A águia e a serpente.



A águia e a serpente



O embate entre serpentes e Águias é muito comum, pois as serpentes são um dos petiscos favoritos das águias, já que a principal defesa de uma serpente seria completamente inútil contra suas garras afiadas e por outro lado, as serpentes não possuem uma boa visão à longa distância, pelo contrário este inimigo em particular possui uma das melhores visões á longa distância entre os animais e que pode perceber o minimo movimento a quilômetros de distância e assim ela consegue chegar de surpresa em alta velocidade caindo literalmente do céu.  Porém, as defesas da serpente não podem ser totalmente desprezadas, por isso o grande e poderoso pássaro precisa de muita habilidade e esperteza para vencer esta disputa pela vida.

Hoje estaremos exatamente comentando e meditando esta atitude que pode nos deixar muitos ensinamentos, veja o depoimento a seguir:




Hermes C. Fernandes

Hoje assisti in loco e ao vivo” a um duelo entre uma águia e uma serpente. Fui levar minha esposa ao trabalho, e na volta, enquanto aguardava o sinal abrir, eu, minha filha Revelyn e meu sobrinho Pedrinho assistimos à cena inusitada. A águia veio descendo velozmente com as garras projetadas para frente, e quando pousou sobre a serpente, foi recebida com um bote. A luta continuou depois que o sinal abriu e não sabemos o resultado. Presumo que a águia tenha vencido, como geralmente acontece. É muito difícil para uma cobra, mesmo peçonhenta, resistir ao poder das garras daquela ave.

Águias e serpentes são abundantes aqui na Flórida. Recentemente, nosso quintal recebeu a visita de uma cobra. Mas desde que flagrei uma águia pousada no mesmo lado onde avistamos o tal réptil, nunca mais a cobra deu o ar de sua graça. Provavelmente, virou comida de águia.

Assistir àquele embate me fez passar o dia refletindo.

A cobra é um réptil rasteiro de sangue frio, enquanto a águia é uma ave de sangue quente que voa em alturas inatingíveis para qualquer outro animal. Enquanto a cobra troca de pele, a águia troca sua penagem. O poder da águia está na envergadura de suas asas e na força de seu bico e suas garras. Já o poder da serpente está em seu veneno.

– Enquanto o povo de Deus é desafiado a ser como uma águia, renovando constantemente sua força (*) em Deus, os ímpios são comparados à prole da serpente. As Escrituras cristãs estão repletas de imagens que sugerem esta comparação.

A águia é símbolo de renovação, de confiança, de destreza, de majestade. Mas a serpente é símbolo de traição, de astúcia, de malignidade.

A serpente é traiçoeira e mantém-se sempre escondida. Seu bote sempre acontece sem aviso prévio, com exceção da cascavel com seu chocalho. Já a águia avisa que está chegando desde que avista a presa, dando-lhe chance de escapar. O som que emite, juntamente com a envergadura de suas asas, não a deixam passar despercebida.

Os hipócritas e traidores são verdadeiras serpentes que trocam sua pele de acordo com a conveniência. Esperam a hora certa de dar o bote. São calculistas e frios. Ainda que pareçam agir pela emoção do momento, suas atitudes são planejadas e têm como objetivo derrubar quem está em seu caminho. Trocam seu discurso como a serpente troca de pele.

Os visionários são como águia, capazes de vislumbrar o futuro. Mesmo quando pegos de surpresa pelo bote da serpente, não recoam, mas mantém os olhos fitos no alvo. Renovar as penas não é como trocar de pele. O discurso continua o mesmo. Antes de ser leal aos que o cercam, é fiel à visão que Deus lhe deu. E justamente daí vem sua lealdade para com aqueles que nele confiam. Ser fiel a Deus e leal aos amigos acaba resultando numa consciência tranquila e forças renovadas.


17 de setembro de 2017



A águia não luta com uma serpente no chão.

