Jesus, eu confio em vós, oração.



Misericórdia divina,

Jesus, eu confio em vós.



Jesus Misericordioso,

De quem a natureza é ter compaixão de nós e nos perdoar, não olhe para os nossos pecados mas sobre a nossa confiança que depositamos em sua infinita bondade.   Receba-nos todos na morada do seu coração mais compassivo e nunca nos deixe escapar dele.

Te imploramos por Seu amor Que une você ao pai e o Espírito Santo. Pai eterno, volte seu olhar misericordioso sobre toda a humanidade e especialmente sobre os pobres pecadores, tudo envolvido no coração mais  compassivo de Jesus. Por causa de sua tristeza, paixão, mostra-nos a tua misericórdia, para que louvemos a onipotência da Tua misericórdia

Para sempre e sempre.

Amém



Jesus

MISERICÓRDIA

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Foi Deus



“Tu és meu servo, Eu te escolhi, e não te rejeitei”;*

Nada temas, porque estou contigo, não lances olhares desesperados, pois eu sou teu Deus; eu te fortaleço e venho em teu socorro, eu te amparo com minha destra vitoriosa.”
Isaías, 41,10







Não recuses a misericórdia de Deus e seu perdão, duas histórias e dois finais. 


Presépio criança

Oração de Santa Faustina: Amando a Deus nos sofrimentos.



No coração puro e humilde reside Deus, que é a própria Luz, e todos os sofrimentos e adversidades existem para que se manifeste a santidade da alma, (Diário 573).




Ó meu Jesus, que sois a vida da minha vida, Vós sabeis bem que não desejo nada além da glória do Vosso Nome e que as almas conheçam a Vossa bondade. Por que as almas se afastam de Vós, ó Jesus — isso eu não compreendo. Oh, se eu pudesse cortar o meu coração em pedacinhos pequenos e dessa maneira oferecer-Vos, Jesus, cada pedacinho como se fosse o coração inteiro, para ao menos em parte Vos desagravar pelos corações que não Vos amam. Amo-Vos, Jesus, com cada gota do meu sangue que derramaria de boa vontade por Vós, para Vos dar uma prova do meu amor sincero. Ó Deus, quanto mais Vos conheço, tanto menos Vos consigo entender, mas essa mesma incompreensão dá-me a conhecer como sois grande, ó Deus. E essa impossibilidade de Vos compreender inflama o meu coração com uma nova chama por Vós, ó Senhor. A partir do momento em que me permitistes mergulhar o olhar da minha alma em Vós, ó Jesus, fico em paz e nada mais desejo. Encontrei o meu destino no momento em que a minha alma mergulhou em Vós, no único objeto do meu amor. Todas as coisas nada são em comparação Convosco. Os sofrimentos, as contrariedades, as humilhações, os insucessos, os maus juízos de que sou vítima não passam de gravetos que mais ainda acendem o meu amor por Vós, ó Jesus. (Diário, 57)


Compreendo bem, ó meu Jesus, que, assim como a doença é medida com o termômetro e a febre alta indica a gravidade da doença, também, na vida espiritual, o sofrimento é o termômetro que mede o amor a Deus na alma. (Diário, 774)


Ó Cristo, sofrer por Vós é uma delícia para a alma e o coração. Permaneçam comigo para sempre os meus sofrimentos, para que eu Vos possa dar uma prova do meu amor. Eis que aceito tudo que a Vossa mão me oferecer. O Vosso amor, Jesus, me é suficiente. Eu Vos bendirei no abandono e nas trevas, no tormento e no terror, (48) na dor e na amargura, no tormento do espírito e na amargura do coração — em tudo sede bendito! O meu coração está tão desprendido da terra que apenas Vós me bastais plenamente. Já não há um momento sequer na minha vida em que me ocupe de mim mesma. (Diário, 1662)



Via do Sofrimento:

Misericórdia como consolo

O sofrimento nos leva a encontrar consolo, auxílio e esperança

Não podemos andar neste mundo como cegos sem saber para onde ir. Estamos num caminho largo e gostoso. Jesus nos ensina o valor do sofrimento na nossa vida. Ele escolheu Santa Faustina para ser testemunha da Sua misericórdia. Revelou-lhe tudo o que estava no Seu coração para que fosse dito ao mundo inteiro, especialmente para os mais pecadores.

Jesus diz a Santa Faustina que as almas escolhidas devem interceder pela conversão das famílias. Precisamos assumir as pessoas em oração. Precisamos ser tão de Deus que a Sua graça atinja as almas. Ele diz a Santa Faustina que as almas escolhidas estão na tibieza e são poucas as que enchem o Seu coração de alegria, que O consolam. Por isso, quem é visitado por Jesus não pode mais permanecer no caminho largo. Precisamos consolar o coração de Deus.

Quando sofro muito a minha alegria é maior

Santa Faustina relata no diário: “Uma vez sofri muito, fugi do meu trabalho para Nosso Senhor e pedi que me concedesse Sua força. Depois de uma breve oração, voltei ao trabalho, cheia de entusiasmo e alegria. Então uma das irmãs disse: ‘

Hum, com certeza a irmã hoje tem muitos consolos, porque ela está tão radiante! Deus não está dando à irmã nenhum sofrimento, mas apenas consolo’. Então respondi: “A irmã está muito enganada, porque justamente quando sofro muito também a minha alegria é maior e quando sofro menos, também a minha alegria é menor”. Mas essa alma deu-me a entender que não me compreendia neste particular; procurava explicar-lhe que, quando sofremos muito, temos uma grande oportunidade de demonstrar a Deus que O amamos. E quando sofremos pouco, temos pouca disponibilidade para demonstrar a Deus o nosso amor. E quando não sofremos nada, então o nosso amor não é grande e puro. Com a graça de Deus, podemos chegar ao ponto do nosso sofrimento transformar-se em prazer, isto é o que o amor sabe fazer nas almas puras’’.

Um dia sem sofrimento é um dia inútil’

Santa Teresinha do Menino Jesus, no carmelo, dizia: ‘Um dia sem sofrimento no carmelo é um dia inútil’. Lá havia uma irmã terrível, com quem santa Teresinha sentia muita dificuldade de se relacionar. Mesmo assim ela sorria para a irmã, heroicamente…

Ao sorrir para uma pessoa, nos dispomos a amá-la. Porém, em sua fraqueza, essa irmã dizia: “A irmã Teresinha deve me amar muito, talvez seja porque eu sou muito boa”. E Santa Teresinha, em seu livro “História de uma Alma”, diz claramente o quanto era custoso cada sorriso. Viver assim não é fácil porque remamos contra a maré, embora estejamos caminhando rumo ao céu.

Trago novamente para você um fato ocorrido na vida de Santa Faustina: depois de dez anos no convento, ela recebe a notícia de que sua mãe estava muito doente. No seu coração sentiu a vontade de visitá-la, mas ela disse a Jesus: “faça-se a sua vontade”. A madre recebeu uma carta da família falando da situação grave de saúde da mãe da irmã Faustina, e concedeu que ela passasse uns dias com ela. Ela parte para a casa dos pais e, estando lá, disse: “Oh!, como tudo mudou durante esses dez anos; é difícil de reconhecer. O jardim, os irmãos e irmãs eram ainda pequenos, e agora não posso reconhecê-los; todos cresceram, estou admirada por não reconhecê-los.
Stásio (irmão de Faustina) me acompanhava todos os dias até a igreja. Eu sentia o quanto esta pequena alma era agradável a Deus.

