Quando Deus Manda, até o diabo obedece.



O mundo evoluiu tecnologicamente tão rápido e de tal maneira que nos possibilitou novas maneiras de se conectar com outras pessoas até mesmo do outro lado do planeta. Antes para que um evangelizador pudesse alcançar um novo discípulo ou uma nova conversão ele precisaria de um navio e viajar muitos Kilômetros até chegar em um território inexplorado, hoje podemos alcançar todo o planeta sem sair do lugar e sem nem mesmo precisar falar todas as línguas e dialetos do mundo, já que qualquer texto ou diálogo pode ser traduzido instantaneamente pelos aplicativos eletrônicos disponíveis na NET.

Podemos dizer que estas invenções modernas nos trazem muitas vantagens, mas no entanto elas nos trazem também diversas desvantagens que precisam ser analisadas e evitadas, uma delas é a possibilidade de falar, ensinar, testemunhar, mas na hora de ter que estender a mão para auxiliar alguém, se torna impossível pela distância que nos separa e assim nosso testemunho fica prejudicado, no entanto, Nosso Deus que é poderoso e cheio de Misericórdia consegue realizar verdadeiros milagres para que seu amor seja cada vez mais conhecido e divulgado, até mesmo quando o inimigo tenta sabotar de todas as formas esta evangelização, a estorinha que se segue é um exemplo de que O Amor de Deus supera todo o Mal.





Uma senhora Idosa pobre telefonou para um programa religioso de TV pedindo ajuda. O pastor eletrônico sugeriu que orasse bastante pois seus desejos seriam atendidos pelo Todo-Poderoso.

O capeta, que se divertia assistindo ao show e tinha acabado de fazer um curso de “MARKETING DO MAL(*) online, resolveu colocar em prática seu aprendizado pegando uma carona na ocasião e aproveitando para fazer propaganda de si mesmo visando a possível aquisição de mais uma consciência televisiva.

Levantou o endereço da mulher e convocou seus assessores. Ordenou-lhes que comprassem uma cesta básica bem farta e a levassem imediatamente para a pobre coitada da senhora, com a seguinte orientação:

— Quando ela perguntar quem mandou a cesta, digam que foi o DIABO, número 666! Assim ele iria divulgar o seu nome e ganhar a fama de bonzinho.

Ao chegarem no barraco, a mulher os recebeu inocentemente com enorme alegria e foi logo guardando os alimentos.

Os paus mandados do “demo”, conforme a orientação recebida, perguntaram:

— A senhora não quer saber quem lhe enviou estes mantimentos?

A mulher, na sua simplicidade e sabedoria de fé convicta, respondeu:

— Não, meu filho, não é preciso.

Quando Deus manda, até o diabo obedece! (*2)


Moral da história:


Os homens podem falhar, pecar e não amar o próximo como Jesus nos ensinou, dando contra testemunho na sua missão de evangelizar;

O diabo pode tentar aproveitar das situações ruins para ganhar pontos a seu favor;

Mas a verdade será sempre a mesma.

DEUS nunca falha e até mesmo usa as situações mais difíceis para demonstrar o seu amor atendendo nossas orações por caminhos milagrosos que jamais poderíamos imaginar.”


(*2)”Por isso, Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.”      Filipenses, 2,9-11 




Parábola do casebre e da vaquinha.


A Parábola do Mestre e da Vaca – Sabedoria Oriental – Chinesa
Mestre Taoísta e Discípulo numa jornada de busca e sabedoria


Família Pobre e sua Acomodação


Casebre_familia_pobre


Um sábio mestre Taoísta e seu discípulo andavam pelo interior da China há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo àquela noite. Ao chegarem no casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos. Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.


Vaquinha_magra


O senhor respondeu – “Está vendo àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade. Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece” – O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio. Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse – “Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?” – O mestre então falou – “Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo” – O discípulo espantado falou – “Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!” – O mestre calmamente repetiu a ordem – “Pegue a vaca e empurre-a para o precipício!”. O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo, e ela morreu.


Vaquinha_magra


Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar àquela família. Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar. Ele pensou – “De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico” -Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou – “Você sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui antigamente?” – O criado respondeu – “Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins” –  e apontou para a frente da casa. O discípulo caminhou na direção da casa e pode ver um senhor altivo, brincando com três jovens bem vestidos, e junto uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.

Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa. O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu. O senhor então explicou – “Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu… Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer” – O discípulo não podia acreditar no que estava ouvindo  – Ele continuou – “Perder aquela vaquinha foi terrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante” – Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre tinha percebido.

Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom. Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte. Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, pense! Mesmo que pareça ruim agora, tudo poderá te levar a um caminho melhor, você só precisa perceber isso.

Credito: Parábola Budista, ou Taoísta popular no extremo oriente, autor desconhecido.

Sem a dependência da Vaca, a família procurou outros meios de sobrevivência, e assim


 

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O Rico e o Pobre.


Esta é uma maneira diferente de ver a REALIDADE sem os preconceitos ou conceitos pre-estabelecidos de padrões e normas SOCIAIS que não nascem com as pessoas, mas que adquirimos de nossos pais, parentes e pessoas próximas a nós, é o que chamamos de cultura ADQUIRIDA e que geralmente não nos trazem a verdadeira felicidade e nem realizam em nós o verdadeiro sentido da vida. Quando olhamos as coisas com os olhos do coração, percebemos que os maiores valores são aqueles que menos valorizamos e as coisas de menor valor geralmente são as coisas que ocupam nossa mente e coração a maior parte de nosso tempo, experimente dar uma olhadinha neste texto e veja como a verdade sempre esteve bem na nossa frente.

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

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 “O rico e o pobre”

1. “O Rico e o Pobre” É só uma questão de visão É só uma questão de visão Ou seria opinião

2. “Aos Olhos de quem Vê” “e no sentir do coração”

3. Um dia, um pai de família rica, grande empresário, levou seu filho para viajar até um lugarejo com o firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres e frágeis.

4. O objetivo era convencer o filho da necessidade de valorizar os bens materiais que possuía, o status, o prestígio social; o pai queria desde cedo passar esses valores para,seu herdeiro.

5. Eles ficaram um dia e uma noite numa pequena casa de taipa, de um morador da fazenda de seu primo.

6. Quando retornavam da viagem, o pai perguntou ao filho: – E aí, filhão, como foi a viagem para você ? – Muito boa, papai, respondeu o pequeno.

7. -Você viu a diferença entre viver com riqueza e viver na pobreza ?

8. – Sim pai ! Retrucou o filho, pensativamente. – E o que você aprendeu, com tudo o que viu nesses dias, naquele lugar tão paupérrimo ?

9. O menino respondeu: – É pai, eu vi que nós temos só um cachorro em casa, E eles têm quatro, 10. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim, 11. eles têm um riacho que não tem fim. 12. Nós temos uma varanda coberta e iluminada com lâmpadas fluorescentes. 13. e eles têm as estrelas e a lua no céu. 14. Nosso quintal vai até o portão de entrada 15. e eles têm uma floresta inteirinha. 16. Nós temos alguns canários em uma gaiola! 17. eles têm todas as aves que a natureza pode oferecer-lhes, soltas !

18. O filho suspirou e continuou: – E além do mais papai, observei que eles rezam antes de qualquer refeição, 19. enquanto que nós em casa, sentamos à mesa falando de negócios, dólar, eventos sociais, daí comemos, empurramos o prato e pronto !

20. No quarto onde fui dormir com o Tonho, passei vergonha, pois não sabia sequer orar, enquanto que ele se ajoelhou e agradeceu a Deus por tudo, inclusive a nossa visita na casa deles.

21. Lá em casa, vamos para o quarto usamos a internet ou deitamos, assistindo televisão e dormimos.

22. Outra coisa, papai: Dormi na rede do Tonho, enquanto que ele dormiu no chão, pois não havia uma rede para cada um de nós…

23. Na nossa casa colocamos a Maristela, nossa empregada, para dormir naquele quarto onde guardamos entulhos, sem nenhum conforto, apesar de termos camas macias e cheirosas sobrando no outro quarto de hóspedes.

24. Conforme o garoto falava, seu pai ficava estupefato, sem graça e envergonhado!

25. O filho na sua sábia ingenuidade e no seu brilhante desabafo, levantou-se, abraçou o pai e ainda acrescentou:

26. – Obrigado papai, por me haver mostrado o quanto nós somos pobres !

27. Constatação O que é ser pobre ou ser rico, depende daquilo que o seu coração mais valoriza. O que tem mais valor para você? Os bens espirituais invisíveis aos olhos que são eternos ? ou Os bens materiais que um dia desaparecerão ?

28. Moral da História Não é o que você é, o que você tem, onde está ou o que faz, que irá determinar a sua felicidade; mas o que você pensa sobre isto ! Tudo o que você tem, depende da maneira como você olha, da maneira como você valoriza.

29. Doce é o sono do trabalhador, tenha ele pouco ou muito para comer; mas a abundância do rico o impede de dormir. (Eclesiastes 5,11) Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. (S. Mateus 6,33)

30. Para Refletir no texto…

31. A primeira sensação que tive ao olhar essa imagem foi de choque… Depois veio o reconhecimento de que, vergonhosamente, é verdade… A vida em sociedade é repleta de significantes. Tudo tem um valor atribuído socialmente e cada vez mais a vida atual nos impele ao valor monetário e material. Dentre eles destaco os que considero os pilares da vida pós- moderna: Dinheiro, beleza e poder… Se pararmos para pensar…? tudo na sociedade atual se remete a isto; e você só é bem sucedido se conquistar, pelo menos, um dos itens citados. E há sempre quem diga que com dinheiro você arremata os três e pode ter tudo…

32. Bom, só posso dizer: Como somos medíocres! É simplesmente desprezível que a vida gire em torno disso, mas é inegável que em muitos momentos nos vemos influenciados por tais valores… E novamente considero como nosso coração pode nos enganar… Fiz questão de colocar esta imagem aqui, para nunca esquecer o quanto podemos ser desprezíveis… Que Deus nos ensine a dar valor ao que realmente importa, mas que esta missão não deixemos só por conta dele…

33. Se você tem amor e sobrevive nesta vida com dignidade, tem atitudes positivas e partilha com benevolência suas coisas, Então…

34. Você tem tudo! Autor desconhecido Recebi de um amigo por e_mail…

35. sábado, 1 de agosto de 2015 6:47:30 Link’s para outras Mensagens Explicou-lhe o pai: Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. (S. Lucas 15)


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Testemunho do Plano de Deus.



MEU TESTEMUNHO DO PLANO DE DEUS EM MINHA VIDA E DE MINHA FAMÍLIA. 

Veja o Texto:



Relaxa_Plano


O_casal_Cristão_no_mundo_de_hoje


Encontro de Casais com Cristo_ECC


Vou deixar abaixo a indicação de um Link onde você poderá ouvir uma canção que relata a mudança de vida de um jovem que não conhecia a Deus, mas que foi lá onde uma uma parte de sua vida aconteceu para levar seu testemunho e mostrar que Deus escreveu uma nova história para sua vida e dar oportunidade de mudança a seus companheiros que ainda vivem sem ter experimentado o AMOR de DEUS.

Nós também que fomos transformados pelo imenso amor do Pai temos o dever de compartilhar este amor com nossos irmãos através de nosso testemunho de vida.



