Semeando a boa semente.



“A Semente caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um:”

São Lucas, 8,8




O Semeador, a Semente e a Terra.


Jesus nos contou muitas parábolas, histórias sobre os acontecimentos cotidianos que Ele ilustrava as verdades espirituais. Uma das mais importantes destas parábolas foi registrada em S. Mateus 13,1-23, S. Marcos 4,1-20 e S. Lucas 8,4-15. Esta história fala de um plantador que saiu para plantar, mas neste caso em particular não semeou em uma terra já preparada e sim em vários lugares sem nenhum critério técnico e obteve diferentes resultados, dependendo do tipo do solo. A importância desta parábola é salientada por Jesus em S. Marcos 4,13: “Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?” Jesus está dizendo que esta parábola é fundamental para o entendimento das outras também. Esta é uma das três únicas parábolas escritas em mais de dois evangelhos, e também é uma das únicas que Jesus explicou especificamente. Precisamos realmente meditar bem nesta história.

A história em si é muito simples:

“Saiu o semeador a semear a sua semente. E, ao semear, parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. 6.Outra caiu no pedregulho; e, tendo nascido, secou, por falta de umidade. Outra caiu entre os espinhos; cresceram com ela os espinhos, e sufocaram-na. Outra, porém, caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um”. Dito isso, Jesus acrescentou alteando a voz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”.”
São Lucas, 8, 5-8

A explicação de Jesus é também fácil de entender: “A semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os problemas, perseguições, cuidados pessoais, riquezas e outros deleites da vida material; os seus frutos nem chegam a amadurecer. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração retêm a palavra; estes frutificam com perseverança” (S. Lucas 8,11-15). Alguém ensina a Palavra de Deus a várias pessoas diferentes; a resposta de cada uma depende do estado de seus corações, isto é, de sua resposta concreta a Deus.

Consideremos agora separadamente cada componente desta parábola:


O Semeador



– Aquele que planta.

O trabalho do semeador é plantar a semente na terra. Uma vez que se a semente for deixada no celeiro, nunca produzirá uma safra, por isso seu trabalho é importante para a multiplicação da colheita. Mas a identidade pessoal do semeador não é o mais importante. O semeador nunca é chamado pelo nome nesta história. Nada nos é dito sobre sua aparência, sua capacidade, sua personalidade, seu sexo, cor, nacionalidade ou suas realizações pessoais. Ele simplesmente põe a semente em contato com a terra. A colheita dependerá da combinação entre a terra e a semente.

Aplicando-se espiritualmente; Os seguidores de Cristo são os Semeadores que devem ensinar a palavra de Deus. Quanto mais ela é disseminada e espalhada dentro dos corações humanos, maior será a colheita Divina. Mas a identidade pessoal do evangelizador não tem importância.   Como diz São Paulo, “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma cousa, nem o que rega, mas Deus que dá o crescimento” (1 Coríntios 3,6-7).   Em nossos dias, o semeador tornou-se a figura “PRINCIPAL” e a semente é bastante desmerecida. A mídia das campanhas religiosas eletrônicas e televisivas freqüentemente contém uma grande fotografia do orador e dá grande ênfase ao seu nível teológico, sua capacidade pessoal e o desenvolvimento de sua carreira; o evangelho de Cristo que ele supõe-se estar pregando é mencionado apenas nas letrinhas miúdas, lá no canto inferior. Não devemos exaltar os homens, mas fixarmo-nos completamente na Palavra do Senhor que é o dono de tudo.


A Semente



Como já foi dito, A semente é a Palavra de Deus. Ela mesmo afirma, “A Fé vem de ouvir a palavra de Deus e como crerão se não houver quem pregue?  E Como pregarão se não forem enviados?” (Romanos 10,17).   Cada conversão é o resultado da implantação do evangelho dentro de um coração puro. A palavra gera (S. Tiago 1,18), Salva (S. Tiago 1,21), regenera (1 S. Pedro 1,23), liberta (S. João 8,32), produz fé (Romanos 10,17), santifica (S. João 17,17) e nos atrai a Deus (S. João 6,44-45).

Como o evangelho se espalhava no primeiro século, foi-nos dito muito pouco sobre os homens que o divulgaram, porém muito nos foi dito sobre a mensagem que eles disseminaram (estude o livro de Atos e note que em cada cidade para onde os apóstolos viajaram, os homens eram convertidos como resultado da palavra que era ensinada). A importância das Escrituras deve ser ressaltada ao máximo.

Isto significa que o Semeador ou evangelizador tenha que ensinar a palavra com fidelidade. Não há substitutos permitidos. Freqüentemente, pessoas raciocinam que haveria uma colheita maior se alguma outra coisa fosse plantada em conjunto. Então, igrejas começam a experimentar outros meios, de modo a conseguir mais adeptos. Elas recorrem a divertimentos, festas, esportes, aulas de Inglês, bandas, eventos sociais e muitas outras coisas para tentar atrair as pessoas que não estariam interessadas, se pregassem somente o evangelho. Considere este exemplo: Imagine que meu pai me mandou plantar milho no campo, pois ele estaria ausente da fazenda por alguns meses. Depois que ele saiu, eu decidi experimentar o solo e descobri que não era bom para o plantio do milho, mas daria um estouro de safra de melancias. Então resolvi plantar melancias. Imagine a reação de meu pai quando ele voltar para casa, esperando receber milho, e eu lhe mostrar um caminhão de melancias, em vez disso. Nosso Pai celestial nos disse qual a semente que deve ser semeada: a palavra de Deus. Não é nosso trabalho analisar o solo e decidir plantar alguma outra coisa diferente, esperando receber melhores resultados. A colheita do evangelho pode ser pequena (se o solo for pobre), mas Deus só nos deu permissão para plantar a palavra d’Ele. Somente plantando a Palavra de Deus nos corações dos homens o Senhor receberá o fruto que ele espera. Ou, usando uma figura diferente: as Escrituras são a isca de Deus para atrair o peixe que ele quer salvar. Precisamos aprender a ficar satisfeitos com seu plano que são na verdade bem melhores e maiores do que os nossos (Isaías 55,8-10).



“Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor;* mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos. Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não volvem sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer,”      (Isaías, 55,8-10)


Aqui há uma boa lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É decisivamente importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A palavra tem que vir habitar em nós (Colossenses 3,16), para ser implantada em nosso coração (S. Tiago 1,21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela palavra de Deus.

Uma boa safra sempre depende da procedência e qualidade da semente, não do tipo da pessoa que a plantou. Um pássaro pode plantar uma castanha: a árvore que nascer será um castanheiro, e não um pássaro. Isto significa que não é necessário tentar traçar uma linhagem ininterrupta de fiéis cristãos, recuando até o primeiro século. Há força e autoridade próprias da palavra para produzir cristãos como aqueles do tempo dos apóstolos. A palavra de Deus contém força vivificante. O que é necessário é homens e mulheres que permitam que a palavra cresça e produza frutos em suas vidas; pessoas com coragem para quebrar as tradições e os padrões religiosos em volta deles, para simplesmente seguir o ensinamento da Palavra de Deus. Hoje em dia, a palavra de Deus tem sido freqüentemente misturada com muita tradição, doutrina e opiniões diversas que descaracteriza a verdadeira palavra de Deus a deixando irreconhecível. Mas se pusermos de lado todas as inovações dos homens e permitirmos que só a palavra trabalhe, podemos tornar-nos fiéis discípulos de Cristo justamente como aqueles que seguiram Jesus a mais de 2000 anos atrás. A continuidade do Reino de Deus depende desta boa semente.