Exercitar as virtudes

Eu passei esses dias na casa e todos queriam encontrar-se comigo e conversar um pouco, cheguei a contar até vinte e cinco pessoas. Estavam interessados nos meus relatos da vida dos santos. Parecia-me que nossa casa era verdadeiramente uma casa de Deus. Quando estava cansada de falar e desejosa de solidão e silêncio eu saía sem ser notada, para o jardim, a fim de conversar a sós com Deus. Assim mesmo não conseguia fazê-lo, porque vinham os irmãos e irmãs, levavam-me para dentro e novamente era obrigada a falar, com tantos olhares fixos em mim. Mas eu conseguia uma maneira, uma forma de descanso; pedia aos irmãos que cantassem alguma coisa para mim, pois tinham lindas vozes e, além disso, um deles tocava violino e outro bandolim. Por isso, durante esse tempo, podia entregar-me à oração interior, sem evitá-los.

Custava-me muito, ainda, beijar as crianças. As mulheres, minhas conhecidas, vinham com os filhos e pediam que eu os tomasse, ao menos por um instante, nos meus braços e os beijasse. Via nisso uma grande graça e a oportunidade para exercitar-me na virtude, porque muitas estavam bastante sujas; mas, para superar e não demonstrar repulsa, eu beijava duas vezes as crianças sujas. Uma conhecida trouxe sua criança doente dos olhos, que estavam remelentos, dizendo: “Irmã, pegue-a só por um momento nos seus braços”.

A natureza sentia repulsa, mas sem me importar, peguei a criança nos meus braços e beijei duas vezes nos olhos remelentos, pedindo a Deus que melhorasse. Tive muitas oportunidades para me exercitar na virtude. Eu ouvia as queixas de todos e percebi que não havia sequer um coração alegre, porque não havia um só que amasse sinceramente a Deus e em absoluto não me admirava da situação deles. Fiquei imensamente preocupada por não poder encontrar-me com duas das minhas irmãs. Senti, interiormente, em que perigo se encontravam suas almas”.

Não perder a intimidade com Jesus Misericordioso

Mesmo diante de todas as provações, Santa Faustina não perdia a intimidade com Jesus misericordioso. Também nós podemos encontrar consolo, auxílio, esperança na Misericórdia dAquele que deu Sua vida por amor a nós.

Eliana Sá
Fonte: Comunidade Canção Nova 




Flash’s da Misericórdia Divina.


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Família e misericórdia.



O que permite a Sua Santidade o Papa Francisco dizer algo de tão liminar e diamantinamente importante como «A arquitrave que suporta a vida da Igreja é a misericórdia» (Misericordiae vultus (MV), 10) é saber-se que este ato – divino por excelência – é isso «que revela o mistério da Santíssima Trindade» (MV, 2). Mudemos um pouco a ordem dos termos da citação para podermos entender melhor o que aqui está em causa: é a misericórdia – qualquer seja, pois toda ela é Deus em ato – que nos permite penetrar o que é penetrável no Mistério da Santíssima Trindade, único mistério que existe verdadeiramente.

Por Américo Pereira
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Ciências Humanas – Publicado em 06.11.2015
 

Leia o texto:


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“As obras de misericórdia como atos criadores da família” 


Ora, de esse mistério, o que está ao nosso alcance é precisamente a misericórdia que se nos revela através quer da Revelação tradicionalmente entendida quer através dessa outra revelação divina que é a exata presença da misericórdia na ação humana. Em que consiste pormenorizadamente todo o restante infinito da Santíssima Trindade nunca se saberá. Mas que é um infinito e sempre atual ato de misericórdia, isso sabe-se. Mas isso só se pode perceber o que seja, para além do mero enunciado verbal, se se souber por experiência própria o que é a misericórdia, isto é, apenas os que em ato experimentaram a misericórdia, os misericordiosos, podem saber o que se pode entender por misericórdia divina no seio da Santíssima Trindade.

E o que é isso da misericórdia?

É, antes de mais, um ato. Um ato que põe algo em ser. O primeiro ato de misericórdia é o ato de absoluta inauguração do mundo, ao ser este criado por Deus. Assim, a misericórdia é o ato que absolutamente põe a possibilidade de algo, neste caso, do próprio mundo. É o ato de amor, de caridade por excelência. Pode mesmo dizer-se que a misericórdia é o amor e a caridade enquanto puros atos: são a própria atualidade da caridade. Se da caridade pode haver uma concessão puramente teórica, da misericórdia, apenas uma concessão atualista faz sentido. Na misericórdia, o conceito e o ato imediatamente recobrem-se.

Nenhum cristão, se o é mesmo, pode duvidar do amor caritativo de Cristo antes do momento do cálice. Mas, sem o momento do cálice, tudo seria puramente teórico: é com a assunção do cálice, como ato de beber o seu conteúdo, que o amor se transforma num verdadeiro ato de misericórdia.

O mesmo se diga do sim de Maria ao pedido de Deus para ser Mãe do possível Emmanuel: Maria amava Deus, mas o ato de misericórdia para com a humanidade, mas também para com Deus – tal a força deste ato – dá-se com e apenas com o sim dito e assumido.

Semelhantemente, José, ao assumir constituir família com Maria e o Emmanuel em adveniência, opera misericordiosamente.

A mesma misericórdia se faz sentir quando, poupando ilógicas mediações, Deus chama a si a mesma Maria que usou de tão bela misericórdia para com ele: cumprindo, deste modo, a promessa de Cristo ao dizer que o ato nosso de cada dia é, já, a nossa recompensa. Maria teve como recompensa a misericórdia que pôs na relação com Deus; Deus teve apenas de deixar que a misericórdia posta por Maria atingisse a sua plenitude. Assim com toda a misericórdia.

Assim com a misericórdia divina, sempre perfeita, infinitamente perfeita em ato no seio da Santíssima Trindade.

É esta misericórdia que permite, então, dizer ao Papa Francisco que a trave mestra da vida da Igreja é a misericórdia. Como não o ser?

Deste modo, a Igreja não é uma coisa histórica, ou física, ou institucional, mas é, antes, vida e vida que é misericórdia. Só no seio desta e como liturgia a esta vida de misericórdia faz sentido a sua natureza de coisa também física, também histórica, também institucional. Apenas esta vida de e em ato de misericórdia é capaz de fazer da Igreja algo de credível (MV, 10) não apenas junto de crentes em seu interior, de crentes em seu exterior, e de não crentes, mas, sobretudo, junto do próprio Deus, que, sendo a plenitude da misericórdia, não tolera a falta desta, como podemos ver em Job, com os falsos amigos, ou na triste narrativa de Sodoma e Gomorra, cujo suicídio se deveu à sua absoluta falta de misericórdia, contemplada e selada por Deus, que não salva através do uso da violência.