UMA HISTÓRIA ESCRITA PELO DEDO DE DEUS


Olha o que Ele fez comigo


Olha o que Ele fez comigo 2


Escrita Pelo Dedo de Deus

Thalles Roberto

Jesus pode escrever sua história de novo
Olha o que ele fez comigo
A chance de dar tudo errado
Era tudo o que eu tinha em mim
Mas olha o que ele fez comigo
No olhar eu carregava um pouco de morte
E a minha festa tava tão vazia de sorriso
E, quando eu pensei que o rio ia secar
Olha o que ele fez comigo

Vai fazer assim com a sua família hoje
Um dia, já cansado, eu disse
“pai, não quero ser mais prisioneiro da maldade!”
Ele me chamou de filho
Pedi perdão, me humilhei e chorei
(como eu chorei)
E ele foi fiel comigo
Arrancou aquela tristeza que doía
Me lavou com o seu sangue, e me perdoou
A minha festa, agora, é cheia de sorrisos
Olha o que ele fez comigo

Vai fazer assim com a sua família hoje
Ele é meu melhor amigo
Viver com meu jesus é lindo
Junte suas forças
E clame a Deus
Ele escuta o grito do seu fraco coração
Eu não tinha nada
E, agora, tenho vida
E uma história nova e linda
Escrita pelo dedo de Deus.

Link: http://www.vagalume.com.br/thalles-roberto/escrita-pelo-dedo-de-deus.html#ixzz3FUkoiJgN


 


Temas da Canção nova CHÁCARA JEUS CURA

 

Fé nos Reveses da Vida.



Palestra preparada para ser utilizada em encontro de Casais:

“A Fé nos Reveses da Vida”




Objetivo do Tema:

Mostrar o que é a  no seu verdadeiro sentido, o supões a Fé e como o homem de fé enfrenta os problemas difíceis da vida.   Definir fé e testemunhá-la como dom Gratuito de DEUS; adesão pessoal na medida em que nossa abertura permite a ação de Deus em nossa existência.   Fé no Cristo como Salvador e Redentor do Gênero Humano.   Testemunhar como, pela fé, foram vencidos os problemas da vida, ou como pelas provações da vida, foi redescoberta a nossa Fé.


Fundamentação Bíblica:

Mateus 8, 5-13; 8, 23-27; 9, 27-31; 14, 22-36; 17, 19-21; 21, 18-22; Marcos 5, 32-34; 9, 23-24; 11, 20-22; Lucas 17, 5-6; João 1, 13-22; 2, 9-10; Romanos 1, 17; Hebreus 11, 1-39; 1 João 4, 1-5;  E Outros


Conceito:

Substantivo Feminino; Crença em algo que não está ou não pode ser comprovado. Qualidade do devoto religioso; Crença na existência e no poder de Deus; Sentimento de que algo é verdadeiro ou vai acontecer. Crédito, confiança.

(do Latim fides, fidelidade e do Grego pistia[1] ) é a firme opinião de que algo é verdade, sem qualquer tipo de prova ou critério objetivo de verificação, pela absoluta confiança que depositamos nesta idéia ou fonte de transmissão.

A acompanha absoluta abstinência à dúvida pelo antagonismo inerente à natureza destes fenômenos psicológicos e lógica conceitual. Ou seja, é impossível duvidar e ter fé ao mesmo tempo. A expressão se relaciona semanticamente com os verbos crer,

Segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (CCIC), a fé “é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos revelou e que a Igreja nos propõe para acreditarmos, porque Ele é a própria Verdade. Pela fé, o homem entrega-se a Deus livremente. Por isso, o crente procura conhecer e fazer a vontade de Deus, porque «a fé opera pela caridade»” (Gálatas 5:6).

Definição de Fé: Segundo a carta aos Hebreus,

“A Fé é o fundamento da esperança; É uma certeza a respeito daquilo que não se vê.“

A FÉ é a certeza que vamos receber as coisas que esperamos e a prova que existem coisas que não podemos ver. ( Hb 11,1 ) É pela FÉ que entendemos que o universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê. ( Hb 11,3 )

Sem FÉ ninguém pode agradar a Deus porque quem vai a Ele precisa crer que Ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor. ( Hb 11,6 )

Ou seja, é acreditar com o coração. Muito mais do que uma simples crença racional.

± A Fé é o alimento da alma e sustento para nossa vida.

A FÉ de Abraão

– “O Pai de todos os crentes” a epistola aos Hebreus, no grande elogio à FÉ dos antepassados, insiste particularmente na FÉ de Abraão:

“Foi pela FÉ que Abraão, respondendo o chamado obedeceu e partiu para uma terra que deveria receber como herança, e partiu sem saber para onde ia.” (Hb 11,8 )

Pela FÉ viveu como estrangeiro e como peregrino na Terra Prometida.

Pela FÉ Sara recebeu a graça de conceber o filho da promessa.

Pela FÉ, finalmente, Abraão ofereceu seu filho único em sacrifício. (145)

A Bíblia narra para nós vários exemplos e testemunhos de Fé.

A começar pelo livro do Gênesis que nos convida a crer na criação do universo pela Palavra e pela vontade de Deus, passando pela Fé de Moisés ao ponto de abrir o Mar Vermelho, pela vida de Abraão, pelas experiências de Bartimeu, da mulher hemorrágica, do centurião, do cego de Jericó e culminando com as promessas do livro do Apocalipse.

Em todas as passagens bíblicas vemos que Deus agiu diretamente na vida do homem através da Fé de cada um.   As curas, os milagres e prodígios realizados por Deus e posteriormente pelo seu Filho Jesus, que Ele tudo pode e realiza todas as coisas, eram sempre condicionados ao querer individual do ser humano – em crer ou não que aquela história poderia ter um final diferente.

Sendo assim, a Fé é uma adesão, uma opção pessoal incondicional do homem a Deus.

Para vivermos uma fé verdadeira, precisamos crer incondicionalmente na manifestação de Deus em nossa vida.




Os Reveses da Vida:

            Os Discípulos eram fracos: – Vacilavam na Fé, Dormiam, não oravam, agiam por impulso, eram egoístas, eram medrosos, eram covardes e ficaram em silêncio ao verem Jesus sendo preso, não curavam os enfermos como Jesus, não expulsavam os espíritos maus e etc.

O que nós queremos relembrar e mostrar aqui é uma verdade bem aceita pela Igreja:

Os Discípulos de Jesus assim como cada um de nós, também não eram Santos e Perfeitos, eram sim fracos e pecadores, não conseguiam realizar as obras que Jesus realizava, foram varias as vezes que Jesus censurou a incredulidade e a fraqueza daqueles que o seguiam, não com o objetivo de desanimá-los ou afastá-los de si, mas sim com o objetivo de acordá-los para uma nova realidade que passariam a enfrentar logo após a sua partida, já que sozinhos no mundo iriam passar por tribulações e tempestades e como Ele havia acalmado e vencido as tempestades agora era chegada a hora de colocarem à prova a fé recebida de Jesus.

Qual O Tamanho de sua Fé?

Jesus respondeu-lhes: Por causa de vossa falta de fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível. (São Mateus 17,20)

Você é um Homens de Pouca Fé?

E Jesus perguntou: Por que este medo, gente de pouca fé? Então, levantando-se, deu ordens aos ventos e ao mar, e fez-se uma grande calmaria. (São Mateus 8, 26)

No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: Homem de pouca fé, por que duvidaste? (São Mateus 14, 31)

Vá em paz, a tua Fé te Salvou:

A mulher hemorrágica “Se eu somente tocar na sua vestimenta ficarei curada…”

Jesus virou-se, viu-a e disse-lhe: Tem confiança, minha filha, tua fé te salvou. E a mulher ficou curada instantaneamente. (São Mateus 9,22)

Um Leproso entre 10 retorna para agradecer Jesus por sua cura.

E acrescentou: Levanta-te e vai, tua fé te salvou. (São Lucas 17,19)

A Fé nos liberta dos Pecados e Cura todo Mal:

2. Eis que lhe apresentaram um paralítico estendido numa padiola. Jesus, vendo a fé daquela gente, disse ao paralítico: “Meu filho, coragem! Teus pecados te são perdoados.”

6.  Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados: Levanta-te – disse ele ao paralítico -, toma a tua maca e volta para tua casa.” 7. Levantou-se aquele homem e foi para sua casa.

A Fé age também à distância: (Mateus 8, 5:13)

10. Ouvindo isto, cheio de admiração, disse Jesus aos presentes: Em verdade vos digo: não encontrei semelhante fé em ninguém de Israel. …13. Depois, dirigindo-se ao centurião, disse: Vai, seja-te feito conforme a tua fé. Na mesma hora o servo ficou curado.

O Cego de Jericó: (Marcos 10, 46-52)

51. Jesus, tomando a palavra, perguntou-lhe: “Que queres que te faça? Rabôni, respondeu-lhe o cego, que eu veja! 52. Jesus disse-lhe: Vai, a tua fé te salvou.” No mesmo instante, ele recuperou a vista e foi seguindo Jesus pelo caminho.

A Fé como Luz para nossos Passos:

A Cura da cegueira física em contraposição à falta de visão daqueles que não aceitam a verdade, O pior cego é aquele que não quer ver:

(João 9, 40). Alguns dos fariseus, que estavam com ele, ouviram-no e perguntaram-lhe: Também nós somos, acaso, cegos?…

A Dúvida de Tomé: Quem tem Dúvida não tem Fé.

Pedro Duvidou e por isso afundou no Mar: No mesmo instante, Jesus estendeu-lhe a mão, segurou-o e lhe disse: Homem de pouca fé, por que duvidaste?

(São Mateus 14, 22 – 36)

O Apostolo Pedro ao ver JESUS caminhar sobre as águas pediu que JESUS o fizesse caminhar também.  Pedro ao sentir a forte ventania começou a afundar. Então JESUS disse:

“Como é pequena a sua FÉ! Por que você duvidou?”

Depois disse a Tomé: Introduz aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Põe a tua mão no meu lado. Não sejas incrédulo, mas homem de fé. (São João 20,27)

A Fé vem de Ouvir a Palavra de Deus: (Romanos 10, 13-18)

13. porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 3,5). 14. Porém, como invocarão aquele em quem não têm fé? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão falar, se não houver quem pregue? …17. Logo, a fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo.

A Fé é um Dom de Deus:

Porque é gratuitamente que fostes salvos mediante a fé. Isto não provém de vossos méritos, mas é puro dom de Deus. 9. Não provém das obras, para que ninguém se glorie.  (Efésios 2, 8-9)
Exemplos da Fé verdadeira:

  1. Anunciação do Anjo a Maria.

Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra ± Lucas 1, 26-38

Estórias ilustrativas de atitudes de fé.


O Equilibrista !


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Ter Fé é aceitar as verdades do evangelho e aderir incondicionalmente a Jesus sem perguntar, duvidar ou pedir prova de qualquer coisa da mesma forma que Bartimeu concordou em seguir a ordem de Jesus e foi ao poço de Siloé se lavar.

“BEM AVENTURADOS AQUELES QUE NÃO VIRAM E CRERAM…”

29. Disse-lhe Jesus: Creste, porque me viste. Felizes aqueles que crêem sem ter visto!

É como está escrito: Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou (Is 64,4), tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que o amam. (I Coríntios 2,9)

Agora é a nossa vez de testemunhar a nossa Fé no mundo de hoje.

            E para nós, pela nossa experiência do dia-a-dia, o que nós entendemos por Fé e em quais momentos de nossa vida temos nos permitido viver uma Fé verdadeira no Cristo que somos chamados a anunciar a partir deste final de semana?

            Como na época de colégio e faculdade, em que precisávamos passar pelas provas para sermos aprovados, assim acontece também em nossa vida.

            Não que Deus queira nos ver sofrendo para ver até onde acreditamos n’Ele, como muitos dizem por aí, mas para que saibamos experimentar cada momento de nossa vida e aprender com cada um deles, sejam esses momentos bons ou ruins.

