também ser o seu fim.

Pense nisso!


 

Para visualizar a animação e o som baixe o Slaid em Power Point.


http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120 MILAGRE DE LANCIANO


Dinâmica para Meditação.


Estas dinâmicas podem ter diversas aplicações, basta que cada um as use com devidas adaptações para que se encaixe devidamente no assunto que se pretende explicar.


Dinâmica


Amalgama

Dinâmica do Amalgama com Durepoxi:

Indissolubilidade do Matrimônio


Dinâmica – Enfrentando e Vencendo os desafios com Fé.


Dinâmica do Café com Leite:

Indissolubilidade do Matrimônio


Esta dinâmica tem por finalidade exemplificar de maneira visível o que significa indissolúvel, principalmente em se tratando da capacidade humana em relação ao poder de Deus que é capaz de realizar coisas impossíveis.


Tres_garrafas_2

Dinâmica das três garrafas.


Exemplificar de modo didático o termo “Batismo”, submersão, imersão molhar e permanecer molhado, para se compreender a ação de Deus dentro do coração do homem através dos Sacramentos do Batismo, da Confirmação, O Batismo no Espírito Santo e porque permanecer cheios do Espírito.


Dinâmica do Sonrisal

FÉ  &  AÇÃO


PARTICIPAÇÃO ATIVA – Perceber que não basta dizer que sou Cristão, mas que é preciso arrancar a camisa e mergulhar de corpo e alma na obra de Deus até que não se distinga quem é quem, “Já não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em Mim”. (fermento na massa)

Opção_2: PECADO: Como exemplificamos no amor de Deus, Ele derrama sobre nós seu AMOR como uma chuva, mas o pecado é como um guarda-chuva ou uma capa de proteção que impede ação de DEUS em nós, como o Sonrisal não se dissolve dentro do envelope, mesmo estando mergulhado em um copo d’água.


Dinâmica da Pipoca

SAL DA TERRA


A QUALIDADE FAZ A DIFERENÇA: Experimentar a diferença entre uma pipoca temperada e uma pipoca murcha, chocha e sem tempero em comparação com a nossa omissão diante da proposta de Deus neste mundo.


100_dolares_amassado

PPT –  DINÂMICA DA

Nota DE_100,00 REAIS


RECONHECIMENTO DE VALOR: Tem o objetivo de mostrar que as coisas não perdem seu valor apenas por estar obscuro ou oculto, também não perde apenas por estar um pouco amassada.


DINÂMICA DO BALÃO

Desigualdade & preconceito


RECONHECIMENTO DE QUALIDADE E PERSONALIDADE:

Tem por objetivo mostrar que todos os balões apesar de terem cores diferentes por fora, podem subir até o céu, pois o que tem o poder de fazer um balão flutuar não é a sua cor ou a sua matéria e sim o gás que está dentro dele que é invisível aos olhos.


O SOPRO DO ESPÍRITO

Explicando batismo e efusão


Provai_e_vede

PROVAI  E  VEDE

Explicando A necessidade da experiência própria com o Espírito Santo


Frutos_do_espirito_santo

Apresentando os Frutos do Espírito Santo

Dinâmica com Palavras embaralhadas para formar os nomes dos frutos.


Luz_do_espirito_santo

Os sete Dons do ESPÍRITO SANTO

Dinâmica com Palavras embaralhadas para formar os nomes dos frutos.


Luz_do_espirito_santo

A LUZ DO ESPÍRITO SANTO

Sentindo o calor da presença do E. S. e sufocando a chama até que ela se apague.


Bola_fe

Enfrentando e Vencendo os desafios com Fé.

Uma brincadeira que exemplifica a vitória da fé sobre todo e qualquer problema da vida.


Quebra_gelo_dinamica

DINÂMICAS  QUEBRA GELO  CASAIS


Dinâmicas de interação em Grupos

DINÂMICAS  DIVERSAS


homem_10[1]

A Transformação do Homem interior

Explicando batismo e efusão



Caneta_na_garrafa_2

Dinâmica – A Caneta dentro da garrafa

COOPERAÇÃO EM GRUPO


100 – 1 Moedas de Ouro

O Club dos 99 ?


experiencia_dinamica_copo_agua_pecado_purificacao

Dinâmica do copo com água suja.

