Deus acima de tudo e de todos.



Os fariseus concordaram em pôr Jesus à prova. Um deles, um doutor da lei, dirige-lhe a seguinte pergunta:

«Mestre, qual é o maior mandamento da lei?»

“S Mateus 22,34”


 




PAPA FRANCISCO

ANGELUS

Praça de São Pedro
Domingo, 26 de Outubro de 2014

Vídeo

Amados irmãos e irmãs, bom dia!

O Evangelho de hoje recorda-nos que toda a Lei divina se resume no amor a Deus e ao próximo. O Evangelista Mateus narra que alguns fariseus concordaram em pôr Jesus à prova (cf. 22, 34-35). Um deles, um doutor da lei, dirige-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, qual é o maior mandamento da lei?» (v. 36). Citando o Livro do Deuteronómio, Jesus responde: «Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, toda a tua alma e todo o teu espírito. Este é o maior e o primeiro mandamento» (vv. 37-38). E teria podido parar aqui. Ao contrário, Jesus acrescenta algo que não tinha sido questionado pelo doutor da lei. Com efeito, diz: «E o segundo, semelhante a este, é: amarás o teu próximo como a ti mesmo» (v. 39). Também Jesus não inventa este segundo mandamento, mas tira-o do Livro do Levítico. A sua novidade consiste precisamente em unir estes dois mandamentos — o amor a Deus e o amor ao próximo — revelando que eles são inseparáveis e complementares, constituem os dois lados de uma mesma medalha. Não se pode amar a Deus sem amar o próximo, e não se pode amar o próximo sem amar a Deus. A este propósito, o Papa Bento XVI deixou-nos um comentário muito bonito na sua primeira Encíclica, Deus caritas est (nn. 16-18).

Com efeito, o sinal visível que o cristão pode manifestar para testemunhar o amor de Deus ao mundo, aos outros e à sua família é o amor pelos irmãos. O mandamento do amor a Deus e ao próximo é o primeiro, mas não porque está no início do elenco dos mandamentos. Jesus não o coloca no vértice, mas no centro, porque é o coração do qual tudo deve começar, para o qual tudo deve voltar e ao qual tudo deve fazer referência.

Já no Antigo Testamento a exigência de ser santo, à imagem de Deus que é Santo, incluía também o dever de cuidar das pessoas mais frágeis, como o estrangeiro, o órfão e a viúva (cf. Êx 22, 20-26). Jesus cumpre esta lei de aliança, Ele que resume em Si mesmo, na sua carne, a divindade e a humanidade, num único mistério de amor.

À luz desta palavra de Jesus, o amor já é a medida da fé, e a fé constitui a alma do amor. Não podemos mais separar a vida religiosa, a existência de piedade do serviço aos irmãos, àqueles irmãos concretos com os quais nos encontramos. Já não podemos dividir a oração, o encontro com Deus nos Sacramentos, da escuta do outro e da proximidade à sua vida, de forma especial às suas feridas. Recordai-vos disto: o amor é a medida da fé! E tu, quanto amas? Cada um responda pessoalmente. Como é a tua fé? A minha fé é como eu amo. E a fé é a alma do amor.

No meio da densa selva de preceitos e prescrições — dos legalismos de ontem e de hoje — Jesus faz uma abertura que permite vislumbrar dois semblantes: o rosto do Pai e a face do irmão. Não nos confia duas fórmulas ou preceitos: não se trata de preceitos e fórmulas; Ele confia-nos dois semblantes, aliás, um único rosto, o rosto de Deus que se reflete em numerosos outros rostos, porque na face de cada irmão, especialmente do mais pequenino, frágil, indefeso e necessitado está presente a imagem do próprio Deus. E deveríamos interrogar-nos, quando encontramos um destes irmãos, se somos capazes de reconhecer nele o rosto de Deus: somos capazes disto?

Deste modo, Jesus oferece a cada homem o critério fundamental sobre o qual devemos delinear a nossa própria vida. Mas, sobretudo, Ele concedeu-nos o Espírito Santo, que nos permite amar a Deus e o próximo como Ele, com o coração livre e generoso. Por intercessão de Maria, nossa Mãe, abramo-nos ao acolhimento desta dádiva do amor, para caminhar sempre nesta lei dos dois semblantes, que constituem um só: a lei do amor.


