O Poder da Cruz de Cristo.



Por ocasião da festa da Exaltação da Santa Cruz de Cristo.



O Império Romano, depois do imperador Diocleciano, foi conduzido com grandes contendas e divisões, à medida que imperadores e vice-imperadores do Ocidente e do Oriente lutavam pelo poder.   Entre eles estava Flavius ​​Valerius Constantinus, conhecido também como Constantino, o Grande, que foi nomeado César ou vice-imperador do Ocidente pelo sucessor de Diocleciano, Galério.    Constantino estava no controle da Grã-Bretanha e da Gália, enquanto seu cunhado Maxêncio, levantou-se e travou uma guerra contra Galério e fez incursões bem-sucedidas na Itália e em Roma.

Quando Galério morreu (311 dC), Constantino trouxe suas campanhas de guerra para a Itália e, conseqüentemente, venceu batalhas em Turim e Verona e avançou ainda mais para Roma, que estava militarmente sob o comando de Maxêncio.   Maxêncio, sob forte desafio, saiu para combater Constantino, mas foi derrotado na ponte de Milvian.    A batalha da ponte de Milvian foi produtiva de uma sucessão de vitórias que, por volta de 324 dC, Constantino passou a ser o mestre de todo o Império Romano.

Esta vitória de Constantino sobre Maxêncio na Ponte de Milvian foi rodeada com inúmeros detalhes históricos intrigantes, relacionados à CRUZ.   Uma história do que aconteceu foi registrada por Eusébio de Cesaréia, um estudioso das escrituras e historiador que escreveu a primeira biografia detalhada de Constantino logo após sua morte.    Obviamente, ele conhecia Constantino muito bem e mencionou que recebeu a história diretamente do imperador.    Constantino era um imperador pagão e um devoto do deus do sol; Sol Invictus, o sol não conquistado. No entanto, antes da batalha da Ponte da Milvânia, ele e seu exército viram uma CRUZ de luz no céu acima do sol com palavras em grego que geralmente são traduzidas para o latim como ” In hoc signo vinces ” (‘Neste sinal se conquista’).   Naquela noite, Constantino teve um sonho em que Cristo lhe disse para usar o sinal da cruz contra seus inimigos.   Ele ficou tão impressionado que tinha o símbolo cristão marcado nos escudos de seus soldados e, quando a batalha da Ponte da Milvânia lhe deu uma vitória esmagadora, ele a atribuiu ao sinal da CRUZ que lhe foi revelada.



 

Alguns anos após a vitória na Ponte de Milvian, a mãe de Constantino, que se converteu ao cristianismo e que mais tarde se tornou Santa Helena, foi a Jerusalém em busca da cruz na qual Jesus Cristo foi crucificado. Escavações extensas foram feitas no local do enterro do Senhor até que três “cruzes” foram recuperadas. Havia confusão sobre qual era a Cruz de Cristo, pois havia dois ladrões crucificados em ambos os lados de Cristo no Calvário. Para determinar qual das três era a Cruz de Cristo, pedia-se a uma pessoa doente que tocasse nas três cruzes em intervalos diferentes e se a pessoa se recuperasse instantaneamente com o toque em uma delas, essa seria a CRUZ verdadeira.   Essa cruz em particular também efetuou muitos outros milagres e foi assim confirmada, aclamada e exaltada como a Cruz de Cristo. No local da descoberta, uma igreja foi erguida e foi dedicada como uma basílica com o nome de Igreja do Santo Sepulcro em 14 de setembro de 335. Esta é a razão remota por trás da festa de hoje.



A Primeira Leitura de hoje (Números 21, 4b-9) forneceu um pano de fundo para a Cruz. Disseram-nos que quando o povo de Israel ficou impaciente no deserto e blasfemou contra Deus e Moisés, Deus enviou serpentes ardentes entre o povo que os morderam e muitos morreram. Diante desse flagelo, o povo veio a Moisés pedir perdão e Deus pediu a Moisés que fizesse uma serpente ardente e a colocasse em um estandarte, e qualquer um que olhasse para ele depois de ser mordido não morreria.

Qualquer pessoa atenta gostaria de saber por que Deus escolheu punir o povo por meio de picadas de cobra e também decidiu salvá-las por meio da imagem de uma serpente de fogo presa no alto de um poste. Na história bíblica, a primeira menção real de uma serpente foi no Jardim do Éden (Gênesis 3, 1 e seguintes) e foram as insinuações da serpente que fizeram Adão e Eva pecarem contra Deus, o que também aconteceu pela árvore no meio. do jardim. Aquela árvore estava alta como o estandarte de Moisés.

Significativamente, Deus permitiu que as serpentes as mordessem, lembrando-as da fonte original do fracasso humano; a serpente junto à árvore no meio do jardim. No momento em que ele queria salvá-los, ele usava a imagem de uma serpente que, ao contrário das outras, não mordia e estava presa em um poste ao contrário das outras que estavam pelo chão abaixo do poste.   Agora a vida consistia em olhar para cima e para o alto na serpente presa no poste.  É como dizer às pessoas “nisso reside a sua salvação”. Assim como foi dito a Constantino “neste sinal você conquistará”!



A expressão completa do poder da cruz pode ser encontrada na cruz de Cristo. Agora há um contraste entre a árvore do Éden e a cruz do Calvário. Pela árvore do Éden, falhamos e perdemos nossa amizade com Deus, mas pela árvore (cruz) do Calvário fomos levantados e recuperamos nossa amizade com Deus. Pela árvore do Éden fomos condenados, mas pela árvore (cruz) do Calvário fomos salvos. Assim como ninguém que fora mordido pelas serpentes poderiam se recuperar sem olhar para a serpente ardente no alto do poste, ninguém pode ser salvo sem a Cruz do Calvário.

Nosso Senhor na Leitura do Evangelho deste dia da festa da Santa Cruz (João 3, 13-17) disse a Nicodemos que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim DEVE ser levantado o Filho do homem e quem n’Ele crer não deve perecer, mas terá a vida eterna. A serpente foi levantada em um estandarte e nosso Senhor foi levantado na cruz.   A cruz é, portanto, um sinal e símbolo da salvação. Na cruz há vida eterna para quem quer que acredite.

O ensaio de nossa compreensão do fenômeno da cruz será muito apropriado aqui. Para a maioria das pessoas, a cruz é simplesmente um fardo, mas isso não é verdade. Um olhar atento a uma cruz revela que é um sinal adicional (+). Portanto, há ganhos na cruz e não perdas (-) menos.   Além disso, a cruz pode servir como uma escada para nos ajudar a escalar obstáculos quando a colocamos contra qualquer obstáculo. Mais ainda, a cruz também pode ser uma chave ou uma espada quando a colocamos na posição horizontal.

A cruz também é um instrumento de exaltação. Com sua posição de pé, ele nos aponta para o céu; isso nos aponta para uma altura maior. É sobre esse fundamento que São Paulo, na Segunda Leitura (Filipenses 2, 6-11), estabeleceu que nosso Senhor Jesus Cristo, além de ter igualdade com Deus, se humilhou para pegar a Cruz por nossa causa, sendo humilde até morte. Com base nisso, Deus o levantou (o exaltou) e lhe deu um nome que está acima de qualquer outro nome. A cruz, sem dúvida, fornece as estruturas para sermos elevados ou exaltados. Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu que, quando fosse levantado, atrairia todos para si mesmo (João 12,32). É bom notar que, sendo levantado, ele está levando todas as pessoas a uma posição exaltada.

Hoje não há mensagem maior do que a mensagem da cruz. São Paulo observaria que a mensagem da cruz é LOUCURA para os que estão perecendo, mas para nós que estamos sendo salvos é o poder de Deus (1 Cor. 1, 18). Portanto, para aqueles que estão sendo salvos, isso nos diz que pode haver lágrimas à noite, mas a alegria vem pela manhã (Salmo 30, 5). Diz-nos para não nos preocuparmos que nosso Senhor tenha vencido o mundo (João 16,33) e nos diz para não permitir que nossos corações sejam perturbados. Que devemos confiar em Deus (João 14, 1).

Ao celebrarmos a exaltação da cruz, lembremo-nos de que nossa própria exaltação está na mesma cruz de Jesus Cristo. Portanto, devemos estar prontos para carregar e defender nossa cruz onde quer que nos encontremos, porque seremos exaltados pelas mãos atenciosas de Deus e pelo coração amoroso.


Feliz comemoração

Pe. Bonnie

(fatherbonny@hotmail.com)


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Jesus é Rei e Senhor
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Oração Para Deixar o Alcoolismo.



oracao para deixar a bebida

Oração Para Deixar de Beber!


Aprenda uma oração para deixar de beber e se liber-te do vício da bebida com a ajuda de Deus e com a sua fé.

Os males que a bebida causam são inúmeros! Não somente para a saúde, mas no relacionamento com as pessoas mais também, em especial nossos próprios familiares!

E esses males são potencializados quando perdemos o controle do ato de beber, ou seja, sem que possamos admitir nos tornamos alcoólatras!

E nesses casos não adianta tapar o sol com a peneira, é necessário buscar ajuda, tanto profissional como do astral, através das simpatias!

Busque aquela coragem do fundo da sua alma, procure atendimento médico ou mesmo de grupos especializados como o “AA” (alcoólicos anônimos) e faça a poderosa oração para deixar de beber!

Essa oração é válida tanto para o caso da intenção de pararmos de beber ou qualquer outra pessoa. Não é algo específico, o que serviria para um, serve para todos nesse caso.


Conteúdo da oração [Mostrar]



Oração para parar de beber


“Jesus, pela devoção às vossas Santas Chagas, dai cura e libertação a estas pessoas.

Jesus, na devoção das Santas Chagas, pelo vosso precioso Sangue derramado na Cruz Redentora, restaurai a vida daqueles que estão aprisionados pelo vício do alcoolismo.

[pense no nome da pessoa que queira livre do alcoolismo]

Jesus pelas vossas Santas Chagas, libertai estes de quem lembramos os nomes e todos que sofrem aprisionados no vício do alcoolismo.

Jesus pelas vossas Santas Chagas, pelos méritos da vossa Paixão, tire o trauma e os registros negativos que ficaram nestas pessoas, quer tenha sido por herança genética, ou má formação familiar.

Senhor Jesus pelas vossas Santas Chagas, pelo vosso precioso Sangue, liberte-os do alcoolismo; santifica-os no Teu amor; regenera-os na Tua misericórdia.

Jesus pelas vossas Santas Chagas, dai-lhes o Espírito Santo, de tal forma que se sintam motivados, fortalecidos na vontade e capazes de vencer a tentação do álcool.

Não permita Senhor, que estes Teus filhos e filhas sejam derrotados e humilhados pela bebida, mas que sejam recolocados na vida.

Pedimos também Senhor, a libertação dos traumas dos familiares por uma história marcada de profunda dor.

Jesus, pelas vossas Santas Chagas, restaurai a vida e a família dos alcoolistas.

Jesus, pelas vossas Santas Chagas, restaurai a vida e a família dos alcoolistas.

Jesus, pelas vossas Santas Chagas, restaurai a vida e a família dos alcoolistas.”



Por que devo fazer essa oração para parar de beber?


Porque obviamente a força de vontade é o elemento fundamental para que possamos abandonar esse terrível vício (ou outra pessoa), mas não é o único motivo que pode estar atuando para que esse mau hábito não tenha um fim.

Muitas vezes temos essa força de vontade, sambemos de todos os problemas decorrentes do uso contínuo de bebidas alcoólicas, até ficamos alguns dias sem beber uma gota, mas basta a primeira ocasião para darmos aquele vexame, e ai não entendemos o por quê! O que aconteceu para nos deixarmos levar e beber se não queríamos?

Não é raro esse tipo de situação ocorrer motivada por alguma situação imaterial, ou seja, decorrente do plano emocional ou espiritual.

E como já falamos aqui em outras oportunidades, só se pode combater o mau, o vício e o Pecado com muita renuncia pessoal e, nesses casos, nada melhor do que uma boa oração para ajudar a colocar tudo no seu devido lugar e restaurar a ordem perdida.

Essa oração realmente funciona?

Sim! É a oração mais poderosa que conhecemos para que alguém deixe de beber! É uma oração muito especial e que se for feita com total devoção, de coração aberto, com a alma inundada de amor, fará tudo dar certo.

Muitos já foram beneficiados por intermédio dessa oração, e você vai ficar ai de braços cruzados ou vai fazer algo pela sua felicidade ou a de um ente querido?

Lembre-se que a fé remove montanhas! E se essa frase é uma verdade milenar, por que não poderá lhe ajudar numa causa tão mais simples?

Se for o caso, comece ainda hoje essa oração e espante de vez essa moléstia do seu ser ou da sua família.

A Palavra de Deus nos ensina que sem fé é impossível agradar a Deus e com a fé até mesmo o impossível podemos conquistar, mas a palavra de Deus também nos alerta que a fé sem ação é morta, neste caso em particular, é preciso muita oração para vencer este inimigo, porém também será necessário atitudes práticas como por exemplo, procurar a ajuda de uma clinica ou casa de recuperação especializada, porque na prática todos nós sabemos que sozinho é muito mais difícil vencer o mal, no entanto com amor e a ajuda de alguns bons Samaritanos se consegue uma vitória bem mais acentuada e permanente.

Procure um grupo (AA) de autoajuda ou se for algo mais grave procure ainda uma clinica de internação para desintoxicação e apoio médico, sempre existe um perto de você.

Que Deus te abençoe.


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O Espírito Santo cura nossas feridas.



O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças.

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis do repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.”  (Mt 11, 28-30)



Curando as Feridas e removendo as Cicatrizes do Coração.


Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos uma resistência humana natural em não aceitar-las como algo bom, porque na verdade não o são, porém são intemperes que estarão em nossa trajetória de vida nesse mundo, mesmo não sendo necessários podemos utilizar destes percalços para o nosso bem usando de muita aceitação e superação porque querendo ou não estarão presentes em nosso caminho, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16, 33)

Desde a minha mais tenra infância eu compreendia as minhas feridas como resultado de machucados físicos ocorridos em brincadeiras com os primos, colegas de escola ou nas aulas de Educação Física. E como sempre, contava com o carinho e o zelo de minha “enfermeira particular”: a mamãe! Todas as vezes, ela vinha com o remedinho “Merthiolate“, que causava uma certa dor e ardência ao ser aplicado, mas, em contrapartida, seu consolo era acrescido de um beijinho doce dizendo “passa logo tá”. Logo depois, é claro, vinha a velha advertência, comum entre todas as mães, que gostam de nos lembrar que deveríamos ouvi-las mais: “Eu não te avisei?” Pois é! E era sempre verdade!

Ao descrever por essas linhas essa singela reflexão de vida, vi como Deus nos ama em perfeição, pelo fato de criar anjos que, com a mesma doçura, fossem capazes de agir. Ao cria-las, o Senhor fez a versão feminina do Ágape (amor incondicional) e as lançou na Terra como o nome de mãe. E ainda, não satisfeito, nos entregou a Sua mãe, na cruz, para complementar essa carga amorosa e protetora por toda a nossa vida.

Pois bem! O amor de Deus é tão perfeito, que Ele age, no presente, conosco, com as nossas feridas causadas pelo amadurecimento natural, pelos nossos pecados ou pelos tropeços da caminhada, da mesma maneira. O terceiro versículo do salmo 147 nos confirma isso dizendo que “Ele sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas”. Diante de nossas quedas, a misericórdia de Deus nos acolhe e, fazendo de nós, mais que pacientes, mas sim, filhos amados, somos tratados e curados, não só no corpo, mas também na alma, na mente e no coração. Por muitas vezes, o remedinho que Jesus aplicou sobre as minhas machucaduras chegou até mim através da necessidade de uma boa confissão, de uma direção espiritual abençoada, um Seminário de Vida no Espírito Santo, uma oração de um servo ungido, já que o Senhor é especialista em nos chamar cada vez mais para perto Dele, para um relacionamento intimo com Ele, e através dos Seus filhos. E esse remédio, assim como o da minha mãe, também dói muito as vezes, pois mexe em nosso ego, no nosso orgulho, nos naqueles sentimentos que somos apegados… como dói, mas depois vem o alívio e a cura!

Contudo, em meio as minhas inúmeras feridas transformadas em cicatrizes, dores não só físicas que eu senti, mas por grandes turbulências espirituais e emocionais que passei. Porém, aprendi muito com cada uma delas; em  cada cicatriz trago um aprendizado, uma lição especial. A cada gota derramada, Jesus, ao tratar o ferimento, ia me ensinando, em contrapartida, que eu não deveria carregar comigo, o fardo da mágoa ou rancor por quem me feriu; assim, Ele me mostrou o que é perdão. E quando já não mais sangrava o coração, mas insistiam em mim as lembranças da dor, Ele sussurrava, carinhosamente, em meu interior, revelando-me que aquela dose de tratamento deveria ser acrescida de uma profunda abertura do meu ser, para que eu recebesse uma efusão do Seu Santo Espírito.

Fossem feridas causadas pelo meu próprio pecado ou pelo amor que eu não recebi, de quem esperei em demasia, também o Senhor estava ali, como minha mãe, na minha infância, de mãos estendidas, a me olhar e dizer: “Eu não te avisei, filha?” Por isso, costumo dizer que, em cada sorriso que esboço em minha face, carrego uma cicatriz de uma ferida curada por Deus.

Só depois de me abrir para que o “Médico dos médicos” (Jesus) pudesse executar o cuidado completo em minhas machucaduras, é que pude aprender a me reconhecer como filha(o) amada(o) de Deus e, mais ainda, forte o bastante, para poder amar os outros, como, assim, Ele o quer.

E eu te digo, amado(a) irmão(ã), que isso só foi e sempre será possível com a força do Espírito Santo. Só Ele nos leva a percorrer esse caminho de cura, na certeza de que já somos vitoriosos.

Se você, deseja fazer essa experiência? Quer deixar-se curar por Deus? Então, eu te convido para fazer esta experiência com o Senhor Jesus e deixar-se ser conduzido por seu Espírito Santo como Ele disse a Nicodemos.

“Necessário vos é nascer de novo.” (S. João 3,20)

Somente renascidos na graça do Espírito Santo, seremos novos homens e novas mulheres, curados e libertos pelo poder de Deus. Transformando nossas feridas em cicatrizes de fé e misericórdia, na intercessão de Nossa Senhora da Primavera, o Espírito Santo nos cumulará de muitas e muitas bênçãos.

Danielle Santos
Comunidade Renascidos em Pentecostes

RENASCIDOS EM PENTECOSTES   ·  SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2016

FOI DEUS

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Oração de São Patrício contra feitiços e malefícios.


Uma poderosa oração de proteção contra inimigos dos mundos físico e espiritual





Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Tríade,
Pela afirmação da unidade
Do Criador da Criação.

Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força do nascimento de Cristo em Seu batismo,
Pela força da crucificação e do sepultamento,
Pela força da ressurreição e ascensão,
Pela força da descida para o Julgamento Final.

Levanto-me, neste dia que amanhece,
Pela força do amor dos Querubins,
Em obediência aos Anjos,
A serviço dos Arcanjos,
Pela esperança da ressurreição e da recompensa,
Pelas orações dos Patriarcas,
Pelas previsões dos Profetas,
Pela pregação dos Apóstolos
Pela fé dos Confessores,
Pela inocência das Virgens santas,
Pelos atos dos Bem-aventurados.

Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força do céu:
Luz do sol, Clarão da lua,
Esplendor do fogo, Pressa do relâmpago,
Presteza do vento, Profundeza dos mares,
Firmeza da terra, Solidez da rocha.

Levanto-me neste dia que amanhece,
Pela força de Deus a me empurrar,
Pela força de Deus a me amparar,
Pela sabedoria de Deus a me guiar,
Pelo olhar de Deus a vigiar meu caminho,
Pelo ouvido de Deus a me escutar,
Pela palavra de Deus em mim falar,
Pela mão de Deus a me guardar,
Pelo caminho de Deus à minha frente,
Pelo escudo de Deus que me protege,
Pela hóstia de Deus que me salva,
Das armadilhas do demônio,
Das tentações do vício,
De todos que me desejam mal,
Longe e perto de mim,
Agindo só ou em grupo.

