O maior tesouro que existe!





Já se perguntou alguma vez qual é o mais incrível e incalculável tesouro pessoal de Deus? Será que nas Escrituras Sagradas encontramos a resposta?

Pasmem, sim, está escrito!

Quando falamos em tesouro já visualizamos a caverna secreta de Ali Babá e os 40 ladrões que tinha uma enorme pedra que servia de porta e deixava o lugar impenetrável, a enorme pedra só se movia quando se dizia a frase mágica “Abre-te Sésamo” um lugar cheio de ouro, prata, pedras preciosas e muitos objetos valiosos, algo que expresse um valor imensurável e que deve ser guardado e bem protegido e até escondido.

Está disponível na web uma lista das pedras preciosas mais caras e cobiçadas do planeta, está em primeiro lugar um diamante rosa de quase 60 quilates descoberto a apenas 21 anos (1999) e que foi vendido por 71,2 milhões de dólares em Hong Kong.  Quem comprou o “Pink Star” ou “Estrela Rosa” tem agora um tesouro inestimável.

Sei que possuir este tesouro é um privilegio que poucos poderiam ter, mas a verdade é que cada pessoa em particular possui um grande tesouro que não trocaria jamais por coisa alguma, nem mesmo por esse enorme diamante tão caro.   Toda pessoa, por mais pobre que seja tem ago de muito valor bem guardado a sete chaves, salientamos aqui que “Muito valor” não significa “Alto preço”, já falamos sobre isso em outro post. Em Isaías 39,2 o rei Ezequias mostra aos representantes do rei da Babilônia a casa do seu tesouro, com prata, ouro, especiarias e os melhores unguentos, um tesouro fantástico que gera muita cobiça, causa de guerras e muitas mortes – infelizmente.

Então qual seria o seu maior tesouro?

E quanto ao nosso Criador? Dono de toda a prata e ouro que existem? O que poderia ser, para Ele o bem mais valioso, mais raro do que tudo no mundo?

Em Êxodo 19,5 e 6 temos uma resposta: “Se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.” 

Deus escolheu o povo de Israel como seu tesouro pessoal e essa escolha teve características diferenciadas, as quais devemos trazer para nossa vida pessoal hoje: obedecer e guardar a aliança. A maior parte das vezes desejamos a aliança, o amor e a misericórdia divina, mas ignoramos a obediência.

Em João 14,21 Jesus diz: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele” Aquele que guarda os mandamentos e obedece fielmente torna-se nação santa aos olhos do Pai.

Em (Isaías, 49,16) está escrito Eis que estás gravado na palma de minhas mãos, tenho sempre sob os olhos tuas muralhas.*”, estas promessas e essas palavras dirigidas ao povo de Israel na “antiga aliança”, agora na nova aliança foram transferidas para cada um de nós em particular que aceitamos Jesus como nosso Senhor e Salvador como o profeta Isaías se refere no primeiro versículo deste mesmo capítulo “O Senhor chamou-me desde meu nascimento; ainda no seio de minha mãe, ele pronunciou o meu nome.*”
(Isaías, 49,1)   A
gora ficou muito claro que este tesouro é você, sim é você mesmo a coisa mais preciosa que Deus possui, por isso Ele dispensou tanto amor a ponto de enviar Jesus seu único filho para lhe resgatar das trevas para a sua maravilhosa luz. (S. João 3,16)



Afinal, você tem sido este tesouro pessoal de Deus?  Pare um momento e reflita nesta mensagem viva e eficaz contida em Êxodo 19,5 e 6, ela com certeza serve para nós. O profeta Malaquias afirma que Deus tem compaixão do filho que lhe obedece, quando se torna Seu tesouro pessoal (Mal. 3,17).

Que possamos estar cada vez mais no centro da vontade de Deus, preciosos, mantendo-nos num processo de santificação e adoração, até a volta de Jesus, com a convicção de que seremos por Ele chamados como lemos em S. Mateus 25,34 – Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuir por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.



Amém.




 


O Milagre do pouco – 5 pães e 2 peixes.




Entre os milagres que Jesus realizou, existe um que pode nos ajudar a refletir sobre o nosso presente, como também sobre o nosso possível futuro.

O Evangelho de Jesus Cristo segundo João (6,1-15) narra a multiplicação dos pães e dos peixes, realizado por Jesus de Nazaré, para alimentar uma grande multidão, composta de cinco mil homens, sem contar as mulheres e as crianças.

Na verdade, o próprio Jesus não tinha nada no seu bornal para compartilhar com aquelas pessoas. No entanto, havia ali um menino com cinco pães de cevada e dois peixes, e que colocou o que tinha à disposição do Mestre, para que pudesse multiplicar em grande quantidade, tanto que, depois de terem comido, recolheram doze cestos dos pedaços que sobraram.

O autor do milagre é, sem dúvida, Jesus, mas se aquele menino não estivesse ali com o pouco que tinha colocado à disposição de todos, aquela multidão que tinha seguido o Messias não teria saciado a sua fome.

No contexto em que vivemos atualmente, repleto de lutas, correria e desespero, renúncias e sofrimentos, caracterizado por uma realidade politico-sócio-econômica-cultural dramática, o gesto desse menino, que põe à disposição o seu “quase nada” para os outros é, sem dúvida, uma referência para toda a comunidade humana, seja ela cristã ou não.

Naquele contexto histórico de limitação concreta, aquele menino, sem pensar ou refletir muito sobre a condição transcendental do homem, sobre as tendências e condições sexuais de cada um ou sobre a possibilidade de ganhar algo em troca, coloca tudo o que tem à disposição para todos os que ali estavam famintos.

Parece que ele havia compreendido que o que deveria determinar a sua ação era, de fato, a necessidade humana ali manifestada. A vida humana ameaçada, nesse caso, pela fome.

Aqui e agora, nós também, sem muitas considerações de merecimentos ou outras quaisquer condições, somos chamados como comunidade internacional, nacional e local, mas também enquanto indivíduos, a imitar o comportamento daquele menino com os seus cinco pãezinhos e dois peixinhos. Aliás, a empatia demonstrada pelo menino é cada vez mais urgente, como é urgente mais humanidade.