〈 A CURA TOTAL DO PECADO 〉


Mãos_na_massa

Como fazer você mesmo massa de modelar!


Dinâmica sobre a vivência do Amor.


NOVO


NOVO


.


Parábolas

& Reflexões



Três Árvores e três sonhos.


Reflexão – “As três árvores”


O sonho das tres árvores



Há muitos e muitos anos atrás, havia no alto de uma montanha três árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.

A primeira, olhando as estrelas disse que queria ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros.

A segunda, olhando o riacho suspirou ao dizer que queria ser um navio grande para transportar reis e rainhas.

A terceira olhou para o vale em que estavam e disse que queria ficar ali mesmo no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para ela levantassem os olhos e pensassem em Deus.

Os anos se passaram e, certo dia três lenhadores cortaram as árvores.

As três ficaram ansiosas em serem transformadas naquilo que sonharam, contudo os lenhadores não ouviam ou não entendiam sonhos…

Que pena!

Que pena!

Que Pena!



A primeira árvore acabou sendo transformada em um cocho de animais coberto de feno.

A segunda virou um simples barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias.

A terceira foi cortada em grossas vigas e colocada num depósito.

Então, todas se perguntaram desiludidas e tristes por que isso acontecera.



Numa bela noite, cheia de luz e estrelas, uma jovem mãe colocou seu bebê recém nascido naquele cocho de animais.

De repente, a primeira árvore descobriu que tinha o maior tesouro do mundo!



A segunda árvore acabou transportando um homem que acabou dormindo num barco, mas quando a tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse:

“Silêncio! Quieto!”

E num relance, a segunda árvore entendeu que estava transportando o Rei do Céu e da Terra.

Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela.



Logo, sentiu-se horrível e cruel.

Mas, no domingo seguinte, o mundo vibrou de alegria.

E a terceira árvore percebeu que nela havia sido pregado um homem para a salvação da humanidade e que as pessoas se lembrariam de Deus e de seu Filho ao olharem para ela.
As árvores haviam tido sonhos e desejos…

.

Mas sua realização foi mil vezes maior do que haviam imaginado.

Entregue seus sonhos e seus desejos a Deus.

Ele sempre lhe dará muito mais do que você pode esperar…


Cena da morte de Jesus na Cruz. Do filme A Paixão de Cristo de mel Gibson.


Semeando a cultura de Pentecostes




Verdadeira autoria do Poema Pegadas na Areia.


Pegadasna Areia


Recebi um comentário referente à autoria do Poema “Pegadas na Areia”, neste comentário a pessoa faz uma correção no nome da verdadeira autora deste Poema, pois havíamos editado um Pos’t onde creditamos a autoria para Margaret Fishback Powers, uma escritora Canadense que já escreveu diversos livros e vários outros poemas.

Leia Mais abaixo:



PEGADAS NA AREIA


Poema: PEGADAS NA AREIA

Em 1987 foi comprovado nos Estados Unidos que uma cópia datada de 1939 era verdadeira e foi escrita por “Mary Stevenson” e não por “Margaret Fishback Powers no Canadá”, no entanto, o Canadá não alterou a sua versão e continua concedendo direitos autorais a Margaret Fishback Powers.

No entanto esta autoria está sendo ainda reivindicada por outras quatro pessoas.

Mary Stevenson faleceu em 1999 mas deixou seus direitos autorais para sua família que mantém um site oficial nos EUA desde 2003 com quase 2 bilhões de visitantes, onde ela conta toda a sua história e principalmente que distribuía seus poemas sem assinar seu nome a diversas pessoas que apesar de terem testemunhado não haviam dado uma prova indiscutível o que apenas foi comprovado com uma cópia encontrada em 1984.

Portanto, queremos dar os créditos devidos ao verdadeiro autor(a) deste texto que tem trazido grandes benefícios a tantas pessoas, estive lendo as histórias dos outros que reivindicam a autoria deste poema, mas pelo que parece é mesmo a história de Mary Stevenson a mais convincente.