Ora, como diz o Papa em MV, 9, «o amor nunca poderia ser uma palavra abstrata.». Tal implica que, para que a misericórdia exista, tenha de haver atos de misericórdia em nós e connosco como na Santíssima Trindade, sendo que esta é paradigma, mas, como tal, fim a que tender em aproximação infinita.



É, então, a realidade concreta da misericórdia o lugar permanente das obras de misericórdia, corporal e espiritual, isto é, viva, dado que, na vida humana, em ato, não há distinção senão formal entre os dois âmbitos (sem o espírito, há um cadáver; sem o corpo, nada, pois nós não somos anjos com corpo). São tais obras:

1. Dar de comer aos famintos;
2. Dar de beber aos sedentos;
3. Vestir os nus;
4. Acolher os peregrinos;
5. Dar assistência aos enfermos;
6. Visitar os presos;
7. Enterrar os mortos;
8. Aconselhar os indecisos,
9. Ensinar os ignorantes;
10. Admoestar os pecadores;
11. Consolar os aflitos;
12. Perdoar as ofensas;
13. Suportar com paciência as pessoas molestas;
14. Rezar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.


O modelo destas obras é o próprio Cristo, em cuja vida encontramos atos modelares correspondentes a todos estes paradigmas, alguns deles de forma literal. Assim, ser misericordioso é agir segundo a plena realização das ações que estas catorze padronizações indicam. Se bem entendidas, cobrem todos os tipos possíveis de atuação possível na e da nossa vida, não apenas como Igreja, mas estendendo-se a toda a humanidade e definindo, deste modo, o caminho perfeito para o Reino de Deus ou a Cidade de Deus, cidade da plenitude do bem possível, designação que cobre não apenas a referência religiosa cristã, mas a humanidade de sempre.

Podemos entender, assim, como a misericórdia é não apenas uma «coisa» cristã ou religiosa, na religião ou no cristianismo se esgotando, mas algo que está no centro mais profundo da possibilidade da própria humanidade, algo sem o qual a humanidade não tem futuro possível. A misericórdia, ainda que humanamente entendida é (como a caridade ou o amor) o único ato que aguenta na perfeição o crivo laico do famoso imperativo categórico de Kant.

Onde podemos encontrar em termos cristãos esta misericórdia numa dimensão humana? Há um modelo humano para tal? Este modelo é universalizável, sem o que a humanidade está condenada a uma vã efemeridade mais ou menos longa no tempo, mas sempre demasiado breve?

Pensamos que sim.

O modelo perfeito é a Sagrada Família; é um modelo universalizável precisamente em sua essência e substância de ato de misericórdia; a sua universalização como ato de misericórdia é o único modo de tornar a humanidade em algo mais do que um vão sonho de Deus, sonho autodesprezado, autoaniquilado.

Maria, José e Emmanuel são o paradigma quer da humana família quer da humana misericórdia porque consubstanciam perfeitamente em sua relação o ato de pleno e indefetível amor criador de possibilidade de bem em que consiste a misericórdia. Não há família se não houver obras de misericórdia em ato. A plenitude da família corresponde à plenitude da realização das obras de misericórdia, quando necessárias. Não se trata de inventar obras desnecessárias, mas de as cumprir todas quando necessárias; todas concomitantemente se todas forem necessárias num mesmo momento.

A perfeita mãe é quem as cumpre a todas segundo o modo necessário exposto; o mesmo acontece quer com o perfeito pai quer com o perfeito filho.

É esta perfeição atual que constitui a família: sem ela não há família; com ela há sempre família. A naturalidade na e da família reside no ato de misericórdia, não em qualquer estrutura física ou biológica: não há relação biológica entre Emmanuel e José, nem por isso José deixa de ser o perfeito pai de Emmanuel e este o perfeito filho de José.

A família replica, assim, o ato criador de Deus, que não é um ato físico, embora instaure a física, mas um ato espiritual, precisamente o ato do dom de misericórdia mais grandioso que existe e que realiza a transformação do nada de nós no tudo da nossa possibilidade através do amor criador. A família prolonga esta capacidade criadora, prolongando também essa outra forma de misericórdia que é a providência divina, na forma da humana dedicação amorosa, previdente e providente, possibilitadora da manutenção terrena do ser humano na existência. É um bem-agir que corresponde à operação ativa de um bem-querer, que é um querer que o outro seja e seja bem. Ora esta é a ação criadora e providencial de Deus, dada como possibilidade à criatura humana, isto é, a misericórdia divina dada como possibilidade de misericórdia humana.

Misericórdia é, assim, um ato de providência, divina ou humana, que permite que o absoluto do que é seja. É a mesma definição do amor.

A misericórdia divina é o sustentáculo de todo o ser criado e a porta aberta para a salvação de toda a criatura, mormente da humana, que tem apenas de aceitar beber o doce cálice da misericórdia humana. Uma universal libação com tal cálice corresponderia à Cidade de Deus, universal família espiritual.


Américo Pereira
Universidade Católica Portuguesa, Faculdade de Ciências Humanas
Publicado em 06.11.2015
 


“Misericordiae vultus”: Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia (papa Francisco)


 



OBRAS+DE+MISERICORDIA[1]

Os Frutos da

MISERICÓRDIA

de Deus


Tende_Misericordia_Senhor Jesus_Misericordioso_101 Fonte de misericordia
terco-da-misericordia-11[1] Novena_misericórdia

O Pai Misericordioso.



Para revelar que Jesus é compassivo misericordioso o autor do Evangelho de São Lucas investiu 07 versículos (S. Lc 7,11 17). Para revelar que um samaritano é tal como Jesus, São Lucas dedicou 09 versículos (S. Lc 10,29 37). Agora, para revelar que Deus é compassivo misericordioso São Lucas escreveu 22 versículos.

Leia o texto:


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“O Pai das Misericórdias”


Segundo o evangelho de São Lucas, a parábola do Filho Pródigo, melhor dizendo, do Pai Misericordioso, é destinada, prioritariamente aos fariseus e escribas (homens que se escandalizavam com o jeito de ser e de agir de Jesus) com o objetivo de despertar conversão, ao fazê los refletir que eles são mais pecadores que os publicanos. Jesus diz, indiretamente, a eles: Sejam também vocês compassivo misericordiosos, assim como o Pai!

Jesus não “ensina o pai nosso ao vigário”, ensina Compaixão misericórdia aos não compassivo misericordiosos. Na parábola, “o irmão mais novo representa todos os marginalizados e excluídos da sociedade “justa, limpa, sadia e higiênica”; o filho mais velho, o emburrado, representa os escribas, fariseus, …, enfim todos os pretensos “justos e impecáveis” . São pessoas limpas por fora, mas egocêntricas e ensimesmadas. São pessoas que experimentam prazer em humilhar, em marginalizar, em espalhar defeitos e falhas dos outros; sentem-se os donos da verdade, os iluminados. O filho mais velho não é só pessoas, pode ser também sistema capitalista – uma indústria de moer vidas – também na sua engrenagem injusta, insensível e implacável para com os excluídos.

Nome melhor para a parábola seria: A parábola do Pai Compassivo misericordioso, pois quem está no centro é o Pai e não o Filho que retorna.