O nosso Brasil, no atual contexto, se quiser encontrar alguma possibilidade ou oportunidade de renovação, precisa colocar de lado os próprios egoísmos descobrindo, com coragem, como abrir-se à possibilidade de uma existência baseada na confiança recíproca, na centralidade da pessoa, na honestidade nas atividades das Instituições, como também no desenvolvimento e busca pelo trabalho justo e digno, colocando alguma coisa de cada um, ainda que pouco, para os outros. Altruísmo, sim!

As questões econômicas, à luz das recentes descobertas de corrupção na política e dos políticos, que estamos presenciando e sofrendo ultimamente, nos induzem a pensar que um país unido pela superação do descrédito nas instituições, pela ética e honestidade para vencer a corrupção passa, necessariamente, por uma nova postura baseada não nos interesses dos grandes grupos financeiros que exploram para ganhar e lucrar cada vez mais. Não esperemos isso deles! O menino dos cinco pães e dos dois peixes nos ensina a lição de que isso deixa de ser utopia quando começa por mim e comigo.

Se não houver disposição para um salto de qualidade de postura e comportamento humanos, de colocar o pouco de cada um à disposição do bem comum, em todos os setores da vida social, nenhuma eleição possibilitará a melhora e o desenvolvimento das condições sociais, indiferentemente dos candidatos que teremos na disputa eleitoral.

A crise econômica acompanhada e alimentada por uma crise cultural e de valores, nos coloca seriamente diante de um limite: a única saída está na constatação de que já não é possível considerar a coisa pública, de modo geral, como até agora tem sido feito e pensado. O país não suporta mais!

Para mudar essa “marcha” para a superação e o avanço, além do esforço das instituições e movimentos, leigos e/ou religiosos é necessária, antes de tudo, uma renovação/reforma política real – não a mera substituição dos nomes nas siglas dos partidos – chamada a formar as futuras gerações para administrar e gerir o bem comum como opção para uma verdadeira busca do bem de todos e de cada um.

Para que isso ocorra, ouso dizer, todos os sujeitos políticos, não apenas os homens da política, antigos e recentes, tem um único caminho para oferecer algo novo: colocar à disposição o que possuem, apresentar a sua boa vontade para com o todo, sem esconder ou roubar para si, como fez o menino do Evangelho, ainda que sejam cinco pães e dois peixes.


Frei Alfredo Francisco de Souza, SIA – Missionário Inaciano


 



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Vaso novo nas mãos do oleiro.




1. Estudo

O grande desejo de nossa alma é ser inteiramente do Senhor, mesmo diante das nossas quedas e fracassos. Especialmente nestes dias difíceis em que vivemos hoje, isso se torna cada vez mais desafiador.

Jeremias, um dos grandes profetas da Bíblia, nos ensina como devemos lidar com estas situações, pois Israel era dominado pelo rei da Babilônia e vivia sob tempos de opressão. Deus chama Jeremias e lhe confia um povo. É uma grande vocação, que gera um grande testemunho. A Palavra do Senhor é como um bálsamo que extasia a todos que têm acesso a ela.

Depois de ouvir, por algum tempo, a Palavra de Deus, Israel começou a rejeitá-la e esta foi se tornando áspera a seu povo a ponto de Jeremias ser rejeitado por ele. Então o profeta entra em uma espécie de crise e reclama a Deus, que em vez de brigar com o povo, diz ao profeta: “Se te converteres, converterei teu coração.” O Senhor poderia ter se dirigido ao povo, mas falou a Jeremias, que ficou desanimado.

Amados, o povo tinha cabeça dura, por isso o profeta estava desanimado, mas a Palavra do Senhor o animou: “Se te converteres, converterei teu coração”. Ele encontra força no Senhor, que usou de pedagogia para animá-lo. Mesmo diante da dureza do povo, o Senhor vai além.

Na liturgia de hoje, o Senhor manda que o profeta vá até o oleiro: “Levanta-te e vai à casa do oleiro, e ali te farei ouvir minhas palavras”. É isso, somos assim como Jeremias: vasos de barro, mas Senhor é o Oleiro, que é capaz de nos converter e de fazer do vaso, por vezes, quebrado, um vaso novo. Deus não está aqui para nos jogar fora, mas está aqui para nos edificar. É necessário que sejamos trabalhados e queiramos ser refeitos! O Senhor nos concede a liberdade e, a partir daí, o extraordinário pode acontecer: a conversão de um coração.

Mesmo diante de qualquer situação que você esteja vivendo, sempre tem jeito, pois não existe caso perdido para Deus. Se você se coloca nas mãos do Oleiro e tem a coragem de permitir que o Senhor o refaça, saiba que Ele vem para lhe trazer a paz e não o humilhar. Jesus quer lhe dar a vida nova.

“Amados, a paz é fruto do diálogo!”, assim, fica fácil entender o Evangelho: é na simplicidade que o Senhor age! Sem dúvida, amados, é pela simplicidade do Evangelho que teremos o Céu por garantia! Sabemos que há pessoas que agem com má-fé, mas tenhamos um coração simples. Precisamos ter um coração que busque viver a bondade, aqueles que optam por viver na maldade, se não se converterem, poderão se complicar quando chegar a hora de prestarem contas a Deus. Façamos, pois, a melhor escolha: rendamo-nos ao Senhor e permitamos que Ele entre em nosso coração e mude nossa vida. Não trilhemos o caminho da maldade, mas antes, convertamo-nos ao bem. A nossa alma precisa ter sede de Deus e contar sempre com a Divina Misericórdia.

Saibam meus irmãos, se assim agirmos viveremos dias de graças sobre graças, pois Deus não veio para nos afundar, mas para nos levantar e nos trazer a paz. Amados, a paz é fruto de um diálogo! Como tem nos ensinado muito bem o Papa Francisco: “O diálogo é o fundamento da paz”. Se estivermos vivendo em tempos de guerra uns com outros, caímos na divisão. Quem não erra? Todos nós erramos, por isso, precisamos constantemente pedir perdão. Se ficarmos nisso, não seremos um vaso novo nas mãos do Divino Oleiro. Para que haja a paz é preciso que nos rendamos às mãos do Divino Oleiro.



