A família continua sendo o melhor modelo de Sociedade.



A família não é um modelo antiquado e os católicos deveriam defendê-la não só das estruturas de pecado hostis a ela que colocam em dúvida a tradicional cultura familiar e muitas vezes a destrói,

assinalou o Relator Geral do Sínodo dos Bispos, Cardeal Peter Erdo na sua “Relatio ante disceptationem”.



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Postado em 8 de outubro de 2014

O Cardeal dividiu este documento que introduz os trabalhos do Sínodo em quatro partes: O Evangelho da Família no Contexto da Nova Evangelização, o Evangelho da família e a pastoral familiar, as situações pastorais difíceis, e a família e o Evangelho da vida.

Do mesmo modo, na conferência de imprensa de ontem, 6 de outubro, o Cardeal indicou que foram levadas em consideração as respostas dadas ao questionário preliminar que foi enviado às conferências episcopais, assim como as intervenções enviadas pelos padres sinodais.

O Arcebispo de Budapeste (Hungria) também compartilhou com os jornalistas que a renovação da metodologia do sínodo se expressa também no fato de que já está sendo elaborada “a relação posterior à discussão, sobre a base das intervenções escritas dos padres sinodais, embora ainda temos que considerar o que sai do debate”.

Por sua parte, o Secretário Geral do Sínodo, Dom Bruno Forte, explicou aos jornalistas que “houve uma maturação no caminho sinodal ao longo dos anos”. Acrescentou que “como os temas mais importantes do Concílio Vaticano II foram discutidos no meio das sessões, as não formais, espero que os resultados mais importantes do sínodo dos bispos cheguem das discussões livres, que o Papa Francisco quer que sejam francas”.

O texto, lido pelo Cardeal Erdo, ofereceu também alguns dos temas a serem tratados durante estas duas semanas:

Educação

O documento indica que “a família certamente hoje encontra muitas dificuldades; mas não é um modelo antiquado, pelo contrário, entre os jovens em geral se constata um novo desejo de família”.

De acordo com o Cardeal “entre os cristãos católicos a substância do ensinamento do Novo Testamento e do Catecismo da Igreja Católica sobre o matrimônio parece ser bastante conhecida. Entretanto, os aspectos específicos da doutrina e do Magistério da Igreja sobre o matrimônio e a família nem sempre são suficientemente conhecidos entre os fiéis”.

Nesse sentido, destacou muitas vezes a necessidade de uma educação mais integral no ensino católico, fazendo-se eco das observações do “Documento de trabalho do sínodo dos bispos”. “Resulta especialmente útil oferecer aos pastores das comunidades locais diretrizes claras para ajudar todos aqueles que vivem em situações difíceis”, adiciona o documento.

Do mesmo modo, alerta as comunidades locais para que evitem “as improvisações de uma ‘pastoral caseira’, que acaba fazendo mais difícil que se aceite do Evangelho da família”.

O documento também assinala que “é preciso acompanhar os noivos prometidos para que tenham uma clara consciência do que é o matrimônio no intuito do Criador, aliança que entre os batizados sempre tem a dignidade sacramental”.

A misericórdia não se anula com a verdade

Dado que “o tema da misericórdia está cada vez mais em primeiro plano como um ponto de vista importante no anúncio do Evangelho”, a relação destacou que a misericórdia “não elimina a verdade e não a relativiza, mas leva a interpretá-la corretamente no contexto da hierarquia das verdades”.

“A misericórdia, portanto, tampouco anula os compromissos que nascem das exigências do vínculo matrimonial. Estes continuam subsistindo inclusive quando o amor humano se debilitou ou cessou”, assinala o texto.


Coração ferido


Divorciados em nova união, coabitação e matrimônios civis

Além disso, o documento aborda situações como a coabitação, os matrimônios civis, assim como os divorciados em nova união.

As duas primeiras, indicou, representam uma nova dimensão de cuidado pastoral e “a Igreja não pode não reconhecer inclusive em situações a primeira vista afastadas de critérios que respondam ao Evangelho, uma oportunidade para acompanhar as pessoas, para que cheguem a uma decisão consciente, verdadeira e justa a respeito de sua relação”.

