Bateu… Bateu… e ele não abriu a porta!




Conseguir realizar um antigo sonho será sempre uma grande alegria para qualquer um, mesmo que seja depois de se aposentar.

Cada um gosta de ter o seu próprio estilo de vida, o jovem “radical” aproveita a vida arriscando a própria pele enquanto que os idosos preferem um lugar calmo e tranquilo. Este era um sonho de um homem que morava em Paris, uma cidade muito agitada e estressada, queria sempre tirar umas férias, mas nunca conseguiu realizar este sonho até que se aposentou.

À esta altura de sua vida já não tinha mais muitos amigos próximos e os familiares não se importavam com um velho ranzinza e chato, então ele resolveu radicalizar sua solidão, fugiu de tudo e de todos e procurou o seu próprio paraíso de paz e tranquilidade.  Esta atitude pode revelar algumas surpresas interessantes.

Aconteceu recentemente na França.



Esta é Uma Noticia Verídica:

Aconteceu Em – Saint Etienne – França



Em 2001 um homem se aposentou em Paris e decidiu mudar-se para uma cidade mais tranquila, foi para Santa Etiene, procurou um apartamento numa região menos movimentada e o alugou, efetuando pagando adiantado no primeiro més.

Era um bom inquilino e sempre comparecia pessoalmente na imobiliária para efetuar o pagamento, até que um dia, não compareceu. Deixou de pagar o aluguel e não se justificou.

A imobiliária, educadamente esperou por algum tempo, pois, afinal, ele era um bom inquilino e até então havia pago sempre em dia.

– Mas ele não compareceu.

– Então telefonaram e não o encontraram em casa.

Mandaram carta de cobrança e ele não respondeu.



Cortaram-lhe a luz, água e o telefone, e ele não se manifestou.

Mandaram um cobrador no local e ninguém atendeu a porta. 

Mandaram uma intimação judicial e mesmo assim não adiantou nada.



 

Depois de um ano de aluguel atrasado, o dono do imóvel resolveu tomar uma atitude mais drástica.  Foi até o juiz e pediu um mandado de despejo, já que todas as outras opções tinham sido frustradas.

Acompanhado da polícia e de um oficial de justiça, foram até o apartamento, dispostos a arrobar a porta se assim fosse necessário, já que ele tinha se negado a abrir a porta anteriormente.

Lá chegando, bateram na porta e ninguém atendeu, insistiram e nada de resposta, então arrombaram a porta e entraram invadindo tudo com a maior brutalidade.


Óh ! Que surpresa,

lá estava Ele numa boa…


Sentado na sua poltrona com sua bermudinha xadrez, tomando uma cervejinha, fumando seu charuto e com o controle remoto na mão assistindo bem tranqüilo a sua TV, e nem sequer se mexeu com toda aquela barulheira na porta.


ENTRE, CLICANDO NA PORTA ABERTA. 


Porta_Aberta


E CONHEÇA O GRANDE SAFADO!



Repub. 27/11/19 – 290hit 05/09

O Espírito Santo cura nossas feridas.



O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças.

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis do repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.”  (Mt 11, 28-30)



Curando as Feridas e removendo as Cicatrizes do Coração.


Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos uma resistência humana natural em não aceitar-las como algo bom, porque na verdade não o são, porém são intemperes que estarão em nossa trajetória de vida nesse mundo, mesmo não sendo necessários podemos utilizar destes percalços para o nosso bem usando de muita aceitação e superação porque querendo ou não estarão presentes em nosso caminho, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16, 33)

Desde a minha mais tenra infância eu compreendia as minhas feridas como resultado de machucados físicos ocorridos em brincadeiras com os primos, colegas de escola ou nas aulas de Educação Física. E como sempre, contava com o carinho e o zelo de minha “enfermeira particular”: a mamãe! Todas as vezes, ela vinha com o remedinho “Merthiolate“, que causava uma certa dor e ardência ao ser aplicado, mas, em contrapartida, seu consolo era acrescido de um beijinho doce dizendo “passa logo tá”. Logo depois, é claro, vinha a velha advertência, comum entre todas as mães, que gostam de nos lembrar que deveríamos ouvi-las mais: “Eu não te avisei?” Pois é! E era sempre verdade!