Conclamo, hoje, tais forças a me protegerem contra o mal,
Contra qualquer força cruel que ameace meu corpo e minha alma,
Contra a encantação de falsos profetas,
Contra as leis negras do paganismo,
Contra as leis falsas dos hereges,
Contra a arte da idolatria,
Contra feitiços de bruxas e magos,
Contra saberes que corrompem o corpo e a alma.

Cristo guarde-me hoje,
Contra veneno, contra fogo,
Contra afogamento, contra ferimento,
Para que eu possa receber e desfrutar a recompensa.
Cristo comigo, Cristo à minha frente, Cristo atrás de mim,
Cristo em mim, Cristo em baixo de mim, Cristo acima de mim,
Cristo à minha direita, Cristo à minha esquerda,
Cristo ao me deitar,
Cristo ao me sentar,
Cristo ao me levantar,
Cristo no coração de todos os que pensarem em mim,
Cristo na boca de todos que falarem em mim,
Cristo em todos os olhos que me virem,
Cristo em todos os ouvidos que me ouvirem.

Levanto-me, neste dia que amanhece,
Por uma grande força, pela invocação da Trindade,
Pela fé na Tríade,
Pela afirmação da Unidade,
Pelo Criador da Criação.


São Patrício



 Ver_a_Deus

A Graça do Perdão.



Quem não perdoa, está preso.



“Então o senhor o chamou e lhe disse: Servo mau, eu te perdoei toda a dívida porque me suplicaste. 33. Não devias também tu compadecer-te de teu companheiro de serviço, como eu tive piedade de ti? 34. E o senhor, encolerizado, entregou-o aos algozes, até que pagasse toda a sua dívida. 35. Assim vos tratará meu Pai celeste, se cada um de vós não perdoar a seu irmão, de todo seu coração.” 
(São Mateus, 18,32-35)




Quando O presidente Nelson Mandela saiu da Prisão ele disse a seguinte frase:

“Quando eu saía em direção ao portão que me levaria à liberdade, eu sabia que, se eu não deixasse minha amargura e meu ódio para trás, eu ainda estaria na prisão.”

Além de preso, aquele homem seria torturado como forma de punição. A prática do ministério nos revela que o que Jesus falou em figura nesta parábola é uma realidade espiritual na vida de quem não perdoa como pudemos conferir na frase de Nelson Mandela acima.

Os demônios amarram a vida daqueles que retém o perdão. Suas torturas aplicadas são as mais diversas:

angústia e depressão, enfermidades, debilidade física, etc.

Muita gente tem sofrido com a falta de perdão. Outro dia ouvi alguém dizendo que o ressentimento é o mesmo que você tomar diariamente um pouco de veneno, esperando que quem te magoou venha a morrer. A falta de perdão produz dano maior em quem está ferido do que naquele que feriu. Por isso sempre digo a quem precisa perdoar:

– “Já não basta o primeiro sofrimento, porque acrescentar um outro maior (a mágoa)”?

Alguns acham que o perdão é um benefício para o ofensor. Porém, eu digo que o benefício maior não é o que foi dado ao ofensor, mas sim o que o perdão produz na vítima, naquele que está ferido. Sem perdão não há cura. A doença interior só se complica, e a saúde espiritual, emocional e física da pessoa ressentida é seriamente afetada. Em outra porção das Escrituras (onde o contexto dos versículos anteriores é o perdão), vemos o Senhor Jesus nos advertindo do mesmo perigo:

“Entra em acordo sem demora com teu adversário, enquanto estás com ele a caminho, para que o adversário não te entregue ao juiz, o juiz ao oficial de justiça, e sejas recolhido à prisão. Em verdade te digo que não sairás dali, enquanto não pagares o último centavo” (S. Mateus 5,25-26). Foto 

Não sei exatamente como é está prisão, mas sei que Cristo não estava brincando quando falou dela. A falta de perdão me prende e pode prender a vida de mais alguém. Isto é um fato comprovado. Tenho presenciado gente que esteve presa por tantos anos, e ao decidir perdoar foi imediatamente livre. Isto também pode acontecer com você, basta decidir perdoar.



Em Daniel 9,9 somos advertidos que o perdão pertence a Deus. O homem pecou contra Deus a partir de Adão e abriu espaço então, para que o PERDÃO do Senhor fosse derramado sobre toda a carne. Vários são os sinônimos de perdão, como absolvição, remissão entre outros, mas o que mais chama a atenção é a sinônima GRAÇA. A GRAÇA é definida como o favor que recebemos de Deus sem merecermos, é tudo aquilo que Ele nos dá mesmo quando temos consciência de que estamos sujos diante da presença d’Ele.

Deus nos perdoa constantemente, é a graça d’Ele sendo derramada sobre a nossa vida, porém quando perdoamos nosso semelhante, não estamos fazendo um favor, não é uma “graça humana” que está sendo derramada de fulano para ciclano, estamos na verdade fazendo um favor a nós mesmos, cumprindo a ordenança de Jesus que nos orientou a perdoar quantas vezes for necessário (70X7/ S. Mt 18,22). Quando perdoamos, nos libertamos de todo rancor, toda raiva, da ira, que normalmente são inerentes a falta de perdão.

Por acaso somos melhores do que o nosso semelhante para o considerar indigno de perdão?

Pense um pouco, vamos olhar para dentro de nós: será que somos dignos do perdão que recebemos de Deus?

Claro que não, mas ainda assim Ele nos redimiu de todos os nossos pecados ,quando clamamos a Ele com um coração sincero e arrependido, portanto vamos praticar o perdão, o sangue de Jesus foi derramado na cruz para a purificação do pecado de todos os que creem em Seu nome, o mérito dessa questão já foi definido na cruz do calvário, a redenção por meio do amor sacrifical de Cristo.

“O que ama a pureza do coração, e que tem graça nos seus lábios, terá por seu amigo o rei.” (Provérbios 22,11)

Ame a Deus sobre todas as coisas, não permita que distrações roubem o seu tempo com Ele, de adorá-Lo, agradecê-lo, honrá-Lo, somente assim Ele trará a luz do perdão ao seu coração, te ensinando a amar aquele que te decepcionou, e assim, com palavras mansas e cheias de amor, você no presente tempo indicado, no agora, fará parte do seleto grupo dos que são amigos do Rei: aqueles que: POR AMOR DÃO aquilo que recebem de Deus o PERDÃO!



Foto Mensagem – Perdão


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Benefícios de uma Missa de Cura e Libertação.



Toda Santa Missa pode ser chamada de Missa de Cura & Libertação, sempre foi assim e sempre será, pois Deus enviou o seu Filho ao mundo não para condená-lo e sim para Salvar e resgatar as pessoas feridas e necessitadas de libertação.


(São João 3,17) – (São Lucas, 19,10)



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Até pouco tempo atrás não era comum ouvir este termo “MISSA DE CURA & LIBERTAÇÃO” ou esta especificação para uma simples Santa Missa que participamos todos os Domingos, porém nesses últimos anos tem ficado cada vez mais comum encontrarmos convites e cartazes que anunciam o dia e hora que será celebrada uma Santa Missa especial direcionada ao objetivo de curar e libertar as pessoas apesar de ser VERDADE o fato de que toda Santa Missa teria sempre esse mesmo objetivo.


Missa por Cura e Libertação – 19/02



Missa de cura por libertação missa

Como dissemos anteriormente, Jesus tinha como parte de sua missão neste mundo libertar as pessoas da opressão do inimigo de Deus e em muitas passagens bíblicas fica demonstrado claramente que foi assim que Ele agiu quando curou diversos enfermos, perdoou pecados imperdoáveis e expulsou o demônio de diversos oprimidos pelo mal.   Faz parte da missão de seus Discípulos e de nós que também cremos em suas palavras “expulsar os demônios em nome de Jesus, falar novas línguas, manusear serpentes e, se imporem as mãos nos enfermos eles ficarão curados.” (São Marcos 16,17-18), logo não seria nenhuma novidade falar e celebrar uma Santa Missa que teria por objetivo Curar os enfermos e Libertar os oprimidos pelo mal que nos leva ao pecado e à morte.


Toda ação provoca uma reação:


Não é comum em nossos dias encontrarmos pessoas que possuam o Dom de curar os enfermos também não é fácil exercer o ministério de orar  por Libertação tanto que para isso Jesus escolheu e preparou seus Discípulos durante três anos e meio.

Quando Jesus curava e libertava as pessoas também não era comum, aliás era muito mais estranho do que hoje, pois hoje sabemos que “TUDO É POSSÍVEL AO QUE CRÊ NO NOME DE JESUS”  (São Marcos 9,23São João 11,25-26), pois assim Jesus nos garantiu com sua palavra.

Naquele tempo muitos enfermos, doentes do corpo e da alma iam atrás de Jesus por toda parte buscando solução para seus problemas, foi de onde surgiu a conhecida frase “Quem não vem a Jesus por AMOR virá pela dor!”, afinal é a maior verdade que quase 100% daquela multidão que seguia Jesus não o seguiam pelo amor que tinham a Deus e sim pela necessidade do seu próprio corpo físico, seja por dor física ou peso na consciência.

Quando alguém recebia curas milagrosas também não era difícil encontrar incrédulos mesmo que tal cura tenha ocorrido em publico com diversas testemunhas (São João 9), mesmo quando os olhos enxergavam e presenciavam os milagres de Cura Divina, mesmo assim preferiam duvidar que realmente teriam acontecido buscando justificativas alternativas para explicarem o inexplicável, por isso Jesus lhes disse que “Os Piores cegos são aqueles que preferem não ver fechando seus olhos para a verdade” (São João 9).

A vontade de Deus e seu AMOR por nós não alteraram apesar de tantos anos terem se passado e como Jesus curava e Libertava as pessoas em nome de Deus Ele espera que nós façamos o mesmo ao seguir sua vontade e seus planos nos dias de hoje.

Assim também sabemos que toda ação neste sentido de fazer esta vontade de Deus causará a mesma reação nas pessoas neste tempo de hoje.

Haverão aqueles que não acreditam, duvidam e até combateriam as ações de Cura e Libertação seja particularmente, nas praças e ruas da cidade, em um encontro CARISMÁTICO e ou em uma Santa Missa de Cura & Libertação, porém o inverso também se faz real e as pessoas vão em massa ao encontro dos momentos e lugares onde Deus age curando e libertando as pessoas e é por isso que as Missa de Cura e Libertação permanecem sempre lotadas, porque não existe ninguém nesta terra que não necessite do grande Amor de Deus e de sua graça em suas vidas.


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“Pois o Filho do Homem veio procurar e salvar

o que estava perdido.”   (São Lucas 19,10)


Duvidas, perguntas & Respostas!


Devido ao fato de ser novidade para muitos estas palavras podem ocorrer muitas dúvidas principalmente quando participarmos de uma Santa Missa de Cura e Libertação e sermos testemunhas oculares dos milagres que Deus opera também nos dias de hoje, isto porque a reação das pessoas podem ser diversas e estranhas aos nossos olhos, porém para cada pergunta existe uma resposta e não tenham medo de buscar a verdade em Deus para que Ele possa agir cada vez melhor em sua vida e resgatar tantos enfermos neste mundo que ainda não experimentaram o grande amor de Deus.


Uma resposta:


Por que pessoas se sentem mal, sentem dores estranhas e até vomitam quando participam de Missas de Cura e Libertação ?


A resposta correta para esta pergunta pode ser longa, pois teria que observar diversos aspectos da vida íntima, presente e passada da pessoa em questão, sendo assim precisaria de um acompanhamento particular em cada caso auxiliado por pessoas conhecedoras do assunto, porém sabemos que o Ministério de Cura & Libertação tanto dentro da RCC como fora dela ainda esta em plena formação e nem sempre encontramos pessoas totalmente aptas para acompanhar esses casos em todos os lugares.

Com o surgimento das Missas de Cura & Libertação abertas ao público Católico, principalmente para pessoas que nunca tiveram acesso à graça de Deus anteriormente causa efeitos novos que exigem a formação de pessoas para atuarem nestas Missas assim como Jesus tinha seus Discípulos que o auxiliavam em suas pregações acolhendo as pessoas que se sentiam mal levando-as até a presença de Jesus que as curava integralmente.


Sintomas:


Podem ser diversos os sintomas que ocorrem em pessoas com problemas sejam eles simples dores de cabeça comuns, peso na consciência provenientes de pecados não confessados e ou opressão do inimigo em seu grau de maior ou menor gravidade.

Cabe a esta equipe preparada discernir em cada caso e dar prosseguimento à cura em cada um deles, porém o que mais ocorre são pessoas esconderem seus sintomas e não os manifestar naquele momento ou então as pessoas que estão à sua volta perceberem naquele momento e não participarem da solução daquele caso e assim surgem dúvidas que merecem a nossa atenção.

É comum acontecer em momentos de cura a exteriorização e manifestação do problema que está sendo curado ou seja, se alguém tem uma dor de cabeça crônica aquela dor se manifesta e desaparece para que fique demonstrado que aquela dor não existirá mais, por outro lado se o problema é espiritual e não físico pode ocorrer sintomas de expulsão física  “expulsão para fora do corpo de algo que está lhe prejudicando” mesmo que este algo não seja físico, assim é comum ter ânsia de vômito, pois o vômito é uma reação automática de expulsão de seu corpo de alguma coisa que lhe faz mal e em casos mais graves não só ocorre ânsia de vômito como o mesmo pode ser real e até apresentar coisas físicas que jamais foram ingeridas pela pessoa, isto explica que a pessoa está se libertando de algo que lhe faz mal e prejudica ou seja aquela coisa que é física ou não agora não está mais dentro de você e não pode mais lhe atingir ou fazer qualquer mal.

Neste caso podemos dizer que aquele que expele de dentro de si algo que lhe faz mal, agora está livre da causa  de seu mal e neste caso as pessoas precisam e devem ter acompanhamento para que permaneçam libertas daquele mal e não venham a reingerir o seu próprio vômito assim como São Pedro nos relembrou certa vez.

“Melhor fora não terem conhecido o caminho da justiça do que, depois de tê-lo conhecido, tornarem atrás, abandonando a lei santa que lhes foi ensinada. 22. Aconteceu-lhes o que diz com razão o provérbio: O cão voltou ao seu vômito (Pr 26,11); e: A porca lavada volta a revolver-se no lamaçal.” (2 Pedro 2,21-22).


Se você tem alguma dúvida diferente desta, deixe aqui nos comentários abaixo e procuraremos dar uma resposta.



https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Miguél Arcanjo

 


Deus consola nossas lágrimas.



Jesus nos consolou e nos deixou o Espírito Santo como um consolador eterno.


“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco.” (S. João 14,16)



São Paulo nos diz em :

Bendito seja Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, O Pai das misericórdias, Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para que, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus, possamos consolar os que estão em qualquer angústia! 

(2 Coríntios 1,3-4)




Muitas vezes, num momento de dor, dificuldade, por uma enfermidade, perda, sofrimento, nós acabamos chorando. Alguns choram de alegria, outros de tristeza ou num momento de fraqueza. São muitas as situações em que lágrimas brotam de nossos olhos.

Jesus também chorou (João 11-35). E é Ele quem vem nos consolar diante de nossas lágrimas. As vezes, choramos escondidos, nos sentindo arrependidos, culpados por alguma coisa.

Quando o mundo nos abandona, nosso Pai fica conosco, para enxugar nossas lágrimas e nos dar a alegria do Seu amor. Bem aventurados os que choram, pois serão consolados (Mateus 5,4).

Choramos de dores físicas, de depressão, por carência, por medo, por insegurança, dificuldades, saudade, tristeza, arrependimento e por muitos outros motivos. Mas seja qual for a razão dessas lágrimas, o Senhor está ao nosso lado. Chore e entregue suas lágrimas e sua vida a Deus. Ele é nossa força na tribulação.



Lágrimas que Curam.


Quando choramos colocamos para fora as angústias, os medos e tudo que está nos afligindo. O choro é uma forma de dizer o que estamos sentindo e revelar nossa fraqueza. Porem em Cristo não paramos na fraqueza. Como nos ensina Paulo, “quando sou fraco é que sou forte”.

No romper da nossa fraqueza, Deus cura nosso coração. As lagrimas muitas vezes são reflexo da cura que está acontecendo dentro de nós. Quando contemplamos a ação de Deus e só as lágrimas podem explicar o alívio de ser curado. Quando choramos lágrimas de cura, não choramos de dor, mas de alívio. A dor já foi vencida, mas precisa sair para fora. Libertar o que está dentro de nós e permitir que o vazio seja preenchido por Deus.

Pela ação do Espírito Santo, o consolador, o Senhor vem nos curar interiormente. Quantas vezes diante de Deus, sentimos o arrependimento de nossos erros, de nosso passado e pedimos ao Senhor que nos cure de nossas fraquezas, nos ajude em nossas dificuldades e nos liberte.

A perda de alguém que amamos também nos faz chorar.

É inevitável as lagrimas diante da morte de uma pessoa especial para nossa vida. Choramos diante da perplexidade da perda e de saudade de quem partiu assim como Jesus chorou por Lázaro. Nos momentos em que o mundo parece desabar, o Senhor esta ao nosso lado. Quem partiu vai ao encontro de Deus e Deus vem nos dar forças para superar esses momentos.

Nós cremos na vida eterna. Por isso, certos de que quem partiu foi para junto de Deus, só cabe a saudade pois sabemos que ao final da caminhada de quem morre, este está na eternidade, contemplando a face de Deus. Com o coração apertado pela ausência, precisamos ser fiéis e seguir caminhando para também irmos para junto de Deus.

O Pai sabe a razão de cada lágrimas de seus filhos.

Deus vem nos acalmar, trazer a paz e o amor, a cura e o perdão. Deus quer nos ver felizes, sorrindo. Mas por muitas vezes o mundo nos faz sofrer. Precisamos segurar firmes na mão de Deus. O Senhor vai nos consolar, Ele não nos abandona em nenhum momento.

Sempre que chorarmos, devemos louvar o Senhor. Jesus é o consolo dos aflitos. Quem chora e espera em Deus, logo verá suas lagrimas de tristeza serem transformadas em lágrimas  de alegria. É o Amor de Deus que vem trazer a felicidade e a paz ao nosso coração.



“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
(Salmo 30,5) ou (Salmo 29,6).



Num momento muito difícil da minha vida, o salmo acima foi a voz de Deus me acalmando. Este belíssimo versículo da Bíblia mostra a certeza e a confiança de que o sofrimento vai passar. É uma oração de confiança, onde não se pede para sair do sofrimento, todavia, já temos a certeza que Deus nos faz vencedor. É uma questão de tempo – no caso o tempo é ilustrado pela noite e manhã – mas na prática, significa que precisamos esperar em Deus, fortes e fiéis. Não se trata de tempo cronológico, mas a esperança de que vai chegar a vitória ! Que assim como o salmista tenhamos a graça de num momento de lagrimas de ir alem da súplica e com serenidade ter a  convicção de logo a alegria será plena, por pior que seja a situação.


Quem Me Segurou

Foi Deus


Diácono Nelsinho Correia –

Comunidade Canção Nova.






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Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito
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Por que as pessoas choram ?


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Pergunta:

Por que algumas pessoas choram e outras não quando recebem o Espírito Santo ?

Chorar ! Por que ?



Chorar é uma emoção humana muito comum!


Veja detalhes em:

Sentindo a Presença de Deus!


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Mas por que as pessoas choram?


Um bebê recém nascido chora quando está com fome, com dor ou com alguma necessidade e não sabe expressar o que seria, logo a sua única saída é chorar e chorando ganha a atenção de sua mãe que certamente resolverá o seu problema seja ele qual for.    Com o tempo, o aprendizado da linguagem e a maturação de sua capacidade de se expressar este choro será substituído pela COMUNICAÇÃO verbal, porém os motivos que provocavam o choro ainda persistirá.

A pessoa adulta não chora por qualquer motivo, nem mesmo quando está com uma dor muito forte, porém muitos destes motivos que não são expressos fisicamente serão armazenados no subconsciente e são conhecidos como “TRAUMAS”, ou seja “Uma dor que não foi curada e permanece oculta”.

As coisas que nos machucam causam dor física ou psicológica, medo e apreensão.  Quando somos crianças ou mesmo quando adultos elas podem causar choro (Lágrimas) e ao mesmo tempo geram também uma marca na memória como uma cicatriz que é um trauma de maior ou menor intensidade que ficará gravado em nosso ser para sempre.