Palavras do Papa para a Igreja.


https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/angelus/2014/documents/papa-francesco_angelus_20141026.html




OUTROS TEXTOS EM DESTAQUE DE PAPA FRANCISCO

CLICK E AMPLIE


Oração_não_eh_uma_Varinha_magica_Papa_Francisco Pope Francis leads a mass of Assumption of Mary from the papal summer residence in Castelgandolfo south of Rome Papa_Francisco_no_pentecostes_2015_cheios_do_Espírito_Santo

Jesus Jesus

Os Papas Falam à Renovação Carismática Católica.



Razão de Viver.


Jesus perguntou a seus discípulos:

“O que buscais ?”

(João 1,38).


O que Buscais ?


Sigmund Freud (1856 – 1939) dizia que o ser humano é movido pela busca do ‘prazer’. Alfred Adler (1870 – 1937), por outro lado, falava que é a busca do ‘poder’ que move o ser humano. Já para Viktor Frankl (1905 – 1997), o ser humano precisa buscar seu ‘significado’, isso é, uma “razão para viver”.

Em 1942, Frankl, juntamente com sua esposa, pai, mãe e irmão foram todos presos em um campo de concentração na Boêmia. Seu pai morreu de fome. Sua mãe e irmão foram mortos em Auschwitz. Sua esposa faleceu em Bergen-Belsen. Somente sua irmã sobreviveu, por ter conseguido imigrar a tempo para a Austrália.

Os sofrimentos físicos e psicológicos de Frankl foram incalculáveis, especialmente ao ser transferido para Auschwitz. E ele só tomou conhecimento da perda de seus entes queridos após ter sido colocado em liberdade, em 1945, quando foi então morar em Viena, sem quaisquer recursos e totalmente só no mundo. Lá, acabou sendo o diretor da Policlínica Neurológica de Viena, posição que ocupou por 25 anos.

Foi por meio da sua própria dor durante a guerra, e na observação do sofrimento por que passavam seus companheiros de campo de concentração, que Frankl descobriu o “sentido da vida” (título de seu livro “bestseller”). Ele constatou, por exemplo, que não eram os fisicamente privilegiados que sobreviviam aos mal-tratos e às tribulações. Por outro lado, venciam a dor aqueles que tinham um propósito de vida, ou seja, um significado para sua existência, uma “razão para viver”.

E concluiu, ainda, que o ‘significado’ não estaria no prazer, como presumia Freud, pois este já não importava em meio a tanta dor. Nem, como dizia Adler, estaria no poder, pois esse também passara a ser algo irrelevante e até mesmo desprezível. E o significado também não estaria fora do campo de concentração, até porque lá dentro eles não sabiam, nem mesmo, se seus parentes ainda estavam (ou não) vivos.

O sentido da vida – descobriu Frankl -, estava no ‘amor’, que se manifestava em alguns na forma de doação de si próprios aos demais. Sobreviviam ao sofrimento e à dor quem colocava em sua vida, como propósito, fazer todo dia algo de bom para algum companheiro que também passava pelas mesmas aflições. E, desta maneira –conclui Frankl–, acaba-se encontrando o único e maior sentido para as nossas vidas (o que ele denominou de “ultimate meaning”), qual seja: Deus.

E você: qual é o sentido de sua vida? O que você está buscando?

Hoje, a Psicologia afirma que um dos principais problemas que o ser humano tem que enfrentar é relacionado ao “ego”, isso é, à batalha contra o nosso próprio “eu”. E parece que, à medida que o tempo passa, as pessoas estão buscando ser mais independentes e vêm se tornando cada vez mais individualistas: ama-se cada vez mais a si próprio; e cada vez menos ao próximo.

No entanto, como Frankl descobriu, sem esse amor que, pelo outro, o ser humano renuncia a si próprio, o torna disposto a entregar-se por completo e o faz querer doar-se inteiramente, é impossível chegarmos Àquele que é o nosso “significado último”, a nossa única e verdadeira “Razão para Viver”:

Amados, amemo-nos uns aos outros,

porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
Aquele que não ama não conhece a Deus;
porque Deus é amor
(I João 4,7-8)


E lembremos sempre:


Respondeu-lhe Jesus:

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;

ninguém vem ao Pai, senão por mim

(João 14,6).