A Terra ou o Solo



É perturbador notar que a mesma semente foi plantada em vários lugares e tipos de solo, mas os resultados foram muito diferentes. A mesma palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias; mas os resultados serão determinados pelo coração daquele que a ouve.

Alguns são solo de beira de estrada, duro, impenetrável e impermeável. Eles não têm uma mente aberta e receptiva para permitir que a palavra de Deus penetre em seus corações e os transforme. O evangelho nunca transformará corações como estes porque eles não lhe permitem entrar.

As raízes das plantas, no solo pedregoso, nunca se aprofundam. Durante os tempos fáceis, os brotos podem parecer interessantes, mas abaixo da superfície do terreno, as raízes não estão se desenvolvendo. Como resultado, se vem uma pequena temporada de seca ou um vento forte, a planta murcha e morre. Os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio de fé em Cristo e de estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície sobreviverão. (*As sete verdades do Bambu)

Quando se permite que ervas daninhas e espinheiros cresçam junto com a boa semente, nenhum fruto pode ser produzido. As ervas disputam a água, a luz solar e os nutrientes do solo e, como resultado, sufocam a boa planta. Existe uma grande tentação a permitir que interesses mundanos convivam e até dominem tanto a nossa vida que não nos resta energia para devotar ao crescimento do evangelho em nossas vidas.

Enfim,  há “A terra Boa” ou bom solo fértil e úmido que produzirá o bom fruto a cem por um.

A conclusão desta parábola é deixada por conta de cada um de nós que devemos responder para nós mesmos a pergunta a seguir:


Que espécie de solo é você?


Ensino em parábolas



A parábola é um instrumento pedagógico que usa o quotidiano para mostrar como a vida nos fala de Deus. Torna a realidade transparente e faz o olhar da gente ficar contemplativo. Uma parábola aponta para as coisas da vida e, por isso mesmo, é um ensinamento aberto, pois das coisas da vida todo o mundo tem alguma experiência. O ensinamento por parábolas faz a pessoa partir da experiência que tem: semente, sal, luz, ovelha, flor, passarinho, mulher, criança, pai, rede, peixe, etc. Assim, ele torna a vida quotidiana transparente, reveladora da presença e da ação de Deus. Jesus não costumava explicar as parábolas. Geralmente, terminava com esta frase: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 11,15; 13,9.43). Ou seja: “É isso! Vocês ouviram! Agora tratem de entender!” Jesus deixava o sentido da parábola em aberto e não o determinava. Sinal de que acreditava na capacidade do povo de descobrir o sentido da parábola, baseado na sua experiência de vida.

De vez em quando, a pedido dos discípulos, ele explicava o sentido (Mt 13,10.3). Por exemplo, os versículos 36-43 trazem a explicação da parábola do joio e do trigo. Ela mostra como se fazia catequese naquele tempo. As comunidades se reuniam e discutiam as parábolas de Jesus, procurando saber o que ele queria dizer. Assim, pouco a pouco, o ensinamento aberto de Jesus começava a ser afunilado na catequese da comunidade que aceitava apenas uma explicação da parábola. Ela não tinha a mesma confiança de Jesus na capacidade do povo de entender as coisas do Reino.

(Mateus 13,24-30) [Mesters, Lopes e Orofino]

 27 de julho de 2019.



PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO

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DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO



Conhecendo Jesus Pessoalmente.


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“Então, ninguém terá encargo de instruir seu próximo ou irmão, dizendo: Aprende a conhecer o Senhor, porque todos me conhecerão, grandes e pequenos…” (Jeremias 31,34)


Queremos conhecer Jesus pessoalmente, e nos tornarmos Seus amigos de verdade, não só colegas. Existe uma grande diferença entre amigo e colega. Os colegas são pessoas que pertencem à nossa comunidade, ou escola, ou Igreja, com quem temos um relacionamento amigável, mas não temos intimidade.

O amigo é aquele com quem temos intimidade, que está sempre ao nosso lado, que nos defende, que compartilha conosco nossas dores e alegrias, que quer o nosso bem, e não nos trai.

“Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz seu senhor. Mas chamei-vos amigos, pois vos dei a conhecer tudo quanto ouvi de meu Pai.” (S. João 15,14-15)

Certa vez Jesus perguntou aos discípulos: Quem dizem que eu sou?  Responderam-lhe: Uns dizem que és João Batista; outros, Elias; outros pensam que ressuscitou algum dos antigos profetas. Perguntou-lhes, então: E vós, quem dizeis que eu sou? Pedro respondeu: O Cristo de Deus. (S. Lucas 9,18-20)

Um grande filósofo, escritor e historiador francês chamado Ernst Renan fez a seguinte observação: “Na área religiosa, Jesus é a figura mais genial que jamais viveu. Seu brilho é de natureza eterna e Seu reinado jamais acaba. Ele é único em qualquer sentido e não pode ser comparado a ninguém. Sem Cristo não se entende a história”.

Você também acha que Jesus “É o CARA!”, a Pessoa mais fantástica que já existiu na Terra? Eu também penso assim!

Mas, seria só isso?

Ninguém pode amar aquele que não conhece, por isso é tão importante “CONHECER” a Jesus, pois caso contrário será impossível amá-lo mesmo que se concorde que Ele seja a pessoa mais importante da terra.   Jesus não veio ao mundo em busca de notoriedade, riqueza ou poder, Ele veio sim para se revelar a nós, tornar-se conhecido, não apenas de ouvir falar, mas principalmente para ser seu amigo mais íntimo.

A Grande mensagem do livro de Jó, aquele homem que mesmo sendo bom e fiel passou pela maior provação que a história bíblica se refere é a conclusão final de Jó, pois foi passando pela dificuldade e provação que ele chegou a conhecer a verdadeira face de Deus.

“Eu te conhecia só de ouvir falar, mas agora os meus olhos te vêem.” (Jó 42,5)

Hoje o mundo passa por uma crise de identidade e de Fé, e mesmo que todos conheçam a Jesus de ouvir falar e saber de seus grandes feitos, histórias e milagres isto é muito diferente de ser seu melhor amigo.

Em Romanos 10 São Paulo nos diz que a Fé vem de ouvir a palavra de Deus e como nos dias de hoje a palavra de Deus é bastante difundida, a Bíblia ainda é o livro mais vendido em todo planeta e o evangelho é anunciado em todos os lugares, nas Igrejas, nos estádios, nas praças, no rádio, revistas, jornais, televisão e internet ainda assim podemos dizer que apesar de todos estarem ouvindo falar de Jesus e de Deus o números dos amigos de Jesus ainda pouco supera os “12”.

Você pode até contestar esta quantidade e dizer que este número verdadeiro supera em muito os 144.000 que serão salvos como diz o (Apocalipse 14,4), mas se analisarmos os frutos da Fé e do trabalho destes 12 primeiros homens que seguiram a Jesus poderíamos dizer que o trabalho de um exército de amigos de Jesus transformaria o mundo em poucos dias, mas a revelação de Jesus não se dá em grande escala quando alguém prega a palavra de Deus no meio da multidão, ela acontece pessoalmente em cada coração quando você o busca através da oração, pois a revelação de amor de Deus se dá a nível pessoal.   A fé que conquistamos ao ouvirmos alguém falar de Jesus deve nos levar à essa intimidade pessoal com Ele a ponto de o reconhecermos como nosso melhor amigo, Senhor e Salvador pessoal e jamais o abandonarmos mesmo nos momentos mais difíceis da vida como Jó perseverou fiel até o fim.