Ao descrever por essas linhas essa singela reflexão de vida, vi como Deus nos ama em perfeição, pelo fato de criar anjos que, com a mesma doçura, fossem capazes de agir. Ao cria-las, o Senhor fez a versão feminina do Ágape (amor incondicional) e as lançou na Terra como o nome de mãe. E ainda, não satisfeito, nos entregou a Sua mãe, na cruz, para complementar essa carga amorosa e protetora por toda a nossa vida.

Pois bem! O amor de Deus é tão perfeito, que Ele age, no presente, conosco, com as nossas feridas causadas pelo amadurecimento natural, pelos nossos pecados ou pelos tropeços da caminhada, da mesma maneira. O terceiro versículo do salmo 147 nos confirma isso dizendo que “Ele sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas”. Diante de nossas quedas, a misericórdia de Deus nos acolhe e, fazendo de nós, mais que pacientes, mas sim, filhos amados, somos tratados e curados, não só no corpo, mas também na alma, na mente e no coração. Por muitas vezes, o remedinho que Jesus aplicou sobre as minhas machucaduras chegou até mim através da necessidade de uma boa confissão, de uma direção espiritual abençoada, um Seminário de Vida no Espírito Santo, uma oração de um servo ungido, já que o Senhor é especialista em nos chamar cada vez mais para perto Dele, para um relacionamento intimo com Ele, e através dos Seus filhos. E esse remédio, assim como o da minha mãe, também dói muito as vezes, pois mexe em nosso ego, no nosso orgulho, nos naqueles sentimentos que somos apegados… como dói, mas depois vem o alívio e a cura!

Contudo, em meio as minhas inúmeras feridas transformadas em cicatrizes, dores não só físicas que eu senti, mas por grandes turbulências espirituais e emocionais que passei. Porém, aprendi muito com cada uma delas; em  cada cicatriz trago um aprendizado, uma lição especial. A cada gota derramada, Jesus, ao tratar o ferimento, ia me ensinando, em contrapartida, que eu não deveria carregar comigo, o fardo da mágoa ou rancor por quem me feriu; assim, Ele me mostrou o que é perdão. E quando já não mais sangrava o coração, mas insistiam em mim as lembranças da dor, Ele sussurrava, carinhosamente, em meu interior, revelando-me que aquela dose de tratamento deveria ser acrescida de uma profunda abertura do meu ser, para que eu recebesse uma efusão do Seu Santo Espírito.

Fossem feridas causadas pelo meu próprio pecado ou pelo amor que eu não recebi, de quem esperei em demasia, também o Senhor estava ali, como minha mãe, na minha infância, de mãos estendidas, a me olhar e dizer: “Eu não te avisei, filha?” Por isso, costumo dizer que, em cada sorriso que esboço em minha face, carrego uma cicatriz de uma ferida curada por Deus.

Só depois de me abrir para que o “Médico dos médicos” (Jesus) pudesse executar o cuidado completo em minhas machucaduras, é que pude aprender a me reconhecer como filha(o) amada(o) de Deus e, mais ainda, forte o bastante, para poder amar os outros, como, assim, Ele o quer.

E eu te digo, amado(a) irmão(ã), que isso só foi e sempre será possível com a força do Espírito Santo. Só Ele nos leva a percorrer esse caminho de cura, na certeza de que já somos vitoriosos.

Se você, deseja fazer essa experiência? Quer deixar-se curar por Deus? Então, eu te convido para fazer esta experiência com o Senhor Jesus e deixar-se ser conduzido por seu Espírito Santo como Ele disse a Nicodemos.

“Necessário vos é nascer de novo.” (S. João 3,20)

Somente renascidos na graça do Espírito Santo, seremos novos homens e novas mulheres, curados e libertos pelo poder de Deus. Transformando nossas feridas em cicatrizes de fé e misericórdia, na intercessão de Nossa Senhora da Primavera, o Espírito Santo nos cumulará de muitas e muitas bênçãos.

Danielle Santos
Comunidade Renascidos em Pentecostes

RENASCIDOS EM PENTECOSTES   ·  SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2016

FOI DEUS

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Dia dos avós.




