Não Desprezes a Graça do Perdão.



Três Cruzes – Três Opções

Duas estórias de PERDÃO semelhantes com resultados diferentes assim como os dois ladrões ao lado de Jesus na Cruz.


Qual seria a sua opção?

Será que eu também preciso de perdão?



1 – O Jovem condenado à Forca!

Na época do Velho oeste Americano, Dois Jovens se desentenderam por um motivo fútil e começaram uma discussão que se agravou tornando-se uma luta, ao levar um soco um dos jovens caiu em cima de uma pedra e veio a óbito ali mesmo com varias testemunhas.

O jovem então foi preso e condenado à forca pelo crime de homicídio. Os moradores que testemunharam o fato ocorrido e conheciam aquele jovem condenado acharam que a pena fora muito grave pelo crime cometido, já que ele não teve a intenção de matar o amigo e sim foi uma consequência das circunstâncias da queda.

O povo então fez uma petição que foi encaminhada ao Governador que tinha o poder de “DAR UMA CARTA DE PERDÃO”, suspendendo a pena daquele jovem apesar do crime cometido e deram vários motivos pelo qual o jovem merecia o perdão e anulação da sentença.

O governador comovido com aquelas ponderações, então, considerou perdoá-lo, mas antes quis conhecê-lo pessoalmente.

Foi até aquela cidade e dirigiu-se à prisão, e antes de falar com o jovem disfarçou-se de pastor e pediu ao carcereiro para falar com o garoto.    Colocou a carta de perdão dentro de uma Bíblia, e ao encontrar com o prisioneiro, disse: “Eu vim aqui para vê-lo e tenho algo muito importante para você”.

Porém, a reação do rapaz deixou todos impressionados. Ele começou a esbravejar gritando que não queria saber de nada, que não queria ouvir nenhum sermão, e ameaçou cuspir e atirar objetos na direção do suposto sacerdote caso este não fosse embora.

Depois de muito insistir sem êxito conversar com o infrator no intuito de lhe entregar a carta de perdão teve que ir embora para a sua própria segurança, sem lhe entregar a carta.

Ao sair, o carcereiro foi até o rapaz, e indignado disse:

“Você é muito Burro mesmo e um grande tolo! ”

Estranhando a postura do carcereiro, o prisioneiro perguntou por que lhe dizia aquilo.

Só porque distratei aquele pregador?

Então ele falou: “Aquele homem, na verdade, não era um pastor. Era o governador disfarçado, e dentro daquela bíblia estava a sua carta de perdão. Mas você, orgulhoso, não quis ouvi-lo. E agora, não tem mais SALVAÇÃO para você, irá ser enforcado amanhã mesmo”.



No dia seguinte, como era de costume, permitiram que o jovem condenado dissesse suas últimas palavras aos presentes.

Aquele jovem, então, disse: “Daqui a alguns instantes, eu serei enforcado. Mas, engana-se quem pensa que a minha morte será por causa do crime que eu cometi. Na verdade, devido ao meu orgulho, eu vou morrer por causa do perdão que eu recusei”.

Conclusão: Por orgulho e insensatez o Jovem perdeu o seu perdão, não porque o Governador não o tivesse perdoado, mas porque não foi capaz de aceitá-lo, isto também é o que acontece conosco quando resistimos ao amor do Pai e fechamos nosso coração para receber o seu Amor e seu perdão.



2 – Um pai rico visita seu filho pródigo moribundo em um sótão e o perdoa antes de morrer:

O Sr. William Dawson estava pregando em Londres, uma noite no final de seu sermão, ele disse assim:

“Não há ninguém em toda esta cidade “Londres” que Cristo não possa salvar ainda hoje.”

De manhã, uma jovem o procurou e disse: “Sr. Dawson, em seu sermão de ontem a noite, o Sr. disse que ‘em Londres não havia nenhum homem que Cristo não pudesse salvar.’

– Certo!  Correto, eu disse sim e é verdade.

Tem um jovem em meu bairro que diz que não pode ser salvo e que não quer mais me ouvir falar sobre isso. O Senhor poderia ir vê-lo? Tenho certeza de que pode fazer mais por ele do que eu fiz até agora. “ O Sr. Dawson prontamente aceitou o convite e foi com a jovem para o “East End”, um bairro pobre de Londres.

– Subiu uma daquelas ruas estreitas de lá e, no topo de uma escada precária, encontrou um sótão, no qual um homem estava esticado sobre a palha. Ele se inclinou sobre ele e disse: “Amigo”. “Amigo!” Acorde!