Se assim for, então teremos alcançado nosso objetivo.


Conhecendo_jesus_pessoalmente


Ver_a_Deus Amigos_como_a_rocha
Experimente_Jesus_no_Coracao

Waris Dirie a Flor do Deserto.

 



“Numa manhã acordei com um leão na minha frente, com sua enorme juba e lhe disse: Coma-me. Estou preparada…e ele se foi.””… 

Waris Dirie aos 13 anos


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gr_266055_3278575_470451[1] Flor do deserto

DEPOIMENTO


A heroína desta história real foi a primeira modelo africana a ter um contrato com exclusividade com a Revlon.

  • Em 1997, escreveu seu primeiro livro, sua autobiografia, “Flor do deserto”, publicado em Nova York

  • Em 2002, no segundo livro, “Amanhecer no deserto”, descreve sua viagem.

  • Em 2005,no terceiro livro, “Meninas do deserto”, conta o dia que rompeu o silêncio, seus fracassos e suas vitórias.

  • Em 2007, em seu quarto livro,  “Cartas para minha mãe”.

Waris Dirie disse que: “Este é meu livro mais intimista. Tem feridas que demoram  a  cicatrizar. O desejo de ver minha mãe de novo,.. esquecê-la,… foi  muito forte. Tive que compreender que o amor e o sofrimento estão muitas vezes conectados. Trabalhar neste livro foi doloroso, mas uma experiência realmente necessária para mim…

Nasci no deserto da Somália, não sei a idade que tenho. Só sei que cada dia é uma novidade. 33 anos? 36 anos?

Que diferença faz!, no deserto não tem papéis e não fazem falta. O deserto foi meu lugar durante toda minha infância, eu pastoreava o rebanho de camelos  e cabras de meu pai.

O pior era andar descalça, o chão cheio de pedras, não podíamos comprar sapatos. Como me sangravam os pés!

Não tínhamos nada, nem casa, nem água, Éramos nômades… mas tínhamos o rebanho e a nós mesmos.

Estávamos bem!  Unidos: minha mãe, Meus  irmãos, meu pai me batia,  mas… ele mandava. Era um homem forte, alto, decidido, guerreiro.

Mas devo dizer que anos depois, quando estava sozinha em Nova York, preferiria mil vezes um bofetão de meu pai a essa solidão.

Cheguei a Nova York por um milagre. Quanto tinha 13 anos fugi. Meu pai queria casar-me com um velho de 60 anos, pois ele lhe daria 5 camelos. Eu era diferente, rebelde. As meninas são educadas para trabalhar e serem oferecidas em casamento. Isso que os pais querem para suas filhas.

A mãe se preocupa para que sua filha seja limpa, virgem,  por isso  minha mãe, aos 5 anos, me levou para fazer ablação, por me amar. E eu, claro queria ser “pura e limpa”!

Na Somália se pratica a ablação mais severa: retiram o clitóris e os pequenos lábios da vagina.

A ferida é fechada deixando apenas uma abertura do tamanho da cabeça de um fósforo, para urinar e menstruar….

Minha irmã morreu com hemorragia e eu desde aquele dia… soube que nada mais poderia machucar-me. Somente temo a Deus!

Alá é o único que pode derrotar-me…

Quando comecei a falar sobre ablação nos Estados Unidos, me senti muito culpada, porque estava criticando a cultura de minha família amada.

Hoje dedico-me a conseguir meios para formar professores na Somália, educar as meninas, as mães… Tive êxito com minha mãe, vinte anos depois que fugi de minha casa  e voltei à Somália.

Encontrei-me com minha mãe… e agora pensa como eu: Há esperança! Para fugir, cruzei o deserto.

Numa manhã acordei com um leão na minha frente, com sua enorme juba e lhe disse: Coma-me. Estou preparada…e ele se foi.

Leão e MeninaEsse dia soube que ALÁ reservara algo para mim… E fui encontrar-me com uma tia minha que  estava casada com um diplomata da Somália enviado a Londres e pedi que me levassem como sua criada.

Nunca tinha visto brancos antes!

Me perguntava se queria mudar algo em meu Corpo? Se minhas pernas estavam tortas, mas não: e agradeço por elas, mesmo sendo  herança de minha má nutrição infantil, mas me lembram quem sou.

A única formosura que valorizo é da alma. Devemos dar Graças por estar vivos…

Hoje não me falta nada…mas quando vejo água sendo desperdiçada me dá desespero. O que não fazem no deserto por uma gota de água!… Com o tempo, voltei a ver meu Pai.   Roubaram seu rebanho e furaram-lhe os olhos com uma faca no deserto: Ficou cego…

Aquele homem tão poderoso e forte. Agora frágil e desamparado…Mas ainda de cabeça erguida!. Quando nos despedimos, confessou: “Você é como eu”.

Meu pai estava orgulhoso de mim . Chorei!

Waris Dirie se reencontrou com sua família, depois de 22 anos. A viagem de volta foi chocante. Atravessando o deserto, quis parar para socorrer a uma senhora que caminhava com os pés ensanguentados.

O chofer respondeu: “Não se preocupe, é apenas uma mulher”.

Como em um conto de fadas, Warie Dirie, se converteu em uma das modelos mais solicitadas da época. Um dia, enquanto esfregava pisos em uma loja, um fotografo a descobriu. Logo, sua imagem era vista entre Paris, Londres, Itália e Nova York.

Waris Dirie deixou as passarelas, o cinema e a moda. Embaixadora das Nações Unidas, percorreu a  África e conseguiu que 15 países fossem penalizados pela mutilação feminina.

Criou a Fundação Desert Dawn para lutar contra a violência.

No meu regresso a África, contei tudo aos jornalistas, em conferências, em programas de televisão, como defensora das seis mil meninas que são mutiladas por dia. Nada pode ser pior que urinar e menstruar por uma abertura do tamanho de uma ervilha.

“Não somos vítimas. Ajudamos a mulheres que querem melhorar de vida e que lutam por isso”.

“Não sei se existe algo chamado valor e não sei se tenho”, disse. Sou como a “Ave Fênix de Ébano’, renascida várias vezes de suas cinzas.

“Quem se colocar no meu lugar, perguntará se terei forças para chegar ao outro lado.

É algo que milhões de seres humanos fazem a cada dia, e é a esses que queremos ajudar”, propõe Dirie.

“Meu modo de ajudar é ser como sou; fazer o que faço cada dia. Convencendo as pessoas de que é possível mudar”

Dirie escreveu vários livros sobre sua vida e percorreu o mundo numa batalha sem descanso contra a ablação, mas assegura que, dia a dia, sua meta é levar a paz, o amor e o respeito que sempre tem buscado, um valor que “exijo do mundo, para mim e para todos”

Sherry Hormann, disse: “Fiz o filme (baseado na história original) porque sou mulher, mãe e um ser humano. Todos fomos crianças e as crianças deveriam estar a salvo de qualquer sofrimento” , comentou Hormann, que desde a primeira leitura do livro de Dirie colocou a “coragem da autora acima da tristeza”.

Hoje se dedica a seu filho ALEEKE de 13 anos e a sua gente.

Difícil encarar um olhar: O olhar onipotente de um leão.