Dia dos avós – 26 de julho


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26 de julho, comemora-se o Dia dos Avôs e Avós. E esse dia foi escolhido para a comemoração porque é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

A data da festa de São Joaquim sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Inicialmente era celebrada no dia 20 de março, associada à de São José, tendo sido depois transferida para o dia 16 de agosto, para associar-lhe ao triunfo da filha na celebração da Assunção, no dia precedente.

Em 1879, o papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana de Joaquim), estendeu sua festa a toda Igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.


fonte: www.amiguinhosdedeus.com





SÃO JOAQUIM E SANT’ANA


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Os avós queridos de Jesus

Eles se chamavam Joaquim e Ana. Ana, ou “Hannâ” em hebraico, que significa “graça”. Ela pertencia à família do sacerdote Aarão.Joaquim, “Yônâkhîr”, em hebraico significa “Deus prepara”, ele pertencia à família real de Davi.

Tem um livro que não está na Bíblia, muito antigo e dizem que foi São Tiago quem escreveu, com essa linda história:

Os dois moravam em Jerusalém, ao lado da piscina de Betesda, onde hoje se ergue a Basílica de Santana. São Joaquim e Santa Ana não tinham filhos e já eram idosos. Mesmo assim, Joaquim não desistia de pedir um filho para Deus, pois sabia que Ele pode tudo. Um dia, retirou-se ao deserto para rezar e fazer penitência por essa intenção. Ali, um anjo do Senhor lhe apareceu, dizendo que Deus havia ouvido suas preces. Algum tempo depois, Ana ficou grávida. Nasceu uma menina a quem chamaram Maria, “Miriam” em hebraico, que significa “Senhora da Luz”. E quem é essa menina? Nada mais, nada menos que… Tharááám: a Mãe de Jesus!

Olha que lindo o que o Papa Francisco falou sobre os avós no Angelus, aqui no Brasil na Jornada da juventude…


blog.cancaonova.com/amigosdoceu



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MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO AOS AVÓS E IDOSOS



Mães nunca Morrem.


Velha Rabugenta

Mensagem em Power Point


Perdão e Reconciliação.



Perdoar

libertar a si mesmo para dar paz a mente e ao coração


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Perdoar e pedir perdão são atos de generosidade e humildade. Mas só se pede perdão ou se perdoa de verdade, quando houver sinceridade e abertura de coração.

Quem nunca cometeu um erro? Nunca precisou de um perdão por faltar com respeito com alguém, por mentir, decepcionar, enganar, omitir, machucar, por se exceder? Estamos cercados de sentimentos negativos, rancor, raiva, mágoa e que se não soubermos nos defender desses sentimentos, eles têm grande capacidade de destruição. Quem convive com esses sentimentos negativos sofre muito, pois acaba se privando de momentos de felicidade e paz interior. E não podemos nos esquecer dos malefícios que causam à saúde. Ao viver angustiado por um problema ou situação mal resolvida prejudicamos diretamente nossa saúde física, causando estresse, ansiedade, problemas com coração e pressão arterial. É o que chamamos de ‘somatização’. É o corpo assumindo a dor e o peso da alma.


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Perdoar é um processo de libertação do ressentimento e de certa forma é uma doação sem esperar nada em troca.


O perdão é sincero e verdadeiro, quando dado e recebido não apenas em palavras e sim nos gestos. Você não precisa necessariamente perdoar para a sociedade, mas sim para você mesmo, pois é algo interno e individual. Perdoar é conseguir deixar para trás o passado e dar novas oportunidades ao presente, poder viver livre, leve e solto, sem essa preocupação.

Tão importante quanto perdoar é tomar a iniciativa de pedir perdão, algo que muitos não fazem por questão de orgulho. Assim como somos capazes de dar o perdão, quando erramos, devemos saber também tomar a iniciativa de pedir desculpas e ter recursos para reconquistar a confiança e respeito alheio. Reconhecer os próprios erros e ser capaz de mudar é sinal de amadurecimento e evolução.


Portrait of young man kissing his pretty young woman on forehead - outdoor


Na prática:

– Saiba exatamente como você se sente sobre o que aconteceu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação.

– Não espere pedidos de desculpas dos outros nem da vida. Faça o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e para ninguém mais.

– Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o feriu, nem tornar-se cúmplice dela. O que você deve buscar é a sua paz. O perdão é um poder pessoal.

