Meu Corpo, Minhas Regras.


My Body, My Rules.


censura[1]

E AGORA QUE A CENSURA FOI CENSURADA SE PODE DIZER QUALQUER COISA, ATÉ MESMO FAZER APOLOGIA A UM CRIME HEDIONDO E FICAR TOTALMENTE IMPUNE.


Esta frase por si só deveria ser PROIBIDA, pois faz apologia contra a obediência à grande maioria das leis existentes, não somente às leis Divinas como e principalmente às leis que regem à sociedade, pois coloca o ser individual particular acima do bem da coletividade como um todo.



ESTE É O TÍTULO DE UM FILME A SER VEICULADO NO BRASIL E QUE ESTÁ SENDO DIVULGADO POR UM VÍDEO DE MESMO NOME ONDE DIVERSOS ARTISTAS GLOBAIS EXPRESSAM SUAS OPINIÕES, OPINIÕES ESTAS QUE FICA BEM EVIDENCIADO QUE NÃO LHES PERTENCE POIS DIVULGA MENTIRAS, JÁ QUE AQUELAS PESSOAS NÃO SABEM DO QUE ESTÃO FALANDO E SIM APENAS REPETINDO UM TEXTO PRÉ-ELABORADO POR OUTRA PESSOA E GRAVADO DE ACORDO COM A VONTADE DE UM DIRETOR, LOGO ENTÃO SE PERCEBE QUE SE TRATA MESMO DE UM COMERCIAL E QUE COMO TODO COMERCIAL SEMPRE SE DIVULGA MENTIRAS PARA VENDER UM PRODUTO, SE O COMERCIAL DAS CERVEJAS USASSEM AS PESSOAS QUE DÃO ENTRADA NO PROTO SOCORRO TODAS ENSANGUENTADAS, QUEBRADAS E SEQUELADAS CERTAMENTE NÃO VENDERIAM NEM UM POR CENTO DO QUE A ALINE RISCADO VENDE MOSTRANDO O SEU CORPÃO DE VERÃO BRONZEADO NA TV E OLHA QUE CERVEJA NÃO TEM NADA A VER COM SEXO, POIS GERALMENTE AQUELE QUE MAIS TOMA CERVEJA É AQUELE QUE MENOS PRATICA SEXO JÁ QUE ESTARÁ SEMPRE DORMINDO E INCAPAZ DE TER UMA BOA PERFORMANCE SEXUAL.



A verdade é que uma propaganda de divulgação nem sequer exprime a opinião própria da pessoa e sim do patrocinador onde apenas a pessoa se faz instrumento em troca de dinheiro.

Neste caso, todos nós também temos o mesmo direito de expressar a nossa opinião sem ser ridicularizado como fazem com a Igreja que não aceita o aborto e agora até ridicularizaram o nome da mãe de Jesus usando expressões de ensinamento Cristão e deturpando traduções Bíblicas, sendo que nenhuma daquelas pessoas jamais estudou Aramaico, Latim ou Grego e agora querem opinar sobre a tradução daqueles que não apenas estudaram, mas também testemunharam o que viram e ouviram e que ficou escrito não apenas em um pedaço de papel e sim em varios livros e cópias que se difundiram em todo o mundo.

A opinião de nosso Blog será sempre contra o Aborto e agora ficamos estupefatos de ver que se é permitido no Brasil fazer campanha a favor de crimes, pois se o Aborto é um crime, logo, fazer campanha a favor ou divulgar ideias que colaboram com o abortismo seria um crime maior ainda, pois incentiva o crime e que no caso se equivaleria a permitir que qualquer um a qualquer momento mate o seu próprio filho ou o filho de outra pessoa sem responder criminalmente por este fato.  Equivaleria também a permitir que as pessoas que são contra o aborto se manifestassem radicalmente contra aqueles que são a favor, já que a ideia veiculada é que eu posso e devo fazer o que bem entender com o meu corpo, mesmo que a minha vontade seja contra e prejudique outra pessoa.

SE ESTA MODA PEGAR, ONDE É QUE IREMOS PARAR?

Veja o vídeo e manifeste também a sua indignação através de comentário abaixo e na pagina do YOUTUBE.

pelo que vemos até o momento o numero de comentários contra o vídeo é muito maior do que aqueles que são a favor.