(O FILME FLOR DO DESERTO) 2009



(LUTEM PELO FIM DA OBLAÇÃO FEMININA NA ÁFRICA)



      Atualizado em 20/09/2014





Estoria em 3D

Trocando as Pilhas


Parábolas

& Reflexões


Aquele que vem a Mim, não terá sede.



“Minha Alma tem Sede De Deus”

Mas quem lhe pede, Dá-me de beber ?

Deus tem sede?


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“Ali havia o poço de Jacó. E Jesus, fatigado da viagem, sentou-se à beira do poço. Era por volta do meio-dia. Veio uma mulher da Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: Dá-me de beber.”                     (São João, 4: 6, 7).


“O deserto é belo porque no meio dele há um poço” (St. Exupéry). Os patriarcas, em suas migrações, armavam uma tenda e cavavam um poço. A história da salvação está pontilhada de poços. Jacó dera esse poço que era uma fonte de vida. Jesus, ao meio dia, senta-se ao lado do poço e pede de beber a uma samaritana. Na Cruz, repetirá: “Tenho sede”. A sede de Deus é dar de beber. Ali, junto àquela água, dá-se um diálogo. Era Deus que abria um novo poço para sua sede. Ali esperou uma mulher meio pagã, símbolo do mundo sedento que não sabe onde encontrar a água. “A água que eu lhe der se tornará fonte que jorra para a vida eterna”, diz Jesus.

No simbolismo da água, encontramos Cristo que dá a Água Viva no Batismo. Ali, junto ao poço de Jacó, espera pela samaritana. Os samaritanos eram o resultado de uma mistura de judeus e 5 povos e seus deuses (os 5 maridos da mulher). Ela se admira que Ele peça água a uma mulher e, pior, uma samaritana. Jesus é a realização da profecia: “Bebereis com alegria das fontes da salvação” (Is 12,3). Ele lhe faz uma catequese. Jesus que não cede na fé: “A salvação vem dos judeus”. Mas abre os tesouros de Deus a todos: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e Verdade” (Jo 4,23).

A verdade está ali: O Cristo: “Sou eu que estou falando contigo” (Jo 4,26). Os samaritanos crêem em Jesus. Ele é a fonte das Águas da Vida. “Quem beber desta água não terá mais sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna” (Jo 4,14). As águas do Batismo matam a sede da vida eterna. Crer em Jesus é ser lavado do pecado. O batismo faz germinar uma vida nova em Cristo.Nós temos sede.  A samaritana busca água para sua sede e encontra em Jesus a fonte: Diz ela: “Dá-me desta água”. Dar água é acolher. Ele, pedindo água, pediu para ser acolhido e, ao mesmo tempo, acolhe. A água que Jesus dá é o Espírito, a força que vem de dentro e ‘jorra para a vida eterna’. O Povo no deserto murmura contra Moisés, pois eles não têm água. Preferem voltar ao Egito e ser escravo (Ex 17,3). Moisés bate na rocha e brota água abundante (Ex 17,6). Cristo é a Rocha que dá a água do Espírito. Paulo nos ensina que somos salvos e justificados por Cristo. Essa salvação vem a nós pelas águas do Batismo que sacia nossa sede fundamental: Ter Deus. A sociedade quer fazer-se salvadora de si mesma e não salva. Nós temos uma fonte de água corrente (Água Viva) que jorra do lado aberto de Cristo (Jo 9,34). Esse rio fecunda nossas vidas, a partir do batismo, e jorra em nossas celebrações.


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Adorar em Espírito e Verdade

Jesus tem um diálogo religioso com a samaritana que queria saber onde adorar a Deus: em Jerusalém ou no monte Garizim. Jesus responde que os verdadeiros adoradores superarão a religião de templos e irão à adoração em Espírito e Verdade – no Espírito Santo e em Cristo. A mulher vai avisar o povo sobre Jesus. Encontrar Jesus a leva a deixar o balde vazio e levar outros às fontes d’Água Viva. Ela é a primeira missionária que convida a acolher a fé. Conta a experiência que ela própria fez: “Vi um homem… assim, assim; não será ele o Messias?” No tempo quaresmal fazemos uma caminhada batismal. Para nós, em cada Eucaristia, brota um rio de Água Viva na assembléia da Igreja.Leituras: Êxodo 17,3-7; Salmo 94; Romanos 5,1-2.5-8; João 4,5-15.19b-2639ª.40-42.  Ficha nº 686 – Homilia do 3º Domingo da Quaresma (24.02.08)1. Jesus veio assentar-se ao lado do poço e ali pede de beber a uma mulher samaritana. Estabelece um diálogo que atravessa os séculos. Deus tem sede de saciar a sede. Oferece sua água: A água que eu lhe der se tornará uma fonte que jorra para a vida eterna. Tendo em vista o batismo, esse texto mostra que Jesus é a Água Viva. Os samaritanos eram um misto de pagão e judeu. O diálogo vai a uma questão de fundo: Onde adorar a Deus. Jesus diz que em Espírito e Verdade (no Espírito e em Cristo). Jesus se apresenta como fonte da Água Viva. “Quem beber desta água não mais terá sede”. As águas do Batismo matam a sede da vida eterna. Crer em Jesus é ser lavado do pecado e ter uma vida nova.

– 2. Jesus, pedindo água, pede para ser acolhido e acolhe. A água que Jesus dá é o Espírito que jorra dentro de nós. Moisés bateu na rocha e saiu água. Jesus é a rocha que dá a Água do Espírito. A sociedade quer fazer-se salvadora e não salva. Nós temos uma fonte de água corrente que jorra do lado aberto de Cristo. Esse rio fecunda nossas vidas no Batismo e jorra em nossa Eucaristia.


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– 3. Onde adorar a Deus?

Em Espírito e Verdade. A samaritana vai avisar o povo sobre Jesus. Encontrar Jesus é deixar o balde vazio e levar outros às fontes da Água Viva. Anuncia a partir de uma experiência pessoal. No tempo quaresmal fazemos uma caminhada batismal. Em cada Eucaristia brota um rio de Água Viva na assembléia da Igreja. Vivendo afogados.  Ser afogado nas águas do Batismo não mata! A reflexão dos próximos domingos é sobre o Batismo. É o processo de batismo por etapas. Esse processo deveria ser feito para os adultos que são batizados. Neste domingo temos o evangelho da samaritana a quem Jesus pede água e oferece a Água Viva. Somos batizados na água: Jesus é a Água Viva. No 4º domingo refletimos sobre Jesus que é a Luz; no 5º, Jesus que é a Vida.

As águas do batismo nos afogam para nos purificar do mal e fazer surgir para a vida nova. Crer em Jesus é como tomar a Água Viva. “Quem beber da água que eu darei, nunca mais terá sede. E a água que eu darei, se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna”.

Pe. Augusto

Homilia  do 3º Domingo da Quaresma Dia 24/02/08

Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Pedro e São Paulo.  – Anápolis – Go


Afogue-se nessa água que é Jesus, pela fé, e viva para sempre.


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A Rosa de Jericó.


Rosa de Jerico


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Selaginella lepidophylla, mais conhecida como Rosa de Jericó é uma planta que tem por origem os desertos áridos e secos do oriente e é um exemplo curioso da natureza: na falta de água, o que é comum nos desertos, ela enrola-se sobre si mesma, formando uma bola e entra em dormência. Para que se desenrole, basta apenas que seja colocada num prato cheio de água, com as raízes para baixo. Em pouco tempo ela abre-se e pode-se apreciar a planta com um aspecto colorido verde/prata.