Como por exemplo: A minha lembrança mais antiga, não sei nem quantos anos eu teria, foi quando saindo de um carro segurei na barra que estava a dobradiça da porta e antes que retirasse a mão a porta foi fechada e fiquei com a mão prensada e esta dor foi tão forte que se tornou uma marca inesquecível sendo que muitas outras coisas que aconteceram não ficaram gravadas na memória de minha infância e assim acontece com todas as pessoas, geralmente os momentos de dor e tristeza ficam gravados e não se apagam.

Esses traumas muitas vezes são conscientes e sempre nos lembramos deles, mas muitas vezes o trauma é tão forte que a pessoa não consegue se lembrar do fato, mas continua sempre sofrendo os efeitos daquele trauma mesmo sem o seu conhecimento.

Os psiquiatras já bateram o martelo confirmando que 90% dos males que o corpo humano sofre fisicamente como “Doenças e dores crônicas” tem sua origem em traumas remanescentes do passado, com lembrança ou não da pessoa e muitas doenças podem ser curadas com uma simples cura desses traumas interiores.

Esta ação de cura sempre será acompanhada de uma manifestação externa da pessoa, pois o corpo humano sempre manifestará as suas reações em tempo real através de uma emoção, seja ela de alegria ou de tristeza que no caso serão as lágrimas.

Quando uma pessoa chora podemos dizer que ela está sentindo uma dor naquele momento, porém é correto também dizer que quando recordamos de um fato triste que nos causou muita dor no passado também iremos chorar como da primeira vez, isto é até uma técnica que os atores de TV se utilizam para externar emoções enquanto representam seus personagens, neste caso todas as vezes que passarmos por um processo de cura interior em que seja necessário relembrar fatos tristes, traumas e dores do passado, esta cura sempre será acompanhado de lágrimas que serão mais ou menos abundantes de acordo com a capacidade de expressão de cada um, pois existem pessoas que se abrem de forma escandalosa e gritam (*), enquanto que outras sentem a mesma dor de forma mais comedida e sem expressões escandalosas.  O fato é que mais ou menos visíveis aquela dor que ficou armazenada em nós no passado para ser curada precisa ser exposta na lembrança e quando isso acontece as lágrimas são inevitáveis.


PESSOAS QUE NÃO CHORAM:


Muitas vezes, porém podemos notar que muitas pessoas não choram de maneira nenhuma.


Existem três motivos para esta atitude:


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– As pessoas não sintonizaram com o momento de cura e não foram tocadas por Deus em seu coração, explicamos isto com a Dinâmica do Sonrisal embalado dentro do copo com água.

– Elas não sentem dor nenhuma, não possuem traumas no passado ou já foram libertas e curadas em outra ação anteriormente. A Pessoa saudável, não precisa de médico.

– Elas são duronas e não expressam exteriormente as suas emoções em publico, porém as pessoas mais duronas são aquelas que armazenam muitos traumas não curados, ou seja, nem sempre são curadas plenamente e um dia acaba explodindo em lágrimas sem se preocupar com o vexame que provocará.

Constatamos que quando esta pessoa não chora isto não significa que ela não possua problemas e nem que não sentiu o toque de Deus em seu coração e sim que na verdade jogou a sujeira debaixo do tapete e adiou a sua cura mais uma vez.


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 A Abertura do coração é muito importante! 2525


Temos que nos abrir para evitar acumular motivos para uma explosão descontrolada que é como uma bomba que explode no final da queima do pavio.

Nós que realizamos diversos encontros em diversos lugares tanto para jovens, homens, mulheres ou casais testemunhamos diversos tipos de explosão emocional ou contenção de emoções, mas podemos dizer que aqueles que mais se abrem e expressam suas emoções sem medo dos outros ao seu redor mesmo que não seja em gritos e prantos (*) são aqueles que mais se libertam de seus traumas e suas dores e podem testemunhar depois que sentiram muita paz e alegria, pois é o caso de entregar o peso de sua cruz a Jesus.  As dores, enfermidades e traumas se equivalem ao peso da cruz e sem elas sentimos um grande alívio já que a nossa cruz ficou bem mais leve.


“Vinde a mim todos vós que estais cansados e oprimidos e Eu vos aliviarei” (S. Mateus 5)


“Tomai sobre vós o meu jugo, […] Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
(S. Mateus 11,3o)


“Fomos curados graças às suas chagas”   (Isaías 53,5)

“Carregando a sua cruz”  –  (Post power point)


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“O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” ( Salmos 30:5)  “Pela tarde, vem o pranto, mas, de manhã, volta a alegria. (Salmo 29,6)


… Geralmente o choro ocorre quando as pessoas são libertas de seus males e em um encontro fechado criamos momentos para que esta libertação seja facilitada e aconteça, chamamos de momento de cura “Interior” e costumamos realizar este momento na presença de Jesus Sacramentado, pois Se é Jesus quem nos cura, na sua presença então será muito mais fácil que isto aconteça realmente.

Jesus na verdade sempre poderá nos tocar e nos curar a qualquer tempo e em qualquer lugar, desde que o nosso coração esteja aberto para que isso aconteça, porém nos momentos em que exaltamos o Espírito Santo e invocamos a sua presença em nós, momento este em que somos Batizados no Espírito, mergulhados na sua presença e nos abrimos para que Ele penetre em nós ocorre o cumprimento daquela profecia de Ezequiel:



“Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne.”

(Ezequiel 36,26)



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Este é o exato momento que as lágrimas correm, pois é o exato momento da transformação onde morre o homem velho cheio de traumas e pecados que foram lavados e perdoados nascendo o novo homem segundo a imagem de Cristo ressuscitado como um novo ser pronto para viver uma nova vida.


Observações:

(*) Escândalos, gritos e prantos:


Como dissemos antes, derramar lágrimas e chorar são emoções normais e fazem parte do ser humano, essas emoções não devem ser contidas, interrompidas e nem desprezadas e sim devem ser expostas sem ressentimentos e constrangimento, no entanto existem aqueles que exageram e fazem um verdadeiro espetáculo de vexame publicamente sem a menor necessidade.

Deus derrama suas graças em medidas sobre cada um de nós e não justifica que alguns explodam e outros não, mas ocorre que algumas pessoas não conseguem controlar suas emoções e outras porque gostam de fazer um teatro e aparecer em publico mesmo.

As equipes do Ministério de cura estão preparadas para enfrentar essas diversas atitudes e reconhecer as suas diferenças e atender essas pessoas imediatamente quando elas explodem em publico exatamente para evitar que as outras pessoas se escandalizem e interrompam o seu processo de cura.   Para que isso aconteça, caso a pessoa não se contenha com o atendimento in loco é recomendado que a mesma seja retirada do recinto publico para um local onde ela possa ser atendida em particular, é uma recomendação que não pode ser desprezada sendo até indicado que não se promova momentos de cura e repouso quando não se tenha uma equipe de atendimento preparada no local, porém esses fatos podem ocorrer em outros momentos não previstos e muitas vezes não há pessoas preparadas para o atendimento particular.


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Finalizando:


Lágrimas são sinônimos de cura & libertação é um ato de entrega e arrependimento que leva à transformação plena da pessoa, portanto devem ser bem recebidas e não reprimidas para incentivar a abertura do coração das pessoas para que elas encontrem essa experiência pessoal com Jesus que podem até trazer lágrimas em um primeiro momento, mas que finalizam com muita paz e alegria.


Outros temas a serem ponderados:


ARREPENDIMENTO: 

CONFISSÃO e PENITÊNCIA:

CONVERSÃO:



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Experiência_com_Deus Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito

Oração de Cura e Perdão – Pe. Robert DeGrandis, SSJ.



Oração de Cura e Perdão

Pe. Robert DeGrandis, SSJ


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“É Ele quem perdoa as tuas faltas e sara as tuas enfermidades”(Sl 102, 3).

Senhor Jesus Cristo, hoje quero perdoar a mim mesmo por todos os meus pecados, faltas e tudo que há de mau em mim por tudo que acho que é mau. Senhor, perdoa-me por qualquer especulação no ocultismo, por ter recorrido à prancheta ouija, horóscopos, práticas espíritas, por ter procurado cartomantes, por ter acreditado em amuletos, por ter usado o Teu nome em vão, por não Te adorar, por ter ofendido meus pais, por ter-me embriagado, usado drogas, cometido pecados contra a castidade, adultério, abortos, roubos, mentiras. Eu me perdoo verdadeiramente. Senhor, quero ser curado por qualquer rancor, mágoa e ressentimento para contigo nas ocasiões em que achei que Tu enviavas mortes, doenças, desgostos e dificuldades financeiras à minha família e eu imaginava que fossem castigos. Perdoa-me, Jesus. Cura-me! Senhor, eu perdoo minha mãe pelas vezes que ela me magoou, me deixou ressentido, zangou-se comigo, castigou-me, deu-me preferência a meus irmãos e irmãs em meu prejuízo , chamou-me de pasmado, feio, estúpido ou acusou-me de dar muitas despesas à família, ou quando me disse que eu não havia sido desejado, que nasci por acaso, por engano ou não correspondera ao que ela esperava. Perdoo meu pai por todas as vezes em que não me deu apoio, pela sua falta de amor, falta de afeto, falta de atenção, falta de tempo, falta de companheirismo; pelas suas bebedeiras, pelas suas brigas, especialmente com minha mãe ou com os outros filhos, pela severidade de seus castigos, pelo abandono em que nos deixou, saindo de casa, divorciando-se de minha mãe, por suas ausências. Senhor, perdoo meus irmãos e minhas irmãs por me rejeitarem, por mentirem a meu respeito, por terem raiva de mim, por me magoarem, por disputarem comigo o amor meus pais, por me agredirem fisicamente ou fazerem minha vida desagradável de qualquer maneira. Eu os perdoo, querido Senhor. Senhor, perdoo meu marido (ou minha mulher) por sua falta de amor, falta de afeto, falta de consideração, falta de apoio, falta de comunicação, pelas tensões, pelas falhas, desgostos ou quaisquer outros atos ou palavras que me ofendem ou perturbam. Senhor, perdoo meus filhos por sua falta de respeito, de obediência, de amor, de atenção, de apoio, de compreensão, pelos seus maus hábitos, por quaisquer más ações que possam perturbar-me. Senhor, perdoo minha avó, meu avô, tios, tias, primos e primas que interferiram em nossa família e causaram confusão, voltando um pai contra o outro. Senhor, perdoo meus parentes por parte de meu casamento, especialmente minha sogra. Perdoo também meu sogro, cunhados e cunhadas.


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Senhor, rezo hoje, especialmente pela graça de perdoar meus genros e noras e outros parentes por afinidade que tratam meus filhos com falta de amor. Jesus, ajuda-me perdoar meus companheiros de trabalho que são agradáveis ou infelicitam minha vida. Aqueles que me empurram serviço, que falam mal de mim, que não querem cooperar comigo ou tentam tirar o meu emprego. Eu os perdoo hoje. Meus vizinhos precisam ser perdoados, Senhor. Por todo o barulho que fazem, por não cuidarem de sua propriedade, não prenderem seus cães e deixarem-nos passar para o meu quintal, por não recolherem suas latas de lixo, por nos prejudicarem e abusarem de nós, eu os perdoo. E agora perdoo meu pároco, a minha congregação e a minha Igreja por toda a falta de apoio, mesquinharia, falta de amizade, seus sermões, por não me afirmarem como deveriam, por não me proporcionarem inspiração, por não me usarem numa posição chave, por não me convidarem para servir em setores que exigem maior capacidade e por quaisquer outras ofensas que me tenham feito. Eu os perdoo hoje. Senhor, eu perdoo todos os profissionais que de alguma forma me tenham prejudicado – médicos, enfermeiras, advogados, policiais, funcionários de hospitais. Por qualquer coisa que me tenham feito, eu realmente os perdoo hoje. Senhor, perdoo o meu patrão por não me pagar um salário suficiente, por não valorizar o meu trabalho, por ser indelicado e injusto comigo, por irritar-se e por não se mostrar meu amigo, por não me promover e não fazer nenhum elogio ao meu trabalho. Senhor, perdoo meus professores e instrutores de meus tempos de estudante bem como os de agora. Perdoo aqueles que me castigaram, me humilharam, em insultaram, me trataram injustamente, caçoaram de mim, chamaram-me de bobo ou de estúpido ou me retiveram na escola depois das aulas. Senhor, perdoo meus amigos que me abandonaram, que perderam contato comigo, que não me apoiam, que não se mostram disponíveis quando preciso de ajuda, que me pediram dinheiro emprestado e não me pagaram, que falaram mal de mim. Senhor, Jesus, peço especialmente a graça do perdão para aquela determinada pessoa, em minha vida, que mais me ofendeu. Peço-Te que me ajudes a perdoar qualquer pessoa a quem eu considere como meu maior inimigo, aquela que me seja mais difícil perdoar ou aquela outra que eu jurei que jamais perdoaria. Obrigado, Jesus, por me estares libertando do mal da falta de perdão e eu Te suplico que me perdoes por todas as pessoas que foram ofendidas por mim. Obrigado, Senhor, pelo amor que através de mim veio para elas. Amém

Fonte: http://www.areajesus.com/perdao.htm
http://www.pmmi.com.br/

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DOM DE CURA E LIBERTAÇÃO


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Respostas sobre Repouso no Espírito.



Recebemos diariamente muitas indagações sobre Repouso no Espírito, já temos divulgações sobre o assunto que é bastante amplo com muitas considerações a fazer, porém as respostas podem ser específicas para cada duvida específica.



Moises_na_presença_de_Deus_sarça_ardente Resposta a diversas perguntas sobre sintomas e sentimentos que ocorrem nos momentos de oração e louvor! click aqui ==>


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Pergunta:

Quem recebe o Espírito Santo é só quem repousa?

Não, porque!

Batismo no Espírito x Repouso no Espírito.

Podemos dizer sem sombra de dúvida que em ambos os casos são ações do Espírito Santo, logo onde está o Espírito Santo aí está presente todo o seu ser, sendo assim, quando o Espírito Santo age Ele necessariamente BATIZA a pessoa, pois considera-se que a pessoa precisa estar envolvida “plenamente Cheia” do Espírito Santo para sentir qualquer uma de suas manifestações, isto implica em afirmar que qualquer pessoa que estiver repousando no Espírito estará Batizada, cheia, mergulhada no Espírito, mas uma pessoa que estiver cheia, mergulhada e repleta do Espírito Santo não necessariamente ou obrigatoriamente deverá estar repousando no Espírito.

Existe um distinção entre uma coisa e outra:

Estar cheio do Espírito é ser Batismo no Espírito Santo.

Repousar no Espírito é apenas uma manifestação distinta de quem se enche do Espírito, Quem profetiza ou fala em línguas também está cheio do Espírito, quem faz milagres ou cura os enfermos também estará cheio do Espírito, porém quem se enche do Espírito não estará em repouso todas as vezes ou então não existiria nenhuma história que contasse os Milagres que Deus realizou através de seus Profetas e Santos no passado, isto porque, quem está em repouso, não está em ação e o repouso tem o objetivo de descansar e curar as pessoas, restabelecer as forças de cada um e não de agir, sendo assim podemos dizer que o Espírito nos enche para podermos agir, trabalhar em sua obra; pregar, anunciar, curar enfermos e etc.  Pois juntamente com o Batismo o Espírito nos enche com seus Dons de Trabalho em benefício do crescimento da Igreja, mas quando Ele nos dá o Repouso, simplesmente estaremos descansando e renovando as nossas forças nos preparando para uma ação futura.

Quando pregamos um SVE I temos o objetivo de realizar uma oração de Efusão no final do encontro para que as pessoas experimentem em seu coração o sabor da Presença do Espírito Santo, ou seja, se encham do Espírito ou com o termo mais conhecido, sejam “Batizadas no Espírito Santo”.

Este é o objetivo, porém dependendo do encontro, da abertura de cada pessoa que participa esta efusão pode atingir maior ou menor grau de eficiência, pois existem muitos fatores que ajudam ou atrapalham um bom resultado na Efusão.  

O que esperamos de uma boa Efusão é a verdadeira transformação e conversão dos corações, pois quando este coração se abre de verdade haverá sempre uma transformação interior que implicará em uma entrega total possibilitando a ação completa do Espírito Santo que se manifestará externamente através de louvor, lágrimas de conversão, dons de línguas, calor no corpo e outros diversos sintomas entre eles está também o repouso no Espírito, porém para quem auxilia uma Efusão não temos como observar o grau de ação do Espírito Santo em quem esteja apenas repousando, ou seja, esta ação é interior e somente a pessoa pode depois testemunhar o que sentiu, porém não manifestará exteriormente nenhum dos outros sintomas exteriores que possamos observar, sendo assim, esta efusão para ele pode se tornar apenas uma cura que é uma ação de libertação que é apenas um pré-requisito para a verdadeira transformação, isto porque, mesmo quando reservamos um momento para curar e libertar as pessoas antes da Efusão, são muitas as pessoas que chegam naquele momento sem estar plenamente curadas e assim a sensibilidade da pessoa em questão se limitara à uma cura, pois nem sempre se repete ou dá sequencia ao ato de oração após esta Efusão e que no caso deveria ser retornado para estas pessoas que apenas repousaram.   O que eu estranho neste fato que hoje ocorre é que no inicio das atividades da RCC este fato não ocorria, mas hoje quando oramos pela Efusão, a metade das pessoas caem em repouso, para mim nada mais é do que uma tendência de imitação, pois as pessoas aprendem que Repouso seria um SINÔNIMO de Batismo no Espírito e na verdade NÃO É, É SIM APENAS UM EFEITO.



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Pergunta:

O que de fato acontece quando repousamos no Espirito Santo?

Pode acontecer muita coisa, depende de cada pessoa em particular!

Como já foi descrito anteriormente com mais detalhes, seremos diretos nesta resposta.

Repouso é Repouso “*” a própria palavra e descrição da manifestação está dizendo do que se trata.  Analisando diversos testemunhos pessoais e comentários que foram descritos aqui neste Blog podemos dizer que se trata de um descanso e uma cura interior mais profunda.

  Deus não teria nenhum interesse em nos imobilizar sem nenhum motivo aparente, não teria motivo para nos por para dormir se não tiver uma razão para isso.  Sendo assim, quando repousamos entramos em um estado de descanso físico e mesmo que nossos sentidos permaneçam ligados acompanhando o que acontece em nossa volta podemos sentir também uma paz que nos invade o interior, sentimos alívio de problemas, mágoas mal perdoadas, dores de físicas etc.  

Podemos dizer que quando o Homem está bem acordado, ou totalmente consciente ele de certa forma coíbe com sua razão esta ação mais profunda de Deus, pois nós fazemos intervenções na vontade Divina e de certa forma direcionamos o que queremos que Ele faça e onde deva curar, mas nem sempre sabemos qual é a real razão de nossas dores.    Quando entramos em estado de repouso esta intervenção humana cessa por um instante e Deus começa a curar coisas que muitas vezes nem nos lembramos, cura traumas, pecados, mágoas, dores crônicas sem motivo causadas por Stress e preocupação, etc.

Em casos mais raros acontece também um Batismo no Espírito mais profundo atingindo áreas que anteriormente não foram atingidas.

A sensibilidade ao Repouso, a quantidade, o tempo e o grau de consciência durante o repouso pode variar de pessoa para pessoa, mas geralmente o Repouso não é muito longo a não ser em casos acompanhados de cura interior com pessoas com traumas mais profundos e reincidentes.

A queda: Não é um fator preponderante ou obrigatório, muitas vezes pensamos que todos somos obrigados a repousar, e que necessariamente seria preciso cair no chão de qualquer jeito e por isso muitas pessoas não se abrem ao Repouso, porém ninguém seria obrigado a Repousar no Espírito, principalmente porque via de regra a pessoa não precisa ser curada todos os dias, se bem que todos nós sempre precisamos de um bom descanso nos braços do Pai.   Ultimamente o Repouso no Espírito está mais conhecido e por este motivo está sendo mais utilizado se bem que existe uma restrição à promoção de Repouso no Espírito entre multidões, principalmente se não existir uma equipe preparada para o atendimento de cura interior no local.


Leia mais sobre Repouso no Espírito neste Blog: Click Aqui



Repouso_no_Espírito_2 colo-de-jesus

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Pergunta:


Por que algumas pessoas choram e outras não quando recebem o Espírito Santo ?

Chorar ! Por que ?



