Um conselho de S. Francisco de Assis.



MORRER NÃO É O FIM




Texto mais abrangente:

Não percas de vista o final da vida. Não esqueças o teu propósito e destino como criatura de Deus. O que tu és à vista Dele é o que tu és, e nada mais.

Não permitas que as preocupações e ansiedades do mundo ou as pressões do ofício varram a vida divina dentro de ti ou calem a voz do Espírito de Deus que guia a tua grande missão de conduzir a humanidade à completude.

Se abrires o coração a Deus e gravares o Seu plano profundamente no coração, Deus abrir-se-á a ti.

Lembra-te de que quando deixares esta terra não poderás levar contigo nada que recebeste – sinais efémeros de honra, paramentos do poder -, mas apenas o que soubeste dar: um coração pleno enriquecido por trabalho honesto, amor, sacrifício e coragem.



“Quem ler e entender o Evangelho em Espírito e Verdade, encontrará nele Deus e o céu, os Anjos e o próprio paraíso, tudo a nos esperar, aguardando que façamos a nossa parte, para recebermos o prêmio da felicidade.” S. Francisco


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Quem Me Segurou Foi Deus.



“Quando já se ia aproximando da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos, tomada de alegria, começou a louvar a Deus em altas vozes, por todas as maravilhas que tinha visto. E dizia: “Bendito o rei que vem em nome do Senhor! Paz no céu e glória no mais alto dos céus!”. Nesse momento, alguns fariseus interpelaram a Jesus no meio da multidão: “Mestre, repreende os teus discípulos”. 40.Ele respondeu: “Digo-vos: se estes se calarem, clamarão as pedras!”. Aproximando-se ainda mais, Jesus contemplou Jerusalém e chorou sobre ela, dizendo: “Oh! Se também tu, ao menos neste dia que te é dado, conhecesses o que te pode trazer a paz!… Mas não, isso está oculto aos teus olhos.”
São Lucas, 19, 37-42 – Bíblia Católica Online





Quem me Segurou foi Deus


Nelsinho Corrêa

Quem me segurou foi Deus com seu amor de Pai
Quem me segurou foi Deus
Quem cuidou de mim foi Deus
Com seu amor de Pai
Quem me amparou foi Deus

Eu quis ser fiel, e o pecado como fel
amargurou meu coração
Daí eu quis fugir, da vida desistir
Deus não deixou
E me segurou…
Quem me segurou foi Deus com seu amor de Pai
Quem me segurou foi Deus
Quem me compreendeu foi Deus quando eu chorei demais
Quando se perde alguém parece
que se perde a paz

Ele também chorou quando Lázaro morreu
E se compadeceu, chora comigo a minha dor
Mas ressuscita a alegria e o amor



Versão: Padre Marcelo Rossi




Versão: Nelsinho Correia



Deus consola nossas lágrimas.


Diácono Nelsinho Correia –

Comunidade Canção Nova.





Repouso_no_Espírito_2
Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito


Oração de Santa Faustina: Amando a Deus nos sofrimentos.



No coração puro e humilde reside Deus, que é a própria Luz, e todos os sofrimentos e adversidades existem para que se manifeste a santidade da alma, (Diário 573).




Ó meu Jesus, que sois a vida da minha vida, Vós sabeis bem que não desejo nada além da glória do Vosso Nome e que as almas conheçam a Vossa bondade. Por que as almas se afastam de Vós, ó Jesus — isso eu não compreendo. Oh, se eu pudesse cortar o meu coração em pedacinhos pequenos e dessa maneira oferecer-Vos, Jesus, cada pedacinho como se fosse o coração inteiro, para ao menos em parte Vos desagravar pelos corações que não Vos amam. Amo-Vos, Jesus, com cada gota do meu sangue que derramaria de boa vontade por Vós, para Vos dar uma prova do meu amor sincero. Ó Deus, quanto mais Vos conheço, tanto menos Vos consigo entender, mas essa mesma incompreensão dá-me a conhecer como sois grande, ó Deus. E essa impossibilidade de Vos compreender inflama o meu coração com uma nova chama por Vós, ó Senhor. A partir do momento em que me permitistes mergulhar o olhar da minha alma em Vós, ó Jesus, fico em paz e nada mais desejo. Encontrei o meu destino no momento em que a minha alma mergulhou em Vós, no único objeto do meu amor. Todas as coisas nada são em comparação Convosco. Os sofrimentos, as contrariedades, as humilhações, os insucessos, os maus juízos de que sou vítima não passam de gravetos que mais ainda acendem o meu amor por Vós, ó Jesus. (Diário, 57)