Esta planta deve ficar sempre num prato com água, não sendo recomendado o seu plantio em terra.



A Rosa de Jericó

Peregrina do deserto, viajante incansável e solitária, a Rosa de Jericó, que inspirou uma lenda, é um apreciado amuleto que se utiliza para abençoar os lares, afastando as más influências e atraindo a paz, o poder e a abundância. Confere sorte nos negócios, habilidade no trabalho, oferece saúde, forças, felicidade e, sobretudo, tem a capacidade de transformar as energias negativas em positivas no local onde se encontra.

Conta a lenda que estando Jesus orando no deserto, a Rosa de Jericó acompanhava-O tenazmente arrastada pelos ventos. Detinha-se uma e outra vez aos seus pés e assim ia mantendo-se com Jesus. Ao nascer do dia a planta abria-se com a unidade da manhã e oferecia ao Mestre as gotas de água pousadas sobre as suas folhas. Jesus, sedento depois de uma noite de oração, tomou com os dedos a água que lhe oferecia a pequena planta e, agradecido por esta ter-Lhe acalmado a sede, abençoou-a com o poder da Vida Eterna.

Esta lenda estendeu-se por todos os continentes e rapidamente a Rosa de Jericó foi considerada uma Flor Divina. Em muitos locais da terra, acredita-se que quem adota e cuida de uma Rosa de Jericó atrai, para si e para os seus, paz, força, felicidade, sorte nos negócios, energia positiva, habilidade no trabalho e bem-estar econômico. As suas propriedades inquestionáveis são admitidas como verdadeiras pelo mundo esotérico e a planta é valorizada como um precioso amuleto. Tais são as suas qualidades, que em muitas ocasiões chegaram a ser pagas somas consideráveis por ela, visto ser uma planta bastante difícil de encontrar.

Constitui uma espécie única, oriunda da Síria. Prolifera nos desertos da Arábia, Eleito, Palestina e nas proximidades do Mar Vermelho. Apesar do seu nome, não cresce na cidade de Jericó.

Por que se chamará então “Rosa de Jericó” ?

Diz-se que, aproximadamente durante o segundo milênio antes de Cristo, chegou a esta cidade trazida por comerciantes e peregrinos vindos de outros lugares, que a usavam como poderoso amuleto para abençoar as suas casas e os seus negócios. Durante esta época, a cidade de Jericó encontrava-se num período de grande esplendor e a planta adquiriu cada vez mais fama, sendo que acabou por ser conhecida pelo nome da cidade que com tanto ardor a acolheu.

É uma planta com pequenas flores brancas que não chegam a alcançar 15 cm de altura. Depois de ter florescido, as folhas caem e os ramos contraem-se, curvando-se em direção ao centro, tomando uma forma globosa. Nesta fase do desenvolvimento das plantas, o vento do deserto arranca-as do solo e arrasta-as à sua mercê, transformando-as em eternas viajantes que se deslocam por vastas extensões de deserto, atravessando as paisagens de países e continentes, sem conhecer fronteiras. Podem permanecer fechadas e secas durante muitíssimos anos até que a unidade ou o contato com a água volta a abri-las fazendo-as recuperar a sua frescura e a sua beleza. É então que voltam a estender de novo os seus ramos, a ter de novo as suas flores, frutos e sementes – por esta razão são também conhecidas como as “Plantas da Ressurreição”.

Viajante incansável do deserto, solitária e andarilha, venerada e exaltada por muitos, a Rosa de Jericó desperta cada dia da sua letargia milenária para presentear-nos com a sua frescura, para nos matar a sede e fazer renascer nas nossas vidas a abundância, sem nos pedir nada em troca além de um pouco de atenção.

É muito fácil de conservar uma Rosa de Jericó: necessita apenas de água limpa a cobri-la e de uma temperatura não excessivamente alta. Coloca-se com as raízes para baixo dentro de um recipiente e troca-se a água sempre que esta ficar turva ou suja. Quando é necessário guardar ou deixar descansar a Rosa de Jericó, basta deixá-la secar completamente sobre papel, de preferência em local escuro, até não existir mais unidade alguma na planta. Sempre que quiser recuperar a sua Rosa de Jericó, basta que a volte a colocar em água para que ela o presenteie com um novo desabrochar de beleza e renascimento.

Esta viajante incansável pode acompanhar-nos por muitos anos da nossa vida. Podemos deixá-la aos nossos filhos e netos, como um legado, para que continue protegendo os nossos descendentes. Em muitas famílias a Rosa de Jericó faz parte da herança familiar e são conhecidos casos de terem somado mais de um século na companhia de uma família, sobretudo legadas pelas mães às suas filhas.

Fonte: http://castelodeasgard.blogspot.com.br/2006/10/rosa-de-jeric-selaginella-lepidophylla.html


Vela a transformação:




AO VIVO PELA CANÇÃO NOVA EM 07/07/2013 10:00 Hs

Essa flor estava há 15 anos cravada no metal. Mas ao entrar em contato com a água ela se abriu novamente. É isso que Deus quer fazer com você, despertar em ti a semente do bem. Deixe-se invadir pela água do Espírito Santo.

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10151526679019632.1073741867.45027114631&type=1






O Significado da Quaresma.



Quaresma – Jesus no deserto



INCENSO


Papa Bento XVI


O incenso vem de “incendere”, “incender”, é uma das resinas que produz um agradável aroma ao arder. Esta palavra latina dá também origem ao termo “incensário” (instrumento metálico para incensar), enquanto a raíz grega “tus”, que também significa incenso, explica a palavra “turíbulo” (incensário) e “turiferário”(o que carrega o turíbulo).

Desde antigamente no Egito, antes de os israelitas chegarem, o incenso era usado em cerimônias religiosas, por seu fácil simbolismo de perfume e festa, de sinal de honra e respeito ou de sacrifício a Deus. Já antes, em torno da Arca da Aliança, mas sobretudo no templo de Jerusalém, era clássico o rito do incenso. A rainha de Sabá trouxe entre outros presentes grande quantidade de aromas a Salomão. Os cristãos no século IV introduziram o incenso na linguagem simbólica de suas celebrações, quando se considerou superado o perigo anterior de confusão com os ritos idolátricos do culto romano. E não podemos esquecer que um dos presentes que os reis magos trouxeram a Jesus-menino foi o incenso.

Atualmente, o incenso é usado na missa, quando se quer ressaltar a festividade do dia, o altar, as imagens da Cruz ou da Virgem, o livro do evangelho, as oferendas sobre o altar, os ministros e o povo cristão no ofertório, o Santíssimo depois da consagração ou nas celebrações de culto eucarístico. Com isso quer significar às vezes um gesto de honra (ao Santíssimo, ao corpo do defunto nas exéquias), ou símbolo de oferenda sacrificial (no ofertório, tanto o pão e o vinho como as pessoas).


JEJUM


“Este é o Meu copo que será entregue por vós, o verdadeiro Alimento”


Chamamos “jejum” (latim “ieunium”) à privação voluntária de comida durante algum tempo por motivo religioso, como ato de culto perante Deus.

Na Bíblia no jejum pode ser sinal de penitência, expiação dos pecados, oração intensa ou vontade firme de conseguir algo.

Outras vezes, como nos quarenta dias de Moisés no monte ou de Elias no deserto ou de Jesus antes de começar sua missão, marca a preparação intensa para um acontecimento importante.