– Em vez de concentrar-se nas suas mágoas, concentre suas energias na busca do amor e da bondade ao seu redor.

– Lembre-se sempre: “A maior vingança contra o inimigo é perdoá-lo. Ao perdoá-lo nos livramos dele, pois ele deixa de ser nosso inimigo. Já o ódio e a mágoa cultivam o inimigo dentro de nós” (Augusto Cury).  Perdoar é uma questão de escolha, é preferível ser feliz, saudável e livre.

Livros recomendados:

Perdão Restaurador (Josadak Lima) – O livro Perdão Restaurador (Josadak Lima) da Editora AD Santos mostra a importância do perdão e como perdoar de maneira verdadeira. “Serão oito estudos sérios extraídos da Palavra de Deus, tendo como base Mateus 18, que lhe darão subsídios para que você cresça e seja aperfeiçoado nesta área da vida cristã.” Certamente você experimentará mudanças significativas em seu próprio caráter durante e depois de estudar este tema.

Perdoa-nos Assim Como Nós Perdoamos (Daniel Alves Pena) – O livro Perdoa-nos Assim Como Nós Perdoamos (Daniel Alves Pena), mostra como perdoar é necessário em nossa vida de cristão. Muitos sentimentos estão prejudicando as pessoas por causa da falta de perdão. Perdoar não é fácil, mas é algo necessário. Em nosso processo de santificação também é necessário haver perdão, pois guardar rancor ou querer fazer justiça será um grande impedimento.


Texto: Cintia Cucco.

fonte: http://www.terapiasfontedevida.com.br

1ª fonte: www.minhavida.com.br



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POWER POINT – Oração pela família_padre_zezinho



Parábola do casebre e da vaquinha.


A Parábola do Mestre e da Vaca – Sabedoria Oriental – Chinesa
Mestre Taoísta e Discípulo numa jornada de busca e sabedoria


Família Pobre e sua Acomodação


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Um sábio mestre Taoísta e seu discípulo andavam pelo interior da China há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo àquela noite. Ao chegarem no casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos. Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.


Vaquinha_magra


O senhor respondeu – “Está vendo àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade. Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece” – O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio. Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse – “Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?” – O mestre então falou – “Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo” – O discípulo espantado falou – “Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!” – O mestre calmamente repetiu a ordem – “Pegue a vaca e empurre-a para o precipício!”. O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo, e ela morreu.


Vaquinha_magra


Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar àquela família. Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar. Ele pensou – “De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico” -Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou – “Você sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui antigamente?” – O criado respondeu – “Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins” –  e apontou para a frente da casa. O discípulo caminhou na direção da casa e pode ver um senhor altivo, brincando com três jovens bem vestidos, e junto uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.

Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa. O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu. O senhor então explicou – “Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu… Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer” – O discípulo não podia acreditar no que estava ouvindo  – Ele continuou – “Perder aquela vaquinha foi terrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante” – Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre tinha percebido.

Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom. Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte. Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, pense! Mesmo que pareça ruim agora, tudo poderá te levar a um caminho melhor, você só precisa perceber isso.

Credito: Parábola Budista, ou Taoísta popular no extremo oriente, autor desconhecido.

Sem a dependência da Vaca, a família procurou outros meios de sobrevivência, e assim


 

O_rico_e_o_pobre O_equilibrista_e_a_Fé


Feridas curadas.



Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos a resistência humana em não admiti-los como coisas boas ou intemperes necessários que estarão em nossa trajetória nesse mundo, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse:

“No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.”
(S. João 16, 33)


Tudo que DEUS faz é Perfeito!


MEDITAÇÃO EM POWER POINT


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Feridas curadas


1. “Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas”… As pérolas são feridas curadas. Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

2. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.

3. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada…

4. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?

5. Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? 6. 7. Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

8. Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras..


9. Presentepravoce.wordpress.com.brquinta-feira, 27 de agosto de 2015 2:15:49 Link’s para outras Mensagens



FOI DEUS
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O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças.

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis do repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.”  (Mt 11, 28-30)



Curando as Feridas e removendo as Cicatrizes do Coração.


Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos uma resistência humana natural em não aceitar-las como algo bom, porque na verdade não o são, porém são intemperes que estarão em nossa trajetória de vida nesse mundo, mesmo não sendo necessários podemos utilizar destes percalços para o nosso bem usando de muita aceitação e superação porque querendo ou não estarão presentes em nosso caminho, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16, 33)

Desde a minha mais tenra infância eu compreendia as minhas feridas como resultado de machucados físicos ocorridos em brincadeiras com os primos, colegas de escola ou nas aulas de Educação Física. E como sempre, contava com o carinho e o zelo de minha “enfermeira particular”: a mamãe! Todas as vezes, ela vinha com o remedinho “Merthiolate“, que causava uma certa dor e ardência ao ser aplicado, mas, em contrapartida, seu consolo era acrescido de um beijinho doce dizendo “passa logo tá”. Logo depois, é claro, vinha a velha advertência, comum entre todas as mães, que gostam de nos lembrar que deveríamos ouvi-las mais: “Eu não te avisei?” Pois é! E era sempre verdade!

Ao descrever por essas linhas essa singela reflexão de vida, vi como Deus nos ama em perfeição, pelo fato de criar anjos que, com a mesma doçura, fossem capazes de agir. Ao cria-las, o Senhor fez a versão feminina do Ágape (amor incondicional) e as lançou na Terra como o nome de mãe. E ainda, não satisfeito, nos entregou a Sua mãe, na cruz, para complementar essa carga amorosa e protetora por toda a nossa vida.

Pois bem! O amor de Deus é tão perfeito, que Ele age, no presente, conosco, com as nossas feridas causadas pelo amadurecimento natural, pelos nossos pecados ou pelos tropeços da caminhada, da mesma maneira. O terceiro versículo do salmo 147 nos confirma isso dizendo que “Ele sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas”. Diante de nossas quedas, a misericórdia de Deus nos acolhe e, fazendo de nós, mais que pacientes, mas sim, filhos amados, somos tratados e curados, não só no corpo, mas também na alma, na mente e no coração. Por muitas vezes, o remedinho que Jesus aplicou sobre as minhas machucaduras chegou até mim através da necessidade de uma boa confissão, de uma direção espiritual abençoada, um Seminário de Vida no Espírito Santo, uma oração de um servo ungido, já que o Senhor é especialista em nos chamar cada vez mais para perto Dele, para um relacionamento intimo com Ele, e através dos Seus filhos. E esse remédio, assim como o da minha mãe, também dói muito as vezes, pois mexe em nosso ego, no nosso orgulho, nos naqueles sentimentos que somos apegados… como dói, mas depois vem o alívio e a cura!

Contudo, em meio as minhas inúmeras feridas transformadas em cicatrizes, dores não só físicas que eu senti, mas por grandes turbulências espirituais e emocionais que passei. Porém, aprendi muito com cada uma delas; em  cada cicatriz trago um aprendizado, uma lição especial. A cada gota derramada, Jesus, ao tratar o ferimento, ia me ensinando, em contrapartida, que eu não deveria carregar comigo, o fardo da mágoa ou rancor por quem me feriu; assim, Ele me mostrou o que é perdão. E quando já não mais sangrava o coração, mas insistiam em mim as lembranças da dor, Ele sussurrava, carinhosamente, em meu interior, revelando-me que aquela dose de tratamento deveria ser acrescida de uma profunda abertura do meu ser, para que eu recebesse uma efusão do Seu Santo Espírito.

Fossem feridas causadas pelo meu próprio pecado ou pelo amor que eu não recebi, de quem esperei em demasia, também o Senhor estava ali, como minha mãe, na minha infância, de mãos estendidas, a me olhar e dizer: “Eu não te avisei, filha?” Por isso, costumo dizer que, em cada sorriso que esboço em minha face, carrego uma cicatriz de uma ferida curada por Deus.

Só depois de me abrir para que o “Médico dos médicos” (Jesus) pudesse executar o cuidado completo em minhas machucaduras, é que pude aprender a me reconhecer como filha(o) amada(o) de Deus e, mais ainda, forte o bastante, para poder amar os outros, como, assim, Ele o quer.

E eu te digo, amado(a) irmão(ã), que isso só foi e sempre será possível com a força do Espírito Santo. Só Ele nos leva a percorrer esse caminho de cura, na certeza de que já somos vitoriosos.