Padre Hamilton Nascimento

Transcrição e adaptação: Luana Oliveira – Canção Nova
https://eventos.cancaonova.com/pregacoes/vaso-novo-nas-maos-do-oleiro/

 



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Deus é um Deus de Amor – São Francisco.



DEUS É UM DEUS DE AMOR





“Deus é Deus de amor que transforma a semente em árvore, em fruto que alimenta a vida, e, por vezes, o luto!…

Deus é Deus de amor que muda o ninho dos pensamentos em ninho de luz; que muda as idéias em ação que nos conduz, ou deixa que nós caiamos, para compreender Jesus.

Deus é Deus de amor que nos deu os pés, para que haja caminhada, nos ofertou as mãos, para dar trabalho à enxada; mas, se ferirmos o companheiro, erramos a estrada.

Deus é deus de amor que nos deu a cabeça para pensar, que nos premiou com o coração para amar; quem aceita o ódio, não pode cantar.

Deus é Deus de Amor que tudo fez, sem usar o alarde, que tudo faz, mesmo que achemos tarde; que nunca diz: Sois covardes.

Deus é Deus de amor que nos deu o verbo e nos ensina a falar, que nos deu a boca e nos ensina a cantar: que nos deu o coração e nos ensina a amar.”                           


  ( São Francisco de Assis )


“Quem ler e entender o Evangelho em Espírito e Verdade, encontrará nele Deus e o céu, os Anjos e o próprio paraíso, tudo a nos esperar, aguardando que façamos a nossa parte, para recebermos o prêmio da felicidade.” S. Francisco







Quando não há nada mais

a ser dito, silencia.



Quando não há nada mais a ser dito, silencia. Quando não há mais nada a ser feito, permitas apenas ser, apenas estar e fica na companhia do teu coração e este indicará o momento apropriado para agires. Quando a lentidão dos dias acomodar tua vontade, enlaçando-te com os nós da intranquilidade, descansa e refaz tua energia. Não há pressa.

A prioridade é que tu encontres novamente a tua essência para que tenhas presente em ti a alegria de ser e estar. Quando o vazio instalar-se em teu peito, dando-te a sensação de angústia e esgotamento, repara tua atenção e encontra em ti mesmo a compreensão para este estado.

É necessário descobrirmo-nos em tais estados, para que estes não se transformem no desconhecido, no incontrolável. Tudo pode ser mudado, existe sempre uma nova escolha para qualquer opção errada que tenhas feito.

Quando ouvires do teu coração que não há nenhuma necessidade em te preocupares com a vida, saibas que ele apenas quer que compreendas que nada é tão sério a ponto de te perderes para sempre da tua divindade, ficando condenado a não ver mais a luz que é tua por natureza. Não te preocupes. Se estiveres atento a ti mesmo verás que a sabedoria milenar está contigo, conduzindo-te momento a momento àquilo que realmente necessitas viver.

Confia e vai em teu caminho de paz. Nada é mais gratificante que ver alguém submergindo da escuridão apenas por haver acreditado na existência da luz. Ela sempre esteve presente… Era só abrir os olhos…


(Mensagem de São Francisco de Assis)


Oração_abre_as_portas_para_a_presença_de_Deus
Oração_não_eh_uma_Varinha_magica_Papa_Francisco


Novo texto


editando


“.”                           


  ( São Francisco de Assis )



Frases e Ensinamentos de Francisco de Assis.



Os mais Conhecidos e Melhores Ensinamentos e Frases de Francisco de Assis.




Os 12 ensinamentos de São Francisco de Assis


São Francisco de Assis ensinou muito. Falou sobre fé, humildade, amor ao próximo, compaixão. Conheça alguns de seus  ensinamentos mais divulgados, um verdadeiro legado para a humanidade.

Quem foi São Francisco de Assis

Batizado com o nome de Francisco Bernardone e nascido na Itália em 1182, Francisco de Assis foi canonizado pela Igreja Católica em 16 de julho de 1228 devido ao seu estilo de vida, baseado nos ensinamentos da Bíblia: viver humildemente.

Além de ser conhecido pela vida de pobreza e humildade, São Francisco de Assis também é muito conhecido como padroeiro dos animais.

As maiores bençãos de São Francisco de Assis foram os ensinamentos deixados para nós, para que sejamos cada vez mais pessoas melhores para com o próximo e desta forma estar cada vez mais perto dos ensinamentos de Deus.


Francisco de Assis

“Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado… Resignação para aceitar o que não pode ser mudado… E sabedoria para distinguir uma coisa da outra.”

― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Onde há amor e sabedoria, não tem temor e nem ignorância.”



Francisco de Assis

“Apenas um raio de sol é suficiente para afastar várias sombras.”


Francisco de Assis

“O que temer? Nada. A quem temer? Ninguém. Por que? Porque aqueles que se unem a Deus obtém três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez, sem vinho e vida sem morte.”



Francisco de Assis

“Não te envergonhes se, às vezes, animais estejam mais próximos de ti do que pessoas. Eles também são teus irmãos.”


Francisco de Assis

“Devemos aceitar com serenidade as coisas que não podemos modificar, ter coragem para modificar as que podemos e sabedoria para perceber a diferença.”



Francisco de Assis

“Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras.”
― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida.”



Francisco de Assis

Enche-se de felicidade aquele que vê, sem inveja, a felicidade dos outros.”
― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Um ser humano vale o que ele é aos olhos de Deus e nada mais.”



Francisco de Assis

“Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível.”


Francisco de Assis

“O homem deveria tremer, o mundo deveria vibrar, o Céu inteiro deveria comover-se profundamente quando o Filho de Deus aparece sobre o altar nas mãos do sacerdote.”



Francisco de Assis

“Já foi o tempo em que acreditei em palavras.”


Francisco de Assis

“Todos os seres são iguais, pela sua origem, seus direitos naturais e divinos e seu objetivo final.”



Francisco de Assis

“Irmãos comecemos, pois até agora pouco ou nada fizemos.”