Ela a agarra e a transfere para um outro campo de batalha: o céu. Depois de levá-la para o alto, a solta em direção ao chão.

Uma cobra não tem nenhuma resistência, nenhum poder, nenhum equilíbrio no ar. Ali revela-se inútil, fraca e vulnerável.

No chão, é mortal, sábia e poderosa.

Como uma águia, não limite-se a lutar no reino físico do inimigo.

Leve a luta para o seu domínio, que é o céu:  A ORAÇÃO!

O diabo aqui na Terra é forte, astuto, enganador, envolvente, e muitas vezes mortal. Mas no céu, assim como esta serpente revela-se inútil, fraco e vulnerável.

Busque as coisas do alto!!!   Reze mais.   A cabeça da serpente já foi pisada. Tomemos posse da graça de Deus. As decisões que mudam as coisas aqui na terra são tomadas lá no Céu.



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OUTRAS INDICAÇÕES SEMELHANTES




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O Espírito Santo cura nossas feridas.



O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças.

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis do repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.”  (Mt 11, 28-30)



Curando as Feridas e removendo as Cicatrizes do Coração.


Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos uma resistência humana natural em não aceitar-las como algo bom, porque na verdade não o são, porém são intemperes que estarão em nossa trajetória de vida nesse mundo, mesmo não sendo necessários podemos utilizar destes percalços para o nosso bem usando de muita aceitação e superação porque querendo ou não estarão presentes em nosso caminho, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16, 33)

Desde a minha mais tenra infância eu compreendia as minhas feridas como resultado de machucados físicos ocorridos em brincadeiras com os primos, colegas de escola ou nas aulas de Educação Física. E como sempre, contava com o carinho e o zelo de minha “enfermeira particular”: a mamãe! Todas as vezes, ela vinha com o remedinho “Merthiolate“, que causava uma certa dor e ardência ao ser aplicado, mas, em contrapartida, seu consolo era acrescido de um beijinho doce dizendo “passa logo tá”. Logo depois, é claro, vinha a velha advertência, comum entre todas as mães, que gostam de nos lembrar que deveríamos ouvi-las mais: “Eu não te avisei?” Pois é! E era sempre verdade!

Ao descrever por essas linhas essa singela reflexão de vida, vi como Deus nos ama em perfeição, pelo fato de criar anjos que, com a mesma doçura, fossem capazes de agir. Ao cria-las, o Senhor fez a versão feminina do Ágape (amor incondicional) e as lançou na Terra como o nome de mãe. E ainda, não satisfeito, nos entregou a Sua mãe, na cruz, para complementar essa carga amorosa e protetora por toda a nossa vida.

Pois bem! O amor de Deus é tão perfeito, que Ele age, no presente, conosco, com as nossas feridas causadas pelo amadurecimento natural, pelos nossos pecados ou pelos tropeços da caminhada, da mesma maneira. O terceiro versículo do salmo 147 nos confirma isso dizendo que “Ele sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas”. Diante de nossas quedas, a misericórdia de Deus nos acolhe e, fazendo de nós, mais que pacientes, mas sim, filhos amados, somos tratados e curados, não só no corpo, mas também na alma, na mente e no coração. Por muitas vezes, o remedinho que Jesus aplicou sobre as minhas machucaduras chegou até mim através da necessidade de uma boa confissão, de uma direção espiritual abençoada, um Seminário de Vida no Espírito Santo, uma oração de um servo ungido, já que o Senhor é especialista em nos chamar cada vez mais para perto Dele, para um relacionamento intimo com Ele, e através dos Seus filhos. E esse remédio, assim como o da minha mãe, também dói muito as vezes, pois mexe em nosso ego, no nosso orgulho, nos naqueles sentimentos que somos apegados… como dói, mas depois vem o alívio e a cura!