Todos os detalhes estão em sua pagina oficial nos EUA, não copiarei aqui o que lá está escrito, pois se trata de direitos autorais protegidos por lei, mas que estão disponíveis para que qualquer um possa ler desde que use um tradutor, já que a pagina original é em inglês.


Fonte: Link Original:

http://www.footprints-inthe-sand.com/index.php?page=Poem/Poem.php

TRADUZIDO PELO GOOGLE



PEGADAS NA AREIA


Certa noite, sonhei que estava na praia
com o Senhor, e, através dos céus,
passaram cenas de minha vida.
Para cada ano que passava eram
deixadas dois pares de pegadas na areia,
um era o meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou
diante de nós olhei para trás e notei que,
muitas vezes no caminho de minha vida,
havia apenas um par de pegadas.
Notei também que isso só acontecia nos
momentos mais difíceis do meu viver,
isso aborreceu-me e perguntei
então ao Senhor:

– Senhor! Tu me deixaste… Por quê?
Se um dia me disseste que eu resolvi te
seguir que tu andarias sempre comigo.
Mas notei que durante as minhas maiores
aflições, havia na areia do caminho
da minha vida, apenas um par de pegadas.
Não entendo porque nas horas mais
difíceis de minha vida tu me deixaste.
O senhor me respondeu:

– Meu precioso filho, Eu te amo e
jamais te deixaria nos momentos
das suas provações e do teu sofrimento.
Quando viste na areia apenas um par de
pegadas, foi porque exatamente aí,
“Eu te carreguei nos braços.”




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PEGADAS NA AREIA A NOVA ALIANÇA

Pegadas na Areia PPT

A Nova Aliança PPT


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PEGADAS NA AREIA.




“Eu estava na UTI, aguardando notícias de meu esposo que sofrera um grave acidente, quando uma enfermeira, querendo me consolar, segurou minha mão e começou a recitar este poema”.  Tempos depois, qual não foi a minha surpresa, me deparei na rua com um imenso outdoor que estampava os versos Pegadas na Areia ?

Conheça a verdadeira História destes versos que correram o mundo como se fosse de um autor desconhecido.



PEGADAS NA AREIA



PEGADAS NA AREIA


Certa noite, sonhei que estava na praia
com o Senhor, e, através dos céus,
passaram cenas de minha vida.
Para cada ano que passava eram
deixadas dois pares de pegadas na areia,
um era o meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou
diante de nós olhei para trás e notei que,
muitas vezes no caminho de minha vida,
havia apenas um par de pegadas.
Notei também que isso só acontecia nos
momentos mais difíceis do meu viver,
isso aborreceu-me e perguntei
então ao Senhor:

– Senhor! Tu me deixaste… Por quê?
Se um dia me disseste que eu resolvi te
seguir que tu andarias sempre comigo.
Mas notei que durante as minhas maiores
aflições, havia na areia do caminho
da minha vida, apenas um par de pegadas.
Não entendo porque nas horas mais
difíceis de minha vida tu me deixaste.
O senhor me respondeu:
– Meu precioso filho, Eu te amo e
jamais te deixaria nos momentos
das suas provações e do teu sofrimento.
Quando viste na areia apenas um par de
pegadas, foi porque exatamente aí,
“Eu te carreguei nos braços.”



PEGADAS NA AREIA- VERA LÚCIA



PEGADAS NA AREIA Eu te levo em meus Braços

PEGADAS NA AREIA PPT

Poema em Espanhol PPT


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pegadas.jpg


Marcas que o tempo não apaga.

O famoso poema Pegadas na areia faz 40 anos e sua autora lança livro no Brasil.

Publicado em 11/26/2004

MARCOS STEFANO
Jesus Site – http://jesussite.com.br/acervo.asp?Id=994

Quase todo mundo literalmente – já leu, ao menos uma vez, o poema Pegadas na areia. Em versos singelos, ele é uma mensagem que tem confortado e inspirado milhões de pessoas há exatos 40 anos. O relato é simples. Uma pessoa observa a trajetória de sua vida na forma de pegadas deixadas na areia. Ao lado das suas, há outro par de pegadas deixadas por Jesus Cristo, numa metáfora de que o Senhor sempre caminha ao lado daqueles que nele confiam. Em dado momento, contudo, o peregrino percebe que há apenas um par de pegadas marcadas no solo – justamente nos momentos mais difíceis de sua vida. Então, indaga ao Mestre porque o deixara sozinho nas horas de aflição. Jesus, então, responde ao seu interlocutor que só havia um rastro porque ele estava carregando-o nos próprios braços.