Francisco de Assis

“Para pregar a Paz, primeiro você deve ter a Paz dentro de você. Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz.”


Francisco de Assis

“Tome cuidado com a sua vida, talvez ela seja o único evangelho que as pessoas leiam.”


Francisco de Assis

“Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.”

― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Porque os anjos têm asas como as aves. Porque os homens têm pêlos como os bichos. E todos nós temos alma como Deus!”


Francisco de Assis

“Não vos esforceis pelas honras do mundo, mas honrai o SENHOR.”


Francisco de Assis

“A cortesia é irmã da caridade, que apaga o ódio e fomenta o amor.”


Francisco de Assis

“Meu Deus é meu tudo.”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“É, pois uma grande vergonha para nós outros servos de Deus, terem os santos praticados tais obras, e nós querermos receber honra e glória somente por contar e pregar os que eles fizeram.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Irmão lobo, você prejudica a muitos nestas paragens e faz um grande mal. Todas estas pessoas o acusam e o amaldiçoam. Mas, irmão lobo, eu gostaria de fazer a paz entre você e essas pessoas.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O que era amargo tornou-se doce.”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Que a paz de Deus esteja com você.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Quem a tudo renuncia, tudo receberá.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Irmão Antônio, tu tens muito estudo. Mas jamais te esqueças da oração…”

― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Aprendamos com as pedras…”

― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O céu é que sustenta a Terra.”

>― Francisco de Assis


Francisco de Assis

“… doravante não direi mais pai Bernardone, mas Pai nosso que estás no céu…”

>― Francisco de Assis



Francisco de Assis

“Se algo rouba a paz no meu coração é porque ocupou o lugar de Deus.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“O bem que espero é tão grande que todo sofrimento é prazer para mim.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“Choro as dores e humilhações do meu Senhor. O que mais me faz chorar é que os homens, por quem Ele sofreu tanto, vivem esquecidos d’Ele.”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

Quando digo Ave Maria, os céus sorriem os anjos se rejubilam, o mundo se alegra, treme o inferno e fogem os demônios. Vos sois ó Maria, a filha do Altíssimo Pai Celestial, a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo e a esposa do Divino Espírito Santo.

Francisco de Assis


Francisco de Assis

(…) O Amor não é amado! Como é que os homens podem amar uns aos outros se não amam o Amor?

Francisco de Assis


Francisco de Assis

Ler a Sagrada Escritura significa pedir o conselho de Cristo

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“”

Francisco de Assis


Francisco de Assis

“”

Francisco de Assis




Textos de Padre Fábio de Melo.




6 – TEXTOS DO PADRE FÁBIO DE MELO


Textos que são verdadeiras lições de vida! As lindas palavras do Padre Fábio de Melo para você:


1. O peso que a gente leva.



Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado?As perguntas são muitas… E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez?

Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.

É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.

E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu, eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.

É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro.

Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias… Hospitais, asilos, internatos…

Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.

Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.


Retirado de: http://www.fabiodemelo.com.br




2. Pecados públicos



Não reclamo. Apenas constato. Tem ficado cada vez mais difícil a gente se reconciliar com os erros cometidos. O motivo é simples. A vida privada acabou. O acontecimento particular passa a pertencer a todos. A internet é um recurso para que isso aconteça. Os poucos minutos noticiados não cairão no esquecimento. Há um modo de fazê-los perdurarem. Quem não viu poderá ver. Repetidas vezes. É só procurar o caminho, digitar uma palavra para a busca.

Tudo tem sido assim. A socialização da notícia é um fato novo, interessantíssimo. Possibilita a informação aos que não estavam diante da TV no momento em que foi exibida.

A internet nos oferece uma porta que nos devolve ao passado. Fico fascinado com a possibilidade de rever as aberturas dos programas do meu tempo de infância. As imagens que permaneciam vivas no inconsciente reencontram a realidade das cores, movimentos e dos sons.

Mas o que fazer quando a imagem disponível refere-se ao momento trágico da vida de uma pessoa? Indigência exposta, ferida que foi cavada pelos dedos pontiagudos da fragilidade humana? Ainda é cedo para dizer. Este novo tempo ainda balbucia suas primeiras palavras.

O certo é que a imagem eterniza o erro, o deslize. Ficará para posteridade. Estará resguardada, assim como o museu resguarda documentos que nos recordam a história do mundo.

Coisas da contemporaneidade. Os recursos tecnológicos nos permitem eternizar belezas e feiuras.

Uma fala sobre o erro. Eles nascem de nossa condição humana. Somos falíveis. É estatuto que não podemos negar. Somos insuficientes, como tão bem sugeriu o filósofo francês, Blaise Pascal. O bem que conhecemos nem sempre atinge nossas açõesTodo mundo erra. Uns mais, outros menos. Admitir os erros é questão de maturidade. Esperamos que todos o façam. É nobre assumir a verdade, esclarecer os fatos. Mais que isso. É necessário assumir as conseqüências jurídicas e morais dos erros cometidos. Não se trata de sugerir acobertamento, nem tampouco solicitar que afrouxem as regras. Quero apenas refletir sobre uma das inadequações que a vida moderna estabeleceu para a condição humana.

Tenho aprendido que o direito de colocar uma pedra sobre o erro faz parte de toda experiência de reconciliação pessoal. Virar a página, recomeçar, esquecer o peso do deslize é fundamental para que a pessoa possa ser capaz de reassumir a vida depois da queda. É como ajeitar uma peça que ficou sem encaixe. O prosseguimento requer adequação dos desajustes. E isso requer esquecer. Depois de pagar pelo erro cometido a pessoa deveria ter o direito de perder o peso da culpa. O arrependimento edifica, mas a culpa destrói.

Mas como perder o malefício do erro se a imagem perpetua no tempo o que na alma não queremos mais trazer? Nasce o impasse. O homem hoje perdoado ainda permanecerá aprisionado na imagem. A vida virtual não liberta a real, mas a coloca na perspectiva de um julgamento eterno. A morbidez do momento não se esvai da imagem. Será recordada toda vez que alguém se sentir no direito de retirar a pedra da sepultura. E assim o passado não passa, mas permanece digitalizado, pronto para reacender a dor moral que a imagem recorda.