            Quantos de nós que estamos aqui hoje neste encontro com Cristo “ECC” neste final de semana já passamos por provações, por dificuldades, por aperto financeiro, por uma crise familiar, pela perda de uma pessoa querida e quantos de nós conseguiu se fortalecer depois disso?

Quantos de nós conseguimos aprender com a dor e no momento mais difícil em que tudo parecia não ser mais favorável, se colocou diante de Deus e ao invés da murmuração ou desespero, agradeceu a Deus não pelo sofrimento, mas pela lição aprendida?

A verdadeira Fé só será EVIDÊNCIADA diante das tempestades Vencidas.  (Marcos 4, 23-27)

SEU TESTEMUNHO PESSOAL É IMPRECINDÍVEL

Ex. Testemunho de Edileusa Moreira

O mundo nos ensina que aquele que agradece diante da experiência da dificuldade é louco – Deus nos ensina que aquele que aprende com a dor e agradece a lição dada é sábio.

Lembrar das experiências de Zaqueu, do servo do centurião, da cura da sogra de Pedro, da ressurreição de Lázaro…

A sabedoria de Deus consiste em estar sempre ao nosso lado.

Deus quer que a gente lute com todas as forças até alcançar a VITÓRIA!!!


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04 – Fé nos Reveses da Vida (2)


Musica para  Meditação:

Noites Traiçoeiras.

Pe. Marcelo Rossi


O SENTIDO DA VIDA É RESTAURADO


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Encontro de Casais com Cristo_ECC


O Sentido da Vida.



Palestra preparada para encontro de Casais:

“O Sentido da Vida”




Objetivo:

Refletir sobre o tema e apresentar aos casais o verdadeiro sentido da vida.

Como encontrar o fundamento sólido que dá sentido definitivo às nossas vidas e a todas as nossas ações; que é inútil edificar sobre a areia e edificar apoiando-se unicamente nas coisas visíveis e criaturas de Deus; buscando este sentido real de vida através da vivência em Cristo.  

O Casal precisa descobrir a razão de sua vida pessoal, conjugal, familiar, comunitária e profissional; Testemunhar como descobriu o sentido de sua própria vida, como os dois descobriram o valor de seu casamento e como estão procurando dar importância à vida da Família, da comunidade, da Igreja e ao Plano de Deus; Mostrar que o verdadeiro sentido da vida está em Jesus Cristo; Ele que é o Caminho, a verdade e a VIDA.


Fundamentação Bíblica:

(Mateus 7, 12-14) ; (Mateus 7, 24-27); (Mateus 19, 16-30)(Lucas 12, 22-34)(João 14, 5-7)


REFLEXÃO:


O ser humano precisa de direção e motivo para seus atos para não se sentir perdido. Conhecer o sentido da vida dá significado à existência, às decisões, às ações , aos fatos, às coisas da vida em geral e, portanto, é condição essencial para que se tenha uma vida útil e feliz.

Pergunta: “Qual é o sentido da vida?”

CURIOSIDADE: Veja observação abaixo do texto que se segue.

Como posso encontrar propósito, realização e satisfação na vida?

Terei o potencial de realizar algo de significância duradoura?

Há tantas pessoas que jamais pararam para pensar no sentido da vida.

Anos mais tarde elas olham para trás e se perguntam por que seus relacionamentos não deram certo e por que se sentem tão vazias, mesmo tendo alcançado algum objetivo anteriormente estabelecido.

CURIOSIDADE: Veja observação abaixo do texto que se segue.

Escutem esta frase de Juan Manoel Fangio: “Fui apenas um corredor de automóveis. Não fiz nada para o bem da humanidade.”

Veja o que Alex Dias Ribeiro (ex-piloto) falou sobre isto: Essa sentença do penta campeão mundial de Fórmula 1, Juan Manoel Fangio, aos 80 anos, despertou-me para uma realidade chocante: “É duro chegar ao fim da vida como mero passageiro do destino e ir-se embora deste mundo sem deixar sua marca na história com algum benefício para a humanidade.”  Por fim ele Alex diz: “É duro batalhar uma vida inteira subindo, a duras penas, a escada do sucesso até conquistar o último degrau, só para descobrir que a escada estava apoiada no muro errado…”

Um jogador americano de baseball que alcançou o hall da fama deste esporte foi questionado sobre o que gostaria que lhe tivessem dito quando ainda estava começando a jogar baseball. Ele respondeu: “Eu gostaria que alguém tivesse me dito que quando você chega ao topo, não há nada lá.” Muitos objetivos revelam o quanto são vazios apenas depois que vários anos foram perdidos na busca dos mesmos.

Em nossa sociedade humanística, as pessoas vão atrás de muitos propósitos, pensando que neles encontrarão sentido. Entre eles estão: sucesso nos negócios, prosperidade, bons relacionamentos, sexo, entretenimento, fazer o bem aos outros, etc. As pessoas já viram que, mesmo quando atingiram seus propósitos de prosperidade, relacionamentos e prazer, havia ainda uma grande lacuna interior – um sentimento de vazio que nada parecia preencher.

O Rei Salomão, autor do livro Bíblico de Eclesiastes expressa este sentimento quando diz: “Vaidade de vaidades, …tudo é vaidade.” Este autor tinha prosperidade além da medida, sabedoria maior que de qualquer homem de seu tempo ou do nosso, mulheres às centenas, palácios e jardins que eram a inveja de outros reinos, a melhor comida e o melhor vinho e toda a forma possível de diversão. E ele disse, em dado momento, que qualquer coisa que seu coração quisesse, ele buscava. E mesmo assim ele resumiu a “vida debaixo do sol” (a vida vivida como se tudo o que nela há é o que podemos ver com nossos olhos e experimentar com nossos sentidos) como sendo sem significado!

Por que existe tal vazio?

Porque Deus nos criou para algo além do que nós podemos experimentar aqui e agora.

Disse Salomão a respeito de Deus: “Ele também pôs a eternidade no coração dos homens…” Nos nossos corações, nós sabemos que o “aqui e agora” não é tudo o que há.

Nós existimos com três propósitos principais:

a) Para dar prazer a Deus, para louvor da glória de Deus.
1 Coríntios 10,31: Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.
Romanos 11,36: Porque dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!
Salmos 150,6: Todo ser que respira louve ao SENHOR.

b) Para sermos sua imagem e semelhança
Gênesis 1,26: Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam pela terra.

c) Para fazer parte de sua família
Efésios 1,5: Nos predestinou para Ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade.

Em Gênesis, o primeiro livro da Bíblia, vemos que Deus criou a humanidade à Sua imagem (Gênesis 1,26). Isto significa que nós somos mais parecidos com Deus do que com qualquer outra coisa (qualquer outra forma de vida). Nós também vemos que antes da humanidade cair em pecado e a maldição vir por sobre a terra, as seguintes afirmações eram verdadeiras:

(1) Deus fez o homem uma criatura social (Gênesis 2,18-25);

(2) Deus deu trabalho ao homem (Gênesis 2,15);

(3) Deus tinha comunhão com o homem (Gênesis 3,8); e

(4) Deus deu ao homem domínio sobre a terra (Gênesis 1,26).

Qual o significado disto? Eu creio que Deus tinha como intenção, com cada uma destas coisas, acrescentar realização a nossa vida, porém tudo isto (especialmente a comunhão do homem com Deus) foi adversamente afetado pela queda do homem em pecado e conseqüente maldição sobre a terra (Gênesis 3).

No Apocalipse, o último livro da Bíblia, ao final de muitos outros eventos do fim dos tempos, Deus revela que a atual terra e céu que conhecemos terão seu fim e iniciará a eternidade fora do estado material, conheceremos então um novo céu e uma nova terra (Ap 21).

Neste tempo, Ele irá restaurar a comunhão total com a humanidade redimida. Alguns da humanidade terão sido julgados indignos e jogados ao Lago de Fogo (Apocalipse 20,11-15). E a maldição do pecado será eliminada; não haverá mais pecado, tristeza, doença, morte, dor, etc. (Apocalipse 21,4).

E aqueles que creem herdarão todas as coisas; Deus habitará com eles, e eles serão Seus filhos (Apocalipse 21,7). Portanto, chegamos ao ponto inicial de que Deus nos criou para termos comunhão com Ele; o homem pecou, quebrando tal comunhão; Deus restaura esta comunhão completamente no estado eterno com aqueles julgados dignos por Ele.

Agora, passar a vida inteira alcançando qualquer coisa e todas as coisas apenas para morrer separado de Deus pela eternidade seria mais do que fútil!

Mas Deus providenciou uma maneira não apenas de tornar possível a eterna alegria espiritual (Lucas 23,43), mas também para vivermos esta vida com satisfação e sentido. Então, como esta eterna alegria espiritual e o “céu na terra” são obtidos?



O SENTIDO DA VIDA É RESTAURADO


ATRAVÉS DE JESUS CRISTO


Como fizemos alusão acima, o real sentido, tanto agora como na eternidade, é encontrado ao se restaurar o relacionamento com Deus, relacionamento que foi perdido quando Adão e Eva caíram em pecado. Hoje, este relacionamento com Deus somente é possível através de Seu Filho, Jesus Cristo (Atos 4,12; S. João 14,6; S. João 1,12).

A vida eterna é recebida quando alguém se arrepende de seu pecado (ao não querer mais continuar nele, mas que Cristo o mude e faça dele uma nova pessoa) e começa a confiar em Jesus Cristo como Salvador e Senhor. (veja Post. “Jesus Salvador” e “Jesus Senhor”.

Porém, o real sentido da vida não é encontrado meramente em descobrir Jesus como Salvador (apesar do quão maravilhoso ser). Ao invés disso, o real sentido da vida é encontrado ao se começar a seguir a Cristo como Seu discípulo, aprendendo Dele, passando tempo com Ele na Sua Palavra, a Bíblia, tendo comunhão com Ele em oração e caminhando com Ele em obediência aos Seus mandamentos. Se você é um descrente (ou talvez um novo Cristão), você deve estar dizendo a si mesmo: “Isto não me soa assim tão incrível e realizador!” Mas por favor, leia um pouco mais. Jesus fez as seguintes declarações:

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (S. Mateus 11,28-30).

“…eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (S. João 10,10b).

“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.” (S. Mateus 16,24-25).

E nos Salmos encontramos o seguinte: “Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração.” (Salmos 37,4).

O que todos estes versículos estão dizendo é que nós temos uma escolha. Nós podemos continuar buscando guiar nossas próprias vidas (com o resultado de vivermos uma vida vazia) ou podemos escolher seguir a Deus buscando Sua vontade para as nossas vidas com todo o nosso coração (o que resultará em uma vida vivida por completo, tendo os desejos do nosso coração atendidos e encontrando contentamento e satisfação). Isto é assim porque o nosso Criador nos ama e deseja o melhor para nós (não necessariamente a vida mais fácil, mas a com mais satisfação).

Isto é assim porque o nosso Criador nos ama e deseja o melhor para nós, não necessariamente a vida mais fácil, mas a vida com mais satisfação.