Contudo, em meio as minhas inúmeras feridas transformadas em cicatrizes, dores não só físicas que eu senti, mas por grandes turbulências espirituais e emocionais que passei. Porém, aprendi muito com cada uma delas; em  cada cicatriz trago um aprendizado, uma lição especial. A cada gota derramada, Jesus, ao tratar o ferimento, ia me ensinando, em contrapartida, que eu não deveria carregar comigo, o fardo da mágoa ou rancor por quem me feriu; assim, Ele me mostrou o que é perdão. E quando já não mais sangrava o coração, mas insistiam em mim as lembranças da dor, Ele sussurrava, carinhosamente, em meu interior, revelando-me que aquela dose de tratamento deveria ser acrescida de uma profunda abertura do meu ser, para que eu recebesse uma efusão do Seu Santo Espírito.

Fossem feridas causadas pelo meu próprio pecado ou pelo amor que eu não recebi, de quem esperei em demasia, também o Senhor estava ali, como minha mãe, na minha infância, de mãos estendidas, a me olhar e dizer: “Eu não te avisei, filha?” Por isso, costumo dizer que, em cada sorriso que esboço em minha face, carrego uma cicatriz de uma ferida curada por Deus.

Só depois de me abrir para que o “Médico dos médicos” (Jesus) pudesse executar o cuidado completo em minhas machucaduras, é que pude aprender a me reconhecer como filha(o) amada(o) de Deus e, mais ainda, forte o bastante, para poder amar os outros, como, assim, Ele o quer.

E eu te digo, amado(a) irmão(ã), que isso só foi e sempre será possível com a força do Espírito Santo. Só Ele nos leva a percorrer esse caminho de cura, na certeza de que já somos vitoriosos.

Se você, deseja fazer essa experiência? Quer deixar-se curar por Deus? Então, eu te convido para fazer esta experiência com o Senhor Jesus e deixar-se ser conduzido por seu Espírito Santo como Ele disse a Nicodemos.

“Necessário vos é nascer de novo.” (S. João 3,20)

Somente renascidos na graça do Espírito Santo, seremos novos homens e novas mulheres, curados e libertos pelo poder de Deus. Transformando nossas feridas em cicatrizes de fé e misericórdia, na intercessão de Nossa Senhora da Primavera, o Espírito Santo nos cumulará de muitas e muitas bênçãos.

Danielle Santos
Comunidade Renascidos em Pentecostes

RENASCIDOS EM PENTECOSTES   ·  SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2016

FOI DEUS

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Dinâmica e Reflexão para grupo de Oração Jovem.



Objetivo: Restaurar e valorizar a verdadeira imagem humana, sua dignidade e semelhança Divina levando a pessoa a reconhecer-se como FILHO de DEUS e muito amado pelo Pai.


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1. Em um grupo de jovens em encontro aberto ou fechado pode ser ministrado uma meditação referente ao texto abaixo.

Com uma musica de fundo, uma luz mediana, alguém com uma boa voz, calma e tranquila pode conduzir a meditação lendo o texto ou apresentando-o em Power Point.

O Momento também abre uma porta para a continuação de uma cura interior mais profunda, este sim sendo mais indicado para encontros fechados.

Veja o texto e a história no post:


A Imagem de Cristo




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2. Deus Disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.”  Criou pois o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher   (Genesis 1,26-27)


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Verdades & Segredos ocultos !

O Buda de Ouro.!


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O segredo que habita em cada um de nós.


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 .


Vaso_de_Barro

Temos Um Tesouro em Vasos de Barro!



Anel_Valor A casa em chamas
Amigo Fiel Quem sou faz a diferença O_Segredo_de_vencer_grandes_desafios

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Promovam Seminários de Vida no Espírito em vossas Paróquias.



“Peço a todos e a cada um que, como parte desta corrente de graça da Renovação Carismática, organizem Seminários de Vida no Espírito Santo em suas paróquias, seminários, escolas a fim de compartilhar o Batismo no Espírito“,

disse Papa Francisco que foi aplaudido ao fazer o pedido inesperado para os Sacerdotes presentes na Basília de São João de Latrão. O pontífice pediu também catequeses que “através do Espírito Santo produzissem a experiência pessoal com Jesus que transforma nossas vidas”.