Estamos na era dos pecados públicos. Acusadores e defensores se digladiam nos inúmeros territórios da vida virtual. Ambos a acenderem o fogo que indica o lugar onde a vítima padece. A alguns o anonimato encoraja. Gritam suas denúncias como se estivessem protegidos por uma blindagem moral. Como se também não cometessem erros. Como se estivessem em estado de absoluta coerência. No conforto de suas histórias preservadas, empunham as pedras para atacar os eleitos do momento.

O fato é que o pecador público exerce o papel de vítima expiatória social. Nele todas as iras são depositadas porque nele todas as misérias são reconhecidas. No pecado do outro nós também queremos purgar o pecado que está em nós. Em formatos diferentes, mas está. Crimes menores, maiores; não sei. Mas crimes. Deslizes diários que nos recordam que somos território da indigência. O pecador exposto na vitrine deixa de ser organismo. Em sua dignidade negada ele se transforma em mecanismo de purificação coletiva. É preciso cautela. Nossos gritos de indignação nem sempre são sinceros. Podem estar a serviço de nossos medos. Ao gritar a defesa ou a condenação podemos criar a doce e temporária sensação de que o erro é uma realidade que não nos pertence. Assumimos o direito de nos excluir da classe dos miseráveis, porque enquanto o pecador permanecer exposto em sua miséria, nós nos sentiremos protegidos.

Mas essa proteção que não protege é a mãe da hipocrisia. Dela não podemos esperar crescimento humano, nem tampouco o florescimento da misericórdia. Uma coisa é certa. Quando a misericórdia deixa de fazer parte da vida humana, tudo fica mais difícil. É a partir dela que podemos reencontrar o caminho. O erro humano só pode ser superado quando aquele que erra encontra um espaço misericordioso que o ajude a reorientar a conduta.

Nisso somos todos iguais. Acusadores e defensores. Ou há alguém entre nós que nunca tenha necessitado de ser olhado com misericórdia?


Retirado de: http://www.fabiodemelo.com.br




3. SÓ DÊ OUVIDOS A QUEM TE AMA



Só dê ouvidos a quem te ama. Outras opiniões, se não fundamentadas no amor, podem representar perigo. Tem gente que vive dando palpite na vida dos outros. O faz porque não é capaz de viver bem a sua própria vida. É especialista em receitas mágicas de felicidade, de realização, mas quando precisa fazer a receita dar certo na sua própria história, fracassa.

Tem gente que gosta de fazer a vida alheia a pauta principal de seus assuntos. Tem solução para todos os problemas da humanidade, menos para os seus próprios. Dá conselhos, propõe soluções, articula, multiplica, subtrai, faz de tudo para que o outro faça o que ele quer.

Só dê ouvidos a quem te ama, repito. Cuidado com as acusações de quem não te conhece. Não coloque sua atenção em frases que te acusam injustamente. Há muitos que vão feridos pela vida porque não souberam esquecer os insultos maldosos. Prenderam a atenção nas palavras agressivas e acreditaram no conteúdo mentiroso delas.

Há muitos que carregam o fardo permanente da irrealização porque não se tornaram capazes de esquecer a palavra maldita, o insulto agressor. Por isso repito: só dê ouvidos a quem te ama. Não se ocupe demais com as opiniões de pessoas estranhas. Só a cumplicidade e conhecimento mútuo pode autorizar alguém a dizer alguma coisa a respeito do outro.

Ando pensando no poder das palavras. Há palavras que bendizem, outras que maldizem. Descubro cada vez mais que Jesus era especialista em palavras benditas. Quero ser também. Além de bendizer com a palavra, Ele também era capaz de fazer esquecer a palavra que amaldiçoou. Evangelizar consiste em fazer o outro esquecer o que nele não presta, e que a palavra maldita insiste em lembrar.

Quero viver para fazer esquecer… Queira também. Nem sempre eu consigo, mas eu não desisto. Não desista também. Há mais beleza em construir que destruir.

Repito: só dê ouvidos a quem te ama. Tudo mais é palavra perdida, sem alvo e sem motivo santo.

Só mais uma coisa. Não te preocupes tanto com o que acham de ti. Quem geralmente acha não achou nem sabe ver a beleza dos avessos que nem sempre tu revelas.

O que te salva não é o que os outros andam achando, mas é o que Deus sabe a teu respeito.


Retirado de: http://www.fabiodemelo.com.br






4. Hoje é Tempo de Ser Feliz!



A vida é fruto da decisão de cada momento. Talvez seja por isso, que a ideia de plantio seja tão reveladora sobre a arte de viver.

Viver é plantar. É atitude de constante semeadura, de deixar cair na terra de nossa existência as mais diversas formas de sementes.

Cada escolha, por menor que seja, é uma forma de semente que lançamos sobre o canteiro que somos. Um dia, tudo o que agora silenciosamente plantamos, ou deixamos plantar em nós, será plantação que poderá ser vista de longe…

Para cada dia, o seu empenho. A sabedoria bíblica nos confirma isso, quando nos diz que “debaixo do céu há um tempo para cada coisa!”

Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura.

Felicidade talvez seja isso: alegria de recolher da terra que somos, frutos que sejam agradáveis aos olhos!

Infelicidade, talvez seja o contrário.

O que não podemos perder de vista é que a vida não é real fora do cultivo. Sempre é tempo de lançar sementes… Sempre é tempo de recolher frutos. Tudo ao mesmo tempo. Sementes de ontem, frutos de hoje, Sementes de hoje, frutos de amanhã!

Por isso, não perca de vista o que você anda escolhendo para deixar cair na sua terra. Cuidado com os semeadores que não lhe amam. Eles têm o poder de estragar o resultado de muitas coisas.

Cuidado com os semeadores que você não conhece. Há muita maldade escondida em sorrisos sedutores…

Cuidado com aqueles que deixam cair qualquer coisa sobre você, afinal, você merece muito mais que qualquer coisa.