Para finalizar, eu gostaria de fazer uma analogia bem simples e comum. Se você é um fã de Futebol e decide ir ao jogo da final do campeonato Nacional em que seu Time esteja jogando, você pode poupar algum dinheiro e pegar um lugar “bem baratinho”, longe da ação, nas posições mais altas do estádio, ou você pode gastar bem mais e ficar bem perto e aproveitar com mais vivacidade o jogo. É assim também na vida Cristã. Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO não é para os cristãos de domingo que só assistem a Missa. Esses não estão pagando o melhor preço. Assistir à obra de Deus EM PRIMEIRA MÃO é para o discípulo de Cristo que o é de todo o coração, aquele que parou de ir atrás das suas próprias vontades a fim de seguir os propósitos de Deus em sua vida. ELES pagaram o preço mais alto (rendição completa a Cristo e a Sua vontade); eles estão vivendo a vida ao máximo; e eles podem encarar a si próprios, seus amigos e seu Criador sem remorsos! Você já pagou o preço? Sente vontade? Se a resposta é sim, você nunca mais sentirá fome de sentido e propósito.


“Minha Alma tem

Sede De Deus”

Jesus é a Água Viva !


Como disse Jesus à Samaritana:

10. Respondeu-lhe Jesus: Se conhecesses o dom de Deus, e quem é que te diz: Dá-me de beber, certamente lhe pedirias tu mesma e ele te daria uma água viva. 11. A mulher lhe replicou: Senhor, não tens com que tirá-la, e o poço é fundo… donde tens, pois, essa água viva? 12. És, porventura, maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu este poço, do qual ele mesmo bebeu e também os seus filhos e os seus rebanhos? 13. Respondeu-lhe Jesus: Todo aquele que beber desta água tornará a ter sede, 14. mas o que beber da água que eu lhe der jamais terá sede. Mas a água que eu lhe der virá a ser nele fonte de água, que jorrará até a vida eterna. 15. A mulher suplicou: Senhor, dá-me desta água, para eu já não ter sede nem vir aqui tirá-la!                                                             (São João 4, 10)

A Razão principal desta declaração de Jesus é que nada neste mundo pode aplacar a nossa sede de Deus e que, portanto somente Jesus tem e pode dar esta água que satisfaz o nosso vazio interior, portanto não adianta buscar em nenhum outro lugar e mesmo que tenhamos sobre o nosso poder o mundo inteiro jamais encontraremos este sentido da nossa existência. “Parte integrante da tentação de Jesus no deserto e no diálogo com a serpente do paraíso”.  Se as pessoas entenderem isto será o suficiente para que elas busquem em Jesus esta água viva que aplaca a sua sede definitivamente.

Uma outra boa demonstração desta verdade é a Parábola do Filho pródigo que mostra exatamente um filho jovem, bonito, forte, saudável que possuía tudo que precisava, servos que o serviam e uma Família que o amava e mesmo assim decidiu buscar algo diferente que completasse o seu vazio interior fora da segurança de sua “CASA” seu “APRISCO” e o levou a arriscar sua vida sem a menor proteção no mundo dos lobos que o cercavam, após perder tudo que possuía, restou-lhe apenas a certeza de que na segurança da casa de seu Pai, até mesmo o pior servo tinha segurança e vida garantida e protegida por seu Pai que demonstrava ser um homem muito bom.


 SLAID MONTADO PARA ESTA PALESTRA, TEXTO NÃO COINCIDENTE – ADAPTAR




PARA MIM O VIVER É CRISTO…


…sempre preocupou a humanidade. “Por que vivo?”, “Qual a razão da vida?”, “Qual o objetivo de viver?”

Mary Roberts Rinehart disse sobre o sentido da vida: “Um pouco de trabalho, um pouco de sono, um pouco de amor, e tudo acabou.”

• Edmund Cooke afirmou: “Nunca vivemos, mas sempre temos a expectativa da vida.”

• Colton: “A alma vive aqui como numa prisão e é liberta apenas pela morte.”

• Shakespeare: “Viver é uma sombra ambulante.”

• R. Campbell: “Viver é um corredor empoeirado, fechado de ambos os lados.”

• Rivarol: “Viver significa pensar sobre o passado, lamentar sobre o presente e tremer diante do futuro.”

Será que todas essas não são afirmações bastante amargas e desanimadoras sobre o sentido da vida? Parece que todos falam apenas de existir e não de viver verdadeiramente.

Jesus tocou no âmago da questão ao dizer: “Eu Sou… a Vida” (S. João 14,6). Por isso o apóstolo Paulo escreveu sobre o sentido da sua vida: “Porquanto, para mim o viver é Cristo” (Filipenses 1,21). Por isso, também o apóstolo João começou sua primeira epístola com as palavras: “O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos próprios olhos, o que contemplamos, e as nossas mãos apalparam, com respeito ao Verbo da Vida (e a Vida se manifestou, e nós a temos visto, e dela damos testemunho, e vo-la anunciamos, a Vida Eterna, a qual estava com o Pai e nos foi manifestada)” (1 João 1,1-2).
Uma revista esportiva resumiu da seguinte forma a vida de um famoso ex-treinador e comentarista esportivo:

Eu acreditava que 20 anos de fama bastariam… talvez ganhar três campeonatos e então, no auge, com 53/54 anos, parar… Depois eu pretendia recuperar tudo o que tinha perdido, por causa do muito tempo que estive viajando… Agora tudo parece tão sem sentido… Mas aquela ânsia incontrolável de conquistar o mundo não podia ser freada… Ao se ficar doente, chega-se à conclusão: “o esporte não significa mais nada” – esse pensamento é simplesmente terrível.
Alguém disse certa vez: “Qual o significado da vida, quando ela se torna ‘antigamente’?” Sem Jesus, que é a vida em todo o seu significado presente e eterno, a vida na terra oferece no máximo “sucesso vazio”, e mesmo esse se esvai no final como areia entre os dedos. Por isso, dê ouvidos à voz de Jesus, que resume o sentido da vida numa única frase: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17.3).


A Historia da mosca que caiu no copo de leite.

Uma historinha que esclarece e exemplifica a necessidade de tomar atitudes diferentes em casos semelhantes


CURIOSIDADE:


Estudo americano desvenda o sentido da vida:


O sentido da vida, que durante séculos pensadores, filósofos e, em geral, os seres humanos buscaram, foi finalmente desvendado: “A vida é para ser desfrutada”, conclui um estudo acadêmico.

A revista britânica Journal of Humanistic Psychology publica esta semana um relatório de um grupo de psicólogos, dirigidos por Richard Kinnier, da Universidade do Arizona (EUA), que se dedicou a analisar as palavras de 200 pensadores, do escritor Oscar Wilde ao imperador Napoleão. A conclusão do estudo é que “é preciso desfrutar a vida enquanto for possível”.

Pelo menos isso era o que pensavam 17% dos analisados, entre eles, personalidades tão díspares como o ex-presidente norte-americano Thomas Jefferson e a cantora Janis Joplin, que morreu aos 27 anos de overdose, mas não sem antes cantar “aproveite enquanto puder”.

No extremo oposto, entretanto, figuram personalidades mais pessimistas, como Sigmund Freud, criador da psicanálise, e os escritores Frank Kafka, Jean-Paul Sartre e Joseph Conrad, parte de um grupo que representa 11% dos estudados. Para todos eles, como ficou claro em seus escritos, a vida simplesmente não tem sentido.

Por sua vez, outros pensadores, como o filósofo francês Jean-Jacques Rousseau e o físico Albert Einstein, autor da teoria da relatividade, achavam que o sentido da vida é “amar, ajudar e prestar serviços aos demais”.

Esta foi a segunda opção de resposta que mais apareceu nas análises feitas e é também a escolhida pelo líder pacifista indiano Mahatma Gandhi, que afirmava: “Encontro meu consolo e minha felicidade me colocando a serviço de todas as vidas”.

Para outro grupo de pensadores, a vida é simplesmente um mistério, como estava convencido Napoleão e também está o físico britânico Stephen Hawking, famoso por seu livro Uma breve história do tempo.

Finalmente, um menor número de estudados opinou que a vida é, simplesmente, “uma piada”, entre estes, estão o cantor Bob Dylan e o escritor Oscar Wilde.


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Encontro de Casais com Cristo_ECC


Razão de Viver.


Jesus perguntou a seus discípulos:

“O que buscais ?”

(João 1,38).


O que Buscais ?


Sigmund Freud (1856 – 1939) dizia que o ser humano é movido pela busca do ‘prazer’. Alfred Adler (1870 – 1937), por outro lado, falava que é a busca do ‘poder’ que move o ser humano. Já para Viktor Frankl (1905 – 1997), o ser humano precisa buscar seu ‘significado’, isso é, uma “razão para viver”.

Em 1942, Frankl, juntamente com sua esposa, pai, mãe e irmão foram todos presos em um campo de concentração na Boêmia. Seu pai morreu de fome. Sua mãe e irmão foram mortos em Auschwitz. Sua esposa faleceu em Bergen-Belsen. Somente sua irmã sobreviveu, por ter conseguido imigrar a tempo para a Austrália.

Os sofrimentos físicos e psicológicos de Frankl foram incalculáveis, especialmente ao ser transferido para Auschwitz. E ele só tomou conhecimento da perda de seus entes queridos após ter sido colocado em liberdade, em 1945, quando foi então morar em Viena, sem quaisquer recursos e totalmente só no mundo. Lá, acabou sendo o diretor da Policlínica Neurológica de Viena, posição que ocupou por 25 anos.

Foi por meio da sua própria dor durante a guerra, e na observação do sofrimento por que passavam seus companheiros de campo de concentração, que Frankl descobriu o “sentido da vida” (título de seu livro “bestseller”). Ele constatou, por exemplo, que não eram os fisicamente privilegiados que sobreviviam aos mal-tratos e às tribulações. Por outro lado, venciam a dor aqueles que tinham um propósito de vida, ou seja, um significado para sua existência, uma “razão para viver”.

E concluiu, ainda, que o ‘significado’ não estaria no prazer, como presumia Freud, pois este já não importava em meio a tanta dor. Nem, como dizia Adler, estaria no poder, pois esse também passara a ser algo irrelevante e até mesmo desprezível. E o significado também não estaria fora do campo de concentração, até porque lá dentro eles não sabiam, nem mesmo, se seus parentes ainda estavam (ou não) vivos.

O sentido da vida – descobriu Frankl -, estava no ‘amor’, que se manifestava em alguns na forma de doação de si próprios aos demais. Sobreviviam ao sofrimento e à dor quem colocava em sua vida, como propósito, fazer todo dia algo de bom para algum companheiro que também passava pelas mesmas aflições. E, desta maneira –conclui Frankl–, acaba-se encontrando o único e maior sentido para as nossas vidas (o que ele denominou de “ultimate meaning”), qual seja: Deus.

E você: qual é o sentido de sua vida? O que você está buscando?

Hoje, a Psicologia afirma que um dos principais problemas que o ser humano tem que enfrentar é relacionado ao “ego”, isso é, à batalha contra o nosso próprio “eu”. E parece que, à medida que o tempo passa, as pessoas estão buscando ser mais independentes e vêm se tornando cada vez mais individualistas: ama-se cada vez mais a si próprio; e cada vez menos ao próximo.

No entanto, como Frankl descobriu, sem esse amor que, pelo outro, o ser humano renuncia a si próprio, o torna disposto a entregar-se por completo e o faz querer doar-se inteiramente, é impossível chegarmos Àquele que é o nosso “significado último”, a nossa única e verdadeira “Razão para Viver”:

Amados, amemo-nos uns aos outros,

porque o amor é de Deus; e todo o que ama é nascido de Deus e conhece a Deus.
Aquele que não ama não conhece a Deus;
porque Deus é amor
(I João 4,7-8)


E lembremos sempre:


Respondeu-lhe Jesus:

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;

ninguém vem ao Pai, senão por mim

(João 14,6).

Texto escrito por Marcos de Lacerda Pessoa

Curitiba – PR. em Maio de 2007,



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Comemorando 100 anos de Madre Tereza.