Texto escrito por Marcos de Lacerda Pessoa

Curitiba – PR. em Maio de 2007,



//mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/pentecostes-ico.jpg” contém erros e não pode ser exibida. https://presentepravoce.files.wordpress.com/2008/05/terco.jpg?w=130&h=120

Quem pode fazer a diferença ?


Este é o relato de uma Professora Primária referente a um certo ano de sua vida:

Seu nome era Sra. Thompson, Era uma Classe de 5ª série e como sempre ela no primeiro dia de aula iniciava seu discurso basicamente contando lhes uma grande mentira.   Como a maioria dos professores, ela olhou para seus alunos e disse que os amava a todos do mesmo jeito. Mas isso seria impossível, porque lá na primeira fila, bem à sua frente, estava um pequeno garoto chamado Teddy.

A Sra. Thompson tinha observado Teddy anos antes e percebeu que ele não se dava bem com as outras crianças, que suas roupas estavam amarrotadas e que constantemente precisava de um bom banho.    E Teddy poderia se tornar um estorvo desagradável para ela aquele ano.     Sua Antipatia chegou a um ponto onde a Sra. Thompson tinha prazer em marcar suas provas com a caneta vermelha marcando bem grande um “X” em negrito e em seguida colocar um “ZERO enorme” na parte superior das provas.

Na escola onde a Sra. Thompson lecionava, era obrigatório para o Professor rever o histórico de cada criança e ela deixou o de Teddy por último.  No entanto, quando ela consultou seu processo, ela foi teve grandes surpresas;

Na primeira série, a Professora de Teddy escreveu:

“Teddy é um menino brilhante e simpático. Ele faz seus trabalho corretamente e tem boas maneiras … é uma alegria estar com perto.

Na Segunda série o professor escreveu:

“Teddy é um aluno excelente e muito querido por seus colegas, mas ele está preocupado porque sua mãe tem uma doença terminal e da vida em casa deve ser uma luta muito difícil.”

Na terceira série a professora escreveu:

“A morte de sua mãe tem sido duro para ele. Ele tenta fazer o melhor que pode, mas seu pai não demonstra muito interesse e sua vida será em breve muito afetada gravemente se algumas medidas não forem tomadas urgentemente.”

Na quarta série o professor de escreveu:

” Teddy anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aula.”

A Sra. Thompson se deu conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada. Sentiu-se ainda pior quando lembrou dos presentes de natal que os alunos lhe haviam dado, envoltos em papéis coloridos e brilhantes, exceto o de Teddy, que estava mal enrolado num papel grosso marrom de embrulhar compras no armazém.

A Sra. Thompson exitou em abri-lo junto com os outros presentes. Algumas crianças começaram a debochar quando ela encontrou um bracelete colorido faltando algumas pedras, e uma garrafa com um pouco de perfume. Mas ela censurou o riso das crianças, quando ela exclamou bem alto como era linda a pulseira e colocou algumas gotas do perfume em seu pulso. Teddy ficou depois da aula naquele dia apenas o suficiente para dizer a ela que; “Sra. Thompson, hoje a Sra fez exatamente como minha mãe costumava fazer e eu senti o seu perfume.” “Depois que as crianças foram embora ela chorou pelo menos uma hora.

Nesse mesmo dia, ela mudou sua maneira de ensinar a leitura, a escrita e a matemática. Ao Invés de apenas ensinar letras e números, ela começou a ensinar crianças. A Sra. Thompson passou a ter dar atenção especial ao Teddy. Como ela o valorizava mais, sua mente parecia ter renascido. Quanto mais ela o incentivava, mais rápido ele respondia ao estímulo. Até ao final do ano, Teddy se tornou uma das crianças com melhor aproveitamento da classe e, apesar daquela mentirinha que ela iria amar todas as crianças da mesma forma, Teddy se tornara seu aluno predileto.

Um ano mais tarde, ela encontrou um bilhete debaixo de sua porta, era Teddy, contando que ela era a melhor professora que ele teve em toda sua vida.  Seis anos se passaram até que ela recebe outro bilhete de Teddy.    Pouco depois, ele escreveu que já tinha terminado o ensino médio, em terceiro lugar na sua classe, e ela ainda era a melhor professora que teve em toda sua vida. Quatro anos depois, ela recebeu outra carta, narrando como as coisas tinham sido duras, às vezes, ele quase desistiu de estudar, mas logo se formaria na faculdade com a maior das honras. Ele garantiu a Sra. Thompson que ela ainda era sua professora favorita. Depois de mais quatro anos ter se passado, chegou uma carta. Desta vez, ele explicou que depois que começou seu bacharelado, ele decidiu estudar um pouco mais. A carta explicava que ela ainda era a melhor professora que teve.  Mas desta vez ele assinou um pouco diferente, Dr. Theodore F. Stoddard.