Cuidado com os amores passageiros… eles costumam deixar marcas dolorosas que não passam…

Cuidado com os invasores do seu corpo… eles não costumam voltar para ajudar a consertar a desordem…

Cuidado com os olhares de quem não sabe lhe amar… eles costumam lhe fazer esquecer que você vale à pena…

Cuidado com as palavras mentirosas que esparramam por aí… elas costumam estragar o nosso referencial da verdade…

Cuidado com as vozes que insistem em lhe recordar os seus defeitos… elas costumam prejudicar a sua visão sobre si mesmo.

Não tenha medo de se olhar no espelho. É nessa cara safada que você tem, que Deus resolveu expressar mais uma vez, o amor que Ele tem pelo mundo.

Não desanime de você, ainda que a colheita de hoje não seja muito feliz.

Não coloque um ponto final nas suas esperanças. Ainda há muito o que fazer, ainda há muito o que plantar, e o que amar nessa vida.

Ao invés de ficar parado no que você fez de errado, olhe para frente, e veja o que ainda pode ser feito…

A vida ainda não terminou. E já dizia o poeta “que os sonhos não envelhecem…”

Vai em frente. Sorriso no rosto e firmeza nas decisões.

Deus resolveu reformar o mundo, e escolheu o seu coração para iniciar a reforma.

Isso prova que Ele ainda acredita em você. E se Ele ainda acredita, quem sou eu para duvidar… (?)


Retirado de: http://www.fabiodemelo.com.br




5 – Uma Questão de Escolha



O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las.

Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples…

Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio.

Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar.

Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: O Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que escolhemos dizer.

É simples


Retirado de: http://www.fabiodemelo.com.br




6 – Amar Alguém:



Na vida, a gente só sabe que ama alguém, a gente só tem o direito de dizer a alguém que a amamos depois de ter dito infinitas vezes a esse mesmo alguém a frase: eu perdoo você. Porque na verdade a gente só sabe que ama, depois de ter tido a necessidade de perdoar. Antes do perdão a gente pode ter admiração por alguém, mas admirar alguém ainda não é amar, porque admiração não nos leva a dar a vida pelo outro. Admiração é um sentimento, uma situação superficial, eu admiro aquela pessoa, mas eu sei que amo depois de ter olhado nos olhos, saber que errou, que não fez nada certo e ainda sim eu continuar dizendo que “eu não sei viver sem você”, “apesar de ter errado tanto continuas sendo tão especial para mim”.

A gente sabe que ama as pessoas assim, depois de ter feito o exercício de olhar nos olhos no momento que ela não merece ser olhada e descobrir ainda ali uma chance, ainda não acabou. Coisa boa na vida é a gente encontrar gente que nos trate assim com esse nível de verdade, gente que nos conhece de verdade, que já foi capaz de conhecer todas as nossas qualidades, mas também todos os nossos defeitos, porque eu não sou só qualidades, eu tenho um monte de defeitos, e só me sinto amado no dia que o outro sabe dos meus defeitos e mesmo assim continua acreditando em mim, muitas vezes nosso amor não é assim, a gente ama o outro pelo que ele faz de certo ou de bom pra nós, e as vezes até elegemos o outro assim “ele é bom demais pra mim”. E o dia que deixa de ser? Deixou de ser amigo? No dia que falhou, que errou, que esqueceu, no dia que não conseguiu acertar, continua tendo valor pra você? Ou você só ama aqueles que conseguem lhe fazer o bem? Jesus disse que não tinha mérito nenhum em amar aqueles que nos amam, que o mérito está em amar o outro mesmo quando ele não merece ser amado, eu sei que é um desafio, mas essa é tua religião.

Eu creio que não há descanso maior para o nosso coração do que encontrar alguém que nos ama assim, e eu gostaria que você levasse pra sua vida somente as pessoas que te amam assim, com essa capacidade de olhar nos teus olhos quando você não consegue fazer nada de certo, e mesmo assim continua sendo teu amigo e continua acreditando em você. Deixe entrar na sua vida, somente as pessoas que querem te fazer melhor, porque gente que nos diminui nós já estamos cheios. Amigos de verdade são aqueles que nos desafiam, são aqueles que nos momentos que estamos na lama, nos olham nos olham e dizem ‘você não foi feito pra isso’. Amigo de verdade é aquele que olha nos olhos e nos coloca para sermos mais. Namorado de verdade é aquele que olha nos teus olhos e te respeita como mulher, que te acha linda, mas que te respeita como mulher porque sabe que tu és um coração que muito mais do que necessitado de ser abraçado e de ser tocado, é um coração que merece ser amado, e o amor vem antes do toque. Quem foi que disse que beijar na boca é declaração de amor? Pode até ser uma das demonstrações, mas eu tenho certeza que seu coração se sente muito mais amado no momento que você é olhado de um jeito certo, do que beijado de qualquer jeito! Antes de você entrar na vida de uma menina, olhe bem nos olhos dela e tente fazer com que ela descubra que você ama só olhando pra ela, olhe de um jeito que ela se sinta amada, e se você olhar do jeito certo, você não precisa ter ciúme, porque a mulher que for olhada de um jeito certo, nunca mais vai querer encontrar outro olhar. O homem que for olhado de um jeito certo, nunca mais vai querer outro olhar. Você ainda pode mudar o seu jeito de amar, você ainda pode mudar o seu jeito de viver, você ainda pode mudar o seu jeito de sorrir, você ainda pode perdoar aquele que você não quer perdoar, você ainda pode tratar bem aquele que você desprezou tanto, porque a vida ainda te dar a oportunidade de você se tornar muito melhor do que você é.


_____________________
Padre Fábio de Melo


AME QUEM ESTÁ AO SEU LADO.



Um dia você aprende que não precisa correr atrás de quem você deseja, a vida traz quem você merece! Se você não está com quem você ama, ame quem está com você. Triste é amar quem nos despreza, mais triste ainda é desprezar quem nos ama. Talvez essa pessoa possa não ter a beleza que você procura, mas tem o amor de que você precisa.



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Semeando a boa semente.



“A Semente caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um:”

São Lucas, 8,8




O Semeador, a Semente e a Terra.