O jejum Eucarístico tem uma tradição milenar; como preparação para este sacramento, o cristão se abstém antes de outros alimentos. E é na Quaresma que sempre teve mais sentido aos cristãos o jejum como privação voluntária.

O jejum junto com a oração e a caridade, tem sido desde muito tempo uma “prática quaresmal” como sinal de conversão interior aos valores fundamentais do evangelho de Cristo. Atualmente é costume abster-se de carne todas as sextas-feiras de Quaresma que não coincidem com alguma solenidade; fazer abstinência e jejum (uma só refeição ao dia) na quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa.


CÍRIO PASCAL


Acendendo o Círio Pascal


A palavra “círio” vem do latim “cereus”, de cera, o produto das abelhas. Ao falar das “candeias” , aludíamos ao uso humano e ao sentido simbólico da luz que os círios produzem.

O círio mais importante é o que se acende na Vigília Pascal como símbolo de Cristo – Luz, e que fica sobre uma elegante coluna ou candelabro adornado.

O Círio Pascal é já desde os primeiros séculos um dos símbolos mais expressivos da vigília. Em meio à escuridão (toda a celebração é feita à noite e começa com as luzes apagadas), de uma fogueira previamente preparada se acende o Círio, que tem uma inscrição em forma de cruz, acompanhada da data do ano e das letras alfa e Ômega, a primeira e a última letra do alfabeto grego, para indicar que a posição de Cristo, princípio e fim do tempo e da eternidade, nos alcança com força sempre nova no ano concreto em que vivemos.

O Círio estará aceso em todas as celebrações durante cinqüenta dias, ao lado do ambão da Palavra, até a tarde do domingo de Pentecostes. Uma vez concluído o Tempo Pascal, convém que o Círio seja conservado dignamente no batistério, e não no presbitério.


QUINTA-FEIRA SANTA


A quinta-feira santa é o último dia da Quaresma e por sua vez, a partir da missa vespertina, a inauguração do Tríduo Pascal. Em latim seu nome clássico é “feria V in Coena Domini”. É um dia íntimo para o povo cristão, certamente a quinta – feira mais importante do ano, principalmente desde que a da Ascensão e do Corpus Christi são celebrados no domingo.

É o dia em que Cristo, em sua ceia de despedida antes da morte, instituiu a Eucaristia, deu a grande lição de humilde serviço lavando os pés dos seus apóstolos, e os constituiu sacerdotes mediadores de sua Palavra, de seus sacramentos e de sua salvação.


CEIA DO SENHOR


Jesus Cristo Oferece a Santa Ceia a todos nós.


O nome que, junto ao de “fração do pão”, o dá por exemplo São Paulo em 1Cor 11,20 ao que logo se chamou “Eucaristia” ou “Missa”: “Kyriakon deipnon”, ceia senhoril, do Senhor Jesus. É também o nome que se dá a Missa atual: “Missa ou Ceia do Senhor”.

Na Quinta-feira Santa, a Eucaristia com que se dá início ao Tríduo Pascal é a “Missa in Coena Domini”, porque é a que mais intimamente recorda a instituição desde sacramento por Jesus em sua última ceia, adiantando assim sacramentalmente sua entrega na Cruz.





O NOSSO MELHOR AMIGO.


 O NOSSO MELHOR AMIGO


Amigos_como_a_rocha


Dois amigos caminhando por uma estrada de terra, vinham dialogando entre si, a certa altura do diálogo houve uma divergência de opinião, e um deles por ter ficado enfurecido desferiu uma bofetada no rosto do outro.

Entristecido mais sem dizer nada, o que recebeu o golpe, abaixou-se e escreveu na areia:


“Meu amigo deu-me uma bofetada no rosto”

Tendo ficado só nisto, ambos continuaram caminhando, até que em determinado momento, encontraram um lindo lago, e decidiram banhar-se.

O amigo que tinha recebido a bofetada começou a se afogar. O outro mais que de pressa, nadou a seu encontro e o salvou de morrer afogado.

Depois de recuperado do susto, tomou de um canivete que trazia nos apetrechos, se pós a esculpir em uma rocha as palavras, que traduziam sua gratidão, e escreveu:


“Meu amigo hoje me salvou a vida”

O amigo que antes o havia agredido e agora o tinha salvo, exclamou:

– Quando te agredi, escreveste na areia e agora escreveste em uma pedra! Por quê?

– Ele respondeu:

Quando alguém nos agredir, devemos escrever na areia, onde os ventos do perdão poderão facilmente apagar; mas quando alguém nos faz o bem, devemos escrever em pedra, para que não nos esqueçamos, e com nossa gratidão, nunca deveremos faltar.

Mas te digo com toda pureza de coração, passei a agir assim, depois que conheci o nosso melhor amigo, tanto meu como seu, pois Ele é conhecido de todos nós, reconheçamos que tudo vem Dele, e é tão fácil sermos discípulos Deste nosso grande amigo > Jesus Cristo, no entanto nós complicamos tanto!

Foi Ele que me ensinou, a escrever na areia as ofensas recebidas, e em pedra as graças.


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Jesus é a Água Viva !




“Minha Alma tem Sede De Deus”

Mas quem lhe pede, Dá-me de beber ?

Deus tem sede?



“Ali havia o poço de Jacó. E Jesus, fatigado da viagem, sentou-se à beira do poço. Era por volta do meio-dia. Veio uma mulher da Samaria tirar água. Pediu-lhe Jesus: Dá-me de beber.” 

(São João, 4: 6, 7).


Homilia  do 3º Domingo da Quaresma Dia 24/02/08

Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Pedro e São Paulo.  – Anápolis – Go

Pe. Augusto

“O deserto é belo porque no meio dele há um poço” (St. Exupéry). Os patriarcas, em suas migrações, armavam uma tenda e cavavam um poço. A história da salvação está pontilhada de poços. Jacó dera esse poço que era uma fonte de vida. Jesus, ao meio dia, senta-se ao lado do poço e pede de beber a uma samaritana. Na Cruz, repetirá: “Tenho sede”. A sede de Deus é dar de beber. Ali, junto àquela água, dá-se um diálogo. Era Deus que abria um novo poço para sua sede. Ali esperou uma mulher meio pagã, símbolo do mundo sedento que não sabe onde encontrar a água. “A água que eu lhe der se tornará fonte que jorra para a vida eterna”, diz Jesus. Esse evangelho é colocado nesse domingo em vista da preparação para a celebração do Batismo, na noite de Páscoa.

Temos 5 domingos:
1º: Cristo vence o mal;
2º: Cristo é transfigurado.
3º: Promete a Água Viva.
4º: É a Luz;
5º: É a Vida.

No simbolismo da água, encontramos Cristo que dá a Água Viva no Batismo. Ali, junto ao poço de Jacó, espera pela samaritana. Os samaritanos eram o resultado de uma mistura de judeus e 5 povos e seus deuses (os 5 maridos da mulher). Ela se admira que Ele peça água a uma mulher e, pior, uma samaritana. Jesus é a realização da profecia: “Bebereis com alegria das fontes da salvação” (Is 12,3). Ele lhe faz uma catequese. Jesus que não cede na fé: “A salvação vem dos judeus”. Mas abre os tesouros de Deus a todos: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e Verdade” (Jo 4,23).