Compreendo bem, ó meu Jesus, que, assim como a doença é medida com o termômetro e a febre alta indica a gravidade da doença, também, na vida espiritual, o sofrimento é o termômetro que mede o amor a Deus na alma. (Diário, 774)


Ó Cristo, sofrer por Vós é uma delícia para a alma e o coração. Permaneçam comigo para sempre os meus sofrimentos, para que eu Vos possa dar uma prova do meu amor. Eis que aceito tudo que a Vossa mão me oferecer. O Vosso amor, Jesus, me é suficiente. Eu Vos bendirei no abandono e nas trevas, no tormento e no terror, (48) na dor e na amargura, no tormento do espírito e na amargura do coração — em tudo sede bendito! O meu coração está tão desprendido da terra que apenas Vós me bastais plenamente. Já não há um momento sequer na minha vida em que me ocupe de mim mesma. (Diário, 1662)



Via do Sofrimento:

Misericórdia como consolo

O sofrimento nos leva a encontrar consolo, auxílio e esperança

Não podemos andar neste mundo como cegos sem saber para onde ir. Estamos num caminho largo e gostoso. Jesus nos ensina o valor do sofrimento na nossa vida. Ele escolheu Santa Faustina para ser testemunha da Sua misericórdia. Revelou-lhe tudo o que estava no Seu coração para que fosse dito ao mundo inteiro, especialmente para os mais pecadores.

Jesus diz a Santa Faustina que as almas escolhidas devem interceder pela conversão das famílias. Precisamos assumir as pessoas em oração. Precisamos ser tão de Deus que a Sua graça atinja as almas. Ele diz a Santa Faustina que as almas escolhidas estão na tibieza e são poucas as que enchem o Seu coração de alegria, que O consolam. Por isso, quem é visitado por Jesus não pode mais permanecer no caminho largo. Precisamos consolar o coração de Deus.

Quando sofro muito a minha alegria é maior

Santa Faustina relata no diário: “Uma vez sofri muito, fugi do meu trabalho para Nosso Senhor e pedi que me concedesse Sua força. Depois de uma breve oração, voltei ao trabalho, cheia de entusiasmo e alegria. Então uma das irmãs disse: ‘

Hum, com certeza a irmã hoje tem muitos consolos, porque ela está tão radiante! Deus não está dando à irmã nenhum sofrimento, mas apenas consolo’. Então respondi: “A irmã está muito enganada, porque justamente quando sofro muito também a minha alegria é maior e quando sofro menos, também a minha alegria é menor”. Mas essa alma deu-me a entender que não me compreendia neste particular; procurava explicar-lhe que, quando sofremos muito, temos uma grande oportunidade de demonstrar a Deus que O amamos. E quando sofremos pouco, temos pouca disponibilidade para demonstrar a Deus o nosso amor. E quando não sofremos nada, então o nosso amor não é grande e puro. Com a graça de Deus, podemos chegar ao ponto do nosso sofrimento transformar-se em prazer, isto é o que o amor sabe fazer nas almas puras’’.

Um dia sem sofrimento é um dia inútil’

Santa Teresinha do Menino Jesus, no carmelo, dizia: ‘Um dia sem sofrimento no carmelo é um dia inútil’. Lá havia uma irmã terrível, com quem santa Teresinha sentia muita dificuldade de se relacionar. Mesmo assim ela sorria para a irmã, heroicamente…

Ao sorrir para uma pessoa, nos dispomos a amá-la. Porém, em sua fraqueza, essa irmã dizia: “A irmã Teresinha deve me amar muito, talvez seja porque eu sou muito boa”. E Santa Teresinha, em seu livro “História de uma Alma”, diz claramente o quanto era custoso cada sorriso. Viver assim não é fácil porque remamos contra a maré, embora estejamos caminhando rumo ao céu.