No que diz respeito aos divorciados em nova união, o documento indica que a resposta a estas questões mostra que este tema tem diferentes matizes em diversas partes do mundo, mas que não põem em questionamento “a palavra de Cristo e a verdade da indissolubilidade do matrimônio, nem faz com que já não estejam em vigor”.

“Os divorciados recasados civilmente pertencem à Igreja” e têm direito a receber o cuidado de seus pastores, afirmou o Cardeal. “Por isso a necessidade de ter em cada Igreja particular pelo menos um sacerdote, devidamente preparado, que possa prévia e gratuitamente aconselhar as partes sobre a validez de seu matrimônio”, acrescentou.

“Com efeito, muitos esposos não são conscientes dos critérios de validez do matrimônio e menos ainda da possibilidade da invalidez. Depois do divórcio, é preciso realizar esta verificação, em um contexto de diálogo pastoral sobre as causas do fracasso do matrimônio anterior, averiguando as possíveis causas de nulidade. Ao mesmo tempo, evitando a aparência de um simples cumprimento burocrático ou de interesses econômicos. Se tudo isso for realizado com seriedade e buscando a verdade, a declaração de nulidade produzirá uma libertação das consciências das partes”, indicou.

As instâncias de uma “mentalidade do divórcio” na celebração do sacramento do matrimônio faz acreditar que muitos casamentos celebrados na Igreja poderiam ser inválidos.

“Para verificar a possível nulidade do vínculo de maneira eficaz e ágil”, indicou, muitos sentem que os procedimentos precisam ser revisados. Para isso, o Papa Francisco nomeou uma comissão especial que reforme o processo de nulidade de matrimônios.

Homossexualidade

O documento também aborda o tema da homossexualidade e assinala que há “um amplo consenso em relação ao fato que as pessoas de tendência homossexual não devem ser discriminadas”, mas ao mesmo tempo emerge “com igual clareza que de parte da maioria dos batizados —e da totalidade das Conferências episcopais— não se espera uma equiparação destas relações com o matrimônio entre homem e mulher”.

“As formas ideológicas das teorias de gênero tampouco geram um consenso entre a grande maioria dos católicos”, acrescenta.

“Muitos querem, em contrapartida, superar os tradicionais róis sociais, condicionados culturalmente, e a discriminação das mulheres, que continua presente, sem negar com isso a diferença natural e criatural entre os sexos e sua reciprocidade e complementariedade”.

O Evangelho da vida

Em conclusão, a relação assinala a importância do Evangelho da vida. Quer dizer a abertura à vida não alheia ao amor conjugal. “O amor esponsal, e mais em geral a relação, nunca deve construir-se como um círculo fechado”, além disso, “a acolhida da vida não se pode pensar como limitada unicamente à concepção e ao nascimento. Se completa na educação dos filhos, no sustento que se oferece ao seu crescimento”.

O documento também recorda que “a acolhida da vida, assumir as responsabilidades em ordem à geração da vida e ao cuidado que esta requer, só é possível se a família não for concebida como um fragmento isolado, mas se perceber inserida em uma trama de relações”.

Nesse sentido, a Igreja está chamada a proclamar e ser testemunha da dignidade suprema da pessoa humana, “por isso, é preciso cuidar de modo particular da educação da afetividade e da sexualidade”.

Para isso, a relação aponta à necessidade de propor novamente a mensagem de Paulo VI em sua encíclica Humanae Vitae sobre o controle da natalidade.

Conclusão

Finalmente, o texto conclui que o desafio do Sínodo é “propor de novo ao mundo de hoje, em certos aspectos tão parecido ao dos primeiros tempos da Igreja, o atrativo da mensagem cristã em relação ao matrimônio e à família, destacando a alegria que dá, mas ao mesmo tempo dar respostas reais e impregnadas de caridade aos numerosos problemas que especialmente hoje tocam a existência da família. Destacando que a autêntica liberdade moral não consiste em fazer o que se sente, não vive só de emoções, mas se realiza somente adquirindo o verdadeiro bem”.

“Em concreto nos pede acima de tudo nos colocar ao lado dos nossas irmãs e irmãos com o espírito do bom Samaritano: estar atentos a sua vida, em particular estar perto daqueles aos que a vida feriu’ e esperam uma palavra de esperança, que nós sabemos que só Cristo pode nos dar. O mundo necessita a Cristo. O mundo também nos necessita, porque pertencemos a Cristo”, concluiu.