Marcação atual. em 05/11/2015 13:55

168.144 visualizações e 2,280 like’s  e 10.378 rejeições




Meu Corpo, Minhas Regras – Olmo e A Gaivota

My Body, My Rules – Olmo and The Seagull



A_ameaça_do_genero Aborto_não_façam_o_mesmo_Pque_eu
MILAGRE DE LANCIANO

O Desafio do Rei!


O que as mulheres querem?

Uma pequena estória para demonstrar o valor e a sabedoria da mulher e que o segredo de um bom casamento e um lar feliz reside no tratamento de amor que o homem dedica à sua esposa e vice e versa.

MEDITAÇÃO EM POWER POINT

O_desafio_do_Rei

O jovem Rei Arthur foi surpreendido pelo monarca do reino vizinho, enquanto caçava furtivamente em um bosque. O Rei (vizinho) poderia tê-lo matado no ato, pois tal era o castigo para quem violasse as leis da propriedade. Contudo se comoveu ante a juventude e a simpatia de Arthur e lhe ofereceu a liberdade, desde que no prazo de um ano trouxesse a resposta a uma pergunta difícil. 

A pergunta era: O que realmente as mulheres querem? Semelhante pergunta deixaria perplexo até mesmo o homem mais sábio …,  Também ao jovem Arthur lhe pareceu impossível responde-la. Contudo aquilo era melhor do que a morte imediata, de modo que regressou ao seu reino e começou a interrogar as pessoas. 

A princesa, a rainha, as prostitutas, os monges, os sábios, o palhaço da corte, em suma, todos, e ninguém soube dar uma resposta convincente. Porém todos o aconselharam a consultar a velha bruxa, porque somente ela saberia a resposta.

1. O preço seria alto, já que a velha bruxa era famosa em todo o reino pelo exorbitante preço cobrado pelos seus serviços.

Chegou o último dia do acordado e Arthur não teve mais remédio senão recorrer à feiticeira. 

Ela aceitou dar-lhe uma resposta satisfatória, com uma condição:  primeiro teria que aceitar o seu preço.

Ela queria casar-se com Gawain, o cavaleiro mais nobre da mesa redonda e o mais intimo amigo do Rei Arthur! O jovem Arthur a olhou horrorizado: era feíssima, tinha um só dente, desprendia um fedor que causava náuseas até a um cachorro, fazia ruídos obscenos,

2. …nunca havia topado com uma criatura tão repugnante. Se acovardou diante da perspectiva de pedir a um amigo de toda a sua vida para assumir essa carga terrível. Não obstante, ao inteirar-se do pacto proposto Gawain afirmou que não era um sacrifício excessivo em troca da vida de seu melhor amigo.

3. A bruxa, de sabedoria infernal, então deu a sua resposta: “O que realmente as mulheres querem é:…”

4. “serem soberanas de suas próprias vidas!”

5.  Todos souberam no mesmo instante que a feiticeira havia dito uma grande verdade e que o jovem Rei Arthur estaria salvo.  Assim foi. Ao ouvir a resposta, o monarca vizinho lhe devolveu a liberdade. Porém, que bodas tristes foram aquelas … toda a corte assistiu e ninguém se sentiu mais desgarrado, entre o alívio e a angústia, do que o próprio Arthur. Gawain, entretanto, se mostrou cortês, gentil e respeitoso. A velha bruxa usou de seus piores hábitos, comeu sem usar talheres, emitiu ruídos e um mau cheiro espantoso.  

Chegou a noite de núpcias. 

Quando Gawain,  já se preparava para ir para a Cama, aguardava sua esposa, quando Ela apareceu …. 6. como a mais linda e charmosa mulher que um homem poderia imaginar! … Gawain ficou estupefato e lhe perguntou o que havia acontecido. 7. A jovem lhe respondeu com um sorriso doce, que como havia sido cortês com ela, ela , a metade do tempo se apresentaria com aspecto horrível e a outra metade com aspecto de uma linda donzela.

– Então ela lhe perguntou: 

Qual ele preferiria para o dia e qual para a noite? 

Que pergunta cruel… !