Respondeu o jovem, voltando-se para ele: “você deve estar me confundindo com outra pessoa. Eu não tenho nenhum amigo!”. “Ah! sim!”, respondeu o Cristão, “você está enganado. ‘Cristo é seu amigo sim, Ele ama até mesmo o pior dos pecadores.” O homem achou isso bom demais. “sabe porque”, disse ele, “toda a minha família me rejeitou; todos os meus amigos me abandonaram e ninguém se importa comigo”.   O Sr. Dawson falou com ele gentilmente e citou promessa após promessa do Senhor Deus – disse-lhe o que Cristo havia sofrido para lhe dar a vida eterna.

A princípio, seus esforços foram infrutíferos, mas finalmente a luz do evangelho começou a penetrar naquele coração, e o primeiro sinal foi que seu coração se dirigiu àqueles que o haviam ferido. E, meus amigos? como será? Esta é uma das primeiras indicações da aceitação de Cristo pelo pecador. Disse ainda: “Eu poderia morrer em paz agora mesmo se meu pai me perdoasse”. “Bem”, respondeu o homem de Deus, “irei ver seu pai e pedir perdão por você a ele”.

“Não, não”, foi a triste resposta do jovem, “você não pode se aproximar dele. Meu pai me deserdou; tirou meu nome dos registros da família; proibiu a menção de meu nome em sua casa por qualquer um da família ou dos empregados em sua presença, e não adianta nada ir lá falar com ele. “



No entanto, o Sr. Dawson obteve o endereço de seu pai e saiu dali para o outro lado da cidade, subiu os degraus de uma linda vila e tocou a campainha de um palacete.   Um criado muito chique atendeu à porta e o conduziu à sala de estar. Havia tudo naquela casa para conforto e luxo que o dinheiro poderia comprar. Ele não pôde deixar de contrastar a cena da pobreza naquele sótão com a cena da elegância luxuriante em todos os lugares ao seu redor. Um comerciante orgulhoso e de aparência arrogante entrou na sala e, quando se adiantou para cumprimenta-lo, o Sr. Dawson, disse assim: “Acredito que o Senhor tenha um filho chamado Joseph?” e o comerciante jogou a mão para trás e ficou parado. “Se você veio aqui falar deste renegado… – Não quero ouvir nada. – eu quero que você vá embora. Eu não tenho nenhum filho com esse nome. Eu o deserdei.

Se ele lhe falou alguma coisa, ele está apenas te enganando.”  – “Bem”, respondeu o Sr. Dawson, a princípio ele nem queria me ouvir e depois me pediu para não vir até aqui falar qualquer coisa sobre ele, porém… “ele ainda é seu filho agora, mas em breve não será mais, isso não deve demorar muito.”

O pai ficou parado por um minuto olhando para aquele homem, e então perguntou: “Joseph está doente?” “Sim”, foi a resposta, “ele está na hora da morte. Eu só vim pedir perdão por ele, para que ele possa morrer em paz. Eu não peço nenhum favor; quando ele morrer, nós cuidaremos de tudo. “

O pai colocou as mãos no rosto e grandes lágrimas rolaram pelo rosto, enquanto ele dizia: “Você pode me levar até ele?” Em pouco tempo, ele estava naquela rua estreita onde seu filho estava morrendo e, enquanto subia as escadas imundas, dificilmente parecia possível que o seu garoto estivesse em um lugar assim. Quando ele entrou no sótão, mal conseguiu reconhecer o filho, e quando se inclinou sobre ele, o garoto abriu os olhos e disse: “Ó pai, você pode … – você me perdoa?” e o pai respondeu: “Ó Joseph, eu o teria perdoado já há muito tempo, se você quisesse que eu assim o fizesse”.

Aquele homem altivo deitou a cabeça de seu menino em seu peito e o filho lhe contou o que Cristo havia feito por ele; como Ele perdoou seus pecados, trouxe paz à sua alma; como aquele Filho de Deus o havia encontrado naquele pobre sótão e fez tudo por ele.  O pai queria que o servo o levasse para casa.  – “Não, pai”, disse o menino, “tenho pouco tempo de vida e prefiro morrer aqui neste lugar”.   Ele ficou mais algumas horas ali e passou daquele sótão no “East End” para as colinas eternas do Senhor.



Conclusão: Aquele jovem pecador que fora altivo e orgulhoso no passado a ponto de perder toda sua dignidade, amigos e o amor e carinho de sua família, agora derrotado pelo pecado se julgava indigno de receber o perdão de alguém, nem mesmo do Senhor Deus, mas teve a oportunidade de acolher uma voz que lhe afirmou, que Deus o amava e lhe perdoava e assim ele aceitou o perdão de Deus e teve a oportunidade de se reconciliar com sua família e morrer em paz.



3 – Um Jovem inocente morre na cruz.