A parábola tem lastro histórico, é criado a partir de tijolos da realidade histórica, é uma história da vida, como evidencia a nomeação de céu (Deus) nos vv. 18 e 21: “Pai, pequei contra o céu e contra ti”. No entanto, pela postura do pai ele é visto como imagem de Deus (Lc 15,20).

A parábola revela um Deus que é só amor ao mostrar que o Pai acolhe o filho simplesmente por estar movido pela Compaixão e não por uma tática para conseguir o que supostamente lhe interessava (que o filho confessasse seus pecados e assim pusesse em ordem sua vida). A misericórdia de Deus é modelo por excelência para quem quer ser misericordioso. O Pai realiza a Espiritualidade da Compaixão Misericórdia na sua plenitude. É um processo que inclui vários passos interligados e interdependentes, semelhantes aos de Jesus ao “reviver” o filho único da viúva de Naim e do bom samaritano:

1º) O Pai respeita a liberdade do Filho. Este quer partir e o Pai deixa. Não o priva da liberdade para lhe dar segurança (pão). O Pai silencia se frente à fala do Filho (Lc 15,12). “Não é possessivo, nem autoritário. O Pai aceita, sem murmurar, sua condenação à morte simbólica no pedido do filho mais moço para dividir a herança… É Pai que sabe esconder sua decepção na hora da partida, mas não sua emoção na hora do retorno, longamente esperado” . O Pai age pedagogicamente contribuindo para o processo de personalização do Filho. Deixa que este experimente a vida. Não o tutela. É pela experiência que o filho “cai em si” (Lc 15,17), se desaliena, converte se. Decide voltar para o encontro com o Pai. Discurso e práticas tutelares impedem a pessoa de crescer em humanidade. Dificulta a pessoa “cair em si” (Lc 15,17).

2º) O Pai vê de longe! (Não é um pai patriarcal: durão, autoritário e todo poderoso. “É uma mãe”!) Nós, na maioria das vezes, não vemos ou não queremos ver nem de perto. O olhar de Deus é penetrante e benevolente na relação com os perdidos. Supera o nosso olhar em muito. Deus vê de longe e em profundidade. “Tu me sondas e conheces; conheces meu sentar e meu levantar, de longe penetras o meu pensamento;… Teus olhos viam o meu embrião” (Sl 138,1 2.16). O Pai vê com ternura e benevolência. Vê não só com os olhos. Nem só com a cabeça, vê também, e principalmente, com o coração, os braços, os pés; enfim vê com o corpo todo. Pois o coração vê realidades que a cabeça não vê. Os braços vêem realidades que a cabeça não vê. E os pés vêem realidades que a cabeça não vê.

3º) O Pai se comove (esplangnisthè, em grego)! A comoção parece ser súbita, muito mais rápida do que a nossa. A saudade do Filho se transforma de repente em esperança. A alegria toma conta de todo o corpo do Pai, contagia o integralmente. A dor se transforma em alegria! Importante ressaltar que não só a dor e o sofrimento comovem as pessoas. A beleza, a saudade, gestos gratuitos também nos comovem. O Pai não se contenta em se aproximar do filho que retorna à casa paterna caminhando devagar.

4º) O Pai corre ao encontro do filho. “Correu! (Lc 15,20). Isto é para um oriental idoso totalmente incomum e abaixo de sua dignidade, mesmo quando tem muita pressa” . A misericórdia do Pai supera em muito as expectativas do filho e a cultura oriental. Não o acolhe como empregado, mas como o melhor dos filhos. Não apenas lhe dá comida.

5º) O Pai beija o filho inúmeras vezes. “Beijou o” (Lc 15,20). O beijo é, como em IISm 14,33, sinal do perdão. O Pai trata o filho não como um empregado, mas como um hóspede de honra.

6º) O Pai faz festa para o filho que volta à vida. No v. 22, o Pai dá três ordens. “São comparadas a Gn 41,42 onde José, depois de entronizado como grão vízer do Egito, recebe um anel, uma roupa de linho precioso e um colar de ouro. Vem em primeiro lugar a veste festiva; significa no Oriente uma alta distinção… Por a nova veste é figura do tempo da salvação… Anel significa plenos poderes. Sapatos são um luxo; é o homem livre que os usa: o filho não deve mais andar de pés no chão como um escravo… Carne só se comia raramente. As três ordens são uma publicação do perdão e do restabelecimento na condição de filho. ” O filho esperava ser recebido dentro de uma Espiritualidade da Lei que prescrevia a punição para a transgressão, mas foi recebido dentro de uma Espiritualidade da Compaixão Misericórdia, o que superou em muito a sua expectativa. Constatamos aqui um banho de misericórdia. A Misericórdia de Deus devolve a identidade ao filho. Ele volta a ser pessoa, a sentir se amado e disposto a amar. Ele que pensava ser um empregado, pela Compaixão Misericórdia do Pai, descobre que continua sendo filho. E não filho de qualquer pai, mas de um pai compassivo misericordioso. A Compaixão transborda em amor gratuito. Deus, não apenas, acaba com a dor do outro, mas faz festa com o marginalizado que volta. Deus não apenas transforma a dor em não dor, mas a transforma em alegria, em prazer. A misericórdia de Deus realmente transcende qualquer definição ou expectativa humana. A Compaixão é caminho que leva ao perdão, à misericórdia, ao amor gratuito.


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Foto: Pai Das Misericórdias – Canção Nova – Wallpaper


7º) A misericórdia do Pai se estende também ao filho mais velho. Não o exclui. O Pai desconsidera a indignação deste filho. Este não reconhece o irmão como irmão, mas trata o como Filho do seu pai: “Esse teu filho…” (Lc 15,30). O Pai vai ao encontro deste filho para mostrar lhe que Ele é Pai de ambos os filhos e que estes devem ser fraternos: “Esse teu irmão…” (Lc 15,32). A Misericórdia de Deus não exclui ninguém, mas constrói a fraternidade a partir dos excluídos, as vítimas.

Por esta parábola podemos concluir: Deus é assim: tão bondoso, tão gracioso, tão cheio de Compaixão e misericórdia, tão superabundante no amor. Sua maior alegria é a de perdoar.


Fonte: http://www.abiblia.org – Gilvander Moreira



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MISERICÓRDIA

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terco-da-misericordia-11[1] Novena_misericórdia

Os Frutos da Misericórdia de Deus.

 



COMO TRANSMITIR A MISERICÓRDIA DO PAI ?


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TER UMA BOA INTENÇÃO SOMENTE NÃO BASTA. 

É PRECISO TER ATITUDES QUE TRANSMITAM A MISERICÓRDIA DO PAI


Caros amigos, muitos cumprimentos tenho recebido desde a Cerimônia de Dedicação do Santuário do Pai das Misericórdias e vejo a felicidade e a alegria de todos quando falam da sua visita ao Santuário. Amigos, parentes, sócios, padres de outras cidades e até engenheiros me parabenizam por essa magnífica obra arquitetônica. Mas, um dia, olhando bem e prestando atenção naquele lindo mosaico do filho pródigo e passando os olhos em toda a obra construída, fui mais além e perguntei a Deus: como podemos viver a misericórdia do Pai?