Um dos poemas mais conhecidos de todos os tempos, Pegadas na areia é particularmente querido pelos evangélicos, que encontram ali uma síntese do Evangelho. Ele já foi reproduzido de todas as formas, em quadros, cartões, marcadores de livros, bibelôs, camisetas e uma infinidade de produtos. Inúmeras residências, escolas, escritórios e hospitais ostentam, na parede, flâmulas com o texto impresso. Normalmente considerado anônimo, o que poucos sabem é que o autor, ou melhor, autora de Pegadas na areia tem nome e sobrenome. Trata-se da canadense Margaret Fishback Powers, que, além de ser uma crente convicta, mantém um ministério internacional voltado à evangelização de crianças.

Ela esteve no Brasil em julho, participando de eventos de lançamento do livro que conta a história do poema (ver seção Multimídia – Literatura nesta edição), e recebeu a reportagem de ECLÉSIA durante sua passagem por São Paulo.

“Muita gente pensa que Pegadas na areia é fruto apenas de minha criatividade. Porém, para mim, ele foi uma experiência bem real, composto em um momento de grandes expectativas e poucas certezas em minha vida”, diz a autora. Sua proximidade com a fé e as letras vêm de longe. Desde a adolescência, quando era missionária batista e dava aulas para crianças em Quebec, em seu país, ela demonstrava talento especial para escrever. A história do poema começou quando Margaret foi para um retiro de jovens da igreja, auxiliando o então namorado Paul, um dos responsáveis pelo evento. “Era o dia de Ação de Graças de 1964 e, ao chegarmos, fui dar uma volta na praia com ele”, recorda. O compromisso era recente – estavam juntos havia apenas seis semanas – e Paul acabara de pedi-la em casamento. Entretanto, o jovem casal tinha poucas esperanças de futuro. “Éramos muito diferentes um do outro. Paul tinha um passado marcado por violência e drogas. Não tínhamos perspectivas profissionais ou financeiras pela frente e nem mesmo se nossas famílias e a igreja iriam nos apoiar”, conta Margaret.

De volta do passeio, os dois notaram que as ondas apagaram algumas pegadas, deixando apenas um par visível. “Talvez isso seja um prenúncio de que nossos sonhos serão levados água abaixo”, sugeriu ela. “Não!”, protestou Paul, para, então, tomá-la em seus braços e concluir: “Teremos turbulências, mas seremos um só na caminhada. E o Senhor nos tomará assim, em seus braços, se confiarmos e tivermos fé nele”. Aquelas palavras românticas ficaram marcadas no íntimo da jovem. Naquela noite, ela não conseguiu dormir e orou bastante. No dia seguinte, apresentou ao namorado não apenas sua certeza em Deus do casamento e futuro dos dois, mas o poema que, anos depois, tanto sucesso faria, ainda com o título Eu tive um sonho.

Álbum de casamento – Paul fez questão de declamá-lo a todos no encerramento do retiro. Margaret não podia mesmo ter a menor noção da proporção que tomariam os versos simples que acabara de escrever. Anos depois, já casada, ela reencontraria sua obra de forma completamente inesperada. Seu marido sofreu um acidente e recuperava-se no hospital. “Eu estava na UTI, e uma enfermeira, querendo me consolar, segurou minha mão e começou a recitar o poema”, conta Paul Powers, hoje um respeitado pastor batista em Vancouver, no Canadá. E as surpresas não pararam. Tempos depois, qual não foi o susto de Margaret ao se deparar na rua com um imenso outdoor que estampava os versos? “Voltei correndo para casa, toda eufórica”, lembra.