Falamos no início de três cruzes e três opções, ouvimos a seguir a história de dois jovens que estavam condenados à morte em virtude dos pecados que cometeram em vida e assim podemos comparar a mesma situação que aconteceu no Calvário quando dois ladrões condenados à morte se encontraram com Jesus que também compartilhava a mesma condenação, mas que porém não havia cometido nenhum crime e nenhum pecado.

Esta situação intrigou aqueles dois condenados, pois apesar de ser inocente e estar todo machucado, Jesus parecia não se incomodar com o fim que lhe esperava.

Um dos condenados percebeu a grandeza daquele homem e descobriu que ele sim era mesmo o Rei que tinha o poder para perdoar os pecados e transgressões e logo foi capaz de admitir seu erro e sua culpa ao mesmo tempo que pediu sua MISERICÓRDIA, já o outro permaneceu na sua arrogância e viu ali ao seu lado apenas um homem incapaz de vencer a morte que o aguardava.

Diferentemente daqueles dois ladrões, Jesus foi crucificado não por seus crimes, mas sim pelos crimes de seus perseguidores e inimigos, Jesus escolheu a Cruz não para condenar os outros e sim para morrer em favor dos outros, Jesus não foi pregado na Cruz como todos viram e testemunharam e sim subiu ali e ficou de braços abertos por sua própria vontade, pois todos nós sabemos que evitar a cruz dos homens seria a coisa mais fácil a se fazer por quem tinha todo o poder do universo a seu favor, tanto que Ele mesmo se referiu a isso quando disse a Pilatos que seu imenso exército de anjos poderia intervir e libertá-lo se assim fosse a sua vontade.

O nosso Rei e Senhor assumiu a nossa condenação para que assim todo homem fosse perdoado de seus pecados destruindo a distância entre Pai e filho e reaproximando nossos corações, assim podemos dizer que, Jesus perdoou todos os nossos pecados e nos deu a oportunidade de estarmos livres para uma nova vida, mas é claro, que somente aqueles que abrirem seus corações e aceitarem este “PERDÃO” poderá recebê-lo, o que nos leva a se lembrar das duas atitudes dos jovens condenados nas duas histórias anteriores.

Um, por ignorância e orgulho, não aceitou a carta que lhe concedia o “PERDÃO”.

O outro mesmo tendo o mesmo pecado, já não lhe afetava mais e agora sendo humilde estava disposto a tudo apenas para receber o “PERDÃO” de seu pai.

No fim, Jesus também morreu naquela cruz, porém não porque não obteve perdão de algo que não fez, mas para que todos pudessem ser perdoados de seus crimes e pecados.

Essas foram umas de suas últimas palavras:”


“Pai, perdoa-lhes;
Porque não sabem o que fazem”
São Lucas, 23,34



OUTRAS INDICAÇÕES SEMELHANTES


Jesus é Rei e Senhor
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WALLPAPERS SOBRE O TEMA




Ainda há tempo para despertardes do sono.



AINDA NÃO É O FIM,


MAS JÁ CHEGOU A HORA

DE DESPERTARDES DO SONO!


“Isso é tanto é mais importante porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A salvação está agora mais perto do que quando abraçamos a fé.* A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz.”

Romanos, 13,11-12 – Bíblia Católica Online
Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/romanos/13/



Quem aceitará esta verdade ?


Respondeu-lhes Jesus:

“Cuidai que ninguém vos seduza.*”

Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu o Cristo. E seduzirão a muitos. Ouvireis falar de guerras e de rumores de guerra. Atenção: que isso não vos perturbe, porque é preciso que isso aconteça. Mas ainda não será o fim. Irá levantar-se nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome, peste e grandes desgraças em diversos lugares. Tudo isso será apenas o início das dores. Então, sereis entregues aos tormentos, sereis mortos e sereis por minha causa, sereis objeto de ódio para todas as nações. Muitos sucumbirão, serão traídos mutuamente e mutuamente se odiarão. Irão levantar-se muitos falsos profetas e seduzirão a muitos. E, ante o progresso crescente da iniquidade, a caridade de muitos esfriará. Entretanto, aquele que perseverar até o fim será salvo. Este Evangelho do Reino será pregado pelo mundo inteiro para servir de testemunho a todas as nações, e então chegará o fim.

São Mateus, 24 4 – 14 – Bíblia Católica Online

Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/biblia-ave-maria/sao-mateus/24/

Acrescentou ainda esta comparação: Olhai para a figueira e para as demais árvores. Quando elas lançam os brotos, vós julgais que está perto o verão. Assim também, quando virdes que vão sucedendo estas coisas, sabereis que está perto o Reino de Deus. Em verdade vos declaro: não passará esta geração sem que tudo isto se cumpra. Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão”. (S. Lucas 21 28-33)



Acordar:

É apenas uma palavra, uma palavra muito comum que todos conhecem, sabem o seu significado e sentido. (lit; dic.)