OBRAS+DE+MISERICORDIA[1]


Dom João Inácio Müller, bispo da nossa diocese de Lorena (SP), fala-nos que “o Santuário é cada um de nós”. Com nosso viver e nossas atitudes, sejamos presença visível e tangível da misericórdia do Pai. Perguntei a Deus: “Senhor, como podemos viver essas obras de misericórdia?” Abri, então, o Catecismo da Igreja Católica e corri os olhos no parágrafo que fala das Obras da caridade e da Misericórdia: instruir, aconselhar, consolar, confortar são obras de misericórdia espiritual, como também perdoar e suportar com paciência. As obras de misericórdia corporal consistem em dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, dar moradia aos desabrigados e assim por diante.

Será que estamos vivendo bem essas obras? Será que estamos voltando o nosso olhar aos mais necessitados? Sempre temos tempo de visitar uma igreja, ajoelhar e conversar com Deus sobre os problemas do dia a dia. Mas para visitar um doente num hospital, um idoso no asilo, consolar uma pessoa que precisa de um ombro amigo, será que temos tempo?

Peçamos ao Pai que nos conceda a graça de realizarmos as Obras de Misericórdia e termos um coração grato a Sua misericórdia para com a gente. E, por falar em ter um coração grato, agradeço a você sócio-evangelizador por olhar por nós e não deixar de contribuir com o seu algo a mais. Obrigado sempre!


Do seu irmão, 

Wellington Jardim (Eto)
Cofundador da Comunidade Canção Nova e administrador da FJPII

Fonte: Canção Nova



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MISERICÓRDIA

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Ato de consagração a Jesus Misericordioso.


Misericordia_Senhor_41




   CONSAGRAÇÃO À MISERICÓRDIA DIVINA 


“Ó Misericordiosíssimo Jesus, infinita é a Vossa bondade e inesgotáveis os tesouros da Vossa graça. Eu confio inteiramente na Vossa Misericórdia que está acima de todas as Vossas obras. Consagro-me a viver inteiramente no brilho esplendoroso de graça e amor que brotaram do Vosso Sagrado Coração na cruz.

Desejo imitar a Vossa Misericórdia praticando as obras de misericórdia espirituais e corporais, particularmente pela conversão dos pecadores, e dando auxílio, coragem e consolação a todos os que são pobres, infelizes ou doentes. Eu me entrego e abandono totalmente à Vossa Misericórdia, para que cuideis de mim como Vossa pertença e Vossa Glória. Tudo receio da minha fraqueza, mas tudo espero da Vossa Misericórdia. Fazei que toda a humanidade conheça o abismo insondável da Vossa Misericórdia e que ponha toda a sua confiança em Vás e Vos adore para sempre. Amém.

“Jesus, eu confio em Vós”

“Ó Sangue e Água que brotastes do Coração de Jesus como fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós” (D. 187).

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Jesus

MISERICÓRDIA

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Flash’s da Misericórdia Divina.


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686- Setembro. Primeira sexta-feira. À noite, vi a Mãe de Deus, com o peito descoberto transpassado por uma espada, derramando lágrimas amargas,e nos defendendo do terrível castigo de Deus. Deus quer nos aplicar um terrível castigo, mas não pode,porque a Mãe de Deus nos defende. Um medo terrível atravessou a minha alma. Rezo sem cessar pela Polônia, pela minha querida Polônia, que é tão pouco grata à Nossa Senhora. Se não fosse a Mãe de Deus, de pouco serviriam os nossos esforços. Intensifiquei meus esforços de orações e sacrifícios pela querida Pátria, mas vejo que sou uma gota diante da onda do mal. Como uma gota pode deter uma onda? Oh! sim. Por si só uma gota nada é, mas Convosco Jesus, enfrentarei corajosamente toda a onda do mal e até o inferno inteiro, pois Vossa Onipotência tudo pode.



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1146 (Diário de Santa Faustina)

Jesus diz a Santa Faustina: coloquem a esperança na Minha Misericórdia, os maiores pecadores.Eles têm mais direito do que os outros à confiança no abismo da Minha Misericórdia. Minha Filha, escreve sobre a minha Misericórdia,para as almas atribuladas. Causam-Me prazer as almas que recorrem à Minha Misericórdia. A estas almas concedo graças que excedem os seus pedidos.Não posso castigar, mesmo o maior dos pecadores, se ele recorre à Minha compaixão, mas justifico-o na Minha Insondável e Inescrutável Misericórdia. Escreve: Antes de vir como justo Juiz, abro de par em par as Portas da Minha Misericórdia. Quem não quiser passar pela Porta da Misericórdia, terá que passar pela Porta da Minha Justiça.



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1745- Infinita bondade de Deus ao enviar-nos Seu Filho Unigênito
Deus não condenastes o homem após a queda, mas, na Vossa Misericórdia,lhe perdoastes, como Deus, isto é, não somente lhe tiraste a culpa, mas lhe concedestes todas as graças. Fostes levado pela misericórdia,e Vós mesmo Vos dignastes descer até nós, e nos levantar da nossa miséria. Deus descerá à Terra, o imortal Senhor dos Senhores se rebaixará. Mas aonde descereis, Senhor? Será ao Templo do Salomão? Ou mandareis que vos seja construído um novo Santuário, onde pretendais descer? Ó Senhor, que santuário Vos prepararemos?, se a terra toda é o Vosso escabelo? Vós mesmo preparastes um Santuário para Vós: A Santíssima Virgem. o Seu Seio Imaculado é a vossa morada, e nela se realiza o inconcebível milagre de Vossa misericórdia, Senhor.

O Verbo se fez Carne, Deus habitou entre nós, o Verbo de Deus-A misericórdia Encarnada.Pela Vossa descida nos elevastes à Vossa Divindade. É o excesso do Vosso amor, é o abismo da Vossa Misericórdia. Assombram-se os Céus com esse excesso do Vosso amor. Agora ninguém teme aproximar-se de Vós, Sois o Deus de Misericórdia, tendes compaixão da nossa miséria, sois Nosso Deus, e nós o Vosso povo. Sois Nosso Pai, e nós Vossos Filhos pela graça . Bendita seja a Vossa Misericórdia, por Vós terdes dignado descer até nós.

1931- dia 22 de fevereiro


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47 – À noite, quando me encontrava  na minha cela, vi Nosso Senhor vestido de branco. Uma das mãos erguidas para a bênção, e a outra lhe tocava a túnica, sobre o peito. Da túnica entreaberta sobre o peito, saíam dois grandes raios, um vermelho e o outro pálido. Em silêncio, eu contemplava o Senhor,a minha alma estava cheia de temor; mas também de grande alegria. Logo depois, Jesus me disse:Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que está vendo, com a inscrição: Jesus eu confio em Vós. Desejo que esta Imagem seja venerada, primeiramente,  na vossa capela e, depois no mundo inteiro. Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá. Prometo também, já aqui na Terra, a vitória sobre os inimigos e, especialmente, na  hora da morte. Eu mesmo a defenderei como Minha própria glória.
Diário de Santa Faustina pag. 33- trechos 47 e 48


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49- Quando falei disso ao confessor, recebi esta resposta: Isso diz respeito a tua alma. Disse-me assim: Pinta a imagem de Deus, na tua alma.Quando saí do confessionário, ouvi novamente estas  palavras vindas de Jesus:
A Minha Imagem já está na tua alma. Eu desejo que haja a Festa da Misericórdia. Quero que esta Imagem,que pintarás com o pincel, seja benzida solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse domingo deve ser a Festa da Misericórdia.