Espiritualidade


O QUE É ESPIRITUALIDADE?




      Atualizado em 26/11/2014




O modelo e a caricatura.


Pensar como Jesus Pensou 08.08.2011, Programa de Padre Zezinho na Rede Aparecida



Padre Zezinho fala sobre acolhida ao próximo e fala sobre a história de Jesus seu amor e sua acolhida ao irmão, mas sobretudo ele fala sobre aqueles que dizem que são Cristãos e se esquecem que a palavra Cristão significa exatamente fazer e executar tudo aquilo que Jesus Cristo fazia neste mundo.

Se esquecer deste detalhe primordial da religião Cristã pode  surpreender muitos pregadores, pastores e profetas que serão pegos de calças na mão e sem oleo de reserva para sua lamparina.

A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.

(Romanos 13,12)



Caricatura de Profeta

Pensar como Jesus Pensou 09.08



A Pessoa Plena

Pensar como Jesus Pensou 10.08.2011




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REDE APARECIDA

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FRANCISCO E CLARA NAMORO

Feira da Solidariedade.

Neste Natal de 2010 a Diocese de Anápolis conjuntamente com o Sebrae e a Prefeitura Municipal promovem a Segunda Feira da Solidariedade.


A promoção da Feira da Solidariedade no ambiente de um shopping é mais que uma simples coincidência. Segundo dom João Wilk, num espaço onde as pessoas comparecem fascinadas sob o apelo consumista, é importante receberem uma mensagem de solidariedade e partilha, voltados ao espírito cristão. A direção do Anashopping prontamente abriu suas portas à parceria com a Fundação São Miguel Arcanjo e a Diocese de Anápolis, promotoras da feira, impulsionada por seu compromisso com os fatores da responsabilidade social.

O que é a Feira da Solidariedade?

A Feira da Solidariedade, lançada em 2009, é realizada pela Fundação São Miguel Arcanjo, da Diocese de Anápolis.

Os objetivos principais são: promover a valorização humana, a construção de uma sociedade mais ética e solidária, correção das injustiças sociais, aflorar a sensibilidade das pessoas no período natalino e dar visibilidade aos projetos sociais desenvolvidos por instituições de caridade e outros segmentos da sociedade.

O espírito da Feira da Solidariedade é eminentemente social e de promoção dos valores cristãos e humanos, sem quaisquer fins lucrativos e voltados para os interesses sociais.

Além de expor os produtos confeccionados pelas entidades sociais de Anápolis, a Feira da Solidariedade proporciona apresentações artísticas (especialmente a música), eventos culturais e o intercâmbio fraterno entre as pessoas.

O verdadeiro Espírito

Solidário do Natal

EXPOSIÇÕES DE PRODUTOS DAS

ENTIDADES SOCIAIS DE ANÁPOLIS

APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS E CULTURAIS,

EXIBIÇÕES MUSICAIS AO VIVO

PARTICIPAÇÃO DE REPRESENTANTES DE

TODAS AS PARÓQUIAS DA DIOCESE

Expositores:

Casa de Acolhimento Bethânia

NACRI – Centro Comunitário Aliança (B.N.Paraíso)

Paróquia Nossa Senhora da Penha

Fundação Frei João Batista Vogel

Comunidade Católica ‘Rainha do Silêncio’

Comunidade das Irmãs da Santa Cruz

Pastoral da Criança

Cruzada pela Dignidade

Sociedade São Vicente de Paulo

APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais

Secretaria Municipal de Cultura / Casa do Artesanato

Comunidade Católica Nova Aliança

Faculdade Católica de Anápolis

Tecelagem Aldeia da Paz

Centro Pastoral Saõ Filippo Smaldone

Artistas Plásticos (Sílvio e Ênia)

Diocese de Anápolis – Catedral do Bom Jesus

Instituto Pequeno Abandonado Luz de Jesus

Associação Missionária ‘Maria Mãe de Deus’