A partir dali, a luta foi para provar que o poema, já então conhecido como Pegadas na areia, não era anônimo. “Tínhamos mais de 200 testemunhas que o ouviram e receberam uma cópia naquele retiro. Além disso, ainda o havia escrito na abertura de nosso álbum de casamento, em 1965”, explica Margaret. Tendo sua autoria reconhecida, ela tornou-se uma celebridade. Margaret não arrisca dizer como Pegadas se espalhou pelo mundo, nem em quantos lugares já chegou. Mas certamente são muitos. Apenas o livro que conta sua história, e que agora chega ao Brasil já foi publicado em outros 20 países. “É o agir de Deus”, simplifica a autora, uma simpática senhora que prefere não revelar a idade. Ela já escreveu dez livros e compôs outros 16 mil poemas, a maioria com temática cristã. Alguns também são bastante conhecidos pelo público brasileiro, como Carta de um amigo, que muitas igrejas evangélicas utilizam como material evangelístico.

O talento literário da poetisa também é instrumento de ação social. O casal criou e dirige a Little people Ministry Association, ministério interdenominacional que promove assistência a crianças de todo o mundo. “Agora estamos treinando jovens que trabalharão na evangelização infantil em países como Tailândia, Costa Rica, Japão e no Caribe”, diz Paul Powers.

Uma boa parte dos recursos do ministério vem dos direitos autorais da obra de Margaret. Além disso, seus textos são alguns dos principais recursos didáticos do Little people, usados nas aulas para crianças em milhares de escolas, hospitais e orfanatos.

Naturalmente, a autora tem recebido, ao longo desses anos, inúmeros relatos de gente que associa Pegadas na areia a alguma situação de suas vidas. Geralmente, são pessoas que encontraram no poema alento em situações de dor, doença ou morte. Um dos casos que mais a emocionou foi o de um soldado americano na primeira Guerra do Golfo, entre 1990 e 1991. “Li num jornal que um fuzileiro sobreviveu inexplicavelmente ao atravessar um campo minado”. O curioso é que o recruta passou pelo terreno sem saber dos artefatos enterrados, que só foram descobertos pelos rastreadores depois. Algumas minas estavam exatamente ao lado de suas pegadas. “Muita gente disse que foi pura sorte, mas o rapaz fez questão de mencionar o poema e dizer que foi Cristo que o carregou nos braços ali”; comenta Margaret.

Do livro “Pegadas na areia”

Margareth Fishback Powers

Editora Fundamento

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Pregadores do Reino
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Pregadores do Reino

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O ALPINISTA EXTRAORDINÁRIO. COMO UMA BOMBA


olhos vermelhos https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/presente-verm.jpg FOI DEUS


Um dinheiro extra, sempre é bem vindo !


O que Você seria capaz de fazer por alguns trocados?

E Por alguns Milhões ?

E para salvar a própria pele?


Quem_quer_um_dinheiro_extra


Um milionário convida todos os seus empregados e fornecedores para uma grande festa em uma de suas mansões e, em determinado momento, querendo fazer uma brincadeira com todos, pede que a música pare e diz; olhando para um tanque onde cria crocodilos, australianos:

– Quem pular neste tanque, e conseguir atravessá-lo saindo vivo do outro lado ganhará todos os meus carros.


Alguém se habilita?


faunereptiles-caimans-pantanal-matogrossodosul-bresil3130[1]


Jacarés no tanque


Os convidados ficam espantados, analisam proposta, realmente era muito boa, Mas… muito arriscada e permaneceram todos em silêncio.

O milionário insistia na proposta:

– Quem pular no Tanque, conseguir atravessá-lo e sair vivo do outro lado ganhará meus carros e meus aviões.

Alguém se habilita?
O silêncio ainda imperava na multidão…

E mais uma vez, ele oferece:

– Quem pular no Tanque, conseguir atravessá-lo e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões e minhas mansões.

Admirados, inquietos, atônitos, apreensivos, porém inertes, ninguém se arriscou nem se moveu, mal respiravam na ânsia de assistirem uma tragédia eminente!

– Ele fala então pela ultima vez, Esta é minha ultima oferta:

Quem pular no Tanque, conseguir atravessá-lo e sair vivo do outro lado ganhará meus carros, meus aviões, minhas mansões e ainda dou 1 milhão de dólares…

Antes que ele terminasse a frase, ouve-se um barulho.


TIGUUUMMMM !!!