1º Centenário de Nascimento de Madre Teresa de Calcutá



No dia 26 de agosto será celebrado o primeiro centenário de nascimento de Madre Teresa de Calcutá e o sub-Secretário do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, o Arcebispo Dom Felix Machado, explica a importância dessa comemoração.

“As celebrações servem para contar aos jovens aquilo que a religiosa significou para nós, e que as gerações futuras devem saber. Faço votos de que os seus ensinamentos e o seu testemunho de vida jamais sejam colocados dentro de uma gaveta e esquecidos”, disse.

O Arcebispo conta que Madre Teresa era vista como uma “superstar” e que os jovens a tinham como fonte de inspiração. “Eles eram apaixonados por ela e queiram sempre estar próximos a ela. Por isso a sua mensagem penetrou nos seus corações”.

Seu nome verdadeiro era Agnes Gonxha Bojaxhiu, foi beatificada pela Igreja Católica em 2003 e é considerada a Missionária do século XX. Para Dom Felix Machado, Madre Teresa de Calcutá mostrou ao mundo o verdadeiro significado da vida.

Fonte: Catolicanet.com

O governo indiano irá cunhar uma moeda em homenagem ao centenário do nascimento de Madre Teresa de Calcutá. A iniciativa foi aprovada pela atual superiora geral das Missionárias da Caridade, Irmã Mary Prema, e pela Conferência Episcopal do país.

Fonte: Canção Nova.Com



Madre Teresa


Um jornalista perguntou a Madre Teresa:

“Quando você reza, o que você diz a Deus?”

Ela disse: ” Não falo, escuto.”

O jornalista então perguntou: “O que Deus diz a você?

Madre Teresa respondeu: “Ele não fala. Ele escuta.

E se você não pode compreender isso, não posso lhe explicar.”


O Plano de Deus.


O Plano de Deus.

Tema preparado para Encontro de Casais.


Plano de Deus


Quando Deus Criou todas as coisas e por final o Homem e a Mulher, há de se entender que nada foi feito por acaso ou apenas como uma brincadeira de quem não tinha o que fazer, podemos perceber que tudo faz parte de um planejamento, um plano que foi executado parte por parte, ponto por ponto.

O que há de se entender também, é que este plano de Deus ainda não finalizou, isto significa que ainda estamos em seu desenvolvimento, muitos acham que ele está quase no fim e mesmo que esteja findando o tempo do homem na terra, podemos perceber que ainda falta muita coisa para alcançarmos o objetivo do plano que Deus traçou no princípio.


NOTICIÁRIO DO DIA!


(Apresentação de um quadro de notícias que vão ao ar por Rádio, Tv e jornal todos os dias anunciando fatos e tragédias mundiais que revelam as injustiças Sociais e a insegurança em que vivemos hoje)


Pobreza

Jesus Jesus

Guerras


Jesus Jesus Jesus

Tragédias:


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Injustiça Social



Como podem estar incluídos no Plano de Deus tais situações injustas, infra-humanas, onde a “injustiça é o apelido mais suave que o dicionário dos homens pode encontrar?

Como fica tudo isso dentro do Plano de Deus?

Será que existe mesmo um Plano, um Projeto de Deus para nós ?…

APRESENTAÇÕES!

O desejo mais profundo do Homem, a aspiração que vem das suas profundezas é uma só: a FELICIDADE. Tudo o que o Homem faz, consciente ou inconsciente, tende a uma só coisa: a FELICIDADE!Ser feliz, realizar-se!



Mas por que, criado para ser feliz, ele entra em choque com tantas contradições? Somos todos tão semelhantes, e por que uns tem todas as chances, e outros, nenhuma, sempre na pior? Por que só 1/3 da humanidade tem tudo e 2/3 passam fome? Por que a cada 10 anos que passam 50% da população humana come menos? Porque 77 milhões de brasileiros não tem alimentação suficiente, e o Brasil, economicamente falando, e a 5º maior potencia __ está acima da própria Inglaterra! __ e, do outro lado, em desnível social é o maior do mundo. E por que esse mesmo Brasil é atualmente o 5º maior exportador de armas para matar os irmãos da fronteiras e além do Atlântico? O Brasil tem hoje 36 milhões de menores carentes, dos quais, 7 milhões são menores abandonados. Querem mais cores no quadro? São 36 milhões de analfabetos… E não entremos nos números que falam dos desníveis salariais.

“Sofre-se o impacto da pornografia, do alcoolismo, das drogas, da prostituição.” Falta diálogo e comunicação entre os homens principalmente na família; É preconceito e racismo pensar que só a pobreza gera crianças de rua e violência, porque isso é fruto dos desentendimentos familiares, do inferno doméstico.

O Homem está constantemente em guerra levando destruição, morte e miséria a milhares de pessoas “criadas à imagem e semelhança de Deus”. Está “convertendo em ídolos, o poder, a riqueza, o sexo, a violência”. Homem quer “ter mais” para “ser mais”, quando deveria ser o contrario.

Em meio a todas essas contradições, o Homem se pergunta: há FELICIDADE? O que é a FELICIDADE? Por que esse desejo tão profundo de ser feliz e não poder realizá-lo?


DINÂMICA DO BALÃO


No inicio Deus costumava passear com nossos primeiros pais (Adão e Eva) na brisa da tarde, no Paraíso”. Naquele estado de justiça-santidade original havia intimidade-sintonia perfeita entre criatura-filho e o Criador-Pai.

O Homem era chamado por Deus “um dos Nossos” __ o íntimo de Deus __ Ele olhava para si mesmo e se perguntava, dava todas as respostas certas a respeito de sua origem, do seu fim, do sentido da vida. Deus e a Felicidade eram a Resposta.

Dentro de si o Homem só encontrava harmonia, paz, sem as contradições íntimas, as brigas consigo mesmo. Não havia perguntas sem respostas. Desconhecia a dor, as frustrações, a incerteza, a angustia, o pessimismo, a fuga de si mesmo. O Homem sabia-se filho de Deus, criado para a Felicidade. Era o Rei da Criação. Vivia em paz com todas as criaturas. Certamente era o tempo em que passava a mão no dorso da onça, coçava a juba do leão e os saudava sereno e amigo: “bom dia, leão; bom dia, irmã onça, tudo bem?”

O Homem sabia-se e sentia-se a imagem de Deus, amado como filho, como um Deus… Sabia ser o senhor das coisas, não se tornava escravo delas, conhecia a vocação que o Criador e Pai lhe dera: “… frutificai, multiplicai-vos… submetei, dominai a Terra…”



Mas, Deus fez o Homem livre, deixou a sua escolha concordar ou discordar, ir ou vir, escolher os caminhos, livre para dizer, até para Deus, a última palavra: sim ou não.

Pela liberdade Deus quis ter o Homem como parceiro das decisões. Só que a nossa liberdade limitou o próprio Deus, que não entra no nosso íntimo se não lhe dermos licença. Colocando o Homem neste mundo para ser feliz, e tendo construído um Plano para essa Felicidade, Deus não poderia __ e não quis __ impor esse PLANO.

E o Homem Superior a todos os seres, Rei da Criação, livre, não quis aceitar suas limitações. O Homem quis construir seu próprio PLANO. E secretamente, começou a devorar-lhe a mente o pensamento de que ele mesmo poderia ser como Deus, sem limites. Achou-se auto-suficiente para construir sua própria FELICIDADE. Dono da verdade dispensava o próprio Criador, já que tudo lhe estava submetido… E disse um extraordinário NÃO! E dizendo NÃO ao PLANO DE DEUS, tentando construir seu próprio Plano em rebeldia e desobediência, o Homem desfigurou, destruiu o Plano de sua FELICIDADE.

A proposta de Deus era: a VIDA; a resposta do Homem foi: a MORTE. A proposta de Deus era: a GRAÇA; a resposta do Homem desfigurou-a em: DES-GRAÇA. A proposta de Deus era: JUSTIÇA-SANTIDADE; a resposta do Homem foi: PECADO.

A situação que o Homem criou com essa queda do estado de GRAÇA para um estado de PECADO chamava-se pecado original. Foi à fonte de todas as injustiças que se sucederiam na Historia, infeccionando a sociedade e as estruturas.

E Deus continuou todos os dias oferecendo seu Plano de Amor e Felicidade, em todas as circunstancias, a todos os Homens; e os Homens teimando na sua resposta mesquinha, egoísta. “Fica fora dessa Deus, eu mesmo me arrumo…” “Fica na tua que eu fico na minha…”

Mas como provar esta verdade? A primeira prova disso tudo é eu, é vocês, somos todos nós. É o que podemos constatar se analisarmos o que esta acontecendo por aí no mundo com o Homem, como ele está se comportando. É só dar uma espiada nesse mundão de hoje e salta aos olhos o entortamento do Plano de Deus…

E o que representa Deus para o Homem hoje? Quantas vezes Deus é visto com indiferença, como um estorvo.

DEUS GAMBIRA, POUPANÇA, AMEAÇA….

O homem perdeu as estribeiras e vê-se atrapalhado para responder perguntas fundamentais: Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou? Qual é o sentido de minha vida?

Como é doloroso, como nos agride como nos dói quando vemos o Homem, objeto de tanta solicitude do Criador, fonte de tanta dignidade, jogado por aí, com a vida desmoronada nas calçadas e sarjetas e em tantas situações deprimentes. E isso não só nas classes socialmente miseráveis, sem recursos, mas também na alta __ quanta degradação e baixeza!… E aí encontramos os consultórios psiquiátricos e de analistas cheios. O Homem perdeu as direções e as coordenadas, e o que é pior, parece não se dar conta disso.

EXPLICAÇÃO DO PSIQUIATRA

O Homem rompeu o Plano de Deus, a aliança original, com o seu NÃO! Separou-se de Deus, brigou consigo mesmo, com o mundo e com os irmãos (Adão brigou com Eva, Caim matou Abel…). Sabendo do pecado do Homem, Deus não se conformou em perdê-lo e continuou a chamá-lo ao seu convívio criando o PLANO DA SALVAÇÃO.



Fez com ele novas alianças: A primeira foi feita com Noé e sua família, pois Noé preservou a sua santidade no meio da corrupção do seu povo. “Ele encontrou graça aos olhos do Senhor”. Com ele Deus celebrou uma Aliança dizendo: “Eu vou fazer uma aliança convosco e com vossa posteridade…” “Ponho o meu arco nas nuvens, para que ele seja sinal da aliança entre Mim e a terra.” E o sinal desta aliança foi o ARCO IRIS.

Mas adiante cerca de 1800 anos antes de Cristo, Deus confirma essa aliança com Abraão, fazendo nascer dele um povo. E exige dele a santidade. O Senhor apareceu-lhe e disse-lhe: “Eu sou o Deus Todo Poderoso. Anda em minha presença e sê perfeito; quero fazer aliança contigo… O sinal dessa aliança foi à circuncisão. “Todo varão entre vós será circuncidado.” Isso será o sinal “da minha aliança entre vós.”

E Deus continua a buscar e renovar essa aliança em Moisés, não mais com uma família (Noé), ou apenas com um homem que seria Pai de um povo, mas agora com o seu Povo, já constituído e conduzido por Moisés. No deserto do Sinai, no alto do monte Horeb, Deus renova a sua aliança com Moisés. “Agora, pois, se obedecerdes a minha voz, e guardardes minha aliança vós sereis o meu povo particular entre todos os povos.” O sinal dessa aliança são as tábuas da lei que contém os dez mandamentos; as dez palavras, que observadas pelo povo, o conduziria à santidade necessária para conviver com Deus. No exato cumprimento dos mandamentos Deus apartava o seu povo dos pagãos e dos seus deuses.