Trago novamente para você um fato ocorrido na vida de Santa Faustina: depois de dez anos no convento, ela recebe a notícia de que sua mãe estava muito doente. No seu coração sentiu a vontade de visitá-la, mas ela disse a Jesus: “faça-se a sua vontade”. A madre recebeu uma carta da família falando da situação grave de saúde da mãe da irmã Faustina, e concedeu que ela passasse uns dias com ela. Ela parte para a casa dos pais e, estando lá, disse: “Oh!, como tudo mudou durante esses dez anos; é difícil de reconhecer. O jardim, os irmãos e irmãs eram ainda pequenos, e agora não posso reconhecê-los; todos cresceram, estou admirada por não reconhecê-los.
Stásio (irmão de Faustina) me acompanhava todos os dias até a igreja. Eu sentia o quanto esta pequena alma era agradável a Deus.

Exercitar as virtudes

Eu passei esses dias na casa e todos queriam encontrar-se comigo e conversar um pouco, cheguei a contar até vinte e cinco pessoas. Estavam interessados nos meus relatos da vida dos santos. Parecia-me que nossa casa era verdadeiramente uma casa de Deus. Quando estava cansada de falar e desejosa de solidão e silêncio eu saía sem ser notada, para o jardim, a fim de conversar a sós com Deus. Assim mesmo não conseguia fazê-lo, porque vinham os irmãos e irmãs, levavam-me para dentro e novamente era obrigada a falar, com tantos olhares fixos em mim. Mas eu conseguia uma maneira, uma forma de descanso; pedia aos irmãos que cantassem alguma coisa para mim, pois tinham lindas vozes e, além disso, um deles tocava violino e outro bandolim. Por isso, durante esse tempo, podia entregar-me à oração interior, sem evitá-los.

Custava-me muito, ainda, beijar as crianças. As mulheres, minhas conhecidas, vinham com os filhos e pediam que eu os tomasse, ao menos por um instante, nos meus braços e os beijasse. Via nisso uma grande graça e a oportunidade para exercitar-me na virtude, porque muitas estavam bastante sujas; mas, para superar e não demonstrar repulsa, eu beijava duas vezes as crianças sujas. Uma conhecida trouxe sua criança doente dos olhos, que estavam remelentos, dizendo: “Irmã, pegue-a só por um momento nos seus braços”.

A natureza sentia repulsa, mas sem me importar, peguei a criança nos meus braços e beijei duas vezes nos olhos remelentos, pedindo a Deus que melhorasse. Tive muitas oportunidades para me exercitar na virtude. Eu ouvia as queixas de todos e percebi que não havia sequer um coração alegre, porque não havia um só que amasse sinceramente a Deus e em absoluto não me admirava da situação deles. Fiquei imensamente preocupada por não poder encontrar-me com duas das minhas irmãs. Senti, interiormente, em que perigo se encontravam suas almas”.

Não perder a intimidade com Jesus Misericordioso

Mesmo diante de todas as provações, Santa Faustina não perdia a intimidade com Jesus misericordioso. Também nós podemos encontrar consolo, auxílio, esperança na Misericórdia dAquele que deu Sua vida por amor a nós.

Eliana Sá
Fonte: Comunidade Canção Nova 




Flash’s da Misericórdia Divina.


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Deus consola nossas lágrimas.



Jesus nos consolou e nos deixou o Espírito Santo como um consolador eterno.


“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco.” (S. João 14,16)



São Paulo nos diz em :

Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia! 

(2 Coríntios 1,3-4)




Muitas vezes, num momento de dor, dificuldade, por uma enfermidade, perda, sofrimento, nós acabamos chorando. Alguns choram de alegria, outros de tristeza ou num momento de fraqueza. São muitas as situações em que lágrimas brotam de nossos olhos.

Jesus também chorou (João 11-35). E é Ele quem vem nos consolar diante de nossas lágrimas. As vezes, choramos escondidos, nos sentindo arrependidos, culpados por alguma coisa.

Quando o mundo nos abandona, nosso Pai fica conosco, para enxugar nossas lágrimas e nos dar a alegria do Seu amor. Bem aventurados os que choram, pois serão consolados (Mateus 5,4).

Choramos de dores físicas, de depressão, por carência, por medo, por insegurança, dificuldades, saudade, tristeza, arrependimento e por muitos outros motivos. Mas seja qual for a razão dessas lágrimas, o Senhor está ao nosso lado. Chore e entregue suas lágrimas e sua vida a Deus. Ele é nossa força na tribulação.



Lágrimas que Curam.