Gawain se apressou em fazer cálculos…

8. Poderia ter uma jovem adorável durante o dia para exibir a seus amigos e a noite na privacidade . . . . ? ?

Ou a noite ter em seu quarto uma bruxa espantosa ou, quem sabe, ter de dia uma bruxa e … 9. uma Linda Esposa nos momentos íntimos de sua vida conjugal.  ? ? ?

10.  Vocês o que teriam preferido ? . . . ? O que teriam escolhido ? ? ? A escolha que fez Gawain está logo mais abaixo, Porém, antes tome sua decisão.  É MUITO IMPORTANTE QUE SEJAM TOTALMNTE SINCEROS COSIGO MESMOS.

11. ? ? ? ? ?  12. ? ? ? ? ?

O nobre Gawain respondeu que deixaria ela escolher por si mesma. 13. Ao ouvir a resposta ela anunciou que seria uma linda jovem de dia e de noite, porque ele a havia respeitado e permitido ser dona de sua própria vida . . .

14. Moral da história:  Não importa se a mulher é bonita ou feia, No fundo, ela é sempre uma bruxa . . .  Ela se transformará   ! ! !

15. De acordo com a forma que você a tratar ! ! !

O preço será sempre alto demais, quando não soubermos valorizar o que recebemos, mas pode ser pouco quando a recompensa  for melhor do que se esperava !

16. Aprenderam ? ? ?

17. Presentepravoce.wordpress.com.br quarta-feira, 26 de agosto de 2015quarta-feira, 26 de agosto de 2015 03:20:18 AM03:20:18 AM Link’s para outras MensagensLink’s para outras Mensagens


O_Segredo_de_vencer_grandes_desafios Mensagens_Power_Point
Encontro de casais com Cristo ECC Consertar_o_mundo O_equilibrista_e_a_Fé


Saiba porque “Ideologia de gênero” é sinônimo de “caos social”.


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A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.

A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:

Em um velho manuscrito não publicado, escrito por Marx e por mim em 1846, encontro as palavras: ‘A primeira divisão de trabalho é aquela entre homem e mulher para a propagação dos filhos’. E hoje posso acrescentar: A primeira oposição de classe que aparece na história coincide com o desenvolvimento do antagonismo entre homem e mulher unidos em matrimônio monogâmico, e a primeira opressão de classe coincide com a do sexo feminino pelo sexo masculino[1].

Dentro da família, há uma segunda opressão – a dos filhos pelos pais – que Marx e Engels, no Manifesto Comunista (1848), pretendem abolir: “Censurai-nos por querer abolir a exploração das crianças por seus próprios pais? Confessamos esse crime”[2].

Fiel à sua raiz marxista, a ideologia de gênero pretende que, em educação, os pais não tenham nenhum controle sobre os filhos. Nas escolas, as crianças aprenderão que não há uma identidade masculina nem uma feminina, que homem e mulher não são complementares, que não há uma vocação própria para cada um dos sexos e, finalmente, que tudo é permitido em termos de prática sexual.

Note-se que a doutrina marxista não se contenta com melhorias para a classe proletária. Ela considera injusta a simples existência de classes. Após a revolução proletária não haverá mais o “proletário” nem o “burguês”. A felicidade virá em uma sociedade sem classes – o comunismo – onde tudo será de todos.

De modo análogo, a feminista radical Shulamith Firestone (1945-2012), em seu livro A dialética do sexo (1970), não se contenta em acabar com os privilégios dos homens em relação às mulheres, mas com a própria distinção entre os sexos. O fato de haver “homens” e “mulheres” é, por si só, inadmissível.

Como a meta da revolução socialista foi não somente a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a eliminação da própria classe econômica, assim a meta da revolução feminista deve ser não apenas a eliminação do privilégio masculino, mas a eliminação da própria distinção de sexo; as diferenças genitais entre seres humanos não importariam mais culturalmente[3].

Se os sexos estão destinados a desaparecer, deverão desaparecer também todas as proibições sexuais, como a do incesto e a da pedofilia. Diz Firestone:

O tabu do incesto é necessário agora apenas para preservar a família; então, se nós acabarmos com a família, na verdade acabaremos com as repressões que moldam a sexualidade em formas específicas[4].