Finalmente esta aliança é renovada à moda humana adaptando-se ao jeito-do-homem, mesmo depois de tudo que aconteceu. Deus se faz homem para que o Homem se faça Deus! Para que o Homem recupere a participação da natureza divina, o Filho Unigênito de Deus faz-se carne, faz-se Homem. Torna-se um dos nossos. Vem falar nossa linguagem, comer conosco, pegar nossos calos, chamar-se com os nossos nomes, e também poder chamar alguém com doce nome de mamãe.

Deus vislumbrou Maria, mulher que deveria colaborar como Sua Mãe na obra do Plano da Salvação, a mulher que esmagaria a cabeça da serpente do orgulho. Ela foi o Sacrário de Deus: tornou visível, deu voz humana, deu-lhe um coração para amar e ensinar como amar. Em tudo ELE foi semelhante a nós, menos no pecado! Veio ensinar-nos, em nossa linguagem humana, o que é a graça, essa maravilhosa Comunhão com Deus, com os irmãos e com o mundo. Deus mandou seu próprio filho para dizer ao homem que o ama e Ele é crucificado e morre por nós.

– E assim o Plano da Salvação é eternizado em Jesus Cristo e a Igreja e é instituída na EUCARISTIA, onde ele nos comunica a Graça, participante novamente da vida divina e onde ele fica a nossa disposição dia e noite, visível no Sinal do Pão. Não contente de se ter feito gente como nós, com nossa carne e vida, agora se faz Pão, para estar todos os dias, à mesa de nossa vida. Jesus restituiu a paz ao preço do sangue de sua cruz, e Deus resgatou a humanidade e nos chama de novo à Santidade.

E qual está sendo a nossa resposta agora? Então por que é que temos a impressão que o mundo ainda continua torto?


DINÂMICA DA Nota DE_100,00 REAIS 

Power point


Um dos motivos do mundo ir mal é O PECADO, que esta trazendo a destruição da Família! E o que nos assusta é a educação moderna, ateia, materialista e consumista que tirou Deus do coração das crianças, dos jovens e dos adultos. A salvação do Homem e da sociedade está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar.

A raiz do problema é que a moral familiar esta destruída: pelo divorcio, amor livre, uniões ilícitas alcoolismo, drogas, etc. As crises, pelas quais passa a Família hoje em dia produzem no mundo carências afetivas e conflitos emocionais.

O DINHEIRO AJUDA NA FELICIDADE, MAS NÃO É TUDO; COM DINHEIRO VOCÊ COMPRA UMA CASA, MAS NÃO A PAZ; COMPRA A CAMA, MAS NÃO O SONO; COMPRA UM RELÓGIO, MAS NÃO O TEMPO; COMPRA UM LIVRO, MAS NÃO O CONHECIMENTO; COMPRA UM SOBRE NOME, MAS NÃO O RESPEITO.

Se você não sentar o seu filho no colo e disser que o ama, ele vai sentar no colo de quem você não quer: o traficante, a prostituta… Porque até as gangues oferecem aos jovens a Família que eles não têm.

– É muito fácil transferir nossas culpas e responsabilidades para o mundo, para os meios de comunicação, como a TV, a internet; a cada dia agravam-se mais a corrupção dos costumes e valores cristãos apresentados.

A sociedade atual tem dado um péssimo exemplo, mas apesar desta enxurrada de lama e maus exemplos, precisamos reforçar na Família a beleza de uma vida pura, sem roubo, sem tapear ninguém, sem ficar com o que não é seu. Não há alegria maior, mais autentica e mais durável do que aquela que a família nos dá.

Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher o que plantamos.

EXPLICAÇÃO E DINÂMICA DA BOLA

A Fé, Esperança e o amor nos garantem __ aqui e agora, uma Felicidade!

Possuindo a Felicidade, fiéis a vocação e missão de fazer nosso irmão feliz, construiremos uma sociedade com Homens mais justos e fraternos _ a realização do PLANO DE DEUS…

COMENTÁRIO

CLIPE COM A MÚSICA TUDO É DO PAI



Criação & Apresentação

Emerson & Adriana – ECC – Anápolis – Go


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” O  PLANO  DE  DEUS “

Preparado para acompanhar o texto acima.


“EU  SOU  FELIZ,

SEJA  FELIZ  VOCÊ  TAMBÉM”


Outras indicações:


O Testemunho do Plano de Deus

Encontro de Casais com Cristo_ECC

Temas para palestras preparadas para encontro de casais.


OPÇÃO DE POWER POINT FORA DE SINCRONIZAÇÃO COM O TEXTO ACIMA





Encontro de Casais com Cristo_ECC



Penúltimo parágrafo!

Considerações sobre a Carta dos Bispos

Aos Presbíteros de maio de 2010

13 a 16 de maio de 2010 foram dias de graça para Brasília e para o Brasil. O XVI Congresso Eucarístico Nacional realizado no coração do Brasil bombardeará o sangue bom para todo o nosso querido Brasil. A ante-sala do Congresso foi a 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que aconteceu também em Brasília. Um dos frutos daquela magna Assembléia foi a belíssima Carta dos Bispos aos Presbíteros. Eu, como sacerdote, gostaria de agradecer aos nossos bispos pela proximidade a todos nós, presbíteros, seus mais imediatos colaboradores, e também a orientação muito oportuna nesses tempos de desconcerto: muito obrigado, senhores bispos!

Efetivamente, os casos vergonhosos, já publicados, envolvendo os ministros do Senhor, têm causado sofrimento ao Povo de Deus. Nós, presbíteros, perdemos um pouco a credibilidade. Esses dias um irmão sacerdote comentava com tristeza que ao sair à rua, uma pessoa de uns 40 anos lhe insultou aos gritos: “–pederasta!”. Quanta indignação! Isso não é justo!

Ao mesmo tempo, paradoxalmente, aumentou a credibilidade dos sacerdotes. Quando as pessoas vêem nas suas paróquias os seus párocos tão entregues à missão evangelizadora; quando vêem que são homens que rezam, que visitam os doentes, que atendem as confissões e lhes celebram a Eucaristia piedosamente; quando o nosso povo vê que o sacerdote ama a sua vocação e promove novas vocações, percebe que essas notícias são exageradas e vendedoras de gato por lebre.

O mais importante é a glória de Deus e o bem das almas!

Nesse panorama, a Carta dos Bispos aos Presbíteros nos oferece um verdadeiro e maravilhoso horizonte de vida e espiritualidade sacerdotais. Trata-se de uma carta em continuidade com os documentos eclesiais sobre o sacerdócio mais conhecidos, como o Decreto Presbyterorum Ordinis do Concilio Vaticano II, a Exortação Apostólica Pastores Dabo Vobis do Papa João Paulo II e o Diretório para o Ministério e a Vida dos Presbíteros da Congregação para o Clero. Depois de ler essa carta, acolhendo-a de coração agradecido aos nossos bispos, chamou-me a atenção especialmente o penúltimo parágrafo por ser tão concreto e tocar, por assim dizer, as questões mais importantes e mais urgentes.

O texto reza assim: “Pedimos que zelem pela comunhão eclesial, alimentando-a com a celebração cotidiana da Eucaristia, com a oração fiel e generosa, de modo especial a Liturgia das Horas, com a busca freqüente do Sacramento da Penitência e a orientação espiritual, com um estilo de vida sóbrio, que tome distância dos apelos do consumismo, da cultura da banalidade, da invasão do secularismo. Recomendamos, também, que tenham um zelo especial na administração dos bens que lhes são confiados, destinados, sobretudo, para o serviço dos mais pobres”.

Gostaria de partilhar com os irmãos sacerdotes algumas das impressões que essas palavras causaram na minha alma sacerdotal. Os temas que saem nesse parágrafo são de tal densidade que valeria a pena estudar cada um deles, meditá-los, e fazer propósitos para pô-los em prática com maior amor:

– comunhão eclesial;

– celebração cotidiana da Eucaristia;

– oração fiel e generosa, de modo especial da Liturgia das Horas;

– confissão freqüente e direção espiritual;

– virtude da pobreza e sobriedade;

– virtude da obediência e responsabilidade pessoal;

– serviço aos pobres.

1 – Comunhão eclesial

Há, efetivamente, muitas palestras sobre fraternidade e sobre comunhão; há muitas reuniões. E isso é bom, mas… O que é, concretamente, essa realidade que chamamos “comunhão eclesial” que é alimentada pela celebração da Eucaristia, da Liturgia das Horas, pelo serviço aos pobres, etc.? Em primeiro lugar, a comunhão é um dom que vem de Deus-comunhão – a Trindade Santíssima. Essa comunhão se deixa participar na terra na communio que é a Igreja. A maneira de cada presbítero viver a comunhão é variada e gradativa: comunhão com Deus, com o Papa, com os bispos em comunhão com o Papa, com os irmãos no presbitério, com todos os demais fiéis, especialmente aqueles que lhe foram confiados.

O sacerdote é um homem que ama Igreja: o presbítero, configurado a Cristo Cabeça, é, em Cristo, esposo da Igreja. O normal é que o esposo ame a sua esposa! Desse amor pela Igreja deve brotar uma união efetiva e afetiva para com o Santo Padre e com os Bispos em comunhão com ele. Outro fruto desse amor por Cristo e pela Igreja é a fraternidade no próprio presbitério e a caridade pastoral que nos leva a cuidar do povo que nos foi confiado. Essa união tem que traduzir-se numa disposição para aceitar com uma obediência amorosa tudo o que a Igreja ensina. Significa formar uma muralha de unidade doutrinal forte, de tal maneira que não fique nenhuma só brecha para o assalto do inimigo nessa cidade de Deus, que é a Igreja. Precisamos estudar, ler, conhecer a fundo o Magistério eclesiástico. Livre-nos Deus de “ser do contra”. Não permitamos nenhuma fissura em questões de fé e de moral. Caso isso acontecesse, teríamos fundadas razões para duvidar das nossas muitas reuniões “cheias de fraternidade”.

Comunhão eclesial significa também obediência ao próprio bispo. Obedecer de verdade! Logicamente, o plano de pastoral pode ser melhorado. Nós somos colaboradores e podemos, e devemos em algumas ocasiões, manifestar as nossas opiniões para melhorar as coisas na Diocese. Façamo-lo com discrição, sem fazer guerra, conversando franca e amigavelmente com o nosso bispo. Caso o bispo ache melhor fazer de outra maneira, contanto que não seja ofensa de Deus, bendita seja o Senhor. Obedeçamos!

Comunhão eclesial é procurar que as nossas comunidades paroquiais sejam presença viva da Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica, com as características próprias da Igreja particular da qual faz parte. Tudo isso sem nenhuma reserva e em todas as suas expressões: Missas bem celebradas, horários de confissões adaptados às necessidades reais das pessoas (horário de confissão só durante o dia não é adaptado às necessidades daquelas pessoas que trabalham pela manhã e pela tarde!), estudo da Bíblia e do Magistério, reza duma parte do rosário, direção espiritual das pessoas. É preciso acreditar, de verdade, que Deus chama a todas as mulheres e a todos os homens a serem santas e santos e que nós, sacerdotes, chamados também à santidade, somos instrumentos nas mãos de Deus para que ele faça verdadeiras obras de arte das pessoas que estão encomendadas à nossa caridade pastoral. Entre outras coisas, comunhão eclesial é pensar com um coração grande, universal, com um interesse por toda a Igreja. Interessemos-nos também pela Igreja gloriosa, para contarmos com a sua intercessão, e pela Igreja padecente, para ajudá-la em sua purificação. Também nós, Igreja militante, precisamos purificar-nos!