A história não termina aí.   Havia ainda uma outra carta. Teddy disse que tinha encontrado a garota de seus sonhos e iria se casar. Ele explicou que seu pai havia falecido alguns anos atrás e ele estava lhe convidando para sentar-se no lugar reservado à mãe do noivo.   É claro que, a Sra. Thompson aceitou o convite. E adivinhem? Ela usava aquela pulseirinha com pedrinhas faltando. E ela, com certeza usou aquele mesmo perfume que Teddy lembrou-se de sua mãe usando em seu último Natal juntos.   Eles se abraçaram, e Dr. Stoddard sussurrou ao seu ouvido, “Obrigado Sra. Thompson por ter acreditado em mim. Muito obrigado por me fazer sentir importante, demonstrando-me que eu poderia fazer a diferença.” A Sra. Thompson, com lágrimas nos olhos, sussurrou de volta. Ela disse, “Teddy, você está totalmente errado. Você foi o único que me ensinou que eu podia fazer a diferença. Eu não sabia ensinar nada até aquele dia que te conheci.”

A história foi escrita por Elizabeth Silance Ballard e publicado na revista O Lar da Vida “Home Life” em 1976. Não era representada como uma história verdadeira, mas sim como uma obra de ficção. Posteriormente, foi republicado na revista em 1976, com a anotação de que era uma das histórias mais solicitadas pelos leitores.

Link’s para PPS

História de:


Elizabeth Silance Ballard

Pratica da Justiça.

Temas da campanha da Fraterniidade 2010.

CRF-2010 – 2ª Reflexão.

Senhor, ensinai-nos a praticar a justiça.


São Mateus, 6, 19 a 21


19.

Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde os ladrões furtam e roubam.

20.

Ajuntai para vós tesouros no céu, onde não os consomem nem as traças nem a ferrugem, e os ladrões não furtam nem roubam.

21.

Porque onde está o teu tesouro, lá também está teu coração.


O Grande novo mandamento da Nova e eterna Aliança foi declarado por Jesus como sendo um Só Mandamento, Ele nos disse que somente este mandamento absorvia todos os outros e que bastava observá-lo para que se atingisse a Salvação.

Este mandamento consiste em Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, isto porque as leis da antiga aliança se compunham de dez mandamentos, o primeiro se referindo a Deus e os outros nove se referindo ao nosso relacionamento com as outras pessoas e quer na verdade se resumiriam em uma só coisa. “Amar ao Próximo”.

Eis aí a nossa maior dificuldade, já nos foi dito que amar a Deus é muito fácil, mas expressar este mesmo amor às pessoas que estão ao nosso redor é que fica difícil.

O ensinamento desta parte do evangelho mostra exatamente os a correia aperta mais quando se trata do nosso desprendimento pessoal e de nossa ajuda a nosso irmão.

O homem tem uma tendência a querer cuidar de si mesmo e por isso acha que acumulando bens e dinheiro conseguirá atingir o seu objetivo, por outro lado outras pessoas sabendo que alguém tem riquezas acumuladas presfere o caminho mais fácil, ao invés de buscar as suas próprias riquezas ele irá roubar a riqueza que o outro acumulou.

Dois pecados graves causados por uma única atitude e que tem a solução quando confiamos mais em Deus e menos em nós mesmos.

Quando Deus criou o mundo Ele o entregou nas mãos dos homens e não apenas egoisticamente nas mãos de um só homem, a terra e o planeta é um bem comum de toda a humanidade, por isso todos devem amá-la, respeitá-la e preservá-la porque é desta terra que tiramos o sustento para nossas vidas materiais.

O primeiro pecado do Homem é composto de diversos problemas básicos um deles é exatamente o surgimento do egoísmo que afastou o homem de seu Criador que até então nem precisava se preocupar com o dia de amanhã porque possuía tudo que precisava para sua sobrevivência.