Os tabus do sexo entre adulto/criança e do sexo homossexual desapareceriam, assim como as amizades não sexuais […] Todos os relacionamentos estreitos incluiriam o físico[5].

Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Firestone defende com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.

Ora, não é preciso uma inteligência extraordinária para perceber que os atos de homossexualismo são antinaturais. Nas diversas espécies, o sexo se caracteriza por três notas: a dualidade, acomplementaridade e a fecundidade.

Dualidade: há animais assexuados, como a ameba, que não têm sexo. Os animais sexuados, porém, têm necessariamente dois sexos. Não há uma espécie em que esteja presente apenas o sexo masculino ou apenas o feminino.

Complementaridade: os dois sexos são complementares entre si. E isso não se refere apenas aos órgãos de acasalamento e às células germinativas (gametas) de cada sexo. A fisiologia e a psicologia masculinas encontram na fisiologia e psicologia femininas seu complemento natural e vice-versa.

Fecundidade: a união de dois indivíduos de sexo oposto é apta a produzir um novo indivíduo da mesma espécie.

Percebe-se que nada disso está presente na conjunção carnal entre dois homens ou entre duas mulheres. Falta a dualidade, a complementaridade e a fecundidade próprias do verdadeiro ato sexual. Os atos de homossexualismo são uma grosseiríssima caricatura da união conjugal, tal como foi querida por Deus e inscrita na natureza.

A ideologia de gênero pretende, porém, obrigar as crianças a aceitar com naturalidade aquilo que é antinatural. Tal ideologia distingue o sexo, que é um dado biológico, do gênero, que é uma mera construção social. Gêneros, segundo essa doutrina, são papéis atribuídos pela sociedade a cada sexo. Se as meninas brincam de boneca, não é porque tenham vocação natural à maternidade, mas por simples convenção social. Embora só as mulheres possam ficar grávidas e amamentar as crianças e embora o choro do recém-nascido estimule a produção do leite materno, a ideologia de gênero insiste em dizer que a função de cuidar de bebês foi arbitrariamente atribuída às mulheres. E mais: se as mulheres só se casam com homens e os homens só se casam com mulheres, isso não se deve a uma lei da natureza, mas a uma imposição da sociedade (a “heteronormatividade”). O papel (gênero) de mãe e esposa que a sociedade impôs à mulher pode ser “desconstruído” quando ela decide, por exemplo, fazer um aborto ou “casar-se” com outra mulher.

Em 2010, o Ministério da Saúde publicou a cartilha Diversidades sexuais[6] com o objetivo único de inculcar nos adolescentes e jovens a ideologia de gênero. A eles é ensinado que o homossexualismo é não uma desorientação, mas uma “orientação sexual”. E mais: que tal “orientação” é natural e espontânea, e não depende da escolha da pessoa!

Hoje já se sabe que ser gay ou lésbica não é uma opção, porque não implica uma escolha. O (a) homossexual não opta por ser homossexual, assim como o (a) heterossexual não escolhe ser heterossexual, o mesmo acontecendo com os (as) bissexuais. É uma característica natural e espontânea[7].

Essa afirmação, apresentada como certeza (“hoje já se sabe…”) é duramente atacada pelo psicólogo holandês Gerard Aardweg, especialista em comportamento homossexual:

O infantilismo do complexo homossexual tem geralmente sua origem na adolescência, e em grau menor na primeira infância. […]. Não é, porém, durante a primeira infância que o destino do homossexual é selado, como muitas vezes defendem os homossexuais emancipistas, entre outros. Essa teoria ajuda a justificar uma doutrinação das crianças na educação sexual tal como: ‘Alguns de vocês são assim e devem viver de acordo com sua natureza’[8].


Ideologia_de_genero


Ora, não há uma “natureza homossexual”, pois o homossexualismo é, em sua essência, um vício contra a natureza. Isso, porém, os ideólogos de gênero proíbem que se diga. Para eles, somente os preconceituosos se opõem às práticas homossexuais. Tal “preconceito”, que eles desejam que se torne um crime a ser punido[9], recebe o nome pejorativo de “homofobia”.