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50- Desejo que os sacerdotes anunciem essa Minha grande misericórdia para com as almas pecadoras. Que o pecador não tenha medo de se aproximar de Mim. Queimam-Me as chamas da misericórdia; quero derramá-las sobre as almas.
Jesus queixou-se diante de mim com estas palavras:
A falta de confiança das almas dilacera-Me as entranhas. Dói-Me ainda mais a desconfiança da alma escolhida. Apesar do Meu amor inesgotável, não acreditam em Mim, mesmo a Minha morte não lhes é suficiente. Ai da alma que deles abusar!
Diário de Santa Faustina Pag. 34- trecho 50



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MISERIRDIA

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 Veja mais: https://frasesdesantos.wordpress.com/2010/06/22/frases-de-santa-faustina/

Ajude nosso Ministério a se manter forte.


Ajude-nos_com_orações


Ore por este Ministério!


Nosso Blog já completou seus sete anos de idade e ultrapassou a marca dos 7.500.000 de visualizações por pagina até esta data.

Ultrapassou em muito as nossas expectativas do princípio, mas como todo trabalho e principalmente um Ministério executado mediante uma vocação e um chamado Divinos passamos por momentos difíceis, porém não insuperáveis para aquele que confia na Misericórdia de nosso Deus.


Pedimos as vossas orações, para que Deus derrame sua graça sobre nós e principalmente sobre este Ministério Presentepravoce.

ainda retornaremos, a bateria esgotou …


A Armadura de Deus.


Orar no Espírito


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Como estudamos na Carta de São Paulo aos Efésios e especificamente no capítulo 6,10-18, somos guiados e instruídos por alguns conselhos espirituais para que possamos resistir aos ataques do inimigo que procura destruir as almas eternas de todos os homens e mulheres. São Paulo, nesta passagem clara e sucinta das Sagradas Escrituras, que chegou até nós através dos tempos, apresenta um ensinamento claro e eficaz ao qual devemos aderir. Lembrando-nos de que devemos, em primeiro lugar, buscar nossa força no Senhor e em seu poder (EF 6,10), São Paulo passa a relacionar as peças da armadura que um soldado romano usava para defender-se e também para atacar o inimigo, e os usa simbolicamente para nos ensinar como devemos usar a armadura espiritual que Deus nos deu para nos defender e derrotar o inimigo.

São Paulo então conclui com uma exortação à oração: “Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos”. Através do derramamento do Espírito Santo em Pentecostes e da promessa de que “A promessa é para vós, para os vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus” (Atos 2,39), podemos fortalecer-nos no Espírito Santo e usar os dons que Ele deu à Igreja, especialmente o dom da oração em línguas, como um meio para combater os ataques de Satanás e seus demônios, dos principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso” (Ef 6,12).

A oração é uma arma poderosa em nosso arsenal espiritual, mantendo-nos firmemente enraizados na única fonte de poder disponível para nós, ou seja, Jesus Cristo, o Filho do Deus Vivo, nosso Salvador e Redentor; Aquele que derrotou Satanás e todos os seus domínios. Assim, São Paulo nos exorta a usar orações e petições de todo tipo.

Comecemos com este dom surpreendente de oração que flui para nós através da ação do Espírito Santo — o dom da oração no Espírito. Nele, ignoramos nossa própria inteligência e conhecimento, entrando em uma profunda união com o coração e a mente de Deus. Nesta forma de oração, estamos literalmente tocando na perfeição da oração que fortalece e edifica a alma daquele que está rezando. “Aquele que fala em línguas edifica-se a si mesmo”. (1 Cor 14,4)

Todos nós, às vezes, sentimos dificuldade em orar. Nossa linguagem e intelecto humanos falham em expressar o gemido de nossas almas, especialmente em tempos de grande provação, dor, sofrimento ou ataques espirituais. O inimigo, procura confundir a alma para semear sementes de dúvida e até de desespero. Rapidamente ficamos sem palavras em nosso próprio idioma, mas ao usar o carisma de línguas, a alma abandona-se ao coração de Deus e o próprio Senhor forma os gemidos que saem de nossa boca como se fosse uma linguagem oculta expressando Sua oração mais perfeita nas situações que enfrentamos.

São Paulo nos exorta a “rezar constantemente”, a perseverar na oração. Mais uma vez, em nossa condição humana, desistimos facilmente de orar, muitas vezes orando no Espírito por apenas alguns minutos ou até menos, alguns poucos segundos.
Muitos de nós só usamos este carisma quando estamos em uma reunião de oração pública, raramente usando-o, se usamos, em nossa oração pessoal ou ao longo do dia. Deus nos deu esse dom, não apenas para nossa edificação pessoal, mas também como um meio de intercessão.


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Deus, que conhece cada necessidade, nos convida a participar na obra da salvação. Perante as necessidades esmagadoras do mundo, seríamos esmagados pela enormidade da batalha que está ocorrendo à nossa volta.

No entanto, usando este dom de línguas, nossa oração no Espírito transcende o natural e une-se ao Deus Todo-Poderoso e Seu desejo pelo mundo.

Portanto, cultivemos novamente este dom de línguas, rezando no Espírito durante o dia, mantendo-nos sempre em união com o Espírito Santo e Sua obra de construir o corpo de Cristo, a Igreja.

Cada vez mais, até mesmo dentro da Renovação Carismática Católica, o uso dos carismas tem diminuído em algumas áreas ao ponto de não ouvir-se mais a manifestação do dom de línguas. Seria uma tragédia se, mais uma vez, permitíssemos que estes dons morressem na vida da Igreja. Eles nunca serão totalmente extintos, mas o Espírito Santo tem sido derramado sobre nós nesta grande renovação que tem se espalhado no mundo e que nos foi dada por Deus, especificamente para estes tempos graves e perigosos em que vivemos.

Não devemos considerá-los sem seriedade ou colocá-los de lado, como se fossem supérfluos, em nossos relacionamentos com Deus. Até São Timóteo foi chamado a “reavivar a chama do Dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos” (2 Tim 1, 6). Nós também devemos reavivar a chama do dom de Deus, em um zelo e desejo ardente para que os dons de Deus sejam renovados em nós a fim de podermos cumprir os planos de Deus para nós e para Sua Igreja nesta era.
Alguns considerariam o dom de línguas como o menor entre os dons, mas São Paulo deseja que todos falemos em línguas (1Cor 14,5).

Ele afirma: “Graças a Deus que possuo o dom de línguas superior a todos vós” (1 Cor 14,18).

Se permitimos que este dom tenha diminuído em nossa vida de oração pessoal, arrependamo-nos e manifestemos este dom diariamente, usando-o como uma arma poderosa contra as táticas do inimigo.

Para aqueles que nunca usaram este dom ou sentem que Deus não lhes deus este dom, você poderia perguntar: “Como receber este dom da oração?” Basta pedir, conforme Cristo nos instruiu em Lucas 11,10-13.