Chorar é uma emoção humana muito comum!


jesus_consala_mulher_chorando


Mas por que as pessoas choram?

O texto ficou um pouco longo e foi transferido para um post particular.

Siga o Link Abaixo

Por que as pessoas choram ?




Extase_cume_da_oracao Alimento_Espiritual_Autêntico o-maior-tesouro-do-mundo
Experiência_com_Deus Aspirais_aos_Dons_Espirituais Vem_Espirito


Perdão e Reconciliação.



Perdoar

libertar a si mesmo para dar paz a mente e ao coração


Perdoar-para-ser-perdoado[1]



Perdoar e pedir perdão são atos de generosidade e humildade. Mas só se pede perdão ou se perdoa de verdade, quando houver sinceridade e abertura de coração.

Quem nunca cometeu um erro? Nunca precisou de um perdão por faltar com respeito com alguém, por mentir, decepcionar, enganar, omitir, machucar, por se exceder? Estamos cercados de sentimentos negativos, rancor, raiva, mágoa e que se não soubermos nos defender desses sentimentos, eles têm grande capacidade de destruição. Quem convive com esses sentimentos negativos sofre muito, pois acaba se privando de momentos de felicidade e paz interior. E não podemos nos esquecer dos malefícios que causam à saúde. Ao viver angustiado por um problema ou situação mal resolvida prejudicamos diretamente nossa saúde física, causando estresse, ansiedade, problemas com coração e pressão arterial. É o que chamamos de ‘somatização’. É o corpo assumindo a dor e o peso da alma.


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Perdoar é um processo de libertação do ressentimento e de certa forma é uma doação sem esperar nada em troca.


O perdão é sincero e verdadeiro, quando dado e recebido não apenas em palavras e sim nos gestos. Você não precisa necessariamente perdoar para a sociedade, mas sim para você mesmo, pois é algo interno e individual. Perdoar é conseguir deixar para trás o passado e dar novas oportunidades ao presente, poder viver livre, leve e solto, sem essa preocupação.

Tão importante quanto perdoar é tomar a iniciativa de pedir perdão, algo que muitos não fazem por questão de orgulho. Assim como somos capazes de dar o perdão, quando erramos, devemos saber também tomar a iniciativa de pedir desculpas e ter recursos para reconquistar a confiança e respeito alheio. Reconhecer os próprios erros e ser capaz de mudar é sinal de amadurecimento e evolução.


Portrait of young man kissing his pretty young woman on forehead - outdoor


Na prática:

– Saiba exatamente como você se sente sobre o que aconteceu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação.

– Não espere pedidos de desculpas dos outros nem da vida. Faça o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e para ninguém mais.

– Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o feriu, nem tornar-se cúmplice dela. O que você deve buscar é a sua paz. O perdão é um poder pessoal.

– Em vez de concentrar-se nas suas mágoas, concentre suas energias na busca do amor e da bondade ao seu redor.

– Lembre-se sempre: “A maior vingança contra o inimigo é perdoá-lo. Ao perdoá-lo nos livramos dele, pois ele deixa de ser nosso inimigo. Já o ódio e a mágoa cultivam o inimigo dentro de nós” (Augusto Cury).  Perdoar é uma questão de escolha, é preferível ser feliz, saudável e livre.

Livros recomendados:

Perdão Restaurador (Josadak Lima) – O livro Perdão Restaurador (Josadak Lima) da Editora AD Santos mostra a importância do perdão e como perdoar de maneira verdadeira. “Serão oito estudos sérios extraídos da Palavra de Deus, tendo como base Mateus 18, que lhe darão subsídios para que você cresça e seja aperfeiçoado nesta área da vida cristã.” Certamente você experimentará mudanças significativas em seu próprio caráter durante e depois de estudar este tema.

Perdoa-nos Assim Como Nós Perdoamos (Daniel Alves Pena) – O livro Perdoa-nos Assim Como Nós Perdoamos (Daniel Alves Pena), mostra como perdoar é necessário em nossa vida de cristão. Muitos sentimentos estão prejudicando as pessoas por causa da falta de perdão. Perdoar não é fácil, mas é algo necessário. Em nosso processo de santificação também é necessário haver perdão, pois guardar rancor ou querer fazer justiça será um grande impedimento.


Texto: Cintia Cucco.

fonte: http://www.terapiasfontedevida.com.br

1ª fonte: www.minhavida.com.br



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Feridas curadas.



Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos a resistência humana em não admiti-los como coisas boas ou intemperes necessários que estarão em nossa trajetória nesse mundo, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse:

“No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.”
(S. João 16, 33)


Tudo que DEUS faz é Perfeito!


MEDITAÇÃO EM POWER POINT


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Feridas curadas


1. “Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas”… As pérolas são feridas curadas. Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

2. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.

3. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada…

4. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?

5. Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? 6. 7. Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

8. Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras..


9. Presentepravoce.wordpress.com.brquinta-feira, 27 de agosto de 2015 2:15:49 Link’s para outras Mensagens



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O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças.

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis do repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.”  (Mt 11, 28-30)



Curando as Feridas e removendo as Cicatrizes do Coração.


Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos uma resistência humana natural em não aceitar-las como algo bom, porque na verdade não o são, porém são intemperes que estarão em nossa trajetória de vida nesse mundo, mesmo não sendo necessários podemos utilizar destes percalços para o nosso bem usando de muita aceitação e superação porque querendo ou não estarão presentes em nosso caminho, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16, 33)

Desde a minha mais tenra infância eu compreendia as minhas feridas como resultado de machucados físicos ocorridos em brincadeiras com os primos, colegas de escola ou nas aulas de Educação Física. E como sempre, contava com o carinho e o zelo de minha “enfermeira particular”: a mamãe! Todas as vezes, ela vinha com o remedinho “Merthiolate“, que causava uma certa dor e ardência ao ser aplicado, mas, em contrapartida, seu consolo era acrescido de um beijinho doce dizendo “passa logo tá”. Logo depois, é claro, vinha a velha advertência, comum entre todas as mães, que gostam de nos lembrar que deveríamos ouvi-las mais: “Eu não te avisei?” Pois é! E era sempre verdade!

Ao descrever por essas linhas essa singela reflexão de vida, vi como Deus nos ama em perfeição, pelo fato de criar anjos que, com a mesma doçura, fossem capazes de agir. Ao cria-las, o Senhor fez a versão feminina do Ágape (amor incondicional) e as lançou na Terra como o nome de mãe. E ainda, não satisfeito, nos entregou a Sua mãe, na cruz, para complementar essa carga amorosa e protetora por toda a nossa vida.

Pois bem! O amor de Deus é tão perfeito, que Ele age, no presente, conosco, com as nossas feridas causadas pelo amadurecimento natural, pelos nossos pecados ou pelos tropeços da caminhada, da mesma maneira. O terceiro versículo do salmo 147 nos confirma isso dizendo que “Ele sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas”. Diante de nossas quedas, a misericórdia de Deus nos acolhe e, fazendo de nós, mais que pacientes, mas sim, filhos amados, somos tratados e curados, não só no corpo, mas também na alma, na mente e no coração. Por muitas vezes, o remedinho que Jesus aplicou sobre as minhas machucaduras chegou até mim através da necessidade de uma boa confissão, de uma direção espiritual abençoada, um Seminário de Vida no Espírito Santo, uma oração de um servo ungido, já que o Senhor é especialista em nos chamar cada vez mais para perto Dele, para um relacionamento intimo com Ele, e através dos Seus filhos. E esse remédio, assim como o da minha mãe, também dói muito as vezes, pois mexe em nosso ego, no nosso orgulho, nos naqueles sentimentos que somos apegados… como dói, mas depois vem o alívio e a cura!

Contudo, em meio as minhas inúmeras feridas transformadas em cicatrizes, dores não só físicas que eu senti, mas por grandes turbulências espirituais e emocionais que passei. Porém, aprendi muito com cada uma delas; em  cada cicatriz trago um aprendizado, uma lição especial. A cada gota derramada, Jesus, ao tratar o ferimento, ia me ensinando, em contrapartida, que eu não deveria carregar comigo, o fardo da mágoa ou rancor por quem me feriu; assim, Ele me mostrou o que é perdão. E quando já não mais sangrava o coração, mas insistiam em mim as lembranças da dor, Ele sussurrava, carinhosamente, em meu interior, revelando-me que aquela dose de tratamento deveria ser acrescida de uma profunda abertura do meu ser, para que eu recebesse uma efusão do Seu Santo Espírito.

Fossem feridas causadas pelo meu próprio pecado ou pelo amor que eu não recebi, de quem esperei em demasia, também o Senhor estava ali, como minha mãe, na minha infância, de mãos estendidas, a me olhar e dizer: “Eu não te avisei, filha?” Por isso, costumo dizer que, em cada sorriso que esboço em minha face, carrego uma cicatriz de uma ferida curada por Deus.

Só depois de me abrir para que o “Médico dos médicos” (Jesus) pudesse executar o cuidado completo em minhas machucaduras, é que pude aprender a me reconhecer como filha(o) amada(o) de Deus e, mais ainda, forte o bastante, para poder amar os outros, como, assim, Ele o quer.

E eu te digo, amado(a) irmão(ã), que isso só foi e sempre será possível com a força do Espírito Santo. Só Ele nos leva a percorrer esse caminho de cura, na certeza de que já somos vitoriosos.

Se você, deseja fazer essa experiência? Quer deixar-se curar por Deus? Então, eu te convido para fazer esta experiência com o Senhor Jesus e deixar-se ser conduzido por seu Espírito Santo como Ele disse a Nicodemos.

“Necessário vos é nascer de novo.” (S. João 3,20)

Somente renascidos na graça do Espírito Santo, seremos novos homens e novas mulheres, curados e libertos pelo poder de Deus. Transformando nossas feridas em cicatrizes de fé e misericórdia, na intercessão de Nossa Senhora da Primavera, o Espírito Santo nos cumulará de muitas e muitas bênçãos.

Danielle Santos
Comunidade Renascidos em Pentecostes

RENASCIDOS EM PENTECOSTES   ·  SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2016

FOI DEUS
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O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças

Os bêbados e a canoa.



A Embriaguez deixa a pessoa fora de si e a confunde sobre a realidade, não seria apenas uma questão de PECADO ou não PECADO e sim de um facilitador ao PECADO, mas o pior de tudo não é que provoca a morte daquele que se embriaga, mas coloca em risco a vida dos inocentes que estão próximos ou que possam cruzar o caminho desta pessoa, por isso esta estorinha nos mostra claramente a situação ridícula que os ébrios enfrentam cotidianamente, mas que podem se livrar delas quando reconhecem seu erro e o entregam nas mãos de JESUS.

Estoria: Conteúdo do Livro “Ide e evangelizai os Batizados – Prado Flores” como exemplo da cegueira espiritual que o Pecado causa no homem.



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Dois compadres muito amigos e companheiros de noitada, certa vez, foram a um bar, como de costume. O bar ficava do outro lado da margem do rio. Como o rio era largo, foram de canoa.

No bar, os dois tomaram todas e encheram a cara. Já tarde da noite, resolveram voltar para casa.

Foram para a beira do rio, entraram na canoa e um disse ao outro: “Você dorme um pouco e eu fico remando; depois a gente troca e você rema o restante”.

E assim fizeram: Um remava um pouco, depois trocava com outro e remaram a canoa a noite toda até ficarem exaustos e acabaram dormindo os dois.

Quando o dia amanheceu e já havia passado um pouco o efeito da cachaça, eles perceberam que estavam no mesmo lugar, começaram então a discutir entre eles acusando um ao outro de não ter remado o barco na sua vez, mas ambos se defendiam dizendo que haviam remado até se cansar.

Então por que motivo não conseguiram atingir o objetivo que era o outro lado do rio?

Quando resolveram retomar a empreitada da travessia perceberam que o barco não se movia mesmo com os dois amigos remando o barco ao mesmo tempo.

Foram ver o motivo: A canoa estava amarrada na beira do cais, haviam se esquecido de desamarrar a canoa!


É por isso que se diz:

” Se for dirigir, não beba e se for beber não dirija.”

… o mesmo vale para quem vai remar a canoa na travessia do rio.


Reflexão:


O Pecado é como uma corda que nos amarra e nos impede de ser verdadeiramente livres, quem vive no pecado é como se estivesse embriagado, pensa que é livre e não percebe que é escravo do pecado, pensa que faz a sua vontade quando quer, mas na verdade faz a vontade do pecado quando não quer. O pecado é como as trevas que nos cegam e nos impedem de ver o caminho a seguir com clareza, por isso é imprescindível desamarrar a corda do pecado antes de começar a remar o seu barco rumo a Deus. 

Quem vive no pecado faz exatamente como os bêbados:


“Cuidado para que vossos corações não fiquem pesados por causa dos excessos, da embriaguez e das preocupações da vida. E assim o Dia do Senhor vos pegará de surpresa” (S. Lucas 21,34).

Não sejais imprudentes, mas procurai compreender qual seja a vontade de Deus. Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. (Efésios 5, 17-19)



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Dom de Cura e Libertação.


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Carisma da Cura

“Enviou-os a pregar o Reino de Deus e curar os enfermos” (Lc 9, 2).

RENOVAÇÃO CARISMÁTICA CATÓLICA – BRASIL


SECRETARIA PAULO APÓSTOLO

Módulo Básico – Apostila 02 – 2ª Edição


Carisma da Cura


1. Introdução


Os carismas da cura, fé e milagres podem ser chamados “dons-sinais”, porque sinalizam algo de extraordinário realizado pelo poder de Deus. São dons que manifestam o poder de Deus no mundo; são obras do poder do Espírito, agindo nos cristãos e através deles, para confirmar a verdade da mensagem cristã.
Diante do poder de Deus que se manifestou em Jesus e nos apóstolos, muitos se converteram à fé, ao presenciarem uma cura, um milagre, um prodígio sobrenatural, uma ressurreição, etc.
Esses dons continuam sendo manifestos na Igreja. São necessários aos nossos dias, porque confirmam a palavra do Senhor. Não foram necessários somente no início do cristianismo, para sua expansão. É próprio da Igreja testemunhar pela manifestação dos dons carismáticos, a ação poderosa do Senhor em meio a seu povo. Pelos carismas, a evangelização é confirmada. “Os discípulos partiram e pregaram por toda a parte. O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam” (Mc 16, 20).

2. As enfermidades e a cura.

“Enviou-os a pregar o Reino de Deus e curar os enfermos” (Lc 9, 2).

Antes de entrar propriamente no dom da cura convém tecer alguns comentários a respeito da questão das enfermidades e de sua relação com a vida cristã e o plano da salvação.
O entendimento da Igreja a respeito dessas realidades é de que a enfermidade e o
sofrimento sempre estiveram entre os problemas mais graves da vida humana: “Na doença o homem experimenta a sua impotência, seus limites e sua finitude”.

O Papa João Paulo II, em sua Carta Apostólica Salvifici Do!oris – “O sentido cristão do sofrimento humano” – procura responder ao sentido da dor e do sofrimento. Segundo ele, “poder-se-ia dizer que o homem sofre por causa de um bem do qual não participa, do qual é, num certo sentido excluído, ou do qual ele próprio se privou”. No plano inicial de Deus que previa todo o bem e toda a satisfação das necessidades do homem (físicas, emocionais e psíquicas), se interpôs o pecado, criando toda a espécie de dor e insatisfação dessas necessidades.

2.1. Conceito de saúde (equilíbrio) x doença (desequilíbrio)

Deus criou o homem em harmonia perfeita com todas as coisas. O Espírito de Deus governava o espírito do homem; este governava a alma e a alma governava o corpo. E o homem gozava de um dom chamado imortalidade corporal, além da imortalidade do espírito.
Havia harmonia – equilíbrio – entre o espírito, a alma e o corpo. Quando o homem
saiu, voluntariamente, do plano original de Deus, pelo pecado das origens, entraram no mundo o sofrimento, a doença (desequilíbrio, desarmonia) e a morte.
A doença (que é um desequilíbrio) pode ter início em um dos elementos constitutivos do ser humano e atingir os outros, secundariamente. Por exemplo: uma doença que comece no espírito (pneuma) pode se exprimir na mente (psiquê) e no corpo (soma). Então é uma doença pneumopsicossomática, uma doença do homem total. Exemplificando: um pecado, que é uma doença do espírito (ou do pneuma), pode gerar um sentimento de “remorso” (na alma ou psiquê), levando a doenças ósseas (no corpo ou no soma).
O homem em desequilíbrio (doente) precisa ser curado, restaurado, regenerado em todo o seu ser para voltar à harmonia inicial. A cura é isto: a restauração do equilíbrio, da harmonia do plano de Deus.


RESUMO DO TEXTO ABAIXO EM POWER POINT.


2.2. O exercício do dom da cura

Se a doença é no corpo, precisa-se de cura física; se na mente, é necessária uma cura psíquica; adoecem as emoções, a carência é de uma cura interior. Caso o problema seja espiritual, é preciso uma cura espiritual (libertação). Em qualquer hipótese, o dom de
cura geralmente se manifesta por meio da oração de cura.
Para orar por cura, a única prerrogativa é usar o nome de Jesus. É preciso deixar de lado o medo e os enganos e orar pelos enfermos, sabendo que Deus os cura pelos méritos de Jesus Cristo e não porque a pessoa sabe orar, tem experiência ou é santa. Todos podem exercitar o dom de curar as doenças.
O propósito de Deus é que os seus filhos sejam totalmente sadios, curados, restaurados, regenerados e libertos. Para isso Ele enviou o Seu Filho para morrer pela humanidade. Pelas suas pisaduras o Filho trouxe a cura total e a libertação (cf. Is 53, 4-5).
O Papa João Paulo II diz que “o homem é destinado à alegria, mas todos os dias experimenta variadíssimas formas de sofrimento e de dor”. E a Congregação para a Doutrina da Fé, em recente publicação, se manifesta dizendo que exatamente por que o homem é destinado à alegria, o Senhor, nas suas promessas de redenção, anuncia a alegria do coração ligada à libertação dos sofrimentos (cf. Is 30, 29; 35, 3-4; Br 4, 29). Por isso, há um anseio legítimo e profundo no homem de se libertar de todo mal, pois o Senhor é “aquele que liberta de todos os males” (Sb 16, 8).

2.3. Deus quer o homem saudável

Desde a criação do homem, Deus o chamou à felicidade, ao bem-estar, à saúde plena.
Este é o plano de Deus: a felicidade e o bem de suas criaturas. As palavras dos profetas, as intervenções divinas em favor do povo escolhido testemunham um afeto e uma ternura que expressam o grande amor de Deus. Se dúvidas ainda houvesse, o mistério da Encarnação de Jesus Cristo as dissiparia por completo. Um Deus que se dá de forma tão apaixonada não poderia ter pensado ou desejado a dor ou o sofrimento para os seus
amados.
No Diálogo encontram-se registros primorosos de como Deus vê a separação do homem e a sua necessária reconstrução:

“Ó filha bondosa e querida, a humanidade não foi leal e fiel para comigo.
Desobedeceu à minha ordem (Gn 2, 17) e , achou a morte. De minha parte mantive a
fidelidade, conservei a finalidade para a qual a criara, com a intenção de dar ao homem a felicidade. Uni a natureza divina, tão perfeita, à mísera natureza humana, resgatei a humanidade, restituí-lhe a graça pela morte de meu Filho. Os homens sabem de tudo isso mas não acreditam que sou poderoso para socorrê-los, forte para auxiliá-los e defendê-los dos inimigos, sábio para iluminar suas inteligências (…). A natureza divina uniu-se com poder meu (o Pai), com a sabedoria do Filho e com a clemência do Espírito Santo. Todo o abismo da Trindade, uniu-se à vossa humanidade”.
O ensinamento da Igreja aponta que de Deus vem a cura e a salvação. O desejo de Deus, conforme o testemunho do próprio Jesus Cristo, é a cura, a vida plena e abundante (cf. Jo 10, 10). A Escritura afirma que “Deus não é o autor da morte, e a perdição dos vivos não lhe dá nenhuma alegria. Ele criou tudo para existência, e as criaturas do mundo devem cooperar para a salvação. Nelas, nenhum princípio é funesto, e a morte não é a rainha da terra, porque a Justiça é imortal” (Sl 115, 6; Sb 1, 13-15). Ora, Jesus veio ao mundo para dar ao homem vida em plenitude, manifestando o amor de Deus Pai (cf. Jo 3, 16) e torná-lo participante da natureza (cf. 2Pd 1, 4) e do amor divino (cf. 1 Jo 4, 9; 5,
11).
Se Jesus deu a vida pelo homem, se “fomos transladados da morte para a vida” (1 Jo 3, 14), Ele o quer cheio de vida, de saúde, de felicidade, pois Ele é o Deus da vida; Ele “é um Deus que nos cura” (Ex 15, 26), “que sara as nossas enfermidades” (Dt 32, 39; Sl 102, 3; 146, 3). As doenças encontram sua causa no próprio homem, no seu pecado, orgulho, ambição; em sua desarmonia consigo mesmo, com os outros, com a natureza e, por fim, com o próprio Criador. Mas esta é uma verdade bíblica: Deus quer o homem saudável!