2 – Celebração cotidiana da Eucaristia.

Desde o Concilio Vaticano II, pelo menos, já é comum afirmar que a Eucaristia é a fonte, o centro e a cima da vida espiritual de cada cristão e de cada assembléia que se reúne para louvar ao Pai por Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo. Procuremos celebrar a Santa Missa sempre com a alegria da primeira: dignamente, atenciosamente, devotamente! Celebrar a Santa Missa todos os dias não é um dever para nós, é simplesmente o nosso tesouro, o nosso bem, o nosso centro, o nosso tudo. Se não a celebrarmos, acabaremos descentrados.

Com amor generoso e total, não tenhamos reparos em oferecer o melhor que temos ao culto divino, também no que se refere ao exterior, reflexo do interior: igreja e sacristia limpas; paramentos sacerdotais belos e dignos na estética e na limpeza, com a nobre simplicidade que o Concilio pede na liturgia (cfr. SC 34); não nos esqueçamos que “a não ser que se disponha de outro modo, a veste própria do sacerdote celebrante, tanto na Missa como em outras ações sagradas em conexão direta com ela, é a casula ou planeta sobre a alva e a estola” (IGMR, 337). Mais ainda: que os cálices, as patenas, as galhetas, os corporais, os sanguíneos, os manustérgios e tudo o que se refere ao culto eucarístico esteja bem cuidado! Não tenhamos medo: esses detalhes de amor para com o nosso Deus não escandalizam as pessoas mais pobres, que são – geralmente – as mais generosas para com Deus.

A melhor catequese sobre a Missa é própria Missa bem celebrada: as rubricas, os cantos, a concentração, tudo isso transmite uma esfera sagrada que expressa que estamos diante de um mistério transcendente e próximo ao mesmo tempo. Que bom seria se um dos livros da nossa biblioteca sacerdotal fosse a Instrução Geral do Missal Romano lida e relida várias vezes; de fato, o texto oficial da CNBB saiu em 2008.

Um dos frutos do Congresso Eucarístico poderia ser exatamente esse: que as nossas celebrações eucarísticas sejam expressivas, verdadeiramente expressivas, do Mistério de Deus. Como a Eucaristia é o coração da vida espiritual dos fiéis, não nos esqueçamos que nós, sacerdotes, temos certa semelhança com aqueles bons médicos que em cada intervenção nesse órgão tão central vão com cuidado. É melhor seguir a experiência da Igreja e não inventar nem experimentar por nossa conta. Poderia ser fatal!

Não se trata de defender princípios “tradicionalistas”. Tampouco se trata de ser rubricistas e pouco pastorais. A Tradição da Igreja admite progresso no entendimento e na vivência. A tradição litúrgica, salvo o substancial, admite mudança. No século passado, Pio X, Pio XII, João XXIII e Paulo VI foram bem conhecidos por introduzir oportunas reformas na liturgia e, sem dúvida, podem ser introduzidas outras no futuro (nenhum problema!). Graças a Deus, queridos irmãos sacerdotes, na Igreja há quem faz mudanças, os Papas e os bispos juntos com o Papa. Nós, simplesmente, não recebemos esse encargo.

3 – Oração fiel e generosa.

Todos nós recordamos daquelas imagens tão edificantes do queridíssimo João Paulo II na sua capela privada em oração. Uma oração fiel e generosa, principalmente da Liturgia das Horas, mas não só da Liturgia das Horas, é imprescindível. Já sabemos que temos que celebrar todos os dias, integralmente, a Liturgia das Horas: Oficio de Leituras, Laudes, uma Hora Média, Vésperas e Completas. No entanto, precisamos alimentar diariamente a nossa vida espiritual: oração de meditação, uma parte do Rosário, leitura espiritual, exames de consciência, visitas ao Santíssimo, etc. Por quê? Por que Deus nos ama, ele nos chamou e nós o amamos apaixonadamente.

Rezar é fácil! Rezar não é fácil! É fácil porque se trata de falar, dialogar, conversar com o Pai e com o Filho e com o Espírito Santo. Não é fácil por vários motivos. Depois de um dia cheio de tarefas pastorais, estamos cansados; daí a importância de não deixarmos a oração para as últimas horas, mas encher o nosso dia com a oração. Numa sociedade barulhenta, o silêncio resulta incômodo, também para nós; não tenhamos medo ao silêncio da oração no dia-a-dia, nos dias de recolhimento e nos retiros espirituais. Nós não rezamos porque gostamos ou deixamos de gostar, mas porque Deus gosta, porque queremos ser fiéis e sabemos que sozinhos é-nos simplesmente impossível.

Que edificante para o povo ver o seu pároco de joelhos diante do Santíssimo em oração pessoal, não por dois minutinhos, mais por um tempo razoável. O sacerdote é, em Cristo, mediador, não somente durante a celebração eucarística, mas em todos os momentos. Como é importante rezar, ser piedosos e orar muito pelo povo que nos foi confiado. Lembremo-nos do Cura d’Ars rezando durante horas e horas diante de Jesus Sacramentado pela conversão do seu povoado. A graça operou maravilhas em Ars! E pode fazer maravilhas nas nossas paróquias!

4 – Confissão freqüente e direção espiritual

É comum escutarmos que um bom confessor é sempre um bom penitente. E isso é verdade! O fato de um sacerdote confessar-se semanalmente ou quinzenalmente não é nenhum exagero. De fato, o sacerdote, ministro de Cristo, deseja parecer-se cada vez mais com aquele que representa: Jesus Cristo. Com esses vivos desejos, o presbítero percebe a necessidade de contínuas purificações para que todas as suas ações sejam cada vez mais atuações de Jesus Cristo através dele.

O pecado sempre é feio, Deus sempre é belo. Há uma oposição radical entre Deus e o pecado, entre a beleza e a feiúra. Sem dúvida, Deus é Uno, bom, verdadeiro e belo. Todo o nosso ser, templo do Espírito Santo, deve ser cada vez mais à semelhança do Senhor. Deus sempre atua através dos seus sacerdotes, e infalivelmente nos Sacramentos. Mas, é verdade, Deus atua mais através dos sacerdotes mais santos. Quem é “santo santifique-se ainda mais” (Ap 22,11), nos diz o Espírito Santo.

Direção espiritual! Não é coisa só do tempo do Seminário. Não! Como é bom poder contar com outro irmão sacerdote com quem partilhar – com toda sinceridade – o próprio caminho espiritual, os nossos êxitos e fracassos! O diretor espiritual nos dará conselhos, idéias, sugestões, que nos ajudarão a ver aquelas coisas que nós mesmos não conseguimos ver em nós, que nos farão estar sempre na presença de Deus, que nos mostrarão metas a alcançar na vida espiritual. A direção espiritual é uma ajuda eficaz na pastoral e é, simplesmente, uma garantia de fidelidade.

5 – A virtude da pobreza e a sobriedade

Os sacerdotes seculares não fazem votos de pobreza, castidade e obediência, como os religiosos-sacerdotes. Isso não quer dizer que não tenhamos que viver as virtudes da pobreza, da obediência e da castidade, não como votos, mas como virtudes, como qualquer cristão. Ao mesmo tempo, a causa de um novo título, o da ordenação sacerdotal, o presbítero tem que ir adiante nessas virtudes mostrando o caminho ao Povo de Deus. Recordemo-nos que essas virtudes foram vividas perfeitamente por Cristo e que os Apóstolos o imitaram. Portanto, a nossa pobreza sempre é cristológica e apostólica!

O desprendimento, também dos bens materiais, é essencial para que tenhamos um coração realmente entregue a Deus e aos irmãos. Que pena se depois de renunciarmos tantas coisas, ficássemos apegados a uns míseros reais… Que bobagem!

Tenhamos sempre consciência de que nós entregamos tudo a Deus e de que o nosso tesouro é seguir o Cristo pobre, desapegado dos bens dessa terra. Nós somos Cristo que passa pelas ruas das nossas cidade e que vai curando, pregando, expulsando demônios, chamando as pessoas para viver bem perto de Deus. Os bens dessa terra têm que estar ao serviço de Deus. Daí a importância de levar em sério a administração da paróquia de uma maneira bastante profissional, de evitar os gastos desnecessários, de sermos também nós generosos com os mais pobres (nós que tanto falamos do dízimo aos nossos fiéis!). Uma coisinha: a roupa clerical também ajuda a viver a virtude da pobreza, pois dessa maneira evitaremos, por exemplo, a preocupação da moda: um sacerdote que se veste segundo o seu estado sempre está na moda!

6 – A virtude da obediência e a responsabilidade pessoal.

“Prometes respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?” Essa foi uma das perguntas que o bispo nos fez no dia da nossa ordenação. E nós respondemos cheios de convicção: “Prometo”. Realmente, seria muito interessante repassar de vez em quanto esses momentos que tanto marcaram a nossa vida. De fato, é exatamente isso que fazemos na quinta-feira santa ao renovar as promessas sacerdotais.

Nós amamos a liberdade, que é “irmã” da responsabilidade. A liberdade é aquela capacidade que Deus nos deu para que façamos o bem de maneira inteligente e sem nenhuma coação. Infelizmente, é possível que também nós, sacerdotes, funcionemos com um conceito de liberdade mundano. A liberdade de eleição é somente um sinal de que há liberdade, mas não é a essência da liberdade, muito menos da liberdade cristã, que leva consigo, necessariamente, a identificação da nossa vontade com a Vontade de Deus. Cristo, totalmente livre, submeteu-se em tudo ao Pai. Esse é o nosso modelo de liberdade, e de obediência!

Uma liberdade concebida dessa maneira nos faz mais verdadeiros, nos faz mais nós mesmos. Anteriormente, falávamos de liberdade como capacidade de fazer o bem de maneira inteligente. Logicamente, liberdade e obediência, na vida do cristão, e em conseqüência do presbítero, precisam estar sempre unidas. Como é importante aprender a obedecer livremente e ser livre obedecendo. Não é um mero jogo de palavras: quando se recebe uma ordem, é mais obediente e mais livre aquela pessoa que é capaz de obedecer da maneira mais perfeita possível. Nesse desejo de obedecer bem, entra em jogo a nossa inteligência e vontade, e a graça de Deus.

Obediência cadavérica? Nem pensar! Obediência de seres vivos, dotados de uma capacidade intelectual e volitiva e elevados pela graça de Deus. Concretamente, obedecer ao Papa e ao bispo diocesano é, para cada um de nós, identificação com Cristo que obedeceu em tudo. Além do mais, é garantia de eficácia apostólica. Se cada um quisesse fazer a sua própria “diocese paroquial”, a pastoral iria a menos e se mostraria – mais cedo ou mais tarde – a deterioração que isso implica para a unidade católica.

7 – Serviço aos pobres.

Pode-se afirmar com toda segurança que nós – Igreja no Brasil – fizemos a opção preferencial pelos pobres. Graças a Deus, pode-se observar nas paróquias diversas atividades em favor dos mais necessitados. É muito edificante ver o sacrifício de muitos sacerdotes para levar adiante tantas iniciativas nesse campo. Em todo o Brasil há uma sensibilidade geral para esse tema. Sem dúvida, tudo isso está profundamente enraizado no Evangelho.

O Papa Bento XVI, no seu Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, afirmou: “A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos leva à comunhão: o encontro com Deus é, em si mesmo e como tal, encontro com os irmãos, um ato de convocação, de unificação, de responsabilidade para o outro e para com os demais. Neste sentido, a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica naquele Deus que se fez pobre por nós, para enriquecer-nos com sua pobreza (Cf. 2 Cor 8,9)” (DE, nº. 3).