O ser humano diferentemente de muitos animais tem a capacidade de pensar e tomar decisões por si mesmo não sendo apenas uma máquina programada que executa a vontade de seu programador, por isso é capaz de definir a direção a seguir e o futuro que irá experimentar.

O ser humano tem aspirações, desejos e é impulsionado por uma força interior que ele muitas vezes desconhece, muitos explicam a espiritualidade humana de diversas formas e criam diversas teorias que nos afastam da verdade, porém aqueles que acreditam em Deus creem que esta força interior que nos impulsiona é mesmo aquele sopro de vida que Deus soprou no homem em (Gen. 2) logo após a criação ou ainda aquela “VIDA” que o exercito de ossos secos na visão de Ezequiel (37,9) adquiriu com o poder do Espírito Santo vindo do céu.

Todo homem sonha e tem a esperança de um dia viver em num mundo melhor sem dor, doença, guerras, males, ódio e etc. (Is. 11,9) como é mostrado ao Profeta que viu o Apocalipse:

(21) “Vi, então, um novo céu e uma nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra desapareceram e o mar já não existia.” (Apocalipse, 21-1), e continua a narração dizendo no verso (4) que “Enxugará toda lágrima de nossos olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição”.”, assim é explicado as nossas aspirações mais profundas e a realização de nossos sonhos serão concretizados um dia.

Enquanto não alcançamos este objetivo final estamos presos e condicionados a esta situação de nosso tempo atual e toda noite quando dormimos temos uma experiência de vivenciar os “SONHOS” como se fossem uma realidade.

Algumas vezes temos pesadelos e o que mais queremos neste momento é despertar, mas não conseguimos, outras vezes experimentamos sonhos maravilhosos que preferiríamos permanecer dormindo, no entanto alguém nos desperta dizendo “Acorde você esta só sonhando”, Levante…  já está na hora do trabalho, está atrasado para ir a escola e etc. Por um instante experimentamos a situação intermediária e percebemos a diferença entre “Sonho e Realidade,” mesmo que optemos por permanecer naquele sonho, sabemos que não é REAL e que precisamos mesmo é abrir bem os olhos para ver a realidade, “DESPERTAR DO SONO”.  É isto que a palavra nos diz:

“Já é hora de despertardes do sono…” Para aqueles que vivem sem perceber a realidade que nos cerca e até mesmo para aqueles que já conhecem as profecias e vivem o evangelho ainda inebriados pelo sono.



Os “SINAIS DOS TEMPOS” estão agora bem mais visíveis do que antes estiveram:  Vejam, quem diria na sua mais perfeita lucidez que um dia o mundo iria “PARAR” dar uma pausa em tudo que gira em torno do dinheiro e das coisas materiais que somos obrigados a viver no dia a dia.  E olha que até mesmo o mais poderoso dos poderosos foi obrigado a se curvar perante o tão pequeno e invisível “CORONAVÍRUS” Decretando a paralisação total de todo comércio e movimento nas grandes Metrópoles insaciáveis de agitação e aglomeração.

Nunca aconteceu tal coisa e até mesmo será um fato histórico no futuro assim como naquele filme ou o sonho narrado na música de Raul Seixas: “O dia em que a TERRA PAROU”. Ele mesmo se identificava como um “Maluco Beleza”, mas bem que ele viu em seu sonho maluco estes dias que vivemos hoje como uma realidade jamais preanunciada, apenas com uma pouca diferença, foi um pouco amenizada pelo amor de Deus, se bem que para alguns em particular foi muito pior.

Veja musica com detalhes em outro post.

Eu só posso dizer que este fato histórico que hoje vivemos não pode passar desapercebido e que possamos ver o SINAL que já é hora de acordarmos e entendermos que é Deus quem está nos dando uma “SACUDIDA”, mesmo que a culpa ainda seja dos homens e a irresponsabilidade seja toda nossa, precisamos saber que “O Tempo da Graça”, “O Kairos” não é permanente e que os últimos grãos de areia já estão caindo na ampulheta, isto é o que nos confirmam as profecias que se cumpriram nestes últimos dias.

Todos aqueles que estudam e conhecem a palavra de Deus sabem  que a noite já vai adiantada (*1) e que o noivo já esta para abrir a porta e receber sua noiva para o casamento. (*2)  Cabe a nós, assim como as 10 virgens noivas, percebermos que ainda estamos TODOS agarrados ao sono, dormindo, inebriados e apagados.

É chegado o momento do “DESPERTAR” e acender a nossas lâmpadas nos preparando para o que virá a seguir.

(*1) – Romanos, 13,11-12

(*2) – São Mateus, 25, 1-13

“13. Vigiai, pois, porque não sabeis nem o dia nem a hora.””