A verdade está ali: O Cristo: “Sou eu que estou falando contigo” (Jo 4,26). Os samaritanos crêem em Jesus. Ele é a fonte das Águas da Vida. “Quem beber desta água não terá mais sede. E a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna” (Jo 4,14). As águas do Batismo matam a sede da vida eterna. Crer em Jesus é ser lavado do pecado. O batismo faz germinar uma vida nova em Cristo.Nós temos sede.  A samaritana busca água para sua sede e encontra em Jesus a fonte: Diz ela: “Dá-me desta água”. Dar água é acolher. Ele, pedindo água, pediu para ser acolhido e, ao mesmo tempo, acolhe. A água que Jesus dá é o Espírito, a força que vem de dentro e ‘jorra para a vida eterna’. O Povo no deserto murmura contra Moisés, pois eles não têm água. Preferem voltar ao Egito e ser escravo (Ex 17,3). Moisés bate na rocha e brota água abundante (Ex 17,6). Cristo é a Rocha que dá a água do Espírito. Paulo nos ensina que somos salvos e justificados por Cristo. Essa salvação vem a nós pelas águas do Batismo que sacia nossa sede fundamental: Ter Deus. A sociedade quer fazer-se salvadora de si mesma e não salva. Nós temos uma fonte de água corrente (Água Viva) que jorra do lado aberto de Cristo (Jo 9,34). Esse rio fecunda nossas vidas, a partir do batismo, e jorra em nossas celebrações.

Adorar em Espírito e Verdade

Jesus tem um diálogo religioso com a samaritana que queria saber onde adorar a Deus: em Jerusalém ou no monte Garizim. Jesus responde que os verdadeiros adoradores superarão a religião de templos e irão à adoração em Espírito e Verdade – no Espírito Santo e em Cristo. A mulher vai avisar o povo sobre Jesus. Encontrar Jesus a leva a deixar o balde vazio e levar outros às fontes d’Água Viva. Ela é a primeira missionária que convida a acolher a fé. Conta a experiência que ela própria fez: “Vi um homem… assim, assim; não será ele o Messias?” No tempo quaresmal fazemos uma caminhada batismal. Para nós, em cada Eucaristia, brota um rio de Água Viva na assembléia da Igreja.Leituras: Êxodo 17,3-7; Salmo 94; Romanos 5,1-2.5-8; João 4,5-15.19b-26,39ª.40-42.  Ficha nº 686 – Homilia do 3º Domingo da Quaresma (24.02.08)1. Jesus veio assentar-se ao lado do poço e ali pede de beber a uma mulher samaritana. Estabelece um diálogo que atravessa os séculos. Deus tem sede de saciar a sede. Oferece sua água: A água que eu lhe der se tornará uma fonte que jorra para a vida eterna. Tendo em vista o batismo, esse texto mostra que Jesus é a Água Viva. Os samaritanos eram um misto de pagão e judeu. O diálogo vai a uma questão de fundo: Onde adorar a Deus. Jesus diz que em Espírito e Verdade (no Espírito e em Cristo). Jesus se apresenta como fonte da Água Viva. “Quem beber desta água não mais terá sede”. As águas do Batismo matam a sede da vida eterna. Crer em Jesus é ser lavado do pecado e ter uma vida nova.

– 2. Jesus, pedindo água, pede para ser acolhido e acolhe. A água que Jesus dá é o Espírito que jorra dentro de nós. Moisés bateu na rocha e saiu água. Jesus é a rocha que dá a Água do Espírito. A sociedade quer fazer-se salvadora e não salva. Nós temos uma fonte de água corrente que jorra do lado aberto de Cristo. Esse rio fecunda nossas vidas no Batismo e jorra em nossa Eucaristia.

– 3. Onde adorar a Deus?

Em Espírito e Verdade. A samaritana vai avisar o povo sobre Jesus. Encontrar Jesus é deixar o balde vazio e levar outros às fontes da Água Viva. Anuncia a partir de uma experiência pessoal. No tempo quaresmal fazemos uma caminhada batismal. Em cada Eucaristia brota um rio de Água Viva na assembléia da Igreja. Vivendo afogados.  Ser afogado nas águas do Batismo não mata! A reflexão dos próximos domingos é sobre o Batismo. É o processo de batismo por etapas. Esse processo deveria ser feito para os adultos que são batizados. Neste domingo temos o evangelho da samaritana a quem Jesus pede água e oferece a Água Viva. Somos batizados na água: Jesus é a Água Viva.

No 4º domingo refletimos sobre Jesus que é a Luz; no

5º, Jesus que é a Vida.

As águas do batismo nos afogam para nos purificar do mal e fazer surgir para a vida nova. Crer em Jesus é como tomar a Água Viva. “Quem beber da água que eu darei, nunca mais terá sede. E a água que eu darei, se tornará nele uma fonte de água que jorra para a vida eterna”.


Afogue-se nessa água que é Jesus, pela fé, e viva para sempre.

III_quaresma_samaritana[1]


Vinde e vede
Fruto_Espírito

A Soma de todos os medos.



wtc_2001[1]


No Dia 11 de Setembro de 2001, o mundo foi surpreendido por uma notícia ao vivo diretamente de Nova York.

Um avião havia se chocado com o World Trade Center, sem saber do que se tratava, o fato foi ao ar ao vivo em quase 30% do planeta, naquele instante parei para ouvir a notícia, quando a câmera começou a focalizar o 2º avião se direcionando para a segunda torre do complexo, naquela imagem ao vivo, vendo aquele avião ao longe, algo já me dizia que era um fato passado, como se fosse simplesmente um vídeo tape “uma reprise” de algo que já acontecera no passado, assim como hoje reasistimos a cena, já sabendo do que houve naquele dia. Foi um acontecimento tão grave, que provocou consequências terríveis, e abriu os olhos do mundo para uma verdade crua e nua, “não estamos mais seguros neste planeta” e que a qualquer momento um maluco ou um Presidente qualquer, poderá decidir quem vive ou quem morre, sem aviso prévio.

Alguns dias antes estávamos em um encontro de jovens, os quais eram na sua grande maioria, filhos dos oficiais da aeronáutica que moravam na vila da Base Aérea de Anápolis. Naquele Sábado de manhã, fora da cidade e sem comunicação, foi lhes dado uma notícia semelhantemente chocante como aquela, durante uma palestra sobre pecado, no que aparentemente não deram crédito e nem se interessaram em saber se era realmente verdade.

Como filhos dos oficiais da Aeronáutica sabem muito bem que, quando fatos como este ocorrem, seus Pais são convocados imediatamente e entram em quarentena, só retornando para casa quando passar o alerta.

Numa notícia como essa do dia 11 de setembro, muitos não queriam acreditar que isso fosse possível:  Seria uma ficção? Uma mentira? Uma montagem ou apenas um filme? Não !!! Isto foi verdade, e meus olhos viram ao vivo o momento do impacto, sou uma testemunha da história, o princípio de um novo caminho a ser trilhado pela humanidade, basta agora analisarmos e aprendermos com o fato histórico, escolhendo uma nova direção que não nos leve ao caos absoluto.


O que deveríamos ter

aprendido

com esse episódio histórico ?


BOMBANuma Noite, sonhei que olhava e observava uma enorme Bomba Atômica, só que ela estava coberta por uma grande montanha de gêlo, ou seja, estava praticamente dentro de um Iceberg que derretia aos poucos.

Não entendi o que isto poderia significar.