Decidiu então que não precisava mais de Deus e se escondeu Dele entre as árvores do jardim, ou seja, se escondeu entre as coisas criadas e não se apresentou ao criador levando-o a ter mais preferência pelas coisas criadas e automaticamente depositando a sua confiança mais na criação do que no Criador.

Tudo é uma questão de escolha, neste caso o dinheiro e as riquezas representam a capacidade humana de adquirir e ter tudo aquilo que o cerca, isto é o mesmo que poder e domínio sobre as outras coisas, quando este pecado cresce muito em nós ele nos leva a dominar também sobre as outras pessoas que são semelhantes a nós, isto é o nosso próximo.

Deus jamais desejou isto para a sua criação ou para o homem epor isso Ele nos ensina mais uma vez a sua vontade para nós.

Confiando sempre mais em Deus e lhe entregando toda a nossa vida, não nos preocuparemos com a nossa própria vida e quando nos dedicamos mais aos nossos irmãos, eles também se dedicarão mais a nós e vencer as barreiras em comunidade sempre foi mais fácil do que vencer sozinho.

Vejamos que um país quando quer dominar uma outra nação ele forma um grande exercito, prepara os seus soldados e invade com o maior numero possível para suplantar-se sobre os outros, provavelmente se o general fosse sozinho à batalha ele seria morto e jamais conquistaria ninguém, a força de um exército é comparada à força de uma comunidade bem estruturada, temos inimigos diferentes e não pretendemos matar ninguém, mas precisamos vencer os nossos próprios inimigos que são os mesmos inimigos de Deus.

Em várias situações na Bíblia ouvimos narrações de batalhas que foram vencidas pelos mais fracos e menos numerosos e não foram pela inteligência do general humano e sim pela obediência às ordens Divinas, isto porque Deus lhes ensinava que não deveriam confiam em seus Carros, Cavalos, Armas, armaduras e sim em Deus que os amava com um eterno amor e que os levaria a vitória.

Este continua sendo a vontade de Deus e jamais Ele quis que vivêssemos na penúria ou na miséria, afinal Ele nos deu tudo sempre do bom e do melhor, se hoje passamos necessidade é tudo por culpa de nosso próprio pecado que nos afasta de Deus e causa prejuízo ao irmão mais próximo.

Se observássemos os mandamentos de Deus e amassemos mais os nossos irmãos, dividindo e repartindo os bens materiais, os maiores problemas sociais que ouvimos falar hoje nem existiriam e a nossa vida seria bem melhor.

Por isso o principal ensinamento deste versículo seria uma mudança de alvo e objetivo, porque o nosso alvo é a nossa meta e esta meta é o nosso tesouro, mudando o valor das coisas iremos perceber que o maior tesouro é exatamente aquele que não pode ser roubado, destruído ou perdido  e este tesouro é a nossa vida eterna com Deus e de brinde ganhamos uma vida muito melhor aqui mesmo nesta terra.




Anjo Guardião, Canal da Graça.

Deus confiou a mim suas lágrimas

me deu a missão de estar contigo aonde for

te socorrer quando andares mal

ser teu conforto quando sentires dor

sou mais que um amigo,sou teu anjo guardião

aquele que te leva ao céu,te carrego pela mão

e sempre,


(refrão) Serei os teus olhos quando a dor te cegar

te levo em meu colo se teu passo falhar

serei o elo entre o céu e você,pra sempre

serei tua luz se escuridão te assustar

o abraço,o ombro pro teu pranto rolar

serei o elo entre o céu e você

sou teu anjo guardião

DEUS confiou a mim teus segredos

tudo do seu coração pra que eu possa te ajudar

ser teu abrigo,quando a chuva vir

ser teu apoio,pra não te deixar cair

sou mais que um amigo,sou teu anjo guardião

aquele que te leva ao céu,te carrego pela mão


(refrão)Serei os teus olhos quando a dor te cegar

te levo em meu colo se teu passo falhar

serei o elo entre o céu e você,pra sempre

serei tua luz se escuridão te assustar

o abraço,o ombro pro teu pranto rolar

serei o elo entre o céu e você

sou teu anjo guardião


Vou te abraçar com minhas asas

levarei teu coração ao coração de DEUS…….