As profecias Mayas se cumpriram para seu povo no passado, porém não se concretizaram em 2012 segundo as previsões dos estudiosos.

Veja o texto em outro Post




Dois Remos, Fé e Ação!



FÉ  &  AÇÃO


“Porque, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta”

(S. Tiago 2,26).



A Fé & Ação CRER & AGIR


2.  Assim também a FÉ : se não tiver OBRAS é morta em si mesma. Mas alguém dirá: Tu tens FÉ, e eu tenho OBRAS. Mostra-me a tua FÉ sem AS OBRAS e eu te mostrarei a minha FÉ pelas minhas OBRAS. Crês que há um só Deus? Também os demônios crêem e tremem.”

São Tiago: 2,17.


Um viajante ia caminhando às margens de um grande lago. Seu destino era a outra margem. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar os olhos no horizonte.

A voz de um homem coberto de idade, um barqueiro, quebrou o silêncio, oferecendo-se para transportá-lo.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho.

Logo seus olhos perceberam o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, o viajante pôde observar que se tratava de duas palavras, num deles estava entalhada a palavra ACREDITAR e no outro AGIR.

Não podendo conter a curiosidade, o viajante perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro respondeu pegando o remo chamado ACREDITAR e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo AGIR e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, remou com eles simultaneamente e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago chegando ao seu destino. Na outra margem, o barqueiro disse ao viajante:

– Esse porto se chama autoconfiança. Simultaneamente, é preciso ACREDITAR e também AGIR para que possamos alcançá-lo!


Fonte Livro: “Jovem, Levata-te”


14. Curiosidade: Saiba porque as vezes mesmo remando corretamente não conseguimos Sair do lugar …

Link na foto abaixo:






BAIXE O ARQUIVO NO SLIDESHARE PARA VER O TEXTO COMPLETO E OS EFEITOS.




Acampamento Maanaim em Anápolis-Go.



MAANAIM 2020

Anápolis – Go


Inscrições abertas



“Oi”

ATENÇÃO GALERA!!!

DECLARAMOS OFICIALMENTE ABERTO!

📢    – M A A N A I M – 2020  –  ⛺️

Venha para o Acampamento Maanaim 2020
Toda a equipe convida você para viver 06 dias de uma experiência incrível e única na sua vida, de estar mais próximo de Deus, da natureza e dos irmãos.

Você que já fez O ENCONTRO e souber de alguém que queira fazer este encontro, entre em contato conosco.

Informações: (62)991360512 – Elismar e no IG: @acampamentomaanaimanapolis

Mais detalhes  e atualizações:

Acompanhe a nossa pagina no Facebook.


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Nossa história remete-se ao primeiro Acampamento que aconteceu na cidade de Brasília, em nível Latino Americano, de 11 a 15 setembro de 1991, como parte do projeto de Evangelização 2000, sob Direção e Coordenação de Maria Elizabeth Neves Ramos (Rio de Janeiro) e de Martin Valverde (México e Costa Rica), com apoio da Comunidade Arca da Aliança de Franca-SP, tendo como Dirigente Espiritual Frei Donário Falconeri.

A finalidade desse referido Acampamento foi à formação de lideranças para atuar e divulgar em toda a América Latina esse “novo modo de evangelizar” direcionado principalmente aos jovens.

Hoje também abrange a todos que tem um espírito jovem e a vontade de fazer uma nova experiência com Deus.

Hoje o Acampamento Maanaim é realizado em diversas dioceses pelo país e principalmente pelas comunidades fechadas direcionadas a jovens, nós no entanto realizamos este acampamento direcionado à toda Diocese e faixas de idade a partir de 18 anos, sendo que você pode estar integrado à um grupo de oração da RCC, um grupo de Jovens diocesano, qualquer outro grupo ou movimento e até nem mesmo estar participando de nenhum grupo, movimento ou nem ser um participante assíduo da Santa Missa.



O Encontro é aberto para todos, pois é um convite especial de Jesus a quem queira ter uma experiência nova e mais próxima de Deus e com Deus.

Este evento é basicamente um acampamento, como já diz o nome, um encontro com a natureza e com Deus, porém abrange muitas dinâmicas, partilhas, troca de experiências, oração, descontração e etc. não podemos dar muitos spoiler’s  porque pedimos aos participantes que mantenham sigilo referentes às dinâmicas do evento, mas que nem por isso deixem de testemunhar a sua experiência com Deus e que contagiem as outras pessoas que convivem ao seu redor.