Papa Francisco fala a padres da RCC.



papa-retiro-padres[1]


O Papa Francisco pediu aos padres reunidos no Terceiro Retiro Mundial para Sacerdotes promovido pela Renovação Carismática, em Roma, que compartilhem a experiência do Batismo no Espírito Santo através de seminários de Vida no Espírito Santo organizados e promovidos em suas Paróquias.

Encontro Internacional para Sacerdotes Organizado pelo International Catholic Charismatic Renewal Services – ICCRS que tem à frente Michelle Moran, o Retiro para Sacerdotes foi uma verdadeira renovação na vida dos padres  presentes e um marco deixado na história do movimento que surgiu no final da década de 60 nos Estados Unidos.


Trecho da palavra do Papa Francisco que contém o texto transcrito acima.



Palavra do Papa Completa.

Papa Francisco. III Retiro mundial de sacerdotes del 12 de junio de 2015



Resumo deste ensinamento na site oficial da RCC.


Francisco e os Carismáticos

Ao voltar do Brasil por ocasião da Jornada Mundial da Juventude o papa respondera a uma questão sobre a RCC levantada por um jornalista. Na ocasião, disse o papa: “eu vou dizer uma coisa: nos anos 1970, início dos 1980, eu não podia nem vê-los [ os carismáticos]. Uma vez, falando sobre eles, disse a seguinte frase: eles confundem uma celebração musical com uma escola de sambaEu me arrependi. Vi que os movimentos bem assessorados trilharam um bom caminho. Agora, vejo que esse movimento faz muito bem à Igreja em geral. Em Buenos Aires, eu fazia uma missa com eles uma vez por ano, na catedral. Vi o bem que eles faziam. Neste momento da Igreja, creio que os movimentos são necessários. Esses movimentos são uma graça para a Igreja. A Renovação Carismática não serve apenas para evitar que alguns sigam os pentecostais. Eles são importantes para a própria Igreja, a Igreja que se renova.

Nosso Post Anterior:

Papa Francisco Responde sobre a RCC.

Os Papas Falam à Renovação Carismática Católica.



papa-francisco-promover_seminario_de_vida_no_Espirito_Santo_nas_Paroquias

papa-francisco-espirito-amor-viver


Os Papas acolhem a RCC



Seminário de Vida no Espírito Santo (SVE’S)

Seminário de Vida no Espírito Santo é uma sequência de pregações e orações cujo centro é o querigma (primeiro anúncio). O objetivo é proporcionar ao participante uma experiência pessoal com Jesus Cristo através do Batismo no Espírito Santo como fora prometido pelo Pai no AT e relembrado por Jesus no NT. Os encontros podem ser semanais, acontecerem dentro de retiros de finais de semana ou  ainda “relâmpagos” quando acontecem dentro de encontros pontuais.

Nossos Post’s sobre esse assunto:

Seminário de vida no Espírito.

Primeira Experiência de Oração – SVE I.

Seminário de Vida no Espírito – SVE I

Efusão no Espírito Santo.

É mesmo necessária uma nova Efusão do Espírito Santo?


SVE-1


Fruto_Espírito Efusão_no_Espirito_2 Batismo_Espírito
Sete_dons

Parábola do casebre e da vaquinha.


A Parábola do Mestre e da Vaca – Sabedoria Oriental – Chinesa
Mestre Taoísta e Discípulo numa jornada de busca e sabedoria


Família Pobre e sua Acomodação


Casebre_familia_pobre


Um sábio mestre Taoísta e seu discípulo andavam pelo interior da China há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo àquela noite. Ao chegarem no casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos. Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.