2.4. Dom da cura e sofrimento humano

Através do Antigo Testamento percebe-se que o povo de Israel tinha o entendimento de que as enfermidades estavam misteriosamente ligadas ao pecado e ao mal; mas elas atingiam também os justos, o que levava o homem a interrogar-se o porquê. O Papa João Paulo II esclarece sobre isso: “Se é verdade que o sofrimento tem um sentido de castigo quando é ligado à culpa, já não é verdade que todo o sofrimento seja conseqüência da culpa e tenha um caráter de castigo. A figura de Jó é disso uma prova convincente no Antigo Testamento (…). Se o Senhor permite que Jó seja provado pelo sofrimento, fá-lo para demonstrar a sua justiça. O sofrimento tem caráter de prova”.
Conforme o entendimento expresso pela Congregação para a Doutrina da Fé, a doença pode ter aspectos positivos de demonstrar fidelidade ou mesmo de reparação, mas continua sendo sempre um mal e as promessas de Deus vão sempre no sentido de libertação e de cura e que, em tempos vindouros, não haverá mais desgraças e invalidez e o decurso da vida nunca mais será interrompido com enfermidades mortais ( cf. Is 35, 5-6; 65, 19-20).
A partir da vinda de Jesus Cristo é que se encontra uma resposta mais completa para a questão das enfermidades. Quando Jesus se depara com os enfermos, e isto é uma constante na narrativa de todos os evangelistas, a sua atitude é sempre de curar e de libertar de todos os males. A esse respeito diz a Congregação para a Doutrina da Fé: “As curas são sinais de sua ação messiânica (cf. Lc 7, 20-23). Manifestam a vitória do Reino de Deus sobre todas as espécies de mal (…), servem para mostrar que Jesus tem o poder de perdoar os pecados (cf. Mc 2, 1-12) e são sinais dos bens salvíficos”.
O mesmo sentido pode ser observado no início da evangelização ao longo dos Atos dos Apóstolos, conforme Jesus havia prometido. São freqüentes as curas e as libertações por meio dos apóstolos. São Paulo também confirma a continuidade dos sinais e prodígios em sua evangelização. A Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé acrescenta: “Eram prodígios que não estavam ligados exclusivamente à pessoa do Apóstolo, mas que se manifestavam também através dos fiéis”.

3. Enfermidades no Antigo Testamento

Ao longo do Antigo Testamento, após a narrativa do pecado e das conseqüências que ele trouxe para o homem, começa a surgir, especialmente nos salmos e através dos profetas, uma visão nova da doença diante de Deus: elas se tornam caminho de conversão (cf. Sl 38, 5 e 39, 9.12) e o perdão de Deus inaugura a cura. Chega-se a momentos de uma compreensão extraordinária da dor e da redenção a serem manifestadas plenamente no Cordeiro de Deus, o Justo, o Servo: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e carregou com nossos sofrimentos… E ainda: “Por suas chagas, nós fomos curados” (Is 53, 4.5.11).
Foi assim que os profetas viram a chegada do Messias: “Ele mesmo vem salvar-nos; os olhos dos cegos se abrirão e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; então, o coxo saltará como um cervo, e a língua do mudo dará gritos alegres” (Is 35, 4b-6a). Os tempos messiânicos foram vistos como tempos de plenitude espiritual, plenitude de vida física, como tempos nos quais o poder de Deus se manifestaria com esplendor em Jesus Cristo.
O Messias teria em si a plenitude do Espírito Santo; seria consagrado pela unção, e “enviado a levar a Boa Nova aos pobres, a curar os corações doloridos, a anunciar aos
cativos a redenção, aos prisioneiros a liberdade…” (Is 61, 1-2). Ele foi prenunciado como o “rebento justo brotado de Davi” (cf. Jr 23, 5; 33, 15); como “Gérmen”, segundo o profeta Zacarias (cf. Zc 3, 8; 6, 12); foi predito ser o Messias, a “Pedra Angular” na construção da Igreja (cf. Zc 10, 4; Is 8, 14; 28, 16; Sl 117, 22; At 4, 11 ); como alguém que viria “pensar a chaga de seu povo e curar as contusões dos golpes que recebeu” (Is 30, 26). Ele seria o “Emanuel, o Deus conosco, o príncipe da Paz (cf. Is 7, 14; 9, 5; Mt 1, 23); seria o “Sol da Justiça, que traz a Salvação em seus raios (Ml 3, 20).

4. O Novo Testamento: Jesus e os enfermos

No Novo Testamento, vê-se Jesus cumprindo as profecias. Um dos textos claros, neste sentido, é Lucas 7, 22: “Ide anunciar a João o que tendes visto e ouvido: os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos ficam limpos, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam, e aos pobres é anunciado o evangelho” (E Jesus acabara de fazer muitas curas: cf. v. 21 ).
Fundamentalmente, os evangelistas se esforçam por transmitir aos seus leitores e ouvintes, a verdade que Jesus é o Messias anunciado pelos profetas, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo para realizar o plano do Pai: a salvação dos homens e a manifestação do Reino definitivo (cf. Mt 1, 21-22; 16, 16; Mc 1, 1-15; 15, 39; Lc 7, 18-23; Jo 4, 25-26; 11, 27, etc). Jesus anunciava o Reino de Deus (cf. Lc 9, 11) presente nEle e em sua obra (cf. Mt 12, 28; Lc 11, 20).
A Encarnação do Verbo, na plenitude dos tempos, quando “se fez carne, e habitou entre nós” (cf. Jo 1, 14), é salvífica, pois Ele veio ao mundo “para salvar o povo de seus pecados” (cf. Mt 1, 21); veio para “expiar os nossos pecados” (cf. 1 Jo 4, 10); veio “para salvar os pecadores” ( cf .1 Tim 1, 15) ; veio “para nos resgatar de toda a iniquidade e nos purificar” (cf. Tt 2, 14); veio, enfim, para que todos tivessem vida plena (cf. Jo 10,
10).
No início de seu ministério público, “Jesus percorria toda a Galiléia, ensinando nas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo… e curava a todos” (Mt 4, 23-25). Não somente Jesus curava! Mas dava aos discípulos o poder de fazê-lo: “Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios…” (Mt 10, 8).
Uma palavra pode definir o relacionamento de Jesus com os enfermos: compaixão. Diversas vezes os evangelistas se referem à sua compaixão. O Catecismo da Igreja Católica diz que “sua compaixão para com todos aqueles que sofrem é tão grande que ele se identifica com eles: Estive doente e me visitastes”. Todos buscavam a Jesus, que a todos recebia. Todos o queriam tocar e Ele se deixava tocar.
As curas realizadas por Jesus suscitavam a fé em sua Pessoa Divina e levavam os ouvintes a se tornarem seus discípulos e suas testemunhas. Se Jesus curava, era porque não aceitava a enfermidade como algo querido normalmente por Deus; mas a cura, a saúde plena, estas sim, eram desejadas por Deus. Jesus curava porque via as pessoas doentes e porque manifestava, assim, o seu amor. E a ninguém que dele se aproximasse dizia: “volta para casa com tua enfermidade, porque Deus Pai assim o deseja, e te abençoa com a doença”. Ao contrário: curou a todos os que dele se aproximaram e lhe pediram com confiança e fé (cf. Mc 6, 56). Jesus quer dar a saúde. Ele é o divino médico e quer curar o homem totalmente (cf. Mt 8, 3; Mc 1, 41; Lc 13, 32).
Deus pode, é certo, permitir que uma doença permaneça em uma pessoa, sendo a mesma um meio de santificação e purificação para si e para os outros. De modo geral, a vontade de Deus é que o homem seja curado para poder louvá-lo com todo o ser. Jesus demonstrou isto em sua vida pública ao curar os doentes. Compadecia-se dos doentes e manifestava seu amor curando-os. Ele mesmo disse: “os sãos não precisam de médicos, mas os enfermos” (Mc 2, 17). E Jesus ali estava como o médico divino do corpo, da mente e da alma dos homens.


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“Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes:

O Reino de Deus está próximo.” (S. Lc 10,9)



5. A Igreja e o poder de curar doenças

Após a ressurreição, Jesus apareceu aos apóstolos e lhes disse: “Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio” (Jo 20, 21). A missão que Jesus recebeu do Pai, de tornar presente entre os homens o seu amor salvífico, Ele o transferiu à sua Igreja, A missão de Jesus e da Igreja é a salvação dos homens, e esta é a vontade do Pai (cf. 1Tim 2, 4). Ao se despedir dos apóstolos, Jesus ordenou: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado. Estes milagres acompanharão aos que tiverem crido: expulsarão os demônios em meu Nome, falarão novas línguas, manusearão serpentes, e se beberem algum veneno mortal não lhes fará mal; imporão as nãos sobre os enfermos e eles ficarão curados” (Mc 16, 16-18). A intenção de Jesus é bem clara: “Estes milagres acompanharão aos que tiverem crido”. Já mesmo durante a vida pública de Jesus, os apóstolos puderam testemunhar o poder curativo que Ele lhes dava: pregavam e curavam os doentes (cf. Mc 6, 13; Lc 9, 6).
Na vida dos apóstolos, as curas aconteciam pelo poder do nome de Jesus e do seu Espírito. Era o Senhor confirmando a pregação apostólica (cf. Mc 16, 20). Eis alguns atos da era apostólica:

a) Pedro cura um coxo de nascença, com mais de quarenta anos de idade (cf. At 3, 1; 4, 22);
b) A sombra de Pedro, passando por sobre os doentes os curava; Deus fazia milagres extraordinários por intermédio de Paulo (cf. At 5, 12-16; 19, 11-12);
c) Na Samaria, com o Diácono Filipe, acontecem prodígios e curas (cf. At 8, 4-8);
d) Pedro, em Lida, cura o paralítico Enéias (cf. At 9, 32-35); este fato trouxe muitas pessoas à conversão para a fé;
e) Em Jope, Pedro ressuscita a Tabita, o que suscita a fé em muitos corações, que se voltam ao Senhor (cf. At 9, 36ss);
f) Em Icônio, o Senhor opera prodígios por meio de Paulo e Barnabé (cf. At 14, 1ss);
g) Em Listra, Paulo cura um homem aleijado das pernas, coxo de nascença (cf. At 14, 8);
h) Em Trôade, Paulo ressuscita um moço (cf. At 20, 7-10);
i) Em Malta, Paulo cura o pai de Públio, impondo as mãos; e cura os doentes da ilha (cf. At 28, 8-9).

Se Jesus associou a evangelização aos sinais visíveis de seu poder presente na Igreja, não se pode separar evangelização e sinais sem deturpar sua intenção. Após a era apostólica, a Igreja continuou a exercer estes dons de cura e milagres; é conhecida a fama dos santos, dos místicos, por seus milagres em favor do povo. Associou-se assim, com o passar do tempo, a santidade ao fato de se realizarem milagres e curas em benefício dos enfermos. Esta idéia da santidade unida a fatos prodigiosos, manteve-se firme por vários séculos na Igreja: ser santo era operar prodígios e curas.

Depois do Concílio do Vaticano II surgiram na Igreja Católica diversos grupos que retomaram o uso dos dons carismáticos. Consequentemente, o dom da cura começou a expressar-se com mais freqüência no meio do povo, como um aspecto da unção do pentecostes renovado. A Renovação Carismática Católica, especialmente, contribuiu para isso.
O Catecismo da Igreja Católica atesta essa vontade de Deus em curar o seu povo e reconhece: “O Espírito Santo dá a algumas pessoas um carisma especial de cura para
manifestar a força da graça do ressuscitado”. Dessa fonte maravilhosa, os grupos de oração da Renovação Carismática Católica têm bebido e é possível testemunhar as maravilhas que o Senhor tem feito neles.


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1a. Lázaro caiu doente em Betânia, … 3. Suas irmãs mandaram, pois, dizer a Jesus: Senhor, aquele que tu amas está enfermo. 4. A estas palavras, disse-lhes Jesus: Esta enfermidade não causará a morte, mas tem por finalidade a glória de Deus. Por ela será glorificado o Filho de Deus. (S. João 11, 1)



6. E quando as curas não acontecem?

Essa questão é intrigante e inquieta muitos dos que se dedicam a orar pelos enfermos. Existe sempre um mistério em torno da vontade de Deus. Por que uns são curados e outros não?
Embora seja da vontade de Deus curar o seu povo, é bom lembrar que “mesmo as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças”. São Paulo teve que aprender que “basta-te a minha graça, pois é na fraqueza que minha força manifesta todo o seu poder” (2Cor 12, 9). Ele ensina que alguns sofrimentos devem ser suportados na vida e que eles fazem parte da caminhada: “Agora me alegro nos sofrimentos suportados por vós. O que falta às tribulações de Cristo, completo na minha carne, por seu corpo que é a Igreja” (Co1 1, 24).
Assim, pode-se sempre rezar pela cura, mas cabe ao Senhor curar segundo a Sua vontade.

7. A oração de cura

As orientações expressas a seguir têm um caráter introdutório e servem como um rumo geral a todos os cristãos. Quando o dom da cura começa a se manifestar com freqüência na vida do participante do grupo de oração, isto é um sinal que ajuda a caracterizar um serviço específico ou ministério. Nesse caso torna-se necessária uma formação mais aprofundada.
Jesus assegura que é possível obter o que se pede na oração (cf. Mc 11, 24). A oração de cura está intimamente unida à fé no poder de Deus, a quem nada é impossível. O dom da cura, ou a graça de curar as doenças no poder do Espírito Santo é tratado na Sagrada Escritura de uma forma bastante simples, no conjunto dos demais dons carismáticos: “…a outro, a graça de curar as doenças no mesmo Espírito” (1 Cor 12, 9b); mas “um mesmo Espírito distribui todos esses dons a cada um como lhe apraz” (1 Cor 12, 11).
É Deus quem cura sempre, servindo-se de instrumentos humanos. Por isso, todo cristão pode pedir o dom da cura e, na medida em que rezar pelos doentes, começará a constatar que as curas ocorrem.
Para rezar pela cura, outros dons podem ser usados. Por exemplo, a palavra de ciência, que fornece um “diagnóstico”, ou causa da doença. Também a orientação sobre como orar e o que dizer à pessoa por quem se ora, pode ser adquirida através de uma palavra de sabedoria ou do dom do discernimento.
O padre Dario Betancourt usa o texto do Eclesiástico 38, 9-12 para indicar os passos para a cura:

a) Orar pedindo a cura: v. 9 -“Meu filho, se estiveres doente não te descuides de ti, mas ora ao Senhor, que te curará”.
b) Arrepender-se e confessar os pecados (confissão sacramental): v.10 – “Afasta-te do pecado, reergue as mãos e purifica teu coração de todo o pecado”.
c) Ir à missa e oferecê-la pela cura: v. 11 – “Oferece um incenso suave e uma lembrança de flor de farinha; faze a oblação de uma vítima gorda”.
d) Procurar o médico e tratar-se: v. 12 – “Em seguida dá lugar ao médico, pois ele foi criado por Deus; que ele não te deixe, pois sua arte te é necessária”.



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13. Alguém entre vós está triste? Reze! Está alegre? Cante. 14. Está alguém enfermo? Chame os sacerdotes da Igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor. 15. A oração da fé salvará o enfermo e o Senhor o restabelecerá. Se ele cometeu pecados, ser-lhe-ão perdoados. (S. Tiago 5,13)



7.1. A oração de cura interior no grupo de oração

a) Considerações

Há, com toda certeza, também em seu Grupo, pessoas portadoras de problemas psicológicos, de feridas psíquicas. Pessoas que passaram por momentos dolorosos e ficaram marcadas, feridas, abaladas. São portadoras de traumas.
Os traumas podem ser de múltiplas espécies: traumas de rejeição de vida, de amor ou de sexo, traumas de medos compulsivos e inquietadores; traumas de sexualidade; de experiências marcantes em doenças graves, acidentes, cirurgias e mortes de entes queridos; traumas de separações matrimoniais, sempre tão dolorosas; escravidão e vícios; frustrações diversas; complexos nos relacionamentos humanos e tantos outros.
Coordenador, você não pode omitir-se no cuidado da cura do psiquismo dos
participantes! Ela é necessária e imprescindível para que as pessoas tenham
sua natureza interior sadia e estejam em boas condições psicoemocionais, afim de que o Espírito Santo de Deus possa nelas realizar a sua obra. A graça de Deus para a santificação supõe a natureza apta e preparada. Isto é, se a pessoa está ferida, marcada, escravizada, amortecida interiormente, o Espírito terá dificuldades de agir nela.
A oração de cura não deve ser programada para abranger todo o tempo do grupo de oração. Ela acontece no decorrer da oração e, conforme a necessidade dos participantes. É preciso discernimento para enfocar os pontos sensíveis no espírito para aquele momento. As reuniões específicas para cura física e cura interior em outros momentos poderão ser mais extensas e detalhadas. No grupo, se houver oração de cura, voltar logo ao louvor.

b) Quando orar para a cura interior

A necessidade de cura interior é evidente. O povo de Deus é ferido. Por isso, a partir da realidade de seu Grupo, você programa o processo necessário de cura dos seus irmãos. Você pode utilizar-se de diversas oportunidades como: o transcurso da própria reunião de oração; uma ou mais reuniões programadas para a oração de cura interior; um retiro de fim de semana todo dedicado à cura dos participantes; ou ainda um seminário de cinco, sete semanas, todo dedicado à cura dos participantes.

c) Como orar

Nas oportunidades surgidas durante a reunião de oração pode-se seguir esses passos:

1. Motivação à oração de cura interior
2. Criar clima da presença de Jesus, invocando-o e adorando-o
3. Apresentar e entregar o problema a Jesus
4. Se for necessário, realizar os passos do perdão
5. Orar pela cura interior, interceder, pedir a cura em nome de Jesus, pelo poder do seu sangue. Orar em línguas
6. Pedir os frutos do Espírito Santo de Deus para criar nova realidade psicológica e emocional

7. Agradecer e louvar pela cura.

Analise, cada um destes passos e perceba a seqüência lógica e necessária existente entre eles. Na oração de cura interior não seja imediatista. Não pule degraus. Não passe de imediato a realizar o passo número cinco, sem preparar os corações feridos. Faça bem feito, com fé viva, sabedoria e confiança, para que a cura possa acontecer.

d) Oração de cura interior por etapas

Você pode programar uma caminhada de cura interior realizando-a por etapas ou área de relacionamento. Você reserva vinte a trinta minutos da reunião de oração para fazer a graça acontecer. Em cada reunião, faz-se oração de cura interior por uma determinada área da vida das pessoas.
Você pode programar orações de cura interior dos problemas:

1. Da fase da vida intra-uterina, pré-natal,
2. Do nascimento até 3 ou 4 anos,
3. Da meninice, dos 5 aos 10 anos,
4. Da adolescência,
5. Da juventude até o casamento,
6. Da vida matrimonial,
7. Da fase escolar,
8. Do tempo de trabalho.

Nessas etapas, orar sobre todos os possíveis acontecimentos dolorosos ocorridos como: problemas de relacionamento em família, rejeições, desamores, enfermidade, mortes, traumas de acidentes, problemas de sexualidade, etc.