Quando choramos colocamos para fora as angústias, os medos e tudo que está nos afligindo. O choro é uma forma de dizer o que estamos sentindo e revelar nossa fraqueza. Porem em Cristo não paramos na fraqueza. Como nos ensina Paulo, “quando sou fraco é que sou forte”.

No romper da nossa fraqueza, Deus cura nosso coração. As lagrimas muitas vezes são reflexo da cura que está acontecendo dentro de nós. Quando contemplamos a ação de Deus e só as lágrimas podem explicar o alívio de ser curado. Quando choramos lágrimas de cura, não choramos de dor, mas de alívio. A dor já foi vencida, mas precisa sair para fora. Libertar o que está dentro de nós e permitir que o vazio seja preenchido por Deus.

Pela ação do Espírito Santo, o consolador, o Senhor vem nos curar interiormente. Quantas vezes diante de Deus, sentimos o arrependimento de nossos erros, de nosso passado e pedimos ao Senhor que nos cure de nossas fraquezas, nos ajude em nossas dificuldades e nos liberte.

A perda de alguém que amamos também nos faz chorar.

É inevitável as lagrimas diante da morte de uma pessoa especial para nossa vida. Choramos diante da perplexidade da perda e de saudade de quem partiu assim como Jesus chorou por Lázaro. Nos momentos em que o mundo parece desabar, o Senhor esta ao nosso lado. Quem partiu vai ao encontro de Deus e Deus vem nos dar forças para superar esses momentos.

Nós cremos na vida eterna. Por isso, certos de que quem partiu foi para junto de Deus, só cabe a saudade pois sabemos que ao final da caminhada de quem morre, este está na eternidade, contemplando a face de Deus. Com o coração apertado pela ausência, precisamos ser fiéis e seguir caminhando para também irmos para junto de Deus.

O Pai sabe a razão de cada lágrimas de seus filhos.

Deus vem nos acalmar, trazer a paz e o amor, a cura e o perdão. Deus quer nos ver felizes, sorrindo. Mas por muitas vezes o mundo nos faz sofrer. Precisamos segurar firmes na mão de Deus. O Senhor vai nos consolar, Ele não nos abandona em nenhum momento.

Sempre que chorarmos, devemos louvar o Senhor. Jesus é o consolo dos aflitos. Quem chora e espera em Deus, logo verá suas lagrimas de tristeza serem transformadas em lágrimas  de alegria. É o Amor de Deus que vem trazer a felicidade e a paz ao nosso coração.



“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
(Salmo 30,5) ou (Salmo 29,6).



Num momento muito difícil da minha vida, o salmo acima foi a voz de Deus me acalmando. Este belíssimo versículo da Bíblia mostra a certeza e a confiança de que o sofrimento vai passar. É uma oração de confiança, onde não se pede para sair do sofrimento, todavia, já temos a certeza que Deus nos faz vencedor. É uma questão de tempo – no caso o tempo é ilustrado pela noite e manhã – mas na prática, significa que precisamos esperar em Deus, fortes e fiéis. Não se trata de tempo cronológico, mas a esperança de que vai chegar a vitória ! Que assim como o salmista tenhamos a graça de num momento de lagrimas de ir alem da súplica e com serenidade ter a  convicção de logo a alegria será plena, por pior que seja a situação.


Quem Me Segurou

Foi Deus


Diácono Nelsinho Correia –

Comunidade Canção Nova.






Repouso_no_Espírito_2
Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito
Experiência_com_Deus Extase_cume_da_oracao

Verdadeira autoria do Poema Pegadas na Areia.


Pegadasna Areia


Recebi um comentário referente à autoria do Poema “Pegadas na Areia”, neste comentário a pessoa faz uma correção no nome da verdadeira autora deste Poema, pois havíamos editado um Pos’t onde creditamos a autoria para Margaret Fishback Powers, uma escritora Canadense que já escreveu diversos livros e vários outros poemas.

Leia Mais abaixo:



PEGADAS NA AREIA


Poema: PEGADAS NA AREIA

Em 1987 foi comprovado nos Estados Unidos que uma cópia datada de 1939 era verdadeira e foi escrita por “Mary Stevenson” e não por “Margaret Fishback Powers no Canadá”, no entanto, o Canadá não alterou a sua versão e continua concedendo direitos autorais a Margaret Fishback Powers.

No entanto esta autoria está sendo ainda reivindicada por outras quatro pessoas.