Vaquinha_magra


O senhor respondeu – “Está vendo àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade. Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece” – O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio. Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse – “Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?” – O mestre então falou – “Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo” – O discípulo espantado falou – “Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!” – O mestre calmamente repetiu a ordem – “Pegue a vaca e empurre-a para o precipício!”. O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo, e ela morreu.


Vaquinha_magra


Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar àquela família. Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar. Ele pensou – “De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico” -Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou – “Você sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui antigamente?” – O criado respondeu – “Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins” –  e apontou para a frente da casa. O discípulo caminhou na direção da casa e pode ver um senhor altivo, brincando com três jovens bem vestidos, e junto uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.

Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa. O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu. O senhor então explicou – “Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu… Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer” – O discípulo não podia acreditar no que estava ouvindo  – Ele continuou – “Perder aquela vaquinha foi terrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante” – Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre tinha percebido.

Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom. Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte. Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, pense! Mesmo que pareça ruim agora, tudo poderá te levar a um caminho melhor, você só precisa perceber isso.

Credito: Parábola Budista, ou Taoísta popular no extremo oriente, autor desconhecido.

Sem a dependência da Vaca, a família procurou outros meios de sobrevivência, e assim


 

O_rico_e_o_pobre O_equilibrista_e_a_Fé


Feridas curadas.



Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos a resistência humana em não admiti-los como coisas boas ou intemperes necessários que estarão em nossa trajetória nesse mundo, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse:

“No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.”
(S. João 16, 33)


Tudo que DEUS faz é Perfeito!


MEDITAÇÃO EM POWER POINT


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Feridas curadas


1. “Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas”… As pérolas são feridas curadas. Pérolas são produtos da dor; resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.

2. Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR. Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas, para proteger o corpo indefeso da ostra.

3. Como resultado, uma linda pérola vai se formando. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada…

4. Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?

5. Já foi acusado de ter dito coisas que não disse? Suas idéias já foram rejeitadas, ou mal interpretadas? Você já sofreu os duros golpes do preconceito? Já recebeu o troco da indiferença? 6. 7. Cubra suas mágoas com várias camadas de amor. Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.

8. Assim, na prática, o que vemos são muitas “Ostras Vazias”, não porque não tenham sido feridas, mas, porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor. Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, fala mais que mil palavras..


9. Presentepravoce.wordpress.com.brquinta-feira, 27 de agosto de 2015 2:15:49 Link’s para outras Mensagens



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O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças.

“Vinde a mim, todos vós que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei. Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis do repouso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu peso é leve.”  (Mt 11, 28-30)



Curando as Feridas e removendo as Cicatrizes do Coração.


Quando falamos em feridas, dor, sofrimentos e lágrimas, temos uma resistência humana natural em não aceitar-las como algo bom, porque na verdade não o são, porém são intemperes que estarão em nossa trajetória de vida nesse mundo, mesmo não sendo necessários podemos utilizar destes percalços para o nosso bem usando de muita aceitação e superação porque querendo ou não estarão presentes em nosso caminho, não é mesmo? Mas o próprio Jesus nos disse: “No mundo haveis de ter aflições. Coragem! Eu venci o mundo.” (Jo 16, 33)

Desde a minha mais tenra infância eu compreendia as minhas feridas como resultado de machucados físicos ocorridos em brincadeiras com os primos, colegas de escola ou nas aulas de Educação Física. E como sempre, contava com o carinho e o zelo de minha “enfermeira particular”: a mamãe! Todas as vezes, ela vinha com o remedinho “Merthiolate“, que causava uma certa dor e ardência ao ser aplicado, mas, em contrapartida, seu consolo era acrescido de um beijinho doce dizendo “passa logo tá”. Logo depois, é claro, vinha a velha advertência, comum entre todas as mães, que gostam de nos lembrar que deveríamos ouvi-las mais: “Eu não te avisei?” Pois é! E era sempre verdade!