Nós, presbíteros, não podem esquecer-nos, no entanto, que o nosso trabalho a favor dos mais pobres nas suas mais diversas manifestações (há também uma pobreza espiritual que não é boa: pecado, ignorância, falta de educação, etc.) tem que estar banhada dessa característica: pastoral. Explico-me: nós não somos agentes sociais, nós somos pastores do rebanho do Senhor e como tais devemos cuidar das ovelhas. Como bons pastores procuraremos, em primeiro lugar, rezar por todas essas pessoas confiadas ao nosso cuidado, pois, por mais que façamos, sempre há um campo imenso aonde nós não chegamos, mas que a oração abarca. Em segundo lugar, a nossa atividade em favor dos irmãos, não pode se converter em ativismo. Seja a nossa ação fruto da contemplação dos mistérios de Deus. A oração deve ocupar o primeiro lugar!

É importante saber organizar as coisas, para que não estejamos sempre à frente. Como é bonito passar despercebidos! Por outro lado, há tantos leigos que sabem fazer coisas tão bem feitas e que nós não temos nem idéia. É importante que sejamos conscientes dos nossos próprios limites e deixemos que os outros trabalhem na vinha do Senhor, impulsionando-os e apoiando-os, coisa que sempre se agradece ao padre.

Muito obrigado, senhores bispos, por que essa Carta que nos fez pensar, refletir e fazer propósitos para melhorar a nossa vida e ministério sacerdotais santificando-nos nesse trabalho tão santo e divino ao santificar os outros com ele.

Pe. Françoá Rodrigues Figueiredo Costa

(da Diocese de Anápolis-GO)


Outros temas com

Pe. Françoá Costa.





Santidade é Felicidade !


O quadrante:



QUAL O VALOR AUTÊNTICO DESTA MOEDINHA ROMANA ?



38.

Ele lhes dizia em sua doutrina: Guardai-vos dos escribas que gostam de andar com roupas compridas, de ser cumprimentados nas praças públicas

39.

e de sentar-se nas primeiras cadeiras nas sinagogas e nos primeiros lugares nos banquetes.

40.

Eles devoram os bens das viúvas e dão aparência de longas orações. Estes terão um juízo mais rigoroso.

41.

Jesus sentou-se defronte do cofre de esmola e observava como o povo deitava dinheiro nele; muitos ricos depositavam grandes quantias.

42.

Chegando uma pobre viúva, lançou duas pequenas moedas “dois Leptos”, no valor de apenas um quadrante.

43.

E ele chamou os seus discípulos e disse-lhes: Em verdade vos digo: esta pobre viúva deitou mais do que todos os que lançaram no cofre,

44.

porque todos deitaram do que tinham em abundância; esta, porém, pôs, da sua indigência, tudo o que tinha para o seu sustento.                            (São Marcos 12, 38 A 44)



Quando eu li o evangelho deste domingo, fixei-me imediatamente na palavra “quadrante” e li na nota de rodapé da Bíblia que costumo ler sempre, a seguinte observação:

“Quadrante” é a quarta parte do “Asse”; na verdade ela dou duas moedinhas de um “Lepto” o menor valor entre todas as moedas romanas.

Depois dessa explicação não pôde deixar de impressionar-me o fato de que Cristo observou o “quadrante” daquela pobre viúva e declarou que ela havia doado mais do que todos os possíveis ricaços que depositaram muito dinheiro no cofre das esmolas naquele dia.


Viúva_pobre_Quadrante


E Jesus explica; “porque todos depositaram do que tinham em abundância; esta, porém, pôs da sua indigência, tudo o que tinha para seu sustento” (Marcos 12, 44).  Materialmente falando, aquela viúva deu pouca coisa, mas ela deu tudo o que tinha!  É isso que Deus quer: TUDO ! 100% Santidade de vida total e entrega de todo o seu ser.

De acordo: Sabemos que esta atitude não é fácil para ninguém, e quem disse que seria assim tão fácil …  Será que foi fácil para aquela viúva dar a sua última moedinha para Deus e aguardar a morte que viria com certeza ?  é claro que não foi.

Entrega exige luta, desapego, generosidade e, acima de tudo, graça de Deus.

Não enche o coração de alegria de um Pai, mãe e familiares ver um filho dedicado aos estudos se formando na faculdade e recebendo o seu diploma no dia da colação de grau, seria também motivo de maior alegria ver um filho que vive uma vida digna e reta em Deus andando nos caminhos de Jesus, longe do mal e do pecado, sem correr risco de vida na droga, na prostituição e nos becos escuros das cidades civilizadas.

Não é bonito ver um jovem inteligente, belo, esportista, empreendedor e alegre dedicar-se totalmente a Deus seja no celibato apostólico ou no sacerdócio ou ainda numa dedicada à vivência religiosa?

Não seria nenhum desperdício, é a beleza da entrega, do amor que toma conta da vida de uma pessoa.   Todos nós, casados, solteiros ou celibatários somos chamados à uma entrega total a Deus num ideal nobre e elevado como é servir a Deus de todo coração.


Viúva_moedas


Chega a ser comovedora a cena da viúva entregando as suas duas moedinhas e sendo tida como exemplo nas palavras do Mestre.    Para chegar a esta cena pacífica exterior é preciso passar antes pelo conflito interior, vencer a dúvida e as vozes do não que as vezes fala mais alto do que o sim, é preciso passar pela luta de entregar-se totalmente.

Si vis pacem, para bellum! – diziam os antigos – “Se queres a paz, prepare-se para a guerra!”  Trata-se daquela guerra que se trava dentro de cada um de nós.   Somos pouca coisa, de acordo, mas somos tão egoístas: como é difícil entregar este tão pouco que somos e temos para Deus que pode nos dar muito mais ….


Mas isto seria uma outra história ….


Padre Françoá Rodrigues Costa

Diocese de Anápolis – Goiás

Reflexão no Semanário Litúrgico Dominical


 

HISTÓRIAS DO PADRE LEO
PRESENTEPRAVOCE http://mongefiel.files.wordpress.com/2008/05/dons-do-espirito.jpg?w=140&h=130

A Verdade Nua e Crua !



Esta é a realidade que se vive em

Grande Parte da África,

Mas que as lentes não mostram

e os olhos preferem não ver.



Esta é a Foto Polêmica

De Kevin Carter em 1993.

Pode até ser uma foto de fatos

ocorridos a muitos anos atrás,

Mas esta realidade

mudou muito Pouco Ou quase nada!


Carter, o fotográfo suicidou-se após ganhar o premio.

Foto Ganhadora do Prêmio Pulitzer em 1994

Kevin Carter, o fotógrafo suicidou-se após ganhar o premio.



Foto publicada pelo Jornal “The New York Times” foi tirada em 1993 no Sudão, pelo fotógrafo sul-africano Kevin Carter (1960-1994). Ela mostra uma criança faminta sem forças para continuar rastejando para um campo de alimento da ONU, a um quilômetro dali. O urubu espera a morte desta para então poder devorá-la.

Carter disse que esperou em torno de vinte minutos para que o urubu fosse embora, mas isto não aconteceu. Então rapidamente tirou a foto e fez o urubu fugir dali, açoitando-o.

Em seguida, saiu dali o mais rápido possível.

Outro fotógrafo criticou duramente sua postura por apenas fotografar, mas não ajudar, a pequena garota: “Um homem ajustando suas lentes para tirar o melhor enquadramento de sofrimento dela talvez também seja um predador, outro urubu na cena.”, teria dito.

Um ano depois o fotógrafo, em profunda depressão, suicidou-se.

O paradeiro da criança é desconhecido.

Eu estou depressivo… sem telefone… dinheiro para o aluguel… dinheiro para o sustento de criança… dinheiro para dívidas… dinheiro!!!… Eu estou sendo perseguido pela viva memória de matanças, cadáveres, cólera e dor… pela criança faminta ou ferida… pelos homens loucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policial, assassinos…
Trecho de sua carta de suicídio.


Referências:

http://www.hbo.com/docs/programs/kevincarter/index.html
http://www.time.com/time/magazine/article/0,9171,981431,00.html


Esta história foi filmada e ganhou diversos prêmios apesar de seu final deprimente.


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Várias versões são contadas, alguns dizem que a criança estava com uma doença contagiosa, outras que ele foi impedido por soldados de dar socorro à criança e que não podia interferir com os habitantes locais, mas mesmo assim ele teria pedido socorro ao posto da ONU a 1000m do local.   Ao procurar pela criança mais tarde, nada foi encontrado e ninguém deu nenhuma notícia da criança nem se sabe o que lhe teria acontecido.

Carter pode ter se sucumbido à dor de sua consciência e tirado a própria vida, afinal somente ele poderia realmente saber o que pensou no momento em que estava a espreita para tirar a melhor foto do ano.

O fato é que sua fotografia mostra ao mundo que não apenas ele agiu como um abutre, mas principalmente aqueles que poderiam ser considerados as maiores aves de rapina que são os verdadeiros responsáveis pela fome e pela miséria do mundo.   Estas não são assim tão visíveis a ponto de serem fotografadas, mas são bem conhecidas por todos aqueles que são espertos o bastante para ficar de olhos bem fechados.

A pobreza no mundo não é culpa da seca ou da aridez dos desertos, mas sim dos corações frios e dos olhos que se fecham para tal realidade, preferindo acusar o outro e não assumir a própria culpa.

Nosso amigo Carter teria se redimido do seu pecado, apenas lutando para que o mundo conhecesse a VERDADE que ele viu e fotografou, mas como não fez nada disso mudando esta realidade e nem pretendia fazer nada, preferiu então tirar sua própria vida. Justamente esta é a atitude que jamais devemos tomar, porque se assim for não haverá quem afugente os abutres e nem sequer quem mostre esta triste verdade ao mundo, na pior das hipóteses o máximo que lhe aconteceria era perder a vida por uma causa justa e não inutilmente como fez.

O Filme sobre sua vida, tenta argumentar exatamente o que um fotografo estrangeiro presencia e sente ao entrar dentro de um campo de batalha como “Peça Neutra” e ao mesmo tempo carregar sobre si o peso de se neutralizar no meio em que vive não podendo levantar um dedo sequer para evitar o que acontece ao seu redor.

O fotografo foi condenado pelo colega de profissão por ter agido como um mau Samaritano, mas de certa forma é a atitude que a maioria das pessoas tomam ao ver e presenciar fatos e situações semelhantes, mesmo não estando impossibilitados de agir no meio em que vivem, mas quando se trata de culpar o outro pela atitude que eu não tomei, todos concordam que deveriam ter feito alguma coisa, menos ter deixado o mundo continuar sendo o que sempre foi.

A verdade é que todos nós e cada um em particular, um dia terá a sua chance de acolher o próximo agindo como um bom Samaritano, se você ainda não teve esta oportunidade, prepare-se para a ter a qualquer momento, porque certamente ela virá.   A sua  resposta e a sua atitude tem o poder de mudar a vida de alguém para sempre, sendo o maior beneficiado você mesmo.

Termino este post indicando o depoimento de uma pessoa “anônima” que descobriu ter mudado sua própria história  quando salvou a vida de seu melhor amigo.  Este depoimento vale a pena ser conhecido, principalmente após a meditação sobre a foto acima, porque a nossa atitude, por mais simples que possa parecer poderá salvar a vida de alguém, mesmo que  seja ele totalmente desconhecido.


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o alpinista

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Quanto Vale a vida de um bom Amigo?




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