Nadando_lago


Neste momento, alguém havia pulado no Tanque e se debatia.     A cena é impressionante. Luta intensa, o destemido se defende como pode, segura a boca dos crocodilos com pés e mãos, torce o rabo dos répteis. Nossa!!! Muita violência e emoção. Parecia filme do Crocodilo Dundee !

Após alguns minutos de terror e pânico, sai do outro lado o corajoso homem, cheio de arranhões, hematomas e quase despido.

O Milionário achou que ninguém fosse capaz de executar tal proeza, mas como prometera, e não faria falta na sua imensa fortuna. Foi parabenizar o grande Herói, e entregar o seu tão merecido prêmio.

– Então pergunta-lhe:

Onde quer que lhe entregue os carros?
– Obrigado, mas não quero seus carros.
– Surpreso, o milionário pergunta:
– E os aviões, onde quer que lhe entregue?
– Obrigado, mas não quero seus aviões.
– Estranhando a reação do homem, o milionário pergunta mais uma vez:

– E as mansões?
– Eu já tenho uma bela casa, não preciso das suas.  Pode ficar com elas.

– E o Dinheiro ?

Ainda ofegante, sem entender bem o que estava acontecendo… Respondeu, Já disse, Não quero nada que é seu.

Impressionado, o milionário pergunta:

– Mas se você não quer o que eu ofereci.

– O que você quer então?

E o homem respondeu já irritado com aquela conversa:

 – Achar o FILHO DA MÃE . . .

 Que me empurrou neste Tanque cheio de crocodilos !!!

Eu estava voltando do banheiro, vinha chegando distraidamente, quando alguém me empurrou neste Tanque cheio de jacarés !!!

Conclusão:

Somos capazes de realizar muitas coisas por nós mesmos, que sequer julgamos ser capazes.

Às vezes, só precisamos de “UM FILHO DA MÃE” que nos dê um empurrãozinho…

Autor desconhecido


Veja Também:

A História do enorme Buda de ouro.

O segredo que habita em cada um de nós.

Parábolas e Reflexões


Uma avaliação precipitada.

Esta Estória pode parecer absurda e totalmente impossível, todos sabemos que realizar as proezas de Crocodilo Dundee e vencer crocodilos gigantescos como o Tarzan fazia, somente com montagens de cinema mesmo, se bem que muitos aventureiros realizam diversos truques com estes bichinhos imprevisíveis.    Na verdade creio eu, que todos nós ficaríamos no silêncio e jamais aceitaríamos a oferta de qualquer milionário que nos oferecesse todo seu dinheiro para enfrentarmos este tanque infestado de répteis famintos.
Por outro lado a estória relata o possível fato, em se tratando de salvar a própria pele, sem segundas intenções é claro, todo ser humano se transforma num “Hulk”, ser extraordinário, que encontra forças e habilidades não se sabe de onde, sem perceber o que esteja acontecendo, luta no piloto automático até conseguir se livrar do perigo real e imediato.      Não são poucos os testemunhos de pessoas que se livraram de uma situação de perigo intenso sem nem saber como isto teria acontecido, é justamente baseado nestes testemunhos que criaram a estoria do “Incrível Hulk”, baseando-se no fato de que o ser humano possui vários dispositivos de segurança que entram em atividade quase automaticamente quando o gatilho da adrenalina é acionado, revelando um homem poderoso e capaz de realizar algo que jamais conseguiríamos realizar em nossa consciência normal.
Isto justificaria a situação descrita na estória dos crocodilos acima, o homem empurrado no tanque, distraído ele estava, mas seu dispositivo de alerta estava ligado e bastou molhar a pele no tanque onde estavam os crocodilos para que o seu super-homem se libertasse e o salvasse do perigo.

Uma avaliação precipitada.

Neste caso todos os convidados não contavam com este super-homem que poderia ser libertado dentro de si, que neste caso, poderia lhes render um bom dinheiro, na verdade é realmente isto que acontece, não podemos contar com esta força extra quando assumirmos este perigo conscientemente, que na verdade só funciona quando somos surpreendidos por algo inesperado.

Uma avaliação correta.

Em nosso cotidiano enfrentamos diversas dificuldades e problemas, situações que muitas vezes parecem sem saída.