O Projeto de Lei 8035/2010, que aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) para o decênio 2011-2020, trazia termos próprios da ideologia de gênero: “igualdade de gênero e de orientação sexual”, “preconceito e discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”. O Senado Federal, porém, em dezembro de 2013, aprovou um substitutivo (PLC 103/2012) que eliminou toda essa linguagem ideológica e ainda acrescentou como diretriz do Plano a “formação para o trabalho e a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade” (art. 2º, V). De volta à Câmara, o projeto agora enfrenta a fúria dos deputados do PT e seus aliados, que pretendem retirar os “valores éticos e morais” e reintroduzir o “gênero” no PNE, a fim de dar uma base legal à ideologia que o governo já vem ensinando nas escolas.

Nem todos compreendem a importância e a extensão do problema. A vitória da ideologia de gênero significaria a permissão de toda perversão sexual (incluindo o incesto e a pedofilia), a incriminação de qualquer oposição ao homossexualismo (crime de “homofobia”), a perda do controle dos pais sobre a educação dos filhos, a extinção da família e a transformação da sociedade em uma massa informe, apta a ser dominada por regimes totalitários.

É a própria família brasileira que está em jogo.

QUE PODEMOS FAZER?

1) LIGUE GRATUITAMENTE PARA O DISQUE CÂMARA 0800 619 619. Tecle “9”

Desejaria enviar uma mensagem para todos os deputados membros da Comissão Especial destinada a votar o Plano Nacional de Educação (Projeto de Lei 8035/2010):

Solicito a Vossa Excelência que mantenha longe do Plano Nacional de Educação as expressões “gênero”, “igualdade de gênero” e “orientação sexual”. Tal linguagem  não é inócua, mas é própria da ideologia de gênero, que tem por fim destruir a família e massificar o ser humano, nivelando as diferenças naturais entre o homem e a mulher. As crianças e os pais agradecem.


POR QUE MOTIVO DEVEMOS TIRAR A IDENTIDADE

SEXUAL ORIGINAL DAS CRIANÇAS?




CONHEÇA A VERDADE SOBRE O EXPERIMENTO PSICOLÓGICO QUE IMPULSIONOU A FAMOSA IDEOLOGIA DE GÊNERO.



2) ASSINE A PETIÇÃO CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO 

 http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado 

3) PASSE ADIANTE…

Anápolis, 11 de março de 2014.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

Presidente do Pró-Vida de Anápolis


Familia_projeto_de_Deus Estatuto_destruição_da_Familia
Cultura_Morte Fé_ciência Charles+Darwin[1] ITALY-COURT/CRUCIFIX

IDEOLOGIA DE GÊNERO?


ISTO É BOM OU RUIM?

VOCÊ É CONTRA OU A FAVOR?


Masculino_ou_Feminino_genero_não



SER HOMEM OU SER MULHER

NÃO É UMA SIMPLES QUESTÃO

DE ESCOLHA DE SEU SÍMBOLO SEXUAL PREFERIDO

OU DA APARÊNCIA DE SEU ÓRGÃO

SEXUAL EXTERNO !

TODO O SER PSICOSSOMÁTICO É DIFERENCIADO.


Diferenças_psicosomáticas_do_homem_e_da_mulher


É algo catastrófico o que estamos presenciando em nossa sociedade Ocidental como um todo, a sistemática destruição da família. Os defensores da ideologia de gênero alegam que é algo automático, dizem ser os tempos modernos que estão vindo atona. Muitos dizem que a sociedade está amadurecendo, mas ao estudar afundo sobre este tema, percebemos que não se trata de amadurecimento, e sim, de esfacelamento dos valores da família.

De forma insistente, aqueles que lutam pela destruição da família, dizem que existem vários tipos de famílias, não precisa ser conforme os Cristãos dizem e nem os antigos. Os defensores deste absurdo, dizem que precisamos nos atualizar, e deixar de lado a visão antiga sobre a família. Querem que desde criança a pessoa seja educada com a centralidade do desconhecimento do que de fato é uma família de verdade e o que de fato deve-se viver. Querem que as crianças escolham de quem gostar, o menino gostar de menina ou de menino, a menina gostar de menino ou de menina, ou até mesmo gostar dos dois.