Se você, deseja fazer essa experiência? Quer deixar-se curar por Deus? Então, eu te convido para fazer esta experiência com o Senhor Jesus e deixar-se ser conduzido por seu Espírito Santo como Ele disse a Nicodemos.

“Necessário vos é nascer de novo.” (S. João 3,20)

Somente renascidos na graça do Espírito Santo, seremos novos homens e novas mulheres, curados e libertos pelo poder de Deus. Transformando nossas feridas em cicatrizes de fé e misericórdia, na intercessão de Nossa Senhora da Primavera, o Espírito Santo nos cumulará de muitas e muitas bênçãos.

Danielle Santos
Comunidade Renascidos em Pentecostes

RENASCIDOS EM PENTECOSTES   ·  SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2016

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O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças

Jesus, eu confio em vós.


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“Confiança! Não temas!”

Este texto vai aumentar a SUA confiança em Deus


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DEPOIMENTO


Jesus Cristo nos convida à Confiança.

Voz de Cristo, voz misteriosa da graça que ressoais no silêncio dos corações, vós murmurais no fundo de nossas consciências palavras de doçura e de paz. Às nossas misérias presentes repetis o conselho que o Mestre dava, frequentemente, durante sua vida mortal:

Confiança, confiança!”.

À alma culpada, oprimida sob o peso de suas faltas, Jesus dizia: “Confiança, filha, teus pecados te serão perdoados!”. “Confiança”, dizia à doente abandonada que só dEle espera a cura, “tua fé te salvou”.

Quando os apóstolos tremiam de pavor vendo-O caminhar, de noite, sobre o lago de Genesaré, Ele os tranquilizava por esta expressão pacificadora: “Tende confiança! Sou Eu, nada temais!”.

E na noite da Ceia, conhecendo os frutos infinitos do seu Sacrifício, lançava Ele, ao partir para a morte, o brado de triunfo: “Confiança! Confiança! Eu venci o mundo!…”.

Esta palavra divina, ao cair de seus lábios adoráveis, vibrante de ternura e de piedade, operava nas almas uma transformação maravilhosa.

Um orvalho sobrenatural lhes fecundava aridez, clarões de esperança lhes dissipavam as trevas, uma calma serenidade delas afugentava a angústia. Pois as palavras do Senhor são “espírito e vida”. Bem aventurados os que a ouvem e a põe em prática.

Como outrora aos seus discípulos, é a nós, agora, que Nosso Senhor convida à confiança. Por que recusaríamos atender à sua voz?

Muitas almas têm medo de Deus

Poucos cristãos, mesmo entre os fervorosos, possuem essa confiança que exclui toda ansiedade e toda hesitação. Várias são as causas desta deficiência.

O Evangelho narra que a pesca miraculosa aterrou São Pedro. Com impetuosidade habitual, ele mediu de relance a distância infinita que separava da sua própria pequenez a grandeza do Mestre. Tremeu de terror sagrado, e prosternando-se a face contra a terra: “Afastai-vos de mim, Senhor, exclamou, que sou um pecador!”.

Certas almas têm, como o Apóstolo, esse terror. Elas sentem tão vivamente a própria indigência e as próprias misérias, que mal ousam aproximar-se da Divina Santidade.

Parece-lhes que um Deus assim puro deveria sentir repulsão ao inclinar-Se para elas. Triste impressão, que lhes dá a vida interior uma atitude contrafeita, e, por vezes, a paralisa completamente.

Como se enganam essas almas!

Logo aproximou-Se Jesus do Apóstolo assustado: “Não temas!” disse-lhe, e o fez levantar-se…

Vós também, cristãos, que do seu amor tantas provas recebestes, nada temais! Nosso Senhor receia acima de tudo que tenhais medo dEle.

Vossas imperfeições, vossas fraquezas, vossas faltas mesmo graves, vossas reincidências tão frequentes, nada O desanimará, contanto que desejeis sinceramente converter-vos. Quanto mais miseráveis sois, mais Ele tem compaixão de vossa miséria, mais deseja cumprir, junto a vós, sua missão de Salvador…

Não foi sobretudo para os pecadores que Ele veio à terra?