7.2. Oração de cura física no grupo de oração

a) Considerações

Dentre os participantes de seu Grupo de Oração há sempre portadores de problemas de saúde física, menores ou mais graves. Jesus ressuscitado continua amando e tendo compaixão dos enfermos e doentes que participam de seu Grupo de Oração. Ele pode curá-los. Faz parte de sua missão provocar encontros entre os portadores de problemas de saúde do seu Grupo de Oração e Jesus. Sua missão inclui a tarefa de ser mediador, intermediário e intercessor dos seus irmãos doentes com Jesus, para que os possa curar.
Nosso povo tão empobrecido, mal-alimentado, mal-cuidado, é muito doente. Quem é doente sofre. Quem sofre necessariamente procura solução para os seus males. É preciso compreender a realidade de quem sofre. É preciso sentir o que sentem e aliar-se a eles para a solução de suas doenças e sofrimentos.
Jesus é o mesmo ontem, hoje e sempre. Sabemos do número cada vez maior de pessoas que são curadas nos nossos grupos de oração. Como coordenador, você deve estar atento e aberto a fazer a graça da saúde acontecer nos participantes do seu Grupo de Oração.

b) Oportunidades de orar pelos doentes

São diversas as ocasiões e possibilidades de se interceder pelos necessitados de saúde:

– Criar um serviço carismático permanente de oração pelos doentes, um ministério de oração pelos enfermos, animado por algumas pessoas maduras, esclarecidas e acolhedoras dos carismas, que se disponham a rezar pelos necessitados de saúde física.
– Grande oração de cura física fora da reunião de oração: realize periodicamente, a cada mês ou dois meses, uma grande oração de cura física fora da reunião de oração. Nesta reunião programada, os cantos, a Palavra de Deus escolhida, os testemunhos, tudo seja direcionado para despertar a fé na presença e poder de Jesus vivo e preparar os corações para receberem as bênçãos da saúde.
– Oração de cura física nas reuniões de oração: outra oportunidade para rezar pedindo saúde é aproveitar as chances que se apresentam naturalmente, durante as reuniões de oração. Essa oportunidade pode ser percebida na oração de um participante que reza pedindo saúde, ou através de uma profecia na qual o Senhor fala que está a curar, através de palavra de ciência, ou de outro modo. Ao perceber a oportunidade, o coordenador assume a palavra e deve rezar pela saúde física, nas necessidades apresentadas.

Para a eficácia da oração pedindo cura física, é útil levar em consideração três passos: criar clima favorável à oração de cura física, orar ao Senhor pedindo a cura e agradecer e testemunhar a cura recebida.



8. Motivos que impedem ou dificultam a cura

Sabe-se que Deus quer a cura dos seus filhos; se ela acontece num momento ou noutro, ou mesmo se não acontece, cabe somente a Deus conhecer os últimos motivos ou razões. Contudo, observa-se que algumas razões ou motivos podem impedir ou dificultar a cura. Francis Macnutt chega a enumerar 11 dessas causas, admitindo ainda que outras devem existir. Algumas parecem mais fundamentais e comuns:

a) A falta de fé

Muitos procuram a cura como tal, sem um interesse maior em melhorar sua vida espiritual, em participar dos sacramentos, da vida comunitária eclesial. Procuram a cura em si, e não o Senhor que cura. Procuram a cura como um ato pelo qual se livrarão de suas enfermidades ou problemas emocionais. Buscam a cura nos grupos de oração, tanto quanto no espiritismo ou curandeirismo.
Jesus ensina que a fé em sua Pessoa, como Filho de Deus, revelador do amor do Pai, salvador do homem, é necessária para a vida em todos os momentos e não somente por ocasião das enfermidades. O Evangelho diz: “Estando Jesus em Nazaré, ali não fez milagre algum, por causa da desconfiança dos que com ele estavam” (Mc 6, 5-6; Mt 13, 58; Jo 12, 37); por vezes, “ele se contristava com a dureza de seus corações” (Mc 3, 5). Ao convidar Pedro para que este caminhasse sobre as águas, exigiu dele um ato de fé, e fé firme! E ao estender-lhe a mão e segurá-lo lhe disse: “homem de pouca fé, por que duvidaste?” (Mt 14, 31) .
Diante do menino epiléptico, não curado pelos discípulos, Jesus os censurou dizendo: “Foi por causa da vossa falta de fé!” (Mt 17, 20). Na travessia do lago de Tiberíades, após ter acalmado a tempestade, Jesus disse aos discípulos: “Como sois medrosos. Ainda não tendes fé? (Mc 4, 40). Ao falar da providência do Pai, repreendeu os discípulos: “homens de fé pequenina!” (Lc 12, 28).
Se por um lado, Jesus notava a falta de fé nos ouvintes, por outro lado, curava porque via a fé presente nos pedidos de cura: “Vai, seja feito conforme atua fé” (Mt 8, 13). Ele curou o paralítico, “vendo a fé daquela gente” (Mt 9, 2). À hemorroíssa Ele disse: “Filha, atua fé te salvou. Vai em paz e sê curada do teu mal” (Mc 5, 34). À mulher pecadora, na casa de Simão, disse: “Tua fé te salvou; vai em paz” (Lc 7, 50).
O cristão de hoje precisa, como sempre, se aproximar de Jesus com toda a fé do coração; se ainda não a tem, pode rezar pedindo, como fizeram os apóstolos: “Senhor, aumenta-nos a fé” (Lc 17, 5); pois Jesus é o “autor e consumador da nossa fé!” (Hb 12, 1).


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Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta.” (S. Mateus 5.21-24)



b) A falta de perdão

Jesus parece colocar um acento especial no perdão como condição para a cura; insiste para que se reze por aqueles que causaram mal a outrem e até que se ame os inimigos (cf. Mt 5, 43-48). A falta de perdão parece ser uma das causas mais constatáveis do porquê de muitos não receberem a cura. Constata-se que “o ódio e os maus relacionamentos provocam todas as espécies de enfermidades, e essa enfermidade
habitualmente permanece, até que a causa originária seja removida”. Quanto mais se perdoa de coração, mais facilmente acelera-se o processo curativo. Jesus deu o exemplo, estando pregado na cruz: pediu ao Pai que perdoasse os seus algozes (cf. Lc 23, 43).
O texto de Lucas 6, 37 (“perdoai e sereis perdoados”), pode também ser acomodado assim: “perdoai e sereis curados”. O perdão é decisão firme da vontade e não apenas um sentimento passageiro. Jesus abençoa a decisão do homem e faz fluir o amor, capacitando-o para o perdão. A falta de perdão poderá impedir a cura; o perdão oferecido de coração sincero acelerará a cura.
Perdoar não é fácil, humanamente falando. É preciso fé, decisão da vontade e confiança em Deus! “Orai pelos que vos maltratam e perseguem” (Mt 5, 44). Quando se reza por alguém se deseja todo o bem. E o perdão virá!

c) O pecado

O pecado bloqueia a comunhão de vida com o Senhor. Se o pecado é transgressão da lei de Deus (cf. 1Jo 3, 4), o amor a Deus é justamente cumprir seus mandamentos. Quem cumpre os mandamentos ama a Deus; e, se assim age, não peca e vive em sua graça (cf.
Jo 14, 21; 1Jo 5, 2-3).
Muitas enfermidades provêm da falta de observância da lei de Deus, da lei do evangelho, que é fundamentalmente amor a Deus e aos irmãos. Jesus, ao curar o paralítico, perdoou primeiro o seu pecado e a seguir o curou de sua paralisia (cf. Lc 5, 17-26). Para Jesus, nesse caso, a paralisia estaria de alguma forma relacionada com o pecado. Em Marcos 11, 25, Jesus recomenda o perdão antes da oração para que esta seja ouvida. Ele também recomenda a reconciliação antes da oferta sacrifical (cf. Mt 5, 23-24).
Jesus veio libertar e salvar o homem do pecado. O perdão pode ser adquirido pelo sacramento da reconciliação. Jesus se tornou “a expiação de nossos pecados” (cf 1Jo 3,5). Ele é justo e fiel para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda iniquidade”(1Jo 1,9). A experiência de orar pelos enfermos tem ensinado que muitas vezes as enfermidades físicas e emocionais têm causas espirituais, isto é, a transgressão de alguma lei de Deus, a inobservância de seus mandamentos. Certa ocasião, uma pessoa estava desesperada: não dormia, não se alimentava direito, vivendo sob calmantes. Ao conversar com o sacerdote constatou-se a violação de uma lei moral. A pessoa foi confortada e recebeu o sacramento da reconciliação. E ela se refez física, emocional e espiritualmente. O perdão de Deus traz calma, serenidade, equilíbrio, saúde e cura! O pecado é algo que destrói o equilíbrio da personalidade humana.
Ao rezar por alguém em favor de sua cura, é sempre aconselhável pedir a Jesus que perdoe seus pecados. E, sendo possível, levá-lo à confissão sacramental.

9. Conclusão

Algumas vezes o caso exige que se ore várias vezes, até que a cura total seja constatada. Pode acontecer que o empecilho para a cura esteja no ministro e não no “paciente”; por isso, antes de rezar por alguém, cada um deve verificar suas condições espirituais.
Ocorre também considerar que nem sempre a cura é imediata. O tempo exato em que a pessoa deve ser curada depende apenas de Deus. O necessário ao cristão é que faça a sua parte, mantendo-se “na brecha” para que Deus possa agir.


Leia Mais:

O Dom da Cura no Grupo de Oração – RCC Brasil

Perguntas e respostas sobre o dom da cura – RCC Tocantins


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Repouso no Espírito e Renovação Carismática.


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Na Renovação Carismática, encontram-se várias manifestações do poder do Espírito Santo, que de início espantaram grandemente, mas que são agora mais facilmente admitidas como autênticas; é assim com o dom das línguas, das curas, a Efusão do Espírito, a imposição das mãos.

Mas há um fenômeno sobrenatural menos conhecido, que se torna cada vez mais frequente na Renovação Carismática: é o repouso no Espírito. Depois de um estudo atento sobressai, sem equívoco possível, que esta experiência encontra o seu fundamento na teologia.

Com efeito, o repouso no Espírito reveste-se das características do arrebatamento (que é uma espécie de êxtase) salvo na sua causa imediata, que é o pedido feito a Deus, numa oração apropriada.

Convém lembrar que se encontra uma situação semelhante no Batismo do Espírito. Com efeito, este favor espiritual era normalmente concedido àqueles que faziam progressos notáveis na vida espiritual, enquanto que agora é recebido até pelos pecadores, por vezes de um modo instantâneo, na seqüência de uma oração feita por outros para esse fim. É assim, também, para o repouso no Espírito. Outrora, apenas se encontrava (pelo menos na maior parte das vezes) nas pessoas avançadas na vida espiritual; pelo contrário, nos nossos dias, a oração ao Espírito Santo obtém-no até para os pecadores.

Como é um arrebatamento, o repouso no Espírito é da mesma família da ordem extática, mas não arrasta consigo a santificação da pessoa nalguns instantes. Esta experiência mística é destinada a favorecer uma vida cristã mais fervorosa ou uma conversão do coração.

Habitualmente, o arrebatamento verifica-se em pessoas avançadas na vida espiritual, ou, como dizia Santa Teresa d’Ávila, que atingiram as sextas moradas do castelo interior. Não se chega, portanto, de um pulo, ao período do êxtase ou do arrebatamento; em geral este é precedido de uma série de etapas de contemplação infusa, das quais a menos elevada é chamada por Santa Teresa d’Ávila “oração de contemplação”.

Lembremo-nos de que há três graus no êxtase:
1) O êxtase simples, quando este se produz lentamente, ou se não é muito forte;
2) O deslumbramento, quando o êxtase é súbito e violento;
3) O voo do espírito, quando, como diz Santa Teresa d’Ávila, “age de tal maneira que o espírito parece verdadeiramente sair do corpo”.

Ora, as características do deslumbramento encontram-se no repouso no Espírito, salvo, evidentemente, o grau avançado de vida espiritual. Com efeito, acontece que Deus concede uma tal experiência espiritual a pessoas de virtude vulgar, ou a principiantes na vida espiritual, a fim de os atrair a Si.

O repouso no Espírito resulta, mais freqüentemente, da imposição das mãos, ou pelo menos de um toque da mão na cabeça, embora esse gesto não seja sempre necessário. A pessoa começa a vacilar, para finalmente cair devagarzinho para trás. Esta queda é causada por uma graça tão poderosa do Espírito Santo que o corpo já não pode suportá-la e, então, as suas forças abandonam-no. Contudo, é preciso esclarecer que a queda não é obrigatória e não condiciona, necessariamente, a recepção da graça. Por outro lado, aqueles que não “caem” são afetados por uma vertigem não desagradável, tremuras ou pernas debilitadas, mas estas manifestações físicas são impregnadas de doçura e de paz. A sensação interior de repouso no Espírito parece existir também nas pessoas que não caem.


Repouso no Espírito e Missão Divina


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O repouso no Espírito supõe uma nova efusão do Espírito Santo ou, mais precisamente, como se chama em teologia, uma nova missão deste Espírito Divino. Lembremos que as Missões Divinas, quer dizer, o envio das Pessoas do Filho e do Espírito Santo, podem ser visíveis ou invisíveis. Estas últimas constituem as principais modalidades da ação santificadora da Trindade Santa nas nossas almas.

Quanto ao repouso no Espírito, não é uma nova vinda da Pessoa do Espírito Santo, já recebida no Batismo; pelo contrário, consiste numa nova efusão das suas graças e das suas manifestações. Esta nova efusão do Espírito Santo realiza, então, uma renovação real da relação da pessoa com o Espírito Santo que já a habita e uma experiência de Deus mais íntima, que se abre num conhecimento amoroso mais ardente.

O repouso no Espírito é, portanto, o efeito de uma missão divina, porque comporta o progresso na vida espiritual e porque constitui um novo estado de graça santificante.


Repouso e Batismo no Espírito.


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O repouso no Espírito resulta, portanto, de uma nova efusão do Espírito Santo, mas de um gênero diferente da que o Batismo no Espírito provoca. Com efeito, a experiência espiritual do repouso no Espírito parece realizar-se, sobretudo, ao nível da inteligência. Pelo contrário, o Batismo no Espírito verifica-se, em especial, ao nível da afetividade.

O repouso no Espírito desenvolve consideravelmente a acuidade intelectual, no sentido em que a atenção é mais levada para a experiência atual da intimidade divina. A consciência é amplificada, mas é desviada das realidades exteriores e é mais centrada na realidade sobrenatural. Por outro lado, os limites pessoais podem, também, tornarem-se mais manifestos. Há, portanto, um engrandecimento da lucidez interior sobre Deus e sobre si próprio.

O repouso no Espírito é um arrebatamento que interrompe o conhecimento que se pode adquirir por si próprio. O Espírito Santo não faz, portanto, um vazio na inteligência, mas suspende temporariamente a sua atividade, fixando-a em Deus. É isto que se chama, em teologia mística, a “ligação das faculdades”.

Tudo o que a alma conhece pelas suas próprias forças não é nada, em comparação com os conhecimentos abundantes e rápidos que lhe são comunicados durante os arrebatamentos. O repouso no Espírito é freqüentemente acompanhado de luzes especiais e novas, que se dirigem para Deus, para o Cristo, para a sua misericórdia, para o valor da vida cristã, para os pecados, para os defeitos, os insucessos, etc. Estas luzes não acontecem sempre explicitamente durante o repouso no Espírito, mas a sua compreensão desenvolve-se ao longo das horas ou dos dias que se seguem à experiência.

Durante os arrebatamentos e, portanto, durante o repouso no Espírito, Deus revela segredos de ordem sobrenatural; habitualmente, sente-se que a inteligência cresce, que há um aumento das faculdades superiores. Acodem ao espírito idéias profundas, mas é impossível explicá-las com detalhe e com precisão. Isto advém do fato não de que a inteligência estivesse como que adormecida, mas de que foi elevada a verdades que ultrapassam a capacidade do espírito humano.

Enquanto a inteligência conhece uma dilatação prodigiosa, a atividade da imaginação está suspensa durante os períodos culminantes. Quanto mais a luz é forte, mais a alma se sente encandeada, cega. Por outro lado, se ficarmos somente pelas aparências, o repouso no Espírito pode apresentar algumas semelhanças com os estados parapsicológicos, como os estados hipnóticos, histéricos, mediúnicos, magnéticos, letárgicos, cataléticos… Contudo, a semelhança é apenas exterior; apresenta-se somente nos fenômenos corporais, que têm relativamente pouca importância no repouso no Espírito. Quanto à sugestibilidade, pode, por vezes, contribuir para provocar o repouso no Espírito; contudo, não se deve exagerar a sua importância. De qualquer maneira, é impossível que a sugestão, por si própria, possa provocar uma reação tão violenta e tão súbita como o repouso no Espírito.


Repouso no Espírito e incapacidade corporal


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O repouso no Espírito traduz-se, habitualmente, por uma incapacidade corporal. A pessoa começa por vacilar, para finalmente cair suavemente para trás; a energia física desvanece-se. A pessoa está como que ofuscada pela intensidade da presença interior do Espírito Santo. Há, então, incapacidade de adaptar o psiquismo e os sentidos a uma experiência espiritual tão intensa.

Em termos técnicos, pode dizer-se que, no decurso do repouso no Espírito, só o “Pneuma” se liberta para se “aquecer” no seio do Pai, enquanto que a “psique” está como que ligada desde que se deu a “invasão” do corpo pelo Espírito Santo. Enquanto a pessoa “repousa” no chão, parece estar num meio-sono, banhada numa grande paz. Terá, por vezes, a impressão de estar como num outro mundo, ou ainda, como do lado de fora do seu corpo. Saboreia uma grande alegria interior, um amor de Deus muito intenso, a que se junta por vezes uma cura física ou interior, ou opera-se uma conversão profunda. O repouso no Espírito dá, freqüentemente, forças novas ao corpo e ao espírito, tal como o sono natural regenera as forças corporais. O repouso no Espírito é uma inibição reparadora.

Quanto à duração, vai de alguns segundos até algumas horas. Quanto mais tempo dura, mais a influência divina é susceptível de ser profunda. A maior parte das pessoas deseja não ser incomodada, a fim de saborear esta presença invulgar de Deus.


Como recebê-lo


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De uma maneira geral, pode dizer-se que uma pessoa que está habitualmente aberta às inspirações do Espírito Santo, esteja ou não avançada na vida espiritual, está mais disposta ao repouso no Espírito. Pode notar-se, contudo, uma diferença: é que a pessoa avançada continuará tranquila e sossegada, enquanto que a outra estará sujeita à emoção.

Se o repouso no Espírito não se produz, a pessoa poderá, até mesmo, ser santa e habituada à influência do Espírito. De qualquer maneira, é preciso evitar fazer um julgamento geral sobre as pessoas que recebem o repouso no Espírito e as que não recebem. Mas, em poucas palavras, pode dizer-se que apenas não se recebe o repouso no Espírito porque se resiste, recusando-o, ou então porque se está habituado à ação do Espírito em si próprio.

Por outro lado, o repouso no Espírito sobrevém, a maior parte das vezes, na oração. Pode tratar-se de um grupo de pessoas, mais ou menos considerável, reunido para uma oração comum, seja litúrgica, seja carismática; mas uma ocasião muito favorável é a celebração eucarística, especialmente depois da santa comunhão. Quanto mais a atmosfera está impregnada de oração, mais o repouso no Espírito se manifesta, por vezes mesmo sem as que as pessoas sejam tocadas por outras. A oração de louvor é uma causa particularmente eficaz do repouso no Espírito. Este repouso também se produz, muitas vezes, a seguir a um ministério de pregação, confinante a orações de cura. Convém assegurar um clima tranqüilo na assembléia e evitar a exaltação da assistência e toda a procura de espetáculo.



Pe. O. Melançon, CSC


RCC Brasil

Repouso no Espírito e Renovação Carismática


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Cura e Libertação não é exorcismo.



«Por isso, eu vos declaro: ninguém, falando sob a ação divina, pode dizer: Jesus seja maldito e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor, senão sob a ação do Espírito Santo.»                                                                       (I Corintios 12, 3).