Mary Stevenson faleceu em 1999 mas deixou seus direitos autorais para sua família que mantém um site oficial nos EUA desde 2003 com quase 2 bilhões de visitantes, onde ela conta toda a sua história e principalmente que distribuía seus poemas sem assinar seu nome a diversas pessoas que apesar de terem testemunhado não haviam dado uma prova indiscutível o que apenas foi comprovado com uma cópia encontrada em 1984.

Portanto, queremos dar os créditos devidos ao verdadeiro autor(a) deste texto que tem trazido grandes benefícios a tantas pessoas, estive lendo as histórias dos outros que reivindicam a autoria deste poema, mas pelo que parece é mesmo a história de Mary Stevenson a mais convincente.

Todos os detalhes estão em sua pagina oficial nos EUA, não copiarei aqui o que lá está escrito, pois se trata de direitos autorais protegidos por lei, mas que estão disponíveis para que qualquer um possa ler desde que use um tradutor, já que a pagina original é em inglês.


Fonte: Link Original:

http://www.footprints-inthe-sand.com/index.php?page=Poem/Poem.php

TRADUZIDO PELO GOOGLE



PEGADAS NA AREIA


Certa noite, sonhei que estava na praia
com o Senhor, e, através dos céus,
passaram cenas de minha vida.
Para cada ano que passava eram
deixadas dois pares de pegadas na areia,
um era o meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou
diante de nós olhei para trás e notei que,
muitas vezes no caminho de minha vida,
havia apenas um par de pegadas.
Notei também que isso só acontecia nos
momentos mais difíceis do meu viver,
isso aborreceu-me e perguntei
então ao Senhor:

– Senhor! Tu me deixaste… Por quê?
Se um dia me disseste que eu resolvi te
seguir que tu andarias sempre comigo.
Mas notei que durante as minhas maiores
aflições, havia na areia do caminho
da minha vida, apenas um par de pegadas.
Não entendo porque nas horas mais
difíceis de minha vida tu me deixaste.
O senhor me respondeu:

– Meu precioso filho, Eu te amo e
jamais te deixaria nos momentos
das suas provações e do teu sofrimento.
Quando viste na areia apenas um par de
pegadas, foi porque exatamente aí,
“Eu te carreguei nos braços.”




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PEGADAS NA AREIA A NOVA ALIANÇA

Pegadas na Areia PPT

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FOI DEUS https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/presente-verm.jpg

PEGADAS NA AREIA.




“Eu estava na UTI, aguardando notícias de meu esposo que sofrera um grave acidente, quando uma enfermeira, querendo me consolar, segurou minha mão e começou a recitar este poema”.  Tempos depois, qual não foi a minha surpresa, me deparei na rua com um imenso outdoor que estampava os versos Pegadas na Areia ?

Conheça a verdadeira História destes versos que correram o mundo como se fosse de um autor desconhecido.



PEGADAS NA AREIA



PEGADAS NA AREIA


Certa noite, sonhei que estava na praia
com o Senhor, e, através dos céus,
passaram cenas de minha vida.
Para cada ano que passava eram
deixadas dois pares de pegadas na areia,
um era o meu e o outro do Senhor.
Quando a última cena da minha vida passou
diante de nós olhei para trás e notei que,
muitas vezes no caminho de minha vida,
havia apenas um par de pegadas.
Notei também que isso só acontecia nos
momentos mais difíceis do meu viver,
isso aborreceu-me e perguntei
então ao Senhor:

– Senhor! Tu me deixaste… Por quê?
Se um dia me disseste que eu resolvi te
seguir que tu andarias sempre comigo.
Mas notei que durante as minhas maiores
aflições, havia na areia do caminho
da minha vida, apenas um par de pegadas.
Não entendo porque nas horas mais
difíceis de minha vida tu me deixaste.
O senhor me respondeu:
– Meu precioso filho, Eu te amo e
jamais te deixaria nos momentos
das suas provações e do teu sofrimento.
Quando viste na areia apenas um par de
pegadas, foi porque exatamente aí,
“Eu te carreguei nos braços.”



PEGADAS NA AREIA- VERA LÚCIA



PEGADAS NA AREIA Eu te levo em meus Braços

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pegadas.jpg


Marcas que o tempo não apaga.

O famoso poema Pegadas na areia faz 40 anos e sua autora lança livro no Brasil.