Ao descrever por essas linhas essa singela reflexão de vida, vi como Deus nos ama em perfeição, pelo fato de criar anjos que, com a mesma doçura, fossem capazes de agir. Ao cria-las, o Senhor fez a versão feminina do Ágape (amor incondicional) e as lançou na Terra como o nome de mãe. E ainda, não satisfeito, nos entregou a Sua mãe, na cruz, para complementar essa carga amorosa e protetora por toda a nossa vida.

Pois bem! O amor de Deus é tão perfeito, que Ele age, no presente, conosco, com as nossas feridas causadas pelo amadurecimento natural, pelos nossos pecados ou pelos tropeços da caminhada, da mesma maneira. O terceiro versículo do salmo 147 nos confirma isso dizendo que “Ele sara os quebrantados de coração, e lhes ata as suas feridas”. Diante de nossas quedas, a misericórdia de Deus nos acolhe e, fazendo de nós, mais que pacientes, mas sim, filhos amados, somos tratados e curados, não só no corpo, mas também na alma, na mente e no coração. Por muitas vezes, o remedinho que Jesus aplicou sobre as minhas machucaduras chegou até mim através da necessidade de uma boa confissão, de uma direção espiritual abençoada, um Seminário de Vida no Espírito Santo, uma oração de um servo ungido, já que o Senhor é especialista em nos chamar cada vez mais para perto Dele, para um relacionamento intimo com Ele, e através dos Seus filhos. E esse remédio, assim como o da minha mãe, também dói muito as vezes, pois mexe em nosso ego, no nosso orgulho, nos naqueles sentimentos que somos apegados… como dói, mas depois vem o alívio e a cura!

Contudo, em meio as minhas inúmeras feridas transformadas em cicatrizes, dores não só físicas que eu senti, mas por grandes turbulências espirituais e emocionais que passei. Porém, aprendi muito com cada uma delas; em  cada cicatriz trago um aprendizado, uma lição especial. A cada gota derramada, Jesus, ao tratar o ferimento, ia me ensinando, em contrapartida, que eu não deveria carregar comigo, o fardo da mágoa ou rancor por quem me feriu; assim, Ele me mostrou o que é perdão. E quando já não mais sangrava o coração, mas insistiam em mim as lembranças da dor, Ele sussurrava, carinhosamente, em meu interior, revelando-me que aquela dose de tratamento deveria ser acrescida de uma profunda abertura do meu ser, para que eu recebesse uma efusão do Seu Santo Espírito.

Fossem feridas causadas pelo meu próprio pecado ou pelo amor que eu não recebi, de quem esperei em demasia, também o Senhor estava ali, como minha mãe, na minha infância, de mãos estendidas, a me olhar e dizer: “Eu não te avisei, filha?” Por isso, costumo dizer que, em cada sorriso que esboço em minha face, carrego uma cicatriz de uma ferida curada por Deus.

Só depois de me abrir para que o “Médico dos médicos” (Jesus) pudesse executar o cuidado completo em minhas machucaduras, é que pude aprender a me reconhecer como filha(o) amada(o) de Deus e, mais ainda, forte o bastante, para poder amar os outros, como, assim, Ele o quer.

E eu te digo, amado(a) irmão(ã), que isso só foi e sempre será possível com a força do Espírito Santo. Só Ele nos leva a percorrer esse caminho de cura, na certeza de que já somos vitoriosos.

Se você, deseja fazer essa experiência? Quer deixar-se curar por Deus? Então, eu te convido para fazer esta experiência com o Senhor Jesus e deixar-se ser conduzido por seu Espírito Santo como Ele disse a Nicodemos.

“Necessário vos é nascer de novo.” (S. João 3,20)

Somente renascidos na graça do Espírito Santo, seremos novos homens e novas mulheres, curados e libertos pelo poder de Deus. Transformando nossas feridas em cicatrizes de fé e misericórdia, na intercessão de Nossa Senhora da Primavera, o Espírito Santo nos cumulará de muitas e muitas bênçãos.