Matéria apresentada no Fantástico deste domingo 27/07/14 fala sobre a dedicação de alguns Padres brasileiros no atendimento e libertação de pessoas acometidas por influências do maligno, esclarecendo que nem tudo é “demônio”, aliás o “Exorcismo” propriamente dito é a minoria dos casos, porém não podemos deixar de esclarecer que a possessão demoníaca existe sim e que para atender esses casos específicos é preciso muita preparação, oração e Jejum.   Como era de se esperar, médicos e psiquiatras não acreditam no demônio e nem em suas manifestações no ser humano ou fora dele, tratam tudo como enfermidade, mesmo quando o corpo coza de perfeita saúde entopem as pessoas com tranquilizantes e as abandonam em selas de hospitais psiquiátricos, pois não conseguem resolver ou explicar as manifestações que ocorrem com uma pessoa saudável, sendo assim não efetivam uma cura, pois manter pessoas dopadas com remédios tarja preta não equivale a cura.    A Bíblia é muita clara quando relata vários casos de manifestações do demônio e principalmente revelam o poder que o nome de Jesus tem sobre eles, pois está escrito:

“Que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, no céu, na terra e nos infernos…”   (Efésios 2, 9)


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Veja o texto da reportagem apresentada pelo Fantástico:


Link para o Vídeo: http://glo.bo/1oC9fUa disponível por tempo limitado.



O Fantástico deste domingo (27) fala de padres brasileiros que se dedicam a um ritual que parecia perdido na história da igreja: o exorcismo. Como explicar esses supostos casos de possessão demoníaca? O que a ciência tem a dizer sobre esse assunto? A reportagem é de Marcelo Canellas e Luiz Quilião.

Que mal acomete a mulher que se contorce, aos gritos, numa sala fechada? “Espíritos e demônios, vão embora!!”, diz um padre.

Crucifixos, terços, bíblias em punho.

Fantástico: O senhor é um padre exorcista?
Padre Vanilson: Hoje eu tenho autorização da Arquidiocese.
Fantástico: Para fazer exorcismo?
Padre Vanilson: Para fazer exorcismo.

Ainda existem mesmo padres especializados em enxotar o demônio?

Fantástico: O senhor lida com possessão demoníaca?
Padre Lauro Freire Alves Filho: Sim!

Padre Lauro, de Fortaleza, está sempre em alerta.

Fantástico: O senhor já foi tentado pelo demônio?
Padre Lauro: Sim. Todos nós somos tentados pelo demônio, né? Isso a fé da Igreja nos ensina. Jesus foi tentado pelo demônio.

Padre Vanilson, de Brasília, nunca se descuida: “Como a gente mexe com essas questões, a gente acaba também despertando a fúria do mal”, diz Padre Vanilson.

Padre Vanilson e Padre Lauro fazem parte de um pequeno grupo de sacerdotes. Eles se dedicam, em tempo integral, ao que a Igreja Católica chama de combate espiritual ao demônio.

Igreja do Perpétuo Socorro, no Lago Sul, o bairro mais chique de Brasília. No estacionamento, lotado de carros importados, não há vagas. Lá dentro, diante do altar, empresários, altos funcionários, profissionais liberais. “Sai, em nome de Jesus”, disse Padre Vanilson.

Na Zona rural de Planaltina, no Distrito Federal, em um galpão improvisado, operários, camponeses, empregadas domésticas. “Eu ordeno, que venha para fora. Sai! Sai! Sai! Em nome de Jesus!”, disse.

Seja na igreja abastada, ou no lugarejo pobre, quando a imagem de São Miguel Arcanjo subjugando Satanás aparece, as pessoas começam a tossir e a gritar. Parecendo em transe, vão se jogando ao chão e permanecem deitadas umas ao lado das outras.

“Tem muito exorcismo? Eu digo: não. Na verdade, nós trabalhamos com oração de libertação”, diz Padre Vanilson.

A diferença é que a oração de libertação é para pessoas supostamente oprimidas pelo mal diabólico, mas que não estão possuídas pelo demônio.

Padre Vanilson: Alguém já me disse assim que eu que provoco as pessoas vomitarem, tossirem, enfim, a gente ouve tanta coisa.
Fantástico: E o senhor responde o que a essas pessoas?
Padre Vanilson: A minha resposta é sempre isto: eu mostro os efeitos.

Para o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, esse é um comportamento descrito pela medicina.

“É o que nós chamamos de estado dissociativo, que antigamente era chamado de histeria coletiva. As características são exatamente as das pessoas repetirem ações ou comportarem-se de forma idêntica àquele que está comportando ao seu lado, na sua frente, junto daquele contexto vivencial que se tem naquele momento”, explica o presidente da associação, Antônio Geraldo da Silva.

É como se todos, sugestionados pelo padre, passassem a agir da mesma forma. “Em todas essas situações há um comandante, há uma pessoa em que as pessoas acreditam piamente que podem ajudar e que vai fazer e que algo está acontecendo”, disse o presidente da associação.

“Eu não trabalho com teoria. Eu trabalho com ser humano, que está doente, sofrido, oprimido”, destaca Padre Vanilson.

O Fantástico acompanhou dois atendimentos individuais feitos pelo Padre Vanilson, no subsolo da Igreja do Perpétuo Socorro. Uma mulher de 42 anos, e um homem de 35, que não querem se identificar.

“Nos dois casos não foi exorcismo, mas nos dois casos são ação do demônio”, disse o padre Vanilson.

O repórter cinematográfico Luiz Quilião foi autorizado a filmar de dentro da sala. A equipe ficou do lado de fora. O padre entrevista a mulher antes de rezar. Ela diz que o mal aparece num redemoinho, no quarto dela, sempre na hora de dormir.

“Saiu de dentro do colchão, aquela coisa. E enfiou um negócio na minha cabeça. E falou assim: eu gosto muito de você”, conta.

“Tudo indica que ela foi consagrada ao mundo espiritual diabólico”, disse Padre Vanilson.

“Toda ação maligna e toda a opressão, pesadelos, visões, tudo isso, Jesus, agora seja cancelado pelo poder e a autoridade do teu reino”, diz o padre.

Fantástico: O senhor estava falando uma outra língura?
Padre Vanilson: Ali seria uma linguagem impulsionada pelo Espírito Santo, uma oração suscitada pelo espírito.

Enquanto invoca ajuda divina, os auxiliares rezam com ele. A moça põe as mãos no estômago, onde estaria concentrado todo o mal. Logo ela se agita.

“Em nome de Jesus, que seja desfeito. Em nome de Jesus, vai obedecer agora”, diz o padre.

Se joga no chão. Depois tenta atacar o padre e é contida pelos auxiliares. Borrifa água benta. “Eu cancelo toda a bruxaria que foi feita. Eu sou a tua salvação! Eu sou a tua salvação!”, diz o padre.

Ela se debate. Solta o último grito e se contorce. Depois fica em silêncio, ao comando do padre. Ela se acalma, e recebe a última benção. O outro atendimento foi muito parecido. Um rapaz se dizendo atormentado.

Nos dois casos, os atendimentos vão continuar. O padre diz que será preciso fazer mais orações para afastar o mal.

Para a psiquiatra Elisabete Possidente, mestre em neuropsiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, esse comportamento nada tem a ver com o diabo. Trata-se de uma doença psíquica com manifestações físicas. “O nosso psíquico, ela pode mimetizar qualquer doença física ou mental”, destaca a psiquiatra.

Fantástico: Quer dizer, a pessoa sente fisicamente esse transtorno psicológico?
Psiquiatra: Sente. Ela sofre com isso, não é um fingimento, não é uma simulação. Elas realmente sofrem.

A suposta cura, ou expulsão do demônio, seria apenas um alívio oferecido pelo exorcista. “A vida dela está sendo em função dessas manifestações, desses sinais e sintomas. Então quando tem uma pessoa externa que fala: ‘eu vou te ajudar, eu vou te dar o apoio para você sair disso’. Isso é fundamental. O padre cumpre esse papel”, disse a psiquiatra.

O antropólogo Carlos Alberto Steil, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, diz que o pastor também cumpre esse papel, porque há exorcismo em outras igrejas. “O exorcismo está mais identificado como uma prática cristã. Todo exorcismo na Igreja Católica, Evangélica, Protestante, está associado à ideia da autoridade da palavra”, destaca o antropólogo.

O Papa Francisco começou o seu pontificado reafirmando a existência do diabo. Um dia depois de ser eleito, ele citou o escritor e pensador católico Leon Bloy para dizer que quem não se confessa está sujeito ao demônio. “Quem não reza para Deus, reza para o diabo. Quando não se confessa para Cristo, se confessa à mundanidade do diabo”, disse o Papa.

Não é o Papa quem escolhe os exorcistas. Embora o padre só vire exorcista depois de fazer um curso no Vaticano, cada bispo tem autonomia para nomeá-los, caso ache necessário. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil nunca fez um levantamento completo, mas o Fantástico apurou que existem pelo menos 30 padres exorcistas atuando no país, sem contar os que combatem o demônio fora do rito oficial da Igreja.

Padre Lauro, até pensou em fazer o curso do Vaticano. Mas um exorcista europeu o desaconselhou. “Você vai fazer o que lá? Vai ouvir o que já sabe? Só se for para treinar o italiano”, conta Padre Lauro Freire Alves Filho.

Ele recebeu autorização do arcebispo de Fortaleza para fazer atendimentos informais. “Formalmente, assim, nomeação de exorcistas na Arquidiocese de Fortaleza não há. Do ponto de vista prático é um verdadeiro exorcismo”, ele afirma.

Para ele, o importante é separar o que é ação do demônio e o que é superstição ou distúrbio. “Uma xícara caiu no chão é o demônio, né? A menina não arranja namorado porque é feia demais acha que é o demônio. Mas o demônio existe, ele tenta, é uma possibilidade e isso acontece”, destaca o padre Lauro.

Para ele, não são só pessoas que são possuídas. Objetos também, como no caso do piano da casa de um fiel. “Quando eu olhei, o piano estava tocando sozinho, né? Uma peça de Beethoven ou de Bach, não me lembro bem. E eu pensei comigo: ‘Nossa! Que demônio culto, né?’  Bem educado, né? Toca até piano, né?”, conta o padre.

O padre Geovane é pároco na favela Nova Holanda, no Rio de Janeiro. Fez curso em Roma, e é exorcista nomeado pelo arcebispo. Segue o rito romano e utiliza os objetos da liturgia oficial. “Ritual, a cruz, óleo, água benta e a estola”, explica Padre Giovane Ferreira.

Em um ano e meio de atividade, exorcizou uma única pessoa, que deixou, por escrito, o relato de seu drama. “Ofereci a Lúcifer a minha vida. Eu via como que um bicho de pele preta, chifres, olhos brancos envermelhados com rabos enormes. Eu invoquei as legiões do mal. E, aos poucos, fui me libertando”, diz o relato.

A Igreja considera muito raros os casos de exorcismo. O próprio padre Vanilson atendeu apenas dois casos.

Fantástico: Nesses dois o senhor foi bem sucedido? Conseguiu expulsar?
Padre Vanilson: Um eu digo que 100%.
Fantástico: Que é a dona Dercília?
Padre Vanilson: Dercília.

Foram 34 anos de sofrimento. “A força monstruosa que tinha. Os olhos virados”, conta o representante comercial Eurípedes Guedes dos Santos.

O marido acreditava que o demônio falava por Dercília, uma dona de casa de Goiânia. “E falava com uma voz muito estranha: ‘Ela é minha. Eu queria era a filha dela, mas não foi possível. Então ela é minha. Ela foi consagrada pra mim, ela foi consagrada pra mim’”, conta o marido de Dercília.

A filha, que seria o verdadeiro alvo do demônio, assiste à entrevista da mãe. “’Mãe! A voz diferente, no corpo dela, falava: não sou sua mãe. Não encosta em mim’”, conta a filha Luciana Guedes da Silva.

Fantástico: Quantos episódios desses você testemunhou?
Luciana: Quando criança, vários. Muitos. Eu não tenho contas, não. Mas foram muitos quando criança.
Fantástico: Dez? Vinte?
Luciana: Uns vinte, talvez.
Fantástico: Você lembra de quê?
Dercília Maria Guedes: Eu lembro só quando eles começavam a oração e ia me dando um mal estar, uma coisa ruim, assim, aí eu não lembro mais nada. Aí, no outro dia, quando eu chegava em casa, eu estava toda machucada, todinha. Boca, braço, tudo. Aí que eles me contavam.

O Padre Vanilson resolveu o caso em um único dia.

Fantástico: Isso de fato não aconteceu mais?
Eurípedes: Em novembro, fez um ano e um mês que acabou tudo.
Fantástico: Desde aquela vez, nunca mais aconteceu nada?
Eurípedes: Nunca mais aconteceu nada.

Eurípedes vai até o quarto para mostrar o kit exorcismo que montou por precaução. “É o sal exorcizado. Esse aqui é o azeite, também exorcizado”, disse Eurípedes.

E água benta, para borrifar na casa inteira.

Ronaldo Pilati, da Sociedade Brasileira de Psicologia, diz que a ciência explica o comportamento das pessoas supostamente possessas. “Na literatura de psicologia clínica, por exemplo, o que as pessoas muitas vezes atribuem a possessões são distúrbios dissociativos e distúrbios psicóticos que são muito frequentemente confundidos com possessões”, destaca.

“Os psiquiatras e psicólogos, e não só os psiquiatras e psicólogos, até mesmo certos sacerdotes que criticam veementemente o exorcismo, é porque nunca estiveram presente numa sessão de exorcismo”, avalia Padre Lauro.




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O Livro da Capa Preta

Power Point – PPT

A Sabedoria esatá acima da Inteligência – Post


Padre_Leo_e_sua_Familia

Uma Oração

em cada dedo.

Papa Francisco



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Jesus mora

disfarçado dentro

de sua casa (teatro) 


Jesus mora dentro de sua casa.



Uma verdade Bíblica que deveria ser bem conhecida por todos, é recebida com surpresa por uma família que representa caracteristicamente uma família atual e que busca solução para seus problemas sem encontra-los.

Padre Léo faz a abertura de seu livro “Famílias Restauradas” com esta estória bastante comum:

Muitas vezes não encontramos respostas para resolver os nossos problemas pessoais e precisamos buscar auxílio naqueles que podem nos ajudar.  Esta estorinha de Pe. Léo serve para demonstrar que muitas vezes a solução de nossos problemas é muito mais simples do que podemos imaginar, basta encontrar:


“O CRISTO DISFARÇADO

EM MINHA CASA.”


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Como Salvar minha Família.


Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua família (casa). (Atos 16, 31)


Não sabeis que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?  (I Cor. 3, 16)



Irmão Bento era um monge muito Santo. Além de Santo, tinha a fama de ser excelente conselheiro matrimonial. Sua fama se espalhava por toda a região.
Segundo diziam, este Santo monge tinha o dom da palavra de ciência e da palavra de sabedoria, e esses dons sempre se manifestavam em forma de visões.
Sr. Alfredo, numa duvidosa tarde, foi procura-lo e descreveu o grande drama que estava vivendo:

– Irmão Bento, eu estou vivendo mergulhado em grandes problemas. Estamos passando por uma séria crise financeira. Tudo em nossa casa dá errado. De uns tempos pra cá, nada dá certo em nossa vida. Minha família vive um pequeno inferno. Minha mulher está sempre doente. Ela só sabe reclamar da vida e dos problemas. Eu, de vez em quando, acabo exagerando na bebida. Meu filho mais velho cheira cocaína, fuma maconha, tem o corpo todo cheio de tatuagens, não faz a barba, toca saxofone e flauta nos botecos por aí. Bebe que é uma coisa medonha e tem um cabelo tão longo que mais parece uma moça. Minha filha é terrível. Cada dia ela aparece com um namorado diferente. E, o pior, usa umas roupas que o senhor nem pode imaginar. Meu filho caçula, de 12 anos, já foi expulso de três colégios. Só quer saber de andar de bicicleta e ver televisão. E, o pior, hoje faz seis meses, três dias e quatro horas que minha sogra esta morando lá em casa. Para o senhor ver, tudo esta errado em minha vida e eu preciso de sua ajuda. O que devo fazer? Porque tudo esta dando errado em nossa família? Nós já fizemos de tudo que nos ensinaram. Fomos até a uma benzedeira e ela pediu que levássemos umas velas, uma galinha, uma garrafa de cachaça e ainda cobrou mais duzentos reais. Mas parece que até ficou pior do que estava. Já queimamos incenso, compramos uma pirâmide, fizemos mapa astral e nada mudou. Então eu resolvi procurar o senhor. Já que o senhor é um homem tão Santo e tem visões, será que o senhor não poderia me dizer a causa de todos este problemas? Eu já não estou mais aquentando esta vida. Por favor, me ensine uma reza, ou faça uma oração por nós. Pelo amor de Deus, nos ajude.

O Santo homem de Deus colocou a mão sobre a cabeça do senhor Alfredo e fez uma silenciosa oração. Depois lhe disse:

– Sr. Alfredo. Estou tendo uma visão. O Senhor está me mostrando uma coisa muito grave! Deus está me revelando que dentro de sua casa tudo vai mal, e tudo vai mal porque vocês estão cometendo um dos mais medonhos pecados da face da terra. É algo muito sério. Mas, não sei se posso revela-lo ao senhor.

O homem arregalou os olhos e falou:

– Por favor, Irmão Bento ! foi para isso que eu vim até aqui. O que esta acontecendo?

– Sabe, meu senhor, o problema é que dentro de sua casa vocês estão cometendo o pior pecado do mundo. Nem tenho coragem de falar sobre isso…

– Mas, homem de Deus – interrompeu seu Alfredo -, por favor. O senhor pode falar sem medo. Quem esta cometendo este pecado? Eu já estava mesmo desconfiado de minha mulher ! o senhor pode me contar que eu acabo com a vida do sujeito. Por favor…

– Não é nada disso Alfredo!
– O pecado que vocês estão cometendo é o pio de todos, disse o Irmão Bento.
– Mas que pecado tão terrível é este? Pelo amor de Deus, seu monge, pode falar que estou preparado para ouvir.
– Bem, meu filho. O senhor sabe que Deus é amor. E que Deus amou tanto o mundo que mandou seu filho único para que todos que nele cressem fossem salvos (S. João 3, 16). Jesus veio e nós o matamos. Então Deus o mandou novamente para a Terra, só que Ele não poderia vir com o mesmo rosto de antes, senão o mundo o mataria mais rápido ainda, e diante das câmeras de televisão. Então Jesus voltou, só que Ele veio disfarçado. E a verdade é que um dos membros de sua família é o próprio Cristo, disfarçado.



– O senhor está falando que lá em casa mora o próprio Senhor Jesus Cristo, disfarçado ? É melhor o senhor conferir aí na sua Bíblia, porque acho isso impossível. Se o senhor conhecesse minha família jamais falaria uma barbaridade dessas… É que o senhor não faz idéia de como é a nossa família…
– É isto mesmo! Não é nenhum engano ! Jesus esta disfarçado em um dos membros de sua família e, como vocês não o reconhecem, tudo vai mal. Afinal de contas, sem saber quem é o Cristo disfarçado, vocês ficam tratando mal um ao outro. E, como vocês estão se tratando muito mal, estão ofendendo a Jesus Cristo dentro de sua casa. E é este o grande pecado de vocês. Aliás, esse é o maior pecado que alguém pode cometer. Enquanto vocês não descobrirem quem é o cristo, nada irá mudar na vida de vocês.
– Sério mesmo? Ah, mas eu vou resolver isso, ou não me chamo Alfredo.

Sr. Alfredo saiu daquele encontro cheio de preocupação. Quem em sua casa poderia ser o Cristo disfarçado? Antes de chegar em casa, para não perder o costume, passou no barzinho e tomou logo umas três doses da “Branquinha”. Ele gostava tanto disso, que ao dar um gole, sempre tapava o nariz, pois, gostava dela bem pura, só em sentir o cheiro já ficava com a boca cheia d’água. Logo para não estragar o sabor, tapava o nariz para não correr o risco de salivar. Tomou seus tragos e foi rapidamente para casa, onde reuniu toda a família. Diante de todos falou com seu encontro particular com Irmão Bento, o homem de Deus já conhecido por todos. Disse lhes claramente, sem rodeios, que ali vivia o Cristo disfarçado e que era preciso descobri-lo imediatamente, já que enquanto não se detectasse quem era o Cristo disfarçado, nada melhoraria naquela casa. Sem muita cerimônia perguntou:
– Quem de vocês é o Cristo disfarçado? Que se apresente, agora!
Todos se entreolharam admirados. Será que o sr. Alfredo tinha bebido além da medida? Que história é essa mais sem cabimento. Os filhos chegaram a esboçar um risos disfarçado. Mas sr. Alfredo insistiu:
– quem é o Cristo disfarçado?
Como ninguém se apresentou, sr. Alfredo voltou a falar com o Irmão Bento.
Olha aqui é o Alfredo, eu estive aí ontem a tarde. O senhor me disse que o Cristo disfarçado estava morando em minha casa. Queria pedir que o senhor conferisse melhor o endereço, pois fiz uma ampla pesquisa em minha casa e chegamos à conclusão que lá ele não mora mesmo.