Seis dias é pouco tempo para uma experiência maravilhosa que é o Acampamento Maanaim. Por meio da Comunhão com a Natureza, partilha em comunidade e oração, você é convidado a descobrir o amor de Deus. Ao longo do acampamento, atividades como palestras, músicas, caminhadas e desafios são realizados com muita alegria e despojamento. Venha experimentar uma vida diferente, conhecer algo novo em profundo conhecimento de si, dos outros e principalmente de Deus. O desafio começa agora!



Seminário de Vida no Espirito Seminário de Vida no Espirito
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Marca, Preço, Grife, qual seria o Verdadeiro Valor das coisas?



O homem tem a tendência de de pagar um alto preço por coisas descartáveis e sem valor só porque estão fora de seu alcance imediato e desvalorizar sem usufruir dos maiores tesouros que estão bem ao alcance de suas mãos. 

Isto não é apenas uma teoria absurda e para comprová-la em 2007 foi publicado o resultado de uma experiência em publico que vai lhe deixar de queijo caído, veja o texto a seguir:



Pêmio pulitzer para o Jornal Washington Post:


Uma Experiência foi Realizada pelo Jornal Washington Post numa estação do Metrô de Nova York, tudo foi gravado em vídeo e está disponível no YouTube.  Após a experiência o resultado se tornou a matéria de capa no jornal e foi amplamente debatida por especialistas e na internet, o que acabou rendendo um Pêmio pulitzer para o Jornal.

A matéria iniciava da seguinte forma:

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.

Recebi este texto por e_mail, mas já está amplamente divulgado na internet desde Abril de 2007.

A informação é verdadeira. No link do YouTube há menção a um jornalista do Washington Post, e no sítio do jornal encontrei estaesta menção ao fato, o texto original foi escrito “Por Gene Weingarten Escritor do Jornal Washington Post e divulgado no Domingo, 8 de abril de 2007”, é um texto enorme, temos menção ao fato também na pagina do próprio artista Joshua Bell, que rendeu mais de 4 milhões de visitas no Youtube, muita discussão e um prêmio Pulitzer.


Veja a descrição da experiência e a sua conclusão: Click no Link do YouTube e desfrute da Musica de Joshua Bell enquanto você lê o texto:




Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer.



Eis que o sujeito desce na estação do metrô: vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal. Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes.

Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3 milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custaram a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo (veja abaixo), mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino.

A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossa vida que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço.

O que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes? É o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser? Essa experiência mostra como, na sociedade em que vivemos, nossos sentimentos e nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detém o poder financeiro. Mostra-nos como estamos condicionados a nos mover quando estamos no meio do rebanho ou a “massa humana”.



Afinal, o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes?

É o que o mercado diz que podemos ter, sentir, vestir ou ser?

Será que os nossos sentimentos e a nossa apreciação de beleza são manipulados pelo mercado, pela mídia e pelas instituições que detêm o poder financeiro?

Será que estamos valorizando somente aquilo que está com etiqueta de preço?

Uma empresa de cartões de crédito vem investindo, há algum tempo, em propaganda onde, depois de mostrar vários itens, com seus respectivos preços, apresenta uma cena de afeto, de alegria e informa: Não tem preço.

E é isso que precisamos aprender a valorizar. Aquilo que não tem preço, porque não se compra.

Não se compra a amizade, o amor, a afeição. Não se compra carinho, dedicação, abraços e beijos.

Não se compra raio de sol, nem gotas de chuva.

Usufruamos dos momentos de ternura que os amores nos ofertam, intensamente, entendendo que sempre a manifestação do afeto é única, extraordinária, especial.

Fiquemos mais atentos ao que nos cerca, sejamos gratos pelo que nos é ofertado e sejamos felizes, desde hoje, enquanto o dia nos sorri e o sol despeja luz em nosso coração apaixonado pela vida.



Hoje eu posso ter em minhas mãos o maior diamante do mundo, mas prefiro o TESOURO que sempre sonhei!

Você ficaria impressionado ao saber o que uma pessoa seria capaz de fazer por uns poucos trocados!

E pela própria VIDA?


Dinâmica

Demostra que o verdadeiro valor nunca se perde.



O tempo de Deus tem seus mistérios.



O tempo de Deus tem seus mistérios…



O tempo de Deus


_”O tempo de Deus tem seus mistérios, porém não nos cabe entender, mas confiar. O nosso tempo tem pressa, o dele tem perfeição. Esperar nele pode ser a mais difícil das escolhas, mas Deus é o dono do tempo e como tal determina o nosso hoje e escreve o nosso amanhã. Quem nele espera jamais será decepcionado, mas surpreendido.”_




O tempo de Deus tem seus mistérios, mas não cabe a nós entender, mas confiar. Tempo é necessário para que as coisas se arrumem, os planos se construam e os caminhos surjam a nossa frente. Não é bom questionar a Deus pelo tempo e as esperas, isso não adiantará o tempo, mas só provará que não estamos preparados para que esse tempo acabe. O coração tem que entender que para tudo existe um tempo e que o tempo de Deus tem seus mistérios que não nos cabe entender, mas confiar. Quando o nosso coração começa a confiar em Deus passa a entender que quem espera não espera em vão, jamais será decepcionado ou esquecido. Quem confia n’Ele tem sustento, amor e cuidado. Ele nos dá a certeza que sempre valera a pena esperar em Deus, e quem assim fizer por Ele será sempre honrado.