Jesus nos contou muitas parábolas, histórias sobre os acontecimentos cotidianos que Ele ilustrava as verdades espirituais. Uma das mais importantes destas parábolas foi registrada em S. Mateus 13,1-23, S. Marcos 4,1-20 e S. Lucas 8,4-15. Esta história fala de um plantador que saiu para plantar, mas neste caso em particular não semeou em uma terra já preparada e sim em vários lugares sem nenhum critério técnico e obteve diferentes resultados, dependendo do tipo do solo. A importância desta parábola é salientada por Jesus em S. Marcos 4,13: “Não entendeis esta parábola e como compreendereis todas as parábolas?” Jesus está dizendo que esta parábola é fundamental para o entendimento das outras também. Esta é uma das três únicas parábolas escritas em mais de dois evangelhos, e também é uma das únicas que Jesus explicou especificamente. Precisamos realmente meditar bem nesta história.

A história em si é muito simples:

“Saiu o semeador a semear a sua semente. E, ao semear, parte da semente caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. 6.Outra caiu no pedregulho; e, tendo nascido, secou, por falta de umidade. Outra caiu entre os espinhos; cresceram com ela os espinhos, e sufocaram-na. Outra, porém, caiu em terra boa; tendo crescido, produziu fruto cem por um”. Dito isso, Jesus acrescentou alteando a voz: “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”.”
São Lucas, 8, 5-8

A explicação de Jesus é também fácil de entender: “A semente é a palavra de Deus. A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos. A que caiu sobre a pedra são os que, ouvindo a palavra, a recebem com alegria; estes não têm raiz, creem apenas por algum tempo e, na hora da provação, se desviam. A que caiu entre espinhos são os que ouviram e, no decorrer dos dias, foram sufocados com os problemas, perseguições, cuidados pessoais, riquezas e outros deleites da vida material; os seus frutos nem chegam a amadurecer. A que caiu na boa terra são os que, tendo ouvido de bom e reto coração retêm a palavra; estes frutificam com perseverança” (S. Lucas 8,11-15). Alguém ensina a Palavra de Deus a várias pessoas diferentes; a resposta de cada uma depende do estado de seus corações, isto é, de sua resposta concreta a Deus.

Consideremos agora separadamente cada componente desta parábola:


O Semeador



– Aquele que planta.

O trabalho do semeador é plantar a semente na terra. Uma vez que se a semente for deixada no celeiro, nunca produzirá uma safra, por isso seu trabalho é importante para a multiplicação da colheita. Mas a identidade pessoal do semeador não é o mais importante. O semeador nunca é chamado pelo nome nesta história. Nada nos é dito sobre sua aparência, sua capacidade, sua personalidade, seu sexo, cor, nacionalidade ou suas realizações pessoais. Ele simplesmente põe a semente em contato com a terra. A colheita dependerá da combinação entre a terra e a semente.

Aplicando-se espiritualmente; Os seguidores de Cristo são os Semeadores que devem ensinar a palavra de Deus. Quanto mais ela é disseminada e espalhada dentro dos corações humanos, maior será a colheita Divina. Mas a identidade pessoal do evangelizador não tem importância.   Como diz São Paulo, “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus. De modo que nem o que planta é alguma cousa, nem o que rega, mas Deus que dá o crescimento” (1 Coríntios 3,6-7).   Em nossos dias, o semeador tornou-se a figura “PRINCIPAL” e a semente é bastante desmerecida. A mídia das campanhas religiosas eletrônicas e televisivas freqüentemente contém uma grande fotografia do orador e dá grande ênfase ao seu nível teológico, sua capacidade pessoal e o desenvolvimento de sua carreira; o evangelho de Cristo que ele supõe-se estar pregando é mencionado apenas nas letrinhas miúdas, lá no canto inferior. Não devemos exaltar os homens, mas fixarmo-nos completamente na Palavra do Senhor que é o dono de tudo.


A Semente



Como já foi dito, A semente é a Palavra de Deus. Ela mesmo afirma, “A Fé vem de ouvir a palavra de Deus e como crerão se não houver quem pregue?  E Como pregarão se não forem enviados?” (Romanos 10,17).   Cada conversão é o resultado da implantação do evangelho dentro de um coração puro. A palavra gera (S. Tiago 1,18), Salva (S. Tiago 1,21), regenera (1 S. Pedro 1,23), liberta (S. João 8,32), produz fé (Romanos 10,17), santifica (S. João 17,17) e nos atrai a Deus (S. João 6,44-45).

Como o evangelho se espalhava no primeiro século, foi-nos dito muito pouco sobre os homens que o divulgaram, porém muito nos foi dito sobre a mensagem que eles disseminaram (estude o livro de Atos e note que em cada cidade para onde os apóstolos viajaram, os homens eram convertidos como resultado da palavra que era ensinada). A importância das Escrituras deve ser ressaltada ao máximo.

Isto significa que o Semeador ou evangelizador tenha que ensinar a palavra com fidelidade. Não há substitutos permitidos. Freqüentemente, pessoas raciocinam que haveria uma colheita maior se alguma outra coisa fosse plantada em conjunto. Então, igrejas começam a experimentar outros meios, de modo a conseguir mais adeptos. Elas recorrem a divertimentos, festas, esportes, aulas de Inglês, bandas, eventos sociais e muitas outras coisas para tentar atrair as pessoas que não estariam interessadas, se pregassem somente o evangelho. Considere este exemplo: Imagine que meu pai me mandou plantar milho no campo, pois ele estaria ausente da fazenda por alguns meses. Depois que ele saiu, eu decidi experimentar o solo e descobri que não era bom para o plantio do milho, mas daria um estouro de safra de melancias. Então resolvi plantar melancias. Imagine a reação de meu pai quando ele voltar para casa, esperando receber milho, e eu lhe mostrar um caminhão de melancias, em vez disso. Nosso Pai celestial nos disse qual a semente que deve ser semeada: a palavra de Deus. Não é nosso trabalho analisar o solo e decidir plantar alguma outra coisa diferente, esperando receber melhores resultados. A colheita do evangelho pode ser pequena (se o solo for pobre), mas Deus só nos deu permissão para plantar a palavra d’Ele. Somente plantando a Palavra de Deus nos corações dos homens o Senhor receberá o fruto que ele espera. Ou, usando uma figura diferente: as Escrituras são a isca de Deus para atrair o peixe que ele quer salvar. Precisamos aprender a ficar satisfeitos com seu plano que são na verdade bem melhores e maiores do que os nossos (Isaías 55,8-10).