Leão e Menina

A outras almas falta a fé…

A outras almas falta a fé. Elas têm certamente essa fé comum, sem a qual trairiam a graça do Batismo. Creem que Nosso Senhor é todo-poderoso, bom e fiel a suas promessas; mas não sabem aplicar essa crença às suas necessidades particulares.

Não são dominadas pela convicção irresistível de que Deus, atento às suas provações, para elas Se volve a fim de socorrê-las.

Jesus Cristo pede-nos, no entanto, essa fé especial e concreta. Ele a exigia outrora como condição indispensável dos seus milagres; espera-a ainda de nós, antes de nos conceder os seus benefícios…

Se podes crer, tudo é possível àquele que crê”, dizia ao pai do pequenino possesso. E, no convento de Paray-le-Monial, empregando quase os mesmos termos, repetia a Santa Margarida Maria: “Se puderes crer, verás o poder do meu Coração na magnificência do meu amor…”.

Podeis crer? Podereis chegar a esta certeza tão forte que nada a abala, tão clara que equivale à evidência? Isso é tudo. Quando chegardes a esse grau de confiança vereis maravilhas realizaram-se em vós…

Pedi ao Mestre Divino que aumente a vossa fé. Repeti-Lhe com frequência a prece do Evangelho: “Eu creio, Senhor, mas ajudai a minha incredulidade”…

Esta desconfiança de Deus lhes é muito prejudicial.

A desconfiança, sejam quais forem suas causas, nos traz prejuízo, privando-nos de grandes bens.

Quando São Pedro, saltando da barca, se lançou ao encontro do Salvador, caminhou, a princípio, com firmeza sobre as ondas. Soprava o vento com violência. As vagas ora levantam-se em turbilhões furiosos ora cavavam no mar abismos profundos…

A voragem abria-se diante do Apóstolo. Pedro tremeu… hesitou um segundo, e, logo, começou a afundar…

Homem de pouca fé, disse-lhe Jesus, por que duvidaste?”

Eis a nossa história. Nos momentos de fervor, ficarmos tranquilos e recolhidos ao pé do Mestre. Vindo a tempestade, o perigo absorve a nossa atenção. Desviamos então os olhares de Nosso Senhor para fitá-los ansiosamente sobre os nossos sofrimentos e perigos. Hesitamos… e afundamos logo!

Assalta-nos a tentação. O dever se nos torna enfadonho, a sua austeridade nos repugna, o seu peso nos oprime. Imaginações perturbadoras nos perseguem. A tormenta ruge na inteligência, na sensibilidade, na carne…

E perdemos pé; caímos no pecado, caímos no desânimo, mais pernicioso do que a própria falta. Almas sem confiança, por que duvidamos?

A provação nos assalta de mil maneiras. Ora os negócios temporais periclitam, o futuro material nos inquieta. Ora a maldade ataca-nos a reputação.

A morte quebra os laços de afeições das mais legítimas e carinhosas. Esquecemos, então, o cuidado maternal que tem para nós a Providência… Murmuramos, revoltamo-nos, aumentamos assim as dificuldades e o travo doloroso do nosso infortúnio.

Almas sem confiança, por que duvidamos?

Se nos tivéssemos apegado ao divino Mestre com uma confiança tanto maior quanto mais desesperada parecesse a situação, nenhum mal desta nos adviria…

Teríamos caminhado calmamente sobre as ondas; teríamos chegado, sem tropeços, ao golfo tranquilo e seguro, e, breve, teríamos achado a plaga hospitaleira que a luz do Céu ilumina…

Os santos lutaram com as mesmas dificuldades… muitos dentre eles cometeram as mesmas faltas. Mas estes, ao menos, não duvidaram…

Ergueram-se sem tardanças, mais humildes após a queda, não contando, desde então, senão com o socorro do Alto…

Conservaram no coração a certeza absoluta de que, apoiados em Deus, tudo poderiam. Não foram iludidos nessa confiança!

Tornais-vos, pois, almas confiantes. Nosso Senhor a isso vos convida; e o vosso interesse assim o exige. Tornar-vos-eis, ao mesmo tempo, almas iluminadas, almas de paz.

*   *   *

Fonte: retirado do “Livro da Confiança” do Rev. Pe. Thomas de Saint-Laurent.


CONFIAR-EM-DEUS3[1]


Aqueles_que_Confiam


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      Atualizado em 20/09/2014





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