Yla Fernandes



 ” FOCO,  FORÇA  &  FÊ “


Qual o tamanho 

Qual é o Tamanho de Deus?




Link’s para outras Mensagens:


Kairós_pr3 placa+Jesus+te+ama+na+estrada[1]

Oração de Santa Faustina: Amando a Deus nos sofrimentos.



No coração puro e humilde reside Deus, que é a própria Luz, e todos os sofrimentos e adversidades existem para que se manifeste a santidade da alma, (Diário 573).




Ó meu Jesus, que sois a vida da minha vida, Vós sabeis bem que não desejo nada além da glória do Vosso Nome e que as almas conheçam a Vossa bondade. Por que as almas se afastam de Vós, ó Jesus — isso eu não compreendo. Oh, se eu pudesse cortar o meu coração em pedacinhos pequenos e dessa maneira oferecer-Vos, Jesus, cada pedacinho como se fosse o coração inteiro, para ao menos em parte Vos desagravar pelos corações que não Vos amam. Amo-Vos, Jesus, com cada gota do meu sangue que derramaria de boa vontade por Vós, para Vos dar uma prova do meu amor sincero. Ó Deus, quanto mais Vos conheço, tanto menos Vos consigo entender, mas essa mesma incompreensão dá-me a conhecer como sois grande, ó Deus. E essa impossibilidade de Vos compreender inflama o meu coração com uma nova chama por Vós, ó Senhor. A partir do momento em que me permitistes mergulhar o olhar da minha alma em Vós, ó Jesus, fico em paz e nada mais desejo. Encontrei o meu destino no momento em que a minha alma mergulhou em Vós, no único objeto do meu amor. Todas as coisas nada são em comparação Convosco. Os sofrimentos, as contrariedades, as humilhações, os insucessos, os maus juízos de que sou vítima não passam de gravetos que mais ainda acendem o meu amor por Vós, ó Jesus. (Diário, 57)


Compreendo bem, ó meu Jesus, que, assim como a doença é medida com o termômetro e a febre alta indica a gravidade da doença, também, na vida espiritual, o sofrimento é o termômetro que mede o amor a Deus na alma. (Diário, 774)


Ó Cristo, sofrer por Vós é uma delícia para a alma e o coração. Permaneçam comigo para sempre os meus sofrimentos, para que eu Vos possa dar uma prova do meu amor. Eis que aceito tudo que a Vossa mão me oferecer. O Vosso amor, Jesus, me é suficiente. Eu Vos bendirei no abandono e nas trevas, no tormento e no terror, (48) na dor e na amargura, no tormento do espírito e na amargura do coração — em tudo sede bendito! O meu coração está tão desprendido da terra que apenas Vós me bastais plenamente. Já não há um momento sequer na minha vida em que me ocupe de mim mesma. (Diário, 1662)



Via do Sofrimento:

Misericórdia como consolo

O sofrimento nos leva a encontrar consolo, auxílio e esperança

Não podemos andar neste mundo como cegos sem saber para onde ir. Estamos num caminho largo e gostoso. Jesus nos ensina o valor do sofrimento na nossa vida. Ele escolheu Santa Faustina para ser testemunha da Sua misericórdia. Revelou-lhe tudo o que estava no Seu coração para que fosse dito ao mundo inteiro, especialmente para os mais pecadores.

Jesus diz a Santa Faustina que as almas escolhidas devem interceder pela conversão das famílias. Precisamos assumir as pessoas em oração. Precisamos ser tão de Deus que a Sua graça atinja as almas. Ele diz a Santa Faustina que as almas escolhidas estão na tibieza e são poucas as que enchem o Seu coração de alegria, que O consolam. Por isso, quem é visitado por Jesus não pode mais permanecer no caminho largo. Precisamos consolar o coração de Deus.