“Pois meus pensamentos não são os vossos, e vosso modo de agir não é o meu, diz o Senhor;* mas tanto quanto o céu domina a terra, tanto é superior à vossa a minha conduta e meus pensamentos ultrapassam os vossos. Tal como a chuva e a neve caem do céu e para lá não volvem sem ter regado a terra, sem a ter fecundado, e feito germinar as plantas, sem dar o grão a semear e o pão a comer,”      (Isaías, 55,8-10)


Aqui há uma boa lição para o ouvinte também. O fruto produzido depende da resposta à Palavra. É decisivamente importante ler, estudar e meditar sobre as Escrituras. A palavra tem que vir habitar em nós (Colossenses 3,16), para ser implantada em nosso coração (S. Tiago 1,21). Temos que permitir que nossas ações, nossas palavras e nossas próprias vidas sejam formadas e moldadas pela palavra de Deus.

Uma boa safra sempre depende da procedência e qualidade da semente, não do tipo da pessoa que a plantou. Um pássaro pode plantar uma castanha: a árvore que nascer será um castanheiro, e não um pássaro. Isto significa que não é necessário tentar traçar uma linhagem ininterrupta de fiéis cristãos, recuando até o primeiro século. Há força e autoridade próprias da palavra para produzir cristãos como aqueles do tempo dos apóstolos. A palavra de Deus contém força vivificante. O que é necessário é homens e mulheres que permitam que a palavra cresça e produza frutos em suas vidas; pessoas com coragem para quebrar as tradições e os padrões religiosos em volta deles, para simplesmente seguir o ensinamento da Palavra de Deus. Hoje em dia, a palavra de Deus tem sido freqüentemente misturada com muita tradição, doutrina e opiniões diversas que descaracteriza a verdadeira palavra de Deus a deixando irreconhecível. Mas se pusermos de lado todas as inovações dos homens e permitirmos que só a palavra trabalhe, podemos tornar-nos fiéis discípulos de Cristo justamente como aqueles que seguiram Jesus a mais de 2000 anos atrás. A continuidade do Reino de Deus depende desta boa semente.


A Terra ou o Solo



É perturbador notar que a mesma semente foi plantada em vários lugares e tipos de solo, mas os resultados foram muito diferentes. A mesma palavra de Deus pode ser plantada em nossos dias; mas os resultados serão determinados pelo coração daquele que a ouve.

Alguns são solo de beira de estrada, duro, impenetrável e impermeável. Eles não têm uma mente aberta e receptiva para permitir que a palavra de Deus penetre em seus corações e os transforme. O evangelho nunca transformará corações como estes porque eles não lhe permitem entrar.

As raízes das plantas, no solo pedregoso, nunca se aprofundam. Durante os tempos fáceis, os brotos podem parecer interessantes, mas abaixo da superfície do terreno, as raízes não estão se desenvolvendo. Como resultado, se vem uma pequena temporada de seca ou um vento forte, a planta murcha e morre. Os cristãos precisam desenvolver suas raízes por meio de fé em Cristo e de estudo da Palavra cada vez mais profundo. Tempos difíceis virão, e somente aqueles que tiverem desenvolvido suas raízes abaixo da superfície sobreviverão. (*As sete verdades do Bambu)

Quando se permite que ervas daninhas e espinheiros cresçam junto com a boa semente, nenhum fruto pode ser produzido. As ervas disputam a água, a luz solar e os nutrientes do solo e, como resultado, sufocam a boa planta. Existe uma grande tentação a permitir que interesses mundanos convivam e até dominem tanto a nossa vida que não nos resta energia para devotar ao crescimento do evangelho em nossas vidas.

Enfim,  há “A terra Boa” ou bom solo fértil e úmido que produzirá o bom fruto a cem por um.

A conclusão desta parábola é deixada por conta de cada um de nós que devemos responder para nós mesmos a pergunta a seguir:


Que espécie de solo é você?


Ensino em parábolas



A parábola é um instrumento pedagógico que usa o quotidiano para mostrar como a vida nos fala de Deus. Torna a realidade transparente e faz o olhar da gente ficar contemplativo. Uma parábola aponta para as coisas da vida e, por isso mesmo, é um ensinamento aberto, pois das coisas da vida todo o mundo tem alguma experiência. O ensinamento por parábolas faz a pessoa partir da experiência que tem: semente, sal, luz, ovelha, flor, passarinho, mulher, criança, pai, rede, peixe, etc. Assim, ele torna a vida quotidiana transparente, reveladora da presença e da ação de Deus. Jesus não costumava explicar as parábolas. Geralmente, terminava com esta frase: “Quem tem ouvidos, ouça!” (Mt 11,15; 13,9.43). Ou seja: “É isso! Vocês ouviram! Agora tratem de entender!” Jesus deixava o sentido da parábola em aberto e não o determinava. Sinal de que acreditava na capacidade do povo de descobrir o sentido da parábola, baseado na sua experiência de vida.

De vez em quando, a pedido dos discípulos, ele explicava o sentido (Mt 13,10.3). Por exemplo, os versículos 36-43 trazem a explicação da parábola do joio e do trigo. Ela mostra como se fazia catequese naquele tempo. As comunidades se reuniam e discutiam as parábolas de Jesus, procurando saber o que ele queria dizer. Assim, pouco a pouco, o ensinamento aberto de Jesus começava a ser afunilado na catequese da comunidade que aceitava apenas uma explicação da parábola. Ela não tinha a mesma confiança de Jesus na capacidade do povo de entender as coisas do Reino.

(Mateus 13,24-30) [Mesters, Lopes e Orofino]

 27 de julho de 2019.



PARÁBOLAS E MENSAGENS EM POWER POINT PARA REFLEXÃO

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DEUS AMA O PECADOR

MAS ODEIA O PECADO