Futuro-sinistro-da-familia


Vejam esse texto:

Está às portas de ser votado o Plano Nacional de Educação. O projeto de lei lança as diretrizes e metas da educação pública para os próximos 10 anos e, não obstante a clara oposição do povo brasileiro a um sistema educacional permissivo e imoral, permanece firme o desejo de alguns grupos políticos em firmar compromisso com a “agenda de gênero”, tão querida pelas organizações internacionais e por “intelectuais” engajados em causas revolucionárias.

Só que a tão falada “identidade de gênero”, embora receba financiamento pesado de fora, não consegue sustentar-se cientificamente. Às vésperas de um evento tão importante para o futuro das crianças e adolescentes do Brasil, é oportuno recordar uma história recente que põe em xeque não só a autenticidade da “agenda de gênero” como a própria honestidade de seus propagadores.

Esta história começa na famosa universidade Johns Hopkins, na cidade de Baltimore, Estados Unidos. É aí que o médico neozelandês John Money e sua equipe se destacam por sua pesquisa nas áreas de sexologia e por cunhar, em seus trabalhos, termos como “papel de gênero” e “identidade de gênero”. A sua teoria é a de que o sexo das pessoas, ao invés de ser dado pela nature [“natureza”], é uma questão de nurture [“educação”]. Assim, uma criança em tenra idade, mesmo com o aparelho genital de um sexo, poderia ser criada e educada como sendo de outro sexo. A biologia seria subvertida pela psicologia, ou, dito em outros termos, o projeto do Criador poderia ser arbitrariamente transformado pelo homem.

Até 1967, as ideias de John Money já eram mundialmente famosas, mas permaneciam no papel. É quando a família Reimer decide recorrer ao renomado médico: um de seus filhos gêmeos, Bruce, teve seu órgão genital cauterizado durante uma circuncisão, e a sua mãe, Janet Reimer – interessada após assistir a um programa de televisão sobre a teoria do dr. Money – decide confiar ao médico o problema de seu filho.

Nas mãos de Money, Bruce, com apenas 22 meses de vida, sofre uma intervenção cirúrgica e passa a chamar-se Brenda. Recebendo acompanhamento constante do doutor, a família Reimer era a cobaia de que Money precisava para provar de vez sua teoria. De fato, o médico neozelandês escreve vários estudos usando o caso Brenda como “prova dramática” de que sua “teoria da neutralidade” estava correta: se era possível educar um menino como menina, homens e mulheres não eram mais dados biológicos, mas meras “aprendizagens sociais”.

No entanto, à medida que Brenda cresce, sua mãe nota algo de muito errado. “Eu via que Brenda não era feliz como garota, não obstante o que eu tentasse fazer por ela ou como eu tentasse educá-la, ela era muito rebelde, era muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada que fosse feminino”, conta Janet Reimer, em um documentário produzido pela BBC. “Brenda não tinha quase nenhum, nenhum amigo enquanto crescia. Todo mundo realmente a matava, chamavam-na de ‘mulher da caverna’. Ela era uma garota muito só” [1].

Aos catorze anos, já longe dos olhos de Money e cada vez mais isolada socialmente, Brenda descobre, de sua mãe, que nascera como homem e tinha sido criada como mulher à força. A partir de então, ela muda seu nome para David e tenta, apesar de tantos percalços, levar uma vida comum, como homem. No entanto, a morte de seu irmão por uma overdose de antidepressivos, em 2002, aliada a um casamento conturbado, culmina em uma tragédia: no dia 4 de maio de 2004, David deixa a casa de seus pais pela última vez, vai a uma mercearia e comete suicídio.

Antes desse fim dramático, David Reimer expôs o seu caso à mídia, a fim de tornar públicas a perversidade das ideias de Money e a farsa de sua “teoria de gênero”. “Era-me dito que eu era uma garota, mas eu não gostava de me vestir como uma garota, eu não gostava de me comportar como uma garota, eu não gostava de agir como uma garota”, confessa David[2]. “Eu não sou um professor de nada, mas você não acorda uma manhã decidindo se é menino ou menina, você apenas sabe”.