Enfermidades, dívidas, difamações, decepções amorosas que transformam nosso paraíso em uma selva cheia de animais ferozes querendo nos devorar, neste momento temos a certeza de que não somos o Tarzan e nem o Super-homem e que estes super-heróis só existem na cabeça dos escritores de revista em quadrinhos e roteiristas de cinema, neste momento nos sentimos afundando num pântano sem ter pelo menos uma raiz para nos agarrarmos, somente um milagre poderia nos socorrer naquele instante.

Esta seria uma avaliação correta da situação, o que muita vezes não é correto é pensarmos que milagres nunca acontecem em nossas vidas, sim, eles ocorrem de fato com outras pessoas de vez em quando, mas na minha vida ? seria possível ?  Como ?

Nunca encontraremos respostas para um milagre Real, se fosse possível explicá-lo ou justificá-lo, não seria um Milagre de verdade, pois Deus age em nossas vidas diariamente e a nossa própria vida é o primeiro milagre que homem nenhum consegue explicar, logo podemos dizer que, pelo menos este milagre já aconteceu na vida de cada um de nós.

Vendo as coisas por este ângulo, sabemos que a qualquer momento Deus estará sempre pronto para agir em socorro de seus filhos amados e não existe nenhum problema ou aflição, capaz de superar o grande amor de Deus por nós, sendo assim podemos contar com seu auxílio sempre que o buscarmos através de nossas orações.


31. Que diremos depois disso? Se Deus é por nós, quem será contra nós?
32. Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas que por todos nós o entregou, como não nos dará também com ele todas as coisas?
33. Quem poderia acusar os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.
34. Quem os condenará? Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à mão direita de Deus, é quem intercede por nós!
35. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada?
36. Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23).
37. Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou.
38. Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades,
39. nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor.



Confiança Absoluta.


CONFIAR-EM-DEUS3[1]


Já coloquei anteriormente um texto sobre este assunto, na 3ª Montanha, quando falei do confiar em Deus. Há ali um texto completo, com amostras e exemplos do confiar, mas por algum motivo meu coração me manda escrever sobre o Salmo 61: Confiança Absoluta! Parece, então que aquele primeiro “Confiar” ainda não foi suficientemente claro. E então peço a Deus que me ilumine neste mais profundo e perfeito confiar, de modo absoluto, porque sinto isso em meu coração. Realmente é coisa de raiz que se aprofunda cada vez mais, à medida que vem a tempestade. E quanto mais ligados em Deus, menos dores…


Vejam: quem não teme uma tempestade? Com seus raios fulminantes, seus ribombos vibrantes e estremecedores! Até os mais corajosos tremem as pernas, e se arrepiam quando ouvem o som de algum trovão. A primeira particularidade interessante é que a gente teme e treme diante do trovão, mas o trovão não faz mal a ninguém. Ora, quem mata é o raio. E este assusta só um pouco a gente, mas quem o ouve já não precisa temer o trovão, porque está vivo, não é verdade? Quem vê o raio e não ouve o trovão, ou é surdo, ou já era, como se diz. Ou seja, muitas vezes os homens temem a coisa errada, e dão valor maior a aquilo que é inofensivo. Um simples ribombar de trovão!

Mas insisto no trovão, no raio fulminante, como forças demonstrativas do poder de nosso Bom Deus. E me pergunto: como pode Alguém ser tão infinitamente poderoso, e ao mesmo tempo tão terno, com tom até de humildade? Quem pode com um raio? Nem o mais poderoso dos homens, nem a mais perfeita das máquinas o pode conter. Ambos – homem ou máquina – se acertados em cheio por um deles, se reduzem a simples fumaça e pó. São pulverizados. Mesmo assim está dito: Ao fragor de Vosso trovão, os povos fogem e quando Vós vos ergueis, as nações se dispersam (Is 33, 3). Ou seja, em Deus, até mesmo aquilo que é inofensivo assusta, sim aos que têm o Santo Temor.