Este filme “A Soma de todos os Medos” mostra uma situação semelhante, se não totalmente compatível. Uma bomba atômica Armada estava em um avião que fora enviado a uma missão destrutiva. O mesmo foi abatido sobre o deserto, ao cair na areia a Bomba não detonou e se perdeu no deserto, veio o vento e a soterrou debaixo de uma duna de areia, e assim ficou anos soterrada e esquecida, até que, o mesmo vento que a soterrou, soprou a areia que a ocultava e acabou por libertá-la trazendo a tona novamente. Exposta ao ar livre, e visível aos olhos humanos, foi encontrada e levada para um ferro velho, como o acontecimento do Césio 137 em Goiânia-Go, lá um terrorista a encontrou e sabendo de que se tratava de uma “Atomic Bomb” a comprou como sucata, vendendo-a para alguém que a pudesse por em funcionamento e usá-la como arma de terror.



E agora o que poderá acontecer?


O Filme em si, se desenrola na ação quase impossível de como poderíamos evitar que um artefato deste tipo entre em funcionamento matando milhões de pessoas inocentes em um milésimo de segundo, deixando uma cicatriz irreparável para a humanidade.


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A evolução tecnológica nas redes de comunicação do mundo atual permite que o inimigo se esconda e engane com muita facilidade. Esse filme, rodado antes do atentado ao World Trade Center, em 11 de setembro do ano de 2001, conta a história da luta de forças norte-americanas contra um possível ataque terrorista. A Guerra Fria americana é revivida, depois que o presidente da Rússia morre e é sucedido por um homem de passado obscuro. Mas, as tensões Ocidente-Oriente vêm à tona, quando a CIA suspeita que cientistas russos renegados estão desenvolvendo mais armas nucleares. Acionado pelo diretor William Cabot (Morgan Freeman), Jack Ryan (Ben Affleck) percorre uma trilha suspeita e perigosa até uma chocante conclusão: terroristas planejam provocar uma guerra detonando uma velha bomba nuclear israelense, durante o Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano dos Estados Unidos. Essa eletrizante aventura, repleta de ação, é baseada no best – seller de Tom Clancy, que também participa como roteirista do filme. O elenco conta também com James Cromwell e Ciarán Hinds (Estrada para Perdição e Persuasão, baseado no romance de Jane Austen, – autora também de Razão e Sensibilidade. A Soma de Todos os Medos é o quarto filme feito a partir da série de livros do autor Tom Clancy sobre o personagem Jack Ryan. O primeiro foi A Caçada ao Outubro Vermelho, de 1990, com Alec Baldwin. Em 1992, Jack Ryan foi interpretado por Harrison Ford, em Jogos Patrióticos e Perigo Real e Imediato, que estreou em 1994.


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E agora o que poderá acontecer?


Desde o momento em que o homem construiu a famosa bomba total, passamos a conviver com este perigo real e imediato todos os dias de nossas vidas. Em meu sonho “descrito acima” a Bomba visualizada era semelhante àquela que foi retratada no filme Planeta dos Macacos, na sua primeira edição, no final do primeiro episódio, o Taylor no ultimo instante de sua vida decide acionar o botão da aniquilação total do planeta, hoje este perigo é real, a qualquer momento um maluco poderia acionar uma tecla de computador e explodir todo o planeta.

Temos tecnologia, temos Bombas capazes de Fazer Isto, só que estão no STAND BY, somente aguardando a ordem fatal, STAND BY é estar PREPARADO, PRONTO.

No caso sonhado seria esta a sua condição, uma bomba perfeita, intacta, pronta e preparada, apenas estava CONGELADA, inerte, inativa.

Meditando sobre o assunto, pude imaginar uma grande destruição, uma Terra totalmente destruída, os Homens todos mortos em um piscar de olhos e seria simplesmente “THE END”, O FIM para todos nós.

Deus me fez perceber o grande poder de destruição de uma Bomba como aquela, depois me disse, não estou falando de uma bomba que irá destruir o mundo, mas de algo que irá salvar o mundo.

Salvar o Mundo? Como?

Viste o Poder de destruição daquela Bomba!

Meu poder é muito maior do que este, tanto para destruir como para construir ou criar e até mesmo de transformar este mundo completamente em um mundo novo, num piscar de olhos.

Realmente Senhor, eu creio que Tu tens tal poder e podes usá-lo no momento em que quiseres.

Viste que tal Bomba esta totalmente congelada. Pronta, preparada, porém totalmente inerte sem vida e sem ação nenhuma.

Comparável é o meu Espírito Santo que habita em vossos Corações, permanece neste estado de congelamento total.

Esta é uma verdade que nos choca,

nos levando a responder que;

Não seria bem assim Senhor !

Que ele Habita em meu coração eu sei !

Mas será que Ele estará mesmo congelado desta Forma ?

Ele está 100% em vós, com todo o seu poder, com toda a sua graça, capaz de realizar coisas impossíveis na face da Terra, porém, permanece inerte, sem ação e sem Vida em seu coração.

Preciso que libertes este poder em Ti e em cada coração, para que eu possa realizar meus planos neste mundo.

Realmente será comparável à uma destruição geral, pois muitas coisas irão mudar, os alicerces serão abalados e deverão ser revistos, nada comparável a isto já aconteceu, mas será realizado no poder do meu Espírito que não pertence a vós, mas, que vive e habita em vossos Corações.

Sabemos que realmente esta é a vontade de nosso Pai, até mesmo no Apocalipse foi escrito por São João numa visão maravilhosa do futuro,

…Vi um novo Céu e uma nova Terra…

…O Primeiro Céu e a primeira

Terra já não existem….

Deus mostra claramente que um dia, haverá um novo mundo, não um outro mundo, mas o mesmo mundo, renovado e transformado se erguendo das cinzas do velho mundo decaído e acabado.

Crendo ou não, aceitando ou não, este fato acontecerá e já podemos contemplar a desordem que o próprio homem causa em todas as áreas materiais e espirituais deste mundo velho.

O que precisamos fazer é atuar segundo a vontade de Deus como catalizadores e restauradores dos preceitos divinos, auxiliando e preparando os homens de hoje para viverem em um mundo totalmente renovado e cheio da presença de Deus.

O que isso tem a ver com a Bomba ?

Deus não quer a detonação de uma Bomba atômica neste mundo o destruindo por completo, mas se o homem continuar em seu caminho de competição e ódio, corremos um grande risco de que isso possa acontecer a qualquer momento.

O que Deus quer é que este Espírito Santo, milhões de vezes mais poderoso, possa explodir em nossos corações, causando esta renovação de nosso homem interior e extravasando radiações de contágio em todas as direções, provocando assim uma reação em cadeia que transformará o mundo inteiro.

Sabemos que isto é possível no que dependeria de nosso Pai celestial, mas este rastilho de pólvora sempre foi interrompido pela vontade humana, basta dizer que; esta mão não seja a minha, que aperte o botão do “THE END”, ou que impeça este fogo de se espalhar, quando e onde ele começar eu jamais o impedirei de prosseguir.

Esteja preparado para a Tsunami que virá varrer a face da terra preparando-a para a volta de Jesus.

Nesta HORA o verdadeiro Cristão não terá medo, mas proclamará…

… MARANATHA, VEM SENHOR JESUS …

… VEM SENHOR JESUS …

Proclame você também

… VEM SENHOR JESUS …

AMEM …

Ou preferiremos esperar de braços cruzados que o Homem exploda o Planeta sem aviso prévio a qualquer instante.


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