Coloque seu coração nos dons espirituais, como Paulo nos instrui em 1 Cor 14,1. Lembre-se que, para a manifestação deste carisma, devemos fazer a parte natural e Deus faz o sobrenatural. Para orar no Espírito, temos que abrir nossas bocas e formar sons usando nossas cordas vocais.

O Espírito Santo formará então estes sons em línguas desconhecidas e conhecidas, formando uma oração perfeita à medida que colocamos nossa total confiança em Deus.

Um exemplo de Deus usando o natural sobrenaturalmente pode ser visto quando Pedro caminha sobre as águas. Jesus convida Pedro a ir até Ele sobre as águas. Pedro fisicamente sai da barca e caminha naturalmente. Cristo faz o sobrenatural, mantendo Pedro na superfície. Somente quando Pedro desvia seu olhar de Cristo é que ele começa a afundar.

Da mesma forma, nós também devemos manter nossos olhos em Jesus, formando os sons e permitindo que o Espírito Santo faça o sobrenatural.

São Paulo fala que devemos rezar usando orações e petições de todo o tipo. Concentramo-nos inicialmente no carisma de orar no Espírito. Isto não nega, absolutamente, as muitas outras formas de oração que Deus nos deu para lutar contra a ação do inimigo. A oração formal usada com atenção nós dá palavras em uma linguagem compreensível para nos ajudar a concentrar nossos pensamentos enquanto oramos.

A oração mais perfeita é o Pai Nosso, que nos dado pelo próprio Cristo Jesus em resposta a um pedido do Apóstolo: “Senhor, ensina-nos a rezar”.

O Pai Nosso inclui uma oração de libertação e proteção contra o inimigo. Satanás despreza essa oração, portanto, use-a com freqüência, pronunciando cada palavra e frase com atenção.

Naturalmente, dentro do Rosário, o Pai-Nosso precede cada dezena e Maria, que é a inimiga de Satanás, (Gen 3,15), consistentemente tem exortado seus filhos a usar o Rosário como uma arma poderosa nessa guerra espiritual. Em minha própria vida, nos momentos de grande tensão e crise, tenho me voltado para Maria, rezando o Rosário a fim de trazer paz e confiança para minha alma.

Até mesmo o ato físico, de passar conta por conta no terço, restaura a calma em nosso corpo, alma e espírito.

A Eucaristia é a fonte e o ápice da vida Cristã; a mais alta forma de oração que nos auxilia diariamente a nos mantermos fiéis e assim poder enfrentar cada ataque em nossas vidas. Jesus está verdadeiramente conosco no Corpo, Sangue, alma e Divindade. A Eucaristia é verdadeiramente um vislumbre do céu aqui na terra (Ecclesia de Eucharistia, 19). A Missa e comunhão diárias são a própria fonte de nosso pão de cada dia, o corpo de Cristo. Podemos diariamente nos aproximar de Jesus, presente no Tabernáculo ou exposto no Santíssimo Sacramento, usando a oração no Espírito para nos unir a Cristo.

Existem muitas outras orações que podemos usar nesta batalha espiritual aproveitando a riqueza da nossa herança católica: A oração para São Miguel, Lembrai-vos (Memorate), Via Sacra, Ladainhas especialmente ao Sagrado Coração de Jesus.
Deus, em seu amor por nós, equipou-nos para esta hora e lugar. Nós, assim como aqueles que vieram antes de nós, devemos continuar a lutar esta guerra pelas almas da humanidade até que Cristo retorne em glória.

Perseveremos até o final, como São Paulo fez e nos deu o exemplo: “Tornai-vos os meus imitadores, como eu o sou de Cristo”. (1 Cor 11,1)

 Fonte: RCC Ibicaraí


Revesti-vos da Armadura de Deus
O Alpinista Como_Orar

ORAÇÃO PEDINDO A MISERICÓRDIA DE DEUS!!!



Pecadora perdoada


Misericórdia divina,


Mais sublime do que os céus, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Fonte de milagres e prodígios, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que envolve o universo todo, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que desce ao mundo na Pessoa do Verbo encarnado, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que brotou da chaga aberta do coração de Jesus, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Encerrado no coração de Jesus para nós e sobretudo para os pecadores, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Imperscrutável na instituição da Eucaristia, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
No sacramento do santo batismo, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Na nossa justificação por Jesus Cristo, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que nos envolve de modo particular na hora da morte, eu confio em vós. 

Misericórdia divina,
Que nos concede a vida imortal, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que nos acompanha em todos momento da vida, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que nos defende do fogo do inferno, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Na conversão dos pecadores endurecidos, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Enlevo para os anjos, inefável para os santos, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Insondável em todos os mistérios divinos, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Fonte de nossa felicidade e alegria, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que do nada nos chama para a existência, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que abrange todas as obras de Suas mãos, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que coroa tudo que existe e que existirá, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Na qual somos imersos, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Doce consolo para os corações atormentados, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Única esperança dos desesperados, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Repouso dos corações, paz em meio ao terror, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Delícia e êxtase dos santos, eu confio em vós.

Misericórdia divina,
Que desperta a confiança onde não há esperança, eu confio em vós.

Ó Deus eterno, em quem a misericórdia é insondável e o tesouro da compaixão é inesgotável, olhai propício para nós e multiplicai em nós a Vossa misericórdia, para que não desesperemos nos momentos difíceis, nem esmoreçamos, mas nos submetamos com grande confiança a Vossa santa vontade, que é amor e a própria misericórdia.

Amém


Jesus

MISERICÓRDIA

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ORAÇÃO PEDINDO GRAÇAS
PELA INTERCESSÃO DA SANTA IRMÃ FAUSTINA


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Oração para todos os dias

Jesus Misericordioso, eu confio em Vós.

Jesus Misericordioso, eu confio em Vós.

Jesus Misericordioso, eu confio em Vós.

Ó Deus de grande Misericórdia, bondade infinita, toda a humanidade clama do abismo da sua miséria a Vossa Misericórdia, a Vossa Compaixão. Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta terra. Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que com as nossas próprias forças não temos condições de nos elevar até Vós, por isso suplicamos, adiantai-vos ao nosso pedido com a Vossa graça e multiplicai em nós sem cessar a Vossa Misericórdia, para que cumpramos a Vossa Santa Vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa Misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a vossa vinda última, dia que somente a Vós é conhecido, e esperemos que alcancemos tudo que nos foi prometido por Cristo, apesar de toda a nossa miséria, porque Cristo é a nossa confiança; pelo seu Coração Misericordioso, como por uma porta aberta, esperamos entrar no Céu. E hoje faço o meu pedido

(faça o seu pedido)

Eterno Pai, olhai com misericórdia para toda humanidade, encerrada no Coração compassivo de Jesus, mas especialmente para os pobres pecadores. Pela Sua dolorosa Paixão, mostrai-nos a Vossa misericórdia, para que glorifiquemos e propaguemos a Vossa misericórdia por toda a eternidade. Amém.

Jesus Misericordioso, eu confio em Vós.

Jesus Misericordioso, eu espero em Vós.

Jesus Misericordioso, eu confio em Vós.

 

Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Deus santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Deus santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Deus santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.