Danielle Santos
Comunidade Renascidos em Pentecostes

RENASCIDOS EM PENTECOSTES   ·  SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2016

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O Espírito Santo cicatriza nossas feridas e restaura as nossas forças

A Transformação do Homem interior pelo poder do Espírito Santo.



Para que vos conceda, segundo seu glorioso tesouro, que sejais poderosamente robustecidos pelo seu Espírito em vista do crescimento do vosso homem interiorQue Cristo habite pela fé em vossos corações, arraigados e consolidados na caridade, (Efésios 3, 16-17)


Recebei o Espírito Santo




Fomos batizados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. O Pai que tudo criou por amor, o Filho amado que se encarnou, morreu, ressuscitou, voltou ao Céu, está presente conosco, um dia há de voltar glorioso, e o Espírito Santo de amor, alma da Igreja, presente do Ressuscitado à Igreja e ao mundo. O coração de nossa vida cristã está no amor, vida da Santíssima Trindade, força transformadora, capaz de mudar o mundo. No tempo do Espírito Santo, até o final dos tempos, somos chamados à missão de anunciar a Boa Nova do Evangelho.

Jesus ressuscitado apareceu aos seus discípulos, soprou sobre eles e lhes concedeu o Espírito Santo (Cf. Jo 20, 19-23). Quando veio o dia de Pentecostes, os que se encontravam em oração no Cenáculo, com Maria, a Mãe de Jesus, receberam o Espírito Santo (Cf. At 2, 1-11). Homens antes marcados pelo medo agora se lançam à missão. Multiplicaram-se os dons do Espírito Santo na vida de todos e os Atos dos Apóstolos testemunham os frutos de sua efusão, na pregação, vida comunitária, oração e milagres. E a Igreja cresceu com a força do Espírito, mantendo em todos os séculos o ardor missionário, para chegar aos confins da terra. Cada época, inclusive com suas crises, foi sempre marcada pela ação do Espírito Santo, que suscitou pessoas e iniciativas adequadas para que o Evangelho chegasse a todos.

E época de mudanças e crises é, de forma especial, o tempo em que vivemos, tanto que se diz com frequência que a atual é uma “mudança de época”, uma grande virada na história, que deixa perplexas pessoas e instituições, como se o chão fosse tirado de debaixo dos pés. Nos próximos meses serão comemorados os cinquenta anos da conclusão do Concílio Vaticano II, assim como de vários de seus documentos, frutos da ação do Espírito Santo, que impulsionou a belíssima estação missionária então inaugurada na Igreja. A última das grandes Constituições emanadas do Concílio continua plenamente atual, reveladora da perspicácia suscitada justamente pelo Espírito Santo, parecendo redigida para os dias que correm.

Nossa atual mudança de época é chamada de crise. O Concílio Vaticano II oferecia uma leitura que se revela pertinente: “Como acontece em qualquer crise de crescimento, esta transformação traz consigo não pequenas dificuldades. Assim, o homem, que tão imensamente alarga o próprio poder, nem sempre é capaz de colocá-lo ao seu serviço. Ao procurar penetrar mais fundo no interior de si mesmo, aparece frequentemente mais incerto a seu próprio respeito. E, descobrindo gradualmente com maior clareza as leis da vida social, hesita quanto à direção que a esta deve imprimir. Nunca o gênero humano teve ao seu dispor tão grande abundância de riquezas, possibilidades e poderio econômico; e, no entanto, uma imensa parte dos habitantes da terra é atormentada pela fome e pela miséria, e inúmeros são ainda os analfabetos. Nunca os homens tiveram um tão vivo sentido da liberdade como hoje, em que surgem novas formas de servidão social e psicológica. Ao mesmo tempo em que o mundo experimenta intensamente a própria unidade e a interdependência mútua dos seus membros na solidariedade necessária, ei-lo gravemente dilacerado por forças antagônicas; persistem ainda, com efeito, agudos conflitos políticos, sociais, econômicos, raciais e ideológicos, nem está eliminado o perigo duma guerra que tudo subverta. Aumenta o intercâmbio das ideias; mas as próprias palavras com que se exprimem conceitos da maior importância assumem sentidos muito diferentes segundo as diversas ideologias. Finalmente, procura-se com todo o empenho uma ordem temporal mais perfeita, mas sem que a acompanhe um progresso espiritual proporcionado. Marcados por circunstâncias tão complexas, muitos dos nossos contemporâneos são incapazes de discernir os valores verdadeiramente permanentes e de harmonizá-los com os novamente descobertos. Daí que, agitados entre a esperança e a angústia, sentem-se oprimidos pela inquietação, quando se interrogam acerca da evolução atual dos acontecimentos. Mas esta desafia o homem, força-o até a uma resposta” (GS 9).