Quando sofro muito a minha alegria é maior

Santa Faustina relata no diário: “Uma vez sofri muito, fugi do meu trabalho para Nosso Senhor e pedi que me concedesse Sua força. Depois de uma breve oração, voltei ao trabalho, cheia de entusiasmo e alegria. Então uma das irmãs disse: ‘

Hum, com certeza a irmã hoje tem muitos consolos, porque ela está tão radiante! Deus não está dando à irmã nenhum sofrimento, mas apenas consolo’. Então respondi: “A irmã está muito enganada, porque justamente quando sofro muito também a minha alegria é maior e quando sofro menos, também a minha alegria é menor”. Mas essa alma deu-me a entender que não me compreendia neste particular; procurava explicar-lhe que, quando sofremos muito, temos uma grande oportunidade de demonstrar a Deus que O amamos. E quando sofremos pouco, temos pouca disponibilidade para demonstrar a Deus o nosso amor. E quando não sofremos nada, então o nosso amor não é grande e puro. Com a graça de Deus, podemos chegar ao ponto do nosso sofrimento transformar-se em prazer, isto é o que o amor sabe fazer nas almas puras’’.

Um dia sem sofrimento é um dia inútil’

Santa Teresinha do Menino Jesus, no carmelo, dizia: ‘Um dia sem sofrimento no carmelo é um dia inútil’. Lá havia uma irmã terrível, com quem santa Teresinha sentia muita dificuldade de se relacionar. Mesmo assim ela sorria para a irmã, heroicamente…

Ao sorrir para uma pessoa, nos dispomos a amá-la. Porém, em sua fraqueza, essa irmã dizia: “A irmã Teresinha deve me amar muito, talvez seja porque eu sou muito boa”. E Santa Teresinha, em seu livro “História de uma Alma”, diz claramente o quanto era custoso cada sorriso. Viver assim não é fácil porque remamos contra a maré, embora estejamos caminhando rumo ao céu.

Trago novamente para você um fato ocorrido na vida de Santa Faustina: depois de dez anos no convento, ela recebe a notícia de que sua mãe estava muito doente. No seu coração sentiu a vontade de visitá-la, mas ela disse a Jesus: “faça-se a sua vontade”. A madre recebeu uma carta da família falando da situação grave de saúde da mãe da irmã Faustina, e concedeu que ela passasse uns dias com ela. Ela parte para a casa dos pais e, estando lá, disse: “Oh!, como tudo mudou durante esses dez anos; é difícil de reconhecer. O jardim, os irmãos e irmãs eram ainda pequenos, e agora não posso reconhecê-los; todos cresceram, estou admirada por não reconhecê-los.
Stásio (irmão de Faustina) me acompanhava todos os dias até a igreja. Eu sentia o quanto esta pequena alma era agradável a Deus.

Exercitar as virtudes

Eu passei esses dias na casa e todos queriam encontrar-se comigo e conversar um pouco, cheguei a contar até vinte e cinco pessoas. Estavam interessados nos meus relatos da vida dos santos. Parecia-me que nossa casa era verdadeiramente uma casa de Deus. Quando estava cansada de falar e desejosa de solidão e silêncio eu saía sem ser notada, para o jardim, a fim de conversar a sós com Deus. Assim mesmo não conseguia fazê-lo, porque vinham os irmãos e irmãs, levavam-me para dentro e novamente era obrigada a falar, com tantos olhares fixos em mim. Mas eu conseguia uma maneira, uma forma de descanso; pedia aos irmãos que cantassem alguma coisa para mim, pois tinham lindas vozes e, além disso, um deles tocava violino e outro bandolim. Por isso, durante esse tempo, podia entregar-me à oração interior, sem evitá-los.

Custava-me muito, ainda, beijar as crianças. As mulheres, minhas conhecidas, vinham com os filhos e pediam que eu os tomasse, ao menos por um instante, nos meus braços e os beijasse. Via nisso uma grande graça e a oportunidade para exercitar-me na virtude, porque muitas estavam bastante sujas; mas, para superar e não demonstrar repulsa, eu beijava duas vezes as crianças sujas. Uma conhecida trouxe sua criança doente dos olhos, que estavam remelentos, dizendo: “Irmã, pegue-a só por um momento nos seus braços”.

A natureza sentia repulsa, mas sem me importar, peguei a criança nos meus braços e beijei duas vezes nos olhos remelentos, pedindo a Deus que melhorasse. Tive muitas oportunidades para me exercitar na virtude. Eu ouvia as queixas de todos e percebi que não havia sequer um coração alegre, porque não havia um só que amasse sinceramente a Deus e em absoluto não me admirava da situação deles. Fiquei imensamente preocupada por não poder encontrar-me com duas das minhas irmãs. Senti, interiormente, em que perigo se encontravam suas almas”.

Não perder a intimidade com Jesus Misericordioso

Mesmo diante de todas as provações, Santa Faustina não perdia a intimidade com Jesus misericordioso. Também nós podemos encontrar consolo, auxílio, esperança na Misericórdia dAquele que deu Sua vida por amor a nós.

Eliana Sá
Fonte: Comunidade Canção Nova 




Flash’s da Misericórdia Divina.


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