E sempre…


(refrão)Serei os teus olhos quando a dor te cegar

te levo em meu colo se teu passo falhar

serei o elo entre o céu e você,pra sempre

serei tua luz se escuridão te assustar

o abraço,o ombro pro teu pranto rolar

serei o elo entre o céu e você

sou teu anjo guardião

Destaque: tres versões no Youtube


ANJO GUARDIÃO

CANAL DA GRAÇA


.


ANJO GUARDIÃO

CANAL DA GRAÇA


ANJO GUARDIÃO

CANAL DA GRAÇA


.

O ciclo do Amor.


Um Reflexo De Amor

Toda ação tem uma reação.

Todo círculo se fecha no início.

Uma boa Mensagem para sua meditação.


Um Reflexo de Amor

SIMPLES – 829 K PPS

Um Reflexo de Amor

FULL – 11.092 K PPT


Ele quase não viu a senhora com o carro parado no acostamento. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta de tão novinho…

Mesmo com o sorriso que ele estampava na face, ela ficou preocupada. Ninguém tinha parado para ajudar durante a última hora. Ele iria “aprontar alguma”? Parecia inseguro, pobre e faminto…

Ele pôde ver que ela estava com muito medo e disse:

– Estou aqui para ajudar madame. Por que não espera no carro onde está quentinho? A propósito, meu nome é Bryan.

Era só um pneu furado o problema do carro, mas para uma senhora, era ruim o bastante. Bryan abaixou-se, colocou o “macaco” e levantou o carro. Logo trocou o pneu, mas ficou um tanto quanto sujo e, ainda, feriu uma das mãos.

Enquanto ele apertava as porcas da roda, ela abriu a janela e começou a conversar com ele. Contou que era de St. Louis, que estava de passagem por ali e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Bryan apenas sorriu, enquanto se levantava.

Ela perguntou quanto lhe devia. Qualquer quantia teria sido muito pouco para ela. Já tinha imaginado as terríveis coisas que poderiam ter acontecido se Bryan não a tivesse ajudado.

Bryan não pensava em dinheiro. Aquilo não era um trabalho para ele. Gostava de ajudar quando alguém tinha necessidade e Deus já lhe ajudara bastante. Este era seu modo de viver e nunca lhe ocorreu agir de outra forma.

Ele respondeu: – Se realmente quiser me reembolsar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê para aquela pessoa a ajuda que precisar. E acrescentou: – E pense em mim.

Ele esperou até que ela saísse com o carro e também se foi. Tinha sido um dia frio, mas ele se sentia bem, indo pra casa, desaparecendo no crepúsculo.

Algumas milhas abaixo, a senhora encontrou um pequeno restaurante. Ela entrou para comer alguma coisa. Era um restaurante bem simples.

A cena inteira era estranha para ela. A garçonete veio até ela e trouxe-lhe uma toalha para que pudesse esfregar e secar o cabelo molhado e lhe dirigiu um doce sorriso, um sorriso que seus pés, doendo por um dia inteiro de trabalho, não puderam apagar.

A senhora notou que a garçonete, mesmo estando com quase oito meses de gravidez, não deixou a tensão e as dores mudarem sua atitude. Ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco, podia tratar tão bem a um estranho. Então se lembrou de Bryan.

Terminada a refeição, enquanto a garçonete buscava troco para a nota de cem dólares, a senhora se retirou. Já tinha partido quando a garçonete voltou. A garçonete queria saber onde aquela senhora poderia ter ido. Porém, notou algo escrito no guardanapo “Fique com o troco”, sob o qual mais quatro notas de $100 dólares haviam sido deixadas.

Brotaram lágrimas nos seus olhos quando leu o que a senhora escreveu:

“Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou uma vez e, da mesma forma, estou lhe ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar, não deixe este ciclo de amor terminar em você”.

Bem, haviam mesas para limpar, açucareiros para encher e pessoas para servir. Naquela noite, quando voltou para casa e deitou-se na cama, a garçonete ficou pensando no dinheiro e no que a senhora lhe escreveu. Como pôde saber o quanto ela e o marido precisavam dele? Com o bebê para nascer no próximo mês, tudo estava difícil… ela virou-se para o preocupado marido que dormia ao lado, deu-lhe um beijo e sussurrou:

– Tudo ficará bem… Eu te amo… Bryan.



Um Reflexo de Amor


Semeando a cultura de Pentecostes



Ripple – a onda do amor

Uma história semelhante numa campanha veiculada na Indonésia.