Publicado em 11/26/2004

MARCOS STEFANO
Jesus Site – http://jesussite.com.br/acervo.asp?Id=994

Quase todo mundo literalmente – já leu, ao menos uma vez, o poema Pegadas na areia. Em versos singelos, ele é uma mensagem que tem confortado e inspirado milhões de pessoas há exatos 40 anos. O relato é simples. Uma pessoa observa a trajetória de sua vida na forma de pegadas deixadas na areia. Ao lado das suas, há outro par de pegadas deixadas por Jesus Cristo, numa metáfora de que o Senhor sempre caminha ao lado daqueles que nele confiam. Em dado momento, contudo, o peregrino percebe que há apenas um par de pegadas marcadas no solo – justamente nos momentos mais difíceis de sua vida. Então, indaga ao Mestre porque o deixara sozinho nas horas de aflição. Jesus, então, responde ao seu interlocutor que só havia um rastro porque ele estava carregando-o nos próprios braços.

Um dos poemas mais conhecidos de todos os tempos, Pegadas na areia é particularmente querido pelos evangélicos, que encontram ali uma síntese do Evangelho. Ele já foi reproduzido de todas as formas, em quadros, cartões, marcadores de livros, bibelôs, camisetas e uma infinidade de produtos. Inúmeras residências, escolas, escritórios e hospitais ostentam, na parede, flâmulas com o texto impresso. Normalmente considerado anônimo, o que poucos sabem é que o autor, ou melhor, autora de Pegadas na areia tem nome e sobrenome. Trata-se da canadense Margaret Fishback Powers, que, além de ser uma crente convicta, mantém um ministério internacional voltado à evangelização de crianças.

Ela esteve no Brasil em julho, participando de eventos de lançamento do livro que conta a história do poema (ver seção Multimídia – Literatura nesta edição), e recebeu a reportagem de ECLÉSIA durante sua passagem por São Paulo.

“Muita gente pensa que Pegadas na areia é fruto apenas de minha criatividade. Porém, para mim, ele foi uma experiência bem real, composto em um momento de grandes expectativas e poucas certezas em minha vida”, diz a autora. Sua proximidade com a fé e as letras vêm de longe. Desde a adolescência, quando era missionária batista e dava aulas para crianças em Quebec, em seu país, ela demonstrava talento especial para escrever. A história do poema começou quando Margaret foi para um retiro de jovens da igreja, auxiliando o então namorado Paul, um dos responsáveis pelo evento. “Era o dia de Ação de Graças de 1964 e, ao chegarmos, fui dar uma volta na praia com ele”, recorda. O compromisso era recente – estavam juntos havia apenas seis semanas – e Paul acabara de pedi-la em casamento. Entretanto, o jovem casal tinha poucas esperanças de futuro. “Éramos muito diferentes um do outro. Paul tinha um passado marcado por violência e drogas. Não tínhamos perspectivas profissionais ou financeiras pela frente e nem mesmo se nossas famílias e a igreja iriam nos apoiar”, conta Margaret.

De volta do passeio, os dois notaram que as ondas apagaram algumas pegadas, deixando apenas um par visível. “Talvez isso seja um prenúncio de que nossos sonhos serão levados água abaixo”, sugeriu ela. “Não!”, protestou Paul, para, então, tomá-la em seus braços e concluir: “Teremos turbulências, mas seremos um só na caminhada. E o Senhor nos tomará assim, em seus braços, se confiarmos e tivermos fé nele”. Aquelas palavras românticas ficaram marcadas no íntimo da jovem. Naquela noite, ela não conseguiu dormir e orou bastante. No dia seguinte, apresentou ao namorado não apenas sua certeza em Deus do casamento e futuro dos dois, mas o poema que, anos depois, tanto sucesso faria, ainda com o título Eu tive um sonho.

Álbum de casamento – Paul fez questão de declamá-lo a todos no encerramento do retiro. Margaret não podia mesmo ter a menor noção da proporção que tomariam os versos simples que acabara de escrever. Anos depois, já casada, ela reencontraria sua obra de forma completamente inesperada. Seu marido sofreu um acidente e recuperava-se no hospital. “Eu estava na UTI, e uma enfermeira, querendo me consolar, segurou minha mão e começou a recitar o poema”, conta Paul Powers, hoje um respeitado pastor batista em Vancouver, no Canadá. E as surpresas não pararam. Tempos depois, qual não foi o susto de Margaret ao se deparar na rua com um imenso outdoor que estampava os versos? “Voltei correndo para casa, toda eufórica”, lembra.