“Não se acorda de manhã decidindo se se é menino ou menina”: essa lição foi aprendida a um alto custo pela família Reimer. É esse o mesmo custo que as famílias brasileiras querem pagar, aceitando que a ideologia de gênero seja implantada em nossas escolas?

Quando se combate a inserção do termo “gênero” no ordenamento jurídico brasileiro, não se está a afirmar uma posição “discriminatória” ou “preconceituosa”, como insinuam alguns grupos. Ao contrário, o que se pretende é que o Brasil seja livre de uma teoria comprovadamente mentirosa e ideológica. Ou queremos, por acaso, copiar os experimentos ridículos de Money e repetir o drama da família Reimer no seio de nossas famílias?

“Você vai sempre encontrar pessoas que vão dizer: bem, o caso do Dave Reimer podia ter tido sucesso. Eu sou a prova viva, e se você não vai tomar minha palavra como testemunho, por eu ter passado por isso, quem mais você vai ouvir?” [3]. Que a alma de David Reimer descanse em paz. E que a sua conturbada vida lembre às pessoas o quanto é terrível subverter o plano do próprio Criador inscrito na natureza humana.



Por Equipe Christo Nihil Praeponere
Referências bibliográficas
The Boy who was Turned into a Girl. BBC: London, 2000. Texto disponível em: http://www.bbc.co.uk/science/horizon/2000/boyturnedgirl.shtml.
Acesso em: 25 mar. 2014.
Dr Money and the Boy with No Penis. BBC: London, 2010. Texto disponível em
http://www.bbc.co.uk/sn/tvradio/programmes/horizon/dr_money_qa.shtml. Acesso em: 25 mar. 2014.
Ibidem

Pope Francis leads a mass of Assumption of Mary from the papal summer residence in Castelgandolfo south of Rome


“A IDEOLOGIA DE GÊNERO É DEMONÍACA”, AFIRMA PAPA


O Papa Francisco segue as pegadas de seu predecessor, o Papa Bento XVI. Ao fim de seu pontificado, o papa emérito falou duas vezes sobre a ideologia de gênero como “uma tendência negativa para a humanidade” e uma “profunda falsidade”, sobre “a qual é um dever dos pastores da Igreja” colocar os fiéis “em alerta”.

Continuava o Papa:

O homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria. De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: «Ele os criou homem e mulher» (Gn 1, 27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza.

Obs. Se o Homem ou a Mulher pudessem ter o poder de decisão sobre a escolha de seu próprio sexo, isto sim seria a confirmação de que é a sociedade quem decide quem eu deveria ser e neste caso a liberdade ou o poder de decidir já seria inválido por se tratar de uma decisão comprometida pela interferência externa e manipulada por ideologia de terceiros. Uma formação contraditória não confiável a respeito da verdade já definida no nascimento de cada um.

O ser humano sempre será mais realizado e mais feliz vivendo a verdade do que sendo enganado pela mentira, chegamos aqui novamente ao ponto de partida e à raiz de todo erro deste mundo de hoje que é a MENTIRA que enganou Eva no paraíso e depois levou Adão ao mesmo erro de não ouvir a verdade Divina e preferir ser enganado pela mentira.

Não existe nada de novo nesta ideologia de gênero e sim é a mesma MENTIRA e ENGODO de sempre que leva o homem à infelicidade e à morte.


Familia_projeto_de_Deus Estatuto_destruição_da_Familia

ESCLARECIMENTO DE PADRE CHRISTIAN SHANKAR

UM GRANDE DEFENSOR E PROMOTOR DA FAMÍLIA BRASILEIRA


.


IDEOLOGIA DE GÊNERO PODERÁ SER IMPLANTADA NAS ESCOLAS – PADRE PAULO RICARDO



Afinal, de onde veio e como foi pensada a

IDEOLOGIA DE GÊNERO

Você PRECISA ENTENDER A ORIGEM DA IDEOLOGIA DE GÊNERO SEM PRECONCEITOS. A verdade está ao seu alcance. Prof. Fernada Takitani – Formada em história pela UEL – Universidade Estadual de Londrina. Pós Graduação lato-sensu em humanidade IICS (Instituição Internacional de Sociais) – SP



Cultura_Morte Fé_ciência Charles+Darwin[1] ITALY-COURT/CRUCIFIX