Santuario e Escola Paroquial Santo Antônio

Paróquia Nossa Senhora da Penha – “Segue-me” Corumbá

Livraria Dom Bosco

Zu Ateliê

Rose Bueno – Pinturas Barrocas

Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Goianápolis)

ABEGEL – Associação Beneficente Jesus Libertador

Paróquia Imaculado Coração de Maria

São Judas Tadeu (Jaranápolis)

Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Pirenópolis)

Paróquia Santa Maria Eterna (Petrolina)

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PREFEITURAS

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ANÁPOLIS – PIRENÓPOLIS

CORUMBÁ – GOIANÁPOLIS

JARAGUÁ  –  NOVA VENEZA

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PROGRAMAÇÃO:

Dia 09 de dezembro (Quinta-feira)

16h – Cerimônia de Abertura – Bispo Diocesano, Prefeito, outras autoridades e convidados – Imprensa

16h30 – Coral “Nossa Senhora da Penha” de Jaraguá.

18h –Coral Italiano de Nova Veneza

19h – Santuário Santo Antônio – Marco Aerêlio Produções Musicais.

20h – Ensaio Filosófico (Faculdade Católica)

20h30 – Banda Lira de Prata (Sec. Cultura de Anápolis)

Dia 10 de dezembro (sexta-feira)

13h – Abertura

16h – Coisas de Goiás – Apresentação – APAE

17hSantuário Santo Antônio – Escola Paroquial Santo Antônio.

18h Coral Cantar é Viver Roberto Brenner e CCI

19h – Cantata Natalina Coral “Vozes de Corumbá”

20h – Musical – Quarteto “Vox Caeli”

21h – Pastorinhas – Encenação Musical – Pirenópolis.

Dia 11 de dezembro (sábado)

13h – Abertura

16h – Banda Francisco e Jacinta – Abadiânia

18h – Cantata Natalina – Coral “São José Operario”.

19h – Monges da Santa Cruz

20h – Banda Príncipe da Paz

21h – Orquestra de Violeiros

Dia 12 de dezembro (domingo)

13h – Abertura

16h – Orquestra Jovem Anápolis

18h – Verbo Música

19h – Ricardo Teles

20h – Trio Musical Dois+Um (Cassio)

20h45 – Musical – “Ministério Plenitude”




Jesus Jesus

Cristo gera em nós uma inquietação Sadia.

Aí de mim se eu não disser a verdade que eu ouvi. Aí de mim se eu me calar quando Deus me mandar falar.

Missa de Abertura do Encontro Regional

RCC – Goiás

Homilia: Dom Alberto Taveira

E dizia-lhes uma parábola. Porventura um cego pode guiar outro cego? Não cairão ambos na cova? O discípulo não é superior ao seu mestre, mas todos os que forem perfeitos serão como o seu mestre. E por que atentas tu no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho? Ou como podes dizer a teu irmão: Irmão, deixa-me tirar o argueiro que está no teu olho, não atentando tu mesmo na trave que está no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás bem para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.” (Lucas 6, 39 -42)

Aí de mim se eu não disser a verdade que eu ouvi. Aí de mim se eu me calar quando Deus me mandar falar. Existe em nossos corações uma inquietação sadia. Essa inquietação nos fez sair de nossas casas, e fez com que nós abrissemos mão dos compromissos para sentirmos em nossos corações o mistério da cruz.

Esse mistério hoje vem nos chamar cada vez mais a seguir Jesus e como diz o apostólo Paulo: “Para mim viver é Cristo”, ou seja, ter a verdadeira experiência profunda de conversão a Deus, é ter dentro do peito um coração que arde e busca a “direção” que é Cristo.

Deus não nos obriga a optar por ele mas o que ele quer é que façamos essa experiência de sermos verdadeiramente irmãos de Cristo. Para sermos discípulos verdadeiros de Cristo devemos fazer o caminho que Cristo fez, e viver na medida exata o que Cristo viveu até mesmo dar a vida pelo irmão, humanamente isto é impossível, mas através do Espírito Santo somos capazes. Só o Espírito Santo nos dá essa coragem, ousadia dos santos e que nos transforma e faz de nós servos renovados.

Trancrição – Junia Damascena

Ministério de Comunicação Social de Goiás

Ordenação em Anápolis - 12/2009