Mas, embora poderoso e terrível, que é um simples raio, diante da Onipotência infinita de Deus? Ainda que você multiplique por bilhões o poder de e a força demolidora de um raio, ainda assim, isso será simples sombra diante da força do Altíssimo. Muitos outros exemplos eu já dei do poder de Deus, de Sua força, entretanto nada me parece suficiente para explicar a realidade, até porque Deus é inexplicável. Então porque falo nesta Força Inaudita, neste Poder Supremo? Porque definitivamente, nós estamos em suas bondosas e carinhosas mãos. Os extremos infinitos, se tocam num só, e mesmo Senhor.

http://www.paideamor.com.br/diversos/deus/deus9.htm


Jesus é Misericordioso http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/oracao.jpg?w=130&h=120&h=120 MILAGRE DE LANCIANO

Por um Fio, O Alpinista extraordinário.


Um Teste de fé!


Você Crê que está inteiramente nas mãos do Pai ?

Um grande alpinista, certa vez experimentou esta situação em sua pele !



Um Bom alpinista é aquele que: metodicamente observa todos os detalhes de Segurança.

Dica número 1: Isto vale a sua Vida.

Mantenha sua corda bem conservada

O primeiro passo para manter sua corda bem conservada é mantê-la limpa. A limpeza é fundamental para prolongar sua vida útil e sua resistência. Mantenha a corda longe do contato com o solo sempre que possível, pois a poeira e partículas de sujeira têm um efeito bastante abrasivo sobre ela. Evite pisar no equipamento, pois isso pressionará as partículas abrasivas para o interior da corda.

Lavagem da corda – use sabão neutro e água fria, enxágüe bem e deixe secar à sombra. Nunca use máquinas de lavar e secadoras.

Não enrole a corda para guardar, guarde-a solta e sem nós. A corda pode criar “pontos fracos” se permanecer sempre dobrada nos mesmos pontos e permanecer assim. Também não é aconselhável o uso da corda para outras atividades, fora da escalada.

Nunca marque a corda com canetas que não sejam específicas para este fim, os produtos químicos da tinta podem danificá-la.

Verifique o equipamento regularmente, procurando pontos danificados ou sinais de fadiga. Se encontrar algum, como nos casos em que a alma da corda estiver aparecendo, corte a corda no ponto danificado, usando uma lâmina quente. Queime a ponta boa rapidamente e aperte-a com os dedos.


Olha a Situação do desprevenido.


por-um-fio.jpg


Não existe meia fé.

O Alpinista em Power Point – Com Fotos


Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais os desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele e resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro para dividir, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.

Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde. Porém, ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz. Não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede” a apenas 100 metros do topo ele escorregou e caiu.

Caía a uma velocidade vertiginosa e somente conseguia ver a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo… e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele havia vivido em sua vida. De repente, ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. Como todo alpinista, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.

Nesses momentos de silêncio, suspenso nos ares da completa escuridão e não sobrou para ele nada além do que gritar. E gritando só conseguia ouvir seu próprio eco, então rogou a Deus: “Óh… meu Deus, ajude-me!!!”. De repente uma voz grave e profunda vinda do céu, respondeu: “O que você quer de mim, meu filho?” – Me salve meu Deus, por favor!! E Deus lhe respondeu: “Você realmente acredita que Eu possa te salvar?” E o alpinista respondeu: “Eu tenho certeza meu Deus!!”. E Deus respondeu: “Então corte a corda que te mantém pendurado…

Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso certamente morreria…




O pessoal do resgate conta que no outro dia encontrou o alpinista congelado, morto, agarrado com força, com as duas mãos a uma corda… a tão somente dois metros do chão

Esta é uma história real e a dedução feita no diálogo com Deus é feita porque o alpinista foi encontrado há apenas dois metros do chão.


Não existe meia fé.

VAMOS AO TESTE:

E VOCÊ OBSERVOU BEM AS DICAS DO BOM ALPINISTA?

Está Bem amarrado e segurando firmemente sua corda?

POR QUE VOCÊ NÃO A CORTA?

Por que não a solta e se joga nos braços de Deus?

É pelo medo de nos desapegarmos de certas situações que aparentemente nos oferecem segurança que deixamos de alcançar maiores conquistas. A mesma corda que lhe dá segurança pode também ser o seu fim.

Pense nisso!


Veja o texto em Power Point

O_alpinista


MILAGRE DE LANCIANO
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/eucaristia.jpg?w=130&h=120

Você confia em Deus – 3ª versão – Slideshare