A partir dali, a luta foi para provar que o poema, já então conhecido como Pegadas na areia, não era anônimo. “Tínhamos mais de 200 testemunhas que o ouviram e receberam uma cópia naquele retiro. Além disso, ainda o havia escrito na abertura de nosso álbum de casamento, em 1965”, explica Margaret. Tendo sua autoria reconhecida, ela tornou-se uma celebridade. Margaret não arrisca dizer como Pegadas se espalhou pelo mundo, nem em quantos lugares já chegou. Mas certamente são muitos. Apenas o livro que conta sua história, e que agora chega ao Brasil já foi publicado em outros 20 países. “É o agir de Deus”, simplifica a autora, uma simpática senhora que prefere não revelar a idade. Ela já escreveu dez livros e compôs outros 16 mil poemas, a maioria com temática cristã. Alguns também são bastante conhecidos pelo público brasileiro, como Carta de um amigo, que muitas igrejas evangélicas utilizam como material evangelístico.

O talento literário da poetisa também é instrumento de ação social. O casal criou e dirige a Little people Ministry Association, ministério interdenominacional que promove assistência a crianças de todo o mundo. “Agora estamos treinando jovens que trabalharão na evangelização infantil em países como Tailândia, Costa Rica, Japão e no Caribe”, diz Paul Powers.

Uma boa parte dos recursos do ministério vem dos direitos autorais da obra de Margaret. Além disso, seus textos são alguns dos principais recursos didáticos do Little people, usados nas aulas para crianças em milhares de escolas, hospitais e orfanatos.

Naturalmente, a autora tem recebido, ao longo desses anos, inúmeros relatos de gente que associa Pegadas na areia a alguma situação de suas vidas. Geralmente, são pessoas que encontraram no poema alento em situações de dor, doença ou morte. Um dos casos que mais a emocionou foi o de um soldado americano na primeira Guerra do Golfo, entre 1990 e 1991. “Li num jornal que um fuzileiro sobreviveu inexplicavelmente ao atravessar um campo minado”. O curioso é que o recruta passou pelo terreno sem saber dos artefatos enterrados, que só foram descobertos pelos rastreadores depois. Algumas minas estavam exatamente ao lado de suas pegadas. “Muita gente disse que foi pura sorte, mas o rapaz fez questão de mencionar o poema e dizer que foi Cristo que o carregou nos braços ali”; comenta Margaret.

Do livro “Pegadas na areia”

Margareth Fishback Powers

Editora Fundamento

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Pregadores do Reino
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Pregadores do Reino

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O ALPINISTA EXTRAORDINÁRIO. COMO UMA BOMBA


olhos vermelhos https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/03/presente-verm.jpg FOI DEUS


Oração de São Francisco de Assis.



Senhor,

fazei-me um instrumento de Vossa paz.

Onde houver ódio, que eu leve o amor.

Onde houver ofensa, Que eu leve o Perdão.

Onde houver discórdia, que eu leve a união.

Onde houver dúvida, que eu leve a fé.

Onde houver erro, que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria.

SÃO FRANCISCOE onde houver trevas,

que eu leve a luz.

Onde há dúvida,

que eu leve a fé.

Onde há ódio,

que eu leve o amor.

Onde há ofensa,

que eu leve o perdão.

Que eu leve a união.

Onde há discórdia,

Onde houver erro,

que eu leve a verdade.

Onde houver desespero, que eu leve a esperança.

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Onde Houver Tristeza, que eu leve a alegria, a, a, a…

Senhor, fazei de mim um Instrumento de vossa Paz.

Ó mestre, que eu não busque tanto

Ser consolado, mas consolar.

Ser compreendido, mas compreender.

Ser amado, mas amar.

Porque é dando que se recebe.

É esquecendo que se encontra.

E é perdoando que se encontra o perdão.

E é morrendo que se

Ressuscita para a Vida Eterna, a, a, a…

Senhor, fazei de mim um instrumento de Vossa paz….


ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO

PARA IMPRIMIR



SÃO FRANCISCO SÃO FRANCISCO

FRANCISCO E CLARA