O monge continuou irredutível.
– pois, lhe digo com certeza sr. Alfredo, um deles é o Cristo disfarçado!
Outra reunião com a família, e agora, com mais veemência ainda, disse sr. Alfredo:
– olha gente, o monge é um homem Santo. Tudo que ele falou até hoje deu certo. Ele não iria inventar uma história dessas. Uma aqui nesta casa, é mesmo o Cristo disfarçado, e é melhor que se mostre logo.
Juninho, o mais novo, arriscou um palpite:
– Pai, quem sabe seja a vovó!
– Sr. Alfredo ficou enfurecido:
– Meu filho, não fale uma bobagem dessas, nem por brincadeira. Cale essa boca. Onde já se viu você falar uma coisas destas! Oh, meu Deus, perdoa meu filho por esta blasfêmia. Filho, olhe bem para sua avó. Como é que Cristo poderia se disfarçar num trambolho desse? Meu filho, eu quero que você aprenda uma coisa, desde pequeno, para nunca mais esquecer: sogra a gente deve gostar, igualzinho eu gosto de cerveja, ou seja, geladinha em cima da mesa.
– Então deve ser o papai – disse a filha Juliana, fofa e linda, como sempre!
– Aí foi a vez da sogra externar seu direito de opinar, cheia de uma fúria que ela guardava a anos:
– Ah, deve ser mesmo! Eu fico olhando para a cara desse homem e imaginando Cristo disfarçado de anta bêbada. Você já ouviu falar que Cristo era um alcoólatra, mal-educado, bruto e sem escrúpulos? Agora é que estamos pecando mesmo de verdade. Este homem é um jumento em forma humana. Nunca vi uma pessoa mais ignorante. Como é que pode ele ser o Cristo?
D. Matilde, a esposa, até então em completo silêncio, completou:
– Alfredo ser o Cristo disfarçado? Isso seria uma grande piada. Ele é um homem da pior espécie possível. Vive deixando roupa espalhada pelo chão do banheiro. Quando falo com ele, esta sempre bocejando. Fuma no quarto. Assiste a tv sempre com o controle remoto na mão. Chega suado da rua e com os pés sujos do jogo de futebol e vai direto para a cama. Bebe feito um condenado. Não corta e nem limpa as unhas dos pés. Chega a esquecer o nome dos próprios filhos e fica perguntando baixinho, como se chama aquele menorzinho? E você Juliana vem me dizer que ele poderia ser o Cristo disfarçado ? tenha dó, minha filha.
Caíque o filho mais velho, que até então estava só observando o furdunço, deu o seu palpite:
– Talvez então seja a mamãe!
Sr. Alfredo mais uma vez se enfureceu:
– meu filho, isto seria uma outra bobagem sem tamanho. Sua mãe só sabe reclamar da vida. Basta a gente pegar um jornal para ler e ela já vem puxando conversa fiada, e quando a gente esta morrendo de sono ela vem querendo ter uma conversa séria. Enche a casa de plantas e ainda coloca uma samambaia bem em cima do DVD. Quando eu quero ir a uma festa, ela faz cara feia, mostra desânimo e faz tudo para que eu desista. Erra sempre quando me compra uma roupa de presente, sempre fica pequeno. Quando lhe dou um presente, logo ela repassa para a empregada. Vive falando mal da minha mãe. Chorou a gravidez inteira e tudo que vocês fazem de errado ela logo diz que a culpa é minha. Basta um erro e ela já diz que puxou o pai. Meu filho, como ela poderia ser o Cristo? Olha, a Bíblia diz que Jesus curava todas as doenças. A sua mãe tem todas as doenças. Ela é absolutamente o contrario de Jesus! Depois, se sua mãe fosse o Cristo disfarçado, a cruz de Jesus deveria ser de aço ou ferro fundido. Que outra cruz suportaria tanto peso assim? Sua mãe só sabe comer e reclamar…
Juliana então disse:
– Talvez seja o Caíque!
Foi então a vez do Juninho reclamar:
– Como o Caíque? Jesus por acaso fumava maconha? Olhe bem para a cara do Caíque: um cabelo horroroso. Ele lava os cabelos. E aquela caveira que ele tem tatuada nas costas? Como pode ser o Cristo?
D. Matilde exclamou:
– pode ser o Juninho: ele é o mais novo da casa!
Foi a vez de Juliana retrucar:
– Mamãe, que absurdo! Jesus era um menino muito inteligente. A Bíblia diz que aos doze anos Ele se perdeu e quando sua mãe o encontrou estava no meio de doutores, explicando-lhes as escrituras. O Juninho é um burrinho em forma de gente. Já foi expulso de três escolas, e este ano, pelo jeito que está, vai ser reprovado de novo!
– E se for a Juliana?
– Perguntou a avó com os olhos cheios de ternura.
Caíque não se conteve:
– o que? A Juliana ser Jesus? Isto sim é que é uma blasfêmia! Olhe bem, para as roupas que ela usa. E os namorados esquisitos? A senhora sabia que ela é chamada a vassourinha da nossa rua? Já varreu todos os rapazes. Namorou e ficou com a maioria deles. A única coisa em que a Juliana é parecida com Jesus é a roupa. Ela se veste igualzinho o Cristo quando foi pregado na cruz. Nunca poderia ser o Cristo disfarçado!
A discussão continuou por longo tempo. Cada um só se recordava dos defeitos do outro. Sr. Alfredo voltou a procurar o Irmão Bento, dizendo-lhe que talvez tivesse se enganado. No entanto o monge continuava afirmando que um deles era o Cristo disfarçado! Alfredo voltou desanimado para casa. Disse para todos que o monge continuava afirmando que Jesus estava disfarçado em um deles ali. Cansado sentou-se, como sempre, diante da tv. No entanto, os filhos continuaram pensando na idéia. Juninho então falou:
– talvez seja mesmo a vovó. Ela até que gosta muito de rezar. E depois é a mais velha da família! Acho que precisamos tratá-la um pouco melhor!
Os irmãos concordaram com a idéia. E até o sr. Alfredo ficou pensando na possibilidade. Por mais triste e terrível, a possibilidade, segundo a palavra firme e certa do monge, era real. E se a sogra fosse, de fato, o Cristo disfarçado?

Mudaram o tratamento com a velha. Passaram a dialogar com ela, fazer-lhe um carinho, trata-la com mais respeito e atenção.
Alfredo, tentando superar todos os conflitos que tinha com a sogra, resolveu até lhe fazer um agrado, levando uma xícara de café na cama. Quando bateu na porta, já sentiu que a acolhida não seria das melhores:
– quem é ?
– sou eu, minha sogrinha querida.
– Entre.
– Bom dia… vim trazer um cafezinho quentinho para a senhora.
– Para mim ? Tem certeza ?
A sogra chegou a pensar que tina veneno no café. Mas acabou aceitando o agrado do genro e passou a trata-lo melhor também.
Mas, como ninguém tinha certeza acerca de que quem pudesse ser o Cristo disfarçado, a dúvida então persistia. Poderia muito bem ser qualquer um. E se fosse o Pai? Talvez a mãe? Ou um dos filhos? Como o monge havia falado, cada um ali era um possível candidato.
Acabaram melhorando o tratamento em relação aos outros membros da família. D. Matilde parecia muito mais feliz. Já não reclamava tanto de doenças, e sr. Alfredo já não parava mais no barzinho para tomar seu trago de sempre. Cada um começou a tratar o outro com a possibilidade de ser o Cristo disfarçado. Marido e mulher se olhavam com mais carinho e respeito.

Os filhos começaram a perceber os valores dos pais. Os pais passaram a reservar um tempo para o diálogo, para o carinho entre si e para com os filhos. Genro e sogra já não se estranhavam. E as coisas começaram a mudar naquela casa. Algum tempo depois , tudo havia mudado. As coisas se acertaram como que por um milagre. Juninho conseguiu melhorar muito seu rendimento na escola. Caíque chegou a ajuda-lo em muitas lições, e Juliana já não saia tanto pelas lanchonetes e boates. O clima daquela casa parecia outro!



Aquela família, que dizia viver num pequeno inferno, agora começou a experimentar algumas mudanças consideráveis. Já não tinha tanta divida, porque se uniram para pagar o que deviam. O pai, pela vontade de chegar logo em casa, já não parava mais nos botecos do caminho. Era tão bom quando Juliana vinha deitar-se no colo do sr. Alfredo!

A família foi também descobrindo o valor da oração. E foi com grande alegria que o Irmão Bento viu todos eles na missa das dez horas daquele domingo.
Na terceira fila de bancos do lado esquerdo, toda a família, um do lado do outro, participando da Santa Missa. Ele ficou tão emocionado que ao final da celebração foi procura-los para um abraço muito sincero, e disse lhes:
– que bom! Vocês descobriram o segredo! Na medida que começaram a tratar o outro como se fosse o próprio Cristo, vocês aprenderam a ver Jesus um no outro. Com isso, descobriram algo maravilhoso: vocês estão enxergando um ao outro com os olhos do próprio Cristo. Vocês descobriram o grande segredo. Tentando ver Cristo disfarçado, descobriram o Cristo que existe, de fato, no coração e na vida do outro, e em cada um. E este segredo foi Jesus mesmo quem nos ensinou: “todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que o fizestes”(Mat. 25,40). É isto mesmo meus irmãos. Quem não for capaz de ver Jesus na pessoa do outro, jamais vai ser capaz de ver a pessoa do próprio Jesus.
Esse é o grande segredo para a vida familiar!
Esse é o grande segredo para a restauração de nossas famílias.
Talvez você também se encontre, hoje, como o sr. Alfredo, naquela tarde em que foi ao encontro de Irmão Bento. E porque as coisas não vão bem em sua casa? Jesus deve também estar disfarçado em algum dos membros de sua família… enquanto não se conseguir enxergar cada um com os olhos do próprio Cristo, nada melhorará na vida familiar.
A maior graça que um casal precisa para si e para seus filhos é enxergar cada um com os olhos de Jesus. Quando isso acontece, passam a enxergar Jesus em cada um.
Não tenhas medo de transformar suas necessidades familiares numa oração sincera e verdadeira:

Senhor,
Dá-nos a graça de enxergar com teus olhos, do jeito que tu Senhor, enxergas.
Sonda-nos hoje e tem compaixão de cada um de nós. Tu, Senhor, que nos teceste no seio materno, dá-nos a graça de perceber-nos segundo seu amor misericordioso.



Veja o Texto no Vídeo com Pe. Léo


P a d r e   L é o


P a d r e   L é o


Parábola transcrita do livro “Famílias Restauradas”.

Este texto é abertura do Livro, que tratará das questões que foram apresentadas nesta pequena estória de uma família que não por acaso pode ser um retrato de uma família que conhecemos muito bem.

A sua família também poderá se encontrar com este Cristo, que na verdade não está disfarçado como na estória, mas está vivo e presente em sua casa  podendo ser encontrado facilmente a qualquer momento, porque Ele se deixa encontrar.    Conheça o Livro, leia-o, e depois testemunhe como realmente CRISTO restaurou sua família também.


Famílias Restauradas

A restauração da família é uma obra contínua, constante. Cada dia damos um passo. Não é algo mágico. É uma longa caminhada. E uma longa caminhada se faz com pequenos passos, na firmeza, na renúncia, no sacrifício, na luta, na garra.

Autor: Padre Léo

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Buscai as coisas do alto

“É preciso ter uma meta, e a nossa meta é muito grande. Quem se acostuma com coisa pequena não pode ir para o céu. O céu é para quem sonha grande, pensa grande, ama grande e tem a coragem de viver pequeno. Isso é o céu.”

Autor: Padre Léo Ano: 2006

Editora: Canção Nova



Click na Foto acima e baixe o texto em .doc


Exemplos de apresentações já realizadas





Quem vai pagar o Pato?


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(Tudo tem seu preço, mas as vezes acabamos pagando muito caro por algo sem o minimo valor.  Mas por que isso acontece?)


Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias.

– Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato.

Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.



Certa tarde viu o pato de estimação da vovó…

Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste!



Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio do mato!

Beatriz, a sua irmã viu tudo mas não disse nada aos avós.



Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: “Beatriz, vamos lavar a louça”

Mas ela disse: ” Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha”. E olhando para ele sussurrou: “Lembra do pato?” Então o Felipe lavou os pratos.



Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: “Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar.”

Beatriz apenas sorriu e disse, “Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje”, e sussurrou novamente para ele, “Lembra do pato?”

Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.


Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não aguentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.


Neto e Avó


A vovó o abraçou e disse: “Querido, eu sei… eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!”



Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito… (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc )…. seja o que for… você precisa saber que Deus estava na janela e viu tudo como aconteceu.

Ele conhece toda a sua vida … Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado.Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo.



Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.

É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos. Vá em frente e faça a diferença na vida de alguém hoje.


Compartilhe esta mensagem com um amigo e lembre-se sempre: Deus está na janela e sabe de tudo!



“A vontade de Deus nunca irá levá-lo aonde a Graça de Deus

não irá protegê-lo.”


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(Um Desafio Para Mim e para Você)


SER FIEL ACIMA DE TUDO

Presentepravoce – Sizenando


Complemento

Meditando as consequências do pecado




EM BUSCA DA FELICIDADE.

Um Filme baseado em fatos reais



Encontro de Cura e Libertação.



“Creio! Vem em socorro a minha falta de fé!” (Mc 9,24)



Cura e Libertação


VI Restauração


Encontro Diocesano de Cura & Libertação

Com o Tema:

“Creio! Vem em socorro a minha falta de fé!” (Mc 9,24)


Dia 17 e 18 de Agosto de 2013.

Sábado dia 17 a partir das 13:00 hs

Domingo dia 18 das 7:30 às 17:00 hs

Encerrando-se com Santa Missa no Local.

Será realizado no

Centro de Evangelização João Paulo II

Escritório RCC Anápolis Goias

Rincão da RCC de Anápolis – Go

Bairro São Joaquim – Final da Rua. N

Próximo ao Condomínio Porto Rico

Vide mapa abaixo

ORGANIZAÇÃO:

Ministério de Cura e Libertação

UMA REALIZAÇÃO DA:

Renovação Carismática Católica

Informações pelo fone  3387-2439

Anápolis – Goiás

Observações:

O encontro é semi aberto

será realizado inscrições no local

taxa de participação

R$-7,00 com Almoço


Mapa de Localização Click aqui e amplie…


Mapa_RCC_Anápolis

Oração

Temas relacionados

Já disponíveis…


https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120
http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=130&h=120 Miguél Arcanjo

A Rosa de Jericó.


Rosa de Jerico


rosajerico[2]

Selaginella lepidophylla, mais conhecida como Rosa de Jericó é uma planta que tem por origem os desertos áridos e secos do oriente e é um exemplo curioso da natureza: na falta de água, o que é comum nos desertos, ela enrola-se sobre si mesma, formando uma bola e entra em dormência. Para que se desenrole, basta apenas que seja colocada num prato cheio de água, com as raízes para baixo. Em pouco tempo ela abre-se e pode-se apreciar a planta com um aspecto colorido verde/prata.

Esta planta deve ficar sempre num prato com água, não sendo recomendado o seu plantio em terra.



A Rosa de Jericó

Peregrina do deserto, viajante incansável e solitária, a Rosa de Jericó, que inspirou uma lenda, é um apreciado amuleto que se utiliza para abençoar os lares, afastando as más influências e atraindo a paz, o poder e a abundância. Confere sorte nos negócios, habilidade no trabalho, oferece saúde, forças, felicidade e, sobretudo, tem a capacidade de transformar as energias negativas em positivas no local onde se encontra.

Conta a lenda que estando Jesus orando no deserto, a Rosa de Jericó acompanhava-O tenazmente arrastada pelos ventos. Detinha-se uma e outra vez aos seus pés e assim ia mantendo-se com Jesus. Ao nascer do dia a planta abria-se com a unidade da manhã e oferecia ao Mestre as gotas de água pousadas sobre as suas folhas. Jesus, sedento depois de uma noite de oração, tomou com os dedos a água que lhe oferecia a pequena planta e, agradecido por esta ter-Lhe acalmado a sede, abençoou-a com o poder da Vida Eterna.

Esta lenda estendeu-se por todos os continentes e rapidamente a Rosa de Jericó foi considerada uma Flor Divina. Em muitos locais da terra, acredita-se que quem adota e cuida de uma Rosa de Jericó atrai, para si e para os seus, paz, força, felicidade, sorte nos negócios, energia positiva, habilidade no trabalho e bem-estar econômico. As suas propriedades inquestionáveis são admitidas como verdadeiras pelo mundo esotérico e a planta é valorizada como um precioso amuleto. Tais são as suas qualidades, que em muitas ocasiões chegaram a ser pagas somas consideráveis por ela, visto ser uma planta bastante difícil de encontrar.

Constitui uma espécie única, oriunda da Síria. Prolifera nos desertos da Arábia, Eleito, Palestina e nas proximidades do Mar Vermelho. Apesar do seu nome, não cresce na cidade de Jericó.

Por que se chamará então “Rosa de Jericó” ?

Diz-se que, aproximadamente durante o segundo milênio antes de Cristo, chegou a esta cidade trazida por comerciantes e peregrinos vindos de outros lugares, que a usavam como poderoso amuleto para abençoar as suas casas e os seus negócios. Durante esta época, a cidade de Jericó encontrava-se num período de grande esplendor e a planta adquiriu cada vez mais fama, sendo que acabou por ser conhecida pelo nome da cidade que com tanto ardor a acolheu.

É uma planta com pequenas flores brancas que não chegam a alcançar 15 cm de altura. Depois de ter florescido, as folhas caem e os ramos contraem-se, curvando-se em direção ao centro, tomando uma forma globosa. Nesta fase do desenvolvimento das plantas, o vento do deserto arranca-as do solo e arrasta-as à sua mercê, transformando-as em eternas viajantes que se deslocam por vastas extensões de deserto, atravessando as paisagens de países e continentes, sem conhecer fronteiras. Podem permanecer fechadas e secas durante muitíssimos anos até que a unidade ou o contato com a água volta a abri-las fazendo-as recuperar a sua frescura e a sua beleza. É então que voltam a estender de novo os seus ramos, a ter de novo as suas flores, frutos e sementes – por esta razão são também conhecidas como as “Plantas da Ressurreição”.

Viajante incansável do deserto, solitária e andarilha, venerada e exaltada por muitos, a Rosa de Jericó desperta cada dia da sua letargia milenária para presentear-nos com a sua frescura, para nos matar a sede e fazer renascer nas nossas vidas a abundância, sem nos pedir nada em troca além de um pouco de atenção.

É muito fácil de conservar uma Rosa de Jericó: necessita apenas de água limpa a cobri-la e de uma temperatura não excessivamente alta. Coloca-se com as raízes para baixo dentro de um recipiente e troca-se a água sempre que esta ficar turva ou suja. Quando é necessário guardar ou deixar descansar a Rosa de Jericó, basta deixá-la secar completamente sobre papel, de preferência em local escuro, até não existir mais unidade alguma na planta. Sempre que quiser recuperar a sua Rosa de Jericó, basta que a volte a colocar em água para que ela o presenteie com um novo desabrochar de beleza e renascimento.

Esta viajante incansável pode acompanhar-nos por muitos anos da nossa vida. Podemos deixá-la aos nossos filhos e netos, como um legado, para que continue protegendo os nossos descendentes. Em muitas famílias a Rosa de Jericó faz parte da herança familiar e são conhecidos casos de terem somado mais de um século na companhia de uma família, sobretudo legadas pelas mães às suas filhas.

Fonte: http://castelodeasgard.blogspot.com.br/2006/10/rosa-de-jeric-selaginella-lepidophylla.html


Vela a transformação:




AO VIVO PELA CANÇÃO NOVA EM 07/07/2013 10:00 Hs

Essa flor estava há 15 anos cravada no metal. Mas ao entrar em contato com a água ela se abriu novamente. É isso que Deus quer fazer com você, despertar em ti a semente do bem. Deixe-se invadir pela água do Espírito Santo.

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