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Foi Deus


ORAÇÃO PEDINDO GRAÇAS
PELA INTERCESSÃO DA SANTA IRMÃ FAUSTINA


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Santa Faustina

Ó Jesus, que fizestes de Santa Faustina uma grande devota da Vossa imensurável misericórdia, dignai-vos, por intermédio dela, caso isso esteja de acordo com a Vossa santíssima vontade, conceder-me a graça …………………., que Vos peço. Eu, pecador, não sou digno da Vossa misericórdia, mas olhai para o espírito de sacrifício e devotamento da Irmã Faustina e recompensai a sua virtude atendendo aos pedidos que por sua intercessão com confiança Vos apresento.

Pai nosso…
Ave Maria…
Glória ao Pai…


Santa Faustina, orai por nós.


“O próprio Senhor me estimula a escrever orações
e hinos sobre a Sua misericórdia…” (Diário, 1593).

ORAÇÕES DE SANTA IRMÃ FAUSTINA


“Ó Jesus estendido na cruz, suplico-Vos, concedei-me a graça de sempre, em toda parte e em tudo cumprir fielmente a Santíssima vontade de Vosso Pai. E, quando essa vontade de Deus me parecer penosa e difícil de cumprir, então suplico-Vos, Jesus, que das Vossas Chagas desça para mim força e vigor, e que a minha boca repita: Seja feita a Vossa vontade, Senhor. (…) Jesus cheio de compaixão, concedei-me a graça de me esquecer de mim mesma, a fim de viver inteiramente para as almas, ajudando-Vos na obra da salvação, segundo a santíssima vontade de Vosso Pai…” (Diário, 1265).

“Desejo transformar-me toda em Vossa misericórdia, para tornar-me o Vosso reflexo vivo, ó meu Senhor! Que a Vossa misericórdia, que é insondável e de todos os atributos de Deus o mais sublime, se derrame do meu coração e da minha alma sobre o próximo.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus olhos sejam misericordiosos, de modo que eu jamais suspeite nem julgue as pessoas pela aparência externa, mas perceba a beleza interior dos outros e possa ajudá-los.
Ajudai-me, Senhor, para que os meus ouvidos sejam misericordiosos, de modo que eu esteja atenta às necessidades dos meus irmãos e não me permitais permanecer indiferente diante de suas dores e lágrimas.
Ajudai-me, Senhor, para que a minha língua seja misericordiosa, de modo que eu nunca fale mal dos meus irmãos; que eu tenha para cada um deles uma palavra de conforto e de perdão.
Ajudai-me, Senhor, para que as minhas mãos sejam misericordiosas e transbordantes de boas obras, nem se cansem jamais de fazer o bem aos outros, enquanto aceite para mim as tarefas mais difíceis e penosas.
Ajudai-me, Senhor, para que sejam misericordiosos também os meus pés, para que levem sem descanso ajuda aos meus irmãos, vencendo a fadiga e o cansaço (…)
Ajudai-me, Senhor, para que o meu coração seja misericordioso e se torne sensível
a todos os sofrimentos do próximo. (…) Ó meu Jesus, transformai-me em Vós, porque Vós tudo podeis” (Diário, 163).

“Rei de Misericórdia, guiai a minha alma” (Diário, 3).

“Amor Eterno, chama pura, ardei sem cessar no meu coração e divinizai todo o meu ser de acordo com a Vossa eterna predileção, pela qual me chamastes à existência e convocastes à participação na Vossa felicidade eterna” (Diário, 1523).

“Ó Deus misericordioso, que não nos desprezais, mas nos cumulais sem cessar com as Vossas graças! Vós nos tornais dignos do Vosso Reino e, em Vossa bondade, preencheis com homens os lugares deixados pelos anjos ingratos. Ó Deus de grande misericórdia, que afastastes o Vosso santo olhar dos anjos revoltados e o voltastes para o homem contrito, seja dada honra e glória à Vossa insondável misericórdia” (Diário, 1339).

“Ó Jesus, desejo viver o momento presente, viver como se este dia fosse o último da minha vida: aproveitar cuidadosamente cada momento para a maior glória de Deus; fazer uso de cada circunstância, de tal maneira que a alma possa tirar proveito. Olhar para tudo do ponto de vista de que nada suceda sem a Vontade de Deus. Deus de insondável misericórdia, envolvei o mundo todo e derramai-Vos sobre nós, pelo compassivo Coração de Jesus” (Diário, 1183).

“Ó Deus de grande misericórdia, bondade infinita, eis que hoje a Humanidade toda clama do abismo da sua miséria à Vossa misericórdia, à Vossa compaixão, ó Deus, e clama com a potente voz da sua miséria. Ó Deus clemente, não rejeiteis a oração dos exilados desta Terra. Ó Senhor, bondade inconcebível, que conheceis profundamente a nossa miséria e sabeis que, com nossas próprias forças, não temos condições de nos elevar até Vós, por isso Vos suplicamos: adiantai-Vos ao nosso pedido com a Vossa graça e aumentai em nós sem cessar a Vossa misericórdia, a fim de que possamos cumprir fielmente a Vossa santa vontade durante toda a nossa vida e na hora da morte. Que o poder da Vossa misericórdia nos defenda dos ataques dos inimigos da nossa salvação, para que aguardemos com confiança, como Vossos filhos, a Vossa vinda última, dia que somente Vós conheceis…” (Diário, 1570).


FRUTOS DA ORAÇÃO


“É pela oração que a alma se arma para toda espécie de combate. Em qualquer estado em que se encontre, a alma deve rezar. Tem que rezar a alma pura e bela, porque de outra forma perderia a sua beleza; deve rezar a alma que está buscando essa pureza, porque de outra forma não a atingiria; deve rezar a alma recém-convertida, porque de outra forma cairia novamente; deve rezar a alma pecadora, atolada em pecados, para que possa levantar-se. E não existe uma só alma que não tenha a obrigação de rezar, porque toda a graça provém da oração” (Diário, 146).

“…a alma deve ser fiel à oração, apesar dos tormentos, da aridez e das tentações, porque em grande parte e principalmente de uma oração assim depende, às vezes, a concretização de grandes desígnios de Deus. E, se não perseveramos nessa oração, transtornamos o que Deus queria realizar através de nós, ou em nós. Que toda alma se lembre destas palavras: E, estando em agonia, rezou mais longamente” (Diário, 872).

“A paciência, a oração e o silêncio – eis o que fortalece a minha alma. Há ocasiões em que a alma deve calar-se e não lhe convém conversar com as criaturas. São momentos em que não está satisfeita consigo mesma (…) nestes momentos vivo exclusivamente pela fé…”
(Diário, 944).

“O silêncio é como a espada na luta espiritual (…) A alma recolhida é capaz da mais profunda união com Deus, ela vive quase sempre sob a inspiração do Espírito Santo. Deus opera sem obstáculo na alma silenciosa” (Diário, 477).

“Devemos rezar, muitas vezes, ao Espírito Santo pedindo a graça da prudência.
A prudência compõe-se de: ponderação, consideração inteligente e propósito firme. Sempre a decisão final pertence a nós” (Diário, 1106).

PRÓXIMO >> A Novena à Divina Misericórdia. A Festa da Misericórdia. A Hora da Divina Misericórdia

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