O Espírito Santo suscita e exige de nós respostas adequadas, capazes de revelar o papel que cabe justamente aos cristãos na transformação da realidade. Um dos sinais da docilidade ao Espírito Santo é o sentido da esperança, com o qual se identificam os sinais da graça de Deus presentes nos corações das pessoas. Passar por todos os lugares recolhendo o que existe de positivo e de autêntico em todos, verdadeiras sementes do Verbo de Deus que o Espírito Santo plantou. Atrás de muitos olhares cheios de perplexidade, outros até marcados pela dor ou pela revolta, está latente a busca da verdade. Celebrar a Festa de Pentecostes é comprometer-se com a visão do bem existente, onde quer que nos encontremos, especialmente nos ambientes mais desafiadores.

As pessoas não esperam dos cristãos uma adaptação pura e simples aos conceitos de grupos ou correntes de pensamento. O respeito aos cristãos vem quando estes são coerentes e buscam as razões de suas convicções e as oferecem com simplicidade e realismo. Já ouvi jovens que afirmaram ainda não conseguirem viver como cristãos, mas sabedores de que estes proclama e vivem a verdade. Este é um caminho oferecido pelo Espírito Santo, adequado para nossos dias.


Pentecostes_2012


O Espírito Santo suscita para nosso tempo a coragem para sermos diferentes para melhor. Considero verdadeira tentação as respostas feitas de tradicionalismo e integrismo, com as quais alguns grupos pretendem contrapor-se às ondas destruidoras de valores de nosso tempo. É mais exigente e ao mesmo tempo mais forte que homens e mulheres convictos do Evangelho, presentes em todos os ambientes, criativos no diálogo, corajosos na descoberta das pontes a serem edificadas com as pessoas que muitas vezes os questionam, se sintam lançados aos novos campos de missão. O Espírito Santo nos conceda uma nova onda de profissionais, técnicos, cientistas, operários, políticos, gente de nosso tempo com uma nova qualidade, capazes de serem diante do mundo melhores, não para humilhar quem quer que seja, mas prontos a fecundar esta época com as mudanças mais profundas, aquelas que Ele mesmo, Espírito da verdade, planta em nossos corações.

Atitudes de nosso tempo, “da hora”, plenamente adequadas, como fruto do Pentecostes que celebramos: clareza de que Deus habita em nós como num templo, consciência de que a dignidade humana dada pelo Batismo, fazendo-nos novas criaturas; horror ao pecado, à mentira, à violência, à impureza (Cf. Gl 5, 13-26); oração contínua (Cf. Lc 18, 1) para viver sempre na presença de Deus; humildade, penitência, adesão à Igreja de Cristo e alegria constante. Pessoas assim, conduzidas pelo Espírito Santo, são capazes de fermentar a mudança do mundo e responder aos desafios de nosso tempo.


Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém do Pará
Assessor Eclesiástico da RCCBRASIL


Fonte: www.rccbrasil.org.br/espiritualidade-e-formacao/index.php/artigos/1440-recebei-o-espirito-santo



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